เฮ [Música] เ เฮ [Música] [Música] เฮ [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Fala pessoal, tudo bem? E aí, sejam todos bem-vindos a essa live mais do que especial, tá? Onde nós vamos trabalhar literatura técnica na prática e estratégia de diagnóstico automotivo. Pessoal, muito bem-vindos. novamente, tá, galera? Tá aqui no chat, todo mundo aqui participando, muita gente, cara. Galera, pessoal aqui de todo o Brasil, falem aí, pessoal, o estado de vocês aí, Qual é o estado da oficina de vocês, se vocês trabalham para oficina, tá? O importante é que eu sei aqui que em todo
o Brasil estão participando reparadores de norte a sul do nosso país estão se fazendo presente para quê? para aprender sobre diagnóstico automotivo. Sejam todos bem-vindos aí, galera. Que legal, cara. Muito bom. Detalhe, galera, hoje nós vamos ter no final dessa live, no final dessa primeira aula, que vai, nós vamos ter uma sequência de aulas, Beleza? Nós vamos ter um certificado para quem ficar até o final. Então, quem ficar até o final vai ter direito ao certificado dessa primeira aula, dessa primeira live aqui, que nós vamos ter uma sequência onde você vai aprender tudo sobre literatura
técnica, estratégias de diagnóstico com scanner, com multímetro, com osciloscópio. Então, aproveitem aí o máximo de informações, tá? Galera que tá aqui do curso de estratégia de diagnóstico estão presente Aí, pessoal, com sede de conhecimento. Vocês viram lá os recados? papel e caneta na mão, tá? Só vai, cara, só vai registrar aí, só vai ficar, só vai levar alguma coisa para amanhã, pra oficina se você anotar, tá? Então, registrem porque você muitas, mas muitas informações e são informações valiosas, tá? Além da dos meus casos de estudo, eu vou trazer também para vocês os casos de estudo,
algumas situações que os que os Pessoal do suporte também fizeram, tá? Então vai ser muito legal essa troca de informação, essa troca de conhecimento, porque o suporte simpl trabalha para todo o Brasil. Então a equipe ela dá esse retorno, ela ajuda reparadores de todo o Brasil todos os dias pegam casos diferentes de sistema eletroeletrônico, parte mecânica, sincronismo, todos os problemas que vocês imaginarem essa equipe capacitada que tá lá para ajudar e desenrola mesmo, Tá? Não é conversa fiada não. Beleza. E aí, como é que nós estamos aqui no no nosso chat? Já já eu vou
apresentar oficialmente meu grande amigo aqui, tá aqui do meu lado, que vai me ajudar hoje nessa live, tá? Porque o cara conhece também, tem conhecimento, cara. todos os dias ali trabalhando com a literatura técnica, sempre atualizado com as últimas informações. Vocês não têm noção o que é a pessoa tá ali direto estudando com a informação técnica que vai Repassar pros reparadores, o cara fica fera. A gente vai chegar nele já, hein. Opa, vamos ver aqui lá no começo. Boa noite, rapaz. Pessoal, tem o pessoal eh galera, tem um apoio aqui da do pessoal do Simple
aí no chat, tá? Qualquer dúvida, o pessoal aqui vai colocando no chat privado, beleza? E também tá, que quem ficar no final da live, além que vai ter vai receber um link para ter acesso ao certificado, a galera que ficar até o final também vão Receber por e-mail, tá? Então hoje além de ter o conhecimento, que é o principal, conhecimento aplicado na oficina, no dia a dia, não é não é conversa mole, você vai receber o certificado. Beleza? Show de bola. Vamos lá. Pessoal, sejam todos bem-vindos aí. Se preparem. Cadê o pessoal aqui? Galera do
Nordeste, pessoal do Sul. Nossa, boa demais. Então, sem mais demoras, vou convidar aqui, vou apresentar meu amigo Bson, um dos integrantes lá do suporte simples. Ele vai explicar um pouquinho desse trabalho, quantas quantos integrantes tem essa equipe, tá? e mais ou menos quantos eh quantos atendimentos faz por dia para vocês terem noção do tamanho, né, da importância desse setor do cinco, tá? Que é informação técnica nos diferentes manuais que eu vou apresentar um a um hoje na live, mas sem informação aplicada, tá gente? Vou mostrar o manual e vou mostrar como você Aplica lá na
oficina, beleza? Como é que você vai ter a melhor forma de utilizar essa literatura, os diferentes manuais. Essa informação é útil para quê? Para que que você vai usar ela, tá? Então vocês não tm noção. Quem já tem simpl coloca aqui no chat. Vamos lá. Quem é que já usa o simpl vou mostrar para vocês que você vai ter um novo olhar na literatura depois que eu falar para vocês aqui nessa aula. Coloca aí no chat aí. Bota sim. Eu tenho, eu tenho. Coloca Aí no chat quem é que já tem. Vamos lá. Vamos dar
uma olhadinha aqui. Galera que já usa mais de 40.000 oficinas acessam todos os dias essa literatura, esse material, esses manuais que fazem totalmente diferença. Pessoal, não tem como, tá? Não tem como você fazer diagnóstico, não tem como você fazer uma remoção do componente sem ter informação técnica, tá beleza? Então aí o Eitor, Demetrius, Wellington, Jonas, Luía, Galera aí todo mundo já tem. Cléberton, Cléberton, gente fina demais. Ei, meu amigo, tudo bem? Eitor, galera, tá todo mundo, Rodrigo, muita gente. Claro que tem. É claro que tem, gente, porque quem quer realmente ter uma oficina que trabalha
com diagnóstico, não pode. Eu faço consultoria todos os dias, tá? Toda semana eu vou lá e nas diferentes oficinas aqui da cidade. E aí o que acontece? Eu chego, por que que tá embarreirado? porque não sabe a pinagem, Não sabe qual é o pino, qual é o sinal de 5 V, qual o pino de sinal, qual é a lógica de funcionamento, qual é o osograma referência, qual o sincronismo do motor. Então são várias situações, beleza? E aí, Begson, tudo bem? Se apresente aí, meu amigo. Me conte aí um pouquinho sobre o suporte do sílo. Vamos
lá. Boa noite, Laest. Boa noite a todos. Cara, a gente no suporte hoje tá atendendo, vamos começar pela média de Atendimentos, em média 30 clientes por atendente, que dá uma média nos 150 atendimentos diários. A gente atende desde clientes do norte, nordeste, sul, Centro-Oeste, sem distinção. Eh, creio que boa parte mais de atendimento é análise aplicada de defeitos, que tem surgido bastante. Hoje em dia, se a gente não tiver uma literatura para busca, para teste, um diagrama elétrico, eh, uma um respaldo sobre uma falha que Muitas vezes gera dúvida, tu acaba ficando atrasado o teu
serviço na oficina. Eh, a nossa equipe é hoje em dia composta por cinco membros, sou o Eberg, o Lucas, o Thiago, o Ivonei e o Giovanni. Somos três aqui na filial do Nordeste e dois na matriz no Rio Grande do Sul. Eh, o nosso trabalho, cara, tá muito voltado hoje em dia, além de envio de informações que o cliente pede sobre diagrama elétrico, a questão de auxílio A diagnóstico. Muitas vezes o reparador tá com uma dúvida, ele não está tão segura dar o diagnóstico e nos liga para auxiliar no diagnóstico para poder levar a ferr
levar o diagnóstico ao cliente para apresentar a o sintoma, a falha e a correção. e muitas vezes respaldar aquilo que ele vai cobrar do cliente muitas vezes, porque ele não pode simples, ah, o cliente pode dizer assim, ah, vou vou tá me cobrando muito caro, é só uma pecinha que tem que trocar. Mas Muitas vezes não é isso, como vão ser alguns casos que a gente vai ver mais para frente de aplicações que a gente já pegou bem complicados na na assistência, tá? Com certeza, meu amigo, cara. Ó, respaldar o reparador em relação ao cliente,
cara. Isso é fundamental. O cara se sente seguro, ele sabe da informação. Agora imagina, tu tá ali, vai conversar com o cliente, tu não tem certeza do funcionamento daquele sensor, Tu não tem certeza que tu fez o teste correto. Cara, é muito arriscado. E como o Beg falou, o Bson falou, fica atrasado. Tu vai ter que ir no YouTube, tu vai ter que pedir ajuda de teus colegas, tu vai ter que arriscar no achismo, no tentativa e erro. E hoje não dá, pessoal. Só um detalhe, quero só lembrar a vocês aqui para quem não sabe,
tá? Nós temos aqui o site da Simplo, beleza? Vai aparecer aqui, tá? Uma informação eh no No site da Simplimpo.com.br, tá, cara? Aqui você vai ter muitas informações sobre os manuais, beleza? Vai ter acesso a informações de quais os modelos que são aplicados, tá? Eh, na literatura. Então você pode saber antes se é aplicado aquele veículo que você recebe na oficina. E você vai ver lá diesel, injeção, você vai ver eh ABS, Airberg, Electra, que vai ter rede de comunicação. Então a gente vai falar hoje de todos, a grande maioria dos Manuais, não todos, beleza?
E dentro do simplo.com.br você vai encontrar um espaço bem especial lá que eu trabalho quase todo dia lá. Eu achei incrível, tá? É um é o blog do simples, tá? Olha só, conhece o portal de conhecimento, blog.simpos.com. galera, artigos técnicos, vídeos técnicos, mas de qualidade que a galera diz: "Rapaz, é uma verdadeira aula." A gente faz com carinho. A gente, vocês sabem que a gente já vem num história, Já vem trazendo formação técnica há bom tempo e continuamos, tá? Então lá tem eh válvula injetora, sistema de ignição, sincronismo do motor com osciloscópio, cara, é muita
coisa. Sensor de pressão e temperatura, o MAP, sensor de temperatura do fluo de arrefecimento, sonda lâmbda. Então lá vai ter funcionamento, diagnóstico, tanto o vídeo como o artigo para você ler. Então aproveite, anote aí e vá lá conferir. Beleza? Então meus amigos, Vamos lá então. Vamos começar que o negócio hoje vai tá pegando fogo aqui. O negócio tá massa, cara. Vamos lá. Muita informação técnica. Agora qual é o tema da nossa primeira aula? literatura técnica na prática e estratégias de diagnóstico automotivo. Eu particularmente sou apaixonado por estratégias de diagnóstico, cara, sinceramente, por quê? Você faz
vários treinamentos, muitos, só que é muita informação que Não tá ligada, são muitas informações desconexas e aí você não consegue fazer um bom diagnóstico, você não sabe por onde começar, tá? E eu vou te mostrar como a literatura técnica ela vai te guiar, ela vai te ajudar e muito a ao passo a passo do diagnóstico. Beleza? Então vamos lá, vamos começar por aqui. Bom, nós vamos focar hoje nessa aula, tá, na eletroeletrônica e a parte ali de motor mesmo, tá? Parte de injeção eletrônica, mas muito vinculada ao Motor, tá? Que é onde a galera realmente
tem muita dúvida. E hoje eu realmente eu fui focar, aí o Be se reuniu para fazer o material e aí nós decidimos realmente ver a demanda e realmente trabalhar com a parte de motor. Beleza? Vamos lá pessoal, a primeira coisa que nós temos que estar realmente atentos é sobre esses conceitos aí. Se você não dominar esses conceitos, você não vai conseguir fazer um diagnóstico, ou seja, você não vai encontrar a causa. Então, o que é o Diagnóstico automotivo? Afinal, é o processo analítico para se encontrar a causa de um problema, que é o que você
quer. É o que você quer. Você quer, quando o carro chega na oficina reclamando de alto consumo, baixo desempenho, o carro não pega, você quer o quê? Que descobrir a causa, resolver entregar o carro pro cliente. Cliente satisfeito, dinheiro no bolso e oficina com um cliente fiel. Tá beleza? Eu tenho que saber sobre sintoma, o que é Sintoma, o que é falha e o que é causa. Se eu não dominar esses três conceitos, eu vou eu não vou conseguir fazer um diagnóstico. Isso podem ter certeza. Então vamos ver o que é o sintoma. Vamos lá.
Sintoma é a manifestação da falha que pode ser vista, ouvida, sentida ou medida. Olha que legal, cara. Manifestação da falha. Vista. Você vai. Não precisa de ferramenta. Agora você viu um vazamento de óleo, você viu um Vazamento de água, você viu a luz de injeção acesa, pode ser ouvida, você viu um rolamento lá que tá arroncando e pode sentida, temperatura, você vai usar os seus 5 cm ou medida, aí você vai usar multímetro, scanner, osciloscópio. Qual é o sintoma que vai te dar mais trabalho? É o último, medida. E aí vai ter o outro conceito,
falha. é a anomalia presente em algum componente ou sistema e que prejudica o seu perfeito funcionamento. Então, olha só, eu tenho Uma falha, tá? É a anomalia presente, beleza? Então, o veículo não pega, ah, não tem sinal do sensor de rotação. Aí pode ser o quê? Pode ser o sinal de sensor de, pode ser o sensor de rotação, pode ser o chicote, pode ser o módulo que não tá alimentando. Então eu tenho a falha, eu tenho a falha, veículo, eu tenho um sintoma, veículo não pega. Tu descobriu que não tem sinal do sensor de rotação,
aí tu chegou até a falha. Só que no Final das contas, todo esse processo é para você chegar na causa. O que seria ela? É o motivo, a razão, a origem pela qual ocorreu a falha. Então, no processo de diagnóstico, o cliente tá reclamando, luz de injeção está acesa. Beleza? Aí você vai lá, vai ter que vai ter que fazer o quê? Vai ter que usar o scanner. Aí você vai descobrir que tem lá P031, falha de combustão, cilindro um. Então isso é a falha. Ah, mas pode ser bico, Pode ser ignição, pode ser compressão.
