Band News. Cumprimentar o João Luiz Onet da TV Record. Cumprimentar aqui a Carla Priscila da Rede Amazônica. Cumprimentar o Lilian de Araújo do Jornal do Comércio. Cumprimentar o Luí Cavazc da CBN. O Marcos Ponte de Sou da TV Tiradentes, não tá presente. O Paulo Henrique da Paixão da TV Encontro das Águas. Cumprimentar o a Priscila Vera da Rádio Encontro das Águas, a Samara Marciel Pa TV Acrítica e Y Almeida da atual 7. Acho que não, não viu. Faltou alguém, não, né? Bom, queria cumprimentar também toda a equipe da imprensa presente aqui e cumprimentar todos os
a imprensa que estão online participando. Ninguém nem Consegue enxergá-los não, né? >> Só vão ajudar quando fiser a pergunta. >> Ah, tá. Mas queria cumprimentá-los todos e todas, né, e que estão acompanhando online lá de Brasília, né? de todo o Brasil. >> De todo o Brasil, que tá aberto para todo o Brasil. Bom, queria dizer que nós estamos com a equipe aqui do do Ministério da Educação, praticamente quase toda a equipe dos secretários, Secretária de educação básica, Cátia Schinecart, professora da Universidade Federal do Amazonas aqui da terra dela, vemos prestigiar nesse evento aqui. Cumprimentor também
aqui, estamos com a Zara Figueiredo, que é a secretária da educação continuada da SECADI, que é responsável por todas as políticas de inclusão eh do ministério. Estamos com secretário de educação profissional e tecnológica, o Marcelo Breganlei. Todos Três também professores das universidades federais, um de dois de Minas, Mineiros aqui da Amazonas. Aqui o nosso secretário de educação superior do MEC, o Marcos Vinícius também. Rapaz, Minas Gerais tá ganhando aqui. mineiro da Universidade Federal de Juiz de Fora, também professor da universidade, presidente da EPSÉ, as nossas três instituições mais diretamente vinculado ao ministério, que é responsável
pelos Hospitais universitários, o Artur Kouro, também professor da Universidade Federal de São Paulo, na nossa presidente da FNDE, Fernanda Pocó Baíba, que é a FNDE, que é responsável pelas políticas da educação básica. E aqui ao meu lado o presidente do INEP, Manuel Palácio, né, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, e que é o nosso diretor eh do do Minep, que vai fazer aqui hoje a apresentação Do Censo Escolar 2025. Também tem uma presença também aqui do Moreno, que durante muitos anos foi quem fez a apresentação, mas tá querendo se aposentar, mas não vamos
deixar não, mas eh também dois técnicos de carreira do do INEP. Então, a minha palavra que antes de abrir pro para a apresentação do censo, primeiro dizer que a escolha aqui da Amazonas foi num numa numa tentativa de a gente descentralizar um Pouco as ações só em Brasília e só no ministério, né? Ao longo dos desse ano 2026, desde janeiro, eu tenho feito uma caravana do MEC percorrendo todos os estados do Brasil. Vocês terem ideia, já fui a 17 estados. Ontem estava no Acre, em Rondônia. visitando todos os estados, eh, inaugurando obras, dando hora de
serviço, conversando com as instituições, com a comunidade, né, e, eh, decidimos fazer essa essa apresentação do Centro Escolar, que é Feito todo ano pelo Ministério aqui, eh, na Amazônia e nessa região do estado do Brasil, até porque a gente sabe das desigualdades que é também o nosso país e também as desigualdades, não só do ponto de vista sociais, do ponto de vista econômico, mas também do ponto de vista educacionais, os desafios que são as regiões pela questão geográfica e a gente tem debatido muito isso. Então, primeiro Dizer que é uma alegria a gente estar aqui,
né, na nesse estado e fazer poder fazer essa coletiva de apresentação do censo escolar. Eu também queria fazer um destaque em relação tanto a vocês que estão aqui presentes e que estão sempre nos acompanham lá em Brasília pelo restante do país, que desde quando nós assumimos o ministério em 2023, o presidente Lula nos colocou a missão, a tarefa de eh olhar fortemente pra Educação básica do Brasil por conta de um de um simples motivo que é talvez o maior desafio da educação brasileira esteja na educação básica, até porque para um estudante chegar ao ensino superior
precisa concluir a educação básica. E o último dado do IBGE 2024, ainda vamos ter o dado aí 2025, 66,2 milhões de brasileiros não concluíram a educação básica nesse país. Eu tenho dito isso por onde eu tenho andado e Significa quase 1/3 da população brasileira não concluir a educação básica no país. E isso imagina os os as consequências do ponto de vista social, do ponto de vista econômico para um país da dimensão do Brasil e das desigualdades que ainda é o Brasil. E a gente sabe que quando uma um jovem ou quando um cidadão ou a
cidadã eh conclui o ensino básico, eh a abre portas, né? as as perspectivas para essa para esse cidadão e para essa cidadã Enormes e também do efeito do ponto de vista econômico. A gente tem estudos que mostram que o resultado econômico no país quando a qualificação da mão de obra é muito maior. Então, desde 2023 a gente tem nos debruçado sobre isso. Queria destacar antes de entrar aqui nos dados do censo de que toda a estratégia que nós construímos ao longo desses 3 anos e quase dois meses, né, nessa gestão que eu tive a honra
de ter sido convidado pelo presente Lula, teve o Foco da creche a pós-graduação, né? Mas como nós vamos apresentar aqui o Censo Escolar da educação básica, é dizer que nós traçamos uma estratégia dentro daquela visão de que o Brasil praticamente já universaliza o acesso inicial à escola nesse país, né? Eh, mas a gente precisa garantir qualidade na aprendizagem, garantir a permanência dessa criança e desse jovem na escola e garantir equidade e inclusão dentro de um país tão desigual. Então essa foi a Estratégia. Todas as ações que nós tomamos nesse governo eh focado na na educação
básica tem esse objetivo. Quando a gente criou, por exemplo, o compromisso nacional criança alfabetizada, que garantir que as crianças aprendam a ler e escrever na idade certa, porque isso, se ela não aprende a ler na idade certa, compromete todo a vida escolar dessa criança. Tá aqui o INEP que desde 2023 construiu juntos com os estados e Municípios, porque também foi um nós retomamos o diálogo federativo que tinha sido interrompido no ministério, porque quem executa a política da educação básica são os estados e municípios. O papel do MEC é um papel de coordenar a política, né,
de ser o grande maestro da política para não deixar ninguém para trás, para reduzir as desigualdades, né? Então, o Programa Nacional Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, nós fizemos desde o início, eh, definindo o Padrão para o país. Pela primeira vez, nós passamos a avaliar sensitariamente por aluno, por escola, por município, que era feito por uma amostragem do SAEP. Então hoje criamos uma premiação do cedo também pros municípios e estados que avancem na questão. Pactuamos, né? Pactuamos metas até 2030 pactuadas por todos os estados e por todos os municípios. E então, para mim, essa foi uma das
mais importantes ações que a gente construiu desde 2023, que Inclusive os dados do censo, os dados eh mostravam que em até antes de 2023 tínhamos apenas 36% das crianças alfabetizadas na idade serda no país. Claro que teve um impacto forte por conta também da pandemia. Estabelecemos metas, inclusive a meta de 2024 foi 60.4, 4 60%, aliás 60% e chegamos eh se nós não considerarmos Rio Grande do Sul que passou pela camid calamidade, nós chegamos a 60.4% das crianças da A meta desse ano é 64%, Vamos divulgar em março, inclusive, que é outro dado que é
feito eh que é apresentado também pelo ministério. Criamos a política por lei da escola de tempo integral, né? E para mim essa das mais importantes políticas. Ela tem mostrado que ela garante permanência, aumenta a permanência, aumenta o resultado, a qualidade da aprendizagem desse país. E lembro-se que o PNE, que é o Plano Nacional de Educação, a meta até que ainda está em vigor, que é até 2025, Eh nós estamos agora aprovando o novo PNR chegar a 25% das matrículas da educação básica nesse país. Eu daqui vou daqui a pouco vou mostrar que esse é um
dado positivo que a gente apresenta hoje do centro escolar. Quando a gente cria também o pé de meia, que é para evitar a evasão escolar, né, que infelizmente 480.000 e os jovens estavam abandonando a escola pública no ensino médio brasileiro. E nós, nos últimos 2 anos e meio, a gente conseguiu Reduzir pela metade a evasão escolar do ensino médio brasileiro. Nós vamos também apresentar dados importantes que fala aqui da da distorção idade série, que é exatamente é um dado importante que que nó vamos divulgar também no novo censo escolar. quando a gente fala, quando a
gente criou o programa Mais Professores, que é para exatamente eh reconhecer a importância do papel do professor nesse país, a gente sabe que mais de 60% do resultado da qualidade da Aprendizagem de uma criança no ensino fundamental depende do professor. Então, precisamos ter bons professores da rede pública eh nas escolas brasileiras e tivemos que mudar as diretrizes curriculares nacionais. 86% dos professores quando nós chegamos no Ministério da Educação estavam sendo formados 100% à distância. E quando a gente avaliava que era cada 3 anos que a gente avaliava a qualidade do professor através do ENADE, a
gente passou a Avaliar agora anualmente, mudando inclusive os critérios de avaliação e acabamos com com com a formação de licenciatura 100% à distância do Brasil. A exigência agora é de 50% presencial, né, para garantir a qualidade na formação de professores no nosso país. Repito, mudamos as diretrizes curriculares nacionais, criamos mais professores com também com um estímulo para o aluno que tira 650 pontos no Enem, o acima ele recebe o pé de meia Licenciatura, que é uma bolsa de R$ 150 por 4 anos por por todo o período que ele passa na universidade para estimular que
jovens talentosos entrem na área da licenciatura nesse país. E nós temos défic de professores, principalmente em algumas áreas específicas de física, de matemática, né? eh nas escolas brasileiras criamos mais professores também para pagando uma bolsa a mais de R$ 2.500 por professor dentro do estado que vá suprir uma carência de um outro Município, é igual, é mais ou menos igual ao mais médico, onde tá faltando professores específicos de matemática, de química, de biologia. Esse professor pode se deslocar para outro município e o ministério paga uma bolsa a mais além do salário dele eh de ou
dela de R$ 2.500, né? Eh, criamos para mim talvez uma das mais importantes ações do ministério foi a prova nacional docente, inclusive com mais de 1 milhão1.000 pessoas, professores, que se inscreveram Paraa prova, que a gente padronizar a pré-seleção dos professores que vão paraa rede pública eh desse país, porque muitas vezes o município faz uma seleção de um jeito, o outro faz de outro. Então, a gente padroniza e garante qualidade que aquele professor está apto a ir para uma sala de aula. Porque eu vou dar um dado para vocês. O ENAD, quando nós começamos a
a mudar, fazer essas mudanças, eh eh de uma nota de nota de 0 a 10, todos os custos de Licensatura em média do Brasil estavam todos abaixo de cinco, numa escala de 0 a 10. A gente olhava paraa pedagogia 3.6 a nota dos professores estavam sendo formados e é esse professor que vai pra sala de aula. Então, formar bons professores é muito importante para garantir a qualidade na aprendizagem das nossas crianças e jovens nesse país. Também o foco no ensino técnico, né? A gente também vai dar um dado importante hoje aqui no Centro Escolar que
é fruto Também dessa política que nós estamos fortalecendo, né? Pra gente fez, lembra? Lembrando que em 2023 nós fizemos mudanças no ensino médio por lei, inclusive priorizando o ensino técnico nesse país. E agora estamos com a com o projeto do Propag, que vai ser implementado a partir desse ano. O Propag eh, para quem não tem conhecimento, foi um projeto de lei aprovado no Congresso Nacional que ele permite trocar os juros da dívida que os Estados têm com a União por investimento em educação. E nós estamos focando todo o investimento em ensino técnico, pros jovens desse
país. Significa que a perspectiva agora, ah, ainda não é um dado eh preciso, mas a expectativa é que a gente possa ter mais 8 bilhões esse ano de investimento no Propag para educação. Isso vai possibilitar aumentar em 600.000 vagas no ensino técnico, ensino médio brasileiro, só no ano 2026. Já tem estado que tem dinheiro na conta, né? O que significa estado eh que devia ao governo federal eh ele nós reduzimos o o o juros da dívida que ele paga ao estado e esse dinheiro vai para um fundo e esse fundo vai pro estado, vai pros
26 estados e pra federação para que ele possa investir na ampliação. Ele tem que comprovar a ampliação da matrícula esse ano da ampliação da matrícula no ensino técnico brasileiro. Focamos a estratégia do PAC educação da Educação básica. tá aqui aprendendo defend eh em creches e escola tempo integral, né? Eh, dentro dessa estratégia nossa de construir uma escola de tempo integral, onde olha o projeto de vida do aluno, onde o aluno passa o dia na escola, faz alimentação na escola, pratica esporte, faz atividades técnicas, enfim, além da questão próprio curricular. E então todas as nossas obras
do PAC, além da retomada das obras estavam Paralisadas, mas todas as obras do PAC que nós lançamos nas duas etapas foram focadas em creches e escola de tempo integral, além do transporte escolar, além da importância da alimentação escolar para uma criança na escola. É bom lembrar que nós aumentamos, fazia 6 anos que não tinha reajuste na merenda escolar na escola pública. Nós aumentamos 55% reajuste da merenda escolar nesses 3 anos do governo do presidente Lula. 55% Pela importância que significa, inclusive ampliando também o recurso para a escola de tempo integral, que é a grande política
que esse país precisa alcançar. Então, eh, eu queria dizer que e repito que isso tudo faz parte. E quando eu cheguei no ministério e a imprensa me perguntava qual era a minha meta, qual era o meu desejo, eu disse, como nós estamos no último ano da apresentação do censo, né, eh, claro que nós vamos ter ainda os resultados 2026, Eu dizia que o meu desejo era que a gente pudesse melhorar os indicadores educacionais do Brasil, né? Porque eu só acredito em qualquer política pública, se ela tiver meta, se ela tiver planejamento, se ela tiver resultado,
se tiver monitoramento de resultado, criamos a premiação, o prêmio nacional MEC para reconhecer os esforços das redes. Criamos o selo nacional da alfabetização, que eu considero a mais importante por L, uma das mais, não vou Dizer a mais, mas uma das mais importantes polí que nós criamos nesse ministério. E é impressionante, Car, quando eu vou ao estado dos prefeitos, olha, meu meu município desse ano é celo ouro. meu município conseguiu alcançar as minhas metas. Então isso isso é importante para gerar um grande movimento no Brasil da importância da educação, da qualidade da nossa educação. Então
primeiro eu quero dizer aqui que tô com toda a equipe do MEC Para mostrar o compromisso que nós temos com a educação e com com o nosso ministério, com a educação brasileira. E quero aqui fazer, destacar alguns pontos antes de passar aqui, eu quero destacar aqui alguns pontos importantes que eu considero que foram avanços que esse censo escolar, para mim, eu tô muito feliz, claro que nós queremos melhorar, avançar muito mais os indicadores, mas estou eh feliz porque eh e aqui eu vocês vão receber aqui, eu Fiz um one page que a gente chama pra
gente, porque eu sei que o senso ele é muito e muito grande, mas eu fiz aqui um one page pra gente ter alguns dados importantes. Primeiro que é um esforço do governo que são a questão das creches, né? A gente conseguiu eh não, ainda não tem o dado de 2025, mas 2024 e que é o dado do PENAD, nós chegamos a praticamente 40%, 39.8% de atendimento de creche em criança de 0 a 3 anos. Não tenho dúvida que vamos Ultrapassar 40% quando saiu o PEND esse ano 2025, né? Lembrando que a nossa meta do PNE
50%, nós não cumprimos ainda a meta do PNE que se encerra, encerrou agora em dezembro de 2025. Um dado importante que eu queria eh dar para vocês é a distorção idade séria. Para mim, isso aqui é uma coisa fundamental. Nós conseguimos de 22 para 25 reduzir a distorção idade séria em todas as etapas da educação básica, mas principalmente no ensino médio e inclusive no terceiro Ano uma redução de 61% de de de redução de idade séria. Ou seja, nós saímos de 27.2% para 13.99% 99% só no terceiro ano do ensino médio. E não tenho dúvida
que isso é fruto dessas políticas que eu falei que foi que t sido implementadas pelo governo. Mas nós saímos no ensino médio geral, nós saímos de 22 lá nós saímos de 27.9% para 17.6% num redução de 10 pontos. Mas no ensino médio, a gente no terceiro ano do ensino Médio, nós nós tivemos uma queda de 61% na distorção idade séria, que é a idade que o aluno deve estar naquele ano, corretamente naquele ano, né, no ensino médio, que é 15, 16, 17 anos. Um outro dado importante que eu queria destacar aqui é educação em tempo
integral, né? Nós pela primeira vez nós alcançamos a meta do PNE de 25%, que era meta. Chegamos a 25.8. 8% em 2025, né? Então, e destacando aqui também para o ensino médio que saiu de 16 para 26.8% Acima da meta nacional que era 25%. Também na creche chegamos a 61% de tempo integral em creche no Brasil. Então, é um dado pra gente comemorar. É claro que o novo PNE que está para ser aprovado na no Congresso Nacional já foi aprovado na Câmara e agora no Senado. A nossa meta é ampliar a escola de tempo integral
para 40%. N então é uma meta que eu eu gosto, o meu sonho é que fosse 100% escola tempo integral em todos os níveis na educação básica brasileira. Mas a nossa Meta, pela primeira vez nós alcançamos a meta se do PNE chegar a 25%. Um outro ponto importante é a conectividade. Vocês sabem que outras ações também importantes que o Ministério tomou e o Congresso aprovou foi a restrição do uso de celular nas escolas brasileiras, que inclusive completou um ano agora em março. E nós estamos agora fazendo uma pesquisa sobre a liderança do INEB para mensurar
os resultados dessa medida. A gente sabe que o uso excessivo de telas Prejudica muitas crianças, principalmente crianças e adolescentes. O Brasil é o segundo país do mundo que mais tem média de uso de telas ou de redes, acesso à redes sociais do planeta. Nós só perdemos paraa África do Sul. Não sei porque que a África do Sul é maior do que o Brasil. Em média, o brasileiro passa 9:13 numa tela ou numa rede social, no celular. Então imagine um aluno dentro de uma sala de aula, né? eh olhando o WhatsApp, olhando as redes Sociais e
o professor dando aula. Então isso diminui eh há um problema de déficit de atenção, problemas mentais, né, ansiedade. Então não tenho dúvida, visitei muitas escolas para entender e compreender um pouco essa essa medida. E é impressionante como no início foi complicado, porque são gerações que nasceram já com a tecnologia, mas compreenderam que também faz parte do processo pedagógico, a convivência nos intervalos da escola, né, a participação E é possível assim, nós queremos a tecnologia na escola, mas queremos a tecnologia com fins pedagógico para auxiliar a aprendizagem do aluno e ser um elemento complementar do professor,
né, na metodologia pedagógica da da aula da escola. Então, a conectividade do Brasil também há um esforço do governo de garantir 100% da conectividade para fins pedagógico das escolas. O CENS apresenta a conectividade em geral, nós chegamos a 94.5%, Mas essa conectividade é dizer assim, olha, tem conectividade na escola, tá? Mas pode ser para a sala do professor, do diretor, para a administrativa, mas nós queremos conectar para fins pedagógicos para que o professor possa transmitir um vídeo, passar fazer aulas pro aluno. E é por isso que nós criamos a estratégia nacional de coletividade de escolas
que nós passamos de 45% em 2023 para 70% esse ano. Quem mais avançou foi a região norte, que são as regiões mais Remotas e mais difíceis de conectividade e muitas delas são por satélite. Então esse também foi um dado importante que eu quero destacar do senso. Um outro dado foi raça cor, porque paraa gente poder traçar as estratégias de inclusão e equidade, é preciso conhecer as realidades das escolas. E nós reduzimos de 27 para 13% das informações em relação a isso do senso escolar, fruto também da política nacional de educa de educação éticocial e educação
quilombola Que foi criada pela SECAD. Então, também é um dado importante. Outro dado que eu quero destacar, tô terminando, educação profissional, nós saímos de 2.5 milhões para 3.18 milhões de de matrícula na educação profissional. Isso é um dado importante. Nós tínhamos em 2022 apenas 11% de matrículas, né, no ensino médio de educação técnica. Nós chegamos a 20,1%. É quase dobrar, né, em praticamente 3 anos o número de matriz. Agora com Propag, nós vamos ter uma, estamos com uma metausada, a gente tinha uma média de chegar a 35%, já estamos chegando a 20 sem o propag.
