Senhoras e senhores, estamos aqui de volta do nosso esconderijo. Na verdade, a gente tá viajando, gravando esse vídeo para vocês com todo o equipamento que cobe dentro da mochila, porque a gente tá aqui para ver propagandas antigas, década de 80, década de 90, aquelas coisas que marcaram época e quando você vê você pensa: "Por que que a gente fez isso? " >> Propagandas de tecnologia.
Vamos lá. >> A chegada dos telefones do Brasil. >> Não, a chegada do celular.
Telefone não tinha propaganda ainda. >> A telefonia celular já está funcionando em Brasília. Telefonia celular daquelas ações de >> é a solução da Telebrasília para estas horas em que você precisa estar presente.
>> É um grande sério aqui no CIA. É cara, um grande eu tô no local. >> É o grande o quê?
>> Incêum? Incêndio? Incêndio?
>> Que que ela falou? >> É um grande incêndio aqui no CIA. É cara, um grande Eu tô no local.
>> Que grande sério que no cia? Que que é grande sério que no cia? >> Mas ela não precisa estar presente uma vez que ela não é uma bombeira, né?
Mas continua. Não, mas não adianta nada você ter o telefone, eu não falar direito que é o povo do outro lado não entender. >> Mas ela está apavorada porque está acontecendo um grande incêndio ali no CIA.
>> Não, o grande sério que no Cia >> é cara. Um grande Eu tô no local. >> Ela tá no local.
>> Esteja onde estiver, a telefonia celular coloca a comunicação em suas mãos. >> Eu tô na obra, >> realmente. Ó lá o celular.
>> Pera, pera, pera, pera. Que que >> é um tijolo na obra? >> É aquele, aquele celular de carro.
>> É um tijolo na obra, cara. >> Gente, isso era um celular, tá? >> Telefonia celular.
Telebrasília, você sempre presente. >> E o mais importante é você avisado. >> É um grande sério que no cia.
>> Grande sério que no. >> Eu acho que a gente não pode falar porque ela tá com muito, ela tá registrando o pânico da situação. >> Em 98 foi previsto o futuro das crianças do Brasil.
Em 98 você tem a propaganda em São Paulo. >> É Telespe. >> Eu lembro disso.
>> Eu não. >> Carros, computadores eu volume, bebês e eu sou uma prova disso. Já estava na hora celular também.
Como ve celular. >> Ve é fácil de usar, simples de recarregar, pronto para falar e não tem conta para pagar. O celular inteligente.
>> Era o início do pré-pago. [risadas] Só que vocês perceberam que aqui é quase uma inteligência artificial, né? >> Eu lembro desse negócio que é o seguinte, era o efeito que fizeram naquele filme do baby do porquinho, que foi uma revolução filme do baby, que que acontece?
Eles fizeram os animais falarem, usaram computação gráfica para mexer o lábio dos animais aqui. Fizeram algo parecido com esse bebê aqui, embora não esteja muito bem visível. Ficou muito tosco, tá?
Ficou muito tosco, mas colocaram o bebê falando qualquer revolução. >> Exatamente. >> Igual prépago.
>> Era quase um renascimento, né? Do bebê. >> Bebê reborne.
>> É basicamente. [risadas] Enquanto isso, o Pelé já tinha um celular touch dobrável de duas telas. >> Me acorda quando chegar lá.
[música] >> Oi, Pé, tudo bem? >> Caramba, >> você vai ser homenageado em Paris. Vai receber um troféu também.
A Nokia não sabe como será o futuro [música] das pessoas. >> Alô. Oi, mãe.
Tudo bem? >> Não, mas aquele não era o Nokia, era a idealização do que o Nokia imaginava que seria o futuro. Não tinha daquele jeito na época.
>> Nia, exatamente. A Nokia não sabia como ia ser o futuro, começando pelo fato de que ninguém mais ia usar Nokia. Olha que coisa.
