F [Música] Olá pessoal uma boa tarde uma boa noite a todos que estão aqui presente eu sou Felipe estou aqui em nome do geotecnia Brasil hoje para moderar a Live sobre modelagem numérica né apresentando alguns modelos que são muito conhecidos e muito usados Especialmente na área da mineração que é o casm e o norand tá quem vai apresentar a Live é o Engenheiro civil Eric roges tá O Eric é formado em engenharia civil pelo Instituto Federal de Alagoas é mestre em geotecnia pela UnB com sua dissertação baseada em modelagem de obras subterrâneas Profundas atualmente Ele
é engenheiro geotécnico na DF mais Engenharia geotécnica e recursos hídricos também eh doutorando da UnB e sua tese é voltadas em modelos eh elementos com métodos discretos né e ele tá fazendo o Modelo multiescala com volumes finitos o o Eric também possui experiência em projetos de Tunes possui experiência em projetos com foco em em mineração como Minas subterrâneas barragens pilhas de estéreo pilhas de reg modelagem numérica e vai compartilhar um pouco do conhecimento dele conosco aqui seja bem-vindo Eric Roger Boa noite Felipe Boa noite a todos estão acompanhando a gente é dentre tudo isso que
eu falei aí o mais importante Do currículo dele é que ele é esposo da Alessandra Gomes isso é o mais importante é important uma uma boa apresentação aí e no final a gente volta pros debates e pras perguntas combinado bem pessoal primeiramente eu gostaria de agradecer ao Felipe pelo convite também o o Thiago e agradecer a todos né que reservaram um momento aí para acompanhar essa apresentação eh Como o Felipe falou né o tema dessa apresentação é modelagem de liquefação com os modelos casm inocente e o contexto desse desse tema né ele surgiu aí no
porque recentemente nós temos o mecanismo de liquefação sendo o principal modo de ruptura das Barras de rejeitos nós tivemos aí alguns casos eh de rupturas recentes como Fundão em 2015 Cid em 2018 Brumadinho em 2019 e para analisar essas rupturas faz-se necessário a utilização de Modelos construtivos capazes de representar o fenômeno de liquefação e dentre os modelos construtivos que nós temos disponíveis alguns candidatos né vem recebendo maior notoriedade vem sendo aplicados na maioria dos estudos de retroanálise dessas rupturas e são os modelos que eu iria abordar hoje o modelo clen moda né o casm e
o modelo nocente e esses modelos eles são podem ser aplicados tanto no no cenário de retroanálise né como é o caso dessas Rupturas que eu falei anteriormente como também no cenário de novos projetos especialmente é os projetos de descaracterização das barragens assim os objetivos dessa apresentação são os seguintes apresentar brevemente a formulação dos modelos casm e norsen mostrar um pouco do processo de implementação do casm no programa plaxis já que o casm ele não está disponível nas plataformas comerciais né apresentar as aplicações desse modelos em projetos E análise de estruturas existentes e por fim fazer
uma breve comparação entre o casme e o nocente eh falando inicialmente sobre o casm o casm ele foi proposto eh pelo iu em 1998 ou seja não é um modelo recente né ele já foi eh proposto há um bom tempo e tem como proposta principal o seu modelo baseado na teoria estado crítico e Unificado para representar o comportamento tanto de Areias como também de agilas eh a proposta inicial Do iu ela sofreu algumas extensões dessa forma a gente tem algumas versões do modelo cás eh versões por exemplo para representar deformações dependendo do tempo né que
seriam problemas de viscosidade comportamento não Sat efeito de cimentação E também o controle do estádio de tensões em condições edométrica ou seja o valor do ker essa versão a número quatro que eu estaria apresentando aqui especificamente nessa apresentação e aqui eu deixo também como Referência né um livro bem legal o livro livro do iu 2006 que é um bom uma boa referência para o modelo casm especialmente para a formulação original mas também é uma bom um bom livro aí paraa teoria da plasticidade falando um pouco mais né da formulação do modelo casm o casm boa
parte da formulação dele ela é baseada no modelo cancle dessa forma aqueles que já tiverem acostumados com o modelo cancle vão estar familiarizados com boa Parte dos parâmetros né adotados no casm eh como eu falei né o casm é um modelo baseado na teoria de estado crítico então nós temos nesse modelo a definição do estado da linha de estado crítico representado por uma reta E aí ela pode ser representada por dois parâmetros o lambda que é a inclinação dessa reta e o gama que é a altitude dessa reta para uma tensão média de um kpa
eh assim como no cancle o casme assume a existência de uma única linha de Compressão virgem e essa linha também assumida paralela à linha de estado crítico ela está representada aqui por essa reta verde né e a gente pode pode observar também a inclinação sendo representado pelo parâmetro lambida eh no caso também existe né uma reta de recompressão representada aqui pelo parâmetro da inclinação parâmetro Cap então Observe que todos esses parâmetros que eu citei até o momento são originados do modelo cancle as Diferenças entre o casm e o cancle iniciam no na incorporação né de
um outro parâmetro a razão espacial representada aqui pela letra R que possibilita com que nós tenhamos um controle da distância entre a linha estado crítico e Alen de compressão virgem ou seja o parâmetro R controla a distância entre essas duas retas é no eixo horizontal nós podemos também fazer o controle dessa distância por meio do parâmetro de estado de referência Observe que o parâmetro de estado de referência ele é escrito né a eh a equação dele em termos do parâmetro R Então nós não temos dois parâmetros nós temos a adição de um único parâmetro que
serve para controlar essa distância podendo ser feito tanto pelo eixo horizontal aqui pelo eixo das tensões como pelo o eixo doentes vazios eh enquanto no modelo cancle nós temos essa distância fixa no modelo casm nós podemos então alterar a distância entre A linha de compressão virgem e a linha eh de estado crítico isso é um dos principais componentes para poder representar o fenômeno de liquefação e o iu quando introduziu esse conceito né de poder aumentar ou diminuir essa distância a ideia dele é que para Areias nós temos uma linha de compressão virgem sendo alcançada apenas
em elevadas tensões superiores aquelas que comumente a gente encontra em problemas de Aria diferente do que ocorre para as argilas Que nós já temos tensões eh inferiores para alcançar essa linha de de compressão virgem pois a proposta inicial do do caso é representar tanto Areias como também argilas a gente observa também que existe né a o acoplamento entre o parâmetro de estado que mede né a distância da do índice vazios atual para o índice vazios na linha de estado crítico com a tensão de pré-adensamento dessa forma no casm nós temos o único Parâmetro para controlar
o estado do material alta e esse parâmetro ele pode ocorrer pela tensão de pré-adensamento ou pela razão de sobre adensamento ou pelo parâmetro de estado propriamente dito mas a gente observa que ele está relacionado à tensão de pré-adensamento eh entrando um pouco mais né na nas formulações do do modelo a superfície de plastificação adotada no casme ela possui um formato bem similar da que foi adotado também no modelo cancle nós Observamos aqui né comparando essas duas equações as diferenças encontram na incorporação do parâmetro R que eu citei anteriormente nós temos também o parâmetro n e
