[Música] um não gostar de dar aula e tornar a aparente o fardo que carrega por mais contraditório que pareça alguns professores não gostam geral e fazem questão de manifestar o seu desgosto de diferentes maneiras alguns consideram que dará um favor que fazem ao grande público e vejo um dos eventos centrais de seu ofício outros fazem pouco das perguntas feitas pelos estudantes como se fosse um idiota que não deveriam estar ali no entanto é obrigação do professor responder às perguntas dos estudantes com o máximo de afinco zelo e consideração se dar aula não lhe traz fazer
algum professor talvez repensar a sua profissão seja uma alternativa nunca é tarde para sermos felizes 2 achar que ele próprio o conteúdo ea referência central de sua aula na escola e na universidade as estrelas que moram no topo da pirâmide deve ser o estudante não os professores entre os fins de uma aula está aprendizagem significativa de conteúdos inerência a formação é claro não há dúvidas quanto a isso no entanto há outros fins para as aulas do professor escolhe universidade não sou mal cuja qualificação profissional mas são sim instituições de formação que demanda são sobre o
papel social e científico daquilo que promovem inclua essa reflexão em sua alma professor pois se conteúdo fosse realmente o início o meio eo fim das suas práticas então o que tornaria você diferente de um livro falante 3 manter-se fiel o roteiro prévio e desconsiderar os questionamentos da turma professores que ignoram as contingências que surgem em suas aulas perdem a oportunidade de se conectarem aquilo que há de real entre os estudantes as suas dúvidas fragilidades ansiedade necessidades carências e excessos o sucesso do trabalho docente não se dá pelo mero cumprimento do programa da disciplina mas sobretudo
pela aprendizagem dos estudantes nos conteúdos que o compõem adaptações improvisos são práticas desejáveis e freqüentemente encaminhadas pelo professor cuja referência final é a aprendizagem dos estudantes e não apenas às suas práticas de umbigo me desculpem práticas de ensino ainda em tempo a se diferenciar um improviso enquanto resposta dada a uma situação de idade pedagógica de bagunça ou informalidade é uma tolice achar que a do ensino quando os estudantes não aprendem de acordo com 4 falar que algo é trivial óbvio ou claro como retórica para rechaçar questionamentos feitos pelos estudantes ou apenas para seguir os passos
de seu ídolo tados em seu famoso livro de análise é o fetiche de alguns professores de matemática descansar e etapas de uma demonstração ou de um argumento após classificadas como triviais com óbvias em alguns casos tal atitude blaser apenas traveste uma manifestação explícita da indisposição do professor para ser didático da sua arrogância ou da fragilidade de sua autoimagem selva é trivial professor mostra que é trivial não permita que sua aula seja percebida como um exercício de vaidade torne um espaço ideal para mostrar aos seus estudantes que aquilo que você presumidamente julga ser trivial de fato
o é cinco responder mais tarde você verá quando perguntarem professor e só serve para que o professor isso serve para quê é a pergunta mais frequentemente feita pelos estudantes na escola e na universidade os professores devem estar preparados para recebê la e respondê la seriamente todo o professor deveria sentir-se motivado a responder essa pergunta final dificilmente qualquer outra pergunta se ele é capaz de revelar maior interesse do estudante em conhecer melhor a sua própria formação ensinar o conteúdo qualquer exige do professor o ato de relacioná lo à quadra os complexos mais amplos teóricos ou práticos
em contextos históricos e filosóficos diversos portanto respostas evasivos apenas corroboram a fragilidade da formação do professor ou de seu reconhecimento próprio como educador 6 achar que erros cometidos pelos estudantes são pontos a serem evitados erros são inevitáveis e não deveriam ser percebidos como eventos indesejáveis na verdade erros são pontos de conexão do professor com estudantes são manifestações explícitas ou 3 ao bn amento das estratégias de trabalho em conjunto nesse sentido a avaliação de um estudante não deveria resumir-se a medição de sua capacidade de não cometer erros mas sim a proposição de um conjunto de experiências
