Eh, olha aí, nossa convidada é psicóloga. Eu acho que é a psicóloga mais querida da televisão brasileira. Ela está diariamente no Casos de Família.
Chama ela, Diguinho. Doutora Anacapyapsy. [Música] [Música] >> Muito bem, doutora.
Seja bem-vinda, doutora. Faz tempo que a gente nos conversa. Faz um tempão mesmo.
Nem lembro quando eu vim aqui. Você veio meio que no início do de noite que eu lembro que eu pedi para te chamar, que eu falei: "Pô, eu nunca vi a entrevista da Dr. Na talc, traz ela aqui e agora tá aí de volta.
E eu queria saber, tô para te perguntar faz tempo, doutora, como que eu escolho o melhor óculos pro meu cabelo? Eu não sei, eu eu sou suspeita porque eu gosto de qualquer >> Não, mas seu seu óculos combina com o seu penteado. >> Você tem uma harmonia aí.
>> É, você eu acho que ficaria legal com quadrado bem estiloso. >> Quadrado bem estiloso. >> Mas você precisa.
Eu nunca tive. Eu já tô cego, já tô velho, já tô cego. >> Ah, você tá velho, vem me falar de idade, pelo amor de Deus.
>> Eu que o Detran não me ouça, hein? Tô toda a noite dirigindo por aí, sem óculos. >> Esses olhos já estão bem [ __ ] Ai, gordo desgraçado.
>> Vocês continuam se dando bem, né? >> Eu odeio ele. Vamos ver a D.
Naí em ação. >> Você tem um filho, não é? É uma opção.
Se você tem problema, se você tem trauma, você tem que se tratar. Filho não é obrigado a pegar uma mãe toda despedaçada, que a vida dele, porque ela quer. A senhora tem que cuidar da sua vida, tem que cuidar mesmo.
Lembra que a senhora me abandonou? A senhora me abandonou agora obrigação sua a cuidar dele. Tem que ser corno mesmo.
Você amigo hoje ele não tem culpa. >> Você não louco >> você. Nome dela é [ __ ] Não é Ana não.
Éudo >> bem. Eu tenho dó de você >> mano. Não começa pr mim.
Você já plantou? Você já colheu. Você já colheu a plantação de abacaxi?
Jáu, [Aplausos] você licença, licença. Quem é você para falar de mim? Meu amor, eu plantei feijão, eu plantei pera aí, pera aí, desculpa aqui.
Eu tava rindo a hora que eu olho o diguinho fala: "Puta que pariu, >> eh, tinha uma mulher lá que tava muito afim de gritar, que ela tapou a tracostomia dela e para conseguir gritar o tanto que ela coisa. >> Aqui é o novo cenário, é novo programa esse. " Olha lá, ela tava a fim mesmo de gritar, hein?
Esse aí é o novo programa, é, é o novo cenário. Novo cenário. >> Danilo, eu não tinha visto isso.
>> Não tinha visto a a trocostomia dela. Ah, tá ali, ó. >> Eu vi que a voz tava estranha, mas eu não eu não tinha não tinha.
Sabe por? Agora eu fico bem no cantinho aqui e eles ficam na mesma linha minha, então eu só vejo o primeiro convidado. >> Meu Deus, doutora.
E o caso de família continua a loucura agora com presença de famosos ou quase famosos ou influencers ou celebridades. É mais difícil você aconselhar o influencer do que aconselhar as famílias anônimas que estão lá? >> Muito mais.
>> Qual que é a dificuldade? >> Porque eles >> já são narcisistas. >> Não, eh, eu não, eu não tenho o que falar com eles.
Eu nem vou falar. Tanto que o rico a gente deu uma estranhada lá e eu falei que eu não ia bater boca com ele, >> né? Mas eles como eu eu lá sou conselheiro do conselho, eu não tenho nada de psicóloga naquele programa, mas eu tenho que ter uma postura.
Você concorda? Não é à toa que eu tô 20 anos lá, >> né? Então eles podem falar de uma outra maneira.
Eu não, eu jamais vou falar com os convidados da maneira como alguns falam, porque é diferente, não tem aquele aquela coisa que eu tenho que ter, aquele cuidado, >> né? E quando foi o que aconteceu com o Rico, porque aí o Rico começou a se estrenhar com os convidados e eu eu não não dá para deixar. Ah, Cristina Rocha, equipe Casa de Família, Dr.
Anaí, tô vendo que famosos estão indo lá com problemas. O Diguinho tem muitos problemas na vida dele. Por favor, convoquem, convoquem o Diguinho.
Convoquem o Diguinho. >> Mas hoje ele tá, meu amigo, ele me deu café. >> Te deu café?
Dei, dei, fui buscar café, arrumei lá no figurino. >> Você v já tá puxando o saco. Já tá puxando o saco e sabe que vai parar lá uma hora.
>> Eh, doutora, como é que você foi virou a conselheira do caso de família? >> Ai, e olha, faz tanto tempo, foi em 2004. >> A Cristina Rocha é no seu consultório?
Não, não. Aí a produção do casos ia em todos os consultórios de São Paulo, porque era um psicólogo diferente por programa, não era fixo, então não havia psicólogo que desse conta, >> entendeu? E aí eu eu demorei para aceitar uns dois meses, três, eles iam direto.
Aí um dia eu falei: "Ah, eu vou" e amei. >> Aí você gostou e todo mundo falou: "Ela". Qu meses depois eles fizeram a a >> É ela é ela.
Boa, boa, boa. Tem um tem algum problema psicólogo ou psiquiátrico hoje no Brasil? Tem alguma epidemia de de problema que você enxerga que 10 anos atrás não tinha?
Qual Qual é o grande problema mental do brasileiro? >> O maior hoje em dia é ansiedade. >> Ansiedade.
