Bom dia então a todas a todos várias nomes cidades minha cidade de passar férias na infância Mongaguá tá aí minha querida amiga Cláudia de Portugal sempre presente grande professora de educação infantil bom prazer agradeço a um time o convite novamente né para falar dessa vez sobre a questão do autismo né então eu gostaria de agradecer a que tive lá no Encontro Nacional né em Cuiabá calor gente nossa senhora É um prazer realmente muito grande Tá falando com as prefeituras já aproveita então para agradecer a todas aquelas prefeituras é professoras e gestores com os quais eu
trabalhei ao longo dessas décadas é que tive a oportunidade de junto receber muitos alunos de inclusão né então muito do conhecimento não é só teoria mas é a possibilidade É prática né de lidar com professores professores principalmente no fundamental na educação infantil é que recebem crianças como o que eu chamo de diversidade biológica muito tempo eu nunca gostei muito do deficiência mental né também necessidades especiais o que nós temos hoje muito claramente é que tem pessoas que tem nós temos diversidades culturais na espécie humana nós temos diversidade biológicas né E hoje está se falando de
neurodiversidade Né mais recentemente Eu uso o mesmo termo de diversidade que tem uma fundamentação tanto na ciência na Biologia na neurociência mas também na antropologia né Nós somos seres de emoção nós somos seres de Cultura nós temos um aparato biológico né com as características da espécie e uma das características fundamentais Dessa espécie é ser uma espécie social né hoje está muito claro isso depois aí de Dessas colocações foram feitas é no século passado na antropologia e que nas artes também né então hoje nós temos essa compreensão vou falar muito nessa nessa dinâmica do nessa dialética
da Integração biológica cultural do ser humano porque nós temos que entender que toda criança quando a pessoa que tem diversidade biológica seja síndrome seja Esteja Dentro do espectro de autismo seja tenha algum problema com um dos Sentidos né dos cinco sentidos que nós temos ou com o movimento né são pessoas são crianças que seguem o processo de desenvolvimento humano com particularidades né então da visão que nós tínhamos né Há 50 anos atrás nós somos encontrados de mudança é que eu trago uma coisa assim que é muito importante a gente ter uma humildade nesse momento porque
nós somos Aprendendo muito sobre essa diversidade né e autismo é um exemplo disso né Nós vamos conversar sobre isso hoje então nós temos que olhar assim eu tenho duas falas do vós que lá de trás né no Brasil no livro dele que o original se chama defectologia né o vygocio que ele fala que nós não podemos medir a pessoa com diversidade biológica no caso ele falava dentro do dentro do da tecnologia Com a régua do sujeito que nós dizemos normal entre aspas né então a régua de quer dizer eu não posso ficar comparando um autista
com uma criança que tem um desenvolvimento dentro do esperado dentro da espécie o síndrome de Down mesma coisa minha pergunta significa que régua é essa é qual é a régua da altíssimo Qual é a régua de Síndrome de Down eu quando tava na psicologia eu fui fazer estágio na década de 70 né pai e me deram Trabalhar como Síndrome de Down eu estudante de psicologia e eu falei eu faço o quê com eles e aí eles falaram a socializa tudo que falava assim socialização naquele momento né na 50 anos atrás nós não tínhamos noção de
que o síndrome de Down uma pessoa com síndrome de down pudesse desenvolver tem uma profissão ser um artista é muito menos outras patologias não outras situações Isso mudou muito né hoje nós temos até professora concursado que é síndrome de Down né então nós estamos vivendo assim um momento de de abertura de conhecimento eu vou trazer isso aqui para vocês hoje né numa questão bastante complexa que é do autismo né vários países do mundo então estão passando por esse esse fato que nós a gente também tem no Brasil um aumento muito grande de Diagnósticos né então
é bom nós conversarmos sempre com essa Abertura que nós estamos aprendendo e que talvez agora a gente tenha mais elementos para ter essa régua do autismo com os casos que eu vou mostrar aqui para vocês então eu vou dividir minha fala apresentando trazendo aqui dois casos importantes que são da Carne Flashman e do templegram que são pessoas autistas com percursos absolutamente inéditos né dentro dentro do caminho que o autista é pode Exercer pode conquistar pode fazer na sociedade né Eu como pesquisadora eu trabalho muito por exemplo que eu tive a oportunidade de conhecer nos Estados
Unidos é uma grande cientista hoje né Eu acho que ela tá com 70 anos mais ou menos mas as publicações dela são do século passado pelo menos de 40 anos para cá ou 30 principalmente ela tem publicado muito né ela tá muito disponível na internet então Eu aprendo não só lembro dos teóricos mas aprendo nas prefeituras principalmente prefeituras em algumas escolas estaduais também de alguns estados que eu tenho aí o parceria com professoras né com escola já bastante tempo e nós temos que entender também o que a patologia ou o quanto que nós podemos aprender
com essas crianças que são de diversidade biológica né E quanto que é É importante para as outras crianças conviverem com a diferença também né essa possibilidade de construir outro tipo de comunidade na escola né então eu vou trazer esses dois casos e pedir para Susan que é uma grande professora que está na escola pública nós trabalhamos juntos aqui no escrito para todos aqui no Capão Redondo em São Paulo eu queria que ela viesse hoje ela tá dando aula não pode faltar nesse exato momento eu conversei com ela ontem Eu fiz essa pergunta para ela né
E ela me mandou aqui eu vou estar partilhando com vocês né ontem à noite ela como professora depois falar um pouquinho sobre o trabalho dela o que que ela tem para dizer para outros professores que recebam autista em sala de aula experiência toda que ela tem de ter passado escola particular mas está na rede pública muitos anos né então outra coisa que o Vygotsky também me Deixou assim intrigada que a gente fala pouco né a gente sente algumas coisinhas do divórcio Mas ele tem uma vida Um percurso que o absolutamente um estudante né então o
vygots que a tese dele de torrar sobre o ramo ele trabalhou com literatura com teatro e o vygocio que ele fazia lá uma formação de professores usando o teatro e o teatro é uma coisa assim que na minha vida pessoalmente foi muito marcante uma Geração que viveu o período como adolescente antes das 5 né então 67 68 anos de muita ebulição uma qualidade enorme que tem o teatro brasileiro que naquela época Produções Como Rei da vela Roda Viva enfim nós temos aí Alguns Teatro de Arena eu fui uma geração que teve esse privilégio de poder
sair lá de São Caetano que morava no ABC entre São Paulo é realmente Me impactar né com esse outro universo simbólico né E aí você vai depois mais anos depois lê o bigode que dizer que não é realmente a produção mais sofisticada simbolicamente com o ser humano faz né então a arte o bigode dá essa importância é muito grande do ponto de vista do desenvolvimento mesmo de toda a teoria dele né é uma pessoa que fala vindo da Literatura vindo do drama né então eu tenho se interesse essa ligação com teatro para hoje chegar na
neurociências né e dá toda essa volta do biologia porque os grandes neurocientistas hoje falam do cérebro né trazendo a arte né rachand Branca ideal da música as artes plásticas não é isso o teatro A escultura né o rochandra faz muita Relação entre as metáforas de Nas artes né na escultura não só na poesia na literatura então nós somos também vivendo um momento em que outro dia teve o Guilherme falar que saída para o nosso tempo atual é um novo Renascimento e que a gente eu recomendo todo mundo né várias coisas do Nicole eles disponíveis na
internet nós temos que ouvir um grande cientista né neurocientistas do mundo né E que tem Essa fala importante no momento nós temos que pensar muita educação é como historicamente né ligada a capacidade simbólica dos pés da espécie humana e a capacidade térmica né então eu tô falando tudo isso porque as pessoas que têm diversidade biológica né Elas têm um sistema emocional funcionando Elas têm a função simbólica não é isso então mas para nós às vezes fica difícil identificar a gente já vai dizer que altíssimo não dá Para aprender que é sempre de dar não dá
para aprender hoje nós temos a contraposição aí seja o que eu vou trazer para vocês na primeira no primeiro momento aqui né um pouco da do percurso da Carne Flash no Canadá e esse é muito reduzido alguma coisa né porque eu começo ver dá tempo o quanto que ela tem no percurso dela né de também se tornar uma pessoa que era não verbal né porque já não falava Até os três quatro e hoje é uma das grandes conferências dentro ela continua autista né mas quem acompanha você pode ver pelos anos como que ela vai construindo
né E ela ela vai construindo essa capacidade por exemplo de falar com o público de relacionar né E ela traz muito a partir da experiência dela e ela também é professora Universitária nos Estados Unidos desde Novembro Então ela tem aí 30 anos de docência de teses e Ter alunos sendo autista não deixa de ser autista mas ela mostra fala muito claramente que nós temos que tirar o autista da sua zona de conforto e eu vou falar um pouquinho sobre esse processo dela quando eu falar dela aqui né E aí vou falar da questão do autismo
na escola e vou trazer aqui o algumas coisas da Susan porque nada como o próprio Professor falar com os professores sobre como é que eles liram nesse cotidiano né com essa questão da Inclusão Então somos isso é muito importante não precisa de emoção somos seres de Cultura Não é porque eu tenho qualquer tipo de impedimento né algum sentidos ou a visão ou a opção a fala ou restrições de movimento lesões ou síndromes que eu deixo de ser humano né eu tenho as características da humanidade e a educação é sempre um processo de humanidade deve ser
para todo mundo Né a gente se apropriar o leão tivesse fala isso a criança se apropria né das formas humanas de comunicação é isso que o bebê faz nos seus dois primeiros anos de vida ele se torna um ser de Cultura né é todo mundo se torna essa estrutura não tem pessoa que não tem cultura todo mundo forma memórias né segundo as possibilidades do contexto em que vive então todas as pessoas é com diversidade biológicas estão formando memórias evidentemente vão formar As Memórias de Acordo com aquilo que nós né oferecemos para ela como família como
comunidade como escola certo o ser humano tem muita capacidade né É mesmo tendo a possibilidade de genética como é a fala ele precisa de outros seres falantes com ele né de uma língua de libras ou das duas para poder desenvolver essa fala né E como eu sempre falo para ali escrever não há genética certo eu tenho que transformar o cérebro tem formar outra né são várias Áreas do cérebro que concorrem para formar a capacidade de ler e escrever né então se eu acho como a gente achava que o síndrome de dar uma pessoa uma criança
com centro de Down é não vai ser capaz de aprender a escrever ou aprender a ler então eu ensino se eu acho que não vai ser capaz de manusear um livro então não põe um livro na mão dela se eu vou achar que não dá para tocar instrumento Eu não coloco lá para estudar instrumento Então veja que o papel do professor e do Adulto é fundamental é a nossa vontade é a nossa disponibilidade a nossa disposição né que vai possibilitar né eu lá com síndrome de down gente quando eu penso que será que eu fiz
com aquelas crianças eu não tinha muito recurso mas eu já era professora de música não já era formado em música da aula para criança de piano de musicalização etc e eu comecei fazer o que eu sabia fazer que era trabalhar com ritmo né imagina Nem sabia direito que eu tava fazendo mas era o que eu sabia fazer hoje eu sei que pelo menos nessa parte desenvolvi padrões eu trabalhei com desenvolvimento da fala porque eu fiz fazia melodias fazer frases musicais fazia mais grave mas as coisas que a gente aprende fazer é para ensinar um instrumento
