salve camaradas o tema do vídeo de hoje é colonialismo e padrões de gênero a explicação de Rita Von Ramos [Música] tema do vídeo do canal quero muito agradecer a você que ajuda a manter e melhorar nosso canal a partir do após seu apoio é fundamental para a gente continuar o nosso trabalho note quem acompanha o que eu escrevo que eu produzo que eu debato já viu refletindo várias vezes sobre como colonialismo historicamente produzir um processo de extermínio em massa de civilizações empobreceu a humanidade de diversidade de relações sociais então por exemplo no prefácio revolução africana
eu faço um debate como a divisão racial da humanidade com a superiores e raças inferiores e um padrão de branquitude como é hegemônico é a criação do colonialismo é antes expansionismo europeu iniciado no século XV e depois potencializado na era do imperialismo no final do século 19 as diversas sociedades não estabeleciam divisões na base do signo da raça moderna só que esse debate que eu fiz e que eu faço sobre o colonialismo ele vale para muita coisa o colonialismo europeu significou uma expansão global de um padrão ocidental eurocêntrico que acabou destruindo formas alternativas de padrão
de gênero e família subjetividade e sexualidade de representação artística E por aí vai dentro da lógica do cristianismo que foi muito atrelado a essa dinâmica Colonial tudo que era diferente de um padrão visto como Universal como normal como Cristão é considerado pecado era combatido destruído isso Acabou acabou causando empobrecimento geral da diversidade de relações humanas de forma de seres humanos se organizarem e se reflete também nos padrões de gênero né padrões de gênero alguns marxistas estudam um pouco que chamam tudo mais moderno nem estudaram de verdade que a paz modernidade né são tudo de pós-moderna
quando Na verdade eu já falei isso também entrevistas o padrão de gênero ocidental estabelecido no bojo do processo colonial e do Cristianismo esse padrão de gênero binário que a gente tem é algo fruto do colonialismo antes do cristianismo você tem a milhares diversos padrões de gênero na humanidade é claro que algumas pessoas fazem um debate sobre quebrar os padrões de gênero heterosis normativos a partir de Chaves teóricas pós-modernas e pode estruturalistas isso é verdade tranquilo mas nem tudo questionamento é um padrão de gênero binário significa pode modernidade viu gente vamos estudar vamos melhorar esse debate
inclusive se a gente quer enfrentar longa duração histórica O Legado colonial e o eu a gente precisa inclusive aprofundar o estudo sobre as diversas formas de relações humanas que foram destruídas ou ocultadas pelo colonialismo e pelo eurocentrismo e a Rita querido camarada Guilherme cada uma entrevista por Rafinha Bastos e aí faz esse debate que é muito mas muito bom ilustra papel do colonialismo no estabelecimento como Norma única proibida e desvio e um certo padrão de gênero uma certa concepção de sexualidade de relação com corpo de relação com eu né e o papel inclusive da violência
na instalação desse padrão né Então vamos conferir como é e Rita borracha faz esse debate vocês vão ver que ficou Fantástico abrir aqui a arte drag ela tem raízes políticas e raízes culturais mas as raízes culturais são políticas vou te contar uma coisa o primeiro a primeira pessoa que se auto identificou drag queen nos Estados Unidos é uma pessoa negra ex escravizada não binária em gênero que tinha o nome Wellen dorce Chan tá saindo um livro desse Historiador que fez essa descoberta agora e o Willem ele vende um povo a cultura do povo dele que
é um povo negro entre aspora de África porque foi escravizado não tinha uma atribuição exatamente binária de gênero Então o que ele fazia o Elen né tô chamando de ele porque o nome é no masculino para Gente o que ele fazia de arrastar a saia no chão de dançar fazia parte daquela cultura daquele povo e aí tem esse episódio no qual ele é preso e ele fala eu não sei porque que eu tô sendo preso eu sou uma rainha de arrastar aí é uma drag queen então tipo eu sou líder dessa cultura do meu ponto
Bonito essa história é e e é importante levantar esse esse entendimento para que a gente consiga ajudar as pessoas que nos escutam nos veem a entender que a ideia de um gênero binário isso é aquilo é uma importação Europeia que que eu tô dizendo aqui no Brasil a gente tem infinitos relatos Chica do manicongo é a primeira história de uma travesti que foi perseguida pela Santa Inquisição no Brasil os documentos estão na torre do Tombo em Portugal a Chica do manicungo vinha de um povo onde se vestir de outro gênero performar outro gênero fazia parte
