Quais são os seus sonhos pro próximo ano? Todo final de ano traz consigo uma boa dose de reflexão. Lá no Spotify ele mostra o que você mais escutou no ano. No Insta, as pessoas mostram os momentos mais importantes do ano delas. Mas e o seu travesseiro? O que é que ele te conta sobre o seu ano? Eu sei que é legal saber qual podcast você mais escutou, qual cantor mais tocou. Sei também que é interessante ver o que você conquistou, celebrar e perceber todas as batalhas que você venceu. Mas quando você coloca a cabeça no
travesseiro, será que você tem a coragem de se fazer a única pergunta que realmente importa? Será que eu estou vivendo a vida dos meus sonhos? Só que para responder essa pergunta, talvez você precise antes se responder uma outra. Qual é o seu sonho? Você tem clareza? Eu arrisco dizer que 99% das pessoas não têm uma resposta clara para essa pergunta. Primeiro, porque a gente vira adulto e a gente começa a achar que sonho é coisa de criança. A palavra sonho, ela chega a soar quase infantilizada. Parece algo bobo ou algo, sei lá, ilusório. Só que
aqui eu não tô falando de sonhos abstratos. Eu tô falando dos desejos que você tem aí dentro do seu coração e que muitas vezes você ignora. Tô falando do sonho de ter um emprego que você realmente goste. Tô falando do sonho de ter um relacionamento com parceria e com brilho nos olhos. Do sonho de finalmente fazer aquela viagem. do sonho de se olhar no espelho e se sentir linda, do sonho de ser admirada, porque finalmente você aprendeu a fazer bom uso dos seus talentos. Em breve, um novo ano vai começar. E depois do grande movimento
nostálgico que coloca o nosso cérebro no modo retrospectiva, vai vir um outro grande movimento. Você sabia que todo início de ano um portal se abre? E eu não tô falando de portal místico ou de portal astrológico, tá? Eu tô falando do portal neuropsicológico que acontece todo início de ano e que 99% das pessoas desperdiça. É como se o seu cérebro estivesse nesse momento mais aberto para mudanças. E isso acontece porque para o seu cérebro símbolos importam. E o início do ano é simbolicamente o momento em que você se dá a oportunidade de falar o que
é que eu quero pra minha vida. Eu brinco que é como se fosse a hora que o seu sistema interno te pede para digitar o seu destino e aí no resto do ano o seu cérebro ele entra no modo funcionar. É como se depois ele tivesse só seguindo a rota que o seu GPS interno traçou lá em janeiro. Só que eu sei exatamente o que você tá pensando agora. Se em janeiro você coloca o destino e depois o seu cérebro só segue, porque é então que você não chegou no destino que você determinou? Porque é
que você não se entregou todos os sonhos que você tinha para esse ano? Você fez o seu melhor, superou um monte de coisa, respirou fundo muitas e muitas vezes, mas não chegou tão longe quanto você queria. Por quê? É exatamente isso que eu vim te explicar hoje. Nós estamos próximos de mais um portal neuropsicológico e dessa vez eu quero que você aproveite esse portal do jeito certo. Eu quero que você pare de depender das circunstâncias, do Saturno, da lua, do signo regente do ano, da cor da calcinha que você usou na virada. Tudo isso, gente,
pode até ter alguma influência, mas se isso resolvesse a vida de alguém, bastava ler horóscopo, pular sete ondinhas e tava todo mundo feliz e realizado. Mas vamos ser honestos, de verdade, a maioria das pessoas tá vivendo frustrada e angustiada. E não é uma frustração porque a vida tá horrível, é uma frustração porque a vida tá passando. E não tem nada que gera mais angústia na gente do que perceber a vida indo e você ficando. Não tem sensação pior do que saber que você tinha potencial para ir mais longe e viver uma vida com muito mais
sentido, mas não foi. E aí você começa a se perguntar: "Por que é que você começa e para? Porque é que você se promete e não se entrega?" Afinal, o que é que te trava? Parece que aí dentro de você tem duas forças. Uma força divina que vem de Deus e que te faz sentir que você poderia sim viver mais, expandir mais, ser mais, só que parece que tem uma outra força oculta que te trava. E aí fica aquela sensação amarga de eu poderia ter sido, mas não fui. Eu já senti isso. Eu já fui
a pessoa que senti até inveja de quem estava prosperando. Já senti inveja de quem tinha um relacionamento realmente bacana. Já senti inveja do corpo de outras mulheres. Já vivi relacionamentos abusivos. Já fui abandonada grávida duas vezes, já tive diagnóstico de anorexia, gente, eu já tive 10 kg a mais e 10 kg a menos, porque eu tinha uma relação horrível com o espelho. Eu já fui uma mulher muito insegura, emocionalmente imatura e muito bagunçada por dentro. Eu já vivi coisas que se eu te contasse aqui, você ia achar que era digno de roteiro de novela. Já
