o Olá sejam bem-vindos ao bloco de fisiologia renal neste bloco de fisiologia renal nós iremos abordar os principais temas relacionados ao funcionamento deste órgão não né Jackson de Souza Menezes o professor associado e a partir deste momento iremos iniciar a nossa aula a nossa primeira aula iremos é analisar a organização morfofuncional do sistema renal e urinário eu deixo aqui para vocês os meus e-mails de contato para caso tenha alguma dúvida vocês possam entrar em contato direto comigo através destes dois remédios É nesse bloco de fisiologia renal nós iremos abordar os seguintes temas visão more funcional
dos rins hemodinâmica renal filtração glomerular transporte de água e solutos ao longo do néfron regulação do volume do fluido extracelular regulação da tonicidade do fluido extra-celular regulação do PH do fluido extra-celular e vias urinárias e a utilizaremos os seguintes conceitos para que nós possamos entender o funcionamento dos rins meu física princípios básicos de biofísica de biologia molecular biologia celular citologia e histologia anatomia e embriologia então sempre é bom e todos estejam com esses diferentes conteúdos devidamente atualizados para que possamos ter um bom entendimento do bloco de fisiologia renal e a bibliografia que eu recomendo para
vocês é a fisiologia Margarida de Mello Aires fisiologia berne e Levy fisiologia básica Ruivo Joaquim Procópio fisiologia médica do walterboro E qual é os rins nós pudéssemos resumir o função as funções as diferentes funções dos rins nós poderíamos elencar dez principais funções Essas funções seriam regulação do volume de água do organismo controle do Balanço eletrolítico regulação do equilíbrio ácido-base conservação de nutrientes pressão de derivados do metabolismo e regulação da hemodinâmica sistema regulação da pressão arterial participação na produção de massas principalmente pela síntese e secreção do hormônio conhecido como eritropoetina secreção metabolismo e excreção de hormônios
e gliconeogênese e os rins eles ocorrem em par como vocês já puderam ter a oportunidade de aprender né na disciplina de anatomia eles são considerados retroperitoneais o que eles ficam posterior a região do peritônio né E eles são conectados a bexiga urinária que é o local de armazenamento temporário da urina é através de dois canalículos analíticos um para cada rim que são chamados de ureter e esses ureteres eles transportam eles possuem movimentos peristálticos e conduzem a urina produzida pelos rins num movimento unidirecional em direção em bexiga essa urina dessa armazenada de maneira temporária aqui na
bexiga não sofre mais nenhuma alteração do ponto de vista de sua composição e volume uma vez aqui armazenada na urina então a gente pode dizer que a bexiga ela não altera a composição nem o volume da urina e ficar que armazenar e essa bexiga ela é conectada com o meio externo através de um outro duto conhecido como uretra essa uretra é a comunicação da bexiga com a parte externa do indivíduo né ou seja de tempos em tempos ocorre um estímulo conhecido como é micção né E essa missão ela promove uma série de eventos e nós
iremos abordar em aulas futuras e promove a o esvaziamento da bexiga para o meio externo Onde a urina ela atravessa toda a uretra para poder alcançar o meio externo E se nós dermos um agora nesse rim e fizermos um corte longitudinal neste órgão a gente vai poder observar algumas estruturas macroscópicas essas estruturas macroscópicas elas são compostas correm essa região externa que dormir Ah tá a região da medula EA região da pélvis renal Ok essa região da medula nós podemos encontrar estruturas conhecidas como pirâmides renais o que elas têm uma estrutura morfológica semelhante a uma pirâmide
Então é conhecida como pirâmide renal esses pirâmides renais Elas têm o seu ápice vamos dizer assim em contato com uma outra estrutura conhecida como a pila né Essa papila ela na verdade é o local onde ocorre a coleta da urina e foi drenada a partir desses dessas regiões aqui conhecida como pirâmide renal e ela é treinada aqui em direção a outra estrutura é conhecido como cálices renais esses cálices renais eles desemboca a região conhecida como região pélvica ou seja pélvis renal e essa pélvis renal ela concentra todo o conteúdo urinário em direção aqueles canalículos que
eu falei anteriormente que conecta alguém até a bexiga chamado ureter e é se nós agora dermos um aumento né nesses nesse nesse rim e nós estávamos observando anteriormente nós iremos poder nós iremos observar uma estrutura vascular muito bem organizada e muito bem conectada com as chamadas unidades funcionais dos rins e são conhecidos como néfrons Ok nada ren tem aproximadamente em torno de um milhão a 1 milhão e meio de nefro então no total nós temos podemos ter aí de Dois a três milhões de nef em cada É nos dois rins ok e vamos observar mos