Então o propagliar, é o maior desejo do jovem é concluir o ensino médio eh técnico. 80% da P que nós fizemos com os alunos, eles querem o ensino médio concomitante ou integrado ao ensino técnico brasileiro. É por isso nós estamos construindo C eção em quantos? C 113 novos estudos federais, campo de estudos federais. No Brasil, inclusive aqui na Amazônia. Eh, falar também da educação especial, porque para nós isso é um dado muito importante. A gente atingiu 2,5 milhões de matrículas de alunos com deficiência em 2025. É um crescimento de 82% comparado a 2021, né? E
o atendimento educacional especializado para o aluno do de 4 a 17 anos chegou a quase 50%, 49.7% 7% é o maior também da taxa. E outro dono para encerrar aqui para passar que é um destaque, eu vou Entregar esses destaques aqui para vocês, é a seleção de gestores escolares. A gente tem defendido muito, e isso isso não é de hoje, que os gestores escolares sejam escolhidos, eh, por processo de seleção eh nas suas escolas. Eh, acabava com aquela indicação de vereador, deputado, indicado, diretor de escola. Inclusive, isso foi uma medida que o meu estado do
Ceará, que foi governador há muito tempo, já tomou e a gente sabe os Avanços que o Ceará teve na na questão educacional. Então, um dado importante é que nós passamos de 16,9% para 43%, que não é mais indicação eh do gestor, o diretor queremos chegar a 100%. Mas eu acho que é um avanço significativo, é um dado que eu considero eh eh outro dado importante que 92,6% dos professores nas escolas da educação básica no Brasil já tem formação Superior. Então também é um dado importante a qualificação desse professor eh nas escolas nas escolas do outro
país. Então eu queria fazer esses destaques inicialmente, dizer do esforço que essa equipe, eu sempre digo que ninguém faz nada sozinho, é é e nós somos do MEC, repito, eh os coordenadores da política nacional, mas quem executa, quero aqui fazer, cumprimentar e agradecer toda a parceria dos estados e municípios que tdo com o Ministério da Educação. É impressionante como independente de questões políticas ou ideológicas, que infelizmente ainda esse país está muito polarizado, mas todos os municípios, estados t aderido à políticas do ministério na alfabetização. 100% dos municípios brasileiros e dos estados brasileiros aderiram ao compromisso
nacional criança alfabetizada. Então, para mim isso é importante. Nós saímos de 17% para 91% dos municípios brasileiros com política De educação em tempo integral. Isso é importante. Saímos de 17, é 17, não é isso, C? 17 para 91%. Então isso isso mostra o desejo, a importância que os gestores estão dando, né? Criamos uma rede de 7.300 300 alfabetizadores nesse país, articuladores da alfabetização em cada município, escolhido pelo município, agora capacitado pelo MEC, recebe uma bolsa por parte do Ministério para que a gente possa garantir que uma criança Seja alfabetizada na idade certa desse país. Então,
eu queria eh deixar aqui registrado eh todo a parceria, a importância do diálogo com os entes federados, com os estados e municípios. agradecer também ao Congresso Nacional, porque todos esses projetos foram aprovados pelo Congresso, inclusive aprovamos depois de 16 anos que estava em discussão no Congresso o Sistema Nacional de Educação, que é o SUS da educação, que vai nos permitir Construir, do ponto de vista federativo, as políticas nacionais da educação brasileira para definir regras mais claras do papel e a responsabilidade de cada ente federal, que já tá valendo a partir desse ano, tá sendo regulamentada
a lei e e que em breve será aprovado o novo PNE, o novo Plano Nacional de Educação, que será as metas da educação brasileira para os próximos 10 anos nesse país. E tem um e tem um debate importante no Congresso Nacional que é Uma projeto de lei que que é o plano que é a o plano nacional de educação de infraestrutura educacional brasileira. Porque não adianta eu quer apenas criar metas paraa educação desse país se não ter condições de ter mais investimento. Se eu quero ampliar, né, de 50 para 60 acesso à creche de criança
de 0 a 3 anos, eu preciso ter mais investimento. Se eu quero ampliar de 25 para 40 a escola tempo precisa ter mais investimento. Se eu quero ampliar o Ensino técnico, eu preciso ter mais investimento. Então, existe um projeto de lei no Congresso Nacional, importante a imprensa toma conhecimento disso, é que ele ele eh a ideia é utilizar os excedentes da arrecadação do Pressal no Brasil, né, que já que por lei parte já tem que ir paraa educação, mas que esteja fora do arcabolso fiscal e fora do primário para permitir fazer esses investimentos da educação
brasileira, da educação básica ao ensino Superior. Significa que a gente pode ter aí nos próximos 10 anos algo em torno de mais de 220 a R50 bilhões de reais a mais para investimento na educação brasileira. Para mim, eu acho que é o grande salto que o Brasil pode fazer nos próximos 10 anos, que nós estamos, o Brasil tá começando a envelhecer do ponto de vista populacional, estamos perdendo o melhor, a melhor janela que é a juventude desse país. Precisamos criar Oportunidades para garantir para esses jovens e pra economia e pra sociedade brasileira. Então, queria fortemente
aqui agradecer todos esses ites e passar aqui a palavra pro Fábio, né, que vai fazer aqui a apresentação do Colar. De repente eu vou lhe interrompendo aqui para fazer alguns destaques, alguns dados importantes. Então, gente, muito obrigado. >> Eh, ministro, eu preciso do passador. Passador. Passador. >> Se quiser eu lhe ajudo. >> É, é a outra apresentação, pessoal. OK. >> OK. Tá aqui. >> Bom dia a todos. Eh, muita satisfação nesse momento a gente poder apresentar o resultado de um trabalho árduo, né, da da equipe do INEP, de todas, né, as escolas do país. Eh,
queria agradecer a oportunidade de estar aqui fazendo essa apresentação em nome da equipe. É, um pouco sobre o senso, né? O senso é da Educação básica e ele envolve todas as escolas de educação básica, públicas e privadas, todas as redes de ensino. E participam dessa pesquisa mais de 230.000 informantes. São os diretores, os professores, os secretários escolares que participam fazendo a informação dos dados da escola. E a gente desde já agradece a todos eles eh esse empenho em realizar essa pesquisa anualmente. A gente leva aí 4 meses em campo, desde a coleta dos dados até
eh a validação dos Dados. Eh, são 8 meses intensos de trabalho paraa realização da pesquisa, fora o tempo que a gente tem na preparação de todos os instrumentos, enfim. e a realização disso em anualmente, né, a cada ano, eh é sem dúvida um esforço federativo que merece ser louvado, que merece ser eh considerado aqui e que permite que o país tenha eh dados educacionais que possam eh auxiliar o entendimento da dinâmica da educação no país. Então, Queria já deixar, né, o esse agradecimento aqui a todos que fazem o senso escolar. o INEP coordena esse processo,
né? Mas ele não faria sozinho, sem dúvida nenhuma. Eh, temos uns destaques aqui em relação a a ao atendimento na educação básica. que é preciso que a gente entenda o contexto. Eh, esses dados não são dados do censo, são dados da PINAD, da PINAD, que é a pesquisa domiciliar do IBGE, que mostram que a população brasileira na Faixa etária educacional está diminuindo. Então, a gente separou aqui eh duas faixas etárias limítrofes, a população de 0 a 4 anos e a população de 15 a 17 anos. É esse primeiro gráfico à esquerda em que a gente
consegue observar que nos últimos 4 anos a gente tem tendências de queda dessa população, ou seja, a população que é a população alvo da educação básica, né, ela tá reduzindo. Então, certamente isso terá algum nível de Impacto sobre o número de matrículas. OK? A outra questão é ah o atendimento educacional, né? Ou seja, da população, aquelas pessoas que frequentam a escola. Então, a gente tem aí o dado eh de frequência escola de 0 a 3 anos, que é a creche, né, que a gente chega a 39,8% em 2024. Eh, e a frequência na idade, né,
da escolarização obrigatória que é de 4 a 17 anos, que também é uma frequência crescente. A gente tá em 97, o atendimento em toda essa faixa etária. Então, em que pese haver uma redução do número de pessoas, né, o atendimento dessas pessoas na escolarização formal está aumentando. É isso que os dados, que não são os dados do censo escolar, são dados, né, da pesquisa domiciliária do BG, mostram. Qual é a consequência disso, né? A consequência é que quando a gente vai olhar aqui o número de matrículas na educação básica, a gente tem uma redução de
matrículas na educação básica, né? A gente perdeu 1 Milhão de matrículas no último ano, mas de novo isso não é um problema. Por que que não é um problema? Porque o atendimento educacional da população está aumentando. Então, se você observar ali o gráfico número dois, que é o primeiro gráfico da segunda da segunda parte, ali, a gente vai ver que a a frequência escola, tá, ela vai aumentando nos últimos 5 anos, que é o que o gráfico traz aí em todas as etapas de ensino, a gente tem um aumento da Frequência escola, ou seja, embora
temos menos alunos, porque temos duas situações acontecendo. é a redução da população nessa idade que é a idade da escolarização regular. E a outra situação é o que o ministro já trouxe aqui como informação de destaque, que é o gráfico três. Ele vai mostrar que a gente tá tendo uma redução da retenção do aluno fora da faixa etária, né, eh, adequada para a educação. Então, o que que acontece? A gente tá repetindo Menos, os alunos estão repetindo menos. E isso faz quando o aluno, quando você quando você retém o aluno e não permite que ele
avance nas etapas de ensino, você enche o sistema, porque a a expectativa é que o aluno passe e aprenda, né? Então ele vai passando ano a ano e ele vai aprendendo. Se ele é retido e ele mantém, eu vou mantendo esse aluno e eu vou aumentando o número de matrículas. A medida que eu começo a eh reduzir essa distorção idade séria, Dar oportunidade pros alunos que estão atrasado para que eles concluam, a gente vai ter uma redução de matrícula. Então a redução de matrícula que a gente observa, ela tem ela é uma consequência de dois
fenômenos, mas que não leva a uma, eh piora do desempenho educacional do país. Na verdade, ela tá mostrando o contrário, ela tá mostrando uma melhora do desempenho educacional do país, né? A gente tá vendo que temos alunos com uma idade mais adequada paraa etapa de Ensino, né, que eles estão cursando e temos eh menos alunos, menos pessoas, porém a gente tem um atendimento crescendo. O atendimento está crescendo em todas as etapas de ensino. >> Eh, já foi destaque aqui pelo pelo ministro, né? E aqui a gente tá só >> OK, >> deixa eu só fazer
um comentário aqui, porque a Fernanda acaba de me passar aqui uma uma matéria de um jornalista e é isso que eu queria com toda franqueza E que ela bota logo em destaque a matricas no ensino médio brasileiro diminui 450.000 matrículas. Na verdade, nós não diminuímos. Isso aí foi diminuiu foi a como como o próprio Fábio explicou o que diminuiu foi a população brasileira diminuiu e nós melhoramos o fluxo desse aluno. O aluno com exatamente mostrando a distorção idade ser o aluno tá passando de ano. Então e quando a gente mostra que 99 a gente mantém
a cobertura. Então quando você Bota um destaque desse na matéria, como se fosse como se fosse um problema que quando na realidade é uma solução, nós estamos melhorando a, né? >> A o repórter tá mandou aqui para mim, mandou. >> Então o sistema tá mais eficiente. Então assim, é só ter o cuidado pra gente poder não tô aqui fazendo não. Bota aqui é do all ensino médio registra quer de 425.000 alunos aponta sensar 2025. Sim, houve uma diminuição por dois motivos. Um porque a população diminuiu e o outro nós melhoramos o fluxo. O aluno ficou
mais retido. A gente mostrou caímos inclusive no terceiro ano 61% né da distorção idade séria desse aluno. Então isso é um dado bom, né? Quando a gente olha a cobertura, ela se mantém até também melhorando a cobertura do atendimento ao aluno no ensino médio brasileiro. >> Perfeito. >> Esse esse slide mostra muito bem isso Aí. Olha a distorção idade sério, como caiu no gráfico três. >> E ela é mais acentuada no ensino médio. >> Mais acentuada no ensino médio. >> A queda é mais acentuada. A gente vai chegar com com os dados separados aí por
etapa de ensino, né? Então aqui a gente tem de novo destaque que o ministro já fez em relação a à participação da matrícula de tempo integral, né? A gente tem então na educação básica como um todo 25,8% De atendimento eh de tempo integral. E como vocês podem observar no gráfico, a gente tem crescimento em todas as etapas, na creche, na pré-escola, nos anos iniciais, nos anos finais e no ensino médio, que inclusive supera os 25,8%, é 26,8% da matrícula no ensino médio é de tempo integral, né? Aqui já foi destacado pelo pelo ministro, a gente
tem então um aumento do número de escolas que tem eh conexão Com a internet, né? A gente ainda tem esse desafio grande, eh, que é um desafio na região norte, mas a gente tem, eh, um quadro nos últimos 3 anos aí de uma melhoria, né, eh significativa aí na cobertura. Só só para destacar e mostrar que a região norte é uma região com maior desafio, claro, pelas questões geográficas e físicas, mas vocês vê aí que tem ainda estado Acre, ainda o estado com menor Percentual ainda. Amazonas, apesar de repos cresceram. a gente pegar o resultado
do ENEC, elas todas cresceram, mas ainda a região que ainda apresenta o maior desafio para garantir essa conectividade. Eh, em relação à corraça, né, esse quesito na pesquisa, ele é um quesito que completa 20 anos de coleta. a gente começou a coletar esse quesito em 2005, eh, e desde então o quesito ele é coletado com a mesma metodologia, não Existe alteração da metodologia, ou seja, a informação ela foi melhorando porque as pessoas foram entendendo a necessidade de que a informação é relevante, especialmente pra gente poder fazer uma avaliação sobre as desigualdades aqui, desigualdade de cor
e raça. Então, eh, em 2018, a gente fez um esforço junto ao Conselho Nacional de Educação para criar uma, né, para ter uma resolução que diga às escolas que é importante, né, na verdade é obrigatório Que as escolas captem essa informação junto às famílias, porque é uma informação de autoidentificação. Ninguém vai determinar qual é a corraça, né, da das pessoas. são as pessoas que auto se se autoidentificam, são as famílias, no caso das crianças, que vão fazer essa refer essa essa essa autoidentificação. E é preciso que o dado esteja na escola. Como eu comentei antes,
a gente precisa que os professores que são os diretores e os Secretários que fazem a informação. Se não existe a informação, ele não tem como colocar. Então, quando isso acontece, ele vai colocar lá no senso não declarado. Não declarado significa que a escola não tem aquela informação, né? E aí quando a gente olha a a a frequência dessa resposta o não declarado, né, especialmente aí nos últimos quatro anos, né, eh os três últimos anos é significativo, né, todo esse esforço. Ministro já comentou aqui, Foi feito um trabalho em conjunto com o MEC, MEC e INEP,
né, no esforço de que a gente pudesse ter essas informações mais disponíveis na escola para que a gente pudesse coletar. Então a gente cai verde, né, de uma forma bastante significativa, de 23 para 25, a gente reduz aí 12% eh a não declaração de cor e raça. E por que que isso é importante? Quando a gente olha aqui a distorção idade série, por exemplo, vou pegar aqui o ensino médio, que é o primeiro gráfico De colunas, a gente tem 16% de distorção idade séri no ensino médio. Mas quando a gente olha essa distorção idade série,
né, por cor e raça, a gente vai olhar ali que no caso do ensino médio, né, os brancos têm eh uma distorção idade série de 11% e pretos e pardos de quase o dobro, 19%. Então temos ainda um desafio de, né, de de permitir que esse sistema seja mais, né, igualitário, seja mais equitativo. E aí a gente tem eh aqui é obviamente é só um dado em resumo, em Síntese, mas é possível você olhar vários dados, várias estatísticas do censo, né, distribuídas pela co e raça, por questões de idade, por questões de território. E é
possível você avaliar, então, eh, não só a diversidade do país, mas a desigualdade do país em algumas situações. Aqui na educação infantil, então a gente tem uma estabilidade de matrículas na creche aí, 4,1 milhões de matrículas na creche. A população tem uma tendência de Queda, né? O que que é o destaque aqui na educação, né, de creche é que a gente tem aqui a maior participação da rede privada, né? Ela tem 30% do atendimento na creche é da rede privada, só que essa rede privada, 53% dela tem convênio com o poder público. Ou seja, a
gente tem um um uma iniciativa eh privada aqui, né? eh com as parcerias público, né, para que a haja um atendimento na creche. E a gente tem um um quadro de 22, né, eh, para 25, de um aumento do número de Matrículas leve, mas é um aumento que significa que a gente tem um aumento de atendimento também. A gente chegou a 39,8, como o ministro colocou, o a frequência creche na população de 0 a 3 anos é 39,8%, que é um dado do IBGE. a gente espera, né, há indícios de que esse esse valor supere
em 25 os 40%. Na pré-escola a gente tem uma redução de matrículas, mas eh é importante observar aqui a redução do tamanho da população. Então a as duas linhas ali elas estão Caminhando ali de uma forma mais conjunta, né? Eh, e a gente tem aqui uma cobertura de 93,4% na creche. Esse é um na na pré-escola, esse é um desafio que a gente precisa, né, enfrentar, que é aumentar, né, essa proporção dos 93% aí e elevar para um nível de universalização ali no como as outras etapas da educação, eh, da educação do ensino fundamental, né?
