os batutas e as priminhas a alma do CRB em 1918 o Clube de Regatas Brasil decidiu arrendar o terreno paraa construção do estádio da pajara e a partir desse momento um grupo de jovens entusiastas da sociedade Alagoana começou a moldar o que viria a ser uma das tradições mais queridas do futebol local assim nasciam o movimento dos batutas e das priminhas que se tornariam símbolo da Paixão aou vir Rubra entre os batutas destacavam-se a figura marcantes o tacílio Maia Um dos jogadores e sócio fundador do movimento trouxe a sua energia e dedicação sendo um verdadeiro
Pilar da equipe jaimy de Alta Vila sabia conhecido por sua sensibilidade expressava a alma do CRB em suas poesias enquanto Adalberto marroquim Imortal e criador do álbum Terra das Alagoas preservava a história e a cultura da região e não poderia faltar Mário Gomes de barros o Marão cuja garra como defensor tornava-se um símbolo da luta e da Paixão al vir Rubra do outro lado as priminhas lideradas por Maria judit Vieira Belo tornaram-se a alma da torcida judit não era apenas uma torcedora era um ícone representando a força e a determinação das mulheres no futebol Carmen
Lício de Almeida Marques Filha do Presidente de honra do CRB também se destacou sempre presente nas arquibancadas e marinita carmer conhecida pela sua disposição unia as sócias em torno de ações elas formavam né o amor pelo Clube esses grupos não apenas representavam os torcedores mas também um espírito de comunidade que unia gerações os batutas faziam a energia do jogo a emoção da vitória e a força da tradição enquanto as priminhas coloriam as arquibancadas com seus sorrisos e entusiasmo mostrando que o futebol era antes de tudo um espetáculo de Emoções as histórias de Otacílio Judite e
seus companheiros se entrelaçaram um legado que vive até hoje a união entre os batutas e as priminhas é um exemplo de como que o esporte pode transceder as fronteiras do campo construindo Laços que vão além da paixão pelo futebol e foi assim que o CRB se tornou mais do que um clube tornou-se uma família onde cada Batuta e cada priminha desempenhou o seu papel na construção de uma história rica e vibrante que continua a inspirar novas gerações a vestirem o manto ao ver rubbo com muito orgulho mas olha só dentro dessa história tem uma outra
história a lenda de Popó e o beijo da priminha mas pra gente começar a falar dessa história né primeiro deixa eu te apresentar quem é o Popó um baiano de pernas fortes e ágeis que se destacava como um verdadeiro touro em campo ele era famoso em todo o Nordeste a sua força e habilidade faziam dele uma lenda no futebol e Há até quem diga que ele quebrou a perna de um jogador inglês do Fluminense uma Façanha que só aumenta o seu prestígio bom o craque do povo como ele era conhecido ele tinha uma fã fervorosa
se é que eu posso dizer assim perdou o trocadilho Dulce É isso mesmo a irmã Dulce dos Pobres era apaixonada por futebol e ela costumava ir ao estádio com o pai dela e olha só ela era fã Incondicional do Popó da Bahia uma história abençoada tá vendo aí mas olha a história é o seguinte no coração de maó entre os murmur apaixonados dos torcedores alv rubros não dá para esquecer a história icônica do famoso Popó e sua admiradora a priminha e não eu não estou falando da Irmã Dulce pelo amor de Deus a priminha em
questão é Judite Zinha Belo filha do professor igínio Belo do Colégio Diocesano segundo o relato de velder Brandão depois de brilhar em Penedo Popó chegou ao CRB onde continuou a encantar os torcedores em um jogo memorável em 1923 contra o rival ele proporcionou um espetáculo inesquecível correndo como um raio ele recebeu a bola e com um chute preciso colocou a equipe em vantagem o gol foi explosivo e a emoção ó chegava a dar para sentir na arquibancada e foi nesse instante que aconteceu o episódio que ficaria gravado na memória dos alagoanos uma das priminhas judit
Zinha vestida de vermelho e branco não conseguiu conter a sua empolgação em um ato de pura paixão chão ela correu em direção ao campo e em meio a um mar de torcedores ela deu um beijo no rosto de Popó o estádio parou por um segundo é isso gente o silêncio foi seguido por uma explosão de Risadas e aplausos era um momento que expressava a essência do futebol emoção espontaneidade e a conexão entre o jogador e os torcedores esse beijo Ele se tornou um verdadeiro símbolo da paixão que move o CRB e a sua torcida as
rodas de fofoca massi ó fervilhavam com o episódio transformando Popó e a priminha numa lenda urbana o acontecimento serviu como um lembrete de que o futebol é mais do que um jogo é uma celebração das relações humanas das emoções que nos unem e das histórias que ficamos contando por aí ó por gerações e gerações e desse jeito foi assim entre goles de alegria e risada que a história do beijo da priminha e de Popó segue no coração da torcida ouvir Rubra lembrada a lembrando para todo mundo que no final das contas é a paixão que
faz o futebol um espetáculo tão especial