Então tu descobre lá que o bico tá com problema. Então você descobriu a causa. Beleza? Isso no decorrer do processo, beleza? Pura. Então, no começo, a entrevista consultiva é fundamental, porque você vai descobrir o sintoma a partir da conversa com o cliente, tá? É interessante isso. Então, às vezes, se o cara vacilar, se ele não fizer uma conversa com o cliente, aquela entrevista consertas, Não perguntas fechadas de sim ou não. É interessante você fazer perguntas abertas para você colher o máximo de informações. A partir daí você vai ver, você vai descobrir a falha e depois
de todas as análises, você descobre a causa. Beleza, pessoal? Show de bola. Então, vamos lá. Tranquilo. Passando aí pré-requisitos para o diagnóstico. Opa, eu tenho que ter esses pré-requisitos para eu conseguir fazer um diagnóstico. Primeira coisa é eu saber esses Conceitos, porque primeiro eu mato o problema onde? No papel, tá? Isso aí foi um instrutor antigo, um professor, um mestre que nós já tivemos por aí, passando por aqui. E aí ele disse: "Ó, tu mata o problema primeiro no papel para depois tu ir pro carro. Porque se tu for agarrar lá o carro complexo, vai
tirando componente, vai tentativa e erro, tu não consegue não. Beleza? Vamos ver quais são esses pré-requisitos. Primeiro é o reparador. É você que tá Aqui no chat, cara. Sou eu que tô aqui. É o BS que tá aqui. É o primeiro lugar, a primeira coisa. conhecimento sobre o sistema mecânico e eletroeletrônico do veículo. E aí, meu amigo, se você não souber, tá, se você não souber o que é que tá acontecendo lá, qual é o princípio de funcionamento daquele carro, imagina tu pegar um BMW, tu pegar um Mercedes, cara, não tô falando já no top
aqui. Por que que eu tô falando desses carros, cara? Porque Você não tem noção que o cara que trabalha com importados, ele não tiver literatura técnica, ele não vai trabalhar, tá? A gente, o Bson, a gente vê aqui, nós dois e a galera da do suporte, informações aqui no no material, no no na literatura técnica, injeção, rede de comunicação, cara, que se o cara não souber essa informação, ele não vai andar, que já a gente vai chegar lá. Ferramentas, scanner, multímetro, osciloscópio e literatura Técnica que darão suporte, apoio na realização dos testes. Mas pera aí,
eu só vou ter conhecimento desse carro se eu souber como é o sincronismo desse carro. É correia, é corrente. Sim, ele usa, ele é quatro cilindros, é oito cilindros. Como é que eu vou saber? Ele trabalha com injeção direta. Com injeção direta. A ignição dele, qual é o princípio? Ele vai dar quantas eh quantas centelhas na partida? É múltiplas ignições ou não? Será que eu Vou ver múltiplas ignições e vou dizer que é defeito lá no os filoscópio? Eu posso ter o equipamento top, mas se eu não tiver essa informação, eu vou fazer um diagnóstico
errado. Beleza? Então, não é só eu ter grandes eh equipamentos caríssimos. Se eu não souber características daquele veículo, eu não vou fazer nada, não vou sair do lugar. E por último aí, o que que eu tenho? Vamos lá. Aí estratégia. Eu já tenho conhecimento, Eu já tenho as minhas ferramentas na mão, eu tenho apoio da literatura e agora eu vou ter que ter o meu mapa, o meu caminho, a estratégia que eu vou usar. Então, primeiro vou lá, vou testar isso aqui, vou fazer teste um, tensão de bateria, teste dois, eu vou ver o aterramento,
os aterramentos, depois sistema de alimentação, depois sistema de ignição e assim vai. Mas isso não é na hora feito maluco, isso aí já é anotado. Isso aí é o passo a passo, é Seu plano de ação. E é isso que nós vamos trabalhar aqui hoje, tá? Em cima desses conceitos. Beg, me diga uma coisa, B. Vamos lá. Vamos lá. Você você vê muito isso, né, cara? você tá lendo atendimento, né? Às vezes você, o cara, você começa a passar essas dicas, você começa a passar esse passo a passo, né? e o reparador começa a ver
que faz sentido. Me contem um pouquinho. Ah, vou dar um exemplo de um caso de hoje que às vezes mesmo com equipamento, Pode ir para um caminho errado. Um cliente que a gente tem bem antigo, ele trabalha muito com linha de leilão. ali na Bahia ele estava com um sandeiro 2020, um escan que eu não vou mencionar qual foi, disse que a falha era, vamos lá, comunicação com o sensor de carga da bateria. Ele cons pediu diagrama elétrico, consultou tudo correto. Aí, entretanto, continuava a falha. Ele usou um outro Scanner, o qual ele veio a
constatar que o defeito não era o sensor de carga, era o alternador que tava faltando comunicação entre a central e o alternador pilotado por redim. Aí ele foi dar uma conferida, ele, só um instante, vou verificar aqui o chicote, ele foi ver, tinham feito o motor do veículo poucos dias atrás e tinham ligado, invertido o cabo do sensor de pressão do óleo no alternador e do alternador de Pressão do óleo. Nossa, cara, que é isso? Ele descobriu isso hoje, mas o diagnóstico de um equipamento que eu não vou, ele não me falou qual que era,
tava mensurando que era o sensor de carga, sem ser que era o sensor de carga. O problema em si era a rede de linha entre o alternador e central de injeção. Olha só, pessoal, olha só o acompanhamento, né? Ó, faz uma análise visual, cara. Faz uma análise visual. Qual é o conector que tá lá? Quantos pinos? Qual a cor dos fios? Qual é a pinagem? Então o ele você tem que seguir isso porque senão você vai ficar caindo em certas situações de defeitos colocados, né, e ficar merc eh código de falha, que é uma das
os maiores problemas hoje com os reparadores, né, que estão ali no começo, é que ele fica reféendo o código de falha. Código de falha é só é a febre, cara. ali é só um um uma ajuda Que te dá, ó, vai por aqui, é uma dica, mas você vai ter que olhar o quê? Monitor de dados, vai ver lá pressão de óleo, temperatura do óleo, temperatura da água e assim vai, pressão do coletor. Então você tem que saber interpretar as informações. Beleza, Vegas? Show de bola. Vamos lá pro próximo. Bom, ferramentas de diagnóstico, pessoal. Aqui
nessa nessa aula a gente não tem prioridade com ferramentas nenhumas. Ah, vamos fazer o diagnóstico Só com osciloscópico, porque vocês sabem que eu gosto de osciloscópico, mas não podemos negligenciar nenhuma ferramenta da oficina. Usa escaner, usa multímetro, usa osciloscópio, usa medidor de pressão de combustível, pressão de compressão, vazão e o que for, porque uma ferramenta complementa a outra. Vamos lá, então. Olha só quais são as ferramentas principais hoje que eu tenho na oficina, ó. Manô de pressão, vazão, pressão de óleo, vazão, eh, pressão de compressão, Vazão de cilindro, multímetro, osciloscópio e o scanner. A partir
desse momento, o que que eu vou fazer? Nós vamos eh apresentar a aplicação da literatura para maioria para cada um desses equipamentos. dessas ferramentas, tá? E lembrando, scanner não vai salvar você. Scanner não vai te dar todas as soluções. Esse é um pensamento que eu vi aqui no chat agora e um reparador chamou atenção. Muitos Pensam que o scanner vai te dizer tudo. Ah, sonda lambda vai dar código de fonda lambda. o cara vai lá e troca a sonda, que é um dos sensores mais sofridos, porque ele vai, porque a sonda vai informar se tem
problemas no motor. Então, geralmente tem problema no motor e ele vai informar quem é que vai sofrer, quem é que vai ser trocado, quem tá dizendo que tá com problema, tem que ter interpretação. Nós vamos chegar lá. Então, como é que a gente aplica aí Essas ferramentas, a literatura técnica auxiliando na utilização das ferramentas? Vamos lá. Vamos lá. Pode passar. Primeira coisa, eu tenho medidor de compressão. Aí um aluno vai lá, um dono de oficina, vai lá um mecânico e me chama: "Professor, tô medindo compressão." Faz o vídeo, pessoal, faz o vídeo. Medidor de compressão
tá aqui, certo? Aí, ah, pá, começou. Olha aqui, professor, deu tanto, deu tanto e funciona, professor. Professor, é para funcionar com essa pressão aí? Aí eu digo: "Não, meu amigo, o carro não vai funcionar nunca desse jeito. Menos de 7 bar de pressão em cada cilindro, como é que vai funcionar?" Mas isso eu sei, porque eu fui atrás de conhecimento, eu fui atrás de informação técnica, mas ele tava medindo lá trabalho braçal, medindo sem saber o que que ele tava esperando dali. Pessoal, esse é caso Real, peguei agora faz três ou quatro dias, tá? Então,
tá aqui o exemplo, ó. Eu tenho informações de pressão de óleo, de volume de óleo, mas em geral aqui compressão dos cilindros 240 a 280 psi. Então se meu manômetro mede em bar, eu faço a conversão lá no Google, tem lá bem facinho. Você transforma em bar, PSI, o que você quiser. Então você tem a informação que você precisa. Se não tiver com esse valor de compressão, tem Alguma coisa errada. É o teu, é tua referência. Ninguém trabalha na automotiva sem referências, tá? Então isso é fato. Tá aqui manual de motores. O que que eu
vou ver lá? Pressão, capacidade volumétrica e metrologia dos motores. Então manual motores, tu vai ver isso aí. Beleza? Então muitas vezes o pessoal vai lá pro suporte e aí o B tem vai lá, tem que falar essa informação, ó, essa pressão não tá legal não, cara. Tá certo? Além do suporte de Informação técnica, né? para até localizar algumas informações que é muita informação. Aí o cara tem, às vezes, ele vai ter que achar essa informação e o Beg vai lá e vai dando passo a passo e vai dando a dica, ó, tem que dar esse
valor de pressão, tá aqui, e faça esse teste. Então é muita coisa, pessoal, tá aqui, ó, 240 a 280 PSI. Show de bola. Então, eu já posso usar no manômetro de pressão. Vamos lá. Outra aplicação, Metrologia de motores, cara. Retífica. Pessoal de retífica usa demais. Olha só, eu vou usar meu meu súbito com relógio comparador, eu vou usar o o micrômetro, eu vou usar, sabe, relógio de comparador sozinho para fazer algumas verificações, algumas vezes paquímetro, né? Então eu tenho todos os valores, tá? de folga, de ovalização, distância entre face do pistão e o bloco para
ver qual é a junta que eu vou utilizar. Junta do Cabeçote, tá? Fogo entre anéis de segmento. Tem oficina, tem a oficina que usa porque faz esse tipo de verificação antes de mostrar, antes de levar pra retífica, tá? Diâmetro, eh, folga da das valoras de admissão, quem faz regulagem de válvula. Então, vamos para cá, né? Então é o seguinte, nós temos que saber fazer essas medições até pra gente quando levar paraa retífica ter um certo conhecimento e saber até que ponto tá o serviço foi bem feito ou não. Ou eu Posso fazer serviço de medição,
eu posso saber qual a junta do cabeçote que eu vou colocar na linha diesel, por exemplo, a gente fala muito ciclo linha diesel, qual é a juda de cabeçote que colocaram nesse nesse nesse carro, nessa picap? Será que foi a correta? Vou log vou lá com o meu relógio comparador uma base específica e vejo a projeção lá do pistão sobre o o bloco. E aí eu, opa, botaram aí a junta errada, tá? Pessoal que trabalha com S10 aí 2.8, Motor diesel, galera, pega muito. Ah, tem muito que colocar a junta, a junta com espessura errada
e assim vai. Vou fazer a regulagem de válvula da da linha Fiat. Ô, cara, só o que tem. O carro tá lá com marcha lente irregular, o carro não desenvolve e aí vai lá e faz regulagem de válvula. Mas em cima de quem? Da informação técnica. Beleza? Ah, tem gente que fica pensando, cara, ainda tem pessoas que fazem isso. Fazem sim, fazem questão. Agora eu preciso saber se é 30 centos, se é 25. Eu tenho que saber qual é essa essa folga que eu tenho que deixar com com a lâmina calibradora lá, com calibre de
lâminas, tá? Então, tá aqui a informação no manual de motores muita gente usa, cara, porque você tá respaldado. É a grande questão que o Beg falou. você se respalda do seu do seu serviço, fazendo o seu serviço baseado, como o pessoal mais te fala, baseado no livro, baseado na informação técnica. Beleza? Então, Manual Motor está aí para te ajudar. Pressão eh metodologia dos motores, tá? Vazão de vazão, cara, muita coisa. Vamos lá, próximo. Ah, meu amigo, aí chega aqui que é onde a gente trabalha muito, que é a das principais causas de problemas de retorno
na oficina, cara. Muito retorno por causa da falta dessa informação. O que é que eu vou ver numa literatura técnica em relação a esquemas elétricos? Cara, a pinagem tá ali para começar a simbologia do componente, você saber se é pedal, se é borboleta, se é map, se é temperatura, se é CP, se é CMP. Então tá aqui a simbologia, a descrição, tá ali a simbologia para você interpretar, tá? Então começa por aí. Eu olhar lá no esquema elétrico, qual é o pino de alimentação do sensor do pedal? Ah, é o pino dois, um exemplo. Qu,
qual é o sinal? Tá chegando 5 V nesse de alimentação, não tá chegando 3 V. Tá Errado esse negativo? Tá chegando, não tem sinal. Ah, mas não tem sinal, mas também não tem alimentação. Beleza. Aí eu vou lá na central, na central do motor, na central de injeção. Eu vou saber, pessoal, 104 pinos no conector, 74 no outro. Gente, pelo amor de Deus, tu vai procurar um por um, tu vai terminar esse serviço quando e tu vai saber como, qual é o pino, tá? Então é fundamental, pessoal, é fundamental. Lembrando que Essa live vai ficar
disponível no canal, beleza? Mas nem por isso você vai deixar de acompanhar aqui ao vivo. Por quê? Porque aqui você vai tirar suas dúvidas, beleza? Então vamos lá. Seguinte. E aí tu vai lá no na central do vão do motor, na central do painel e vê a posição do fusível. ou tu vai ficar tirando fusível por fusível e correndo o risco de desenergizar um componente que não poderia ser desenergizado. E aí, como é que tu vai ficar? O carro Só tinha um problema, tu arrumou mais três fazendo isso aí, entendeu? Então no, cara, esses veículos
modernos, o Bs não tá aí, cara. Ele vê aí, às vezes ele vai atender veículos aí top, que se o cara fizer um procedimento errado, aí já não funciona mais, perde marcha lenta. Tem algum caso interessante aí, V, pra gente? a esses veículos importados aí que que deu dor de cabeça aí pra galera, cara. Incrivelmente hoje uma Land Rover, o tava com consumo de bateria, Aí o parador tava fazendo medição, aí ele viu que tava com consumo um certo fusível, que era o fusível da central de mídia. Quando ele abriu a mídia, a placa estava
inteiramente cheia de corrosão, totalmente em curto, o tempo todo curto. Dos dois lados, cara, tava o a ferrugem pura. Nossa, provavelmente alguém derramou água, alguma coisa do tipo assim. Olha aí, tão vendo aí como é que é? Agora tu Imagina o prejuízo que que ocorreu isso aí, tá? Então, todos os dias pega, pessoal. Então vocês têm que estar muito instrumentalizado ao receber esses veículos. E quando eu falo isso, eh, não é situação de exceção. Hoje a nossa frota tá com mais e mais veículos importados, veículos que realmente eh eh tão fazendo parte da oficina. Você
recebe aí um Land Rover toda hora na oficina, veículos Mercedes. Ah, BMW tá chegando muito aí, tem muito Carro desse rodando no mercado nacional. E aí tem um comentário aí do Lucas Oliveira, ó. Literatura técnica indispensável para um bom diagnóstico e até mesmo pode ser crucial para a resolução de falhas antes mesmo de ir para o carro, pois é necessário conhecer primeiro o sistema. Show de bola. Resumiu aí em cima. Valeu, Lucas Oliveira. E é fera, viu? Vamos lá, então, continuando. Show de bola. Vamos lá. Bom, pessoal, segura aí que agora essa aí vai ser
uma dica, a primeira dica da noite, primeira dica forte de diagnóstico direto que você vai economizar aí dias e dias se você pegar um carro desse lá agora. Vamos lá, coloquem estão com caderno e caneta na mão porque agora vai começar o pesado. Vamos lá, anotem. Eu não tô brincando para com vocês não. Aí é literatura técnica na prática que eu resolvi um problema em relação a isso aqui, só Interpretando. Ela praticamente gritou para mim: "Olha isso, cara, faz a relação, entende a dinâmica do sistema?" Então, leitura e interpretação dos esquemas elétricos, sistema IAW7GF. Opa,
vamos lá. I a W7GF. Coloque aí que que montadora é essa que usa IW7GF. Coloquea aí para mim no chat. Vamos lá, vamos interagir. Vocês são vocês são experientes, vocês já conhecem muito. Eu quero só deixar aqui, ó, as dicas, as informações, hein. Vamos lá. Coloquem no chat qual é a montadora que usa e a W7GF. Só montadora, não precisa. Ô rapaz, Adilson Machado já colocou Éder. Vamos lá. Show de bola. Galera conhece Joseimar? Cara, pessoal, vocês são feras, vocês conhecem isso aí? Cléverão. Cléverton aí conhece tudo. Pessoal, olha só. Sistema AW7GF. E aí vocês
estão vendo o quê? Quais são os Sensores? Qual é? Tem um sensor e um atuador que estão compartilhando aí o mesmo positivo e o mesmo negativo. Sensor de posição do comando de válvula CMP e o corpo de borboleta, né? Ou corpo de aceleração. Quando eu tenho compartilhado, tipo, ou só o positivo ou só o negativo, mas nesse caso foi os dois. Qual é a atenção que eu tenho que ter? O que isso quer me dizer? Foi isso que Eu interpretei na hora que eu fui resolver. Agora a reclamação. Vamos lá. A reclamação do cliente era
o seguinte, não respondia, não tinha resposta do acelerador. Ele acelerava, não respondia, tá certo? Não tinha mais aceleração. Ele segurava lá numa rotação constante e pronto, acabou. E aí foi teste de pedal. Aí eu fui chegar na consultoria depois, mas foi teste de pedal, tá? foi teste disso, Daquilo, colocou o scanner, aquela coisa toda, né? E aí eu digo: "Não, vamos começar pela literatura, vamos começar olhando aqui o esquema elétrico, ele vai me dizer alguma coisa". E aí o que aconteceu? Pra gente adiantar que tem muita dica, o sensor de fase, o sensor de fase,
sensor CMP, entrou em curto. O sensor de fase entrando em curto, ele interrompeu a alimentação de quem? do corpo de borboleto lá do para responder Lá o corpo de borboleto lá no pedal dos alimentação dos sensores. E aí por estratégia o que aconteceu? Foi desabilitada a aceleração desse carro. Então a central entrou em estratégia e deixou o sistema lá numa rotação específica. Beleza? Então eu digo, pera aí, vou logo ver como é que tá aqui esse sensor, ver se tá chegando 5 V lá nos sensores. Não tava chegando. A gente podia dizer o quê? Vai
lá na central. A central que Deu problema, é o chicote que partiu. Não, eu vou ver logo aqui. É o sensor de posição, o sensor de fase que tava em curto, fez a medição no próprio sensor e isso está acontecendo demais. Então fica a dica aí, pessoal. Curto do sensor de fase influencia no no sensor lá de posição da borboleta, lá no corpo de borboleta, porque a alimentação positiva e negativa é compartilhada, beleza? Então fica ligado, isso aí acontece em várias montadoras. Então toda vez que Você for olhar o esquema elétrico, você já vê isso.