E aparentemente os celulares nos levariam ao espaço. Ó, no sentido figurado, foi tudo pro espaço mesmo. A ordem, >> a confiança das instituições, a saúde mental, >> tudo pro espaço.
>> O homem superou em duas vezes a velocidade do som. Hoje [música] é possível ir 200. 000 vezes mais longe.
Parecia impossível [música] sair da realidade. E aí descobriram a realidade do >> tosco. >> Parecia impossível falar assim.
Até você descobrir [música] um Ericson. >> Eu tive um Ericson. >> Nova série 600 Ericson, líder mundial [música] em celular digital.
>> O meu primeiro celular foi um Ericson. Era muito bom o Ericson. Durava duas horas.
Era >> não, nessa época era, cara. Dura 2 horas. >> Eu comprei já era para lá do ano 2000.
Tipo assim, o povo já não tava comprando mais. Ericson ele entrou em promoção nas Casas Bahia e eu comprei por R$ 199. >> Mas quando você falou que é 2 horas, nessa época era um era um ele funciona 2 horas.
Aí você pode carregar 8 horas para usar mais meia hora. >> Exatamente. >> Computadores para antiga nova geração.
Toda propaganda de computador da década de 90 era cringe, mas essa é 85. >> Nossa, 85 já tinha propaganda de computador. Ohó, que tecnologia.
Não, isso daí 85. Não, cassete. [risadas] >> O microcomputador da Gradiante para a geração que vai mandar saber mandar.
O melhor programa para seu filho não ser programado. >> A geração que vai mandar saber mandar. >> O microcomputador da Gradiente para a geração que vai mandar saber mandar.
>> Não fez sentido. >> Foi, foi isso foi um caso de tô aqui no incêndio também. Não, >> mandar saber mandar >> é porque a criança não vai ser manipulada.
É isso que eles falam no final que vai não vai ser programada. >> A geração que vai saber mandar. Ok.
Mandar, saber mandar. Não fez sentido. Fez >> não.
>> O melhor programa para seu filho não ser programado. >> É o melhor programa pro seu filho não ser programado. Você tem que dar o computador para ele não ser manipulado.
>> E agora todo mundo é >> disse a pessoa inocente da década de 80. Tá bom. >> Agora todos somos programados.
>> Algoritmo, amigo. >> Que ilusão, né, cara? >> Então é assim que eles imaginavam o futuro desktop da cozinha.
>> Ah, não tá muito longe não, né? >> É o mesmo MSX. As propaganda gradientes são os melhores.
[música] >> Oi amor. Amanhã 10 é [música] de que que rede que eles [risadas] estão conversando? >> Smack.
>> Os micros para quem entende e para quem não entende de computador. Não, pera aí. Para, para, para, para, para.
>> Primeiro, onde no mundo >> eu vou dar, eu vou dar de Marcos Mon aqui. A empolgação dessa mulher nessa cozinha. Preste atenção na cozinheira.
>> Os micros para quem entende e para quem não entende de computador. >> Ninguém faz isso, né? O que estava acontecendo naquela [risadas] cozinha?
Essa é a moça do castelo Ratimbum. >> Pareceu muito careca. >> Nenhum computador na DR de 80 deixava a galera tão animado.
[música] O mundo [música] é >> tem várias coisas irreais aqui. Aquele garoto marcando aquele encontro às 10, eu acho que não teria rolado. >> Que rede o MSX conversava?
Isso é pré internet, tá gente? Você gosta de você mandar uma mensagem para alguém naquela época ia dar essa emoção toda que você viu da cozinheira. Felizmente a década de 90 trouxe o conceito da portabilidade.
Mais ou menos, né? >> Não, já era bem portátil. >> Mas era o que isso?
Não, filmadora. Portátil. Filmadora.
>> Gente, isso era caríssimo. >> Isso era caríssimo. A gente teve uma câmera dessa pequena.
