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[música] [música] >> Boa tarde, estamos começando mais um episódio do nosso Felascast. Aproveita esse momento que a gente ainda tá no início para se inscrever no nosso canal. Você vai ficar sabendo de tudo quando você ativar o sininho também das notificações. Vai ficar sabendo quando a gente subir um vídeo novo aqui no canal. Quando a gente fizer qualquer Movimentação, você já vai estar por dentro. Toda terça e quinta a gente tem vídeo novo por aqui. E também te convido a se a seguir a gente no Instagram. O nosso @ é @osfelascast. Segue a gente por
lá. No Insta a gente posta agenda semanal, a gente posta melhores momentos, cortes, momentos marcantes assim que a gente tem em todos os podcasts, em todos os episódios, porque de fato os nossos convidados são muito especiais. Então, já que você Ainda tá tendo esse tempinho pré-episódio, aproveita para fazer todas essas tarefas que eu acabei de passar, combinado? Então, tá bom. Agora é o seguinte, pra gente iniciar de fato o nosso episódio de hoje, vou apresentar o nosso convidado. Ele é pastor, ele é mentor de líderes de igrejas, obreiros também, autor de livros e apresentador de
programa. Eu estou falando do pastor Carlos Maia. Olá, Carlos, tudo bem? >> Olá. Olá, Marcela. Paz. Tudo bem? Que Alegria poder estar com vocês aqui. É um prazer. >> Nós alegria nossa para transbordar um pouquinho daquilo que Deus tem feito. >> Prazer. Exatamente. É um prazer para nós tê-lo aqui com a gente, mais um episódio. Vai ser um bate-papo maravilhoso. E pra gente iniciar, Carlos, eu queria que você contasse um pouquinho mais da sua história, como que é a sua história e como você iniciou o seu ministério. >> Já vou, já vou rasgando naquilo que
a maioria tem medo de falar. Idade, [risadas] 44 anos, de Goiânia, casado há 24 anos, não tenho filhos ainda, esperando pelo menos gêmeos esse ano. Marcelo Jesus. Amém. [risadas] >> Eh, sou de Goiânia, vim de uma igreja da Assembleia de Deus, Ministério de Madureira, que é uma igreja em Goiânia. Um abraço para meu pastor lá em Goiás, Josué Golve, com mais de 40.000 membros Mais de 300 congregações. Eu era pastor auxiliar naquela igreja junto do lado dele, quando um pastor nos Estados Unidos convidou para vir auxiliar aqui. Só que passou ve meses, o pastor falou
que eu não não tinha adaptado na visão da igreja, acabou liberando nós e Deus movimentou a nuvem e fomos parar numa igreja de com 24 anos na América. 25 esse ano faz. É a Shalom Church, uma igreja pra comunidade hispana. >> E o meu pastor, ele é brasileiro, mas Ele prega pra comunidade hispana. E aí foi quando ele perguntou se eu não tinha coragem de começar um culto pra língua portuguesa, para brasileiros lá embaixo. >> Uhum. >> E eu tava numa situação que eu falei: "Vamos lá, eu eu quero, vamos vamos ver o que que
vai dar, né?" Mas crendo no Senhor e já estamos há três anos pastoreando, uma linda igreja, ama aquele povo, aquela família. E inclusive esse mês agora a gente completa três Anos no final do mês. >> Que legal. >> Estamos em aniversário, >> estamos aqui na América. É um desafio. Quem pensa que América não é campo missionário se engana. Ah, campo missionário na América [risadas] não é sobre turismo, é sobre propósito. Então, quem vem para turismo é uma coisa, quem vem para propósito é outra coisa. >> Os desafios são tão grandes quanto outros, qualquer outro país.
>> Exatamente. Exatamente. >> E estamos aqui crendo e acreditando nas promessas de Deus. >> Exatamente. É isso aí. Carlos, em que momento você teve o start do seu chamado ao pastoreio? >> Eu já nasci numa família sacerdotal. Eu sou filho de pastor, minha esposa é filha de pastor. Então eu desde criança eu já vi eu eu eu via toda uma movimentação religiosa, tudo que acontecia. Só que meu pai passou algumas Coisas na meu pai da geração passada e que eu eu nunca tive vontade, o desejo de ser pastor por algumas coisas que eu via, pela
dificuldade. Meu pai era muito entregue na na igreja, muito entregue. Ele era ele era mais igreja do que família. >> Uhum. E foi o lado que eu aprendi, foi o que que eu aprendi com o meu pai como não ser. >> Sim. >> Que é ser mais família do que igreja. >> Mas foi o lado bom. E aí chegou um momento que eu não queria, eu qu tentei ser jogador, eh, arrebentei meu joelho e Deus falando para mim: "Não vai, não vai, não vai". Eu entendi que não era hora. Foi quando Deus começou a mudar
a nuvem. Eu gerenciava uma grande loja em Goiânia, numa área numa área de de de segurança. Eu lembro que uma mulher chegou e ela profetizou para mim de olhos abertos, na tranquilidade, falando: "Olha, seu tempo acabou, volta Pro propósito". E foi falando, ela foi desenhando algo que eu tô vivendo hoje. >> Eu até queria encontrar essa mulher um dia, sabe? Eu eu eu eu já falei pra minha esposa, eu queria dar uma oferta para ela, abençoar ela, porque o que eu tô vivendo >> é é plano de Deus, mas passou pela boca daquela mulher que
eu não conheço. >> Quando eu me vi, a Marcela, eu estava dentro de um propósito na igreja, ajudando pessoas. E aí a caminhada Pastoral, ela foi mais longa que o nosso ministério em Goiânia, ou Goiás já é conhecido por ser mais rígido na questão pastoral. Eh, hoje eu percebo que que muita ficou muito pulverizado que a pessoa fala: "Ah, eu sou pastor, sou pastor, sou pastor". Mas nunca passou por uma formação teológica, nunca teve um discipulado. >> Eh, alguns se intitularam um pastor, outros alguém assim pela dificuldade colocou como pastor. Lá em Goiás o crio
Ele é terrível. E e eu tive que passar por todo aquele crivo. Esperei, entendi o tempo de Deus. Quando eu vi, eu falei: "Não tem como fugir, é, eu estou dentro da arapuca de Deus, então o que que o senhor quer comigo, Deus?" E cá estamos nós, onde eu vim parar. >> É isso aí, >> Carlos, que que você acha que mais muda na vida espiritual da pessoa que resolve migrar do Brasil pros Estados Unidos? >> Espiritual. >> É, >> olha, é um bac muito grande. Eh, a pessoa que vem para cá, ela já quebra
a primeira coluna. A primeira coluna é da família. Uhum. >> Quando uma pessoa quebra a primeira coluna da família, você não precisa esperar muita coisa dessa pessoa, porque estamos falando de coluna social e moral. Não tô falando que todo mundo tá errado, Não, mas é quando eu falo espera muita coisa, é no no que tange é espiritual. A pessoa não vem para cá para congregar, ela vem para ganhar dinheiro, ela vem para fazer uma vida, para ter uma qualidade de vida. Nesses 4 anos aqui, eu não não lembro de ninguém chegar no gabinete nosso ou
no no escritório ou lá na igreja falar: "Pastor, eu vim pra América para congregar nessa igreja". Ninguém faz isso. Eles veiam porque queria levantar um recurso, um dinheiro. Então a vida espiritual ela não é prioridade aqui. Uhum. >> Ela ela é ela fica em segundo plano. E aí corre um grande perigo, porque a pessoa ela acaba priorizando mais o dinheiro, mais o propósito dela e o propósito que não é de Deus. E a vida espiritual vai esfriando. Eu eu falei, eu falo lá embaixo para para nós o seguinte: na via das dúvidas, é melhor ficar
no Brasil pobre e ir pro céu do que tentar vir pra América ficar rico e Ir pro inferno. >> Então a pessoa talvez é o que ela precisa, é equilibrar as coisas. Tem como demais da conta, olha você, eu, nós, muita gente tá aqui congregando, fazendo, cumprindo o propósito. Uhum. Mas o grande perigo se dá quando a pessoa se perde dentro dela. Uma coisa é eu perder do lado de fora, é não me achar do lado de fora. Outra coisa é me perder do lado de dentro. E quando eu me perco do lado de dentro,
a minha esposa É psicóloga, às vezes eu pego, eu fico vendo ela fazer algumas coisas, eu falo, faz sentido o que ela tá falando às vezes com as pessoas. >> Porque a maior perda nossa é interna, não é externa. E uma das piores perdas do ser humano é a perda espiritual do lado de dentro, que ele vai ter roupa de crente, jeito de crente, bíblia de crente, fala como crente, mas lá dentro tá como sepulcro vazio. Sepulcro eh caiado, já tá vazio, já não tá sentindo Mais nada. >> Uhum. >> E aí o que que
a gente percebe aqui na América? Eh, a libertinagem ela é permitida, o proibido é proibir, o poder de compra é alto, eh as viras de acesso pro que você quer é mais liberado. Então, se a pessoa não tiver controle emocional, vida com Deus e e não souber equilibrar as coisas, ela mesmo se perde. >> Não é o diabo. >> A América não desvia ninguém. A América dá ela, ela dá condições pra pessoa fazer o que quiser. E a pessoa não sabendo fazer, ela acaba se perdendo dentro dela mesma. >> Uhum. Carlos, me corrija se eu
tiver errada. Eu eu acredito que existe muito forte esse lado que você pontuou. Paralelo a isso, eu enxergo também que tem a pessoa, né, que que veio para cá com todos esses essas metas e objetivos mundanos >> que a gente sabe que que são claros. Porém, tem a pessoa que também veio com essas metas e objetivos. Porém, eu acho que a mudança de país ela te derruba ao mesmo tempo, né? E muitas vezes quando você tá derrubado e sem sua rede de apoio, sua família, é onde você vai recorrer a muitas vezes a parte espiritual.