Lembrando que a obrigatoriedade, né, eh, de 4 e 5 anos, ela é mais recente, né? A Legislação, ela iniciou lá com a obrigatoriedade dos 7 anos, foi para seis, a gente tem a obrigatória de quatro. Então, as redes vão se eh eh adequando, né, o atendimento no ensino fundamental aqui nos anos iniciais, né, a gente tem eh a manutenção do 4. 14.5 5 milhões de matrícula. Eh, aí a gente vai observar que o recorte para os anos iniciais, né, paraa população ali de 6 a 10 anos, que é a População que tem a idade adequada
para cursar os anos iniciais, a gente tem 99,6% de atendimento, né? E esse atendimento ele se mantém estável, ou seja, tá universalizado, não existe, né, o o número de matrículas ali, ele tá estável. eh a população, né, vai ter uma variação ali entre os anos em relação à população e o o a matrícula vai vai responder a isso. Agora, é importante a gente observar o gráfico 15, que é o Último gráfico dessa lâmina, né, em que a gente vai eh nos anos iniciais a gente tem historicamente eh uma menor retenção dos alunos. Quando a gente
fala de distorção e idade séria, é uma consequência, porque à medida que eu reprovo o aluno, eu vou retendo esse aluno com a sé com a idade distorcida. Ele tá atrasado, né? O aluno que tá atrasado. Então, como é o primeiro ciclo em que a gente tem essa relação idade e etapa, né, a gente tem aí números Menores da distorção idade sério, mas eles estão caindo e caindo significativamente, né? A gente sai de 7,7% 2021 pós pandemia já, né? e chega a 6,8% em 2025, né? Pros anos finais, a gente observa aqui uma queda de
100 eh 200.000 matrículas, mais ou menos, né? Mas de novo, né, essa redução de matrículas, ela se deve a dois fatores, né? A população, né? A gente já mostrou que a população vai Diminuindo, a quantidade da população nessa faixa etária tá diminuindo, o atendimento continua, né, no nível de 99,4%, né, eh, estável, ou seja, a redução da matrícula não tá implicando em um desatendimento da população. A população continua sendo atendida nos mesmos patamares de universalização que a gente já tinha. Porém, essa redução vai tá associada a uma queda aí nos últimos eh eh 5 anos,
que é que a gente mostra ali, A distorção em idade sériu, né, na faixa aí de 6%, 6,5%. O que que significa? a população da faixa etária dos anos iniciais tá se adequando melhor à idade. Eu tô retendo menos alunos, né, a as taxas de aprovação, enfim, que é o que a gente vai tá coletando agora, né, tá em campo coletando as taxas de rendimento escolar, mas a distorção idade cé já mostra pra gente que é a consequência da distor, né, da a o resultado da Aprovação, reprovação do abandono, ele vai ter um impacto sobre
a consequência aqui que é o atraso escolar. o atraso escolar tá diminuindo, a gente tá esperando, obviamente que a aprovação, como nos outros anos, vai seguir eh avançando pro ensino médio, né, a gente tem eh 140.000 matrículas a menos, né, mais ou menos 140.000 matrículas a menos. Eh, são 7.35 35 milhões de alunos matriculados no ensino médio. Eh, e aí é Importante a gente observar que a gente tem uma uma um aumento da taxa de cobertura, né, de atendimento da população. A gente tá em 93%, 93,5% essa pequena variação eh do 10º, né, do centésimo
ali, na verdade, né, eh ela tem a pesquisa PINAD, ela é uma pesquisa amostral, então ela tem uma margem de erro. Então essa variação ela não é significativa. A gente acaba e entendendo que há uma estabilidade ali no atendimento do último ano, mas se a Gente olhar, né, os últimos anos em relação a ao início da série, a gente tem um aumento do atendimento no ensino médio, tá? da o atendimento da população no ensino médio. A gente sai ali do período de pré-pandemia, né, 2019, de 90%, eh, e chega a 93%, 93,5% de sentimento. Agora,
observem a redução dos alunos que estavam atrasados, né? a gente tem uma, a gente tinha 25,3% De alunos que estavam atrasados no ensino médio e hoje a gente tem 16%, é uma queda de praticamente 10% dos alunos que estavam atrasados. Que que aconteceu com esses alunos? Provavelmente eles progrediram, né, no sistema e concluíram o ensino eh fundamental, o ensino, a educação básica. Aqui é só a distribuição do tempo integral, né, da da matrícula do ensino médio em tempo integral. Eh, no país a gente já viu que ela vai Aumentando e aqui a gente observa que
ela eh acontece, né, de uma forma mais presente essa mudança, essa essa operação no Norte e no Nordeste. >> Quanto mais verde, melhor, >> né? Quanto mais verde, melhor. Quanto mais o quanto mais verde escuro ali, melhor. A gente tá acima de 50% do atendimento. Eh, em tempo integral. Temos um dado novo, no censo, né? Eh, qual é esse dado novo? com a política do ensino médio, houve uma alteração da Composição curricular do ensino médio. Eh, desde 2022, a gente tem tentado acompanhar essa essas questões, né, eh, na pesquisa. Eh, como ela é uma política
que está em implementação, eh, a gente tem uma série de dificuldades de eh tratar isso em quesitos, mas a gente conseguiu eh após, né, várias avaliações que nós fizemos em relação aos anos passados, a gente conseguiu modelar um quesito que capte então a a participação da formação geral básica, que é o Componente curricular ali da base comum curricular do ensino médio, né? eh os itinerários formativos de aprofundamento, que são as quatro áreas do itinerário, né, de aprofundamento em linguagens, matemáticas, ciências da natureza e ciências humanas, né, e o itinerário técnico profissional. Então agora a gente
consegue olhar para os alunos do ensino médio, né, o que eles estão eh cursando, como é que tá essa composição. É um dado que certamente ele Vai ter uma adequa uma uma um comportamento de adequação, porque é o primeiro ano que a gente tá sistematizando essa informação e a gente já pode enxergar algumas eh eh alguns pontos interessantes, né? Eh, eu vou pegar aqui a rede pública, que é esse conjunto das quatro barras do meio aqui do gráfico, né, em que a gente pode observar agora o total ali, o primeira a primeira barra desse conjunto,
né? Eh, a gente então tem a formação geral básica, Que pode ser composta com o itinerário formativo de aprofundamento, né, e o itinerário técnico profissional, tá? Eh, os alunos, então, eles vão estar dentro de composições diferentes de acordo com eh o interesse, de acordo com que as redes se organizam para ofertar eh esse atendimento. Então, a gente tem 62%, praticamente 61.9% dos alunos do ensino médio tão fazendo a formação geral básica com um itinerário de aprofundamento, com um ou mais Itinerários de aprofundamento, tá? pode ter mais de um por aluno, eh, enquanto que 24% mais
ou menos estão fazendo eh o itinerário eh formativo técnico profissional junto com a formação geral básica, OK? Eh, aqueles que estão só na formação geral básica, né, provavelmente são os alunos dos inícios, né, do início do primeiro ano, porque as redes se organizam para que o aluno possa fazer Uma escolha e aí isso leva ali um tempo para que ele possa, ele tem que dividir a carga horária nos 3 anos do ensino médio, né? E aí a gente tem uma uma política que está em implementação escalonada aí que ão tá sendo feita uma implementação paulatina
pelas redes, né? Em que a gente então observa eh uma diferenciação ali no terceiro ano do ensino médio em relação à formação geral básica. É aquele aluno que tá só na formação geral básica, provavelmente tá No currículo, né, anterior, concluindo ali a a o seu ensino médio, né, educação básica. esse dado é possível explorar esse dado mais detalhadamente. E aí é só uma um um ponto que a gente já chama atenção, que eu acho que é muito relevante. É não se pode somar as matrículas, né? Porque no caso aqui a gente tá falando o seguinte,
a matrícula da educação básica, ela tá associada com as etapas de ensino da educação básica. para a pesquisa. Essa Informação da ETAP está na formação geral básica e o aluno vai compor nessa formação geral básica a matrícula do itinerário formativo, né, de aprofundamento, itinerário formativo, técnico, profissional. Se você somar, você vai estar contando duas, três vezes a mesma coisa, tá? Então é só pra gente entender que, na verdade, eu tô agregando componentes curriculares pro aluno, OK? educação de jovens e adultos. A gente Tem o desafio, né, da tendência de queda. A gente tem uma redução
de 140.000 1 matrículas aí eh na educação de jovens e e adultos, que já é uma uma tendência histórica, né, de queda. Essa quando a gente olha paraa educação, para essa queda no no ensino fundamental e no ensino médio, a gente vê que há uma diferença, a queda, né, ali entre no último ano se estabilizou no ensino fundamental, na educação de jovens adultos do ensino fundamental e houve Uma queda eh no atendimento do dos jovens na EG do ensino médio. >> Só fazer uma uma uma um comentário sobre isso. Eh, a gente criou uma política
de educação de jovens e adultos para fortalecer, porque a gente tem visto aí uma queda, né, sistemática no número de matrículas. E o ministério fez algumas ações importantes. Primeiro foi mudar os fatores de ponderação, né, do FUNDEB, Que era o ao município, o estado recebeu 80% do valor do aluno matriculado na escola para a EG. Então não havia estímulo da para que os municípios estados criassem matrícula da EG. Então isso foi igualamos isso pela primeira vez na história do FUNDEB. as mudanças no fator de ponderação, que foi um estímulo para ver se os municípios, estados
ampliam as matrículas. Segundo foi incluir a EJ no pé de meia. Os alunos da EJA também recebem eh agora Tem um limite da idade, é >> 24 >> 24 anos. a gente tá pensando em como poder ampliar também, porque muita gente vai além dos 24 anos pra questão da Então, há um esforço, né, >> livre dático, fazia 9 anos que não tinha material livre didático para distribuído eh nos municípios estados. Então, nós fizemos eh a retomamos esse investimento e criamos toda uma política para estimular. Infelizmente continua caindo, Apesar da da queda tá sendo reduzida, principalmente
no ensino no ensino >> fundamental. >> Eh, fundamental. Vocês podem ver o gráfico aí, mas é um esforço que precisamos fazer um um movimento maior com as redes para que a gente possa estimular que as os municípios estados matriculem, abram turma da EJA, né? Repito, pel esse desafio que a gente tem, onde a gente tem aí 66, como eu falei, 66.2 milhões de de brasileiros Que não concluíram a educação básica. É preciso a gente estimular esses jovens a retomar para sala de água, criar mecanismos eh que possam eh atrair as pessoas para concluir a educação
básica. Mas dizer que é um esforço que a gente tem feito, a secretária Zara eh tem feito a construção desse pacto, mas que apesar da a gente conseguir aí eh eh estabilizar a queda na no ensino fundamental, mas continua a queda no ensino médio, mas é importante eh a Mobilização e falar também nas ações do esforço eh que eu considero importante nessa área. Aqui a gente vai ver a composição etária da matrícula da Eja, né? Um gráfico que não é tão comum de entender. Eh, mas o primeiro número dessa caixinha significa o quartil, ou seja,
25% da matrícula, né? Eh, a mediana é expressa aí nessa bolinha, né? E o a parte de cima lá são o terceiro quartilho, 75% da matrícula. O que que a gente observa aqui, né? Aqui é a distribuição eh da idade dos alunos que frequentam a Eja de anos iniciais. É uma população eh de idade mais elevada, né? A gente tem aí 40 anos, 50 anos em alguns estados. A média de idade, a mediana de idade, né? 50% dos alunos têm até eh 50 anos de idade, mas a gente tem diferenças muito grandes no país, né?
Se você pegar ali o Rio Grande do Sul, um em cada quatro alunos da EJA de anos iniciais no Rio Grande do Sul tem 18 anos. Tem até 18 anos. E se Você pegar ali o a Bahia, por exemplo, o esse aluno, quer dizer, o em cada, né, eh quatro alunos, né, ele tem 45 anos. Então é uma composição muito diferente, é necessário, né, que as redes tenham um atendimento também, né, dos jovens e adultos baseado na composição desses alunos. É importante, né, essa avaliação. Quando a gente vai pros anos finais, a gente o que
a gente observa é que a gente vai tornando e a população que é atendida na EA é uma população Mais jovem, né? Então, a gente tem eh esse quartil, esse primeiro quartil em alguns estados chega a ser 16 anos de idade, né? Então, quando eu olho a Mapá, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, né, ali no Espírito Santo, enfim, até o Pará ali, né, a gente tem então um em cada quatro alunos do da EJA dos anos finais, né, tem até 16 anos, né, isso é algo que desafia, né, certamente, porque você vai ter, por
exemplo, ali, se você pega o Rio Grande do Norte, você tem uma Composição de atendimento que vai de 16 até 36 anos, né, de idade ali, o grosso do, né, assim, a grande maior parte do atendimento eh é uma população que tem eh uma dinâmica de idade muito grande, tá? Quando a gente vai olhar esses dados pro ensino, pro ensino médio, que é o próximo gráfico, a gente vê o quanto que a gente tá diminuindo a dispersão etária do atendimento da EJA, né? E ao mesmo tempo a gente continua com um atendimento muito jovem, né?