o parâmetro M variando aqui com o ângulo de ló nesse slide eu gostaria de concentrar especialmente aqui no nessa questão do m variando com o â de l ou seja variando com as tensões intermediárias o m né que é a inclinação da da linha de estado crítico no plano das tensões desviadores pela tensão Média no no qp enquanto nós temos no casm o m variando com ângulo de lod no modelo cancle nós temos o m fixo e qual que é a importância disso aqui né Nós temos essa ação do m e nós sabemos que ao
longo de uma superfície de ruptura cada ponto ele estará submetido a diferentes trajetórias e de tensões e assim nós podemos ter comportamentos que variam desde a compressão triaxial até a extensão triaxial e essa variação do M consegue Capturar esse efeito da tensão intermediária fazendo com que o valor do M altere em cada ponto Dependendo da forma com que aquele ponto está sendo solicitado enquanto que no modelo cancle nós temos esse M sendo mantido constante falando sobre a influência do parâmetro n né o n ele entra aqui como um expoente ele atua especialmente alterando o formato
da superfície de plastificação como nós podemos observar aqui né nessa sensibilidade aqui variando o parâmetro N nós aumentamos a zona elástica do do modelo fazendo com que nós tenhamos um aumento Especialmente na resistência não drenada de pico de tal forma como nós podemos observar aqui e o à medida que nós elevamos o parâmetro n nós temos uma resistência de pico eh não drenada cada vez maior e existem relações que são desenvolvidas de forma analítica que relacionam a resistência não drenada de pico pela tensão média com o parâmetro n adotado no Modelo Outro ponto né que
eu falei no início o parâmetro R ele também influencia no formato da superfície de plastificação mas eu gostaria de destacar a influência dele especialmente no controle da distância entre a linha de compressão virgem e a linha de estado crítico imaginemos a seguinte situação nós temos um uma linha estado crítico representada pela reta vermelha e aí nós adotamos o parâmetro R1 que possibilita uma distância né paraa linha de Compressão virgem representada aqui pela reta Verde tomamos como exemplo aqui um material que está submetido a uma compressão Inicial que eu denominei de Pi e ao realizarmos um
ensaio de compressão não drenada nós observamos uma estabilização né quando o material atingi o estado crítico com uma tensão média uma tensão final que eu chamei aqui de PF e pintei de verde para compatibilizar com a cor da linha de compressão virgem se nós tivermos um Parâmetro R2 maior do que o parâmetro R1 ou seja uma linha de compressão virgem mais distante da linha de estado crítico representada agora pelo cenário dois aqui por essa reta Azul tomando a mesma tensão média Inicial e realizando também o ensaio de compressão não drenada nós observamos uma estabilização das
tensões inferior à condição anterior representada aqui pelo PF pintado de azul e é esse efeito né de redução da tensão efetiva o que faz com que à Medida que nós aumentamos o parâmetro R nós distanciamos a nossa linha de compressão virgem e fazemos com que a estabilização final para uma condição não drenada se torne com tensões inferiores cada vez mais e nós observamos a influência do parâmetro R especialmente aqui nesses ensaios nessa sensibilidade né ensaios triaxiais não drenados a medida que nós aumentamos o parâmetro R Ou seja distanciamos a linha de compressão virgem da linha
de estado Crítico nós reduzimos a resistência ên não drenada residual de forma com que também assim como é feito para o parâmetro n existem relações deduzidas analiticamente que correlacionam a resistência não drenada residual que se deseja obter com modelo com o parâmetro R adotado paraa calibração a lei de endurecimento adotado no modelo casm ela é Idêntica a do modelo cancle original e ou seja o endurecimento ele é controlado pelas Deformações plásticas volumétricas e a função potencial plástico é que nós temos aqui a incorpora né da versão proposta por aru rens nós temos essa formulação paraa
função potencial plástico e a gente observa que ela possui um formato diferente da superfície de plastificação ou seja essa versão do casm ela possui uma lei de fluxo não associada E especialmente nós temos a incorporação de um novo parâmetro o parâmetro M nesse caso o m Minúsculo que é utilizado especialmente para controlar o valor do Kero em condições edométrica isso tem um um ponto importante Especialmente quando a a gente aplica o modelo para realizar simulações de etapas de construção como eu vou abordar um pouco mais à frente e à medida que nós alteramos o parâmetro
M nós observamos a influência dele Especialmente na linha da reta k0 né pois aqui nós temos resultados de ensaios de compressão edométrico e nós Observamos aqui diferentes retas k0 sendo obtidas a partir do valor do M E quando nós observamos aqui os resultados de ensaios triaxiais não drenados nós observamos que o m ele influencia apenas as deformações já que a superfície de plastificação permanece inalterada pois o modelo possui a lei de fluxo não associada como eu falei no início da apresentação eh o o programa o modelo casm ele não está disponível nas Plataformas comerciais dessa
forma para utilizar ele nós precisamos realizar a implementação do modelo eh de forma externa e assim incorporar ele em algum programa que esteja disponível e utilizar ele para resolver problemas né de condição de contorno no caso Nós escolhemos o programa plaxis que é escrito por meio da linguagem programação fortran então nós também utilizamos a linguagem fortran para implementar o modelo casm usamos o Visual Studio para fazer a copilação dos arquivos do tipo dll né e assim incorporar esses arquivos no próprio programa e assim resolver eh problemas de grande escala aqui um exemplo né dos dados
de entrada do casm no programa plaxis e aqui um apenas duas duas imagens né do do programa so test que é uma extensão do do plax usado principalmente para fazer calibrações e aqui eu trago um exemplo de um á eh triaxial drenado e Outro não drenado na etapa de implementação um uma etapa importante é o processo de validação eh da implementação do modelo construtivo nesse cenário eh nós precisamos solicitar o modelo em diferentes condições para verificar se existe algum bug ou se a formulação eh houve algum erro né na na dedução da formulação e na
implementação propriamente dita nesse sentido nós comparamos alguns resultados com dados Disponíveis na literatura como alguns resultados publicados por aru rence e também realizamos outras simulações eh em diferentes condições nós realizamos então a simulação né de um bloco aqui eh uniforme com 1 m por 1 m aplicando uma malha irregular nele para fazer toda a discretização e nesse ponto é importante pois nesse processo de validação nós buscamos não apenas verificar né a formulação do modelo construtivo mas também verific outros elementos como Algoritmo de retorno que é um ponto bem importante Principalmente quando nós vamos resolver problemas
