Fala galera deoscóp, eu sou o Jonath Leone. Você está aqui em mais um Divinamente podcast, porque nós queremos aprender a pensar e a sentir como Cristo Jesus. Nós queremos nos parecer com ele em tudo, inclusive na nossa saúde mental. E hoje, que assunto especial, hoje a gente vai falar sobre feridas do coração e como a gente de fato pode curá-las. Qual é o caminho de Deus pra cura das feridas do coração? Eu tenho um Convidado que dispensa qualquer apresentação, mas eu já vou fazer questão de falar bastante dele. Então fica aí, pega papel, pega caneta
e acima de tudo pega seu coração mesmo, coloca seu coração nessa conversa aqui, porque o Senhor vai marcar sua vida e eu tenho certeza que coisas especiais podem acontecer a partir dessa conversa. Vem com a gente pro nosso podcast de hoje. [Música] Eu tenho a honra de receber aqui hoje Meu mais do que amigo, um amigo mais chegado que um irmão. E o irmão, mais do que um irmão, é um irmão gêmeo. É um irmão assim de conexão de alma. Diogo, que alegria ter você aqui. Obrigado, viu? Ô, meu irmão, a honra é minha, a
alegria é minha, a gratidão imensa tá aqui com você. Aí não sei se vocês vão lembrar, mas o primeiro podcast Divinamente que a gente teve aqui, né, depois que a gente começou a as conversas à mesa aqui, o podcast Divinamente, o primeiro podcast Divinamente foi o Diogo. falou sobre ansiedade, foi a inauguração do podcast Divinamente e como isso representou para mim assim, porque para mim também porque você é um é um amigo de fato, assim, um tem tem uma conexão de alma assim muito profunda e e poder ter começado essa jornada com você. Agora perdi
as contas de quantos episódios já foram, mas hoje estarmos juntos nesse momento tão especial também, a gente tá aqui até Pessoal que tá estranhando aí o estúdio diferente, né? A gente tá em São Bernardo do Campo, estamos aqui para a conferência Divinamente, que se você não participou, você não tem ideia do que você perdeu, então corre aí para você poder acompanhar e ver o que que aconteceu, o que que Deus ministrou ali no nosso coração. E o Diogo veio lá da Bahia para ministrar, veio lá de Salvador para ministrar. E eu tô muito feliz porque
além de vir para ministrar, Nós estamos também lançando o livro O Feridas do Coração, um caminho para cura que ficou lindo demais e que nós vamos conversar sobre sobre ele. Mas que ocasião especial que parto realmente, né? Nascimento do filho, um filho, um filho. E ficou lindo, lindo, lindo. E a gente já vai conversar mais sobre ele. Mas para quem não conhece, Diogo, Diogo, marido de Tainã, pai de Mar, pai de Maristé e Judá. Até nisso nós temos Temos uma ligação, né? uma ligação porque eu sou pai do Israel, ele é do Judá, gente, o
reino, vamos reunir o reino. O reino tá reunido novamente. Isso é escatológico. Ligar o reino, a ruptura do reino. A gente vai. Exatamente. E e o Diogo é pastor lá em Salvador, na linda igreja Lírio. E que que igreja especial, com um povo muito especial. Você conhece Saulo Daniel daqui de você entendeu errado. Tá lá. é um dos Pastores lá com o pastor Diogo, pastor Diogo é o pastor de sal, para você ter um uma ideia do nível daquela igreja, vai pastoreando mutuamente. E que povo, que povo incrível que tem lá naquela, naquela igreja, né?
É uma igreja que é extremamente saudável, uma igreja que se você ainda não foi na igreja livre, você precisa ir, você não sabe o bem que vai fazer para você, né? E Diogo, meu amigo, como eu ansiei por esse por esse livro, porque falar sobre Feridas do coração eh falar sobre um terreno e sobre um assunto que é comum a todos nós, né? Todos nós. E a gente até fala um pouco, você menciona isso aqui no livro que a gente já nasce ferido, né? Você falou no prefácio, mas você também mencionou lá. Mas a gente
já tem feridas que a gente vem carregando desde muito antes até a a queda nos feriu. A queda nos feriu e inevitavelmente na jornada todos nós Carregamos feridas, temos feridas no coração e é possível que a gente caminhe e viva a vida inteira sem olhar para elas, sem lidar com elas, sem mexer por medo, por insegurança. E eu almejava e eu sonhava com esse livro aqui, porque eu sei o quanto de cura que o Senhor vai derramar para quem para quem lê. Mas fala um pouquinho como é que foi o processo de nascimento dessa mensagem,
mais do que do livro. Como é que essa mensagem nasceu no seu coração? É uma mensagem que eu carrego, Johnny, né? Nós temos isso em comum também, né? de ter passado por feridas profundas na alma. E sempre me interessei muito pela mente humana, pela alma humana, a partir da palavra de Deus, a partir da minha necessidade de encontrar respostas e fui estudar psicanálise, depois fui estudar psicologia, mas de fato na palavra de Deus que a gente tem, né, as respostas mais profundas e preciosas. E essa mensagem é uma mensagem que eu carrego há muito tempo.
E na conferência, Renovamente, em 2023, que eu tive alegria de receber você, eu preguei um pouco do que tá no livro e você falou: "Diogo, tem que virar um livro, né?" E aí a gente se animou para escrever de lá para cá viemos o Senhor gerando essa mensagem e eu creio que que ficou bom. Eu fui profundamente impactado por aquela mensagem. Eu cheguei e eu queria contar Para todo mundo. E você falou lá sobre José, sobre o processo de cura do coração de José, o processo de perdão, sim, de José. E pra gente entrar um
pouquinho até, vamos definir o que é uma ferida do coração. Uma ferida do coração. Como que a gente percebe que tem, como que faz o diagnóstico de uma ferida do coração. Fala um pouco sobre isso. E esse livro ele foi construído em quatro estágios. Uhum. O primeiro estágio é a Inconformação, que é justamente a gente eh entender que precisamos tratar. Depois a gente vai paraa identificação, que é uma, é lógico que eu não falo de todas as formas de identificar uma ferida, porque senão viraria um compêndio, um manual gigante. Mas eu mostro uma forma específica,
eu foco em uma forma específica através da linguagem, como a nossa linguagem pode revelar feridas. a gente vai depois paraa fase da Restauração e por último a cicatrização, que é aquela fase final, né? A gente vai desfrutar agora de uma de uma vida nova. E a ferida do coração, ela nasce de toda ruptura, tá? Tem um texto bíblico que eu gosto muito, que é Lucas 2:35. Maria, ela tá levando o bebê Jesus para ser apresentado no templo. Então, Simeão, profeta, um homem de Deus, toma o menino nas mãos e começa a profetizar sobre o futuro
dele. Profecias lindas. Mas então ele olha pra mãe, para Maria e diz: "Mas quanto a você, uma espada atravessará a sua alma?" E é muito interessante, Johnny, que ali ele poderia usar o termo mais comum para a espada, que é macarria, que é a espada romana, que é uma espada curta de combate corpo a corpo. Esse mesmo autor, Lucas, usa essa expressão em Lucas 22:36, mas ele escolheu propositalmente para ilustrar a Profecia de Simeão para Maria, o termo mais pesado que é a ronfia. A Ronfia é uma espada em comum pros romanos, a espada da
Tráccia, que é uma espada grandona. Então ele estava dizendo para Maria, por causa desse menino, a sua alma vai ser completamente atravessada. Em que momento isso aconteceu? João 19 nos mostra isso. Quando Jesus estava sendo crucificado, o texto fala que Maria estava junto à cruz. Ela estava sendo profundamente Ferida enquanto o corpo do seu filho era rasgado. E aí Jesus não vai deixar essa ferida sem tratamento, porque é uma ferida profunda. Então a gente tem que entender que o nosso corpo e a nossa alma se refletem muito. Tanto que o texto bíblico tá fazendo isso.
