Oi pessoal então meu nome é Alberto crisu vou estar lecionando as disciplinas ah a disciplina de de metabolismo para vocês a conferência tá então nós vamos começar por essa aula aqui que é introdução ao metabolismo a gente vai dar uma olhada geral para entender o que que é o metabolismo como que ele é controlado né E aí nós vamos conhecer as principais vias metabólicas que participam do metabolismo né Direcionando para uma visão para entender o que que é o metabolismo aeróbico e o que que é o metabolismo anaeróbico certo então inicialmente coloquei esse quadro aqui
pra gente entender Pera aí que o titio sempre aparece aqui você não fica tão sozinho né então ah esse quadro aqui é para você entender isso aqui resume exatamente o que que é o metabolismo no nosso organismo né então você desde quando você nasce você começa a comer né fazer Xixi e fazer cocô né Não tem como negar que você faz isso a sua vida inteira então Você consome os nutrientes né que tem como objetivo então é extrair desses nutrientes os átomos energia para você se manter vivo e você ir construindo coisas em você certo
então a partir do momento que você consome o nutriente ele começa a passar por uma sequência de reações químicas que tem como objetivo e quebrando esse nutriente inicialmente para ele ter uma condição um tamanho Para ele ser absorvido passar do seu trato gastrointestinal para ele ir agora pra sua corrente sanguínea e ser distribuído pelas células né quando ele entra dentro da células eles começam a ser degradados e quebrados né para com o objetivo de extrair energia ou extrair átomos para construir você então essa sequência de reações químicas que envolve a quebra dos nutrientes era chamado
de catabolismo né Eu Acredito que para você Já deve ser um nome bem familiar né e as reações químicas que o seu organismo utiliza agora esses átomos de energia para construir coisas em você é chamado de anabolismo e eu coloquei essa imagem para ficar mais fácil né você lembrar Lembra o anab né que os fisicoculturistas usam né que é justamente para a melhorar a construção da musculatura né ah mas não é somente para crescimento né Nós temos reações anabólicas que tem como objetivo né Armazenar componentes energéticos em você para quando você precisar você extrair essa
energia e usar pro seu cotidiano pro seu dia a dia então o conjunto das reações do catabolismo e anabolismo forma o metabolismo né o metabolismo então é um conjunto de todas as reações químicas que acontecem dentro do nosso organismo de todos os seres vivos na realidade mas a aula é voltada para vocês da Medicina então nós estamos falando sempre de seres humanos né notem Que eu coloquei umas bolinhas aqui amarelas né Elas representam as enzimas né Então as enzimas são estruturas proteicas que tem como objetivo catalisar as reações fazer com que elas aconteçam no tempo
adequado Então a gente vai falar um pouquinho sobre elas porque é muito importante entender porque elas que intermediam tudo o que está acontecendo no seu metabolismo com relação à demanda do que está acontecendo Certo bom pessoal então pra gente entender a atividade das enzimas a gente tem que primeiro conhecer Que tipos de reações químicas que acontecem dentro da gente tá então Existem três tipos de reações químicas basicamente nós temos as reações de síntese onde o componente se liga a outra formando um outro componente é uma síntese eu tenho reações de análise nessas reações eu tenho
um componente que se rompe em dois e eu tenho a reação química propriamente Dita quando eu tenho dois componentes que se transformam em outros dois componentes né Essa flechinha aqui Note que ela tá tem apenas um sentido isso significa que ela é uma reação do tipo Irreversível quando ela acontece Jamais isso aqui volta um exemplo quando você frita o ovo a Clara fica dura Jamais ela volta a ficar como ela era antes certo então mas pra gente poder entender o caminho de uma reação quando como que uma reação acontece a gente tem que Entender esse
gráfico aqui então esse gráfico ele é energia sobre caminho da reação então eu coloquei aqui uma reação de síntese pra gente entender isso então eu tenho aqui ó o componente a o componente B certo e eu joguei esses dois componentes dentro de uma solução esses componentes começam a vibrar eles estão ali dentro o átomo naturalmente ele tem uma energia cinética atômica né ele fica ele tem uma certa vibração quanto mais o aumento a temperatura mas A energia cinética dele aumenta certo então eles vão vibrando vibrando até que eles começam a se colidir quando eles começam
a se colidir então Note que a reação eu joguei lá dentro dentro da solução dentro da água dos meus componentes eles começam a colidir e essa energia deles começa a aumentar porque um colide sobre o outro e um aumenta a velocidade de vibração do outro essa energia vai aumentando vai aumentando vai aumentando vai entrando Até que esses componentes chegam no estado ativado o estado de transição é o estado onde ele está pronto reativamente para promover a reação de síntese quando isso acontece a reação naturalmente ocorre essa energia entre o início a energia Inicial e a
energia do Estado de transição se chama energia de ativação e o que acontece é que eu tenho aqui Note que eu tenho uma variação de energia esse tipo de variação é significa que essa é uma é uma variação De energia do tipo é uma reação perdão do tipo exotérmica o que acontece olha só a energia final do meu produto ele é menor do que o do meu reac ou ou seja houve uma perda de energia aqui então eu tenho uma energia exotérmica né quem quem e eh caracterizou esse tipo esse esse tipo de de variação
de energia foi gibs então essa variação de energia livre que é analisada nas reações químicas elas foram foram nomeadas de variação de energia de gibs né e a Variação de energia de gibs nesse caso ela é menor do que zero porque o produto produto o meu produto final a energia do meu produto final menos a minha inicial ele né um número menor do que o número que é maior que é subtraído ele vai ser menor do que zero O interessante é que essa reação desse tipo aqui ela é uma reação favorável Se eu jogar dentro
de uma solução componente A2 b2 eu vou formar 2 AB Só que tem um problema eu não sei quando isso vai acontecer pode Acontecer em um segundo pode acontecer em 10 minutos em 1 hora em 100 anos mas ela vai acontecer né agora existem fatores que determinam a velocidade dessa reação que eu posso garantir com que ela ocorra mais rápido primeiro é a concentração dos reagentes meu amigo se eu jogar dentro de uma piscina uma colher de chá do reagente a e do B Você não concorda que vai demorar muito tempo para ele se encontrar
lá dentro né mas se eu pegar um copo de um copo de Americano todo mundo sabe o que é um copo americano é aquele copo que você toma o café no boteco né você coloca meio copo de água ali dentro aí você coloca umas duas colheres de sopa do a e do B Você não concorda que eles vão fazer a reação bem rápido vão se encontrar bem rápido né Outro fator é a temperatura Lembra que eu falei que a energia cinética atômica do átomo tá relacionada à temperatura Quanto mais a temperatura mais ele vibra mais
eles Colidem eles vão se encontrar né porque ele bate dezia o princípio do caos né ele bate dezia bate dezia eles vão se difundindo mais rápido e se encontram mais rápido e a outra é a energia de ativação a energia de ativação é exatamente essa energia da aqui então se eu conseguisse uma forma de fazer com que essa energia de ativação ocorresse com menos quantidade a a a o caminho da reação seria mais curto olha aqui se eu tiver aqui nesse normal aqui vai subindo Vai colidindo colidindo colidindo colidindo colidindo aí ela acontece e se
ela fosse aqui ó vai colidindo colidindo colidindo Opa já aconteceu né então isso é uma forma que eu tenho de controlar né e é a velocidade da minha reação E é exatamente aqui aonde as enzimas operam Então pessoal agora a gente vai conhecer os três tipos de reações com relação à variação de energia livre que acontece dentro do nosso metabolismo e ela pode ser de três tipos né calma Titio tá aqui ele não te abandona nunca Então olha só a primeira reação aqui que tá sendo apresentada é uma reação que tem uma variação de energia
livre negativa só que ela é tão ativa a variação é tão grande que ela é do tipo Irreversível olha só a flechinha vá aprendendo essa essa é a linguagem do metabolismo é a flechinha né então ela é Irreversível porque ela é tão exotérmica que por mais que eu aumente a concentração do meu Produto aqui eu nunca vou gerar reagente novamente quando a gente falar a gente vai falar aqui da dessas e reversíveis você vai entender isso daí vamos falar primeiro dessa agora depois dessa daqui que é é as reações irreversíveis do tipo acoplada olha só
ela tem uma variação de energia livre positiva Nossa Professor Mas eu só disse que isso não é favorável mas amiguinho olha só o que aconteceu aqui nosso organismo dá um jeito ele utiliza uma segunda reação uma segunda Molécula que é capaz de promover uma reação com a variação de energia livre tão negativa que ele consegue mover essa reação que que vai gerar uma variação de energia livre ah positiva mas se eu sou má variação de energia das duas ela ainda é negativa por isso que ela se torna favorável nesse sentido só que ela é do
tipo acoplada mas depois que o produto é feito ela é Irreversível né porque eu vou precisar de muita energia para refazer essa molécula aqui Novamente a molécula que tinha energia na realidade né E a outra que é muito interessante porque essa reação é exatamente o que faz as vias fluirem nos sentidos da da demanda do seu organismo são as reações do tipo reversíveis essas reações elas acontecem muito próxima a variação de energia livre ela é muito próxima de zero ela não é zero ela é muito próxima de zero o que acontece é o seguinte vou
explicar aqui para você todas as reações químicas que acontecem No nosso organismo Elas têm uma constante de equilíbrio O que que significa isso quando eu jogo os meus reagentes dentro de uma solução dentro da água e eles começam a agir nunca eu formo 100% de produto sempre sobre alguma coisinha né Isso daí é a chamada constante de equilíbrio é a digital toda reação tem como se fosse uma digital é uma propriedade físicoquímica de cada reação e todas elas que existem no nosso No nosso organismos no nosso organismo Já são caracterizada então Pens aqui ó vamos
dizer que a constante desequilíbrio aqui é quase que 50% meio a meio um para um aqui é quase zero então então se eu jogar aqui 10 partículas do reagente a e 10 partículas do reagente B eu vou formar 10 partículas do meu reagente do meu produto e vai sobrar cinco de cada uma isso é a constante de equilíbrio eu vou manter cinco de cada uma eu nunca vou conseguir reagir todas e eu formo Aqui do outro lado 10 olha só que interessante essa é uma propriedade físicoquímica dessa reação então sempre naquele compar eu vou ter
aqui a proporção 55 e 10 ou seja coleguinha Se eu jogar aqui aqui dentro agora 20 partículas a mais de produto instantaneamente eu vou ter a formação essa daqui sobe agora para 55 entendeu isso daqui então vou passar a ter agora mais reagente por quê porque a tendência é sempre a reação manter o seu A sua constante de equilíbrio o seu est de Equilíbrio da reação que é uma propriedade físicoquímica dela entendeu isso daí é muito importante esse tipo de reação porque ela que permite com que as vias metabólicas elas fluam no sentido da demanda