em que a Gente tem aí eh alguns estados, né, com 18, 19 anos, né, um em cada quatro alunos tem eh 18 ou 19 anos de idade. E tem alguns outros estados que tem, se pegar o caso, né, ali do Ceará, ali você tem uma composição etária com uma menor dispersão, né, nos quartis ali de 22 a a 32, 22 anos a 38 anos e uma média de idade de 29 anos para esse aluno, né, da do ensino médio. Eu queria só fazer um destaque em relação a isso pra gente entender Que como tá diferente
os estados brasileiros, né? Por exemplo, quem tem que ir paraa EJA é são as pessoas mais adultas que passaram um pouco mais da idade estar na escola, né? Não podemos. Eh, então a gente vê o estado com a média de 53, 54, iniciando 40 45 anos, 44, como Ceará, Bahia, Piauí e estados com pessoas com 18 anos na EJA. Ou seja, e há um movimento também de de de colocar esses alunos mais novos que não estão Tendo desempenho bom nas escolas dentro da EGA. Eh, por um lado, isso é bom pro estado, porque isso o
resultado do IDEB não não influencia o IDEB quando você bota na EGA, então é preciso fazer um movimento para que a gente possa ter mais igualdade, né, e garantir que a gente mantenha esses jovens na escola, na escola regular. Então, acho que é um ponto importante para destacar e essas essas graças mostram claramente isso, a diferença que existe entre os estados, Esse movimento que tá acontecendo, que não é de agora, já vai alguns anos, né? É, é, é o aumento da idade, aliás, a diminuição da idade de alunos que estão indo paraa É, são mais
jovens que estão indo paraa É, que não é o o objetivo da é importante porque a escola tem que permaner, o aluno tem que permanecer na escola e tem que aprender, ele tem que passar, né, e tem que sair ali com o aprendizado, né? Então, os mais jovens acaba sendo Penalizados aqui, né? Mas pronto, enfim, educação especial, né? Eh, na educação especial também, como eu falei, né, a gente tem um quesito que vem coletando essas informações e essa informação é a informação que a escola tem disponível, né? Então, quando o aluno na escola busca na
escola um atendimento diferenciado por uma condição de saúde, né, de deficiência, eh, esse registro é o que a gente capta, né, eh, da escola. Então, a gente tem ali eh as escolas, Né, vão fazer o atendimento do aluno com deficiência através de planos do e os planos, né, pedagógicos do atendimento educacional especializado, o plano educacional individualizado do aluno, né, a avaliação biopsicossocial pros alunos que têm essa avaliação ou o laudo médico pra pesquisa, né, não é exigido que seja só um tipo, né, é eh e eh de confirmação, quer dizer, ah, só é o aluno
com laudo médico, não. é o aluno que a escola está atendendo, né, como um Aluno que necessita de eh condições para ter as mesmas oportunidades daqueles alunos que não têm deficiência, né? O que a gente percebe é um aumento de atendimento, tá? Eh, a gente tem 2,5 milhões de alunos na educação básica, que são alunos que têm deficiência. Em relação a 2021, isso é um aumento de 82%, né? E a gente observa que esse atendimento ele cresce em todas as etapas de ensino. Cada linha dessa do Gráfico aí é uma etapa de ensino, tá representando
uma etapa de ensino. E a gente observa que a gente tem um aumento do atendimento em todas as etapas. Aqui é o tipo do atendimento, né? O aluno com deficiência ele pode ser atendido em classes exclusivas, que seriam classes em que só tem alunos com deficiência e classes inclusivas, né? que são as a da a das classes comuns, né? Eh, o que a gente observa que há uma redução do atendimento nas classes exclusivas, a Gente tá com 3,9%. Tá? Então, tem uma tendência de queda do atendimento nas classes exclusivas, né? E o atendimento, consequentemente nas
classes inclusivas está aumentando, né? E mais, né? também está aumentando aqueles alunos que estando em classes comuns recebem um atendimento educacional especializado. Então a gente eh tem uma elevação aí hoje a gente tem 45,9% dos alunos que têm deficiência, que Estão sendo atendidos em classes regulares, que recebem também o atendimento educacional especializado. aqui a distribuição, né, eh, por algumas, eh, condições de deficiência mais e recorrentes, né, em que a gente tem aí um aumento, né, da identificação do transtorno do espectro autista, que vem aumentando em muito, né, o atendimento desse grupo na educação básica. a
gente tem um aumento da deficiência intelectual, né, um aumento Mais expressivo do transtorno espectro altísimo e um aumento eh que na outra ponta, né, que são as alta habilidades paraação, ela é menor, né, em termos de volume, mas também tem um aumento eh dessa população na educação básica, tá? Educação profissional, já foi notícia aqui destacada pelo ministro, né, a gente tem um aumento das matrículas, né, da educação eh profissional. E aqui tem um componente que é importante, vocês que acompanham, né, Quem quem quem é setorista e acompanha a parte da educação, vai falar assim: "Ah,
mas não tem mais o ensino médio integrado porque a gente no senso, né, eh não não o quesito para atender a política de ensino médio mudou. Então a gente não tem mais a o ensino médio integrado como um quesito lá no censo. Isso não significa que mudou o atendimento dele. É porque isso passa a ser dentro de um componente da política do ensino médio a o itinerário técnico Profissional. OK? Então, eh, são os alunos do itinerário técnico profissional. a gente vai ver que houve um aumento ali que é o a no seg no terceiro gráfico,
gráfico 32, é a primeira barra lá, a gente tá com 1,2 milhões de alunos que estão cursando um curso técnico junto, né, articulado ao ao ensino médio. Esse número era eh antes, né, 900.000 alunos. A gente teve um aumento do número de eh atendimentos articulados ao ensino médio, tá? E ele Tá distribuído dessa forma aí o curso técnico subsequente, tá? O o ensino médio, eh, que está associado ao itinerário técnico profissional, porém esse itinerário técnico profissional não é um curso técnico, é uma qualificação profissional, tá? Eh, o curso técnico concomitante, fique concomitante, enfim, as outras
eh os outros atendimentos aí da educação profissional. E aqui é o que a gente vai o o o que o ministro mostrou também. A gente então Tem um atendimento do curso técnico articulado ao ensino médio crescente. A gente sai de uma condição ali de antes da pandemia de que apenas 10% das matrículas do ensino médio estavam associados ao à educação profissional, né? Eh, e a gente chega a 20,1% em 2025, dobra, né, a participação da educação profissional eh no ensino médio. Aqui no gráfico do lado, a gente tem uma distribuição por estado. E aqui são
os eixos, a distribuição da Matrícula pelos eixos, né, da da tecnológicos. Então, a gente vai observar que a maior parte das matrículas estão aqui nos eixos de informação e comunicação, ambiente e saúde, gestão e negócios. E aqui é o número de matrículas por curso. Então, os maiores cursos são os cursos, né, de administração, enfermagem, tá, eh, informática e desenvolvimento de sistemas e eletrotécnica, né? Esses são os maiores cursos que estão distribuídos Aí pelos eixos tecnológicos e diretores e professores, né? A gente tem 2,4 milhões de professores na educação básica, 1616.000 diretores, tá? Nas 180 quase
180.000 escolas, 178.800 escolas de educação básica. 92% dos diretores t formação superior, tá? 80% desses diretores são do sexo feminino, tá? Eh, quando a gente olha a forma de acesso ao cargo do diretor, já foi também destacado pelo pelo ministro, a Gente tem uma redução naqueles diretores que são apenas escolhidos pela gestão, né? O secretário indica quem vai ser o diretor da escola. Então, a gente quando olha isso na rede estadual, isso sai lá de 23%, cai para 17%, né? Quando a gente olha isso na rede municipal, sai de 66%, cai para 32%. Existe um
componente de política aqui que tá eh orientando, né, essa mudança, né? E a mudança vai no sentido de um processo combinado entre um processo eh que avalia a qualificação Do eh eh pretendente ali, né, ao cargo com a questão da da seleção pela comunidade, tá? Em relação aos docentes, a forma de contratação, a gente mostra, né, esse gráfico, a gente vê como ele é diferente entre os estados brasileiros. A gente tem desde eh aqui o caso do Amazonas, né, uma participação muito grande de professores concursados, né, até eh estados em que a participação é majoritariamente
eh de professores com Contrato temporário. Isso aqui, esse dado aqui é pra rede estadual, né, e pra rede municipal. a gente tem esse esse comportamento. E por fim, né, só pra gente concluir aqui com a notícia, né, a gente tem aqui a distorção dade série em todas as etapas. Eh, a gente tá olhando os três gráficos do os as os três conjuntos de eh os três conjuntos de barras aqui do centro é a rede pública. E aí vocês vão observar a redução que a gente já Mostrou antes, né? A redução em todas as etapas da
distorção idade sé. Esse é o recado geral, né? Convido a todos para que possam olhar os dados a partir, né, de meio-dia. vai estar disponível no site do INEP todos os materiais, o painel de informações dinâmicas lá, o painel de estatísticas vai est atualizado, eh estará disponível a sinopse estatística, os microdados, enfim, eh de forma que você eh vai poder fazer análise mais eh Enfim, mais detalhadas de acordo com o assunto. Muito obrigado, >> gente. Eh, a gente vai abrir para as perguntas agora. Então, a gente tá com os jornalistas aqui presenciais, né, aqui em
Manaus com a gente e os jornalistas acompanhando a transmissão simultânea e se inscreveram para as perguntas, tá? >> Não dá para colocar dele agora não pra gente ver. >> Vai, agora senhor ver. A primeira é da Tas Viana do Diário do Nordeste. Eles entram e lê pra pergunta. Oi, pode fazer. Ó, ministro, bom, >> bom dia, ministro. Bom dia a todo mundo que que tá aí no evento acompanhando e aos colegas que acompanham também. Eh, a gente sabe que uma das metas do Ministério da Educação e uma das metas da Secretaria de Educação do Ceará
em específico é universalizar o ensino integral, né, o ensino de tempo Integral. Mas eh existe um desafio muito grande estrutural e inclusive de ampliação desse número de vagas e readequação das turmas para que isso possa acontecer. A gente queria saber eh eh sobre o MEC, né, como é que se pretende ampliar o e apoiar os governos estaduais e ampliar investimentos para possibilitar essa universalização que aqui no Nordeste já caminha a passos bem mais largos. Obrigada. respondo logo. >> Pode responder, acho melhor. >> Não, Pedro, agradecer aqui a participação do Diário Nordeste. Primeiro, eu acho que
a gente precisa comemorar que o pela primeira vez o Brasil alcançou o o patamar de 25.8% na matrícula de tempo integral do Brasil, né? A nossa meta era meta até o final de 2025, pela primeira vem alcançou, saindo de 15% nesse período, fruto de uma política que foi estimulada Pelo governo federal. Nós aprovamos o projeto de lei no Congresso Nacional, investimos recursos ao longo desse período, mais de R$ 4 bilhões deais foram repassados para estados e municípios. Lembrando que a gente saiu de 17% de políticas de educação em tempo integral no Brasil, nos municípios brasileiras
para 91% agora em 2025, né? Todas as as obras do PAC de escolas foram escola de tempo integral, né? Inclusive, osará e vários municípios Estão recebendo escola de tempo integral para ampliar a estrutura para atender. Ampliamos também os recursos da merenda escolar porque também faz parte, né, para também o valor inclusive do do FUNDEB, valor aluno ano também ampliado por tempo integral. Então, uma série de movimentos que o ministério fez para estimular, incentivar e tem várias iniciativas dos estados, né? iniciativas próprias dos estados, como é o caso do Ceará e particularmente do Ceará, eu fui
Governador e posso falar eh que não inclui aprovamos uma lei no na na Assembleia Legislativa para universalizar o tempo integral no ensino médio da do que o governador Alumano tá ampliando, tá fazendo uma série de investimentos, pegou todos os recursos, inclusive do precatório, a parte de investimento de tá ampliando as escolas de tempo integral. Então, há um movimento, né, no caso, eh, do caso do Brasil, MEC Estimulando. E agora aprovamos no ano passado uma PEC, eh, que vai permitir utilizar recursos do FUNDEB obrigatoriamente para as redes ampliarem o tempo integral na rede básica. Então, isso
não tem que vai também estimular para que as redes ampliem, né? O fato é que eu acho que é um um dado importante pra gente comemorar é que nós atingimos a meta, aliás, ultrapassamos a meta de 25, quase 26%, e no ensino médio foi maior ainda, Foi 26.8%, né, quase 27% do Brasil. Então, eh, o MEC vai continuar essa política. Inclusive a secretária Cátia e a Fernanda do FNDE eh, tão preparando todas as orientações paraas redes para implementação da PEC esse ano, que vai, eh, garantir que, eh, quantos porcenta? 4%. >> 4% >> 4% de
toda todo o fundo do FUNDEB representa R 12 bilhões deais, as redes Obrigatoriamente têm que investir em escola de tempo, ampliação de matrícula de tempo integral. Então, nós vamos dar um salto importante com esses recursos do próprio FUNDEB, que tem ampliado a complementação da União, né? Nós estamos passando de 10 bilhões para 70 bilhões da complementação da União para do FUNDEB pros estados e municípios. Então isso vai nos permitir, né? E acho que é uma das prioridades do governo é a ampliação do ensino tempo integral em Todo o Brasil. >> Pode seguir, ministro. Agora uma
pergunta aqui presencial é o Gabriel Abreu da TV Norte, afiliada do SBT. >> Bom dia, ministro. Bom dia a todos. Ministro, falando um pouco aqui do Amazonas, que é onde nós estamos, eh, é um, a gente percebeu no gráfico que houve bastante avanço em relação aos últimos 3 anos em relação ao censo. Queria que o senhor falasse um pouco do Avanço à conectividade, porque em algumas regiões a gente percebeu no mapa que ainda a situação ainda não normalizou de acordo com a meta que é estipulada pelo ministério. Como é que os como é que o
governo federal tá conversando com o estado e também com as prefeituras? para tentar alcançar a meta ideal para que a internet chegue em comunidades, principalmente aqui da região, aonde o aluno indígena, o aluno que mora na numa comunidade ribeirinha Ainda não tem acesso à internet. Em 2023 nós lançamos a política en que a estratégia nacional de escolas conectadas com objetivo de chegar ao final de 2026 com 100% das escolas conectadas, não só conectadas, conectadas com fins pedagógicos, porque muitas vezes as escolas são conectadas, mas só quem tem o acesso à conectividade é a diretora da
escola ou a manifestação da escola, os professores, mas a gente quer a conectividade que os professores Possam utilizar isso. como ferramenta pedagógica na aprendizagem. A gente tem aqui inclusive uma plataforma no que a gente acompanha o ENEC. O Brasil ele saiu de conectade com fins pedagógicos porque vocês viram aqui no Sens que com conectividade nós chegamos já com 94, não é isso? >> 94 >> 94%. Pega, pega só da Amazônias que foi a menor, né? Foi ali do do do Acre, Amazonas e Amapá. Mas da ENEC que a Gente tá trabalhando, nós saímos de 23%.
A média de conectividade com fins pedagógicos da região norte do Brasil em 2023 era 23.6%. Isso tem toda uma regra para mensurar. Você mensura lá na escola se tem Wi-Fi, qual é a velocidade, são cinco níveis de avaliação. Nós chegamos de dezembro de 2025 a 60.5% da região norte, né? É a região ainda mais baixa. Você ter uma ideia, a região maior é a sul do Brasil, que já tá com 81%, né? Se você pegar Aqui a região Nordeste 72, Centro-Oeste 77, Sudeste 65 e o Norte ainda com 60%, mas foi a queem mais avançou,
>> quase tripou, >> né? Quase triplicou o acesso. E qual é a estratégia do governo? O governo tem investido muito em em lançamento de cabos de fibraódio, inclusive o presidente várias vezes aqui na região norte lançamos os cabos iní vão dentro do rio na região norte, mas nós estamos fortemente a questão satelital, ou seja, Regiões remotas, principalmente a região norte, é a região mais atendida por satélite para atender essas escolas, né? E a gente eh espera que temos uma meta que não vai ser fácil alcançar ao até o final do ano 100%, mas nossa meta
que toda escola então há uma articulação com os municípios, a gente repassa recursos eh utilizando os recursos do do 5G que foram foi uma uma uma um fundo. foi a primeira vez. >> Pela primeira vez a a C tá me lembrando, Pela primeira vez o FUR, que é aquele funda da universalização eh do sistema de telecomunicação, que parte tem que ser utilizada para educação, desde quando ele foi criado há 24 anos, nenhum centavo de ensino investido. E desde 2024 a gente lançou editais, então nós estamos utilizando pela primeira vez na história do fur recursos para
conectar escolas eh nesse país. Então, houve todo um esforço integrando Ministério das Comunicações, integrando Ministério da Educação, eh, Minas e Energia, porque ainda tem escola que não tem energia, né? Então, todo um esforço que a gente possa garantir e vamos continuar esse avanço, mas o o maior avanço em relação à conectividade com fins pedagógicos foi a região norte do Brasil. >> Vamos lá. Eh, a próxima pergunta virtual da Júlia C. A gente pode disponibilizar >> esse quadro, >> ó. Júlia Cople do Globo. Eh, ministro, bom dia, colegas. Eh, Senhores comentaram sobre os efeitos, né, da
diminuição da população brasileira na faixa etária e educacional, também a redução da distorção idade série nessa retração de matrícula de maneira geral. Mas eu fiquei com uma dúvida e a minha pergunta é a seguinte, eh, na educação infantil, especificamente, né, se ainda não há uma universalização, por que que a queda populacional explicaria essa diminuição de Matrículas, né? Por que que essas vagas que existiam no ano anterior, elas não foram preenchidas por quem não tá na escola? E o que que poderia ser feito quanto a isso? >> Entendi. Hã, >> não ouve, né? Não, pera aí.