Tá falando o seguinte, ó. Uma espada atravessará a sua alma. Mas a espada não atravessa a alma. A espada atravessa corpo. Sim. Exato. Mas o texto bíblico tá nos Mostrando que corpo e alma se espelham. Hum. Assim como o corpo é atravessado, assim como o corpo é ferido, a alma é ferida. Hum. A alma é atravessada. No corpo, uma ferida superficial, você tratando ou não, com o tempo, ela cicatriza sozinha. Mas uma ferida profunda é você que é médico sabe mais do que eu disso. Se você não tratar, não cura sozinha. Pelo contrário, tende a
infeccionar, é, tende a gravar o quadro. Então, olha o que Jesus fez quando ele viu que sua mãe estava sendo atravessada por uma espada na alma, por uma ronfaia, uma espada que de lacera a alma, ele falou para João, o amigo íntimo dele, aquele que tinha intimidade até física, né? Deitava no no peito dele, olhou para ele e falou assim, falou pra mãe: "Mãe, seu filho agora aqui, ó". Hum. "Filho, sua mãe". E o texto fala que a partir daquele dia, João recebeu Maria em casa. Ele começa desde já um processo de Acolhimento pra ferida
no corpo de Cristo, na igreja do Senhor. E aí uma coisa fantástica vai acontecer, porque Maria não estava entre os discípulos de Jesus. Ela não aparece entre os discípulos, ao contrário, até uma tensão entre Maria e os discípulos. Há um momento que ela chega com os irmãos de Jesus e ela quer ver Jesus e dizem para ele: "Sua mãe tá aí?" E ele diz: "Não, minha mãe e meus irmãos são os que estão aqui caminhando, buscando a vontade do Meu pai". Ele até uma certa tensão no texto às vezes. Mas depois que João acolheu Maria
em Atos 1:14, pela primeira vez Maria aparece no meio da igreja entre os discípulos de Jesus. A alma dela foi ferida quando o corpo de Cristo foi crucificado, foi ferido na cruz, mas começou a ser restaurada quando o corpo espiritual de Cristo foi unido pelo Espírito, pelo Espírito Santo, né? Então, há um trabalhar de Deus para que nós percebamos as feridas. Uhum. e busquemos com a graça de Deus o acolhimento que é profundamente relacional para que as feridas sejam tratadas. Sim, né? E aí eu trabalho eh bastante com a ideia de entendermos a profundidade da
ferida. Muito antes de Freud falar isso, de que a alma tem níveis de profundidade, né? fala de consciente, préconsciente, inconsciente. A Bíblia já mostra que a alma tem níveis de profundidade. Por exemplo, a parábola do semeador, ela é também sobre isso. Primeira terra é uma terra onde a semente fica na superfície. Segunda terra, a semente entra, mas não aprofunda tanto porque tem pedras que impedem o enraizamento. Terceira terra, a semente já aprofunda, mas lá no fundo também tem espinhos plantados. Quarta terra, a semente aprofunda e não tem concorrência. Mas uma terra que não tá dura,
que não tem pedra e não tem plantas para concorrer, não existe naturalmente. É uma é uma terra Trabalhada, sim, né? Então existe um trabalhar de Deus até o fundo do nosso coração para que a palavra dele entre fundo. Sim. Porque em Hebreus 4:12 diz que a palavra é viva e eficaz e penetra mais fundo do que uma espada fiada. profundidade, vai até a misteriosa divisão da alma e do espírito. E por que ela vai tão fundo? Porque lá no fundo existem coisas a serem confrontadas. Hum. Lá no fundo existem feridas. Exato. Tem ferida que é
como a de Maria. Tem ferida que é profunda, Jin. Nós sabemos disso. Tem ferida que tá lá no fundo e nada poder, o tempo não poderá curar sozinho. É, né? A gente trabalha muito José nesse livro. José foi ferido pelos irmãos aos 17 anos de idade. Quando ele reencontra os irmãos, ele tem 39 anos de idade. E ele dá um berro tão grande quando ele reencontra os irmãos que diz que no palácio de faraó se ouvi os berros de dor, o gemido da alma ferida De José. 22 anos. 22 anos não foi suficiente para fechar
suficiente uma ferida. O pai de José, da mesma forma, o pai o Jacó e Esaú. Eh, Jacó feriu Esaú profundamente. Esaú queria matar Jacó. Jacó foge, vai pras terras de Labão e ele passa mais de 20 anos lá. Quando ele volta, ele até suspeita, ele até cogita se o tempo não curou Esaú. Uhum. E manda mensageiros. Vai lá sondar meu irmão, ver se o tempo curou ele, vê se ele tá de boa já depois De tanto tempo, né? Talvez ele tenha ficado curado. Aí os mensageiros voltam e falam assim: "Rapaz, vamos sondar seu irmão, ele
não vai nem lhe esperar lá. Tá vindo ao seu encontro com 400 homens. Jacó se apavorou, não esqueceu. Esa vinha para se vingar mais de 20 anos depois, porque ferida profunda o tempo não cura. É, tem que tratar. Sim, tem que tratar. E a gente tem essa essa percepção de que, como já faz muito tempo, talvez a gente Não precise mexer mais, né? E comum a gente a gente nem perceber feridas, a gente não conseguir expressá-las entendendo eu estou ferido. É comum que o que se ouve são os gritos. Exato. E não a ferida de
fato, porque a ferida ela é muito profunda, então é comum que a gente não a veja mais. Com o passar do tempo, não ver não significa que a ferida está curada. Talvez o não ver significa que ela é tão profunda, profunda que ela pode até estar num num Nível de consciência que eu não acesso em muitos momentos, mas os comportamentos e tem sintomas, sinais e sintomas, né? Tem sinais e sintomas, né? Como você disse na pregação e você fala no livro aqui também que o sentimento vaza. Sentimento vaza. É. E e sentimento vaza. O tempo
não é capaz de de curar, de de alguma forma resolver, porque como você tava dizendo, é na alma, é muito profundo. E é Lucas quem quem usa essa expressão. E Lucas era Médico também, ele ele sabia do que ele tava falando e ele ele descreve dando essa dimensão, essa profundidade, de fato, é uma lesão profunda. É, como você disse, feridas profundas, feridas do coração, feridas da alma. O tempo não resolve. E até se assim a gente pode pode dizer, além do tempo não resolver crer em Cristo e entregar a vida a Cristo, por vezes pode
nos trazer uma falsa Percepção de que como as coisas velhas se passaram, tudo se fez novo, então agora as feridas do meu coração elas não me afetam mais. E isso é verdade. Fala um pouco sobre isso. É muito legal. Sobre isso. Isso é muito legal porque isso tem muito a ver também com com o livro. Porque às vezes a gente quer fazer um processo não de tratar a ferida, mas de enterrá-la e construir algo por cima. É. E a gente pensa às vezes que construir uma vida em Cristo é Uma vida onde você soterra os
problemas e você edifica por cima, deixando os problemas lá embaixo. José um tanto que viveu isso, porque ele tem no Egito uma nova vida. Sim. Um novo nome, Zafanate Paneia fale uma nova língua, uma esposa egípcia, uma cultura, um cargo poderoso. Aí ele quando tem o primeiro filho dele, Manassés, o nome egípcio, ele diz: "Deus me fez esquecer de toda a minha dor e de toda a casa do meu pai". Ó que interessante, porque ele não pode Recortar só o trauma que ele viveu com os irmãos. Ele vai ter que recortar toda uma fase da
vida dele. É toda a casa do pai que incluía Jacó, que ele amava o pai, que incluia Benjamim, que não fez nada contra ele, mas teve que enterrar todo mundo. É, porque às vezes para você se livrar de uma dor, você enterra a sua identidade, a sua raiz, a sua essência. Tem um seriado legal agora que tá na tá em alta que é o ruptura. E ele, não sei se você já viu rouitura, não, só viendo Chamada ali. Ele é interessante porque ele fala sobre isso. São pessoas que buscando livrar-se de dores, eles buscam apagar
certas memórias. Só que quando apaga a memória, apaga a identidade, apaga quem eles quem eles são. Por isso que nos momentos mais terapêuticos de José é quando ele chega diante dos irmãos, Gênesis 45 e ele grita: "Eu sou José". Imagina quanto tempo essa frase não saía dentro dele. Porque pros egípcios fazia Sentido. Eu sou José. Pros irmãos fazia sentido. Ele se reconecta com a sua dor porque tá doendo, mas também com a sua identidade, com a sua história. Então Deus não quer nos fazer esquecer, apagar, soterrar o nosso passado. Deus quer curar o nosso passado.
