como eu falei programas de fortalecimento então program de fortalecimento para questões melhoras de questões motoras também tem um nível A de evidência aqui então fortalecimento muscular é muito importante para melhora motora e é uma das formas da gente manejar clinicamente o nosso paciente com espa cidade desde que que nem eu falei anteriormente seja um programa de fortalecimento bem estruturado não adianta eu fazer um fortalecimento muscular de um grupo muscular que precisa ter capacidade de Endurance precisa ter resistência e eu tô lá treinando força lembra a gente tem que lembrar dos tipos de fibra e da
forma de prescrever o treino de força mas um treino de força é muito importante para todos os nossos pacientes porque todos TM eh não digo todos mas uma uma porcentagem muito muito grande tem alteração de tdos então nós em geral Podemos trabalhar com fortalecimento de musculatura antagonista aquela musculatura espástica né para vencer a resistência daquela musculatura espástica eh lembrar que músculos espásticos eles são gradativamente substituídos por colágeno músculos que são espásticos que são fracos a fibra muscular vai sendo substituída por colágeno E aí a gente vai perdendo capacidade contrátil daquele músculo que não é interessante
Então o fortalecimento previne isso e e tem vários aí vários estudos mostrando que programas de fortalecimento melhor melora funcionalidade melhora tempo de reação melhor equilíbrio diminui risco de queda melhora a própria seção tem vários outros benefícios aí ao programa de fortalecimento e não tem nenhum ponto contra não tem nenhum malefício em fazer programa de fortalecimento com os nossos pacientes e por fim eh a questão de alinhamento também é uma questão que a gente precisa se atentar então lembrando lá que a gente tem os músculos que são revestidos por tecido conjuntivo que tem as linhas de
transmissão a gente sempre tem que lembrar que dentro do um manejo Clínico a gente precisa se atentar ao alinhamento do paciente então quando eu coloco o meu paciente sentado coloco em pé quando eu tô fazendo uma atividade o alinhamento ele é um ponto importante porque a partir de uma posição alinhada eu tô redistribuindo carga Então se o meu paciente tá com segmentos corporais alinhados a capacidade gerar força a capacidade de ser funcional ela fica melhor eh então esses são os principais pontos a favor né da gente olhar o alinhamento do nosso paciente então que nem
eu falei no num slide lá atrás músculos que TM alteração de tonos acabam tendo estruturas articulares fora de um posicionamento tido como correto como adequado então usar dispositivos de alinhamento como as vestes né o ex esqueleto dos métodos intensivos algumas órteses às vezes é necessário e isso Evita o surgimento de compensações e de complicações Porém tem sempre um lado que a gente tem que pesar por isso que não existe uma receita de bolo a hora que a gente utiliza um dispositivo de alinhamento Dependendo de qual dispositivo é a gente pode restringir o movimento daquela articulação
então por exemplo se a gente coloca uma órtese como essa no meu paciente né uma órtese rígida que não tem articulação de tornozelo eu tô limitando o movimento de tornozelo se eu limito movimento de tornozelo eh Eu causo um impacto na ativação das musculaturas de tornozelo e eu posso impactar negativamente a função então é aquela eterna balança tem ter eu cuidar do alinhamento mas eu não perder o olhar sobre função então para cada caso a gente tem que avaliar isso eh se é necessário a gente usar algum dispositivo para melhorar alinhamento Pensando Em manejar tonas
inclusive eh e sabendo que às vezes o uso desse dispositivo vai impactar negativamente na minha função mas não tem o que fazer é importante a gente olhar para alinhamento mas aí dentro de um planejamento terapêutico a gente consegue criar momentos em que o foco vai ser alinhamento criar momentos em que o foco vai ser trabalhar a função a gente sempre vai dosando o uso desses recursos então foi isso gente esse foi o o raciocínio vou parar de projetar aqui para para ver vocês Esse foi o raciocínio que que eu construir pra gente conversar hoje eh