Isso. Só queria só explicar. Eu até vi aqui que também que o Saldanha, porque até uma tem uma coisa que eu quero, quem sou eu para est interferindo no trabalho de vocês jornalistas, né? Mas >> duas matérias que eu recebo aqui, por exemplo, a Folha de São Paulo de Brasil existe a queda de 1 milhão de alunos na educação básica, a maior em duas décadas. Na realidade, todos os dados desse censo de 20 25, todos os dados, né, foram melhorias. Nós melhoramos em todos os indicadores, né? A gente precisa ter indicador, então às vezes a
gente precisa divulgar também as coisas boas, porque às vezes até desestimula as redes, porque na realidade o que tá Acontecendo, nós estamos melhorando. É, é o que a gente precisa enxergar é a cobertura. Nós estamos mantendo a cobertura, eh, inclusive aumentando a cobertura de atendimento a a esse aluno desde a creche ao ensino médio. A população tá diminuindo e nós estamos diminuindo as situações idade séria. As pessoas estão passando de ano, não estamos retendo mais como a gente retia anteriormente. Isso é positivo. Então, quando a gente bota uma matéria dessa Aqui, o que é que
a população enxer? Ah, tão os alunos estão deixando de ir pra escola. Ao contrário, os alunos mantemos a cobertura nas escolas. e estão melhorando a qualidade da aprendizagem e e as pessoas estão passando de ano, estão deixando de reter. Então isso é dado positivo, né? Então o o Fábio pode explicar melhor eh em detalhes mais técnicos, mas o que nós estamos estamos colocando é que nós estamos aumentando a cobertura de creche, estamos aumentando A cobertura em todos os níveis escolares e o gráfico mostra isso aqui chegando eh eh 99,5% 99 no ensino fundamental. Então assim,
não há motivo para dizer: "Ah, estamos diminuindo". Claro, caiu do ponto de vista numérico, mas caiu porque a população brasileira caiu nessa faixa, em todas essas faixas. E o positivo disso é que nós não estamos mais retendo tantos alunos. Nós caímos, por exemplo, só o terceiro ano do ensino Médio, nós diminuímos 61% da distorcionalidade série, gente. Isso é algo pra gente comemorar, né? Ou seja, o aluno o aluno não tá mais ficando retido nas séries escolares da educação básica. Então, queria só ponderar que a gente era era bom botar aqui a manchete do jornal a
pela primeira vez o Brasil alcançou a meta do PN escola tempo integral. nós reduzimos, conseguimos reduzir historicamente a redução idade eh histórica da distorção idade séria. Nós nós dobramos a matrículo de ensino técnico nesse país em menos de 3 anos, gente. Então assim, são dados importantes que isso é o esforço das redes escolares. Estão lá são professores, diretores, é é uma decisão política de muitos governadores. >> Triplicamos a conectividade, >> triplicamos a conectividade em 3 anos na Amazônia. Então são dados importantes que eu acho que a gente precisa levar a população. Eu sei que a
gente tem Desafios enormes ao longo da eh de investimento em relação à educação, mas a gente precisa também reconhecer os dados. Para mim, eu tô muito feliz porque todos os indicadores que o Centro Escolar estão apresentando hoje são de avanço, são de melhorias e melhorias históricas, né? Do ponto de vista da gente pegar a série histórica de vários indicadores. Então, eh não sei se o Fábio quer complementar. é o desafio da creche. Fábio vai Responder. >> É, na creche a gente também tem uma condição que eu aí eu sugiro olhar na PINAD, né, na pesquisa
domiciliar do IBGE. Eh, a gente tá falando de uma faixa etária que não é de de obrigatória, né, de de escolarização formal obrigatória. E lá na pesquisa, um dos motivos é o motivo mais e recorrente que os pais explicam, né, para um aluno, uma criança de 0 a 3 anos não está na creche, é a opção dos pais. Inclusive, 53% daqueles que não estão eh na creche, né, eh responderam que não estão por uma opção dos pais. Então, existe um desafio também cultural aí eh de entender esse ambiente, né, da escolarização na creche, mas de
novo, não é um dado do senso escolar, né, é um dado da pesquisa eh do IBGE, da PNAD, que eu sugiro, né, não caiu não, a matrícula não caiu de forma nenhuma e não só não caiu, como o atendimento aumentou, >> né? O atendimento foi para 39,8%. A Gente tá esperando que em 2025 os números aparentemente mostram que vai passar de 40% o atendimento nessa faixa e eh etária de zer a 3 anos, né? Então a gente tá esperando os números do IBGE pra gente olhar também. Então assim, não houve uma queda do atendimento de
creche e tem os desafios culturais aí para fazer a ampliação também eh do atendimento dessas dessa etapa. Eu eu queria só, Júlia, reforçar dois pontos aqui. Um é que há uma prioridade do Governo em relação porque muitas vezes o prefeito, o município cobra o espaço para colocar as crianças são as cré. Então, todo o nosso nosso foco do parque, não só na retomada de obras, né, entregando crédito, estavam 10 anos paralisados, como fomos entregar na região norte lá no lá no Bagre, a primeira escola, nunca esqueci que nós fomos entregar a primeira escola creche pública
do município, há 10 anos paralisada, nós fomos entregar, né, e os Investimentos nas obras do novo do novo parque, as novas obras também a gente priorizou muito as questões das creches pra gente poder ampliar. Nós ampliamos o número de matrículos de creche em 2025, né? Eh, é bom lembrar também uma coisa que a gente tá fazendo, porque uma coisa é matrícula em creche, outra coisa é fila de creche, né? A gente tá com a política nacional integrada da primeira infância, que o Ministério da Educação assumiu Esse papel, nós estamos fazendo um desenho de uma plataforma
que vai conectar com as com as mães, né, para saber se a criança tá na creche, sei a criança foi vacinada, né, se ela tá recebendo os benefícios do Bolsa Família, etc. Mas a gente tá vamos apresentar em breve como é que tá a fila, porque a fila ela ela ela mais real, porque como é como o Fábio disse, tem muitos pais que não querem colocar os seus filhos na creche por uma questão Cultural, né? Apesar que não, primeiro porque não é obrigatório e depois porque é uma questão cultural. Então, a fila de creche ela
nos dá um um uma realidade mais concreta em relação às necessidades e ampliação, né? eh eh eh da de de ampliação de vaga de creche para as crianças brasileiras. >> O criança >> o o sistema já tá criado e em breve nós vamos apresentar >> em relação >> e ainda tem o FIS, que é um financiamento que nós lançamos 20 bilhões recentemente para municípios, estados que possam financiar, ampliar, além das obras do PAC, financiar novas construções de creches e e escolas no Brasil. Vamos seguir, gente. Nós temos mais 13 perguntas. Não consegue. Ó, >> afinal
de que o senso é bom. >> Agora aqui, ó, presencial a Emily Souza da Crítica. >> Ministro, bom dia. Eh, o Amazonas ele teve o pior desempenho ali no Enem, de acordo com o Centro de Liderança Pública, né? Com >> como é? O Amazonas teve o pior desempenho no Enem de 2024, foi divulgado no ano passado de acordo com um levantamento, né, feito pelo Centro de Liderança Pública. Eh, a partir desses dados, a gente vê que há uma barreira no estado do Amazonas de se igualar com os os Demais. há um eh alguma política pública
do Ministério para que esses jovens eh amazonenses consigam, digamos assim, eh estudos direcionados pro Enem e também que o ensino de alguma forma consiga ser voltado para que eles acessem essa universidade com mais facilidade? Bem, primeiro, eh, vou aqui até pedir ajuda aqui meus universitários do palácio para entender se o resultado do EN é a participação dos alunos no Enem ou foi o resultado Das notas. Eu preciso hã foi a participação ou foi o resultado, o desempenho dos resultados das notas? Bom, é primeiro a gente a gente quando nós chegamos no MEC existia sempre uma
curva descendente, né, e de participação dos alunos no Enem, né, a gente começou a estimular porque o Enem é a porta de entrada pro ensino superior brasileiro e para todas as políticas do ministério. Para você ter acesso eh ao ao SIZU, para ter acesso ao e eh eh eh proúi, para Você ter acesso ao FI, você precisa fazer o Enem. Então a gente restabeleceu o estímulo para que os jovens brasileiros e a população brasileira pudesse fazer o Enem. Entendo que a gente aumentou aí 40% a matrícula, a inscrição do Enem comparado 2025 com 2022, né?
Inclusive implementamos o ano passado eh a certificação do ensino médio para quem faz o Enem também é mais uma novidade, né? Fizemos também a pré-inscrição do aluno que já está no Ensino médio, que é gratuito, né? Não há, não há motivo. Botamos o incentivo do pé de meia de mais de 200. Vamos pagar a partir de hoje, né? >> Começamos a pagar a partir de hoje os R$ 1.000 da poupança, os R$ 200 para quem fez o Enem. Então, um estímulo também para quem fizesse o Enem e eh e temos feito todo um trabalho com
as redes estaduais para estimular que os jovens possam fazer o Enem, né? Eh, porque, repito, é a porta de entrada Para várias políticas importantes pro ensino superior. E agora vamos ter uma mais uma novidade. Esse ano nós vamos eh eh a avaliação do terceiro ano do ensino médio vai ser agora a prova do Enem, porque muitas vezes o aluno quando vai estar no terceiro ano, ele ele tem duas provas, da SAEP, que vai avaliar a qualidade eh eh do do resultado do ensino médio no terceiro ano e vai avaliar e tem o Enem, ele tá
preocupado com o Enem. Então assim, gente, nós Vamos transformar a partir desse ano a a avaliação do terceiro ano do ensino médio, será a prova do Enem. Então, a gente tem toda uma política para estimular. Claro que eh eh existe desafio na região norte do Brasil, né? Quando nós mostramos aqui problema de conectividade, questão logística, questão de infraestrutura, né? Então a gente precisa, a gente t discutindo muito com o Congresso Nacional e a própria FNDE, o custo amazônico que é Que precisa ser diferenciado. A gente sabe que tem regiões na Amazônica você precisa passar dois
dias num barco para chegar em determinadas comunidades. É o transportear nós aumentamos 50% o o fluvial para exatamente atender. Há uma diferença também inclusive nas obras quando é na região norte que a gente sabe que tem regiões que chove muito e tem regiões que que o que a janela para fazer a obra para para transportar material é mais difícil. Então são Desafios, né, que vai desde a questão do aluno, eh, mas a gente tem procurado e criamos uma ferramenta, eh, de inteligência artificial, eh, no ano passado lançamos pro pros alunos do Enem, que foi o
MEC Enem, uma plataforma gratuita, aliás, foi uma plataforma que teve que estourou de acesso, que permite o aluno se preparar pro Enem com com o simulado, com questões do Enem passado e com uma novidade que a correção da redação em tempo real, né? Eh, poucas Plataformas tem is são pagas, então hoje permite você fazer a prova em questão de segundos. Ele corrige a prova, você faz a prova à mão, ele bate a foto, encaminha já pro pro imediato também, ele já dá a correção da prova, anota e ainda diz o que é que você, onde
é que você errou e orienta o que é que você tem que fazer para melhorar na redação. Então são ferramentas que a gente tá disponibilizando pros alunos, né, de forma eh virtual e de forma tecnológica E possa aperfeiçoar e estimular esses jovens a ingressarem. Mas eu tenho um dado importante que todos os estados brasileiros ampliaram a o a inscrição de aluno do ensino médio para o Enem. Então isso é um esforço, né? Agora a o resultado do Enem precisa a gente melhorar aí a entre todo aquilo que eu falei, melhoria da qualidade e dos nossos
professores, tempo integral, é manutenção na escola, alfabetização na idade, isso é um processo, né? E que nós Estamos atentos e estamos sempre dialogando com as redes. >> Olha, gente, vamos dar uma puxada nas perguntas virtuais para >> que tô demorando demais para >> Ana Paula Bimbate do Wall. Ana. >> Oi, gente. Bom dia a todo mundo. Obrigada pela apresentação. Ministro, eu queria tirar uma dúvida ainda sobre essa questão da diminuição das matrículas do ensino médio. Eh, eu entendi a Justificativa, né, dada eh por vocês que teve essa diminuição populacional, também tem a questão de retenção.
Eh, mas tem uma diferença entre os estados. Então, por exemplo, em São Paulo, a gente teve uma redução de 16% nas matrículas de ensino médio na rede pública. Enquanto outros estados como Sergipe, Piauí, a gente teve um aumento de 5 e 3%, respectivamente. Eh, daria para dizer que ambos esses dados então são positivos, tanto a Diminuição quanto o crescimento de matrículas? Obrigada. Eu posso até passar aqui pro Fábio para ele explicar melhor a questão dos estados individual, porque isso depende muito da questão eh populacional. O que eu que eu quero colocar é que eh a
cobertura de alunos na faixa etária do ensino médio brasileiro, que é o que é avaliado, ele se mantém, aliás, ele cresceu nos últimos anos. Eu quero dizer que o resultado desse senso escolar em relação A isso, ele é positivo, ao contrário aqui do que a OL publicou, de que nós caímos, né? Porque quando a pessoa enxerga uma matéria dessa, me desculpe, me perdoe eh interferir aqui, mas falar nisso, mas eu preciso sou obrigado a falar nisso. Quando você enxerga que diminuiu 450.000 alunos no ensino médio, qual é a sensação que a população encher? Olha, as
pessoas estão saindo das escolas e e não é, nós estamos mantendo a ampliando a cobertura de Atendimento à população e melhorando a distorção idade sério, ou seja, as pessoas estão passando de ano, tá melhorando a qualidade da prizagem, nós estamos deixando de reter. É bom lembrar que no terceiro ano do ensino fundamental nós diminuímos em 61% da distorção de idade sé gente que a gente tem que comemorar, né? Então assim, isso é esforço, é são políticas e é esforço das redes. Então os dados do centro escolar não, ela não podem ser vistas Apenas de forma
eh eh eh vamos dizer assim superficial. É preciso se aprofundar no dado. Claro que o número número nominal caiu, mas proporcionalmente a população daquela faixa etária em relação a retenção e fluxo ele nós melhoramos, melhoramos muito. Então isso mostra que nós estamos conseguindo melhorar a qualidade do ensino médio brasileiro. Então é isso que eu quero colocar. Hã, agora hã, usa aí, usa aí o seu microfone. Ela não Escuta. >> Não, é só um comentário que eh nós estamos com no ensino fundamental com 99.5% 5% de atendimento é universalização. O ensino médio, 15, 17 anos, nós
estamos com uma taxa de atendimento elevadíssima e a diminuição, inclusive com a contribuição do pé de meia da defasagem idade séria, especialmente o primeiro ano do ensino médico, é tradicionalmente uma etapa em que há uma um índice de Reprovação muito elevado, tem contribuído para fazer com que o percurso dos 3 anos de ensino médio se faça de forma mais acelerada, de forma mais associada à previsão de duração do ensino médio. Isso tem um impacto muito grande. É claro que a análise específica dos índices que você apresentou, eu precisaria consultar, né, os dados de cada estado.
Mas é muito importante ressaltar as mudanças que estão acontecendo no ensino médio. E deixa de Ser uma etapa que recebe estudantes com muito atraso, passa a receber estudantes com menos atraso no seu percurso de escolarização e passa a ter um percurso mais regular nos seus 3 anos. Essa mudança tem sido muito importante. Se nós olharmos os resultados do censo, eu acho que a grande manchete é que o Brasil está muito próximo, faltando um pouquinho no ensino, na educação infantil, de universalizar a educação básica. Isso é uma vitória histórica do País. O país luta por isso
há muito tempo. E esse senso diz que falta muito pouco para que a gente possa dizer que assegura a todos os brasileiros um percurso de escolarização obrigatória para todos. É a primeira geração que pode dizer com segurança que estamos todos na escola. >> Vamos seguindo. É só questão dos estados é porque os estados são diferentes, né? Não só em tamanho, mas também em composição de Rede, em composição demográfica, a migração, enfim. Então são cenários que merecem uma avaliação eh mais específica pro estado. Acho que são recortes possíveis da PINAD, pode ser olhado especificamente ali na
PINAD. Eh, tem um dado que é importante que complementa essa questão do ensino médio, né? Quando a gente olha a frequência escola da população de 15 a 17 anos, é 93,2%. Quando a gente olha a frequência escola, eh, junto com aqueles que já concluíram O ensino médio, nessa mesma faixa etária de 15 a 17, vai para 95% da população. Então, 95% da população de 15 a 17 anos, de acordo com a PNAD, né, ela ou está cursando o ensino médio ou ela não está cursando porque já concluiu o ensino médio, né? Então a aí as
diferenças entre os estados tem que ser avaliad porque tão tem movimentos migratórios, tem redes com tamanhos distintos, tem, enfim, ampliações aí que são possíveis. A gente tá com 93, 95% de atendimento Que ainda acabe sim um um espaço para ampliar que cada rede vai vai ter a sua dinâmica. >> Podemos >> podemos >> agora Alexia Vieira do Povo virtual pra gente dar uma acelerada. Oi, bom dia, ministro. Eh, eu queria perguntar sobre a educação especial. Eh, a gente tem visto as matrículas aumentando exponencialmente durante essa última década. Eh, mas a gente, quando a Gente conversa
com professores, as redes, eh, os relatos são de sobrecarga, de falta de profissionais de apoio e de políticas, eh, que ajudem os professores a lidar com essa nova realidade nas escolas. E eu queria saber o que que o MEC eh tem feito em relação a isso, nesse contexto também do novo Plano Nacional de Educação Especial Inclusiva. Obrigado. >> Obrigada. Eh, tô procurando aqui um dado Importante, mas eu acho que não tá aqui. Mas primeiro para para Alô. Primeiro para dizer que eh eu acho que a gente tem um avanço importante e de 2021 para 2025
nós ampliamos, tivemos crescimento de 82% eh de matrículas eh de alunos com deficiência nas escolas, na rede da escola pública, né? Eh, Brasil estado importante e um avanço significativo. Depois é importante quando a gente vai Se debruçar e eu quero aqui também dizer que os dados embargados, vocês receberam os dados embargados, que muitas vezes é uma visão superficial ainda, porque é isso que tá acontecendo aqui, >> eh, que ainda é uma visão superficial. Eh, e agora vocês vão ter a oportunidade de se debruçar e explicar, aprofundar os dados quando nós estamos apresentando agora hoje o
censo. Então, eh, vocês, para vocês terem uma ideia, o transtorno do espectro autista, >> gente, >> o Desculpa aí, desculpa aí que tava tendo, vocês estão ouvindo a o problema que tá tendo aqui, não, né? Vocês estão me ouvindo? Tá me ouvindo? >> Ela não tá ouvindo. >> Tá me ouvindo, né? Bom, mudaram aqui o microfone. Alô. >> Bom, você tem uma ideia do transtorno do do espectro autista, nós saímos nos últimos 5 anos de 294.000 para 2025, 1.298.000, Gente. Então, veja os desafios que são as redes escolares hoje para atender essa demanda de alunos,
de crianças e jovens nas escolas, na rede escolar. Foi o que nós fizemos. Primeiro mudamos o fator de ponderação do FUNDEB pela primeira vez na história, né, que foi aumentar o valor do aluno com deficiência pelo FUNDEB. Ou seja, havia uma grande reclamação porque o curso para para dar apoio a essa criança na escola é maior. Então nós aumentamos o Fator para esse aluno nas escolas, ou seja, aumentando o recurso que vai pra escola. Criamos a política, o decreto que criou a política nacional de educação inclusiva, que há muito tempo era para ser criada. Nós
criamos essa inclusive definindo regras claras da obrigatoriedade de ter o profissional de apoio junto aos alunos e à famílias nas escolas. Então, eh eh são ações que a gente tem procurado fazer. Agora, esse é Um desafio. Eh, mesmo com a ampliação dos recursos do FUNDEB, precisa de mais investimentos para garantir que as redes atendam as demandas das escolas. Mas duas ações importantes que nós fizemos, repito, foi a mudança no fator de ponderação do valor aluno ano que as escolas recebem, os municípios, estados recebem para alunos com deficiência e também a o decreto que criou a
política nacional de educação inclusiva para dar segurança jurídica e definir as regras Claras para esse atendimento. Além disso, estamos financiando eh as salas multifuncionais de apoio, né? Toda escola, a gente quer que toda escola tenha pelo menos uma sala multifuncional de apoio para as crianças com deficiência e para os alunos com deficiência nas escolas. Já investimos quanto, Zara? >> 6. >> Já investimos 630 milhões nesses últimos 3 anos só com essa com essa com essa Ação. E a gente transfere o dinheiro diretamente pr pra escola pro município. >> O município escolhe quais são os itens.
