Olá, boa noite. Desculpem o atraso. >> Boa noite. >> Como vocês estão? Como está sendo essa esse primeiro momento de ã mapeamento biográfico, dúvidas, medos, inseguranças, dificuldades, Como que está sendo esse primeiro processo para vocês? Medo e dificuldade? Insegurança de falar a coisa errada, dificuldade de dar a devolutiva, insegurança. É normal essa insegurança, tá gente? É normal no início essa insegurança. Ela vai passando com o tempo, com o entendimento, com a compreensão, conforme a gente vai identificando, né, eh, padrões, entendendo como funciona o Inconsciente, se trabalhando, essa insegurança vai passando, tá atendendo as pessoas. Isso
é normal de um primeiro momento. Qualquer pessoa, né, no início de uma carreira vai sentir essa insegurança, tá? É importante entender que a insegurança passa com a prática. Hoje eu vou trazer um outro ponto do mapeamento que são as feridas emocionais, que eh acredito que vai trazer uma clareza maior para vocês, tá? Vou fazer o mapeamento biográfico novamente, vou sortear vocês, tá? E acredito que vai trazer uma clareza ainda maior para vocês, eh, quando a gente tem consciência de funcionamento das feridas emocionais. Eu eh a gente já começou a falar sobre As feridas emocionais. [Música]
vocês já estudaram um pouco sobre as feridas emocionais lá na plataforma, né? Ã, mas eu quero dar um resumo para vocês de novo pela visão do mapeamento biográfico, tá? pela visão ancestral, pela visão do feminino ferido, pela visão do masculino ferido. OK? Então, quero dar uma visão pela minha experiência também para vocês, que eu acredito que vai ser muito válido para vocês fazerem essa análise maior do mapeamento biográfico, tá? Entenderam? Eh, e uma coisa que eu quero trazer para vocês é que acessar o inconsciente é sempre uma caixinha de surpresas, é sempre um não sei
o que vai acontecer, é sempre uma insegurança, É sempre um medo, é sempre um até hoje eu sinto isso. E se é um paciente que é fácil, que eu já atendi e eu sei que eu acesso fácil consciente da pessoa, eu sei que vai ser tranquilo. Agora, se eu sei que é um paciente difícil, às vezes eu tá depois de 7 anos fazendo esse atendimento todos os dias, cinco, seis pessoas por dia, eu ainda fico insegura. Quando eu sei que a pessoa tem mais Resistência, quando eu sei que o inconsciente é mais difícil de ser
acessado, tá? Então a insegurança que vocês estão tendo não vai passar, porque nós estamos trabalhando com algo que não é visível, que não é claro, que não tem respostas. E às vezes eu fico numa consulta com o paciente, eu fico 20 minutos falando, falando, falando, falando, falando e ele falando e eu vou Pontuando, vou fazendo o mapeamento biográfico. E aí quando a gente acessa o inconsciente com o renascimento, não tem nada a ver o que eu tava falando até hoje, porque o inconsciente é uma caixinha de surpresas. A gente tem uma ideia, a gente tem
um caminho, a gente tem um uma resposta daquilo que pela probabilidade de estatísticas É mais comum de acontecer. Como se há uma concepção não desejada, é o motivo da pessoa estar sendo todo o tempo rejeitada. Mas e se isso vem de uma maldição ancestral, né, um uma fidelidade ancestral? Eh, e se isso vem de uma mãe narcisista e não vem do parto, tá? E não vem da da gestação. Eu já atendi várias pessoas que teve a gestação super planejada, Super linda e maravilhosa. Sabe aquela coisa perfeita? E quando o bebê nasceu, a imaturidade da mãe,
achando que ser mãe é aquela é aquele conto de fadas, fez a mãe rejeitar o bebê. E aí veio a rejeição. Então você vai atender uma pessoa, ela vai falar: "Ah, foi tudo perfeito, tudo ótimo". E de repente não teve nada a ver com isso, mas teve a ver com uma ferida emocional. E aí vem uma outra visão que a gente acrescenta nessas programações inconscientes que vai trazer um caminho pra gente ter uma clareza daquilo que precisa ser curado no paciente, tá? Então é assim, eh, imagina que é assim, ó, a pessoa, nós carregamos geralmente
duas feridas emocionais que são mais fortes, tá? duas seretas emocionais que vão Controlar o nosso inconsciente, a nossa vida, as nossas emoções. Obrigada. Carregamos duas feridas emocionais principais que tem um poder muito grande sobre as nossas emoções e sobre a realidade que a gente se aprisiona, tá? Quando a gente começa a observar o paciente a partir dessas feridas emocionais, a gente vai olhar as programações dos momentos iniciais de vida que Programaram a ferida emocional no paciente. Tá claro? Então, se eu percebo na fala, na fala da pessoa a ferida da injustiça, eu vou buscar um
caminho para identificar os traumas que programaram essa ferida da injustiça no inconsciente dela. E esse caminho aí vem a essência do Início da vida, vem a gestação, vem o parto, vem a primeira infância, tá? Aqui no mapeamento eu coloquei as feridas emocionais aqui por último e comportamentos que a pessoa vai dizendo que ela tem e que você vai identificando aqui. Então, como se a pessoa na consulta ela fala assim: "Ai, eu sou muito ansiosa, Eu me desequilibro à toa, eu sou muito impulsiva". A gente já vai anotando aqui, tá? Se essa pessoa já vai falando
eh coisas ancestrais, ah, minha avó era assim, meu avô é assim, era assim, a gente já vai, a gente já vai anotando aqui para ter informação. Então, na aula passada eu trouxe para vocês até aqui relacionamento com os irmãos, né? E agora a gente vai entrando nas feridas Emocionais e nesse entendimento de uma herança genética dessas feridas emocionais, tá? Muitas vezes no mapeamento biográfico a gente não vai chegar aqui nos avôs maternos e avós paternos. A gente não vai notar nada disso daqui, mas se vier alguma coisa no mapeamento, ah, minha avó era assim também,
aí a gente pergunta: "E como que era?" Aí a gente já anota. Porque se a pessoa der continuidade, a gente já tem uma consciência daquilo que precisa ser trabalhado. E na hora da devolutiva, do mapeamento, a gente já pode tocar nesse assunto também, porque já tá aqui, né, escrito, tá? Então vamos lá. Segundo, eu vou pegar o livro aqui das feridas emocionais. Me dão licença. Segundo a autora das cinco feridas emocionais, esse é o livro, ela traz uma visão espiritual das feridas emocionais. O nosso trabalho não é olhar pela visão espiritual, mas é olhar pela
visão científica, tá? E com a visão da psicogenealogia, da neuropsicogenealogia, eu entendo Que nós honramos os nossos ancestrais e as mulheres honram as mulheres na ancestralidade e os homens honram. os homens. Então, o meu feminino ferido está honrando o feminino ferido das minhas ancestrais. É uma herança genética. O o masculino ferido de um paciente masculino está honrando o masculino ferido Do pai, do avô, da linhagem masculina, tá? E as feridas emocionais, elas vão entrar na figura parental. do mesmo sexo para a mulher e do mesmo sexo para o homem e de como isso funciona no
inconsciente e também do sexo oposto para a mulher e do sexo oposto para o homem e de como isso funciona no inconsciente, tá? Então, se eu sou mulher, o mesmo sexo é A minha mãe, a figura parental feminina é a minha mãe, eu vou ter tais feridas emocionais, que é a rejeição e a injustiça. É uma herança genética de um feminino ferido. E quanto mais esse feminino ferido é, hoje eu atendi, eh, eh, e isso aconteceu comigo também, tá? Uma, uma paciente em que o feminino ferido dela vinha do falecimento de uma bisavó no parto
E vai vindo por gerações. Essa bisavó falece. A avó cresce com o feminino ferido, passa pra mãe que passa para ela que vai passando, entendeu? Então existe um DNA com uma herança genética em que a gente recebe essas feridas emocionais, tá claro? Tá? Então vamos lá. As feridas emocionais São rejeição, injustiça, abandono, traição e humilhação. As feridas da rejeição e da injustiça vem do mesmo sexo da infância. a mãe para as mulheres e o pai para os homens, tá? Isso daí é super simples de ser decorado e é importantíssimo ser decorado. Rejeição e injustiça é
o mesmo sexo. Mãe para mulher, pai pro homem, tá? abandono e traição do sexo oposto da figura parental do sexo oposto. Pai para mulher e mãe para o homem. Rejeição e injustiça, mesmo sexo, traição e abandono, sexo oposto, tá? E aí nós temos a quinta ferida emocional, humilhação. E a humilhação, ela não vem de figura Parental. Ela vem do cuidador da criança na infância, que pode ter sido uma babá, que pode ter sido uma avó, que pode ter sido a mãe, tá? Alguma dúvida em relação a essa regra? Tá fácil de decorar? Tá fácil? Então
agora eu vou dizer para vocês características de cada ferida E no emaranhado que essa pessoa fica presa ali no dia a dia. Para quando essa pessoa começar a falar a história dela, você já, ó, isso é a ferida da rejeição. preciso mapear a os traumas que ela carrega que estão eh aprisionando ela na friade da rejeição e aí vai ficar mais fácil fazer o mapeamento. Gente, vocês estão entendendo que na aula passada eu não passei tudo do Mapeamento para vocês? E não é a ideia vocês saberem tudo? A ideia é vocês irem entendendo e irem
construindo nesse primeiro momento e irem construindo essa visão, tá? E conforme vocês vão construindo essa visão, que os programas iniciais, os traumas iniciais bloqueiam eh a biologia da pessoa, o emocional da pessoa e a colocam Em uma a coloca em uma repetição de padrão. E quando a gente desprograma esses traumas com o renascimento que eu vou ensinar para vocês, a pessoa sai daquela repetição de padrão porque ela muda os comportamentos dela e as emoções dela e ela não cai mais em gatilhos, tá? E aqui eu vou dar para vocês mais um caminho para rapidamente já
identificar Onde a pessoa está presa, em qual ferida a pessoa está presa e quando essa ferida ficou programada lá no inconsciente dela diante do que vocês aprenderam na aula passada. E como esses gatilhos funcionam para ativar a ferida devido ao trauma que ela viveu, que foi programando a ferida, tá? Vamos entender mais a fundo isso. Eu tenho uma linhagem. Fazer de novo aqui, tá? Ла. Isso daqui é árvore genealógica. E a árvore genealógica a gente monta assim mesmo, tá? É bem assim. Aqui a minha paciente, eu vou chamar ela de Flávia, OK? A Flávia, ela
me procura porque nenhum relacionamento dela dá certo. Sempre os relacionamentos, ela é desrespeitada, desvalorizada, os relacionamentos Terminam em abusos, em desrespeitos, em brigas. E ela já tá no quinto, sexto relacionamento. E esses relacionamentos só terminam em brigas, porque ela só atrai homens narcisistas, homens que a desrespeitam, tá? Quando a Flávia começa a falar isso tudo, eu já percebo que tem uma ferida da injustiça muito forte na Flávia. Ela se sente desvalorizada e injustiçada, porque é um homem narcisista, porque ele me machuca, ele me desrespeita, tá? Então, imagina que a Flávia tem a ferida da injustiça.
A ferida da injustiça, ela vem da mãe, mesmo sexo. Então, vamos imaginar que a mãe É a Ana. E se veio da mãe, essa mãe cometeu atos com ela em que ela se sentiu injustiçada, certo? Teve atitudes, teve comportamentos. Às vezes essa mãe foi abusiva, às vezes não. Às vezes a mãe achava que estava educando da forma certa, porque às vezes a ferida ela é a percepção da criança e Não de fato aquilo que os pais fazem, tá? As antigamente os pais achavam que terira educava, hoje a gente sabe que não, mas esses pais estão
errados. Culturalmente era o certo, né? Mas quando essa mãe batia na Flávia e a Flávia apanhava por coisas que ela não tinha feito e por coisas que às vezes o irmãozinho tinha feito, ela se sentia injustiçada. E aí foi formando a ferida da injustiça. Só que essa ferida da injustiça já foi se formando porque ela já está presa em um feminino injustiçado, um feminino ferido, um feminino desvalorizado, que essa mãe vai reproduzindo com a filha aquilo que ela carrega. Então essa mãe dentro dela, ela também se sente injustiçada, tá? E se essa mãe também se
sente injustiçada Na infância dela, quem passou a ferida da injustiça para ela? Quem fez ela se sentir abandonada, eh, rejeitada, injustiçada, foi a avó, a Joana, tá? E se a avó fez isso com a Ana, essa avó também carregava a ferida da justiça. E aí a gente chega na bisavó, na Maria que casou com Pedro É um casamento arranjado. E o Pedro era extremamente violento. E a Maria não teve opção de escolha, porque na época, aquela época não tinha opção de escolha. Você era obrigada a casar e pronto, por dinheiro. E ela passou uma vida
se sentindo como? Injustiçada. E como ela vivia aquela amargura enorme dentro dela, ela se desconecta da energia feminina, Que é o amor, o afeto, o carinho, e passa a criar a Joana batendo, brigando, jogando na Joana toda injustiça que ela sentia com o feminino dela. lá que foi anulado pelos pais e que vem sendo anulado pelo marido. Tá, tá claro. E aí foi só reproduzindo uma mãe com o filho. E aí a gente nasce nesse sistema, nesse sexo, nessa citação, porque isso faz parte de uma repetição do clã, do DNA que a gente vem para
curar, evoluir e ir além, tá? Se nasta apenas meninos, no caso, isso se encerra ou pode passar paraas filhas Dele no que ele tenha. Se nasce apenas meninos, ele vai casar com uma mulher. Se nasce apenas meninos, essa mãe Ana, ela vai gerar outra ferida no menino que é do abandono ou da traição. Aí esse homem vai casar com essa, com uma mulher parecida com a mãe, com a mesma história das ancestrais, vai ter uma filha e a filha vai reproduzir todo o sistema. Nós atraímos homens e mulheres que correspondem ao nosso DNA biológico. Nós
casamos com os nossos ancestrais. De repente eu me caso com o Pedro, atrai um homem igualzinho Pedro. Então, o nosso DNA ele é muito forte e os traumas dos momentos iniciais de vida, preste atenção, tá? Que a pessoa passa, eu fico até piada. programam a informação Biológica que vem da ancestralidade. Tudo que acontece nos primeiros anos de vida, na gestação, no parto, tal, tal, tal, tal, é como se essa ferida ancestral que vem se repetindo se programasse nesses momentos iniciais de vida. Eu carrego a ferida da injustiça. E no meu parto a minha mãe já
sentiu uma enorme injustiça. Na gestação inteira, a minha mãe se Sentiu totalmente injustiçada por diversos motivos. Porque quando a gente carrega da inferidade da injustiça, tudo a gente se sente injustiçada. Tudo a gente fala que não é justo. Meus irmãos nasceram, eu tive que dividir minhas coisas. mais justo que não sei o quê que se cal é a minha ferida da injustiça. Tudo não é justo, mas minha mãe já passa isso para mim no útero. Tá claro? Então, o que a gente mapeia aqui já é uma programação biológica dessas feridas emocionais que vem dos nossos
ancestrais. E o que a pessoa está vivendo no relacionamento, no trabalho, no dia a dia é uma programação do que ela viveu nos primeiros anos de vida, que programou as feridas emocionais, que vem dos ancestrais. Tá claro, gente? Querem que eu repita? Nossas feridas emocionais vem dos nossos ancestrais. É uma repetição de comportamentos, tá? Essas feridas emocionais são programadas nos primeiros anos de vida do bebê através de traumas e situações que acontecem ali. É toda uma programação biológica que vai programar as feridas emocionais, os Ancestrais no inconsciente do bebê nos primeiros anos de vida. É
a nossa herança biológica. Tá claro? Essa programação vai se repetindo ao decorrer da vida. Essa programação vai se repetindo ao decorrer da vida. Tá certo? Quando a gente faz o mapeamento, diante das coisas que a pessoa tá Fazendo, tá falando, a gente começa já identificar as feridas emocionais e e analisar as programações, os momentos iniciais de vida que ativaram essas feridas emocionais, que estão fazendo com que a pessoa fique presa nesse padrão. E se ela traz informações dos ancestrais, a gente já vai ter um caminho para identificar isso lá atrás. Mas isso é feito só
depois de três, Quatro consultas do pacote que a gente fecha, tá? A parte ancestral a gente faz depois, primeiro a gente vai trabalhando os traumas da infância que programaram as feridas emocionais. Depois que a gente sente que tá bem trabalhado esses traumas da infância, a gente vai paraa ancestralidade para liberar os padrões que se para liberar o inconsciente do paciente da ferida ancestral, das fidelidades Ancestrais, tá? Ficou claro para vocês? Feridas emocionais, uma herança genética que é programada no nosso cérebro, nas nossas células, no nosso corpo emocional nos primeiros anos de vida e que vai
se repetindo ao decor da vida. Nosso papel é perceber a ferida emocional quando a pessoa fala. identificar essas programações dos momentos iniciais de vida e dar a devolutiva pro pessoa. Facilitou ainda mais o caminho para vocês? Quando vocês têm a consciência das feridas emocionais? Facilitou. Quando a pessoa chega, eu já pensa: "I essa pessoa tá presa na ferida da injustiça e essa pessoa tá presa na ferida da rejeição. Essa pessoa tá presa na ferida da humilhação, do abandono. Eu já consigo identificar rápido, Tá? E aí, conforme a gente identifica isso, a gente já começa a
trabalhar as programações de traumas que alimentam a ferida com as sessões de renascimento e depois a gente faz a quebra de pactos de fidelidades ancestrais com a técnica do psicodrama. E aí a gente libera a pessoa dessas feridas emocionais e a pessoa se conecta mais com a essência dela. Ela se liberta dos gatilhos. Então vamos entender que a gente tem diversos traumas, tá? Que ativam certos gatilhos. Mas quando eu tenho uma ferida emocional, aqueles gatilhos, eles vão me dominar mais. Eles vão estar ali me comandando todo momento. E quais são os gatilhos? Quais são os