do seu organismo Então pessoal eu coloquei agora aqui a essa esse exemplo aqui de uma catálise através de um catalis uma catálise de uma reação através de um catalisador inorgânico para vocês Entenderem como entenderem como é que as enzimas catalisam uma reação como é que ela acontece como é que ela é capaz de reduzir né a energia de ativação de uma reação para que o estado de de ativação aconteça mais rápido né então o que que acontece aqui né então aqui tá uma reação representada aqui uma reação natural né que está acontecendo sem o catalisador
e aqui eu tenho com o catalisador Note que a energia de ativação aqui né Ela é inferior a sem o Catalisador então eu coloquei o exemplo aqui de uma Hidrólise de um de um Éster Então tem um grupo Éster aqui e ele vai sofrer um Hidrólise um Hidrólise é um ataque de uma molécula de água que vai romper aqui uma ligação então isso aqui é uma reação química propriamente dita né eu tenho aqui dois reagentes que vão se transformar em dois produtos no final Então o que acontece é que só Relembrando aí que a molécula
de água ela tem uma carga parcial positiva e Negativa né porque o átomo de oxigênio ele é tão grande que os elétrons acabam passando mais tempo próximo do oxigênio o que acontece é que no wer aqui eu tenho um carbono ligado para uma dupla ligação com oxigênio o oxigênio também atrai os elétrons por um tempo mais fica mais tempo próximo do oxigênio do que do carbono então momentaneamente né parcialmente esse carbono Acaba ficando um pouco mais positivo porque os elétrons ficam mais perto do oxigênio é Exatamente nesse momento em que a eletronegatividade aqui do oxigênio
ataca o carbono e promove a Hidrólise só que isso daqui pode acontecer em 1 segundo 10 minutos 10 anos 100 anos vai acontecer olha só a reação ela vai acontecer eu só não sei dizer quando né agora eu posso colocar aqui um catalisador que vai fazer com que eu Garanta que ela aconteça mais rápido bem mais rápido que o convencional olha só que legal olha se Eu jogar um próton nessa solução Ou seja eu diminuir o PH eu aumentar a acidez dela esses prótons então eles se aproximam agora do oxigênio aqui olha só então vamos
para cá para esse lado aqui né então aqui tá representando essa reação aqui ó como o hidrogênio se aproximou do oxigênio Ele retirou o elétron que estava aqui deixando o meu carbono Mais Positivo agora agora sim o meu oxigênio que tem uma eletronegatividade alta Consegue rapidamente atacar o meu carbono aqui e aí eu promovo a Hidrólise né eu vou agora romper essa ligação formando aqui um grupo álcool nesse que está conectado no meu radical aqui e aqui eu vou formar um grupo carbox né E olha só que interessante o meu próton saiu fora né então
ele fica pronto para promover agora a reação novamente com outras moléculas semelhantes né e continuar fazendo acelerando a reação química dentro daquela solução daquele Compartimento e o mais interessante de tudo olha só aqui as proporções entre os reagentes e o produto elas continuam a mesma né então eu preciso de muito poucos pró para acelerar essa reação essa reação aqui quando essas quantidades mínimas que eu preciso de prótons elas são chamadas de quantidade catalíticas né então por que que a quantidade catalítica é mínima porque o meu catalisador ele não participa ele não faz parte da reação
ele só vem reduz O meu e a minha energia de ativação reduzindo né a o tempo para chegada do meu estado de transição faz ela acontecer e cai fora Exatamente isso né agora nós vamos ver como que as enzimas fazem isso é muito lindo gente Então pessoal aqui ó tá a então isso daqui são as enzimas certo então ela é uma estrutura proteica né Eu acredito que você já deve ter tido aí sobre a introdução de biomoléculas no né O que que é uma proteína né que é uma Sequência de resíduos de aminoácidos né é
um peptídio gigantesco que ele se novela e forma uma estrutura tridimensional o que acontece é que dentro dessas estruturas eu tenho os meus grupos RS né as cadeias laterais RS dos meus resíduos de aminoácidos que elas estão fazendo interações entre elas mesmas para poder manter essa estrutura tridimensional quando essa enzima covela então que ela forma a proteína que tem encontra-se no seu estado nativo ela tem Uma região que se chama sítio ativo ele recebe o substrato que está para ser reagido ou dois substratos ou um depende do tipo de reação se é uma síntese se
é uma análise se é uma reação química propriamente dita né E esse substrato ele se encaixa ali como se fosse uma luva lá dentro né isso daqui gera especificidade que é muito importante daqui a pouquinho a gente vai falar um pouquinho mais sobre ela eu vou me concentrar nesse slide aqui para você Entender então como é que ela catalisa a reação olha só que legal parte desses grupos R essas cadeias laterais RS elas ficam voltadas para o centro do sítio ATIV da enzima E atuam exatamente como os prótons né É lógico que também e cadeas
laterais carregadas negativas também podem fazer isso elas atacam de reações atacam em reações diferentes não a que eu apresentei para vocês Hidrólise doer mas o princípio é o mesmo então olha só tá vendo aqui ó eu tenho aqui um Estido ó tá vendo a minha carga positiva ali do meu do meu nitrogênio ali ataca como se fosse o meu próton que você viu ali inorg só que agora de forma extremamente específica e direcionada então a enzima ela catalisa então uma reação de forma bem específica né a gente vai falar agora Fazer uma comparação para vocês
verem qual é a vantagem como é muito vantajoso eu ter um catalisador orgânico né o catalisador proteico em vez de um Inorgânico bom então pessoal coloquei aqui uma dispu para você ver as vantagens que você tem de usar as enzimas né os catalisadores orgânicos no seu organismo né o catalisador proteico né estrutura proteica específica para cada substrato né então agora veja que eu chamo de substrato então quando a gente fala na enzima atuando na catálise de uma reação O componente que vai entrar na reação paraa catálise se chama substrato e o resultado final é o
Produto certo Então olha só já de cara você percebe aqui ó que a disputa já é coitado do inorgânico né Ele é comp completamente inespecífica então se você jogar ali dentro um balde com um monte de componentes químicos e jogar o meu próton ele vai catalisar todas as reações ao mesmo tempo ele não tem especificidade ele não escolhe ele não tem sabe ele não tem como ser pontual na reação que você tá desejando que aconteça já no caso a enzima não se eu Colocar um balde com um monte de componentes químicos cuspir jogar sangue jogar
o diabo ali dentro aí eu jogo o enzima e jogo o meu substrato aquele substrato ele vai ser catalisado somente pela minha enzima minha enzima só vai pegar ele por quê Por causa do meu sítio ativo que ele é como se fosse uma luva né se encaixa perfeitamente ali dentro então ela gera especificidade essa já é a grande vantagem da enzima dentro de uma solução daqui a pouco eu vou falar o Fato da especificidade é exatamente o que faz acontecer as vias metabólicas né E aí eu vou colocar no próximo quadrinho para você entender isso
daí então é o seguinte eh além Além disso né as nossas enzimas né além da especificidade as concentrações delas também são reguladas né então e por exemplo você tá aí você começa uma dieta braba você tá fazendo uma dieta e não tá perdendo peso mas tipo depois de umas duas três semanas de repente você Emagrece para caramba É porque você começou a estimular o seu organismo com outro nutriente o seu organismo a suas células percebem existe uma comunicação com com com o núcleo celular e ela Altera a pressão gênica dessas enzimas aumentando a concentração de
umas que favorecem o que você tá consumindo e diminui aquelas do que você não tá consumindo né E aí você consegue regular a outra é a atividade dela então tem certas enzimas que por exemplo você Acabou de comer para caramba né você precisa ativar enzimas primeiro você tá tendo atividade certo você tá ali gastando energia produzindo energia mas você não tá gastando tanto então você precisa ativar um pouquinho mais aquelas enzimas que vão armazenar essa energia então ela começa a ativar as enzimas que começam a conduzir para vias metabólicas sequências de reações químicas que tem
como objetivo armazenar aqueles componentes aqueles nutrientes que você Vai usar no futuro né então por exemplo você já comeu para caramba e agora tá passando o dia você tá sem comer poxa você precisa de energia né Então você começa agora a ativar enzimas que são responsáveis pela pelo catabolismo daqueles nutrientes que você armazenou então você consegue regular essa atividade Além disso as as enzimas também são dependentes de PH e temperatura por exemplo no seu estômago né você no seu estômago você produz um Componente chamados hogos né esses hogos quando eles estão num PH bem baixo
ele é clivado e ativo e forma a enzima né Por exemplo a a a pepsina o tripsinogênio né que forma tripsina né que estão envolvidos ali com com a catálise do catabolismo proteicos são proteases né por que isso amiguinho Imagina só se o PH do teu estômago tá o tempo inteiro 1 e meio 2 1 e meio do minha nossa senhora haja endotélio né meu filho né Essas suas celas vão ser deterioradas o tempo Inteiro Então isso é uma coisa pontual porque né então você tem aquela ação e e do PH que começa então a
ativar proteases vai destruir o seu estômago então elas são pontuais só quando você come você estimula via Vip né já ouviram falar desse hormônio né que ele vai ativar agora o aumento da a redução do PH do seu eh sistema gástrico né E vai ativar essas enzimas outras enzimas também são as de temperatura né tem algumas enzimas que elas são ativadas Quando você passa de 39 né 39º 38 39º por qu quem são essas enzimas são aquelas que estão envolvidas com a síntese de estruturas do seu sistema imune né Elas não podem estar tão ativas
o tempo inteiro mas quando você tá numa situação patológica ela precisa est bem ativa né porque senão ela não vai ser eficaz é por isso que ocorre a febre bebê você entendeu então então você tem todas essas vantagens que a enzima favorece A você agora vamos entender Como é que a enzima é capaz de formar uma via metabólica Então pessoal aqui eu fiz aqui um um um desenhozinho para você entender como é que se formam né No que que é especificidade das enzimas contribuem pra formação de vias metabólicas né vias metabólicas são são reações químicas
aonde o produto de uma reação é o substrato da outra o outro produto é o substrato da outra e assim por diante então o fato da enzima ter Especificidade isso permite e a formação de vias metabólicas Então olha só que interessante aqui né então o substrato a ele só vai ser catalisado né né Opa titio tá aqui não vai te abandonar não né então você não se sentir só né então a o substrato a ele só vai ser catalisado aqui pela enzima bolinha azul que vai gerar o produto B que vai ser catalisado pelo triângulo
formando C que vai ser catalizado pelo D formando pelo pel pelo quadradinho formando o d né o B Também pode ser catalizado pelo coração produzindo e eu fiz aqui para você entender uma coisa bem legal então Olha só no meio de toda essa bagunça aqui não importa que tá tudo misturado porque o o a enzima bolinha ela só reconhece o substrato a o triângulo só reconhece o b o quadrado só o c e o coração só o B também agora olha só que interessante essa é a linguagem bioquímica ó tá vendo a flechinha Isso é
