Deixa eu te dizer uma coisa bem sincera e revolucionadora. Há muito mais tolerância e diversidade na igreja do que na universidade. Sim. [música] >> Se você pegar numa igreja e disser: "Nós vamos fazer aqui um evento sobre criacionismo versus evolução, [música] faz-se. Mas se você fizer na universidade, o problema é grande, porque a universidade quer o quê? A diversidade Chegar con não é, mas a diversidade pressupõe pessoas que pensem diferentemente, [música] pessoas que pensem de forma >> que são ouvidas, >> que são ouvidas. Então assim, que diversidade é essa que é que só é possível
se for da mesma coisa? [música] Isso não é diversidade. Como que nós podemos preparar os nossos filhos para essas adversidades que vão vir, né? >> [música] [música] [música] >> Fala galera, Cop Gonçalves por aqui para mais um Disascop podcast, essa mesa abençoada de comunhão aqui. Hoje tem um cohost aqui comigo. >> Olha só, >> Gui. >> Eu >> Obrigado. Você tá aqui? >> Muito bom. Tá aqui, >> porque hoje nós vamos falar hoje um Pouco sobre teologia, estudo apologética. Nós vamos ter um papo maravilhoso. Você já sabe quem é meu convidado porque você clicou aí
no link, você já viu aí na tamb. Nós vamos ter um papo muito legal. Mas antes da gente começar, queria te incentivar a comentar, se inscrever aqui no canal e a pegar esse link e mandar para uma galera, sabe? Aquilo que tem mexido com você. Não deixa parar em você, não. Manda para outras pessoas aí para mais Pessoas terem acesso, serem abençoados por esse conteúdo. Beleza? Então vamos embora. podcast de hoje, [música] Tassos, obrigado você tá aqui. >> Minha minha alegria, agradeço imensamente por este convite. >> Satisfação. >> Muito bom. Muito bom. Você tá lá
em Natal? >> Sim, eu sou de Natal. >> Pô, terra boa, hein? >> Já teve lá? >> Hum, várias vezes. Muito de férias, né? É, é um lugar, é uma cidade muito bonita, né? >> Frias. Meu Deus. Eu lembro que a gente ficou 10 dias em Natal e a gente foi assim, cada dia em um lugar e tem uma infinidade de lugares para visitar. Eu lembro que a gente foi lá numa lagoa da Coca-Cola, uma lagoa no meio do mato assim que era ficou preta, né? Por causa acho que do mangue, não sei. E aí
era Com a água preta assim. Então tem muito lugar legal lá. Muito bom. >> E você curte assim a cidade tal assim ou acaba aqui? Dá tempo. É, [risadas] >> você sabe que eu acho que no Brasil as únicas pessoas que curtem o mar mesmo assim são os cariocas, né? >> É, né? Eles tem prática de >> eles vão diariamente, né? >> É. Lá no Nordeste as pessoas vão esporadicamente, mas não é uma prática diária aí deveria ser. >> É >> porque a água é morna, tal, né? >> É melhor água. Eh, muito muito abençoado
mesmo o aspecto da beleza natural nordeste brasileiro. >> Mas então você não é aquele que vai diretão, né? >> Não, a gente não vai muito ao mar não, mas tem a questão de olhar pro mar. Lá em Natal você tem a via costira, você anda, tem todo o mar ali, tem esse aspecto também de você estar num Ambiente muito bonito, faz tempo. >> É muita contemplação, né? >> Deixa fazer uma pergunta. Eh, a gente tá aqui com, né, eu sempre peço para colocarem para mim o currículo do meu convidado, né, ou a biografia, né, e
você tem assim muitos eh muitas formações, né? Eh, eh, v, por exemplo, aqui, ó, eh, você ocupou vários cargos, né? Obteve seu doutorado em educação, matemática lógica na UFRN lá, né, Rio Grande do Norte, mestrado em filosofia Analítica pela Universidade de Success, eh, no Reino Unido, eh, em 99 você fez pós-doutorado em Apologética Cristã. Eh, então assim, muitas formas, quando é que foi um despertamento para você, pro mundo acadêmico, assim, quando é que você entendeu isso, >> rapaz? Era o que eu sabia fazer, o que me dava prazer intelectual, uma caminhada de descobertas. E eu
fui naturalmente me envolvendo nessas áreas. Aí às vezes quando eu Pensava em desistir, mas aí já tinha terminado, não dava mais para desistir, né? que ter concluído já o curso e foi feito assim, na época eu não era cristão, grande parte dessa formação não fiz como cristão, não tinha um propósito, um sentido, mas era algo que me dava bastante prazer interual. >> Mas a sua meta era ser o quê assim quando você tava nessa antes de te se converter? >> Olhe, a minha trajetória acadêmica, ela Não é aconselhável a ninguém. >> É, por quê? porque
ela é em áreas totalmente diferentes. >> Isso que eu percebi aqui. >> Eh, embora se diga que a interdisciplinaridade é importante, na realidade, aqueles que têm formação genuinamente interdisciplinar tem muita dificuldade de entrarem na universidade como professores, tal. É. >> Uhum. >> Eh, geralmente o que se quer para entrar na universidade é alguém que tem uma formação linear, >> graduação em direito, mestrado em direito, doutorado em direito, mestrado, graduação em física, mestrado em física, doutorado em física. Quais foram algumas das suas graduações? >> Não, aí eu fiz em várias áreas, né? Eu fiz física, eí
fui pra Noruega. na Noruega comecei a estudar mais filosofia da física, voltei, fiz filosofia e fui Paraa Inglaterra e fiz filosofia analítica, ciência da cognição, relações internacionais, voltei, fiz direito. Aí [risadas] fui fazer doutorado de matemática, >> ou seja, a lista que tá aqui, que já é gigante ainda não tá completa. Isso aí. Mas eu era ateu na época, não tinha nenhum tipo de propósito, sentido, direcionamento, não foi nada planejado. Foi apenas as oportunidades que nós tínhamos de descobertas e prazer Intelectual nessas áreas. Pois é. >> Então, na verdade, era um prazer mesmo assim em
estudar, em buscar, em conhecer mais. >> É um prazer em você estudar campos diversos do saber. Às vezes a gente enche um pouco o saco, fica estudando a mesma coisa tanto tempo, aí vai e faz um doutorado. >> Uma curiosidade aí, né? >> Curiosidade. É. >> E como é que e e como é que foi esse encontro com Jesus? Então você falou que você era teu. Como é que Jesus te encontrou aí? >> Pois é, aí eu já tinha terminado doutorado e tal, com 20 anos, 26 anos por aí. Aí depois nós fomos para nós
casamos, fomos para uma cidade lá no fui assumiu uma função na cidade lá no interior do Ceará. Moramos 2 anos lá e lá a minha esposa grávida do primeiro filho, né? E a translucência Nocal deu uma um problema e ela ela católica, mas ela fez uma oração a Deus e disse assim que Deus curasse o nosso filho, ia ler a Bíblia, tal e Deus miraculosamente curou. A gente fez o exame genético na época, mandou até aqui para São Paulo e deu tudo perfeito. E ele aí tá com 22 anos totalmente perfeito. E Deus curou e
ela num momento lá começou a ler e a frequentar uma igreja, uma igreja muito séria. A gente como pastor às vezes recebe muitas pessoas que tiveram experiências negativas em algumas igrejas, né? A sua experiência deve ser a mesma coisa. Você deve receber pessoas assim, >> às vezes meio machucadas, >> machucados. Mas eu não tive isso. Essa igreja lá que ela foi e eu ia era uma igreja seríssima, pessoas dedicadas, o pastor e a e a pastora lá na aquela igreja não chamava pastora. Eu não tenho problema com isso, mas lá, >> mas vamos dizer assim,
a pastora lá, pessoas seríssimas, tal, e a gente >> e era uma vertente que mais pentecostal, mas igreja batista, igreja batista, não era pentecostal não. Eu sou pentecostal hoje. Eu sou um pastor pentecostal, mas a igreja em que a gente se converteu não era. >> Aí ela começou a ir pra igreja, tal, até que eh ela se converteu. Eu fui, mas eu não era convertido. Eu gostava muito da do agrupamento de Pessoas. >> Uhum. gostava do nível ético com que elas se comportavam, assim, de um padrão de moralidade que era muito bom, >> tinha reuniões,
tal, mas eu não era convertido, não. Tem aquela engravida do segunda filha, né? E nesse período da gravidez ou mas não era convertido, nesse período teve um fato importante que eu não sei como, mas chegou às minhas mãos um livro de CS Lum >> chamado Cristianismo Pur e Simples. Vocês conhecem, né? E eu fiquei muito impactado mesmo com aquele livro, sabe? Que ponto testemunho dele de conversão do ateísmo. >> É. E assim, eu não sabia que, honestamente sabia que no cristianismo tinha um nível de sofisticação de literatura daquele tipo, que ele enfrenta as questões difíceis,
com delicadeza no argumento. Eu fiquei muito impressionado mesmo. E a partir daí eu comecei a ter acesso à outra literatura, Né? Noren Geisler. >> Hum. Bill Craig, Rav Zacharias, que no final da vida teve uma situação, mas mas a produção absurdo, >> não é? Então eu fiquei muito impressionado, mas não era convertido, mas já fiquei convencido diante das visões de mundo, achei que o cristianismo era de fato a mais provável. Até que engravida, segundo filho, né? A filha ela nasce e com dias ela morreu, ela faleceu, né? E no falecimento da minha filha foi que