caí no jogo perigoso de um narcisista. Eu já escutei que eu era um desperdício, porque a minha vida profissional simplesmente não andava pra frente. Eu posso te falar com propriedade que eu sei o que é viver no olho do furacão, mas eu também sei o que é viver a frustração da vida, mais ou menos. E eu posso te afirmar, o caos é melhor do que a vida morna. A pessoa que hoje tá vivendo um momento de desespero, ela tem mais chances de avançar no próximo ano do que você. E eu vou te provar isso te
explicando como o seu cérebro funciona. O seu cérebro faz mais esforço para evitar a dor do que para buscar o prazer. Se você colocar agora o dedo na tomada e levar um choque, a sua reação vai ser extremamente rápida. Coloca o dedo na tomada, leva um choque e tira na hora em milésimos de segundos. Se um leão aparecer na sua frente agora, a sua reação vai ser muito rápida. Eu, por exemplo, sou muito mais rápida para me proteger de uma barata do que para colocar a roupa da academia. E é exatamente por saber que o
seu cérebro vai ser muito mais rápido para te tirar da dor do que para buscar a felicidade e o prazer. Que eu te digo que a pior coisa que pode acontecer com alguém é ter uma vida mais ou menos, porque a vida mais ou menos ela deixa o seu cérebro no modo manutenção. Ele não tem nada incomodando tanto a ponto de fazer ele achar que vai valer a pena gastar energia para mudar de rota. Então ele te mantém ali exatamente onde você está. Muitas vezes até parece que você tá fazendo muitos movimentos, mas parece que
você gasta energia, faz movimento e anda em círculos. E aí eu sei que você sente que você não é disciplinada, que você não tem força de vontade, que tem algo de errado com você, mas é só um mecanismo natural do seu cérebro tentando te proteger. A verdade é que a maioria das pessoas vai esperar o caos chegar, o problema muito grande, aquela coisa muito caótica para criar algum movimento de mudança. Isso tudo porque o objetivo do cérebro é poupar a energia. Então ele vai tentar te manter ali. E para te manter ali, ele cria uma
série de histórias, gente. E não tem nada mais perigoso do que as histórias que o seu cérebro cria para te manter estagnada. Sabe por quê? Elas são baseadas em fatos reais. E elas são histórias criadas de maneira inconsciente. Não é que você acorda de manhã e fala: "Ah, deixa eu criar uma história para eu me sabotar". Claro que não. Seu cérebro cria essas histórias e você nem percebe. E como você é inteligente, as histórias que ele cria também são. Ele pega fatos reais, coisas verdadeiras, como eu sou mãe, meu marido é muito ocupado, estou sem
dinheiro, estou exausta. E ele vai costurando todos esses fatos de um jeito que te convence que é impossível você ir mais longe. Mas por quê, gente? Porque é que no seu coração pulsa uma chama dizendo que você pode ir mais longe e aí a sua cabeça cria histórias elaboradas baseadas em fatos reais para te provar que não tem jeito. Por que é que isso acontece? Para te responder isso, eu vou precisar te explicar um básico. O que eu vou te explicar aqui é algo que eu criei baseado em mais de 11 anos de estudos de
comportamento humano e neurociência. Só que eu vou te explicar de um jeito tão simples que você nunca mais vai esquecer. Aliás, eu acho que esse é o meu maior talento, estudar coisas complexas sobre comportamento humano para descomplicar, para que você possa aplicar na sua vida. Porque eu sei que você não quer gastar o seu tempo entendendo o funcionamento e a química do seu cérebro. Você só quer entender porque é que você se sabota e qual é a solução pra autossabotagem. E você tá certa. Eu também não quero que você precise passar mais de 11 anos
estudando neurociência, comportamento humano, teorias da psicologia para que você consiga avançar. Exatamente por isso que eu estou aqui, para acelerar e descomplicar o seu processo de crescimento e expansão. A minha meta de vida é ser lembrada como a pessoa que fez a sua transformação ser mais simples e mais rápida. Sabe por quê? Porque eu já perdi muito tempo tentando me transformar. E eu sei que você também já tentou mudar vários comportamentos, muitas vezes com a melhor das intenções e não conseguiu. Eu sei que você já tentou ser mais calma, mas aí depois você voltou a
explodir. Sei que você já tentou ser consistente na academia, mas parou. Sei que você falou várias vezes, agora vai, só que não foi. Eu sei que você faz uma força danada, mas quando você vê sem querer já voltou pro padrão que te sabota. E isso acontece não é porque existe algo errado com você, é porque você está atuando no lugar errado. A maioria das pessoas, quando percebe que precisa mudar algum comportamento, faz isso do jeito errado. Então agora eu quero que você preste bastante atenção aqui, porque eu vou te apresentar o jeito certo de modificar