comportamentos de cada ferida emocional? Vou trazer isso agora, tá? Antes vou responder as perguntas que vocês eh me trouxeram. Hã, no caso de crianças que foram abusadas antes dos 3 anos, precisa ver a situação como um todo, tá? Não dá para simplesmente falar assim que foi abusado, precisa ver a situação como um todo. Problemas financeiros está ligado a qual ferida. precisa ver a pessoa como ela fala sobre esse problema financeiro. Isso vocês vão entender, porque o problema financeiro é visto de uma forma pra pessoa que carrega a ferida da injustiça e de outra forma pra
pessoa que carrega a ferida da humilhação. Tá bom? Qual ferida que causa confusão alimentar de compras? A ferida da humilhação. Alimentar de compras pode ser a ferida da rejeição e da injustiça. O início de vida corresponde ao primeiro Set, não corresponde aos momentos iniciais de vida, parto, gestação, concepção, até aproximadamente os 3 anos, até a formação do ego. Mas mais ali esses momentos iniciais de vida, gestação e pós-parto, tá? Filhos narcisistas, eu vou falar sobre o narcisismo, que é transtorno psíquico, né, na aula de psiquiatria e como isso se repete na ancestralidade na aula de
psicogenealogia, OK? Síndrome do pânico também é aula de psiquiatria e a síndrome do pânico pode ser diferente para quem tem uma ferida da rejeição e para quem tem a ferida do abandono. Porque o pânico vai vir quando a pessoa se sentir rejeitada se ela tem a ferida da rejeição. E o pânico vai vir quando ela se sentir abandonada, se ela tem a ferida do abandono. Tá claro? Eu vou falar cada uma, tá, Bel? Eu vou falar cada uma delas como funciona. Vamos começar pela ferida. Há mais alguma dúvida em relação a esse primeiro momento? de
como a ferida vem da ancestralidade, do por a pessoa vive aqueles traumas nos momentos iniciais de vida. Tipo, nada acontece o da causo. O que você vive nos primeiros anos, anos De vida, é uma programação biológica ancestral do seu DNA, tá? diante da ferida que você está herdando para você trabalhar, porque ao trabalhar essa ferida, você evolui. É o caminho da sua evolução trabalhar a sua ferida emocional. Quais feridas que herdamos do pai e do cuidador? Gente, anote, senão vocês vão, eu vou parar de novo na durante a aula. E vou precisar ficar repetindo e
quem já Gravou e anotou vai ser de respeito com essas pessoas, tá? Para não ficar sendo prolícia com quem já anotou. Quem chegou agora, eu não vou ficar repetindo para vocês. A aula chegou, começou às 19:10, tem que chegar no horário ou aí vocês depois revem o começo, tá bom? Senão isso também não é justo com quem chega aqui cedo. Ó lá, eu com a minha ferida da injustiça já vindo à tona. Ela vai nos comandar, ela vai nos estar com A gente, mas a gente pode transformar isso em algo positivo paraa nossa vida também,
né? Pessoas que carregam a ferida, que trazem a ferida da injustiça, são pessoas muito justas, precisam ser justas, são muito corretas. Eu vou falar sobre isso também. Então, ferida da rejeição e da injustiça, figura parental do mesmo sexo, ferida do abandono e da traição, figura parental do sexo oposto E ferido, vem do cuidador da infância, que pode ser uma babá, uma avó, uma irmã ou uma mãe ou um pai, tá? Tá claro, gente? Então, vamos lá. Primeira ferida, ferida da rejeição. A pessoa que carrega a ferida da rejeição, ela é magra. bem magra. A gente
percebe o rosto assim até meio Puxado, os braços finos, o corpo fino, às vezes até meio curvado, porque essa pessoa ela tem uma característica de se anular com frequência, de se esquivar, de se diminuir, de se esconder, de não dar trabalho, De fingir que não existe, porque desde o momento que ela foi concebida, ela sentiu que ela seria um peso para essa mãe. sente a dor da pessoa, que ela seria um estorno para essa mãe, se for mulher ou se for homem pro pai, que ela seria um incômodo. Sente a dor aqui. Eu tô trazendo
a dor de quem carrega a ferida da injustiça. Ela se sentiu um nada, sem valor, sem importância Para essa figura parental do mesmo sexo. Era melhor se ela não existisse do que sentir aquilo que ela estava sentindo. Então ela começa a aprender desde o momento do útero a se diminuir para não incomodar. Pessoas que carrega a ferida da rejeição Tem uma sensação de que vão estar incomodando se falarem, se se posicionarem, de dizerem o que precisam, o que sentem, o que querem. Elas têm a sensação de que se elas forem ela mesma, elas mesmas, e
se elas disserem o que elas precisam, e se elas colocarem os limites, e se elas falarem não? E se elas pedirem para serem ajudadas? E se elas pedirem alguma coisa, elas vão Ser rejeitadas. Então elas preferem dizer que tá tudo bem para não sentir aquela dor de novo de ser um incômodo, sabe? É uma dor existencial muito grande. É você crescer se sentindo um peso, se sentindo um estorvo para aquela pessoa que é referência para você de construção da sua personalidade. A mãe para a mulher e o pai para o Homem. A menina modela a
mãe. A menina ela vai modelar essa mãe. O pai, o menino vai modelar o pai. E quando eu começo a modelar minha mãe, isso é automático, é da criança. É o caminho que o cérebro entende que vai ser amado, que vai pertencer, que é o certo. Eu não tenho uma outra referência de como ser mulher. A minha referência de como ser mulher é a minha mãe. A referência do Nor de como ser homem é do pai dele lá de meu filho tem 10 anos, ele se veste igual pai, ele fala igual pai, ele imita o
pai em tudo. A menina a mesma coisa. ela começa a imitar a mãe em tudo. E quando mesmo ela tentando fazer isso, mesmo tentando agradar, mesmo tentando ser tudo que essa mã para essa mãe, para ela pertencer, ser amada e ser vista, e essa mãe continua rejeitando, fingindo que ela não existe, Ela vai se sentindo cada vez mais um estorvo insuficiente. Ela não é boa o suficiente. Ela não sabe quem ela é. ela não sabe o que fazer e aí começa a ser criado uma distorção de identidade muito grande, um complexo de inferioridade muito grande
e um conflito de identidade enorme. Quem sou eu? O que eu vim fazer no mundo? Quem eu tenho que ser para ser amada? Então é uma mulher que não vai ter um homem, uma mulher que vai não vai ter vai ter dificuldade com personalidade própria e ela vai crescer tentando ao máximo repetir aquilo que a mãe é para que essa mãe ame ela, para que ela se sinta um pouco pertencendo. Então ela acaba repetindo o relacionamento da mãe, as dores da mãe, O jeito da mãe, o comportamento da mãe, fazendo de tudo para essa mãe.
Muitas vezes ela começa a ganhar dinheiro para sustentar essa mãe, ela se torna mãe da mãe. tudo numa busca infinita pelo reconhecimento dessa mãe, que depois ela vai pegar essa busca de reconhecimento dessa mãe, de validação de si mesmo, porque a figura do mesmo sexo valida a Si mesmo, e ela vai projetar nos outros e vai passar a vida inteira dela buscando a validação externa para tudo que ela faz. Como ela não se valida internamente, ela se sente um estorbo. Qualquer coisa que acontece externamente ativa o gatilho da rejeição e ela vai se perdendo de
si. Ela se sente nada, ela começa a se comparar com outras mulheres, ela não se sente Merecedora, ela começa a ter ciúmes, ela se sente rejeitada, ela se sente excluída. Às vezes ela nem tá sendo excluída, mas ela já se sente excluída. Ela é tomada pela rejeição. Ela não se sente à altura, ela se diminui para caber, ela não se enxerga. Ela tem uma distorção da própria imagem. Tá claro, gente? A ferida da rejeição, a ferida da rejeição, ela vai estar atrelada diretamente ao quem sou eu. A falta de amor próprio, a falta de autoestima
consigo mesmo. Por isso que vem, né, da figura do mesmo sexo, porque a mãe valida o a força do nosso feminino e o pai vai validar a força do nosso masculino, certo? Se o pai rejeita o menino, esse menino cresce com o masculino como fraco, sem personalidade própria, que quando chegar na adolescência, ele vai ver amigos fumando maconha, bebendo E traindo, ele vai fazer o mesmo para buscar uma validação lá fora. Ele não se valida. A mesma coisa com a mulher. Se a minha mãe não me validou, quem sou eu para me validar? Quem sou
eu para ser validada pelos outros? Tá claro? Mas se a minha mãe não me validou ou se o meu pai, eu sou homem, não me validou, é porque essa mãe não foi validada pela minha avó, que não foi validada pela Minha bisavó. E a gente tem que entender o por isso tá se repetindo. E quando a gente tem uma ferida de rejeição assim, eh, principalmente num clã de mulheres, ah, é como se uma mulher tivesse todo o tempo desvalorizando a outra, diminuindo a outra, sabe? Você foi tão diminuída que diminuir uma outra mulher é o
seu caminho neural. Por isso que a mãe diminui a filha. Ah, mas a minha mãe não era assim com o meu irmão. Porque você traz, ativa o gatilho dela. Ah, mas a minha mãe não era assim com a minha irmã. Geralmente a mãe faz isso com a primeira filha, tá? É com a primeira filha que a mãe joga ali todos os gatilhos. Ou se essa filha é muito parecida com a avó, com a mãe dela. Aí ela joga todos os gatilhos nessa Filha. Aí a gente precisa entender o por essa mãe escolheu aquela criança, aquela
menina para jogar todos os gatilhos que ela carrega da ferida dela, tá? Mas se a mãe escolheu essa menina, essa menina ela traz isso de essência para ser trabalhado, não é do acaso. É claro? Ninguém carrega uma ferida do acaso. Alguma dúvida sobre a ferida da Rejeição? Eu tenho essa ferida, porém sempre tive autoestima alta e o amor próprio também. O que explica isso? Talvez não seja essa ferida. Talvez você esteja confundindo com uma outra ferida. Porque todo mundo que carrega a ferida da rejeição, tá? Basta se sentir excluída, que já cai no gatilho E
já não se sente importante o suficiente e fica se anulando e tem distorção da própria imagem. Lúcia, talvez você tenha uma outra ferida junto que não tem um corpo magro. Ou talvez a ferida que você pensa que seja da rejeição, pode ser outra ferida que funciona de outra forma. Vocês têm que entender exatamente o que que eu Estou falando da ferida. Ó, a seça, sempre fui muito magro e tenho dificuldades para me alimentar. É mais ou menos nesse caminho que a ferida da rejeição funciona e pode ter uma ferida do abandono aí também. Não temos
todas as feridas. Talvez você tenha a ferida da humilhação, que parece que você tem todas as feridas e a gente vai chegar nela. Tá claro? A pessoa ela não se sente importante E ela está sempre agradando. Isso é a ferida da rejeição. Perfeito. E qualquer coisa que acontece, ativa o gatilho e ela se sente excluída. Tá, vamos pra ferida da injustiça. Conforme eu vou falando as injusti as feridas, vocês vão identificando mais. A ferida da injustiça é a rejeição Piorada. Então, quem tem a ferida da injustiça, vai ter a ferida da rejeição, só que piorada
com não é justo, com a raiva. Eu sou rejeitada e a mais meu irmão não é não é justo, porque se todos fossem rejeitados, aí tudo Mas eu sou e meu irmão não é, não é justo isso. Entendeu? Vocês estão entendendo? Ó, mudei já de energia. Quero que vocês entendam o meu comportamento. Qual era a energia que eu Tava com a ferida da injustiça? Eu me sinto nada. Eu me sinto com a ferida da rejeição. Eu me sinto sem importância. Eu me sinto excluída. Eu preciso me diminuir para não dar trabalho. Eh, eu não me
eu não deveria ter vindo. Eh, eu me diminuo para caber. Eh, eu não tenho valor nenhum. Eu não tenho importância. Eu não sou vista, eu me sinto invisível. Gente, não tem nada de vítima nisso. É a ferida, tá? Eu me sinto invisível. É a ferida da rejeição, a ferida da injustiça. Eu me senti assim, mas meu irmão não se sentiu assim. Eu me senti assim, mas ainda você eu precisei apanhar por causa dos meus irmãos. Você fez isso comigo, mas ainda você fez eu ter que dar todos os meus brinquedos pros meus irmãos. Percebe a
raiva que veio? Percebe? Percebe? Então, a ferida da injustiça pior, a ferida da rejeição piorada. Eu me s me senti invisível. excluída, sem importância e ainda apanhei e ainda foi tirado coisa de mim para dar pros outros, pros meus irmãos. E ainda eu fui comparada com os meus amigos e ainda eh a minha irmã conseguiu coisas e eu não. Então a pessoa fica nisso, não é justo, Não tá certo. Então já desde pequena, a pessoa que carrega a ferida da injustiça, a gente vai ver uma criança que vai ter momentos de raiva. Gente, eu lembro
que uma vez é meu irmão pegou uma bolacha que eu tinha guardado. Eu ganhei uma bolacha, aquela bolacha calipso. Olha o trauma que gerou no meu no meu irmão pegou isso e eu tinha guardado para mim. Devia ter uns 10 anos. Meu irmão foi lá, achou e comeu a minha bolacha. Veio a injustiça, me dominou, saiu correndo. Minha mãe chegou de carro, lá fora tinha uma janela de vidro. Eu peguei a janela e fiz assim: "Pá, não é justo. Quebrei o vidro inteiro da casa". Entendeu? Então, a pessoa que carrega só a ferida da rejeição,
ela não vai se sentir importante, ela vai se sentir excluída e isso vai fazer com que ela se encolha. A pessoa que carrega a ferida da injustiça, ela não vai se sentir Importante, ela vai tirar satisfação do porque ela não tá se sentindo importante, do porque tô fazendo isso com ela. Entenderam? Tá claro, gente? Então, ela vai ter a a ferade da rejeição, só que com a raiva, com o não é justo, com o não é certo. E como isso é piorado, ela vai aprendendo a ser perfeita para ela e pro mundo. E aí ela
entra Numa necessidade de perfeccionismo. E se e se as coisas saírem daquilo que ela espera que seja perfeito, ela já acha que é injusto. E ela precisa ser perfeita. E tudo precisa acontecer com perfeccionismo. E se não for assim, não vai dar certo, não vai ser justo com a pessoa, não vai ser justo consigo mesmo. Eu atendi uma paciente que ela tinha ferida da injustiça. Atendi muito tempo ela. Atendi ela uns dois anos. Ela fazia, Ela, ela uma grande dermatologista de São Paulo, que ela trabalhava para uma outra dermatologista e que ela queria eh sair,
né, dessa dessa clínica para ter a clínica dela. Só que a ferida da injustiça dela era tão grande que ela ficava presa nisso no ambiente de trabalho. Ela se matava de trabalhar, sendo perfeita, fazendo tudo perfeito. E quando ela não era reconhecida, ela se sentia injustiçada, Tá? E aí ela abriu o consultório dela. Então, imagina uma mulher com uma com um com perfeccionismo dermatologista. Os rostos que ela faz são perfeitos. ela é minuciosa no que ela faz. E aí a ferida da injustiça torna a pessoa boa naquilo, vai também ajudar a pessoa a ser, né,
eh, tem lado positivo das feridas, entende? mesmo ferida da da rejeição, todas as feridas, mas também aprisci a pessoa, porque, por Exemplo, essa paciente, ela não conseguia cobrar pelo trabalho dela. Por quê? Se eu preciso ser perfeita, o que eu faço ainda não é suficiente. Mesmo estando perfeito, eu vou encontrar um erro. Eu vou encontrar um problema, ainda não está perfeito. E aí ela não consegue cobrar pelo valor dela. Ela sempre vai entregar mais o que ela Tem que entregar. Ela sempre vai dar mais de si. Ela vai viver nessa ter que ser perfeita. Só
que nisso ela ela se aprisiona tanto no perfeccionismo que muitas vezes ela não consegue ter os resultados que ela gostaria de ter. Essa moça, ela teve muita dificuldade de se expor nas redes sociais e e a gente foi trabalhando isso tudo nela e ela foi conseguindo cobrar, ela foi Conseguindo se organizar, ela foi conseguindo entender tudo isso, montou o consultório dela, ela não conseguia ter filhos, ela teve dois filhos lindos, teve a família perfeita. dela. Um dos grandes problemas da pessoa que carrega a ferida da injustiça é como ela está sempre presa no erro que
ela foi na infância. Eu sou um erro, certo? A ferida da injustiça vem da ferida da rejeição. Eu sou um erro. Quando eu sou um erro, Eu preciso ser perfeita para provar pro outro que eu não sou um erro. Isso toma posse do inconsciente da pessoa. E na vida amorosa, ela não releva os comportamentos errados que o parceiro pode ter. Ela se cobra muito e cobra muito o outro, o parceiro a ser perfeito. E gente, ninguém é perfeito. Então ela vai estar sempre apontando o erro do outro e apontando o erro do outro, que o
outro está errando com ela, sempre enxergando erros em tudo, porque as coisas não saíram perfeitinhas do jeito que ela queria. Mas gente, o mundo não é perfeito, a vida não é perfeita. né? O ser humano não é perfeito, a natureza não é perfeita. Um dia tá chovendo, um Dia tá sol, tem temporal. Ontem fiz uma ventania aqui. Então a pessoa que carrega a ferida da injustiça, ela ela vai precisar, ela ela fica muito ansiosa, porque se algo foge daquilo que ela esperava, gera ansiedade. Ela está sempre apontando os erros dos outros. Eh, quando eu fazia,
por exemplo, as artes que eu postava no meu Instagram, se, Por exemplo, aqui a gente tem uma linha, né? Tem essa linha. Quando alguém fazer arte para mim, se uma letrinha aqui estivesse 1 cm, 1 cm, um pouquinho mais para dentro, eu já via e já mandava corrigir. Eu sempre achei que eu me relacionei com os homens errados. Sempre me relacionei com os homens errados, porque para mim o meu olhar tá pro erro. E aí, geralmente essa pessoa que carrega a ferida da justiça, como ela precisa que algo seja perfeito, ela vai entrar naquela coisa
de querer mudar o outro para que o outro chegue no patamar de perfeição daquilo que ela espera. Tá claro? Teve uma vez que o meu marido, ele virou para mim e falou assim: "Rô, eu não vou conseguir ser isso que você espera. Desculpa, eu tô tentando, mas eu não vou Conseguir ser." Nossa, aquela machu meu coração que eu falei assim: "Ah, meu Deus do céu, que eu tô pensando com ele? Que loucura. Por mais que ele se esforça, vai ser um erro dele. Vou achar um erro nele. Não tá justo. Não tá justo com ele.