Tá aí o Danilo para confirmar. Peguei um um no 2015 assim hoje, pessoal. O que a gente fala aqui é porque já aconteceu, não é tirando aqui da criando ideia, ah, vou falar disso hoje do vento. Não, a gente só fala o que é comprovado. Beleza? Então anotem logo aí. Beleza? Vamos lá, então. Próxima dica, próxima aplicação da literatura. Gente, como é que eu vou fazer um teste lá no módulo Do ar condicionado, lá no módulo do motor, lá no módulo da transmissão, se eu não sei nem onde é que tá? Eu não sei nem
onde é que tá esse módulo, pô. Carro aí com 25, 30, 40, 50 módulos. E aí eu vou sair tirando carpete, eu vou sair tirando forro de porta, eu vou sair desmontando à toa console central atrás de módulo de airberg, sem saber onde é que tá, através atrás de módulo de rádio, atrás de módulo de câmara de ré, Eu tenho que já ir, certo, pessoal? Tempo é fundamental, ganho de tempo. O tempo é precioso na oficina, tempo é dinheiro, isso aí é fato. E na oficina é mais ainda, tá? Olha só o que é que
o Júnior tá falando. Com a tecnologia embarcada, cada vez mais complexa, o simples é dispensável para o reparador. Um abraço aí para o grande mestre. Muito obrigado aí, meu querido. Show de bola. Estamos aí nessa caminhada. Mas vamos continuar Aqui. Então, só para vocês terem ideia, aqui nesse veículo, ó, central de controle da transmissão, central de comando do ABS, só as localizações, câmera de ré, aí internamente central de controle do painel de instrumentos, central de controle do rádio, eh eh rádio baixo, que no caso ele vai receber a linha de comunicação, né, baixa, e central
do controle do ar condicionado, que é o HVAC, que é digital. Isso aí já é digital, tá? Então você tem aí, é só Um exemplo, mas olha, tu vai ter a visão externa e tu vai ver a visão interna. Vamos lá, pessoal que já tem o simplo, volta para mim aqui. Vamos lá, pessoal que já tem o simplo. Vamos lá. Qual é o manual que eu uso para fazer a localização de componentes? Qual o manual que eu vou acessar para ter essa visão? Aí o pode falar não, que ele já sabe tudo de colocar. Já
tá tá tá se mexendo para falar. Não fale, não falem. Quem tem o manual, quem já usa, me diz onde é que você vai achar essa informação. Cadê? Oh, rapaz. Ó aí, B. Ó, Faustino aqui não qu nem saber de conversa. Locar não tem. Ó, marca, ó, todo mundo, galera já usa aí matapau. Então, lá no local você vai ter a localização, tá, desses módulos de controle de componentes, tá? Principalmente central, central do vão Do motor, central do painel, modo de controle e muito mais, tá? Imagina o tempo. Muita gente liga: "Ah, L, me ajuda
aqui. Qual é a localização desse modo? Pelo amor de Deus, que eu já procurei vai desde meio-dia". Eu digo, nossa, mãe, eu digo, venha cá, como é que você quer continuar trabalhando assim? Me diga, eu quero ver você crescer, eu quero ver você ganhar dinheiro. Mas se ajude. Vá, procura literatura técnica, tá? Mecânica pai e filho, ó, de geração para geração. Escuta isso aí. O simpl. Beleza, pessoal? Pegson, só pra gente chutar um pouquinho aqui. Vamos lá, montadoras aí. Vamos lá. do local ou qu não, geralzão aí. Vamos lá, montadoras, cara. Galera, puxa aí. Pode
botar 50 para cima aí, viu? Mais de 50 montadoras, mas ó, são 60, se eu não me engano, são 62, mais ou menos. Olha aí, Olha aí, né? E o passei foi longe. Nacionais importados modelos mais de, cara, pelo amor de Deus, vou nem falar aqui não. Mais de 21.000 modelos diferentes, cara. É muita coisa, gente, é muita coisa, tá? É por isso, é por isso que tem aquele negócio, a gente tá fazendo aqui a literatura e atualizando toda, todo dia tem atualização. Todo dia a gente tá botando modelo novo, todo dia tá tá revisando
Algumas coisas para sempre melhorar o produto, sempre, sempre, porque fora o Brasil ainda tem mais de sete países que, que pegam o SIM, que compram, que adquirem o Simplo, porque é muito veículo que a gente trabalha. Então, países que trabalham com que tem a língua português, ali na África, galera todinha, tá? Aí o Paulo tá no chat. O Paulo sabe aí de qual quantos países são aí e até quais os Países que compram aí, tá? Porque é muito veículo, pessoal extrapola o mercado nacional, entendeu? Então é por isso que o nosso amigo falou, é muita
coisa e são informações de qualidade. Beleza? Vamos passando. Vamos lá. Olha só. Pronto, vamos começar. Imagina tu só tá com multímetro, cara. Tu só tá com multímetro. Beleza? Vamos lá. Tu não tem, tu não tá com oscópio e tal, tu vai ter condições de fazer o teste de uma sonda lâmbidda? Tu Vai ter do aquecedor da sonda, tu vai poder fazer tensão de bateria. Tá aqui uma informação. O que que tem na informação aqui? Olha só como é o procedimento, ó. com ignição ligada, verifica a tensão de alimentação do componente e aí te diz o
pino, ó, o pino quatro, né, lá do conector do do componente e o massa do do módulo. Aí você vai ver lá a tensão de bateria. Se não encontrar a tensão de bateria, tem alguma coisa errada com essa Alimentação. Beleza, passou nessa etapa, show de bola, acabou, não. Vamos pro próximo passo. Vai medir resistência elétrica, muda a escala do multímetro e vai lá comignição desligada. Ol, é para você saber, é para você saber que tem que desligar a ignição. Mas aqui não esquece, aqui nós temos para te ajudar. Com a ignição desligada, verifica a resistência
do aquecimento dos sensores e te diz o valor aí de Referência 10,5 ohms, que no caso aí é sonda lâmbida. Passou no teste, agora vai ver tensão com motor em marcha lenta e a temperatura normal do veículo até as os pré-requisitos. E aí você vai lá e faz a medição nos pontos aí, sonda pré e sonda pós. E aí você consegue, tá? Aí fica oscilando entre 50, 850 mVop 400 a 500. E aí tinha uma perguntinha aí, é o seguinte, mestre, quando o scanner não consegue diagnosticar defeito e o veículo apresenta falhas na Aceleração, como
proceder? Ó, depois aí no final da live a gente vai tirando algumas dúvidas bem específicas, porque a gente tem aqui, ó, um material pesado, um material aqui completinho para apresentar para vocês, beleza? Então tá aqui utilizando o multímetro, tanto ó, tensão, resistência, tá? Você colocar lá para medir sonda, para você medir map, cara, tá aqui completinho. Beleza? Vamos lá, mais um. Pronto. Aqui agora eu vou fazer o teste De quem, por exemplo, sensor de temperatura. E aí nas diferentes temperaturas do motor, eu tenho valores de quê? Duas tabelinhas aqui, pessoal. Uma complementando a outra. Eu
posso tanto testar medindo resistência, a variação de resistência no decorrer do funcionamento do motor e aí você já tem que saber um pouquinho o quê? Ló, você tem que dominar conhecimento, você tem que trazer, mas mesmo assim tá aqui a tabelinha, aumentou a temperatura, Diminuiu a resistência. Então existe, ó, 0º, valor de resistência tá lá 5 a 6K. E assim vai sucessivamente. Então você vai acompanhando aí ou ah não, eu não vou acompanhar com resistência porque eu não vou poder ligar e medir resistência com ele ligado. Então vou medir, sabe o quê? Eu vou medir
com tensão lá nos terminais do sensor. 3,2 V com 20º, 25º, 3 V. E assim você vai vendo se o sensor responde de acordo com as referências. Beleza? Então, tá aí, pessoal, uma Aplicação prática ao vivo e direta. Vamos lá. Show. Passando. Ah, olha a dica, galerinha. Olha a dica aí. Não é informação solta, não, viu? Essa aí é selecionada, tá? Anotem que agora chegou a hora, hein? Mais uma escolhida pescada a dedo. Nissan o march 1.0 de 2015 em diante. Tá ali o código dele, HR10D. Anotem aí, se liguem. Qual o valor de resistência
aí do aquecidor da sonda? 3Hs. Isso para alguém já faz teste de sonda há um bom tempo, é um valor convencional. Coloquea aí no chat, por favor. Coloquea aí. É um valor normal de se encontrar. É esse que você encontra quando você faz essa medição? Sim ou não? Coloca aí. É normal quando você esse valor aqui? Vocês já fazem testa, vocês sabem. Aí vão dizer: "Olha, esse valor tá muito diferente, vou ter que mandar mensagem pro porque tá errado, Hein? Coloque aqui. É normal esse valor de resistência?" Não. Olha, ó. Rangel já sabe, cara. Rangel
participou de live aqui já há um bom tempo e ele sabe que você não é valor convencional não, Josias. Tá, galera sabe. E aí é defeito, é falha da literatura. Pode ocorrer, pode. Todo mundo é humano, a gente não não é perfeito. Agora a gente busca melhorar sempre mais. Mas isso aqui não é erro, hein? Atenção, isso aqui é característica de aplicação do sensor. Então, tem no mercado sensores de oxigênio, principalmente esses veículos mais novos, tá? que é são chamados sensores de AF, sensores ar combustível, que eles chegam a 650ºC, que são aplicad às vezes,
tá aqui o caso, mesmo modelo de veículo muda a motorização, já muda o sensor, que a resistência dele é menor do que o convencional que a gente conhece, porque a corrente de acionamento do resistor lá, do aquecedor é maior. Eu preciso Atingir 600ºC. A resposta desse sensor é mais rápida. E essa informação é importante. Por quê? Porque senão eu posso aplicar o produto errado. Eu posso colocar uma sonda convencional aqui e o que que vai acontecer? Ora mais se vai vir uma corrente, vai é para vir uma corrente X e eu coloco uma resistência maior,
eu posso danificar o módulo. Eu o veículo não vai funcionar adequadamente porque aquela sonda é Lenta para aquele veículo, para aquele motor. E aí eu posso danificar a sonda, eu vou fazer, vai sair tudo errado. Opa, show de bola, meu querido. É, tem que se sentir na escola, cara, que a literatura por si só ela já ensina. Imagina a gente já dando essas dicas, melhor ainda. Então, o que acontece? Passa agora, ó, três homens no 1.0. Coloca aí no próximo slide. Olha a brincadeira, pessoal. É muita, cara, é muito legal isso aqui. 1.6 2015 em
diante. Agora sim, de 8 a 10 homens ou de até 12 homens aí, mas tá aí, 8 a 10 homens já é um valor convencional. Aí é a sonda que você conhece lá. Se eu aplicar essa sonda no 1.0 não vai andar e pode danificar ou a sonda ou o próprio módulo, ou o próprio sistema não vai responder bem. Então, imagina se tu receber um carro desse na tua oficina e tu sabe dessa informação e o cara tá reclamando lá que a sonda tá Travando em rica, travando pobre ou não tá nem respondendo. Aí você
pera aí, eu sei que essa aplicação é é é de 3 ohms, é 1.0. Aí você vai medir lá, ó, dá 9 ohms de resistência. Aí você acabou, acabei de identificar uma falha colocada, defeito colocado. Mas por que que tem defeito colocado? falta de informação. Beleza, pessoal? Então, olha as dicas que eu tô passando para vocês, ó. Isso aqui, ó, eu tô falando de Nissan, mas Acontece no Renegade, acontece na linha Fiat, acontece em todas as na maioria das montadoras tem essa situação. Se você for no manual injeção eletrônica, você vai ver isso aí. Você
muda só lá a motorização para você ver se vai, se não vai mudar. Algumas situações mudam e essas situações, essas exceções, é que vão fazer diferença no teu diagnóstico. Beleza? situações que se repetem como Fiat Estrada que já foi pego lá no Suporte que o B me passou um dia que nesse que o 7GF se eu não me engano que já é 2017 FAT estrada 1.4 qualquer coisa tu me corrige aí viu viu Bexon que foi pego naquele diagnóstico o próprio Lucas também pegou acho que foi o Lucas Mas você tava acompanhando colocaram uma bomba
de combustível que não era aplicada porque já trabalha com quê? Já é bomba de combustível pilotada, já tinha sensor de de pressão de Combustível na linha e quando colocar a bomba errada, o veículo tava lá com a marcha lenta irregular, quase morrendo no carro e não disparava, não desenvolvia, não tinha avanço. E a informação tava lá 2015 para trás, se eu não me engano, era convencional, não tinha sensor, não era pilotado, não tinha sensor de pressão e não era pilotado pelo módulo específico. Não é isso aí, Bexon? acontece isso, cara. Nesse caso em específico da