musical eu acho que foi a única coisa produtiva que eu devo ter feito com eles né porque o resto eu nem sabia mesmo que era socialização né numa época em que nós Estamos vivendo uma restrição intelectual acadêmica né na universidade nós estamos em pleno ditadura Então nós não tínhamos eu tive sociologia científico né teve semestre de antropologia na psicologia de eu estudava letras na USP então juntava um pouco essas coisinhas aí né É para poder criar algum currículo que eu tinha que ficar três horas e meia com essas crianças por dia então mas hoje nós
estamos aí no outro no outro Universo Então essa essa esse caminho né que a arte nos possibilita né E nós vamos ter tempo render falando da importância da arte que como ela é critica enormemente os Estados Unidos por ter tirado cada vez mais ele tá tirando cada vez mais do currículo as várias formas de arte né E que ela disse que para ela foi absolutamente fundamental ela ter a possibilidade né hoje de trabalhar né simbolicamente porque veja bem como nós Vamos ver aqui no caso da carne um altíssimo Severo que não fala não falante né
que a gente chama de não verbal e é complicado às vezes chamar de não verbal porque não é que o indivíduo não possa aprender não desenvolva porque nós temos um sentido que chama fala interna né é essa vozinha que nós temos na cabeça que fala com a gente o tempo todo que você usa quando você tá lendo Não é isso você vai lendo você vai sonorizando dentro da Sua cabeça não é isso que você pode só não desligar com a fala né hoje a gente sabe da importância na alfabetização de que essa criança faça leitura
silenciosa né porque ela vai vai tonalizar isso na mente isso tem um papel importante na memória e na construção de acervos que você usados na sintática na semântica para a escrita posteriormente né você tem a leitura em que você sonoliza lá e Mexe só o Movimento da boca né tem um outro impacto no cérebro e você tem aquele que você mexe a boca faz a voz e ainda fala além dela então hoje os neurocientistas Estão dizendo que temos que fazer essas práticas de leitura que nós fazemos no Brasil que muitos lugares Nós deixamos de fazer
né as várias formas de leitura porque cada uma delas é contribuir para a construção do circuitos neuronais que precisam inovadores no cérebro nós não temos Genética para ler para escrever né então todas as crianças com toda diversidade né seja biológica seja cultural elas precisam ser ensinadas então nós temos essa dinâmica assim não vamos esquecer que não é porque nós não estamos vendo essa pessoa fazer falar fazer o movimento que o autista ser tão importante né porque hoje nós com a tecnologia que nos possibilita ver o que tá Acontecendo no céu nós vamos ver tem alguém
com microfone aberto aí nós vamos ver que é a possibilidade né de aprendizagem e desenvolvimento é dessas crianças é muito grande é muito grande nós hoje Realmente não podemos dizer a carne o primeiro caso aqui nós não podemos dizer essa pessoa não pode aprender não tem capacidade de aprender gente não pode ser não podemos falar aquela coisa que Eu ouço muito não tem memória não existe pessoas sem memória Todos nós temos memória Temos vários tipos de memória né Nós temos patologia como Alzheimer que é uma destruição física biológica no cérebro né Você pode também ter
uma lesão uma hemorragia você tem acidente cerebrais você pode perder a memória autobiográfica Você pode ter você pode perder tipos de memória né Você pode ter é uma patologia que hoje interessa enormemente do que a população Vai ficando cada vez mais velha né E nós vamos ter um aumento muito significativo dos casos de Alzheimer que é uma das áreas mais estudadas na neurociência é porque o aumento muito grande populacional que acaba desenvolvendo sintomas e mesmo a própria próprio quadro de Alzheimer mas ao mesmo tempo nós já temos muitos indicadores de como identificar precocemente o Alzheimer
como que nós podemos Incentivar a Não perda da memória e aí outra vez a literatura a o movimento a dança né isso tem um um efeito muito grande determinados composições né isso eu trabalho muito com isso cada composição Harmonia a tonalidade o ritmo né Tem um efeito físico no nosso corpo né Não só no cérebro no corpo todo então hoje nós estamos assim num outro linear também de como entender que a vida de Cultura né e cultura também não é só e no teatro a músico isso aqui na Cultura são as formas humanas de comunicação
né então é importante a importância da amizade a importância do abraço né porque nós estamos aí num mundo saindo é para essas dimensões da humanidade né da nossa espécie e é com esse olhar assim para ser surpreendido que nós sempre olhar a diversidade né não vivo diagnóstico fechado nós passamos muito tempo da Psicologia dizendo que ia baixo porque não sei o Quê tem problema de aprendizagem Isso trava quem vai ensinar Porque você acha seu indivíduo não vai aprender você diminui o que você vai ensinar ou você não investe tanto né então vamos ver aqui o
primeiro caso que eu trago para vocês que é o da Carne é a carne Flashman é uma menina autista com nasceu com irmãs gêmeas né A irmã dela desenvolvimento adequado esperado para idade tudo Direitinho e ela os dois anos foi diagnosticado com autismo autismo Severo e deficiência mental e vou mostrar um trechinho depois acho que a o pessoal de um time pode colocar na biblioteca o link mas é muito simples é só vocês colocarem no Google o nome dela Carly que é como se fosse Carla com y c a r l y autista e vai
vir uma série de coisas e vai vir esse programa da televisão Americana que tem minutos e pouco vou passar só um Trechinho para porque eu quero trazer aqui trazer a pessoa que nós da qual nós estamos falando estamos aqui nos beneficiando realmente da experiência dela e a carne tinha um irmão também né os dois não irmã gêmea indo para escola e ela ficando em casa família não quis analisar o autismo aí nós temos que lembrar né que toda essa questão do autismo ela é muito bastante Né até essa a definição de síndrome ou do espectro
autista tá fazendo 10 anos né nós quando eu comecei meu primeiro contato com autismo foi na França na década de 70 final de Santander de 70 que eu podia acompanhar pesquisas com autistas autismo a crianças autistas severas no processo de interação social mas naquela época né nós não tínhamos ideia né o autista parecia que Severo que tava flutuando em algum outro outra esfera Que não a nossa a nossa realidade né então e na época eu estudava também a neurobiologia da criança com a mulher faz então eu comecei lá e depois fui encontrando o meu trabalho
com escolas também nesse centro de pesquisa que eu trabalhava nós tivemos oportunidade de vivenciar com Itália no momento que a Itália fez uma mudança muito grande de acabar com as escolas especiais e Colocar todas as crianças e a gente chamava naquela época de deficiente ou Acho que nem tinha o termo ainda necessidades especiais que era a deficiência mesmo nas escolas comuns que foi uma revolução na Itália que foi feita um ano para o outro no sistema educativo italiano né então nessa época também a gente tinha porque o autismo ele Surge mais ou menos Na década
de 40 como um distúrbio afetivo do contato afetivo depois da década de 50 e 70 nós tivemos muita entrada da psicanálise por exemplo na França era muito forte e havia uma tendência de culpabilizar as mães as mães já que estavam causando essa essa coisa não social do da criança autista porque o autismo é né é uma alteração dos processos de comunicação humana e de vivência social Né que nós temos muita ideia ainda de que o autista é antes social não ele tem um cérebro social como todos nós temos as áreas né Tem teorias hoje né
nós estamos aí na neurociências a divergências mas a colocações Talvez os neurônios espelho não tem o mesmo funcionamento né então nós estamos aí no momento de pesquisas e especulações e reflexões né mas como nós vamos ver nós não podemos dizer que o autista é antissocial não é social né Ele tem peculiaridades é que é não favorecem o contato social do jeito que nós entendemos que o contato social é feito seja feito de acordo com a sua cultura é muito importante isso né então nessas décadas ele o autismo passou a ser classificado né nos Estados Unidos
que tem uma coisa médica que pega um pouco o mundo ocidental é primeiro como esquizofrenia tá ligado com esquizofrenia na Europa tem essa coisa De da Culpa da mãe da criação depois na década de 60 mais ou menos nas datas aqui mas ficou muito caracterizado que essas crianças têm um atraso de linguagem né atraso e o valor falava um negócio muito interessante na época que ele trabalhava com autista e daí nós estamos falando da década de 20 30 40 50 na França o valor dizia que o autismo era era Nós podemos aprender muito com a
criança autista porque o autismo tem um desenvolvimento mais demorado mais lento e que a criança que não tem autismo passa muito rápido que às vezes a gente não consegue nem perceber as mudanças que estão acontecendo no autista isso vai mais devagar por exemplo começa a questão da aquisição da fala então mas tem problema mesmo fale muita gente aqui certas pessoas como mosa como Van Gogh como Einstein se fosse hoje eles provavelmente seriam diagnosticados né então a gente entender que o autismo tem esse espectro né que do jeito que colocar agora que nem falei para vocês
verem de 2013 porque a gente foi passando por coisas assim na década de 80 vai te falar em desor de altíssimo do autismo depois põem as pernas depois tiram as pernas para chegar na década de 90 dá para nós Chegarmos aí em 2003 mais ou menos tem uma classificação que essa que tá contando até hoje que se fala do espectro de autismo onde nós incluímos desde aquele Severo né E até o Brenda ela fala isso é um contínuo nós estamos entendendo nesse processo né até chegar o que fala de altas habilidades né isso que fala
gente eu acho meio complicado esse negócio porque nós vamos ver que às vezes como vai ver aqui no caso da carne Que é autismo Severa Ela também tem altas habilidades Mas essa é uma questão aí pra gente eh discutir porque o que o que se passou com ela não é facilmente explicável né Ela vem com esse esse com esse diagnóstico de deficiência mental mas depois quando conseguir vocês vão ver aí a comunicação delas vamos fazer teste de que nela assim como não há tempo ou venda elas estão lá numa classe muito alta do que ir
por mais que a gente Escuta a questão do QI na verdade elas estão mais com 130 137 Então são pessoas e que estão com ali muito próximas dos níveis mais altos da De proficiência dentro do teto de QI né eu vou mostrar aqui para vocês um trechinho eu convido vocês depois a gente precisa assistir muitas vezes né a gente tem que mudar um pouquinho essa cultura de imediato e do rápido do tempo que nós estamos vivendo gente Nós aprendemos muito olhando né todo mundo Que fez tese comigo trabalho né a gente grava a gente olha
10 vezes 12 vezes 15 vezes porque nós temos que ter a aproveitar essa oportunidade inclusive é de de aprender e de ver que perguntas que nos trazem porque o objetivo de nós entendermos né na inclusão é muito importante isso é poder chegar num ponto em que a gente se desligue se escolhe o máximo possível do comparativo né porque na verdade A característica da espécie humana é ser heterogêneo não é ser homogênea o valor ele dizia o negócio assim nós só vamos conhecer totalmente a espécie humana quando nós demos quando te conhecer toda a diversidade da