eu de fato, estando convencido, tive que me posicionar. Então, ou eu voltaria assim totalmente ao ateísmo, ou eu me converteria e diria que realmente a vida é insustentável sendo Deus. Então, foi naquela situação que eu senti o peso da existência e ali que eu me posicionei. E talvez foi naquele momento que eu pude dizer, como O apóstolo Paulo diz na carta aos Filipenses, nos capítulo primeiro, verso 21, né? Viver é Cristo, morrer é lucro. Então ali foi que eu de fato me converti genuinamente. >> E você diz de ter que fazer essa escolha diante da
dor? diante da situação sem dor, mas mais importante do que isso, diante da situação de sentir o peso da existência, independentemente se você está ou não com dor, a vida sem Deus é Insustentável, não faz sentido, é sem propósito. >> Então é o cristianismo que responde maneira adequada às maiores questões da vida, questões de origem, destino, moralidade e sentido. cristianismo é que responde a essas quatro áreas principais de questões de maneira clara, com correspondência com a realidade e com coerência interna. Então, mas convencido disso, você tem que dar um pulo, um salto, o elemento volitivo
da conversão. Apologética, o intelecto não converte em ninguém, ele limpa as os obstáculos intelectuais que separam o homem do evangelho. >> OK? A partir daí, quando tem esses obstáculos limpos que confiabilidade das Escrituras, quem foi de fato Jesus Cristo, a questão do big bang, se a evolução não ar, então essas questões quando são limpas, intelectuais, aí você fica exposto ao evangelho e tem um elemento do volitivo da conversão. Talvez a gente possa lhe dizer, seja possível fazer uma correlação com o que dizia Kirkegard, que é um pensador dinamarquês, existencialista cristão, que ele falava dos estágios
da evolução, tinha o estágio estético, o estágio ético e o religioso, >> mas no religioso ele não tem como explicar. Ele diz: "É como você pular do despenhadeiro com a certeza que há uma mão que o segurará, né?" Então é um elemento de salto mesmo na convicção, a Fé >> que não é irracional, mas é um ato volitivo de você ir onde normalmente você não iria. Então foi ali nessa situação que houve a minha conversão, né? Depois nós tivemos outra filha. Hoje nós temos conosco dois filhos. O casal um está com o senhor que é
o Orlando e a Tazia. Orlando tem 22 anos, é formado em comércio exterior, direito, advogado, [risadas] seguiu os passos e tá aí fazendo sua Quarta-feira advogado. Itia é uma artista 17 anos, é uma artista de muita capacidade, mas artista plástica visual. Depois eu mostro para você o Instagram dela, Tasia T S. A licorgo com Y. >> Ela tem desenvolvido um uma habilidade, Deus tem dado a ela um dom muito grande na parte da arte. E eu assim louvo a Deus por isso que nós precisamos de cristãos na arte. >> Sim. >> Como precisamos. >> Como
precisamos. >> É, nós temos subestimado o poder da arte, o poder do simbólico >> na formação de uma cultura, de uma mentalidade, cosmovisão, né? >> Exato. >> E e é muito sutil, né? Porque eu falo assim, quando eu chego para alguém e falo assim, ó, deixa eu te ensinar um negócio aqui. A pessoa já se arma, porque vai vir um conceito. Quando eu Falo: "Vamos assistir esse filme aqui, você tá totalmente desarmado. Só que tá cheio de conceitos. Vamos ouvir essa música. Você tá totalmente desarmado, porque tá cheio de conceitos formando você e você totalmente
com a guarda baixa ali, né? Então é é um lugar de redenção mesmo, né? E de pregação do evangelho, né? Isso. Com certeza. Na construção desse pano ou tecido cultural que tudo mais se legitima. É, >> inclusive na política, >> em todas as áreas, a legitimação se dá quando há já a construção do pano de fundo cultural artístico, >> que tem sido, infelizmente, coptado por inimigos da nossa fé, né? O entretenimento, a cultura e a arte tem sido coptados pelos inimigos da nossa fé. Eh, Gui, quando for pode falar, >> hoje você tem então trabalhado
no departamento de artes da Universidade do Rio Grande do Norte. >> Eu sou, eu sou professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no departamento de artes. >> Durante muitos anos eu dei aula no curso de direito. >> Sim. >> Hum. >> Várias disciplinas em direito. Aí depois eu passei a dar aula no departamento de artes, que eu acho que é um departamento que precisa ter um contraponto. >> Uhum. ter um contraponto de uma uma expressão e uma visão de arte que seja boa, bela e verdadeira. Pelo que nós viemos hoje é uma
hegemonia de produção no meio acadêmico da arte que é que é má feia e falsa. [risadas] >> É má, não é? A arte do tipo de Deus é boa, bela e verdadeira. Deus quando cria o mar, ele olha pro mar e não diz isso é belo diz isso é bom. Hum. >> Porque o elemento ético do que é bom, o elemento estético do que é belo e o Elemento metafísico do que é verdadeiro são indissociáveis na lógica de Deus. >> É, acho que essa questão acho muito muito interessante assim, né, que é a beleza é
algo que é expressa em todo o evangelho, né? Não só desde Gênesis até Apocalipse você tem a beleza de Deus sendo expressa. Então não é só uma coisa, um um argumento que Deus tem para nós, né? Ele vai incentivar no evangelho um constante contemplar da beleza, né? >> Ele é a fonte da beleza. >> Deus é a fonte da beleza. A nossa busca pela beleza >> nos leva à fonte maior da beleza, que é Deus. >> Ele colocou um dispositivo em nós. Somos atraídos por pela beleza, né? Isso mesmo. >> Então você chega diante de
uma montanha, você chega diante do mar, você chega diante lá das dunas, você chega diante, você fica, você percebe que seu olho é Atraído, né? E aí você vê a >> a falsificação disso, né? Você vê a eh o veneno diabólico nisso, por exemplo, numa pornografia, nessas coisas que é o uso disso para destruição e pra morte, mas ali ainda tem um dispositivo de querer essa beleza, que na verdade no fim tá buscando ao Senhor, né? Tá buscando Deus, né? Isso. Quanto a isso, nós temos o grande escritor, né, o Roger Scruton, morreu recentemente, >>
passou um alguém que deu uma Contribuição importante nesta área. >> Ele tem um documentário, né, falando sobre a beleza, né? >> Sim. Porque a beleza importa, não é isso? >> É porque a beleza importa. É um documentário muito bom mesmo. >> Muito bom mesmo. Porque a beleza importa. >> Ele vai caminhando pela pelos diversos eh épocas da arte, vai mostrando como se foi se degradando, né? Ah, hoje em dia Tá um horror. Você vê um móvel desse, é uma coisa quadrada, não tem nada. Você tá vendo? [risadas] >> Não critica meu móvel, né? >> Coisa,
uma coisa absolutamente quadrada. Tanto canto tá assim, né? >> É. >> E a casas, né? As casas. >> A gente mora, eu moro aqui num bairro que todas as casas, né? >> De todas as caixinhas. >> Mas é, é interessante também que o que o Shafer ele também vai pegar essa linha da beleza >> para descrever a deterioração da humanidade, né? Francis, ele faz isso mesmo >> e leva eleva a beleza a um ponto até da construção da sua própria vida, né? A sua vida é uma obra de arte. >> Nós temos alguns móveis na
nossa casa do século XIX, móveis antigos e tem algumas cadeiras antigas lá que tem dragões esculpidos. Até que um rabo de um dragão daquele perdeu, caiu. Olha a dificuldade [risadas] que foi para achar um artesão para fazer um rabo do dragão. Para para ficou o o dragão sem rabo [risadas] lá. Onde nós vamos achar? Porque até hoje as pessoas, >> rabo de dragão do século X, >> até hoje as pessoas não querem mais Trabalhar nem com madeira. >> Sim. Você achar um macineiro que trabalha com madeira é a coisa mais difícil que tem. Ele quer
trabalhar com essas MDF. >> Simula. >> Simula. >> Você quer a estética, mas não quer a ética, a essência ali, né? >> Isso mesmo. Isso mesmo. >> Hum. E como isso tudo é sintomático, né? Como isso tudo é de certa maneira Simbólico para uma comunicação de algo muito mais profundo, né? Agora, eh, no departamento de arte, eh, eu não sei se a palavra certa seria essa, tá? Mas é é mais hostil em relação a essa quisão do que, por exemplo, o de direito, você diria? >> O departamento de direito está totalmente coptado pelo comunismo ideológico
também. >> E hoje em dia estão coptando o departamento de medicina, inclusive. >> Interessante isso aí, né? Está em todas as áreas, uma visão bastante hegemônica. >> E como é hoje estar lá dentro? E aí eu te pergunto, a nível eh do do corpo docente, você tá ali porque você tá dentro ali junto com todos eles e tal, é há um respeito? É eh há um diálogo? >> Trato todo mundo muito respeitosamente, não é? E eu tento deixar bastante claro que graças a mim talvez possa se dizer que h alguma diversidade, né? >> Porque a
universidade quer o quê? Diversidade chegar con não é, mas a diversidade pressupõe pessoas que pensem diferentemente, pessoas que pensem de forma >> que são ouvidas, >> que são ouvidas. Então assim, que diversidade é essa que é que só é possível se for da mesma coisa? Isso não é diversidade, >> não é isso? Então é importante que tenha pessoas conservadoras que é uma Hipocrisia, né? >> Porque a parece que o cor da mensagem deles é a diversidade, né? Mas amigo, >> sinceramente, não é, né? >> Deixa eu te dizer uma coisa bem sincera e revolucionadora. >>