>> Depressão. >> Depressão. >> Pânico.
>> Mais do que 5 anos atrás. Mais mais piorou muito depois da da Covid, >> da pandemia. A pandemia deixou as pessoas mais inseguras.
>> Pandemia. Sim. A gente não sabia se ia sobreviver, o que que ia acontecer.
A gente achava que se pegasse COVID ia morrer. Não tinha, não tinha como respir respirador aquele negócio. Eu falei: "Bom, né, eu nunca trabalhei tanto como na pandemia.
Se, se a falências, >> eu atendia direto e teve, né? Ninguém podia sair, aí tinha filhos que saíam e e aí contaminavam a voz e morriam. Eu, ah, foi um pega, >> piorou bastante a saúde mental do brasileiro depois disso.
>> Sim. E eu e eu acho que tem as pessoas estão tendo muitos problemas. Rede social é a coisa mais legal do mundo.
Eu adoro, eu tenho, eu, né, vivo disso inclusive também. Mas assim, as pessoas se comparam demais. É, >> né?
É uma coisa que não tinha >> não. E outra, né? Tá, todo mundo é tem a vida perfeita na rede social.
>> Não, todo mundo é lindo, maravilhoso, viaja, ama a esposa, ama o marido, é o pai do ano, é a mãe do ano. É corpo perfeito. >> Corpo perfeito.
>> Entendeu? Como é que você vai competir com aquilo? >> Aí você vai ver a mulher lá que fica mostrando o corpo perfeito é filtro.
>> Uhum. >> O rosto lindo é maquiagem com filtro. A família perfeita depois de dois meses se separaram.
O homem tem amante, é o pai do ano. A mulher tá deprimida, infeliz, é a mãe, é a esposa dedicada, >> relacionamento abusivo, batec >> isso, a família é perfeita, não é verdade? E aí assim, é a é uma rede de ilusão e você vai se comparar com isso aí, você vai se deprimir.
E também assim, quem fica se comparando com os outros tem que ser bem resolvido também, né? Mas Danilo, você esquece uma coisa. A gente, por exemplo, eu na minha idade, eu até posso me comparar porque é impossível você não se comparar.
Você fala: "Nossa, vidão, né? " Mas a gente já tem uma noção. Agora você imagine adolescentes que já nasceram dentro disso.
>> É, >> já é outra personalidade. Tá formando diferente. Eu não sei como é nascer e crescer num ambiente desse, porque isso veio depois, né?
É totalmente virtual. >> É, >> entendeu? Isso é complicado.
>> O dia que eu tiver que me comparar com essa plateia ralé, eu desisto da vida. >> Ó, você não pode falar assim dessa plateia porque ela mora no meu coração. >> Obrigado.
[Aplausos] Obrigado, Brasil. Vou jogar uma ficha para vocês agora. >> A Cristina faz isso todo o programa.
>> Ela joga pra plateia. >> Joga pá. Não, ela joga.
Agora, é eh as coisas também tão fica, as pessoas, você acha que elas estão com ego mais frágil ou com uma necessidade maior? O, você sabe que eh não quero levar para um lado religioso, né, mas tem uma parte da Bíblia que diz que nos últimos tempos os homens seriam muito amantes de si mesmo. O que é um narcisismo, um ego, um narcisismo.
E essa, e eu percebo que o narcisismo hoje é epidêmico porque as redes sociais faz você ser um narcisista, só pensar em você, exibir o tempo inteiro, se exibir o tempo inteiro. E ela engana até quem se exibe, que o cara tá lá barrigudo, se exibe com filtro de forte, a mulher tá lá >> com corpo normal, toda derrubada, mas põe um filtro e ela acredita que é >> e ela sai na rua achando que os outros é. O narcisismo hoje tá maior do que já foi, não >> tá?
Eu não sei também se não tinha nome, né? Também tem isso. Muitas doenças, transtornos mentais sempre existiram, mas a gente não nomeava.
Então por isso que parece que agora tá todo mundo assim, >> né? ter DH, aquelas coisas que a gente ouve o tempo todo. >> Ex.
Todo mundo agora tem autismo, tem que ter DH e é super dotado. É a nova moda. Você já viu essa?
Agora todo mundo é super dotado, viu? >> É que é tão problemático quanto, né? >> É total.
Um assunto que bombou aí nos últimos tempos foi o vídeo do Felka, que ele teria, ele denunciou >> a adultização, erotização infantil. E todo mundo ficou estarrecido. Nossa, olha o que está acontecendo.
>> Não, acontece faz muito tempo. >> Pera aí. Eu lembro que eu era moleque e levavam no programa da Globo, no programa do próprio SBT, não vamos ser hipócrita, vamos achar a nova loirinha do tchan.
Aí punha lá a menina nos anos 90 de biquíni dançando na boquinha da garrafa. Isso não é uma novidade, >> sim. Não.
E e já denunciaram muitas vezes. >> Muitas vezes. Muitas vezes.
Você encontra muitos casos assim no quando você tá clinicando? >> Não, você >> não, não chega essa demanda. A única coisa que eu fiquei estarrecida uma vez fazendo uma live, uma menina falou: "Doutora, batendo papo, eu tenho 13 anos e eu tô na", porque eu tava falando de relacionamentos.
>> Eu falei, "Eu tô namorando com um cara, mas ele tem 35 anos". >> Quê >> é com 12 anos? Aí eu falei: "Ah, então olha, v faz um favor para mim, manda aqui no meu direct, eu aí posso falar com você a hora que acabar aqui a live".
Mas eu fiquei, eu tremia >> porque já não é caso de psicóloga de polícia, >> já era caso de polícia, né? Mas depois ela veio falar comigo, eu pedi o nome da mãe, ela falou: "Mas a minha mãe também namora com ele". >> Ah, não.