>> E aí eu acho que isso também traz muito as pessoas para uma igreja, para buscar uma congregação e por aí vai, né? >> É, a primeira base de apoio do imigrante é a igreja >> ou é é qualquer grupo relacional que tem gente, >> seja igreja, futebol. Então, no nosso contexto, o maior e o melhor é a igreja, porque a igreja trabalha o espiritual, o social, o moral >> e e dá clareza para algumas pessoas. Eu falei aqui na na última última fala, a gente tem que olhar os dois lados também, só pegando o
gancho, porque teve Gente que saiu do Brasil para vir ganhar dinheiro na América e veio não conhecendo a Cristo e teve encontro com Cristo aqui. >> Então mudou de vida aqui. >> Já por outro lado tem aqueles que vieram cristãos e se perderam aqui. Então são dois dois pontos diferentes dentro da mesma totalmente dentro da mesma realidade. >> Agora a pessoa que sai do Brasil ela vai encontrar um ponto de apoio na igreja. O Que que é o perigo? Eh, não é eu chegar, é a constância daquilo que eu tenho que eu não tenho. Eh,
eu conheço pessoas que veio pra igreja, talvez você deve conhecer também, que veio, encontrou o que ele precisava na rede de apoio da igreja, sumiu da igreja, não voltou nem para agradecer mais quem deu uma mão para ele um dia. >> Mas é o lance do de ser mal agradecido mesmo, né? De estar onde convém durante o período que convém. >> Eu posso te falar a verdade do coração, >> eu não crio mais expectativas em pessoas aqui para eu não frustrar. É, mas você tá certo. >> É porque o seguinte, eu já sofri muito no
início que eu eu vou dar um exemplo hipotético. A Marcela chegava, a Marcela chegou, olha que que bção, que daqui a pouco a aconteceu isso comigo na prática. A pessoa chegou e falou assim: "No domingo tô contigo, estamos junto, vamos para cima, vamos rasgar esse Projeto, vamos levantar, vamos então vamos embora". Terça-feira, eu lembro como se fosse hoje, terça-feira, ele chegou para mim e falou: "Obrigado, ora por mim, eu tô indo embora". Falei: "Mas cadê o cara que tava comigo no domingo?" a gente tava junto, tava envolvido. >> Então, eh, não, esse vínculo ou ele
é momentâneo ou ele é, não tô falando que não tem, tem ele sim, do temporário, verdadeiro, mas a maioria eles não criam vínculo com a igreja, com o pastor, Porque aí entra no que o primeiro ponto que eu falei lá atrás, se o cara vem pra América, ele deixou a mãe no Brasil, deixou a mulher no Brasil, deixou o filho no Brasil, deixou a família no Brasil, ele vai, ele vai, ele vai criar vínculo comigo para quê? Eu não sou sangue do sangue. >> Então, às vezes, quem tá frustrando é eu por acreditar numa situação
que não vai acontecer. >> Uhum. >> Por outros, por outro lado, Deus trabalha com gente para abençoar a gente. Então, todo projeto de Deus na terra envolve gente, não é anjo, é gente. Tem as pessoas que são que não são agradecidas, não tm gratidão, mas por outro lado, Marcela, tem aqueles que pega na massa, aqueles que arregaça a manga, sabe? Ontem mês tivemos um trabalho na igreja, saímos de lá meia-noite, ficou uma turma de homens trabalhando, mexendo. São pessoas que Não estão ganhando dinheiro para isso, não, não tá ganhando nada para isso. >> É pelo
reino, é pelo amor. >> Então nós vamos ter que entender isso na América, eh, tentar não sofrer muito, é sofrer menos. >> Aham. >> E e ter essa rede de apoio com a igreja. Você que tá nos assistindo, tá querendo vir pra América, vai vir um dia, vem, vai pra igreja, fica na igreja, porque na igreja é o melhor lugar para ter, Para ter, para ter resposta, solução, conexão e muita coisa, né? A gente sabe disso, >> com certeza. >> E deixa eu te perguntar, Carlos, hoje em dia, eu creio que as pessoas estão cada
vez mais ansiosas, mais depressivas. O mundo >> tá se tornando um ambiente que a gente tá muito predisposto a tudo isso, né? Como que a fé ajuda a gente a tudo isso? >> Marcelo, antes há uns 10 há uns 10 anos Atrás, a palavra mais escutada que a gente ouvia era sustentabilidade. Eh, não rasga o papel porque camada de ozônio, eh, não joga o copo fora, descartável, é biodegradável. A gente mais escutava era a geração do do da bi era biodegradável, era toda aquela sustentabilidade. OK, tudo mudou. Hoje é resultado. Hoje se empresa contrata o
Carlos ou a Marcela, se a gente não dá resultado, tchau, vai embora, eu quero descartado. >> Então a a busca pelo resultado incensante, eu eu entendo que às vezes tem feito muitos de nós se perder dentro de um de um de um de um de algo que não é propósito, é de uma é de e não é nem pressão, é tensão. Quando o ser humano não consegue entender o que é tensão e o que é pressão, ele se perde entre ele mesmo. Porque a pessoa fala assim: "Ai, pastor, eu tô com ansiedade, mas porque eu
tô passando uma pressão". A vida é uma pressão. >> Sim. >> Quando quando a quando a pessoa nasce, que tira o bebê da barriga da mãe, corta o cordão umbilical, já tira os nutrientes dela, ali já começou a pressão da vida. A criança chora, não é porque tá fora, porque ela respirou, inspirou e ainda tem resíduos do líquido aminiótico no pulmãozinho dela. Tá doendo, pem o médico, dá um tapinho no bumbum, fura o pé, tem que tirar sangue do pezinho. Bem-vinda à vida, a pressão Já começou ali. >> É, sai da zona de conforto, entra
pro mundo real, né? >> É, bem-vindo ao mundo real. Aí vem pra primeira fase da vida, anomia, que é a fase do descobrimento. O que que é isso? Onde eu estou, onde eu estou. chega pros seus 4 anos de idade, 4, 5 anos, heteronomia, que é a fase do descobrimento, tomada. Se eu enfiar o dedo da tomada, levo o choque. Se eu pular daqui, eu machuco. Começo a Entender. Ele vai crescendo, vai desenvolvendo intelectualmente o que vai crescendo, a o que tá em volta da pessoa. Aí muda a fase para autonomia, anomia, heteronomia e autonomia.
Na fase da autonomia, é a nossa fase, é o descobrimento do que a gente quer, com quem eu vou casar, com quem eu vou namorar, que curso eu vou fazer, para onde eu vou, para onde eu não vou, onde eu vou congregar, o que eu quero da vida. >> Uhum. >> Essa fase é a fase da pressão, é a fase das decisões, DDD, decisões, decidem destino. Dependendo a movimentação que eu faço, ela pode ser boa ou ruim. É aí que entra algo que eu que eu faço no nosso treinamento de líderes para saber eh o
que eu tô fazendo entre viver e até eu morrer. Eu tô num gap. Esse gap, será que eu tô fazendo? Faz parte do meu propósito ou só tô cumprindo ponto, eu só tô batendo ponto aqui. Então a Pergunta que é, por que que as pessoas estão vivendo menos ou mais atribuladas, ansiosas, cabelo caindo e eh problemas emocionais? Aí são n fatores trazendo pra igreja. O que que a gente percebe pra igreja como pastor? As pessoas não têm freio. Aqui na América existe o ativismo. Casa, trabalho, trabalho, igreja. Igreja, casa, casa, trabalho, trabalho, casa, casa, igreja.
Não puxa o freio de mão. Carro nenhum aguenta ficar rodando 24 horas por dia. Verdade. >> O mar tem limites, o avião tem limites para tudo. Se o ser humano não colocar limites, ele adoece. Eu vou te falar uma coisa muito, muito pior, Marcela. As nossas igrejas vão precisar de um de um consultório de psicologia se não vigiar pelos próximos anos o mais urgente possível. que a demanda hoje com com a sala pastoral não é mais sobre espiritualidade, é sobre emoção. Pastor, eu tô com problema no casamento, problema com filho, problema financeiro. 95% das demandas
pastoral com os pedidos que vai aos ao ao a vou usar o termo gabinete, um termo antigo, é emocional, é problema emocional. Não tô sabendo lidar com as finanças, não tô sabendo lidar comigo, eu tô tomando remédio controlado. Tudo tem uma raiz. Tudo começou por quê? uma perda, uma situação, um constrangimento, alguma coisa aconteceu. O que que é o pior de tudo é quando a gente tenta Espiritualizar o humano e tá humanizando o espiritual. Então tem coisa, Marcela, que é demônio, é capeta, é colocar a mão e sai em nome de Jesus. Tem coisa que
é reprogramar, reposicionar, é posicionamento, é direção, é clareza. Para onde eu vou, com quem eu vou, com quem eu não devo ir. Igreja aceita, aceita todos, mas não aceita tudo. Então, venha como estáais, mas não permaneça como veio. Se eu vou pra igreja e se eu quero ficar do jeito, do Jeito que eu penso, as coisas não mudam, as coisas não fluem. Então, eu percebo que muitas pessoas estão vivendo uma vida sem propósito até dentro da igreja, não são todos, até dentro da igreja, porque não tão sabendo lidar com as suas próprias emoções. >> Eu
acho que as pessoas elas numa maneira bem ignorante assim da palavra, no sentido literal, da ignorância >> ou da zona de conforto também, né? Enfim, >> elas enxergam às vezes Deus como amor e eu posso ser da maneira que eu quiser, porque Deus vai me amar. Deus me ama, então eu posso tudo. Só que não é bem assim. As pessoas não entendem que amar significa que aceita tudo. >> É isso aí, >> né? >> Um pai, ele tem um filho de 6 anos de idade, aí o filho fala para ele assim: "Ó, pai, eu quero
uma pistola pon 40 Para eu levar pr pra escola para brincar com os amiguinhos". É claro que o pai não vai dar. O pai ama ele ama. Por que que o pai não dá? Porque ele não tem maturidade e idade para fazer o que ele quer. Eu tô fazendo essa analogia porque com Deus é a mesma coisa. Às vezes nós som nós somos filhos, o pai nos ama, mas o pai não vai fazer tudo que a gente quer. >> Uhum. >> A Bíblia fala em Provérbios 20:21 que Bênção antes do tempo ela se torna maldição.
Tem muitas pessoas que não estão preparadas, Marcelo. Tem pessoas que se Deus prosperar ela hoje do jeito que ela pede, ela desvia. Ela perde a casa, perde a salvação, perde o marido, perde a esposa. >> Enquanto Deus não faz o que ela pede, é de glória em glória, vitória em vitória. E vamos melhorando e vamos subindo, vamos moldando, né? E vai trabalhando. >> Então assim, eu percebo que às vezes o Que a pessoa precisa ter na igreja é ter um bom conselheiro e fugir dos palpiteiros. Se tem um negócio que atrapalha pessoas crescer, é o
bendito palpiteiro. O palpiteiro é o cara que não sabe de nada e quer ser especialista em tudo. >> E a nossa geração hoje a gente percebe que uma fatia da geração tem especialistas em tudo não fazendo nada. É o solteiro querendo ensinar o casado, é o obeso querendo ensinar ir para Emagrecer, é é o quebrado querendo ensinar a ficar milionário. Então é parece que o negócio pulverizou de uma forma que a pessoa passa uma maquiagem, quer ensinar o que ele nunca foi. >> É, é isso aí. E muita gente tá entrando nessa onda. Por isso
que a gente precisa entender que vai pra igreja, mas não frustra no ambiente religioso. Porque igreja não é lugar de gente perfeita. Igreja é lugar de pecadores arrependidos. Igreja não é só um Ambiente perfeitinho. A igreja é uma família para pertencer. E se é uma família para pertencer, vai ter arranca rabo de vez em quando, vai ter umas brigas, vai ter uns mentirosos, fofoqueiro. A questão é como nós vamos resolver o problema. >> Uhum. >> E e vai piorar, Marcelo. A Bíblia fala que os finais dos tempos vai piorar. Então a tendência é piorar, não
tem como a gente fugir disso, né? >> E as pessoas confundem, acha que a igreja às vezes vai ser mil maravilhas, só que a igreja ela é formada por seres humanos que são falhos, que são imperfeitos. >> Imperitos. É como [risadas] esses dias um irmão comentou comigo, pastor, eu tô procurando a igreja para congregar nos Estados Unidos. Eu falei: "O dia que você achar, você me fala, porque eu também tô procurando essa igreja. Só que tem um problema, se nós entrarmos nela, A gente vai estragar ela." E falou: "Por quê? a gente é imperfeito. Então,
às vezes a pessoa ele tá procurando uma perfeição no ambiente, sendo que ele pode ser a maçã podre daquele ambiente. Tem pessoas que e eh é assim, não é nem não é no tom pejorativo, mas tem pessoas que ele muda o geográfico por causa do problema, só que o problema não tá no geográfico, o problema tá com ele. Ele vai, o problema vai com ele, ele sai, o problema vai com ele. Tem pessoas que tá No ministério ciganal, já passou em 10 igrejas, em 2 anos, nem nenhuma igreja presta, nenhum pastor serve, nenhum equipe de
louvor. Me santo Deus. Então, com a igreja que ele tá procurando? Que lugar que ele tá procurando? Igreja. >> Onde será que tá o problema, né? >> Quem será que é o problema? [risadas] É dias um rapaz me pediu um conselho de um casamento com 23 anos, já casou quatro vezes. Eu olhei para ele, eu falei assim, eu cruzei os braços, falei assim: "Agora eu que tô com medo de você, [risadas] você que vai me ensinar o que que tá com, como é que você conseguiu isso?" Então, às vezes a gente precisa ter um olhar
externo, eh, mas um olhar externo olhando para dentro, pro intro nosso. Eu vi uma frase no livro, a frase dizia que quem tá fora, eh, quem tá dentro do quadro não consegue enxergar a moldura. Então, quem está dentro às vezes não consegue entender o que que tá Acontecendo de lá para cá, um olhar reverso. Se a pessoa tiver um olhar de empatia, tiver olhar de misericórdia e tiver Deus na vida, ela é mais generosa, ela é mais equilibrada, ela vai ter mais, ela vai ter mais e empatia com as pessoas. Uhum. >> Tá faltando hoje
