companheiros e companheiras, trabalhadores, trabalhadoras, assentados, assentados e todo o nosso país, comentaremos alguns pontos eh muito comuns agora nos noticiários, como parte de uma reflexão de conjuntura, não necessariamente uma análise propriamente de conjuntura, mas achamos que esses pontos são importantes porque a nossa militância está sendo chamada a discutir sobre eles, a emitir opiniões sobre eles e com isso pretendemos dar ingredientes, elementos para as nossas assembleias que acontecerão em todo o Brasil agora no dia 21. O primeiro capítulo quero destacar aqui é sobre o tema da inflação, muito particularmente a inflação sobre os alimentos. É evidente que esse não é um tema novo.
Desde o início desse século até agora, a inflação sobre os alimentos é maior do que a inflação sobre outras coisas. E esse elemento tem ingredientes estruturais mais do que conjuntos. Evidentemente que conjunturalmente nós temos uma situação atual que agravou no últimos nos últimos 4 5 meses eh esta situação.
E é bom destacar o seguinte, a inflação dos alimentos atinge fundamentalmente as classes trabalhadoras. Se não vejamos alguém que tem uma renda de R$ 20. 000 R$ 1000 por mês e gastar R$ 2.
000 em alimentos, vai gastar 10% do seu rendimento. Se ele ganha 4. 000 e gasta dois em alimentos, vai gastar 50%.
Agora, se ele ganha 2000, evidentemente que ele não pode gastar os dois alimentos. E é provável que essa pessoa esteja em insegurança alimentar, como aliás, 100 milhões de pessoas no Brasil vivem de alguma maneira em segurança alimentar, seja ela grave, média ou menos infância. Por isso a inflação dos alimentos atinge principalmente as classes trabalhadoras.
No último momento agora nós assistimos uma inflação bastante grande, principalmente nas carnes. Mas veja, a carne de janeiro a agosto de 2024 subiu 2,5%. E de agosto de 2024 até dezembro de 2024 subiu mais de 20%.
Por que esse fenômeno ocorreu? Por uma razão, a taxa de câmbio, a desvalorização do real frente ao dólar. De novo, exemplo simples.
Se eu vender, eu não um grande exportador de comará, vendeu d lá fora, se a taxa de câmbio for R$ 4 por ó, ele vende dó, vai converter aqui em R$ 4. Agora, se a taxa de câmbio é 6 por um, como chegamos há dias atrás, ele vende dólar e vai receber R$ 6. É por isso que os exportadores de commodity, principalmente das carnes, priorizaram a exportação, que significou mais dinheiro, mais lucro para os grandes, evidentemente.
Mas há uma outra situação. soja, por exemplo, o mercado internacional sobe de preço, ela exerce uma pressão sobre a área agricultável brasileira, porque evidentemente deixará de se plantar feijão, arroz e outros cultivos para priorizar a produção de soja, porque ela dá mais dinheiro no mercado internacional. Claro que há fenômenos naturais, aquecimento, mas o aquecimento não explica a inflação.
E você tem um outro fenômeno que é o crescimento do consumo chinês. Mas aqui tem um detalhe importante. Os chineses tiraram 800 milhões de pessoas da pobreza nos últimos anos e, evidentemente que aumentou o consumo.
Vejam de novo, são quatro brases que foram tirados da pobreza e obviamente que o consumo aumenta e não queremos que os fileiros deixem de comer melhor, principalmente as classes trabalhadoras, evidentemente cliente. Então, esses fenômenos você tem aqui acular a quebra de safras, como do café, por exemplo, aqui no Brasil, no Vietnã, o tema das azeitonas que podem e causaram algum problema. Mas o problema da inflação dos alimentos, que agora me remeto às questões estruturais, ela é histórica e tende a continuar se não alterarmos o modelo agrícola brasileiro.
