Você tá viciado em começar e não terminar. E eu aposto que é por uma dessas cinco razões que eu vou te contar no podcast de hoje. E é obviamente que eu vou trabalhar com você para que você inverta esse vício, para que o vício se torne em passar a terminar tudo aquilo que você começa. Roda vinheta e eu te vejo já já. A vida na média ela sufoca. Eu recusei ela e esse é o podcast Sai da Média, onde eu te ensino a fazer a mesma coisa. Eu sou Jerônimo Temel, coach profissional há mais de
12 anos. Essa é Patti Araújo, especialista em evento de altíssima conversão. Vamos. E hoje o tema, Patti, é para quem já se pegou dizendo assim: "Agora vai, dessa vez vai e não foi." Talvez você esteja vivendo, você que tá ouvindo a gente, isso exatamente agora. Mais uma segunda-feira, mais um começo, mais uma tentativa, mais um novo caderno, um novo Curso, uma nova inscrição na academia, mais uma nova promessa, uma nova planilha, um novo planejamento, mais uma decisão que não aguenta mais a vida que você tem agora. Talvez mais uma vez você tá empolgado, empolgada com
um começo de algo para novo paraa tua vida e tá contando para todo mundo nesse exato momento, olha, eu vou fazer algo novo, né? E talvez você já tenha feito isso recentemente e começou empolgado e já sabe que vai Largar no meio do caminho, como você talvez tenha feito isso. Talvez você já tenha 35, 45, 51, como eu fiz do último podcast para esse. Talvez você tenha 65 anos. ou 70 anos de idade e talvez na sua cabeça o peso disso ele é real. Talvez na sua cabeça você já tenha começado a se perguntar assim:
"Caramba, não era bem essa vida que eu sonhei para mim? Caramba, eu não eu não consigo olhar pra minha vida profissional e ter orgulho dela? Caramba, eu não consigo Olhar pra minha vida financeira e falar assim: "Pô, olha como eu tô bem. Talvez você não ganhe o suficiente para compensar um trabalho de bosta." Ou talvez até ganhe. Mas é tão ruim o que você faz que não vale a pena continuar fazendo aquilo. A frustração ela meio que é dupla, né? Você não vive daquilo que te acende verdadeiramente e por outro lado, vive apagando o incêndio
pela falta de dinheiro. Você nem tá aceso pelo que ama Fazer e por outro lado, não tem a conta bancária cheia daquilo que talvez pague você vender a sua alma pro diabo e fazer qualquer coisa que você não ame, né? Essa mistura de frustração e esperança faz você começar de novo, o que é bom. Mas o vício em começar e não terminar vai destruindo e matando seus sonhos. E o que mata por dentro não é o cansaço, é o acúmulo de promessas feitas e não cumpridas. Eh, eh, aquele PDF que você baixou com a técnica,
é o chat GPT que Você pesquisou o que precisava para, é o curso online que você comprou, é o livro que você comprou, é o curso que você comprou, é a decisão que você tomou, é o plano escrito que você nunca executou. Se você fala assim, para Jerônimo, essa é a minha vida, esse podcast é para você. Eu e a Pat, a gente decidiu te ajudar a finalmente terminar alguma coisa na tua vida. E eu posso falar isso, talvez você consiga perceber o quanto eu falo com Muita propriedade, porque foi isso que aconteceu comigo. Foram
14 anos, para não dizer os 14, dos 14 anos em que eu tive um emprego, 10 anos deles, desse emprego que eu tinha como advogado, 10 anos dele, eu fui absolutamente infeliz. Eu saí de casa para ir pro martírio da minha vida e foram anos e mais anos que eu botei como meta de ano novo achar algo para fazer que me realizasse. E do dia 31 de dezembro pro dia 1eo de janeiro, era o dia mais feliz da minha Vida, porque era o dia que eu botava no papel. O papel aceita tudo, os novos sonhos,
os novos planos e que em fevereiro e março já tinham ido pelo buraco. Mas chegava no dia 31 de dezembro do ano que vem, eu tentava de novo, até que um dia, depois de tantas vezes colocar no papel que eu ia largar aquela minha vida, eu descobri algo que eu podia ajudar as pessoas a ter mais resultado na vida delas, ajudar a mim mesmo, a minha família e as pessoas me Pagariam por aquilo. Eu falei: "Cara, as pessoas vão me pagar para fazer o que eu amo fazer. Não é possível, porque aquilo era anor, eu
já tinha 40 anos de idade, praticamente, aquilo era normal, porque eu nunca tinha sido pago por algo que eu tivesse prazer de fazer. Ali eu descobri o coach, um coach levado a sério. E de lá para cá eu sou h 12 anos profissional. Atuo atua como profissional de coaching levado a sério, sendo pago e hoje muito bem pago no Começo gratuito. Depois por R$ 1.000, depois por 2000, 5.000, 10.000, R.000, R$ 100.000 R$ 1.000 um processo de coach comigo hoje. Eh, não é a realidade dos meus alunos. Meus alunos cobram ali entre 3 a 5.000
por processo quando começam, mas são 3 a R$ 5.000 de felicidade, sendo pagos por aquilo que eles amam fazer. Depois eles ganham 8, 10, 12, 18.000. O aluno que eu sei que cobra mais caro por um cliente, né? 18.000 para ter um cliente, né? Então, Mas não é sobre os 18.000, é sobre você começar e terminar. é sobre você ter prazer naquilo que você faz e ser remunerado por aquilo que te dá prazer. Se esse tema faz sentido para você, eu trouxe as cinco razões que fazem você se tornar uma pessoa viciada em começar e
não terminar as coisas na sua vida. Cara, incrível você falando eh vinha passando aquele filme que talvez tenha alguns fives que tenha assistido esse filme, né, que é do dia da marmota, né, Com um ator clássico americano, eu não lembro o nome dele, John Belut, pode ser não, Bill Murray. Bill, o dia da marmota. Por que que passava esse filme na minha cabeça? Porque assim, você repetia as situações que a pessoa vivia de novo e de novo e de novo dia 30 e de novo dia primeiro e por aí vai. E para aquilo que a
gente não sabe o caminho ainda, a vida repete, né? A vida repete, você passa na matéria de novo. Cara, eu acho que todos nós, se a gente parar Agora e fazer um mini flashback, a gente vai achar em que que são situações que aquilo tá se repetindo. Às vezes é num relacionamento ruim, às vezes é num emprego ruim, às vezes é numa dieta, às vezes é, enfim, né, eh, profissionalmente e às vezes é em sempre começar. E seja lá o que você começa, sempre fica pelo caminho. A vida faz você repetir, Diana. Você repete a
matéria. E aquela situação não acontece uma vez isolada na sua vida, ela Acontece quantas vezes forem necessárias e às vezes até a vida inteira, porque você não passou nessa matéria. A vida escola, né? Eu já passei do tempo de mudar minha vida. Não, você não passou. Você é a versão mais jovem que vai existir de hoje até o final da tua vida. Eu sou a versão mais jovem. A Pat é a versão mais jovem. E eu trouxe aqui para vocês hoje cinco razões que fazem isso tá acontecendo na tua vida e você vai escolher uma
das cinco ou vai ver ou Talvez mais de uma das cinco. Jerônimo, eu tô tendo os cinco problemas, provavelmente não, mas um deles você tem. E eu vou te perguntar no final desse podcast, qual que é o seu problema hoje? O que que você acredita ou quais são que você acredita? Ah, eu tenho problema um, eu tenho o quatro, eu tenho cinco, eu tenho o dois e o cinco. Já estou curiosa. Vamos pro problema. E o primeira forma de você resolver identificando qual problema você tem. E A gente vai passar pelos cinco problemas que fazem
você ficar viciado em começar e não terminar aquelas coisas. O Five quer saber. Problema um. Qual que é? Problema um é a faísca e o abismo. Então a gente vai começar pela neuro. Pô, eu achei que você ia falar assim: "Caramba, que título, mas meu cérebro fez. Você só não ouviu, me desculpe. Eu fiquei esperando, né? O cérebro fez, né? A faísca e o abismo. Talvez você saiba, talvez não, Five. Eu sou coach Profissional há mais de 12 anos. Treino pessoas há mais de 27 e sou pós-graduado em neurociência com a nota máxima que a