Hum. Uma coisa maravilhosa é que Jesus quando ressuscita ali em João capítulo 20, ele mostra a Tomé as marcas, a cicatrizes da crucificação. Ele não quer apagar a cruz, não. Ele para sempre é o Messias Que foi crucificado. Então eu para sempre vou carregar as marcas que eu carrego. Você para sempre vai carregar as marcas que você carrega. Isso não pode ser apagado. Isso não pode ser desfeito. Faz parte da nossa vida. Só que não pode mais ser fridas abertas, sim, mas tratadas. Sim. Então, a glória de Deus não é negar o que nós vivemos.
A glória de Deus é curar o que nós vivemos. Transformar nossas marcas em testemunhos Da graça dele, da misericórdia dele, né? É uma das coisas mais impactantes da vida de Paulo era contar o testemunho dele. Quando ele tinha oportunidade, ele contava Atos 22, Atos 26, ele contava: "Eu perseguia a igreja e lógico que isso doía, doía. Eu não sou digno nem de pregar o nome de Jesus". Mas quando ele contava, quando ele mostrava essa marca, era um testemunho poderoso. É de uma ferida que o Senhor restaurou. É como a as feridas Curadas, elas são testemunhos
de que a vida venceu a morte, né? De que um um examente não foi não foi esquecido no sentido de apagado, apagado, mas foi redimido, foi resgatado, né? Eu acho linda essa imagem da do do clímax do evangelho na redenção. A redenção é o resgate de algo que estava perdido, né? Não é, ó, é um transplante, vou jogar fora ali. Esquece restauração. Restauração, né? Essa mensagem é tão central no evangelho que Paulo chega a Nos dizer e ele ele quem mais diretamente aborda isso ali em Coríntios, que até o nosso corpo será restaurado. Hum. Uma
coisa extraordinária, né? De do pó, o que voltou ao pó voltará às mãos de Deus para ser glorificado. Porque é assim que o Senhor trabalha? Sim. Restaurando, né? Consertando, renovando. É. E uma vez eu ouvi você dizendo que a única coisa que glorifica mais a Deus ou o o restaurar glorifica mais a Deus do que o criar. Sim. Sim. Porque ele criou e ele podia ter feito um ser humano a prova de queda ou de lesão ou de ferida, né? Exato. A restauração ela ela manifesta glória para Deus. Eu eu sempre gosto de sabe que
eu gosto dos patriarcas, né? E eu gosto de usar eles como exemplo. Eh, o nome importante da Bíblia depois de Jesus é Israel, o nome do seu pequeno, que seria o nome do meu terceiro, se eu tivesse mais, quem sabe depois de Jesus é o nome mais importante Da Bíblia, é Israel. E o Senhor poderia dar essa honra de ser o Israel, o nome do povo de Deus, a Abraão. Abraão. Mas Deus falou: "Não, esse cara já tá muito, pela nossa lógica, é, tá muito, tá muito fácil, vai, vai, vai dar pouca glória." Ele transformou
Abraão em Abraão. Poderia dar Isaque, que é um menino perfeito, mas ele falou: "Não, isso é tão perfeitinho que nem vou nem mudar o nome dele. Nasceu Isaque, vai morrer Isaque." Aí Deus pega o patriarca mais bagunçado de todos, o mais problemático. Jacó, esse sim. É. Quanto mais difícil o barro, maior é a glória do oleiro. Ai, que lindo isso, né? Então, é em Jacó que o Senhor transformou Israel, né? É aí que Deus manifesta a glória dele na restauração, né? Né? Deus mandou o primeiro Adão. Primeiro Adão caiu, o Senhor faz um segundo Adão,
né? A restauração da humanidade, né? O templo e Salomão era lindo. O templo por causa Do pecado do povo foi destruído. Aíabelu tá reconstruindo o templo. O povo desanimado. Poxa, isso aí nem se compara. O outro falou falou: "Ah, é, pois eu entrei agora no negócio. E a glória dessa última casa será maior do que a da primeira." Então o Senhor ele glorifica o nome dele, né? É, quando ele restaura as nossas feridas nas mãos de Deus, elas se tornam matériapra paraa glória dele ser manifesta de um jeito muito mais mais Profundo, mais glorioso, né?