Hum. >> Há muito mais tolerância e diversidade na igreja do que na universidade. >> Sim. Se você pegar numa igreja e disser: "Nós Vamos fazer aqui um evento sobre criacionismo versus evolução, faz-se. Mas se você fizer na universidade, o problema é grande. É grande. O ataque é desde a formulação do projeto. Não vão querer, vão >> já vão vão cortar. >> Pois é. Que diversidade é essa? Que falta de tolerância. é na dualidade, na multiplicidade de opiniões, na dialética de ideias que se dá, inclusive o crescimento intelectual. Quando aos Alunos é dado unicamente um modo
de ver, é dada unicamente uma visão de mundo, a consequência disso é o emborrecimento veemente, fortíssimo. >> Porque o crescimento intelectual se dá quando você oferece, não, você oferece ideias diversas e ele tem de se posicionar com base nas evidências. é a busca de evidências para dizer o que está certo e o que não está, que faz com que nós cresçamos intelectualmente. >> E os alunos estão sendo privados da Possibilidade de crescer intelectualmente, aliás, desde as crianças. Então, nós temos hoje um grau altíssimo de analfabetismo funcional nas universidades e analfabetismo nas crianças mesmo. Tenho dito
por aí, você pega hoje a criança com 7, 8, 9, 10 anos de idade, hoje não sabe ler. >> Uhum. Porque abandonou-se o método que funciona, que é o método fônico, em troca de um método ineficaz, que é o Método método global, que apresenta, em vez de apresentar as sílabas paraa criança, ba, bebe, bi, bobu, apresenta-se a palavra completa, a criança fica olhando para aqui, parece um hieróglifo, não sabe nem o que é, aí faz 10 anos de idade, não sabe ler direito. Criança com 5, 6 anos de idade tem que ser capaz de ler
60 palavras por minuto, fazer contas, criança não sabe nem o que é tabuado hoje em dia. Tenho dito isso aí. É a realidade. E os pais desesperados, com a criança de 10, 11 anos sem saber ler, estão em busca de quê? Para fechar essa equação? De um diagnóstico. >> Uhum. >> Os pais querem o quê? Ficam satisfeitos quando a criança é diagnosticada com alguma coisa porque is >> alivia a culpa. Dislexia, desortografia, descalculia, deslalia, TDH. chega a ser ao ponto de enlarguecer de maneira impensável o espectro do Autismo, prejudicando aquelas que são de fato autistas.
>> Daqui a pouco vão começar a perder direitos, porque se todo mundo é como >> todo mundo é uma cartilha do beabá cura mais da metade do TDH. Cartilha do Beabá. Então, se você tá me ouvindo aí, tem criança pequena, assuma o papel de alfabetizar seu filho, porque se seu filho não for alfabetizado, ele não terá capacidade Intelectual, >> porque a capacidade intelectual decorre da habilidade linguística. Porque nós pensamos linguisticamente. >> Exato. >> Se fomos atacados em nossa linguagem, nós somos atacados em nosso pensamento. >> Se abrirmos mão da autonomia linguística, nós abrimos mão da
autonomia de pensamento. >> Porque uma coisa que ten observado, né? Eu sou formado em psicologia e com as Crianças, eu tenho um filho de 12 e uma de 14, né? Você vê que a saúde mental tá em essa capacidade de expressar. >> Aham. E e para ela mesmo e para os pais, por exemplo, o que tá sentindo, né? Mas você vê que no fim das contas é ter vocabulário, né? É ter recursos linguísticos para poder falar: "Olha, eu tô sentindo essa angústia, eu tô sentindo essa tristeza, eu tô sentindo essa raiva, eu tô feliz por
causa disso". Então você vê que é um elaborar Tempo inteiro, né, de de de frases, né, com com recurso linguístico. Agora o que você tá falando, né? Se não há, eu não consigo nem definir o >> É por isso que é um ataque feroz, inclusive as palavras. Se as pessoas não sabem definir nenhum que é mulher, quanto mais definir o que é angústia, tristeza, ansiedade. >> Sim. >> Não sabe definir o que é normal, >> o que é verdade, >> o que é mulher. Então isso ataca a capacidade intelectual. O que em médio do Brasil,
do brasileiro hoje é 83. >> Hum. Se cair 10 pontos, nós estaremos falando de uma sociedade de deficientes intelectuais. Eh, eh, fala de outros países só para ter a comparação. >> Não, um QI médio é um QI 100. >> 100. >> 100. A pessoa que tem um QI 100 tem uma boa e uma má notícia. >> Hum. A boa notícia é que ela é mais inteligente do que metade da população. E a má notícia é que ele é mais burro do que a outra metade. [risadas] >> Mas o 83 >> aí ela olha do jeito
que ela quiser. [risadas] >> É, ela é copo meio cheio meio vazio, né? Ela decide. >> Mas o que eu tô falando é que tem um Q que flirte com o número 75, 74 impede a pessoa de executar tarefas básicas. Porque não tem um arcabolço intelectual e isso decorre do ataque à linguagem. Se não houver cuidado com as crianças, as igrejas, pastor, vão ter que voltar a fazer o que fizeram antes. As escolas bíblicas dominical vão ter que voltar a ensinar as pessoas a ler, as crianças a ler. >> Uau! >> Vão ter. >> É
porque você pensar lá lá na Calvino, né, cria junto lá com aquele grupo Primeira escola pública, né? E o argumento é, a gente precisa que eles aprendam a ler para que eles possam ler a Bíblia. >> É, muitos aprenderam a ler na nas escrituras e as escolas bíblicas foram fundadas para ensinarem as pessoas a ler mesmo. >> Agora, depois da, só voltando pra timeline aqui, depois de você se converter esse momento, você fala: "Cara, é isso, eu creio, eu entrego Minha vida". Eh, como é que foi o continuar essa jornada acadêmica? Aí você parte para
outras outros interesses aí. E como é que você chega na apologética? >> Nada foi planejado, né? Que aconteceu da apologética um evento muito importante da apologética da do de eu me ter me tornado alguém que >> Define apologética para quem tá nos ouvindo. >> Apologética é um termo que é uma Transliteração de um termo grego chamado apológia. Não é uma tradução, é uma transliteração, é uma aportuguesação desse termo apologia, que é um termo do direito processual grego, é um termo dos tribunais, quer dizer apresentar a defesa. >> Hum. OK. >> Esse termo se encontra de
maneira mais clara nas escrituras, na primeira epístola de Pedro, no capítulo 3, no Verso 15. Se nós formos ler em grego, tá lá apológia. Falando em português, o que esse termo diz é o que esse verso diz é: "Santifique o Senhor e o seu coração esteja sempre preparado para apresentar a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que é em vós." Esse razão é a tradução de Apollo algumas traduções trazem a defesa. Então, defender a fé, apresentar as razões, é um mandamento bíblico. Isso é um mandamento numa carta Católica, >> que é a
primeira de Pedro. católica no sentido de católicos universal, não no sentido da igreja imperial, que é uma carta para toda a igreja, >> para toda a igreja. Todas as cartas servem para todas as igrejas, mas as demais têm que ser interpretadas no >> no contexto específico do problema que estava sendo >> como Coríntios, como >> primeiros Coríntios, Romanos ou mesmo Cartas específicas a pessoas que lideravam como a Timóteo, tal. Mas a primeira de Pedro >> é uma carta universal. >> Carta universal cujo entendimento é mais imediato. Para isso que eu quero dizer difícil, né? Se
usa católica d uma universal para isso outra. Mundial você pensa em outra. É [risadas] complicado. >> É uma carta planetal. >> Planetal. Uma carta planetal. [risadas] Uma carta planetal que diz que nós devemos saber a razão da nossa fé. Então, apologética não é nenhuma opção, >> hã, >> é um mandamento. >> Agora, é claro, você, eu falei da Primeira de Pedro 3:15, mas eu não posso deixar aqui de falar da Primeira de Pedro 3:16 para não ter confusão, porque na Primeira Pedro 3:16 ela, as escrituras falam do método. Então, apresente a razão de sua fé,
a primeira Pedro 3:16. Mas faça isso com respeito, moderação, equilíbrio. >> Você vai debater com a pessoa, às vezes não é para ganhar o argumento, >> é a pessoa. >> Hum. >> Então tem situações que você não é, não vai usar do arcaboço argumentativo se aquilo fizer com que a pessoa se afaste ainda mais do evangelho, >> não é verdade? com respeito, moderação e Equilíbrio. >> Só não é ganhar um debate, é ganhar >> ganhar a pessoa sem nunca >> negociar >> negociar a verdade. >> Nas escrituras a verdade deve ser comunicada sempre num num
contexto relacional de relacionamento. >> Interessante. >> Sempre a verdade deve ser comunicada em amor, no contexto relacional, mas deve ser comunicada, >> tá? E aí, então, como é que entra apologético na sua vida? >> Sim. E houve uma situação que minha formação é na área de ceticismo, nessa área aí toda de lógica, tal, de ateísmo, né? Aí depois da minha conversão, houve uma situação que um professor me convidou, essa um do uma das situações importantes do começo, um professor me convidou para um debate lá na na televisão universitária, na TV Universitária, né, sobre Deus existe.