espécie porque hoje nós sabemos que nem o mapa neuronal de duas pessoas nem que foram gêmeos idênticos né duas crianças que são gêmeos idênticos elas não têm o mesmo mapa neuronal então nós temos uma configuração biológica do Cérebro com aquelas partes não sei bilhões de neurônio 84 tem uma discussão aí né o centro outra Contagem mas é neurônio muito neurônio cada um dele pode fazer 10 mil 15 mil conexões né E são essas conexões que vão definindo conhecimento da pessoa personalidade As Memórias etc e não há nem nesse gêneros idênticos é tão individual Quanto é
impressão digital então nós temos essa dialética nós pertencemos a mesma espécie temos Cara esteja em comum temos órgãos que são os mesmos mas a evolução e é isso que nos interessa na educação porque a educação que nos dá o caminho do nosso mapa neuronal E aí vem a grande importância do professor né que é exatamente o indivíduo que é nos encaminha né Para nós usamos hoje a palavra esculpir o cérebro né a gente forma Quase que uma escultura das partes das conexões então eu fiz música Graças a Deus minha mãe me Pôs para estudar música
lá com sete anos existiu muito quando eu quis largar sei lá quantas vezes eu quis largar né quando adolescente chega desse negócio não né porque nós temos que entender que nós como adultos temos esse papel importante no desenvolvimento e hoje nós estamos vivendo muito esse negócio assim ah não quer fazer não é assim não a gente formar memórias nós temos que ter disciplina nós temos que ter Fazer a mesma coisa várias vezes e aí vem a pedagogia para evitar que a gente na alfabetização ficar repetindo 50 vezes a palavra banana para aprender a escrever banana
e vem com outro procedimento aqui que a riqueza da pedagogia porque aí vem a ciência da pedagogia como é que eu posso trazer né Isso é multiplicidade de formas de exercício da função simbólica para que essa criança na Educação Infantil aprenda Desenvolva o que é da Infância né para depois chegar na época que o cérebro dela tá pronto para escrever que é sete anos que ela desabrocha na escrita né E que vamos entender também vão agora por causa da Carne nos mostrar que você pode ter um autista Severo com diagnóstico deficiência mental que depois foi
retirado porque não tinha deficiência mental nenhuma né pode chegar ao ponto que ela chegou que é de ser alfabetizar e para Universidade entrar no formar se Formar jornalista ser editora de jornal escrever livro letra de música né isso tudo continuando sendo autista não tem cura para o autismo mas como fala nós podemos transformar essa vivência Essa realidade do artista e ela vem hoje trazendo isso muito forte com educação da importância de não ficar nós não ficarmos restringindo a pessoa no seu desenvolvimento porque nós temos essa ideia de que autista não vai que a Importância que
nós temos de que ela fala puxar nos limites E aí ela vai dizer a gente vai quando você vai ver a história dela quem foi importante na história dela a mãe e a professora e a mãe era o quê era atriz e escritora Então ela teve a presença de uma pessoa das Artes né que naquela época ela era criança ela nasceu em 47 o que as pessoas fazem com autista era inferno uma instituição separada da família fica lá né gente vivendo lá no Meio de outros né E não a mãe dela disse que não e
ela não falava nada então que a mãe fez botou lá desde os dois anos uma terapeuta de fala foi trabalhar com ela né e é e aí vem essa coisa da da literatura da aromatização né dessas coisas todas que são segundo até o próprio vygotti vai dizer grandes exercícios é grandes possibilidades de desenvolvimento da espécie humana né que hoje nós estamos Vendo que nós podemos começar a cruzar né nesse na parte pedagógica porque pelo teatro pela música pelo jogral nós integramos as outras crianças porque na questão na escola não é para fazer aquela criança que
tem a diversidade se entrega não é construir um novo núcleo social em que você tem crianças e a criança tá muito aberta é isso não é isso não é pegar um para se integrar lá e construir uma nova forma de Integração Social é porque a escola é um espaço é um espaço de Cultura né tudo que nós fazemos na escola mexe com a função simbólica segundo Vygotsky a coisa mais potente que a espécie faz com a função simbólica pertence ao domínio das Artes Então vamos ver se nós juntamos alhos como lugares Então vamos lá Vânia
vamos passar um pedacinho que eu queria que vocês esse vídeo dela especificamente se vocês Puserem então no Google Carly autista vai dar direto em várias coisas inclusive Esse é só para a gente ter aqui a presença do autista Severo né então vai mostrar um pouquinho ela agora isso aqui é de 2011 eu acho né que ela tava com 11 12 anos hoje e mostra ela também que a família foi filmando muito né E foi excelente porque depois a gente pode estudar e ver qual foi esse processo que a família de trabalhar com ela em casa
então o que Que a família trazia para ela tudo que eles imaginavam essa menina tinha chegado a ter 40 horas de atendimento 1 a 1 entendeu de terapeutas fazendo arte de natação e pintura tudo com atrativo de atividade e uma coisa que não dava muito certo eles dizem para outra então essa menina teve um currículo muito rico digamos assim de educação em casa vamos ver então se não sair o som Será que vai sair não parece que não Pode tocar se não saiu só queria que visse um pouquinho a imagem dela vai dar valor não
hoje a tecnologia não está nos ajudando se não der [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] agora depois eu já você pode arrumar as imagens aí que eu já vou começar com as imagens são poucos mas eu vou começar quando eu vi também conhecimento esse caso da carne eu fiquei que nem o pai dela minha primeira coisa porque quando a gente Quando eu trabalhei em pesquisa lá participei com autistas profundos né severos Nós tínhamos exatamente essa essa crença de que essas crianças estavam em algum outro esfera como ele diz ali no
filme tá né eles falam aí como se tivesse um outro mundo dela debaixo da água assim outra universo que eles não tivessem percebendo processando nada dos estímulos auditivos visuais que tivesse Acontecendo ali a gente falava qualquer coisa na frente dele sobre eles né e o pai dela fala Exatamente isso é o nome dela para vocês terem aí né carne Flash e vocês quiserem anotar E aí eu levei um susto assim porque que que acontece essa menina que nunca ninguém assinou a escrever né nunca ninguém trabalhou com ela em alfabetização Como é que ela chega lá
no né com 11 anos no computador escreve Heart eu tô sofrendo eu tô ferida em inglês né me ajude help então para mim trouxe uma questão o seguinte vão ser genético ler como é que ela chegou lá muita trabalho de pesquisa de reflexão nós estamos falando aí eu já tinha muito claro esse negócio Quer dizer você pode não ter a fala não é mas você tem um desenvolvimento Linguístico interno Você pode ter um discurso Ela não ela tá ouvindo né E aí primeira coisa que eu fiz foi pegar tudo que tá disponível dela na internet
de vez até essas cenas que vocês viram aí um pouco e o que que foi que a família fez a família fez um currículo com orientação dessa psicóloga com terapeuta de tudo quanto era tipo né gente só que quando você pega tudo que fizeram com ela deu conta de trabalhar todas as áreas do Cérebro que estão envolvidas na leitura e nem escrito Olha que coisa incrível fizeram você imagina se uma criança na Educação Infantil Faz 20 horas por semana geralmente não é isso ela fazia 40 durante esses anos todos um a um né e o
pai dela tinha o hábito o costume uma coisa absolutamente fundamental para toda criança né Lia para ela todos os dias uma história um livrinho né então a Literatura e a poesia tem um poder Imenso no cérebro então o pai dela lendo até agradece para o pai dela né dele ter tido paciência de ler para ela quando ela ficava pulando para baixo para cima e tal e quando ela começa a escrever nós vamos ver que tem uma menina ali adolescente né escrevendo coisas com uma clareza né quem conhece em inglês vai ver desenvolvimento do inglês dela
é assim realmente muito bom excelente para né dentro do Processo escolarização do consolidação da alfabetização em inglês né E ela vai trazendo coisas assim que são muito fortes mostrando que tem sim um sistema emocional que está funcionando ali que ela se sente frustrada como render ela fala autista tem essas crises de todos né inglês é ou porque está com né com uma carga de sensibilização muito forte porque o Autista não filtra não é isso os estímulos que recebe ou aditivos ou visuais ou auditivos individuais ao mesmo tempo né ou então fala muito disso é uma
frustração muito grande você querer comunicar com conseguir e que a criança então se sente né a gente vê isso na criança em sala de aula né A escola é um espaço de socialização as pessoas interagem socialmente com fala com sorriso com Expressões faciais o tempo todo né e a participação da criança autista né mesmo nos níveis mais leves digamos assim do espectro né mas é menor porque tem problemas mesmo ela fala que ela não sabia que até os 50 anos que existiam elementos faciais de expressão facial que influenciam na linguagem porque não percebe né Nós
temos que entender que é algumas coisas no autista são muito literais ele não Percebe ironia não percebe não é certas certas ligações de humor ele leva tudo ao pé da letra né então E aí a tempo grande ela até fala que isso até protegeu porque ela sendo mulher autista vocês vão ver aquilo que ela falou por causa dela e se torna uma profissional no meio que absolutamente masculino né que eles devem ter feito muita coisa comentários o que ela nem pegou o sentido porque sabe mensagem dupla Submerger essas coisas eu autista pega muita palavra pela
palavra pelo significado né então nós vamos ver que a carne ela apresenta isso ela disse eu gostaria que as pessoas não me julgassem de cara que né as pessoas acham que eu sou idiota porque eu sou deficiente Só porque eu não falo você imagina essa menina Passou 11 anos vivendo tudo isso lá dentro né e um dia lá porque ela tava muito estressada ela Vai lá no computador e escreve duas palavras Então essa construção que ela fez ao longo desses 11 anos vendo os irmãos estudar tendo presença de livro não é isso é uma casa
com atividade de estudo né E principalmente com dela ter sido objeto o sujeito digamos assim de um currículo muito rico que os terapeutas todos fizeram porque os pais estavam a fim de que ela tivesse né mas eles queriam o quê trabalhar com ela certo comportamentos sociais ver se Né comer na mesa com os talheres fazer isso fazer aquilo né que é tempo ou venda diz que ia ser absolutamente necessário fazer com autista né você tem que ensinar comportamento sociais para autista desde pequeno porque vai aprender né E ela diz assim vai aprender muito como ela
falou era assim a mãe dela atriz né veja o papel ainda mãe como o autista pode aprender tudo isso como um Ato de dramatização de exercer um personagem isso vai dizer para nós o quê que é lá dentro né tem a função como na elenquelo tinha né Essa você tem a função simbólica acontecendo não é isso ela pode ficar totalmente embutido ali não desenvolvida dependendo do que o ambiente é oferecer Então o que aconteceu com pode passar o próximo com a carne né ela teve um ambiente e pessoas né aqui Na época já aprendendo né
Depois primeira reação dela quando ela escreveu foi ter um retrocesso muito grande é não queria mais escrever é vomitou voltou a espalhar a festa do lugar até sei o que a gente chama de uma regressão mas depois pouco a pouco as pessoas foram combinando com ela foram criando uma rotina né porque é fundamental essa questão de Constru ir rotina E que o que ela quisesse das outras pessoas quisesse que fosse feito Que ela escrevesse E aí começa né esse desenvolvimento de uma escrita absolutamente incrível porque ela diz né E aí pode passar essa pergunta que
ela faz Logo no início né quando ela começa a escrever pode passar a próxima ela faz assim você sabe o que significa ser como eu sou essa pergunta me pegou muito o que que significa a gente não tem ideia o que significa ser um autista e ela pergunta você sabe o que significa ser como eu sou aí ela responde vou Ligar aqui para vocês traduzido aqui você sabe o que significa ser como eu sou o que significa não poder sentar quieta porque parece que minhas pernas estão pegando fogo ou quando parece que uma centena de