>> Você entendeu? Então essa coisa do que estão fazendo com as crianças. 12 anos é uma pré-adolescente.
>> Isso é triste, isso é pesado. Como que os pais podem proteger o filho, os filhos, as filhas disso? Porque tem muito predador na rede social.
Quer dizer, predador sempre tem no mundo, né? Des vamos erotização infantil existe desde a Grécia antiga, que vou falar real lá, os tinha filósofo que tinha seus seus concumbinos, sempre teve a concumbina. Isso aí desde desde que o ser humano existe, existe maldade.
>> Desde que o mundo é mundo, né? Só que a gente at, o desejo é caminhar em uma direção que esse tipo de coisa ruim fique sempre no passado. Só que quando aparece a rede social, ela é uma ferramenta que dá muito mais acesso aos predadores.
Como que os pais podem proteger os filhos hoje em dia disso? >> Monitorando. >> Monitorando mesmo.
>> Sabe por quê? Tá tudo violento, a gente tem medo. Então os pais eles eles ficaram muito felizes e acomodados que o filho tá no quarto, não é?
Ele não tá correndo risco nenhum. >> Mas desde a criança, viu? Criancinha de 5 anos.
Ah, cala a boca, dá o tablet pro menino. Que menos que isso? >> É tr anos.
>> Me cansei de ver em restaurante. >> Quanto tablet que ele par de encher o saco. >> Sim.
Entendeu? Ficar vendo lá o desenhinho. Então, olha, até 2 anos não tem que ter rede social, não tem que ter celular, não tem que ter tablet.
>> Concordo, >> né? do depois de 2 anos, uma hora por dia com supervisão de adulto, né? Aí de tr a 5, 2 horas sempre com supervisão de adulto.
A criança ela não tem como filtrar e e a gente não sabe quem que tá vendo aquele conteúdo, né? E os pais ficam muito felizes e orgulhosos que a menina tem jeitinho, dança, sensualiza, roupinha, >> incentiva, >> incentiva, dá dinheiro, aí faz canal, aí faz, você entende? Porque é o mal da modernidade.
Todo mundo faz isso. >> Isso quando o pai não incentiva, porque fala: "E essa menina aí que vai crescer, dançar e me dar dinheiro quando ficar velha". >> Entendeu?
Isso é perigoso >> muito. E a gente quando vai pensar em abuso, essas coisas, a gente pensa sempre na pessoa que tá fora, é um predador, mas o número de de crianças que sofrem dentro de casa é enorme. >> E às vezes com a mãe ou o pai cúmplice, né?
Porque não quer perder o marido, não quer perder a esposa, faz vista grossa. Tem muitos casos assim. >> Tem.
>> Meu Deus. Qual foi o caso mais triste que você já lidou nesses anos todos? mais pesado.
Um que você falou: "Ó, isso aqui para mim >> é, não dá para falar porque se eu falar a pessoa vai saber que é dela. >> Ah, então >> mesmo não falando o nome, mas assim, eh, sabe, casos em que as pessoas passam por cima de tudo em nome de de um amor, sabe? É é muito complicado.
Eu acho que relacionamento as pessoas não estão conseguindo lidar mais com isso. Tá difícil. O relacionamento hoje tá difícil, >> tá?
>> Tá, todo mundo aprendeu a viver sozinho, mas ao mesmo tempo na rede social que você está conectado com o mundo inteiro. >> É, então, mas a gente tá perdendo traquejo social porque é tudo muito virtual, >> né? Então, olho no olho, cheiro, tato, aquela coisa, sabe?
Quando encontra dá uma travada. Você sabe que eu tenho tenho bastante amigo da minha idade, eu já sou velho. E é uma coisa que veio de mais de um homem falando assim: "Cara, cada vez mais meninas jovens, tipo assim, eu tenho 40, 45, 50 anos, 40 anos, menina de 20 anos, 22, vem me procurar porque fala assim: "Eu gosto de homem mais velho porque os homens da minha idade, da minha faculdade, tão muito afeminado ou não quer saber de mulher, tem medo de mulher do tipo, eu prefiro ficar em casa sozinho, prefere a solidão que mulher.
E tá acontecendo uma demanda dessa. E ao mesmo tempo eu vejo muito homem em contrapartida com medo de mulher hoje. Porque hoje em dia >> medo do que a mulher pode fazer com >> Exato.
Com Exato. Com medo de mulher assim, ih, eu vou namorar depois se eu fizer uma coisa que ela não gosta. vai falar que eu bati nela, vai falar que eu assediei, que eu abusei dela, porque tá vendo que existe, obviamente que isso que eu tô dizendo é muito delicado, porque eu não quero desmerecer quem realmente sofre abuso e tem muito.
>> Não, mas aí é que tá o problema. >> Exata. Isso desqualifica o a verdadeira agressão, verdadeiro abuso.
>> Exatamente. Você já não sabe mais. Exato.
>> Então, a mulher que sofre de verdade, né, que tá sofrendo o abuso, ela fica ao Deus dará porque vai caindo no descrédito. >> Perfeito. Eu tô vendo um descompasso entre homens e mulheres hoje em dia, onde mulheres novas procuram homens mais velhos porque enxergam nele o cara tá, o cara tá mais maduro, mais experiente, tem atitude, porque os homens da minha idade tão lá na toca e ao mesmo tempo os homens ficam na toca porque estão com medo de mulher que não sabe o que vai acontecer.
Esse é um descompasso muito grande. >> Então, mas aí também a gente esbarra numa outra coisa. a mocinha de 20, que é um cara mais velho porque ele tá mais amadurecido, ele já tá mais posicionado na vida, mas o cara pode achar essa menina de 20 meio bobona, aquela coisa, mas uma mulher mais velha ele também não quer porque tá passada.