os comportamentos que não te ajudam e que te sabotam. Só que eu quero te explicar de uma maneira muito simples. Eu vou literalmente desenhar para você. Vou pegar uma caneta, um quadro e vou te mostrar como seu cérebro funciona e porque é que até hoje, mesmo tentando mudar algumas coisas, você não conseguiu. Quantas foram as vezes que você tentou praticar o autocontrole? Você percebeu que algo precisava mudar num comportamento seu, você fez muita força, mas na primeira distração você voltou pro antigo padrão. Eu vou explicar agora porque é que isso acontece. Para isso, eu vou
desenhar aqui um ciclo. Esse ciclo começa nos fatos que te cercam. Alguém te falou alguma coisa, alguém fez alguma coisa, qualquer coisa que acontece na sua vida, qualquer fato que aconteceu hoje, ontem ou ao longo da sua história, tá? Todas as vezes que acontece um fato, o seu cérebro imediatamente ele vai fazer uma interpretação do fato. Então, tudo que acontece com você, o seu cérebro lê e interpreta. Ele vai criar uma história a partir do fato. Então, imagina que o fato é: você chamou a amiga para ir no shopping? Ela respondeu: "Não." E aí você
interpretou: "Sabia que ela não gostava de mim". Não interessa se a interpretação é boa, ruim, certa ou errada. O que interessa é que o seu cérebro, ele é uma maquininha de criar histórias. Então, tudo que acontece ele vai interpretar. Isso não é algo voluntário. Ele tá sempre interpretando. E aí quando ele interpreta, automaticamente, a depender da interpretação, reações químicas acontecem no seu corpo. Então, alguns hormônios podem ser liberados, algumas partes específicas da sua mente podem ser ativadas. Você concorda que se a interpretação foi positiva, partes positivas do seu cérebro e hormônios positivos serão liberados? E
se foi negativo, o contrário também vai acontecer. É muito diferente você pensar, tem um leão vindo na minha direção ou tem o meu marido vindo com buquê de flores? Partes diferentes do cérebro serão ativadas, neurotransmissores diferentes serão liberados, hormônios diferentes. Então, quimicamente, o que acontece no seu cérebro é diferente quando você tem dentro dele, dentro da sua cabeça, uma história positiva ou uma história que te gere medo, vontade de fugir, ou uma uma percepção de que você foi rejeitada, ignorada ou desrespeitada, tá? Então essa interpretação ela vai determinar qual vai ser a reação química do
seu corpo. Em outras palavras, qual é a emoção que vai nascer dentro de você? Pode nascer raiva, pode nascer alegria, pode nascer tristeza, encantamento, nojo, um monte de coisas, tá? Só que aí a partir dessa emoção que é química, você vai dar um sentimento. Você sabe a diferença entre sentimento e emoção? Quase ninguém sabe, você vai aprender agora. Emoção é química, é aquilo ali que tá acontecendo no seu corpo. E sentimento é a embalagem que você dá paraa emoção. Então, é a interpretação que você fez da emoção. Os sintomas, por exemplo, do entusiasmo e da
ansiedade são sintomas super parecidos do ponto de vista químico. Só que quando a sua mão começa a suar, seu coração dispara, você começa a tremer, você já tá tão acostumada a chamar aquilo ali de ansiedade que você fala: "Tô ansiosa". Mas às vezes você tá entusiasmada. Então, sentimento é como é que você classifica aquela confusão química que tá acontecendo dentro de você, tá? E aí, a partir desse sentimento, esse sentimento pode ser, por exemplo, veio aqui, a minha amiga não gosta de mim. Amiga, vamos no shopping? Fato. Ela respondeu: "Não, eu interpretei: "Hum, sabia que
ela não gostava de mim. Meu coração disparou e minha mão começou a tremer. Emoção. O meu sentimento foi de quê? De rejeição, tá? Então, sentimento ele é a interpretação que a gente faz, o significado que a gente dá para aquilo que tá acontecendo com a gente quimicamente. E aí você vai reagir. Essa reação, ela depende de tudo isso aqui que aconteceu antes. Concorda? O que que acontece quando as pessoas tentam mudar algo na vida delas? Geralmente o que a gente enxerga no mundo real, gente, é só isso aqui, ó. Alguém fez alguma coisa e eu
reagi. Só que existe tudo isso aqui acontecendo dentro da gente. Então, muitas vezes você tenta mudar a sua reação. Quando eu tiver com raiva, eu não vou mais gritar. Aí você faz uma força danada para não gritar. Só que você ignorou tudo isso aqui. E você ignorou a parte mais importante desse ciclo. Sabe qual é a parte mais importante desse ciclo? É aonde tudo começa. É aqui, ó, na interpretação. Essa interpretação, ela depende da lente através da qual você vê a vida. Então, se você acredita por coisas que você viveu, por coisas que te contaram