Aí eu fui e esse debate teve um impacto muito grande já naquela época. Tá difícil. >> Mas aí ele te convida como um cristão ou como um atu? Ele me convidou para o programa e perguntou: "Qual é o tema que você gostaria de debater?" >> Aí eu falei: "Vamos debater. Deus existe? >> Talvez ele esperasse que eu fosse debater, [risadas] Que eu fosse expor, >> é que eu fosse expor. Só que ali, né, foi algo que eu apresentei os argumentos a favor da existência de Deus dentro da universidade pública. Isso há muitos e muitos anos.
Há >> você acha que seria quando mais ou menos? >> Isso faz mais de 20 anos. uns 15, 20 anos apresentei isso aí >> e aqui teve um impacto muito grande naquele momento. Esse vídeo tá até Disponível no meu canal no YouTube, tá? >> Eu tô sem barba, é bem novo, né? E foi foi muito relevante aquilo. Então, a partir daquelas igrejas vendo aquilo ali, entenderam a necessidade cada vez maior desse desta abordagem. Porque vocês sabem, né, de cada quatro jovens cristãos, três abandonam cristianismo >> na universidade. >> Na universidade ou mesmo nos últimos anos
do ensino médium. >> Uhum. >> Porque não não apresentam respostas satisfatórias, >> não tem raiz, né? Fé deles não tem raiz para suportar, né? Então, foi aí talvez um um grande momento no sentido de eu ser chamado a fazer mais e mais disso. Então, nós começamos talvez aí. >> Aí daí começaram até ter outras oportunidades. >> Foi daí eu fui desenvolvendo eh pregações e ensinamentos em vários lugares de defesa da fé, nada planejado, Né? Tentão desde esse momento que já forma, né? >> É. Nunca foi assim nada pensado, planejado, vou fazer isso, vou fazer aquilo,
até hoje não é, >> entendeu? Aí fui fazendo, servindo ao Senhor, amadurecendo, crescendo, eh, entendendo que tudo é por ele, para ele, graças a ele, e me tirando cada vez mais do centro das minhas próprias preocupações, colocando o Senhor ali e tentando obedecer aquilo que Deus Colocou para que eu fizesse, como todo mundo tem que fazer, né? Todo cristão tem que fazer isso >> na área que foi chamado ali, né? Na área que foi chamado. >> Eh, aí ainda nesse tema, pra gente aproveitar, como é que foi o convite para o vídeo que eh deu
uma, né, uma boa viralizada daquele do pastor contra 25 ateus? Como é que foi o convite ali para aquele? Essa a pergunta mais fácil de Responder. Meu telefone tocou, não sabia nem quem era. [risadas] >> O pessoal lá do Rio de Janeiro, lá de um canal lá do Rio de Janeiro, que eu nunca tinha ouvido falar também. >> Uhum. O cara disse lá, eles tinham feito um vídeo com um político, >> aí o comentaram lá com o político lá que ia fazer um vídeo desse e parece que a equipe lá, segundo me disseram, ou foi
a equipe do deputado lá, o Nicolas, ou foi o próprio Nicolas diz: "Ó, ele chama o Pastor Tassos. Eles me falaram alguma coisa assim, eles ligaram para mim, olha, aqui é do canal tal, queria lhe chamar para esse evento. Aí eu disse, pensei, né, onde é que eu vou reunir 25 a 30 [risadas] >> para fazer >> de livre espontâneo vontade de instalar. Não, onde é que eu [risadas] vou promover esse negócio? Eu digo assim, vai ser muito interessante dialogar com essas pessoas. Aí eu disse, eu vou. E Mesmo se fosse eu promovendo, o pessoal
ia dizer que era arranjado, que era Sim. É porque eu sei que é promover. >> É, eu fui inclusive o dono do canal é ateu. Era pelo menos até então, não sei se converteu, mas até é era teu. >> Aí eu peguei o avião, fui pro Rio de Janeiro num dia, gravei e voltei no outro. É, >> sabia? Foi isso. >> Então você não do que aconteceria com aquilo ali? >> Não, noção nenhuma. Não sabia no que eu ia encontrar, não sabia como era. >> E como é que foi? Porque assim, a gente vê gravado,
né? E eu percebo que é bem editadinho assim, né? >> Eh, mas como é que foi esse dia? Essa gravação foi, >> rapaz, quando eu cheguei lá já tava todo mundo, eles não me colocaram assim no mesmo ambiente, né? Fiquei meio separado na hora lá sentou, >> sentei e tratei todo mundo com respeito, Moderação, equilíbrio. Teve alguns que eram mais afetos, mas se mantiveram ali pela maneira como nós os estávamos tratando. Inclusive eu não tinha raiva de ninguém, oposição a ninguém. Eu entendi até que alguns tinham problemas assim de situações mal resolvidas com a igreja.
Alguns sofreram e foi aquilo. Ao final houve ali uns quatro ou cinco que continuaram falando comigo. Foi o próprio dono do canal que é Ateço. Cara, eu vou repensar alguns Pontos. Então assim, foi muito interessante, né? Eu não tinha simplesmente isso. Depois peguei o carro lá, fui pro hotel para pegar o avião e e voltar. >> Voltar. Foi isso, nada contra ninguém assim, tudo tranquilo. Mas aí eu percebo que a partir me me eh corrija se tiver errado, aí a partir desse várias portes se abriram assim para a gente para você comunicar isso e tal
e em vários lugares você tem ido. >> É, eu já tinha já era já era uma prática muito grande, né? >> Mas o vídeo teve um impacto, eu acho que ox mais de 7 milhões de visualizações. >> Sim, sim. E fora os cortes, né? Porque aquele é o vídeo todo, mas você pega o TikTok, você aparece toda hora pra gente. >> É. E eu tenho sido assim muito abençoado no sentido de pessoas que dizem que são chamadas pelos filhos para assistirem ao vídeo. Uau! Então assim, houve um Incentivo ao movimento do estudo das escrituras, do
estudo da apologética, que foi graças a este vídeo. >> E a gente tava tava comentando antes, né, que eu lembro que foi o impacto quando eu eu assisti o vídeo assim, né, porque tá tem toda uma atmosfera de de debates acontecendo assim, né? >> Mas essa questão de eh sentar na frente de uma pessoa e debater não é uma coisa é debater assim os fundamentos da fé, né? não é uma coisa assim tão comum pro Público evangélico brasileiro assim, né? E a gente tava comentando que lá fora é uma coisa que acontece com mais frequência,
com mais naturalidade, assim. Então, eh, o que ficou muito forte para mim foi esse esse impacto assim, né, do tipo, ó, tem gente se levantando, tendo voz para para falar desse assunto que é tão importante, que é apologética, defesa da fé, né? Isso. O debate é muito importante. Há nas escrituras algumas orientações Relevantes. Uma das quais eu já falei aqui, você deve fazer com amor, moderação, equilíbrio. Há outras tantas. Lá no livro de Tito, no capítulo 3, do verso 9 a 11, diz que se você for debater com alguém e essa pessoa for de maneira
desarrazoada, agressiva contra as escrituras, for agressiva contra a lei, contra você, então essa pessoa você não vai debater com ela que não vai a pessoa chegar, eu vou jogar isso no lixo, porque você não joga esse Evangelho no lixo? Porque que você é isso? Não é um debatedor, isso é alguém que precisa de cuidado mais profundo até, não é? precisa de intervenção até de oração, intercessão, oração intercessória. Então, o livro nos ensina isso, o título nos ensina isso. Então, nós temos que buscar dialogar com as pessoas que têm questões, >> podem ser quais forem, mas
pessoas que têm um ânimo da busca honesta. >> Sim. >> E e que que dicas você poderia dar? Porque assim, galera que tá nos ouvindo aqui, eles estão constantemente com seus amigos até e pessoas no trabalho, pessoas na universidade, na escola que tem. Que dica você daria para que a gente pudesse ter esse tipo de conversa mais profunda? Então você que com frequência, né, nas universidades ou até em situações como essa, poôde estar de frente com pessoas que veementemente discordam, você sabe que ela discorda, Né? Eh, como é que seriam algumas formas de abordar isso,