mais complexos e aqui eu trago uma comparação de alguns ensaios triaxiais não drenados em condições anisotrópicas e no qual os resultados pontilhados são os resultados publicados por aru rens com modelo casm e os resultados contínuos são os resultados obtidos com a nossa implementação Nós também realizamos outras solicitações convencionais como Ensaios de compressão extensão drenado e não drenado Aqui nós temos as duas primeiras imagens n ensaios de compressão triaxial drenados e não drenados e as duas últimas ensaios de extensão também drenado e não drenado Nós também realizamos solicitações de compressão isotrópica e compressão edométrica nesse caso
aqui eu gostaria de destacar especialmente a condição de compressão edométrica pois propositalmente a gente partiu de um Ponto eh com isotropia né das tensões e nós observamos que à medida que nós realizamos da compressão vertical Mantendo as deformações laterais eh restritas nós observamos que o material ele tende ao valor da reta k0 que está sendo controlada pelo parâmetro m eh da lei de fluxo mostrando então que o modelo ele possui o controle né do Estado de k0 em condições de compressão edométrica Nós também realizamos simulações de descarregamento seguido de Recarregamento essa é uma um tipo
de solicitação importante Especialmente quando se deseja aplicar o modelo né quando se pensa em situações de descaracterização que ocorrem por escavação do reservatório da barragem por exemplo e nós também realizamos uma comparação com outros modelos né já implementados eh no plaxis como o cancle modificado e como boa parte da formulação do casm se assemelha com a do cancle nós podemos chegar a um conjunto De parâmetros como por exemplo M = 2 n = 2 e R = 2 e que resultam né em comportamentos bem similares entre o casm e o cancle mostrando né como objetivo
inicial também do é simular comportamentos de argilas e nós podemos observar aqui né a semelhança entre os resultados obtidos com os dois modelos por fim nós também realizamos algumas validações com acoplamento hidromecânico ou seja eh no qual o fluxo e o equilíbrio são resolvidos né de Forma simultânea e a resposta drenada ou não drenada passa a ser um uma resposta do modelo e não mais um input de entrada que eh essa resposta ela passa a variar com as taxas de carregamento que nós aplicamos e também com os parâmetros material nesse cenário ao aplicar uma taxa
de carregamento muito lenta nós observamos uma resposta drenada ao observar ao aplicar uma taxa de carregamento muito rápida o modelo reage né de forma não drenada e para uma Condição de uma taxa intermediária Nós observamos também a geração de por pressões intermediárias mostrando que o modelo também estaria funcionando adequadamente em condições acopladas agora entrando um pouco né na formulação do nocand o nocand ele foi proposto pelo Jeff em 1993 ou seja um pouco antes do modelo casm o modelo nosen ele é um pouco mais antigo e ele foi o primeiro modelo construtivo baseado na teoria
estado crítico Desenvolvido para representar o comportamento de Areias e a principal aplicação né do noend é representar materiais granulares em diferentes compacidad ou seja materiais contráteis e também materiais dilatantes e o nocê ele vem sendo utilizado eh nos principais casos de ruptura né recentes como os que eu citei no início e por conta disso send recebeu bastante notoriedade e assim ele já está implementado na maioria dos programas Comerciais de geotecnia como por exemplo plaxis os programas da itasca da Rock Science também do geostudio e assim como eu fiz para o casm eu gostaria também de
deixar uma referência para o norsen no caso aqui o livro né do Jeffrey Beans de 2016 que é uma excelente referência para quem quiser se aprofundar um pouco mais inocente mas também é uma boa referência para eh problemas de liquefação no geral entrando também na na formulação do do modelo nocente o nocente ele é um modelo Também baseado na teoria estado crítico e assim como no casm nós temos né a a existência a ele assume a existência de uma linha e de estado crítico que aqui nesse caso é representado também como uma reta pelos mesmos
parâmetros lambda pel na inclinação e o parâmetro Gama para representar a altitude nós podemos representar também a linha de estado crítico como uma curva eh eu trouxe aqui o exemplo da reta por fim de simplificação e também para facilitar a Comparação com o que eu apresentei para o casm as diferenças entre o nors e o casm e o próprio cancle iniciam né se originam no conceito da existência de infinitas ncls ou seja infinitas linhas de compressão virgem e a posição dessa linha de compressão virgem depende do índice de vazios inicial do material Nós observamos também
né por essa imagem que as linhas de compressão virgem elas não são paralelas à linha de estado crítico de forma com que nós temos Então ela se Cruzando em determinados pontos e assim nós observamos que existe um desacoplamento entre a tensão de pré-adensamento e o parâmetro de estado e o estado do material no modelo no Passa então a ser controlado por dois parâmetros estado o parâmetro de estado propriamente dito né que representa a distância entre o índice de vazios atual e o índice vazios para linha estado crítico e a tensão de pré-adensamento que pode ser
representada pelo ocr por Exemplo eles atuam de formas independentes a superfície de plastificação adotada no modelo nors ela também possui um formato bem similar ao do modelo cancle como nós podemos observar aqui nessas duas equações e as as mudanças eh elas passam pela incorporação do conceito da condição imagem que é uma projeção pra condição de estado crítico do material onde nós observamos aqui que enquanto no cancle nós temos a tensão de Pré-adensamento no modelo nos nós temos a tensão média na condição imagem no cancle nós temos o m né que é a inclinação da linha
de estado crítico no no qp já no no send nós temos o m na condição imagem e abrindo um pouco mais né a formulação da superfície de plastificação nós observamos que o m na condição imagem ele depende do M da da inclinação da linha de estado crítico e no modelo nos o m também varia com o ângulo de lod ou seja com a tensão Intermediária nós temos essa equação para representar essa variação que é um pouco diferente daquela que foi apresentada para o o casme mas quando nós comparamos né o comportamento que essas duas equações
resultam nós observamos um comportamento bem similar especialmente aqui nas regiões de na Nas condições de extensão triaxial nós temos uma pequena diferença Nas condições de compressão Mas no geral ambas as curvas produzem resultados bem similares sendo A Azul né a do casme e a vermelha aqui a do nocente nós temos também a incorporação de outros dois parâmetros o n que é o coeficiente de acoplamento volumétrico que relaciona a resistência máxima com a dilatância máxima do material e também o quei que relaciona a dilatância máxima com o parâmetro de estado Alé de endurecimento utilizada no modelo
noend ela já possui um formato totalmente distinto daquele que eu apresentei do casm e do cancle as Diferenças iniciam né que o endurecimento é controlado no nocente pelas deformações plásticas cisalhantes e não pelas deformações plásticas volumétricas como é o caso do caso nós temos também a incorporação de um outro parâmetro o h que é o módulo de endurecimento plástico e eu gostaria de chamar atenção especialmente para esse termo o STS nesse termo nós temos o s que é um parâmetro que funciona como uma chave booleana ou seja ele recebe o Valor de zero ou valor