formigas está subindo pelos meus braços né então ela começa assim ela ela usa essa figura eu sou que nem uma lata de refrigerante que chacoalha na hora que abre explode não cabe mais explode então ela vai trazer muito essas figuras né de Não né como ela diz eu estou num corpo com cérebro que eu não domino Olha a clareza dessa menina como adolescente falando e ela começa então falar não só o que que é ser autista né e todo mundo absolutamente surpreso né eu fiquei muito surpresa né fiquei sentindo mal no começo porque eu falei
nossa a gente tinha Esse costume essa essa crença de que podia falar o que foi na mesma dor ele não tá sabendo nada gente imagina essa menina tá ali incorporando tudo que Foi dito o pai dela disse que foi a pior coisa que eles passaram foi isso sabia que ano depois de ano eles ficaram falando na frente dessa menina o que eles achavam dela que ela não sabe delas e aí a partir desse momento então a carne vai para escola ela vai comprar vai fazer o ensino médio pode passar próximo ela Aqui a formatura dela
com ensino médio Então nós vamos ver assim que houve um avanço na questão da socialização evidentemente que o poder se comunicar Porque grande um grande fator de desses dessas crises ou esses esses momentos mais difícil do autista né É como diz a tempo grande em outros autistas a gente acompanha aí outras pessoas que hoje Hoje não dá para falar Mas nós temos vários casos hoje para acompanhar é exatamente a dificuldade comunicar agora é nós temos que entender isso nós somos seres de comunicação a espécie humana é uma espécie aparelhada para comunicar esse bebê quando nasce
né isso ele nasce áreas entre funcionamento das primeiras que entra em funcionamento porque demora dois enfrentar todas as áreas do servo em funcionamento os primeiros que entram é aquela de perceber rosto humano porque nós né o Olhinho da criança vai se encontra com o outro né e a gente vê quando você vai vendo essa documentação da Carne a gente vê nos outros outros clientes que a gente acompanha a bebê etc a gente vai ver que existe essa busca também do Olhar quer dizer tá presente lá né o fato é que a carne disse eu não
aguento ficar olhando para uma pessoa porque é como se eu ficasse tirando um monte de foto dela isso é muito perturbador eu fico tirando Milhares de foto Ela não fica vendo que nem a gente um movimento uma sequência ela fica vendo como se fosse né a tempo grande ela usa uma imagem muito interessante ela disse que a mente dela que nem um Google quando você joga o Google Play imagem aparece um monte de imagem né que nós geralmente generalizamos e percebemos uma imagem só ela dá um exemplo assim se eu falo em igreja você pensa
assim numa igreja genérica não é Isso gente na sua memória tem várias vários tem um acervo de igreja que você já viu na sua vida certo e você tem ela falou que ela não ela fica vendo a igreja da Cidade dela a igreja que ela foi as igrejas ali do local do estado que ela mora depois das igrejas da Notre Dame essa igreja que ela já viu da Rússia ela fica vendo um monte de imagem que isso extremamente desgastante não generaliza Aliás ela até fala não manda se vocês Quiseram assistir o filme tem um filme
de ficção sobre a vida dela né Muito bem feito eu posso colocar depois aí com para você sendo referente ela tá na internet então tem uma pessoa perguntando para ela do sapato né E ela na hora que fala sapato ela fica ela de tudo quanto é tipo de sapato só para ficar então eles têm essa profusão de imagens que não dá para processar né então é um dos motivos de desviar o Olhar da gente fala assim não não quer contato social né é que nós nós temos essa condição da percepção e do funcionamento cerebral que
permite que a gente tira uma ideia geral veja como isso é importante em sala de aula né E esse e essa e essa pessoa tá vendo como se tivesse vendo sem 200 imagens de igreja ao mesmo tempo né então a carne fala isso e é tempo grande também aí a carne vai né desenvolve aí começa a desenvolver capacidade de relacionamento Social de proximidade física até ela fala e outros autistas que hoje tem enfim escrevem livro então aí disponíveis para de entrevistas e palestras etc eles falam que eles podem aprender comportamentos sociais é como o valor
dizia muito mais lento mas você já vem aí uma proximidade né ela não deixou de ser autista só que ela vai aumentando o seu repertório né O que assim fundamental quando Nós pensamos na educação porque escola para Qualquer criança para qualquer um de nós em qualquer idade a função da escola é ampliar a experiência humana é Abrir é trazer outras coisas né então é novas né para isso que existe escola e por isso que ela subsiste é o conhecimento formal mas são também as formas humanas de comunicação né de então lá tá a carne Vocês
estão vendo já uma fotografia aí já marcando um outro uma outra dimensão para a vida dela ela se forma no ensino Médio pode passar a próxima vai para Universidade se forme jornalismo vai morar na universidade né continuou autista né E aí nós temos assim coisas são importantíssimas que eu vou falar um pouquinho mais ali na questão da Educação na escola mas que nós temos que ter muito claro que a tanto espaço Quanto tempo são fundamentais para autista porque eles vivem a temporalidade de uma maneira diferente eles precisam de uma restrição De espaço eles precisam sair
né do convívio em determinados momentos eficaz isolado né o autista precisa silêncio isolamento em períodos né para poder ter essa auto-regulação reorganização cerebral então se a escola se Universidade se nós providenciarmos isso essa possibilidade nós já fizemos isso ali é de ter um espaço na escola em que você possa levar essa criança né Para ter momentos de Retiro e e a carne evidentemente tinha isso em casa que ela tava na casa dela né Mas hoje nós temos uma compreensão muito grande porque é importante que nós que a gente entenda né que é o tempo é
mais esticado para autista para ele poder organizar cerebralmente porque ele tem muita coisa acontecendo no cérebro dele e tem essas maneiras particulares de pensar né E que hoje nós já podemos fazer uma previsão disso né no processo educativo A qualquer nível de ensino desde a educação infantil desde a creche né da Educação Infantil E aí a carne escreve esse livro eu tenho mandei bem no Canadá Carlos a voz de carne né que ela escreve junto com o pai um pouco e relatando esse histórico dela vocês estão vendo que a postura mudança dela é muito grande
né quer dizer pode passar o próximo e a carne vai terminar sendo fazendo durante um tempo um Como é que chama Esse talk show né Essa na televisão no Canadá ela entrevista é pessoas né E aquela tá entrevistando um ator conhecido esses filmes de ação que não sei o quê que é um grande Astro lá e ela Então faz as perguntas veja ela pode fazer isso porque ela cada tecnologia é todo esse desenvolvimento da carne não teria nós não teríamos acesso ao interior da Carne se não houvesse o computador que ela pudesse ir lá digitar
porque ela continua né fazendo como Autista faz né digitando como Severo e aqui no caso ela digita e hoje nós temos já tinha nessa época equipamentos o que você digita e o próprio equipamento fala é a voz né então a voz é criada a partir da escrita dela né então nós temos essa possibilidade há tempo grande ela levanta muito essa questão da tela ela fala que tem que tomar muito cuidado porque a tela irrita muito o autista né então o uso de Computador tem que ser assim muito específico para facilitar determinadas coisas mas não para
usar sempre porque a gente tem que entender que o cérebro né do autista mesmo nos seus diferentes né Essa evolução né nesse contínuo né ele tem essa questão sensorial muito forte né E que nós temos que entender que nós temos que adaptar né o meio e construir também com As outras crianças formas de relacionamento e as outras crianças vão entender claramente como a gente tem aí é experiências e prefeituras que fizeram muito por essa questão da inclusão modificando o tempo espaço dentro da própria escola Ribeirão Pires Blumenau e outras que eu participei e vou mostrar
aqui o caso da Susan que tá numa escola estadual então tem assim não dá para a gente ficar estendendo muito aqui senão não Falo do que eu queria falar sobre essa questão das particularidades do desenvolvimento Então é assim a busca da régua do autista vamos dizer que hoje nessa eu gosto que tivesse a ilha contente que a gente tá construindo uma régua para o autista né estamos entendendo porque porque a gente está estudando a gente tá observando e a gente nós estamos olhando a diversidade biológica não como a impossibilidade não como problema o Problema de
aprendizagem não vai aprender isso aqui né porque se a carne escreve isso é alfabetizou e tão bem consolidou alfabetização dela como é que nós vamos dizer que as outras crianças que não tem essa essas diversidade toda não pode ler e escrever Hoje nós não podemos tem que sabe tirar esse argumento na cabeça família na escola que isso que aquilo que o ser humano pode aprender e nós estamos aprendendo ensinar todos nós ainda não Sabemos ensinar todos mas temos que ter como eu disse no começo essa humildade pode passar o próximo então vocês têm disponível né
quem quiser saber mais sobre a carne vou deixar no final Meu e-mail volta um pouquinho e vocês podem entrar em contato comigo quem quiser saber mais coisas materiais currículo coisa de prefeitura a gente está disponível para poder mandar né Vamos falar um pouquinho da tempo grande que é essa americana que também um caso assim ícone né hoje ela tem sei lá Quantos livros que ela já escreveu 18 eu acho né os primeiros ela escreveu sozinho os outros ela ela trabalha com uma pessoa porque ela coloca que ela não é ela não é uma autista boa
na linguagem né então é melhor trabalhar com especialista de língua para poder facilitar porque ela praticamente dela é assim uma coisa liga Com a outra com a outra lá vai para o seu assunto puxando assunto né porque ela ela ateuriza muito né tanto na parte dela ela fez psicologia né depois ela vai fazer mestrado doutorado ela tem não não tenho certeza se ela tem pós doutorado mas ela tem PH dele nos Estados Unidos comportamento animal Ela é uma grande dos maiores a sua unidades em comportamento animal dos Estados Unidos Metade das fazendas dos Estados Unidos
usam desenhos né a construção dos equipamentos lá e dos espaços na fazenda porque tragado para morte de gatos que vão para a prisão da Carne etc elas tomam um grande especialista nessa área né ela disse lá no começo eu conheci a grande ainda vi uma vez falar e vem acompanhando ao longo desses 30 anos é como que o discurso dela vai ser Modificado né Ela é uma pessoa é extremamente dedicada e que vem sendo nos últimos 20 anos ela começa então ser uma pessoa que advoca muito pelos autistas né e última última coisa dela tem
sido falar mesmo sobre educação né da importância como foi a educação dela e o que que a gente tem que prestar atenção na educação dos autistas tá a gente podia que eu posso fazer um curso a gente Podia fazer um curso só sobre sobre isso porque realmente é muita coisa para falar mas eu vou apresentar um pouquinho até por dentro então pode passar ela ela se destaca então né né Porque que o gado fica estressado Porque que o a vaca não quer ir não quer ela limpar que não vai e ela vai explicar então aqui
como autista ela vê os detalhes Ela não ela ela explica isso que ela vê o mundo e as coisas a partir de detalhes que nós né temos Generalizamos as coisas a gente não vê esses detalhes a gente trabalha mais com totalidade é muito interessante né porque a gente tem procurado usar isso nos materiais na sala de aula de trazer determinados objetos de coisas assim que atendam a esse modo de construção de significado que o autista tem entendeu que é que eu vou mostrar aqui um pouquinho depois com a suza né então ela no começo O