tá? De forma saudável. E e eu acho que uma outra pergunta que eu tinha era para você, qual é o papel do debate? Porque eu vejo que o papel ali, pelo menos, não seria convencer nenhum dos 25, porque você vê que cada um tá em defesa do seu, né? Então meio que alguns momentos nem se ouvem assim, né? Ou pelo menos do outro lado não ouve, né? Tá ali pronto só para atacar e defender o seu e ouvi o outro, tal. Eh, Qual que você acha que é o papel dessa desse tipo de conversa? O
debate serve para que nós possamos colocar sobre a mesa as ideias, as opiniões, os entendimentos para que eles sejam aprimorados. Você coloca uma posição e outra pessoa coloca uma objeção, aquela ideia >> para que você possa aprimorar inclusive a sua ideia, >> tá? >> Então essa é uma grande área ou Importância do debate. O debate não serve para destruir o outro, humilhar o outro, acabar com o outro. Isso não é cristianismo. >> Essa batalha de rap. >> É, é [risadas] isso não é feito nisso. Inclusive eu evito muito debates veementes contra pessoas que têm cosmovisões
cuja base são as escrituras. >> Hum. >> Pronto. Eu sou pentecostal, mas eu nunca Vou debaterement contra um calvinista, um uma pessoa ou mesmo um católico. Eu não faço. >> Hum. Isso é mais uma conversaum. >> Pessoa pensa assim, por quê? Porque nós temos que ter muito cuidado para não atacar o próprio corpo. O reino dividido enfraquece. Nós temos um inimigo comum. Então nós temos que ter cuidado com isso. >> Agora há visões de mundo que são genuinamente não cristãs, como é o ateísmo, o islã, o comunismo ideológico. Então essas visões de mundo, você tem
que apresentar os argumentos com segurança. Quais são as dicas que eu dou? As dicas que eu dou é que você tenha um pensamento próprio. É isso que eu procuro ter. ter uma visão própria sobre as coisas e gostar quando a pessoa eventualmente identifica um ponto daquela minha visão pessoal que pode ser Melhorado. >> Nós podemos ter grandes amigos pessoais e inimigos intelectuais. Aliás, um dos pós-doutorados que eu fiz, fala isso de novo, tão grandes amigos pessoais >> e inimigos intelectuais. Quer dizer, os pontos divergem, >> divergem, >> mas são amigos, >> amigos pessoais. Eu fiz
um pós-doutorado com um supervisor na época, faz muitos anos isso, pósor que pensava Diametricalmente oposto a mim. >> Hum. >> Mas é disso que eu precisava. Alguém que colocasse minha visão de mundos em sob escrutínio, desafiasse. Então, este é o mundo perfeito em que você tem uma construção de pensamento honesta. O que eu defendo, eu genuinamente creio. Eu acredito, tenho a convicção plena de que aquilo é verdade. >> Convicção plena. E você debate, Portanto, buscando situações para fortalecer o seu argumento ou então rever algumas partes do argumento. Então essa é a visão do debate, claro,
que deve ser esta cultura desenvolvida no Brasil, aprimorada. Hum. >> O debate infantil. Ah, sim. >> É o debate em que um fica atacando o outro, o famoso ad oming. >> Um fica atacando o outro em vez de atacar a ideia. Pessoas com que estão com situações mal resolvidas na vida Chegam para atacarem-se entre si. Nós devemos evitar isso a todo custo. Dicas. Eu até fiz uma entrevista recentemente, exatamente para um grande canal sobre esse assunto. >> Que legal. >> É, então, dicas. Quais são as dicas? que você tem um aprimoramento lógico. A lógica é
uma ferramenta importante. O domínio do vernáculo da língua, que você se expressa pela linguagem, você tem que aprimorar para você poder Colocar suas ideias de forma correta, >> para que não seja mal interpretado ou que não seja tomada a sua posição de forma diferente do que você diz, o argumento do espantalho. Então essa área é importante que você se aprimore nessa área e acima de tudo entender que nós temos um chamado maior do que qualquer outro. Se você é cristão, o seu chamado é qual? É para fazer parte de um exército, para proclamar a verdade
no mundo que se regozija em mentira. Eu Tenho dito por aí que o mundo hoje não aceita mentira apenas, não. Ela celebra, >> ele celebra premia a mentira. Sim. Então, nós temos que ter a convicção de que falamos a verdade no mundo que se regozija na mentira. Isso quer dizer o quê? Que as escrituras já trazem que você será o quê? Hostilizado, algumas vezes, será atacado algumas vezes. Quando você é atacado por defender Cristo, você deve internamente ficar absolutamente feliz, >> porque é um indício de que você tá fazendo o certo, >> não é verdade?
que é como o John Wesley, que responsável pela conversão quase de um país, disse que fazia três dias que ele cavalgava e não havia sofrido nenhum ataque. Ele ficou bastante preocupado. Dis que desceu do cavalo, levantou os braços aos céus e começou a orar. Senhor, >> onde eu estou errando? Onde eu estou errando? Aí uma pessoa vendo ele orando, Jogou uma pedra nele. Quando a pedra bateu, ele dirigado, Senhor, pela confirmação e continuou sua caminhada. [risadas] >> E aí? Aí até uma pergunta que eu ia te fazer era como é que você lidava e aí
aqui com os dois feedbacks, né? Eh, com os positivos e os negativos, que ambos podem ser perigosos, né, para quem tá exposto publicamente, né? Como é que você que você lida com as duas coisas, né? Do negativo talvez já tenha até Respondido, né? Olha, existe uma situação, um um entendimento das escrituras que se de fato você colocar isso em prática, grandes coisas da sua vida são resolvidas, que é a seguinte: >> você não deve estar no centro da sua preocupação. Não é você. >> Uhum. Não se coloque no centro da sua preocupação. É Cristo que
deve estar ali. Então você não pode ser muito importante para você Mesmo. >> Eita! Então pera aí, pera aí. Deixa eu, [risadas] >> deixa entrar isso então eu não posso estar no centro da minha, eu não posso ser tão importante para mim mesmo assim. >> Isso mesmo. A sua preocupação é obediência a Deus. >> Hum. >> Você não é o foco da sua vida. Você não é o foco da sua preocupação se você é cristão. >> Então, por exemplo, eu não tô preocupado, se estão me ofendendo. Eu estaria mais preocupado se estão ofendendo ao senhor,
por exemplo. >> É. E nem estão me elogiando. E nem estão me elogiando. Mas vocês estão elogiando ao Senhor. >> Você é o foco da sua, você não é o foco da sua preocupação. Você quando é cristão, não é que Jesus passa a ser o seu copiloto, não. >> O cristão, Jesus é o piloto. >> É por ele, graças a ele, em razão dele. Então não é você. Você tem que estar preocupado se tá agradando a Deus. Se você tá obedecendo o que Deus colocou no seu coração, se você tá de fato cumprindo o que
Deus trouxe para você, é isso que você tem que fazer. Se de fato nós fizermos isso, meu amigo, tudo se transforma. Tudo se transforma. Aplausia >> imediatamente. Imediatamente. Não é você. Não é você. Você vê tudo aqui da Perspectiva da eternidade. As coisas tomam as dimensões corretas. Você não hiperdimensiona o que é efêmero, você entende que tudo está na perspectiva maior da eternidade. >> Você não vai colocando a perspectiva do sucesso nessa vida, né? Eu acho, eu acho interessante que lá na school, né, a gente vai uma das temos uma escola missionária de um ano
aqui >> e as primeiras matérias sempre tem a ver Com o plano de Deus. Então é basicamente assim uma visão geral, global que mostra como que Deus ele tá caminhando na história de Gênesis a Apocalipse. E para alguns alunos isso é chocante porque eles vão tentando entender qual é a minha missão, o que que eu tenho que fazer em primeiro lugar. Então estou para >> e até o que eu quero fazer. >> É, eu estou aqui para me equipar para o que eu quero fazer. E ainda que isso Possa ter algum grau de importância, não.