E e aí exige da gente vulnerabilidade, humildade, sim. Coragem de rasgar o Zfanete Paneia, os arfanete paneia que tá inteiro, porque o Zfanete Paneia era soberano ali, né? era o vice-re do Egito, que era o império naquela época ali, poderosíssimo. Mas há um José ferido lá dentro. É, ele teve que rasgar os afanatia para acessar o José ferido. Sim. Então, muitas vezes a gente tem que Ter essa coragem de de rasgar o Diogo construído, o Jonatas construído, né? e acessar aquele lugar de vulnerabilidade, de fraqueza, de medo, de pecado, de trauma e acessar e expor
esse lugar, né, e dizer eu sou José, né? A e a transformação de Jacó também foi assim, né? Deus perguntando a ele qual seu nome? Qual é o seu nome? Deus nunca pergunta o nome de ninguém na Bíblia. Ninguém. Eu já chega falando Moisés, ele Conhece, ele sabe antes da mãe dar o nome, ele pergunta o nome, mas ele quer que ele quer que Jacó exponha, né? É, confesse. E e aí a confissão é um processo de trazer o que tá no inconsciente pro consciente, porque Deus não precisa da nossa confissão. Sim. Confissão é para
que a gente se conscientize, é para que a gente perceba, para que a gente traga pra luz, né? De trazer iluminar o que tá no fundo do coração, né? Então, eh, esse é um Processo muito interessante, tocando naquele ponto na que você falou sobre estar em Cristo e e ter que tratar as feridas da alma, especialmente porque estamos em Cristo. É, as coisas de fato podem ser nossas por estarmos nele. Examente. Exatamente. Porque tem um tem um texto maravilhoso que que eu gosto de Pedro. Pedro escreve em Primeira Pedro, coloco também no livro esse texto,
Primeira Pedro 1:18, que ele fala assim que não foi por por coisas materiais, Com coisas materiais que o Senhor nos resgatou da vã maneira de viver que herdamos dos nossos pais. Ele fala, ele usa uma expressão grega para resgatar, que é mesmo que libertar. Hum. Ou seja, enquanto nós não estamos em Cristo de verdade, nós estamos presos a estruturas que são tóxicas em maior ou menor grau. Uhum. Pode ser a melhor família do mundo. Sim. O pecado fere. É, o pecado fere todo mundo. Adão, ele mal pecou, já estava Ferindo Eva. É, é muito interessante
isso, né? Gênesis 2, o Senhor apresenta Eva para Adão pela primeira vez. Ele tá apaixonado. Osso do meu osso, carne da minha carne, empolgadão. Adão peca, a primeira coisa que ele fala sobre ela é a mulher que o Senhor me deu. Tipo assim, ó, que o Senhor me deu, sabe? Então, desanima, há uma desconexão. Outra coisa interessante que quando que o texto Gênesis 2 termina Dizendo que ambos estavam nus e não se envergonhavam um do outro. Sim. Era uma conexão plena. O pecado entra, eles se cobrem um do outro, não é de Deus. Porque quando
Deus vem, ele se esconde atrás das árvores, dos arbustos. A princípio, a folha de figueira é para cobrir um do outro. Vergonha, perdeu intimidade, perdeu conexão, separação. O pecado não nos separa apenas de Deus, nos afasta um do outro. Éura, nos esconde um do outro, né? nos deixa Desconfiados um do outro. Desconfiança é o contrário da confiança, da fé. E a gente só ama de verdade quando tem fé, porque o amor tudo crê, né? Então quando a gente para de crer, a gente não consegue mais amar, entregar o coração. Então por que eu tô falando
isso? Porque toda família fere. Sim. Eu cito uma psicóloga americana, a Virgínia Sati, que ela dizia que as famílias são as fábricas das pessoas. Sim. Mas se a fábrica tiver Com a forma errada, ela vai deformar. Em menor ou maior grau, todos nós somos deformados. E a única forma da gente ser curado das deformações que nossos pais não se fizeram e que nós fazemos também nossos filhos por causa do pecado, é Cristo. Bem intencionados. Bem intencionados. É Cristo que é a forma. É. Então, na verdade Cristo é quem nos chama para questionar, né? Questionar. Vou
dar um exemplo. Eu gosto de exemplos práticos Para ilustrar. Então, eh, digamos que eu sou uma pessoa pouco carinhosa, na minha família ela não teve carinho, de pouco diálogo, de pouco contato físico. E para mim isso é normal. Eh, eu escito outro psicólogo que é o Solomoneste, que ele fala assim que no atribo de canibais, o canibalismo não só é aceito, como é desejado. A gente se acostuma. Sim, a gente se acostuma a qualquer coisa. Então a gente, eu, eu me acostumo com esse padrão, né? Eu acho que isso é normal. Quando eu chego em
Cristo, que olho para um Jesus que toca nas pessoas, um santo que toca, que pega criança no colo, né? Que fala com amor, que olha nos olhos, que pergunta a um amigo: "Você me ama?" Olha que coisa profunda. Hoje a gente tem coragem às vezes de dizer: "Eu te amo, mas perguntar: "Você me ama?" Olha que coisa profunda, Johnny. Olha que, olha que outro padrão. É outro, é um outro padão. Quantos de nós temos coragem de perguntar o pai e a mãe: "Você me ama?" Mas em Jesus a gente aprende a ter, eu falo sobre
isso no livro, conversas profundas, diálogos restauradores. Então é ele quem quebra as nossas formas e nos reforma. Sim, né? Nos chama para uma vida saudável. Nossa, que profundo isso. Profundo. E e eu percebo assim que é um dos grandes problemas, não acho que só Da nossa geração, porque a gente tá vendo isso desde Adão, né? Sim. Mas a ferida tem uma capacidade de roubar da gente a nossa verdadeira identidade, né? Ela tem um um um poder de criar disfarces, de criar paneia. Usa fenate paneia. É o Adão atrás de folhas de figueira. São roupas que
a gente vai tentando colocar para tentar de alguma forma lidar com aquele passado, com aquela ferida, com aquela vergonha, com aquela área de nudez que nos incomoda. Então a gente encontra caminhos. Só que como você tava dizendo, essa ferida rouba a identidade. E roubando a identidade, roubando a essência, a gente já não sabe mais quem é. E quem não sabe quem é, quem está de alguma forma desconectado da sua essência, vai ter muitos desafios, tanto emocionais, porque as emoções elas ficam um caos, elas trabalham em busca da identidade, né? As emoções de alguma forma elas
estão a serviço dessa busca pela pela Identidade. Elas são servas da identidade, né? Só que além dessa desconexão da essência, da identidade, essa desconexão da essência e da identidade é uma desconexão de propósito também, porque se eu não sei quem eu sou, eu não sei para onde eu tô indo. E se eu não não sei para onde eu estou indo, eu não vejo um futuro de esperança. Então eu vou ter ansiedades assim num nível muito desproporcional. Os sentimentos eles vão Vazar de forma muito profunda, como você diz. Eu acho que isso explica muito desse contexto
da crise de saúde mental que a gente que a gente vive na nossa geração, porque a gente tem dificuldade de entrar nesse lugar profundo. Eu acho que quanto mais o tempo passa, mais superficial o nosso estilo de vida vai nos tornando. Quanto mais superficial o nosso estilo de vida nos nos forma, nos deforma, mais dificuldade a gente tem dificuldade De mais dificuldade de acessar esse lugar. E aí você tava falando sobre conversas profundas, profundas, conversas difíceis e eu queria que você aprofundasse esse tema, porque eu particularmente tive muita dificuldade ao longo da minha vida. também,