é empatia, faltando gente equilibrada e eh gente que sabe e eh fazer as coisas do jeito certo. Eu até falei ontem, Marcela, se eu puder falar isso aqui. >> Claro. >> Eu falei num treinamento que a gente tá dando uma mentoria pra igreja lá no Rio de Janeiro. Eu falei: "Gente, igreja você tem que entender de gente, se a gente não entender de gente, a gente se perde." E eu dei um exemplo. Como que você quer colocar na liderança da igreja uma pessoa barraqueira? É >> como que você vai colocar na frente de uma liderança
um um um homem barraqueiro, uma mulher barraqueira, um Contendeiro, uma pessoa que faz divisão, briga com tudo, procurando pelo em ovo, casquinha de ovo. >> É procurar é procurar problema para si mesmo. Então a gente vai percebendo que igreja hoje tem que ser crente, ter espiritual, mas ter jogo de cintura, ser flexível e entender de gente. Quando eu começo a entender de comportamento e temperamento, eu sei quem é o Pedro. Eu vou saber quem é Tiago, eu vou saber quem é João. >> Se eu coloco Pedro >> para para para para para para para para
ficar com pessoa, para ensinar pessoas sem ter um encontro com Cristo, eu mato a igreja. Ele vai arrancar a espada, vai arrancar a orelha de um, vai querer furar o outro. Então, quando a gente começa a perceber temperamento, comportamento, posicionamento e postura, que é melhor ainda, as coisas fluem. Hoje a gente vive uma geração, uma fati uma geração de de líderes que não foram Treinados, pessoas que só derramaram o óleo na cabeça delas. E nós pastores precisamos parar de ficar virando óleo na cabeça sem dar treinamento. >> Muito muita eh eh muita unção sem direção
se torna um problemão. Quando eu não tenho direção para onde eu tô indo com muita unção, eu eu tô eu tô preparando ministérios fanáticos na fé espiritualmente. Tudo é pecado, tudo é o capeta, anjo preto, arapuca. Esse trem não vai. O Satanás não sai. Isso é Urucubaca, irmão. Tem que sair aquele trem para lá. Precisamos ter direção, posicionamento. Vai ungir, vai consagrar, tem, tem, tem condições, tem. Então vai. Função na igreja, cargo na igreja, unção na igreja não é presente pra pessoa ficar na igreja. Quem fica pelo cargo, quando você tirar o cargo, ele vai
embora. O propósito maior tem que ser a presença de Deus e a permanência pelo propósito dele na igreja. O que que hoje você considera Que define um bom líder numa igreja? >> Duas coisas eu percebo, falando um pouco do treinamento. Um bom líder que seja crente, segundo líder que saiba lidar com gente, porque todo projeto na igreja é pra gente, é para pessoas. Deus não deixou uma igreja por causa por conta da parede preta, da luz azul, da máquina de fumaça. Deus deixou a igreja para gente cuidar de gente. Se se eu coloco um líder
que não sabe cuidar de gente, eu tô travando gente para desenvolver num Ambiente religioso. Então, primeira coisa, tem que ser crente. Como que eu vou colocar um líder que quando eu falo crente é que saiba pelo menos princípios da oração, >> princípios cristãos, princípios bíblicos. Eh, eu não sei se você chegou a ver, mas eu vi um vídeo que até que rodou no Instagram o tempo de uma de uma igreja aqui nos Estados Unidos que eles estavam fazendo festa com princípios mundanos no ambiente Religioso. E aí você vai perceber a liderança. Quando o líder começa
eh começa a trazer mais entretenimento do mundo para dentro da igreja, você percebe que o líder nunca foi cristão. >> Uhum. Eh, o que segura gente na igreja, Marcela, não é a luz azul, não é parede preta, não é máquina de fumaça. O que segura gente na igreja é palavra de Deus e presença de Deus. O que a liderança dos Estados Unidos tá precisando, do Brasil tá precisando, é de voltar a Entender a essência do evangelho e da palavra do Senhor. O que vai mudar a vida da pessoa não é um ambiente. Se eu fico
promovendo muito evento na igreja para atrair jovens, adultos ou senhoras, o dia que acabar evento vocês vão embora. O que segura a gente na igreja é presença de Deus e palavra de Deus. E a liderança, se ele não tem essa, ele não tem essa, essa direção, essa visão para ter palavra de Deus, vida no altar, meu irmão, entrega a carteira, entrega o Cargo, volta pro banco ou volta pra sala para ser treinado. Pior do que o líder é quem colocou ele, porque o líder acima dele é responsável pelo liderado. Então, é uma cadeia. Então, nós
temos hoje muitas igrejas no Brasil e na América. E eu vou falar isso com temor e contremor, sem sombra de dúvida. Vai furar uma bolha pelos próximos dias na América. Deus vai furar uma bolha na América do oba oba. Vai acabar esse negócio, Marcela? Eh, vai Chegar uma hora que as pessoas vão parar de correr atrás do entretenimento. Vai, vai chegar uma hora que as pessoas vão estar com sede de ouvir a palavra, de buscar a palavra, de de voltar a sentir a presença do Espírito Santo. >> Eu já escutei outras pessoas falarem isso também.
>> É, e eu tô sentindo isso numa numa linguagem espiritual. Eh, vai voltar a a época que nós vamos parar de fazer de soltar cartazes promovendo festas e Vamos soltar cartazes dizendo a noite do batismo com o Espírito Santo, a noite do renovo. Quantas pessoas vieram para Américas eh paraa América cheia eh do Espírito Santo chegou aqui era Deus na alma, o coração ardendo, esfriou na fé, apagou o fogo, tá batendo ponto. Deus não conta com com funcionários da fé. Deus conta com pessoas de propósito. Nós não podemos ser apenas pessoas que batem cartão na
igreja. Não acostume com o com o normal do religioso. Todo culto tem um Ineditismo de Deus. Nós já sabe quem vai cantar, nós já sabemos quem vai pregar. Nós já sabemos que hora começa, que hora termina o culto. Mas tem uma coisa, Marcela, que não tem homem na terra, não tem anjo no céu e não tem demônio no inferno que sabe o inédito de Deus no culto. >> Amém. >> E esse inédito é a presença de Deus. E eu tô crendo e nós estamos orando e eu tô o coração em chamas, Marcela, crendo Que daqui
a pouco nós vamos ter uma grande revolução na América com os nossos jovens adultos e há de vir um grande mover sobre essa terra. >> Amém. >> Em nome de Jesus. Carlos, a gente já até começou a entrar nesse assunto de liderança e tudo mais, mas vamos falar um pouco do seu projeto Ninho de >> Ninho de Águias Academy. Conta pra gente o que que é mais esse projeto. >> Esse projeto começou em Goiânia no ano De 2020. Eu ia visitar as igrejas e eu percebia uma desorganização na igreja, na liturgia do culto, na na
recepção, no todo. Eu ia anotando no meu iPad e teve um dia que eu fiz muitas anotações, fiz um resumo, levei pro meu pastor, ele falou: "Você, você tá com material muito rico aqui. Se você selecionar e começar a aplicar, você pode ter resultado bom pra igreja". Eu comecei a orar e pedir para Deus me dar direção sobre esse material. E eu fiz numa igreja, a Primeira igreja que eu fiz, eu lembro até hoje, pastora Márcia e pastor Nilton Santos lá em Goiânia. E deu algumas pessoas, segunda igreja deu muitas pessoas. Aí começou a dar
muitas pessoas para aprender, que eles queriam aprender como ficar na recepção, como dirigir um culto, o que que é saudação. E aí eu mudei para um hotel. No hotel fizemos duas sessões lotadas, duas sessões. Aí veio a pandemia. Foi foi 2021 ou 22, se não me engano, a pandemia Travamos. Nunca mais eu mexi com isso porque eu vim para cá. Cheguei aqui dia 8 de abril de 2020, >> 22, se eu não me engano. 22, isso mesmo, 22, 8 de abril. Não mexi. Um dia, Marcela, eu fui pregar na Filadélphia e o irmão falou: "O
senhor pode dar um treinamento aqui para obreiros?" Eu lembrei do treinamento. Fui lá na no meu iPad, peguei, >> nossa >> e deu um treinamento. >> Já tinha tudo certinho, né? Nem ele sabia e nem eu imaginava. Marcelo, a crente não pode mentir. Eu peguei esse celular, >> falei pra minha esposa, põe celular no tripé, pega a lapela, coloquei a lapela aqui e filmei sem pretensão nenhuma. E gostei de três partes do vídeo e publiquei. Daqui a pouco tinha gente do Brasil me ligando, me chamando. Tinha uma página do Brasil que postou esse vídeo. Em
menos de uma semana eu tava Com quase 15 milhão e meio de visualizações, o povo chamando minha esposa. Eu comecei a receber em duas semanas de pedidos de agenda no Brasil de 20 a 25 pedidos por dia. >> Nossa, >> por dia. Que o telefone da minha esposa teve teve que dar uma travada. >> Aham. Aí fizemos um comunicado, colocamos que não dava para atender todo mundo e aí foi quando Deus conectou pessoas. Eu conheci uma empresa do Rio De Janeiro que tem uma filial lá embaixo Derfield que eles trabalham com gestão digital no com
tráfego, com direção. E um abraço para ele deve estar me assistindo, Emerson. E o Emerson foi resposta da minha oração, porque eu não sabia como fazer. Eu eu eu sou do conteúdo do altar ali de Mas eu não sabia como. >> É, são linguagens totalmente diferentes, né? diferente, não é a minha praia, não é minha e através do Herme. E nós Conseguimos montar um cenário. Hoje temos mais de 400 alunos e o curso, começamos a vender o curso. Hoje já vai saiu o e-book, vai sair o livro agora. Então, obrigado aí toda a gestão da
nossa dessa, desse time que tá me ajudando. Aí, o que que eu percebi? O problema é muito maior, Marcelo. O buraco é muito mais fundo. >> Uhum. >> Hoje, eh, tem muitas pessoas nas igrejas que são consagradas, mas não são Treinadas. Sen não tem gente errando, não é porque quer, é porque não foi ensinada. E eu falo o básico, mas eu falo o básico de forma simplificada. Por exemplo, vou dar um exemplo hipotético aqui aberto. O que que é consagração e o que que é apresentação? Então, a gente sempre via o pastor, vamos apresentar uma
criança. Eu pegava uma criança e levantava. Então, são coisas básicas. Então, aquilo é apresentação. O que que é consagração? Então, a apresentação, eu Pego um produto, um produto, uma pessoa, meu produto, olhando pro celular, pego uma pessoa, eu tô apresentando a Deus. Quando eu apresento, eu tô pedindo a bênção de Deus sobre a criança. Quando eu consagro, eu tô dando para Deus essa criança. É o que aconteceu com Ana, com Samuel. Mas são coisas básicas que uma pessoa que tá quer crescer como líder, como obreiro, e tem que ter. >> Sim. A pessoa vai fazer
leitura na Bíblia, às vezes faz a leitura errada e Ela abre a Bíblia, tá falando, abra a sua Bíblia no livro de Salmos, capítulo 23. Então eu explico no curso. Salmos não tem capítulo. Como que você é obreiro? Vai falar capítulo. Então a gente vai ensinando. Outro erro básico que a gente fala no treinamento. Abra a sua Bíblia em Primeira Crônicas. Primeira Reis. A gente vem ensinando. Não existe primeira crônicas. Primeira Reis. Antigo Testamento é masculino. Novo Testamento como se fosse feminino. É primeiro livro das crônicas, primeiro livro dos Reis. Então são coisas básicas que
para quem tá crescendo tem que ter, porque se eu quero ter uma igreja de excelência no amanhã, eu preciso começar fazendo o bem feito hoje. >> É uma base sólida, né? >> É uma base, Marcela, toda igreja, um dia, ela foi uma igreja pequena que fez a coisa certa. Então, se eu treino quem tá embaixo hoje para querer crescer, ele vai crescer com excelência. A pior coisa Que tem é a igreja tá crescendo, não sabe para onde tá indo, não tem visão, não tem clareza e casa que todo mundo manda, ninguém tem razão. Então quando
tem um líder que não sabe nem para onde vai, é aquela famosa frase célebre antiga, para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve e qualquer caminho não levam nada. E na igreja, na casa do Senhor, nós temos que saber para onde nós estamos indo. Quem entra no ônibus sem saber para onde vai? Para Onde vai esse ônibus? Não, para qualquer lugar. O único cara que fez isso na Bíblia foi Abraão, mas ele foi confiado em Deus, entrou no caminho sem saber para onde ia. Mas na vida real não. Aqui na no dia a
dia a coisa aperta. Então eu eu eu a gente fala muito sobre treinamentos para líderes e obreiros e graças a Deus tem uma aceitação muito grande. Eh é coisas básicas, como ficar na porta, como crescer, como dirigir um culto, eh como enxugar um culto, Palavra, como montar um esboço, como eu vou pregar, vou falar de Jesus, mas vou falar o que de Jesus. Então são coisas básicas e o ninho de águia tá tomando uma proporção muito grande. Tivemos que abrir agora mentoria para líderes em salas de mentoria. Estamos abrindo duas por semana, mas já fechamos
já. Acho que minha esposa tá ali, pode me ajudar. Ela que toma conta. Acho que uns três meses já fechou as datas. Então eu percebo que o buraco ele é muito mais fundo. Então a Gente precisa transbordar. E eu falei: "Jesus, eu quero transbordar o que eu puder, eu quero ajudar, né? Porque eu errei muito, Marcelo. Eu só fiz esse treinamento porque eu errei muito. >> Eu lembro de uma vez que eu preguei, misericórdia, eu falei assim, [risadas] >> tava pregando sobre Davi e eu falei assim, e Jesus veio na nuvem no templo de Salomão.