pós-graduação permitia ter, estudando e pesquisando sobre vencer a procrastinação, que no limite é estudando e pesquisando fazer você ser tudo aquilo que nasceu para ser. E o primeiro, ele vai est completamente ligado à neurociência. Eu posso afirmar para você, você não é improdutivo, você só está Dopaminodependente. Então, o que que isso quer dizer? As pessoas, nós, seres humanos, somos animais do tipo homo sapiens. E como animais que nós somos, a gente tem uma característica: busca o prazer e evita a dor. Todo animal vai buscar o prazer e evitar a dor, né? O nosso toda manhã
a gente chega aqui em casa, aí a gente desce, abre as cortinas da sala, ela é automática, né? Você aperta um botão, ela vai subindo e conforme ela vai subindo se apresenta na Nossa janelinha um toelhinho, um tuelhinho pretinho, fofinho, bonitinho. Vou ver se a gente consegue mandar pro Luquinha, pro Biel, para ele botar aqui na tela, pro Five Verando. Ele fica ali esperando. Conforme a tela vai subindo, ele já sabe que nós estamos acordamos e v aí o coelho chega na porta da varanda e ele vai subindo, ele bota as duas patinhas no degrauzinho,
mais linda, e espera a gente abrir a porta para dar carinho nele. Então, o que que Ele tá buscando ali? O prazer de receber o carinho que vai gerar nele, provavelmente uma descarga dopaminérgica. E ele está viciado em dopamina, ele está dopaminodente do carinho. E ele entendeu que quando a cortina sobe, a gente acordou e vai aparecer, ele vai ganhar carinho. Abre a janela, ganha carinho. É prazer. Por outro lado, se ele chegasse ali todo dia, botasse a patinha e levasse um choque, no terceiro ou quarto dia, nunca Mais ele ia voltar ali e botar
a patinha. faz sentido porque ele está evitando a dor. Então nós, seres humanos, a gente busca o prazer e evita a dor. Então quando eu falo da faísca e o abismo, quando eu tenho a faísca de começar algo novo, é bom ou é ruim? É maravilhoso. Maravilhoso comprar roupa para ir pra academia, né? Quando você falou aí, cara, e aí eu descobri que eu podia ajudar as outras pessoas. Eu lembro do tamanho da sua faísca, como Você ficou feliz? E eu falei assim: "Caramba, bicho, você brilhava. Descobrir um curso novo, descobrir algo novo para fazer,
descobrir um negócio. Caraca, essa faísca, né? E essa faísca, ela é maravilhosa e ela gera dopamina. Então, eu vou ficando dopaminodependente de conseguir, de começar as coisas. Só que depois que eu começo, a dopamina vai embora e começa a surgir o quê? A dor de continuar. A dor de acordar e fazer a mesma coisa de Novo. A dor de acordar e repetir, repetir, repetir, sem faísca, sem faísca. E aí a pessoa vê, assiste um vídeo na internet e traz uma nova faísca para ela. Nossa, agora eu vou para essa nova coisa. E aí essa nova
coisa traz o que para ela? Mais dopamina. E ela fica dopamina ou dependente de começar coisas ou de contar projetos para as pessoas que nunca vão se completar. Por quê? Porque eu ela adquiriu o hábito de ter prazer naquilo que começa e não o hábito De ter prazer em terminar, porque o terminar tá tão lá na frente que eu posso te garantir isso, né? O meu, eu lembro de quando eu tive o prazer de receber R$ 1.000. Olha só, meu processo de coach hoje é 100.000 para fazer individualmente comigo. Eu achei tão lindo isso, porque
você ganhava 21.000 na época como advogada da União, uma pessoa que ganha 21.000, Cara, você tinha alegria. Você falava: "Cara, ganhei meus primeiros R$ 1.000 fazendo o que eu amo." A alegria que você tinha, o reconhecimento daqueles 1 assim. Mas para isso eu fiz um curso de coaching, para isso eu estudei, para isso eu atendi 10 pessoas gratuitamente e a 11ª me pagou R$ 1.000. Uau! Só que as pessoas param antes, né? Elas param de fazer o curso. Elas param antes de atender as 10 pessoas gratuitas. As 10 pessoas gratuitas não é uma regra. Eu
tenho aluno que já cobra no primeiro Cliente dele, mas no meu caso eu atendi ideias para ganhar confiança, para ter mais, né, mais prática naquilo ali. E aí finalmente a 11ª eu cobrei. Então aqueles R$ 1.000, uau. Aí eu experimentei a dopamina de terminar. Só que a dopamina de terminar, ela passa pela dor de continuar. Harriete. Ela escreveu mais de 30 livros. Ela foi uma abolicionista, o que já me enche de orgulho, uma pessoa que lutou pela abolição da escravatura, da Escravidão. Ela dizia assim, ó: "A dor de continuar é sempre menor do que o
arrependimento de desistir." Então, quando, como é que eu começo a me curar disso? Lembrando o quanto eu me sinto mal quando eu desisto daquilo que eu queria. Então, eu falo assim: "Caraca, bicho, eu vou continuar ou vou desistir? Dói para continuar, mas desistir dói mais. Então eu prefiro a dor de continuar do que a dor de desistir, porque a dor de desistir não vai me Trazer dopamina, não vai trazer nada, nada. Vai trazer arrependimento, frustração. Trazer arrependimento, vai te trazer pro zero de novo. Mas a dor de continuar, essa sim pode te dar verdadeira dopamina,
aquela de quem conclui. E tem uma coisa que quando você conclui, aquela dopamina virá no dia seguinte, depois no outro, depois no outro, depois no outro. Eu sei que você sabe falar uma coisa, Pat, mas eu preciso falar duas coisas para terminar E eu passo a palavra para você. Primeira delas é assim, Jerônimo, e se eu for essa pessoa que quer ajudar as outras pessoas? É uma pergunta coach para você, Five. E se você for uma pessoa que também vai ser feliz ajudando os outros? E se você for uma pessoa que vai amar receber seus
primeiros R$ 1.000 vindos de ter ajudado alguém a ter um resultado na vida dela? E se você tivesse um método que ajudasse pessoas a terem resultado? E se você talvez fosse ser Tão feliz quanto eu atuando como coach profissional, eu vou deixar um link para você aqui nesse podcast para você falar com o meu time. Fala para ele assim: "Eu quero ser feliz igual Jerônimo". E aí e pergunta quanto custa para você fazer uma É mais acessível do que você imagina, né? Uma pós-graduação custa R$ 12, 15, R$ 20.000. Uma faculdade você vai investir, se
for particular, R$ 50, R$ 100.000. É muito mais acessível do que qualquer coisa dessas para você se Tornar um coach profissional. uma coach profissional, eu só não aceito charlatão, né? Na formação que eu criei na metodologia exclusiva da nossa escola, chama IGT International Coach. Não aceito charlatão, não aceito charlatã, aceito pessoas que querem levar coach a série e mudar vida das pessoas. Tem um link na descrição. E a outra coisa é que o Five tem um dever aqui, três deveres. Quando tá aqui curtir o podcast, por favor, se não Curtiu, curte agora. Já chegou bonito,
né? Já cheguei, já curtiu. Jerônimo já tinha feito isso. Responde aí. Podia inclusive botar nos comentários assim: "Já tinha curtido, mané? Bota para mim assim: "Já tinha curtido, mané, né?" Ou tipo, Jerônimo, curti só quando você falou. Então, curte. Segundo, quando você ouvir algo, você fala assim: "Nossa, fulano, precisava ouvir isso". Encaminha esse podcast para uma única pessoa, uma única não desobedece, não Desobedece. Uma das coisas mais lindas que eu vejo é quando alguém fala assim: "Cara, fulano me encaminhou seu podcast e mudou minha vida. Fulana me encaminhou seu podcast". Então, o que que é
legal? Não sou eu mudando a vida da pessoa, nem a pátria. É você, Five, encaminhando para alguém. E a terceira coisa é que toda vez que você ouvir uma frase que faça sentido para você, você coloca nos comentários aqui. Agora eu fico 40 minutos sem falar com vocês. Pati Araújo, por favor não fique 40 minutos. Você viu isso, m? Eu fui encostar a cadeira nova. Vocês viram que a cadeira é nova? A cadeira é nova, a antiga nova. Cara, se você tivesse Não tira, deixa o Five merece ver essa cena. Merece ver essa cena. Caraca,
eu fui encostar o troço. É, você quase que passou 40 minutos sem falar mesmo, né? Literalmente, pô. Enfim, até o iPad caiu. Quem tá ouvindo a gente no Spotify ou no ou no iTunes, vem aqui no YouTube Que vale a pena ver essa cena ridícula. E o pior, né? A Pat é uma cagona mesmo. Ela fez exatamente a mesma coisa, só que não tava gravando. Agora eu me distraí e fiz a mesma coisa. Fala, Pati Araújo. Cara, eu falar duas coisas assim, ia ser uma, né? E acabou que se tornaram duas aí enquanto você comentava.