Pilotada é mais na hard que tem. A partir de 2017, ela começa a utilizar bomba pilotada com sensor de pressão. Olha aí. Aí nesse caso o pessoal é o mesmo carro, pratic vê o carro a uma estrada, vou comprar uma bomba da estrada, mas nesse caso da hardw a partir de 2017 é bomba com módulo. Colocaram lá, se não me engano, até queimou a parte do mó de bomba também. Cara, olha só, imagina aplicação, pessoal, somente aplicação. E essa Informação você teria onde? Na literatura técnica, lá no manual injeção eletrônica. Beleza? Show de bola. Não,
não parou por aqui não. O José já falou, ó, tá de parabéns, meu amigo. Não começou agora. Você vai falar de parabéns já. Vamos lá, então. Passando aí. Vamos pra próxima. Bom, se, oh rapaz, arquitetura da rede de comunicação, primeira coisa que eu vou perguntar pra galera que já tem o simpl Interessante porque eu recebo às vezes algumas alguns pedidos. Olha, onde é que eu localizo aquele aquela aquele esquema elétrico de redes, professor? Eu já procurei. Eu digo: "Olha, vamos ver que a galera já sabe como é que é, onde é que você acha o
esquema elétrico ou diagrama elétrico de redes de comunicação. Qual o manual que você acessa? Façam bonito aí, hein? Só na só na espera aqui. Toda vez que eu Pergunto o B fica se mexendo todinho que ele já sabe desde o rapaz, já sabe demais. Homem é automático, ele já vai automaticamente. E aí? Vixe, ninguém respondeu não. Nossa, mano. Ó, elétrica. Vamos ver. Já já vou falar onde é, hein? Elétrica. Vamos lá. Electra. Electra. Vamos ver mais. Será que não é Electra? Vamos lá. Diego já falou. Vamos ver. Fabiano, Cléberton. Mas será possível, rapaz, que não
erra uma? Tão ligado, hein? Parabéns, hein, pessoal. Tão ligado? Lá no manual Electra, você vai encontrar além do esquema elétrico, você vai ver vários esquemas elétricos lá, pessoal, tá? Que vão lhe ajudar a fazer o diagnóstico. Beleza? Então, eu peguei um exemplo aqui, tá, de uma de uma arquitetura de rede de comunicação que você encontra lá no Electra. Vou expandir aqui um pouquinho. Destaque aí Essa tela pra galera ver. Vamos lá. Vamos lá. Quero, eu quero chamar atenção para um ponto. Deixa eu expandir aqui para mim também. Olha só, pessoal, no conector diagnóstico a começa
tudo. É aqui que começa o teu diagnóstico, tá? Só que existem só que existem alguns pinos obrigatórios, tá? Que se você não encontrar na sua oficina, tem alguém mexeu, alguém fez algum serviço errado, hein? Beleza? Então, vamos lá. A alimentação da ferramenta de diagnóstico obrigatoriamente tem que ser pelo pino 16. Então tá ali um fusível, o F104 tá lá no na central do vão do motor, eh está alimentando o pino 16, tem que ter esse positivo aí. Se não tiver a a o fusível tá queimado, alguma coisa acontecer, tá beleza? pino qu e c aterramento
negativo, massa, tem que ter isso aí, entendeu? Jogada é obrigatório. Se não tiver, tem alguma coisa errada, a Ferramenta de diagnóstico não vai nem se comunicar. Então, paraa ferramenta de diagnóstico esquenta se comunicar, você tem que ir aonde? No quatro, no cinco, tem que ter negativo e no 16 tem que ter positivo. Show de bola, pessoal. Rede de comunicação. Olha que legal, ó. Geralmente ela tá onde? Nos pinos 6 e 14, beleza? E aí ela vai distribuir módulo do imobilizador, rádio, controle do motor, airberg, painel de Instrumentos. E aí você vai começar eh eh fazendo
isso, você vai começar a medir eh resistência lá do do resistência da rede, se tiver, tá? Curto ao positivo, curto ao negativo. E aí você vai começar a fazer um diagnóstico na parte física da rede a partir da literatura. Então, digamos, eu sei que lá no módulo do lá no módulo do painel vai chegar lá no pino 14, no pino 13, é os pino 6 e 14. Rede C alta 6 e rede C baixa 14. E aí eu sei que tem um valorado de 60 ohms, né? Eu tenho que medir. Então eu faço a medição
onde? Nesses pinos ou no conector ou lá no módulo que eu quero saber. Principalmente a gente mede no conector, que é onde começa a rede. Só que tem um detalhe, a ferramenta de diagnóstico só se comunica com módulo ABS. Olha só que coisa, cara. Só uma observação aqui. Cleus perguntou: "Trabalho na linha diesel, tá? Tem alguma palhinha aí paraa linha diesel?" Vai ter um vai ter um caso de estudo aqui da linha diesel, tá? Não se preocupe não. Nós pensamos hoje em todo mundo. Pessoal da linha ciclo e o pessoal também aí da linha diesel
vai ter o seu momento, hein? Aguarde que nós vamos começar, beleza? Aí, digamos, a ferramenta de diagnóstico só se comunica com o módulo ABS. Você fica confuso, você diz: "Por quê?" Você não olhou, você não olhou o esquema elétrico? Porque a o ABS nesse modelo de Veículo se comunica pelo pino um, tá? Olha só que interessante. O módulo do motor, ele vai ter comunicação aí, ó, tanto pelo 6 e14 como ele vai ter comunicação pelo pino 7. E aí agora aí traz para mim aqui. Vamos lá. Vamos lá. Vem para cá. Pessoal, eu vou dar
uma dica para vocês aqui que sinceramente foi a duras penas que eu fui trabalhando, mas eu vou repassar para vocês realmente por eh por reconhecer aí A presença de vocês nessa live hoje, mas essa informação aqui ela é exclusiva, tá? Vamos lá. Anotem. Se você não anotar e me ligar depois, mandar mensagem no WhatsApp, sinal de fumaça, eu não vou responder não. Eu não vou relembrar não. Anotem. Olha só. Digamos que você entrou lá, pegou seu scanner e entrou lá. É, é montadora, Fiat, um exemplo, Fiat é veículo, o Argo, ano, tal, injeção tal, pá,
entrou, não encontrou o módulo, não se comunicou Com o módulo do motor. Nossa, ou é problema no módulo ou é problema na rede. Será que o módulo tem alimentação positiva e negativa? Será que a rede tá em curto? Calma. Aí você vai lá no modo genérico, que é outra forma de acessar os módulos, protocolo genérico, que ela que o a o scanner, ele vai procurar por diferentes protocolos e vai para se comunicar com o módulo. Então você vai lá todo o escan de nacionais tem modo genérico BD2. Aí Você vai lá e entra, ó, ele
vai consegue se comunicar com o módulo do motor e ver até código de falha que tá acontecendo. Aí você começa a saber o que que tá acontecendo. Por que que ele sabe? Por que que ele vai entrar no modo genérico? Porque tem a sua opção aqui no esquema elétrico. Volta o esquema elétrico aqui para mim explicar para vocês. Vai, destaca aí. Vamos lá. Segura essa informação, galera. Vou até Expandir aqui para mim. O módulo do motor, através do conector a pino 18, ele tá conectado ao pino 7 e ele está conectado lá no 14, no
ele vai se comunicar pelo painel de instrumentos à rede. A rede vai compartilhar com ele também. Digamos que deu problema no painel de instrumentos. A rede não vai se comunicar até o a o módulo, não vai ter comunicação com outros módulos. Então não vai nem conseguir, a ferramenta de diagnóstico Nem consegue. Então tu vai entrar pelo pino 7, por exemplo, que é um outro protocolo de comunicação. Imagina, Jeta trabalha assim, pessoal, pode voltar para mim. Jetta trabalha dessa forma, tá? Se você pegar o Jeta, ele vai ter a comunicação pelo OBD e a e se
tiver problema na rede ou o interface dentro do módulo, um exemplo lá, não se comunica pelo modo proprietário. Então vou explicar de novo. Se você entrar lá, montadora, Modelo, ano, injeção, é, é protocolo e proprietário, modo proprietário. Se você andar OBD2, aí você vai pelo protocolo genérico e aí você consegue se comunicar. Legal. Então, será que o problema tá só naquela rede? Será que tá no problema no módulo? Não é porque o módulo tá se comunicando. Então você já consegue saber onde é que está o defeito, tá? E lógico, você vai acessar o código de
falha que tá no módulo através do Genérico. Beleza? Então, tá aí a dica para vocês. Olhando a literatura técnica, você sabe a quantidade de entradas que eu posso ter no módulo em relação ao scanner, beleza? Ou ainda tem módulos que se comunica somente pelo pino 7 ou pelo pino 9, que é a comunicação protocolo genérico. Aí você só entra nesse módulo, então é porque a Redc tá com problema. Então são várias formas de diagnóstico. Beleza, meus amigos? Show de bola. Vamos lá então, Continuando. Ah, chegou onde eu gosto, minha gente. Oscilogramas de referência. muitos modelos,
os sinais de referência com com réguas, com valores de pressão, com tá lá dente 17 depois da falha, gente, tem a descrição do sincronismo, tá? Então é isso que vocês vão ter aqui no manual os manual os tá aí bombando, pessoal já tá sentindo a diferença aí, tá? pessoal que tá fazendo diagnóstico por imagem, Diagnóstico com osciloscópio, a galera tá gostando muito mesmo. E comprovado, pessoal, a gente faz trabalha em campo, tá? A gente vai em campo e e vai lá e pega os sinais, trata os sinais direitinho, deixa bonitinho para trazer o melhor para
você, tá? Então a equipe cai em campo aqui pesado para disponibilizar informações de qualidade, informações assertivas, informações fidedignas. Legal. Vamos lá. Opa, só vamos só pegar aqui um Comentário aqui do Edmundo, tá? Só pra gente esclarecer até legal uma coisa que ele comentou aqui. Vamos lá, o Edmundo. Vamos lá. Modo genérico mostra tudo. O problema é que o tudo é quase nada. Bom, existem verdadeiras preciosidades lá no genérico. Bem rapidinho aqui. Um deles, ajuste de curto e longo prazo, tá? No decorrer das aulas eu vou vou ter uma aula só disso aqui, tá? Vou mostrar
como É que você consegue fazer um diagnóstico, vou mostrar como é que a literatura vai te ajudar nisso, tá? ajuste curto e longo prazo vai te salvar de muitos problemas e você encontra lá no genérico. Às vezes não tem essa informação lá no proprietário, no modo proprietário, vai ter lá no modo genérico. Então fica ligado que aí vai ter uma aula disso aí também, viu gente? Show de bola. Vamos lá. Hum. Seguindo. Opa, pessoal, essa esse diagnóstico aqui. Mas antes, primeiro simplo, tá aqui, tela de referência, tá? Onde eu vou ter o oscilograma de referência
lá. Você vai escolher montadora, veículo, ano e aí vai tá lá, ah, sincronismo com CKP, CMP, CKP, sincronismo com transdutor, MAP, TPS, temperatura, pressão, sonda lâmbida, aquecedor da sonda. Cara, são, acho que para cada veículá tem modelos lá que tem 21 sinais, só de referência. Mas beleza, aí vamos na prática. Colega pegou aqui do veículo, um amigo lá da lá de Goiânia, cara. Ele pegou esse, ele pegou esse sinal aí. Aí falou: "Professor, seguinte, eh, o sincronismo tá certo?" Aí eu digo, "Cara, sincronismo não sei não, mas essa roda fônica aí, esse sensor de rotação
não tá legal não. Como é que eu sabia Que não tava legal?" Porque eu sabia a referência, eu sabia como é o desenho, como é o gráfico, o oscilograma. de um sensor de rotação saudável com a roda fônica bacana. Pessoal, tem tem alguma coisa mesmo errada aí com esse sensor de rotação do do exemplo aí do do osciloscopio do nosso amigo? Sim ou não? Que que vocês acham que aconteceu aí? Me conta, vai conta aí no chat. E aí, Bon? Tem alguma coisa errada aí? Tu viu aí, meu amigo, a situação desse sensor de rotação
aí? Ou pode ser a roda fônica? E aí? Olha o Fábio. Roda fôica amassada. Vocês vão ver que foi coisa de louco, velho. Eu vou atrás de sincronismo. Eu vou atrás de sincronismo antes de ver o que aconteceu com a roda fônica. Eu não vou. E aí eu digo: "Olha essa roda fônica". Aí ele me retornou: "Não, tá tudo certinho aqui. Mandou o vídeo, não sei o quê". Aí eu digo: "Não, mas você tá olhando por fora. Pegue, como diz o pessoal, arranca esse negócio fora, porque a gente tem que ver. Não pode. Porque o
que acontece? Ora aproximava muito do sensor, hora não aproximava a roda fônica, por quê? Tinha alguma coisa errada aí, não tava um um um movimento balanceado. Aí eu digo: "Ó, Arranca a roda fônica fora. Isso no WhatsApp, galera. Vamos ver se ele tá aqui no chat. Se tiver, você pode falar que é foi legal demais. E aí eu digo, tira a roda fônica fora, tá? E ele tirou. Manda próximo. Antes dele tirar, ele me mostrou. Tá aí, ó. Destaque, pessoal. Destaque. Tinha uma amplitude maior. O que é essa amplitude maior aí no sensor? É aproximava