de um porque Ele ativa ou desativa uma parcela da equação representada pelo TS que possui esse formato aqui essa parcela ela não existia na formulação original do nocente mas observou-se que o nocente possuia dificuldades de representar o comportamento de materiais contráteis em condições não drenadas e para corrigir essa dificuldade no sende é que foi incorporado essa parcela da lei de endurecimento então nós temos essa Parcela sendo utilizada para corregir um comportamento não drenado enquanto que no comportamento drenado o nos cente já apresentava resultados eh compatíveis com os resultados laboratório de tal forma que nós temos
eh algumas recomendações na literatura Como por exemplo o manual do do flac elaborado pela itasca que recomenda que o s não seja utilizado diferente de zero para condições não drenadas ou seja nós só devemos utilizar o s ig a 1 para Condição não drenada a questão que surge é Então qual que deve ser o valor de S utilizado se nós utilizarmos o modelo noend para simulações acopladas na qual a resposta drenada ou não drenada não é um input né do usuário ela passa a ser uma resposta do modelo nós podemos pensar em utilizar um valor
de s = a 0 pois funciona tanto paraa condição drenada como paraa condição não drenada mas é importante notar a influência do parâmetro S pois ele foi utilizado para Corrigir um um um problema né de de representação e nós observamos isso aqui nesse nesse exemplo quando nós ativamos o s nós observamos um amolecimento muito mais pronunciado do que quando nós desativamos ele mas as mudanças dele não ocorrem apenas na taxa de amolecimento nós temos também mudanças na resistência não drenada de pico Especialmente na linha de estabilid né que é o ponto a linha que que
marca a transição entre o ganho de resistência e a perda de Resistência no material quando nós desativamos o s representado aqui por essa linha cinza nós temos a linha de estabilidade se aproximando quase que Idêntica a linha de estado crítico então nós ganhamos toda uma zona de estado de tensões que passa a ser eh estável né no qual na situação com s ativado nós temos uma zona potencialmente estável Ou seja que o material já estaria perdendo resistência então ao pensar em desativar o S em uma Condição de acoplamento é importante também verificar se o material
que nós desejamos simular ainda estará sendo representado Depois dessa desativação em termos de função potencial plástica o noend ele assume a mesma função da superfície de plastificação ou seja o modelo ele possui uma lei de fluxo associado e nós observamos que diferente do casme nós não temos um parâmetro específico para controlar o estado de tensões em Condições edométrica e quando nós realizamos ensaios de compressão ou edométrica com modelo nocente nós observamos uma tendência de redução das tensões de desvio ou seja os valores de k0 e representados no modelo noc eles tendem a um valor alto
de k0 podendo chegar até valores de k0 ig a 1 ou seja uma condição totalmente isotrópica a depender do conjunto de parâmetros utilizado isso vai ter uma uma influência especial se for utilizado O noend para etapas de construção S como eu vou abordar nos próximos slides falando agora né das simulações numéricas eh tratando especialmente dos gatilhos de liquefação nós tivemos recentemente né como eu falei no início alguns casos de rupturas históricos e essas rupturas elas foram analisadas por diferentes painéis utilizando tanto nocente como o casme por exemplo Fundão foi analisado pelo morges e outros autores
utilizando O modelo nocente e eles identificaram como gatilho a extrusão de rejeitos finos ja caddia foi avaliado pelo jeffes e também outros autores também utilizando modelo nocente e foi identificado como gatilho o carregamento e a escavação já mais recentemente a e rens eles utilizaram o casm para analisar a ruptura de de Brumadinho da barragem B1 e eles verificaram como gatilho a execução de uma sondagem então nós observamos que Diferentes gatilhos Né Podem ocorrer e culminar na ruptura dessas estruturas se tornando uma tarefa difícil né prever qual que seria o gatilho que provocaria a cura Poli
liquefação e essa questão ela ela emerge né a seguinte questão como aplicar esses modelos então estruturas existentes ou então em novos projetos na qual fica difícil essa tarefa de prever os gatilhos que poderão ocorrer nesse cenário de termos essa dificuldade de prever nós temos utilizado um um Conceito de análise denominado de análise de vulnerabilidade esse tipo de análise ele já está disponível né esse tipo de conceito na literatura traga aqui algumas referências como a dissertação de Mestrado em geotecnia lá na UnB elaborado pela Alessandro Gomes e também um artigo aqui da compet geotécnico do lendes
e outros autores os quais mostram esse tipo de abordagem que consiste no seguinte nós estabelecemos um campo de tensões inicial Estabelecendo aí o final da construção ou a etapa que nós desejamos simular alguma espécie de gatilho e a partir desse estado de tensão nós estaremos mais ou menos próximo à linha de estabilidade Ou seja a nossa zona crítica e a partir daí nós passamos a simular uma série de gatilhos que podem ser hipotéticos ou gatilhos reais pois o objetivo aqui não é prever qual que seria o gatilho e sim investigar avaliar a vulnerabilidade daquela estrutura
a Uma série de gatilhos e eu trago como exemplo aqui alguns gatilhos típicos como elevação da superfície freática deslocamento do Dick de partida ou então um alteamento da barragem e uma etapa importante né nessas simulações é a realização do processo de calibração dos modelos construtivos buscando representar especialmente as condições de Campo nesse cenário eu não entrarei especificamente na no processo de calibração Pois acredito que isso Daria uma apresentação específica mas eu gostaria de deixar referências para aqueles que desejarem aprofundar um pouco mais no processo de calibração tanto do casm como também do nocente e voltando
também para os pontos importantes né dessas etapas de de simulação o estado de tensões é uma as etapas eh importantes também assim como os parâmetros de calibração em qual sentido porque nós teremos um estado de tensão que pode estar distante da linha De estabilidade ou próximo da linha de estabilidade e É nesse cenário que é só recapitulando né a linha de estabilidade é o ponto em que nós perdemos a resistência do material então abaixo da linha de estabilidade nós estamos numa zona digamos de segurança e acima da linha de estabilidade nós estaremos numa zona potencialmente
estável na qual a ocorrência de um gatilho poderia promover a ruptura generalizada da estrutura nesse cenário é que se faz Importante o controle do valor de k0 eh para condições oed métricas para exemplificar isso imaginemos o seguinte exemplo nós temos aqui uma estrutura né com um Dick de partido e tomemos dois pontos um ponto aqui localizado mais ao fundo do reservatório e um ponto localizado mais próximo à face da estrutura ambos os pontos eles estão nesse nesse estágio em condições confinadas e imaginemos que sobre o mesmo estado de tensão sobre a linha Caser à medida