sobre você, que você não é uma pessoa que tem valor, isso vai tá aqui, ó, nessa caixinha que eu já vou te explicar o que que é. Carimbado. Portanto, todas as vezes que alguma coisa acontecer, você tá lendo os fatos a partir dessa lente. É como se tivesse aqui um óculos e você enxerga o fato com essa lente. Você concorda que se você colocar um óculos com lente azul, você vai enxergar tudo azul? Se você colocar um óculos com lente rosa, tudo vai ficar mais ou menos rosa? Pois é. Quando você tem uma programação mental
que aqui nessa caixinha diz que você não é boa o suficiente, que ninguém te respeita, que as pessoas te atropelam, que ninguém te valoriza, que ninguém gosta de você, que você é chata, boba e feia, você vai chamar a amiga para ir no shopping? E ela respondeu: "Não, porque ela tinha acabado de brigar com o namorado dela, porque ela tava de TPM, ela tava morrendo de saudade de você, mas ela tava chorando no chão do banheiro e ela tinha acabado de ser demitida e alguém ainda bateu no carro dela." Aí ela só respondeu assim: "Não,
e aí você ficou 2 horas chorando, triste. Nossa, ela me rejeitou, sabia que ela não gostava de mim, mas não era nada daquilo." Então, quando você pensa coisas sobre você, tais como: "Eu não tenho valor", não interessa o que vai te acontecer. Você vai sempre est usando essa lente para enxergar os fatos. Da mesma forma, você também pensa um monte de coisas sobre a vida, sobre as pessoas. Dentro da sua cabeça existe uma programação mental, seja ela consciente ou não. Boa parte dessa programação você nunca parou para investigar. Foram coisas que te disseram que você
aprendeu com seus pais, que você aprendeu na escola, que você aprendeu com as suas amigas, mas essas coisas estão lá na sua mente inconsciente e elas vão determinar a interpretação que você faz. Eu preciso que você tenha clareza que você enxerga a vida, enxerga os fatos, não como os fatos são e não como a vida é, mas como você é. Aqui dentro dessa caixinha tá armazenado tudo que ao longo da vida você carimbou na sua identidade sobre você. E por que é que isso é perigoso? Porque isso determina a forma como você vai interpretar tudo
que chega até você. Se você tem aqui dito que você é uma pessoa sem disciplina, não adianta todo início de ano você falar assim: "Eu vou mudar o meu comportamento". Porque o comportamento ele tá aqui, ó. Se você tem dentro da sua cabeça a ideia de que você ama coitada, não adianta você falar: "Eu não vou mais chorar, eu não vou mais me vitimizar". Você vai, porque qualquer coisa que esteja na sua identidade vai determinar a interpretação que você faz de tudo que te acontece. É por isso que 99% das pessoas tentam mudar os comportamentos,
ignorando todo esse ciclo e não conseguem. Ou você pode até conseguir por algum tempo, você pratica o autocontrole, você reprime tudo isso aqui, só que aí na segunda taça de vinho, no momento que você tá mais distraída, você volta pro padrão antigo, porque você não curou a raiz. Qual é a raiz que determina como é que você interpreta tudo? tá aqui na sua programação mental e na sua identidade. E aí essa raiz determina a interpretação e a interpretação determina todo o resto. Isso aqui, gente, é uma aula profunda de neurociência colocada da forma mais descomplicada
possível para você entender que o autocontrole não funciona. Você vai estar reprimindo todo esse ciclo dentro de você. Na primeira brecha, o comportamento antigo, ele vai reaparecer. Se você quiser fazer qualquer mudança sustentável na sua vida, você precisa parar de tentar mudar os seus comportamentos. Seus comportamentos, eles são só reações viciadas aos fatos. Você precisa atuar no início do ciclo, que é na interpretação. Só que pode falar uma coisa? Você simplesmente não consegue interpretar diferente enquanto você não trocar as lentes através das quais você vê a vida. E isso só muda quando você troca as
lentes através das quais você se enxerga. E eu tenho absoluta certeza de que você se enxerga menor do que você é, com menos capacidade do que você tem. Eu tenho absoluta certeza que você carrega medos sobre o seu valor e que essa identidade que você tem, ela está desatualizada com muitas coisas carimbadas que foram ditas por outras pessoas ou que foram trazidas para essa caixinha de coisas que você pensa sobre você a partir de dores, traumas e histórias pesadas que você já viveu. Sem perceber, você se enxerga de uma maneira menor do que você é.