>> O o município escolhe quais são os itens que ele quer usar. a gente transfere o dinheiro diretamente para para as redes através do PDDE, do programa dinheiro direto na escola. Então são ações importantes que a gente tem feito para e a formação de professores que a gente tem feito aí foram 250.000 vagas >> só ano passado a secretária também que Foram 250.000 vagas para formação de professores eh nessa área. >> Pode chegar, pode continuar. Eh, Paulo Saldanha da Folha, >> meu querido Paulo. >> Oi, acorda. >> Tá ouvindo? Não te ouvimos. >> Espera um
pouquinho, Paulo. Você nos ouve? Nós não. >> Nós não estamos te ouvindo, Paulo. >> É seu áudio, Paulo. Tá ligado aí? Não tá saindo. Peraí que a gente tá tentando modular aqui um minutinho. >> Vou passar pra próxima, Paulo, pra gente resolver aqui, tá? >> A gente retorna para você. >> Vai voltar, vai voltar. A Bet Bet Coik do Valor. Bet, >> oi, pessoal, tudo bem? Obrigada aí pela pergunta. Eh, o que eu queria entender assim, Porque esse ano os dados mostram que teve uma queda de 1 milhão de alunos, tem essa questão demográfica, a
redução da repetência da dos alunos repetindo, mas em 2024 a queda foi muito menor, acho que foi 200 15.000, não é uma diferença muito grande de 24 para 25 reduzir de antes era 215.000 a queda e agora é 1 milhão. Mesmo considerando a questão demográfica, a repetência dos alunos, não é muito acelerado isso? Bom, eu vou eu vou passar aqui pro Fábio Responder mais tecnicamente, eu faço a complementação da minha avaliação. >> Bom, eh na verdade assim, eh, a composição demográfica, né, ela não segue um padrão exatamente e eh escalonado aí de anos, né? Então,
a gente tem eh situações aí que vão impactando aí também a matrícula. O mais importante, eu acho que eh o mais determinante nesse caso não é necessariamente a população estar diminuindo, né? De novo, como eu falei, A gente tem eh tem aumentado a a a participação, tá, da da população do atendimento educacional nessa faixa etária de 15 a 17, né? Então a gente tá com 90, né, de novo, tá ali com 93%, mas se você considerar aqueles que já concluíram 95%. Então, a mudança da matrícula, ela acontece com a melhora do fluxo escolar, com a
redução dos alunos que estavam no ensino médio atrasados e que eh vão concluir este ensino médio. Então, eh Quando você observa a taxa de distorção idade série, ela tá caindo substancialmente ano a ano, né? Se você pegar aí o o o valor da queda, como o ministro apresentou, eh no último ano do ensino médio, no terceiro ano, a gente teve uma queda expressiva ali. O último ano é o aluno que tá concluindo. Então tem tem outras oportunidades de conclusão. Tem a questão da certificação eh que o Enem favoreceu, tem a questão, né, da doenja. Você
tem outras situações que vão concluindo essas pessoas que estavam no sistema e que concluem e encerram o seu estudo na educação básica. Então a queda aqui ela parece ser mais relevante, não por uma questão de um fator populacional, mas sim por uma aumento de eficiência no sistema que tá levando esses alunos a concluir. A gente não tem esse dado direto que a gente tá coletando agora o dado do rendimento escolar, mas a gente pelo pela Participação dos alunos eh que tão em distorção, tá ter reduzido, a gente tá esperando que haja um aumento da aprovação
e da conclusão no ensino no no ensino médio também, tá? Então, eh, a composição ali de pessoas que estão atrasadas são muito diferentes. Então, à medida que você vai oportunizando que eles conclu ensino médio, né? E aí você tem políticas que estão favorecendo isso, né? Você tem o o pé de meia, por exemplo, com a questão da aprovação, né? Que você tem ali um fator eh que que é feito uma boa, né? Um pagamento específico para quando você tem aprovação. Você tá favorecendo que esses alunos sigam o fluxo mais rotamente, o que vai cair o
número de matrículas. É, o acho que o mais importante a gente olhar para esse percentual de pessoas que frequentam a escola por idade, que que é exatamente a cobertura, que a gente vê que desde a creche até o ensino médio ou permaneceu ou aumentou. Inclusive, chegando próximo à universalização, 99 e 99, né, na na 6 a 10 anos, 99,5, 99,6, enfim, de 11 a 14 anos, 99,4, né? É o gráfico número quatro, né, da que é a frequência escola e conclusão da educação básica. Então, primeiro mostrar que não há nenhuma diminuição da cobertura, ou seja,
nós estamos aumentando ou mantendo a cobertura desses jovens em toda a rede, em todas as as Etapas do ensino básico do Brasil. E segundo que eu acho que para mim a grande comemoração que a gente tem que fazer em relação a isso é o fluxo, gente. Nós estamos diminuindo, melhorando o fluxo dos alunos em todas as etapas, reduzindo a a distorção séria, inclusive mais ainda no ensino médio, que sempre sempre foi o grande gargo, né, da educação básica brasileira. Então acho que são isso é importante pra gente não ir só no número Eh nominal da
queda da do número de tem o fator populacional, mas eu considero que essa questão do fluxo é muito importante, né, a diminuição da retenção dos alunos, né, em toda a rede eh básica brasileira. Podemos seguir enquanto a gente ainda resolve ali o problema do Paulo. É a Emily Santos do G1. Tá ouvindo, Emily? >> Bom, sim. Bom dia, ministro. Bom dia, pessoal. Eh, a minha pergunta aqui é Sobre o EJA. Eh, mesmo com a atenção da EJA nos últimos anos, especialmente no último ano, e com o aumento dos estabelecimentos que ofertaram essa etapa no ano
passado, as matrículas caíram. Eh, houve um foco nos estudantes jovens de até 24 anos, como o ministro falou mais cedo, mas tem uma fatia muito grande de alunos mais velhos que estão deixando de frequentar essa modalidade. Eh, o que eu quero saber é, o EJA ainda é atrativo para essas pessoas mais Velhas e qual que é o plano do MEC para essa modalidade? Bom, a gente tem estimulado e a secretária Zara tá aqui, tem estimulado que para determinadas faixas etárias da população a gente estimula a formação técnica, ou seja, a formação profissional, que essas pessoas
possam concluir a educação básica, mas saindo já de uma formação técnica. Isso é uma forma de atrair melhor mais essa pessoa, porque é um desafio atrair uma pessoa Para voltar pra sala de aula, né? Inclusive, eu fiz esse debate recentemente no MEC, a gente precisa criar outras mecanismos, né? Eh, pensar em em mais ensino a distância, não sei, outras formas da gente poder atrair esse jovem para retornar a a a à conclusão do ensino médio brasileiro. O fato é que a gente mudou o fator de ponderação, como eu disse, a gente achava que isso ia
eh estimular que as redes municipais, estaduais abrissem matrículas, né? nós Eh porque era era complicado o município receber 20% a menos do valor de um aluno regular na escola. Então eles poderem interferir. Então nós igualamos isso pelo fator, ou seja, o valor que o aluno da EG recebe hoje, o município ao estado é igual ao valor do aluno regular na escola. Então é uma forma de estimular, colocar a EJA no pé de meia, >> ou seja, estimular que as pessoas passem a receber uma bolsa também e o estímulo do pé de meia para EDE, inclusive
com Direito à poupança, tudo que é que um aluno regular tem o direito, é uma forma também de estimular. eático, >> hã, o material didático que há 9 anos não tínhamos, passamos a ter a fornecer o material didático, mas conseguimos reduzir a a o o vamos dizer assim, desde 2019 o tamanho da queda, mas é um desafio, um desafio que a gente precisa cada vez mais criar mecanismo para estimular que essas pessoas possam Retornar. E aí eu concordo com você que a gente precisa encontrar outras formas mais atrativas, né? Claro, eh, convencer as redes de
criar as vagas, de estimular as vagas, mas como trazer esse jovem para dentro da sala de aula. Ou então o aluno para para dentro da o aluno, o é claro que a grande maioria dessa população também são pessoas mais velhas, né, a partir de 60 anos de idade. Então, tem mais dificuldade de trazer. O que a gente tem procurado Fazer, é importante todos ouvirem isso aqui, é, eh quando a gente trabalha no início, ou seja, garantir que a criança seja alfabetizada, garantir que ela não abandone a escola, garantir que ela tenha qualidade de aprender. nós
vamos melhorar esses indicadores a médio e longo prazo, mas nós estamos trabalhando hoje tentando eh eh evitar que esses dados aconteçam, mas também trabalhando para um público que tá aqui hoje, que precisa ser olhado, que é preciso Retornar pra sala de aula, que é precisa garantir a alfabetização, que que precisa garantir a formação do ensino básico. Mas vamos continuar com a política, né, secretária Zara, para que a gente possa O senhor colocou >> usa o microfone e também eh a sua gestão reinstituiu o Brasil alfabetizado para essas pessoas mais velhas. Não necessariamente a oferta de
EJA e de alfabetização, a EJA barra alfabetização possa se dar em Outros espaços que não só apenas nas escolas, de modo mais popular, porque às vezes a pessoa mais velha pode acontecer numa igreja, dentro de uma associação. Então também o PBA eh foi retomado. Eu eu até tô pensando numa ideia de conversar inclusive com o ministro Alco, ministro Marinho, que a gente estimular que as empresas que t jovens ou pessoas que não concluíram ainda a educação básica eh nas suas empresas, a gente possa estimular que um estímulo que elas Possam retomar a sala de aula,
possam retomar para concluir. Então ver de que forma a gente pode estimular a um movimento no Brasil para que as pessoas possam retomar. Agora, depende muito do esforço de cada rede, né? às vezes dos institutos federais também. Às vezes aqui não tô fazendo nenhuma crítica a nenhum a nenhum estado, a nenhum município, mas às vezes não interessa muito a rede porque isso não não entra no resultado do IDEB e hoje é uma Disputa para resultado do IDEB, quem é o IDEB melhor, se é o município, se é o estado, tal. Então, como a EG não
entra no resultado do IDEB, muitas vezes não há interesse da das redes de estabelecerem eh e e o crescimento, mas vamos continuar nesse esforço. A política foi implementada, não tá nem com 2 anos, né? Vamos continuar esse esforço para que a gente possa eh conseguir diminuir ou então reverter essa Tendência de quebra de queda ao contrário, ampliar a ampliação das matrículas de da EJA. >> Podemos eh Isabela Sander da Zero Hora do Rio Grande do Sul. Não, não, não ouvimos, Isabela, o áudio aí. >> É o seu áudio. Oi. >> Oi, pessoal. Me ouvem? >>
Ouvimos. Ouvimos. Ouvindo? Tá perfeito, gente. Então, eh, eu queria seguir na questão da EGA também. Eh, eu dei uma analisada antes, nos dados dos últimos 10 anos de EGA, eh, eu vi que tem uma diferença bem grande, uma queda acentuada na maioria dos estados, né? Acho que o estado que mais teve queda foi Rondônia, eh, 75% nos últimos 10 anos de queda de EJA. E na outra ponta teve um aumento de 26% na Bahia eh de matrículas de EJA. Eu queria entender eh o que que vocês entendem eh Dentro das eh dos sistemas educacionais de
cada estado eh que tem funcionado e que não tem funcionado para atrair eh as pessoas paraa EJA e também eh quais são os motivos para essa queda tão grande na maioria dos estados de EJA? Poisela, eu vou passar aqui para Zara iniciar sua a resposta, pedindo aqui a meus universitários e depois eu complemento. Zara, >> então, eh, eu acho que eh nós não conseguimos ainda fechar a torneira, mas Essa queda, né, eh a gente ter diminuído a queda de fechamento de de turmas e de matrículas é um ganho expressivo. Isso tá em cada estado, mas
nós temos, por exemplo, estados como Espírito Santo, Ceará, mas também alguma medida do Rio de Janeiro, que tem eh eh criado lógicas de oferta que ajudam na melhoria desse dado. Então, por exemplo, eh quando a gente eh nesses estados você tem, uma forma de reconhecimento de saberes, que é uma Estratégia que o estudante não precisa ir todos os dias na escola, mas tem um atendimento e um acompanhamento constante a esse projeto de alfabetização, melhora de anos de estudo dele. Então, em vários estados, como principalmente esses três, isso está acontecendo, porque é pouco razoável você imaginar
que uma pessoa de 60 anos, de 70, ela ah tenha condições de todos os dias na escola. Então, quando o ministro Camilo homologou no em 2025 a Resolução 3/2025 que permite lógicas de ofertas diferenciadas, foi exatamente considerando a diversidade desse perfil. E essas redes hoje já fazem lógicas de oferta dentro desse perfil, que é, por exemplo, o reconhecimento de saberes. >> Eu queria só complementar, dizer que eh é claro que você tem razão, tem estratégias diferentes e e como também tem, se for olhar para alfabetização das crianças, tem resultados diferentes Entre estados. Se o seu
for olhar pra escola tempo integral também tem resultados bastante diferentes. Quando nós começamos, por exemplo, o compromisso nacional criança alfabetizada, tinha estado com 80% de crianças alfabetizadas dado certo e estado com 26% de crianças, né, a a 32, enfim. Então, mas o que nós estamos tentando, por porque é bom lembrar que todas as redes têm autonomia as redes, as redes estaduais e municipais. Então, O que a gente tem que ter procurado estimular é que todos possam colocar a EJA como uma prioridade nas suas nas suas redes, né? Então, claro que existe aquela dificuldade, o desafio
de que muitas vezes há uma preocupação muito grande hoje que não não deveria ser a maior preocupação, que é mostrar os resultados do estado. E o resultado do estado é mostrado pelo IDEB e infelizmente o EDER não entra no cálculo do IDEB. Eh, e isso é uma questão, Inclusive tenho debatido aqui, feito um questionamento de que forma a gente pode vincular a questão da EG a resultados, inclusive para serem mensurados. pode ser um estímulo para que os estados possam olhar mais fortemente paraa como não há o o a a repercussão, muitas vezes não há interesse,
não há vontade dos, né? Então o que nós fizemos foi mudar o fator de ponderação para dizer: "Olha, você vai receber o mesmo valor de um aluno regulado à escola, né? Nós estamos Dando material didático de que há 9 anos não era dado. Então, então estamos, então botamos o Eja no pé de meia para também garantir a bolsa de R$ 200, R$ 1.000 no final do ano para esse aluno como forma de estimular. Criamos uma rede de formação sólida >> e criamos uma rede de formação de professores para isso. Agora é um desafio e nós
vamos continuar dialogando com as redes para que a gente possa eh com vendo as realidades de cada um pra Gente possa ampliar e reverter essa tendência aqui que >> podemos seguir. >> A gente recebeu alerta da Defesa Civil aqui de chuva. Esse barulhinho. >> Sério? Mas é >> por isso que eu escutei o plim plim de de todos os celulares da da mesa. Podemos seguir, gente. Agora a Bianca Bibiano da agência estado Portal Viva. Pode, pode ir Bibiana. Bianca, desculp. >> Olá, pessoal, tudo bem? Estão me Escutando? >> Estão me escutando, Bianca. Ah, que bom.