que nós realizamos a construção da os alteamento da barragem nós temos o ponto localizado ao fundo do reservatório mantendo uma condição confinada ou seja uma condição de compressão edométrica e ele seguirá provavelmente aqui na linha casero já o ponto localizado próximo à face da estrutura ele está localizado em zonas potencialmente né de ruptura e nós temos um desconfinamento aqui causado pela Face da barragem fazendo com que as Tensões desviadores aumentem e esse ponto se a sem cada vez mais da linha de estabilidade imaginemos agora um seguinte cenário que nós temos um valor de k0 diferente
fazendo com que as tensões de desvio Inicial aumentem ou seja um k0 menor pois o k0 nesse caso é inverso né o k0 igual a 1 seria a condição isotrópica um k0 menor promove desvios cada vez maiores então nós observamos aqui que o ponto localizado no fundo seguiria a nossa linha ker Ou Seja manteria a distância da linha de estabilidade mas o ponto localizado próximo à face da estrutura estaria ainda mais próximo da linha de estabilidade Ou seja a estrutura ela estaria mais vulnerável a uma ruptura polique refação retornando agora aos nossos às formulações do
nossos modelos o casm e inocente enquanto no casm nós temos esse controle do valor de k zer né nessas condições de compressão endométrica no Modelo noend nós observamos uma tendência de desvio eh de redução das tensões de desvio fazendo com que o ponto localizado ao fundo do reservatório pode chegar até mesmo a valores de condição de eh isotrópicas ou seja sem com k0 = a 1 essa influência da redução do do aumento do ker promove reduções nas tensões de desvios o ponto localizado próximo à face da estrutura Continuará sofrendo desvios mas esses desvios eles podem
ser atenuados ou seja Reduzidos e nós podemos estar induzindo a uma condição de estado de tensão mais segura do que nós teríamos com outro modelo que que fosse capaz de controlar um valor de k0 que nós consideraremos mais representativos como 06 07 por exemplo é nesse cenário que nós precisamos prestar atenção e como que está ocorrendo né o controle desse Kero nas etapas de construção no caso do modelo nocente nós temos aplicado outros modelos para realizar o processo de Construção ou seja estabelecer o estado de tensão E à medida que nós realizamos as simulações dos
gatilhos é que nós utilizamos o modelo Inocente no caso do casm nós podemos aplicar ele ele desde as etapas da construção por conta dessa questão do controle do valor de Kero e agora apresentando especificamente algumas simulações eh de algumas estruturas né usando esse conceito de análise vulnerabilidade iniciando por algumas simulações com Modelo cas nós temos aqui então uma barragem alte montante no qual nós simulamos como e um evento de gatilho de liquefação a elevação da superfície freática imaginando aí um um evento de precipitação extrema por exemplo nós observamos que à medida que a superfície freática
se eleva o mecanismo de ruptura tende a ocorrer aqui nesses primeiros alteamento E como que nós estamos observando esse mecanismo de ruptura eu trago aqui um plot com o Eta sobre m o Eta né que é a razão entre a tensão desvio sobre a tensão média E e essa razão do Eta sobre m ela pode ser interpretada como o inverso de um fator de segurança local como nós podemos observar aqui a partir dessa dedução simplificada nesse sentido o valor de eta sobre m próximo a 1 representa o fator de segurança local também próximo a 1
enquanto que um valor de eta sobre m inferior a um representa um fator de segurança né superior a um ou seja nós Teremos na condição crítica quando esse número estivesse aproximando de um E é isso que nós observamos né a formação do mecanismo com essa zona se aproximando aqui de de uma coloração mais avermelhada que representa eh o valor do Eta sobre m tendendo a valores de um o segundo cenário né que nós simulamos seria o deslocamento do Dick de partida eh que poderia ser provocado por algum problema de viscosidade ou também por algum escavação
próximo ao pé nesse Cenário para induzir esses deslocamentos nós realizamos uma redução da resistência dos materiais isso foi apenas um artifício numérico para que a gente pudesse induzir né esse tipo de de perturbação no modelo e aqui nós observamos também um mecanismo de ruptura surgindo bem similar ao que ocorreu na condição anterior ou seja nós temos os valores de dieta sobre m eh tendendo a um valor unitário nessa região mostrando então a formação de Banda de cisalhamento nós conseguimos observar também esse mecanismo pelos incrementos de deslocamentos e observamos também que ocorre um mecanismo de liquefação
pois a tensão média nessa região tende a valores praticamente nulos que é um comportamento típico né do material que feito que passa a se comportar como fluido outra outro cenário né que nós simulamos de gatilho seria o carregamento da Crista da est ura nesse Cenário simulando um possível alteamento da da barragem eh nós observamos uma formação de um mecanismo mais Global né que passa desde a crista até o pé nós observamos aqui essa formação dessas bandas e observando que também o mecanismo ocorreu por um processo de liquefação já que a tensão média tende a valores
nulos esse cenário de gatilho ele é interessante pois nós podemos tomar a carga que promoveu a ruptura da estrutura e converter ela num numa Espécie de altura que equivalente de aterro né Com base no peso específico do material e assim nós podemos pensar em estimar uma espécie de fator de segurança baseado na altura crítica da estrutura eh Por exemplo essa estrutura tinha aproximadamente 80 m ela romperia então com uma carga aqui de 85.6 m dividindo né a altura crítica pela altura real nós teríamos um fator de segurança de 107 é importante destacar que esse fator
de segurança não tem como Objetivo uma comparação Direta com os fatores de segurança obtidos com por análise com equilíbrio limite por exemplo ou então o atendimento especificamente de valores eh requeridos por norma é apenas uma forma que nós podemos eh encontrar para avaliar o quão vulnerável aquela estrutura está podemos a partir disso fazer por exemplo análise de sensibilidade em relação aos parâmetros de entrada ou também análise de sensibilidade em relação à geometria Ou comparar com outras estruturas e ver né qual que seria a vulnerabilidade dessas estruturas através dessa Estimativa de fator de segurança outra forma
que nós podemos também pensar de estimar um fator de segurança seria baseado no aumento da gravidade que consiste em aumentar né os esforços em todos os pontos da estrutura aumentando eh os esforços por meio da gravidade nesse cenário nós temos aqui a formação de um mecanismo também Global Mostrando um mecanismo bem similar ao que ocorreu né com o O carregamento da estrutura e quando nós comparamos né um fator de segurança baseado na gravidade que promoveu a ruptura nós chegamos um fator de segurança de 106 que é um resultado bem próximo né ao que nós obtivemos
com o carregamento da Crista mas novamente não é o objetivo dessa desse tipo de estimativa eh comparar com equilíbrio limite ou atendimento a requisitos normativos e s uma forma de De avaliar a vulnerabilidade que aquela estrutura tem a uma determinada solicitação agora apresentando também né o mesmo contexto de análise usando o modelo inocente eh as análises anteriores que eu apresentei foram utilizando o programa plais que foi onde a gente implementou o modelo casm essas que eu trago eh foram realizadas essas que eu estou trazendo agora para o modelo inocente foram realizadas com o programa flac