Ela rodava numa fita mini VHS, que é tipo uma fita VHS, só que menor, e só tinha meia hora. Uma qualidade de imagem superior. [música] Ao comprar uma câmera, escolha aquela que não deixa você na contramão.
Nova Sony Handcam [música] Vídeo 8. >> É, cara, isso daí, isso daí era impressionante. Mas, Nilson, eu tenho uma notícia para você.
Estava eu em Volta Redonda. O que eu encontrei? >> O quê?
>> Minha primeira câmera. >> Sério? >> Eu achei todas as fitas, só não tem o carregador.
>> Ué, por que que a gente não tá fazendo vídeo? >> E o fio para ligar na placa de captura para poder baixar meus vídeos. >> Ah, mas isso é fácil de arrumar.
>> Eu tenho vídeos daquela época. Eu tenho vídeos de viagem. Eu tenho vários vídeos, >> vamos fazer uma coletânia.
Você vai tratar já da gente conseguir ver isso. Fica coisas principalmente. >> Eu também tenho o cabelo desse tamanho de Moraes Moreira na época [risadas] salvo isso.
>> Se era para trabalhar menos porque hoje as pessoas estão trabalhando mais. >> Lá vem a propaganda tá fazendo promessas enganosas. >> Ai gente, essa promessa de que a tecnologia liberar tempo do seu dia, >> não é do seu, é da galera que não há tanto tempo, tá?
>> [música] >> E deixa dourado como fogão. >> Ah, não deixa dourado como fogão. Não, não, não, não.
>> Alguém cozin frango no microondas. É um crime. Prende essa mulher.
>> Brastemp. Trabalhando cada vez mais para você trabalhar cada vez menos. >> Não, não dá pr fazer franga assado no microondas.
>> Não, não, não, não. Vamos lá. Brastemp.
>> Se fosse um forno, tudo bem. >> Eu sei que é uma brastemp, mas pera aí. Existe um negócio chamado leis da física e do bom senso.
As duas corroboram para que você não faça frango no microondas. >> Evoluímos não só nos equipamentos, mas também como sociedade. Ah, aí há controvérsias, hein?
Isso é afirmação do João é nosso não. Coisas na vida tem que ser simples. Pequeno 14.
>> Sim, grande pai 20. >> Menos complicação. Melhor pequeno 14.
>> Sim, grande pai 20. Homem branco inteligente. Tecnologia bom.
>> Sim, grande pai. >> Entendi o enunciado do João. >> TV bom.
>> Sim, grande pai. >> Vídeo cassete. Bom, >> sim, grande pai.
>> Mas aquele monte de cabo para ligar é um pé no saco. Pequeno 14. >> Novos do Eeto Filco.
Simplicidade no [música] pequeno 14 e no grande 20. Gostaria de pedir desculpa em nome de eu tenho nada a ver com isso. Tenho nada a ver com isso.
Primeiro, vídeo cassete acoplado no televisão não é não é coisa boa, tá? Porque um quebra quebra os dois, não é mesmo? >> Segundo.
Sim, evoluímos como sociedade. Muito a gente tem que reconhecer o progresso. >> É porque, né, estão querendo desvoluir, mas até agora todo mundo percebe que evoluímos, né?
A gente não tá ligando mais leitores de mídia na nossa televisão e também não está fazendo comerciais desse jeito. Pelo menos eu espero. >> Todos concordamos, né?
>> Todos concordamos. Não, tá tudo bem. Tá tudo bem.
Geladeiras eram consideradas tipo uma nave espacial durante o período era a coisa mais moderna que tinha na sua casa. >> Frost free? >> Não, Frost free, né?
>> A única geladeira que [música] não precisa ser descongelada nunca. Para você ficar livre de mais um trabalho forçado na cozinha. Nós evoluímos como sociedade.
Nós evoluímos como sociedade. >> Meu Deus do céu. Não tinha limitamente evoluíos como sociedade.
Não tinha o limite. >> Eu acho que agora a gente tem uma consciência maior das coisas que devem ou não ser ditas, não é mesmo? Isso isso é importante como sociedade a gente reconhecer isso, não é mesmo?