E foi Deus. Eu falei: "Jesus". Quando terminou o culto, um pastor me orientou, falou: "Não foi Jesus que veio ali, foi Deus". Jesus é no Novo Testamento, ali era Deus. Outra coisa que eu errei que eu lembro, porque essas memórias fica, fica registrada, >> os nossos erros a gente guarda, >> gente guarda para não esquecer até até para ajudar. [risadas] Foi quando eu troquei o Jesus pelo Deus lá no Novo Testamento, que eu falei que Pedro olhou para Deus e Deus falou para para Jesus, falou para Pedro: "Vem, Pedro". E Pedro olhou para Deus e
Deus Falou: "Pode vir, Pedro, mas eu eu tava crescendo na fé, eu tava com a chama acesa, mas eu não eu não tinha treinamento ainda." >> Então eu penso, se eu passei por isso, quantos outros podem estar passando hoje? >> Com certeza. >> Quantas pessoas podem estar com terno bonito, uma Bíblia bonita, o gel no cabelo, a voz de pregador, mas tá faltando alguma coisa. Então, sem Treinamento a gente não vai. Eu vi um treinamento do de um corredor de Fórmula 1, eh, Luis Hamilton. Luiz Hamilton, acho que é esse ele mesmo, ele fica, ele
dá 100 voltas num simulador de Fórmula 1 antes de ir pra pista. >> Uhum. >> Quando eu vi aquilo, eu falei: "Caramba, o cara fica dando 100 voltas num simulador antes de ir pra pista". E aí eu entendi, é treino. Se eu quero ter sucesso na empresa, na vida, eu preciso Ter constância no que eu faço. A constância é o segredo do sucesso, no treinamento, na igreja, na oração, na vida com Deus. E tá fluindo até hoje a questão do do ninho de águas. vai fluir mais em nome de Jesus. >> Com certeza. Amém. E
você acredita que qualquer pessoa consegue ter uma aptidão e ser treinada para ser um bom líder ou a pessoa tem que nascer com alguma coisa e não no sentido de ser bom ou ser treinado para aperfeiçoar, mas no Sentido de saber gerir pessoas, saber de fato liderar, sabe? >> Boa pergunta tu fizestes. [risadas] Vamos lá. Eu falo sobre isso no meu e-book, no meu treinamento, sobre o que que é função, o que que é servir, o que que é ser líder e o e a função e a diferença de de chamado e de eh de
de função e e de chamado. Nem todos são chamados para pastorear, nem todos são chamados para dar aula para como mestre. Por isso que a igreja Tem que ter as divisões de funções bem clara. Quem quem é membro fica no banco, quem é servo faz o serve o todo. Quem quem é quem é líder vai trabalhar com pessoas, quem é pastor vai cuidar de pessoas. O grande problema que às vezes eu tô pegando uma pessoa que não que não é líder para liderar grupo grande e aí eu arrebento com o departamento. Uhum. É o que
eu falei no início, como que eu vou colocar uma uma mulher barraqueira que briga caixa briga com todo mundo, ó, Você vai liderar o grupo das irmãs com 100 irmãs, vai mandar todo mundo embora. [risadas] >> É, então assim, se eu pego um um Eu tô usando mulher, vou pegar o homem e a mulher, pego uma mulher, um Pedro de saia que é explosivo. Então assim, não pode. Eh, então eu eu tenho que entender que às vezes ela não é para aquela função, ela tem que tá abaixo, porque tem pessoas que não sabem lidar com
poder ainda. >> Uhum. que dependendo do poder que você dá para ele, ele abusa, ele extrapola, ele machuca, ele maltrata pessoas. E igreja, a gente tem que é é igreja é é você fazer uma uma cirurgia passando bisturi no paciente vivo sem dar anestesia, dependendo onde você corta a aveia, ou você mata ou ou viva ou morre. >> É, e então eu percebo que a gente tem que descobrir os talentos das pessoas. Todo mundo foi chamado para alguma Coisa. Todo mundo para servir em alguma área, todo mundo foi. Mas existem diáconos que vai pro céu
como diáconos e nunca vai ser pastor e não tá errado. Tem evangelistas que vão morrer evangelistas e não como pastores. E não tá errado. Tá tá no no tempo dele. O problema começa quando eu quero colocar numa função, num chamado ou entender que o que ele tá no chamado, o que Deus não tem para ele. Aí eu tô colocando um peso. Por isso que tem pessoas que se Ele for pro pro pastor, dar cargo de pastor para ele sem ter o chamado de pastor, a gente mata ele. Mata na fé, ele adoece, enfraquece, quer sumir.
Porque existe uma linguagem, Marcelo, vou pegar um gancho aqui. Existe uma linguagem de uma fala mal falada, uma psicologia de pastor na igreja. A linguagem é quando você sabe que uma pessoa tá bem ou tá mal. Comportamento. Comportamento. Quando você sabe que uma pessoa tá mal, tá querendo sair da Igreja, fugir, os resolvidos eles são bons de lidar com eles, porque eles sentam na mesa, olha no olho, pastor, obrigado, não deu certo. Eu eu não tô sentindo bem aqui, eu preciso partir pro novo tempo. Tô sentindo que a nuvem virou. Os resolvidos é as é
o melhor que tem para você resolver, mas a boa parte não são resolvidos. Eles precisam criar situação. Sim. >> Eles fogem da igreja, sai do grupo do WhatsApp, arruma um problema que não Existe, porque eles querem um motivo, porque ele vai chegar na na outra igreja ou vai ele tem que ele tem que validar a saída dele como vítima. Uhum. >> Então você sai da igreja falando o seguinte, eu tava lá, mas não me dava oportunidade. A Marcela não me chamava para cantar, ó, fez fez um evento de mulher lá, não me convidou não. Aqui,
ó, não tem nenhuma mensagem já me convidando. É o Satanás dá uma não espiritualizado na boca da pessoa para Criar situação. >> Então essas pessoas eu costumo dizer que elas não fecharam o ciclo e a gente precisa fechar o ciclo. E eu aprendi uma regra de RH quando eu trabalhava que eu nunca esqueci dessa regra, que é o seguinte: se você vai contratar uma pessoa na empresa e a pessoa chega falando muito mal da última empresa para você, ah, lá não não era ruim, ruim ruim, saiu como vilão e a empresa não prestava, muito cuidado
com essa pessoa Que a sua próxima empresa vai ser a próxima vítima. Trazendo isso pra igreja, a pessoa chega na igreja, começa a falar mal demais do último pastor, da última igreja. O pastor não prestava, a igreja não prestava. Eu era o anjo de aurela na Auréela na cabeça, eu era a quinta pessoa da trindade. E eles não me valorizaram. Cuidado, porque essa igreja vai ser a próxima vítima na mão dessa pessoa. Nós precisamos aprender a fechar ciclos e abrir ciclos. Precisamos saber A hora que a porta abre, que a porta fecha. Precisamos ter ombridade
e maturidade, porque maturidade não é cabelo branco, maturidade não é idade. Maturidade é posicionamento e saber saber decidir o que eu preciso decidir. Tem muitos adultos bebês e tem muitos jovens maduros. Tem muitos bebês de 40 anos, 50 anos. Qualquer coisa que você fala em burra, faz biquinho. Belém, Belém, vou sumir, não gosto da Marcela, aquela coisa, cria preconceito com você E comigo por aquilo que eles acham, porque pessoas mal resolvidas precisam de validação, precisa de aceitação. E se tem uma coisa, Marcela, se eu puder pegar um gancho aqui que veio quentinho aqui, >> nós
precisamos parar de criar clientes na igreja. Igreja não é, não é não é não é terceirização espiritual do céu. Igreja não pode ter cliente. Igreja tem que ter membro. Cliente ele exige porque ele paga. Cliente senta do jeito que ele Quer. Cliente ele pede desconto porque ele acha que tem direito. Nós estamos criando uma cultura dentro do reino de Deus de clientes e não de servos com propósitos. Nós estamos criando uma cultura de clientes ao ponto da pessoa querer escolher o que ela quer ouvir, o que ela quer cantar, o evento que ela quer participar.
Isso não faz parte da cultura dos céus. O problema é que quando essa pessoa passar lá na frente, ela vai entender que o que ela tava Fazendo era errado. E pior ainda é o líder que tá ensinando ela errado. E falamos no início aqui, igreja, meu irmão, a igreja às vezes tem que tomar o leite ninho. Maravilha. Mas tem dia que você vai ter que comer um pirão, vai ter que comer assim, nossa, tá, essa palavra tá forte, desce. É o pirão que sustenta. Eu sou de uma geração que a minha mãe fazia biotônico fontoura
com emulção de Scot, com semente de mamão, virava uma goroba preta, mandava nós tomar, ela Dizia: "É para matar vermes, fortalece seus ossos e dá fome." Eu nunca osso, eu não não sei se dava fome, mas o que que eu aprendi? As coisas fortes que a gente aprende dentro da cultura do reino nos fortalece. Os dias maus vai vir e virão. E quando esses dias vier, os fortes em Deus vão para avelecer. Deus não tem aliança com covarde, com tímido, com crente Nutela, com gente mamãe me dói. Deus tem aliança com gente ousada. O reino
de Deus é tomada a força. O reino De Deus não pode ter mimimi. Reino de Deus você tem que olhar para cima, olhar pra frente. Vamos em frente, não porque atrás em gente. Vamos em frente porque já tem muita gente na nossa frente. E glória a Deus. Aleluia. E vamos embora em nome de Jesus. É isso mesmo, com certeza. E deixa eu te perguntar uma coisa, Carlos. Alguma transformação de dentre todas as pessoas que já passaram pelo programa, uma transformação marcante para você >> de alguém que você falou: "Nossa, foi dar água pro vinho?" >>
Eu tenho, eu tenho, tem um site prcarlosmaia.com.br. Lá tem alguns, algumas descrições. De longe teve muitas, mas de perto teve em Goiânia. Teve uma vez que eu dirigi um culto, 9 anos eu dirigi um culto e chegou um rapaz de bermuda todo tatuado, fumando. Ele falou: "Posso entrar?" Eu falei: "Fuma aqui fora, depois você entra". E aí ele respeitou, fumou. Ele Era traficante, eh, procurado pela polícia. E aquele dia ele tava, ele queria caçar uma briga aquele dia. E eu percebi que ele queria caçar uma briga. >> Ele chegou de bermuda e movimentando dentro dentro
da igreja. Só que no final o Espírito Santo pegou ele assim, alguma coisa aconteceu que ele ouviu a palavra na oração, ele foi pra frente chorando, quebrantado. Terminou o culto, ele foi embora. Algumas pessoas falou comigo, ó, esse cara aí é ladrão, cuidado que ele tá vindo aqui para olhar o sonho, pode roubar a igreja e fica ligado com ele. E o Espírito Santo falou: "Não ouve essas pessoas não e inverte nele." E eu lembro que eu comecei a invertir nessa pessoa. Fui invertir nele, chamava ele, passava na casa dele, pegava ele, levava pra igreja
e o Espírito Santo foi trabalhando nele. Ele mudou a roupa, mudou o jeito de falar, comprou uma Bíblia dessa grossura. Eu falei para ele, rapaz, pode ser Bíblia mais fina. Resumindo, ele foi pra Inglaterra porque ele precisava mudar, furar bolha, senão ele tava com medo de ficar na região, foi paraa Inglaterra. Chegou na Inglaterra, é o que a gente falou aqui no início, ele teve um encontro mais genuíno com Deus numa igreja. Hoje ele é obreiro em Londres, congrega em Londres, tá dando fruta em Londres, mas tudo começou num culto com um cara que Chegou,
eu lembro da imagem dele chegando, todo arrebentado, >> todo assim destruído. Então aí você alegra com o poder do evangelho. Quem muda não é eu, não é você. Quem muda é o Espírito Santo, >> não é na nossa força. >> Não é na nossa força. Quem vai convencer o homem é o Espírito Santo. Eu acredito, Marcelo, que o maior problema é a gente querer discipular alguém que nunca teve um encontro com Deus. É impossível. >> É eu querer discipular alguém que vai na igreja, mas não teve encontro. Então o qual que é a regra do
normal? A regra do senso comum leva a pessoa a ter encontro com Deus. Teve encontro com Deus, agora vamos discipular ela. >> E é tão comum, né, Carlos? Eu vejo tantas pessoas que nasceram em famílias cristãs, cristãs, porque às vezes você se diz cristão e você crê de fato, mas você nunca criou um relacionamento, uma intimidade, você nunca teve uma conversa Genuína com Deus, você nunca conheceu Jesus com todo seu coração, né? >> Olha, se fala uma coisa, eu vou, eu vou falar uma frase lá de Goiás. Vamos dar bezeta na veia com prego batido,
