Oi Thaíse pessoas vestidas com executivos porém de olhos vendados e cobertas de barro atraíram os olhares ontem no centro de Campinas para ele é o mesmo viu sala a intervenção urbana denominada cegos que faz parte do circuito do SESC palco giratório e tem como objetivo alusão de pessoas de poder que estão cegas sujas e lentas vamos saber mais na reportagem que eu produzi junto com Hermano Wilton Charles Fabiano e Expedito Júnior Vamos ver o E aí o e-mail fluxo Urbano um grupo de pessoas chama atenção dos curiosos que interrompem seu percurso para observar algumas definições
uma coisa diferente eu nunca vi é o tipo de peça querendo representar alguma coisa intervenção falando sobre a situação do Brasil eles estão mostrando o que é o dia-a-dia de cada pessoa tem um problema o aviso a performance deste grupo é para trazer reflexão de forma poética e que quebre com cotidiano da cidade a forma como o corpo caminha pelas ruas traz algumas simbologias é um grupo de pessoas andando em câmera lenta mas eles estão em trajes sociais né então a gente vê homens de terno e gravata carregando maletas mulheres em trajes sociais também levando
suas bolsas e a questão é que eles estão estão só em câmera lenta mas eles estão cobertos de argila e o mar uma vez que ela seca ela fica petrificada então a ideia que nós damos é que esse grupo anda a de forma em como como Homens de Pedra e lentos e para fechar eles ainda tem uma venda nos olhos o que nos traz a leitura de pessoas cegas ou seja São pessoas que representam o sistema l**** cego e sujo ação era a intervenção urbana cegos trabalho artístico da adesivo coletivo de São Paulo realizada desde
1012 em algumas cidades do país Ontem foi a vez de Campina Grande recebeu o grupo A Proposta da intervenção é fazer as pessoas refletirem sobre a existência humana nos dias atuais aprisionada ao excesso de trabalho a rotina diária e aos mecanismos de produção e consumo a cada cidade a gente define em um trajeto pelo qual essa caminhada vai acontecer e nesse trajeto a gente tem que ter um cuidado de escolher edifícios que representam o poder bom então esse poder dentro de um eixo político financeiro e religioso da sociedade por isso nós passamos na frente da
prefeitura nós passamos na frente de igrejas de bancos a independentemente do partido ou independentemente se o banco é público é privado ou da religião né então a ideia passar por esses lugares para ali um tempo em alguns lugares a gente faz gestos que também sabe como crítica e sistema a performance contou com a interação dos atores Paulistas com artistas locais que participaram da oficina de intervenção urbana ministrada pelo grupo essa semana nela foram ensinadas algumas técnicas para a execução dessa linguagem ainda pouco explorada no universo artístico o processo na hoje no dia da intervenção ele
é um processo longo ele é batalha é bem desgastante porque as pessoas chegam quatro horas antes para que a gente possa preparar o barro fazer corpo a corpo né e é um processo muito delicado de montar e inclusive na região do rosto e aí a gente faz o novamente uma conversa antes de sair e a performance acaba tendo uma média de duração de mais ou menos duas horas de duas a três horas lá na oficina ela teve uma foi muito rica né em termos de conhecimento Então para mim que é da área de dança é
sempre muito inovador tal em contato com outros pensamentos com outras formas de conhecimento e a performance para mim algo muito novo intervenção urbana é muito importante porque é um trabalho sócio-político a gente vai estar fazendo os cegos aqui uma forma de poetizar cidade percorreu algumas ruas do centro da cidade despertando a curiosidade de algumas pessoas que mesmo sem entender o que acontecia gostaram do que viram nós vamos a cultura sempre é coisa boa para gente né É e a intervenção vai na cegos integra a programação do palco giratório 2014 e foi apresentada dentro da 11ª
mostra de hoje teatro de rua promovida pelo Sesc Paraíba e Oi tudo bem E aí