a o dente da rodafone e depois afastava. Mas como é que eu vou enxergar isso a olho nu? Pessoal, pelo amor de Não dá. A rotação do motor tá lá, você não consegue somente com diagnóstico por imagem. É essa hora que o osciloscópio faz a diferença. Agora sim. Vamos ver. Passa aí, pessoal. No serviço anterior, o Zé da solda Tacou solda na roda fônica, pessoal. Tá vendo que isso não tem condições. Olha aí. Então, é, né, que eles acha bom, né, quando é com os outros. Meu amigo apenou, viu? Eu digo, tira essa roda fúnica
pra gente ver. Soldou, cara. Pensa numa solda aí que deu certo. Tá vendo aí como é que você iria saber sem usar o osciloscópio e sem ter uma imagem de referência? Eu não ia atrás de sincronismo. Então fez o que que ele Fez? Ele substituiu a roda fônica. Pessoal, fiquem aí porque vocês vão ter, além dessa informação que vocês pegaram até agora, que não foi pouca coisa, vocês vão receber o certificado exclusivo, beleza? Imprima esse certificado, coloque a moldura, porque vocês no final do treinamento vão ser o quê? mestres em diagnóstico. Então, coloca lá na
oficina e mostra pro seu cliente que você tá aqui, ó, se Capacitando, cara. Beleza? Então, tá aí, pessoal. Show de bola. Olha aí o Fábio. Fábio, é realmente é loucura, cara. Fazem isso, fazem isso na oficina. Vocês sabem disso, tá, pessoal? Aqui na parte superior aqui da do slide tem o QR code. Beleza? Se você, você pega o celular, leitor de QR code, se você colocar aqui, que que vai acontecer? Você vai ser direcionado para uma página que você vai conseguir ter mais informações sobre o Simplo e aí você ter acesso a esse Conteúdo que
eu tô mostrando aqui, só uma pequena parte, porque a gente tem que correr, porque é muita coisa. É por isso que são várias aulas, beleza? Vou mostrar mais casos para vocês, mas nós estamos só na metade aqui ainda, beleza? Então, ah, qual era o sintoma da falha com essa solda, cara? O carro não desenvolvia, o carro ficava morrendo, não disparava, ficava estourando, entendeu? Problemaço, problemaço mesmo. E aí nosso amigo conseguiu fazer o Diagnóstico e foi ligeiro, agradeceu, mas disse, eu tava com a literatura na mão e eu já tava com experiência, alguma coisa errada. E
detalhe, pessoal, só uma dica para vocês aqui. Quando tu for fazer um diagnóstico, tô falando para vocês aqui diretamente, pessoal do chat, tu acredita no na tua análise, tá? Tu acredita no que tu tá vendo lá no osciloscópio, lá no es, lá no multímetro. Se tu aprendeu e tu tá aplicando, tu acredita. Não tem teoria e Prática diferente. É o que tu aprendeu, é que tu vai aplicar no no dia a dia da oficina, tá certo? Então, coloca para cima. Beleza? Vamos lá, passando. Pronto. Neste caso aqui, lá no blog do Simplo, tá esse caso
descrito passo a passo que meu amigo João Lopes, se eu não me engano, foi, pegou esse caso, menino novo, cara, menino esperto, usa osciloscópio, o cara é bem cara, show de bola. Fiat estrada 1.4 flex CMP, tá aí, Sensor de fase lado da polia. Beleza? Ó, então tenho lá canal amarelo, sensor CP indutivo e o canalzinho verde e canal dois é o sensor CMP. Nesse caso aí e eu tenho a descrição. Nesse caso, pessoal, a gente fez essa imagem especificamente para o artigo, tá? Só deixar uma coisa, uma coisa bem clara. No manual Osse está
presente as imagens de referência, beleza? Então as imagens que você encontra no Osse são imagens padrão de veículo em perfeito Funcionamento. Tranquilo? Essa imagem, esse desenho, foi feito especificamente para o artigo lá no blog. Quer quer eh conhecer esse artigo, acessa lá o o blog. Quando você entra no site do Simplo, do Simplo, você também tem lá a parte blog e você consegue acessar. Então tá descrito aqui o final do dente maior, né, do caso do CMP, deveria coincidir com o dente 17 do CP depois da falha, mas está no dente 20. Então ele olhando
sem precisar Desmontar nada, ele só fez lá CP e CMP e viu que tava no dente, no 20º dente depois da falha da roda fônica. E aí, fora de sincronismo, cara, agora sim eu vou lá pegar eh a ferramenta especial de sincronismo e conferir mesmo e matar a charada, finalizar o que eu já vi aqui com osciloscópio. Passa aí. Vamos lá. Pronto. Aqui é só um detalhe que é o sincronismo correto. Opa. Então eu tenho aí 16 no dentre 16 Ao 17 tem que tá aí a referência correta. O ponto A tá destacando isso aí
e tem descrito abaixo dessa imagem tem uma descrição. Referência de sincronismo é 17º dente após a falha da roda fônica para você não errar e nem precisar contar. Pessoal, até nisso, até nisso lá, meu amigo Francisco aí, parceiraço aí, Chicão, montar montando lá os lá os sinais que a gente manda. Show de bola. Já coloca a descrição. 17º dente após a falha da roda fônica Para você não perder tempo. Beleza? Então agora ele foi colocar, isso aí é de referência, hein? Não tava na referência, tava no 20º. Vai colocar a ferramenta lá no canto. Que
acontece? Olha só. Vamos ver. Ô, meu amigo, não vai. Não usaram a ferramenta, cara. Tão teimando ainda em colocar sincronismo lá da linha Fiat sem a ferramenta especial. Cara, brincadeira. E aí, claro, vocês estão aqui, vocês vão sempre ter Serviço, cara, porque vocês fazem o trabalho direitinho, vocês conseguem usar literatura e ferramentas especiais. Ainda tem muita gente que fica teimando em nem não usar nem a literatura e nem as ferramentas. E aí chegou na mão do João e o João foi lá, colocou a ferramenta no local, no local certo, refez o sincronismo e fez uma
nova captura para garantir que o serviço estava perfeito. Então, olha só como é que ficou depois Que o João colocou lá a ferramenta na posição perfeita, posição correta e o sincronizmo ficou 10 entre 16 e 17. Show de bola. Ele sabia por quê? Foi lá no simpl Fiat Estrada 1.4 tal. Ele já foi, certo? Quando ele viu isso aqui e vamos dar volta no veículo, tá? Entrega pro cliente, tá dando desempenho, o carro econômico, marcha lenta bem tranquila, show de bola. Ele já sabia que tinha acertado. Agora sem isso, pessoal, não Vai. Então você tem
que trabalhar da forma mais correta possível. Beleza? Show de bola até aí, pessoal. Cadê os comentários desse chat aqui? Vamos ver aqui. Uh, vamos ver aqui. Vamos lá. Beleza. Beleza. Cadê o rapaz? Tá aqui, rapaz. Galera todinha aqui. Show de bola, pessoal. Lembrando, sempre numa linguagem simples, mas sem ser pobre. Olha só que legal isso aí. Eu posso ter uma linguagem simples, a linguagem que o Reparador utiliza linguagem certa, a linguagem direta sem faltar informação. Nós não vamos trabalhar com linguagem técnica lá rebuscada que você não vai entender, cara. Beleza? Então, finalizou a reparação, devolveu
o veículo e show de bola. Bom, vamos cuidar, vamos cuidar que o negócio aqui é sério. Já já o Bexon vai entrar com dois casos aí, meu amigo, que eu vou ficar aqui, ó, bem quietinho, porque foi show de bola. Vamos lá, passando Estratégias de diagnóstico. Agora chegou onde muita gente tava esperando. Tem um pessoal aí que apaixonado. Cadê o Lucas? Lucas Oliveira, chegou a hora. Tem um caso aqui que eu que eu peguei do seu que você resolveu, tá? E aí vamos mostrar pra galera aqui como é que você faz diagnóstico, hein? Tem uma
galera boa nesse chat, viu? Alto nível. Vamos lá, então, pessoal. Seguinte. Vamos começar com as estratégias com scanner passando sem ligar e pessoal sem funcionar o motor. Olha só, eu vou pegar, vou lá no manual injeção eletrônica e vou pegar a informação do sensor MAP. Comignição ligada, sensor MAP deve estar lá com a pressão atmosférica local. Mas o que é estratégia de diagnóstico mesmo? São técnicas de análise baseadas na visão sistêmica. do funcionamento do veículo. O que seria essa visão sistêmica? Eu sei Qual deve ser o comportamento do do sensor MAP, da posição de borboleta
naquele instante, temperatura do motor naquele instante. Eu tenho que ter essa visão geral, beleza? Então, ignição ligada, o sensor mapa, ele lê pressão absoluta, não é assim? sensor de pressão absoluta do coletor. Enquanto o motor não entra em funcionamento, qual a pressão que ele deve ler? Pressão atmosférica. Tá lá 100 m. E aí eu não sei, vai ler agora. Se eu não sei a pressão atmosférica local, pega o teu smartphone, coloca um aplicativo chamado barômetro e aí você vai ver a você vai ver a pressão atmosférica local. Deu 113 mibá. Próximo. Show de bola. Então,
sensor MAP tá lendo pressão atmosférica. Beleza. Ah, onde é que eu encontro essa informação? Também vídeo lá no canal do YouTube do Simplo, bem como lá no blog também tem. Então, tem um vídeo explicando lá bem direitinho com animação, tá? Que nosso nosso grande parceiro aqui do cinto, o Neto também fez essa animação, cara. a galera que da que faz toda essa arte de parabéns o mais didático possível para você entender. Não é só o professor falando, não, tem a parte de didática da situação, tem as animações, tá bom? Tudo pro seu aprendizado. Então nós
temos Aqui as informações técnicas no manual e nós temos a nossa parte também de aprendizado de informação contínua. Beleza? Essa deu fora, é 1000 mibar, tá dando 800 mB no MAP, troca o sensor map e acabou. Por quê? Esse carro vai apresentar dificuldade na partida. Por quê, professor? Porque o mapa ele vai ser crucial para o cálculo da massa de A que entra no motor. Se esse cálculo da massa já não for legal, for errada, o tempo de injeção não vai bater e aí o Carro vai ter o quê? Muito combustível sendo injetado e vai
ter dificuldade na partida. Resolvido do Celta semana passada só fazendo essa estratégia. Então anota aí, não perde as informações, hein? Vamos lá pro próximo. Agora eu posso fazer da mesma forma com sensor de temperatura. Eu vou pegar o carro não pode tá eh não pode tá motor quente, tá? Então ele tem que tá o quê? Ou você foi lá na casa do cliente com o veículo passou à noite lá Sem funcionar ou mais de 4 horas ou esse veículo ficou na oficina à noite para outro dia você testar, tá? Então essas informações, esses vídeos vão
estar onde? blog.simplos.br.com blog.simplosbr.com. Acessa e tem acesso e tenha eh você vai ver esses vídeos e também como alguns artigos técnicos relacionados, beleza? Revisa lá, hein? Bom, fez a medição de temperatura do ar e temperatura do motor, temperatura da água. Tem que ser Praticamente igual, pessoal. Tá aqui, ó, no scanner. 29ºC, tanto temperatura do ar como temperatura da água. Isso quer dizer o quê? Que os dois sensores estão em bom funcionamento. Mas como é que você sabe? Pega o termômetro, coloca. Se você tiver um termô de seis fios, que é utilizado no sistema de de
ar condicionado, quem trabalha com ar- condicionado tem esse termômetro aí de seis terminais, né? Seis sensores, mas Senão você mede em um canto, depois você mede em outro. Coloca uma sonda dessa lá no reserv lá no arrecimento, né, na no reservatório de expansão e coloca o outro lá no compartimento do motor, motor frio, hein? E aí você vai ver a temperatura tanto da água como do ar. Bateu o próximo ali até no máximo 4º de diferença, máximo quer dizer que os sensores estão em perfeito funcionamento, tá pessoal? Não precisou funcionar o motor para Fazer diagnóstico,
até porque você ia errar no diagnóstico. Beleza? Pura. Então, tá aí outra estratégia. Eu peguei eh sensor mapa integrado, map temperatura, que é o Tmap, desse jeito. Temperatura ambiente aqui tava 29, tava pronto, tava 29º e o sensor tava marcando 38 de temperatura do ar. Então, tava totalmente fora. Substituir o sensor map completo, que não dá para tirar só o sensor de temperatura e aí resolveu o problema. Só com essas Estratégias aí. Show de bola, pessoal. Tá sendo útil para vocês? Estão gostando das dicas? Sim ou não? Coloquem aí no chat, por favor. Bora lá.