uma é uma reação de uma variação de energia livre é muito Negativa Então ela é Irreversível Essa é próxima do zero Então ela é reversível Essa é Irreversível essa daqui é reversível Então olha só que interessante se eu de alguma forma eu aniquilar atividade aqui da enzima quadrado Você não concorda que vai começar se se eu começar a dar o a dar a da a jogar a para dentro da minha célula aqui eu vou começar a acumular C aqui se eu parar a atividade da quadradinho isso desloca o equilíbrio da reação no Sentido de Formação
B A medida que que B começa a aumentar as concentrações dele aí eu desloco no sentido de e né isso daqui Então essas essas reações reversíveis fazem com que eu tenha uma dinâmica no fluxo das vias metabólicas que elas vão desviar no sentido da demanda do que está acontecendo no nosso organismo e como é então que a célula responde à demanda exatamente controlando a atividade das enzimas e como que isso daí Acontece Então pessoal essa daqui é uma forma de controle da atividade da enzima né é uma regulação local esse tipo de regulação ele acontece
ali dentro da dentro da célula é uma uma coisa é uma um tipo de regulação única de cada célula ela faz a sua regulação ali interna esse tipo de controle é chamado de controle alostérico então a enzima ela não tem apenas o sítio ativo Ela também tem um outro sítio chamado de sítio alostérico o sítio alostérico ele É capaz de receber um componente químico Depende de qual atividade que ele vai fazer na enzima se ele tem uma ele aumenta a atividade dessa enzima né esse componente n esse efetuador alostérico ele pode ser do tipo ativador
alostérico ou ele pode ser um inibidor alostérico Então os dois são efetuadores só que ele pode ser do tipo ativador alostérico ele pode ser um inibidor alostérico esse componente esse esse efetuador alostérico geralmente ele é um Intermediário das dias que vai se acumulando então lá na frente da via né eu começo a acumular um efetuador alostérico que precisa informar lá na frente eh mais para trás da via que tá muito carregado lá na frente os metabólicos são chamados os intermediários de uma via são chamados de metabólito então geralmente ele tem uma ação inibidora dessa das
enzimas que estão mais para trás ou então quando começa o início de uma via né e e começa A se acumular no começo dessa via um componente geralmente um desses metabólitos eles acabam ativando mais as enzimas que estão no final da Via para fazer com que a via se movimente mais rápido né e não tem um acúmulo desses eh desses ah substratos iniciais da Via metabólito em alguns casos a própria enzima que está lá dentro ela fica oscilando ela é dinâmica ela acaba oscilando entre as duas e a presença do inibidor ou do ativador Lar
ostéo Garante com que aqu enzima fique numa determinada configuração que vai deixar ela ou menos ativa ou ela mais ativa ela não corta a atividade de enzima ela deixa ela mais menos ativa quando isso acontece o tipo de alost o tipo de controle alostérico é chamado de alosterismo negativo quando esse meu efetuador alostérico aumenta a atividade da enzima Eu estou fazendo um alosterismo positivo Então pessoal esse tipo de Ativação agora regulação enzimática é um tipo de regulação sistêmica né é quando o organismo responde a uma comunicação via hormônio desencadeado por uma glândula e essa essa
ativação enzimática ou inibição também pode ser inibição enzimática né a regulagem da atividade enzimática ela pode ser por três mecanismos ou pela ativação da fosfolipase C ou pela ativação da ADN lat cyclase e como vocês vão ver daqui a pouco pelos eh receptor de insulina né Então ah o que acontece é que o hormônio se liga a um receptor transmembran né que desencadeia um uma resposta de segundos mensageiros então o hormônio é o primeiro mensageiro segundos mensageiros são aqueles intracelulares então no caso da fósforo lipase C né ela pode ser ativada aqui ou pela pelo
glucagon ou pela Adrenaline esse é outro nome da Adrenaline Nós também temos aqui esse outro sistema aqui que também pode ser ativado depende da célula depende do Mecanismo né e eh eh deixa o titio coçar aqui o nariz que aí não dá para segurar o botão ao mesmo tempo da bolinha olha eu aqui então no caso da ativação da fós lipase C né Essa o hormônio se liga ao receptor que ativa uma proteína G essa proteína G então ela agora subunidade dela Alfa vai ativar uma fors lipase C que vai catalizar a Hidrólise né a
quebra de um eh de um fosfolipídio de membrana que é o fosfati di inositol bifosfato ele Então vai liberar agora uma poção dele que é o trifosfato inositol esse trifosfato inositol então ele vai até o retículo endoplasmático e se liga em canais específicos né que quando são ativados se abrem e permitem o efluxo de cálcio pro citoplasma esse cálcio agora ele vai ativar proteínas quinases dependentes de cá e neste exemplo aqui por exemplo aqui é um exemplo né ativa uma fosfolipase uma uma quinase dependente De cálcio né E aqui neste caso aqui eu tô especificando
aqui a fosfolipase kinase b que vai então fosforilar um enzima neste caso aqui da via do glicogênio a glicogenólise né E vai então desencadear a sua resposta Isto é um evento dinâmico Então dentro do citosol eu tenho enzimas chamadas de fosfatases que ficam retirando essas fosforilaçao mensageiro o hormônio né quem vai predominar é a ação das das fosfatases No citosol E aí para-se o o a comunicação neste caso aqui existem dois caminhos que podem ser tomados ou eu vou ativar agora uma proteína G né onde quando ela é Ativada a sua subunidade Gama e beta
se desprende da alfa A alfa agora ela vai na adenilato cicas A adenilato cicas então ela vai ela vai converter a ATP vai clivar o ATP liberando a mp cíclico esse M cíclico então ele vai se prender em subunidades reguladoras de proteínas quinases Dependentes de Amp cíclico se desprendendo e deixando essa proteína quinase dependente de m cíclico ativa o que acontece é que tem dois tipos aqui ó como você pode ver né duas dois caminhos ou existe a proteína GS né de stimulation né estimulação então ela vai estimular adenilciclase ou pode ser aí que vai
inibir a adenilciclase vai depender também do tecido né e e qual é a atividade que esse esse receptor tem nesse Tecido tá Bom já Diferentemente né o receptor de insulina ele tem uma ação meio que contrária né da da ação dos outros dois receptores né e ele ele é um E também o receptor da insulina é bem diferente ele é um receptor do tipo receptor de tirosina quinase né então quando a insulina ela é reconhecida pelo receptor esse receptor dimeriza quando ele dimeriza a poção tirosina que se encontra fosforilada nesse receptor na unidade Beta dele
ele Inibe a ativação da anin lato ciclase então Note que a insulina ela atua no sentido contrário da ativação do glucagon e do do ah da adrenalina que são conhecidos como hormônios catabólicos a insulina Ela é conhecida como hormônio anabólico né ela produz ela favorece as vias metabólicas de armazenamento então e outra forma que ela faz também ela faz ativação de fosfatases de forma Independente de quinases né então ela ativa fosfatases Que não estavam ativas que são independentes de quinases que começam a aumentar a atividade delas e começa s a quebrar as fosforilaçao feitas pela
ativação do ou do glucagon ou da da adrenalina certo então nós então agora falamos bastante aqui das enzimas né como que elas são controladas porque elas que controlam as vias então elas têm que responder o que está acontecendo dentro Da célula e o que está acontecendo no seu corpo como todo como todo então eh nesse momento agora a gente vai começar uma parte porque a gente vai começar a falar sobre energia formação de energia no seu organismo né Nós vamos falar do metabolismo anaeróbico e o aeróbico nós vamos começar pelo aeróbico né E pra gente
começar Então a gente tem que falar um pouquinho sobre o que é energia e da onde vem essa energia né então Por incrível que pareça meu amiguinho esse Calor que está emanando do seu corpo agora ele vem do sol se nós fechássemos o planeta né se o planeta fosse fechado com uma cortina e eu tirasse toda a entrada de luz solar no planeta ele não duraria 3 anos 3 4 anos no máximo aí ele duraria né tem algumas pesquisas que dizem que aproximadamente esse tempo como é que isso funciona então o sol ele ele transmite
a sua energia para os compartimentos chamados de clorofila bom vocês sabem disso né a fotossíntese né Então a fotossíntese que captura o gás carbônico e a água do ar eles são convertidos por essa reação pela fotossíntese em glicose e oxigênio agora você come ou diretamente ou indiretamente porque um animal pode comer isso produzir aminoácidos e lipídios e você vai lá e come o bichinho né e agora essa glicose vai lá na realidade Isso é uma mentirinha né quem tem alguns estudos avançados você já vai perceber que não é exatamente isso que Acontece mas vamos continuar
pensando agora aqui só nisso aqui para depois o titio vai contextualizando o restante para você mas vamos dizer então que a glicose começa a se dirigir paraa mitocôndria o oxigênio também e agora a sua mitocôndria reverte a fotossíntese através de um processo chamado respiração celular liberando o calor que você está emanando e produzindo uma molécula chamada de ATP né que é a nossa moeda energética então pra gente começar aqui vamos primeiro entender o que que é essa energia né você fala você já deve ter ter ouvido aí no seu colegial né Seu ensino médio Poxa
o ATP energia o ATP o que que é energia então primeiro a gente tem que lembrar de uma coisa o termo técnico sobre energia energia é um corpo que realiza trabalho então ess falando no popular é algo que se movimenta né então dali eu tenho liberação de energia Mas como isso acontece aqui no atp aonde que isso tá rolando aqui no atp então o ATP lembra né Eu tenho um trifosfato aqui né a ribose e a adenina né trifosfato de adenosina é o nome aqui do nosso eh da nossa molécula certo o que acontece é
que esse trifosfato aqui por causa da presença desses oxigênios aqui ó lembre eles são cargas negativas né negativo com negativo se repele então eles ficam se repelindo aqui se eu se eu quebrar essa liga ligação aqui ó Isso Aqui é impulsionado se eu quebrar essa ligação Isso é impulsionado se eu quebrar essa ligação então aqui eu tenho energia eu tenho bastante energia contida É como se você pegasse ali e puxasse um elastiquinho ali com a tua mão se você soltar ele tem energia acumulada elástica ali aqui é uma energia química vamos dizer assim né então
eu tenho aqui esses essas nuvens de elétrons aqui se repelem e fazem com com que quando eu rompo essa ligação Aqui isso aqui seja e eh impulsionado né Isso aqui vai vai ser repelido né Isso é um movimento e esse movimento dessa dessa partícula ele é utilizado para um monte de coisa né no nosso organismo qu a gente vai ver daqui a pouco certo entenderam O que é energia bem simples e é isso que exatamente isso como uma água que tem energia acumulada porque ela tá lá em cima na montanha quando ela cai ela bate
