e fala galera meu nome é professor Gustavo se 40 anos aula hoje vai ser sobre neurociências e dor espero que vocês aproveitem é dando continuidade do nosso ciclo de aulas hoje temos mais um aqui prontinha no nosso canal para que você possa assistir Tô fazendo uma visão geral daquilo que a gente vai ver na aula de hoje a gente vai ver a definição de dor que é uma definição que muda ao longo do tempo que a definição de todas as mais amplas do que as vezes aquela do senso comum que a gente acha cultura é
só quando alguém tá beliscando nosso braço quando a gente pegou na panela quente Então dou tem um espectro muito maior né que a gente vai ver também sob o aspecto dos tipos de dor não existem diferentes tipos né como elas podem ser classificadas e também quais são esses receptores que percebem essa informação que recebem essa informação Inicial que então é transformado em um impulso elétrico Então vai até o nosso cérebro muita gente parcela aqui onde é que mudou as vias neuronais da dor também são as vias neuronais no sentido de neurônios primários secundários e terciários
adoro ela pode ser modulada E isso acontece dentro do nosso sistema nervoso central principalmente acontece o nervoso periférico mas principalmente Central também a gente vai ver quais são essas vez que podem modo bom e talvez o melhor exemplo É aquela ideia do Sangue Quente a que você tava jogando futebol está correndo em algum lugar se corta e na hora não sente a dor apesar do estímulo lesivos está ali você não percebe aquela dor não tem como essa percepção da dor pode ser avaliada a alguns tipos de avaliação da dor né Como avaliar essa dor e
os tratamentos Associados a dor Então vamos lá então inicialmente eu traga aqui essa visão geral sobre o histórico da dor então a ideia da dor vem do latim né que significa dolor E aí a dor né na Idade Antiga tava muito associada à ideia de sofrimento e a gente vai vendo como essas idéias começo conceitos vão evoluindo e vamos complexificando ao longo do tempo nem civilizações primitivas por exemplo a gente limitava dor a dor a lesão física né que é mais ou menos o senso comum talvez que a gente observa E aí eu tenho do
se eu cortar meu braço tem um do outro cortando eu dentro né mas ao mesmo tempo nós já teve épocas que é dois fica muito associada a religião também a doença sou a mesma como pecados né então a dor como uma certa no certo é sofrimento associado a religião Aristóteles né ele começa a sistematizar os conceitos de dor e de trás ao importante no avanço dessa construção do conhecimento da dor aonde ele trouxe né A dor como uma consequência de uma estimulação intensa de qualquer um dos cinco sentidos né que talvez chegue mais próximo né
de uma visão mais conceitual ou seja né se você tem um determinado barulho um determinado o som a partir de determinado Limiar aquele som ele pode se transformar em dor a mesma coisa seria um toque na pele Então a partir de um determinado Limiar aquele Pode ser que na sua mãe em cima do doloroso aves Ema né ele traz novamente né A o independente dos cinco sentidos É sério semáforo médico a árabe aonde como ele traz essa ideia da dor independente dos cinco sentidos ele traz uma outra dimensão para dor que a dor ligada a
aspectos afetivos e aspectos emocionais que a gente também vai abordar na aula de hoje bom Então nesse segundo slime já tava sem as definições mais atuais sobre dor tá então uma primeira definição mais clássica essa do Charlie Sheen Tom na onde trazer a dor muito mais como reflexo de proteção né e mas só que se proteção sério e complemento físico da dor né então aqui veja aqui adora Jé Vista muito mais como uma função como mecanismo de proteção né do nosso corpo mas ao mesmo tempo trazendo essa definição mais atual né já agora do Século
21 EA sociedade internacional para dor ela vai definir a dor como essa experiência e aqui é importante marcar sensorial e emocional desagradável ou seja o conceito de dor ele sempre Lia né continua sendo aspectos sensoriais né não tem onde os cinco sentidos só que ele nesse volta também para aspectos emocionais pois esses aspectos emocionais eles podem amplificar e essa percepção da dor no Então isso é amplificado quando você é coloca tanto aspectos sensoriais como aspectos emocionais desagradaveis Associados a um dano tecidual real ou andando o potencial que é um dano que ele ainda não aconteceu