aqui a o rim ele recebe eu vou retornar um de lá e só para evidenciar o rim ele recebe aqui é a irrigação através da chamada artéria renal essa artéria renal ela é uma ramificação que ocorre da horta na região abdominal e dessa forma quando ela adentrar nesse espaço aqui olha que estou sinalizando com a seta chamado de hilo renal h i l o hilo renal quando é lá dentro aqui no miolo ela sofre uma série de ramificações e nós iremos detalhar um pouquinho mais no próximo slide Oi e da mesma forma é a saída
do sangue desse desse rim né ocorre através da chamada veia renal essa veia renal ela desemboca numa numa numa veia Central aqui conhecido como vê acaba e também na região abdominal bom montando aqui o próximos lag quando nós observamos artéria renal e eu disse para vocês que elas sofrem que ela sofre algumas ramificações essa cada ramificação que essa artéria renal sofre essa chamada de artérias segmentares certo artérias segmentares ou seja porque ela segmentam em diferentes para diferentes regiões dos rins Serra essas artérias e segmentares elas é elas se ramificam novamente nas chamadas as artérias interlobulares
seja porque elas passam aqui por esses Logos é mais conhecido como lóbulos renais aqui na região da pélvis renal Ok é essas artérias interlobulares elas novamente elas Dão origem a um outro conjunto de artérias são chamadas as artérias arqueadas essas artérias arqueadas elas passam aqui ó elas se curvam em direção aqui a essas pirâmides renais Ok e elas é se ramificam novamente nas chamadas arteríolas agora não mais artérias agora passa Ceuma arteríola a arteríola interlobular nós dermos um aqui é nós poderemos observar e essas arteríolas interlobulares em Elas irão se ramificar novamente na chamada arteríola
aferente essa arteríola aferente quando chega aqui quando ela adentra nessa estrutura glomerular Ou seja é a primeira região de formação da urina e nós encontramos um nefro ela forma um emaranhado ela forma um enovelamento dessa período conhecido como Tufo glomerular e esse tufo glomerular lá ele tem um papel extremamente importante no processo de filtração glomerular que a gente vai observar mais adiante é uma vez é novamente e sim novelado ele se concentra Agora Numa nova arteríola chamada de arteríola eferente ou seja aqui tá então o sangue ele está percorrendo esse sentido aqui ó da arteríola
aferente passando pelo enovelado um gômer lá ou se tu também conhecido como tu filomela e sai para lá arteríola eferente essa arteríola eferente ela vai dar origem a o sistema de vascularização dos chamados túbulos renais estão segmentos seguintes aqui na é é do néfron né Ou seja a gente vai falar com um pouco mais de detalhes mas é diante Quais são esses segmentos do mel bom então essa arteríola eferente vai dar origem a um conjunto de capilares chamados de capilares peritubulares é esses capilares peritubulares como o nome já diz é uma estrutura capilar né Essa
estrutura capilar aqui ela vai ter um leite é arterial e também vai ter um leito Veloso né esse eleito venoso ele vai se convergir né ele vai se concentrar em uma única pílula e vai se juntar ao sistema de vê-los interlobulares Ok é vê-los interlobulares E vai se juntar ao sistema de veias arqueadas né agora voltando aqui no sentido ao contrário com a mesma nomenclatura né a chamadas vênulas desculpa vem e tem bobo Ares as chamadas veias segmentares da UPA mais uma vez vênulas interlobulares veias arqueadas veias interlobulares só que agora ela vai dar origem
à chamada é veia renal e vai sair aqui não está representado nesta imagem mas que já mais que ela existe como eu mostrei no slide anterior que é chamada a veia renal né aqui nessa imagem de baixo a gente pode observar a todos os sistemas de vênulas interlobulares se juntando até a veia arqueada e essa Veia arqueada vai se juntar nas chamadas veias segmentares que não está representado e mas que elas ocorrem bem e ao sistema de artérias arqueados se juntando novamente todas as artérias As veias segmentares se juntando novamente aqui na chamada veia renal
e nós podemos observar essa imagem a imagem ela é dividida entre a região cortical e a região medular Ok a região cortical Quais são os estruturas capilares que nós encontramos aqui na região cortical nós encontramos a féria hein veia interlobular Ok peço desculpa aqui porque essa aí essa figura Ela está com a uma nomenclatura errada né não não seria é arte artéria e veia interlobular seria assim arteríola e veia interlobular e quem é então a momento altura que está não está adequada né seria arteríolas e vênulas entre roubo lá nós temos arteriola aferente e eferente