>> Fora o mérito do da da falta de noção dos publicitários da época. >> Frostf tecnologia. Você que viveu pré Frost Free, tem gente aí que talvez tenha uma geladeira ainda que não seja Frost Free.
Era horrível. Prosfere foi uma evolução, uma evolução técnica e agora a gente tem a evolução de consciência também, não é mesmo? Vamos continuar.
Isso era ser rico nos anos 80. Só a tecnologia prológica poderia [música] criar o CP400 Color, o mais avançado computador pessoal. >> O disquet >> você vê quando ele chega aos 64K de memória com as unidades de discos.
>> 64K de memória. >> 64K de memória. Ninguém precisa mais de 64 de memória, não é mesmo?
Sabe quantas páginas de texto são isso? Não há problema que o CP400 não resolva para o seu desenvolvimento pessoal. >> Faz aí então.
>> C [risadas] eu gostei. >> Era no nascimento do chat GPT. Pro menino ali não fazia diferença.
Agora se ele fizer isso, >> ele já tava à frente do seu tempo. >> É cara, agora faz. >> Os anos 2000 trouxeram novo tipo de aproximação com os famosos.
>> Casa da Paulinha foi o máximo. Tava todo mundo lá. Nem fala.
Eu fiquei arrasada de não ter ido. >> Mas eu f da Gabi você vai, né? >> É, se não perco de jeito nenhum.
Seu oi tá vibrando, você não vai atender, >> não é? A Marcinha, ela já me ligou umas 20 vezes hoje. >> Você pode ter uma Xuxa [música] só para você.
>> Chegou. Oi, Xuxa. Você recebe e envia torpedos para mim e ainda tem a minha voz na caixa postal.
A xuxinha virtual para você cuidar, jogos e muito mais. >> Oi. >> Eu não lembro disso.
Eu não tive um Oi, Xuxa. >> Eu tive o celular do Guga. Você teve no Google?
>> Eu [risadas] teve. Eu acho que eu tive também. Tive.
Eu teve. Eu tive. >> Você pode mandar torpedo pra Xuxa.
>> Você pode mandar torpedo pra Xuxa. >> Gente, eu acho que a Xuxa nunca recebeu seu lá. Vamos lá, gente.
É, não, pera aí, pera aí. Não, você tem que explicar essa falar isso. >> Torpedo era e SMS.
>> É, era mensagem. >> Era torpedo que chamava. >> Eu queria estar na reunião dos publicitários falaram assim: "A gente não pode chamar isso de SMS no Brasil".
Que que a gente chama? É um torpedo. Vamos pegar o nome daquele negócio que você manda para poder afundar navios.
Microondas do demo 1991, as propagandas do década de 90. Eu lembro >> esquisito, viu? Aperta aqui, tum.
Ele faz arroz aqui, tum batata frita e ele mesmo descobre a hora que a comida tá pronta e desliga sozinho. Não sei não, mas para mim esse furno tem a parte com temor. Falei, >> eu lembro dessa propaganda.
Essa propaganda fez muito sucesso. >> E por que que aparecia demo no microondas? Era de demonstração que tinha programação de demonstração dele.
Quando o microondas saiu, gente, vocês tem que entender uma coisa. Ninguém sabia para que que servia. >> Achava que era só para esquentar.
>> Nem isso. É porque eles prometiam tudo. Você levava o microondas pra sua casa.
A primeira coisa que a gente fez quando chegou no nosso microondas era colocar lá dentro tudo que podia. A gente tentou esquentar tudo, cozinhar tudo no microondas. >> No fim ele só fazia pipoca de microondas mesmo.
>> E mesmo assim fazia mal. E a pipoca de microondas custava caro. Aí essas propagandas podiam prometer tudo.
Batata frita. >> Ninguém faz batata frita no microondas. No máximo você descongela a batata descongelada.