Aí já entra de novo a justiça. Eu não tô sendo justa com ele. Cheguei a ter banal de tanto que cobrava De mim mesmo. Ai não é justo comigo mesmo. E o mundo não é justo e a vida não é justa. Sabe quem tá se identificando nisso? Percebe que tem diferença. Quem só sofre da ferida da rejeição e quem sofre da ferida da injustiça. Percebe? É uma neurose que a gente tem constante de ver erro em si mesmo e no nos outros e no mundo ao nosso redor e ficar com Raiva e se sentir injustiçada
em achar injustiças onde não tem muitas vezes ou até onde tem mesmo. A gente sabe, isso toma o nosso inconsciente, o nosso cérebro toma. E muitas vezes a gente tá brigando por coisas pequenas que a gente poderia estar relevando, que a gente poderia estar falando assim: "Ah, tá tudo bem, é, tá tudo bem, ninguém é perfeito." É Isso mesmo, porque a pessoa que carrega a ferida da injustiça, ela se cobra muito e cobra muito do outro. E o nosso cérebro entende que isso é uma vantagem, é um orgulho, mas não é. Isso gera uma cobrança
infinita que faz com que a gente destrua as nossas relações, se destrua e não consiga chegar onde a gente quer, porque na hora do vamos ver a gente corre. Tem medo de cobrar, tem medo de aparecer, tem eh tem um medo muito grande interno, tá? Quando o quadro da ferida da injustiça é muito grande, a gente encontra uma mulher que vive brigando com todo mundo, com tudo, com todos. E aí a gente vê uma mulher com uma energia muito masculina, tá? Então, a ferida da injustiça, essa mulher que traz esse feminino Ferido lá da mãe,
ela vai para cair por uma energia muito masculina, de ter que ser perfeita, de ter que se esforçar em excesso e não reconhecer o seu valor e não conseguir cobrar pelo seu valor e ainda brigando com a vida, brigando com o mundo. Ela entra numa energia masculina. Quanto maior a injustiça, mais ela vai brigar com as pessoas ao redor. Todas as relações dela levam à briga. Teve uma época da minha vida que eu falei assim: "Eu vou viver sozinha porque eu brigo com todo mundo, tem abusos em todo lugar. Mas será que tinha esses abusos?
Será que as pessoas estavam errando assim mesmo comigo? ou eu que era pesada demais, sabe? Tá claro, gente? Então, essa necessidade de perfeccionismo Com essa raiva de que quando não é perfeito a gente encontra erros em tudo e a gente se sente injustiçado. Lógico que, como tudo é inconsciente, que a gente atrai uma frequência X, pessoas rejeitadas vão atrair a rejeição, vão se atrair pessoas que vão a excluir. Pessoas injustiçadas vão atrair abusadores e esses abusadores vão retroalimentar O comportamento dela. Eu escolher a dedo uma pessoa acusadora para eu poder viver com a minha ferida
da injustiça, com motivo. Teve uma época que meu marido falou assim para mim também: "Olha só, eu já mudei isso, isso, isso, isso, isso e você continua igual". O problema já não tá mais em mim. O problema tá em você que arruma problema em tudo. E aí que e aí que acontece quando essa Pessoa percebe esse comportamento? É difícil mostrar isso pra pessoa num processo terapêutico dela entender que é ela, tá? Então a gente vai tirando as injustiças da vida dela, essa repetição de padrão de injustiças, curando as programações iniciais e de repente tá tudo
bem e mesmo assim ela tá arrumando problema. Essa ferida na justiça, tá claro? Ferida do abandono. Figura parental do sexo oposto. Pai para a mulher, mãe para o homem. Dependência emocional, carência, solidão, vazio. Eu não sou amado pelo outro. Rejeição, eu não me amo. Abandono, eu me sinto abandonada pelo outro. Eu não me sinto amada pelo outro. É muito diferente você não se sentir Importante e você não se sentir amada, tá? Um paciente que te procura e questiona que ele não se sente valorizado importante nas relações, é um paciente que carrega a linhagem da ferida
da rejeição. E se isso regera muita injustiça, vai cair na injustiça. Agora, o paciente que chega em você e fala, geralmente é uma pessoa que tá mais triste, mais deprimida. Se essa pessoa fala: "Eu não me sinto amada, eu não me sinto cuidada, eu me sinto abandonada. Eu queria muito ser amada. Ele não me ama. Eu acho que eu nunca fui amada por ninguém na minha vida. Percebem que é diferente o diálogo da pessoa que carrega a ferida do abandono? E a ferida do abandono, ela é a principal ferida que gera dependência Emocional. Porque se
a figura parental do sexo oposto representa paraa nossa formação psíquica o outro e eu não recebo o que eu espero do outro, quando eu me relacionar com o outro, eu vou fazer de tudo pelo outro para receber o que eu espero e vou me tornar codependente, dependente emocional. do outro. E isso começa a acontecer com as Migalhas de afeto que recebemos na infância do sexo oposto. Um pai frio, um pai que trabalhava muito, um pai indisponível, faz com que a menina cresça esperando um pouquinho de afeto desse pai que nunca vinha. Isso dói. Ela queria
o colo desse papai. Ela queria o carinho desse papai. Ela Queria o olhar desse papai. Ela queria se sentir amada por esse papai. Ela queria que esse papai olhasse para ela e falasse assim: "Você é a menina dos meus olhos. Você é linda". E esse papai não fez. Ela fica esperando isso de todos os homens, como aquela criança ainda. E quando ela não recebe isso, dói. E é uma tristeza muito grande. E essa tristeza vem e vem a ansiedade e ela começa a fazer De tudo para aceitar qualquer coisa que possa ver. E geralmente ela
vai atrair uma figura para ela vai atrair um parceiro ou uma parceira, né, muito parecido com as atitudes daquele pai. E ela vai se sentir exatamente igual com esse parceiro como ela se sentia com aquele pai, tá? E às vezes o parceiro até é disponível, Só que a carência que ela traz desse pai é tão grande que mesmo o parceiro sendo disponível, parece que não supre isso. E quando o parceiro se afasta, ela sente que vai perder e ela começa a sentir aquela angústia do abandono. Tá bom? Tá claro? Conseguiram sentir a ferida do abandono?
Eu não sou amada. Quando o pai olha para uma menina e diz: "Você é minha princesa, eu te amo, minha menina". Essa menina se sente amada pelo sexo oposto. E quando ela cresce, ela vai se sentir assim pelo mundo, porque é o outro, é o mundo, tá? Mulheres que se sentiram muito amadas pelo pai, geralmente são mulheres que eh se conectam muito com a beleza, elas transmitem beleza Pro mundo. Então, atraímos pessoas indisponíveis por causa da ferida do abandono. Eu de novo, Camila ferrou, né, cara? A Carla pediu para eu repetir de novo. Eh, eh,
Carla, me diz mais ou menos qual parte, tá? Para eu repetir. Tá bom. Entenderam a dor da ferida do abandono? Se eu olho pro meu filho e falo: "Você é tão lindo". O meu filho vai se sentir confiante para ser amado por outras mulheres. Tá claro? Porque eu sou a primeira mulher da vida dele. E ele vai crescer desenvolvendo a beleza. Ele vai crescer se sentindo aberto a ser visto, a ser amado, a ser belo, entende? Agora, se eu nunca elogio meu filho, se eu abandono meu filho, se o meu filho fala comigo, eu não
respondo, não tô nem aí, não tô junto, não tô perto, Como o meu filho se sente abandonado. Ela não me vê, eu não sou visto. Eu não sou amado. Se eu não sou amado pela minha mãe, eu não sou amado por nenhuma pessoa. Então, a figura do mesmo sexo faz a pessoa se sentir sem valor. Ferida da rejeição, tá? E a figura do sexo oposto faz a pessoa se sentir, não se sentir amada. Ferida de abandono. É diferente sentir que não tem valor e sentir que não é amada. Tô dando exemplos meus, tá? Um dia
meu marido virou para mim e falou assim: "Eh, eu sempre eu duvido que algum outro homem fez tudo que eu fiz por você". E eu olhei para ela, eu fiquei pensando, eu lembrando, assim, nossa, todos os Anos fizeram muita coisa por mim. todos os homens. Isso não tem problema, porque o meu pai sempre foi muito presente para mim. Eu sempre me senti muito amada por ele. Eu era filha querida dele. Então, não tenho problema de expor a minha beleza, de me sentir desejada por outros homens, né? De me sentir amada pros outros homens. Ah, mas
se erram comigo e faz alguma coisa que eu sinto que tá errado, que não tem valor, que não sei o que, não sei que ela, acaba com o relacionamento. Entenderam? Porque veio a ferida da injustiça. Eu não estou sendo valorizado o suficiente, está sendo injusto. Eu tô fazendo e você não tá fazendo, você tem que fazer mais. É a venida da injustiça. Esse comportamento tá errado. Aí entra no feminismo, Entendeu? Vou procurar outro homem que me ame mais. Tá claro, gente? Como vai se comportando a soma de feridas? Essa é a minha paciente que eu
dou exemplo para vocês. Eh, que eu dou exemplo para vocês lá. Ela carregava também a ferida do abandono. E por carregar a ferida do abandono, ela Se abandonava. ela ia se abandonando. Então, ela não tinha força de se posicionar, de ir pro mundo. Por mais que ela carregasse a ferida da eh injustiça que traz uma força masculina, ela entrava no perfeccionismo. Só que como ela carregava a ferida do abandono, a ferida do abandono vai colocar a gente na energia feminina em excesso, de não ter forças para ir pro mundo, Para conquistar o seu lugar no
mundo. Você se abandona. Geralmente são pessoas também muito magras, muito fininhas. A pessoa que carrega a ferida da rejeição, ela é uma pessoa muito esbelta, tá? Ela vai ter o corpo assim delinhado, porque ela precisa ser perfeita. Então o corpo vai se desenvolvendo dessa forma. Agora, quem tem a ferida do abandono são aquelas pessoas Ainha porque se sentiu esquecida, não se sentiu amada. Então é a dependência emocional. Essa pessoa, ela vai entrar nas relações, ela vai se abandonar, ela vai cuidar excessivamente do outro, ela vai fazer tudo pelo outro, ela se abandona. Tá? Então, se
ela tem a ferida da rejei da do abandono e da injustiça, ela se abandona, ela faz tudo pelo outro e Depois ela se sente injustiçada. Mas foi ela mesma que fez isso. Ela mesma que não tinha personalidade. Ela mesma que não tinha lugar. Tá claro, gente? Dúvidas sobre a ferida do abandono. Eu sofro com a energia feminina em excesso. Precisa atrapalhar a falta de pai. Tá ferida tá abandona, tá? E talvez a ferida da rejeição também, Rejeitada e abandonada. E aí você não tem força nenhuma. Não vamos curar. Mais alguma dúvida? Quem tem a ferida
do abandono vai ter tendências a a vícios para suprir o vazio emocional. Tem um vazio emocional muito grande, um buraco infinito que nada preenche. E aí vai ter tendências a vícios. Vai entrar num relacionamento esperando que o Parceiro faça papel de pai ou a parceira faça o papel de mãe, tá? vai querer ser cuidado excessivamente, não vai conseguir cuidar de si mesmo, vai cuidar demais do outro. É a ferida daun. Eu estou atendendo uma moça que ela me procurou e conforme ela começou o processo terapêutico, o marido dela começou a fazer o processo terapêutico também.
Um casal lindo, eles estão há 15 anos juntos e o relacionamento desgastou. E eu comecei a identificar o Porque que o relacionamento desgastou. analisei ela e analisei ele. Ela tem um conflito muito grande, né, de falta de pai. O pai faleceu cedo e ela que começou a cuidar excessivamente, né, das situações ali da casa. Ã, e ele tem uma falta de mãe. A mamã a mãe dele tinha transtornos psiquiátricos, era internada, era alcólatra e ele cuidava dessa mãe, tá? Então ela, o pai faleceu cedo, Um abandono muito grande de pai e ele, a mãe era
doente emocional, um abandono muito grande de mãe. Ele passou a cuidar dessa mãe e essa moça, quando o pai faleceu, passou a querer cuidar ali da casa da mãe, tá? Eles se tornaram cuidadores. É bem característica de quem carrega a ferida do abandono. Ela se sente abandonada e começa a ter valor cuidando do outro. O que que aconteceu Com esse casal? Eles entraram no relacionamento e começaram a cuidar demais do outro. ele dela e ela dele e foram se abandonando. É isso que acontece com quem tem a ferida de abandono. Faz isso todo momento. Não
consegue se priorizar e falar assim: "Agora eu vou pensar nele, mas agora eu vou pensar em mim". Vai se abandonando em prol do outro, da dor do outro, do problema do outro. E a fala deles foi muito igual. Ele falou assim: "Eu não sei mais quem eu sou. Eu não tenho mais personalidade e eu perdi todos os meus propósitos no casamento. Parece que eu vivo para ela". E ela falou a mesma coisa dele e dela mesmo, que ela não tinha mais vida, que ela tava em depressão, que ela tava triste, a mesma coisa, tá? E
aí uma coisa que ele me perguntou: "Ah, mas ela tem depressão, como que eu Faço para lidar com a depressão dela?" Eu falei assim: "Você não tem que lidar com a depressão dela, você tem que querer uma mulher saudável para você. E se ela não for saudável, você não tem que querer essa mulher, porque você não tem que se abandonar pro outro. Você tem que pensar em você." E aí a pessoa sai da ferida do abandono. Mas isso é tão surreal para pessoa que carrega a ferida do abandono, que é como se o que eu
estivesse falando aqui fosse Um pecado, fosse errado. Como assim? A pessoa tá doente e eu tenho que me colocar em primeiro lugar e falar que eu não aceito a doença da pessoa? Sim. Eu tenho que colocar em primeiro lugar e não ficar aceitando que a pessoa tem problema. Sim, a minha mãe me traz problema, eu escuto o problema dela na hora veio e Fal assim: "Não é justo, minha mãe me enche o saco, não quero saber de problema dela". Porque vem a ferida da injustiça, tá? Agora, quem tem a friidade de abandono, a mãe vai
vir falar do problema e essa pessoa ela vai se sentir obrigada a cuidar do problema do outro e ela vai se abandonar para cuidar do problema do outro. OK? Se a pessoa está em depressão e buscando ajuda, você consegue entender esse momento, só que você precisa pensar em você também. E ninguém quer uma pessoa ao lado com depressão todo o tempo. Então, meu amigo, vá se tratar logo, porque eu mereço mais de você. Essa postura faz com que o outro se esforce para ser melhor para você. Tá claro? Mas a pessoa que carrega a frieda
Abandono, ela se abandona e ela entra no problema das pessoas e ela vai indo nisso e vai se abandonando cada vez mais. Ela perde tempo com o problema dos outros. A vida passe, ela tá sempre ali pensando nos outros e priorizando os outros. Mãe, pai, irmãos, família, todo mundo e ela ali abandonada. Tá bom, gente? Eh, e ela entra na síndrome do Salvador. Para quê? Para se sentir amada. Não teria que ter empatia, ajudar. Você pode estar ao lado, mas quem ajuda é um psicólogo, é o psiquiatra, é um terapeuta. E até certo momento você
entende. Mas se você ficar aceitando muito aquela situação, você vai estar alimentando aquilo, você vai estar se desvalorizando e você não vai estar forçando o outro a querer ser uma pessoa melhor. Porque o problema de quem tem afinidade abandono é que quando chega alguém complicado na vida dela, ela é empática demais e se anula pensando no problema do outro. Ao invés de se priorizar e falar assim: "Não, gente, eu não quero isso na minha vida, não dá. Eu não preciso disso, eu preciso de alguém inteiro." E aí o que acontece? Como ela não tem essa
postura, ela não força o outro a se Esforçar por ela. Gente, é uma visão de quem não tem uma ferida de manono. Se chega alguém do meu lado para conviver comigo cheio de problemas, até certo momento eu ajudo. Se começa a vir mais e mais, mais problemas, eu falo: "Isolo". E os meus problemas, quem vai resolver? Eu tô resolvendo tudo. Eu não levo nada para ele. Eu não preciso ser cuidada. Eu me cuido. Uma pessoa que se ama, ela não traz problema pro outro. Uma pessoa que ama o outro, ela não traz problema pro outro.