Você falando sobre os coachs, eu queria dizer que em julho a gente tem o nosso evento que acontece uma vez por ano, presencial no Brasil. A gente vai especialmente para Esse evento, 11ª edição, do Profissão Coach ao vivo, que é a casa do coaching levado a sério, né? Todos os nossos coachs, as pessoas que são coachs há muitos anos, lá os melhores coachs do Brasil, convidados especiais, os coach que recém se decidiram ser coach, fizeram a formação e decidiram estar lá no Profissão Coach ao vivo, vão estar lá com a gente 45 e 6 de
julho em São Paulo, capital, no hotel, novo hotel Center Norte. Eu vou deixar também esse Link aqui, vai que tem um coach ouvindo a gente fala: "Pô, eu tenho porque coach bicho tem que tá lá". Esse evento Five, ele não é para Fives, preciso te dizer, tá? Então o link vai tá aí, mas esse link você só se inscreve se você for coach, porque o conteúdo de lá é surreal, vai fazer muita diferença para todo coach que tá lá, porque a justamente vai fazer diferente diferença. Tá decidido e vai lá e se inscreve lá na
formação. Tudo bem. É, Não é a segunda coisa é que é engraçado essa coisa de começar e não terminar. Tem uma síndrome que a gente aprendeu o nome dessa síndrome aqui nos Estados Unidos, inclusive que é a síndrome do objeto reluzente. E aqui muitos brasileiros chegam, né, Shine Object Syndrome, né, a síndrome do objeto reluzente, reluzente brilhante, né? É. E muitos brasileiros que vêm pros Estados Unidos e querem construir uma nova carreira, né? Às vezes a pessoa precisa Se reinventar, não necessariamente vai conseguir fazer a mesma coisa. E ela vem justamente por essa oportunidade de
poder trabalhar em outra coisa, só que chega aqui e cai num mundo de oportunidades. E aí ela começa, pum, a faísca de uma coisa e aí se entusiasma com essa coisa e aí começa os primeiros passos, não sei o quê, tá até gostando do que tá fazendo. Aí vem a faísca de uma segunda coisa, ela pula para uma outra coisa, objeto reluzente. Nossa, Esse aqui não sei o que, não sei o que. Eu vou fazer porque aí é só tá tá tá é fácil, é um curso, não, não. E pum, outra coisa. E assim, tem
pessoas que a gente conhece assim, que já tão há anos na síndrome do objeto reluzente e não conseguem construir uma carreira, crescimento profissional, estabilidade, de fato, um novo lugar melhor, né, por essa escolha de ter vindo pros Estados Unidos. Então, eh, você, enquanto você falava, eu lembrei muito desse alerta. A Gente tem muitos vives que moram nos Estados Unidos, né? E eu acho que vale esse comentário assim, que na verdade vai pros Estados Unidos, vale pro Brasil também, né? Porque vale para qualquer lugar. Ah, então por que que viver de coach não é o meu
novo objeto reluzente? Porque não é uma promessa milagrosa, Five. Então o que eu tô te convidando não é para um novo objeto reluzente que vai mudar fazer uma mágica na tua vida. até vai mudar a tua vida, até te vai te Dar uma profissão nova, até te vai te dar uma oportunidade de ter uma alta remuneração, mas não é pelo objeto reluzente, é pela dedicação que você vai ter essa nova profissão. A segunda razão é um o que sem um para que é garantia de fracasso. Quem começa sem propósito termina sem resultado. Eh, e se
você não botou nenhuma frase até agora, Five, talvez essa possa ser a sua primeira frase. Quem começa sem um propósito termina sem Resultado. O que que é o propósito? o que que é o resultado, o que que isso tem a ver, né? Eh, e e eu vou te explicar isso muito claramente para você. O para quê, né? É uma técnica de coach. Inclusive, toda vez que eu trabalho com um cliente meu, ele chega para mim e fala assim: "Eu quero passar num concurso, eu quero ser um CEO melhor, eu quero emagrecer 27 kg, né? E
eu trabalho, eu, meus alunos, um dos nossos grandes trabalhos é descobrir o Que vai fazer aquela pessoa continuar quando todo mundo mais pararia, porque vai chegar uma hora que vai ficar difícil ela continuar a dieta, continuar o negócio que ela montou. Então, o que que vai fazer ela continuar quando todo mundo mais pararia? O que que eu queria era largar meu emprego para trabalhar com algo que eu amasse e me pagasse suficientemente bem para ter a mesma vida que eu tinha? Eu nem tinha a aspiração de ter uma vida melhor. Eu Queria só algo que
me desse a chance de ganhar a mesma coisa que eu ganhava como advogado da União, ganhar como outra coisa. Eu descobri o coaching, né? Assim, eu não tinha realmente a visão de que eu faria muito mais dinheiro como coach do que como advogado da União. Naquele momento eu queria só aquilo, mas aquilo era o quê? Mas não era o meu para quê. Eu lembro que um dia eu vi andando de mão dada com a Carol. Quem é Five das antigas talvez já tenha ouvido essa História. Eu vi andando de mão dada com a Carol. Numa
estrada, eu lembro numa rua de paralelepípedo, voltando da igreja para casa, né? Entre a igreja e casa, a gente passava para uma ruazinha de paralelepípeto, lembra dela? E eu tava de mão dada com a Carol e eu achei que eu ia morrer. Comecei a ter uma falta de a uma dor no peito, uma pressão no peito. Eu falei: "Meu Deus, meu pai é cardiopata, né? Ele faleceu de cardiopatia grave". Falei: "Meu Deus, tô Inando." E naquele momento de mão dado com a Carol, eu não tive medo de morrer. Eu tive medo de morrer daquele jeito.