achei um tufo glomerular a parte da região parte de capilares peritubulares Ok e aqui na região medular nós encontramos Agora sim artéria e veia interlobar É principalmente é arteríolas arteríolas e vênulas arqueados é nós encontramos também a chamadas artérias e veias interlobares é como já foi demonstrado aqui artérias e veias segmentares aqui também na região medular nós podemos encontrar uma estrutura de vasos chama conhecido como vasos retos tá esses vasos retos eles ocorrem Paralelos aqui a uma estrutura do néfron conhecido o dinheiro que a gente vai detalhar um pouco mais adiante esses vasos retos eles
têm papel extremamente importante para poder no processo de concentração e de diluição da urina também nós iremos ver mas adiad e essa imagem aqui é uma foto micrografia eletrônica de uma região é aqui da chamada papila renal multa 2 slides anteriores só para vocês lembrarem Onde se encontra a papila renal a papila renal essa região aqui ó tá vendo era a região onde desembocava essas pirâmides aqui certo e nós podemos observar nessa região da papila algumas fendas aqui que pode ser observados nessa imagem nessa foto micrografia eletrônica de varredura Ok é o que são é
o que são essas fêmeas aqui essas penas são chamados chamados Duque de Bellini tá que são esses duplos de Bellini Instituto de Bellini é é um local onde ocorre as é né da urina formada por diversos néfrons a gente vai detalhar um pouco melhor isso daqui nós temos um sistema chamado sistema coletor e coleta o furo do produzido por vários tons e sido coletor Ele trabalha esse fundo intertubular aqui principalmente concentrando diluindo esse fluido e esses ductos coletores eles desemboca nesse chamado duplo de Bellini esse grupo de dele então ele desemboca na região da papile
então aqui a gente pode ver onde que a urina sairá né é a urina pronta sairá para ser direcionada em direção ao aos ureteres e consequentemente mexido e essa foi uma breve revisão né até aqui nós falamos Uma Breve revisão sobre o unir É sobre o arte cultura geral do Rim e agora a gente vai entrar com um pouquinho mais em detalhes sobre a unidade funcional do mundo que acha o chamado nessa é o que de fato se produz a urina unefro ele é composto por diversas estruturas né E aí alguns de vocês podem perguntar
para mim mas Jackson eu eu precisarei é saber é o nome de cada estrutura 10 olha e o conselho que eu dou para vocês é que vocês sim saibam e o que que o que representa essas 12 porções que nós iremos falar agora tá porque porque apesar de ser um uma única unidade funcional conhecido como nefro essa unidade funcional na verdade ela é subdividida em diferentes regiões e cada região Tem uma função em uma morfologia diferente e no conjunto do da das funções dessas diferentes 12 regiões aqui é que vai dar o funcionamento do nefro
Oi e o conjunto de funcionamento do nefro é que vai dar o funcionamento do sinal dos dentes Que bom então Começando aqui na estrutura número 1 o que estrutura número um essa essa estrutura número um vocês vão poder observar que às vezes A nomenclatura dela difere um pouco entre livros de anatomia e fisiologia neural mente livro de anatomia Esse é o livro de histologia vocês vão observar uma nomenclatura conhecida como é o corpúsculo renal Há muitos livros e fisiologia seu nomenclatura Ela será simplesmente gromero né é um autor aqui ele simplesmente Ele disse que essa
estrutura um ela é chamada de capilar glomerular e cápsula de bom tá É espaço de bom que ele diz aqui é a gente vai entrar em um pouco mais de detalhamento para simplificar nosso nomenclatura eu irei do tarak A nomenclatura mais utilizada nos livros de fisiologia é chamada de do Amarelo né então quando eu falar glomérulo para vocês eu estarei me referindo a toda essa estrutura ou nós temos aqui igual mermo né o túbulo proximal ok representado aqui e número dois só que esse túbulo proximal ele é dividido em duas partes é o chamado público
proximal Esse é um golo tu não é como está aqui nessa legenda túbulo proximal o Guto também pode ser túbulo proximal contorcido também túbulo proximal com tornando aqui no número 3 nós temos o chamado túbulo proximal reto aqui nos números 4 e 5 nós temos uma estrutura conhecido como alça de henle tá é alça de Emily em alça de em se escreve h e n l e alça dengue é só que nós nessa alça de Emily nós temos a porção fina descendente da alça de henle e número 5 nós temos a porção fina ascendente da