Eu não levo problema para ninguém, pro meu marido, pros meus amigos, paraa minha mãe e pro meu pai. Eu resolvo os meus problemas comigo mesma, porque eu sou adulta. Tá claro, gente? E quando eu entro num relacionamento, eu não quero carregar problema dos outros Para mim. Eu quero ser amada pelo outro. Porque foi assim que eu fui pelo meu pai. Meu pai, quando eu tenho um problema, eu nem sei o que tá acontecendo com ele. Ele nunca me trouxe um problema na vida. Mas se eu estou vivendo um momento difícil, ele sente e me liga.
Ô, tá tudo bem com você? Ah, pai, tá acontecendo tal situação. Ah, mais ou menos. Eu não ligo para ele para levar o problema. Ah, tá Acontecendo tal situação. Ah, tá. Final de semana eu tô indo aí. Entenderam? Tá claro, gente? Geralmente a pessoa que traz problema pra gente é uma pessoa que quer ser cuidada. E aí você entra nesse mecanismo porque essa pessoa sofre da ferida do abandono e você entra nisso e você se abandona para cuidar do outro, que foi o que aconteceu com esse Casal. Um ficou cuidando do outro e retroalimentando os
problemas um do outro e foram deixando de ser felizes, de viver com propósito, tá certo? É uma linha tênu entre entender o o outro e os problemas que o outro tem. e o seu merecimento e o que você merece receber do outro. Se o outro não me oferece o que eu mereço, algo está errado com o outro, tá? E aí a gente precisa colocar isso na balança, dar um tempo pro outro se resolver, não se envolver com os problemas emocionais do outro, não ser terapeuta do outro e deixar que o outro se resolva e quando
o outro estiver melhor, Vocês conseguirem ter uma relação mais saudável, mas jamais ser mãe cuidadora ou terapeuta de parceiro. de mãe, de amigos, de ninguém. Essa é ferita toban. A gente se torna cuidadora, a gente se torna mãe do parceiro, tá? [Música] Se eu me, se o meu parceiro começa a me Trazer problemas, eu viro para ele e falo assim: "Então, mas um adulto resolve seus problemas, né? Não traz paraa mulher resolver isso. Quem faz é filho. Eu não sou sua mãe. Eu quero ser amada. Eu não quero ter problemas. Porque foi assim que eu
fui pelo meu pai. E é isso que eu mereço ser por um homem. É a minha referência de cuidado, carinho, amor e afeto. Tá? Então eu consigo ser muito carinhosa com os meus parceiros, com o meu filho. Graças a Deus, a vida me deu um filho homem, porque se fosse uma filha mulher eu ia produzir tudo que eu trouxe da minha mãe com a minha filha. Então a vida me deu um filho homem, foi mais fácil para mim. Eu consigo ser muito afetosa, carinhosa com ele. Ah, amo, amo, amo, amo, amo. Eh, nunca tive problemas
de falar, eu te amo pros meus Parceiros. nunca tive problemas de expressar o meu amor, de sabe, nunca tive esse essas questões, sempre eh trouxe essa questão de todos os meus parceiros sempre fizeram muito por mim, eu sempre me senti muito amada, eh eu sempre me senti muito cuidada com as minhas relações. Eu sempre me coloco no lugar que eu quero ser cuidada, que eu preciso Ontem mesmo eu saí, eu falei pro meu marido, falou assim: "Sai, faz um pãozinho para mim". Aí ele não fez, ele tá cansado também. Eu falei: "Ai, você não fez
o pãozinho para mim, eu tô muito magoada com você". Mas eu fiquei magoada. Mas é só ali querer ser amada, se permitir ser amada, convidar o meu parceiro para ter gestos que mostram que ele me ama, que ele cuida de mim. Entenderam? Quem tem a ferida do abandono não faz isso, vai fazer o pão pro parceiro todo tempo. E muitas vezes se o parceiro faz, a pessoa não reconhece. Eu atendi a minha essa paciente hoje e eu falei assim: "Olha, vocês dois sofrem com as mesmas coisas. Ele faz faz para você e você faz por
ele. E ela falou assim: "Nossa, mas eu abdiquei toda a minha vida por ele e ele nunca fez nada por mim". Eu falei assim: "Olha só, nos últimos dois anos você trocou três apartamentos e esse homem aguentou você trocando três Apartamentos. Você acha que não faz por você?" "Não." Ela: "É, ele faz por mim". Eu falei: "Sé, você é caprichoso? Você é uma mulher caprichosa. Ele banca todos os caprichos e troca de apartamento para você como se fosse água, como se fosse roupa. E você acha que ele não faz nada para você? É, eu só
me senti abandonada, entendeu? Mesmo o outro fazendo, a pessoa que carrega a ferida do abandono, ela não Vai enxergar que o outro vai fazer e ela vai se sentir abandonada. Tá. [Música] E além de fazer o pão dele, quando ele faz, eu me sinto em dívida. Que deu a fazer algo para compensar. Eu não me sinto em dívida nunca. Nenhuma dada. Tá bom? Então vamos lá. Próxima ferida, traição. Tão gostando, gente? Não é Incrível essa parte? A gente entende muito a pessoa. Próxima ferida, a traição. A a ferida da traição vem da ferida do abandono.
Mas nem sempre a pessoa se sentiu abandonada pelo pai. Ela talvez tenha se sentido traída pelo pai em um momento em que esse pai a abandonou. Em uma sensação de que esse pai prometeu algo e não cumpriu. A ferida da traição, ela funciona mais ou menos assim, não é a traição sexual, mas é o eu não esperava isso de você. é até um pouco parecida com a ferida da injustiça, só que é uma conotação um pouco diferente. A pessoa, ela se sente traída, ela cria uma confiança, Uma relação, uma um vínculo e a pessoa não
entrega aquilo que ela espera e o que ela entrega é certo certa forma, com mentiras, com traições, com promessas não cumpridas. Tão entendendo? Vem uma coisa, muito uma coisa de que eh você precisa ter cumprir isso e você não Cumpre. E aí a pessoa falava assim: "Eu não esperava isso de você". E ela se sente traída, tá? E aí ela parte paraa briga com muita energia masculina, homens grandes, o corpo grande, porque a pessoa que carrega a ferida da traição, ela precisa ocupar lugar. A mulher, ela tem um corpo assim, os ombros largos E o
bumbum assim bem, sabe? Aquele corpão esbelto, bem sexual, porque ela precisa ocupar lugar. Ela precisa dominar. A rigidez vem da ferida da injustiça. A pessoa se torna rígida. O controle vem da ferida da traição. Para que você não faça nada de errado comigo, eu vou te controlar totalmente. Homens com raiva da mãe se tornam controladores de mulheres. E é nessa ferida que começa o narcisismo de uma forma ali muito forte, tá? Porque quem carrega a ferida da rejeição se esconde. Quem carrega a fida da injustiça, se isso for muito forte, também pode ter aspectos narcisistas
no sentido de eh perfeccionismo e ver muito erros em tudo, em todos e ficar implicando muito com as pessoas. A ferida do abandono é uma dependência emocional muito grande, é um abandono Muito grande de si mesmo em prol do outro. Mas a ferida da traição é: ninguém vai me abandonar, ninguém vai mentir para mim. E para que isso não aconteça, eu vou controlar tudo que o outro faz. E quando briga, parte pra porrada. E os homens vão crescer para ter controle, para dominar, tá? E as mulheres vão ser sexualmente Mais eh dominadoras, controladoras. talvez autoritárias.
Precisa ver essa diferença do controle e da rigidez, porque a rigidez parece muito com controle. A ferida da injustiça parece muito com controle, porque a pessoa tá sempre apontando o erro do outro e falando como o outro tem que ser. Mas porque ela vive presa no perfeccionismo e na cobrança. Então a cobrança é diferente do controle, tá? Eu cobro que o outro seja melhor. Eu enxergo os erros do outro porque eu quero que o outro seja cada vez melhor, porque eu não aceito que o outro erre e eu me sinto injustiçada se o outro errar.
Agora o controle é você chega em casa até o horário, queimando em você sou eu, porque eu te controlo financeiramente. Mulher não tem vez em casa. Nos homens Vem um machismo muito grande. Controle mesmo, controle do que a mulher faz, para onde ela vai e o que ela come, o que ela bebe, o que ela usa. Eh, o controle financeiro da mulher. Então, a pessoa, o homem que tem a ferida da traição e ele vai ter dinheiro, geralmente ele vai tentar controlar a mulher financeiramente e não vai deixar que a mulher vá pro mundo, porque
ele precisa ter esse Controle da mulher, porque ele tem medo do quê? de ser traído. Então, muitas vezes a pessoa que carrega a ferida da traição, ela não é traída, porque ela tá é tão controladora que ela não dá nem espaço pro outro trair ela. Geralmente a pessoa que carrega a ferida do abandono é traída. Geralmente a pessoa que carrega a ferida da rejeição é traída. Geralmente a Pessoa que carrega a ferida da injustiça é traída, porque ela vai se sentir justçada. Mas a pessoa que carrega a frieda da traição, ela é tão controladora que
ela não dá espaço pro outro trair ela, pro outro nem respirar. Por quê? Ela jogou tanta confiança naquela figura parental do sexo oposto, tanta confiança. Esse pai era tudo para mim, essa mãe era tudo para mim e eu fui traída. Eu esperava desse pai algo e eu fui Traída por esse pai. Ele não me deu o que eu esperava. E aí essa pessoa entra na raiva e ela começa a controlar o mundo ao seu redor para ela ter o controle do outro que ela não teve do pai ou da mãe. E é bem nítido da
criança que tem essa essa questão ali com o pai, né? Eh, o meu filho, ele tenta me controlar o tempo todo, é impressionante. Eu não deixo ele me controlar, tá? E eu e eu me policio muito para não prometer algo para ele que ele vai ser traído para ser muito verdadeira com ele, sabe? para não gerar essa ferida da traição. Então, eu como mãe, tendo um filho homem, eu preciso me preocupar com essas feridas que eu posso estar gerando nele. E se eu percebo que eu estou gerando essas feridas, eu preciso trabalhar isso Para amenizar
nessas feridas que eu estou gerando no meu filho homem, certo? Então, ferida do abandono e traição vem do sexo oposto. Eu tenho a ferida da traição, tá? E da injustiça. Então, vocês imaginam a minha energia masculina, o que eu precisei trabalhar da minha energia masculina. Ao mesmo Tempo, eu não me senti abandonada. Então, eu consigo entrar na energia feminina para o que, gente? Para o que que eu entro na energia feminina? Tô falando o meu mecanismo para vocês entenderem como funciona. Não, não é para ser amada. Eu não quero ser amada. Para que que eu
entro na energia feminina? Para Não, não é para confiar. Para que que eu entro na energia feminina se eu tenho a ferida da traição? controlar e souber uma manipulação. Eu entendo o funcionamento da energia feminina. Eu vou lá, me torno uma mulher super doce, amada, vou envolvendo a pessoa, só que nisso eu estou contando a pessoa. E quando a pessoa menos percebe, essa pessoa não faz nada da vida dela Sem me comunicar e tem horário para tudo, certo? E eu vou dando muito amor, carinho afeto, para ele entender que se ele chegar no horário, ele
vai ter tudo que ele precisa. Ferida da traição. O homem dá o dinheiro que ele precisa pra mulher. Ele dá carro, ele dá roupa, ele dá tudo que essa mulher precisa. E quando essa Mulher menos espera, ela tá vivendo só para ele. Tá legal, gente? Tão entendendo como funciona a vida da traição? A pessoa ela vai, por que que a pessoa vai ser bonita? Por que a pessoa vai ter um corpo esbelto? Porque é uma forma de controlar o outro. para ter o domínio sobre o outro, para não ser traído. Eu não tenho medo de
ser traída porque Eu sou a mulher mais linda do mundo e eu controlo o meu relacionamento com a minha beleza. Isso é a ferida da traição. Por isso que beira muito ao narcisismo e quando a gente não tem controle disso, pode cair no narcisismo, tá? A pessoa que tem a ferida da traição é obrigatoriamente controladora, muito controladora. Teve dia que tava almoçando na mesa, eu, Meu filho e meu marido. Aí eu fiquei perguntando coisas do meu filho do que ele ia fazer. Depois fiquei perguntando coisas do meu marido do que ele ia fazer. Aí meu
filho de 10 anos, ele virou para mim e falou assim: "Você percebe como você é controladora, como você tenta controlar tudo que a gente faz?" Aí eu olhei para ele dis assim: "E vai continuar sendo e sair da mesa". Ví da traição. Quando nós temos um casal em que os dois carregam a ferida da traição, isso é o grande problema, porque um vai tentar controlar o outro, só que quem tem a ferida da traição não aceita ser controlado, tá? Então, se me controlarem, eu não vou aceitar, eu vou brigar, mas eu estou sempre controlando o
outro. Então, o meu parceiro tem a ferida da traição também. E a gente teve muitos Problemas em relação a isso, de um controlar o outro, um brigar com o outro, um querer ser controlado e a gente sair em brigas assim homéricas. Tá claro? Alguma dúvida sobre a ferida da traição? Como faz para sair da ferida da traição? Precisa perdoar o que esse pai fez para você. Da onde vem a minha ferida da traição? No momento que os meus irmãos nasceram, meu pai era muito próximo de mim. Nos Momentos que no momento que meus irmãos nasceram,
o meu pai me abandonou com quem? Com quem? com a louca da minha mãe. Meu pai me traiu porque ele não poderia ter feito isso. Ele não poderia ter me trabalhado em excesso e ter me deixado com a minha mãe. Ele precisava ter continuado ali comigo todo o tempo presente. E quando ele tava Presente, ele tava, ele me levava para parquinho, ele me levava para passear, ele brincava comigo, ele tava todo o tempo contigo. Só que como ele começou a ter problemas com a minha mãe e nasceram meus irmãos gêmeos e minha mãe começou a
ficar neuróstica com aquilo tudo, o meu pai no conflito de casamento se separou mais da minha mãe. E quando ele se afasta mais da minha mãe, eu me sinto traída por ele, porque ele tinha que me levar junto comigo. Por que que ele me Deixa lá? Entenderam? Só que ele nunca me deixou. Ele nunca me deixou. Ele sempre seja ver lá. Ele se separou da minha mãe com 23 anos de casamento, quando eu estava com 23 anos. E ele falou que des que desde quando eu tinha 10 anos de idade, ele já queria se separar,
mas ele nunca separou dela por minha causa. E ele só se separou dela quando eu falei assim: "Tá bom, agora Você pode separar, vai ser feliz". Ele nunca me deixou, ele nunca me traiu. Mas a minha sensação do que acontecia ali e a ausência do meu pai e minha mãe sempre reclamando que o meu pai não estava presente, que só trabalhava, que não tava ali, fez com que eu me sentisse traída pelo meu pai. Tá claro? E aí eu projeto isso em todos os homens, Em tudo na minha vida, que se trata a energia masculina.