no Moinho e move o moinho e o moinho vai moer ali né a Sua cana de açúcar ou fazer produzir energia elétrica né Você aproveitou aquela energia cinética da queda lá né E aí você produziu outra energia a mesma coisa aqui olha só Então pessoal esse ATP Então essa energia que é liberado pelo ATP quando eu perdão acabei de tomar um café como esse ATP então Eh quando ele é clivado então nas ligações que intermediam aqui os grupos fosfatos né que libera essa energia né porque eles estão se empurrando o tempo Inteiro essa essa energia
então esse movimento literalmente mecanicamente esse movimento ele é aproveitado então para promover diversos eventos que precisam de energia no seu organismo então um deles você já deve conhecer que é o transporte ativo a formação de calor corporal né outra reação de síntese lembra aquelas que T um Delta G positivo ah professor se mas como é que o movimento vai empurrar a reação lembre que a reação ela acontece porque eu Tenho o princípio da colisão das moléculas o ATP propulsionado colide contra as moléculas que não t energia suficiente aumentando ela para que a reação ocorra e
gente propriamente dita a contração muscular É lógico que não é uma molécula de ATP que vai fazer se movimentar o músculo mas são zilhares e zilhares e zilhares dela se quebrando ao mesmo tempo então olha só depois que ele se rompe e liberou o fosfato então quebrou liberou aproveitou energia eu Tenho agora de e eh ADP eu formo então a molécula de ADP né E aí olha só o que que o seu organismo tem que fazer então para poder recuperar o meu ATP ele tem que simplesmente pegar esse fosfato e ligar esse fosfato aqui ele
tem que pegar e grudar esse fosfato de volta aqui para poder ter o trifosfato Né o ATP né então eu tenho que grudar esse fosfato aqui o trifosfato de adenosina note aqui eu tenho difosfato de adenosina ele já se Rompeu então agora o meu organismo tem que fazer o quê eu tenho que pegar a energia de algum lugar e grudar isso daqui de volta aqui para poder formar o trifosfato de adenosina E como que isso daí acontece né isso pode acontecer de duas formas dentro do seu organismo isso pode acontecer aqui ó através da fosforilação
em nível de substrato são meras reações que acontecem dentro do seu organismo são reações que são tão favoráveis tão favoráveis que ela tem Tanta energia que ela tem energia suficiente para grudar isso daqui de volta e formar o trifosfato de adenosina e a outra forma é através da fosforilação oxidativa a fosforilação oxidativa é exatamente o que a sua mitocôndria faz a sua mitocôndria faz Exatamente isso ela tem um mecanismo que fica grudando esse fosfato aqui de volta formando a partir de a de a a partir de ADP né de fosfato de adenosina formando ATP novamente
né E como o que ela é Capaz de fazer isso então V titil vai explicar isso aqui e vai explicar isso daqui para você tá bom Então essa daqui é a fosforilação em nível de substrato isso é muito simples né como eu te falei eu tenho aqui uma reação que ela ela tem uma veja que eu tenho uma ligação de Alta Energia então a Hidrólise desse grupo fosfato aqui nessa molécula né no 13 de de fosfoglicérico né ácido de fsf glicérico ou eh de fosfo glicerato né que eu Prefiro mais depois uma hora eu vou
explicar para vocês porque que eu não gosto desse termo ácido aqui ele é péssimo né Mas uma hora explica para vocês então essa reação ela tem tanta energia tanta energia que ela consegue ceder energia formar o meu o meu produto a partir desse substrato e liberar energia suficiente para eu poder agora agora pegar esse fosfato e inserir numa molécula de ADP formando o ATP certo então Pessoal esse daqui é o Processo de fosforilação oxidativa né lembra lá é que não ficou não fiquei muito feliz aqui mas vocês vão entender né que lembra lá daquele desenho
Inicial que tem a criança comendo né Aí tem aquelas bolinhas amarelas elas estão mais para cá mas eu preferi colocar ela aqui agora né então Você consome lá os seus nutrientes você consumi os seus nutrientes lá né E aí esses nutrientes agora eles caem nas vias metabólicas e intracelulares E aí o que que acontece Então quando ele cai dentro das das vias metabólicas intracelulares existem enzimas chamadas de desidrogenases essas desidrogenases ela tem como objetivo extrair os prótons e os elétrons que estão nesses nutrientes que agora eles começam a ser chamados de metabólitos coloquei nutriente para
como se fosse o substrato inicial da daqui a pouco eu dou uma explicadinha sobre isso daqui mas eles passam a se chamar agora de metabólitos Então as Desidrogenases elas vão arrancando né Elas vão tirando esses prótons e elétrons né do do dos metabólitos e quando ele arranca essas essas enzimas agora elas têm associadas nela componentes que não são componentes proteicos são moléculas eh orgânicas mas não são componentes eh proteicos chamados de coenzimas e as duas principais coenzimas e do metabolismo energético é o NAD e o FAD Note que aqui tá NAD h e FAD H2
né Essa daqui é a Forma oxidada dessas coenzimas essa daqui é a forma reduzida dessas enzimas né então já vai aprendendo a linguagem titio já vai ensinando falar bonitinho tem que falar bonitinho para escrever bonitinho né Então essa daqui note aqui ol olha só que a sua desidrogenase fez a sua desidrogenase ela oxidou os nutriente às custas da redução das minhas coenzimas agora olha só o que acontece a minha coenzima se desprende da minha Desidrogenase e ela começa a se difundir né em direção à minha mitocôndria né de ou ela também já pode estar dentro
da mitocôndria se a via metabólica estiver acontecendo dentro da mitocôndria né E aí quando ela chega lá na mitocôndria ela vai então agora passar ali pela membrana mitocondrial interna da minha da da minha mitocôndria e lá na membrana interna da mitocôndria eu tenho uma sequência de proteínas que capturam esses prótons e Elétrons e agora eles vão converter isso daqui em uma nova energia que a gente vai falar daqui a pouquinho né então note Olha o que que ela tá fazendo aqui essa coenzima que está reduzida então é ela vai reduzir essas proteínas que estão na
minha membrana interna da minha mitocôndria né as custas da sua oxidação entãoa é oxidada essas coenzimas que estão reduzidas são oxidadas as custas da redução das proteínas que estão na membrana interna da mitocôndria Só Lembrando né a mitocôndria tem uma membrana externa né E ela tem uma membrana interna que se fecha formando a matriz mitocondrial tá então essas membranas elas estão presentes aqui ó na membrana interna que forma a matriz mitocondrial são elas que são responsáveis por capturar esses prótons e elétrons provenientes lá dos nutrientes né dos metabólitos agora para formar um novo tipo de
energia que vai ser agora aproveitado pra produção de ATP né Então olha aqui no finalzinho né Eu já dando um spoiler né do próximo slide né Essa daqui é ATP sintase a maior produtora de ATP do seu organismo né que está lá na mitocôndria né então então a minha coenzima Então ela é oxidada as custas da redução das minhas proteínas essas proteínas que está que estão aqui né Elas são chamadas de cadeia respiratória ou cadeia de transporte de elétrons mitocondrial né E olha só o que aconteceu então agora a Minha coenzima ela está novamente na
sua condição oxidada e ela retorna então agora para minha desidrogenase para refazer continuar refazendo o processo Então ela voltou agora ela se encaixa na minha desidrogenase para agora novamente oxidar o nutriente ser reduzida agora ela vai então oxidar ela vai reduzir as proteínas que estão na membrana interna da mitocôndria as custas né da sua oxidação tá bom não é difícil né se ouvir umas duas três vezes Aqui você já pega o jeitinho Então pessoal essa daqui então é a formação de energia descrita pela teoria de Mitchel né ah como é que funciona então então essas
essas isso daqui está acontecendo Então na membrana interna ali da mitocôndria na membrana que recobre a matriz mitocondrial Esse é o espaço entre as membranas ess membrana externa lá da mitocôndria certo então eu tenho e Distribuído e de forma organizada interessante isso porque realmente ele se dispõe de forma organizada Isso é uma das coisas que faz com que e funcione a membrana né esse esse esse mecanismo aqui de formação de ATP né a partir de coenzimas reduzidas né Eh esse vocês vão entender por né essa organização é importante então vamos primeiro falar sobre as essas
estruturas que estão aqui né então esse daqui é o complexo um né o complexo um a proteína aqui um um uma um Complexo proteico grande né ele transpassa a membrana complexo dois não transpassa eu tenho a coenzima q formada de unidades de isopreno complexo três também é uma estrutura proteica grande eles possuem centros ferro enxofre que são úteis nesse transporte de elétrons por essas estruturas complexo 4 também a mesma coisa e o citocromo c né que ele ele usa o mecanismo do grupo n para poder fazer esse transporte de elétrons né né isso daqui então
é a chamada Cadeia de transporte de elétrons ou cadeia respiratória mitocondrial Aqui nós temos a ATP sintase é exatamente por ela onde tem a maior produção de ATP do nosso organismo né ela se ela é uma uma um mega complexo proteico que se divide em dois fragmentos né fragmento F1 que fica voltado pra parte interna da matriz mitocondrial e o fo não é f0 fo porque ele é sensível ao Lig omicina né oligomicina impede aqui a passagem dos prótons né a dissipação aqui dos prótons Por ela vocês vão entender o que que significa isso à
medida que eu vou explicando tá então como é que funciona Tod aquelas coenzimas que vocês viram que são reduzidas agora né os Nades e os fades eles vão vir e vão ser oxidados né as custas da redução o NAD do complexo um e o FAD do complexo do na realidade o FAD ele já está associado a enzima e o próprio complexo dois ele já é a enzima é a succinato desidrogenase né Vocês vão conhecer ela daqui a pouquinho é uma Enzima que pertence daqui a pouquinho não na próxima aula que o titio não vai relatar
com muita profundidade né agora não é o momento mas na outra aula que a gente tiver falando aí do do metabolismo de carboidrato vocês vão conhecer bem ela mas ela ela é a única enzima do do ciclo de crebs que é parte integrante da membrana interna da ocria né então o NAD ele é oxidado às curas da redução do complexo um e o FAD as curas da redução do complexo 2 só que quando o NAD ele é Oxidado o próton dele é ele é ele é ejetado pro espaço intermembranas já o dois não faz isso
porque note ele não transpassa a membrana interna da mitocôndria então ele não consegue ele devolve o próton aqui pra Matriz mitocondrial quando isso acontece o elétron que é retirado nessa oxidação ele é imediatamente ele passa aqui por centos ferroz do complexo um e é transmitido aqui ele eles ele é transmitido aqui para coenzima q e o Dois então esse elétron também é transmitido paraa coenzima q a coenzima q é uma unidade é uma estrutura feita de unidades de is isopreno ela é altamente hidrofóbica né lipossolúvel então ela consegue ficar caminhando aqui por dentro da membrana
quando quando isso acontece a coenzima que imediatamente transporta lança esse elétron para o complexo 3 quando o complexo 3 captura ele agora Passa esse elétron pro citocromo C quando isso acontece o Complexo 3 também ejeta prótons pro espaço intermembranas Note que eu estou aumentando a concentração de prótons aqui no espaço intermembranas né então quando o citocromo c então agora captura esse elétron ele imediatamente passa para o quatro e esse elétron agora vai ser capturado pelo oxigênio que você respira é exatamente a eletronegatividade do oxigênio que você respira que atrai esse elétron para se Movimentar pela