aniversário que escreveu sobre ela nesse começo dela lá na década de 80 e 90 ela vai dizer assim que Por que que você gosta de estar mais com animais Ela falou porque é um animal é previsível ele não tem assim é coisas emocionais como ser humano tem o ser humano é imprevisível e eu não sei trabalhar com imprevisível o céu tem que trabalhar com previsível então quase que do ser humano me assusta nesse momento da vida dela E aí é muito bonito Ver como é que ela insistiu nesse negócio de melhorar a comunicação dela com
os humanos né ela tentou Um percurso aí que ela diz isso autista tem que sair da sua zona de conforto né e nós não podemos ficar olhando a criança autista como uma coitadinha Então não vai fazer isso não vai lavar louça porque é autista não vai pegar uma coisa lá para dentro do supermercado porque é autista né que ela vai dizer que ela desenvolveu porque a mãe dela fez questão junto com A professora junto com a neném que ela pegou lá uma uma com ela para trabalhar com ela a capacidades sociais então por exemplo fazer
ela quando tinha visita e lá pegar o casaco da visita e pendurar servir bolachinha para as visitas né aprender as formas tem alguém como microfone aberto aí servia as pessoas se servir na mesa ela falou tudo isso é possível construir e Que ela usou muito teatro né que ela se colocava assim como um personagem que tem que fazer aquilo tá usando a função simbólica dela é fantástico E aí ela foi né como vocês vêm eu sou grande Admirador dessa mulher porque realmente ela entra Então pode passar o próximo como especialista em comportamento animal e ela
que tão percebeu que a gado por exemplo teria que fazer o movimento circular né porque senão ele Se assustavam com a sombra então ela vai dizer que nós não precisamos atenção por exemplo que tem uma bandeira ali que tem um negócio que aquilo é que o [Música] gado pode se acostumar com o Cavaleiro sentado no cavalo mas depois se ele tá no chão já é uma situação diferente então ele reage ela disse que ela como autista o tipo do pensamento que ela tá ela vê muito próximo do animal que o animal pensa em imagens e
ela pensa em Imagens e ela disse que nunca pensou que fosse diferente ela pensou que todo mundo pensava que nem ela que só quando ela tava na universidade que ela foi fazer tese que ela foi entrevista das pessoas que ela levou o maior susto e ao ver que as pessoas pensavam em linguagem Olha que coisa importante para nós pensarmos né quando nós estamos na nossa pedagogia né então ela é a Virgem sem que ela falou sou uma pensadora visual né isso e eu não só Penso em imagens Como eu vejo as coisas funcionando então ela
faz esses desenhos aí altamente nessa capacidade que é muitos autistas assim de ser exatamente detalhista e preciso no desenho eu queria mostrar para vocês aqui o caso da Nádia que é uma que desenhava cavalo considerado melhor tudo da gente quando tinha cinco seis anos mas não dava era muita coisa então mas é nós temos aí tudo muito isso os autistas nas artes né então ela tem essa essa Capacidade disso não só disso ela vê um mecanismo e ela vê o mecanismo funcionando na cabeça dela certo eu vou mostrar aqui para vocês ela tem uma o
cérebro dela já foi estudado né a gente tem mais cerebrais dela né ela tem é a área que mexe com essa parte motora fiz o motor 10 vezes maior do que uma pessoa dentro do desenvolvimento normal comum do ser humano e tem a área de linguagem 10 vezes menor vocês não vê Isso no próximo desenho aqui Aliás não sei nem se tá aí ou não parece que não saiu eu acho na ordem que eu mandei vamos ver se aparece ou não mas de toda maneira é que aconteceu com ela ela tava lá trabalhando né ela
falou ela fala assim que ela percebeu num determinado momento que ela se torna profissional que ela tinha que usar o trabalho dela na frente não ela porque ela autista todo mundo já fica de mulher autista né Com todo a postura do Altíssimo os movimentos a fala que é uma fala típica do autista né que apresenta poucas nuances da emoção Mas isso não quer dizer que não esteja sentindo emoção lá porque a gente vê nas falas dela como é que ela como é que é ela é apaixonada por essa questão de trazer o autismo é para
as pessoas para as pessoas entenderem como é que tem que educar as crianças autistas não é uma Grande representante hoje né da educação adequada para autista Então ela conta lá nos primeiros livros dela lá eu acho tem falas dela da década de 90 ela fala isso que ela foi lá numa fábrica dessas fábrica não é uma fazenda de abate de gado venda de carne etc e os caras tinham feito um desenho de uma uma peça lá que ia pegar a vaca de um jeito que ia fazer isso e levantar não sei o quê e ela
olhou aqui ele falou assim Isso aí vai arrebentar E aí isso aí três vezes sei lá um negócio assim isso aí vai arrebentar não vai aguentar E aí todo mundo olhou para ela com uma cara de Estranho acho que ela nem foi despedida Ou nem entregaram não lembro bem qual a história não sei que ela caiu fora e de fato Eles foram usar a máquina com dois e a máquina arrebentou Então ela consegue ver ela projetar né por isso que ela mesmo fala da vítima que Provavelmente tinham esse mesmo tipo a dia 20 provavelmente tivesse
um grau aí mais de asperge e tal mas tanta conversa então pode passar o próximo eu acho que não saiu do cérebro dela que infelizmente ele saiu não saiu então eu posso depois colocar lá na biblioteca com a Jéssica né para vocês então a tempo ela fala que o autista diz né tem Três tipos de pensamento então quando botar autista tudo assim não é autista tudo igual não é né fora essa evolução a sensibilidade no sentido etc eles têm tipos de pensamento distintos tem um visual que ela se enquadra não é isso que pensa em
imagens né um livro dela os primeiros é pensando em imagens e ela trabalha ela trabalha ao longo né sempre essa questão da importância do pensamento visual E que esteja no Pensamento visual ela é muito ruim se ela só conseguiu fazer as matérias necessárias na universidade lá porque ela arranjou um esquema lá porque ela realmente matemática ela não era boa mas ela falou a gente para lá porque a álgebra o currículo vem antes da trigonometria e da geometria e nós autistas visuais de pensamentos de geometria e trigonometria e não sei Porque que a álgebra tem que
vir primeiro porque a gente assim se você não passar em áudio para um violão jogador você não vai para trigonometria Então ela começa a trazer essas questões essas questões da própria educação outra forma de pensamento que nós encontraremos então em nós por exemplo né é trabalhar com padrões né então que é um é um uma característica da função simbólica nós somos capazes de substituir Ideias sentimentos percepções de todos os tipos de percepção movimentos né os estímulos internos que a gente tem nós somos capazes de substituir isso por imagens e encontrar padrões nisso quer dizer o
bebê começa a encontrar padrão na fala né nos fonemas ali no quinto ano mês né Depois que nasceu ele já começa a selecionar estatisticamente como se fala Quais são os fonemas da língua dele né ele vai Descobrindo os padrões ali da formação das sílaba da palavra etc então esses são autistas que são excelentes em música em matemática né ela fala uma coisa muito bonita ela ela diz que o mundo precisa de todos os tipos de mente ela não precisa só do tipo de mente né daquilo que a gente fala que é normal ela falou se
não houvesse autista né não haveria tecnologia ela ela vai longe lá na É bem interessante né que ela diz que Se ele conviva essa coisa de computação tá cheio de gente com características e a gente sabe que sim né de autismo porque o autismo tem uma organização como a gente hoje tem para epilepsia é uma organização cerebral distinta né a gente não fica mais olhando se é doente tá assim sabe exclusão até eu acho que a gente fica usando esse tema inclusão para dislexia outro assunto não tão Tratando hoje mas hoje a gente já trata
dislexia como uma forma distinta altamente criativa de organização cerebral né E ela disse muito bem isso né o mundo precisa de todos os tipos de mentes leva para pensar isso como que é importante porque na verdade nós temos aí grandes cientistas grandes artistas né Van Gogh por exemplo né Tem estudos mostrando que aqueles quadros dele né Com aquelas aquelas evoluções circulares né Noite Estrelada enfim vários quadros que ele fez lá naquela região da França tem padrões de movimento de venda etc então a gente que trabalhou com indígena e que entende que você pode nós não
que somos da cidade não temos a cultura indígena Mas você pode se especializar não é isso realmente tem uma percepção do meio ambiente da natureza completamente distinta né porque o seu contexto a sua os seus Valores também eles dirigem essa forma de pensamento e outra o outro seria o pensamento verbal então no caso da Carne a gente tem uma pessoa altamente né porque ela não fala a gente confunde verbal com oral né a gente até fala é Não verbal não é não verbal é não Não oraliza mas ela tem o verbo ou seja ela até
a cidade ela tem um vocabulário porque a gente foi ver com a cara que quando ela começa a escrever então vocabulário impressionante para a idade Dela até e uma clareza muito grande a gente tem entrevista dela com neurocientista nos Estados Unidos especialista em autismo é que é feito lá com equipamento né para conversar com ele e iPad tá E ele ele diz a entrevista no final ele fala e eu pensei que eu sabia alguma coisa sobre autismo exatamente como a gente ficou quando viu o caso da Carne né então pode passar um próximo se nós
pegarmos esses três tipos de pensamento tem muita Correlação com neurociência não dá para eu fazer hoje porque eu já estou preocupado com o horário e nós podemos ver que é esse tipo de pensamento são formas de exercício da função simbólica e que são os que nós encontramos nas artes cênicas visuais na literatura e poesia e daí nós temos essa essa possibilidade né que não seria só para o autista para as crianças elas são de mais arte né Nós precisamos trabalhar alfabetização a consolidação da Alfabetização é a aprendizagem de matemática da física da química com mais
fundamentação na função simbólica na capacidade que nós temos de simbolizar de construir sistemas né e fazendo isso envolvendo de uma maneira mais ativa o sistema emocional porque a arte é matéria bruta da arte é a emoção né então nós entendemos a pensar que A síndrome de Down que é paralisia não sei o quê as pessoas não têm emoção às vezes não entendemos Porque que o síndrome dá fica dando risada rir aqui né do sorriso e tal é que as a forma de expressar emoções é cultural ele é biológica cada cultura escolhe as formas de expressar
as suas emoções a gente não tem o mesmo uso da máscara facial nos diferentes culturas Tem coisas que são comuns a todo mundo né Tem umas que são próximas Dos animais aí tem dargnes de expressão dos animais etc mas nós temos particularidades né e Nós não sabemos particularidade então a gente acha que esse indivíduo não tem noção é como a gente fala não americana é frio alemão é frio né porque ninguém é que nem nós assim todo nós temos né Lógico tem italiano entende o que nós brasileiros somos uma cultura assim porque a expressão das
emoções é tem um Acervo né de movimentos faciais do olho etc das mãos que vem exatamente da Integração da dos povos originários de onde vem o humor né do brasileiro é toda essa liberdade esse movimento essa ondulação do corpo e do Ritmo e da Melodia que vem dos africanos e ali os europeus mais ou menos como entraram do jeito que entrar então e depois nós temos isso nós somos um país que teve que tem imigração de tudo quanto é cultura do mundo então nós somos Realmente nós temos uma particularidade aí certo agora espero que esteja