Então então vai ficar assim, cada um para um lado. >> Ex. Estamos vivendo uma doença de um completo descompasso, porque o cara mais velho fica vendo o Instagram e só quer saber das novinhas lá e não sei o que e a mulher da idade dele, o cara não quer saber.
Uhum. >> Então, como é que como é que como é que a sociedade progride por aí? >> Então, tá tá ficando bem difícil.
>> Você tem >> eles tem medo de de ter que criar o filho da outra da mulher porque não é dele, tem que dar pensão. Eles têm muitos receios. >> E mulher também com razão tem os receios dela também.
>> Mulher também. Com certeza. >> Meu Deus.
Para onde a gente vai, hein? >> Não sei. Você tá namorando, Danilo?
Eu >> eu tô >> tá >> tô faz tempo. >> É, >> mas não não falo, não gosto que ninguém saiba >> e nem quer casar >> juntando. >> Ah, eu pergunto tanto isso para ele.
>> Eu eu eu não gosto de falar da minha vida porque a minha a minha namorada é gente boa e não gosta de aparecer, graças a Deus. E depois aparece todo mundo vai xinga, porque o pessoal me xinga, eu tenho que aguentar. >> Te xingam?
Ah, xinga. Você apareceu na TV, você vai ser xingada, vai ter gente invejosa que xinga, mas eu tenho que aguentar porque é meu meio de vida, eu tenho que aparecer. >> Mas você poupa ela?
>> Ela não tem. Então para que que vai aparecer? Ela também não gosta de aparecer.
E a doutora tá namorando? >> Eu sou casada já. >> Casada faz tempo.
É, >> já, já há muitos anos. >> Pergunta se eu tô namorando. >> Você tá namorando, tá namorando, dig?
>> Namorando esse Brasil aí. Mas o que acontece, ô, ô, doutora, o que acontece é isso. Você tá vendo às vezes para manter a saúde de um negócio, você tem que, você não pode ficar mostrando muito que você gosta.
>> Mas você é totalmente público, né, Danilo? >> Eu, minha imagem é pública. >> É, então, >> e já toma um monte de estrago porque é pública.
Tem quem ame, tem quem odeia, tem. >> Não, porque você não pode falar nada também. A gente não pode falar nada.
Falada. Tem quem simplesmente não gosta de uma coisa que você falou um dia e vai te demonizar pro resto da sua vida. Mas eu preciso lidar com isso.
Esse é o meu ganhapão. Agora a a minha mãe, namorada, filho, quando eu tiver, não tem que lidar com isso. A não ser que eles escolham lidar com isso.
Então, melhor coisa é preservar, porque a rede social pode ser muito tóxica também, não? >> Mas eu concordo. >> Eu acho que você faz bem.
>> Lá tem muita inveja, muito ressentimento. >> E quem tá muito bem não posta, né? >> Não posta.
É isso aí. Exatamente o que a gente, a gente deu a volta e parou aqui. Eu cansei de ver gente postando, olha a minha mulher, olha o meu marido, olha a minha família, tá?
Vai ver depois de seis meses separa. Deu errado. >> Tem traição.
>> Traição >> ou tá andando de peruca investigando gente. >> Hoje tá fiado, Diguinho. Hoje tá fiado.
>> Mas você viu o pastor de peruca e calcinha? Ele tava investigando, hein? Pois é, >> eu tava investigando >> que foi doloroso.
>> Foi doloroso. Foi doloroso. Ah, você acompanha as polêmicas de hoje, por exemplo, que teve aquele caso da Sidney Suini, sabe quem é?
Que todo mundo chamou propaganda de nazista porque tinha uma mulher bonita e gostosa fazendo propaganda, né? Eh, teve nazismo ali ou é uma reclamar? aquilo é um é um é um sintoma de hoje em dia que eh a inveja vivemos a ditadura da mediocridade ou da inveja.
>> É, eu não eu não vi nada assim de muito chocante, sabe? Eu de falar jeans mas bonita. >> É, associaram a genes, mas >> jeans, >> né?
E como é que faz, >> acho que o problema foi a frase ou foi >> talvez tenha sido uma provocada, né? >> Óbvio, foi uma provocada. Como é que faz?
O problema é isso, é a polarização. >> É isso, >> né? Tudo que a gente fala, a gente corre para um tribunal, para um jual, >> né?
E e eu não posso reclamar. As pessoas são muito carinhosas comigo. Eu dificilmente, quando eu bati boca com Rico, eu falei: "Ixe, 15 milhões de de seguidores vão me detonar".
Mas não detonaram, né? Então, >> já sofreu ataque de ódio na internet? >> Nunca, >> nunca, >> nunca.
Espero também não sofrer, hein, gente. >> E olha que o caso de família viraliza muito, hein? >> É.
>> Agora você paga o preço de ser uma psicóloga do caso de família, quando você sai na rua, o pessoal te para e começa a contar os problemas. >> Mas isso é maravilhoso. >> É mesmo?
Não, não te suga não? >> Não. >> Não te cansa >> não.
Eu tô aqui com as minhas assessoras, a Ana Alime e a Joy. >> Olá. >> A gente a gente vai fazer qualquer coisa, mas é uma choradeira, Dan.
Eu eu não queria ser tão chorona, mas eu sou, viu, gente? Eu choro demais. No mercado, o pessoal fala: "Meu marido".
>> Não, os depoimentos, você não tem noção. Elas me abraçam, mas não me soltam, sabe? Eu consegui sair de uma relação abusiva.
Meu marido tentou me matar, meus filhos, isso, meus filhos aquilo, eu consegui sair, você me deu força, eu saí de uma depressão por causa dos teus vídeos, eu percebi que eu estava num relacionamento abusivo com os teus vídeos. Então é uma coisa assim de missão cumprida. >> Isso é bom, hein?