cadeia de transporte de elétrons a cadeia respiratória certo e quando isso acontece o complexo 4 também ejeta prótons né Então olha só o o complexo 1 ejeta 4 o complexo 3 ejeta 4 e o o complexo 4ro ejeta 2 né Então olha só o que tá acontecendo Eu estou formando um gradiente de concentração e um Gradiente eletroquímico Olha só eu tenho é mais positivo aqui do que aqui dentro aqui tá bem ficando bem mais negativo o que Acontece é que a ATP sintase ela tem um canal interno dela que ela dissipa esse Gradiente né então
esse Gradiente a união do Gradiente elétrico com o gradiente de concentração o gradiente químico né é chamado de força protom motriz de acordo com a teoria de mitel né e na porção F1 a ATP sintase mantém acoplado nela ADP e pi né fosfato inorgânico e de fosfato de adenosina e quando ocorre a passagem de três prótons aqui pelo canal da ATP sintase eu formo Um ATP né então ela ela é um movimento literalmente mecânico tem um trabalho que foi publicado Acho que em 2014 japonês lá colou lá um um produto radioativo e demonstrou a movimentação
da ATP sintase né nesse procedimento aqui tá e de acordo com os cálculos atuais esse número já mudou né ele antigamente era 3 E1 né Cada NAD que é oxidado aqui no complexo um a minha o a a minha cadeia de transporte de elétrons né E a minha ATP sintase eles são Capazes de prod produzir 2,5 ATP e cada fádia que é oxidado aqui ele é capaz de produzir 1,5 ATPS certo Então essa daqui é a teoria e quimiosmótica né de mitel tá bom ah sim tem mais um detalhezinho olha só que interessante Quando você
vai no espelho lá né que você dá aquela baforada tomar aquele banho né fica meio embaçado não é aquela se chama água metabólica essa a água que se forma aqui então esse Oxigênio ele atrai o elétron né e n cada meio então na realidade dois e e cada meio né um cálculo né que é feito aqui forma a molécula de água com esse hidrogênio Então esse hidrogênio ele é dissipado aqui pela ATP sintase e rapidamente ele é capturado pelo oxigênio que está a utilizando da eletronegatividade dele para atrair o elétron das coenzimas que estão reduzidas
tá bom Então é isso aí não é difícil é bem simplesinho titio na aula Tira mais dúvidas de vocês tá bom Então pessoal a gente vai falar aqui do catabolismo mas só um detalhe que eu deixei passar do slide anterior Gente pelo amor de Deus regravar tudo isso daí eu tenho que apagar o slide todo Então olha só quando a energia eletronegativa do oxigênio atrai o elétron lá para se movimentar pela cadeia de transporte de elétrons formando a força protom notri que agora passa é dissipada pela ATP sintase e tem mais uma coisa ainda que
Faz e promove essa força promotrice que é a formação da molécula de água então quando você respira lá no espelho né que você faz aquele que forma aquela embaçado aquela água se chama água metabólica ela é proveniente exatamente dessa dessa reação que acontece ali na na matriz mitocondrial certo então continuando aqui nós vamos então a falar do catabolismo que é justamente a gente vai falar sobre as vias metabólicas né que tem como Objetivo a formação de energia então inicialmente quando você come os nutrientes né Você come carne queijo arroz tudo aquilo ali né Só lembrando
Vocês tiveram já aí em biomoléculas né Nós basicamente Quem produz aqui são esses componentes né proteí eles que são responsáveis por produção de energia e também de átomos para seu para o seu anabolismo né E também é lógico você tem um anabolismo de armazenamento Note que eu coloquei Lipídios saponificado que são moléculas provenientes das unidades de isopreno que formam colesterol Colesterol não forma energia no seu corpo colesterol Ele só tem uma função estrutural e uma função de formar outras moléculas que quando a gente tiver falando aí sobre dislipidemias né titi vai explicar melhor para vocês
porque pode ter passado batido e aí eu vou dando uns complementos para vocês entenderem essas Coisas mas vamos vamos aqui para o básico tá então quando você consome que você come proteína carboidrato e lipídios eles inicialmente passa por um processo de digestão é um catabolism mas não são vias metabólicas é um mero catabolismo aqui dentro Eu tenho uma quebra desses nutrientes mecânica e química né química através de enzimas e quando a gente for olhar o metabolismo de cada um vocês vão conhecer essa essas enzimas e quais são essas quebras que Ocorrem tá o objetivo é
eu reduzir essas estruturas que são polímeros né as suas menores estruturas que são os monômeros então na realidade quando você come os lipídeos Eles não estão em formato de ácido gráo eles estão em formato de tracis gliceróis E aí Você passa por um processo de digestão onde as proteínas vão ser rompidas e liberadas em aminoácidos os carboidratos na sua menor unidade os seus monômeros são os monossacarídeos e os ácid os os Triácidos gliceróis nos ácidos graxos ele tem um transporte específico eu não vou entrar em detalhes agora porque isso é só um processo de introdução
Mas você vai conhecer ele muito bem pode ter certeza por que que o seu organismo tá fazendo esse processo de digestão para deixar o meu nutriente num tamanho adequado para ele ser agora passar pelo processo de absorção né então ele vai ser agora absorvido ele vai paraa corrente Sanguínea e agora ele vai ser distribuído para a todas as células né cada um deles vai ter um transporte específico para entrar dentro das células alguns eles são feitos por endocitose outros são feitos por transporte passivos de fusões facilitadas né e eu tenho um outro tipo de transporte
é um transporte especial pros lipídeos aqui lembrando que o lipídeo ele tem uma condição especial porque ele é hidrofóbico ele também não É transportado de qualquer forma dentro do seu organismo mas a gente vai ver isso daí com muito detalhes tá bom Então pessoal agora a gente vai falar sobre essas vias metabólicas intracelulares que são são responsáveis pela produção de energia do seu corpo certo então o que acontece aqui é o seguinte a gente vai falar sobre iniciar pelo metabolismo aeróbico então meu amiguinho né aeróbico ar né então esse metabolismo são vias metabólicas que Produzem
energia pela fosforilação oxidativa então só vocês já ouviram fosforilação ativa fosforilação em nível de substrato já sacou o negócio Então olha fosforilação em nível de substrato substrato é o componente que vai passar pela reação catalisado pro enzima e virar produto Olha só fosforilação em nível substrato fosforilação oxidativa eu estou fosforil o meu ADP as custas da oxidação das minhas cor da das minhas cor enzimas Certo que transmitiu paraa cadeia de transporte elétri cadeia respiratória sacaram o nome o nome tem tudo a ver com o que aconteceu é muito simples para você entender tá então nós
vamos agora falar eu separei as principais vias eu vou eu vou aqui me dedicar ela de uma forma geral depois a gente vai ter isso bem detalhadamente Quando a gente tiver falando do metabolismo na titio tá aqui não tá deixando você não né então a gente vai ver detalhadamente isso daqui Depois porque a gente a gente tem que ver as regulações específicas dela porque é muito importante entender isso pros problemas de diabetes né Eh e outras outras citas mais que acontecem essa daqui também a gente vai ver com alguns detalhes não tanto porque eh não
tem muita coisa aqui para se olhar nesse sentido aqui mas as regulações delas são importantes né E nesta nessa aula aqui eu não vou me aprofundar aqui na formação de energia Mas uma coisa Importante queem reações que são chamadas de organolépticas né são reações que tem como objetivo recompor intermediários de uma via metabólica vocês vão conhecer que é o ciclo de crebs então é o seguinte ó essa daqui é um quadro que representa todas as vias metabólicas e anabólicas intracelulares com exceção da transcrição tradução né então Eh na realidade as anabólicas aqui são de armazenamento
né de componentes aonde Desculpa perdão a única que tá aqui ó que tá representada aqui ó essa daqui seria a transcrição tradução né Na realidade desculpa seria a única a tradução né lembra transcrição tradução RNA mensageiro transportador etc essa seria representaria a tradução né eu formaria proteínas mas o restante todo aqui né eu tenho armazenamento e utilização armazenamento utilização então o titio vai nomear aqui para vocês todas elas para vocês conhecerem os Nomes delas Tá bom então a a degradação da glicose ela é feita pela glicólise inicialmente né ela começa aqui né então é um
a glicose é um monossacarídeo E aí a glicose Então ela é degradada aqui né E ela vai essa via metabólica chama-se glicose até a formação de eu não gosto desse termo ácido pirúvico que é piruvato né porque o que acontece é que o pka do ácido pirúvico é um pouquinho próximo de 1 e numa num PH fisiológico ele encontra-se desprotonado então é Piruvato né com certeza foi um fisiologista que fez isso aqui então é o seguinte mas tá aqui entenda que é o piruvato vamos purar se o piruva que é o que tá escrito para
você não se confundir aí esse piruvato agora ele vai sofrer uma descarboxilação oxidativa a acetilcoa depois esse acetilcoa ele na mitocôndria ele vai agora ser consumido por uma via metabólica chamada de ciclo de creves lembra daquele fotinha Inicial lá que eu disse do Sol formação de Energia Então qual que é a degradação completa então do nutriente que Você Come até você extrair Toda energia é a formação de água e a formação de CO2 então para ele sumir por completo do seu organismo Ele tem que virar água e CO2 e liberar energia no caso dos aminoácidos
né ele tem uma condição especial porque ele tem um nitrogênio né então ele ele forma amônia que entra lá no ciclo da ureia né E aí você vai ser excretado isso é um caso a parte que a gente vai Ver quando a gente falar dos metabolismo dos compostos nitrogenados Mas vamos na formação de energia tá então entenderam esses daqui essa daqui ó que o meu monossacarídeo forma um polissacarídeo Então isso é um monômero eu vou formar um polímero né Essa daqui se chama glicogênese e eu tô estocando glicose porque vocês vão entender que a glicose
é muito importante inclusive ela é a grande comandante do metabolismo porque o seu cérebro tem uma barreira Hematoencefálica que não permite entrar outra fonte de energia né então ele só usa glic Então eu preciso ter um estoque de glicose né Outra coisa hemácia como você vai ver ela não tem mitocôndria Então ela só faz ela só tem essa via metabólica você vai entender isso daí o rititi lá pra frente vai repetir para você sacar isso essa daqui é a glicogenólise né essa via que tá aqui ó ela é uma via muito Interessante porque como eu
disse Você precisa manter as suas concentrações de glicose sanguíneas senão você apaga e morre né então o seu organismo Ele tem uma capacidade no fígado de produzir glicose a partir de componentes ó não glicídicos essa via se chama gliconeogênese né aqui eu tenho o meu o os meus ácidos graxos eles podem armazenar esses ácidos graxos né e em forma de tracis gliceróis Então essa daqui é a síntese de Triacilglicerol essa daqui ó é a lipólise né então eu quebro meus triácidos gliceróis liberando os ácidos graxos essa daqui não é tão muito bonitinho esse desenho mas