da itasca e e nós temos Uma estrutura com outra geometria o objetivo aqui não é Fazer uma comparação direta dos dos resultados né de obtidos com os dois modelos e se mostrar como os dois modelos podem ser utilizados de forma bastante similares nesse cenário por conta daquelas dificuldades de controle do valor de ker nós realizamos a simulação da construção né acionando a a gravidade e utilizando o modelo morc para estabelecer esse campo de tensões inicial por conta disso nós realizamos Algumas sensibilidades de valor de k0 tanto de 06 como de 07 e também realizamos análise
de sensibilidade com parâmetro estado já que o modelo ente possibilita né um bom controle de simulações de materiais contratas e dilatantes nesse cenário nós simulamos um parâmetro de 0 e de 0.016 quando nós estamos com o k0 de0 06 e um parâmetro está de zero nós observamos aqui como gatilho na elevação da superfície freática o mecanismo de Ruptura ocorrendo com a superfície freática número TR representada aqui pela cor verde quando nós aumentamos o parâmetro estado perceba que é uma elevação bem pequena né 0.016 Nós observamos a formação do mesmo mecanismo de ruptura Mas ele já
passa a ocorrer com a elevação número do representada aqui pela coloração Azul Clara quando nós aumentamos o valor de zero ou seja reduzimos as tensões desviadores e distanciamos da linha de estabilidade Mesmo mantendo o parâmetro de 0.016 a ruptura passa a ocorrer apenas com a superfície freática número 4 representada aqui pela coloração amarela mostrando a influência que tanto o estado de tensão quanto parâmetro de estado e em termos de índic vazios eh exerce né sobre os resultados do modelo Nós também TR eh Estou trazendo aqui também o cenário de simulação de deslocamento Dick de partida
nesse sentido nós fizemos as mesmas Sensibilidades de k0 e parâmetro estado e observando aqui para um k0 de 06 um parâmetro est de zero um uma redução né dos parâmetros do di de partida de 1.20 foi necessário para promover eh o deflagrando da ruptura Poli liquefação quando nós aumentamos o parâmetro de estado a estrutura fica ainda mais vulnerável nós reduzimos apenas 1.15 e a ruptura já veio a ocorrer quando nós aumentamos o valor de ker nós já temos uma ruptura ocorrendo com uma redução de 1.25 e aqui nessas curvas nós observamos né a influência tanto
do parâmetro de estado como do ker observando especialmente que à medida que nós eh temos materiais cada vez mais em condição contr contrá a influência do ker tende a reduzir por fim também eu trago aqui uma simulação de uma descaracterização utilizando modelo nocente eh essa descaracterização sendo realizada por escavação da do reservatório uma Escavação de montante né para para jusante da barragem e nós observamos eh que à medida que nós realizávamos a simulação da escavação nós se aproximávamos da face da estrutura bandas deesses aliamento começaram a surgir mostrando então que o processo de escavação ele
pode ser um indutor né de alguns mecanismos de ruptura no cenário de um k0 de 0.6 e um parâmetro estado de zero nós realizamos todas as escavações eh sem que o modelo apresentasse Estabilidade ou seja sem a ruptura ocorrer quando nós aumentamos o parâ estado para 0.016 o mecanismo de ruptura já é deflagrado nos primeiros estádios de escavação mostrando assim que tanto o o processo de escavação né a descaracterização por escavação ela pode ser deflagrador de uma ruptura polição como também como que o modelo ele é sensível né Aos parâmetros de entrada adotados por fim
agora eu gostaria de Apresentar apenas as considerações finais ambos os modelos o casm e o inocente Eles foram desenvolvidos para simular o processo de liquefação então é possível chegar com ambos as resultados bem similares ou seja de comportamento mesmo e eu trago como exemplo aqui alguns simulações de ensaios triaxiais em uma condição anisotrópica no qual nós adotamos um conjunto de parâmetros para o casme e para o nocê que possibilita com que nós tenhamos resultados bem Similares em termos de comportamento eh nesse tipo de solicitação como nós podemos ver aqui nessa comparação dos Estados triaxiais Por
fim eu trago aqui uma tabela comparativa elencando os principais pontos que foram discutidos ao longo da apresentação em termos de número de parâmetros o casm ele possui uma quantidade inferior de parâmetros em relação ao nosé nós temos oito parâmetros intrínsecos e um parâmetro de Estado enquanto no sende nós temos 10 parâmetros intrínsecos e dois parâmetros de estado aqui eu estou chamando de parâmetros intrínsecos aqueles que permaneceriam fixos né ao longo da da simulação enquanto que o parâmetro de estado ele controla o estado do material e ele varia ao longo da simulação controle do Estado de
tensão em trajetória edométrica ou seja o valor de k zer nós temos esse controle sendo exercido no casme pelo parâmetro M já no Noend nós não possuímos um parâmetro específico para realizar o controle da dessa condição representação do comportamento dos materiais em diferentes compacidad ou seja materiais contratas e dilatantes no caso do casm nós não temos isso de uma forma muito direta nós precisaríamos alterar a tensão de pré-adensamento ou então alterar o parâmetro R para obter materiais em diferentes Compass cidades já no nocê nós temos isso sendo feito de Uma forma direta através do parâmetro
de estado propriamente Pois existe o desacoplamento entre o par estado e atenção de pré-adensamento por fim em análises acopladas nós temos o casme passando por isso de uma forma direta já no caso do nosso nós precisamos avaliar a influência do uso ou não do TS nesse tipo de de análise Então como conclusão né ambos os modelos eles possuem pontos positivos e pontos negativos quando nós realizamos a comparação e a escolha de Qual modelo construtivo deve ser utilizado passa pela pela Definição dos objetivos da análise por exemplo se Para uma determinada análise é importante usar o
mesmo modelo construtivo desde a construção ou por exemplo realizar uma simulação acoplada Provavelmente o casm pode ser uma melhor opção já se o objetivo é investigar os efeitos da variação do parâmetro de estado no comportamento do material Provavelmente o noend ele é mais apropriado dessa Forma a escolha do modelo construtivo passa pelos objetivos da análise e aqui eu finalizo a apresentação gostaria de agradecer a todos novamente eh que acompanharam até o final deixo também os meus contatos para caso alguém Queira discutir algum ponto tirar alguma dúvida e muito obrigado boa noite Eric parabéns pela belíssima
apresentação foi até em tempo record né pelo que você botou de conteúdo aí Obrigado por ter esse cuidado também Eric eu vou começar com uma pergunta minha e depois eu faço a pergunta do pessoal do do chat a minha pergunta é a seguinte você falou naquele parâmetro n o parâmetro que é a função do potencial elástico que permite a gente controlar o ker né isso isso é muito importante não só para obras de descaracterização mas tanto para simulações de construção de barragens e Piras de rejeito também né porque se você tá gerando uma uma Sobrecarga