J. Nós somos gêmeos. Então, como por exemplo, alguém que tá nos acompanhando agora e tá percebendo, poxa vida, eu esqueci realmente uma parte de mim lá atrás e eu achei que o Tempo resolvia, mas eu percebo que não resolveu. E hoje eu me sinto como como José. José ali vendo sentimentos aflorados e muita coisa desconectada, muita coisa que não faz sentido. E aí, como fazer isso? Primeiro lugar, eu penso que a gente é bom a gente dar um passo atrás e pensarmos um pouquinho mais sobre essa questão dos padrões que nós recebemos. Hum. Porque muitas
vezes o silêncio, o não Conversar, é um dos mais terríveis padrões familiares que a gente recebe, sabe? Eh, a ferida de de José e dos irmãos começa com Jacó, preferindo um dos filhos. Mas se você for olhar, Jacó faz isso porque na casa dele também era assim. Isaque preferiu Esaú e a mãe preferiu ele. Isaque também faz isso porque Abraão preferiu Isaque e dispensou os outros filhos. Abraão não conversa muito com Isaque. Isaque, por exemplo, não fica nem sabendo quando Abraão vai escolher uma uma esposa. Ele só vem só recebe o pacote pronto. Abraão vai
levar Isaque pro monte no caminho. Eles não conversam muito, trocam poucas palavras. Eh, Isaque também não conversa tanto com Jacó e com Esaú. Jacó não conversa direito com os filhos. Então, há esse padrão de pouca conversa, de pouca conexão. E muitas vezes achamos que isso é Normal. Sim, mas não é normal. O padrão é Jesus, que eu vou falar sobre ele já já. Eu vou mostar como ele fez o padrão. Então, o padrão não é meu pai, não é minha mãe, não é meu avô, mas que eu admire eles, por mais que eles tenham coisas
maravilhosas, o padrão não é esse, o padrão é Jesus. Então, José, ele vai ser curado e o processo de cura dele é demorado, não é do dia paraa noite. A primeira conversa foi muito boa para ele, mas os irmãos ainda demoraram de Serem curados. Foram curados capítulo 50. Eu explico isso no livro. É, eu lembro quando você falou isso para mim, eu eu nunca tinha percebido esse detalhe como aquilo ali mudou minha vida. Mudou minha vida. Capítulo 50, porque é um processo de muito tempo, de maturações, de conversas. E aí tem alguns desafios. Por exemplo,
quando o José começa a conversar com os irmãos, ele perde o controle emocional por um momento. Ele Chora muito, ele chora muito alto, os irmãos ficam emudecidos em primeiro e primeiro momento. Eles não conseguem falar nada. Depois tem também a questão das acusações que foram feitas por José antes. Entre eles também Ruben acusa os irmãos. Ou seja, a conversa difícil, ela tem muitos desafios, mas são necessárias. Navegar em corações feridos, né? É navegar em mares turbulentos, mas a gente tem que Navegar rumo a à paz. E aí entra Jesus e eu falo sobre ele, o
modo, ele é o modelo perfeito de tudo. E olha o que ele faz, né? Pedro foi avisado pelo Senhor. O Senhor tentou conversar com Pedro sobre isso. Ele chamou Pedro na ceia e falou: "Satanás pediu peu, peu. Simão, Simão, ele chama até de Simão para poder lembrar quem Pedro era na origem. Simão, Simão, Satanás pediu todos vocês Para vos sirandar, né? Vos provar como trigo. Mas eu roguei ao Pai por ti, olha que privilégio é por você, para você não desfalecer, paraa sua fé não enfraquecer. Mas Pedro ainda orgulhoso e maturo, não gostou? Não, senhor,
eu não, não. O senhor avisou, tentou conversar, Pedro disse: "Tô pronto, tal". Pedro não captou a profundidade daquilo e caiu. Pedro foi superficial. Foi superficial. Caiu e se feriu profundamente. E ele se feriu Profundamente. Tanto que a gente começa João capítulo 21 e é e ali tem tem um sintoma de alguém ferido, porque do nada Pedro fala assim: "Vou pescar". Uhum. E tá é uma, é aquele aquele aquela coisa repentina da fuga impulsiva de quem tá com vazio, tem algo preso no peito, né? E aí de manhã cedo aparece o Senhor na beira do mar
chamando, é os discípulos. Pedro se esconde a princípio, tá? Ele até foge talvez para para um lugar de segurança do passado. Segurança do Passado. Exatamente isso. Só que aí Jesus chama Pedro para uma nova conversa. Olha como as conversas são importantes. É. E aí ele tem, ele traz alguns princípios muito legais sobre conversas profundas. Observe, John, que Jesus ele toca no passado de Pedro. Hum. Porque precisa tocar no passado. A gente quer ter uma conversa, tipo assim, digamos que Deus nos livre, nos guarde, mas a gente teve um problema, uma briga, Uma mágoa surgiu entre
nós. Aí depois a gente se reencontra e eu fingjo que nada aconteceu. Você finge que nada aconteceu. Não, não trata. É, eu tenho que tocar, eu tenho que expor. Só que o Senhor faz de uma maneira muito sábia. Ele pergunta Pedro três vezes, porque aquilo para Pedro significava as três negações. E Pedro falar que Pedro na terceira vez ele se entristece. É, ele se entristece porque E é natural. E aquela tristeza era necessária, necessária. A conversa profunda. A gente não quer entristecer porque a gente acha que vai piorar o problema. Fale mais você. Não é
isso aí. A conversa profunda necessária para curar, ela começa entristecendo muitas vezes. Só que observe que o Senhor ele vai tocar no passado se fixando no presente, porque ele fala: "Você me ama, você me ama é presente." É. Aí você me amou, Você me ama. Isso é profundo. Já tratei de muito casal assim. É. Tá ali aquela. Ah, porque ele fez, ela fez, ele fez, ela fez, ela fez. Aí eu faço a pergunta no presente. Vem cá. Você ama ela no presente. Você ama ele aquele ama no presente de é forte. Poderoso. Jesus toca no
passado, mas se fixa no presente. Você me ama. Conversa profunda. A gente toca no passado, mas a gente enfatiza a mudança, a restauração que estamos buscando, as evidências de Arrependimento. Sim. O presente não tá correndo risco no presente. E aí, mais do que isso, ele aponta pro futuro com esperança. Você me ama? Ó, prime. Ó, primeira coisa, tocou no passado com as três repetições. Você me ama presente e o final apacenta as minhas ovelhas. Futuro tem um caminho pra gente. Há futuro, a esperança. Porque não existe força na alma para até pr pra alma se
ser restaurada. Ela precisa de força, de Energia. E a nossa força é esperança. É Paulo fala que tem um tripé que sustenta a alma humana, né? A vida humana. É fé, amor e esperança. Sem esperança a gente não tem força vital. Então, se a gente vai ter uma uma conversa onde não há futuro, eu não tenho ânimo, não tenho força. Então, a gente precisa ter uma conversa que a que pontue os erros do passado, se fixe sendo presente, mas aponte pro futuro. Imagina como Pedro foi restaurado Ouvindo aquilo. O quê? Apacenta futuro. É, tem futuro
para mim contigo. Ai, que lindo. Tem futuro. Tem só passado, não. Tem futuro para você comigo. É, eu toco no seu passado justamente para você ser inteiro, né? Outra coisa importante numa conversa profunda é manter objetivo em mente. Hum. Tivemos, tivéssemos que resumir a conversa de Jesus com Pedro numa palavra sobre, sobre o que é essa conversa? Sobre amor. Sim. Tu me amas? Amo. Me ama. É sobre isso. E e até o Destino, né? É cuida, exida amor. Então a gente tem que o às vezes o problema é que o mar de emoções é tão
turbulento, é que a gente vai ter uma conversa profunda, a gente começa por aqui com objetivo e a gente se perde. Hum. Então, por isso que é muito importante a gente não conversar apenas com a nossa sabedoria, mas confiando no Senhor, sendo cheio do Espírito Santo. Senhor, me me capacita, me dá tua graça para que eu possa ter uma conversa que construa. Uhum. Né? O objetivo da minha conversa é tratar, é curar, é sarar, é reconectar, é restaurar, é confrontarse necessário. Mas eu tenho, eu tenho um objetivo, tão ancorado em palavras como perdão, arrependimento, novo.