Bora lá interagirem. Vamos que vamos. Sim. Opa. O material para quem se inscreveu, a pergunta do Crazy, hein? O material para quem se inscreveu, eh, no na aula de hoje, você vai receber sim o material, tá? Olha só, tu vai conseguir revisar isso, cara. Então, você vai, Opa, ele falou isso e com as suas anotações, você vai agora entender completamente, principalmente os casos de estudo, hein? Beleza, galera? Show, show, show, show. Vamos lá, passando. Opa. Existe a estratégia onde você vai relacionar eh o sensor MAP e o sensor de posição da borboleta. Isso aí vai
tá lá no manual os, não é só um sinal perdido lá jogado, viu? Tá lá Pressão do coletor, canal 01 amarelinho e sensor de posição da borboleta aqui no canal dois, canal verde. E essas letras são o quê? São pontos específicos, tá? Específicos que você vai fazer leitura. Tem lá valor de tensão para você comparar com o veículo que você tá na oficina. Aqui você vai lá, montadora, modelo, e você vai saber valor em marcha lenta e valor em aceleração, que é o caso aí, viu? Aí é borboleta totalmente aberto, viu, gente? Dá uma acelerada
e Aí enche o coletor. Enche o coletor. Por que que enche o coletor? Porque a borboleta vai estar totalmente aberta. Vamos ver. Diego Ferreira, com certeza gostei do assunto MAP. Acho que vai ser o problema do carro que tá na oficina para amanhã. Vou ver os parâmetros pelo scanner. Cara, tudo que a gente fala aqui é para você aplicar imediatamente lá na sua oficina. Isso aí não tenha dúvida, beleza? É aplicável, não é conversa mole, não. E aí imagina se você Pegar o meu amigo Lucas aqui, Lucas Oliveira, ele é fã de fazer esse teste
aqui, de acelerar e observar o mapa, observar o TPS. Vocês vão ver outro exemplo já já, porque nós vamos observar se depois do ponto D vai ter a descida de vácuo. Beleza? Imagina tu acelerar aí o TP, acelerar a borboleta, o TPS subiu e o MAP não subiu. Opa, pode ser que o MAP não esteja respondendo, tá? Então isso aí é uma estratégia de diagnóstico. Quanto maior a tensão do MAP, mais Pressão tem no coletor. Quando é que vai ter pressão no coletor? Quando você acelerar. Então, se você entender a estratégia do sistema, você vai
fazer um bom diagnóstico. Até porque, diga-se de passagem, a central de injeção utiliza essa estratégia para monitorar a MAP e posição do sensor, posição da borboleta. Um monitora o outro. Vamos lá, passando. Eu tenho a estratégia de verificação da Sonda. Gente, a sonda eu tenho que verificar tanto amplitude de sinal, se ela tá comutando constantemente. Opa. se ela tá comutando constantemente, se ela não tá ficando abaixo de zero, que ela não pode ser negativa, mas principalmente desempenho da sonda, tempo de resposta. Olha que legal, eu tenho aí, ó, os pontos de análise que você tem
que pegar as réguas do osciloscópio. Coloca nesses pontos aí, pessoal. Nesses Pontos você vai receber esse material e aí você vai medir o tempo de resposta da comutação entre pobre e rico e depois rico e pobre. Então esse tempo de comutação vai determinar se a soma está respondendo de forma correta. Beleza? Lembrando que lá no campo, lá na descrição da imagem, no campo observações, lá embaixo, vai ter o quê? Você vai ter eh som eh motor entre 1500 a 2000 rpm, tempo de resposta 300 a 350 msos, Cara. Aí você faz esse teste, você sabe
onde vai medir, tá aqui o caminho que você vai resolver o seu diagnóstico. Beleza? Vamos partindo que tem mais coisa. passando. Vamos lá. Show de bola, pessoal. Muita cois muita informação, mas vocês vão receber o material, tá? E aí você vai recapitular, porque realmente não dá para você pegar tudo isso de uma hora só, né? No momento só, Mas você vai ter acesso a isso aí. Quem tava inscrito, quem se inscreveu, galera, realmente marcou presença, hein? Beleza, vamos ver se a gente consegue aí passar o slide pra gente ver a técnica BSM já, hein? O
Fábio tá maluco. Ó o Fábio aqui, ó. Técnica BSM. Sim, usa direto, hein, Fábio. Cara, desenrolado. Show de bola. Vamos lá, daqui a pouco, Bo. Enquanto isso, conta aí alguma experiência aí, algum caso interessante que você pegou Aí, pode ser, né, de eletrônica ou então vamos lá. Vou te perguntar uma coisa, eu ia de me esquecendo, Bet, você existem veículos que tem dois módulos de injeção, cara? Sério isso? A galera fala isso por aí, mas será que é verdade mesmo? Que era principalmente linha de alto padrão, BMW, Mercedes, carros de oito cilindros em diante. São
dois módulos. Cada módulo controla um banco de cilindro. A gente tava, os meninos do desenvolvimento esse dia, a gente tava com 750 aí que vai ser lançado na próxima versão, que são dois módulos de injeção. Nossa, bem interessante, cara. É, são juntos, só que são módulos separados para controlar cada lado, tipo válvulas, bobinas, sensores, comando de válvula, tudo, tudo, tudo, tudo nele. Show de bola. As ondas, é, as ondas de cada lado são cada uma para Cada módulo, são sempre divididas, entretanto, com a comunicação entre os dois centros. Claro, né? Vocês imaginaram essa informação que
o B passou aí? Dois módulos de injeção. Dois módulos de injeção. Imagina, tu vai tá aqui, aí você vai ver, opa, sensor de fluxo de a se comunica com o módulo um. Aí o módulo um via rede, um exemplo, se comunica, comunica essa informação pro módulo dois. Agora tu imagina se tu não tiver Informação para isso, se tu não souber quais os sensores se comunicam com o módulo um e quais os sensores se comunica com módulo dois, isso tá chegando na tua oficina. Isso não é coisa de outra conversa de de daqui a um século,
não, cara. Próxima atualização tá chegando aí, tá? É esse esse veículo você vai ficar maluco quando você vê lá. Vai lá, quando você atualizar o seu, pessoal que já tem e o pessoal que adquirir, vai lá em gestão eletrônica, Você vai ver lá dois módulos de injeção. Você vai ver lá em locar, você vai ver o desenho, um dianteiro esquerdo lá localizado, outro dianteiro direito do carro. Cara, é tecnologia demais. Show de bola. Olha só, eh, válvula injetora. Então, olha só, vou ter lá no oscilograma tanto de tensão da válvula injetora como de corrente. E
aí eu vou ter informações aí, ponto A, B, C e D, que é abertura do injetor, fechamento do injetor. Então, tu consegue ver na prática o momento certo que tá abrindo a válvula, tá saindo da agulha a válvula injetora e o momento se tá fechando, se tá voltando pra sede, que às vezes energiza e aí sai da sede. Mas cadê? Não voltou. Ou demora para abrir porque tá travado. Vamos ver um exemplo aí no próximo slide para não gente dar uma corridinha aqui. Opa, tá aí, pegou, usou a pinça, pinça Ampétric lá, pessoal que usa
hantec aí, né, e outros osciloscópos a a 65, né, CC65. E aí, olha que momento abriu a agulha, a agulha da válvula injetora saiu da sede. Nossa. cara atrasado. E aí esse carro não tava com funcionamento bacana, queimando aí praticamente três cilindros porque não tinha combustível suficiente no outro cilindro. Marcha, marcha lenta irregular, o carro não não tinha avanço, tá? Você só consegue Saber, não tem informação, tu não sabe o oscilograma de referência. Aí tu vai ver isso aqui. Como é que tu vai saber se é certo ou se é errado? Se é característica desse
veículo? Sei lá, tu vai pensar isso, a tua mente vai querer justificar. Então, tu vai lá na referência e diz: "Ó, não é aqui, troca o injetor, vamos embora". Beleza, galera? Segue. Vamos lá. Passando ignição. Nossa, cara, ignição Tem aí, ó, também tem ignição para você ver o tempo de centelhamento, o ponto Aí que tá te mostrando a a turbulência, no caso as oscilações, energia residual da bobina. Então você consegue saber se é bobina, problema, se é cabo, se é vela, tá? Então, show de bola, pessoal. Muito bom. Aí tá aí, ó. Ponto A, tempo
de centelhamento. Lembrando que tem essas informações aonde tem essas informações lá na no na legenda do do texto, na legenda da imagem, tem essas Informações. Beleza? Vamos pegar um defeitozinho aí de dignição. Vai lá. Pronto. BMW X1, código de falha P03. [Música] Como é que eu vou saber se tá com problema, se é ignição? Problema já tem. Falha de combustão, cilindro três. É bico, é ignição ou é compressão? Aí você descobriu. Cilindro 1, 2 e 4. Tá aí a rampazinha bacana, tudo direitinho, ó. E o residual da bobina tá lá no final, certo? Isso tá
indicado lá no Manual os, o ponto A, B, C e D, onde você vai saber analisar pontos estratégicos do oscilograma. Lá já o cilindro três, o que que você tem? Você não tem um residual, a bobina pegou, não tem mais energia, não suportou tanto tempo de trabalho, não trocaram as velas no tempo correto e exigiu muito dessa bobina e aí ela não tem mais energia residual, não tem mais energia suficiente para manter a centelha. Por isso que falhava. Lembrando que esse Veículo as bobinas são o quê? Individuais. Legal. Então, substituiu a bobina do cilindro três,
fechou a ideia. Legal. Vamos simbora. Segue. Vamos lá. Pronto. Chegou a hora, hein? Chegou a hora que agora eu quero passar a palavra pro meu amigo Bergson aí que eu vou tomar aguinha e ele vai dar aquele show em dois casos de estudo lá do suporte. Já já, pessoal. Quando você conhece o funcionamento do injetor que vocês viram aí, você conhece o Funcionamento da sonda que você viu aí, você conhece o funcionamento do map que você também viu nessa aula, rapidamente, mas viu, né? Se tem comportamento, você consegue fazer, se você tiver três canais, tá
aí o pico scop aí que a gente utiliza em nossas capturas, tá aqui uma uma captura real, tá gente? Que eu fiz um diagnóstico de um ã new, né? O Ford Cedan 2015. Beleza, galera. Técnica BSM, né? Bo, sonda e MAP. Se liguem nessa técnica aí, viu? Acelerei, peguei, ó, sonda trabalhando, tá ali em cima, canal verde, bico injetor, trabalhando certo, sonda lambda e canal B, que é o vermelhinho, tá lá, rico e pobre, pobre rico e tal, tal, tal. Show de bola. E o mapa ali só mantendo a pressão do coletor. Chega o momento
que você tem que fazer a técnica e aí você acelera até o corte dos injetores para fazer o, como é que é? Cutof. Ó o nome. Vala. Meu Deus do céu. Corte do injetor, pessoal. Corte do injetor. E aí, nesse momento, o que que tem que acontecer? Quando corta o injetor, não tem mais combustível. Se não tem mais combustível, a sonda vai marcar o quê? Mistura pobre. Isso aí você vai ver no vídeo, tem lá no blog e tem no canal do YouTube do Simplo, tá bom? Então, qual o problema aí, ó? O sensor mapa,
ele subiu na hora da aceleração porque encheu o Coletor, certo? E a sonda marcou o pobre onde tá na seta, pessoal. Olha só que brincadeira. Lembrando que o primeiro sinal é bico injetor, viu, galera? E aí a o bico injetor chaveando, o bico injetor tá lá trabalhando. É para ter combustível aonde? Lá no escapamento. Combustível também tem quear marcar mistura rica, pois o injetor ainda tá trabalhando. E a sonda marcou mistura pobre. Como é que tem mistura pobre direto se o injetor está aberto? Aí que vem a história. A bomba de combustível não estava trabalhando
de forma adequada. Não tinha na aceleração tava dando déficit de combustível e a sonda marcando pobre porque realmente não tinha combustível. E eu vi, como é que eu vi isso? Sta marcando pobre. Eu fiz uma solicitação de carga porque eu acelerei o carro e o Mapa encheu o coletor nessa hora para ter mais combustível porque é onde você troca de marcha, quando você acelera. E a falha desse veículo era ele não tinha retomada de velocidade, ele não tinha avanço, ele não andava. Quando você passava de primeira para segunda, ele ele passava 3, 4 segundos para
desenvolver. Então era um problema de bomba de combustível. O que que já tinha feito nesse carro, hein? Antes de me chamarem, olhado o sincronismo quatro Vezes, já tinham tirado o cabeçote, colocado sem nenhuma necessidade. Vocês imaginam isso, gente? a dor, o problema que isso que acontece, o prejuízo que não traz, o cliente fica com raiva situação dessa. Então você tem que saber essas estratégias, mas você só sabe estudando e tendo acesso ao princípio de funcionamento desses sensores e atuadores. Beleza, pessoal? Trocou a bomba de combustível, vamos embora. Resolveu o problema, tá? Beleza, pura. Então fica
com o material e dá mais uma estudada aí, porque realmente aí tem pano para manga aí tem muita coisa pra gente aprender, hein? Vamos lá, passando. Pronto, meu amigo Bergson. É o seguinte, pessoal. Ele vai pegar aí, vai ter dois casos, tá? Bem bacanas, eh, em relação ao suporte, né? lá o pessoal do suporte pegará a equipe e ele vai explicar aí detalhes de quem Realmente passou por isso. Ele ajudou a galera, os caras resolveram. Olha como é que foi sutil a informação que eles passaram, que o Bson pegou essa situação aí e foi em
cima da ferida, foi em cima da situação. Beleza, Bexon? Fica aí com É contigo, cara. Valeu. Vamos lá. H, a gente recebeu um solicitação de suporte de um cliente a respeito de um Sonic deante. Ele já começou falando que o carro apresentava falha de sonda lâmida. Aí ele entrou em contato, falou que tava com determinadas falhas. A falha dizia que tinha que substituir o componente porque era um caso crônico dessa linha da GM a respeitar até poia ser até catalisador. Foi substituiu as falhas de sonda desapareceram. Dois dias depois ele nos retorna falando o quê?