você entende que seu Sigma V é diferente do teu Sigma H então o k0 = 1 ele acaba distorcendo um pouco essas essas condições mas na questão da descaracterização o quanto influencia você ter que construir ou simular a construção de uma de uma barragem alte por por montante com outro modelo para depois você zerar tudo e começar a fazer análise pelo pelo norcen o que que o que que você acha que tem Impacto aí ou os impactos são mínimos nessa condição Eh quando os objetivos são simular uma condição específica de gatilho por exemplo a perturbação
né da da descaracterização você simular o estado de tensão com outro modelo construtivo ele não não vai trazer tantos prejuízos até porque eh se a estrutura ela tá lá não ocorreu eventos de ruptura então o modelo ou a estrutura eh chegou até esse ponto em uma condição drenada ou então eh aquele digamos aquela estrutura el ela o mais importante é você chegar no Estádio de tensão que você ache que seja representativo eh o que a gente vê né a gente tem muitas preocupações de definir o parâmetro estado em termos de índices vazios mas em termos
de tensões a gente acaba negligenciando mas o parâmetro estado ele vai controlar a a inclinação da linha de da linha de estabilidade mas a gente esquece que o ponto onde a gente tá tá partindo também influencia né porque o que o que vai importar é a distância que nós estaremos da linha de Estabilidade se nós aumentarmos ou diminuímos a linha de estabilidade mas não se preocupar com o ponto de partida nós podemos estar mais ou menos próximo independente do parâmetro estado que a gente adota Então como a estrutura ela tá lá no ocorreu eventos de
ruptura nós podemos estabelecer um estado de tensões com o modelo elástico com o modelo morc por exemplo ou com o harden e a gente não vai ter prejuízos tão significativos basta que tenhamos esse cuidado de Tentar representar um estado de tensão mais próximo do que a estrutura está ótimo Eric o Augusto Augusto Borges aqui ele pergunta Eric Pelo que eu vi rapidamente mesmo sendo fluxo não associado quando atinge-se o estado crítico para parece continuar havendo deformações volumétricas é É isso mesmo por definição a linha de estado crítico não não não haveria deformações volumétricas fisicamente não
a gente quando a gente Atinge a linha estado crítico a gente tem estabilização tanto das tensões como também da do do das informações volumétricas o que eu não lembro se em algum slide específico tinha alguma coisa a gente pode ter algumas simulações né de materiais que se comportam de forma contrate dilatante que eles passam duas vezes né digamos pela linha de estado crítico você tem um material que começa inicialmente contraindo ele passa pela linha de Estado crítico eh atingindo o que seria a condição imagem né e depois disso ele passa ele volta eh pra linha
de estado crítico estabelecendo ali a condição última não ok O Emílio Mansur Ele pergunta aqui onde consigo informações para entender desse desse programa e Ele estende ele compara a poropressão com as pressões ao longo do maciso eh essa versão especificamente do caso min gente que fez a implementação então Assim é uma coisa interna da da DF mais Eh mas o o tudo que eu usei como base foi o que tá publicado no livro do iu as formulações do iu E também o que tá no no relatório da ruptura de B1 que foi publicado pelo aru
rens ou seja as informações elas estão disponíveis na literatura a questão do da implementação do modelo é que é mais uma particularidade em termos de de informações a gente consegue as informações que a gente quer Especialmente porque é um implementação própria Então você consegue criar outputs eh diferentes daqueles que já estão mais engessados né nos nos program no nos modelos construtivos que já estão implementados então a gente consegue observar por pressões tensões eh Qualquer que seja a relação que a gente deseja o Felipe Costa da da Vale ele não faz uma uma pergunta né ele
faz uma afirmação na hora que você começou a falar sobre o uso do parâmetro S lá no Caso do nors ele fala essa dica do uso do parâmetro s em modelagens acopladas é essencial para quem está realizando modelagens desse tipo só fazendo uma referência que isso aí também é de suma importância né Não concordo plenamente com com o Felipe eh a gente vê né a influência que o s tem sobre o o comportamento do material né a gente pode ter uma condição de linha de de habilidade se aproximando quase da linha de estado crítico então
a gente ganha Toda uma zona que seria potencialmente estável o material se tornando estável né Uhum e Eric também falando de de linha de instabilidade voltando naquela questão lá do ker isso também é crítico né porque você pode ter um um caminho até a ruptura muito muito menor né Você pode chegar muito mais rápido com seu Kero ali não não sendo o Kero igual a nesse nessa nessa provocação que você fez agora Felipe eu até recordo de retornar pra primeira pergunta eh uma um Ponto prejudicial da gente usar um modelo construtivo para simular a etapa
de construção e usar outro para simular são do gatilho é que a gente pode prestar eh a gente deve prestar atenção que dependendo do parâmetro estado do parâmetro ker utilizado a gente pode gerar um estado de tensão que tá em equilíbrio Ou seja a gente tá abaixo da linha de estado crítico mas está acima da linha de estabilidade e quando a gente troca o modelo construtivo se a Gente acionar algum tipo de mecanismo não drenado a estrutura já entra em colapso sem sem nenhum mecanismo e deflagrador só porque o estado de tensão seria impossível para
aquele conjunto de parâmetros então é é importante verificar isso né se os parâmetros que você calibrou pro nocente geram uma linha de estabilidade que você acredita ser representativo seu estado de tensão aceita aquilo lá se não aceitar já é um indicativo de que um dos dois não tá Compatível né excelente o porque que a estrutura tá drenada E e nada ocorreu até aquele momento tá com esse comportamento né é o comportamento e de carregamento drenado Olha só o Thiago Souza da solo technique ele pergunta aqui ó o calculo do FS pelo Car que você apresentou
foi um aumento de foi pelo aumento de gravidade como você faz o cálculo do FS pelo norand aí depois Ele estende essa pergunta e fala assim o que você você acha do PM forsand em relação Aos dois modelos que você apresentou eh em relação a ao cálculo né do fator de segurança eu tenho a gente tem as mesmas tipos de de estimativas para ocente tanto pelo carregamento da crisa como também pela pelo aumento da gravidade e o procedimento é igual Em ambos os modelos eu não trouxe aqui pensando especialmente no tempo né porque a estenderia
Ainda mais eu acabei cortando algumas simulações e trazendo as que que eu achei mais interessante aí Mas o procedimento Seria o mesmo não tem a princípio nenhum nenhuma restrição é importante ressaltar né que não é um procedimento de cálculo de fator de segurança pelo srf que não é feito com esses modelos construtivos que TM controle né de de endurecimento a gente tem eh o endurecimento ocorrendo em trajetórias de compressão isotrópica ou edométrica também e se aplica mais para morc birru brau eh tem algumas questões relacionadas a isso acho que Também daria outra outro tipo de