É, até escritório aos Hebreus vai falar que a esperança é a âncora da alma. Então eu tenho que estar ancorado na esperança, na restauração, no que Deus tá fazendo. Não é sobre um uma prestação de contas assim nos mínimos Detalhes do passado. A a o objetivo da conversa difícil não é o pagamento de uma dívida. O objetivo é a restauração. É a restauração. Perfeito. E outra coisa, John muito legal é o seguinte. Às vezes a gente quer ter uma conversa difícil onde a gente quer dar uma palestra pro outro, um monólogo. E eu pergunto, quem
poderia com mais autoridade dar uma palestra, quer dar uma lição de moral para ele aprendão do que Jesus, cujas palavras são espírito e Vida. Entretanto, numa conversa restauradora, como você mesmo constrói isso muito bem, são dois lados que tem que se conectar. É. E para dois lados se conectarem, eles têm que estar abertos, né? E os dois têm que falar, tem que expor. Jesus faz questão de ter um diálogo com Pedro. Tu me amas? Ele responde: "Senhor, tu sabes o Senhor sabe de todas as coisas". Ó, o coração tá sendo exposto. É. Então, essas conversas
não podem ser monólogos, é, Tem que ser diálogo. E é interessante como dentro dessa figura da da cura, da costura, né, da da restauração, nunca é de cima para baixo, né? Se é de cima para baixo, se é do lugar de de um um autoritário aqui, um senhor da razão e o outro que está embaixo agora em dívida. Aí isso é é uma cicatrização que não é adequada. Uma ferida para ela ser costurada, ela tem que tá nivelada. Então Jesus desce até o lugar da ferida de Pedro, né? Ele não está confrontando De cima para
baixo e tal. Você fez isso, agora você vai ter que reconer, mas não era o objetivo dele. Podia. O objetivo era restaurar uma relação. É, né? ela restabeleceu o vínculo perfeito que é o amor, né? É, sim. Porque às vezes a gente trata as conversas difíceis como uma cobrança de uma dívida e não como a restauração de uma relação, né? Exatamente. E aí, se a gente tá ancorado na dívida ser paga, só Cristo vai poder fazer isso. Então, se a Conversa difícil é: "Ó, você você deixou faltar isso e isso e isso e isso". E
o objetivo, a âncora é a dívida, é o pagamento da dívida, não tem restauração da relação, né? Agora, se ele desce como Cristo desceu ao lugar da ferida de Pedro e tá ancorado na esperança, isso é profundo demais. Perfeito, perfeito. Eu defendo no livro que às vezes algumas relações elas não poderão, por motivos práticos, como por exemplo, pessoas que se divorciaram e casaram de novo e tal, Não poderão ter o mesmo status de outrora. Então, nem sempre é sobre restaurar uma relação como ela já foi. Exato. Mas tem que restaurar o coração. Exato. No caso
como esse, por exemplo, de de pais, pessoas divorciadas, elas têm tm um filho às vezes. Se a mágoa entre esses ex-cônjuges, essa mágoa vaza e influencia profundamente esse filho, de alguma forma, ele sente esse clima de Disputa de vida. as palavras e eu falo muito sobre como as palavras vazam, o que elas fazem. Então eles, ainda que nunca restaurem esse casamento, por não ser possível, enfim, eles têm que restaurar o coração. É, entendeu? O coração tem que ser restaurado, o perdão tem que ser estabelecido, a paz tem que ser estabelecida, né? Então, mesmo quando o
outro não conseguir fazer esse movimento também no meu sentido de restauração, eu Preciso ter o movimento à luz do Senhor pela graça de Deus, à vezes tendo uma cura mediada. Eu falo sobre isso também no livro, para que o meu coração seja curado. Então, a o meu coração precisa ser tratado, sabe? precisa estar em paz, precisa estar íntegro de novo no Senhor. Sim, que profundo isso. E o caminho da cura vai passar pelo perdão, sobretudo quando a gente tá falando de José. Perdão. Sim. Sim. Esse perdão acontece e você falou algo que mexeu muito Profundamente
comigo. Esse perdão não foi um um perdão instantâneo em uma conversa. Ele foi um caminho, ele foi construído. E aquilo mexeu profundamente comigo porque eu nunca tinha entendido perdão com a profundidade que você aborda no livro. E e eu queria que você falasse sobre isso, porque talvez muitos de nós estamos lidando com questões que a gente diz: "Não, eu já perdoei porque eu decidi perdoar. Eu disse: "Eu te perdoo". Mas Esse processo talvez pulou alguma etapa e lá no coração a restauração não aconteceu. Como que esse processo acontece de forma completa? E por isso que
a gente tem que construir uma visão muito bíblica do que o perdão é um santo remédio, mas você mais do que eu sabe que se um remédio não tiver os compostos necessários, ele não é eficaz. Se não tiver os princípios ativos, né, ele não é eficaz. Ele é ineficaz até tóxico às vezes. Então, às vezes tem Alguns tem perdão sendo construído de uma maneira errada. Hum. A começar do que que a gente falou, né? A pessoa quer esquecer, acha que perdoar nome de esquecer. Sim. Ah, eu vou eu vou enterrar isso aqui, não vou tocar
nesse assunto. Inclusive, Deus quem pensa, né? Deus perdoa sim. Uhum. Por exemplo, Isaías 43:25, ele diz: "Eu perdoo os seus pecados e das suas iniquidades, já não lembro mais". Mas isso não quer dizer que ele tem amnésia, é, quer dizer Que ele não vai usar mais os seus pecados contra você, mas ele lembra de tudo. Ele resolveu perdoar. Na verdade, só perdoamos porque primeiro lembramos. Sim. Por exemplo, a parábola que eu acho que melhor ilustra, ensina o que é perdão é Mateus 18, a parábola daquele rei que perdoa o servo, né, que devia muito a
ele. E ele só vai poder perdoar o servo porque primeiro ele pediu contas. Ele lembrou da dívida. Ah, você me deve Isso. Sim, agora eu vou poder perdoar. Então, primeira coisa sobre perdão é a gente entender que perdão não é esquecer. Perdão é relembrar e tratar. Não é negar que existe uma dívida. Perdão é relembrar. Antes de perdoar você relembra. Sim. Antes de perdoar você traz. Ó, tem esse problema aqui, ó. Entendeu? Não adianta. Isso aí a chama na psicanálise de reprimir. É quando você quer empurrar sem tratar, mas o que é reprimido corre como
rio Dentro de você. É lá dentro. Você não pensa, mas tá tipo machucando, entendeu? É trazer. É ao contrário. O rei perdoou quando ele ó, levanta a dívida dele aí. Lembra o que ele deve. Ah, ele deve tudo isso. É, agora eu posso perdoar. Primeiro eu lembro o que você fez. Você lembra o que eu fiz? Agora a gente pode perdoar. É. E aí tem uma questão que é que eu acho que é a pior coisa que a gente tem falado sobre perdão às vezes, né? Não, nunca a gente Tem falado, mas assim que se