da cultura só que ela foi escravizada em África e trazida para cá só que ela é trazida com a cultura dela né primeiro caso de homofobia no Brasil acontece no 1.500 é o índio Tibira o índio Tibira Vem de um povo um povo brasileiro um povo originário que não tem gênero binário no povo dele na população dele ele desempenha um papel feminino o IV de Hair que é um colonizador francês um missionário francês vê aquilo e fala escarpa com demônio no corpo Isso é um absurdo amarra ele num canhão e explode o corpo dele na
frente do povo para avisar o que aconteceria é o primeiro crime de homofobia é da história do Brasil e está localizado no Brasil colônia quando Rita tá falando de crime da homofobia claramente ela tá fazendo um exemplo didático Ana crônico inclusive um pouco mais à frente Inclusive fala isso isso aqui é anacrônico não existe a concepção Homofobia é mais para ilustrar o argumento mas o que é que é interessante eu quero chamar atenção dos meus camaradas marxistas a gente sempre faz o debate como a expansão Colonial europeia e a segunda fase histórica dessa expansão Colonial
na era imperialista acabou destruindo relações de propriedade coletivas e comunitários então a gente sempre faz um debate de como a propriedade privada não é um elemento natural necessário da história humana e a propriedade privada dois meios de produção foi espalhada mundo afora via colonialismo com base muita violência isso é um fato isso tá provado documentado que por exemplo no continente africano né a propriedade privada da terra como elemento generalizado das relações de produção é um produto do colonialismo perfeito só para dar um exemplo bem simples e básico dito isso é um problema que é Beleza
a gente consegue enxergar que a propriedade privada dos meios de produção foi espalhada pelo colonialismo a gente consegue entender é divisão social do trabalho polarizada entre quem comanda a produção e Quem produz a classe trabalhadora Então quem explora e quem trabalha a gente consegue ver várias relações sociais que foram destruídas pelo colonialismo e pela expansão capitalista inclusive formando até um conceito né que é comunismo primitivo para dar conta de uma época histórica pré-capitalista e antes da expansão Colonial só que por algum motivo incrível a marxistas que pressupõe e tudo era diferente mas os padrões de
gênero sexualidade e família eram os mesmos não era então quando o engels na origem da família da propriedade privada do Estado faz um debate por exemplo sobre matriarcado e engels tem aquelas famosa frase né Muito forte poderosa ainda escreveu muito bem inclusive viu gente quando a gente fala que o surgimento da propriedade privada foi a grande derrota histórica da mulher que ele associa o surgimento aprovado privado dos meios de produção ao surgimento do patriarcado Vejam a sociedade matriarcal necessariamente estabelece por exemplo padrões e gêneros sexualidade um pouco diferente do que a gente tá pensando hoje
o papel da mulher na sociedade é outra né e consequentemente isso pode também provocar mudanças substantivas nos padrões de gênero ao Visa a vida que a gente tá acostumado hoje o Darci Ribeiro eu tô lendo muito esse Ribeiro Estudando muito né tem muitos trabalhos pesquisas reflexões sobre os povos originários os povos indígenas no Brasil a Sexualidade com eu como não existia noção de Pecado a noção de que algo natural do corpo que é atividade sexual pode ser algo errado pode ser sabe tipo pode ter algo moralmente errado você transar antes do casamento hoje em dia
todo mundo transa né até quem diz que escolher esperado gente isso é mentira ninguém só vai esperar mas tipo a noção de Pecado a noção de pecado por exemplo espalhada mudou fora pelo colonialismo muda a relação com o corpo percebe assim como a ideia de que qualquer desvio dos padrões de gênero e sexualidade se conforma como pecado como uma expressão de uma danação do corpo como Luxúria como um pecado da Carne por aí vai ou seja se a gente consegue pensar as diversidades de relações produtivas relações de propriedade relações de trabalho e divisão social do