Nunca deve ser o primeiro lugar, né? Então, quando você vai mostrando assim, não, Deus tem um propósito, ele está no controle desse propósito, ele de Deus, >> ele não Ele não mudou de ideia e nem perdeu o controle em nenhum momento. Assim, isso até vai sendo uma segurança pro coração quando a gente se envolve com a missão de Deus, né? É, muitos querem trazer Deus para o seu próprio Projeto, mas a realidade você deve descobrir qual é o projeto de Deus para você. >> Exato. >> E aí você tá tranquilo. É como igreja, por exemplo,
igreja, dono da igreja é o Senhor. Senhor, tem situação que Senhor resolva, [risadas] >> não é isso? >> Exato. >> Senhor resolva. Eu >> noiva é sua. Eu >> resolva. Tem situação que se o pastor não tem o que fazer. >> É, >> Senhor, resolva. E aí você quer, se você quiser lidar com a expectativa de cada um, você vai entrar num burnout aí, com certeza. >> Ah, é isso aí é uma um outro capítulo, né? O outro capítulo sobre o cuidado com pastores, que é um capítulo muito importante isso aí. Mas assim, pra vida
De todo cristão é central isso aí. >> Agora você falou uma coisa no meio que achei fantástico, que é a o trabalho da apologética tem a ver com mais limpar o terreno, >> é >> para que a semente seja plantada, né? Porque realmente eh é o que você falou no final do do dono do canal, vi conversar com você e falar: "Poxa, me fez repensar isso aqui, me fez abriu aquela porta para pensar aquilo ali, Né?" Eu acho que esse foi o grande efeito, né? >> De tipo, tá, tem resposta para isso, né? Ah, então
tem uma uma resposta. Qual Quais são assim hoje as os grandes tópicos assim que as pessoas até por não entenderem eh teriam de criticar ao cristianismo? Assim, quais são os grandes tópicos hoje? Assim >> da apologética? É, >> existe a área de de Deus e o universo, a origem do universo, como se deu e como o Universo é estruturado. >> Existe a área da origem da vida e como a vida é estruturada. Existe a área da moralidade. Se Deus é bom e todo-pereroso, porque existe tanto mal e sofrimento no mundo. Existe a área da confiabilidade
da Bíblia. A Bíblia é apenas um livro como outro qualquer ou algo que diferencia a Bíblia de tudo mais. Existe a área de quem foi Jesus Cristo. Jesus foi apenas mais um profeta ou apenas mais um bom professor ou foi Alguém de fato diferente? Existe a área do combate às ideologias anticristãs, como negrismo, feminismo, LGBTismo. Essa apologética dita cultural é cada vez mais relevante. Essas são as principais áreas de defesa da fé. Entendi. E e é interessante que são essas as tem alguém até fez um material de eh e chamava You Lost me. Já viu?
>> Não. >> Vocês me perderam. Que era sobre os jovens que e abandonavam a fé, Principalmente nessa nesse momento de universidade era nos Estados Unidos, >> né? E aí era era o LM. Então, cada episódio era uma pergunta não respondida, que a igreja meio que se recusou a responder e aquele aquele jovem perdia a fé, né? E aí eram realmente essas questões. >> É, o que eu digo em todo canto é o seguinte: você não diga pro seu filho assim: "Não duvide, apenas creia." >> Uhum. >> Essa fórmula não mais funciona, >> não. Porque e
porque nem gera fé, né? Gera um fideísmo, né? >> Porque se eu nem entendo e creio, isso não é fé, né? >> Pois é. É possível fé irracional. É, mas essa não é a fé do tipo cristã. >> Hum. >> A fé do tipo cristã é a fé que se sustenta na razão. As escrituras dizem isso. Mateus 22:37. Qual é o mod dos mandamentos? Amar a Deus com toda sua Alma, o seu coração, o seu entendimento. >> Deus não quer que você dê o coração para ele e deixe o cérebro do lado de fora da
porta. >> É. E interessante é como que o cristianismo ele ele é um, vamos dizer assim, um arcaboço bem estruturado, né, que responde a todas as perguntas, né? E às vezes parece que eu percebo que eh não se tem assim um interesse tão grande conhecer esse desenvolvimento do do Pensamento cristão mesmo. Sabe como que todas essas áreas que você falou são são as perguntas centrais da humanidade, né, que ela está se fazendo, ela tá se questionando e como que esses dias eu tava vendo um filósofo que ele é ele não é não é não é
cristão nem nada e aí no meio de um de uma conversa foi tocou no assunto do cristianismo. E aí ele, como não sendo um cristão, ele falou assim: "É, mas não dá para negar que não tem uma estrutura de pensamento bem Organizada e robusta, porque não é uma coisa de agora o pensamento cristão, né? Ele já tá lidando com várias dessas perguntas há >> milhares de anos, >> centenas de anos, né? É, o cristianismo foi responsável pela criação da mais próspera, mais livre, mais bela civilização da humanidade, que a civilização ocidental. Uhum. >> Que está
sendo atacada ferozmente por três movimentos que querem Descristianizar o Ocidente. O global globalismo financista, o Islã e o comunismo ideológico. >> A Europa tá um horror. Que >> que é o globalismo finance? Essa ideia de que as decisões locais devem ser terceirizadas para organismos supranacionais. Você pega 84 pessoas para decidirem por 7, 8 bilhões de pessoas. Pessoas, os organismos supranacionais com poderes que não são legitimados. Então essa é a ideia de concentração de domínio em organizações supranacionais quando deve ser feito de maneira local. >> Hum. E aí essas três têm atacado as bases, né? >>
Ferozmente. A Europa, o Islã, por exemplo, dominou a Europa. Sabe por que o Islã não dominou o Brasil? >> Hum. >> Graças às igrejas pentecostais e neopentecostais nas periferias. Você for Para qualquer periferia do Brasil, você vai ver igrejas pentecostais e neopentecostais dominando aqueles lugares. Do contrário, já tinha dominado. Existe mesquito em tudo que é lugar, mas não dominou como dominou na Europa. E o Islã é sim um movimento expansionista. >> Uhum. Total. >> Pronto. Você tem dúvida. >> E e um dos grandes pontos é que a própria mentalidade secularizada, né, da Europa atacou a
questão da da família. você para de ter filhos, >> eh, e, e você tem o Islã tendo 10, 12 filhos. Então, é isso aí. Pois é, >> conta básica, né? >> É o método domínio pela procriação. E esse parar de ter filhos, o antinatalismo é uma das vertentes do comunismo ideológico, enfraquecimento da fam da família. >> Há famílias com poucos filhos são organismos muito mais frágeis do que Famílias com muitos filhos. Mas você uma pessoa tem seis, sete irmãos, o que é que acontece naquele grupo de irmãos? Pode ter um, até ter um irmão que
queira matar o outro, mas se vier um de fora, quem morre é o de fora. >> Sim. É uma gang. Você tem uma quadrilha ali, [risadas] >> não é isso? >> Então assim, a a é feminização do homem. Tem homens hoje que não exercem mais o papel de homens. São frágeis. Homens Frágeis, homens que não exercem a liderança do lar, mulheres que querem exercer papel de homem e não consegue fazê-lo. Porque a estrutura não é essa delas. >> Filhos desobedientes. Tudo é atra família. Tem uma história, um conhecido meu que dizia assim, não se sabe,
né? Meu filho tá naquela idade da rebeldia. Eu disse: "Não sabia que tem idade da rebeldia, porque para nós rebeldia do Satanás. Tem que dizer Rebeldia do Satanás". >> Repreendo. >> É, repreendo. Isso não é normal. Não é normal, filho rebelde. >> Não é normal. Tem que deixar bastante claro, >> né? >> E hoje em dia aceita-se até criança com 2, 3 anos com rebeldia. Teve uma pessoa que disse que era a primeira adolescência, menino com 3 anos para ser legitimar a rebeldia. Homens hoje com idade já considerável, sem saber o que quer da vida,
sem ter uma família. Você vê, você conversa com uma pessoa de 22 anos, 23 anos. Antigamente era uma conversa, >> a adolescência tá cada vez maior, né? >> Não, você pergunta conversa com algumas pessoas de 22, 23 anos, qual é o objetivo de vida dessa pessoa? Sabe qual é hoje em dia? De muitos deles eu tenho dito é comprar um apartamento bem Pequenininho desses apartamento que nem parede tem. Tem um nomezinho para isso aí. >> É tipo um loftzinho. >> É, pô, chama um quem quer um negócio sem parede, mas eles querem um apartamento bem
pequenininho, sem parede, >> que é um que é um ambiente só, né? sem parede e criar um gato castrado. >> Castrado. >> Castrado. [risadas] E o gato tem nada a ver com isso. >> Coitado do gato castra o gato. >> Coitado do gato não tem absolutamente nada a ver [risadas] com isso. E as pessoas acham mais important >> e eles ainda dizem assim: "É bom para ele por que ele não castra a ele mesmo e não o gato? >> Como é que castrar um bicho é bom pro bicho? >> É lógico que não. >> Hum.
>> Não é verdade? >> Você é muito doida. Não é verdade? >> É, >> uma vez for castrar o cachorro, essa história que eu conto que é interessante. Uma vez for castrar o cachorro, você chega na clínica veterinária para castrar o cachorro, para não, você lega castrar o cachorro, não. Você leva o cachorro pra clínica veterinária para cortar as orelhas, para ele ficar com cara de mal e cortar o Rabo, um canecoço, um rotal, cortar as orelhas para ficar com cara de mal, né? Você chega na clínica veterinária, o veterinário não faz mais isso não.