alça de henle a calça DN ela ainda é composta por uma terceira estrutura é representada aqui no número 6 que a chamada porção espessa ou também por porção grossa ascendente da alça de henle ok aqui no número 7 nós podemos evidenciar uma estrutura conhecido como mácula densa tá antes de dar prosseguimento mais aqui a partir da mácula densa gostaria de ressaltar o alguns autores consideram que a porção espessa ascendente da alça de m ela está presente somente na região medular e quando essa estrutura ela progride aqui na região cortical é o alguns autores dizem que
não é mais alça de em sim túbulo distal Ok túbulo distal o bom é túbulo distal reto dá para ser mais preciso então tem alguns autores e sugere e somente a porção está na região da medula é considerado parte da alça de m e a partir do momento em que essa região espessa essa região grossa da alça de aventura para o córtex OK ela passa a ser chamado de túbulo distal reto é um na sequência nós temos o chamado aquilo número 8 como eu já tinha falado a mácula dessa que a gente vai falar um
pouco mais adiante é número 8 Aqui nós temos o chamado tudo digital convoluto túbulo distal contorcido túbulo distal com tornando tá numero 9 numero 9 nós temos chamados o túmulo conector Ah tá bom número 10 e essa região aqui nós temos o chamado ducto coletor cortical número 11 nós temos duto coletor medular externo e o número 12 o ducto coletor medular Interno também conhecido como duplo coletor papilar Ok bom Então essas são as diferentes estruturas aquele boneco e é eu gostaria de chamar atenção nessa imagem aqui vocês pode observar aqui nessa imagem nessa imagem ela
também ela é dividida na região cortical a região da medula externa EA região da medula interna tá Ilhas a imagem ela ainda tem mais um nível de detalhamento que essa medula externa quem é ela ainda é subdividida em é a camada externo e camada interna Então se diz camada externa da medula externa camada interna da medula interna ou também conhecido como camada cortical da medula externa ou camada medular da medula externo EA medula interna não a medula interna é só meu do interna mesmo tá mas o que eu gostaria de chamar atenção aqui é o
seguinte esse esse nefro vocês podem observar ele tem um posicionamento a cortical e medular diferente deste néfron que esse nessa vocês podem observar isto pura glomerular lá ela está mais próxima dessa camada externa dessa dessa região da medula da chamada membrana externa ou medular cortical tá esse né foi pelo fato dele estar do glomérulo está muito próximo nessa região de interseção entre córtex e medula E aqui nessa linha pontilhada ele é conhecido como chamado né Forum justamedular e já esse outro Neve ele tem a região curte ou o região glomerular mais próxima dessa região externa
aqui do e do córtex né E pelo fato do glomérulo está mais próximo dessa região externa aqui do corta que se ele é conhecido como for from superficial ou também conhecido como néfron cortical então nós temos dois tipos de posicionamento de néfrons aqui chamados Nelson justamedulares e os chamados Nerf long é corticais ou também né from superficiais vocês podem observar que esses netos justamedulares eles apresentam alça dinheiro e mais comprido mais cumpridas né as alças dias são mais compridos elas vão mais próximo aqui aquela região do duplo de Bellini Serra ou seja azul bem profunda
aqui na chamada medula interna e já alça de Emily dos néfrons corticais e e eles vão basicamente até essa região aqui ó da medula da camada interna ou da camada medular da medula externa Ok dá a camada desculpa camada interna Ou seja a camada é e dá a camada interna dessa região E aí Ah é Então vocês podem observar que alça dinheiro aqui ó a alça a dobradura da alça acredita ela está Ela vai até no máximo mas a camada interna aqui ó da medula externa ela não progride aqui nessa região da medula interno mas
alguns de vocês podem me perguntar Jackson mas é assim distante ou os netos têm este foram essas posicionamento ou este posicionamento não há uma short de posicionamentos Aqui varia entre esses extremos e esse extremo tá o que define se o indivíduo ele tem mais néfrons corticais ou mais néfrons justamedulares o fato o fator é o determinador disso ainda não é conhecido mas o que nós sabemos que isso a ver com herança genética ok e a partir de agora nós iremos dar um B talhamento é sobre cada região dessa do nessa Ok sobre cada região dessa