claro isso né quer dizer o sistema emocional quando a gente pede a parte biológica né a menos que você tenha patologias ou lesões ou certas coisas que você tem aí os casos por isso que estudar a patologia eu tudo quanto é sabe a gente entende muito muito quando a gente pega seriamente pessoas que fala que não tem a fala o que é cego que né eu fico aqui como é Que tem esse pintor turco que não tem olho e que desenha como é que ele faz para fazer quadros que tem perspectivo né não é uma
pessoa que ficou cega que tem na memória dele imagens que ele viu do mundo depois consegue não ele nasceu senhor não precisa entender ele é pintor profissional né então quando a gente começa a olhar gente tem tanta coisa assim né dessas pessoas que têm diversidade que são que realizam né que nós temos que ter isso Como uma régua como diz o bigode que para olhar para essas pessoas né pode passar o próximo então essa ligação entre Artes e autismo é que eu gostaria de poder explorar que é uma coisa tudo muito mas não vai dar
hoje porque eu quero falar da escola eu já nem sei que horas são Eu tenho dois veja bem eu não sei pode passar o próximo dois dessa dessa coleção que eu tenho para informação de professores pode passar o Próximo eu tenho duas Não antes passa antes não foi para frente esses dois esses dois títulos diversidade de aprendizagem diversidade na sala de aula eu lancei em 2005 e veio a partir de muitas prefeituras que eu do Rio São Paulo eu trabalhei com formação e assim durante o ano todo com inclusão em prefeituras do ABC Paulista Tal
e eu nesses livres que são de 2005 né vai fazer 20 anos agora tá fazendo eu já trazia essa questão Eu entrei com essa questão de diversidade né que eu defendo muito que a gente não use palavras que já levam a questão do conceito né da deficiência necessidades especiais essa coisa de colocar como né quando a gente vai pegar evolução da Doença mental dessa coisa do deficiente intelectual entendeu então num deles aí eu trago um pouco esse histórico e Trago essa questão já que eu pude desenvolver nesses 20 anos da do desenvolvimento Cultural de quem
eles têm diversidade que é fundamental né eu vou passar ali talvez ali para colocar na biblioteca um trecho de um que eu quero colocar desse Da emoção e da Cultura como eixo do desenvolvimento né da consciência assim desde que 20 anos atrás nós tínhamos menos evidência do que né confirmando isso no que nós temos hoje pode passar o próximo E aí então nós vamos para Susan a Susa Regina que eu não sei falar isso no segundo nome dela de 40 a Susa grande amiga enorme nasceu uma professora daquelas nota 1000 né como a Susan é
de uma dedicação nós trabalhamos juntas né Foi por isso que eu conheci com projetos escrito para todos na turma dela de uma escola aqui do público estadual do aqui na periferia de São Paulo e a Susan recebia não só crianças que estavam em situação de não aprendizagem né nós trabalhamos uma turma de 8 anos é a maior parte estava ali um trabalho Fantástico eu queria que ela pudesse ter vindo hoje mas não deu E Aí assim nesses anos todos depois que a gente trabalhou junto a gente como várias outras conversando muito tal e ela vem
sempre trazendo recebe aluno autista né no espectro do autismo Severo né nas vários os vários caminhos ali até chegar no asperj a Susan desenvolve os estudos com ela né não é porque fez escrito para todos e as suas Assim como professora né ela cria né conhecimento pedagógico que Ela foi acumulando e a sensibilidade e a generosidade também que ela tem como professor ele trabalhar com essas crianças então é uma professora que eu fui não sei quantas muitas vezes a aula dela e eu nunca vi as suas mudar alterar o tom de voz passar para ser
mais mais alto sabe sair daquele Tom né mais estridente qualquer coisa assim né então e ela tem assim uma um componente muito Forte de construir uma comunidade na turma dela né E aí os alunos autista que a gente né acompanhe conversa discutindo Porque aí a gente vai aprendendo aprende muito né porque a gente esperta eu sou porque eu vou na sala de aula e aprende com os professores depois socializa para os outros porque são os professores é que sabem construir essa dinâmica pedagógica em que todas as crianças é posso Aprender com ela a gente tem
uma escrita para todos o resultado é de da turma toda construir um livro de alfabetização de consolidação da escrita nós fizemos até um projeto com envolvendo Miguel alegres que eu também gostaria de falar sobre isso mas não vai dar né nós fizemos na época da Copa né quando teve aquele negócio do chute lá porque no colégio esse nosso já falei dele nosso grande neurocientista Que apresentou na Copa que ele chute que infelizmente no Brasil passou alguns segundos mas o mundo inteiro viu o Wesley esqueleto então nós trabalhamos projeto muito interessante que terminou com as crianças
escrevendo cada uma carta para ele que foi enviado para ele e nós tivemos satisfação de vê-lo colocar no Facebook dele dizer que tinha sido uma enorme homenagem feita a ele por causa da Conquista do esqueleto então eu falei Com a Susan e perguntei para ela tudo o que que você pode passar o próximo aqui vamos ver eu mostro uma foto dela com uma criança autista aqui embora a gente tem autorização tudo direitinho para para poder usar a foto eu não realmente não gosto de colocar as crianças na internet então a gente combinou de fazer assim
ele tiver mostrei para ela hoje cedo eu podia passar sim se o que que ela achava viaja Eu perguntei e ela falou aproveita e mostra aí que essa esse objeto amarelo que tá aí é um dos objetos que eu tenho na sala de aula porque autista precisa ter alguns objetos de referência tal então esse é uma caixinha ali que uma cordinha né então eu peço licença para vocês para falar aqui representando a Susan ela me mandou essa essa uma coisa que um round o que que ela disse o que que Você diria para educadores vão
estar lá do Brasil todo como professora né O que que você pode dizer quando o recebimento do autista né então eu vou ler mais ou menos assim né mas eu faço questão de trazer a palavra dela primeira coisa ela diz tomar conhecimento do médico se possível se der para entender o grau de comprometimento porque isso faz diferença né aí em seguida Organizar um currículo adaptado considerando que é possível que o autista é todos eles têm capacidade adaptativa escolar aprenda a ler e escrever o seu modo no seu tempo então entra dentro dessa ideia de que
todos podem aprender mas nós também estamos aprendendo Qual é o tempo Qual o modo a gente poderia pegar vários casos que ela trabalhou e colocar aqui mas eu achei que essa questão das imagens está um negócio complicado né Inserir o autista em todo tipo de trabalho pedagógico realizado propor participação em trabalhos em duplas grupos favorecendo a socialização e a percepção de modelos de estudo na realização de atividades é exatamente o que a tempo grande advoga-os certo que é diversifique tem hora que autista tem que ficar sozinho tem hora que ele dá para trabalhar em grupo
tem hora que dá para favorecer tem hora que tem porque a gente tem foto desse menino Se isolando num canto dela sempre prepara apesar de estar numa escola como uma um número de alunos de nome que é quase espaço disponível né escola pública notado assim a sala de aula Ela tem um cantinho Lá feito com uma cadeira lá com uma mesinha virada não sei o que que ele pode se retirar lá né em outros em outros lugares de outras escolas prefeitura Que Nós criamos espaços na escola né às vezes na biblioteca às vezes não Enfim
dependendo do a gente faz o estudo do espaço né porque tem problema ela enfatizar muito isso como foi importante ela ter na escola dela um lugar numa salinha lá de depósito não sei o que que era que ela podia ir ficar sozinha Quando ela precisava né primeiro levava lá depois ela ia sozinha a gente tem essa experiência que às vezes até o próprio a criança quando ele percebe que ele tá ficando Agitado então ele mesmo vai gente tem essa experiência mas nós também criamos antes disso o comportamento social de alguém acompanhar para ir lá né
então são coisas que a gente vai ter escola aí que por exemplo nós usamos a cozinheira da cantineira que depois que ela serviu o almoço e não sei o que lá fizeram tudo lá ela tá disponível sempre é uma figura muito pessoas que estão na escola pessoas que são muito disponíveis são Generosas sabe então a gente trabalha com a comunidade escolar né para criar esse às vezes outra criança né então são modificações do espaço do tempo e criando situações sociais diferenciadas que beneficia não só a criança autista mas todo toda criança que tá lá porque
aprende trabalhar com a diversidade né aí você põe aqui espaço na sala de aula que são exclusivos dos autista e manter a Rotina né a tempo grande ela fala isso né professores presta atenção não muda de uma coisa para outra muito rapidamente porque o autista leva mais tempo para ir de uma coisa para outra não é que nem os outros então essa questão do tempo do autista né é a outra outra indicação dela atenção com a luz a luz florescente ela irrita né então você veja que são vários fatores que vão trazendo alterações de ordem
biológica Que podem trazer a levar a um tipo de comportamento que nós entendemos como uma crise como gosto muito disso aqui recebê-lo com uma música ou algo sobre semelhante para colhimento tipo Bom dia Arthur bem-vindo Arthur Que bom que você veio gosto muito de você quer ter um acolhimento diário afetivo isso faz muita diferença embora não venha nenhuma resposta para você afetiva né É você criar um laço afetivo Ela tem razão nisso né Nós a forma de demonstrar do autista é completamente diferente né a carne fala isso eu gostaria de ser como os outros mas
eu não posso meu corpo não é esse ela fala eu gostaria de ser assim mas o meu corpo é diferente o meu cérebro manda sabe perceber com quais alunos a mais identificação para que esses alunos amiguinhos então colega eu receba o Incentivo realizar as atividades Se acostume ajudá-lo é tanto a fazer as tarefas quanto nas necessidades que ele tem então estimular laços de amizade o Jéssica eu tô aprendendo no tempo não seja tão terminando meu tempo aqui professora 10:24 Bom agora vou correndo que a Suíça ter uma caixa lúdica à disposição dele para Desenvolver atividades
é uma coisa que a gente vem desenvolvendo muito né De modo geral de ter atividades né isso eu aprendi muito compreender na França mas também com essa coisa da educação rural no Brasil tem possibilidades né de exercício da ludicidade que não é só na brincadeira na construção né como vão colocar os jogos de construção né que hoje nós sabemos a importância disso nessa coisa do porque o autismo como as crianças na educação infantil precisa muito da Tridimensionalidade por isso essa coisa de ter objetos com função que nem ela fez esse daí que eu perguntei para
ela hoje ela me disse várias coisas que ela usa esse objeto para matemática tem vários usos com eles para esse Essa caixinha amarela então é um quando ele começa a se dispersar ou fazer isso aquilo então ela trabalha com esses objetos que já tem funções que no final das contas são funções simbólicas né Deixa eu ver o que que ela me falou aqui ela tá até entrando aqui agora mais coisa para falar para vocês só que não vai dar Ela tá mandando dizer que para falar para eles que o autista precisa de um olhar né
que você olha como ele está sentindo aquele momento então às vezes precisamos parar tudo abraçar falar no ouvido com chegar ter um cantinho né quer dizer o que você tem essa necessidade e o que eu acho incrível na Muito bom nas suas é aquela cria na sala de aula compreensão né a gente tem fotos incríveis que ela tá atendendo esse menino tendo piripaque lá não sei o quê e as outras crianças 32 não sei quantas crianças que ela tem lá continua normalmente fazendo seus escrita Não tem balde né quer dizer você é um processo de