eu espero ter ajudado vocês ter colaborado de alguma forma e se tiver qualquer dúvida tô à disposição B E quanto a hipotonia ela pode aparecer na na primeira infância quando a criança Ela nasce ou ela pode acabar aparecendo um pouco mais tarde é a gente tem eh quadros clínicos tanto com hipotonia quanto com espaci cdade sem ter um diagnóstico associado às vezes é comum então ele é uma uma apresentação clínica que às vezes não tá correlacionado com um diagnóstico e aí é isso que a gente sempre usa a nosso favor então quando a gente avalia
um paciente Principalmente um paciente que chegou na clínica se ele não tem um diagnóstico às vezes uma avaliação de tonos é a luz de alerta pra gente ver se existe uma possibilidade de um diagnóstico que ainda não foi investigado Então é pelo menos aqui eh na azul é muito comum a gente às vezes receber um paciente sem diagnóstico mas a gente vai ver vai avaliar ele ele tem um monte de alteração de tonos em vários grupos musculares então a gente sabe que pode ser que não tenha tido um cuidado ali na avaliação médica de olhar
para esse aspecto aí a gente consegue fazer por exemplo um relatório alguma coisa inferindo que clinicamente a gente viu essa alteração de tonos e sugerindo que o médico olhe para Esse aspecto eh existem até alguns grupos de de pesquisa que eles têm o interesse de treinar todos os profissionais da Saúde enfermeiro médico fisioterapeuta para avaliar tonos porque se a gente a avaliação de tonos ela é relativamente simples ela não é muito complexa É lógico que quem tem mais experiência com isso faz mais fácil e tem maior percepção sobre alterações de tonos que são mais sutis
mas se todo mundo conseguisse ter um olhar e soubesse minimamente o que é uma hipotonia e uma fasicidade a gente conseguiria fazer diagnóstico mais precoce e entrar com uma intervenção mais precoce então ele é é um ele é um quadro clínico ele é uma sintomatologia ele é uma uma luz de alerta Então sempre que a gente conversa com alguma família Principalmente uma família nova eu gosto muito de explicar o que é tonos porque é muito comum em qualquer profissional da área médica da área da saúde ele passar por um médico passar por um fisioterapeuta um
teó alguma coisa e falarem Ah ele tem alteração de tonos mas ninguém explica para essa família o que que é tonos o que que isso causa da onde isso vem o que que isso pode ocasionar então é um ponto importante a gente transferir esse conhecimento pras famílias sabe bem legal a Isabela também tá com a mão levantada quer falar Isabela sim Bom dia pessoal primeiramente eu gostaria de parabenizar Gabriel foi muito muito legal sua apresentação muito clara eh e aí eu gostaria de perguntar eu entendi então na avaliação quando a gente usar a escala de
Campbell a gente sempre vai fazer ela da forma ativa e passiva nunca posso fazer isso de maneira isolada então por exemplo avaliar o paciente só de maneira ativa e excluir o a aplicação de forma passiva isso é interessante fazer eh os dois testes a gente observar o ativo então colocar o paciente e ver como ele responde ativamente mas fazer o teste passivo Também é lógico que todas essas escalas os extremos eles são os mais simples então um paciente que tem uma hipotonia Severa eu observando o ativo Eu já imagino que a hora que eu for
mobilizar ali que eu for fazer o passivo ele vai responder da mesma maneira mas quando a gente pensa nesses nesses graus como um grau dois É interessante fazer ambos pra gente tirar qualquer dúvida se é uma hipotonia mais leve ou mais moderada a de aswf é a mesma coisa então às vezes a gente olha Eh o paciente que tem um um uma um segmento né já fixo em flexão ou extensão Mas se a gente não vai propriamente Testa ele eh com a com a mobilização passiva daquela articulação com aquele com aquele alongamento Às vezes a
gente subestima ou superestima aquela espa cidade então é sempre interessante fazer Tá certo obrigada imagina