fala, né, sobre perdão. É o seguinte: perdoe para se curar. Hum. Perdoe não por ele, aquele miserável, que ele se exploda, mas para você ficar bem, para você ter saúde no seu coração, você tem que tirar isso de dentro de você. Libera aquele infeliz, não é por ele, não é por você, por você. E aí é um perdão sem o seu principal composto ativo, que é a compaixão. Hum. Não existe perdão sem compaixão, Joh. Olha a parábola. A parábola é o seguinte, ó. O rei cobrou a dívida do cara. O cara devia uma fortuna pro
rei, uma soma exorbitante, impagável. Aí o rei disse: "Ah, é, mas então tem justiça para você. Você vai eh ser vendido como escravo. Sua esposa, seus filhos vão ser escravos também. Tudo o que você tem vai ser vendido para amenizar a dívida". O homem se desespera. Aí o texto diz em Mateus 18:27. Então o senhor daquele servo vendo Naquela forma teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir. O perdão nasce da compaixão. O perdão nasce quando eu olho para quem me ofendeu, para quem me deve. Ofensa na Bíblia é dívida, né? Para quem
me ofendeu, para quem me deve. E por um momento eu tiro o olho do que ele me deve e olho para ele e vejo a miséria dele. Aquele aquele rei não ganhava nada em perdoar. Ele tava perdendo uma fortuna. Não tava perdoando para ficar Melhor, para se sentir bem. Meu Deus, que profundo isso. Ele tava perdoando porque por um momento a miséria, a miséria do homem na frente dele pesava mais do que a dívida. Esse homem tá destruído. Não aguento ver esse homem destruído assim. Então o perdão nasce quando você olha para quem te ofendeu
e você vê nele um miserável pecador, alguém que sofre com seus pecados. Entende? Deus não nos perdoa para se sentir bem. Uhum. Salmo 1038 fala que o Senhor perdoa porque ele é cheio de compaixão. Efésios 4:35, Paulo fala: "Perdoem-se mutuamente uns aos outros com porque vocês têm um coração compassivo e misericordioso, né? Então o perdão nasce da compaixão. E aí quando você aplica um um perdão autocentrado, não funciona. Uhum. Não funciona porque falta compaixão e ele é ineficaz pro outro e para você. Porque como é que o perdão nos cura? O perdão nos cura porque
ele nos liberta de uma das coisas que mais nos ferem, que é a sensação de injustiça e de impunidade. Hum. Entende? Sim. O perdão verdadeiro, que é esse compassivo faz você enxergar que, na verdade, existe justiça. É por existir justiça que você vai perdoar. É, você vê o mal sendo colhido ali, é, você vê que aquela pessoa tá afundada nos seus pecados, na sua maldade, tá perdida. Lembro de uma Pessoa que eu aconselhei uma vez, uma mulher que ela tava muito magoada, muitos anos com homem que ela achava que não era suficientemente punido pelo que
tinha feito com ela e com outras pessoas. Aí a gente começou a conversar e a gente começou a vamos analisar como é a vida dele, como são as relações dele, o que que ele colheu. E de repente ela começou a olhar para aquele miserável que tinha feito tanto mal, disse: "Rapaz, a vida dele é destruída, A vida dele, olha o que ele colhe. Olha que miséria." Olha que miséria. Alguém fala assim: "Ah, não, Diogo, mas eh essa pessoa que me fez mal tem a consciência cauterizada. Pior é porque se a consciência fosse que miséria de
vida. ciência fosse sensível, tava melhor. É, se tá cautizada, tão pobre que nem sentir o peso dos seus próprios pecados, ele não consegue sentir. Você tá calterizado, ele tá igual Romanos, capítulo 1, entregue a sua maldade, Estágio, indo de mal a pior, indo pro inferno. Ai meu Deus, cara. Entendeu? Então assim, o perdão nasce quando eu olho para essa pessoa e vejo ele um miserável. José, ele olhou pros irmãos em aflição ali, diz: "Nossa, esses caras estão sofrendo porque desde o capítulo 42 eles estavam ali, nós somos culpados, nós somos culpados". Já começou a perceber
que, na verdade, aquela visão que ele tinha dos irmãos poderosos que logaram ele, não eram Coitados, eram miseráveis, invejosos, sofredores, carregavam uma culpa terrível, uma rejeição terrível do seu pai. José enxergou isso. Ele disse: "Não, eu vou ser gracioso com esses caras". Olha como eles estão em miséria, entende? Então, perdão. É isso. É ver a miséria do outro. Tem que ter compaixão. Que profundo. Que profundo. E você mencionou até no no livro e e naquela ministração, eu me lembro que Isso mexeu muito comigo, que no primeiro momento, no primeiro diálogo de José, ele ele não
diz para os irmãos: "Vocês me fizeram mal?" Isso é ficou uma ponta ali para ser resolvida. Ficou ficou de Olha, olha que interessante, J. Isso é muito, acho que uma das coisas que eu mais gosto nesse livro é essa. Isso é muito legal porque eh José tava bem intencionado. Sim. Ele tava com muita misericórdia. E aí quando tava com muita misericórdia, Ele foi comunicar o perdão que tava brotando ali, mas ele comunica da forma errada. Uhum. E a linguagem ela é importante. Provérbios 18:21. Vida e morte estão no poder da língua. Então, transmitir com as
palavras certas é importante. Sim. E quando ele foi transmitir esse perdão, tentando aliviar pros irmãos, ele não perdoou, ele desculpou os irmãos. Lá em Gênesis 45, você vê que ele ela fala assim, ó: "Não se aflijam, porque eles estão com medo, Eles estão culpados". Eles falam: "Não, não se recriminem. Não se recriminem. Não se culpem." né? Não se culpem por terem me mandado para cá. Na verdade, não foram nem vocês. Sim, foi Deus que me mandou para cá. Não tirem a culpa. Mas pera aí, se eles não têm culpa, eles são inocentes? Sim. Fizeram de
bom coração. Fizeram porque estavam querendo cooperar com o plano de Deus? Claro que não. Fizeram porque tava odiando José quando fizeram. Aí José Dão, desculpa. O Texto fala quando o José fala isso, eles se calam. Uhum. Eles se calam porque eles precisavam de perdão. Porque a consciência eles não precisavam de desculpa, não. Desculpa é para quem é inocente. É, desculpa é para quem não tem culpa. Você não tem culpa, você é inocente. Então eu te desculpo. É, quem tem culpa é só o perdão. Perdão. Tem uma consciência gritando. E não existe perdão sem consciência de
culpa. Exatamente. Tem uma consciência Gritando. É mesmo quem não conhece a Deus. Romanos 2:15 Paulo fala que em todo ser humano há uma lei da consciência que tá ali cobrando, buscando justiça, justiça. E se ela não vier, eu me autossaboto. É, eu me eu me puno, porque a minha mente fica ali buscando justiça. E, e o perdão cobriria a justiça. Mas desculpa não, porque a desculpa é uma mentira. E a mentira não liberta. João 8:32. Conhecereis a verdade e só a Verdade te libertará. Então, quando José desculpou, vocês não têm culpa. Eles ficaram aqui, ó.