apresentação e ele falou em termos do pm4 Sand Eu não utilizei o pm4 Sand ainda mas sim o que eu conheço é que é É mais utilizado né para simulações dinâmicas eh então assim não não teria muitas opiniões sobre ele mas o que o que eu sei é basicamente isso de que ele é mais aplicado para para simulações dinâmicas e não liquefação liquefação né estática que foi as as que eu abordei eh nessa apresentação e que foram os Mecanismos que ocorreram aí nessas estruturas recentes é por aí mesmo o o opm for Sand ele é
utilizado muito para simulação de estudo de carregamento dinâmico assim como o BC send e outros modelos constitutivos dessa dessa mesma linha né também né Isso tá agora o Diego gasoli faz uma ponderação aqui dada a importância do Estado de de tensões e as variações do no tempo devido ao adensamento que gostaria de saber eu gostaria que você falasse um Pouco sobre o potencial de ter uma análise direta de índices de alerta tarp sem precisar simular várias linhas freáticas ou para simulação de alteamento É isso aí uma pergunta difícil a que o Diego fez a gente
quando pensa em fazer aqui os nossos manuais de operação a gente sofre um pouco pensando justamente nisso eh definir alertas em termos de de modelos construtivos é difícil porque o Deslocamento eles podem estar Associados a solicitações distintas né se você fizer por exemplo a simulação da elevação da freática você vai chegar a alguns deslocamentos que ocorreram antes daquela eh da ruptura se a gente simular por exemplo um carregamento a gente provavelmente eh atingirá outros tipos de deslocamento porque outras regiões serão solicitadas e assim eh um uma opção que eu vejo mas que ela é pouco
prática eh é a utilização de simulações De gatilhos que a gente pensa ser mais prováveis e assim definir os níveis mas o que a gente tem observado na na prática é a utilização mais de em termos de estatísticos né a gente não tem usado muito os modelos construtivos para estabelecer cartas e níveis de controle a gente faz mais uma análise de histórico né de comportamento da estrutura e ver qual que seria aquela faixa de comportamento tipo dificuldade que surge é com estruturas novas né Projetos que é que seria você não tem esses dados para fazer
essa análise então aí talvez o caminho fosse passar por avaliações deos gatilhos mais prováveis eh criar as tpes durante o processo de construção é mais simples né porque você já tem a solicitação sendo feita e você sabe todo o sequenciamento agora para o futuro eh seria mais nesse sentido eu acho que não não tem como fugir muito de simular diferentes cenários sabe Diferentes freáticas diferentes solicitações é o o O Ian tá com Ian pais né ele tá com um trabalho para ser publicado aí de uma de uma metodologia para definição de níveis de de controle
através da modelagem numérica né e da instrumentação em si aí acho que não cabe muito falar sobre sobre isso aqui mas quando ele publicar é mas quando publicar a gente Traz ele para apresentar vai ser uma boa tá o Elo Bezada ele fala aqui ó ambos os modelos são capazes de resolver o problema da não localidade eh deve estar falando em termos de localidade de banda cisalhamento com a dependência da malha entendo que seja isso eh não eles têm dependência de malha o que a gente precisa fazer é algum teste de sensibilidade e chegar no
e o nosso objetivo sempre é chegar na malha que tenha menor influência e que Tenha um menor custo computacional então eh a gente precisa Em ambos os modelos passar por algum teste de de sensibilidade para garantir especialmente que a gente tá eh a gente vai ter diferenças por exemplo no na carga de ruptura dependendo da Malha e mas a gente consegue chegar em valores que ainda são executáveis no tempo de projeto e que a Deixa de ser dependente mas não tem na formulação específica coisas para controlar não é o Eloi ainda Faz outra pergunta ele
fala aqui ó a versão plaxis do casm considera a extensão da viscoplastic quais os parâmetros você usou para calibrar esse efeito nos rejeitos Não essa essa talvez causou um pouco de confusão né lá no início eu trouxe algumas versões do casm eh aqui eu considerei foi aquela específica do do ponto 4 eh que foi a questão do controle do Kero e nosso objetivo era avaliar problemas liquefação estática não e o casm com a Com a viscosidade então não não tem os parâmetros de viscosidade Não nessa nessa versão tá o professor Leandro Lima ele te parabeniza
né e fala que tem muito orgulho de orientar o seu doutorado Leandro é parceiro demais eu fico feliz por esse ser meu professor Aqui o André Faria da pimenta de Ávila ele ele fala aqui ó com respeito ao ao o parâmetro do modelo nor send algumas Referências na na literatura indicam dificuldade de determinar o parâmetro nos ensaios de laboratório Qual foi a sensibilidade Que você obteve com esse parâmetro eh a gente tem essa essa dificuldade mesmo Porque dependendo da metodologia você você pode chegar a parâmetro sado que você US por exemplo P 1880 né que
é geralmente a referência que a gente tem que pode sair de uma situação confortável Por exemplo uma simulação descaracterização para uma situação de ruptura eh já ocorreu isso em alguns projetos e é é um das limitações né das correlações que que são empíricas né por meio do cptu não tem a gente não tem essa medição direta né então Eh passa pela avaliação de Engenharia e é um dos Das incertezas desse processo de modelagem muito bom o Ian que a gente citou agora também te te parabeniza pelo pelo pela apresentação e por esses Debates aí Ian
tem um a gente faz parte aqui da equipe que vem desenvolvendo esses trabalhos aqui na DF mais eh também é outro grande parceiro aí eu acho que vale a pena erck também fazer um um agradecimento especial para paraa Vale em si né que foi muito parceira nessa implementação e tudo até o próprio Felipe cor que fez a a ponderação dele também né o Bruno Delgado exato não esse pessoal aí também tem sido muito Parceiro e tem dados as possibilidades né pra gente tá desenvolvendo esses trabalhos e tem comprado ess essas ideias e pra gente desenvolver
esses tipos de de simulações n então Acho que acabaram as perguntas aqui agradecer a sua participação tá que foi vai ser uma uma das lives que eu acredito que as pessoas vão voltar para ficar vendo sabe porque tem muito conteúdo oração muito muito densa que da primeira vez talvez você não pegue tudo que foi passado acho Que foi muito interessante agradecer você mas antes de você fazer as suas declarações finais eu queria pedir pra pra Ana que tá que é da UFSCAR que ela entrasse aqui pra gente porque ela que tá apresentando esse ela que
tá fazendo ess essa Live sabe Boa noite então pessoal Essa é a Ana Júlia ela ela que fez a Live né Toda a apresentação do Eric era ela que botava as perguntas Foi ela que botou então sem ela a gente não teria Conseguido est no ar tá obrigado Ana e agora Eric pode fazer suas considerações finais aí por favor é também agradeço a Ana Júlia aí deu o suporte nosso né No início da Live para ensinar como que operava as coisas aqui e agradecer novamente a você Felipe pelo convite por pela moderação e agradecer a
todos que enviaram perguntas todos que acompanharam a apresentação eh gostaria de dizer também por fim que eu fico disponível aí meus contatos para quem Quiser tirar outras dúvidas que a gente não não conseguiu responder ou discutir Qualquer coisa a gente tá tô disponível então tchau tchau pessoal finalizamos aqui tchau