Eu vou tentar ter o domínio, vou tentar ter o controle para eu não perder de novo, pra pessoa não fazer aquilo comigo de novo, pra pessoa não me trair e não me deixar lá de novo, pra pessoa cumprir com aquilo que ela tem que cumprir comigo. Entenderam, gente? A ferida, eu tô trazendo aqui a energia da ferida da traição, tá? Então, homens dominadores, homens machistas, homens controladores, mulheres controladoras, mulheres dominadoras, vai ter uma ferida da traição que vem da figura paterna, tá? São pessoas sedutoras, são pessoas carismáticas, são pessoas bonitas, são pessoas envolventes, são pessoas
eh manipuladoras, São pessoas narcisistas em nível maiores, tá bom? Que vão tentando conquistar o que quer e vão sempre controlando tudo ao redor, tá? Dúvidas até aqui? Vamos paraa próxima humilhação. Ferida da humilhação, né? Toda pessoa que carrega a ferida da humilhação é praticamente a se a pessoa carregasse todas as feridas juntas. Ela se sentiu abandonada, ela se sentiu traída, ela se sentiu rejeitada, ela se sentiu injustiçada e ainda humilhada. E ela carrega uma martirização muito grande, uma vitimização muito grande e uma culpabilização muito grande. E as coisas que acontecem na vida dela sempre são
muito trágicas. Essa pessoa, ela vai engordar para alimentar o martírio que ela faz consigo mesma e a culpabilização que ela tem consigo mesma. Porque a comida Alimenta a culpa. Quando eu como o que eu não deveria, eu me sinto culpada. Quando eu gasto que eu não deveria, eu me sinto culpada. Entenderam? Quando a gente come um doce, cá, quando a gente come um doce e a gente já tá acima do peso e a gente come um doce, como a gente se sente? Culpada. Só que imagina que a pessoa que carrega a frida da humilhação, ela
faz isso o dia inteiro. Ela fica comendo mommozinho, se sente culpado. Ela vai come salgadinho, seja culpado. Ela vai come um prato demais, seja culpada. E aí ela fica se martirizando com isso. Então tudo que acontece na vida dela, ela remito, ela sofre muito, ela martiriza muito e ela se sente muito culpada, tá? Outra coisa que a obesidade alimenta em Quem tem a ferida da humilhação é a vergonha. A pessoa que carrega a ferida da humilhação, ela tem muita vergonha. É uma vergonha diferente da vergonha de quem tem a ferida da da injustiça, a pessoa
e da rejeição. A pessoa injustiçada, ela tem a ferida, ela se ela tem vergonha porque ela tem uma necessidade de perfeição. Ela precisa ser perfeita. E se ela não for, ela vai se sentir envergonhada. Ela vai se sentir um erro, tá? O medo dela de se sentir um erro é tão grande que ela muitas vezes tem a vergonha. Agora, a vergonha de quem tem a ferida da injustiça é: "Eu sou uma aberração." E aí eu como, como, como e deformo o meu corpo e me torno uma aberração e tenho vergonha De quem eu sou. Então,
a obesidade faz a pessoa viver com essa vergonha constante junto com uma culpa por estar se transformando nisso. É o caso da compulsão alimentar, tá? Então, ela vai comer as emoções porque ela remói demais as coisas. Tudo é sofrido, tudo é pesado, tudo é trágico. E gente, é impressionante por ela ser assim, As coisas que a pessoa conta quando chega no consultório, minha Nossa Senhora, é tudo trágico, gente. É tudo muito trágico, muito trágico. É coisas assim surreais, fora do do normal. Eh, e é tudo muito grande assim, as coisas que acontecem, sabe? Tudo muito
pesado, tudo muito grande. Eh, eu tenho uma paciente que ela tem a ferida da Da humilhação e ela só não tem obesidade porque ela corre 10 km por dia, porque junto com a ferida da humilhação, ela tem a ferida da injustiça. Então, a ferita da humilhação junto com a injustiça faz ela querer, né, ser perfeita. Isso faz ela correr 10 km por dia para compensar a culpa que ela sente com a comida. Então, ela sente culpa de comer e para compensar essa culpa, ela vai correr 10 km por dia. Gente, correr 10 km por dia.
Vocês tm noção que é isso? todos os dias correr 10 km e ela precisa ter o corpo perfeito, mas sempre com culpa e sempre com coisas trágicas. O carro dela roda cinco vezes na estrada e a e ela sai do carro como se nada tivesse acontecido. São coisas assim loucuras que acontecem com quem tem a ferida da humilhação. A outra minha paciente que quer frida dá humilhação. O irmão dá uma porrada no rosto dela. Ela chega na consulta com olho roxo ou com olho roxo. Ela vai fazer uma cirurgia. Aí na hora de fazer a
cirurgia ela descobre que tá com câncer no no mama. tipo assim, umas coisas assim que tudo aquilo que ela vai fazer, que seria algo positivo para ela, acontece algo trágico e ela já cai na na tragédia, na dor, no Peso. Então assim, eh essa pessoa ela se ela é viciada de martirização. Então mesmo quando tudo tá bem, ela vai arrumar alguma coisa trágica. para ela se martirizar de novo. Mas não é um probleminha de implicar com outro e achar que o outro tá errado. Entendam isso, gente. É um carro que roda 10 vezes na estrada.
É uma cirurgia de redução de peso que ela descobre que tem um câncer, é um roubo financeiro mirabolante, é Tudo assim trágico. A outra paciente descobriu que tava com câncer no intestino, tirou 30 cm no intestino, se não foi suficiente, descobriu o câncer no fígado, entendeu? É, é, é tudo assim. pesado, é tudo difícil, é tudo com muita tragédia. E aí isso faz com que ela vá remoendo tudo isso. Ela é viciada em se martirizar Na culpa e na vergonha. E a comida alimenta tudo isso. Ela come as emoções, ela se sente culpada e aí
ela fica mais nervosa ainda e ela come mais ainda porque ela tá remoendo porque ela comeu e ela se sente feia, ela tem vergonha dela mesma e ela fica remoendo isso e o fato dela remoer isso, ela vai comer mais e vai se sentir mais culpada e mais com Vergonha e ela fica nisso. E a vida dela é uma tragédia. E ela dá um jeito de arrumar tragédias para ela se martirizar cada vez mais e ela fica lá com o chicotinho se martirizando todo o tempo. Ou seja, pessoas assim ficam com a gente no consultório
2, 3, 4 anos, tá? Não é viciada em tragédia. Ada em se martirizar tem diferença. E não é uma vitimização, É uma martirização. Se o pai fala alguma coisa para ela, ela se sente culpada porque ela devia ter feito diferente. Ela fica martirizando aquilo e ela fica remoendo aquilo e e ela se sente com o padre, ela sente que ela devia fazer algo pelo pai e ela martiriza e aquilo fica, ela fica, ela não consegue dormir, ela consegue comer, começa a comer por uma coisa pequena que o pai falou. E nisso ela vai entrando numa
frequência E vai acontecendo trajetos na vida dela, porque é essa frequência que ela entra, tá? acaba sempre atraindo tragédias. E se ela não trai, não atrai tragédias, ela dá um jeito de criar algo mirambulante que se torna uma tragédia para ela sofrer com aquilo que ela mesma criou, se sentir culpada. E aí depois que ela criou tudo isso e deu tudo errado e ela se sentiu culpada, ela vai criar algo novo Para viver outra tragédia e se sentir culpada. Ela nunca vai responsabilizar o outro que nem quem tem a ferida da injustiça. Ela vai sempre
se culpabilizar e ter vergonha daquilo que ela fez de uma forma assim muito dolorida, sabe? Ela vai viver sempre no loop de criar motivos para se martirizar. Então, como a pessoa tem duas feridas, a gente precisa entender o funcionamento Das pessoas, da pessoa com o casamento ali dessas duas feridas, tá claro? Alguma dúvida? Ah, como que é formada a ferida da humilhação? É, é, é literalmente humilhação. Quando a criança pequena, o cuidador dela a humilhava ou fazia ela sentir vergonha do cuidador. Eu já tive uma paciente que a ferida da humilhação se formou Porque ela
tinha muita vergonha da mãe. sempre tem uma conotação social, tá? A criança é humilhada perante outros. A criança é humilhada perante o pai pela mãe. A criança é humilhada porque a mãe é uma vergonha naquela escola que ela estuda. A criança se sente humilhada porque os primos, os parentes tinham muito dinheiro e a humilhavam. E a cuidadora dela reforçava isso. Geralmente essa pessoa, ela vai ter um orgulho muito grande, vai ser orgulhosa. Sabe aquela pessoa orgulhosa que não dá o braço a torcer, que parece que fica orgulhosa, que o outro faz algo e ela fica
ali orgulhosa. Tem muito orgulho envolvido, tá? Eh, porque ela não pode se sentir humilhada, só que ela tá a todo momento Se humilhando, fracassando para se sentir humilhada. Então ela vai ter um orgulho ferido, ela vai precisar provar que ela não é aquela humilhação e aquela e ela não é aquela aberração. Ela vai ter uma necessidade muito grande de provar que ela não é aquilo que falaram que ela que era ela que ela era. Só que ela não consegue se provar e aí ela engorda mais. Então ela entra num ciclo de muita Autossabotagem com ela
mesma. muita autossabotagem, muito. Sempre que ela tá ali para ser feliz, ela se sabota. Como sair dessa ferida? Precisa acessar os momentos em que se sentiu humilhada na infância. Geralmente era uma mãe que te humilhava diante de familiares, mas não é pouca humilhação, tá gente? Hum. Às vezes uma mãe criticando um filho Perante uma uma avó, perante um pai, vai cair mais na ferida da rejeição, entendeu? É humilhação mesmo. Essa minha paciente, nossa, como que o pai falava dela? Tipo, falava: "Essa menina é um demônio em forma de gente". e falava isso quando tiver num
ambiente social com outras pessoas, com todos os familiares, ela começou a engordar e essa e essa mãe eh humilhava ela na frente dos outros, Tá? não deixava ela sair com eles em eventos sociais, porque ela iria humilhar eles, porque ela estava um pouco acima do peso e aí ela engordando mais. São coisas pesadas, tá? Que a pessoa que viveu a ferida da humilhação viveu na infância. Não são coisas leves. Tem uma mãe narcisista, tem um pai muito narcisista na infância, não esse narcisista que eu falei aqui da Traição, porque esse narcisista da traição são traços
narcisistas, é um ego, tá? É o narcisismo patológico. Eu vou explicar essa diferença para vocês, que o narcisista patológico, ele tem prazer em humilhar, prazer em destruir o outro. E essa criança, ela vai se tornar a a aberração do sistema. geralmente foi abusada sexualmente, muitas vezes pelo próprio pai, que devia ser o cuidador dela, E a humilhou abusando dela sexualmente com coisas que ele dizia enquanto abusava dela sexualmente. Pesado, tá pesado. Não é um trauminha da mãe te criticar e da mãe não te enxergar e de você se sentir invisível. É outro nível de traumas,
é outro nível de dores, é outro nível de abandono, é outro nível de rejeição. É uma dor muito grande que a pessoa Carrega, muito grande. E ela, quando ela tá ali no momento que ela vai ser feliz, ela tá tão presa nessa dor que ela dá um jeito de voltar a viver aquela dor. É como se ela tivesse presa lá na criança, se sentindo culpada por ser uma aberração, se sentindo uma vergonha por ser uma aberração. E por mais que ela tente fazer de tudo para ser disso, ela vai criando coisas Na vida dela que
de repente ela fracassa e ela se sente culpada por ser uma aberração. Ela se sente uma vergonha por ser uma aberração. E cada doce que ela come alimenta isso que ela vem. Cada compra que ela faz em excesso alimenta isso que ela vive. Tá bom. Gabriela, isso pode gerar a ferida da humilhação, mas precisa ver se você carrega junto Essas características que eu disse aqui, tá? Porque isso pode sim, se você se sentia muita vergonha de quem a cuidava devido à condição social e assim você se sentia menos e humilhada diante dos outros, isso pode
ter gerado a ferida da humilhação. Sim. Tá. Como curar a ferida da injustiça? Acessando os momentos de injustiça no infância. Como curar a ferida da rejeição? Acessando os momentos de rejeição na infância. Com quem? Com a figura parental do mesmo sexo. Vai, pessoa que carrega a ferida da injustiça, vai ter que trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar a mãe. A figura do mesmo sexo, a mãe paraa mulher, o pai pro homem, pro homem, tá? até ir diminuindo esse sentimento de injustiça e aliviando essas dores que ela carrega em relação à mãe. A pessoa que carrega a
ferida da manono Vai ter que trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar. Elas a falta do pai, a pessoa da com a ferida da traição vai ter que trabalhar também os momentos de traição. E a pessoa que carrega a ferida da humilhação vai ter que trabalhar as humilhações na infância. Então isso daí é bem simples, tá? Bem humilhação, humilhação, injustiça, injustiça, rejeição, rejeição, traição, traição, eh, abandono, abandono. Como se autocur, como se autocurar com renascimento. Percebe isso em você e usa o renascimento para se autocurar. A gente precisa perceber os nossos defeitos sem medo. Isso é a terapia,
isso é se autoconhecer. Esses dias eu eu li uma frase que dizia o seguinte, acho que eu já disse para vocês, grandes pessoas sabem os defeitos Que t em cima desses defeitos. Eu sei que muitas vezes eu sou pesada, que eu implico com coisas desnecessárias, que eu sou controladora, que eu sou dominadora, que às vezes eu sou manipuladora. Eu sei que eu sou tudo isso. Que que eu faço com tudo isso? Eu trabalho os traumas para ir dizendo pro meu cérebro que eu não preciso ser assim, Que eu posso ser mais leve, que eu posso
mais relevar, que eu não preciso ser perfeccionista, que eu não preciso controlar, que tá tudo bem, tá tudo certo, deixa o outro ser o outro. Perdoar o pai, perdoar a mãe, tá? Então, esse livro vai ajudar muito vocês. Eu só não gosto do início dela, que ela traz um lado um pouco espiritual e a minha visão é mais Biológica, mais sobre a herança genética, tá? Ela traz uma visão um pouco, já vou abrir aqui para vocês, tá? Que eu não gosto dessa língua. Ela traz uma visão sobre reencarnações, que a gente traz isso de reencarnações.
E a minha visão e a visão da ciência e do que eu trabalho e do que eu acredito, se existiu encarnação ou se não existiu, é uma questão espiritual. A questão é que a gente traz uma história passada e Essa história passada se cura não olhando para reencarnações ou coisas desse tipo, mas olhando para os nossos antepassados, tá? Então gente, se vocês forem ler esse livro, eu vou pedir para vocês desconsiderarem essa parte que são as crenças dela, mas que o resto que ela traz aqui, tá? é uma visão muito, muito profunda de como o
ser humano funciona. Tá bom? Isso também me incomodou, Carla. Mas eh o profissional que traz algo pra gente, a gente não tem que aceitar tudo que ele traz, né? A gente tem que pegar aquilo que é bacana, tá? Então, muitos profissionais hoje, muitos profissionais, psicólogos, psiquiatras, eh, neurocientistas a adotar a visão dela, acadêmica, das cinco feridas emocionais. Adotem isso e só desconsiderem essa parte, tá gente? Vou só pedir isso para vocês, para isso não gerar nenhum conflito e a gente fica mais com a visão biológica da neuropsicogenealogia. que tem mais fundamento científico, que é a
visão de DNA, de herança genética, tá? E que quando a gente trabalha isso, já fiz estudos sobre regressão, sobre vidas passadas, porque eu pesquiso tudo, né? Eu quero entender tudo. Não conheço uma pessoa que tenha se Curado por fazer apometria de vidas passadas. Não conheço, não acredito nisso, não vejo resultado nisso, não acho que isso é efetivo, mas eu curo diariamente pessoas quando eu trabalho os antepassados, tá? Então, ela explicou a origem das feridas emocionais pelas crenças dela como se fosse de reencarnações. Não é a nossa visão, não é a visão da neuropsicogenealogia e da
ciência comprovada pela psicogenealogia de que existe um DNA e pela epigenética, né, um DNA com código de linguagem escrito e que esse DNA carrega as informações, as memórias, as emoções e as dores dos nossos antepassados. se a gente teve outra vida ou não, isso daí não importa pra gente, porque nós Não somos espirituais, nós somos clínicos. OK? Tá bom? Então, só vou trazer essa visão aí que vem do trabalho dela para pra gente não para vocês não ficarem um pouco incomodados. Isso. Eu me incomodei também, mas a gente usa aquilo que é positivo. Inclusive, eu
demorei muito para introduzir o trabalho dela na minha visão, justamente por esse ponto. Eu Tive uma resistência e eu deixei de lado. E depois eu vi outros profissionais bons no mercado que eu conheço, colegas de trabalho falando disso. E aí eu resolvi dar uma chance para isso. Eu sonhei na realidade uma vez que eu precisava estudar isso, que eu precisava. Eu vi outras pessoas, então foi parece que, né, aquilo foi me mostrando que eu precisava ultrapassar essa resistência e estudar isso. Tá bom? Vamos fazer um atendimento. Tem tempo ainda, gente? Vamos lá. Adriana, eh, Adriana,
vai ficar gravado, tá? As todos os alunos vão ter acesso durante 2 anos. Então, a partir do momento que você aceita, você vai estar permitindo que essa gravação esteja lá na plataforma e que As pessoas acessem e você já vai estar me dando aqui os seus direitos autorais. Aí depois não tem como a gente tirar porque senão não vai ser justo com a ferida da injustiça. Vira, gente? Vamos lá, Adriana. Gente, é tão forte que às vezes eu preciso me policiar, que às vezes eu atendo um paciente que está em um relacionamento narcisista e eu
começo a tomar as dores da pessoa e eu falo Assim: "Não tá justo o que ele tá fazendo com ela." Você percebe que não tá justo o que ele tá fazendo? Aí eu preciso me policiar no não jogar, né? No projetar eu, minhas feridas, no paciente, tá? se observar. Adriana, desculpa de novo. >> Tudo bem? >> Tudo bem. Muito feliz. >> Então, a gente vai fazer o seu mapeamento quebrar, tá? >> Certo. >> E eu quero que você comece, gente, sempre comecem com a questão, eh, que você me traga a questão que precisa ser trabalhada,
que não está legal na sua vida, tá? Traga só uma questão pra gente trabalhar pontualmente essa questão para que eh seja fácil para os outros entenderem, tá? Não traz duas, três coisas, ah, no meu trabalho, Não, uma situação pontual pra gente trabalhar em cima disso, tá? Pode lá, >> financeira. >> Ótimo. Vai ajudar todos. me fala queendo, o que você está vivendo, como estão as coisas, como está o seu financeiro. >> Exatamente. Eu, assim, eu até coloquei no chat que eu tive bornout, né? Eu desenvolvi artrite reumató há uns 10 Anos atrás. Eu era contadora,
com profissão contadora. Adri, eh, eu prefiro que você comece >> pelo momento presente. >> Ah, certo. >> Hoje aí depois você eh me conta um pouco o histórico, >> tá bom? >> Gente, uma coisa muito importante que a gente precisa entender >> no atendimento terapêutico é que quem guia a sessão somos nós, Tá? Então, a gente vai precisar direcionar a pessoa para aquilo, senão a pessoa vai falando e ela vai guiando a sessão. Quando a gente atende pessoas ansiosas, pessoas com muita energia masculina, mulheres, é muito difícil eh comandar a sessão, né, trazer a sessão
pra gente. Eh, mas somos nós que comandamos, que direcionamos a sessão, senão a sessão dura duas, 3 horas, tá bom? E a gente não consegue ser pontual naquilo que a gente precisa, tá? Então a gente tem que começar pela questão do momento presente, depois ir para o histórico pra gente entender mais a fundo disso, qual foi o maior drama que ela viveu e aí ir pra história de vida e como ela pra infância. Então, se ela começar a falar da começar a falar da mãe quando ela tá começando a falar da Questão, a gente já
precisa cortar ela e trazer ela pro momento presente para seguir esse roteiro, tá? Conforme ela vai falando da questão do histórico da infância, a gente já vai pegando sinais da ferida emocional que ela carrega, tá bom? >> Certinho. >> Então, eh, me conta hoje que que está acontecendo hoje, como está o seu financeiro hoje? >> Eu sinto travada, né? Está bem. da dependência da do marido. >> Dependência será do marido, >> tá? Eh, você está sem fonte de rendas. Isso. >> E aí você se inscreveu na formação para buscar a sua profissão. >> Isso. >>
Ela já me trouxe o problema. Ela tá travada e ela depende do marido Financeiramente. Como que você se sente? Já come quando eu faço essa pergunta, gente, a resposta dela já vai começar a me nortear para a ferida emocional que ela carrega, tá? Como você se sente por depender financeiramente do seu marido? >> Eu me sinto diminuída. >> Diminuída. Uma pessoa que tem a ferida da abandono, ela não se sente mal de se sentir Dependente financeira, tá? Mas ela se sente como diminuída. >> Então a gente cai mais pro lado da ferida da rejeição. Tá
claro, gente? Que mais? que como mais você se sente >> inferior. >> Adri, posso chamar de Adri? >> Pode sim. >> Já vou entendendo mais esse funcionamento. Ele te diminui, ele te inferioriza, ele usa a situação de uma forma um pouco abusiva ou é você que se sente assim? >> Não, >> ele me poda, né? digamos assim, de compras, sempre falando, não compra, não que eu viva inclusive comprando muito, né, mas eh evita gastar mais um pouco, deixa passar mais um tempo para você comprar isso. Então, sempre assim, quando existe uma compra que seja pro
Meu pessoal, sempre existe uma um corte, tá? Ele compra para ele ou ele é assim com tudo? >> Não, ele compra para ele. Não que ele, tipo assim, ele não é aquela pessoa exagerada, né, de sair, digamos, que gosta de gastar. Isso não. Você sente que tá pesado para ele sustentar financeiramente o casal ou não? >> Eu não vejo não. Hoje eu não vejo mais Assim. Não >> sobra, >> lógico. >> Hã? sobra dinheiro para ele mensalmente >> sobra. >> Sobra pim não digamos porque nós temos um filho na faculdade, né? Tenho outra filha, então
dizer, digamos assim, aquela sobra, mas também >> não tem, digamos, aquela preocupação de chegar no final do mês e não ter como Pagar, né? >> Uhum. Eh, tem mais situações que acontecem que você se sente diminuída por ele nessa questão financeira. Sim, quando sempre eu tenho um cartão, que é meu nome, né, cartão de crédito. Então, quando ele não está, eu sempre pago despesas, vou abastecer, eh, fazer compras de mercado, coisas do tipo. E quando tudo que eu compro, mesmo que seja em Relação casa despesas necessárias, aí quando ele acha que foi muito, ele quer
que eu passe tudo que foi tá parcelado, porque que veio muito, né? Sempre aquela reclamação. Hoje eu já me imponho mais. Então ele >> ele reclama de que forma? >> Nossa, como a fatura veio alto, né? sempre assim colocando que a fal aquele jeito de digamos intimidar de uma forma sutil, tá? Você sente uma comunicação passiva Ou agressiva nele? >> Sim. >> De ficar ali meio jogando umas indiretas. >> Sim, sim. É narcisista. >> Mas você sente isso? >> Sim. ou é só como uma comunicação passiva agressiva? >> Não, eu sinto. >> De que forma
você sente isso? Assim, é aquela questão assim, quando a é para ele, eh, nunca existe assim, Ah, não vou comprar agora porque não tenho condições. Quando, digamos, né, é voltado para mim ou pros filhos, sempre tem que segurar mais um pouquinho. Então, é uma forma, digamos, sutil, mas que eu já consigo compreender, né, gente? Tá parecendo muito qual ferida isso que ela está falando? O que que ela está dizendo que ela vive? Ela se sente abandonada? Não. Esse marido sustenta ela. Ela se sente traída, não. Ela se sente rejeitada? Não, ele não tá rejeitando ela.