Ministro, só para encerrar aqui o tema da EJA, né? Acho que nunca nas últimas coletivas dos últimos anos se falou tanto em EJA. Eh, mas eu queria trazer uma pergunta aqui pontual, né? Esse eventual aumento na faixa etária das pessoas que recebem o pé de meia que o ministro mencionou lá no início, ele poderia chegar pros alunos acima de 40 anos de idade, já que eles são a Maioria, né? Eles são quase 1 milhão ali no grupo da EJA. É, >> obrigado. >> Não, primeira eu acho que é importante, obrigado pela participação. Era importante dizer
que é importante dizer que o MEC retomou eh a coordenação e e e o protagonismo nessa política, >> aliás, de todas as políticas, porque, infelizmente, eh, no governo passado, todas as políticas tinham sido Praticamente, aliás, não tinha política educacional nesse país. E eu digo isso porque eu fui governador do estado, que nunca foi recebido no ministério, né? Que até para tá aqui minha secretária, que foi minha secretária na época do que era governador, que até para receber o dinheiro nas nossas obras eu precisar entrar na justiça. Então, primeiro dizer que o MEC voltou a ter
o protagonismo da eh eh de coordenar a política educacional brasileira, né, em todos os Níveis no na regulação no ensino superior. Vocês viram agora o ENamed que nós estamos eh voltando a regular. Então, em relação a à EGA, nós passamos a coordenar a política, ter protagonismo na política, definindo ações, né? Mas, eh, temos desafios, mas se a gente não consegue articular bem as redes, convencer as redes eh de integrar esse processo, dificilmente nós vamos conseguir avançar nisso, né? Temos que ter incentivos, como incentivos como o Pé de meia EJA, como incentivos como eh o PDDE
EJA, que é passar recurso direto para as escolas, mas tem que ter o compromisso das redes. E eu tenho discutido com o INEP de que forma a gente pode vincular indicadores educacionais dos estados e municípios também vinculando os resultados da EGE, que eu não tenho se de conseguir fazer isso, nós vamos conseguir reverter esse dado de forma mais rápida em relação a isso. Então eu não sei se a Zara quer Complementar. >> É, e eu acho, ministro, >> aqui tô achando muito bom essa debate sobre Bael. Eu também e só esse número, >> aliás, nós
chamamos o Ministério Público para disso. >> Exato. Exato. Eh, eu acho que a a a gestão do Ministério da Educação sobre a EJA mostra para nós como que isso tem sido exitoso. Eh, a jornalista acaba de dizer que não lembra de ter havido nenhuma coletiva em que a EJA Tenha sido tanto foco de debate. Isso mostra para nós um reposicionamento na EJA, no cenário educacional. Eh, o, como o ministro disse, nós temos um acordo de cooperação técnica com a COPEDUC, que tem feito um trabalho importantíssimo, né, com as redes de ensino educativo, mas também de
que a COPEDU, >> a COPEDU que reúne todos os ministérios públicos de todos os estados, não é? Então, tem feito acompanhamento com as redes de ensino, pedindo exatamente para Cumprir a chamada ativa, a busca ativa, que é muito importante na política da EJA. E além disso, nós reinstituímos a medalha Paulo Freire, criamos um indicador de esforço das redes em oferta de EJA e essas redes já vai sair agora esse ano a entrega das medalhas Paulo Freire. Então eu acho que é uma reestruturação e reposicionamento da EGE no cenário educacional brasileiro. Temos que avançar, mas precisamos
reconhecer que temos avanços significativos. >> Vamos conseguimos resolver. com Paulo Saldanha da Folha. >> Saldanha. >> Oi, gente. Olá, bom dia. Desculpa a falha aí. Enfim, bem testamos, mas na hora que foi eh oficialmente aí deu um problema aqui na minha internet. Eh, gente, eu queria insistir nessa questão do da queda eh da queda no número de matrículas. Eh, eu perdi uma parte também da resposta por conta da internet, mas eh como a Bet eh pontuou Ali, essa queda é muito fora da curva, né? Por isso que eu acho que mereceu a atenção de de
muitas reportagens, porque a última queda que tem nesse nível é foi em 2007, quando houve uma mudança muito grande ali na no no quando o censo passou a ser pelo CPF, né? Depois tem uma mudança, tem uma outra diferença de quando também teve ajustes do censo. Então chama muito atenção, principalmente no ensino médio, né? Porque é fica muito fora da curva, né? Eh eh os dados de redução de de matrículas no ensino fundamental que começaram a ser os primeiros sentidos na educação infantil. Eh, mas sobretudo no ensino fundamental, onde já os anos iniciais, principalmente uma
eh universalização, eles eles vão ocorrendo de uma maneira muito muito eh tranquila, né, assim, em níveis muito pequenos. E aí chega de um dia pro outro no ensino médio, essa queda enorme. E aí você tem estados como São Paulo, por exemplo, que Tem uma queda três vezes maior do que a média nacional, né? Eh, o Bravim comentou sobre eh quantos alunos estão na escola perto da PINAD, né? É que a população de 15 a 17 anos até o último dado que havia, né, do horário estatístico da da educação básica do todos pela educação, dava em
torno de 80% no ensino médio, né? Tinha gente mais atrasada. Eu quero saber que tipo de controle que vocês fizeram eh para garantir que realmente essa variação tão Grande fora da curva é uma coisa que reflete apenas as políticas e eh mudanças de de taxas de fluxo e a questão eh eh geracional. Eh, princialmente se tiver alguma atenção especial a São Paulo, porque realmente é uma mudança, é uma é um dado que muda muito forte. A gente tá em ano deb, né? É, a gente tem uma série de de históricos de redes que às vezes
dá umas variações ali em relação ao número de Alunos para depois não aparecer nas taxas de fluxo do IDEB. Eh, Paraná também tem um aumento muito grande. E uma segunda pergunta eh é em relação aos itinerários formativos e e esse avanço muito grande em relação à a à educação integral integr integrada agora eh é perdão, a educação eh profissional integrada no ensino médio pelos itinerários com esse avanço muito grande que o NEP, que que o MEC e o INEP, porventura eh tem preparado para a eh Avaliar a qualidade, né? Porque saltos muito grandes como esses,
eh, às vezes correm um risco, em outras políticas, a gente já viu, de uma expansão sem qualidade e depois os resultados não são aquilo que o país precisa. Obrigado. >> Bom, S, obrigado aí pela participação. Eh, primeiro que se a gente for olhar a população, aí eu vou, eu tô com dado aqui do ensino médio. Se a gente for olhar a queda no ensino médio, por Exemplo, ele saiu de 7 milhões para 7 milhões 364, ou seja, uma queda aqui de c e 50.000 jovens e no ensino médio. Eu não sei porque que aquela matéria
aqui saiu 450. A queda aqui foi de não é queda total. Disse, eu tô enxergando errado. 7 milhões para 7.364. Eu não sei porque que aquela do botou 450.000 jovens no ensino médio. Bom, e quando a gente vai ver a população, a População caiu de 8.85 para 8.7, ou seja, caiu 100 milhões, 100.000, né? Eh, a população caiu mais ou menos proporcional. Mas além disso, o que eu acho que é mais importante no gráfico eh quatro Saldanha, de frequência escola e conclusão da educação básica, o mais importante que a cobertura ela se manteu, cresceu, ou
seja, em todos os níveis da educação básica, na de 0 a 3 anos subiu, de 4 a 5 anos 93.4, De 6 a 10 anos subiu para 99.6, 6, de 11 a 14 anos para 99.4 e também de 15 a 17 anos 93. Ou seja, o importante é que a cobertura ou ela aumentou ou ela se manteve, ou seja, nenhum aluno ficou ao contrário. Nós ampliamos o acesso dos alunos a a a à matrícula. E o mais importante é o fluxo, né? O fluxo eh mostra que os alunos estão se retendo menos aluno na escola.
passando mais de ano e é impressionante O ensino médio como teve um crescimento, uma redução da distorção em idade sério. Então isso mostra também que o aluno tá saindo. Então são dois fatores importantes. O mais importante para nós é que mantemos a taxa de matrícula de cobertura de atendimento à matrícula em todas as etapas ou aumentamos a cobertura e atendimento, né? É claro que se o INEP depois pode se debruçar para saber alguma avaliação específica de algum estado, se houve alguma Mais para mim, acho que é o é positivo, né? Eh, a população tá diminuindo
no Brasil. Eh, mas a importância também do fluxo, eu considero mais o fluxo importante aí, eh, é muito simbólico a gente vê que caiu só no terceiro ano do ensino médio, nós caímos 61% a queda do fluxo desses alunos, né, do terceiro ano do ensino médio. Então, para mim acho é um dado importante para se comemorar em relação a isso, em relação ao ensino técnico, né? eh Eh há questionamentos em relação a esse aumento que se deu, mas é importante lembrar que houve houve eh, vamos dizer assim, não só estímulos para que a gente pudesse
ampliar a matrícula de ensino técnico no ensino médio brasileiro, que essa e houve também muita eh decisão de governadores, governador do Piauí, né, ele praticamente eh tá quase univers o ensino, né, o ensino técnico no ensino médio, uma decisão política do governador, né? E agora com o Propag, Tem estados que já tá com dinheiro na conta para Propag para ampliar a matrícula do ensino técnico, educação profissional. Então, se você for olhar, eu não tô aqui, eh, se você for olhar o Piauí, o Piauí tá com 60 aqui, enxergar aqui, 68. 69 praticamente% dos alunos eh
do ensino médio e ensino técnico. Então, a decisão, né, Paraíba com 34.7, o com 34, enfim, então estados. E o importante é que também o Brasil saiu de 2022 de 11.9, chegamos a 21.5 C da matrícula eh De ensino técnico brasileiro. Então, eh não foi um salto eh foi um salto de 3 anos, né, de 3 anos que o e e também a metodologia também que o INEP estabeleceu aqui para comparar 24 com 25 por conta do novo ensino médio. Então eu acho que eh qualquer questionamento vou passar aqui pro Fábio para ele explicar aí
em relação a isso. Eh, não é só só um detalhe, né? Assim, eh, nos últimos 5 anos, se você acompanhar no gráfico da apresentação, No eh não, lá no gráfico 30, eh, desculpa, no gráfico 20, o que que acontece nos últimos 5 anos? A população da da faixa etária de 15 a 17 reduz 5,8%. E a matrícula reduz 5,3%. Então, na verdade, a matrícula tá reduzindo em termos menores do que a população tá reduzindo. Então, existia uma tendência de queda, né? Essa tendência de queda já é esperado porque a população tá mudando, mas a matrícula
Não está acompanhando a mesma dimensão de queda do da população. Então, de novo, a gente tem uma questão de atendimento aí que tá se ampliando, né? À medida que a população diminui mais rápido do que a matrícula diminui, a gente tá ampliando o atendimento, que é o que mostram os dados aí. Então, eh, tem esse componente da da redução de matrícula, né? O número absoluto da matrícula, ela reduz, porque no sistema existem pessoas que estão com distorção Idade séria, que estão atrasadas. A medida que essas pessoas concluem, você vai reduzir o número de matrícula, né?
Mas essa redução de matrícula, de novo, ela é menor do que a tendência da redução da população na mesma faixa etária da da de 15 a 17 anos. Então, eh, tem que olhar aí a dinâmica de cada estado separadamente, Saldanha, mas eh não tem evidência de desatendimento. É, precisaria olhar cada estado separadamente em relação a essa Informação, mas é de novo, nacionalmente o movimento é de redução em decorrência desses dois fatores, fator demográfico e fator de eficiência do sistema, que está retendo menos os alunos, né, tá, os alunos estão concluindo e aí a gente tem
os dados, né, da população de 19 anos que já concluiu, que vai também aumentando eh a população com a conclusão do ensino médio. Enfim, eh, são fatores que sozinho o senso não tem capacidade de explicar e precisa olhar Mesmo os dados da população também. Mas são esses dois componentes. >> Tem tem uma tendência, inclusive assim, eh como a população tende a reduzir e o sistema tende a ser mais eficiente, a gente vai esperar que no no ano que vem o número de matrículas possa inclusive ser menor, né? E aí, de novo, isso não tá eh
eh eh indicando um desatendimento, é porque a dinâmica tá indicando essa condição. Vamos, >> a gente tem que comemorar saudân essas coisas boas, >> ministro, desde os jornalistas, meninos. Paula Ferreira do Estadão. >> Oi, bom dia. Tão me ouvindo? >> Tão me ouvindo. >> Bom dia, ministro. Eh, eu eu queria falar, insistir um pouco na questão do atendimento, né, do ensino médio. Eh, a gente viu que teve uma estabilidade ali, né, na casa dos 93% e tal. Eu queria saber se não existia uma expectativa de Que o pé de meia pudesse aumentar esse atendimento, né?
E como é que vocês avaliam o papel, né, dessa política nesses dados relacionados ao atendimento do ensino médio que tá estável? E a outra coisa que eu queria perguntar é se vocês avaliam que pode ainda ter um rescaldo do impacto da pandemia na correção do fluxo ou se vocês consideram que isso já foi superado. >> Paulinha, primeiro, obrigado. Obrigado aí pela participação. Primeiro, o INEP Vai divulgar esses esses esses dados mais na frente, mas nós estamos ampliando o acesso do aluno ao ensino médio da escola, porque se a população tá caindo e a gente também
tá mantendo aí, com certeza nós estamos aumentando o número de alunos que estão indo proporcionalmente, claro, a a a escola e eh colocar que é importante lembrar que a gente tem um dado já importante que não tá aqui nesse esse senso, mas que a Gente conseguiu praticamente reduzir pela metade o abandono e a evasão escolar no ensino médio brasileiro nos últimos anos. Então isso é um dado importante. Então vamos ter os dados mais precisos agora em relação quando é que vai sair em maio em relação a isso, para que a gente possa confirmar essa tendência
e para para saber inclusive que quais são os efeitos dessas políticas, né, no ensino médio, a política do pé de meia, a política da Escola tempo integral, a política do ensino técnico. Quais são políticas importantes? É um conjunto de políticas. É, quando você estimula a educação técnica na escola do ensino médio, eh, lembrando que a gente fez uma pesquisa em 2023 de 80% dos jovens queriam o ensino médio técnico. Então, quando você tem ampliação dessa matrícula, você retém mais o jovem na escola. Quando você tem a escola tempo integral, você retém mais o jovem na
escola. Quando Você tem o pé de meia, você retém, atrai mais jovem pra escola. Então, não tenho dúvida que também são efeitos, né? Não tenho dúvida disso. É claro que nós vamos ter os dados mais eh concretos a partir de maio, quando o INEB divulgar isso, mas eu mas de aprovação, de reprovação, mas eu acho que um ponto importante é que para mim acho que é um dado de esforço das redes e do conjunto dessas articulações e políticas é a distorcionalidade séria. A gente precisa Comemorar que ainda estamos deixando de reter mais os alunos. Os
alunos estão passando de ano, né? Então eh isso é um fluxo tá melhorando em todas as etapas da educação básica. inclusive no ensino médio. Lembrando que eu gosto sempre de destacar, no terceiro ano do ensino médio, nós nós diminuímos 61% o nível de extorção de idade série. Então eu acho que isso é um grande avanço importante é do esforço, repito, isso não é o esforço do ministério, esforço das redes, né, do Conjunto de articulação do país em relação a melhorar a qualidade da da educação, principalmente no ensino médio brasileiro. Podemos eh última agora, gente, é
a Tatiana Cavalcante da CNN. >> Boa tarde. >> Te ouvimos, Tatiana. >> Vocês ouv Bom, eh queria agradecer também pela pergunta, pela possibilidade de perguntar. Eh, ministro, eh, eh, eh, Eu queria te perguntar nesse sentido se a queda de matrículas é estrutural e demográfica, né, como o senhor explicou, o MEC que pretende remanejar o orçamento, que seria para essas vagas para ampliar a qualidade em outras áreas ou até pro tempo integral, né? Porque a gente percebeu que teve uma redução aí na de matrículas no ensino médio, mas teve um interesse maior pelo ensino integral. E
voltando assim, só para ficar claro, uma outra dúvida, né, Falando da questão da matrícula. Quando vocês falam do fluxo, né, que mais alunos passaram de ano, isso significa que eles passaram de ano porque eles aprenderam ou por causa da progressão continuada? Só para ficar claro, >> eu vou passar pro Iné para responder isso aí. agora >> um o a a eficiência do nosso sist nossos sistemas de educação básica é um dos temas que ocupa a agenda educacional por Muitos anos, né? E a elevação da eficiência do sistema faz com que mais recursos sejam disponíveis por
aluno, né? Além de tornar a escola um ambiente mais estruturado para o alcance de finalidades pedagógicas, ela também passa a dispor por alunos de mais recursos. Então, é um tema importante da agenda educacional o fato de que mais recursos estarão certamente disponíveis para em eh investimentos em áreas prioritárias. No caso, nós temos duas Áreas prioritárias, que é o tempo integral e a ampliação do atendimento do da primeira infância. São duas áreas de investimento em que certamente a eficiência maior do sistema vai permitir, não só por conta das mudanças demográficas, mas também por conta da eficiência.
Ou seja, você, cada aluno reprovado em qualquer etapa, significa mais um aluno, né, permanecendo um ano na escola sem que se tenha qualquer evidência de benefícios aprendizado para Esse aluno. Esse é um tema clássico da educação brasileira e é uma vitória a gente ter conseguido, acredito que muito com a contribuição do programa PED meia, elevar a eficiência do ensino médio menos abandonos e menos reprovações. Bom, é claro que eh só para reforçar aqui um pouco que o palácio colocou, é que ao longo desses 3 anos e meio, 2 meses, a gente tem focado muito, eu
disse aqui no início da minha minha fala que talvez o MEC nunca olhou tanto paraa Educação básica como a gente tem olhado nesses 3 anos e quase 2 meses. E primeiro porque eu acho que o grande desafio brasileiro está na educação básica. Eh, o dado do IBGE de 2024, ainda tem 2025 ainda, mas 66 milhões de brasileiros não concluíram a educação básica nesse país. Então, todas as estratégias que o MEC vem construindo com as redes, porque eu não acredito em nenhuma política pública que não seja construída com as redes, porque são eles Que estão lá
na nos municípios, nos estados, o MEC tem o papel de coordenar, de monitorar, de estabelecer metas, mas passa por uma série de ações. Primeiro alfabetizar as crianças na idade certa, que quando, repito, quando a gente não alfabetiza crianças na idade certa, compromete toda a vida escolar dessa criança, retém a criança, abandona a criança, o jovem. Então é importante e todos os indicadores nós temos melhorado ao longo dos últimos 3 anos. o Envolvimento das redes, o envolvimento dos estados, 100% dos municípios e estados brasileiros aderiram à política e criamos forma de reconhecimento. O selo de alfabetização
é o reconhecimento às redes, né? Então esse é um ponto. Segundo ponto, a escola tempo integral. É a escola que tem mostrado os indicadores que retém o aluno, eh, que deixa o aluno mais tempo na escola, eh, que melhora a qualidade da aprendizagem, que diminui o abandono, diminui a evasão Escolar. E nós pela primeira vez alcançamos a meta do PNE, gente. PNE a gente nunca tinha alcançado nenhuma meta e começamos pela primeira vez uma meta importante que é passado os 25% da matrícula de tempo integral ou de tempo integral na rede básica da educação. Depois
o pé de meio é outra política importante. O o o o a gente olha pro início para evitar que as crianças abandonem e aprendam a a na idade certa e olha pro final para dizer que olha nós Não queremos perder nenhum aluno que esteja na escola do ensino médio brasileiro. Então o pé de meia veio para isso e nós conseguimos reduzir pela metade da evasão escolar dos últimos anos no Brasil. O mais professores é estimular professores a qualidade da formação, o pé de meia licenciatura, prova nacional docente. Então um conjunto de ações que tá sendo
feita. Claro que resultado da educação muitas vezes não aparece de imediato, ela é a Média e longo prazo, mas não tenho dúvida, nós estamos construindo um ambiente, construindo, né, um arranjo importante paraa educação básica, envolvendo as redes, porque, repito, se não envolvermos as redes, nós não alcançamos as nossas metas. pactuando metas, né? Pactuando metas importantes. Agora com Propag, todo o estado vai estabelecer a sua meta paraa educação técnica e profissional nas suas redes, né? Recebendo recursos do Propag para Isso. Então, tô só colocando que nós vamos continuar priorizando todas essas e claro que a partir
do momento que a gente não precisa mais de recurso numa determinada polícia, nós vamos deslocando para outra para fortalecer. E tô defendendo, para encerrar aqui a minha fala, tô defendendo a aprovação, disse isso aqui no início com a com jornalista presente. Tô defendendo a aprovação de um PL que está no Congresso Nacional, na Câmara Federal, feita pela Comissão Michael elaborou a o novo plano nacional de educação, que foi aprovado já pela Câmara, que é o Programa de Infraestrutura Educacional Brasileira, que vai autorizar o uso dos excedentes da arrecadação do pressal brasileiro para a educação, como
já é previsto em lei, saindo do acaboço e saindo do primário. é a única forma que a gente tem de ampliar os investimentos da educação Brasileira, porque eu acho que é o grande, é a grande revolução que a gente pode fazer na próxima década para atingir as nossas metas do PNEC será aprovada no Senado e ampliar os investimentos agora com resultado, com meta, com indicadores, com acompanhamento, com monitoramento para que cada município e cada estado cumpra suas metas e cumpra os seus resultados eh pactuados eh com o Ministério da Educação que é, repito, é o
grande Coordenador da política nacional. Então, nós vamos, de acordo com o o os resultados, a necessidade, nós vamos deslocando aí o nosso orçamento. É bom lembrar que nós ampliamos, é bom lembrar que a imprensa saiba disso. Se eu for comparar o orçamento de 2022 com o orçamento de 2026, nós ampliamos em R$ 100 bilhões deais o orçamento do MEC. Claro que teve uma ampliação do FUNDEB, que é recurso direto para passado, mas foi foram Recursos que tem nos permitido eh eh executar importantes políticas da EGA, da alfabetização, da tempo integral, do pé de meia, das
universidades, institutos federais, né, para que a gente possa avançar na educação pública, né, e educação como todo nesse país. >> Obrigada, gente. Vamos pro quebra queixo. >> Uma pergunta aqui >> não, a gente vai pro quebra queix. Só agradecer, Agradecer aqui a presença vai pro quebra queixo. Vamos manter a transmissão aberta e a gente >> quero só agradecer aqui a presença de vocês aqui. Obrigado, gente. E agradecer a equipe do INEP aqui. Agradecer a toda a equipe do ministério. >> Eles vão perguntar agora >> quem tá aqui. Aí a gente prioriza o queq, gente. Só
para >> Ele vai falar mesmo na propósito. É o dele. O >> ministro vai se posicionar transmissão aí, >> pessoal. >> Só dar espaço para ele passar ali o ministro. Então aqui, ó. É, pede para deixar os mix ligados, tá? pede para deixar aí. >> Pede para ele trazer o microfone. >> Eu tô com ele aqui. >> Ó, estou entregando também uns dados a você do de do Amazonas, né? Vocês estão Recebendo específico da Amazon fala nesse na transmissão e a pergunta nesse azulzinho que a gente a gente deixou a transmissão aberta. >> Tá bom.