e quando a gente discrimina né Essa dor tanto relacionado ao aspecto sensorial quanto ao aspecto emocional a gente tem duas grandes vias que a gente vai ver mais à frente na aula de hoje uma primeira seria essa via acessória discriminativa que tá ligado muito mais essas pectus sensoriais que é você localizar a dor né aonde ela tá acontecendo né a intensidade daquela dor mas isso também altamente influenciado pelas pectus afetivas motivacionais dos aspectos afetivos conhecimentos não estão ligados muito mais ao contexto que você tá envolvido Qual o significado daquela dor para você ou seja aspectos
motivacionais né vão influenciar diretamente nessa percepção E aí bom então pensando nessa classificação dos tipos de dor né a gente tem duas grandes divisões a primeira delas é essa dor Nossa receptiva ou fisiológica que seria aquela dor mais adaptativa útil e funcional não é aquela dor que nos protege a onde inicialmente né No primeiro critério ela precisa ser aguda requer estimulação então se você tá aí sentado né assistindo essa hora em algum lugar e você encosta o seu braço no lugar pontiagudo né então você vai demonstrar uma resposta de puxar o seu braço porque aquilo
dali É é uma função de proteção do corpo né uma vez que tinha um lugar pontiagudo e poderia causar uma lesão do seu tecido ou seja na sua pele geralmente a transitório Ou seja quando você puxar o seu braço que você vê aquela naquela naquele elemento ponte aguda que tava com o dele ele cortar né Essa dor vai passar e funciona como esse alerta do organismo para coisas para risco e já a do patológico chama em chamada de dor crônica ela persiste mesmo sem o estilo noxo então por exemplo às vezes aquela dor que você
tem na cabeça o que é uma pessoa tem na cabeça no joelho e aí mesmo sem ter uma lesão associada a pessoa está percebendo dor duas vezes é muito comum dor nas costas na lombar nem alguma região da coluna e por conta às vezes histórico de posturas né então assim a dor crônica ela existe mesmo sem ter o estilo noxo não é uma outra tipo de dor crônica um tipo de doença né Associados EA fibromialgia por exemplo que a pessoa tem dor em várias partes do corpo mesmo sem ter o estímulo noxo se vocês um
estímulo doloroso que desencadeia aquelas dores geralmente ela é mais difícil localização Então você sabe a nessa região é mais ou menos por aqui mas você não sabe apontar exatamente o lugar da dor e ela pode res é uma secundários como aumento dos quadros de ansiedade aumento do caso de depressão por conta dessa não Não transitoriedade da dor dessa insistência o que muitas vezes vai afetar aspectos emocionais as pessoas que com ela apresento E aí o inicialmente a gente Dessa caracterização da dor agora eu vou tá trazendo aqui para vocês um pouco sobre os receptores da
dor né como são quais são as características desses receptores da dor então inicialmente a gente tem três grandes tipos de receptores para dor né a aos receptores na verdade de receptores sensoriais Nega e envolvem também os receptores cantor não é pensando aqui muito mais a dor fisiológica tá então a gente tem os receptores térmicos que eles vão responder a alteração da temperatura da pele por exemplo então frio e calor não basicamente a gente tem os receptores mecânicos que eles vão responder a 10 informações na nossa pele por exemplo os nossos órgãos ou seja se você
tem alguma deformação muito grande nesse receptores isso pode gerar a ativação desse do das vias da dor ou ela pode ser química né pode ser alguma substância algum a substância que causa algum tipo de irritação que também pode promover as alterações nesse receptores promovendo então a ativação Desse nosso receptor que é os meus neurônios Associados as filhas ator algumas características né Elas são terminações livres né estão presentes em toda a nossa pele eles são em geral ativados por estímulos intensos então por isso que em geral a gente tem um receptor associado aquela sensibilidade por exemplo
na nossa pele e a partir de um determinado grau de intensidade de estimulação aquele neurônio da dor ele pode começar a responder então muitas vezes o neurônio da dor primário ele tem um nível de atividade de ativação maior do que os neurônios somatossensoriais por exemplo relação a pele é que é mais ou menos isso daqui o terceiro ponto que são lineares altas de ativação é só que esses neurônios né aferentes primários né que são esses nossos receptores eles têm algumas uma característica bem importante aqui aí eu tento representar isso daqui esses neurônios aferentes primários eles