trabalho antes do da expansão colonial e do domínio do imperialismo no mundo porque a dificuldade de pensar as diferenças de padrões de moralidade nos padrões de gênero os padrões sexualidade nos padrões familiares e por aí vai sabe Inclusive eu reforço o debate engels no origem da família da propriedade privada e do Estado Embora tenha trechos horríveis de englios falando sobre homossexualidade na Grécia engels não vai até o fundo da questão mas ele intui ali e formas produtivas de organização da sociedade diferente do que a capitalista não baseados na propriedade privada dos meios de produção um
gênero relações de gênero de sexualidade e familiares diferentes em Deus não desenvolve está ali intuído tá ali faltou né falta talvez tá em outra época histórica para ele conseguir avançar um pouco mais do que ele avançou todos os povos ameríndios do Canadá a Patagônia tinha um sistema de gênero intria de homem mulher e dois espíritos pessoas que eram habitadas pelo Espírito masculino e o feminino em maior ou menor grau todos tinha todos tinham nenhum povo que estava na América [Música] e Esses povos que aqui estavam eles não tinham um sistema binário de gênero E aí
eu espero que isso cause a revolução mental que é para causar para que as pessoas entendam decodificar o mundo como duas únicas possibilidades é uma importação europeia vem junto com a colonização com a catequese com Qual a desculpa gente não é isso eu qual qual o interesse por trás na Europa de a ver essas duas identidades você me responde qual você acha que é construção de família propriedade bem perfeito sim e não só tem uma autora muito famosa aqui no Brasil trabalho dela repercut muito aqui chamada Silvia federite ela ela é uma Ítalo americana né
Tem uma titularidade numa cadeira de Universidade nos Estados Unidos nasceu na Itália é uma marxista e é uma das pessoas mais importantes fazendo o trabalho sobre a ideia de que existe e sempre existiu um trabalho nunca remunerado pelo capital trabalho sexual de Educar criança de cuidar de velho de cozinhar de transar de ter filho todos esses trabalhos foram organizados como essenciais mas nunca foram pagos quando chega o momento de os pagar eles são pagos com o mínimo possível tenta imaginar todos os subs que a gente conhece são papéis designados historicamente por mulheres e pessoas escravizadas
cuidar de criança alimentar ensina a andar ensinar a falar trocar fralda são subempregos a forma de sociedade que a gente conhece se organizou em cima da ideia de que um participa e um serve a ideia primeira né de organização social é da mulher como subalterna do homem como serva do homem né a ideia do patriarcado tá ancorado aqui um faz o outro serve né E esse papel foi separado por gênero a ideia de que isso é uma construção e pode ser reconstruída mexe com Pilar muito profundo de Poder da nossa sociedade que a forma com
a qual a gente organizou por isso drag é um movimento tem um vídeo no canal gente em que eu faço esse debate sobre reprodução social sobre a economia do cuidado e reprodução social nesse vídeo que inclusive teve pouca repercussão né porque sobre os vídeos do canal que debatem diretamente racismo condições de vida da população negra patriarcado eu sempre tem menos acessos assim como os vídeos que debatem diretamente economia e aí a economia eu até entendo porque alguém pode dizer assim é um tema mais difícil e não sei o quê Beleza vai lá suave assim mas
outros não viu Tem menos acesso eu faço até um debate e em alguns países há um debate muito mais avançado do que no Brasil sobre remuneração do trabalho doméstico o trabalho doméstico não fora de casa através do México dentro de casa né pensar o trabalho reprodutivo e ele ser remunerado então a famosa dona de casa ela ser remunerada como alguém que preste um trabalho produtivo ao conjunto da sociedade também mas avançado no Chile na Colômbia do que no Brasil e nesse vídeo eu levanto a hipótese que esse debate não avança no Brasil por causa do
critério racial e no Brasil quem desempenha um reprodutivo da classe trabalhadora é majoritariamente mulheres negras né que são pelos números de IBGE o maior grupo demográfico do Brasil e a gente tem histórico aqui de famílias monoparentais né em que o pai não está presente a mãe negra a chefe de família acaba sendo a responsável pelo sustento econômico de dos filhos de toda a família e pela essa organização da reprodução social então pensar a remuneração do trabalho doméstico no Brasil significa também pensar uma forte e incidente política antirracista direcionada principalmente para essas mulheres negras e aí