com ponta virada. Eh, eu fui numa vez um num num pregar numa num grupo de boca de fumo lá em Goiânia, na região leste. Me convidaram e eu fui na boca de fumo. Cheguei lá, tinha os rapazes com revólver, o outro tava com uma pistola. Eu falei para ele, Pode guardar um foi um, foi um desses amigos que foi pra igreja que me convidou, desse que foi pra Inglaterra, foi um outro amigo dele que me convidou se eu podia orar nessa boca de fume. Eu fui. >> Cheguei lá, eu falei assim, ó, qual que é
seu nome? Um falou: "Isaías". O e o você Mateus e você Lucas é tudo filho de crente >> tudo tudo filho de crente. >> E eu falei: "Cara, vocês já foram na Igreja? Ah, minha avó era do ciclo de oração. Não, meu pai era crente, minha mãe era crente. Mas o que que vocês tá fazendo aqui, cara? Vocês t que voltar. Aí você percebe que todo mundo, essa galera, teve uma decepção. O que que tá faltando hoje? Hoje nós precisamos, não é dar exemplo, não é, não é, não é dar o exemplo. Eu preciso ser
o exemplo. >> Sim. As pessoas têm que olhar para mim, não pro pastor da performance que tá em cima do altar com o microfone na mão. Eles têm que olhar para mim como alguém. Quem é ele depois do altar? Será que é um cara que compra e paga? Será que é um cara que cumpre a palavra de verdade? Será que é uma pessoa que tá falando de amor, mas tem amor? Será que os o fruto do espírito prevalece nele? Uma pessoa mansa, uma pessoa dominada, não é briguento, não caça confusão com todo mundo? Tá faltando
exemplo. Nós temos muitos especialistas em muitas coisas que são bons em performance, mas não tem Exemplo. Então, o filho tá na casa e tá olhando o pai. Que dia que foi que ele deu um flagrante no pai orando? Ele não lembra. Que dia que foi que que o filho deu um flagrante na mãe com a mão intercedendo, orando? Não. Ele vê o pai e a mãe brigando, xingando. Essa casa é um inferno. Eu vou sair embora, eu vou sair. Na cabeça do filho. É, eu não quero esse ambiente para mim. Se meu pai fala que
é crente, a minha mãe fala que é crente, eu não quero esse ambiente Para mim. >> Se isso é ser, né? >> Se isso é ser, eu não quero ser isso. Os dois lugares mais perigosos para pros nossos jovens e crianças, que os adultos não têm maturidade para entender isso. Primeiro lugar é o banco de trás do carro e o segundo lugar é a mesa. Porque o banco de trás do carro, quando o pai e a mãe não tem sabedoria, discute na frente o que os filhos estão ouvindo atrás. Não gosto da igreja, não gosto
do Pastor, aquele povo não, não vou com a cara deles. Eu não gosto. Eu tô pensando em sair da igreja. Os meninos estão ouvindo, mas não tem maturidade para filtrar o que é aquilo. >> Então eles crescem sabendo, esse pastor não presta, essa igreja não presta, esse ambiente religioso não é bom. Tem um fato que aconteceu em Goiás de um menino que chegou para um pastor e ficou olhando para ele assim dos dois lados. E aí o pastor falou: "O que que foi que Você tá olhando para mim?" Ele disse assim: "Ó, minha mãe disse
lá em casa que o senhor tem duas caras. Ah, >> menina inocente, fala de tudo. >> Então, às vezes os filhos estão reprogramando o que os o o os pais estão fazendo em casa. >> Sim, sim. >> O Wi-Fi tá tomando conta, o o a o o ativismo tá tomando conta, famílias estão cobrando de união na igreja. Tá Faltando união na igreja. Essa igreja não tem união, mas o abençoado não consegue unir nem a mulher para comer, porque pega o prato, ele vai pro quarto, o filho vai pra sala, a mulher fica na cozinha, cobra
daquilo que não exerce em casa. Então, >> tá sentado junto é cada um no seu celular. >> Cada um no seu celular. Então, hoje tá assim, tá aqui no celular pedindo, traz o prato para mim. Ah, traz refrigerante Também. Tudo aqui no zap. >> E aí, Marcela, eu entendo uma coisa muito mais forte também. >> Tá faltando a química da conversação do olho no olho, do eu te amo. Deixa eu te dar um abraço. Estamos juntos. fora do diálogo digital. Então essa é e os as crianças estão crescendo dentro da cultura digitalizada, os pais não
têm tempo. Eu ouvi uma um um uma um testemunho muito forte que dizia que o filho chegava pro pai e perguntava: "Quanto que é sua hora de trabalho, pai?" E o pai dizia: "É tantos reais." E o filho foi juntando moedinha, moedinha. Um dia chegou pro pai e falou: "Pai, eu queria comprar uma hora do seu trabalho. >> Nossa, >> o pai não tinha tempo para pro filho. >> Forte, né? >> Forte. E hoje nós temos tendo, nós estamos tendo uma fatiha de uma geração de pais presentes mais ausentes. >> Estamos tendo uma fatia de
uma geração De mulheres eh eh mulheres vivas ou viúvas de maridos vivos. Estamos tendo uma fatia numa geração que pessoas estão comprando casas bonitas, mas não tem lá, porque a casa eu compro, mas o lar eu vou construir. Então tem gente com carro na garagem, dinheiro na conta, roupa de marca, maquiagem top, Instagram topíssimo, mas não tem comunhão, não tem alegria, não tem paz, tá faltando Deus, tá faltando comunhão, tá faltando tempo. E se tem uma coisa que a gente precisa Ter, Marcela, é valorizar o tempo de Deus, o nosso tempo com quem a gente
ama. Meu pai morreu. Antes do meu pai morrer, ele pôs a mão na minha cabeça. E meu pai disse assim, ó. Ele viu o que ele fez no passado, não foi de errado, mas ele me ensinou. Ele disse assim para mim: "Valorize os poucos e verdadeiros amigos, porque quando chegar a quando chegar a minha idade, que você tiver na minha idade, você vai ter só do seu lado, a sua família, os poucos e Verdadeiros amigos". Ele falou: "No apagar das luzes, quem vai estar do seu lado é a sua família, os poucos e verdadeiros amigos".
Não, não se luda com quem bate no seu homem. tá dizendo, estamos junto, não tá. Não se iluda com quem tá contigo hoje por aquilo que você tem, Marcela. Não tá. Quem fica com a gente por aquilo que nós temos, o dia que a gente perder, eles vão embora. Por isso que tem dois grupos de amizade, os que tm e os que são. Ter amigos por Aquilo que tem é um problema, porque o dia que você parar de ter, eles vão embora. Ter amigos por aquilo que nós somos é muito bom, porque se se o
buraco me faz cair, o meu amigo me faz ver que aquele buraco é ruim. Ele puxa minha mão, ele bate no meu ombro, dá um chacoalhão. Eu tenho amigo aqui, eles não gostam não, mas eles já entenderam. Tem poucos amigos lá embaixo. Eu falo para eles: "Cara, essa mulher vai te derrubar". Eu eu falo para eles, esse Esse esse emprego aí vai tirar você da comunhão com Deus. Quer dizer, pare de brincar com isso aí. Credo, pastor. Não, não, não. Credo não, rapaz. Cai fora disso agora. Vai virar estatística. Então, é muito, é é mais
fácil eu ser sincero com quem eu amo do que eu ser fiício à costas e deixar a coisa acontecer. Eu acho que tá faltando muito disso também no contexto religioso, no contexto de igreja também, né, >> Carlos, vamos fazer um ranking aqui de Prioridades que a gente tem que ter na nossa vida. Não vou falar em ordem, você coloca na ordem, vou falar bem fora de ordem. >> Amizades, >> família, igreja e Deus. Vamos colocar em uma ordem de prioridade. >> Eh, primeiro, segundo, terceiro, assim. Então, Deus não vai entrar como primeiro, porque tudo que
é primeiro pode ser segundo. Então, Deus, ele ele já é absoluto. Abaixo de Deus em Primeiro, ele vai entrar a minha família. >> Uhum. >> Eh, hoje o que me sustenta é Deus, mas é a minha família. A família é a nossa base, Marcelo. >> Sim. >> Eh, é a nossa base. Depois não tem ministério sem família. O o o pior fracasso de um pastor, de um líder, de uma pessoa, é ele ele querer fazer sucesso aonde Deus não colocou e não Validando o propósito de onde ele tá, que é dentro da família. Não tem,
não vai, não vai poder falar daquilo que ele não vive. Segunda coisa, aí eu posso colocar os amigos. Existem amigos que são verdadeiros irmãos que Deus coloca na nossa vida. Eu quero fazer menção de um amigo que eu tenho aqui, tá aqui, pastor Bruno Fernandes, ali ele ali, ó, um mestre da palavra, um amigo que tá aqui. E existem amigos que você abre o coração para eles e você sabe que não Vai sair dali. Existem pessoas que são verdadeiros amigos para entender sua dor e trazer remédio para aquela dor. >> É verdade. >> E a
gente precisa separar. Você falou uma coisa, mas eu dar um gancho se você permitiu falar. >> À vontade. >> A gente tem que saber quem são os amigos. colegas, conhecidos e companheiros. >> É, >> os amigos são aqueles que a gente abre o coração. Os conhecidos eu posso ter contato, relacionamento, mas ele não tem a mesma liberdade do amigo. Os companheiros, de vez em quando eu tô vendo ele e os colegas, o colegas é você pega na mão, um dia você vê, outro dia você não vê, tá trabalhando junto ali, aquela coisa. Então o problema
é quando a gente começa a abrir o coração para pra pessoa errada. É isso aí. >> Não é porque a pessoa chegou na minha Vida ontem que é meu amigo. E o amigo do Carlos Mar não é amigo da Marcela, ele é amigo meu, não é amigo seu. E o problema hoje de família, igreja que às vezes tem gente abrindo a casa para um amigo do amigo que não é amigo dele. >> Uhum. >> E o amigo do amigo que não é amigo dele vai trazer um problema para ele porque não conhece ele, não tem
vínculo. Você quer ver um problema que dá demais na América? >> Minha casa é minha regra. Eu tenho um quarto na minha casa, Marcela. O quarto é o quarto dos profetas. Eu coloco para para ficar lá quem eu quero. Amigo, me liga demais, gente. Pastor, deixa alguém ficar aí. Não, aqui não. Aqui no meu quarto, na minha casa não. Pastor, mas pastor, mas se eu não é pastor? Sou pastor. Por isso que eu tô fazendo isso, porque eu amo minha família. >> Pastor, mas é vai ficar só três dias. >> Se uma pessoa, Essa pessoa,
ela tá atribulada, passa uma situação, você põe ela para três dias, ela não vai ficar três dias, vai ficar 10, 15, 20. Se você põe ela para fora, você se torna inimigo, você se torna vilão. >> Sim, com certeza. >> Então, tem muita gente boazinha aqui na América que tá deixando as prioridades para baixo e tá favorecendo quem ela nunca foi. E aí entra uma ideia que pessoas com problema de autoestima baixa Tem dificuldade de falar não. O pessoas com autoestima baixa, ela tem que ela tem que ouvir o sim para validar dentro dela, que
ela é útil para alguma coisa. Esse sim que ela ouve arrebenta com ela, tira Deus de primeira, a família de primeira e ela acaba entrando em problema, empresta o nome para quem não pode, presta dinheiro para quem não pode, faz favor para quem não deve, daqui a pouco >> tá se lascando por causa de um lascado Que não soube resolver o problema dele. Então é, tem muito cuidado e muita cautela. Então eu vejo que é Deus, família, amigos, né? A igreja, eu coloco a igreja também, porque a igreja faz parte do meu propósito e não
tem como ficar longe disso. >> Carlos, vamos falar dos seus livros. >> Quero saber mais sobre eles. >> Vamos lá. >> Como é que foram suas inspirações para escrever? Como que eles são? Fala um Pouco sobre eles, Carlos. >> Temos seis livros escritos e publicados. Eh, temos ebooks, mas publicado mesmo foram seis livros. O primeiro livro eu escrevi, o título dele foi eh otimismo e pessimismo. Aonde está o seu coração? Eu fiz uma análise dos 12 espias que foram espiar a Terra e voltaram com resultado positivo e negativo. Então eu falo dos dois grupos de
pessoas que tm a sua volta, os que enxergam a Terra como problema e os que enxergam a Terra como Solução, que é uma grande realidade para hoje. As pessoas com quem nós relacionamos hoje vão mostrar Canaã pelo lado de dentro, o Canaã pelo lado de fora. O segundo livro foi quando a gente começou a escrever para casamento. Eu não falava para casamento. É uma um detalhe que eu quase não conto do meu pai, da minha mãe, mas meu pai ele era pastor de igreja e ele teve um problema no casamento. Ele caiu com a mulher
e ele afastou. Ficou se anos fora dos Caminhos do Senhor bebendo, fumando. O diabo arrebentou com a vida do meu pai, perdeu, minha mãe separou dele, fomos embora. Foi quando eu afastei da igreja. Nesse período >> eu fiquei 1 ano e se meses afastado, mas meu pai ficou 6 anos separado da minha mãe. Nesse inteirinho de tempo, eu comecei a contar o testemunho do meu pai. Casei os dois, eu tenho 24 anos de casados, os dois primeiros anos de casado meu foi uma turbulência, porque Eu eu entrei no casamento com cabeça de solteiro, então eu