podem ser sensibilizados eles podem mudar o Limiar de ativação dele como é que isso daí vai acontecer vou explicar que vou explicar aqui para você não ser mais Imagino que existiu uma lesão tecidual no nosso no nosso tecido nossa pele por exemplo no momento que existe essa lesão tecidual começam a ter uma liberação de várias substâncias como é que vai definir apostar grande vinda as substâncias ligadas a serotonina naquele local né começam a ter reações inflamatórias né Aonde a substância P vai liberar mastócitos né que liberam histamina e consequentemente vai aumentar vai promover Na verdade
uma reação inflamatória no lugar que foi lesionado ao mesmo tempo a substância P por exemplo vai aumentar a irrigação sanguínea então por isso que muitas vezes quando a gente corta o nosso braço vai ficar vermelho naquele lugar ou seja tem uma séria de processos endógenos que vão estar acontecendo quando a gente tem um corte por exemplo nosso braço então ao mesmo tempo depois disso essa informação vai sendo transmitida aqui para nossa é doida e na nossa medula vai então para mudar o seu córtex Tá mas o que que acontece aqui que é importante e interessante
da gente entender é que esse receptores né periféricos esses receptores da dor eles mudam o a o Limiar de ativação deles ou seja aquela pele né que respondeu aquele local da sua pele que responde onde respondia com dor a um determinado nível de estimulação uma vez que a pele está sensível ela muda aquele nível de ativação e ela vai responder com dor no nível menor às vezes é aquilo que não senso comum não comumente a gente chama a minha pele aqui tá sensível por que tá cortada isso que a gente chama muitas vezes de pele
sensível Na verdade são esses receptores da dor que diminui essa ativação esse Limiar de ativação consequentemente eles são ativados por estímulos menores e alta importante que eles são os únicos nem temos receptores nem receptores o tutoriais cujas propriedades assépticas podem ser modo lados nesse caso da dor ele pode modular ou seja se ele respondia com um nível mais alto de nível de ativação na pele e agora vai responder com um nível mais baixo isso é modulado A partir dessa ativação desses neurônios aferentes primários da dor Tá bom então continuando aqui essa sensibilização então ocorrem nesses
receptores periféricos é assim que a gente vai chamar nesses neurônios não assim quando a gente tem na nossa pele algum corte nessa nesse receptores eles vão ficar mais sensíveis então consequentemente a gente faz sentir a dor mais rápido se ele vai sentir a dor mais fácil e isso produz dois fenômenos o primeiro deles é a chamada a loja e Mia e o segundo deles é a hiperalgesia e alodinia seria aquela indução de dor por um estímulos normalmente inóculo Ou seja você tem um corte aqui no seu braço você só tocar no seu braço se ele
não tivesse ferido não dói mas agora uma vez que ele está ferido só e você tocar isso já produz dois produz dois então isso seria uma característica da lojinha e a hiperalgesia né o próprio nome já diz a ideia de audiência vende torno então se você tem um aumento dessa é produzido por mim Shino ou seja né se você tá com corte no braço você tá passando algum lugar bateu o seu braço em algum lugar que já Iria doer mesmo seu braço não tivesse lesionado uma vez que o braço está lesionado e se esse esse
estímulo nosso não existe no doloroso ele vai ser intensificado então esse fenômeno é conhecido como hiperalgesia isso é muito comum né quando a gente tem algum corte quando a gente tem alguma lesão do tecido e consequentemente muitas vezes vão produzir sensações de loja em dia ou e pela Jesus é uma vez que a gente viu essa essa segunda parte agora eu queria apresentar para vocês nessas vias neurais tá do espero que vocês estejam acompanhando é porque agora a gente começa a ver algumas alguns mecanismos saindo um pouco desses aspectos mais periféricos e a gente vai
ver ainda Esse aspecto esférico mas também já entrando em termos de medula espinhal chegando até o nosso Corps bom então beijo uma vez que os nossos receptores né foram ativados e o estímulo doloroso né foi ativado esse estímulo doloroso vai passar pelo nosso sistema nervoso periférico até então chegar aqui na nossa medula espinhal então isso daqui é uma representação da nossa medula espinhal sempre nossa medula espinhal eles têm dois dois cornos nenhum cor no posterior e um c**** anterior esse c**** posterior ele sempre recebe as informações sensoriais tá E aqui consequentemente faz a saída motora