Tá bom. >> Não, ele tá só organizando aqui. Só um minutio. >> Ministro, tudo bem? Daniela da Rede Globo Manaus, rede amazônica. Então, eh, eu queria voltar a falar sobre a questão da distorção seriedade. Eh, eu tô Acompanhando inclusive o material sobre isso, mas com dados de 2024. Ainda vou acompanhar os dados de 2025 ali com mais detalhes, mas eh eu queria, o senhor falou dessa redução de 61%, mas aqui no Amazonas a gente ainda enfrenta muitos desafios em relação a essa distorção seriedade, principalmente em área rural, em área ribeirinha, eh onde há essa dificuldade
de transporte, de infraestrutura. Eu queria que o senhor falasse sobre os desafios de enfrentar e De tentar mudar essa realidade aqui no estado do Amazonas e na região norte. Bom, primeiro, eh, essa questão da idade, a distoruação idade séria, para mim ela é um um foco importante, uma ação importante, porque quando o aluno, o que é até pra população entender o que é distorção idade séria, é quando o aluno e não está na idade correta para estar naquela naquela série, ou seja, às vezes ela ela é reprovada, ela não passa de ano e vai ficando
na escola e às Vezes tem até dificuldade de conviver com seus colegas. às vezes ela é uma coleguinha mais mais adiantada, de uma idade mais alta e às vezes tem até dificuldade, às vezes abandona a escola por conta disso. Então, reduzir a distorção idade série é uma das prioridades que tem sido feita pelo Ministério da Educação, coordenando com as redes pra gente evitar eh abandono escolar, eh evasão escolar ao longo dos anos da rede básica de educação. Então, Garantir que uma criança, por exemplo, quando a gente cria um programa do compromisso nacional criança alfabetizada, porque
quando uma criança não aprende a ler e a escrever ao final do segundo ano do ensino fundamental, isso compromete todo o ano descolar dela. Então ela vai ter dificuldade no terceiro ano, vai ter mais dificuldade no quarto ano, aí reprova, né? Então vai vai retendo aquele aluno ao longo do do fluxo escolar. Então, para nós é uma Prioridade. Claro que o Brasil tem eh realidades diferentes em cada região. Regiões como a região norte tem uma região do ponto de vista geográfico e físico, ela os desafios são maiores, são maiores, né, no acesso à escola, são
maiores no na questão da contratação, da qualidade dos professores, eh, é desafio na questão da conectividade. Então, a gente tem procurado tratar o Brasil também de forma diferente regionalmente. Vou falar, por exemplo, da conectividade De escola, que é importante ter conectividade de escola, pro professor poder utilizar com com fins pedagógicos. Nós só tínhamos 23% de escolas conectadas na região da da região norte do Brasil. Conseguimos de 23 agora para 25 ampliar isso para 60%. Foi a região que mais cresceu na conectividade de escola. Então faz parte também são várias ações importantes pra gente garantir que
a gente possa permanecer esse jovem na escola. O pé de meia é um Deles. Aqui praticamente mais de 100, quase 150.000 que os jovens recebem o pé de mia no ensino médio eh no no estado Amazonas, que é uma forma de garantir que o aluno não abandone a escola e estimular que ele que ele curse o o o ensino médio passe por ano, porque ele recebe a poupança. Então são políticas que a gente tem criado eh na melhoria da qualidade da formação profissional continuada dos professores, na relação com as redes, o diálogo que a gente
tem Construído com as redes estaduais e municipais, né, em todas as políticas educacionais, seja de inclusão, seja de alfabetização, seja escola tempo integral, seja o pé de meia, não há, nós não compreendemos que não há nenhuma política que se que possa ser construída e efetivamente ter resultado se não for construída com as redes municipais de estado bairro, que são eles que estão executando a política lá na ponta. Então é todo esse conjunto de esforços que eu Sei que o desafio aqui na região norte é maior do que outras regiões do Brasil. >> Olá, ministro, bom
dia. João Luiz Ononete da TV Record. Ministro, sobre a questão das creches, a gente aqui, infelizmente, todos os anos vê uma situação que se repete, né? Mães desesperadas ali para matricular os filhos nas creches, reclamando sobre falta de vaga, sobre dificuldade no remanejamento, quando vai mudar de uma creche de um bairro para o outro. E o Poder público municipal, infelizmente, tanto o prefeito atual quanto todos os outros que passaram nos últimos 10 anos aí, sempre prometem construir muitas creches e na hora H acabam não conseguindo cumprir essa meta. como tem sido feito esse diálogo do
Ministério da Educação, ou seja, governo federal com o poder público municipal, tanto para obrigar o poder público municipal a conseguir construir mais creches e aumentar, obviamente, essa essa oferta De vagas para que ninguém fique desesperado procurando aí uma possibilidade de primeira comentar que o Brasil, por ser um estado federativo, os estados e municípios têm autonomia, né? Então eu não posso eh nunca obrigar determinadas políticas pros estados e municípios. a gente tem procurado é construir, né, num diálogo e na relação federativa as políticas prioritárias que a gente considera pré-educação básica brasileira. E creche é uma delas.
Primeira ação, nós ampliamos o valor aluno em creche tempo integral do do fator de ponderação do FUNDEB. O que é isso? É o valor que o aluno recebe, o município recebe por aluno ano. Nós ampliamos paraa creche em tempo integral do Brasil. aí para estimular o prefeito ou geralmente as creches são dos prefeitos a ampliar as vagas de creche para as crianças, principalmente de 0 a 3 anos. Então esse foi o primeiro ponto. Depois eh na construção de novos Equipamentos, a gente quando nós chegamos ao MEC, nós temos 5800 obras paralisadas, inacabadas no país e
criamos um programa aprovado pelo Congresso Nacional, porque muitas vezes era difícil um prefeito concluir uma creche que tava 5 anos parada. 7 anos parado. Então nós aprovamos no Congresso Nacional permitindo atualizar os preços dessa obra para valores atuais. É muitos prefeitos aderiram ao programa. Muitos estavam sendo entregues creches que há 10 anos estavam paralisadas, 6 anos estavam paralisadas no Brasil. Então esse a gente querer retomar eh você tem uma ide juntando as as obras de crédites que eram foram retomadas e com as novas obras do PAC. foi o que nós priorizamos no parque da educação
básica, creche e escola de tempo integral, fazendo parte exatamente dessa estratégia da educação básica. Então vocês terem uma ideia, mais de 7 bilhões de investimentos em obra de creches, que nós estamos pelo Parque hoje, né, para municípios em todo o país. Então, estimulando, eh, a construção da creche com recursos, né, também autorizamos recentemente o financiamento para estado e municípios que queiram além das obras do parque ampliar também os seus equipamentos. Mas existe a questão do custeio. Então nós ampliamos o valor aluno ano para essa creche e também ampliando também o valor do repasse da complementação
pros estados e municípios por parte da União, Por parte do FUNDEB. Então, claro que são desafios e eu disse aqui e no final da nossa na nossa reunião aqui que a gente precisa ampliar ainda mais os investimentos. Mas e outra novidade também em relação a isso, nós vamos em breve apresentar uma ferramenta. O Ministério recentemente eh eh assumiu a coordenação da política nacional da educação infantil integrada do governo federal. São vários ministérios, né? Porque você tem ações na saúde com a Vacinação da criança, você tem o Ministério do Desenvolvimento Social com o Bolsa Família, você
tem o Ministério da Educação com creches. Nós estamos construindo é a fila de creche, porque uma coisa é você saber a demanda por dados de criança de 0 a 3 anos, outra é você saber qual é a fila da creche. Então nós vamos ter uma ferramenta para saber qual é, onde é que tem vaga de creche, onde é que aquela família mora. Nós vamos nos comunicar diretamente com Aquela mãe para saber se o seu filho tá na creche, para dizer a ela qual é a creche mais próxima para comunicar o município, para tentar abrir vaga
para aquela criança, para aquela mãe. Então tentar construir, porque não há algo mais importante do que uma mãe, principalmente uma mãe que trabalha, né, ter o direito de deixar sua criança numa creche durante o período, uma creche de tempo integral, porque muitas vezes as pessoas não trabalham meio expediente, Trabalham o dia inteiro. Por isso que a gente aumentou o fator de ponderação pro aluno de creche de tempo integral, para estimular que a creche seja o dia inteiro para que uma mãe possa permitir que uma mãe possa deixar o seu filho com segurança, com qualidade, com
profissionais de qualidade numa creche. >> Ministro Samara, teve a crítica. Eu tenho uma dúvida ainda no Recorte Amazonas e em relação ao valor aluno ano por resultado, né? Existe uma divulgação Do MEC que 22 cidades do Amazonas, elas não alcançaram alguns critérios para receber esses valores. O senhor acredita que o desempenho do Estado em 2016 vai ser prejudicado pela ausência desse repasse? >> É, olha, e esse indicador do VA, do FUNDEB, ele ele tava muito claro para todas as redes e todas as redes tiveram um prazo para se adequar a elas, né? Porque é um
indicador que mede resultado, que o valor que a gente passa Hoje, que recebe do FUNDEB, ele não mede resultados. O único indicador é o VA, ele mede fluxo escolar e mede quantidade de aluno. Então e eu então a gente precisa mensurar a qualidade na aprendizagem, porque um grande desafio do Brasil é melhorar a qualidade da aprendizagem e melhorar também a inclusão de alunos nas escolas. A gente sabe que há uma desigualdade muito grande entre brancos e e pretos no Brasil e negros e brancos no Brasil, né? Pessoas com deficiência, muitas vezes tem mais dificuldade de
ter acesso a Então assim. Então o VA ele exatamente é um indicador que mensura a qualidade dos resultados da educação do município e do estado. Então esse dado foi aprovado desde a aprovação do FUNDEB, né? foi dado um prazo pros municípios estado se adaptarem e para garantir na execução deste indicador. E é claro que os estados e municípios que não alcançaram vão terão redução, tiveram já redução de Recebimento de recursos esse ano em 2026. >> Não tenho dúvida, mas isso é uma forma de estimular. Quando a gente criou, por exemplo, o ICMS educação, que é
o que parte do ICMS que os estados distribuem com os municípios, dependendo do resultado da educação, isso estimulou que os prefeitos e municípios dos estados e os municípios dos estados brasileiros, eh, se dedicassem mais à qualidade da aprendizagem. Então, é um Pouco vai um pouco isso, é você colocar um indicador dentro do FUNDEB que mensure resultado, né? Ou seja, você recebe mais se você melhorar a qualidade da sua rede. Então esse é o estímulo e que passou a valer que agora eh os municípios estado estão tendo as as repercussões naqueles que não cumpriram as suas
metas. >> Ministro Gso Ramos da Band de Difusor FM, eu só queria voltar num quesito de creche porque o senhor deu um dado de Que 53% das vagas na creche de creche são na iniciativa privada, mas a maioria dessas vagas são mantidas pelo governo federal, né, com recursos públicos. Eh, eu não queria saber se isso é uma escolha dos municípios ou se é uma escolha do governo federal para manter essas vagas em privadas. Não, a escola do município. O município tem opção eh eh até para poder avançar mais rapidamente com com a acesso da criança
à creche, porque daqui você construa, Primeiro você tem que ter o dinheiro para fazer a creche, depois construa a creche, leva tempo. Então, muitos municípios eles conveniaram com creches particulares para atender eh de forma pública, ou seja, quem paga aquela creche é o dinheiro público. é muitas vezes que são o o recurso do município, do estado, do próprio repasso do governo federal. Então, foi uma estratégia, claro que o ideal que fosse todas fossem já creches construídas, mas enquanto a Gente não consegue eh eh ampliar o universalizar o acesso, essa foi uma estratégia importante para garantir
o acesso à creche. Agora, precisa ter qualidade, precisa ter acompanhamento. O município precisa saber se são bons profissionais, se a creche tem toda a infraestrutura adequada para receber uma criança, né? Porque nós temos um padrão no FNDE. Quando a gente, quando a gente repassa recursos para construção de uma creche no município, ela tem um padrão De qualidade, né, climatizada, com bersário, com toda adaptada para criança. Então, a gente precisa também exigir que esses convênios que são feitos com eh creches particulares para atender eh eh de forma pública, ela posso, garanto ter toda a qualidade necessária
para receber uma criança com qualidade. >> Bom dia, ministro Paulo Paixão, teve Encontro das Águas. Eh, eu vou falar em relação à questão do Amazonas. De cada 100 alunos, segundo censo, cada 100 alunos matriculados, 92 estão eh na rede pública, ou seja, dependem exclusivamente dos investimentos do poder público. E a gente vê um dado interessante, um aumento do número de professores indígenas, 8,5%. Gostaria de saber se esse é um número relevante, porque há um mês atrás, 400 indígenas tiveram aqui em Manaus, 33 etnias, eles reivindicam o ensino médio na presencial e eles têm assim uma
certa dificuldade De trabalhar naquela no ensino tecnológico, ou seja, eh a distância. Então, o que que o Ministério da Educação tá fazendo para poder melhorar essa situação, ou seja, formar mais professores indígenas para que eles atuem nas suas aldeias, nos seus territórios? Não, primeiro nós criamos a política nacional da educação indígena e inclusive o PAF Equidade. Hoje nós estamos formando professores, né, indígenas para as escolas e nesse país. Mudamos também o fator de ponderação do FUNDEB, que é isso, aquele valor aluno é indígena quilombola, ele agora recebe um percental maior o município o estado para
estimular também e a preservação da cultura e a formação e nas escolas desse país. Hoje mesmo vou est visitando a comunidade indígena, autorizando inclusive são quantas escolas, Renanda? >> São 117 escolas indígenas que eu vou estar autorizando hoje aqui em Manaus. Salá, na comunidade, como é o nome da Comunidade que nós vamos visitar? indígena >> saparé >> Sataré Maué >> Sater >> Saterê eu vou nós vamos inclusive de van nós vou vou visitar vou almoçar lá na comunidade vou inclusive autorizar uma escola indígena naquela comunidade foi uma reivindicação feita pela comunidade e vou aproveitar lá
para anunciar 117 escolas são 20 quantas em Manaus só aqui Em Amazonas são 26 ou 22 tá até no são 22 acho aqui no estado do Amazonas, que foram demandas que inclusive eh fora todas aquelas escolas que nós liberamos pelo PAC, mas essas são são escolas exclusivamente indígenas, nós vamos autorizar e liberar. Então são um conjunto de ações pela importância, né? E estamos e o presidente Lula recentemente criou a universidade indígena do Brasil, a primeira universidade indígena do Brasil, que já Foi aprovado na Câmara, tá sendo aprovado agora no Senado, que vai ser uma forma
também de formar profissionais, né, para essa área. E ampliamos inclusive também a bolsa é do aluno de assistência estudantil, do aluno indígena que está nas universidades federais, né? Nós ampliamos o valor que era R$ 900, passamos para R$400 por mês e triplicamos o número de bolsas para atendimento desses alunos nas Universidades federais em todo o Brasil. Então, eh, olhar para esse público tá aqui são 27 escolas em dias que nós vamosar só pro Amazonas hoje para que a gente possa fortalecer, garantir infraestrutura melhor para as comunidades indígenas. formação de professor, nós estamos fazendo através do
PAF da Equidade, né, e aumentamos o valor aluno, né, em escolas indígenas que nós repassamos para municípios e estados como uma forma De fortalecer essa política. >> Bom, gente, ali, >> eu que agradeço. >> Obrigado, ministro. >> Eu vou dar um kit a vocês do M. Cadê o kit? Pronto. >> Você acabou de ver o evento de divulgação dos dados do censo escolar 2025. Continue com a gente aqui no canal Educação. Até mais. เฮ