Ela se sente como todo mundo acertou, injustiçada financeiramente. E aí, pela minha experiência, quem carrega a ferida da injustiça, vou contar um segredo aqui para vocês, paraa Adriana não escutar. Quem carrega a ferida da injustiça vê narcisismo onde não tem, porque sempre está se sentindo justo, Sabe? Sempre que vem uma injustiça, ela aumenta essa sensação, tá? Talvez o marido dela não seja um narcisista. Talvez só seja uma pessoa muito eh organizada, muito, sabe, calculista, muito controlador, muito dominador. Talvez ele tenha uma ferida da traição, >> tem, >> mas não um narcisista, entendeu? O fato de
existir um controle em relação ao financeiro não prova que ele é um narcisismo, porque o narcisismo iria te humilhar, iria fazer você ter relação sexual com ele e somente assim ele iria te dar dinheiro. Entendeu, Adri? Mas em outras questões também, Roberta, Que assim não é só nesse sentido, assim, tem existe outras questões, isso é um lado financeiro, né? Hoje em dia melhorou muito. Antes até com o meu próprio dinheiro, ele controlava o que eu não podia gastar. Eu não podia comprar. Se eu quisesse dois p sapato, eu não podia comprar. Ele controlava o meu.
>> Ele pode ser apenas controlador, ele pode ser apenas machista, ele pode ser apenas dominador e não narcisista. Você Tá entendendo a diferença de um marido narcisista? >> Uhum. >> Ele vai tirar o dinheiro de você. Só vai dar se você tiver relação sexual com ele. E ele vai te humilhar o tempo inteiro para todo mundo e vai chegar em casa e vai forçar a você ter relação sexual com ele. E se você não tiver, ele vai te colocar de castigo sem comer. É diferente o narcisista. Entendeu? Entendi. >> É um abuso psicológico mesmo. Pelo
que você disse aqui, eu não sinto isso do seu marido. Eu sinto que seu marido é um homem controlador, é um homem racional, é um homem que traz uma bagagem aí um pouco machista, mas não um homem narcisista. e que talvez você tenha uma ferida da injustiça, que isso tudo piora dentro de você, Porque a pessoa que tem, uma coisa que eu sempre falei na minha vida é que eu nunca iria depender financeiramente de homem nenhum e depender financeiramente de um homem vai ativar a nossa ferida da injustiça, tá? Entendi. >> A gente vai viver
feridas em injustiças financeiras. Eu já vivi muitas injustiças financeiras, porque sofrer injustiças financeiras Alimenta a minha ferida da injustiça. Lembra que eu falei aqui que eh que a pessoa que carrega a frida da humilhação, ela vai recriar tragédias na vida dela para ela se martirizar. Lembra? Quem carrega a ferida da injustiça vai recriar injustiças na vida dela Para ela alimentar o vício da injustiça, entendeu? Então, talvez o fato de você não conseguir trabalhar é porque você está usando seu marido para alimentar a sua ferida da injustiça, a sua neurose. Entendeu, Adri? É, >> quando a
gente entende isso, a gente já sai da ferida da injustiça e a gente começa a pensar diferente. Assim, não, eu não preciso depender dele financeiramente para eu ficar presa nesse sentimento de injustiça. Tá claro para vocês como a ferida da injustiça funciona? Eu não preciso que o meu marido minta para mim, que o meu marido me traia, que o meu marido seja injusto comigo, que o meu marido me abuse financeiramente, que o meu marido me controle financeiramente para eu sentir, me sentir injustiçada e Assim retroalimentar a minha ferida. Tá claro? Talvez ela está esteja se
sentindo judiçada até pelo que eu estou falando com ela, porque quem carrega as feridas da injustiça se sente injustiçada a todo momento, tá? Mas eu fui perguntando para ela se alguns pontos já para sentir se existia Humilhação em relação a isso. Não sentia humilhação da parte dele, né? Não sentia que ele diretamente faz ela se sentir menos importante. Só existe um controle aí nele que ela se sente injustiçada. Tá, gente? Vocês sentiram isso também? Talvez tenha uma ferida de abandono, porque ela não tem forças para se posicionar em relação a ele e falar: "Eu vou
gastar mesmo o que eu quero, porque eu sou uma mulher linda e maravilhosa E eu preciso do seu cartão de crédito". E ao invés de ela ser uma pessoa assim, ela vai se abandonando e vai caindo na ferida da injustiça e fala: "Ele não me tá o que eu preciso, eu me sinto injustiçada e abandonada e não tenho forças para sair desse lugar." Entendeu, Adri? >> Ah, entendi. >> Aí vou analisar mais, >> mas tem uma certa sensação que tem uma ferida do abandono aí também. >> Sim, sim. >> Tá. >> Sim. >> Que fortalece
a sua ferida da injustiça. >> Uhum. Tá. Tá. Eh, a gente tem que entender que muitas vezes aquilo que a gente atrai, a gente está atraindo para retroalimentar a nossa neurose. Se eu atraio parceiros indisponíveis, eu vou atrair parceiros que me abandonam Para alimentar o meu vício emocional de abandono. Se eu tenho a ferida da rejeição, eu vou atrair situações em que eu sou excluída para alimentar o meu sentimento de exclusão. Tá bom? Certinho. >> Se eu tenho ferida da traição, eu vou atrair situações de que eu não esperava isso de você para aumentar a
minha ferida da traição E alimentar isso, tá? Se eu me sinto, se eu tenho ferida da injustiça, eu vou atrair injustiças financeiras. Eu tenho um ganho com isso, gente. A gente tem um ganho com os nossos problemas. Qual o ganho que a gente tem com os nossos problemas? O vício emocional. E talvez para ela estar presa na dependência financeira e se sentir Abandonada, ela utiliza essa situação para alimentar o vício emocional da um. Se ela vira disso e fala assim: "Olha, ele não tá me abandonando, não tem justiça nenhuma, mas tá tudo bem, é o
jeito dele. E é para esse lugar que a gente precisa levar a pessoa. Aqui é fácil falar isso para abrir, porque aqui vocês estão tendo consciência disso e estão olhando pro Pior de si mesmo. E é assim que a gente precisa fazer como terapeutas, ter essa consciência e levar o paciente a isso. O paciente precisa entender que o problema da vida dele não é o outro, é o vício emocional que ele carrega e que ele usa o outro para alimentar o vício dele. Ele usa os problemas e as situações externas para alimentar o vício dele.
Gente, estou vivendo uma injustiça Financeira na justiça. O que que alimenta essa injustiça financeira na justiça de trabalho? a minha ferida da injustiça. Eu utilizo essa situação para alimentar a minha ferida da injustiça. Vai sair essa pessoa e vai entrar outra que vai alimentar a minha ferida da justiça. Enquanto eu não tenho esse entendimento e não cura, eu vou ficar atraindo situações injustas e faz com que eu me boicote Financeiramente e não consiga ir pra vida e encontrar o meu valor comigo mesma, sem ter essa questão aí de injustiça. A gente fica preso nisso. A
vida para nisso, tá >> certinho. >> Entendeu, Adri? >> Sim, entendi. Sim. >> É para esse lugar que a gente precisa levar o paciente no processo Terapêutico. E gente, eu vou dizer para vocês, não é fácil levar o paciente para esse lugar. Eu não vou dizer isso pra pessoa de imediato, tá? Eu vou dizer pra pessoa: "Nossa, imagina, é difícil a situação, é dolorida, é complicado aqui. Eu tô trazendo a consciência para vocês. Eu tô usando você para mostrar como funciona a ferida para que os outros tenham entendimento, Tá? >> Tá, entendi. >> Então, eu
tô sendo muito direta e devolvendo para você como a sua ferida emocional se comporta. >> Sim. com o atendimento com o paciente, eh, o paciente não tem consciência disso. O paciente ele está muito preso nisso. Você não vai poder falar para uma pessoa que tem a ferida da traição, que ela é controladora e manipuladora, Ela vai desligar o negócio e se duvidar ela vai dar na sua cara. Você não pode dizer para uma pessoa que tem a ferida da injustiça que ela está usando a dependência financeira para se sentir injustiçada e o problema não está
no marido. A gente tem que cuidado para falar isso, né? Eh, a mesma coisa, a ferida da humilhação. A gente não vai poder falar pra pessoa que ela está usando da Gordura dela para se sentir uma aberração, né? A pessoa já tá sentindo isso. A gente vai ter que tomar cuidado para dizer essas coisas paraa pessoa, tá bom, gente? Ou seja, a forma como eu estou sendo com ela direta, só estou sendo porque nós estamos usando a ferida emocional. E eu tô trazendo essa, tô sendo direta para mostrar para vocês A visão do terapeuta em
relação ao ferido emocional. Eu tô pegando as que ela está me trazendo >> e já estou mostrando para vocês como eu analiso a ferida emocional de um paciente quando ele chega para mim, tá? Mas isso tudo eu analiso e eu não falo pro paciente. Eu só vou fazendo perguntas para identificar como essas feridas estão se comportando. Se esse marido humilhasse ela, se esse Marido usasse eh do dinheiro para jogar na cara dela, para humilhar ela, para destruir ela diante de outras pessoas, eu irei entender que ela tem uma ferida da humilhação, não é? Eu fiz
essa pergunta para ela, ele te humilha diretamente? Não é indiretamente, então não é uma ferida da humilhação. Eu fui descartando as feridas, tá? Eh, ele cumpre. Eu fui perguntando como Que é o orçamento do mês, tal, não sei o quê, tal, tem o valor ali. Ele cumpre. Então, ele não está atraindo ela. Ele cumpre com aquilo que um homem promete. Ele não está rejeitando ela. Ele é o marido, tá aí do lado presente, mas ele está fazendo ela se sentir injustiçada. Porque ele gasta no que ele precisa e com ela ele não deixa ela gastar
e aí ela se sente injustiçada. Entenderam a situação? >> Sim. >> A Jéssica perguntou: "Rô, você denuncia casos de abusos que são ditos no seu consultório?" Não, não é nosso papel. Nós não somos advogados, nós somos terapeutas, tá? E nós precisamos entender que uma pessoa que chega no nosso consultório, que convive com o narcisista, está usando o anarcisista para alimentar a ferida que essa pessoa Carrega. Então, entendem isso, gente? O problema não está no narcisista, está na ferida emocional que essa pessoa carrega e que esse narcisista alimenta a ferida emocional que ela carrega. Eu tive
um caso de uma paciente que tinha um marido narcisista e ela tinha muita ferida da rejeição. Esse parceiro narcisista era aquele narcisista egocêntrico de imagem, né, de beleza. E ele sempre se validava com a beleza dele, se validava olhando pr as outras mulheres, falava que ia trocar ela por outras mulheres e ela caía onde? Na ferita da rejeição, ela se sentia feia, ela se sentia uma mulher linda, Linda, linda, linda, linda. Ela se sentia feia, ela se sentia um erro, ela não conseguia se olhar no espelho, ela se sentia menos que ele, ela falava: "Ele
é lindo e eu sou feia". Vocês estão entendendo, gente, que esse narcisista alimentava a ferida da rejeição dela? Quando nós curamos a ferida da rejeição dela, ela terminou com esse narcisista? Tá claro? Tá. >> Agora, Roberta, >> é sobre o que o outro faz com a gente. É sobre como a gente usa o outro. para alimentar as nossas feridas inconscientemente e a gente vai se paralisando naquele conflito e o conflito vai aumentando a cada dia, tá? Vamos voltar aqui. Quer falar mais alguma coisa? Não, porque assim, em relação mulheres Acontece mais ou menos isso. Ele
acaba se validando. Eu vejo, digamos, existindo olhares quando existe uma troca em algumas situações, >> tá? Mas aqui a gente vai trabalhar o financeiro. >> Sim. Sim. Não entendi. >> Entenderá a situação financeira? >> Aham. Tá. >> Essa questão >> tranquila >> já seria um outro pra gente trabalhar Numa outra consulta, tá? a gente é pontuais, a gente precisa pontual. >> Eh, então vamos lá. Agora eu queria saber sobre o seu histórico profissional. >> Hum. >> Como foi há quanto tempo você está dependendo financeiramente dele? >> 11 anos. >> Tá. Quantos anos você tem? >>
Eu tenho 54. >> Qual o seu signo? Gêmeos, 8 de junho. Qual sua profissão? >> Contadora. >> Gente, pessoas que são contadoras, segundo a psicogenealogia, sofrer na ancestralidade, tem injustiças financeiras, né? >> E se tornam contadoras para resolver injustiças financeiras. Acredito. >> Então, já tem questões aí ancestrais que trazem justiças financeiras para ser Trabalhada também. >> Eh, então, que número de filha você é? Primeira, segunda, terceira? >> Segunda. >> O primeiro é homem ou mulher? >> Mulher. >> Teve abortos? que eu saiba não, que eu tenho um casal de de irmãos por parte de pai
não conta. Você fala só pai e mãe, né? >> É. Teve irmãos depois? >> Não, eu tenho uma mais nova. Sim, eu sou a do meio. >> Tá. E por parte de pai teve antes ou depois? >> Tenho antes. >> Quantos? >> Dois. Tá? Então, por parte do pai, você seria a quarta filha. >> Isso. Isso. A quarta filha. >> E por mãe a segunda filha. a segunda filha >> tá >> do meio. >> Eh, >> então me diz um pouquinho sua história. 11 anos você depende dele financeiramente. O que que aconteceu na sua carreira
>> como contadora >> que você eh aba carreira? Fechou? >> Fei BC. >> O que aconteceu? porque eu tive burnout, depressão, eh, e ainda desenvolvi na época artrite reumatoide. Então, tá, >> cheguei ao ponto de colapso mesmo, né? Então, preferi eh deixar a minha profissão para tentar recuperar minha saúde. Eu me sentia muito sugada, muito de tudo, né? Era casa, era profissão no na época era, eu tinha meu filho, né? É, Meu filho tinha 6 anos e logo que eu saí que eu fiquei grávida, né, da minha segunda filha, >> tá? Eh, no seu trabalho,
o que que acontecia que você caía em Burnald? >> Eh, no meu trabalho, assim, eu trabalhava com mais de dois colegas, né? tinha uma sociedade >> e eu vivia assim, eu era uma época que eu vivia muito preocupada, as pessoas assim, eh, cada um tinha o seu setor, Cada um tinha, né, eh a sua responsabilidade, mas quando ligava não conseguia falar com aí soltava, digamos, os cachorros tudo em cima de mim, aquilo me incomodava muito, né? Então eu não sabia dizer, não é problema meu, o problema é dele, porque o meu lado eu estava cumprindo
e aquilo foi me desgastando, profissionalmente, me desgastando. E aí já tinha também, né? Eh, era casa, como eu disse, era filho. Então eu preferia. >> Você assumes, você acabava resolvendo problemas de erros dos outros? >> Isso. >> E você acabava se sentindo sobrecarregada por estar >> sobrecarregada? Isso. >> E muitas, gente, olha só como funciona a ferida da injustiça. Erros dos outros em que ela precisa resolver e que ela se sente sobrecarregada e Injustiçada. >> Injustiçada. Injustçada, >> né? >> Aquilo me matava. E aí ela vai fazendo tudo perfeito. >> Exatamente. >> E aí ela