Vejamos, eu disse, neste século, os alimentos subiram mais do que outras coisas. E isso tem a ver com o modelo econômico e agrícola implementado no país desde a década de 90 do século passado. É bom lembrar que o Brasil entrou numa crise financeira, teve que recorrer ao FMI e as mudanças feitas na economia brasileira como no processo de desindustrialização levaram a que no governo Fernando Henrique Cardoso se criasse um programa chamado Moder Frota e outros programas com subsídios e juros negativos, financiando a agricultura brasileira voltada para a exportação.
E desde então a agricultura brasileira passou a desempenhar esse papel de exportação fundamentalmente de como israelas. E vejamos o que ocorreu nesse período. Hoje nós temos uma área de agricultura de aproximadamente 80 milhões de hectares, pouco mais, talvez, mas por aí.
Desses 80 milhões de hectares, 45 milhões de hectares são destinados ao cultivo de soja e 26 milhões, 25 milhões de hectares mais ou menos são destinados ao cultivo de milho de milho. Isso significa que nós temos aproximadamente, né, 60 milhões de hectares de terra, ou melhor, nesse caso, dá um pouco mais, né? 45 mais 25, 70, quase 70 milhões de hectares de terra destinados ao cultivo de soja e meo.
É evidente que no mesmo espaço que se planta a soja se sobrepõe em tempos diferentes outros outros cultivos, como é o caso do chum. Tira-se a soja e com o cultivo de inverno se planta trigo, triticar, cevada, aveia e assim por diante. Mas o número geral é que interessa aqui testando pouco, pouca terra para produção, fundamentalmente feijão, arroz e outros alimentos.
Essa pressão voltada para a exportação se reflete no preço dos alimentos. E alguém poderia dizer, mas o preço subindo não é bom pros pequenos agricultores se não tá defendendo o contrário. É óbvio que nós queremos preço justo.
É óbvio que a gente quer produzir e ter renda, mas nós precisamos fazer com que essa estrutura de produção agrícola alimente o principal patrimônio do nosso país, que é o nosso povo. E para isso é preciso política pública. Nós não temos nenhuma dúvida de que é preciso estimularção de arroz, feijão, batata, mandioca, legumes, verduras, etc.
e que o governo subsidie isso numa perspectiva de retomar programas como da CONAB de armazenamento de alimentos para em períodos de pico de preço, como agora estamos assistindo, a CONAB possa disponibilizar esses produtos para evitar que hajam especulações financeiras, principalmente dos grandes sobre os alimentos tão importantes à população brasil. Vejamos o cultivo ou esses cultivos que vem lá atrás continua em grande escala, mas mais do que isso, um domínio internacional da produção de alimentos e de commodites agrícolas é muito grande. E isso se dá antes mesmo do processo de produção, ou seja, a montante do processo de produção, você tem as indústrias para agricultura que controlam praticamente tudo.
Os maquinários, adultos químicos nitrogenados, venenos, sementes estrangênicas. São pequenos grupos internacionais que controlam isso, criam muito dinheiro. Aí você tem o processo produtivo propriamente hoje centralizado no grande agronegócio, na monocultura para a exportação com os impactos ambientais e degradação, né, do solo e dos recursos naturais, que todos nós sabemos que isso está acontecendo no nosso país.
E você tem o processo ajudante da produção, ou seja, depois da produção, também controlada por um pequeno agrupamento de grandes capitais internacionais, que são as indústrias de transformação, as grandes agroindústrias, todo o mercado varegista internacional, inclusive a especulação financeira sobre os produtos, A comercialização de commodities agrícolas no mercado ou na bolsa de mercadoria e valores acontece eh safras que sequer foram plantadas já são comercializadas e por e por isso estão em mãos de grandes monopólios que especulam sobre os preços desses produtos internacionalmente. Mas vejam a questão que é fundamental. Esses que controlam a indústria de transformação em escala planetária transformaram quatro produtos em 60% da alimentação eles: soja, milho, trigo e arroz.