De que jeito, Jerônimo? de não ter sido tudo aquilo que eu nasci para ser. Naquele naquele momento eu tive vergonha de estar morrendo sem ter me dedicado o suficiente, sem ter tido a coragem suficiente de me tornar tudo aquilo que eu nasci para ser, sem cumprir o que eu chamo de meu plano da encarnação. Qual é meu plano Encarnatório? Qual o que que eu vim fazer aqui nesse nesse momento encarnado no plano material? E eu não estava cumprindo, eu tava trabalhando com algo que me fazia, que me adoecia, que não era feliz com o que
eu fazia. E ali eu pensei, cara, eu não morro desse jeito. Meus filhos precisam ver que o pai deles decidiu ser tudo aquilo que ele nasceu para ser. Ali nasceu um para quê? Qual? Ali nasceu um para quê? O que eu queria era só mudar de emprego. Mas para que Que eu ia, para que que eu ia topar, pagar o preço do abismo do desafio de mudar de emprego? Então ali nascia um para quê? Niet fala assim, ó: "E quem tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como." Essa frase atribuída a Niets. E
o que que ele diz? Ele diz que, cara, o que eu desejo qualquer um pode desejo isso, eu vou conquistar isso que vai me fazer seguir. Cara, se você for olhar assim, Pessoas que passaram, é, é aquela coisa da pressão, né? Eh, pessoas que pass um objeto que passa por extrema pressão, extrema pressão, extrema, extremíssima, né? Se torna um diamante. Diamante. E as pessoas que passam por um por pressão, por conflitos, por momentos difíceis na vida, elas são muito pressionadas e isso torna elas fortes de alguma maneira, que faz com que elas cheguem muito mais
longe, né? cheguem muito mais longe. E acho que esse é o Poder do ruim que vive na pressão. Eh, foi por conta de uma e a pressão emocional, a pressão do dia a dia, enfim, você passou por um momento que te espremeu e te causou esse desconforto extremo e te fez achar um para quê. Tem todo mundo precisa passar por isso, né? Um próprio, como você falou, né? Quando você ajuda um cliente seu em coaching, você ajuda ele a encontrar isso, porque ele tem método para encontrar. Tal vez ele já tenha vindo já. Ele chegou
a mim Já cansar. Eu meus alunos, quando o cliente chega pra gente e fala assim: "Cara, eu preciso de um resultado que eu não tô conseguindo ter sozinho". É isso que um coach faz, né? Ele ajuda pessoas a terem resultados que elas não estão conseguindo ter sozinhas, mas talvez elas já tenham passado por essa dor por conta própria e aí busca um coach porque ele quer um método para conseguir aquele resultado. Então, provavelmente aquela pessoa já passou por toda essa dor e Finalmente chegou ali para achar o caminho definitivo. Faz sentido que você falou agora,
olha, e o que você trouxe é bem importante, Patti. A a pressão faz o diamante, mas se eu desistir da pressão no meio do caminho, eu virei só um carvão. É. Então eu preciso continuar. Chega uma hora que eu falo assim: "Caraca, bicho, tá pesado, né? Eu eu tinha meu emprego tradicional, trabalhava à noite nos almoços, comecei a trabalhar sábado como coach". Cara, Parecia que não ia dar, mas quando parecia que não ia dar, sai um diamante do lado de lá, né? Ali, ali, caraca, não vai dar, não vai dar, não vai dar. Nossa, começou
a entrar dinheiro como coach. Nossa, eu comecei a atender mais. Nossa, minha agenda lotou. Nossa, eu já tô ganhando mais dinheiro como coach do que como advogado da União. Nossa, Patti, tava eu, você, Vitinho da Mas, né? O Vitinho perguntou: "E aí, Pati, quanto que ele vai poder largar?" Você Falou: "Agora estava no meio da rua, a gente se abraçou e ali eu entreguei, entreguei meu cargo público." Cara, a gente tava na mesma rua, no mesmo trecho que você passou mal com Carol. É um pouquinho diferente o trecho, mas na mesma direção. Eu passei mal
um pouco depois, mas na mesma no mesmo caminho da igreja. Olha só. É mesmo. Não lembrava disso. Lembramos disso agora. Também não conectei agora. Então o segundo razão é quem começa sem propósito, termina sem Resultado. Um um bom para quê suporta praticamente qualquer o quê. Então se você tá começando as suas coisas na sua vida e parando no meio do caminho, existe uma grande chance de você não ter um propósito que realmente te move, né? Eu lembro uma vez uma cliente chegou para mim e falou assim: "Eu queria queria perder 20 kg". Eu falo: "Incrível,
né?" E aí um um cara que não tem método, né? Ele vai virar: "Tá bom, vamos emagrecer". E a minha pergunta é, Eu já sei como profissional de coach, meus alunos aprendem isso, eu falo: "Cara, ninguém vai emagrecer 20 kg só porque quer, não vai". E aí minha pergunta aí, por que que você quer eliminar 20 kg? E ela vira para mim e diz assim: "Porque eu quero ver a balança marcar 20 kg a menos". Legal, mas é só legal. Aí eu falei: "E por que que você é uma técnica vai da casca da cebola,
né, que você vai descascando a cebola. E por que que você quer ver a Balança marcar 20 kg a menos?" Não, porque eu quero me sentir melhor fisicamente. Fala: "Hum, e por que que você quer se sentir melhor fisicamente?" "Ah, porque eu quero voltar a usar biquíni na praia, que hoje eu só uso maiô". Fala: "Hum, interessante. E por que que você quer voltar a usar biquíni na praia?" Aí ela para, enche os olhos de água e fala assim: "Porque eu quero que meu marido volte a me desejar". Aí chegou na razão do miolo da
cebola, né? Aí ela vai olhar e vai falar assim, quando olhar para um brigadeiro, ela fala assim: "Brigadeiro, você não tem mais força do que o meu desejo do meu marido voltar a me desejar." E aí às vezes, eu ouço quando eu conto essa história, eu ouço um uns que não são five dizer assim: "Coitada, iludida, vai emagrecer e o marido ainda vai arrumar outra". Presta atenção no que eu vou te falar. Não, não faça da sua história o desejo da que aconteça com as outras Pessoas. Para ela aquilo era um paraquê forte, aquilo era
um paraquê que faria ela emagrecer e fez. E a pergunta que você tem que se fazer é: bicho, se isso para você não é um paraqu, acha o teu paraquê e para de dar pitaco na vida do paraqu dos outros, né? Ou faz igual o nosso Five aqui, compra um gato que tem sete vidas e vai cuidar das vidas do seu gato e para de cuidar da vida dos outros, pelo amor de Deus. Ah, coitada iludida. Iludido é você que fica Julgando a vida dos outros sem olhar pra sua própria vida. Passa a olhar pra
tua vida. Se aquilo é um para quê? Para ela, celebre por ela. Fique feliz por ela. Pratique ter felicidade pela felicidade dos outros, porque vai ser muito mais fácil você ser feliz assim. Então, qual é o seguin dois? Quem começa sem propósito, termina sem resultado. O um, o que sem um para que vai fracassar? Um para que forte suporta praticamente o qualquer o que, qualquer como que você Tem que passar por cara poderoso esse podcast, hein? Já vamos chegar no três. No três ainda não é para você chamar o tal dos comentários do Five. Aguenta
aí, porque depois do três aguentarei ou não? Vamos ver. A terceira razão é o cativeiro confortável. Eu quero falar contigo, F. A terceira razão que faz as pessoas começarem e não terminarem, ele é o cativeiro confortável. O que que é o cativeiro confortável? Ele é confortável, ele é um contracenso, né? Porque cativeira é ruim, mas ele é confortável porque você se acostuma com o ciclo da autossabotagem. O ciclo fica familiar para você. As pessoas têm de escolher coisas que são familiares. Quando a gente olha, por exemplo, vai num mercado e você vê lá, sei lá,
sabão homo, né? Você vai num mercado que você, sei lá, vai num mercado na em Cancú, a gente teve em Cancum, maravilhoso. Aí foi no mercado, como é que era o nome do mercado? Era tinha um oxo que era tipo uma delicat, mas tinha Soriana que era no mercado. Aí você vai no Soriana, aí um monte de sabão em pó que você não conhece. Aí vê lá homo minerva. Não sei nem se existe esse sabão em pó ainda no Brasil. Homo Minerva, né? Sei lá. Aí você fala: "Ó, esse eu conheço". E aí você pega
aquilo e leva. Faz sentido? Que é o que que é o que provavelmente a pessoa vai fazer? Isso é a lógica da propaganda. Muitas vezes a propaganda Ela não te quer que você compre o produto a partir da propaganda. Ela quer, a propaganda quer transformar o produto em algo familiar para você, para quando você chegar no mercado, olhar aquilo, falar: "Isso é familiar, vou pegar isso para mim". Então, o que acontece com muitas pessoas? O cativeiro se torna confortável, se torna familiar. Autossabotagem, o ciclo de começar e desistir se torna confortável para aquela pessoa, porque
se torna familiar, É o efeito Minerva, é o efeito homo, né? Eu vou no mercado, sou familiar com isso. E em contraponto a isso, existe uma fala de um cara chamado Stephen Pressfield, que ele fala que um dos maiores medos que o ser humano tem é do sucesso. Por que que as pessoas têm medo do sucesso? por uma razão muito simples. Olha paraa tua vida atual, Five. Você deve andar com pessoas que não t o sucesso que você deseja paraa sua. Então, por exemplo, é muito comum Pessoas obesas andarem com outras pessoas obesas. É muito.