Quer dizer, não, hoje em dia o conselho não sei de que do veterinário, não sei da onde não permite mais cortar a orelha e o rabo não. >> Aí você vai embora da clínica. Ah, muito obrigado, senhor. Me desculpa, eu não sabia que tem esse movimento agora. Não, fica à vontade. Ótimo. Aí você vai Embora, você não chega nem na porta de saída. O que é que o veterinário pergunta e não vai castrar não. Eu digo agora pronto. Fazia um minuto atrás. Você não queria. [risadas] Se fosse você, você preferia cortar suas orelas e seus
documentos, >> hein? Me diga aí. Você dizia o quê? Tá na dúvida? Não. >> Sim, sim, sim. [risadas] Leva, leva as duas. Leva as duas. >> É, não é isso que tá acontecendo. Então, É um processo de desmasculinização total. homens que não decide, não toma liderança, provisão. Eu t falo, tava até no debate que eu fiz no outro podcast aí, teve esse um, >> era um conservador contra >> Pronto. Pois é, esse outro podcast não sei o quê, um dos temas eu tava dizendo, não existe masculinidade tóxica, não existe esse termo não existe. Excesso e
masculinidade é o que nós precisamos. >> Hum. >> Nós precisamos. Excesso de masculinidade nunca vai ser tóxico, porque excesso de masculinidade é excesso de quê? de proteção, liderança, provisão. Um homem bater numa mulher é crime. >> Uhum. >> Aí coloca-se pelo ataque à linguagem, como se o excesso de algo que é bom fosse algo ruim para que as pessoas legitimem a diminuição da masculinidade. É por isso que tem hoje homens hoje absolutamente efeminados. >> Uhum. >> Absolutamente afeminados com medo de tudo. >> E é interessante porque essa questão da violência, né? Então, desde a violência
doméstica de um homem ou até lá mais cedo um bullying, né? Na verdade é uma fragilidade, é um um rapaz com medo, né? Então ele ele utilizar da força do ou até da eh eh dos abusos psicológicos é ali, né, no bullying e tal, na verdade é alguém Acuado com medo, né, e que aprendeu a usar o ataque como uma forma de se defender, né? Então você pensa, não é um cara mais masculino. >> Pois é, >> pelo contrário, né? >> Pois é. Agora tem um papel muito importante na família. Vou As famílias tem que
criar os meninos como homens, como meninos. Você cria um menino como se fosse uma coisa. >> Menino saeno, menino que não enfrenta o Sereno vai enfrentar o quê? [risadas] >> Boa, boa. >> Não é verdade? Vai enfrentar o quê? >> É o que eu tenho dito por aí, ó. As pessoas têm que entender. A vida é dura. É, >> a vida é dura e as pessoas têm que se acostumar a enfrentar a vida como ela é e não mergulharem nas garras terríveis do vitimismo. >> Porque hoje tudo é vitimismo. É o negrismo. É porque eu
sou negro, é Porque eu sou nordestina, porque eu sou mulher, porque eu sou não sei o quê, porque eu sou Pronto. O LGBTismo quer coptar o homossexual para exercer domínio sobre ele. O negrismo quer coptar o negro para acabar com a vida dele. O feminismo quer coptar a mulher para acabar com a vida dela e as pessoas sendo coptadas por esses movimentos que vitimizam a pessoa e e a pessoa tem uma vida desgraçada. >> E aí é como é importante nesse processo, Né, da forma muito prática, é a presença do pai, né? Porque o que
você tá falando, a mãe vai falar: "Sai do sereno, né? >> Isso." >> E geralmente é o pai que vai falar: "Não, deixa meno lá, né? Pai, posso subir na árvore?" Sobe nessa árvore aí, pai. Presta um facão aí para eu cortar um pega o facão, [risadas] a mãe já não vai querer. E como você não tem a presença do pai ali, >> é a mãe fazendo o melhor dela muitas vezes, né? Mas >> que precisava desse pai para expor a tudo isso, né? E eu acho que essa tendência que existe hoje, né, quando você
vai criar filhos, né, de querer colocar eles numa bolha e super proteger eles de tudo, é justamente o que vai enfraquecer ele quando ele vai se deparar, por exemplo, numa num num escola ou numa universidade com assuntos que, na verdade, ele nunca foi preparado Para ouvir uma opinião contra ou aquilo que você falou, né, desse processo de você ter algo que é seu, que você desenvolveu como como um argumento, um pensamento. uma cosmovisão de vida. E aí o primeiro o primeiro vento que vem leva tudo embora porque tem essa super proteção. Assim, aí você veja
a definição correta de conservadorismo, porque conservadorismo não é uma ideologia. >> Hum. >> Conservadorismo é uma metodologia. O que é que diz o conservadorismo? Mantenha o que funciona. >> Uhum. Os valores que seus bisavós, avós, pais mantiveram, que serviram para você, mantenha pros seus filhos. >> É o que você falou da alfabetização, por exemplo, né? >> Pois é. A não ser que você tenha fortes >> evidênciasidências para mudar, >> mas você sempre mude prudentemente. >> O que é que o marxismo ideológico diz? diz assim: "Olha, esqueça tudo que você aprendeu, >> desconstrua tudo." >> Pronto,
desconstrua tudo. >> Hum. Muito forte. Isso, isso é muito importante. E e é isso, né? É isso que a um dos papéis da apologético. É isso. Vamos pensar, né? E é engraçado porque quando a gente olha para apocalipse, né? A gente pensa ali sempre no na questão Da escatologia e do fim, né? E tal, mas na verdade o livro significa revelação, né? Era era muito assim, tipo, ó, vamos abrir a cortina aqui. Tem algo por trás desse César, tem algo por trás de Roma, tem algo por trás da Babilônia, né? Não é só uma sociedade.
Olha aqui por trás, vamos revelar que tem um espírito por trás agindo, né? E como é importante a gente abrir os olhos de que é algo muito mais profundo do que simplesmente conversa sobre um assunto, só um debate, Né? Eh, agora vocês plantaram uma igreja lá em Natal, né? E que é defesa da fé, né? >> É >> defesa da fé. >> Você consegue mais uma água aqui? >> Ô, Natã, pega para mim. E é, eu vi que é como é que é? É proibido não pensar. >> É aqui é proibido não pensar. >> Muito
bom. Muito bom. >> É, a igreja nasce depois do ministério. >> Uhum. >> O ministério apologético é maior. >> Sim. E a igreja nasce depois como a proposta de somar as igrejas que já existem de forma diferente com a igreja em que as questões podem ser feitas, >> tá? E e na prática como que acontece na igreja? Assim, >> as crianças saindo da barriga da mãe já estão na posição de aprenderem, >> não é? Então nós temos um mês de apologética para as crianças, um mês de teologia, um mês de apologética, um mês De teologia.
As crianças são encaradas ou entendidas como missionários em seus campos de ação, de atuação. Então, as crianças são treinadas para isso. >> Gostia de fazer essa pergunta como alguém que é um pastor e e alguém tá ativamente trabalhando nessa questão apologética assim, como que nós podemos preparar os nossos filhos para essas adversidades que vão vir, né? Vou dar um exemplo de um grande erro que acontece. Vocês terem uma ideia de como é grave. Você é cristão, uma pessoa é cristão, casal cristão tem um filho na escola. Aí na escola ele vai cada vez menos aprender
conteúdo. A escola está cada vez menos querendo ser conteudista e tá querendo, na realidade ensinar comportamento. Então na escola ele vai aprender, por exemplo, que casamento é entre qualquer pessoa. >> Uhum. Homem com homem, mulher com mulher. Aí a criança traz as informação Para casa. A informação, aliás, que você já deveria ter falado. Hoje eu digo que os pais devem falar para os filhos antes da escola falar e a televisão falar. >> Primeira menção, né? >> Primeira menção. Então, a criança traz isso para casa. Aí, o que é que o pai muitas vezes diz paraa
criança? Diz assim: "Meu filho, você sabe que casamento entre homem e mulher, mas lá na prova, na avaliação aqui fala, chama prova." >> Uhum. Lá na prova você vai marcar o que a professora disse, senão você vai tirar nota baixa. Então você que exerce autoridade sobre o seu filho, está induzindo o seu filho a um comportamento dissonante com que ele sabe que é verdadeiro, isso gera nele uma dissonância cognitiva. >> Hum. Ele é induzido sutilmente a agir de uma forma diferente da base de moralidade que ele aprendeu. Esta Situação de dissonância, de uma ação induzida
aqui e a base aqui não fica irresoluta. Ela tende a se resolver com a locomoção, movimentação da base de moralidade para dar agora sustentação à forma como ela está sendo induzida. Então, a criança daqui a pouco vai pensar e falar da forma como ela está sendo induzida a agir. Então, se você fizer isso com seu filho, que muita gente faz sem saber, você está empurrando o seu filho no precipício Para ter uma visão de mundo diferente da que você quer que ele queira, que ele tenha. >> E aí, como é que seria a forma correta?