do mesmo é a primeira região e também conhecido na região como a primeira região de formação da urina é o chamado cogumelo tá em toda essa região aqui é conhecida como glomérulo tá é como já Relembrando só para quem não se a tentou na minha sala anterior É sim os livros de histologia e também livro de anatomia ou livro de morfologia de uma maneira geral principalmente os de histologia vocês vão observar e vários autores chamam somente essa região aqui ó capilar de glomérulo e e essa região aqui sempre é chamada de cápsula de Bowman da
por aqui ó cápsula de bobo no entanto e os livros de histologia geralmente chamam a junção o conjunto né do desse tufo glomerular dessa estrutura capilar com essa cápsula de corpúsculo renal esse corpúsculo renal é ele também nos livros de fisiologia é chamado simplesmente como glomeru tá bom então só para vocês terem é ciência de que dependendo do autor essa nomenclatura pode ser clo Melo ou do fogo glomerular desculpa glomérulo ou corpúsculo renal e é qual a nomenclatura que eu vou utilizar com vocês eu vou utilizar nomenclatura glomérulo glomérulo vai significar todo o conjunto aqui
Ok quando eu estiver falando especificamente da estrutura capilar eu vou chamar de tufo glomerular e quando eu quiser falar da cápsula de boa mas da cápsula de bomba mesmo essa nomenclatura não tem uma tá só gente Relembrando aqui que nós temos aqui a arteríola aferente Então ela tá trazendo o fluxo do sangue no sentido dessa certinhas aqui olha tá só que para o sangue chegar na arteríola eferente ele tem que passar por esse enovelado aqui ó dessa arteríola tá chamado tufo glomerular isso daqui não é uma estrutura capilar típica que onde você tem o leito
arterial e o leito venoso Aqui nós temos somente o leito arterial e esse espaço entre a cápsula de Bowman e o tufo glomerular é chamado de espaço capsular ou também conhecido como espaço urinário tá alguns autores um chamar de espaço urinário é um aqui é a região onde inicia o chamado túbulo proximal que eu vou falar um pouco mais adiante para vocês e nós fizemos um recorte aqui nessa região do tufo glomerular e analisarmos essa imagem com o maior principalmente utilizado uma microscopia é uma técnica de microscopia eletrônica de varredura ou microscopia eletrônica de transmissão
nós poderemos observar que aderido a essa estrutura capilar aqui é esse vaso nós temos células grandonas com diferentes projeções chamado de podócitos projeções longas nas chamadas de Podolski esses poder ossos eles têm esses essas projeções aqui olha em Londres né chamada projeções de poderes e perpendicular essas projeções nós temos estruturas conhecido como pedicelo ou seja pedicelo significar pequenos pés né Hipoglós seria células semelhante a um pé né então nós temos aqui uma célula grande que tem essas projeções e elas essas projeções perpendiculares aqui a essas essas ramificações as posições é conhecido como Petit Ciel segura
se fizermos um corte aqui agora nessa região em termos um momento nós poderemos observar o que que esse estrutura capilar ela não é continua Ah tá ela não é continua ela possui espaçamento elas possuem poros poros esses e tem Entre 50 e 100 nanômetros esses poros emissão buraco 15 né arredondados né circulares desculpa conhecido como fenestraz Ok esse esse capilar o recobrindo Né por cima desse capilar nós temos uma chamada é membrana basal tá essa membrana basal de de com característica glycoproteins da e aderido também essa membrana basal nós temos aqui chamados pedicelos aquilo nos
próximos e existe também uma ponte proteica aqui conecta um pé de célula outro e tem aproximadamente cinco nanômetro de espaçamento que a chamada membrana diafragma e Oi vó aqui Joelma imagem de uma zumba histologia 1hr é uma hematoxilina-eosina não está colorida aqui porque essa imagem é uma imagem preto e branco tá mas é um momento aqui de 40 vezes 400 vezes desculpa é e nós podemos observar aqui ó componentes celulares do chamado corpúsculo renal do glomérulo né E M Aqui nós temos as chamadas células mesangiais que são essas células mesangiais são células que é ela
imagina o novelo de linha né o novelo de linha ele é um é uma linha única um fio de mim o único que foi no velado quando você Observar se você observar mais de perto você vai observar que existe um espaçamento espaço entre uma linha e outra esse espaço entre uma linha e outra é um espaço real é um espaço físico e aqui também a gente pode observar nesse tufo glomerular aqui E esse nó velamento dessa arteríola existe um espaçamento físico real entre o material lá e outra esse espaço ele é preenchido por essas células