junta patriarcados junta racismo junta e significa também questionar o Dogma da austeridade do não tem dinheiro tem que cortar gasto Público do Estado não pode enfim junto com a série e dogmas fundamentais de ideologias de Pilares estruturais burguesa esse debate avança pouco no Brasil né comparado com os nossos vizinhos inclusive da América do Sul nós somos os países mais atrasados no debate sobre remuneração do trabalho doméstico esse ponto precisa prestar atenção a gente tem muito que aprender com os movimentos feministas nos nossos queridos vizinhos da América do Sul político para quebrar com essa estrutura a
princípio forçada e importada né drag é uma representação artística desta luta política drag é a ideia de que uma parte gigantesca de gênero é performance é acessório é adereço e pode ser aprendida tanto Pode ser aprendido que a gente a treinar desde criança você já é mocinha senta que nem mocinha fala que nem homem homem não chora existe um treinamento de gênero imbuído e nós do berço até a cova a gente passa a vida toda sendo treinado para desempenhar gênero qualquer desempenho errado é imediatamente corrigido mas eu te pergunto uma coisa dúvida minha Tô adorando
essa conversa se é única exclusivamente o treinamento que cria essa essa o gênero a gente não mata um pouco a ideia de da identidade daquele que é forçado a ser de uma forma e não se adapta me repete a sua pergunta porque eu não entendo eu às vezes também não entendo o que eu falo tá tudo bem a pedagogia da pergunta é sobre isso é sobre entender onde está a nossa dúvida eu digo o seguinte se esse comportamento se essa preferência vou chamar de preferência chama de identificação É não e Exatamente porque o que é
exatamente essa é a pergunta a maneira que você tá me colocando isso é como se fosse um conhecimento é um aprendizado é um aprendizado é um treinamento sim e não tanto uma identificação algo que eu descubro que eu sou me parece isso e acaba não contrariando o conceito de identidade que você mesmo acabou de falar chama de identificação vem comigo pensa que para entender a sua pergunta a gente vai invertela eu vou te falar o que eu acho que eu entendi o que eu acho que eu entenda que você tá me perguntando se é um
treinamento rápido antes a gente voltar para a explicação de irrita altamente didático primordiatismo de conseguir extrair E aí tem vários momentos que parece que é a rita borracha que tá comandando a entrevista e não Rafinha baixa se você assistirem inteira tem vários momentos que Rita meio que dá o norte direciona para onde a entrevista tem que ir é muito bom mento não desvalida a ideia de que haja identificação não porque a identificação tá ancorada no mundo que se construiu a partir do treinamento que que eu tô te dizendo eu me identifico com esses papéis Eu
quero desempenhar esses papéis numa sociedade liberada de gênero os papéis poderiam ser desempenhados por qualquer corpo você consegue me compreender como a sociedade se edifica deixa eu tentar dizer para você o que eu quero dizer macho e fêmea não significa um homem e mulher você consegue entender você consegue entender que um homem na França do século 18 usa meia-calça salto alto o corpo pode ser macho e a ideia homem que é a ideia homem do corpo macho a gente está falando do rei a gente está falando do ministro de Finanças a gente tá falando das
pessoas mais importantes do país mais rico da Europa naquele século eles são drag Queens eles estão de salto alto meia-calça peruca maquiagem e não existe qualquer questão sobre a masculinidade deles aquele é o papel masculino daquela época outra época traz consigo outro papel masculino aí vem a questão a identificação tá ancorada na prática qual é a prática daquele povo naquele tempo qual é a identificação daquelas daqueles indivíduos daquele povo aquele tempo Volta para o índio Tibira o índio Tibira coitados e ele foi morto por outro povo que não é capaz de entender que o que
ele faz naquela cultura daquele povo é aceito que não é capaz de entender que a performance de um papel é estabelecida por um povo não tem E aí outro povo de outro tempo tem esse clash de falar Jesus Cristo sendo que Jesus Cristo não existe para essas pessoas você imagina a quantidade de crimes terríveis que aconteceram não só a respeito da identidade de gênero ou dessas características que fizeram nesse país quando chegar para você é imprimir a força um conhecimento que a gente sequer tinha sabendo que eles estavam falando exato É você tá sendo punido