E talvez seja por isso que os seus resultados não acompanham o tamanho do seu potencial. Tá compreendido isso aqui? Agora eu vou voltar para te explicar um pouco mais sobre essa dinâmica da sua identidade com seus resultados. Tá claro para você que aí dentro da sua mente existe uma caixinha de coisas que você pensa sobre você e que o nome dessa caixinha é identidade? Essa caixinha é o que determina todas as interpretações que você faz, como eu já te expliquei, é o arquivo que comanda toda a sua programação mental, o seu software, assim, a pasta
mãe do seu software interno é essa caixinha, a sua identidade. E aí todo início de ano você promete uma mudança. É como se todo ano você comprasse um MacBook novinho, sabe aquele da Apple da última geração. E aí você ainda compra um mouse, você cola adesivo, você compra uma capa bonita, por fora parece que é outro computador, só que lá dentro o que tá rodando ainda é um Windows 95. Isso vai entregar a minha idade, né? Ou seja, rodar um Windows 95 no MacBook Pro de 2026 vai bugar, vai travar, não vai funcionar e se
funcionar vai ser lento. É uma máquina cheia de potencial com um software desatualizado. Só que isso não é sobre o MacBook Pro, isso é exatamente você. Deixa eu te explicar uma coisa sobre a sua identidade. Tudo que estiver carimbado na sua identidade estará impresso na sua realidade. Tudo que tá na sua identidade você faz sem esforço. E tudo que não está na sua identidade é difícil demais para você fazer. Mesmo que você tenha se prometido, mesmo que você tenha decidido. E aí eu sei que você deve estar pensando: "Tá, Carol, mas o que é que
determina essa identidade? Será que você nasceu com ela? Ou será que você recebeu ela de alguém? Ou será que você criou essa identidade lá na sua infância?" Gente, eu poderia gastar bastante tempo aqui te explicando sobre genética, ancestralidade ou sobre os impactos que a sua infância teve em quem você é. E sim, tudo isso tem impacto. Mas eu posso ser muito franca? Eu tô aqui para te levar pra frente e não para te fazer ficar olhando para trás. E eu sei que você já viveu muitas coisas que doeram. Quais são os seus maiores traumas? Quais
são as suas memórias mais traumáticas? Eu não te conheço, mas eu aposto que você pensou em uma história e que nessa história tem algo que fizeram com você. Por muito tempo, eu carreguei o trauma de ter sido abandonada grávida. Eu tinha todos os argumentos do mundo para dizer que isso foi difícil, traumático e muito sofrido. Só que eu demorei anos para perceber uma coisa que mudou tudo e que eu vou te explicar agora. Presta bastante atenção nisso, porque isso tem a ver não com o meu trauma, mas com o seu. Primeiro, eu preciso te falar
que trauma é uma dor que a gente não conseguiu processar e que, por isso ficou carimbada na nossa identidade. Quando você pensa na sua história traumática, provavelmente tem algo pesado e difícil que alguém te fez. Mas pensa aqui comigo, alguém te fez mal, ok? Só que foi o outro que fez. Concorda? Quando aquilo vira trauma, a gente pega aquilo e cola na gente. Você pega o que o outro te fez e ao invés de lembrar fulano é agressivo, você lembra como eu fui agredida. E isso passa a ser sobre você. Parece loucura, porque quem fez
foi o outro, só que você transforma aquilo que fizeram com você em um pedaço da sua identidade. E aí, sem perceber, você carimba lá, agredida, abusada, abandonada, desrespeitada. Percebe? Talvez você nunca tenha parado para pensar sobre isso, mas a sua identidade ela tá cheia de carimbos. de coisas que te falaram, de coisas que te fizeram, de memórias que você herdou, de coisas que seus pais viveram e que você assistiu e que talvez nem eram sobre você. Só que agora que vem o grande problema disso. Nesses 11 anos estudando o comportamento humano, uma das minhas certificações