que quer dizer isso se você tá em algum lugar que esquentou né tocou seu braço e num lugar quente essa informação não é uma panela quente essa informação entra por aqui e vai chegar no seu corta seu corpo vocês então vai mandar a informação para que na saída motora puxa o seu braço porque ele tá queimado bom então aqui a gente tem essa entrada sensorial né por diferentes tipos de vias né eu não vou me limitar ainda pagar esses tipos de vias tá então aqui a gente vai entrar né na medula espinhal E aí a
partir da medula espinhal gente tem um neurônio aferente secundário pela terra a dar o último doloroso né do local até a nossa medula é o primário aqui então agora seriam esse existir nos neurônios secundário já bom então esses nossos setores essas vias nossas receptoras ascendentes nem uma vez que ela entrou aqui pelo cor no né sensorial automaticamente ela vai passar pela nossa medula espinhal passando também por regiões do tronco encefálico chegando até o tálamo e o do talo não vai então para áreas Somato sensoriais primárias e para o córtex associativo Olímpico isso daqui é importantíssimo
que a gente identifica e vejo essas vezes para entender a dor tanto como aspectos fisiológicos sensorial como também um aspecto emocional motivacional então vejo aqui a gente tem esses pratos fino articulares né que vão né da medula espinhal até formação reticular depois a gente tem outras áreas que são importantes também principalmente para modulação da dor sem essa substância cinzenta as férias que o do tal né eu cólica ou superior que são vias que vão aqui da medula espinhal até o mesencéfalo a depois a gente pode eu avisar isso daí um pouco na aula de neuroanatomia
e ao chegar no tálamo eles vão para duas vias uma via mais sensorial que é esse córtex somatossensorial primário mas também para uma via do sistema lindo que o do córtex associativo do sistema língua principalmente a áreas do Giro cingulado né o giro singular então aqui a gente vai ter o aspecto mais sensorial e aqui a gente vai ter o aspecto mais emocional e continuando Então esse daí né uma vez que a gente tem a ativação desses neurônios primários né como a gente viu né voltando lá para nossa pele Então a gente tem aqui as
fibras mecanorreceptores né que enviam informação de que algo está tocando no seu braço mas a gente tem que também o outro tipo de fibra que a fibra da dor é que a gente chama aqui de fibras e talvez aqui essas fibras elas podem ser ativadas e uma vez que esses neurônios aferentes primários eles são ativados por estímulos intensos 6s quando você sente a dor isso vai produzir um pouco como eu falei né a pouco essa peça sensibilização a Desse nosso setor primário produzindo pelo que eu já falei alodinia e aí pela Josias só retomando um
pouco aqui e essa teoria chamada de teoria da Comporta da dor é só que uma vez que esse estímulo né Sai da nossa pele é levada na nossa pele até a nossa medula espinhal e da nossa medula espinhal tem o nosso corte Existem algumas vias que podem modular essa informação podem modular esse estímulo doloroso até chegar no nosso cordas um deles é os núcleos da rafe da que está muito ligado a serotonina não é à toa que quando a gente for ver lá em tratamento uma das formas de medicamento Padre Giovanni secador é a serotonina
é que é classicamente o neurotransmissor são medicamentos utilizados muito mais que a depressão blocos com elas né que tá ligado à vias da noradrenalina então a gente pode ver presente pessoas mais ansiosas por exemplo tem aumento da noradrenalina então podem ter uma percepção maior da dor às vezes pessoas com desordens emocionais cara que não dá para fazer essa relação tão direta mas às vezes pessoas com desordens emocionais Elas têm um risco maior de desenvolver quadros de dores crônicas com é uma outra substância importante essa substância cinzenta periaquedutal que faz a modulação dessa dessa desse estímulo