se cobra para sair tudo perfeito. >> Perfeito. >> Aí o outro não era feito. >> Exatamente. >> E aí ela extremamente perfeccionista com O outro para sair perfeito. >> E aí ela se sente injustiçada porque são sócios e o outro precisa fazer mas ele não faz. E eu preciso fazer sobrecarregado. Eu tenho filho, eu tenho não sei o quê, não sei que lá. Adri, percebe que isso já vem de antes? >> Sim. >> Percebe? Percebo. >> E aí ficou mais claro para mim a ferida do abandono. >> Sim. >> Que talvez tenha questão de você
ser segunda filha também, que a segunda filha tem a questão da energia feminina, mas ficou muito forte a questão do abandono, de você acabar se abandonando, resolvendo o problema dos outros, >> não pensando em você, não colocando limites, >> não tomando a frente, entende >> isso? Se é numa situação dessa e ela tem a ferida da traição, Tá? Vamos analisar comportamentos. Ela se sente injustiçada e ela tem a ferida do abandono. Que que ela vai fazer? Ela vai assumir essas situações, ela vai se abandonar, ela vai se sobrecarregar e ela vai ter muitas dificuldades de
falar tudo isso pro outro, certo? É isso. >> Certo. Isso mesmo. >> E aí ela vai abandonando ela mesma, >> assumindo problemas do outro, mas >> sabe, >> tá? Se ela tem a ferida da traição junto com a injustiça, que que ela vai fazer quando isso se repete duas, três vezes? Que que vocês acham? Que que ela faz se ela tem a ferida da traição junto com a injustiça? E isso se repete duas, três vezes. Não, ela não vai controlar porque a Situação já, a injustiça já está acontecendo. Ela já perdeu o controle, ela vai
explodir, ela vai quebrar o pau, ela vai xingar todo mundo, ela vai brigar com todo mundo, ela vai fazer um caos no escritório, ela vai explodir. A Carla acertou, ela vai ficar com raiva, vai brigar. Então, a ferida da a ferida da injustiça é a é a somatização da ferida da rejeição, Tá? Então, a pessoa que tem a ferida da injustiça, a segunda ferida vai ser ou a do abandono, ou a da traição, ou a da humilhação. Porque a ferida da rejeição já é, já vem junto com a ferida da injustiça. Assim como tem quem
tem a ferida da traição, não vai se trabalhar a ferida do abandono, porque já tá ali junto com a traição. vai precisar trabalhar o Abandono que sentiu e que foi traída. Vai precisar trabalhar isso junto. Quem tem a ferida da injustiça vai trabalhar, precisar trabalhar a injustiça e o sentimento de não se sentir importante, que foi isso que ela falou no início de não sentir valorizada. Ela se sente injustiçada e não valorizada pelo marido, né? Já vem junto, já vem na bagagem, tá? Quem tem a ferida da injustiça já vem ali as dores da ferida
da rejeição Junto. Então, quem tem a ferida da traição, vai ter a ferida ou da injustiça, ou da rejeição junto, ou da humilhação. Quem tem a ferida do abandono, vai ter a ferida da eh injustiça, da eh rejeição ou da humilhação junto. Entenderam, gente? Tá? Então aí fica mais claro que ela carrega essas duas feridas, a ferida da injustiça e a ferida do abandono, porque Ela não tem forças para contornar essa situação. Ela não tem forças nem para explodir, brigar e nem para manipular e controlar essa situação. percebe que ela é controlada pelo marido há
11 anos e ela táando e ela vai sentando e ela, né, tá ali. Tá, tá claro, gente? Tá claro, faz sentido para você? >> Tá não faz sim. Todo sentido. >> Então, o que que eu fiz? Analisei o histórico dela fazendo perguntas do que aconteciam. do que acontecia, né, lá no passado. Uhum. >> Para fortalecer ainda mais a minha análise sobre as feridas que ela carrega, tá? Tá muito nítido isso para mim. Eu não iria falar para ela nesse momento, mas eu já iria anotar aqui. >> Uhum. Às vezes não é nítido assim, principalmente quem
tem a ferida da humilhação. Não é nítido porque é tudo junto ao mesmo tempo, é abandono, é traição, é tudo junto ao mesmo tempo. Eh, não seria nítido para mim. E aí eu iria ir perguntando mais para para entender um pouquinho mais a fundo, tá? Nessas situações de injustiças financeiras, Qual foi o maior drama da sua vida? maior trama, >> a maior dor que você sentiu, a maior injustiça que você sentiu. >> Assim, hoje eu ir na rua e não poder, assim, eu vejo eh do meu primeiro filho como eu trabalhava, eu podia ir na
rua comprar o que eu queria, né, literalmente. Hoje com minha filha eu já não posso fazer isso. Então assim, às vezes ela quer uma coisa, dependo do meu esposo, ela quer fazer algo diferente e Eu tô sempre nessa dependência. Então hoje para mim assim é um drama. >> Você sente que isso começou muito mais com a chegada da sua filha? >> Sim. >> Se nasce uma filha mulher e a situação piora, isso é mais um sinal, tá gente? que eu como terapeuta já sinto que é uma herança genética do feminino. Porque quando nasce uma filha
mulher, a dor dela de abandono e de injustiça Piora inclusive com o que acontece com essa filha mulher, tá? >> Eu não poder dar o que eu gostaria de dar. Quando nasce a filha mulher, piora a sua situação. >> Isso. Isso. >> Porque no DNA dessas mulheres existe um conflito e a sua filha mulher quando nasce piora o seu o sistema familiar, aquilo fica mais eh evidente. >> Sim. >> Tá. Sempre que nasce uma criança, essa criança está mostrando a dor do sistema. Tá claro, gente? Tá? Ah, minha filha é temperamental. Eu tenho que ver
o quanto esse temperamental está em mim e o quanto eu trago de mulheres temperamentais da minha ancestralidade, tá? Ah, o problema tá no meu filho. Eu preciso analisar a linhagem paterna. O que que essa linhagem paterna traz pro Meu filho tá vivendo aquela situação? Meu filho nasceu, tudo piorou. O que que existe dessa linhagem? paterna, que quando meu filho nasce tudo piora. Tá, tá bom, >> tá bom. >> Ã, então o maior drama da sua vida começou quando a sua filha nasceu. É, >> porque aí você entrou numa dependência financeira enorme. >> Isso. Enorme. >>
E aí você se sentiu ainda mais injustiçal? >> Sim. Agora eu quero saber um pouco da sua história de vida, tá? >> Você é a segunda filha >> eh eh de um segundo casamento do seu pai, né? Eh, a sua gestação foi planejada? >> Não. >> Veio quanto tempo sua irmã? >> É, quando minha irmã tinha se meses, minha mãe engravidou de mim. >> Tá bem. Se ela tem a ferida da injustiça, ela tem problemas com a figura materna. >> Se ela tem problemas de abandono, se ela tem a ferida do abandono, ela tem problemas
com a figura paterna. Conforme eu vou perguntando aqui que eu já comecei a intuir as feridas que ela carrega, eu vou cutucando as perguntas Sem ela perceber para entender como essas feridas se formaram. Entenderam, gente? É como se eu fosse conduzindo a sessão em cima de como essas feridas foram se formando para tirar ela do problema que ela mesmo está se retroalimentando, tá? E aí eu fui buscar, Roberta, inclusive, né, eh, como foi a minha gestação, >> tá? Eu acabei descobrindo com a tia que Meu pai na época bebia, né? >> Eh, e esse essa
relação foi uma relação não consentida, né? Através da bebida, então forçada. Então, foi uma gestação que veio hoje seria de um abuso, né? Tá? Então você é concebida através de uma relação forçada, porque o seu pai tava bêbado. O pai bêbado me diz que ele tem problemas relacionados ao quê? Líquidos. Líquidos está relacionado ao quê? a financeiro. >> Financeiro, >> tá? Então, já me tá me trazendo questões aí do inconsciente coletivo desse pai também com questões relacionadas a líquido, a financeiro, tá? Esse pai bêbado força essa mãe a ter relação sexual e ela e ela
é concebida em um abuso injustamente, né, forçada. Gente, talvez aí eh conforme eu vou falando isso, eu já vou meio acessando o inconsciente dela e talvez a situação do marido dela já do marido dela, gente, olha como é forte isso, do marido dela controlar ela financeiramente é o marido controlando a mãe bêbado. é o marido dominando a mãe com líquidos, com álcool, com a bebida, Ela sendo dominada com o líquido. Então tem uma informação no inconsciente dela relacionado a líquido, dinheiro, tá? de que líquido e dinheiro traz injustiças, traz abusos, traz desrespeitos. Então, ela tinha
sócios em que ela era desrespeitada, em que existiam abusos, em que existiam injustiças. Ela tem um Marido em que ela se sente desrespeitada, em que ela sente abusos, em que ela sente injustiças relacionada a líquido. E a primeira informação que nós temos de líquido é um pai bêbado forçando essa mãe a ter relação sexual e assim ela é concebida. Então, a vida dela vem de um abuso devido a um pai alcólatra, devido a um pai com conflitos de líquidos, Tá gente? Já aqui, só aqui eu já entendi que o problema financeiro dela que ela vive,
o problema de abandono, o problema de injustiça, já vem da concepção dela. Só disso que a gente falou aqui. Tá claro, gente? Tá. para mim tá muito tudo. >> E aí você fica presa nessas situações, tudo que você faz tem justiças financeiras, essa sensação de se sentir Justiçada, né? >> Você se sentir forçada, controlada, eh dominada. Bom, vamos lá. A programação. E aí na gestação da sua mãe? Hum. >> Como ela sente, como ela se sente quando ela descobre a gestação em relação a você. Eu vejo assim, porque minha mãe, ela Sempre falou assim que
minha irmã, que tinha se meses na época, ela dava muito trabalho porque ela chorava muito, ela comia demais, então era aquela criança que dava trabalho. Então é como se ela falava, ela sempre falou para mim assim que eu sempre fui boazinha, né? que eu era boazinha, que me botava no beço e eu ficava. Então eu fui, o que eu escutava dela é que eu fui boazinha. Inclusive assim, minha irmã mais velha, ela foi tirada de Fósseis, né? E minha mãe, ela ficou traumatizada no primeiro parto da minha filha. Essa boazinha a energia da segunda-feira, tá?
>> É, >> é menina da segunda-feira. Então assim, ela já veio de um de uma primeira gestação que ela ficou com traumatizada por conta de como foi o parto, né? >> Aí no meu parto ela disse que apesar de ter sido normal, mas ela tomou Anestesia. Então assim, ela não reclama do meu parto. Eh, mas a minha gestação, assim, eu creio que existia assim muitas brigas, muitas discussões. Minha mãe era submissa e meu pai tinha um temperamento muito forte e vinha ainda a bebida. Então assim, ela sempre chorava muito, né? Sempre chorava muito. >> Eh,
a gente precisa entender quando o paciente foge da nossa pergunta. >> Ah, >> tá. Isso é uma coisa muito importante para vocês fazerem um mapeamento biográfico. Legal. Sempre que você for perguntar um ponto eh X ali do problema e essa pessoa contar outras coisas e fugir. >> Ah, entendi. >> Isso está dizendo que ela está se o inconsciente dela está protegendo ela de Lidar com aquilo. E aí você precisa entender isso e trazer ela de novo uma pergunta, porque senão você vai se perder da sua linha de raciocínio, tá? Todo mundo tem os mecanismos de
proteção para cessar a dor. >> E durante o mapeamento biográfico ou as consultas de renascimento, quando a gente faz uma pergunta X, que a gente vai levar a pessoa paraa dor, essa pessoa ela vai tender a fugir. E se você não tá ligada nessa situação, você fala junto com a pessoa >> e aí você a pessoa começa a conduzir a consulta e não você estar conduzindo a consulta. Tá bom? >> Podia repetir, Roberta. Adri, eh, como que você acha, você imagina, você sente que a sua mãe recebeu a informação De que estava grávida de novo,
>> um peso. Entenderam, gente, do que ela fugiu? Entenderam? Do que? Olha tudo que ela falou. Ah, porque quando eu nasci era boazinha, como que eu perguntei? Ah, porque quando eu nasci era boaz e justifica o fato dela ser boazinha, porque ela se sentiu um peso, ela vai tentar ser boazinha para compensar o fato de ser um peso. E aí vai formando a ferida da rejeição, que vem junto com a Ferida da injustiça, tá? ela se sentiu um peso. Eh, bom, enfim, ela saiu da minha pergunta e foi para outras coisas fugindo daquilo e a
gente tem que voltar para isso, tá? Então, gestação, um peso, tá? No seu parto, a sua mãe não queria ter trabalho, não queria sofrer e fez cesária. Foi programado? >> Não, não, não. Normal, porém com anestesia. Ela falou na >> Ah, só anestesia. Foi normal, então >> é só anestesia normal. >> Tá. Ela te amamentou? Segundo ela amamentou três meses, mas eu tenho, não sei porque eu tenho minhas dúvidas assim se, mas é o que ela passou, né, que ela me falou. >> E aí depois a o a sua, o próximo filho, o terceiro filho
veio quanto tempo depois? >> Eu tinha 11 anos. De 10 para 11 anos, >> quando veio o terceiro. >> Isso. Outra menina, outra mulher. >> Tá. E na infância, eh, o que que você lembra relacionados a questões de injustiças, de você não receber o que você esperava com a sua irmã, com seus irmãos, com a sua mãe, com o seu pai? O que que Você lembra disso? >> Assim que fica muito forte na minha cabeça, meu pai sempre foi assim. Se era aniversário meu, ele dava presente para mim e no caso para minha irmã mais
velha, né? Minha irmã mais nova ainda não não havia nascido. Se era aniversário dela, ele dava presente para ela e para mim. Era sempre para as duas. Porém, se ela sempre gostava do meu e aí eu tinha que ou trocar ou dar o meu para ela e ficar sem, >> tá? Aí já vem. >> Era sempre. E uma vez também é uma coisa assim que ficou muito marcada. Eu tinha 6 anos, até lembro por conta da foto. Eh, como ele fazia tudo só para as duas, aí tiraram aquelas fotos de escola, né? Então era uma
foto grande, tinha mandado revelar e a dela, enfim, acho que na época queimou, né? Que era questão de filme. E como não tinha dela, ele não comprou para mim, não comprou a minha. >> E aí sentindo como, gente? abandonada, >> não nada >> abandonada, não amada, não vista, não elogiada, não querida por esse pai, né? É como se esse pai estivesse olhando mais paraa irmã do que para ela e ela vai não se sentindo amada por esse pai. Faz sentido, >> sim. E até minha mãe mesmo falava assim: "Tudo de seu pai é paraa sua".