E ela quer emagrecer, mas ela, o grupo de amigo dela sai para comer, para beber, para fazer um monte de besteira, né? Assumindo que toma cerveja, toma cerveja e tá, tá, tá. E aí você quer começar a correr, cerveja, só que você olha pros teus amigos e fala assim: "Cara, se eu começar a correr, o que que vai acontecer com esse grupo? Eu vou perder e eu não quero perder meu grupo de Amigos. Eu não vou ser mais aceita. Porque imagina quando você alcança o sucesso que o teu grupo de amigos não tem, você se
torna o pior espelho para eles. Quando você é a pessoa que emagrece num grupo de pessoas com sobrepeso, você é o espelho que diz: "Ela conseguiu e eu não". Acho que até por isso é tão importante ter um ambiente, né? Porque quando você tem um ambiente que é de acordo com aquilo que você deseja, você não só deixa de Pertencer, você já pertence a esse ambiente que te potencializa, né? Você quando deixou eh você tinha cara amigos de anos ali no seu como advogado, né? Que você amigos incríveis. Alguns são amigos até hoje, até hoje.
Mas você podia dizer assim: "Cara, se você não tivesse um ambiente fortalecedor com pessoas que você queria estar também, talvez você se sentisse sozinho indo para aquela vida". Quantos amigos eu mantive? do meu emprego público. Dois, talvez três, 2, e me 2 e meu tinha 20 amigos, eu almoçava todo dia com um monte de gente. Então eu perdi 18 amigos quando eu decidi me tornar coach. Mas ganhei Mas quando você se tornou coach, você já fazia parte de ambiente, já tinha ganhado outros 20 amigos. É isso. Você precisa ser o estranho do seu grupo. Mas
você precisa ser o estranho do seu grupo da seguinte forma. Se você quer inspirar tua família, seja o estranho da sua Família. Inspire a sua família sendo o estranho dela. Mas se você quer ter resultado na tua vida, vá para um grupo que você é o estranho porque tem menos resultado. Então, por exemplo, quando eu me tornei coach, eu tava num grupo que eles olhavam para mim e falavam assim: "Você ainda mantém um emprego tradicional ao invés de viver de coaching?" Eles diziam para eu era o estranho daquele grupo, mas ele era estranho para menos.
Se você é o mais Esperto da sua mesa, você tá na mesa errada. Então, se eu tô numa mesa, então o que que é o terceiro elemento? É, é o cativeiro confortável. É muito mais confortável continuar com sobrepeso, ganhando mal. E outra coisa, é confortável. A merda, como você falou, é conhecida. É isso, né? O mundo do, o mundo do sucesso é um mundo que você não conhece ainda. Suesso. É isso. E aí dentro dessa linha lógica que você Acabou de trazer, Pat, então quando eu olho para isso, a sensação que a pessoa tem fala:
"Cara, deixa eu ficar aqui porque o cativeiro é familiar e confortável". E ela cai num ela você não faz isso de propósito. Você faz isso sem querer. A pessoa quando ela se sabota, ela não se sabota porque ela acorda e diz assim: "Hoje eu vou acordar para me sabotar". Ela se sabota porque ela automaticamente para permanecer no lugar que ela tá hoje porque é familiar e Confortável. Uma decisão consciente. Eu lembro de uma situação que eu vivi muito muito assim, cara, me chamou muita atenção na época assim e foi algo que eu não esperava, tipo
algo que uma pessoa se sabota. Não foi exatamente eu me sabotando, mas eu acho que dá para entender assim as coisas que a gente faz e a gente não percebe que aqui se sentir daquele jeito, daquela maneira ou tomar aquela decisão, né? Eu trabalhei por muitos anos como designer, né? Trabalhava como designer gráfico em Brasília numa agência. E aí quando a gente decidiu casar, eu me mudei pro Espírito Santo. E aí a agência que eu trabalhava na época quis continuar que eu que eu continuasse diretora de arte. a distância, né? Não existia assim esse trabalho,
a distância remoto. Estamos falando de 2005, 20 anos atrás. 2005, exato. 20 anos atrás. Não existia muito isso, né? Você trabalhava naquele lugar 2005 tá junto a tempão, Hein? Tempão. Aí, aí o a agência quis continuar comigo, beleza. E ali eu fui morar no Espírito Santo e eu trabalhava paraa Brasília, né? tinha os horários, fazia as coisas e tal, mas eu não tinha um horário fixo, eu tinha as demandas, eu trabalhava por produtividade, eu tinha que fazer minhas demandas, eu era livre para fazer o que eu quisesse. E ali, pela primeira vez na vida, eu
podia fazer as coisas na hora que eu quisesse. E aí eu tive uma coisa boa e antes de Contar essa coisa boa, eu lembro muito da Jujut, um vídeo da Jujut, para quem conhece a Jujut, enfim, não era bem dessa época, né? Demos um salto lá na Jujut, ela sumiu, né? E a Juj é, a Jujut foi para uma praia, tava tomando um picolé nesse vídeo, numa praia terça-feira, e ela falou assim: "Eu tô tomando esse picolé nessa terça-feira e você provavelmente acha que desejaria estar numa terceira, numa terça-feira tomando picolé na Praia". Mas eu
vou te falar, né? Todo mundo tem cabeça para tomar esse picolé na praia, não. Eu mesmo tive muita dificuldade, que eu já me fiz 1000 perguntas aqui na minha cabeça, porque é estranho pra gente mesmo. Então, o que que aconteceu comigo? Eu decidi um dia no supermercado 3 horas da tarde, trabalhava paraa Brasília e tal, não sei quê. Aí fui supermercado para fazer a compra lá da nossa casa 3 horas da tarde. Tava tudo bem, não se não Trabalho, não tinha nada urgente naquela hora. Em anos, quando que eu fui no mercado? 3 da tarde.