É evidente que esses quatro produtos se transformam em um monte de subprodutos ultraprocessados que vão as prateleiras dos supermercados em todo o mundo, gerando, entre outras coisas uma série de problemas da saúde pública mundial, que além de não nutrirem, causam enormes problemas e doenças que depois se gastam um monte de dinheiro público para efetivamente enfrentar essas doenças. Se somarmos 15 produtos conforme 90% da alimentação do Vejam paralelo. Nós no PAA entregamos quase 400 tipos de alimentos diferentes.
Isso é preciso se alterar e é preciso ser alterado em escala planetária. É preciso uma revolução na agricultura para se produzir de forma diferente com agroecologia, agroforesta e é possível alimentar toda a humanidade de forma agroecológica. E é preciso uma cultura alimentar diferente, fazendo enfrentamento a esses grandes conglomerados econômicos.
Isso tudo conforma o que nós estamos assistindo agora com inflação dos preços, com pequenas questões conjunturais, como eu disse, da taxa de câmbio e assim por diante que levam. E olha, atenção, o tema da inflação tem derrubado governos, tem impactos nas eleições. Nós precisamos e o governo brasileiro precisa retomar o programa da CONAR como PAA, que vai resolver dois problemas.
Um, estimular a produção da pequena agricultura, agricultura familiar e os assentamentos. dois vai resolver um problema de nutrição e de alimentos para grande parte da população que sequer tem acesso a isso. Dois, é preciso retomar o programa de crédito agrícola e com isso eu entro as entregas do presidente Lula.
Veja, e logo vou comentar sobre o crédito agrícolo. Lula esteve no nosso assentamento aqui no município sul de Minas Gerais, Campo do Gremo. Foi muito importante o ato em si, porque depois de 2 anos do governo, o Lula visita uma área nossa e uma simbologia muito importante, principalmente para as famílias assentadas lá, que estão há 27 anos lutando por aquela terra e que agora tem um processo legalizado, mas independentemente da legalização, eles produzem uma quantidade imensa de alimentos.
O mais conhecido talvez seja o Café Guaí, que grande parte eh da nossa turma já conhece. E, portanto, a presença do Lula foi importante. Assinatura do decreto doação que permitirá aquelas 400 famílias terem acesso a crédito a políticas públicas que até então não tiveram.
Entretanto, as entregas foram pequenas. Há sim muitas coisas interessantes, como, por exemplo, eh, um desenvolve pro campo, que nós esperamos que chegue até a ponta nos próximos dias, nos próximos meses. Grande parte de pequenos agricultores e acertados tem uma dívida muito pequena.
50% da dívida não passa dos devedores, não passa de R$ 10. 000. E 90% dos devedores não deve mais do que R$ 50.
000. Então é uma política de renegociar essas dívidas para permitir acesso a novos créditos, muito especialmente o PRONAF com 25% de remates. E nós esperamos que isso ocorra o mais rápido possível.
É uma política interessante, mais que isso, segunda política interessante, resolver a situação do score bancário. Vejam, um nome meio estranho, mas muitas famílias já pagaram suas dívidas através da renegociação. Em entretanto, o seu nome continua no banco como um mau pagador e por isso não tem acesso ao novo crédito.
é uma dívida eterna, né, eh, que que se tem. Então, segundo o governo vai fazer uma deliberação para que todos e todas sejam retirados, né, desse dessa situação, permitindo também o acesso ao crédito. Terceiro, a regularização que está acontecendo e vai acontecer em muitos assentamentos.
Nós não estamos falando da regularização de lotes vendidos ilegalmente, esses precisam ser combatidos permanentemente. Mas acontece, às vezes a pessoa se separou, o marido saiu, a mulher tá lá e o lote ainda estava no nome do marido. E essa situação ou ações que a comunidade tenham regularizado, as novas famílias e precisam ser regularizadas.