não sabia administrar as coisas assim, meio que perdendo, fui embora de casa. maior molecagem assim minha mesmo, nada de de homem para resolver o problema. Foi quando eu comecei a falar de família. Eh, até até foi na época, eu quero até agradecer a vida desse homem, um amigo de Deus lá de Goiânia, o pastor Maquian Anderson. Ele falou para mim, para mim dedicar um pouco mais pra família. Eu comecei a Trabalhar mais nessa área. E aí eu escrevi um livro, eh, o livro Erros e acertos para namoro, noivado e casamento. Esse livro foi assim, ele
vendeu muito, saiu muito. Eu lembro que na Europa >> foi um, graças a Deus, foi uma bção aquele livro. Depois escrevemos outro para casamento. Eh, eh, o problema pode ser eu. Esse é o nome do livro. Então, a visão interna, o problema pode ser eu. O outro livro que Foi o penúltimo agora, é 12 erros e 12 erros e acertos. Ah, esqueci o nome do livro agora. 12 e e 12 situações que acontecem no casamento sobre sobre erros e acertos no casamento. Esse foi muito bom. Eu esse eu tenho ele lá embaixo que eu separei
12 tópicos que faz a pessoa distanciar de Deus do casamento e da família. Eu aplico ele até hoje. Eu conto um exemplo nesse livro da da do ônibus espacial Colúmbia. Quando lançou ele, eh, um pedaço de espuma pegou na asa esquerda do Colúmbia e fez uma pequena rachadura. E o Colúmbia subiu tranquilo, mas a rachadura ficou. Quando ele tá voltando para entrar na atmosfera, o calor da atmosfera foi tão grande que quando o ônibus espacial entrou na região do de Houston, no Texas, a o calor, a pressão fez aquele buraco abrir, cedeu, quebrou a asa,
quebrou o ônibus e todo mundo morreu. O desastre do Colúmbia. Como que Começou o desastre no Colúmbia? Uma pequena rachadura. Uhum. >> Então eu faço analogia que as grandes perdas elas vêm com pequenas rachaduras. Quando não são consertadas, não, não para para consertar, morre todo mundo, arrebenta com casamento. E o último que a minha esposa escreveu, acho que ela trouxe até algum para você, eu acredito. É, [risadas] >> eh, eh, o Respira Mulher. É um livro que a gente, que ela fez pra mulher na área De psicologia e na área de pastora, que desse ativismo
que que a mulher ela precisa eh parar para descansar, a mulher tem o direito dela, a mulher tem direito a assistir o Netflix, não tem que ficar trabalhando o tempo todo. Então, um livro muito bom que dá eh gerou até uma conferência para mulheres. >> Legal. E e o esse foi o penúltimo e o último agora que vai chegar para mim semana que vem, que é um livro de 96 páginas para treinamento de líderes e Obreiros, que é o treinamento. >> Uhum. >> Eu eu eh a gente fez uma parceria com a editora lá no
Brasil, uma das maiores editoras no Brasil, e eles preparou todo o conteúdo riquíssimo pra gente organizando o conteúdo do do meu treinamento. A gente passou o vídeo pro pro livro e vai chegar agora. Então, estamos no sexto, estamos no sexto livro. E quem sabe futuramente pode vir mais, Né? >> Com certeza. >> Outros temas. >> Com certeza. Se você fosse me indicar um aqui para para ser o primeiro para eu ler, qual que você indicaria? >> Conhecendo a Marcela. Sim. Hoje aqui eu eu ia te indicar o de de liderança. >> Legal. >> Porque você
tem postura de líder. >> É mesmo? >> Você tem postura de líder. >> A sua postura de liderança. Então eu te indicar esse >> quem sabe para trabalhar mais a liderança que tá em você, é desenvolver mais isso que tá em você. e quem sabe alargar mais as tendas. Então esse livro do ninho de águias e eu vou te mandar um quando chegar vou te mandar, >> eu vou querer. Eu vou querer mesmo >> para você trabalhar, para você ler, você não sabe trabalhar com mais pessoas, vai ser muito bom. >> Com certeza. Com certeza.
Vamos falar sobre equilíbrio. Você, sua esposa, pastora Adriela, como que vocês fazem para ter um equilíbrio entre igreja e família? Porque é difícil muitas vezes, né? Eu entendo que a igreja muitas vezes ela consome uma parte mental muito grande e precisa haver um equilíbrio para você não trazer tudo isso pra sua família, né, >> Marcela, quem morreu pela igreja foi Jesus. A gente tem que cuidar da igreja. Se eu for tentar morrer pela igreja, eu vou morrer junto com o povo. Ou quer dizer, eles me matam primeiro e e põe outro pastor que faz melhor
do que eu. Eu tenho que ter esse equilíbrio. Eu estava em Nova York com a minha esposa descansando e a gente sentou num num café. Daqui a pouco alguém, ô pastor, pai do Senhor, eu falei: "Nossa, tô descansando, mas assim a as pessoas estão ali, né?" Isso aí. >> Estão tão estão envolvidos. Eu, a gente Precisa ter o equilíbrio. >> Existe um instituto aos Estados Unidos, ele chama Barna. O Instituto Barna, ele dá dados específicos de pastores latinos, mais americanos e sobre igreja. Eu amo os dados do instituto porque toda previsibilidade que eu faço dele
pra nossa igreja a médio prazo sempre bate. E um dos dados do instituto, desse instituto americano, é do alto índice de depressão e suicídio pastoral que tem aqui. Pastores que não têm tempo para Férias, pastores que não tiram momento de lazer, pastores que que acham que precisam >> de estar em atividade o tempo todo. Em alguns casos, alguns pastores se tornou um ciclo vicioso. Eles eles acham que precisam de estar em atividade o tempo todo. E um grande perigo, Marcelo, tem pastores que não tira férias porque não preparou um vício para ficar no lugar dele.
Eu tenho medo, tem medo de tirar férias e o outro pastor tomar conta da Igreja, rachar a igreja, dividir a igreja. Aí fala do treinamento que eu falo sobre isso, sobre liderança, porque o líder tem que inspirar pessoas com a mesma visão, com o mesmo propósito. E a recomendação que eu dou, Marcela, é tire tempo pra esposa, pra família, pros filhos. Tem que tirar. Eu não tirava muitos anos atrás, mas temos um acordo na nossa casa, mas minha esposa, tem um dia que é off, tem um dia que eu deixo a carteira de pastor lá
na cozinha. Naquele dia eu sou o Carlos Maia da Andriela. Andriela do Carlos Maia. dia que eu vou sair, deitar na grama, contar estrela, dar beijo nela, abraçar ela, tomar sorvetinho. Aquele dia pode ligar, falar: "Pastor, o capeta pegou a irmã aqui: "Irmão, chama outra pessoa hoje eu não vou não. Se eu não faço isso, eu entro dentro do ativismo." >> Sim. E as pessoas não têm limites. Eles não, nem todo mundo vai entender isso. Para algumas pessoas, pastor não pode Ter dia de fé, de folga, pastor não tem fome. O carro do pastor não
tem gasolina, pastor ele é bombeiro, pastor ele é médico, pastor é psicólogo, pastor é para se você não tá ali de prontidão, ainda cai matando em cima de você. >> Ainda cai matando em cima. É, pastor não me ajudou. O pastor tem que ser advogado. O pastor só não só não foi presidente da República aqui ainda. Mas o resto, Marcela, tem que ser tudo. Mas aí fala muito do líder. A gente tem que Aprender a limitar as pessoas com a gente em cima disso. Então, se a gente não limitar, as pessoas mutam, folgam, né? Então,
tem que ter o equilíbrio. É obrigatório nós termos o equilíbrio pro nosso condicionamento emocional para viver mais, até pra igreja fluir bem, >> né? Pra igreja fluir bem e assim vai, né? É uma área que minha esposa gosta de falar que ela fala: "Olha, dia off nosso não marca nada, deixa off." E eu tô devendo duas semanas off para ela já. >> [risadas] >> Duas semanas que nós tá direto por conta dos por conta dos treinamentos, mas ela sabe que é por boa causa. Eu falei para ela, >> eu falei depois vai dar certo no
final. >> Isso aí, >> Carlos. E o programa Fronteira da Fé? >> Hum. >> Vamos falar como ele surgiu aqui. >> Fronteira na Fé surgiu pelos vídeos de liderança. Eu recebi um convite de um de Um pastor, de uma pessoa que tem uma um programa de televisão aqui na América, canal aberto pra América e pro Brasil. E ele fez uma cortesia para eu entrar no programa com o quadro de liderança, mas eu não tinha nem não tinha nada preparado para isso. Mas como que Deus faz as coisas lá no Brasil? Durante 9 anos que eu
dirigi um culto no Brasil, esses 9 anos, em cinco dos 9 anos, eu tinha um programa TV aberta no Brasil. >> Hum. >> Quando ele me fez a proposta aqui, eu lembrei do programa que eu tinha lá. Eu não tinha programa, mas tava tudo aqui. >> Sim. >> Eu lembrei do E Batista. Sei que Batista falou, ele falou assim um dia na entrevista: "Pode me tirar tudo que não pode tirar o que tá [risadas] aqui dentro, porque eu faço tudo de novo." Então, às vezes, Deus nos dá essa capacidade de ficar tudo armazenado Aqui. Quem
sabe pode acabar com com esse ambiente do podcast da Marcela aqui, mas se colocar a Marcela em outro ambiente, tá com ela, não é o geográfico, tá com ela, tá comigo, tá com você, >> ninguém nos tira isso. E é tão forte que você falou que eu tava vendo a questão de leis nos Estados Unidos. Se uma pessoa compra um carro e não paga, toma o carro. Se compra uma casa e não paga, toma uma casa. Se uma pessoa vai para uma faculdade, pega um empréstimo, não Paga, ele vai preso. Por que que por que
que vai preso? Porque eles aqui na América entende que que a única coisa que eles não podem tirar de você é o conhecimento. Como é que vai tirar o conhecimento? O carro tira, a casa tira, mas o conhecimento não. Então o cara fica um um um gênio aqui as custas do governo, eles não vai deixar. Então é é cláusula assinada, né? >> Então o conhecimento a gente não não pode não pode deixar, não pode se perder Por conta disso também, né, Marcelo? >> Com certeza. E o principal objetivo do programa hoje? >> Hoje o principal
objetivo ele é atingir a comunidade brasileira e hispana. >> Uhum. >> A gente fala hoje para para todos os brasileiros que moram na América, moram no Brasil. Eu tenho que pegar dados ainda. A gente estreou na quarta passada, eu não peguei os dados ainda, mas eu eu estou crendo que esse programa Questão de tempo, nós vamos alcançar um número bastante de pessoas aqui. >> E já vou deixar o convite para você o dia que você descer lá em Dearfield, pra gente gravar a entrevista, tem um quadro no programa que é entrevistas com algum convidado. >>
Que legal. >> E aí a gente tá sempre levando alguém já gravando, criando conteúdo, né? Mas a ideia do programa é oração, palavra, entrevista e alcançar a comunidade Brasileira. Quer, quer falar de algum assunto, algum tema? E eu eu tô precisando de ideias. Se você tiver ideias, pode até passar depois para nós. Vamos ver o que que pode dar nisso aí. Vamos bater um papo depois. Sim. >> Carlos, qual que é o maior desafio que você enxerga hoje nessa geração? >> No no na América ou no todo? Em geral, essa geração nova, assim, >> essa
geração nova, eu acredito que eles entenderam o propósito de Deus na vida Deles. A minha esposa tem um livro que ela terminou de ler e o livro fala que nós seremos culpado por não inserir Deus na próxima geração que vai vir. Eh, falando de um assunto espiritual, se a gente não explicar pros jovens hoje que eles precisam é de Deus, de entender, ter experiências com Deus, vivência com Deus, eles vão crescer dentro de um ambiente religioso sem ter experiências com Deus. >> Uhum. Daqui a pouco a geração do meu pai Passou, a minha geração vai
passar, essa geração do desses esses jovens tá chegando. O que que eles estão aprendendo com nós hoje? O que que estão aprendendo com a gente hoje? O que que a gente tá ensinando para eles? O que que o que que nós estamos transbordando neles? Então, eu penso que o maior desafio paraa liderança para eles eh é clareza na informação daquilo que é falado na igreja. Aí entra um pouco do tudo que a gente falou. >> Uhum. >> Será que eles estão vendo a igreja ou o ambiente religioso ou Deus? Como que eles estão enxergando isso?