noxo que vai chegar até o corte é que sou não bom então dentro dessa Matriz cortical né como a gente falou a pouco da modulação da dor a gente tem duas vezes que são bem importantes aquela sumiu foi amizade um pouco anteriormente essa daqui seria via Medial e essa outra que seria via lateral então a vez que entra para nossa mãe do chega até o tala havia lateral né que tá ligada que o nosso córtex somatossensorial primário o que ela faz é a localização e identificação da dor a localização discriminativa da dor e quanto o
sistema Medial é né ele vai estar envolvida muito mais em circuitos aqui do Giro cingulado anterior como eu falei a pouco e aí esses componentes não está muito mais ligado esses componentes afetivos nosso motivacionais que é que o exemplo que eu falei do sangue quente né ou seja Qual é o sentido que você dá para dor Qual é aquele contexto em que você tá sentindo aquela dor então isso pode ser modulado e Inclusive a pessoa pode sentir prazer mesmo quando outras pessoas naquela mesma situação a relatar chinês Dolorosos Então quem parece fazer essa modulação e
sistema Medial e um pouquinho mais à frente a gente vai ver algumas teorias que tentam explicar essa percepção da dor bom então vamos começar a ver um pouquinho aí sobre essa percepção da dor e algumas teorias que vão tentar fazer essa modulação da percepção da dor Então veja esse daqui é um modelo clássico né proposto né pela essa Senhorinha aqui assim Cícero Sanderson aonde ele Ela traz o conceito de dor total né que a dor ela precisa ser pensada enquanto é diferentes aspectos né agora ela para você pensar enquanto um fenômeno social né aonde muitas
vezes a perca do trabalho problemas financeiros preocupação sobre o futuro perca de autonomia são fatores Associados por exemplo amador seja ela fisiológico mas emocional e que inclusive e isso pode potencializar certas dores que a gente tenta então isso muitas vezes né Às vezes você tá super feliz você tá super contente acabou de receber uma promoção do trabalho que foi diferente nesse exemplo aqui que eu dei você tá passando em algum lugar professor o seu pé cortou o seu pé daí você nem liga muito porque você tá tão feliz já em outros momentos fazer se você
está deprimido ou tá para baixo né Perdeu o emprego automaticamente passa em algum lugar Professor aquilo ali faz com que você fique mais deprimido ainda aquela dor parece que aumentada justamente influenciado por esse fenômeno social a mesma coisa essas características psicológicas é o nosso estado emocional ela parece influenciar diretamente na percepção da dor por isso que é tão comum pessoas que têm dores crônicas desenvolverem quadro de depressão e ansiedade O que torna um louco por quê Porque a pessoa sente dor crônica o tempo todo né aquela dor não para e isso é muito disfuncional para
pessoa o que faz com que a pessoa se isole faz com que a pessoa evite determinados estímulos consequentemente ela se isolando ela termina não não tendo acesso a vários reforçadores ambientais o que faz com que ela fique mais deprimida E aí quanto mais deprimido ela a dor também vai estar acontecendo ou seja né Essa dor Ela parece ser muito influenciada por esse fenômeno psicológico por isso sempre que você vai falar em tratamento da dor né Tem um aspecto muito importante que anda aspectos da terapia cognitiva comportamental ou técnicas psicológicas né que são indicadas para o
tratamento de pacientes com dores crônicas por exemplo a gente precisa pensar essa dor também quanto um fenômeno físico tá em que a gente vai ter diferentes graus de estresse necessidades de tratamento com drogas né uma vez que aquela dor ela está presente que ela é também um fenômeno físico ela é também resultado de alterações fisiológicas seja periféricas e centrais EA dor ela também pode ser espiritual né Às vezes o medo do que vai acontecer depois da morte culpa remorso a idade senso de conexão por exemplo pode fazer com que a gente Seja mais tolerante adoro
sinta menos é aquela dor só rapidamente o experimento por exemplo que foi feito né se você pega um balde de gelo e pede para uma pessoa colocar a mão e aí você pede olha fique o máximo de tempo que você é conseguir na sua mão nesse balde de gelo então quando a pessoa faz isso sozinha né as pessoas elas tem de aguentar um determinado tempo no entanto se outras pessoas estão passando por aquele mesmo tipo de sofrimento e aí a pessoa se sente conectada aquelas pessoas e umas umas pessoas estão apoiando as outras nesse ambiente