Isso é muito importante para que essas famílias também tenham acesso à política pública e ao indicativo de que isso realmente ocorra. Também foi liberado, não é tudo que a gente queria, mas são mais de 900 milhões para o PAA, programa e aquisição de alimentos, que é um dos melhores programas, né, que o governo já fez e terá 900 milhões. Também vão ser liberados 48 milhões pro Pronera.
Nós estávamos pedindo e a demanda de 100 milhões e vão ser liberadas as construções de muitas casas, mas ainda não é aquela quantidade que nós queremos e precisamos, que são 50. 000 casas novas em todo o Brasil e mais eh reformas de mais de 200. 000 casas nos assentamentos em todo o Brasil.
No entanto, na área da reforma agrária, aí avançou-se muito pouco na desapropriação de teras. Governo pretende assentar 12. 000 famílias e destas 4000 e poucas famílias do MST.
O orçamento paraa reforma agrária é muito pequeno. Nós temos 65. 000 famílias aguentadas a 10, 15, 20, 25, 30 anos.
E nós queremos que essas 65. 000 famílias sejam prioridade de assetamento nesse governo aí. Evidentemente que tem mais.
O Ingra já cadastrou 140. 000 famílias acampadas em todo o Brasil. Mas veja, o orçamento do INCRA para desapropriação e obtenção de terra não chega a 400 milhões.
Vou fazer um cálculo rapidinho aqui. Se o custo para acentar uma família gira em torno dos R$ 100. 000, tem regiões que é muito mais do que isso.
Veja, para assentar 65. 000 1 famílias, nós precisaríamos 6 bilhões e é verdade que não precisam 6 bilhões me pode se arrecadar terras devedores do Banco do Brasil, terras de devedores do INSS, terras públicas e assim por diante, mas não se fará com 400 milhões. Agora, olha o paralelo que eu vou comentar aqui.
A elevação da taxa Selic, taxa de juros. O Banco Central estabelece a elevação em 1 percentual da taxa de juros significa 48 bilhões de reais que são drenados do povo brasileiro, porque quem paga é o povo brasileiro para o capital financeiro. Eu tenho brincado, nós vamos ter que abordar o governo de forma diferente e nós precisamos um outro ajuste fiscal.
Olha, se destinássemos 10% de cada ponto percentual da taxa de juros para investimento em reforma agrária, em recuperação ambiental e plantil de árvores, em 10 anos esse país não daria vontade, mas 48 bilhões com 1% é o escrcho. É o escrcho. Não dá para admitir enquanto você tem 400 bilhões para obtenção interna.
Você tem um orçamento de pouco mais de 1 bilhão no MDA, você tem um orçamento de 3 B para agricultura. Isso é um absurdo, porque é a sociedade, é o dinheiro da sociedade brasileira que está sendo treinado. Vamos usar um palavrão, é a maisvia social, arrecadada da classe trabalhadora que produz destinada à renda especulativa do capital financeiro.
Por isso é que não nos contentamos com as entregas do presidente Luba. E isso não significa que agora o MST vai fazer um monte de coisa, virar oposição. Não é disso que se trata.
Eu tô dizendo isso porque agora em março as mulheres iniciaram uma jornada de luta muito importante em todo o Brasil, pautando o tema da questão ambiental, o tema da monocultura do eucalipto, mas pautando as necessidades que a nossa categoria tem concretamente precisa ser resolvido. E foi muito interessante a jornada de lutas e nós precisamos preparar a nova jornada de lutas de abril. E a nova jornada de lutas de abril vai ter que ser calcada na nossa pauta concretamente.
É preciso assentar 65. 000 famílias acampadas emergencialmente em todo o Brasil. É necessário ampliar o crédito para que grande parte dos pequenos agricultores, principalmente agricultura familiar, assentamentos, quilombolas, comunidades indígenas possam ter acesso a esses recursos para produzirem comida para o povo brasileiro.
É necessário ampliar o programa de construção e reforma de moradias dos assemblamentos. É necessário, evidentemente, construir, né, programas que estimulem, né, a educação popular, a construção de escola, principalmente o Pronera, como uma política pública essencial para formarmos, né, nossos jovens, nossos militantes nas escolas em tobia. Por que que eu tô dizendo isso?
