você no dia seis de abril de 85 portanto Há quase quatro anos você publicou a seguinte frase no seu quadrado no jornal do Brasil governo Sarney já se começa a ver a escuridão no fim do túnel frase é sua já se atribui muitas frases como você diz que você não não são exatamente da tua altura Essa é acredito que sim pois bem você agora com uma campanha presidencial em curso com os candidatos que estão por aí você tá vendo algum sinal de luz no fim do túnel ou a Escuridão Olha tem menos escuridão do que
havia mas na verdade quando a claridade se fez um pouco você viu não só do outro lado de uma bruta esculhambação como havia uma decadência precoce digamos no país e uma quase impossibilidade dele se reerguer daquele local em que estava porque nós descobrimos que ao se levantar a escuridão nós Távamos no Pantanal não de Mato Grosso uma palavra mais agora eu acho que nós tivemos uma oportunidade que foi a oportunidade das Diretas Já essa oportunidade desapareceu Por uma questão da qual nós estamos muito vítima no Brasil que são questões metafísicas de como uma pessoa a
búlica sem nenhum valor sem nenhum sentido ético sem nenhum sem nenhum critério intelectual sem sequer nenhuma educação não alfabetizada eu considero não ofertival Alfabetizado apenas aquela pessoa que não aprendeu a linguagem do seu grupo como Sarney que eu chamo um usurpador metafísico chegou a esse posto e como ele abuleiro ele é patologicamente a búlico Ele é um homem doente um homem que não consegue formular uma frase ele não consegue juntar sujeito verbo e predicado E isso não é uma brincadeira quando você fala isso não você analisou inclusive um livro dele fez uma crítica bastante profunda
de uma das obras do presidente sarne não foi eu fiz isso você não escreveu sobre o livro de Salim não isso é maldades escrevi uns 30 artigos você entende analisando mais três ou quatro páginas dele e pensei você entende porque eu tenho impressão que aquilo daria 800 páginas Você entende de críticas que realmente seriam consideradas mais uma vez com licença da minha vida as maiores páginas da crítica brasileira você tem pelo riso profundidade