chamadas células mesangiais essas células mesangiais Elas têm uma característica importante Elas têm atividade de fagocitária né é muito muito sol alguns autores sugerem que elas têm origem de macrófagos que migraram para esta região I e II permaneceram por ali enfim é ela tem um papel importante né na encontra aí ou relaxar é toda essa região aqui que a gente chama de mesa anjo gente vai falar um pouco um pouco mais de detalhes dela mas adiante né e a quem é nós temos algumas células endoteliais são marcellus e formam o capilar propriamente dito né aqui ver
nós temos uma célula epitelial visceral em p é uma célula epitelial parietal e MD A Chamada mácula densa tá que a gente vai falar também um pouco mais adiante e essa é essa imagem é uma imagem de é uma foto micrografia eletrônica de varredura onde nós podemos observar o tufo glomerular isolado esse tufo glomerular lá é aqui nós podemos observar uma arteríola aferente tá vendo a história Olha que interessante mas tem lula à frente aqui também nós podemos observar uma arteríola eferente essa arteríola eferente se ramificando para só formar os chamados capilares peritubulares Ok é
essas regiões as curvaturas aqui é chamada a a as alças capilares né ou no inglês também chamado Luke capilar em bom E aí se nós progredimos no aumento dessa imagem né aumentarmos A Lia o nível de detalhamento e nós poderemos observar a antes de falar sobre esse dividido atalhamento eu vou sair é externa Eu gostaria de falar domingo detalhamento interno de dentro do capilar nós é aumentarmos o aumento e olharmos agora dentro do capilar a gente vai poder observar que esses pontos mais escurinhas que vocês observam é são as chamadas sem nestas Ok essas tá
vendo ó isso todos os pontinhos mais escurinhos aqui ó são buracos físicos e são conhecidos como oferece aqui sim na parte externa quando nós damos um maior vocês damos um aumento maior ali naquela naquela diferentes alças capilares não se podemos ver o que quem os podócitos vamos dizer assim abraçando e as diferentes alças glomerulares Oi tá me Aqui é uma micrografia eletrônica de transmissão mostrando aqui a ultra-estrutura dessa interação entre o endotélio fenestrado membrana basal e os pedicelos se pode observar essa membrana basal na coloração aqui é o é troxe de Cosme nós podemos observar
na quina microscopia eletrônica de transmissão uma região Mais Escura que somente conhecido como região mais elétron bença né hum é uma região mais clara tá essa vocês podem observar que essa diferença aqui ela tá basicamente relacionado com uma composição dessa membrana basal bom né Principalmente nessa parte aqui ó mais elétron densa nós temos aqui o região do endotélio produzindo e mantendo Essa região é da membrana basal e essa região aqui do mais clarinho aqui da membrana basal nós temos os pedicelos produzindo e mantendo essa estrutura é mais clarinha e aqui dá para gente observar com
bastante nitidez né apontando aqui com uma certa e também da frente observar que também aqui também a chamada membrana diafragmática que é uma ponte proteica conecta um pedicelo almoço e o bom é avançando um pouco mais um detalhamento aqui dessa estrutura glomerular lá essa estrutura glomerular ela tem Ela não fica soltas sem interação com uma região tubular essa região goleiro lá ela interage aqui olha com uma estrutura tubular região do túbulo distal tá é essa Região do tubo digital quando sim é aproxima dessas arteríola aferente e eferente como se funciona o meu meu a minha
mão né Essa região aqui da minha mão fosse o e o gomero e aqui arteriola aferente é isso é YouTube e o túbulo distal está passando assim tá então nós temos aqui o que quando esse tubos tal ele se aproxima e esse ele se conecta a ele interage com essas arteríolas aferentes e eferentes nós temos aqui a chamada mácula densa não é porque porque essa região na micrografia é numa imagem micro gráfica nós podemos observar o que uma espessamento espessamento dessas chamada de mácula densa chamada de mácula densa do aparelho justaglomerular e é aqui ó
por cima né interagindo aqui com as células com a arteríola aferente e eferente nós temos aqui a referente à frente nós temos aqui as chamadas células granulares granulares do aparelho justaglomerular OK Oi aqui é uma micrografia eletrônica né de transmissão onde nós podemos observar células da mácula densa e aqui nós podemos observar o que as células granulares por quê Porque ela tem vários grânulos citoplasmáticos é bom avançando aqui no sentido do fluxo é o fluxo Ele sempre vai fluxo de fluido Ele sempre vai do glomérulo até a região do do coletor em sinal de Berlim