>> Ah, maravilhoso. Qual? Onde que assiste seus vídeos?
Qual que são suas redes sociais? Canal, olha, o meu canal é Papo com Anaí da Mico. >> O Anaí é tem um H e um Y.
Ana >> H. >> E, e olha, eu tô com um projeto bem legal agora. É um podcast que chama Reset.
E aí eu quero aproveitar todos vocês lindinhos aqui de testemunha, porque você, eu quero te convidar para ir no meu podcast. >> Onde é? longe.
>> É, eh, Perdizes. >> Paulista. >> Ah, na Paulista.
>> É perto, hein. Eu vou, eu vou falar bem a verdade. Eu gosto da Dr.
Naí, >> mas se o podcast é longe, eu fico com preguiça. >> Não, é bem perto. É na Paulista.
É. >> Quase em frente a a o prédio da Gazeta. Bem, >> então, então dá para ir, dá para ir, dá para ir, dá para ir.
Eu gosto da doutora. Dá. É perto.
Eu vou arrumar um tempo. Vou lá. Mas >> tem um bifinho.
Tem um bife. >> É, vocês arruminh >> arruma um negocinho legal para eu comer lá. Dá para falar que não sabe, que esqueceu.
Então, pronto. E e os podcast é qual que é a abordagem? Começa analisar chama resete.
Não, não são histórias. Analisar no livro. >> Você não vê que eu sou entrona?
Já perguntei se você tava namorando. >> Po, pode perguntar. Eu, minha vida é um livro aberto mesmo.
Todo mundo sabe. >> É, é que nem a minha, sabia? Não tenho segredo.
>> E o pessoal fala de coisa que eu nunca fiz, nunca falei. Eu tive que crescer na carreira lidando com isso. Então, faz, eu tenho, >> a vida dele é como se fosse um Big Brother.
Você é que me entende. >> Cala a boca. Gordo, cala a boca.
>> Você é que me >> cala a boca, gordão. >> Aí eu quero que você vá. São pessoas que foi a a Dani Brand, >> agora a Cris também nós vamos falar, sabe?
Pessoas que deram uma virada na vida, passaram por uns perrengues e conseguiram resetar tudo aquilo. É muito, a gente chora, a gente dá risada, é muito gostoso. >> Nossa, perr o Danilo voltou, não tem como voltar, porque tanto o pai quanto a irmã não voltam.
Fariceiro. >> Cala a boca, ô Rael. Aí você não é engraçado falar que minha família morreu.
Então, desculpa, mas realmente não é não é não é não é não é. >> Família morreu debaixo da terra, gente. Que is >> não é bem triste isso.
>> Ah, tô isso não é legal. Que que é isso aqui? A broderagem está na moda.
Que que imagem é essa? Aí tem uma imagem aí para eu falar pra doutora analisar aqui, ó. Procurando amizade verdadeira com o cara.
Ah, esse post aí, esse post é clássico. Sempre que pode a gente devolve aqui. Eu adoro esse post.
O cara postou na rede social o seguinte: "Estou procurando amizade verdadeira com um cara de verdade, hétero, sem enrolação. Quero uma amizade íntima". É real isso, viu?
Que top ficar pelado junto, assistindo pornô, batendo uma [ __ ] massa, falando merdas, cheiro de [ __ ] no ar, tudo na amizade, sem frescura de chupar ou dá, aí já é demais. Que era um lance de amigo mesmo, poder trocar de roupa na frente do outro, mijão de porta aberta, pegar umas safadas juntos, tudo isso de boa, sem neuras. Sou viciado em [ __ ] tenho 29 anos, moreno, 180 m de altura, 77 kg, peludo, macho, >> peludo >> e macho.
Você já ouviu falar nisso? Na broderaggem heteroflex? Porque, ô doutor, eu vi uma, eu vi uma manchete esses dias aí que a até dá para procurar no manchete era a seguinte: eh, saio, faço sexo com homens, mas não sou gay.
Mas não tinha isso. Quando eu vim, nós falamos disso. Você lembra?
Porque tinha um tema do programa que >> era brotheragem. >> É, eu não sou como é? Eu não sou gay, meu namorado é que é.
Lembra namorada que é. >> Tem isso, tem. Ó lá, ó lá, ó lá.
Essa, essa daí é a notícia atual. Hetteroflex. Conheça a tendência que permite sexo entre homens >> que não se consideram, >> que não são gay.
São homens que transam com outro, sabe? Mas não é que são gays, >> eles não são nem bissexuais, eles falam, eles são heterossexuais. >> São heterossexuais, mas transa com outros homens, não é verdade?
E eu gostar isso é como é que a como que como que a gente classifica isso? >> Isso é difícil. É um caso difícil.
>> Hoje em dia, eu acho que ser uma letra mais ainda naquela aquela turminha de letra >> tem mais uma. Mas vem cá. Mas eu eu é o Roger tá no camarinho trocando de roupa.
>> É. Eu sento no colo do Roger e falo: "Ó, isso aqui não é gay não. Eu somos héteros aqui, viu, Roger?
Tô sentando aqui. Você você também. A gente vai dar um beijo agora, mas de homem, hein?
>> Mas dois, vamos um dar o beijo de homem na boca do outro. Mas como é que pode? Doutora, deixe ele de >> Mas se eu ganhar uma masturbação de um amigo de aniversário, eu sou gay?
>> Ué, é assim, primeiro de tudo, primeiro de tudo, não tem, eu não tem problema nenhum ser gay. Com certeza >> tem o gay e tem o hétero. Mas o meu problema com isso, doutora, não é o cara ser gay.