muito mais acolhedor de conexão essas pessoas elas conseguem ficar mais tempo Pensa a mão com esse balde de gelo ou seja né o a tolerância da dor tá ligado à vários aspectos precisam ser pensado de uma maneira mais ampla Oi e aí nessas percepções da 12 são influenciadas também né Por fatores culturais às vezes aquela ideia de que garotos não choram o que determinadas pessoas são mais tolerantes a dor é influenciado por esses fatores psíquicos né o nosso estado emocional se a gente tá mais deprimido sente tá mais triste você a gente está mais alegre
com as vezes por exemplo é naquele carnaval que você tá lá pulando você tá com um Sapato Apertado as pessoas estão pisando no seu pé mas você não tá nem aí porque você tá feliz você tá se divertindo você tá fazendo coisas que você gosta se exemplo é bom né muita gente deve ter sido identificado aí é fatores biológicos ainda terminada as áreas do corpo podem realmente ser mais sensíveis à dor do que outras nem fatores espirituais né muitas pessoas às vezes usam é às vezes o autoflagelo como expurgação dos pecados e muitas vezes relatam
não sentir dor sentir hummm hummm hummm a percepção da dor muito menor do que em geral E aí e diferenciando um pouco né dessa dor crônica né a gente também tem diferente subclassificações nessa dor crônica é uma bela seria nessa dor nociceptiva crônica aonde nesses nossos receptores eles estão cronicamente ativados aonde nesse caso daqui os esses novos sempre todos eles estão tempo todo né disparando já dor neuropática é muito mais comum depois de alguma lesão no sistema somatossensorial então às vezes é comum essa dor neuropática depois que às vezes a pessoa Teve alguma amputação de
algum membro fazer isso fez uma cirurgia de mastectomia contra um câncer uma mulher por exemplo que é muito mais comum e aí consequentemente esses esses nervos que né que fazem a sensibilidade de determinadas áreas da pele Eles foram acionados E aí eles podem produzir estímulos que fazem essa ativação da dor E aí você pode perguntar mas como é que é uma Valeu A todos os carros né E aí novamente eu trago a dor né tanto por questões afetivas motivacionais questões sensoriais né é somatossensoriais ela é é fortemente subjetiva não dá para a gente quantificar o
quanto de dor uma pessoa tá sentindo o quê outra não dá para quantificar a esse tipo de dor ela dói mais do que uma outra porque porque a percepção da dor como a gente viu ela pode se modulada em uma vez que ela pode ser modulada ela parece influenciar influenciada por diversos fatores como a gente falou a pouco né fatores sociais culturais que se quiser emocionais nem tão consequentemente a avaliação da dor ela deve ser nada né pelo paciente ou pela pessoa que tá sentindo e muitas vezes o que é usada né pode ser uma
escala numérica de 0 a 10 quanto essa dor está sendo insuportável não o quanto essa tortoi pode ser também por descritores verbais como essa sem dor dor nem algum nível 2 leve moderado a intenso insuportável pode ser não escala visual analógica como essa né onde é que você marcaria essa dor que você está sentindo desde sem dor até uma dor insuportável pode ser também na escala de copos o quanto essa dor por também escalas de Face mas sempre trazendo essa dimensão individual e específica para que cada indivíduo esteja percebendo aquela dor naquele momento não Ah
tá que a gente tem um pouco essas subdivisões né da dor Então essa dor aqui não é trazendo já esse resumo nessa duas Nossa eu sempre tive ou fisiológica nessa dor nociceptiva que seria essa dor mais funcional Então a gente tem a somática tá que muitas vezes é superficial ou profunda que às vezes é essa que a gente nossos braços nas nossas pernas né É muitas vezes né no nosso sistema músculo-esquelético e a dor visceral que muitas vezes são nossos órgãos internos cartão são também chamados de dor referida por quê Porque muitas vezes quando a
gente tem alguma dor nos órgãos internos a gente têm menos receptores para dor consequentemente a capacidade Nossa de localizada exatamente onde é aquela dor é mais difícil por isso que muitas vezes quando a gente está com algum dormir dentro do nosso corpo muitas vezes a gente tenta alcançar mais ou menos aqui nessa região há mais ou menos aqui mas a gente não consegue ter tantos felicidade quando a gente tem como na nossa pele Oi e para o outro lado a dor crônica né Eu também me chamava ele do patológica um dos tipos que a gente