é que eu gostei da diferença das etapas aqui né aqui ocorre nas em vesículas tem gotículas de lipídios essa daqui ó essa daqui se chama glicogênio são grânulos de glicogênio né aqui né são as proteínas em si que se formam e vão formando estruturas no seu organismo né E Será que titio tá coçando o olho meu Deus do céu que correria é essa tudo por vocês hein ai meu Deus eu sou um pai e tudo uma mãe psicólogo etc Vamos que vamos então é o seguinte Então essa daqui devia ser um ciclo Mas você vai
ver e vai entender isso daqui essa degradação que essa quebra dos ácidos graxos agora a ter formação de acetil coar se chama beta oxidação essa aqui é a síntese de ácidos graxos certo essa via aqui Note que essas que eu estou L Apontando ele está formando no citosol E olha que interessante todos os componentes aqui eles formam um intermediário em comum na verdade não tá tão fiel esse desenho esse actil qu deveria est aqui mais para dentro né porque ele se forma dentro da mitocôndria e ele cai dentro do ciclo de crebs que é uma
sequência aqui de oito reações aqui que é a maior produtora de e coenzimas reduzidas dentro do seu organismo tá então a glicólise para ser Totalmente a glicose para ser totalmente consumida ó ela tem que passar pela glicólise pela descarboxilação oxidativa e pelo ciclo de creves pronto virou CO2 h2oi liberei todo agora o ATP necessário o ácido gráo tem que passar pela beta oxidação e pelos ciclos de creves o aminoácido ele passa por um processo que se chama degradação de aminoácido no sentido contrário é síntese de aminoácidos né essa degradação de Aminoácido ela ela vai liberar
o composto nitrogenado e ela vai liberar um outro componente que é o alfa cetoácido que ele pode ser do tipo glicogênico se ele formar ácido pirúvico ou ele pode ser cetogênico se ele formar acetil coar ou ele entrar dentro do ciclo de crebs a gente vai dar uma olhadinha superficialmente sobre isso daqui mas a gente vai falar bastante Quando a gente tiver falando e da quando a gente tiver falando aí da da Degradação de aminoácidos Quando a gente tiver falando do metabolismos de componentes nitrogenados Tá bom então vamos começar pela glicólise então a glicólise né
Ela é uma via metabólica onde o substrato Inicial dela é a glicose e o produto final é o ácido pirúvico né ou piruvato né para cada glicose eu produzo dois piruvatos veja que a glicose ó ela tem seis carbonos e o piruvato tem três carbonos né Então essas essa via metabólica essa sequência De reações químicas ela acontece no citoplasma de todas as células a glicólise é a forma de extração de energia mais antiga no nosso planeta a mais antiga no nosso planeta que é mais abundante no nosso planeta até as plantas que formam glicose elas
consomem a glicose à noite elas fazem respiração celular à noite né então a glicólise essa sequência de reações químicas ela tem 10 enzimas né Eu não tenho no total 10 reações porque eu tenho daqui paraa Frente ó Nessa primeira fase aqui ó né Essa primeira fase de sequência de reações químicas aqui as enzima é uma enzima para cada reação química depois eu quebro em duas o resto aqui é tudo dobrado então eu tô colocando 10 enzimas mas as enzimas que estão aqui são as mesmas que estão aqui mas elas acontecem em dobro então no total
eu tenho 10 enzimas diferentes atuando aqui na glicólise agora a glicólise nessa via metabólica glicose glicólise ela se Divide em duas fases né Por que que ela se chama glicólise glicólise colise quebra Lise né quebra da do da da da glic né então a glicose vai ser puf ó aqui ó puf quebrada né quebrada em duas por isso que é glicólise Lise da glicose né Então essa primeira fase aqui logo quando a glicose entra dentro da célula ela vai sofrer um processo chamado de fosforilação quem é que faz isso isso Quem falou proteínas quinases Ou
enzimas quinases né acertou né as são as as as quinases que fazem isso daí né então ela vai sofrer esse processo aqui de fosforilação por uma quinase e vai ser incorporado um fósforo aqui nela depois outra quinase põe incorpora outro fósforo mas essa primeira quinase né esse objetivo dessa quinase quando ela bota o fósforo na glicose é não deixar ela mais sair De dentro da célula né isso impede porque o transportador que está aqui da glicose né a gente vai Falar sobre isso quando a gente estiver falando sobre regulação da as vias metabólicas o titio
vai explicar isso bem direitinho que eu vou falar sobre os hormônios Como atua sobre a diabete Então a gente vai conhecer bem esse transportador né então o transportador ele permite a passagem de glicose não glicose com fosfato ligado Então essa enzima é a primeiro fosfato que é colocado aqui ele faz com que a minha glicose não consiga mais sair De dentro Da célula depois que ela entrou garantindo que o gradiente né de concentração favoreça sem sempre a entrada da glicose dentro da célula depois que você bate uma refeição que você comeu al bastante glicose no
sangue né Então essa primeira fase antes da glicose ser rompida ela é chamada de fase Preparatória nessa fase eu vou colocar dois fazer duas ligações de Alta Energia aqui na minha glicose para permitir com Que ocorra essa reação química de lise né de quebra aqui da minha glicose em duas moléculas de três carbonos aqui com fósforo Então essa é a chamada fase Preparatória nessa fase eu consumi dois ATPS eu precisei consumir olha só que interessante mas no final da minha via eu volou ter como eu vou ter e e duas fosforilaçao total de 2is ATPS
né então como eu produzo quatro eu produzindo dois aqui e dois aqui em nível de substrato eu tenho Na minha para cada glicose por fosforilação em nível de substrato Eu tenho um saldo total de 2is ATPS Então veja a minha glicose consegue ficar produzindo dois ATPS o tempo inteiro o tempo para cada glicose eu produzo gente isso não é nada perto do que a mitocôndria produz mas olha só já aqui né eu tenho uma uma uma desr ase Funcionando aqui ó é a gliceraldeído três fosfato desidrogenase ela está lá já arrancou ela usa o Ná
ó tá vendo como Cofator e ela É dobrada Então olha só vamos pensar aqui na glicose se eu pensar na glicólise quantos ATPS ela já produz para mim tic tac tic tac não não é só dois lembra cada NAD não produz 2,5 então eu tenho 2,5 + 2,5 5 + 2 7 2 né porque eu produzi 2 4 mas eu consumi dois então no meu saldo Total com fosforilação em nível de substrato eu tenho uma produção de dois ATPS e eu tenho a produção de cinco ATPS através das minhas coenzimas que estão reduzidas Que vão
lá para para respiração celular fazer ATP certo então a minha glicólise para cada glicose ela produz dois NAD e o produto final da minha glicólise é dois são perdão dois piruvatos que cada um tem três carbonos Tá bom então tá vendo não é difícil Então essa é a primeira via quando a glicose entra daqui tá bom então agora a gente vai falar sobre a descarboxilação oxidativo com o tempo Você vai aprender falar é facinho é descarboxilação oxidativa do piruvato Por que que é uma descarboxilação você vai ver que agora tu vai entender e vai ficar
bem fácil né olha só primeiro lugar onde é que ela acontece né ela já acontece dentro da mitocôndria de todas as células opa opa opa opa calma Professor ela acontece em todas as células não ela acontece na mitocôndria de todas as células as hemácias não possuem mitocôndria galerinha né Tem Umas outras aí também né mas eu não vou entrar em detalhes Mas vamos no principal as hemácias não possuem mitocôndria Então as hemácias só fazem glicólise e elas fazem uma glicólise chamada glicose a glicólise anaeróbica que a gente vai daqui a pouquinho falar sobre isso daí
tá bom eu vou deixar pro final a gente vai falar porque eu já incluo já um negócio chamado ciclo de cor e aí você vai entender direitinho como é que ela se vira desse jeito né Então isso daqui acontece em todas as células que tem mitocôndria né Essa descarboxilação oxidativa ela possui uma desidrogenase que na realidade não é uma enzima é um complexo proteico grande e nele Tem embutido lá uma desidrogenase processo aqui ele é complexo eu não vou entrar em detalhes mas olha só o que ele é capaz de fazer ele captura uma chamada
coenzima a essa coenzima a ela tem um ponto onde ela tem enxofre esse enxofre Quando se liga né a a ao carbono aqui ela forma uma ligação de Alta Energia chamada ligação do tipo tester né que nem é o d ATP Só que não é um fósforo é outra coisa que tem aqui é uma coenzima a ligada ao carbono mas olha só por que que essa é uma descarboxilação oxidativa porque ao longo dessa reação ocorre uma descarboxilação Aqui galerinha é neste ponto aqui onde vai ser gerado o primeiro gás carbônico da a partir da glicose
de uma glicose que você consumiu Lá veja que não teve a participação do oxigênio aqui né só foi ali em nível de substrato mesmo né É que eu coloquei esse desenho mas tudo acontece nesse complexo esse complexo que faz tudo isso daqui né ele que vai fazer tudo isso daqui e o complexo ele reduz aqui né mais uma coenzima unade então a descarboxilação oxidativa ela produz ATPS sim porque olha só ela produz um NAD H2 ela produz aqui uma coenzima reduzida e essa coenzima vai produzir lá Na cadeia respiratória lá na minha mitocôndria né aqui
na minha Matriz aqui ela vai produzir 2,5 ATPS tá vendo Então isso daqui é o piruvato o ácido pirúvico né eu chamo de piruvato você vai ver cada autor é uma forma é quando ele entra dentro da mitocôndria quando ele entra dentro da mitocôndria ele se depara com esse complexo piruvato desidrogenase que cataliza a sua descarboxilação oxidativa ó ele Descarboxila e ele foi oxidado porque ele reduziu um NAD a um NAD ele reduziu um NAD a NAD H certo então por isso que é uma descarboxilação oxidativa do piruvato a acetil coenzima A então no final
aqui eu vou formar como produto um acetil coenzima a certo e possui que possui uma ligação de Alta Energia que vai ser muito importante né Daqui a pouco vocês vão ver isso daí né a que é de extrema importância Gente Faltou um detalhezinho que agora que eu tô lembrando eu não vou voltar tudo lá para falar eu já vou explicar para vocês agora aqui tá bom lembra quando a gente estava falando lá né que o o próton né ele ele passa lá e entra que ele passa pela ATP sintase que vem o oxigênio lá que
vai atraindo o elétron né esse hidrogênio ele se liga esse oxigênio com o elétron para formar água né Então aquela água que é formada lembra que tinha lá que eu mostrei para Vocês na reação Inicial né que eu mostrei lá da que tinha o cloroplasta e a mitocôndria que tinha a formação de água de novo essa água é chamada de água metabólica Quando você vai lá no espelho que você dá aquele não fica embaçado é essa água sendo jogado fora né você produz água então aquele oxigênio que atrai ali o elétron na cadeia de transporte
de elétrons se liga ao hidr ao próton que passa pela ATP sintase formando água né Então foi bom que eu Lembrei Ainda bem que eu vi aqui que agora eu acho que eu não falei sobre isso mas não é difícil foi bom que a gente revisou para você tá atento aqui na fosforilação oxidativa tá bom a fosforilação oxidativa esse processo de formação de ATP com liberação de CO2 e formação de água Tá bom então só pra gente lembrar e então aqui você viu que tem a liberação de um CO2 a formação de um Ná Deixa