O meu problema com isso é o pessoal começar a subverter os termos e os que eles significam e daqui a pouco nada significa tudo. Tudo significa nada e as pessoas não sabem mais de nada. Então, por exemplo, para mim é muito claro um gay, um gay gosta de sexo com homem.
É homem que gosta de sexo homem, tá tudo certo, tem problema. Agora, se você gosta de sexo com homem, fala que é hétero, aí você tem um problema comigo, porque aí aí eu tô vendo um problema que você tá querendo subverter o sentido das coisas e isso eu acho muito perigoso. >> Mas isso não é uma evolução do troca troca, >> é o novo troca troca.
São dois homens, então, mas quando eu era criança, >> que nem botar um ar condicionado num carro sem ar condicionado. >> Vem cá, mas quando eu era criança sempre tinha, eu cresci na rua, vamos fazer troca a troca? falar não, porque eu não gosto.
>> Sim, mas a maioria fazia. >> Ah, mas a maioria dos meus amigos não fazia. Não, não.
>> Mas era era uma coisa aí é lenda. Isso aí é lenda. É, >> é >> porque era uma iniciação, entendeu?
A curiosidade porque antigamente menina eles não podiam fazer isso com menina, tinha que casar. >> Casar com casar. >> Então fazia com amigos.
>> Mas ali é entre adultos que já estão iniciados. >> Sim. Mas assim, eu acho que é o heterotóp.
Não quer top. >> É porque não não admite falar que que tem uma atração, não admite, >> não admite dizer que é gay, >> não admite nem para ele mesmo. Então é, né?
Porque >> mas é gay, não admite. Pera aí. Então assim, eu vou na vou, >> mas não sei se é gay, mas ele tem uma atração.
>> Aração, Danilo Gentil, olhe pra câmera. Um. Chegou a hora.
>> Não. Então assim, ó. Ô doutora, vê se isso não é estranho.
Eu vou na churrascaria, eu falo: "Venha a picanha, vem. Eu quero cupim também, pô. Me traz a maminha.
E aí eu eu viro pra minha namorada e falo: "Eu sou vegano". >> Eu me sinto vegano você me traz a churrascaria toda semana. Você pediu pra picanha passar.
O o garçou: "O que que você quer? " "Traz o cupim. " E eu comi e depois eu falo, mas veja bem, eu sou vegano e >> e eu sou vegano, mas eu como carne.
Então isso é uma loucura. >> É, é um vegano flex. Não é, é um, é um Vegaflex, >> tá certo?
>> Flex gano. >> Fala, Roger. Que o termo homofóbico ou homofobia era o contrário, né?
Era o cara ter medo dele próprio ser gay. Não é que ele ele ele tinha um preconceito contra gay, ele tinha medo dele próprio ser gay. Não é isso?
A homofobia. Porque você tem medo? Homofobia é raiva de gay.
É pessoa que não mas a a etimologia da palavra diz que não. É porque tem medo de de homofob de ser >> não é que levantou-se Roger porque a a aquela famosa >> reflexão, se você é gay, por que que isso me ofende tanto? Então, talvez eu tenha medo de me ver sua homensidade.
>> Isso tô falando. Homofóbico é aquele que não não suporta. >> Não, hoje em dia é o homofóbico é o cara que tem preconceito, mas eu acho que veio dessa dessa outra essa outra abordagem.
>> Resolveu então agora falando que ele pode transar com que ele que >> ele tem medo dele ele se ver no outro porque ele tem medo que ele seja gay, não é? Então, lembra um cara que não sei quem era, né? Que matava todos os gays aqui?
Ele pegava gays no centro aqui de São Paulo. Lembra disso? O cara passava e matava os gays.
>> Tem alguém que faz isso. >> É. Então, falaram na época que era um cara que tava matando a homossexualidade dele.
Ele não tava matando o gay, ele tava matando a homossexualidade que ele tinha. >> Ele podia aceitava, >> ele podia se matar, então, né, e poupar a vida dos outros gay, né, que não fizeram nada para ele. Os cara em paz.
Agora põe a foto da Cidney Sini aí na propaganda. Ó, por exemplo, a o pessoal que reclamou dessa propaganda é gostosofobia. >> Ela é bonita, né?
>> É, é gostosofobia. Eles estão incomodadim. >> Ela ela tá incomodando as pessoas porque ela é bonita.
Em um período que as propagandas começou a dizer que o padrão de beleza tem que ser destruído. >> Então, >> e de repente vem uma gostosa dessa. >> Eu acho que hoje em dia quer as pessoas querem destruir muitas coisas, né?
Eu acho que cada um tem que levar sua vida do jeito que quer. Você quer sair com homem, você é homem, quer sair com homem e quer dizer que é hétero, problema teu, >> né? >> Mas eu vou saber que é gay.
>> É, você sempre vai achar que não bate, né? Que a conta não fecha. Mas >> ach eu vou achar que os termos existem para as coisas serem as pessoas saberem do que acontece.
>> Eu eu será que tem cisteragem? >> Que que é isso? Ah, tem brotheragem.
Cisteragem. >> Não é porque eu não sei disso, mulher. de homem que fica disfarçando mulher >> porque é culturalmente ele é muito cobrado.
A mulher não. Mulher a gente sempre dormiu com amiga, não é? A gente sempre tomou banho com amiga, >> faz carinho, anda de mão dada, >> faz carinha, beija, anda abraçada de mão dada.
E não é não é lésbica, >> né? Agora um homem ele não pode dormir com o amigo dele. Mesmo amigo mesmo, nada a ver, né?
Sei lá, vão viajar, só tem um, ficam, dorme os dois numa cama de casal. Eles não fazem isso. Por quê?
Porque vão falar. Porque vão cobrar com mulher. Não, >> mas tem outra coisa que eu vou te falar.