E ainda eu escutava, né? Meu pai ele não Verbalizava, apenas fazia. E já minha mãe verbalizava. Ela fal assim: "Ah, tudo de seu pai é para sua irmã. Tudo de seu pai é para sua irmã. Se alguém traz um presente, o melhor é para ela." Então, sempre eu escutei, escutei a minha infância toda. E perceberam a ferida do abandono. Ficou claro para vocês? A gente já identificou de onde vem. A ferida do abandono. Traz um merecimento muito grande, Tá? De você se priorizar e de se colocar em primeiro lugar. Você não consegue se priorizar, né?
>> Isso mesmo. >> Tudo do pai paraa outra. E aí você se abandona, pensa mais no outro do que a si mesmo. E aí o seu marido ele faz exatamente isso. Percebe? Para mim pode, para você não. O seu marido está fazendo com você o que o seu pai fazia para você não. Exatamente. Percebe? Até a data de aniversário dele é o mesmo dia do aniversário da minha irmã >> do seu marido. >> Ah, a mesma data de eh dia e mês, né? >> Dia e mês. >> Caramba. Agora eu quero que você me fale
um pouquinho mais da sua mãe sobre essas questões entre você e a sua irmã, como que era? >> Uhum. Minha mãe entre eu e minha irmã, ela sempre, tipo assim, ela falava que eu tinha que, né, no caso, ah, você tem que dar pra sua irmã, porque senão seu pai vai assim, ela usava meu pai como se meu pai fosse reclamar. >> Ela era submissa ao seu pai e ela não te decia. >> Sim. Não >> tá. >> Entendeu? >> É como se >> para evitar que meu pai reclamasse, ela falava assim, era o que
ela usava, né? para evitar que seu pai reclame. >> Para evitar conflitos. >> Exito. Isso. Isso. Para evitar conflitos. Eu tinha que sempre que dar. >> Você >> dá ou trocar, né? Era o dava ou trocava. >> Você serve. >> Mas eu sei, né? Ela sempre ficava com o que ela queria. É. Você se >> suf. Éente que você faz isso com seu marido para evitar conflitos com ele? Você se submete? >> É, eu já eu até coloquei no chat, eu falei assim, eu já evoluí um pouco, mas eu era desse jeito, já tive uma
evolução, mas era dessa forma, >> porque a sua irmã te ensinou a isso, né? Ela foi te treinando para isso. >> Isso, exatamente. >> E aí ela não te defendia e você não consegue se defender. >> É, já melhorei muito. >> Aí ela fica querida da injustiça >> e se sente abandonada e não tem força para se defender. Tá? Eh, é como se isso é muito uma questão do segundo filho também, tá gente? nessa dinâmica da família dela, é como se ela tivesse que pensar na irmã mais Velha. É isso >> sempre. >> Às vezes
pode ser o contrário, tá? Depende da dinâmica da família. Eu, no meu caso, precisava pensar nos meus irmãos menores. Aí eu me senti injustiçada. Ela, no caso dela, ela precisa precisa pensar na irmã maior e aí ela se sente injustiçada e abandonada porque ela não é defendida. É, >> inclusive quando ela era ainda criança, né, ela era muito tímida. Então assim, Se precisasse de alguma coisa para pegar com alguém, eu que tinha que ir por ela, >> tá? >> Em vez de ela fazer por mim, eu que tinha que fazer por ela. >> Então, você
aprendeu desde pequena a se abdicar. todo tempo. >> Sim. >> Pela sua irmã, pelo seu pai temperamental, pela sua mãe, para sua mãe não ter Conflitos com seu pai, para não gerar mais briga entre eles, para evitar confrontos, para evitar conflitos. Você aprendeu a abdicar, né? Eh, que mais que você sente da sua mãe nesse sentido? Ainda quando aí assim quando você fala quando criança ou já posso >> pode ser adolescência. >> Ah, na adolescência já, né? Eu comecei a Trabalhar com 15 anos, logo com 19 anos meu pai faleceu e eu acabei minha mãe
assim de uma forma sutil, mas eu acabei tendo que assumir tudo dentro de casa. Eu fui a mãe da minha mãe, passei a ser a mãe da minha mãe, aí minha irmã mais nova, então eu que >> Aí você se tornou cuidadora. >> A cuidadora financeiramente, né, em todos os sentidos. >> Aí vem mais o peso e o sentimento de injustiça, de ter que se sobrecar. >> É, já tinha 19 anos. >> Fazer por todas, né? E aí isso vai sem nada ainda. >> E por duas mulheres, né? Porque era minha mãe e minha irmã
mais nova. >> Uhum. H, eu percebo. Vamos lá, eu vou trazer um pouco da devolutiva para ela, mas aqui nesse mapeamento eu já fui trazendo a devolutiva para ela, para vocês irem entendendo como eu vou analisando A partir do ponto que ela fala, tá? Eh, o mapeamento dela foi um pouco diferente do que eu fiz com a primeira. A primeira, ela falou, falou, falou, eu encerrei e dei a devolutiva. Com ela foi diferente. Eu fui dando a devolutiva pontual para vocês irem entendendo como a minha mente funciona quando eu estou fazendo o mapeamento da pessoa
e vocês irem analisando dessa forma, tá? Então, eu já vou trazer mais aqui uma Devolutiva para você. Eh, e talvez essa verida que você tenha sentido de injustiça em relação ao seu feminino e a figura materna que talvez venha essa questão aí ancestral também, sabe? é que quando a gente não tem uma mãe forte que assume as responsabilidades e se posiciona E toma frente e lida com o problema como tem que lidar, e a gente acaba precisando abdicar de si mesmo por essa mãe não conseguir ser forte o suficiente por dar conta daquilo que precisa
dar. E aos poucos essa mãe vai colocando a gente numa postura de eh fazer o papel que ela não conseguia fazer. A gente vai entrando, a gente vai saindo Só da ferida da rejeição e vai entrando na ferida da injustiça, tá? Então, existe um feminino muito frágil na sua mãe, tá? Uma coisa que eu já come, já peguei dessa mãe, e é isso que eu percebo, é que essa mãe, quando ela tem a primeira filha, que essa filha tá com seis meses, essa mãe fala, ela dava muito trabalho. Eu já trouxe isso para vocês. E
um dos sinais que a gente sabe que a Gente tem uma mãe infantilizada é quando a mãe diz que deu muito trabalho. Nossa, o meu trabalho de parto foi um sacrifício. Foi 13 horas, gente. Mas é trabalho de parto. Ai, a minha filha deu muito trabalho. Sim, isso é a maternidade. Você tem que lidar com isso. Isso é você é adulto. Ah, o meu trabalho dá muito trabalho. Sim, é sobre esse adulto. Então você percebe que essa mãe, ela já tem uma Dificuldade muito grande de ser adulta, de ser mulher, de assumir as responsabilidades que
ela tem que assumir para lidar com os problemas da vida, da maternidade, da dos filhos, das situações, do marido alcólatra. Ela não tem força para falar não para esse marido, para colocar esse marido no lugar dele, para eh trazer o equilíbrio no sistema, para trazer a justiça no sistema, né? para deixar as Situações justas como precisam ser para você, paraa sua irmã, para ela, pro seu pai, ela não consegue ter esse equilíbrio. E por ela não ter voz, ela vai permitindo que uma grande injustiça vá acontecendo com ela mesmo, com você, com a sua irmã,
com tudo, né? E talvez aí você esteja em fidelidade com a sua mãe, porque você não tem voz e você permite Que a injustiça aconteça. Você acaba entrando num feminino frágil, tá? Não digo que igual a sua mãe, mas você acaba entrando num feminino frágil pela programação que ela criou e você não consegue ter poder e voz em relação ao seu marido. E aí você vai se sentindo injustiçada e abandonada. Só que na realidade o que faltou para Você força de posicionamento, de se defender e de não abdicar de si mesmo. No seu inconsciente, abdicar
de si mesma é uma forma de pertencer, de se sentir amada, de se sentir elogiada para essa mãe. >> De mim mesma. A minha mãe vai me elogiar, eu vou ser uma filha querida para ela. Se eu for boazinha, Eu vou ser valorizada pela minha mãe. Minha mãe vai me enxergar. A minha mãe vai me ver. Só que o que aconteceu com isso? A mãe dela enxergou ela? A mãe dela viu ela? A mãe dela defendeu ela? Não, ela só sofreu injustiças. Ou seja, o mecanismo que ela aprendeu a bedicar de si para ser valorizada
por essa mãe não deu certo. O que aconteceu foi na realidade uma grande injustiça. E aí ela tá presa Nisso. Ela abdica de si para ser valorizada pelo marido. Não tem resultados. Esse marido não enxerga o que ela faz e na realidade o que ela sofre é uma grande injustiça por parte do homem que era o seu pai. Percebe como você tá reproduzindo a dor da infância? >> Sim. abdicar de si para ser elogiado, para ser valorizado, Não é valorizado e sofre uma injustiça por parte do homem. Tá, faz sentido, Adri? >> Toda. Todo sentido,
>> tá? >> Todo sentido. Eu já tinha ido em alguns pontos, né? Mas não, lógico, tão fundo, >> tá? >> Não tão profundos. >> É a reprodução do sistema. >> Uhum. uma busca inconsciente de se eu abcar se eu vou ser valorizado, mas isso apenas alimenta o conflito, porque você vende uma concepção onde você se sentiu um peso, onde foi um grande abuso para sua mãe, onde foi uma grande ferida para sua mãe. E aí você não pode causar feridas pros outros, você precisa de si, porque você já foi uma ferida pra sua mãe, já
a sua chegada já machucou a sua mãe, então Você não pode mais machucar a sua mãe, você precisa ser pozinha, você precisa vidicar de si. É melhor ceder para não machucar mais minha mãe. E quando a minha mãe fala, faça isso pro seu pai não brigar, automaticamente entra a situação da concepção, que você veio de uma imposição do seu pai, você não pode mais machucar ela e a criança ela se sacrifica pra mãe não se machucar mais. E aí você aprende a se sacrificar. Para os outros. >> E meu pai ainda queria que eu fosse
menino, Roberta, porque o primeiro o do primeiro casamento, né, era um casal de filhos. Então, como tinha minha irmã, ele não eles não conviviam. >> Sente mais abandonada, sem importância, sem >> era uma forma de substituir, né, >> sem >> de compensar os filhos que ele não é um abandono, >> pois é, >> um abandono muito grande desse padre. >> É, ainda tem isso. >> Ele nunca me falou, mas minha mãe que me falava, né? >> Sim. Eu nunca escutei da boca dele, mas minha mãe que >> Então a primeira coisa que eu sinto que
você precisa trabalhar, tá? >> É assumir a sua voz. >> Eh, se sou eu. >> Hum. Eu com a minha configuração No lugar dela, eu vou fazer todas as contas de horário de trabalho que eu fico cuidando dos meus filhos. Eu vou trazer tudo isso pontual, milimetricamente pensado. O quanto ele trabalha, o quanto ele chega em casa e fica no sofá e eu continuo trabalhando, o quanto eu cuido dele, o quanto eu lavo roupa, faço isso, isso, isso, isso, isso. Vou trazer tudo pontual, vou diagnosticar horas de trabalho e vou falar: "Olha só, Eu não
sou a sua empregada doméstica. >> Eu já pensei nisso." >> Então, mas se você tivesse essa força, >> tá? Na primeira vez que ele controlasse o que você gasta, >> você já teria essa força >> Aham. de falar e dizer isso, isso não teria alimentado um abandono, não valorização e uma injustiça. Então, percebe que o fato de você abdicar de si E se anular para não gerar conflitos acaba fazendo com que isso vá piorando a sua dor emocional. Faz sentido? >> Aham. Faz sim, sim, com certeza. conflito de que eh para uma grande um um
grande trauma, para evitar conflitos, para evitar mais dor, eu não me posiciono, eu não falo, tá? Eu precisoar, aceitar e ser boazinha e sofrer com Aquilo calada >> a vida toda. Não é com o seu marido, é a vida toda, né? E o primeiro passo para isso acontecer é você começar a valorizar a si mesmo, parar de abdicar de si mesmo, parar de esperar que o valor venha do outro, Parar de eh se abandonar e começar a você se valorizar em relação ao que você faz, pontuar isso para ele. e fazer a sua justiça. >>
Sim. >> Entendeu? >> Perfeito. >> E aí você não se sente mais abandonado porque você está pontuando. Então eu no no no eh eu o que eu te indicaria, tá? é você começar a valorizar o que você faz, Trazendo essa comparação com ele, que o que você faz tem muita sobrecarga, é muito trabalho, é muita responsabilidade, que você cuida dele e que você não é uma empregada doméstica dele sem medo dos conflitos, sem medo da rejeição, sem medo de não ser amado. Tá >> perfeito. >> Aos poucos, com cuidado, >> não precisa serem positiva, Mas
aos poucos você começar a se valorizar. Eu sugiro você fazer a sessão de renascimento. >> Humum. >> Você trabalhar essa questão de eh se sentir um peso na gestão, porque nossa, é como se o seu marido visse os seus gastos. Olha só. tá que tá no seu inconsciente. É como se o seu marido visse os seus gastos como um peso. >> Exatamente. Fala tudo. >> Mas ele só faz isso porque isso tá programado em você. Porque lá no útero, no líquido, >> você sentiu um peso. Então tudo que é seu é um peso e você
precisa vir de cara. E o seu mar ele só reafirma >> o que tá no inconsciente. >> O que tá no inconsciente. Eu sou um peso. Ah, eu vou gastar para casa. Tudo bem, ele vai gastar para ele tudo bem, mas quando é para mim é um peso para ele. E aí você sente isso e você se sente desvalorizada e você não fala nada porque você cresceu sem poder falar nada e você se sente injusto e aí você fica presa nessa nesse conflito de ser um peso financeiramente No livro. >> Fechou? Eu não sou um
peso. >> Eu não sou um peso. >> O que eu quero, o que eu faço, o que eu gosto, o que eu desejo não é um peso, tá? Quando a gente tem a configuração de ser um peso na concepção, tudo é um peso. O trabalho é um peso. As coisas que a gente quer é um peso, o que a gente precisa é um peso. Tudo que é pra gente é um peso. Pro outro nossa, a gente tem Disposição rapidinho. >> É, mas é verdade. Todos os meus trabalhos eram peso. >> Tudo é um peso. >>
Todos. >> Tudo é um peso. >> Porque tem que líquido, né? de se sentir um peso. Então, tudo que está relacionado a dinheiro líquido vai ser um peso, tá? >> Uhum. >> Tá bom. >> Entendido. Tá bom. Maravilha. renascimento para acessar esse momento que você sentiu um peso lá na gestação, soltar esse sentimento e falar que você não é um peso, que tudo que é seu é importante, que você é importante, que a sua vida é importante, que o que você quer é importante e que você não é só mais uma filha. Você É importante.
Deus. >> Tá, >> tá. >> Muita gratidão. Nem imagina. Rezava muito para ser sorteada, mas não esperava. >> Foi uma bção. Uma bção. >> Então, gente, hoje o mapeamento foi um pouco diferente, tá? Eu não fiz aquela aquele momento de fechar os olhos para acessar, porque eu já fui eh mostrando Vocês >> como eu vou analisando e depois eu faço a devolutiva, tá? Conforme ela vai falando, eu não digo para ela na hora, mas geralmente eu vou anotando tudo. Eh, eu uso muito um, é >> marca texto, >> marca-texto para aquilo que eu preciso devolver
paraa pessoa, tá ali pro momento de devolução e ir devolvendo. Tá bom? Dúvidas? Não, não, >> não >> tem, tem alguma eh sessão de renascimento eh que tá no na plataforma que >> qualquer nascimento lá que for sobre rejeição em abusos, você pode fazer. É, já fiz várias, né? >> Tá, >> mas faça e para fazer uma específica. >> Uhum. >> É, eu sou um po. Você precisa fazer trabalhando duas questões. >> Hum. medo de falar o que você sente para evitar conflitos. >> Hum. >> E a dor de se sentir um peso. >> Hum.
>> Tá. >> Tá entendido. Gratidão. >> Eu que agradeço. >> Perfeito, Roberta. Muito. Eh, é como eu Disse, eu já tinha muita coisa, já tinha encaixado, só que algumas coisas aí da do líquido, né? Eh, meu pai realmente ele vem de uma de família de uma condição financeira muito boa, porém perdeu quando ele faleceu, né? Já não tava. Então, quando você foi falando aí foi fechando com as outras questões que eu sei e que, lógico, né, não dá para falar. >> Aí vai sendo trabalhado, >> é, >> as questões mais ancestrais, tá bom? Mas esse
ponto hoje que a gente foi trabalhado >> vem vem disso. >> Ah, certo. >> Tá, então tá. >> Obrigada. Beijo, >> eu que agradeço de coração. >> Dúvidas. Só de eu ter falado tudo isso para ela, já vai mudar muita coisa nela, tá? Só de ter falado tudo isso para mim, já Traz pro inconsciente e ela já começa a ter uma força ali. As feridas podem mudar de acordo com a questão do paciente? A única coisa que pode acontecer é que numa área da vida ela pode estar presa mais numa ferida e em outra área
da vida ela pode estar presa mais em outra ferida, tá? Em uma área da vida, ela vai mais se abandonar e outra área da vida, ela vai mais se sentir injustiçada. Tá bom. Quero agradecer mais um momento lindo, extraordinário. Nossa, noite, nossa senhora. E e até semana que vem. Um beijo no coração de vocês, guerreiros. até essa hora aqui e até semana que vem. Beijos.