eu ver se eu esqueci de falar alguma coisa utiliza o coenzima a Para produzir uma ligação de Alta Energia e é isso daí vamos Então vamos continuar então agora a gente vai falar sobre o ciclo de crebs e eu botei esse desenhozinho aqui no canto aqui em cima pra gente não se perder né para vocês não se perder de onde que a gente tá então a gente começou falando da glicólise lembra aí a glicose fez a glicólise né produziu o piruvato aí o piruvato fez a descarboxilação oxidativa aqui e produziu acetilcoa aí Agora a gente
falou do ácido graxo o ácido graxo foi ativado entrou dentro da mitocôndria e produziu um monte de acetilcoenzima a ou seja o acetilcoenzima a é o intermediário em comum né para a glicose e os ácidos graxos ele também é intermediário comum de alguns aminoácidos que a gente vai ver daqui a pouco primeiro Vamos aprender isso aí vão entender com mais facilidade a degradação eh de aminoácidos Então o acetilcoenzima a Agora ele vai entrar num ciclo uma via metabólica que é um ciclo né é um ciclo de oito reações químicas aqui catalisado por oito e enzimas
né Então tá aqui o meu acetil com enzima A Veja ele tem dois carbonos E aí ele entra num ciclo quando ele entra no ciclo que é chamado de ciclo de creves que acontece lá dentro da mitocôndria o ciclo é uma sequência de oito reações químicas tá vendo ele ocorre na mitocôndria de todas as células porque lembra a glicose Também produz acetil A então o cérebro faz o ciclo de crebs né então é uma sequência de oito reações químicas catalisado por oito enzimas aqui ó 1 2 3 4 5 6 7 8 ah te peguei
amiguinho a enzima tá aqui presta atenção ó esse é o produto ó uma enzima que faz a fusão do oxaloacetato com acetilcoa depois eu tenho uma enzima aqui que vai atuar aqui na conversão do citrato em isocitrato depois eu tenho uma desidrogenase aqui outra Desidrogenase aqui depois eu tenho um ATP sintase aqui ó né eu tenho for ah a gente vai falar sobre isso aqui o gp Então as enzimas estão aqui ó eu tenho uma 2 3 4 5 6 7 8 essa a gente já contou Então a gente tem um total de oito enzimas
que catalisam cada flecha é uma reação química oito reações né o meu ciclo de crebs ele tem duas descarboxilações Então olha só que interessante tá vendo a minha formação de gás carbônico independe da cadeia Respiratória é um evento que ocorre em nível de substrato então aqui nessa conversão aqui ó eu produzo um gás carbônico e aqui outro gás carbônico então para cada acetil com enzima A que entra no ciclo de creves eu vou produzir do CO2 dois gás carbônicos certo então a o meu ciclo de creves ele possui quatro desidrogenases né eu tenho aqui uma
2as três e a desculpa aqui aqui eu tô sem meu óculos né Então tá aqui uma duas 3 4 deixa eu dar um pause para pôr meu Óculos no lugar Pera aí que o tio tem que botar o dedinho no teclado ao mesmo tempo aí meu óculos vai eu vou suando porque eu vou trabalhando aqui sem ar condicionado porque se eu ligar o a o bar o som fica muito baixinho aí o óculos vai escorregando vai escorregando vai escorregando a hora tenho que levantar ele tá bom É então vamos lá então olha aqui então eu
tenho uma duas três qu desid sendo que eu tenho três que operam com Cofator NAD e uma que opera com cofator FAD Então olha só para cada acetil com enzima A que eu entra no meu ciclo de crebs só pelos cofatores quantos ATPS a gente produz ó 2,5 mais 2,5 são 5 mais 2,5 são 7,5 mais 1 meio são nove e eu tenho ainda a produção de um gtp esse gtp vai eu não quis colocar a reação mas tem um processo aqui aonde esse esse fósforo é passado para um ADP através de um ATP sintase
aqui e eu produzo aqui mais uma Eu produzo um ATP então para cada acetil com enzima A que entra no meu ciclo de créditos Olha só eram dois carbonos um foi embora o outro foi embora agora são reajustes e aproveitamento e retirada das extrações dos prótons e elétrons certo então para cada atil com enzima aqui entra no ciclo de creves eu produzo 10 ATPS então libra lá do ácido gráo mirístico né quantos acetilcoa ele produziu são sete só Nessa entrada aqui ele produz mais 70 ATPS Enquanto a minha glicose lembra a minha glicose só vai
fazer dois piruvatos então ela vai fazer 10 20 né só que ela tem 2,5 lá da descarboxilação oxidativa mais 2,5 da outra né porque são dois piruvatos então ela vai fazer num total 25 a partir do piruvato enquanto o meu mirístico aqui ele vai fazer 70 amiguinhos só aqui lembra que tem mais aqueles que ele produziu lá na Beta oxidação Então essa é a fonte de energia do negócio ela que carrega lá da Mitocôndria pra mitocôndria conseguir fazer o ATP né então aqui tá o nome das enzimas né isocitrato aqui ó essa é isocitrato desidrogenase
essa daqui é Alfa cetoglutarato desidrogenase né Essa daqui é a malato desidrogenase né E essa daqui ó é a succinato desidrogenase Tá bom então Então você viu como é simples Então são todas flechinhas são reações químicas Então esse aqui é o famoso né O querido Ciclo de crebs né Você viu como ele é facinho né Então olha só ele produz um ATP Naquele esquema lá três NAD um FAD Aí você faz o cálculo né eu vou cobrar isso na prova esse cálculo Zinho na prova né sou tão gente boa né né então cada nade faz
2,5 FAD faz 1,5 né liberação falei aqui deixa eu ver se eu não falei alguma coisa falei falei falei falei falei falei falei falei falei de tudo dele se alguém não entendeu o titio tá disponível é só mandar mensagem que o Titio né no WhatsApp aqui 24 24 horas Car você me ligaram às 3 horas da manhã para me perguntar meu filho olha eu eu tava de bom humor no dia tá bom então mas eu tô sempre disponível para vocês no horário útil por favor bom então aqui a ativação e vamos falar então agora da
Via dos lipídeos né Então a gente vai falar ali do ácido graxo então gente inicialmente né o ácido graxo ele primeiro ele precisa passar por um processo de ativação Porque esse processo de ativação ele é feito pro ácido gráo ele conseguir entrar dentro da mitocôndria né então então esse se é para ele entrar na mitocôndria essa ativação ela Ocre no citoplasma de todas as células que tem mitocôndria isso é importante exceto no encéfalo devido a barre emata encefálica Então você já sabe que não acontece nas hassas porque ela não tem mitocôndria e também não acontece
no cérebro gente o cérebro ele tem uma barreira né Isso é Muito importante você já saber disso agora porque isso é o guia das vias metabólicas quando a gente falar sobre regulação vocês vão lembrar eu vou tocar nesse assunto novamente mas já vá lembrando disso o cérebro ele tem uma barreira que ele não permite a entrada de gordura no cérebro o cérebro só consome glicose em em em situações de jejum muito prolongado ele consome outra coisa chamado corpos cetônicos que eu não vou entrar nesses detalhes sobre Isso daí quem quiser pode a gente tirar alguma
dúvida comigo a gente fala sobre isso mas a gente não vai falar sobre Copos cetônicos na nossa aula de vias metabólicas mas quando você tá em jejum muito Ah mas eu vou falar sobre eles eu vou falar quando a gente tiver falando sobre e interação metabólica a gente vai falar sobre os cetônicos vocês vão entender um pouquinho sobre eles né eles são produzidos ele entra no céfalo Mas então basicamente o cérebro ele só Funciona à base de glicose ele não funciona à base de outra coisa certo então essa reação aqui só vai acontecer nas células
que T mitocôndria exceto no encéfalo é então ela é uma reação necessária para que ele consiga entrar dentro da mitocôndria porque é lá na mitocôndria onde ele vai ser extraída a energia do ácido do graxo né então ele atua essa reação química aqui que é feita pela acetilcoenzima sintetase ela precisa fazer uma conexão Do meu grupo ácido graxo com a minha coenzima a formando o Acil co a né esse é o Acil que é o ácido gráo ligado a com a enzima A com uma ligação de Alta Energia isso aqui é extremamente importante né e
ocorre o consumo aqui de duas ligações de energia porque olha só o que aconteceu eu formei a m e p e pirofosfato para eu repor esse Amp eu vou precisar de dois ATPS né para poder eu conseguir eu vou precisar formar uma ADP depois a a ATP então eu vou precisar De dois ATPS para poder repor isso daqui então foram duas ligações de energia indiretamente que foram utilizadas mais uma com enzima A para eu poder formar o Acil coar que agora está pronto para entrar dentro da minha mitocôndria quando ele entra dentro da mitocôndria agora
ele vai passar por uma sequência de reações químicas que são ciclo são ciclos né esse ciclo é uma é uma reação química que é um ciclo porque ela sempre Retorna a mesma enzima inicial das da Via metabólica e ess essa via que é em forma de ciclo né formada por apenas quatro reações ela é chamada de beta oxidação ela ocorre na mitocôndria de todas as células exceto no encéfalo porque o encéfalo não recebe gordura né ela possui duas desidrogenases tá aqui ó sendo que uma opera com o com a coenzima cofator pode ser também chamado
né o FAD e a outra Opera com o NAD certo então eu tenho aqui operando uma com FAD operando uma com NAD cada ciclo então aqui tá meu ácido gráo ele passou pelo um ciclo da minha via metabólica quando ele passa pel um ciclo ele produz um Acil um acetil com enzima A e libera novamente aquele Acil com menos dois carbonos com dois carbonos a menos Então olha só eu coloquei isso aqui para tu entender então entrou lá vamos dizer o o ácido mir aqui o ácido gráo mirístico Ele Entrou na mitocôndria ele já tá
em forma de Acil né tá energizado aí ele passa pela primeira beta oxidação libera um acetil com a fica com 12 passa por outra beta oxidação libera outra acetil com a Fica com 10 então acetil tem dois carbonos lembra né daquela imagem anterior lá o acetil tem dois carbonos então ele vai pedde 2 4 6 8 10 12 14 só que eu precisei de um total ó de 1 2 3 4 5 5co seis ciclos né porque o último ciclo eu não Libero um acetil co a eu Libero dois acetil coa né então a cada
ciclo a minha beta oxidação ela produz aqui né um acetil coar e o meu Acil né que está o meu ácido gráo agora está em forma de Acil porque tá preso a minha coenzima a Acil gracio né o Acil coenzima a está preso a coenzima com dois carbonos a menos produziu energia meu amigo produziu PR caramba olha só aqui ó um cada ciclo ó um Ná um FAD um Ná um FAD um Ná um FAD um naddi um fá um Nádio Lembra quando a gente falou sobre lipídio que os lipídeos são capazes de armazenar muito
mais energia do que a glicose no glicogênio agora você tá vendo olha aqui ó cada ciclo eu fiz um FAD e um NAD e um FAD Então olha só a cada ciclo eu produzi quanto aqui é 1,52 mais 2,5 eu produzi quatro no total se eu tenho seis ciclos eu produzi só com ácido gracho mirístico eu produzi 24 ATPS Por enquanto ainda tu vai ver que ele vai Fazer muito muito mais né porque os acetis coas eles ainda vão lá pro ciclo de crebs né vamos lá para outra sequência de reações químicas que é o
ciclo de crebs então isso aqui ó está acontecendo dentro já da mitocôndria né estão estamos dentro da mitocôndria é um ciclo de quatro enzimas olha aqui ó são quatro enzimas sendo que são duas desidrogenases uma usa o FAD como coenzima o cofator e a outra usa o NAD a cada ciclo da betox o meu ácido gro Perde um acetil que tem dois Car bônus né e produz um FAD H né um FAD reduzido e um NAD H um NAD reduzido que vai lá pra cadeia de transporte de elétros e produzir ATPS ou seja só na