Eh, eu tive uma situação na nossa igreja, Marcela, que foi chata para mim, mas foi foi bom eu viver aquilo. Necessárias >> foi necessário. Eu não estava conseguindo dar um gás na rede de jovens. Não estava conseguindo quando a gente começou. Não tava fluindo, não tava fluindo. Falei: "Que que tá Acontecendo?" Eu recuei e coloquei uma pessoa com a linguagem deles daqui. >> Uhum. Não com a minha do Brasil, com a linguagem dele daqui. O negócio começou a fluir. >> Olha só, >> a coisa começou a fluir. Se eu insisto do jeito que eu queria
no método do Brasil, eu ia perder os jovens. Eu preciso entender que a agenda do Brasil não cabe aqui. E falando forma geral, no geral falando, que é saber o tempo, o Espaço, a circunstância e o ambiente. Eu posso mudar o envelope da carta. O que eu não posso mudar é a carta. Então, alguns pastores estão tentando colocar na cabeça dos jovens na América, no Brasil, o que eles viveram há 40 anos atrás. Não vai colar. Há 40 anos atrás, há 30 anos atrás, vamos ser mais generoso, 30, 20 anos atrás, igreja era retoprojetou, né?
Colocava uma transparência, depois mudou pro data show, pro data show, depois veio o Telão. As coisas mudam. Essa geração de hoje tem que tá tem que estar atualizado porque tem muitos filhos de crentes dentro da igreja que não são convertidos, sim. >> Que não estão tendo experiências com Deus. >> E um problema nosso de liderança é saber esse tempo, esse time. Se eu perder o time, já era. Então, é inserir Deus, é falar quem é Deus. Eu lembro que quando nós chegamos aqui na América, uma moça Veio, a gente foi fazer o discipulado com uma
moça, ela, ela tava tendo, namorando com o rapaz e mant relação sexual com o rapaz. Eu falei: "Você sabe que é pecado que é pecado, que é proibido perante a Bíblia? Não, não é, não é pecado não. Eu falei: "Não, pecado você não sabe que é não. Não, porque eu já eu já moro com ele." Falei: "Não, não é sobre morar, vocês não são casados, não. Ninguém nunca me falou nada disso não." E ela frequentava algumas igrejas, Né? Não era membro de igreja. Aí eu falei para ela sobre adultério, fornicação, ela não, nem sei o
que que é isso. Então você percebe que existe uma geração hoje dentro da igreja >> ignorante, >> ignorante, que que não que não sabe, porque o ignorante não é que é mal educado, né? Não é não é bur sentido literal mesmo, não ter conhecimento. >> Isso não buscou o conhecimento, não tem. Então eu sou responsável, eu preciso Transbordar na dúvida dos jovens da igreja. Eu preciso ajudar quem passar na minha vida. Eu preciso transbordar com clareza, porque senão alguém passa na minha na minha vida e eu não ajudo lá na frente essa pessoa desviar pode
falar: "Poxa, o Carlos Ma não me falou nada, fiquei na igreja com ele 10 anos, não sabia disso não". Então é o que que nós estamos fazendo >> para para segurar essa geração nesse novo tempo que está vindo? Eu não posso Perder o time, principalmente transbordar Deus na vida deles. >> E ao mesmo tempo que é uma geração às vezes mais difícil de se conectar de fato com Jesus e criar um relacionamento, eu enxergo paralelo a isso que se quiser, que se quiser mesmo é tão mais simples. Porque se você parar para pensar, a linguagem
hoje ela atinge todo mundo, você consegue falar e o jovem ele vai entender com maestria tudo, tudo >> no na igreja que o jovem for, não é mais o retroprojetor, não é mais assim, é um telão de LED, é uma coisa bonita, é uma coisa que chama atenção, são luzes, >> é diferente. Hoje em dia as igrejas elas foram se adaptando com a tecnologia, com os anos que foram se passando e pro jovem absorver tudo isso, se ele quiser mesmo, é muito mais fácil. >> Muito mais fácil >> do que há 20, 30 anos, >>
com certeza. E vamos dar um exemplo. Há 20 anos atrás, a evangelização era como folheto, pegava um um um monte de folhetinho, ia pra porta. da folhetinho. >> Eu lembro na época lá na casa da minha avó era batendo na porta, entregando uma coisinha, uma ou uma biblizinha pequenininha ou um folhetinho. É >> isso. Era isso mesmo. Hoje mudou. Hoje nós temos um folheto digital. Então se eu ficar insistindo, ficar imprimindo folhetinho com letrinha fonte cinco, ninguém vai ver isso não. Então hoje a Pessoa já tem um negócio na mão. Então eu preciso modernizar sem
mundanizar. Tem como demais a conta? >> Essa é a chave, né? >> Eu acho que essa é a chave. Modernizar sem mundanizar. E os e os líderes que não se atualizarem vão ficar para trás, vão ter uma igreja mais de idosos, anciões, mas daí vem aquela coisa. E quando essa geração se for, quando esses irmãos mais velhos se for, eh, tem igrejas aqui na América lá, que a gente Não vai citar não, mas tem igrejas aqui que elas são formadas mais por pessoas de 50 mais, de 40 mais. Daqui a pouco essas pessoas não tá
tendo jovens nessa igreja porque o estilo que é empregado, a gente respeita, eu não tô não tô falando mal, a gente respeita doutrina, usa e costume, claro, mas o estilo que que é empregado pro jovem na igreja, não, o jovem não vai ficar ali. >> Uhum. >> Não, não pode assistir uma televisão. É, Tem que usar a terna e gravata. Tá até aqui. A, a as mulheres só falta para uma burca, literalmente, né? >> Eram outros tempos quando isso tudo funcionava, né? >> Outro tempos. Outro tempos. E eu, eu costumo, eu digo, eu falo assim,
que existe os ministérios, os talebãs gospel, os alcaidas de Jeová e e quem são os cristãos mesmo, porque tem gente que eles são extremistas. >> Uhum. >> É, é daquele jeito. E a ideia que eles têm que tem um deus sentado no trono com chicote na mão falando: "Põe a burca, senão tu vai morrer, pá! Põe essa calça, você pod inferno." A gente respeita tudo, mas estamos perdendo uma fatia dos nossos jovens. por achismos nossos, por ideologias nossas e por crenças nossas. Eu eu lembro de uma época que falou que a bateria não podia ter
bateria na igreja. Eu tenho 43 e 44 anos, mas eu lembro que A bateria ficou proibida um tempo, porque uma irmã disse que foi no teve uma visão, foi no inferno e vi um demônio tocando bateria. Jesus amado, olha que [risadas] olha que ideia. >> Depois liberou a bateria. Falei: "Então, quer dizer, então tinha um tempo, né?" É, é. É. Então tem coisas que a gente não pode perder o time. A gente tem que ser pés no chão, cabeça no céu e vamos embora. Vamos embora e sem perder o time porque Jesus tá voltando. >>
A gente já deu uma pinceladinha sobre esse tema em específico, mas como que você diferencia uma pessoa que crê em Deus >> de uma pessoa que de fato segue um propósito com Deus? >> De que o crer tem a o o crer em Jesus Cristo. Eu posso usar, posso ser isso. >> Uhum. O crente em Jesus Cristo é aquele que que teve um encontro com Jesus, que confessou Jesus como Senhor e Salvador da vida dele. E esse é o que crê mesmo. Esse é o salvo. É o que que vai ter um nome escrito no
livro da vida. aqui se se o arrebatamento da igreja quando tocar o trombeta, esse vai subir. O outro posso colocar ele tem as pessoas, os os discípulos, os seguidores, tem os os cristãos e tem os simpatizantes. O simpatizante ele parece que é, mas eles não são. É igual o católico que não é assído na igreja. A pessoa que não tem religião e fala que é um católico que não, que crê em Deus, mas nem ele vai na Igreja. dentro do cristianismo é do mesmo jeito. Tem muita gente na igreja procurando na igreja o que só
vai achar em Deus. Ele frustra. >> Sim. >> Aí ele vive de campanhas, mas não teve encontro com Deus. Ele vive de revelação, mas não teve encontro com Deus. O que ele o que ele mais precisa é só ter um encontro com Deus. Tudo que ele tá procurando sem a presença de Deus, ele não descobriu ainda que tá Tudo em Deus do lado dele, diante dele. Ele não toma decisão. Então, o conselho que eu deixo é, se você tá indo para uma igreja, você tá num ambiente religioso e você pensa que teve um encontro com
Deus por aquilo que Deus tá te dando, você nunca teve um encontro com Deus. Você tá fazendo barganha. E reino de Deus não é barganha. Ou nós entrega por completo, ou a gente não entrega nada. Por isso que temos duas gerações hoje dentro da igreja. as pessoas que são e os que não São tão errado, não estão certos, mas não tomaram as decisões corretas ainda. A geração que não são, a gera a geração que é, é a geração que que Pedro fala quando tá subindo ao templo, ele vai olhar pro coxo e vai dizer: "Eu
não tenho ouro, eu não tenho prata, mas o que eu tenho eu te dou. Levanta e anda em nome de Jesus". Ali fala das duas gerações. Primeira geração do ouro e da prata. É a geração que tá num ambiente religioso pelo ouro e pela prata. É a Geração que quer o carro novo, quer o grincar, quer a casa. >> Ele não teve encontro com Deus. Ele tá num ambiente que tem Deus, mas ele não teve encontro com Deus. Mas tem a outra geração que é a geração do levanta e anda. É a geração que teve
experiências com Deus. é a geração que sabe que o ouro e a prata não vai vir por aquilo que ele faz, mas pelo que Deus faz na vida dele. Então, são duas gerações no mesmo ambiente. A geração que entendeu e Entregou a vida para Cristo e a geração que tá num ambiente barganhando com Deus, fingindo que é, mas não é. Mas no dia que ele tiver um encontro genuíno com Deus, tudo na vida dele muda. >> E é tão lindo, né? >> E é tão lindo, é tão gostoso. Tem dia que eu vou pra igreja,
não dá vontade nem de ir embora, [risadas] né? aquele culto maravilhoso, a presença do Espírito Santo. Então, tem situações que parece que Deus desce na terra e fala: "Hoje eu vou lá cultuar com eles, né?" É tão gostoso isso. >> É verdade. >> Eu eu eu falo, Marcela, que >> quem tá no mundo não vai entender isso nunca, porque o que acontece num ambiente onde Deus tá fazendo presença, onde Deus tá presente, Deus tá manifestando, não é efeito de pinga, não é de cachaça, não é de droga, é manifestação de Deus. A pinga passa, a
cachaça passa, a droga Passa, mas a presença de Deus ela é constante, ela fica, ela permanece. Então é tão gostoso isso. E a pessoa tá no mundo se tentando se ser iludida pelos prazeres do mundo até ela encontrar Cristo. Aí ela dá desculpa. Ah, não, mas eu não concordo com isso. Esse negócio que você não concorda chama graça. Graça é favorerecido. O cara tá lá no mundo perdido, rasgado, solto. A graça de Deus os alcançou. Graça é um presente para quem não merece ganhar Coisa alguma. Graça é Deus dando tudo para quem não merece ganhar