tá nós temos aqui o túbulo proximal pelo túbulo proximal reto Ouçam oficina descendentes da alça de ele porção fina ascendente da alça de Elio porção espessa ascendente da alça de henle e túbulos distal reto ponto de vista funcional e do ponto de vista morfológico não há tantas diferenças túbulo distal convoluto né a mácula densa que nós já observamos e do coletor vocês podem observar que é aqui um G1 a música é minha celular se relacionando com cada região dessa do nexo e a gente pode observar que é medida que a gente vai avançando esse esquema
celular ele vai se modificando nas diferentes regiões né essas essa e essa mudança se deve ao fato de que a morfologia dessas células é diferente nesses diferentes alimentos donnell a morfologia diferente consequentemente a funções são de férias hein e Aqui nós temos Olha o túbulo proximal uma imagem né mãe uma YouTube profissional isolado né que foi secado manualmente e a gente pode observar aqui ó ele tem esses tubos é como se eles fossem Mangueiras né imagina uma mangueira de Jardim você tem aquela aquela borracha né que mantém uma luz é ou seja por onde a
água passa né da mesma forma nós temos se a gente olhar essa mangueira assim de frente para nós nós iremos observar o que nós iremos observar que existe essa parede né de borracha essa parte interna com a chamada da luz né da Mangueira e tudo está por fora se fizermos uma analogia aqui com Marcelo nós podemos observar quem fez essa essa região de células seria semelhante o que a parte de borracha da mangueira e a luz aqui ó essa região ela chamada de luxo volume né É por onde a água passa aqui no caso aqui
no túmulo aqui onde o fluido tubular é conduzido e a parte externa né Ela não é uma é igual a mangueira que não tem nada em volta mas a parte externa ela tem um espaço conhecido como espaço intersticial que pode ser o espaço entre um tubo e outro mas também pode ser o espaço entre o tubo e um capilar peritubular é mais observamos aqui agora esse mesmo túbulo proximal é agora a partir de uma imagem micrografia eletrônica de varredura os poderemos observar que o homem dentro do grupo Os Power possui inúmeras projeções só chamadas microvilosidades
de microvilosidades ela o meu elas aumentam de maneira muito significativa a área de contato com tudo então tubular ou seja superfície de contato e consequentemente aumenta a capacidade de reprodução de fungos e está aqui presente em Oi aqui é uma imagem de uma micrografia eletrônica de transmissão também da célula de tubo proximal aonde a gente pode ver bastante microvellosidades muitas mitocôndrias né essa quantidade enorme de metrô pode se de sugere e nós temos aqui uma atividade metabólica alta e essa atividade metabólica a gente vai ver mais adiante que está diretamente relacionado com o perfil de
a reabsorção que nós temos aqui que é um perfil de transporte ativo Oi tá aqui uma outro é aqui só para detalhar um pouco melhor que a o túbulo proximal é ele também pode ser dividido em segmentos conhecidos como S1 S2 S3 e os segmentos S1 e S2 eles são eles fazem parte do túbulo proximal com volume o segmento S3 ele faz parte do grupo proximal reto Então se vocês observarem que a morfologia das células do segmento S1 é diferente da morfologia da ação do segmento S2 mas mesmo assim ainda tem bastante microvilosidades e tem
as chamadas ele tem muitas mitocôndrias né sugerindo também o transporte ativo é um alto gasto energético e nesse caso que está correlacionado com o chamado mecanismo de transporte ativo primário Oi tá aqui só é comparando né o segmento S2 de humano e o segmento S3 de um rato né só para evidenciar aqui dependendo da espécie essas características celulares podem diferir um pouco entre o indireto e uma espécie em outro e aqui o segmento S3 jumano tá e a gente pode observar que a partir de agora nós temos e umas as microvilosidades não tão bem essas
como no segmento S 11 vezes pode observar que as mitocôndrias elas são mais globulares você já mostramos que a atividade metabólica dessas células aqui já diminuiu tá a calça de ele ela ela se divide em quatro tipos de epitélio não são quatro tipos de células diferentes é a mesma células é assim é sugerido né que seja a mesma ser o que se organiza de maneira diferente né então o epitélio do tipo um era encontrado na porção descendente fina da alça de m de nerfs de alça curta ou seja são aqueles néfrons corticais e o epitélio
do tipo 2 é encontrado na medula externa na porção descendente fina da alça de m de néfrons longos ou seja naqueles néfrons justaglomerulares e eu tipo 3 encontrado na medula interna da Porção descendente fina da alça DND néfron longo e o epitélio do tipo 4 encontrado na alça propriamente dita e na porção ascendente fina da alça de vocês podem observar que esses dois tipos esses 3 tipos de organização celular estarão relacionados com o tipo de glomérulo que existe nesse é um glomérulo desculpa o tipo de néfron que existiam nephu justamedular o seu néfron cortical e