beta oxidação eu já produzi aí bastante ATP aqui então vocês viram como a gordura tem muita energia bom então gente aqui tá o saldo energético aqui né Eu fiz uma comparação para vocês verem como e os ácidos grassos eles conseguem produzir mais do Que duas vezes a quantidade de energia que a a glicose produz não só isso né eles têm uma capacidade de armazenamento muito superior porque eles fazem as ligações do tipo Wester eh que ocorrem ali com glicerol para formar o triacid glicerol são altamente anidrase não permite a aproximação de água enquanto a glicose
acarreta a água ali ela atrai para cada dos para cada molécula de glicose ela atrai duas moléculas de água né então E porque a glicose ela é hidros móca Então olha só aqui então tem todos os ATPS que são produzidos n em nível de substrato através do NAD n glicólise né o o do da descarboxilação do piruvato produz NAD no crebs eu tenho Nades e tenho também FAD e tem o ATP nível de substrato né Ah aqui no eu escolhi aqui você veja que eu fiz eu procurei um um um ácido gráo de um peso
molecular próximo da glicose mas mesmo assim eu fiz uma compensação aqui tá bom então Fiz proporcionalmente aqui a quantidade de ATPS para peso molecular pra gente encontrar um valor que seja proporcional tá então a a Ane então eu usei um de 12 carbonos que é o ácido decanoico mesma coisa Bet oxidação das cinco ciclos cada cinco cinco Nades cinco fades Lembrando que ele produz então seis a senti o coas porque ele é 12 div por 2 o ciclo se calcula dividindo por 2 - 1 né então eu faço seis crebs o crebs é as mesmas
coisas aqui né eu tenho quantidade de NAD de FAD nível e ATPS e nível de substrato E lembrando que existe um desconto porque a ativação de ácido graxo ele ele ele eh consome duas ligações de energia Lembrando que o ATP ele é convertida em MP né e a e e e pirofosfato que depois a pirofosfatase e hidroliza esse pirofosfato em dois fosfatos inorgânicos que agora vão precisar ser e eh sofrer um processo ou de nível de substrato ou também fosfora oxidativa Para formar ATP de novo tá então formo 78 eu fiz o cálculo e note
então eu tenho e mais um pouquinho mais aqui do que duas vezes a quantidade de energia e fazendo uma comparação em peso molecular do dos ácidos graxos com a glicose tá bom gente simples assim lembrem sempre disso dos descono acréscimo se o titi cobrar de vocês aí os cálculos aqui pra gente fazer uma análise de produção de ATP por molécula então agora a gente vai falar Sobre o metabolismo anaeróbico então é um metabolismo que você não usa oxigênio então se você não tá utilizando gênio Quem é a sua produção de energia isso amiguinho fosforilação em
nível de substrato meu querido lembre de uma coisa a hemácia ela não tem mitocôndria bebê se ela não tem mitocôndria meu filho como é que ela vai fazer ciclo de creves como é que ela vai fazer descarboxilação oxidativa Coitada da minha hemácia do meu eritrócito não o Nosso organismo é muito inteligente o processo de evolução dos seres vivos é espetacular né então o que acontece é que dentro do nosso organismo né Nós temos e esse esse dentro das hemácias né E também dentro do fígado nós temos essa essa enzima muito especial chamada lactat desidrogenase né
ela tem a capacidade então de reduzir né desculpa de e isso de reduzir o meu piruvato as custas né da Oxidação de uma nadh lembra que na glicólise você produziu duas nadh agora essa nadh vai ser utilizada pela lactato desidrogenase para produzir lactato né então Eh existem teorias aí né que dizem que o acúmulo de lactato muscular né ela promove dores muscular né mas a gente vai começar que isso é bem todo mundo fala né mas essas teorias são todas propostas por fisiologistas uma hora a gente com calma quando terminar nossa aula aqui sobrar tempo
eh Quando a gente Tiver pessoalmente né eu explico para vocês que eu tenho porque que eu não não não não aceito muito essa teoria Mas vamos aí dentro do que está mais dito que tá nos livros né Então olha só essa daqui é a minha Então essa daqui é a minha glicólise anaeróbica né Então as hemas e os músculos em Atividade muito intensa né que ele pedde os o aporte de oxigênio ele começa então a desviar ele começa a ter um acúmulo muito grande de piruvato uma coisa interessante é que o Km da lactato desidrogenase
ele é um km alto né então ele só opera e em altas concentrações né então quando a gente tiver na aula eu vou explicar isso para você você vai entender o que que eu falei de km eu falo rapidinho Para você sacar o que que é isso daqui tá bom então ela só vai operar quando eu ten uma altas concentrações de piruvato quando é que eu tenho altas concentrações de piruvato quando o meu oxigênio lá na frente não tá dando conta E tudo vai parando né vai parando a cadeia de transporte de elétrons né vai
parando as coenzimas não conseguem ser e não conseguem ser oxidadas eu não tenho enzimas com enzimas oxidadas NAD e FAD para poder continuar movendo as vias elas param E aí começa a se acumular piruvato E aí eu desloco a reação no no sentido de formação de lactato Só que essa reação é uma reação altamente Irreversível olha só o que acontece Então esse lactato então que é formado Aqui ele agora ele vai cair na corrente sanguínea e vai chegar lá no fígado e aí ele começa a se acumular no fígado como ele começa a so se
acumular ele desloca agora a reação ó no sentido contrário ele começa agora a produzir piruvato e lá dentro do piruvato eu tenho uma via metabólica que a gente vai conhecer na frente com com detalhes eu vou só explanar aqui como a cara dela né é uma bum Pan geral dela aqui mas essa via ela tem a capacidade agora de converter não Apenas piruvato mas componentes não glicídicos né que na realidade eles acabam virando piruvato também né então piruvato ele vai seguir uma via na formação de glicose né ela se chama gliconeogênese agora ol só olha
só nessas situações então que eu não tenho aporte de oxigênio minhas hemácias estão produzindo ali e bastante elas estão quando você tá fazendo atividade física né correndo né que as rassas estão transportando e elas tá ali num consumo Energético muito forte porque ela tá transportando bastante gases ali e ela começa a produzir também bastante lactato né E aí o que acontece é que essa gliconeogênese o a glicose é lançado novamente pro corpo que chega novamente aos músculos e as massas esse ciclo que acontece dentro de você para poder né manter as suas Emas operando e
o seu músculo promovendo atividad físicas intensas isso daqui se chama ciclo de Core certo o que acontece que também que em situações que você tá Você tá consumindo muito glicose e é exatamente por isso que o halterofilista ele leva né aquela aquela aquela jarrinha que fica você fica escutando isso na academia é Protein mas também tem carboidrato ali Por que que ele tá consumindo aquilo ali né porque se ele não consumir carboidrato ele começa a promover a degradação muscular dele através de Enzima chamado de transaminases aquela que você viu ali atrás agora né na degradação
de aminoácidos com objetivo de formar a lanina para suprir agora a neogênese a lanina quando entra lá dentro do fígado ela tem uma transaminase elas operam essas reações muito próxima do equilíbrio então se eu aumentar a concentração a diminuir a concentração aqui de piruvato automaticamente eu começo a mover para cá se eu aumentar de alanina eu movo né Se é no sentido na realidade no sentido contrário depois a gente conversa sobre isso daqui tá bom E aí eu começo a degradar minha musculatura então o atleta profissional ele antes de fazer o autofilm se ele não
consumir carboidrato ele tem uma perda da performance dele ele não consegue ter um ganho de massa muscular né porque ele vai tá ganhando produzindo massa né Depois da atividade mas ele perdeu tanta naquele momento da atividade física que a produção dele é Muito baixa né o ganho a ganho você chama ganho de performance dele é baixo tá então aí ele produz piruvato faz gliconeogênese e repõe novamente né A glic doose para poder suprir essa demanda aqui se ele tem carboidrato suficiente aqui ele não não está executando isso daqui tá ele não não não executa isso
daqui isso daqui se torna menos intenso né mas no caso de uma situação que ele não tem não tem glicose suficiente começa a acontecer isso eu Produzo glicose volta para cá de novo volta para cá de novo vou degradando o músculo vou produzindo glicose que cai dentro do ciclo de Có tá então eu só vou explanar aqui então a A gliconeogênese então ela é uma é uma é uma via metabólica feita por seis enzimas sendo que seis são iguais a da glicólise Por que igual da glicólise porque elas operam próximo do equilíbrio então se eu
aumentar a concentração e desloco o equilíbrio e ela começa a ir no sentido De formação da glicose só que eu tenho que substituir as outras por quê Porque são reações de variação de energia livre muito negativa Então eu tenho que formar um novo caminho aqui para que eu consiga ir subindo no sentido de formação da glicose Mas nós vamos ver isso daqui detalhadamente né ela ocorre nos hepatócito nas células renais isso daqui acontece quando você tá um jejum muito prolongado você tá beira da morte por inanição então seu rim começa também Tentar ajudar ali lembrando
porque você precisa manter os níveis de glicose sanguíneo senão seu cérebro para suas hemácias param e aí você vai pro babal né E olha só ela tem na realidade a desidrogenase que ela possui né e eh que é a mesma desidrogenase da glicólise né ela não consome e e NAD né ela ela não consome NAD ela ela não e reduz ela ela faz o contrário ela reduz as bias né as custas da oxidação de nadh então eu tô consumindo dois nadh na hora que eu faço A gliconeogênese né ela consome ATP porque Lembra no caminho
não tô produzindo ATP ela não tá ind no sentido contrário Então ela comea a consumir ATP Vale a pena vale a pena né eu tô consumindo seis paraa formação de uma glicose lembra glicose faz 32 depois nas outras células lá no cérebro vai fazer 32 Então vale a pena então a ela é energeticamente Ela é muito favorável né para para o sistema nervoso Então ela Supre as necessidades de glicose do Cérebro e das hemácias né então então a glicólise a a glicólise anaeróbica que é essa aqui que a gente tá tá falando né então ela
possui a lactato desidrogenase que que reoxidação lembra aqui né então a três fosso eh desidrogenase três fosfoglicerato desidrogenase né E ela ela tá atuando na glicólise aqui ela tá pegando o NAD formando o nadh agora a desidrogenase tá pegando o nadh reduzindo o piruvato a lactato e Voltando a cnad né então ela fica se lembra você não tem a MIT porque a mitocôndria que restitui e que que você no músculo você não tem oxigênio para poder fazer a cadeia de transporte de elétrons funcionar né na áa tu não tem mitocôndria então a lactato desidrogenase Ela
opera no sentido de reconstituir né colocar a sua nade que tá na forma e e reduzida na sua forma oxidada Então ela faz com que essa via continue se movimentando Independentemente da mitocôndria entendeu olha só que legal né Isso é muito bacana né Então aí tá a nossa aula Inicial né deu 1:52 minutos que eu tô vendo aqui mas é porque teve alguns slides que eu reaproveitei né porque haja agela para falar rápido assim tá bom gente então até a próxima aula espero que vocês aproveitem isso daqui para vocês estudarem né eu fiz de uma
forma aqui mal bem rapidinha Só quando eu apontei umas vias aí se eu te falei Alguma coisa sobre a enfermagem alguma coisa é porque tá dentro de uma aula de outra de outro curso mas que é que para eles é a íntegra né para vocês é só a introdução bebê tá bom então então até mais Um abraço para vocês até a próxima