>> Confira, >> ele faz arroz. >> Arroz >> aqui. Tum faz batata frita.
>> E ele mesmo descobre a hora que a comida tá pronta e desliga sozinho. >> Não, você que tem que programar. Vivemos nas ruínas de uma outrora grande civilização.
É, era o mundo da década de 90. Foi o pico da civilização. Tá.
Ah, gente, >> você lembra disso? >> Windows XP. >> Você lembra disso?
>> Quando eu falo que a gente era feliz, a gente não sabia. >> [música] >> Via com Windows Movie Maker. Você podia editar gratuitamente seus vídeos do Windows.
>> Cadê a chave? Começou no Windows Movie Maker. >> Exato.
Câmera digital, você lembra? Envia mensagem. Reduzir.
Você viu como é que era fácil reduzir o tamanho das das imagens para você mandar pros outros? Gente, eu quero explicar para todo mundo, tá? negócio, por você aí que tá desgostoso do Windows 11, como todo mundo tá, é simplesmente a parte do ciclo, tá gente?
Windows 12 vai ser bom, porque o Windows vem no ciclo, é sempre um ruim e um bom. O 10 era bom, o oito era ruim, o sete era bom, >> o 11 é ruim e o 12 vai ser bom. >> O 11 é ruim e o 12 vai ser bom.
É porque ele tem que cumprir a profecia, tá? Tá nos Simpsons e no South Park ao mesmo tempo. E eis que chegamos a banda larga.
>> Ah, eu lembro dessas propaganda da telefônica. >> Eu vou ligar pelo Speed da Telefônica. É Speed para conectar.
É o FB Assunção. >> Se você ligar agora pra Telefônica e pedir o seu speed, você só começa a pagar em março. Até lá não paga nada.
Olha só, >> barulhinho. >> Caramba, a gente tem que fazer uma propaganda pra telefônica. A gente só tem uma câmera e um ângulo e um tempo.
[risadas] Se vire. >> É porque gastou o orçamento todo para pagar o assunção, cara. Ele era o galã na época, não tinha para ninguém.
>> E começou o fim da internet. >> Comercial do W. >> Conteúdo.
[música] Tem o bom. E tem o ruim nos dias de hoje, onde qualquer um pode escrever e espalhar na web o que quiser. Informação fica cada vez.
Nunca foi tão importante saber [música] onde encontrar o conteúdo relevante de verdade. >> Nossa cara, >> porque o conteúdo bom [música] tem muito poder. Ele constrói, educa, orienta e faz o bem.
[música] O W tem orgulho em mostrar o caminho para um conteúdo bem elaborado. Cara, [risadas] sonho. Abre o site do W.
Vou ver uma notícia bem trash que tá lá agora. >> Wall, há 15 anos o melhor conteúdo. >> Ah, não.
Falar, muita coisa mudou na internet. De fato, essa mensagem é realmente relevante até hoje. W existe até hoje.
Tá aí, Ninh. Porque conteúdo de qualidade é representado aqui >> pelo nosso canal. Se você gostou, deixa seu like que o conteúdo de qualidade tá aqui no República Coisa de Nerd.
Eu só deixa eu saber o que que tá no agora. Posso saí Carla mostra o antes e depois de emagrecer 85 kg. Petra matar curtir férias após perder 15 kg.
O melhor fica pro final. Poliana mostra Leonardo após cirurgias nas pálpebras. >> Não, nen falar em defesa.
Falar defesa. É melhor que o Caetano estacionando no Leblom, não é mesmo? >> Foi no também >> não.
Aquilo lá era no globo, era no ego. Então todo mundo tem. O povo clica, eles tem que colocar, eles tem que sobrer.
>> Portal de notícia, portal de notícias, tem que pagar as contas. >> Mas o discurso pro discurso ro discurso ro. >> Discurso se juntou aos maus.
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Até a próxima. >> Adeus. É tudo uma brincadeira, tá gente?
com pinguinho de verdade.