as bases satânicas do comunismo. Olhe, o inimigo do comunismo não é o capitalismo. O inimigo do comunismo não é o capitalismo.
Por quê? Porque o comunismo abandonou o a tentativa de controle da economia porque entendeu que as leis da economia são como as leis da gravidade. São indomáveis.
Indomáveis. Então você veja o que é o comunismo. O comunismo é uma nasce com Marx e Engels, numa ideia de previsão de como as sociedades irão funcionar.
Aí ele diz assim: "Toda sociedade passará de um regime feudal para um capitalista e depois para um comunista". Eles diziam que essa era a trajetória natural de todas as sociedades, feudalismo, capitalismo, comunismo. Feudalismo, você tinha tensões internas, haveria uma revolução chamada revolução burguesa, você teria capitalismo, você teria tensões internas, haveria uma revolução chamada revolução do proletariado ou revolução operária e você teria o comunismo.
Só que isso não aconteceu. Não aconteceu. A revolução russa de 1917 é o primeiro contraxemplo, curiosamente, a revolução russa, porque na Rússia em 1917, você teve uma passagem de um de um regime feudal para um comunista com uma burguesia irrelevante, sem capitalismo.
Então, não passou por tudo isso. Revolução industrial, as pessoas chegaram na revolução industrial começaram a cuidar das suas famílias, trabalhar, ganhar dinheiro e não quiseram fazer revolução operária, coisa nenhuma. Então isso não funcionou.
Aí o que é que houve? Isso aí, isso é que é muito interessante, sabe? O que é que houve?
Então, como a teoria inicial previa ação unicamente na economia, eles chamavam assim, tinha infraestrutura econômica que gerava a superestrutura ideológica. Você não precisava agir na ideologia, porque a ideologia era uma função da economia. Só que como isso não funcionou, pensadores pós-marxistas passaram a dizer assim: "Nós temos que agir agora diretamente na ideologia, diretamente na ideologia".
E isso daí foi radical. O próprio Lenin já agiu muito mais politicamente do que previa teoria, mas o que houve a mudança radical foi com um pensador chamado Antônio Gramt. Antônio Gramt.
Eu tive no final do ano passado na Califórnia ensinando sobre a influência da a marxificação na educação americana e falei de gramit lá e fiquei impressionado porque era para um grupo grande intelectuais e poucos conheciam o gramitismo porque faz parte da estratégia deles. Mas Gramit, ele escreve um livro preso sobre o regime de Mussolini, um livro chamado Cadernos do Cárcere. E o que Gram diz é o seguinte: nós temos que agir diretamente na ideologia.
E a partir daí, meu querido, as ações do comunismo passam a ser ideológicas. Aquela distinção entre opressor e oprimido, que era aplicada para patrão empregado. Uhum.
burguês proletariado. Essa ideia de opressor oprimido passa a fazer a leitura de tudo que é ideológico. Hoje em dia, é o pai é um opressor.
É, o filho é oprimido. O professor não é um um mestre, não é um opressor. O aluno é tido como oprimido.
O branco é opressor, o negro é oprimido. O homem é opressor, a mulher é oprimida, o não índio é opressor, o índio é oprimido. Então, a lógica passa a ser a lógica do opressor e do oprimido que e para que as pessoas sofram isso, passa-se a dividir as pessoas em categorias.
Então, tem várias categorias de divisão de pessoas. Então, a pessoa não diz mais a sua identidade. A pessoa é antes uma característica que a coloca num grupo coletivo.
Por exemplo, o negro é coptado pelo negrismo, o índio pelo indigenismo, a mulher pelo feminismo. Você tá entendendo? Então, cada grupo é colocado naquelas situações para que exerçam domínio sobre eles.
E como é que o domínio é feito? dizendo como eles devem falar, pensar e agir. Então, hoje em dia você, um negro, por exemplo, que não concorda com a pauta política do negrismo, ele é fortemente atacado.
Um homossexual, por exemplo, que não concorda com a pauta política do LGBTismo é fortemente atacado. Tivemos aqui muitos anos o exemplo do deputado federal, ex-deputado federal, hoje já falecido, o senhrodovil Hernandes, que era notadamente homossexual, mas tinha um pensamento livre, era fortemente atacado. Então essa estrutura que nós temos que conhecer e isso tem base satânica.
Marx, ele não era alguém que desconsiderava Deus, ele tinha ódio de Deus. Isso está nos seus escritos iniciais que eu trato aqui, mostro como isso acontece e mostro como se defender disso. As duas principais instituições que defendem a pessoa dessas garras perversas e são a igreja e a família, o cristianismo.
E eu gostaria de acrescentar algo. Eu faço isso, não é por essa minha briga toda. Sou ameaçado de morte, sou você não sabe o que acontece.
todo mundo. Essa briga toda não é por prazer intelectual, entendeu? Não, ai meu Deus, eu tô aqui.
Ai, meu Deus, que prazer intelectual. Fazer essa leitura da realidade. Não é isso, não.
É questões práticas, reais, que eu viajo de cima para baixo, de todo canto que eu viajo no Brasil e no mundo. E eu vejo pessoas piedosas, pessoas honestas, homens e mulheres cristãs absolutamente desesperados pelos caminhos que os seus filhos estão tomando, porque foram coptados por essas ideologias satânicas. O comunismo é ideologia do Satanás.
E o inimigo do comunismo, como eu comecei dizendo, não é mais o capitalismo, porque abandonou-se a parte econômica. O parceiro comercial número um do Brasil é a China, meu querido. Fui pra Tailândia, quando eu voltei, fiz conexão em Dubai.
Dubai, peguei um voo Dubai Rio e Dubai é um hubi muita gente da China vem pro Dubai. O que que o povo vai fazer na China? Negóciou.
Uhum. Então, o [limpando a garganta] comunismo não é o contrário do do do capitalismo. O inimigo do comunismo é o cristianismo, porque o ataque é no âmbito ideológico.
Esse livro tá dessas coisas.