Que o veículo não tinha aceleração em carga mínima. Tu tocando no Acelerador, o carro andava. Se tu pisasse um pouco, o carro falhava. E ele notou o quê? Seguinte, ele notou de imediato o quê? Que quando isso acontecia, a borboleta abria 60, ficava em 60%. Que que ele pensou? Borboleta com defeito. Trocou a borboleta. Aí ele continuou, fez um estudo, ah, o carro frio, ele se ele falou: "Se não pisar muito forte, o carro anda, mas qualquer acelerada De novo, o mesmo problema. Ele recebeu esse veículo de uma outra oficina que já não tinha mais
o que fazer no carro e levaram para ele. Acho que foi no interior de São Paulo. O carro veio de uma outra cidade que o dono do veículo conhecia ele. Aí depois de fazer essa avaliação, no final a gente foi fazendo algumas perguntas estratégicas. O que foi feito no veículo? Tu tem um histórico? Ele não vou assuntar com o proprietário. Ele conversando com o proprietário de nos deu um retorno de que o veículo tinha passado por um reparo de motor, tinha apresentado uma junta queimada de cabeçote. Aí vamos, a gente partiu a premissa. Como a
gente do suporte já tinha alguma experiência a respeito de que cabeçote desses veículos não pode ser retificado, a gente perguntou: "Foi feito só a parte de baixo ou foi retificado o cabeçote?" Ele: Pelo que ele me falou, o cabeçote Foi retificado. Pra gente ter certeza de que o problema seria o cabeçote, a gente perguntou quando o veículo liga o A, o que acontece? Na hora que liga o a, o veículo quando faz o mesmo problema, ele falha totalmente. A gente foi lá, indicou ele, foi verificar no manual. E o que que dizia no manual de
do Simplo? dizia lá no manual que o cabeçote desse veículo, ele não pode ser retificado. Se ele sofrer qualquer dano, tem que ser trocado. Nesse caso, ele automaticamente constatou que o problema do carro inteiro não era nada eletrônico. E o pior de tudo, o carro não tinha nenhuma falha gravada no módulo. A borboleta forma em 60% e não tinha falha. tempo todo ele tirava o pé, ia devagar de novo, o carro ia. Resumindo, o carro tava com excesso de compressão, tava com queima precoce o tempo todo. E quando Necessitava de qualquer esforço a mais, não
tinha pressão suficiente para segurar o carro. O ar condicionado entrando em funcionamento, o motor falhava. Aí a gente falou com ele, tinha pediu para ele olhar no manual que não era para retificar, pediu a substituição do cabeçote, ele assim fez, trocou o cabeçote, trocou junta, acabou o problema do veículo. Bem, um caso bem estranho, porque começou com defeito de sonda e foi se prolongando para um Defeito de borboleta que ele jurou que era borboleta lá no diagnóstico que ele fez, sem apresentar códig de falha, trocou o componente. Depois disso, ele retornou porque ele já não
sabia mais o que fazer. E aí foi feito um estudo de tudo que tinha acontecido com o carro e se descobriu que o problema do carro inteiro tinha sido a retífica de cabeçote que tinha matado o cabeçote. O carro estava totalmente fora de parâmetro, não mantinha um funcionamento Legal, a taxa de compressão não tava boa e não podendo retificar, ele foi lá avisou pro proprietário, usou a literatura, mostrou, o proprietário foi lá, comprou um cabeçotinou, pôs no lugar e assim solucionou o problema. O próximo caso, quiser passar o slidin, é de um caminhão Ford Cargo
para quem é do diesel. Eh, um reparador que eu não lembro o nome desse momento, ele entrou em contato que o caminhão que chegou na Oficina dele tava com um pedal de acelerador totalmente diferente. Ele tinha usado o diagrama elétrico do modelo sem ser com o de duas pistas e disse que a pinagem não tava batendo. Ele usou no próximo slide, se for possível. Aí você vai ver que tem dois tipos de pedal nesse veículo. Um corriqueiro que ele tava acostumado era o pedal com uma pista e um interruptor de lenta. Um veículo em questão
que chegou na Oficina, ele tinha duas pistas. A pinagem também no módulo se modifica. Ele tinha feito um teste de continuidade e onde dizia que estavam eh a os pinos de ponta a ponta fechava e ele tinha parado no primeiro diagrama, ele não tinha descido um pouco mais que logo abaixo teria o diagrama mostrando do pedal com duas pistas. Aí a gente pediu para ele dar uma conferida, ele verificou que realmente tava faltando alimentação em uma das pistas. Aí ele Foi lá, refez o chicote partido e o caminão voltou a funcionar plenamente, sem apresentar mais
nenhum defeito, sendo um caso que ele não tinha conhecimento no momento que ele poderia existir a pista com duas, um pedal com duas pistas ou um pedal com uma pista no interruptor de mínimo. Ele sempre costumou na linha forte ter sempre o pedal comum, aquele pedal que é uma pista, um interpor de mínimo o tempo todo. Primeiro caso que apareceu. E o Detalhe, não dá para saber qual caminhão que vai usar esses tipos de pedal. Somente na hora que chegar na oficina tu tirar e verificar. Pedal com a os pinos em seis pinos em linha,
pedal de pista dupla, pedal com quatro, três, quatro pinos de um lado e dois logo abaixo. É o pedal com uma pista, um interruptor de mimo. E ele sempre disse que tinha trabalhado na linha Ford, sempre tinha pego o pedal básico, que é o primeiro exemplo ali, o segundo na realidade que É a pista em tempor de mimi. Ele tava com tentando entender porque que o carro não funcionava direito, não tinha aceleração. Aí a partir do momento que ele entendeu que o pedal era diferente, ele fez a verificação, constatou que a pinagem era diferente, realmente
fez um teste ponto a ponto, verificou que estava faltando dois pinos, que estavam quebrados, um de alimentação e outro de retorno, se eu não me me engano, no momento não me recordo direito como que Foi no caso dele, que nesse caso levou a um diagnóstico e ele conseguiu constatar que o chicote tava partido. Se ele tivesse levado em consideração somente o outro, ele teria feito um diagnóstico totalmente errôneo. Aí, nesse caso, tem que ter sempre muita atenção, verificar sempre com muita calma o componente. Nessa linha de caminhões Euro3 da Ford, ele existe dois tipos de
pedal, sendo que a o mesmo motor, o mesmo sistema de injeção é Usado na Volkswagen. E na Volkswagen só usa o pedal de duas pistas. Já na linha Ford pode existir os dois tipos ao mesmo tempo. Tu não sabe até a hora que o caminão chega na oficina para tu fazer um diagnóstico e pode te deixar num caminho perdido. Tu vai lá fazer um diagnóstico, tu vê: "Ah, mas o esquema tá errado." Tu tem que verificar realmente qual é o pedal que tá na situação, sempre procurando a referência da peça Correta para não ter um
problema de diagnóstico e condenar uma peça sem ser o problema dela. Se ele tivesse ido pelo primeiro ali, ah, o pedal tá com defeito, então tá dando continuidade aqui, tá com fio partido. Vamos ver com o chicote, vamos verificar tudo mais. Não, ele achou estranho porque nunca tinha visto. Entrou em contato, a gente indicou o diagrama elétrico para ele conferir. Ele conferiu e consegui constatar que o problema era só um fio Partido no chicote inteiro, faltando alimentação em uma das pistas, acelerador e consequentemente gerando a falha de aceleração. Show de bola, hein, rapaz? Que situação
essa aí, viu? Então, só dá para só dá para saber nesse caso, quando você tiver lá cara a cara com o veículo, hein, cara? Que coisa. Olha só as opções. Tem as duas opções. Tem as duas opções. Pode ser um ou pode ser outro. Só na hora que chegar, tu for verificar lá no Componente qual que é a opção que tá aplicada nele. Sendo que esses motores coms são aplicados também na linha Volkswagen e ela usa só um tipo. Meu amigo, olha só agora o que que aconteceu. B pegou tá aqui, ó. Tu tem as
duas opções, ou é um ou é outro. Não tem mais desculpa. Agora tu vai testar e tu vê a pinagem. Bateu direitinho. Então vai ser esse modelo lá, você vai ser o outro. Então pessoal, olha que informação pra Galera da linha pesada. É, e falando, voltando aqui falando do caso do sonho, que é questão de cabeçote, no mesmo dia teve um outro caso, o Nissan March, três cilindros, um caso bem, achei bem interessante que no mesmo dia dois casos de cabeçote de sido retificados. O mach de ignição, nem entrava em funcionamento. Aí o o eletricista
que tava fazendo o trabalho, ele falou: "Cara, esse cabeçote, o dono disse foi retificado". Tá explicado lá no Monotores diz que só tem um empeno. Tu não pode fazer nada com o cabeçote. Ele disse: "Cara, eu já troquei bobina, já troquei vela, já fiz tudo, verifiquei bico, tudo, alimentação de central, tem impulso, tem tudo e não, o carro simplesmente não pega ele, cara. O cabeçote foiado, ele foi e aqui foi cortado muito. Tentaram compensar na junta, mas aqui tá meio estranho. Ele Trocou o cabeçote, o carro saiu no outro dia funcionando super tranquilo, sem problema,
de boa, meu amigo. Olha só, tá lá a informação, não retificar no caso do Sonic e no caso do Nissan Mar, só eh dá informação de empeno, empeno máximo, né? Empeno, empeno para você fazer a medição e vê lá, passou disso, já era, troca o cabeçote. Então, olha só, duas informações aí complementares e detalhe, você não tem essa informação e aí tu vai Sair faz, vai lá para retífica, manda para retíp carros que tu não pode mandar retrabalho, gente. Vocês sabem que é um trabalhão tirar, fazer a limpeza, montar novamente isso perder na mão de
obra. Se você não resolver o problema, cara, imagina aí isso por Olha como a falta de informação te dá um atraso, te dá um prejuízo grande. Nós estamos falando aqui situações reais, não é coisa abstrata, tá? E tem dezenas de casos desse aí, tá? Dezenas, porque eu não, Não vou esticar muita baladeira, até porque nós vamos ter o quê? Outras aulas. Então, essa é só o começo do aprendizado de vocês. Vamos dar sequência, Bergson, show de bola, cara. Muito legal. dois casos aí, três casos aí incríveis, cara. Beleza, vamos lá. Acompanha, B, que esse aqui
também é literatura. Olha só, fica aí, pessoal. Esse aqui eu já apresentei algumas outras aulas, algumas outras lives, mas muita gente não viu. E aí foi é um caso Clássico de mudança de componente de um ano para outro, onde você só sabe dessa informação se você tiver com a informação na mão, se você tiver literatura técnica atualizada. Olha só, caso de estudo cedido pelo reparador Maxwell Eloy, fera desenrolado, proprietário de um Chevrolet Prisma, ano 2019. Segura esse ano aí, 2019. Reclama da de falta de potência e luz de anomalia acesa no painel. Falta de potência
e luz de anomalia acesa no Painel. Sintoma. O sintoma. E aí, o que foi que ele fez? Vamos rastrear isso aí. Vamos lá pro passo a passo. Vamos lá. Próximo. O reparador fez algumas perguntas acerca de detalhes da falha e se o proprietário havia feito alguma manutenção recente, ou seja, entrevista consultiva, perguntas abertas. Beleza, show de bola. Começou bem. O cliente respondeu que tinha realizado há pouco tempo atrás a troca do corpo de borboleta e a partir Daí o problema apareceu. Pronto. Mas, rapaz, trocou o corpo de borboleta e apareceu o problema. Ele inseriu o
scanner e deu o código P16 A1 referente à voltagem alta no circuito do sensor de posição. Ele foi fazer o quê? Ele foi fazer testes. Continuidade, sinal do potenciômetro um, sinal do potenciômetro do alimentação do motor positivo, negativo e tudo que vocês conhecem. Aí ele lá, Eron, cara, Fiz todos os testes passo a passo porque ele é um cara, um reparador mesmo padrão, segue o passo a passo. Aí eu digo: "Pera aí, vamos, vamos lá, o diagrama, ele tem um cinco. Olha o diagrama aí para, vamos olhar o diagrama, vamos começar direitinho. Eu olho por
aqui, tu olha por aí. Vamos interpretar esse negócio. Gente, quando eu abri aqui o online, o que é que eu tinha? Olha só que interessante. Prisma 1. Destaca aí, pode Destacar pra galera ler. Prisma 1.8 válvulas LT de 2012 a 2016 e Prisma 1.0 2017 em diante. Só uma observação, quem já pegou a última atualização agora do Simplor, já tem muito mais modelos aí incorporados, adicionados, porque aqui é é evolução constante. Então esse esse print que eu peguei foi da última versão, da outra versão que já passou. Então você vai ver muito mais aí versões,
tá? Mas tá aí 201 2012 a 2016 e 2017 em diante. E qual era O ano do veículo em questão? Ora, se o pessoal do Simplo lá que que faz lá a organização dos capítulos mudou de 2012 para 2017 em diante, é porque mudou alguma coisa no veículo. Fica a dica, fica ligado. Se eu tenho vários capítulos aí diferentes, veículos diferentes, é porque tem coisas aí que um sem que um já mudou pro outro. Eu pensei logo nisso. Aí eu digo: "Vamos, vamos lá, deixa eu abrir agora 2017 em diante, vamos ver o que aconteceu."
Pronto. Na verdade, olha só, 2016, seis pinos, clássico dos clássicos, dois para o motor, o atuador lá que vai abrir e fechar a borboleta. Eu tenho lá sinal do TPS1, sinal do TPS2, um positivo 5 V e um um terra. Show de bola. Aí eu pensei, nossa, se trocaram o o corpo de borboleta, se o cara não sabe da informação que eu vou passar daqui a alguns minutos ou alguns segundos, o cara colocou o corpo de borboleta Errado. Sabe por que que aconteceu isso aí? Olha só, passa. Opa, nem tanto. Beleza. Prisma a partir de
2017, inclusão do protocolo sente, sinal assíncrono. O que isso quer dizer? que agora eu tenho uma linha de comunicação assíncrona, ou seja, só do corpo de borboleta para o o módulo do motor, onde esse fiozinho aí, o pino quatro ou perdão, o pino três, tá? Que é o sinal dentro desse fio Aí, né? Vai informação. Informação de quê? Da posição da borboleta. Então, eu tive economia aí de quê? Um pino. Eu tirei um pino. Agora nós temos cinco terminais lá ativos. Beleza? Então eu tenho positivo negativo do motor, eu tenho sinal 5 V. Eu tenho
terra, que é um negativo e eu tenho o sinal de posição da borboleta. Mudou a a o corpo, tá? Mudou o corpo. E aí aplicaram o corpo anterior do 2012 a 2016 e disparou o P16. P16 A a AF ou foi A20, né? O P16 lá, gente. Então, o código de falha, digo, cara, vamos contar aí, tem quantos aí que tá no porta-mala? Porque o deixaram no porta-mala do carro, volta para mim aí, deixaram no porta-mala do carro o corpo de borboleta anterior, certo? E aí o corpo de borboleta anterior tinha o quê? Seis pinos
e o novo só tinha cinco ativos. colocou o corpo de borboleta, correto? Aí acabou o código de falha, acabou o Problema. Legal, gente? Com onde é que eu vou ter essa informação? Na literatura, no símbolo. Então, eh, como esse caso que eu tô falando para vocês do Prisman, existem outros e outros e outros. Cabe a você agora olhar os esquemas elétricos, olhar os capítulos, olhar os diferentes modelos e ver as diferenças para quando você pegar um carro na oficina, porque vai ter tá vindo muito defeito colocado por reparadores que não estão se Atualizando. Beleza? Segue
aí, pessoal. Vamos lá, meu amigo, seguindo mais um aí. Estamos quase chegando 2 horas. Vamos lá. Vamos, vamos, vamos agora para o encerramento daqui a pouco. Pessoal, esse aqui é clássico, né? Esse caso foi bem interessante. Caso UP, caso de estudo cedido pelo reparador Jarbas Peron da pH injeção eletrônica. Cara, foi outro aí que foi incrível. Vamos ver. O veículo chegou por duas vezes na oficina com o sensor MAP em curto e com o conector cheio de água. Nossa, mas o motor não tinha sido lavado não, pessoal. Não tinha. Aí o que aconteceu duas vezes.