Quando eu entrei 3 da tarde assim no mercado, o mercado vazio, aí tinham, né? Eh, não tinha assim essas pessoas livres que trabalhavam a hora que queriam. Não existiam essas pessoas, tinha as pessoas que trabalhavam, as que não trabalhavam. E para mim sempre foi muito importante trabalhar. Foi sempre foi um DNA forte assim, faz parte da minha identidade. E Eu me senti muito esquisita naquele supermercado 3 da tarde. Eu cheguei a ter um pouco de ansiedade ruim assim, tipo assim, meu Deus, que pessoa que eu tô me tornando, que que eu tô fazendo nesse supermercado
3 horas da tarde? Então aquele foi um tipo de sucesso que me deu um baita susto. Eu não me sentia, me senti estranha, esquisita, eh inadequada. Foi muito estranho que deve ter sido o picolé da Jujut na terça-feira na praia. Muito Tomar picolé terça-feira na praia não é para qualquer um. É. Então ele te coloca assim num ambiente que você, né, não tá acostumado. Esses dias eu mandei uma mensagem pra Clarite. A Clarita é nossa trainer. Começou como aluna, virou trainer. E ela, mandei uma mensagem para ela, ela falou assim, era tipo assim, um dia
útil de tarde. Ela me mandou a foto, falou assim: "Tô na praia, posso te mandar o áudio, o áudio depois, porque aqui vai tá muito vento, né?" Ela mora Em Porto Alegre. Aí eu falei: "Claro, mas eu ali eu tive orgulho do que a gente construiu como coachs criacionais, né? Vem a minha aluna que virou trainer, tá no meio de um dia útil na praia, ela soube tomar um picolé terça-feira. Eu nem lembro que dia era a foto dela. Ela me mandou a foto do meio do lugar que ela tava para isso. Então essa olha
há muito tempo eu tomo picolé em terças-feiras, quartas-feiras, quintas-feiras, né? Mas o primeiro Contato ali foi esquisito. Então foi. Então qual é a terceira razão? A terceira razão é que o ciclo da autossabotagem é mais familiar do que o ciclo do sucesso. E as pessoas acabam permanecendo no familiar. Então eu tô resumindo o que a gente falou para entender se faz sentido para você, Five, porque eu já falei, esse é o terceira razão que faz as pessoas começarem e não terminarem. Elas ficam de uma forma muito mais profunda do que videozinho Bobo de internet, né?
Então elas fazem as pessoas, você fica preso na autossabotagem. Então, eu quero emagrecer, mas se eu emagrecer, eu perco o grupo que eu faço parte hoje, que eles não, eles não estão em busca de emagrecimento, ao contrário, a probabilidade é que eles cheguem para você e fale assim: "Agora ficou fitness, não come glúten, não come lactose, tá tomando creatina, é mais fácil as pessoas zoarem você do que aplaudirem Você. Por quê? Elas querem você por perto. Carinho, né? Só que o só que o que sai da boca não é carinho, né? São pedras, mas é
pelo carinho de te querer por perto. Então, por duas razões. É pelo carinho de te querer por perto e pelo medo de você se tornar o pior espelho delas. Porque quem tá dentro do seu relacionamento que consegue, porque enquanto ninguém consegue nada, tá todo mundo aqui, as pessoas tiram onda de si próprias, ah, o dinheiro acabou, tô Dando nó em Pingo d'água. As pessoas têm orgulho de dizer, pô, eu dou nó em Pingo d'água. Cara, isso não é para ter orgulho de dar nó em Pingo d'água, né? Eu dei meu jeito, pei no mercado e
passei R$ 200, o cara me deu R$ 150, bora para não sei para isso não é ter orgulho disso, né? Só que esse grupo ele tem orgulho disso. E aí se você fala assim: "Cara, eu recuso essa vida, eu quero agora trabalhar com que eu amo, vou fazer muito dinheiro". E aquele Grupo fala: "Ah, seu sei lá o que, você agora é esses coaches". A gente ouve o tempo todo, né? Em quem tá ali na merda, trabalhando com quem feliz, né? entre entre esses coaches felizes, falam assim: "Caraca, bicho, eu tô apaixonado pelo que eu
faço". Então, esse foi o terceiro, o cativeiro confortável, o ciclo é mais familiar do que o sucesso. Então, você precisa quebrar esse ciclo para que o sucesso comece a ser mais familiar para você do que a Autossabotagem. Hoje eu estranho quando eu falo algo e não faço. Quando eu falo e não faço, é mais estranho para mim do que falar e não fazer, porque eu comecei a realizar aquilo que eu tenho como método. E aí o o ponto é isso tem que começar a ser assim pra tua vida. E a solução que eu já falei
mais cedo é, entre outras razões, procure grupos que você seja o estranho do grupo, que você seja o o não mais esperto da mesa, mas que você seja o estranho da mesa para Que aquele grupo arraste você pro patamar que ele tá. E antes do 4 e do vou chamar os comentários do Eu trouxe os comentários de quando a gente lançou o podcast da obra do estúdio, da reforma do estúdio. Cara, eu acho que foi o podcast que eu li 100% dos comentários. Só não se surgiram comentários depois, né? Porque fica viv naquele momento, mas
100% naquele momento, assim, o carinho de cada um de vocês, o susto de cada um de vocês que Levou, assim, eh, a gente é muito apaixonado por você. Podcast era acabou alguma coisa assim, capítulo final, podcast sai da média 230 e foi, né, o capítulo final daquela roupa, daquele momento, daquele daquele momento, daquele estúdio, daquele cenário, né? E aí veio um comentário aqui da Gabriela Jacola falou: "Olá, meu casal favorito. Acabei de perceber que sou five de repente, quase tive um ataque cardíaco ontem quando recebi a notificação desse Episódio. Meu marido não entendeu nada. Comecei
a falar ao lado dele no sofá: "Como assim? Não acredito. Eles vão parar." E ele olhando para mim esperando e perguntando: "O que que foi? O que que foi, meu Deus?" E eu dizendo: "Não, pera, pera, espera aí. Eu eu só eu preciso assistir aqui 3 minutos de vídeo que logo eu vou te responder de tão tensa que eu tava. Que massa, que massa. Ô meu Deus. E aqui o comentário da Camila Guimarães. Ela falou: "Putz, Quase morri do coração. Como vivesse ser um podcast de vocês? E Five viciada. E o comentário da Dallen Almeida.