sentenciado por um crime que você não sabe que cometeu porque a ideia do crime não tá constituída na sua cabeça então no Brasil a gente teve crime de homofobia quase que simultâneo ao descobrimento do país E aí liberado da invasão do país é que quando era Pindorama tinha outros papéis e possibilidades de gênero quando passa a ser Brasil passa até uma imposição de papéis e possibilidades de gênero é a ideia de primeiro crime de homofobia é um anacronismo né só para a gente falar sobre porque não existe a ideia de homofobia né existe a ideia
de Pecado crime contra a natureza então é toda essa esse aparato de de entendimento do mundo tá sendo aplicado no mundo onde ele não cabe né é uma importação é uma ideia fora do lugar então galera vamos lá eu vou até Abrir a tela aqui em nome e sobrenome chama materialismo histórico o ser social é em todo histórico nada absolutamente nada é natural biológico não pode falar assim ah Jones mas comer é natural o ser humano precisa comer não é verdade tudo bem mas o que a gente come como a gente come o significado que
tem alimentação tudo isso é construir historicamente transar para se reproduzir é um ato biológico beleza só que tipo como a gente transa com quem a gente transa porque a gente transa que significa também tem um elemento histórico da forma como a sociedade se organiza ou seja é basicamente Pese básica de Marx e Indústria que todas as relações sociais são históricas a gente foi colocado no floreado filosófico a gente pode dizer que tudo que é hoje Pode não ter sido no passado e pode não ser no futuro e gente isso serve para tudo viu serve não
só para a essência do estado do direito do dinheiro da propriedade privada do problema serve para tudo a todas as relações sociais então é muito fácil para algumas pessoas entenderem que é possível a gente construir uma sociedade sem propriedade privada dos meios de produção mas parece que é muito difícil entender que é possível construir uma sociedade sem padrões de gênero binários a sociedade sem patriarcado na sociedade sem racismo a sociedade sem lgbtfobia a sociedade sem heterossexualidade as possibilidades de construção e Ordem Social tão dadas de acordo com as condições objetivas de edificação da sociedade e
de práxis social Então hoje a gente numa cidade capitalista a gente tem possibilidades de prato social limitada pela dinâmica de funcionamento e reprodução da ordem burguesa construindo uma outra sociedade isso não só no plano nacional né gente no plano do modo de produção a nível Global você tem abertura diversas possibilidades históricas que a gente só vai saber se as diversas possibilidades Quando a gente tiver lá recebe Mas é isso sim é uma axioma básico do materialismo que todas as relações são históricas portanto mutáveis todas não existe exceção todas as gerações históricas portanto mutáveis e quando
a gente diz é o comparece muito também na reflexão do nosso querido engels no antidoring né e o ser humano vai aumentando o reino da Liberdade conforme ele desenvolve os outros produtivas e aprende a controlar Elementos da natureza não que daqui contra lá como ser humano subjugando ao homem tendo a controlar no sentido de que uma região que não dava para morar porque alagava e a gente aprendeu uma técnica de canalizar o Rio e agora dá para morar tem uma região que não dava para plantar feijão porque era seco e o ser humano desenvolveu uma
técnica de irrigamento e dá agora para plantar feijão naquela área sabe nesse sentido então o próprio avanço da Barreira do reino da Liberdade com o desenvolvimento das forças produtíveis da Ciência da tecnologia e formas de organização humana mais elevada abre M possibilidades que hoje a gente não pode imaginar então tipo assim 100 Anos Atrás ninguém nunca imaginou que o ser humano um dia e já para o espaço tá ligado hoje em dia viagem é isso sim não dava aliás ninguém nunca imaginou não né porque tem uns livros de literatura tem umas paradas enfim mas não
imaginou mas assim não era factivia não era palpável enquanto possibilidade imediata só que depois passou a ser a gente pode dar outros 200 exemplos de coisas que não eram fatíveis não eram palpáveis e passaram a ser para as transformações da própria humanidade isso constrangida a gente modo de produção capitalista imagina possibilidades históricas que podem e vão ser abertas com Triunfo do socialismo E o recuo do reino da Necessidade em direção ao reino da Liberdade no sentido que estão a partir de uma leitura muito apurada e muito boa é isso galera espero que vocês tenham gostado
do vídeo de hoje do canal não se esqueça disso Sininho porque esse vídeo compartilhar tudo isso que você já sabe um beijo e até a próxima