nada. Então, quando a graça de Deus os alcança de forma eh eh verdadeira, há uma metamorfose na vida da pessoa. O Espírito Santo muda. O Espírito Santo não é pro ímpio. O Espírito Santo não é pro bêbado. O Espírito Santo não é pro mundano. O Espírito Santo é pro crente, é pro cristão. Quando o cristão aceita Jesus e ele converte verdadeiramente, o Espírito Santo começa a mudar o o Comportamento dele. É aí que vem o fruto do Espírito, começa a trabalhar nele. O velho homem vai morrendo, uma nova criatura vai ressurgindo, o que estava no
passado fica para trás e uma nova criatura nasce a partir dali. Quem faz isso? Só Jesus. Por isso que o ímpar não entende isso, porque fala: "Não pode, matava, roubava, destruía, agora tá na igreja com a Bíbl debaixo do braço." >> E tem muita gente que não acredita, né? >> Tem muita gente bem-vinda, graças, >> que acha que é impossível uma pessoa mudar. >> É, então é essa palavra que é interessante, porque esse impossível para nós, ele é impossível. >> Nada é impossível. Só não é impossível para Deus. >> Para Deus. >> Quando chega nas
mãos de Deus, o Espírito Santo muda. Por isso que duas coisas são parecidas, mas são diferente. Primeira coisa é a graça. Graça é Deus nos abençoando, é Deus é é Deus dando tudo para quem não merece nada. E misericórdia é Deus não nos castigando conforme a gente merecia por causa dos nossos pecados. Então, misericórdia é é Deus nos livrando do inferno que estava preparado para nós. E graça é Deus dando a salvação que a gente não merecia. através pela remissão dos pecados, através pela salvação, pelo poder salvívico na cruz do Calvário. Então, São coisas que
o mundo não vai entender, mas a igreja vai entender e a pessoa que nasceu em Cristo, ela vai entender isso. Eu fiquei 1 ano e se meses atrasado, eh, afastado, e eu falei: "Jesus, onde que eu tava com a cabeça que eu fui afastado dos caminhos do Senhor? É tão bom estar na presença do Senhor. É maravilhoso, >> né? Maravilhoso. Muito bom. >> Carlos, pra gente caminhar pro pro final, >> quero que você divulgue pra gente suas Redes sociais. Quero que você fale como que as pessoas podem adquirir seus livros, mentoria, como que elas podem
te achar e achar as coisas que você tem produzido. >> Marcela, muito obrigado. Eu que agradeço. A as minhas redes sociais é é um arro para tudo, @pastorcarlosmaia, tanto no Instagram, Facebook, no YouTube, no Twitter, no todo. Qualquer coisa que colocar @pastorcarlosmaia vai dar. É @pastor mesmo. P a s t o r Escrito pastor. >> Uhum. Lá no meu Instagram tem o link na Bill de todos os cursos que eu tenho. Eu tenho um curso de finanças que eu falo sobre dízimos e ofertas, o meu e-book, o treinamento para liderança, o um e o dois,
o um que eu falo sobre o o meu livro e o dois que eu eu faço mostrando, dando situações. Muito bom. Então está tudo lá, o link do programa, eh, tudo na bill do meu Instagram. Ou você não tem Instagram, pode digitar o site Www.prcarlosmaia. com.br. Tem, eu vou disponibilizar meu livro agora eh para entregas nos Estados Unidos, no Brasil ainda não, ou no Brasil no formato ebook para quem quiser adquirir, mas já tá lá na minha biografia, no meu Instagram também. >> E a gente recebeu uma pergunta complexa, tá? Complexa. >> Se eu souber,
se eu não souber, eu vou chamar o pastor para [risadas] me Ajudar. >> Uma pergunta complexa, a gente recebeu aqui que eu vou te fazer agora. Qual o sentido da vida para fechar? Qual o sentido da vida? >> Qual o sentido da vida? >> A única certeza que o ser humano tem hoje é a morte. A questão não é sobre o sentido da vida. Para onde nós iremos depois que passarmos dessa vida? A vida ela é dividida em três partes: nascer, viver e Morrer. Dentro dessas três partes tem um gap entre o nascer e o
morrer, que nós estamos nele. Você tá nele, eu estou nele agora. Nós estamos aqui vivendo ele de 0 a 25 anos, idade de criação. De 25 a 50, idade de solução de projetos de execução. De 50 a 80, 90 a média de vida usando pelo Brasil até 75, 80, é a idade de nós pisar no freio e aproveitar aproveitar a vida daquilo que a gente a gente fez. A pergunta é: o que que nós estamos fazendo nesse gap que Deus nos Deu? O que que nós estamos aproveitando a vida? A Bíblia fala que a a
vida a vida passa como a vem a vida tá muito rápida, como maratonista. A mesma Bíblia nos fala que do pó que nós viemos e para o pó nós voltaremos. A única certeza absoluta que nós temos hoje, Marcela, é que nós vamos morrer. E a questão é: quem somos nós de hoje até essa morte? Eu não quero morrer, eu quero ser arrebatado. Uhum. Mas qual é o sentido de eu tá passando aqui? Deus Nunca errou no projeto. Deus sempre acertou no projeto. Pode ser que ao longo do percurso pessoas não entenderam o propósito do evangelho,
o propósito do do do projeto que Deus fez. Deus fez o homem para reinar. Deus fez o homem para povoar. Deus fez o homem para aproveitar o melhor da terra. Satanás vem destruindo tudo isso a partir do Édenem para cá, com a raiz pecaminosa. Satanás vem cegando as pessoas do entendimento bom, genuíno daquilo que Deus tem para nós. Muitas pessoas não entenderam o propósito da vida porque elas não se acharam em Cristo. Quando a gente se acha em Cristo, a gente vai perceber que o nosso propósito era muito maior. Então, duas perguntas tem que ser
feito dentro dessa mesma perspectiva. Primeira, qual que é o propósito da vida que eu vivo? Eh, para que e para onde? Será que essa é a vida que Deus quer comigo e para mim? Se sim ou que não, a minha resposta Vai falar muito sobre o Deus que eu sirvo ou o Deus que eu não creio. E a segunda coisa, quem para onde eu vou depois que a morte chegar? Porque isso vai vir de qualquer forma. A recomendação que eu deixo para nós é para mim, para você, para nós, paraa pessoa é aproveite a vida
da maneira que pode ser vivida de forma intensa. Não perca as oportunidades. Mas mais do que isso, saiba qual é o propósito em Deus. O Deus, ele é poderoso para clarear as Nossas decisões, trabalhar nas nossas emoções, conectar gente com gente. Talvez a pessoa que perguntou, alguém que pode estar assistindo também pode estar pensando: "Até hoje eu não acertei na vida". Não é sobre acertar na vida. O que que é acertar para você? O que que é? Talvez você tá colocando o sentido da vida em coisas e não é sobre coisas, é sobre o que
Deus quer comigo e para onde Deus quer me levar. Eu tive uma crise comigo, Marcela, na Minha juventude, uma crise existencial tão grande, tão grande, que eu cheguei a pensar essa pergunta aqui. Eu cheguei a colocar em tese muita, e eu já tava casado já, colocar em tese muitas coisas. Eu cheguei a ter uma a um problema de de uma queda emocional quase entrando numa depressão. E sabe o que que foi que me sustentou? Foi Deus. >> Então a minha recomendação é: >> ache em Deus o propósito que você não vai achar na rua. Achea
em Deus o Propósito que você não vai achar em amigos. Procure em Deus o que você vai achar no céu e não na terra. E o próprio Deus vai revelar no seu coração através de pessoas. Deus não une ninguém por acaso. Deus une pessoas com propósito. Tô conhecendo a Marcela hoje, tá me conhecendo. Quem sabe daqui pode surgir grandes conexões de propó para outras coisas a gente nem sabe. >> É isso mesmo. >> A gente nem sabe. Então Deus ele é poderoso para criar conexões através de propósitos e de certeza de vida para todos nós.
>> Perfeito. Carlos pra gente pra gente conseguir visualizar aqui. Nossa produção separou seu Instagram. Ah, que legal. Óbvio. Vamos, vamos colocar na tela. >> Essa produção tá demais, hein? >> A nossa produção é maravilhosa. Maravilhosa. É isso aí. >> Então, quem quiser te encontrar, >> tem um link lá em cima lá, ó, aqui no na bio ali, ó, o prcarlosmaia.com.br. Ali é o link. Pode clicar, vai abrir todos os cursos quando clicar ali. Esse aqui é o da nossa igreja. Insta da igreja, >> é da Shalom Church. 3 anos a gente vai completar agora. >>
Que legal. E ali tem o a localização da igreja, né? Quem quem quiser se achar. >> Ah, e onde que fica a igreja? >> Emfield. Fica ali próximo da 95 na e e na na Risbouro com a 95, num local bem fácil de achar. E quem quem mora nessa região, está sem congregar, tá sem pastor, tá desiludido da vida, vai pra igreja. Deixa eu deixa eu te ajudar lá. Pode ser até torcedor do Corinthians, meu. Pode ir, sem problemas. [risadas] >> Perfeito, né? >> Vamos colocar no Instagram que tá ali na bio da pastora Adriela.
É aqui o segundo. Isso. Não sei se dá para clicar Aí. Isso. >> Dá para clicar. >> Não sei. >> A pastora Andriela é minha minha esposa. Ela é pastora, psicóloga, musicista. Essa aí. Isso aí. O Instagram dela coloca postagem todo dia. Ela tem a conseguir. >> Essa primeira foto, o livro, né, que você comentou. >> Isso. Respira mulher. >> Que lindo. Capa maravilhosa. >> Muito legal esse livro. Muito bom. É um livro pra mulher mesmo. Isso aqui não é pro homem. Isso aqui é pra mulher. E é um trabalho que ela faz já no
no grupo terapêutico que vem ajudando muitas mulheres. >> Que bacana. >> Muito bom. Muito. >> Perfeito. Carlos, muito obrigada pela participação, obrigada pela troca, pelo bate-papo. Eu sou da mesma opinião. Eu acredito muito que Deus não une pessoas Por acaso. Ele une propósitos >> que com certeza essa essa nossa troca que a gente teve aqui hoje com as suas esposas. >> Amém. eh eh que sirva com certeza para agregar coisas nossos corações. Pode ter certeza que nosso bate-papo agregou para mim. Espero que para você com certeza >> tenha agregado também, que a gente consiga transbordar
cada vez mais na vida das pessoas. Muito obrigada pela participação. >> Muito obrigada. Deus abençoe muito você. Que Deus alargue muito as suas tendas. Que Deus faça crescer esse podcast. E a palavra que eu deixo é de Mateus 10:41. Que aqueles que recebem o profeta na condição de profeta que recebardão de profeta. Eu digo para você que Deus vai fazer coisas grandes, nem você imagina. >> E você vai viver isso nessa terra. >> Deus vai te surpreender ainda por esses dias e o nome do Senhor vai ser glorificado. Eu tô sendo profeta para Sua vida.
>> Deus vai te surpreender e a chama vai voltar a queimar muito mais do que você imagina. >> Amém. >> E você vai agradecer o nome do Senhor na sua vida em nome de Jesus. >> Amém. Obrigada. >> Bom, conta comigo no que vocês precisar. Pode deixar com certeza. E vocês também contem conosco. >> Amém. Obrigada. Amos aqui mais um Episódio do nosso Felascast, um bate-papo maravilhoso. Se você gostou da palavra, compartilha com seu amigo, com seu familiar. A nossa live, ela fica salva na íntegra. Daqui a pouquinho a gente posta alguns cortes para vocês
de momentos especiais. Compartilha com quem vai gostar de receber essa palavra, assim como foi bom para nós, com certeza vai ser bom para outras pessoas e você pode ajudá-los também. Muito obrigada pela presença de todo mundo e até a Próxima.