Uma vez ele trocou o sensor, na outra vez digo: "Não, chega, parou, agora eu vou trabalhar em cima disso." O Jarvas me falou isso, ó, professor, eu decidi, chega, eu não vou ser vencido por esse problema, não. Eu digo, Jarvas, começa aí pela literatura, começa pelo esquema Elétrico para tu entender o sistema, tá bom? Vamos lá, segue a vida, segue o jogo. Vamos lá, próximo slide. diagnóstico. O reparador, a fim de solucionar o caso, realizou um estudo mais detalhado e aí ele teve acesso à literatura técnica para ver se o sensor MAP ele compartilhava ou
positivo ou negativo com outro sensor, tá? E ele descobriu que realmente tinha um compartilhamento entre o sensor de temperatura da água e o sensor MAP. E aí O que acontecia? por capilaridade, ou seja, pelo chicote elétrico, eh, depois que o sensor de temperatura tava dando muito problema, ou seja, ele estourava e passava a água pressurizada pelo sensor de temperatura e chegava até o sensor MAP. Olha só como é que ele descobriu isso. Passando, vamos lá, vamos ver o esquema elétrico. Pode passar isso, pessoal. O sensor MAP AT, que é o sensor MAP, que tava com
curto No chicote, curto no conector, ele compartilha aí o mesmo negativo, né, do sensor de temperatura, bem como também ã o sensor de comando de válvulas. Mas aí ele se ligou, se der problema no sensor de temperatura, pode ser que a água venha, passe pelo chicote e chegue até o map. Claro que ele pensou isso. Sabe por quê? Como é que tinha água no conector do MAP sem ter mais presença de água no motor? nenhuma presença de água. Aí ele foi lá, Soltou o conector do sensor de temperatura e viu cheio de água. Ele disse:
"Opa, seguiu o o o chicote e viu também que o sensor eh map, como ele já tinha visto anteriormente, tava com água. Trocou o sensor de temperatura e depois, né, trocou, no caso, o sensor mapcharcado, fez lá uma revisão do chicote e resolveu o problema. Linhav tá acontecendo muito isso. Já peguei um caso do Saveiro que foi lá, foi pro módulo esse e eh essa Água e assim vai. Fica de olho nos fios que são em comum, são compartilhados. Já mostrei na linha Fiat, tô mostrando na linha Volks, então serve de lição para vocês aí,
para toda vez que vocês verem alguma coisa com água ou curto de um sensor que interfere no outro, vai lá, acesso manual injeção eletrônica e veja o compartilhamento ou de positivo ou de negativo. Fica a dica. É um novo olhar sobre o esquema elétrico. Beleza? Segue. Vamos seguindo. Estamos chegando no Final. Pessoal, esse caso do Citrõ aí, que eu acho que vai ser o último, eu deixei mais um aí como bônus para vocês para olharem em casa, tá? Que nós já estamos no finalzinho da live. Foi um caso que nós pegamos da um Citroëse C3
1.6, tá, na oficina e o carro chegou em reboque, pois ele não tava funcionando, chegou rebocado. Passando, vamos lá. E aí o cliente relatou o seguinte, Que ele tava andando num dia de chuva, tá? Ele já tinha, na verdade, ele já tinha trocado a central de comando do motor, o módulo BSI e a chave, o kit completo, como se fosse o kit de mobilizador. E por que que aconteceu isso? Porque numa chuva muito forte bateu em um buraco no lado esquerdo, tá? dianteira esquerda, ele bateu e a partir daí a luz do ABS acendeu. Eh,
depois disso o veículo não entrou mais em funcionamento. Trocaram o módulo Do ABS, mesmo assim não obtiveram sucesso. Primeira coisa, primeiro ele trocou o módulo da ABS, ele trocou a eh controle do motor BSI, tá? E esse módulo do ABS, só para vocês ficarem sabendo, ele não trocou por um novo, ele trocou por outro que ele que ele arrumou por lá. Então eu fiquei também de olho, mas eu fui aí começar o passo a passo. Vamos lá, rede de comunicação, hein? Passando, entramos com scanner. E aí, eh, qual o módulo que não tá se comunicando?
Tá, dá Um destaque aí pra tela. Dá um destaquezinho aí na tela pra galera ver. Antiblocagem é antiblocagem é o módulo do ABS. Realmente não está se comunicando com a ferramenta de diagnóstico. Beleza? Pronto, já sabe que o módulo da ABS não tá se comunicando. Beleza, vamos ver o que tá acontecendo partindo daí. Próximo. Defeito, defeito permanente, defeito fugitivo é aquele que que ele ele foi, Voltou, ele não é ele não é constante. O defeito permanente, sinal do captador de velocidade do veículo, falta de coerência, né? Então tem que interpretar o código de falha. Então
não tem coerência com o sensor de velocidade, sensor de velocidade das rodas, né, pessoal? Então, quem é que tem que tá comunicando isso? Quem que tem que informar para o módulo do motor? O módulo do ABS. Beleza? Então, realmente, as informações que eu Precisava vindo do módulo ABS não tinha. Segue. Vamos lá. Rede C com oscópio. Tá aí. Beleza. Ah, tá se comunicando. Ah, show de bola. Não é bem assim. Não é porque eu tenho espelhamento, não é porque que eu tenho eh a comunicação que está que está trafegando a informação que eu preciso. Eu
não sei se não tem algum módulo que não tá se comunicando ou se essa comunicação dele é uma informação errada que não segue os protocolos da rede CAN, Tá? Eu só sei de uma coisa aí, fiquem ligados, que não tá em curto ao positivo, que não tá em curto ao negativo e que não tá em curto entre si. Isso aí eu sei, olhando para esse oscilograma, só não sei se as informações aí estão coerentes. OK, passando. Pronto, eu tenho que observar primeiro passo. Já falei esse aqui a live todinha. Eu vou encerrar já já porque
realmente, cara, é informação demais Para vocês, tá? Mas eu vou repetir de novo. Tenho que ver o esquema elétrico primeiro, OK? Módulo de comando do motor, unidade do ABS e módulo BSI. Beleza? Que imobilizador está no módulo BSI, que é esse aí, é acima do módulo do motor. Olha só, para o módulo do motor chegar na rede de comunicação até o BSI, que tem o imobilizador, ele ele tem essa comunicação, tem que passar por onde? Pela unidade de comando do ABS. Então o código imobilizador, né, a liberação do do veículo da partida, precisa ter uma
comunicação entre o BSI, que tem o mobilizador e o módulo do motor. Só que quem tá no meio da conversa é o ABS. E o ABS tá com problema. Só que você tem o diagrama, meu amigo, pino 19, C baixa, pino 25, C alta, 21. Isso é comunicação entre a unidade do ABS e o BSI. E entre o módulo do motor e o ABS, eu tenho 21 e 23 lá no conector do ABS. Então tem que Usar a cuca. Eu posso fazer o quê? Uma ligação direta. Só que antes o reparador que eu tava dando
na consultoria, que foi que ele fez? Ah, vai desligar esse ABS que ele tá com problema. É ele que tá atrapalhando a comunicação. Ah, tá. Então ele me falou que fez isso e o que aconteceu, meu amigo? E eu sabendo tô olhando pro diagrama. Não, o carro não pegou não. Veja aí por quê? Passei. Jog. Ora, ele soltou o conector. Como é que Fica lá no diagrama? Eu tive que fazer a simulação. Vai lá, passa. Pronto, ele abriu. Tá. Esse é um conector. Soltou. Então, não tenho mais comunicação entre o módulo do motor e o
módulo do ABS. Tampouco com o módulo BSI. Abriu a rede bem no meio. Vai pegar esse veículo? Jamais. Porque eu não tenho comunicação BSI motor. Então ele deu partida, pegou o carro? Não, eu sei porque que não pegou. Porque você abriu a rede. Vamos lá, liga De novo o conector. Ligou o conector. Como é que fica o diagrama? Voltou aí de novo. O que é que nós que que o reparador precisava ter feito agora para resolver isso? fazer um jumper no conector, interligando tanto o CAN, a rede CAN alta de entrada com a rede CAN
alta de saída, tanto a alta como a baixa, Can High, que é alta, como a C low, que é a baixa. Fazer um jumper. Vamos lá. Linguagem simples. Passando aí. Olha só. Pronto. E foi isso que fez. Tá aí, ó. 19 com2. Olha que coisa louca. E o 25 com 23. Se você olhar no conector, a sequência está corretíssima. Fechou. Isolou o módulo do ABS. Já era. Se for por falta de comunicação entre o módulo do motor e o BSI, acabou o problema. Agora segue. Vamos lá. O que aconteceu? pegou comunicação. Opa, agora eu tô
vendo que tem um vazio na na comunicação porque o Módulo do ABS não tá se comunicando de jeito nenhum. Show de bola. Agora eu acho que pega, porque se ele tava atrapalhando, olha o que aconteceu. Isolei o ABS e liguei a rede C diretamente fazendo o jumper sem passar pelo módulo ABS que tava atrapalhando tudo. Agora sim, eu tenho unidade de comando do motor e o módulo BSI conversando. Deu partida, o veículo entrou em funcionamento, já era. Beleza. Então só conseguiu fazer Isso sabendo a pinagem que tá no ABS, a pinagem que tá no módulo
do motor e fez o jumper. Não dá para acertar, não dá para fazer esse esse jumper, não dá para fazer essa ligação à toa. Você na tentativa você vai queimar os componentes, beleza? Então ah, vamos fazer o seguinte, pessoal, não vou vamos fechar agora porque já tá em 2 horas, tá? E eh vamos para lá o slide de encerramento mesmo, tá? Vai ficar um caso de estudo. Esse aí vai ficar para vocês, tá? Esse aí vai ficar para vocês estudarem, tá? Foi um caso que o meu amigo Lucas pegou, porque senão vai continuar aqui e
a gente vai ter assunto para outra aula. Passa até o final. Vamos lá. A página de obrigado, tá gente? Isso. Isso aí vai ser um caso para vocês estudarem. Olha que bacana, tá? Então tá aí galera, o que é que vocês acharam da live? Sei que foi intensa, meu amigo B aí deu um show, cara. Muito legal esses casos que ficou A parte ali usando manual eh de motor, usando as informações, né, eh da retífica, usando as informações eletrônicas, que foi o caso da da linha pesada. E aí, galera, gostaram das informações? Valeu a pena
ficar até o final, até porque você vai receber o certificado, não é isso? Então, muitas dicas que você vai poder aplicar, tá? Acessa lá o site simple.com.br, né? Vai passar aqui já. Tânia, beleza? Show de bola. Eh, Galera, tá aí o QR Code, quer ter mais acesso lá, quer saber como é que você adquire o Simplo, vai no QR Code. Tá aqui o C o link para você eh ter acesso ao certificado. Coloca teu nome lá e já e já baixa o certificado. Acho que vai ficar aqui no na descrição desse vídeo, tá? Na descrição
você vai ter acesso ao link, acessa lá, imprima o certificado e mostra que você tá se tornando um mestre em diagnóstico, em estratégias de diagnóstico. Beleza? Ó, acessa o blog da Do Centro, acessa o site, vê os modelos que são contemplados, que não são poucos, muita coisa, tá? E galera, foi só o começo, beleza? Mas apliquem mesmo. E vocês podem lá entram no site dado simples e você vai ter a chance de colocar seu caso de estudo lá para eu colocar no blog. Então tu vai ficar famoso, tua oficina vai ficar conhecida. Beleza? Coloca teu
caso de estudo lá utilizando a literatura técnica simpl. Pode ser lá eletra, pode ser e injeção, Pode ser motores. O que você resolver utilizando a literatura técnica do Simplo, posta lá no no site, vai ter um espaço dedicado lá. E aí a gente vai fazer uma matéria e pode estar presente aonde? Na próxima aula. Show de bola. É um presente aqui, é um reconhecimento que você vai ter, tá? Aqui caso de estudo cedido pelo reparador, tal, a gente quer compartilhar informação, é compartilhar conhecimento, tá? E aí meu amigo Bergson, quais são as suas Palavras finais
aí que já já a gente vai fazer um encerramento. Show, show de bola, cara. Creio que na próxima live a gente vai ter que muito mais casos. Essa vez foi só o começo. A próxima, próxima live a gente vai pegar bem mais casos de estudo do suporte também, que a gente tem muito caso, muito caso mesmo. Caso a se tu fica, cara, como esse defeito existe? Como que fizeram isso? A gente vai estar um, vai fazer um Apanhado, a gente não tem data prevista ainda, né? Mas a gente vai estar divulgando aí nas redes sociais,
no site, a próxima, correto? Agradecimento também, agradecer o pessoal também participar, né? Se eu não me engano, foram 1000 e algumas inscritos de imediato, foram os outros que entraram ao longo da aula. Próxima live tem mais conhecimento. Show de bola. B, agradecer, cara, a tua presença aí. Próxima live aí, chamar os Outros meninos aqui para para fazer também uma apresentação, tá? Mas você vai tá com a cadeira garantida aí, porque vamos ter mais casos, tá? tem que mostrar o trabalho de vocês, realmente. E para compartilhar essas dicas, a ajuda que vocês realmente dão pro mercado,
são casos curiosos. Esse é porque a gente separou só poucos, porque o tempo também é pouco, né? A gente tem que compartilhar e o material para quem se inscreveu, o material vai ser enviado Para o seu e-mail. Fica de olho lá que amanhã, sexta-feira, você vai receber o material e vai revisar todo esse conteúdo. Faz tuas anotações, pega o que tu anotou hoje e já coloca lá no material, faz tua observação e aplica isso na oficina. Eu tenho certeza absoluta que foram informações úteis, beleza? Agradecer toda a equipe simpla aí que proporcionou esse momento. Muito
legal, cara. É o primeiro, a primeira aula de muitas, ó, o treinamento mestre Automotivo, tá? onde você vai sair desse treinamento fera, utilizando o máximo, aproveitando todos os benefícios da do manual, dos manuais simples, tá? Que são muitos. E aproveitando para você também eh fazer seus diagnósticos, beleza? Então, pessoal, muito obrigado mesmo. Nós vamos mostrar, a gente antecipadamente a gente fala a próxima aula, tá? Mas não se preocupem, vem novidades por aí, galera, que vocês não tem noção. Esse é só o começo, hein? Valeu, gente. Galera que tá no chat aí, parabéns. E vamos lá.
Muito obrigado mesmo, galera. Show.