durante as quais ele poderia manifestá-lo os percebemos corrigidos superá los o professor deve promover espaços quando estudantes analisarem os seus próprios erros relatórios contendo a análise dos erros cometidos numa prova muito forte fóruns são instrumentos bastante úteis ao fim 7 ter na explicação da definição de um objeto matemático a única estratégia para ajudar o estudante a compreender o seu significado ou as suas propriedades não se deve confundir o objeto matemático sua definição ou formalização fazer isso é o mesmo que mostrar a partitura de uma música a uma pessoa que queria dançar e achar que isso
ajudaria de alguma maneira a definição de um objeto matemático encerra a sua gestação conceitual que é a etapa mais reveladora das necessidades significados premiaram a sua criação é por isso que boa parte das dúvidas dos estudantes que residem pontos anteriores as definições ou sobre como tais pontos se concretizaram na definição em si portanto professor se você acha é matemática deve ser esvaziado de toda a filosofia pense de novo a reflexão sobre a natureza dos objectos matemáticos deveria ser a primeira a ser proposta aos seus estudantes oito achar que a simples utilização de recursos computacionais ou
de materiais manipuláveis garantir a aprendizagem recursos computacionais são manipuláveis são inúteis se estiverem descolado de uma metodologia ou de uma reflexão mínima sobre as formas de encaminhá los sobre os seus objetivos na formação sobre o conhecimento prévio dos estudantes que irão utilizá los há professores que ingenuamente apenas transpõe suas aulas para os novos recursos e foram muito pouco a oportunidade de descentralização do trabalho docente que eles oferecem recursos computacionais e manipular junção cinemas em que estudantes assistem a um filme eles são os palcos nos quais estudantes atuam sob a direção do professor e nos quais
brilham estrelas 9 justificar a não aprendizagem dos estudantes o motivo sempre externos ao fórum de suas práticas na escola a professora de matemática que atribui as dificuldades vividas pelos estudantes no segundo segmento fundamental aos professores que atuarão nas séries iniciais do ensino médio à cunha por sua fez o ensino fundamental da universidade com a escola e os professores da educação básica a universidade justifica seus elevados percentuais de aprovação e evasão por meio da evocação da eventual falta de base e de motivação dos estudantes responsabilizo enem é um eventual mas a seleção dos estudantes ingressantes mas
na verdade a universidade sabe muito pouco da escola e parece se esquecer de que muitos professores que lá atuam são aqueles que ela própria formou 10 considerar a matemática como algo que não é para todos mas sim para aqueles que têm dom a volta de dodô vem sendo usado recorrentemente para justificar o fracasso dos estudantes da matemática escolar assim como a alta evasão nos cursos de exatas oferecidos pelas universidade o sucesso na matemática tem nada a ver com dom nada mas sim com a vontade ea dedicação que decorre do amor sentido que consegue ser encaminhadas
por haverá porém e oportunidades a matemática é um comum da vida é feita e vivida por todos não é epítome do desenvolvimento do raciocínio ou tão pouco com texto de competições inúteis divulgá la como prática maior que certificou talento de alguns pontos é um ato político alinhado a um site as mesquinho e arrogante que precisa acabar todos fazemos matemática diariamente professor usa esse fato para unir seus estudantes não para segrega los certificá los ou classificá los a professora de matemática que são considerados gênios pelos seus pares no entanto no dia a dia alguns desses gênios
revelam-se pessoas intratáveis e arrogantes incapazes de receber uma crítica sequer onde agir em conjunto aumente com seus pares a matemática mundial é feita na sua imensa maioria por pessoas que não são considerados gênios são pessoas comuns apaixonadas pela matemática que lutam diariamente pela educação democrática das pessoas pelas suas pesquisas pelos seus projetos [Música] viva as pessoas que negam a matemática brasileira nas costas pelo amor que trazem no peito viva o professor que ama o que faz e se faz por aquilo que ama [Música] o mundo