>> Mulher pode dormir com mulher, mas homem é difícil dormir com homem porque homem fede. Tem mulher que fede. >> A mulher é cheirosa.
A mulher geralmente se cuida. Agora imagina eu dormir na mesma cama que o Diguinho. >> Eu >> não é.
Então existe a questão, o homem é peludo, é ceboso, fed, ela quer dormir ceboso, chulé, >> passa investimento pesado em lenço umedecido, tudo isso >> nojento. >> Mas se vocês forem um dia dormir juntos, vocês tomam um banho. >> E e do mesmo jeito?
E homem que >> nossa, falou em banho, ele desconhece essa palavra. Ah, não que eu vou tomar banho. Tomar banho com o Diguinho.
Você tá >> sai fora, velho. Diguinho. Tomar banho.
Tem que ir no c word, doutora, pra gente >> o o e homem que, já que estão falando de sexualidade, né? E homem que gosta de ver duas mulheres se pegando. Ah, isso é a fantasia número um.
Por isso que mulher, ela pode até falar pro marido: "Olha, eu beijei uma mulher", ele vai ficar excitado. Agora, se o cara chega pra mulher e fala: "Olha, eu beijei um cara", ela vai ficar apavorada. Exato.
>> Não é assim, gente. >> É, eu eu o alguém tem tesão de ver uma mulher fazendo sexo com outra pessoa que não é ele? E tem homem que gosta de ver a mulher transar com outro homem.
>> É, tem de m tem tudo que você imaginar. Tem. >> Tem tudo tudo tudo.
Você acredita que tem mulher que gosta de transar com diguinho? Olha a esposa. Tem mulher que consegue.
>> Olha como você é babaca. Tem muitas mulheres nesse auditório e todo mundo me quer, não é? Que lindo.
Ô gente, fala que sim. >> Sacanagem, diguinho. Ô, >> ô, doutora naí, psicóloga também tem problema >> de monte.
>> Você psicóloga também precisa de terapia? >> Claro. >> Você faz terapia?
Ah, >> não faço tanto não. Agora eu andei fazendo aí porque eu fiz a bariátrica, né? >> Você fez a bariátrica?
>> Fiz. Nó tomei um susto ano passado. >> Para quê?
>> O ano passado eu tive e eu fumava desde os 13 anos. >> Eu desde os >> Pois é. Você ainda fuma, Diguinho?
>> Fumo desesperadamente. >> Fumo achade >> cigarro de carne, mas ele é hétero. >> E aí?
>> E aí eu comecei a ter um malestar muito grande. Fui no pronto socorro, falaram para eu tomar chá de camumila que eu tava com tava estressada e eu tava tendo uma trombose, eu tive um infarto e um AVC transitório >> por causa do cigarro. Por causa do cigarro >> por causa de um monte de coisa, né?
Um monte de gente. Falho. >> É, você trabalha com isso?
>> É. Não, mas eu acho que o cigarro contribuiu muito. Aí, graças a Deus deu tudo certo.
Eu eu me recuperei, parei de fumar. >> Nunca mais fumei. Faz um ano e um mês já.
>> Nunca mais. >> Só que aí >> engordou. >> Pô, >> você descontava ansiedade.
>> Você imagina você já, eu perdi 18 kg. Você imagina como eu tava. >> Você descontava ansiedade no cigarro, passou a descontar na comida.
>> S. Passei a descontar na comida. Aí eu fiquei sem a comida e sem o cigarro.
>> E agora? Agora tô Não, agora já deu uma calmada. Deu, deu.
>> Você não consegue se autoanalisar? >> Consigo. E consigo assim lidar com situações por treinamento também, sabe?
Coisas e também pela minha idade, né, Danilo? Chega uma hora que você não esquenta mais tanto a cabeça com algumas coisas, >> né? A gente vai ficando mais velha.
Eu já tenho 66. >> Mas tá bem, doutora. Tá bem.
Caiu aqui. Olha só. Desculpa, doutor.
>> Ô velho, que vergonha. >> Caiu. Ué, volta.
Você, você é o senhor perfeito, hein? >> Achó da vist esteticamente seja >> todos os apresentadores da casa tão distinto. Pelo amor de Deus.
>> Doutora, a conversa tá boa, mas eu vou fazer um intervalo rápido. A gente volta já já. Não sai daí.
[Música] [Música] Ô louco, hein? Você sabe que eu tava antes de vir para cá, >> eu tava em Portugal agora a pouco. Acabei de >> Você tá foi lá?
>> Tava lá agora. Eu fui almoçar lá. Fui almoçar lá >> de jato.
>> De e de jato. >> Nossa. >> E não se fala em outra coisa.
Tá o país inteiro aguardando a chegada do Iguinho. É verdade. >> Porque eu vou estar lá, meu amigo, agora em setembro em Portugal.
Olha, você que é português e você que vai estar em Portugal agora em setembro, no dia 11, 13, 14 de setembro, eu vou estar em Porto, Lisboa e no Estoril agora com o meu show solo lá em Portugal. Então, garante seu ingresso através do mundo propício, é uma realização Mundo Propício. E você encontra os ingressos no meu site igorziso.
com. br. Igor Guimarães, Portugal, Brasil ama.
Ora, pois, ora, pois, >> estamos de volta com doutora Anaí, doutora, eh de alguma maneira o bullying às vezes pode contribuir para alguma mudança ou ele só atrapalha? >> Só atrapalha. >> Não tem bullying positivo.
>> Não tem nada bom do bullying, não. >> Nada. Tem um amigo meu que eu ficava xingando de gordo, ele emagreceu, viu?
>> É, emagrece. Eu acho que chega uma hora que ele vai fazer alguma coisa, mas >> buling nunca, nunca >> não dá. Sabe por geralmente o bullying não é de adulto, né?