Meu meu filho, meu filho, você responda o que é certo, você sabe como é. Papai, mas se eu chegar em casa com nota baixa, se você chegar em casa com nota baixa, porque você diz que o casamento é ter um homem e uma mulher, sabe o que vai acontecer? Vai ter pipoca, algudão doce, [risadas] Sorvete, vai ter festa. Vamos festejar. >> Se Jesus Cristo tem algum valor, nós temos que ensinar os nossos filhos que eles têm de estar aptos a pagar o preço por isso. >> Que essa seja a primeira perseguição, né? Lógico. É lógico.
Agora, é claro, você vai monitorar seu filho, se colocar seu filho num ambiente de terrorismo, eventualmente, se não tiver controle, você tem que tirar o seu filho dali. >> Então, esse é um exemplo. Outro exemplo, Você não deixa o seu filho falar da forma, porque você não gostaria que ele pensasse essa história de bom dia, bom dia a todos e a todas. Eu tô falando todos e todas, né, que todes já é caso de internação psiquiátrica. Então, bom dia a todos e a todas. Ninguém fala assim. E a gente sabe que na passagem do latim
pro português, o gênero masculino recebeu geral. Então, se ele começa a falar de forma assim, ele vai passar a pensar assim. >> Sim. >> Ó, a grande conquista do filosofia do século XX foi a seguinte: da forma que você fala, você pensa. >> Hum. da forma que você pensa, você age. O domínio da linguagem quer dizer domínio do pensamento, que quer dizer domínio da ação. É por isso que hoje em dia a briga pela autonomia linguística é brutal. E às vezes a gente não entende por, né? Por que que estão brigando tanto por isso aí?
Por que que vocês Querem isso aí, né? >> Isso. Muda-se um muda-se o nome, por exemplo, assassinato intrauterino, chama-se aborto e agora já quer se chamar como? Direito reprodutivo, quando nem direito e muito menos reprodutivo. É. >> Entendi. >> Você tá entendendo? Então, o domínio da linguagem é muito importante. >> Entendi. >> Tem que ter domínio. E >> significa a palavra casamento. Tem um entendi. >> Pois é. Por que que um casamento não pode ser senão entre homem e mulher? Porque aquela relação entre homem e mulher não é replicada em outros formatos. As pessoas quiserem
se unir contra o homem, contra a mulher, sei o quê, fica à vontade. Deus homem será outro, né? Eu respeito o livre arbítrio. Agora são formatos diferentes que merecem nomes Diferentes. Não é que não possa fazer, pode. Eu sou a favor de direitos previdenciários, civis. Tô falando disso. Que eu tô dizendo que formatos diferentes tem que ter nomes diferentes. Nós não podemos abrir mão da linguagem porque a linguagem exerce >> poder sobre o pensamento. Porque nós só pensamos linguisticamente. O senso comum acha que é assim, você pensa, digo, pera aí, agora vou estruturar linguisticamente meu
pensamento. Não é Assim. contrário, >> você já pensa linguisticamente. Se você não domina a linguagem, você tem dificuldade de pensamento, >> entendeu? Se você não domina, se você tem medo de falar, você tem medo de pensar. Se você não sabe se pode charar negro, preto, como é que eu chamo? >> Não, >> como é que eu chamo? Hora posso chamar negro, agora já não é negro, é pele preta. Agora já não é, não é mais pele Preta. É pele escura. Eita. Não pode loucureça, porque eu não posso usar nomes técnicos da mestiçagem como Cafuso, mameluco,
mulato. Por quê? Eu ataco a linguagem. Por quê? É para, provavelmente, sabe por quê? Para acabar ou atacar a nossa grande conquista no Brasil, que é a mestiçagem. Nós somos um povo belíssimo. Nós demos a solução pacífica para atenção racial por meio da mestiçagem. Eles querem atacar Ferozmente até a capacidade de nós usarmos os termos técnicos. Então nós não podemos ser inocentes. O cristão não é chamado para ser abestalhado, não, pessoal. Temos que ser astutos >> como as serpentes e temos que cuidar dos nossos filhos. >> Hum. E esse negócio da da da linguagem e
da do pensamento, você já viu um filme chamado A chegada, que é na verdade sobre essa terrestre que chega, >> tá? Acho que eu já vi você falando sobre Ele. >> Ele chega assim em várias eh eh várias naves assim, em vários países, né? E aí eles chamam uma mulher e na verdade o filme é sobre linguística. Eles chamam uma especialista melhor mundial e vai lá para ela tentar discernir a linguagem lá dos extraterrestres, né? E aí é legal o que eles vão ensinando no filme ali, porque eu nunca tinha eh ouvido que eh a
forma que uma cultura fala, né? A língua é formada pela forma que a Cultura pensa, né? Eu e aí você não sabe o que veio antes, o que veio depois, né? Então o inglês é estruturado de uma forma que tem tudo a ver com a cultura e mentalidade do americano ali. E o espanhol é de um jeito por causa da cultura e o árabe é, né? E aí aí na no caso lá era interessante porque do extraterrestre era uma eh a escrita dele era da direita pra esquerda, esquerda pra direita. Era tudo junto assim. Por
quê? porque eles sabiam eh o futuro, Eles já sabiam o futuro. Eles veiam para resolver uma guerra no mundo, tal, não sei o quê, entendeu? E aí eu falei: "Poxa, que interessante, né? Você olhar para cada língua, você olhar pro japonês, você olhar para chinês e aí você olhar pra forma que o português é e tem a ver, né, com com a forma que a gente pensa, né? >> Tem tudo a ver. É, é muito doido isso. >> A linguagem nos traz muitas informações sobre um povo, tanto da história como da Cultura, da forma de
pensamento, estruturação de pensamento. >> Hum. O o Davi Lago uma vez falou, né, que ele escreveu um livro sobre gratidão e ele tava falando, né, por exemplo, interessante, né, eh, agradecer em inglês é thank you, né, e que vem da palavra think. Então ele tava dizendo, é como eu pensei, né? Eu eu entendi o que você fez por mim e, né, tô te dando essa consideração, né? Thank you. >> Aí ele falou assim: "Quando você vai pro Espanhol já é uma outra expressão, é grácias". Ele tá dizendo assim: "O que você fez para mim foi
graça. Eu reconheço essa graça, né, imerecida, esse favor que você fez, né?" Então, graças. Aí ele falou: "Quando você v em português, é o fim das coisas. Agora eu estou obrigado a você. né? Então você vê eh formas diferentes de expressar a mesma coisa, né? Pra gente é obrigado, né? Agora é quase que agora eu te devo um favor Também, né? >> Faz total parte do do pensamento quando alguém te faz o favor, né? >> Exato. Você já tá obrigado, [risadas] >> meu amigo. Obrigado. >> Muito bom. Fe tempo aqui. Obrigado, viu? É, graças por
esse tempo. [risadas] >> Então, se eu tiver um podcast, vou ter que ir lá. >> Eu que agradeço. >> Muito bom. Muito bom. E a minha oração é que você continue te Enchendo de sabedoria para os lugares aí que ele quer que você entre, que ele não quer que você entre e aquilo que ele quer que você comunique e fale que a gente possa continuar expressando, né, o evangelho a todo mundo aí e entrando em todas as casas e lugares da nossa nação e fora dela. Obrigado mesmo. >> Eu que agradeço. >> Deus abençoe muito.
Abençoe muito. >> Obrigado. >> E obrigado, Gui. Obrigado você que ficou Aqui ouvindo, assistindo. E eu queria te fazer um pedido, cara. Se você puder, pega esse link, sai mandando pra galera aí. Não deixa parar isso em você, não. Se enquanto você estava conversando, a gente estava conversando aqui, você lembrou de alguém, lembrou, manda nos grupos aí é, talvez de galera que gosta de pensar, de gosta de estudar. Eu tenho certeza que muita gente pode ser abençoada por esse papo, por esse testemunho aqui. E também se inscreve Aqui no canal para você saber tudo que
a gente tá produzindo. Deus abençoe você e não se esqueça, você é uma cópia de Jesus. Valeu. Tô aqui para agradecer você que tá sempre aqui com a gente no podcast Disascop. [música] Eu espero que você tenha sido abençoado pelo nosso canal. E eu queria te fazer um pedido. Será que você poderia se inscrever aqui no canal? A gente pega às vezes as estatísticas, a gente sempre vê que tem um grupo muito grande de pessoas que Assiste, mas não é inscrito. Quando você se inscreve, é uma forma gratuita de você dizer: "Ó, isso aqui é
relevante e nos ajudar a alcançar mais pessoas". É uma forma maravilhosa de agradecer se você é abençoado pelo movimento Desascópico. Agora tem mais uma forma de você poder abençoar tudo que tá acontecendo aqui. É se tornando um membro aqui do canal Disascopia. É se tornando um Disascopes, né? E você pode então eh ser membro, você vai estar Contribuindo financeiramente para toda a equipe que tá por trás aqui trabalhando, produzindo conteúdo para mais pessoas se parecerem com Jesus. Então, se você pode fazer isso, vai est abençoando muito o movimento então tá aqui. É só você clicar
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