falou nessa aula que a dor neuropática por exemplo que quando você tem uma lesão no nervo ou uma lesão no sistema nervoso central e pra finalizar então né quais seriam os possíveis tratamentos aí aqui eu trago a diferente é diferente tipos de tratamento que vão ter atuação em diferentes locais do nosso corpo né então esse saimos aqui por exemplo é a sigla Não é para falar que eles analgésicos comumente que a gente compra nas farmácias nessa Zona algesicos não-esteroides ou não piores são aqueles medicamentos que vão muitas vezes age no sistema nervoso periférico Esses medicamentos
talvez que a gente fala que tem um juiz de primeira escolha né Porque também tem uma ação menos potente né outros tipos de tratamento tá dor pode ser também no sistema músculo-esquelético com toxina botulínica né Aonde a toxina botulínica ela vai promover o relaxamento de certo o atores e podem ter um fim terapêutico também é para o tratamento da dor a nível de medula espinhal E aí quando a gente fala de medula espinhal gente já tá o tratamento para uma dor mais avançada não é o primeiro a primeira escolha mas a nível de medula espinhal
a gente pode ter o tratamento com medicamentos à base de opioides é o problema os medicamentos à base de opioides é que eles são dependentes em São dose-dependente ou seja né é com o tempo o corpo ele vai precisando cada vez Dori doses maiores para ter os mesmos efeitos então é necessário usar com bastante cuidado a gente tem também é certo tipo de tratamento aonde vão ter ações do tronco encefálico né como por exemplo os antidepressivos né que tem ações indiretas na dores não são médico ventilador mais umas de principalmente naquelas vias mediais da dor
que a gente falou que são as vezes ligadas aos aspectos afetivos e motivacionais né então muitas vezes vão promover o aumento da noradrenalina da serotonina ou opióides né e várias regiões do tronco encefálico como eu falei no coisa rafea blocos paralelos Oi e a gente tem tratamento também diretamente no córtex né só que de maneira em alguns casos indiretos nem os antidepressivos eles também têm ações no corta que isso assim como não não tenho que encefálico a terapia cognitiva comportamental né Tem uma atuação muito mais nos mecanismos mentais e comportamentais Associados a essa dor crônica
no sentido do Qual o sentido que eu dou para aquilo quais os vínculos emocionais e afetivos né que o associam aquela dor então também pode ser indiretamente né vai promover alterações no funcionamento do cérebro né estratégia de relaxamento estratégias de enfrentamento daquela dor de tentar ver outras perspectivas né tentar ver outros outros olhares para aquela dor então aqui a gente vai sinalizando um pouco essa aula antes da gente vê o mapa Afinal né a gente tem diferente tipo de tratamento com diferentes níveis Ned de possíveis tratamentos a black cidade então pra finalizar né que a
gente eu trouxe esse mapa mental a gente tenta resumir um pouco essa nossa dor né a representação do que a gente viu na nossa aula de hoje a gente viu aqui por exemplo essa divisão né da dor a dor crônica dor fisiológica o nosso receptiva a dor crônica ela seria mais disfuncional a dor fisiológica ela seria altamente adaptativo protetora a gente vê o o conceito também de dor total né A dor sendo influenciada tanto fatores culturais simples e físicos e a gente precisa pensar essa dor não é dentro desse contexto um outro tópico importante né
que a gente viu mais no início da aula é que os receptores da dor eles podem acontecer mudanças no potencial de ação ou seja No Limiar de ativação deles pensa tector jogadores podem mudar o seu Limiar de ativação produzindo então alodinia que é uma estímulo doloroso né um resultado né um a valorosa de um estilo que antes não produzia dor ou a hiperalgesia que é o aumento da dor de um estímulo aqui antes já seria doloroso então a mudança desse potencial de ação causa esses dois fenômenos e a gente viu também te adoro ela pode
ser modulada ela pode ser modulada tanto por vias laterais e vias mediario né você tem áreas como substância cinzenta para que é do tal e ela parece ser influenciada também por essas duas vias a via lateral que é muito mais sensorial discriminar ativa e havia Medial que é muito mais afetiva motivacional e tem isso pessoal Essa foi a nossa aula de neurociências e do interagiam comentem curtam se inscreva no nosso canal caso ainda não tenham se inscrito né deixe sugestões participem das aulas espero que vocês tenham gostado e até uma próxima ao tudo de bom