>> É de cri Ah, criança, cri traumatiza. >> Desculpa, eu perdi minha identidade. >> Eu saía na rua, as pessoas ficava: "Nossa, é o gordo do Danilo, eu tenho nome.
Pelo amor de Deus, filha da puta. " Acabou. >> Só parem de chamar ele de gordo do Danilo, tá?
Ele é o bariátrico do Danilo. >> Ele fez, >> fez a bariátrica. >> Você fez bariátrica?
A gente contratou umaiteira, ela aceitou o caso, a gente abriu uma licitação, deu certo. >> É por isso que eu falei que ele não era mais gordo, >> não. Ele tá todo todo.
Agora a Lari do Figurino precisou diminuir o terno dele. Nós fizemos uma P diguinho o dia que estreiou o terno novo dele aí, ó lá. [Música] Olha aí, ó.
Tá vendo? Ela tá aí, ó. [Música] Muito bom.
Agora, eu acho que o que eu sofro assim como psicóloga é que as pessoas esperam que você dê conta de absolutamente tudo. Quando eu fiz, por exemplo, quando eu fui no podcast da Ana Beatriz Barbosa >> e eu falei que na lua de mel o meu marido, na época, né, o meu primeiro marido, quando o avião decolou, ele falou assim: "Você não se arrependeu? " Eu falei: "Do quê?
" "Foi de ter casado? " Falei: "Porra, como? >> Por quê, >> né?
Acabou ali meu casamento. E eu contei esse episódio no podcast. A primeiro, o primeiro comentário: "Dá tanto pitaco na vida de todo mundo e na vida pessoal é uma fodida".
>> Sempre assim. Sempre assim. >> Falei: "Porra, não acredito".
E agora da bariátrica também. Um cara virou para mim, falou: "Você não é psicólogo, você não tem força de vontade? " >> É, >> então é uma cobrança de que a gente tem que dar conta de tudo, que a gente não se estressa, imagina, gente, >> mas sempre assim, imagina.
E é, isso é sério, tá? Eu tava no velório da da de uma vó do meu amigo de Santo André, tava lá, o cara parou no velório e falou: "Você não é comediante, dá uma risada aí". >> Velório, veló.
Isso é verdade. Então assim, comediante tem que toda, você não é comediante, aí faz uma piada, aí eu falo: "Paga o ingresso". >> Ah, fala, >> paga aí que eu faço, [ __ ] Eu sou comediante, né?
É meu trabalho. Agora a as pessoas também são chata demais, hein? Sim, doutora.
>> Ah, todo mundo acha que pode falar o que quiser. A gente vê isso no caso de família, né? >> As pessoas falam coisas assim que a gente fala: "Não é possível que essa pessoa tá falando isso, né?
Não segura mais nada. Você tem que segurar >> total, >> não é? O outro não tem obrigação de ouvir, >> não.
Não, mas geralmente gente desagradável usa desculpa assim: "Ah, eu sou sincero, eu falo mesmo. >> É sincerídio. >> É, sou sincero, hein?
" Aí não, você é um grosso do caramba, velho. Porque sinceridade é diferente, né? Sinceridade não é ser grosso, >> não.
Sinceridade que vai magoar o outro para quê? >> Exato. >> Você sabe que mentira tem uma função social imensa, né?
Tem coisas que você não precisa falar. >> É, >> né? Uma amiga tá pronta para sair e ela vira, fala: "Ah, tô bonita".
>> Ué, >> você vai falar o quê? >> Ela se esforçou, né? >> É, ela tá no máximo que ela poderia ficar, sabe?
Você não tá legal? Ué, >> ô, você vai falar o que? Não, você tá horrorosa.
>> Você tem que elogiar. Você fala pro seu padrão. >> Não, então fala não.
Aí parece que a gente é hipócrita, mas tem coisas que não adianta você esfregar uma coisa na na cara da outra pessoa. Tem que existe uma coisa chamada timing. >> É, >> sabe?
Em consultório a gente vê muito isso. Eu vejo o que a pessoa tá fazendo, mas ela não tá, ela não adianta chamar atenção para aquilo, porque não tá no momento, ela não vai perceber, a ficha não caiu, tem um período de maturação. >> E não adianta você falar, porque às vezes às vezes a a psicóloga ela ela vai eh dando só só ouvindo, né?
Se você perceber, não adianta você falar, fala: "Ó, teu marido está te traindo e você não tá vendo? Não dá para ser direto assim, isso não ajuda >> não. E eu até sou direta, né?
Mas como é que eu vou saber que tá traindo, Danilo? >> Ah, sei lá, às vezes ela vem com todas as evidências. >> Não, evidência vem.
Ai, ai, doutora, o que que foi? Meu marido me traiu de novo. Já te traiu?
É a quinta vez. >> Aí você não fala, não adianta vir aqui você não separar. >> Então eu falo, >> mas não adianta, >> você penso que eu não falo, eu sou meio da linha.
Aí não adianta >> de falar. Mas se a pessoa quer ficar, Danilo, eu falo: "Para que que você tá fazendo terapia? É para se acostumar a mais uma traição, porque também pode, é problema teu, é uma escolha.
>> Total boa. Ô, ô, doutora, quem quiser ver o o o seu canal, como é que faz? >> Então, é papo com Anaí Mico, né?
Tem muito vídeo bom, muito vídeo legal. A gente tenta abrir os olhos, a gente tenta ajudar, então tem muito, tem muito conteúdo. O meu Instagram é o Drnaí da Mico e o Reset que eu tô te esperando aí, hein?
>> Muito bem. E vamos acompanhar a doutora no casos de família aqui no SBT. Muito obrigado por ter vindo, viu?
>> E eu agradeço a todos vocês pela excelente audiência. Continue com a programação do SBT.