Cara, esse comentário eu morri de rir. Eu morri de rir. Acho que você, eu li até para você na época. curtida. Foi a curtida oito, a Dallen desse podcast, ela falou: "Jerônimo, você não é nem doido". Ela mandou braba: "Jerônimo, você não é nem doido. Tomara que não seja o que eu tô pensando." Ela não tinha nem assistido da Amanda, né? Tomara que não seja o que Eu tô pensando. Dependência emocional desse podcast. Bonitinha. Ah, rapaz, vocês são muito queridos. Ó, e o comentário do Ricardo, ele falou: "Contando os dias para acompanhar o primeiro podcast
do Novo Estúdio já." Já estamos no segundo, terceiro, nem sei mais qual que é isso. Sou o Five, que já tem alguns anos, participei do distraio coach e agora comecei a estudar o profissão coach, aguardando a formação em coach criacional de maio de 2025. Já Me sinto um pouco, talvez já tenha até feito, né, quando esse forar, provavelmente. Acho que ele é da turma 79, eu acho. Ó, já me sinto um coach criacional, me preparando para contribuir na mudança que as pessoas precisam e procuram pro seu desenvolvimento. Que lindo. É isso que o Code Creacional
faz. Você tá no propósito parceiro de mudança de mundo e a frase desse podcast que foi unânime, que né, que foi o que a gente falou lá No podcast da obra, que foi antes de melhorar piora foi a frase do Júlio Bento. Antes de melhorar, piora. E ele fala: "Poxa, Jerônimo, essa frase veio como uma voadora mesmo. Estou vivendo exatamente isso na minha vida nesse momento. Estou empreendendo sem deixar o meu emprego. Está sendo desafiador. Mas se fosse fácil, todo mundo faria. Bora, pô. E antes de melhorar, piora e vai melhorar se você topar, pagar
o preço de continuar. E ele fala: "Me inspiro em Você, irmão, e espero que um dia eu te encontre pessoalmente." Ele é da CNC e ele fala que eu não vim ao mundo a passeio e aos campeões do desconforto. Juntei a sua frase com a do Bernardinho e tatuei no braço. Vamos, pô. Bota uma foto no story. Manda pra gente aí, pô. Eu não vi uma mundo passe. Tem muito Five que já tatuou. Eu não vi a Munda passe. Five coach, Júlio, lugar de Five Coach, ano, profissão coach, ao vivo pra gente se encontrar pessoalmente
em julho Desse ano. Isso, cara. Deixa eu facilitar tua vida. Das duas uma, se você não é coach, chama meu time e fala: "Quero ter essa felicidade do Jerônimo e dos alunos dele". Clica no link, fala com o meu time. Se você já é coach, tem que estar no PC ao vivo comigo, que é o lugar que você vai me ver de perto, é um evento menor, você vai me ver de mais perto, a gente vai estar mais próximo, sei lá, quem sabe não dá. três dias juntinhos ali pertinho. Vai para lá. Esses foram os
comentários Pat. Quarta razão, quarta causa que faz as pessoas se tornarem viciadas em começar e não terminar. Essa aqui ela não é para todo mundo, mas é para algum, é um grupo específico. E as pessoas não entendem que isso é ruim, mas é que é a prisão do impecável. O que que é isso? Você sabe o que que é a prisão do impecável? é a busca da perfeição e não do progresso. Algumas pessoas elas elas não terminam porque tá Porque queria que fosse ainda melhor, né? E o perfeito faz com que as coisas nunca estejam
acabadas. Então, por exemplo, eu olho para um texto que eu tô, eu tenho vontade de publicar um livro, mas o livro nunca tá pronto, né? Eu lembro da Isadora Runka, né? que ela dizia que o tatuador amigo dela dizia para ela assim: "Fala, cara, eu a tatuagem se deixar eu vou ser sempre querer melhorar um pouquinho". Então é igual obra, né? Obra você não acaba, Você desiste. Você fala: "Não, tá bom, senão você vai querer botar mais e mais e mais e mais e mais". Então, a prisão do impecável é você sempre achar que ainda
falta algo para poder fazer aquilo. Então, a gente vê muito aluno nosso falando assim: "Ah, eu primeiro quero ter sucesso para depois me tornar coach". Olha aí a prisão do impecável, né? Na verdade é o contrário. Você primeiro se torna coach, aprende um método para usar na tua própria vida, Melhora a tua própria vida, melhora a vida dos teus clientes, né? Aí você não precisa ser perfeito para dar certo. Então, toda vez que eu falo assim: "Ah, quando eu tiver dinheiro, eu vou me tornar coach". Será que você não deveria se tornar coach justamente para
ter dinheiro? Quando eu tiver sucesso, vou me tornar coach. Será que você não deveria se tornar coach justamente para ter sucesso? Quando eu Então, para do quando eu. O quando eu é a prisão do Impecável. Tem uma frase que eu já ouvi várias vezes e as primeiras vezes que eu ouvi essa frase eu não entendia, que diz assim: "O problema é a solução". E depois eu entendi que eu também não entendi essa frase. Demorei a entender também, cara. Mas ela é exatamente essa aplicação, né? Ah, quando o meu dente diminuir a dor, eu vou no
dentista. Cara, você, o problema é o dente doendo e a solução o dentista. É, inverte a ordem, vai no dentista pro dente parar De doer. Eu tô sem dinheiro, minha profissão não me dá mais dinheiro. Muda de profissão para que você passe a ter mais dinheiro e não o contrário. Fica sempre esperando ali, né? O problema é a solução. E é exatamente o exemplo que você tá dando. É isso. E isso vira um ciclo infinito. Não tá bom o suficiente. Logo eu não faço, logo eu não saio do lugar, logo não tá bom o suficiente.
Porque é o oposto, né? Você não fica bom o suficiente, perfeito para agir. Você Age para ficar bom o suficiente e caminhar na direção do perfeito, se é que um dia vai tá, né? A gente tá casado há 20 anos, eu diria. Nosso casamento não é perfeito de nem esperto, mas ele é maravilhos. Mas ele é perfeito, imperfeito. Ele é perfeito na sua imperfeição, né? Então, dentro dessa linha lógica, esse é o ponto. Se a gente esperar o momento ideal, nunca vai acontecer. E aí, porque nunca acontece, a gente para na jornada. Algumas vezes Nem
começa. É porque tem gente que acha assim, como não vai ficar perfeito mesmo, nem começa. É isso. Então, qual é o quatro, Jerônimo? O quatro é você precisa, a gente chama isso no na formação em coach, de inteligência criacional. O que que é inteligência criacional? é inteligência de criar uma realidade, uma lei invisível que me favoreça a ir na direção daquilo que eu quero para minha vida. Então, quando eu conto histórias para mim mesmo para Justificar minha vida atual, elas vão continuar iguais. Então, quando eu viro para mim mesmo e falo assim: "Cara, não tá
bom o suficiente, vão falar mal de mim, vão criticar, ai meu Deus, o que vão dizer?" Então, eu tô reforçando o meu medo de agir e tô preso na prisão do impecável. Então, quando eu tive uma uma vez, eu não foi uma não foi uma cliente em coach, mas foi uma conversa coach com uma pessoa muito próxima nossa que você conhece, vou falar nos bastidores, né? Você sabe quem é. E numa conversa coach, ela usou uma frase para mim incrível. Ela disse assim: "É, Jerônimo, você tem razão, não precisa ser perfeito para dar certo." Quando
ela fala essa frase e repete, porque você se torna aquilo que repete, né? Eu me torno aquilo que eu repito, né? pau que nasce torto nunca se endireita. Então, para, parabéns, você vai continuar torto pro resto da tua vida, porque você se torna aquilo, quem nasceu para ser lagartista nunca vai ser Jacaré, né? Dinheiro não dá em árvore. Dinheiro não traz felicidade. Eh, eh, enfim, frases que a gente repete que se tornam leis invisíveis e fazem a gente se tornar aquilo. Então, você tem que intencionalmente criar uma frase que mude o que hoje você é,