construção coletiva né em que se vê como parte desse coletivo que essa criança né porque autista tem esses né E ela fala Que em algum lugar aqui quando tiver conflito né procurar sempre você mesmo resolver as questões de conflito evitando trazer outras pessoas que isso é traz mais dificuldade com autista trazer uma outra pessoa porque muda a rotina muda a pessoa então procurar sempre que possível você mesmo resolver as questões de conflito porque né uma outra pessoa estranha ou da da gestão etc é Uma ruptura para ele né e ter o cantinho de relaxamento como
ela falou né falar sempre explicar fazer contato Olho no Olho de forma calma e segura né quando possível fazer o tóxico Não não ela diz que o toque é muito importante e há tempo grande né ela fala isso Ela inventou a máquina ela diz né a gente quer se abraçar né que a gente não aguenta se abraçar Então ela inventou uma máquina de um abraço né que era famosa por isso que é Uma máquina que ela ela tirou a partir do Gado né que põe aquilo para relaxar o boi lá na hora que ele vai
para para ser sacrificado lá para virar carne né E ela cria isso para o autista Hoje é comercializada a máquina do abraço em que a pessoa Deita lá né Tem duas laterais acolchoadas e o próprio a pessoa o própria criança para o pessoal autista puxa uma alavanca que Pressiona e ela sente a pressão quer dizer nós Humanos precisamos da pressão do corpo do outro ela não dá para o seu corpo Então ela inventou essa máquina adaptou para pessoas né então não é que o contato não seja importante nós somos uma espécie de toque né mas
é difícil para o autista é o toque né ela diz assim de não fazer confusão entre a real capacidade do autista com aquilo que ele mostra então assim prestar atenção na Capacidade oral que pode ter um caminho que tem que ser percorrido né que é muito diferente dos outros alunos e muitas vezes dependendo do grau de comprometimento do autista a necessidade da gente traduzir o que é falado e isso pode ser confundir com incapacidade Então ela disse não é porque não fala o que fala truncado etc que nós vamos pensar que ele é incapaz né
que é exatamente o que o caso da Carne nos mostra né fazer muito uso da música e da Poesia não só ela mas em outra que eu queria também trazer que é outro caso que a escola é capitão lá de moto para fazer trabalhos de inclusão excelentes né que a poesia é muito presente a música a música currículo é negro currículo da cultura indígena a gente tem Brasil é muito rico o Brasil tem muito exemplo para daí para o mundo todo né fazer outra Live só sobre isso né Aí ela disse que é importante professora
entender que às vezes pode acontecer uma mudança um imprevisto no seu trabalho pedagógico porque autistas que demoram a entender ou aceitar a dinâmica de uma sala de aula então tem essa flexibilidade né que é ela diz assim eu quero dizer que acho que é importante que a rotina de comandos e atividades a ser desenvolvidas pelo aluno autista existam mas que a professora às vezes pode também mudar sua rotina para poder Incorporar o tempo desse autista aí que eu digo que é o trabalho com o coletivo né de todas as outras crianças de compreensão de que
eles estão com casos de diversidade lá porque a criança acaba aceitando muito bem até exemplos assim incríveis da rede de São Paulo né Nós temos um caso ali de uma criança que veio a inclusão que não braços não tinha as pernas né era só dois assim dois pedacinhos de pele aqui né Era um tronco e rostinho tal e uma criança que está locomoção para tudo né gente e sem muito naquela época sem muita condição não tinha nenhuma cadeira específica para o menino que tivesse um Amparo então o quanto que a turma né isso a gente
tem aliás inclusive várias culturas né a criança Ela tem essa disponibilidade de né pela empatia porque nós temos ali os neurônios dele a empatia tá na espécie então nós podemos desenvolver a Empatia da turma e você desenvolve muito simpatia através de ações coletivas que sejam atinjas de recompensa do cérebro que são aquelas feitas com a arte com a música por exemplo ela não chama atenção das crianças quando eles estão começando a fazer muita coisa até determinado tipo de música que ela canta porque na hora que ela tá cantando assim a regulação do comportamento é muito
feita por música quadrinhas né são Manifestações da cultura né Nós poderíamos estar usando mais a cultura como parte dessa processo social na escola né a colher a família ela põe a ser compartilhar o mais possível todas aspectos de aprendizagem condições de saúde retrocesso evoluções da criança né e a mesma coisa por acaso a criança tiver atendimento com algum tipo de né terapia multiplinar também fazer contato mas a gente sabe Que muita muita situação é a escola e a professora e a escola e olhe lá né E aí ela fala da importância do registro uma coisa
que permite tudo né porque essas pessoas todos me mandam vídeo tão cheio de vídeos aqui fotos produção e a gente mesmo eu já saí de consultoria de lá muitos anos e nós continuamos aqui em é uma relacionamento de amizade um relacionamento profissional em que todo mundo aprende né então eu queria agradecer aqui a Susan que tá aqui no Mandando um abraço para vocês acho que ela acabou a aula dela tá entrando aqui e ela falou fala eu agradeço muito ela ter tido a confiança em deixar que eu possa postar a voz dela já que ela
não pudesse vir mas o que eu queria trazer assim que muita coisa que Nós aprendemos né com a estudar em profundidade o estudo de caso a gente é sempre muito importante né por isso que todas as prefeituras que eu vou insistir da gente Fazer estudo de caso de crianças que estão em situação de inclusão de excelência a gente é muito durante o nosso entendemos identificarmos os fazeres da pedagogia que levam a aprendizagem a gente tá muito acostumado só olhado do que não fez ou que não sabe né E nós e também né como o valor
falava o negócio que você a gente for aí ver né Toda obra Dos sacos vários meus cientistas né e várias obras literárias né a gente vai grandes escritores né Nós vamos entender a gente tem aí uma possibilidade enorme de fontes de conhecimento sobre o ser humano nessa nessa via assim do processo de humanização que nós passamos em nosso desenvolvimento né então o que nós podemos resumir né é assim primeiro estamos aprendendo Espero que eu tentei passar para vocês também o que Eu aprendi continua aprendendo porque eu pego e ouço e osso e ouço a tempo
faço análise do discurso dela porque eu aprendo com ela Quanto que um discurso de um autista pode ser modificado pela exercício pela busca que ela fez de olhar o público né de mudar a postura dela hoje em dia nessas últimas falas dela né ela chega até fazer o público rir né ela essa coisa do né que não ela ela sai da zona de conforto e ela Disse isso é muito importante não olhar o autista como incapaz da pequenas tarefas sempre começar sempre do mais simples né não mudar umas coisas rapidamente que a gente não sabe
mudar rapidamente né o entender que o autista vai desenvolver né é de acordo com aquilo que nós possibilitamos a gente sabe que o altíssimo aí com os estudos todos com o cérebro Ele tem um certo déficit né No circuito cerebral que nós assim quando temos uma interação social a gente sente recompensado um abraço um sorriso aqui não sei o quê ele não não tem essa coisa direta da recompensa social né isso que ela dizia assim eu me sinto melhor com os animais porque eu penso que nem eles né E ela dizia isso não eu não
lá atrás né 30 anos atrás ela dizendo é o ser humano me desestabiliza muito eu não sei o que esperar deles e tal hoje essa Mulher não interage com todo mundo ela tá fazendo palhaço quanto é lado né isso ela é uma professora da Universidade ela orienta teses né E ela e ela tem o ela tem um filme um filme dela parece essa esse pedaço da vida dela que ela eles vão no encontro de pais de autista E aí ela vai lá na frente para falar ela já é moça então ela vai lá na frente
para falar e aí o negócio do autismo ela fala lá e aí o povo pergunta do filho dela ela falou Não tem filho eu sou autista momento assim marcante mesmo e todo mundo fica assim como você é autista né mãe a mãe dela até fala que foi um reconhecimento de repente aconteceu porque a mãe dela lutou muito para ela não ir para instituição porque o pai concordava que ela fosse ficar no Hospital Psiquiátrico né tinha mais três filhos a mãe dela realmente Usou todo esse conhecimento dela de atriz é de linguagem simbólica ela fez né
e combinado com professora né ela fala depois ela diz assim que ela não desastre ela também foi expulsa de escola porque ela tirou um livro numa aluna ela fez não sei o quê né mas é um dia ela pega um professor de ciência que né que percebe né mas aí também já tinha feito um teste quem dela cheia de 37 pessoas falou Pô espera um pouco né E aí então ele começa a ensinar a fazer Pesquisa e pesquisar o que era interessado que animais né E ela então tem esse ela falou bom esse professor de
ciências muda minha vida porque foi ensinado metodologia de pesquisa para ela e aí ela pega tudo que é positivo essa coisa detalhamento né dessa coisa do autismo repetir repetir várias vezes porque veja bem fazer memória não sei fazer isso mesmo né então ela diz as peculiaridades do Senhor autista na verdade a gente vê isso na vida dela ela Tornou como coisas positivas dentro da carreira dela ela tem uma grande carreira né em várias áreas né Ela é realmente uma pessoa pode Valente assim né e a professora Universitária é uma cientista ela tem uma empresa gera
uma empresa já não sei há quanto tempo desses negócio de fazenda de desenhar Fazenda etc Então você veja que são que são fazeres muito distintos de que E ela vai né percebendo a importância disso né uma grande representante na defesa no umbigo defesa mas não esclarecimento para a sociedade norte-americana e para o mundo para quem ler tudo é o quanto que existe de possibilidade na autista Então isso que eu queria trazer para vocês nessa fala trazendo um pouco a parte assim nós temos hoje muita coisa na neurociência de cérebro muito estudo nós Estamos caminhando né
a gente já tem aí alguns dados quer dizer maior é inclusive o estudo de cérebros de autista como inclusive o cérebro dela porque ela participa do estudo do cérebro dela a gente tem vídeos né documentários em que ela está com outros neurocientistas discutindo o próprio cérebro é muito interessante e nesse filme dela quando você compra eu comprei o DVD tempos atrás tem um bônus e nesse Bônus é ela assistindo filme inteiro comentando o filme dela Olha é impressionante então espero que dê assim para a gente abrir aqui para algumas discussões e como é que isso
a gente traz de fuga tudo isso com a escola com a sala de aula né trouxe aqui esse breve exemplo da SUS né quem agradeço a disponibilidade de ontem à noite tá fazendo isso e a preocupação que ela tá nesse momento me escrevendo Aqui o professor é sempre assim né gente então desculpa ali que não deu tempo para as perguntas não sei como é que faz mando para aí depois Jéssica que você me manda as perguntas a gente coloca lá na biblioteca não sei mas pode passar o próximo é que tem meu passa o próximo
dá para você passar a próxima imagem tem aí meu ah agora apareceu a máquina Do abraço não sabia Essa é a máquina do abraço e que ela que construiu tá vendo deita ali você aperta o quanto ela falou porque no abraço humano não dá para a gente regular Quanto que o outro vai te apertar e é muito difícil para você saber quanto que ele pode apertar é isso que a Susan tá falando né o toque é importante mas ele é uma coisa que tem que ser construída e tal né E essa máquina hoje industrializada Paz
que tem criança autista compra põe em casa ela tem realmente um efeito regulador é muito grande é uma das contribuições dá tempo guarda eu vou deixar em meu e-mail pode passar o próximo é para vocês pode escrever que eu e aí tem um site no site tem vários artigos disponibilizadas mas o que vocês quiserem a gente faz as prefeituras que estão aí muito obrigada pela presença é sábado de sexta né hoje de manhã até Perdeu o que nós temos que é levar assim sabe bastante fortemente marcado na nossa memória é que basicamente todo mundo pode