Tá, rapaz. E agora? Ele disse que a gente não tem culpa. Sabe o que aconteceu? Passou 17 anos. Meu Deus. Quando Jacó morreu, os irmãos estão apavorados, dizendo entre eles: "Agora José vai se vingar de todo o mal que ele fez." José tinha perdoado, mas os irmãos não receberam perdão, porque na hora de comunicar ele comunicou uma desculpa. E aí, e aí é interessante que eles eles não tem nem coragem de de usar pessoalmente. Eles mandam uma mensagem, eles dizem eles, né, que foi o pai que deixou a mensagem. Eu acho estranho de o pai
deixar a mensagem porque o pai não falaria com José diretamente, né? Sim. A mensagem era para José. Era para José. O pai falou com José tantas vezes, mas deixou uma mensagem com os irmãos. Enfim, se é verdade ou não, a mensagem deles é uma profunda confissão. É porque Na mensagem o pai supostamente fala assim: "Ó, José, meu filho, eu peço que você perdoe os seus irmãos". Eu estão pedindo perdão, ó. Táendo, ó, a desculpa não funcionou. É, perdoe os seus irmãos, porque eles cometeram contra você crime, pecado e grande maldade. Meu Deus. Olha o que
os irmãos estão dizendo. Que eles estão mandando um recado. Nós cometemos contra você, José, crime, pecado e grande maldade. Nós Precisamos de perdão. Aquela conversa lá há 17 anos de que a gente não fez maldade nenhuma, que a gente não tem culpa, né? Não se culpem, não funcionou, estamos atormentados. Eles chegam a falar assim, Jó, nós somos seus escravos. É, homens que eram livres, sim. Mas se sentiam escravizados por aquela culpa. Culpa escravus escravos. Cometemos crime, maldade, grande pecado. Aí José entendeu. Hum. Entendi o que aconteceu. Tanto que o texto vai dizer pra gente que
ele vai falar agora segundo o coração dos irmãos. Hum. Ele entendeu o que o coração deles precisava. Aí ele fala assim, ó. Aí ele fala assim, ó. Vocês planejaram mal contra mim. Era tudo que eles precisavam. É, vocês planejaram o mal contra mim. Agora ele disse: "Sim, vocês me fizeram mal." A cor isso mesmo. É verdade. Vocês fizeram mal, mas Deus transformou o mal em bem. Deus foi gracioso comigo. Eu vou Ser gracioso com vocês. Agora é perdãoo. Meu amigo, agora é perdão. Meu Deus. Meu Deus. Diogo, eu não vejo a hora de de poder
mergulhar nesse livro aqui, porque só conversando aqui eu já me sinto profundamente profundamente inspirado, mexido, coração queima aqui, mexe em coisas muito profundas. E eu queria agradecer a Deus pela sua vida e por todo o depósito que o Senhor tem feito na sua vida para ser Um instrumento de cura realmente para corações. E sei que esse livro é uma dessas expressões e eu queria encorajar todo mundo que tá aqui nos acompanhando a adquirir, não apenas para você, mas fazer desse aqui um presente, um um recurso realmente de graça do Deus. gracioso para costurar, para restaurar
corações, identidade, propósito. E eu não tenho dúvidas que esse livro aqui é resposta paraa nossa geração, pro nosso tempo. E eu queria encorajar você a Adquirir, o link vai tá aí na descrição, para você poder adquirir os seus. Não vou nem falar o seu, porque eu quero muito que você presente também alguém. E ele também é legal, Johnny, pra gente eh, para quem quer se capacitar. Sim. Eu propõho um diálogo com a psicologia, né, numa visão submissa à palavra de Deus, né, a gente faz uma tradução, uma integração legal. Não é e e é um
livro extremamente prático para quem quer ser curado e para quem quer ajudar outras Pessoas também, para grupos de estudo, para pastores. Pode ajudar muito assim a ter percepções que vão ajudar nessa caminhada. Sim. Fica um um um uma dica até para você, para você fazer isso em grupo, para você fazer isso com a sua igreja, com o seu pequeno grupo aí, porque você pode ser, sem dúvida nenhuma, um instrumento de cura para muita gente. E eu não tenho nenhuma dúvida que esse livro aqui é resposta de Deus para nós, paraa nossa Geração. E eu estou
muito feliz por vê-lo aqui publicado, por estar disponível para todo mundo poder adquirir. Diogo, obrigado. Obrigado pelo seu coração. Obrigado, meu irmão. Eu não tenho palavras para te agradecer. É especial demais. Eu não tenho palavras. Você é um presente da graça. Eu tenho pregado muito sobre graça, né? Ent compreender a graça. E você é uma expressão da graça de Deus na minha vida. Você é instrumento de cura para Mim, sabe disso. Se você para mim. Eu me emociono até de de falar de você é um irmão e e obrigado, viu? Obrigado por ter vindo, obrigado
por participar mais uma vez e por abençoar não só a minha vida, mas de todo mundo tá acompanhando ali. E aí, ó, você agora tem algumas responsabilidades a partir dessa dessa conversa aqui. Uma delas é fazer esse conteúdo chegar em mais pessoas, porque ele pode ser cura. Você tem noção de que palavras que foram ditas aqui, né, como A gente estava dizendo, esse poder de uma palavra bem colocada que desnuda ali, que desvenda e abre caminhos profundos no coração. Então você pode ser responsável também por abençoar a vida de alguém, por ser um canal de
graça, compartilhando, curtindo e fazendo esse conteúdo chegarem mais pessoas. Fica mais um. Não, aí não é nem um conselho, só é, ó, isso aqui você tem que fazer, ir lá acompanhar o Diogo nas redes sociais dele, canal do YouTube. Toda semana tem uma pregação nova lá que ele prega na igreja Lírio e eu maratono lá. Amo, amo, amo. É sem, sem não, não é para puxar o saco aqui não, porque ele sabe que é verdade, tem provas disso, mas eu faço isso assim com com muita alegria no coração de acompanhar sempre que sempre que posso.
E acompanha lá no YouTube, acompanha lá no Instagram e fica por dentro lá de tudo que tá acontecendo, tudo que Deus tem comunicado ao coração do Diogo. jogo é Preciosíssimo, é um presente de Deus pra nossa geração. Então, acompanha ele lá e também adquira aí o seu livro, porque eu tenho certeza, ó, eu faço. E o prefácio é o melhor do livro. Ah, o prefácio deu uma baixada no nível aí. O prefácio é o melhor do livro. Mas, ó, não desiste no prefácio, não. Leê, lê o livro até o final, pode ter certeza que vai
valer muito a pena. Eu eu dei uma dei uma atrapalhadinha aqui no livro tem muito na qualidade do livro com o meu prefá, Muito muito de você. Mas que honra, que honra poder escrever o prefácio desse livro e poder hoje estar com ele aqui em primeira mão. É o primeiro, é o primeiro exemplar aqui, ó. Tá aqui comigo. É meu. Tem até dedicatória, mas pede aí o seu também porque eu tenho certeza que vai abençoar muito, muito, muito a sua vida. Obrigado, obrigado por você ter acompanhado até aqui, Diogo. Eu não tenho palavras. Te amo,
meu irmão. Gratidão eterna. Te amo. Obrigado. Obrigado você e que Deus continue abençoando você, a família toda, nana que tá aí, as crianças que ficaram lá na Bahia, toda a igreja e todo aquele povo que amo muito e que fica aí o convite para você tá passando em Salvador, vai lá conhecer a Igreja Lírio e não esqueça que toda emoção é um convite para oração. Saúde mental é pensar o que Cristo pensa, sentir o que Cristo sente, porque você é uma cópia de Jesus. Deus abençoe você e até o próximo Divinamente Podcast. Diogo, amo. [Música]