Porque agora o dia 29 nós vamos fazer essas assembleias e entre outras coisas nas assembleias é importante ficarmos atentos e recolhermos todas as opiniões que vierem das assembleias, inclusive as muito críticas. É preciso ver com ele, mas é fundamental que cada comunidade, que cada grupo, que cada cooperativa nessas assembleias discutam o que nós vamos fazer concretamente de luta na jornada de abril para alcançarmos a nossa pauta e disputarmos essa que eu chamei de maisvia social. Por quê?
Porque o grande capital está disputando. Os grandes jornalões, o capital financeiro, a Faria Lima, os grandes não são investidores, são aplicadores financeiros que disputam a maisvia social arrecadada do povo brasileiro em benefício do lucro. Veja, 14% a taxa de juros, se você descontar quatro de inflação, sobra 10 líquido para ter um dado.
Se você investir 10, você tem um líquido. Se você investir 1 milhão, você tem 100. 000 líquidos.
Mas nós não estamos falando de investimentos de 1 bilhão, nós estamos falando de investimento de bilhões. Se você investiu um bi, você vai ter 100 milhões de líquido sem colocar mão em nada. E sabe de onde sai isso?
Do povo brasileiro. E por isso não tem dinheiro para as outras coisas. Com isso, eu tô querendo chamar atenção para uma coisa e agora é cheiro.
Posso queimar a língua. Talvez vou atribuir a minha gripe, mas a minha impressão e vou dizer é que aquela aquele momento de ascenso da extrema direita no nosso país parece estar chegando no limite. Ele não vai morrer por inanição ou apodrecimento.
É preciso nós ajudarmos muito. Mas aqui no Brasil, Argentina, em várias partes do mundo, o povo está se dando conta de que essa extrema direita não tem absolutamente nada a oferecer para a população do mundo inteiro. E é preciso então nós retomarmos.
E veja, nós passamos mais de uma década na defensiva e não é que foi ruim isso. Foi importante nós estarmos na defensiva defendendo direitos fundamentais conquistados historicamente pelas classe trabalhadoras, mas talvez estejamos próximo de um momento onde nós possamos retomar pautas políticas. estruturais para pensar projeto, principalmente para dialogar com a juventude.
Hoje o cotidiano, o hoje toma conta, parece não haver amanhã e é preciso retomar projeto para discutir amanhã. E isso vai significar nós fazermos lutas intensas contra o capital especulativo financeiro, contra o grande capital para disputar esses recursos arrecadados de um país rico, de um país que tem muito dinheiro, mas que esse dinheiro é drenado para a especulação financeira. fazer essa disputa numa perspectiva de construir de fato um país diferente e voltar a encantar as juventudes, as classes trabalhadoras numa perspectiva de nós fazermos o enfrentamento que nos leve sim a obter conquistas concretas corporativas paraa nossa categoria.
Dia que a MST deixar de fazer luta concreta da sua categoria, ele deixa de ser importante paraa categoria que a criou. Mas juntar as lutas concretas da categoria como projeto político é discutir o futuro o nosso país, os que virão depois de nós e é pensar a construção de um outro tipo de agricultura, de um outro tipo de economia, de um outro tipo de sociabilidade que encantará e levará, espero, milhões às as ruas para alterarmos de fato essa correlação força. Por isso, companheiros e companheiras, que tenhamos ótimas assembleias e que essas assembleias sejam a retomada de um processo organizativo que nos construiu como uma grande organização da classe trabalhadora, especialmente de campesinante.
Nós nos tornamos grandes, não por razões individuais, embora tenha o papel dos indivíduos na história, mas porque nós organizamos a classe trabalhadora de forma coletiva, com organização e com luta. E é isso que é o MST. E é isso que fortalecerá o nosso mestre para enfrentar os desafios do próximo bom trabalho a todos e todas.