aprender a ler escrever dentro de situações das Mães diversas e que nós vamos aí aprendendo como como atuar né a gente tem aí muitos anos né mas de trabalhar com Inclusão de autista em escolas públicas em situações que não são as mais adequadas né isso geralmente pouco adequadas e nós temos que saber né como aproveitar os recursos humanos que a gente tem Lembrando que quem que a escola é uma comunidade e que nós temos que para inclusão primeira coisa nós temos que trabalhar desenvolvimento empatia das crianças né E quem tá na educação infantil trabalhar O
sentimento de justiça e empatia que é uma coisa que nós construímos né que as crianças não têm preconceito as crianças ninguém nasce com preconceito ninguém nasce racista né nós ficamos racistas nós ficamos um preconceito nós excluímos porque são aprendizagens também são aprendizagens sociais né então eu agradeço a presença de todo mundo é bastante gente aí hoje e vamos em frente né gente então as ordens à disposição e mais uma vez Agradeço a um time e a todas as professoras que tem várias aqui que eu já trabalhei já não sei quando tava vendo alguns nomes sempre
eu agradeço muito generosidade de permitir que eu entrei em sala de aula porque se a gente entrar em sala de aula não pode aprender tudo isso e ver como é que é essa realidade trazer o universo como o natural da espécie humana né então Um grande abraço para todo mundo muito obrigada É isso aí desculpa por ter usado o tempo todo e não ter aberto a pergunta como geralmente acontece Jéssica cadê você eu vim aqui só para te ver vamos Professora Jéssica teve um problema com internet também lá na Ondina de Brasília hoje o negócio
sai é pois é mas ela já está retornando mas também acredito que não deu problema aqui né verdade Obrigada a todos vocês estão vendo aqui as mensagens agora sim tem muitas mensagens muitas muitas é ruim que a gente botar para ler as mensagens né eu falo lê as mensagens né Depois eu vou pedir para Jéssica mandar para senhora tá bom tem muitas mensagens e nós temos um drive compartilhado e eu mando tudo para senhora porque eu gosto de ver Às vezes de onde né porque não dá aqui só agora que eu tô olhando né Não
tudo bem a gente manda tá então em nome Da um time é a nossa coordenadora infelizmente teve um problema eu agradeço a professora Elvira Lima com mais essa excelente tema né maravilhoso tão polêmico né mas tão gratificante para nós né formadores de pessoas né então professora só que retomando né técnico aqui com a internet peço desculpas Ela ainda tá carregando aqui e a gente tem bastante comentários sobre falando da importância da temática sobre A importância da gente entender o tempo espaço de cada criança até para a gente poder atribuir valor ao sentido da palavra Equidade
na educação então a gente vem aqui com vários comentários falando da importância se identificando sensibilizando com o tema e a gente tinha algumas mãos levantadas não sei se as mãos levantadas eram para perguntas porque o que a gente tem aqui são mais comentados mesmo sobre a temática é pergunta sobre a gravação a gravação ela Fica ela fica disponível na nossa galeria de vídeos do conviva a gente disponibilizou no chat o link do vídeo da professora passou durante o encontro e as imagens que puderem ir para a galeria do convívio a gente sobe algumas não por
contas dos direitos autorais Então é se alguém tiver alguma dúvida pode levantar a mão mas no máximo a professora só mais mesmo comentários sobre a importância e relevância da Temática alguns já teve uma pessoa até que perguntou se teria um material escrito com esse passo a passo do que pode ser trabalhado com as pessoas com autismo e eu indiquei inicialmente a gravação que pode ser consultada novamente utilizada como pílulas E aí Se a senhora tiver algum material também que possa ser disponibilizado ou também no site da senhora que a senhora coloca bastante né Então as
pessoas podem recorrer que a Vânia passou no último slide eu acho que aí eu nem falei de Diagnóstico né os equipes de Diagnósticos estão acontecendo é o assunto é muito amplo sem fazer um recorte aqui né mas eu tenho até o e-mail aí quem precisar de coisas específicas escreve aí que a gente já lança lá no site o Manda né Eu acho que eu nem sei o que que tem lá no blog essas coisas sou eu que faço então não sei certo mas eu vou mandar alguma coisa para você colocar na biblioteca aí fica mais
já tem outras coisas aí né então a gente finaliza aqui com a frase da professora Francisca sobre a importância da valorização do eu é fundamental para aprendizagem para a vida pessoal social escolar espiritual Em toda fala professora em vida a senhora foi inspiração para a valorização do outro parabéns então o nome da um time né com a Josi levantou a mão tem alguma pergunta Tem Denise também com a mão levantada não sei se elas têm alguma pergunta Se tiverem pode falar por favor tá falando que eu podia fazer para eu faço né pais escolas que
tem aqui não Dima não sei né Acho que não sei se é a plataforma para pais eu não Sei mas a gente fala para todo mundo né porque eu acho que é paz é muito importante da mesma maneira né diagnóstico sim muito mas aí é outra palestra quase é porque nós temos a gente chama de comportamentos análogos de autismo nós temos crianças que por causa da forma de criação de brincar um pouco de ficar muito na tela nós temos hoje muitos comportamentos que a gente chama análogo de autismo mas que não são Autismo Devido a
questões próprio desenvolvimento da criança que se oferece para essa criança a gente já tem muita coisa na parte do cérebro mesmo mostrando como que é o de tela e aí quando a gente esquece de computador como computador é bidimensional computador não trabalha interação social Face a Face né leva a pouco não formar comportamentos Simpatia comportamento sociais e a criança e o jovem acaba tendo comportamentos são facilmente confundidos com autismo não são autismo né então é muito importante isso a gente fazer a o histórico da criança né imagina que isso já são uma parte da neurociência
muito forte né mostrando que a criança até 10 anos né mais de uma hora de tela por dia o que as crianças Estão vendo né leva né é bem complexa eu não gostaria de reduzir muito assim nessa uma resposta muito rápida né mas nós temos que temos um cérebro social que precisa ter oportunidade de se desenvolvido de fazer redes neuronais né desenvolver comportamentos a gente viu isso muito claramente na pandemia que foi uma ruptura da muito forte muitos processos socialização em qualquer idade não só Nas crianças os adolescentes né então esse nós precisamos entender que
não brincar com a criança porque hoje é chamado que é muito valorizado na Europa em outros países que é o livre brincarem que a criança toma decisões sobre a brincadeira que vai fazer resolve os pequenos conflitos que acontece né você vai desenvolvendo essas áreas do cérebro que são da sociabilidade O cérebro social é constituído de algumas áreas do cérebro estão lá que estão dadas na genética mas que precisam ser desenvolvidas né E que envolve os restos da postura o movimento né afetividade e muitos e principalmente trabalho possibilita a criança desenvolver a curiosidade e a imaginação
então o não o decréscimo na imaginação que nós estamos vendo no mundo ocidental pelo menos não é ele acaba trazendo comportamentos Muito ser ocupados que muitas vezes são confundidos como o autismo eu pessoalmente acho assim todo lugar que eu vou agora todo mundo agora tem filho que tem autista leve a gente um negócio assim meio generalizado que vem sendo discutido é está acontecendo porque a mais atenção para isso hoje são fatores ambientais que causam nós temos já bastante evidência que o uso de Tela de computador de trabalho da criança ficar na internet de não interagir
onde no olho com outras crianças né com outras pessoas não ter principalmente aqueles atos que são próprios da infância né que são o trabalho com a dramatização com a narrativa com a imaginação inventar personagem por causa de conta é a questão da música né entrelaçamento emocional que dá pela música que tá nas Cantigas infantis tudo isso vai ter um efeito na socialização né nós sempre lembrar que o autismo É um distúrbio no com mento de comunicação do ser humano certo então isso é bem é bem importante né você vê que nós Montamos dentro limitação de
inteligência não tem essa deficiência mental que se atribuía ao autista né a gente nós estamos tendo aí evidências contrárias mas é realmente uma Alterações físicas no cérebro em regiões que tratam da comunicação humana né e cerveja assim que no caso da Carne ela não tem a fala mas ela tem o desenvolvimento interno da fala interna normal digamos assim inclusive até exacerbado na qualidade que ela tem na força de expressão que ela tem pela escrita né então a gente tem realmente um distúrbio na comunicação né agora esse é a falta de Comunicação pode ser causada por
não estímulo da comunicação não desenvolvimento né uma teoria com os cientistas que acho que tem alguns neurônios espelho né que são aqueles né a gente veja o que reproduz a ação do outro na nossa mente né e veja a intenção do outro que a base da empatia mas essas coisas ainda são a caminho né as pesquisas todas mas o que a gente vê Por exemplo quando você pega o caso da Susa que uma professora que trabalha a sala dela Como uma comunidade de comunicação em que as outras todas as crianças são são afetados são transformadas
pelo fato de ter um outro uma outra construção social não é isso em que você aceita o universo né inclui o diverso né no caso esse menino que eu falei aqui da que não tinha mãozinhas as pernas nada Né que era só o tronco e a cabeça foi uma coisa impressionante que era primeiro ano sete anos nesse segundo ano né e as Crianças tinham fizeram pequenos assim sabe tinha um time que levava o menino no banheiro era e quando ele ia para refeição levava ele lá para refeição né até conseguir em cadeira né Essas coisas
da educação pública não tinha né até conseguir uma cadeira com braço né porque o corpinho dele ficava escorregando para cá escorregando para Lá e aí ele escrevia com a boca né com giz na lousa com a boca ou então com lápis segurando na boca e a turma inteira acabou desenvolvendo a escrita com a boca né Essa coisa que o ser humano as pesquisas na psicologia social na antropologia né mostram que o ser humano nós somos a criança ela é empática Ela é desde bebê ela é social né E aí depende o contexto que vai se
nós continuar numa sociedade que Enfatiza a competição e não cooperação né se a gente acha que não é melhor que o outro como é que a gente vai falar né quando na hora que você pensa assim que nós poderíamos caracterizar vários das grandes grandes pessoas criativas como possuidora de certos traços de autismo então [Música] não é uma coisa do mal assim sabe não é Uma coisa de menos como a gente tem com a dislexia hoje nós completamente diferente da dislexia a partir de tudo que nós sabemos do cérebro disléxico é outra é outro convívio mais
três engatilhados e realmente uma pergunta bem pontual para professora responder senão a gente já vai para o encerramento porque a gente chegou já às 11 horas 11 horas então A gente pode encerrar já que não precisa sair e não me dá um time a gente agradece a gente pede para quem tiver dúvida copiar o e-mail da professora no chat também para enviar essas dúvidas que ela vai responder Depois com muito amor e carinho e ela pode socializar e a gente colocar tudo no slide na galeria na biblioteca para vocês acessarem mas no mais Professor eu
virem me agradecer sempre a sua presença aqui conosco eu agradeço e até o próximo café Com comida um abraço então hein Beijo tchau tchau