porque você se tornou o que você repetiu por muitos anos. Então, quando você cria uma frase assim, não precisa ser perfeito para dar certo ou feito é melhor que perfeito, progresso vence perfeição. Qualquer Frase dessa, e você começa a repetir, repetir, repetir. Daqui a pouco você fala assim: "Cara, essa caneca não tá perfeita, mas progresso vence perfeição. Vou botar ela para vender." Dependendo do que o cliente falar, eu melo ela, porque progresso vence perfeição. Ou porque feito, a caneca feita é melhor que perfeito, né? mandar uma mensagem pro meu time, eu quero ser feliz, me
fala como é a formação em coaching. Depois você vê, né, o pai da, eu tenho, Eu tive uma cliente em coach chamado cliente coach, que hoje ela é coach, que é Aline Calisto, né? E ela, o pai dela, o seu Calisto, dizia: "A decisão gera o recurso". Maravilhosa essa frase, né? Só que tem gente que nem decide porque não tá perfeito. Como não tá perfeito, eu não decido. Como eu não decido, eu não tenho recurso para fazer. Então, a decisão gera o recurso. Então, como é que eu saio da minha prisão do impecável? Progresso, escolhe
a frase. Qual faz sentido para você? Bota nos comentários para mim: "Progresso vence perfeição. Feito é melhor que perfeito. Qual que bate no teu coração?" Só de botar frase, eu já vou entender que isso é importante para você. Progresso vence perfeição. A frase que marca você é: "Não precisa ser perfeito para dar certo." A decisão gera o recurso by seu eucalisto. Qual é a frase que bate no teu coração? divide com a gente aqui e assim você consegue entender como que Você se solta dessa quarta razão que te tornou viciado ou viciada em começar e
não terminar. Incrível. Chegamos na quinta, na quinta e última razão que faz você começar. Na quinta e última razão. Eu tô com os fives. Eu não vi aqui nenhuma das razões, né? A quinta, cara, a quinta ela é ela ela é muito clara e e eu vou revelar ela logo na fala, mas talvez ela seja uma das mais importantes. Quem depende de motivação coleciona começos. Poxa, olha isso. Martelada, hein? Quem depende de motivação coleciona começos. figurinha, só tinha. Eu diria pra maioria das pessoas que não conseguiram o que querem na vida, que começaram e pararam,
se eu fosse acusá-las, mas não vou, eu diria assim para elas: você tem motivação, mas você não tem um sistema. Se você só tem motivação e não um sistema de conseguir o que você quer, você vai colecionar começos. E quem coleciona começos e não tem términos, Junto com começo, coleciona frustração. Então, primeiro você coleciona começos. Como não tem términos, não tem conclusões, não tem sucessos, daqui a pouco a coleção de começos se torna coleção de frustração. E aí eu vou trazer uma frase que eu já trouxe em podcasts anteriores, que não foi tão repetida, então
vou trazer ela de novo. Quanto merecia. Ela é do James Clear do livro Poder dos Poder dos Hábitos, não, James Clear, Hábitos Atômicos. E ele fala assim, pendurando no varal das frases para mim que são as mais impactantes dos últimos tempos. Você não se eleva ao nível dos seus objetivos, você cai ao nível dos seus hábitos e sistemas. Então eu tô aqui, né? Eu tenho esse objetivo lá em cima. Eu tô aqui, eu tenho esse objetivo aqui em cima. Você não se eleva ao nível do seu objetivo, você cai ao nível dos seus sistemas e
hábitos. Então, quando alguém me paga Para ser coach dele, ele tá me pagando por um sistema. Ele quer entender o objetivo dele, mas que tenha um sistema que sustente ele, alve o sistema dele para ele chegar num nível que alcance o objetivo dele. Porque a gente precisa entender que eu não crio sucesso nem fracasso, eu crio hábitos e sistemas e os meus hábitos e sistemas vão criar o meu sucesso e o meu fracasso. Então o que um coach tem é um sistema de gerar resultado, né? Então, quando eu tenho Esse sistema, eu gero resultado primeiro
na minha vida, depois nas pessoas ao meu redor e, finalmente, nos meus clientes para que eles possam também ter resultado me pagarem por aquilo. Então, motivação é uma merda geral, não. Motivação é maravilhoso para a faísca maravilhosa para começar, como você acabou de falar, uma faísca maravilhosa, mas é o sistema que vai fazer, é o teu hábito, é o que você repete, que você se torna que vai fazer você continuar. que Tá lá na livraria com livrinho com o nome dele na capa, com título lá para todo mundo que quiser comprar. Não, não se tornou
autor e não tá na prateleira da livraria por conta da faísca. Ele tá porque ele teve a faísca, ele continuou, ele foi até o fim. Neymar não tá lá por conta da faísca, o Messi não tá lá por conta da faísca. E quando a gente É isso, nenhum médico bem-sucedido não tá lá por conta da faísca, nenhum profissional Bem-sucedido, você como coach, não tá de jeito nenhum aqui por conta da faísca. O cemitério tem muito mais livro não escrito do que a livraria de livro publicado. Então a gente precisa entender isso, né? As pessoas, não
sei se ficou clara essa frase, mas existem muitas pessoas que morreram com as suas ideias dos seus livros e pouquíssimas que não, J, mas quando eu olho para uma livraria tem muito livro, mas vá no cemitério. Se se metaforicamente eu Perguntasse quem aqui teve uma ideia de um livro que não publicou, ia ver só os esqueletin botando a mão para fora assim. Eu. Quem aqui teve uma ideia de um negócio que nunca fez? Eu. Quem aqui teve a vontade de um dia trabalhar com que amasse e fizesse bem pras pessoas e fosse bem remunerado. Os
esqueletinhos botando a mão para fora. Quando eu tava de mondada com a Carol, falando de uma forma mais divertida, agora eu não queria ser o esqueletinho que botava a Mão para fora, fala: "Eu trabalhei com algo que eu era infeliz pro resto da minha vida". Se você não quer ser um esqueletinho que vai botar a mão para fora, eu fui infeliz até o final da minha vida ou morri em privação financeira, eu te convido a conhecer a profissão que mudou a minha vida. E mudou a vida de dezenas de milhares dos meus alunos. Eu tenho
aluno em mais de 32 países, a maioria deles no Brasil, né? E um dos 32 é o Brasil. E tem em Outros 31 países afora, Canadá, Estados Unidos, México, Argentina, Angola, eh eh vários países da África, França, Japão, Alemanha, Suíça, Portugal e pelo mundo afora, Nova Zelândia, Austrália, né? Então, e Brasil, todos os estados, desde Jaguarão, 40.000 1000 habitantes, Cornélio Procópio, Rondônia, Roraima, capital São Paulo, Rio de Janeiro. Eu quero te convidar o novo. Eu quero te convidar a não ser o esqueletinho com a mão para fora. Eu quero te convidar a Ser meu colega
de profissão. Você quer ser meu colega de profissão, minha colega de profissão, clica no link, fala com o meu time. Eu quero ser feliz no que eu faço. Eu quero ser colega do Jerônimo de profissão, né? Deixa eu te mostrar o que é o coach levado a sério e o poder que ele tem de transformação na sua vida, na vida das pessoas. Esse foi o podcast Sai da Média, o lugar onde eu te ensino a recusar a mediocridade na tua vida. E quem chegou no final desse Podcast, vai escrever o quê? Bota assim, ó: "Viciando
em terminar". Gostei, né? Não tá ainda, vamos ser honestos, mas viciando em terminar para eu até porque você acabou de se acabou de terminar, chegou no final do podcast, merece uma salva de palmas porque chegou no final do podcast. Esse foi o podcast Sai da Média, onde eu te ensino a recusar a mediocridade, ser tudo aquilo que você nasceu para ser, você é muito mais do que você imagina. Você não vê o mundo a Passeio. Um abraço para você. A gente se vê por aí e vamos, vamos.