aqui um uma representação esquemática de uma célula do epitélio do tipo 2 na representação esquemática não desculpa uma foto micrografia eletrônica de transmissão de uma célula da alça de l com a organização do epitélio do tipo 2 tá que esse tipo aqui e a gente pode observar que são células finos ou uma com poucas mitocôndrias sem microvilosidades tá aqui uma foto micrografia eletrônica de transmissão de um de uma porção espessa ascendente da alça de henle né mostrando aqui ó as células mais espessas né Sem microvilosidades e também com bastante mitocôndrias sugerindo também alta atividade metabólica
e aqui um tubo digital né as células ainda são mais espessas ainda com bastante mitocôndria o gerente também alta atividade metabólica né as células do túbulo distal ela tem uma característica a gente pode observar aqui nessa foto micrografia eletrônica de varredura Onde Aqui ó existe um delineamento bem característico da célula dentro do Marcelo e outro né esses limites aqui se dizem que aqui é uma aqui uma célula aqui é outra célula que a outra célula é aquelas células e a gente pode observar aqui olha um um cílio dá esse vídeo aqui é essa célula chamada
célula une ciliar esse look é uma projeção citoplasmática conectada a aos esqueleto da célula e tem uma atividade é que tem uma função principalmente é de identificação da velocidade do fluxo de fluido que passa por aqui então se sim ele está mais inclinado é sinaliza para salvar que o fluxo de fluido tá alto E se o significa - entre na significa que o fluxo de fluido tá menos intenso e com isso sinaliza para célula que o fruto tá baixo é é importante para essas células saberem se o filme Está Alta ou está baixo porque elas
é conseguem A partir dessa informação é e a partir dessa informação e é mudar uma série de funções que estão diretamente relacionados com a capacidade de transporte através da célula através da membrana que é social os fatos Tá bom já células do leitor a célula o ducto coletor ele não é formado por um único tipo celular ele é formado o pelo menos três tipos celulares tá aqui na seta é nessa seta é frita tá essas células pretas aqui ó essas duas células aqui ó buscado por tela preta o seta preta desculpem só a chamada células
intercalares tipo Alfa tá é a seta Branca são essas células aqui e a célula que é chamada se ela intercalado do tipo Beta e esse ela une ciliar é a chamada a célula principal então a célula um túbulo proximal o do coletor diz que o pênis dividido em três tipos celulares a célula principal tela intercalado tipo Alves Suelen teclado tipo Belo onde a célula principal ela é o iniciar Tudo indica que esse Sininho também tem a mesma função é lá da célula do túbulo distal e aqui uma foto micrografia eletrônica de transmissão da célula intercalado
do tipo Alfa direita e o Marcelo em teclado tipo Beta a esf Oi aqui é uma foto micrografia eletrônica de transmissão de uma célula principal mostrando que as mitocôndrias elas são mais arredondadas pequenas demonstrando baixo atividade metabólico Tá e por fim a gente pode dizer que os índios eles vão funcionar utilizado principalmente quatro tipos de mecanismos e o mecanismo conhecido como é filtração glomerular o mecanismo 2 conhecido como reabsorção tubular mecanismo número três é conhecido como secreção tubular e o mecanismo quatro conhecido como excreção urinária o que é o mecanismo mecanismo um é a passagem
de água e algum solutos do sangue do plasma está circulando nessa região capilar para o espaço urinar e consequentemente para a região tubular a parte uma parte considerável na parte significativa todo o produto da filtração glomerular é reabsorvido ou seja ele retorna para o chamado capilar peritubular em algumas substâncias algum solutos podem ser secretados ou seja ele sai do capilar peritubular e vão são transportados em direção à luz João um segmento do tubo pode ser túbulo proximal pode ser alça de ele pode ser o distal do coletor Oi e aquele solutos que o parte daquele
solutos e não foram completamente resolvidos ou que foram parcialmente secretários são eliminados na urina e esse essa eliminação da urina o chamado de inscrição urinar bom então Nesta aula nós tivemos oportunidade de ver principais funções dos rins pectus anatômicos dos rins organização morfológica dos glomérulos principais vasos renais Ultra estrutura das células tubulares com relação de ultra-estrutura Celulari funções princípios de funcionamento dos nervos e bom então essa aula finalizo aqui e espero vocês para a próxima