foi em Harvard, que é a universidade mais respeitada do mundo. Estudando lá, eu aprendi uma coisa que eu nunca mais esqueci e que eu vou te trazer agora. O seu cérebro ele opera através de algo chamado viés de confirmação. Isso significa que a função do seu cérebro não é atualizar a sua identidade, é apenas confirmar o que já está nela. Ou seja, seu cérebro, ele vai criar situações para confirmar que você é agredida, abusada e abandonada. Ele vai interpretar fatos para confirmar que você é rejeitada. E ele vai te fazer ter ações que confirmem que
você é inferior ou que você não é bom o suficiente. E tudo isso de maneira inconsciente, automática e sem que você perceba. E o seu cérebro não faz isso porque ele tem defeito, tá? É simplesmente, gente, porque o nosso cérebro ele é uma máquina feita para economizar energia. Ele é feito pra nossa sobrevivência. Você sabia que seu cérebro consome cerca de 20% de toda a energia do seu corpo? É bastante coisa. O cérebro ele odeia gastar energia à toa, então ele nunca vai reavaliar tudo do zero o tempo todo, porque isso seria cansativo e exaustivo.
É por isso que ele faz o que ele faz. Ele cria atalhos. Ele pega o que você já acredita sobre você e ele usa isso como filtro, como a lente para interpretar tudo que acontece, porque é muito mais rápido e muito mais eficiente. Só que tem um grande problema, gente. Eficiência não é a mesma coisa de potência. Talvez você sinta que tem um potencial gigantesco e esse potencial nunca vira potência. Você sabe a diferença entre potencial e potência? Potencial é semente, potência é realidade. O seu cérebro, ele não tá interessado em transformar o seu potencial
em potência. Ele também não tá interessado em te mostrar a verdade sobre a vida. Ele tá interessado em confirmar o que você já decidiu que é real. E é por isso que quando você acredita que não é boa o suficiente, você encontra provas disso a todo tempo. Ou você cria provas e interpretações que confirmem isso. Então, alguém não responde sua mensagem: "Ah, lá viu, sabia que ela não gostava de mim. Você não foi promovida?" Ah, sabia que eu não servia para isso. E aí muitas vezes dá até a impressão de que o mundo está contra
você ou que tem forças ocultas tramando contra você. Mas pode falar, não é força oculta, é que o seu cérebro ele tá filtrando a realidade para confirmar a identidade que você hoje carrega. Ele faz isso para te proteger, porque o nosso cérebro ele é primitivo, ele é feito para trazer segurança e previsibilidade. Ele prefere te manter num lugar conhecido, porque isso gasta menos energia, do que te movimentar para um lugar novo, mesmo que esse lugar conhecido não seja bom, mesmo que seja um lugar que te causa dor, porque o novo pressupõe movimento e movimento gasta
energia. Então, todas as vezes que você tentar fazer um movimento que não corresponde ao que tá impresso na sua identidade, o seu cérebro vai falar: "A gente não pode fazer isso porque eu tenho que confirmar essa outra coisa aqui". E aí é por isso que você começa e para. É por isso que você tenta e tropeça. E é por isso que mesmo já tendo tentado muito, você não consegue sentir que conseguiu se livrar daquela parte dentro de você que ainda te sabota. E aí você acha que você tem falta de disciplina, que você tem falta
de força de vontade, que você não é uma pessoa competente. Só que não é nada disso. A única coisa que tá acontecendo é que dentro de você existe um software desatualizado rodando no automático. Talvez aquilo que você chama de procrastinação tem mais a ver com algo que você gostaria de fazer e de ser, mas que não tá impresso na sua identidade. A autossabotagem, ela nasce da identidade desatualizada, porque a sua identidade comanda absolutamente tudo que você vai fazer ou deixar de fazer. Tudo que você vai ser ou deixar de ser. Não é preguiça, não é
falta de força de vontade, não é falta de motivação, é ciência. Não tem motivação que vai resolver isso, porque o problema ele é estrutural. E é por isso que muitas vezes você já tentou e não chegou onde você queria. Você pode até ter avançado, porque você conseguiu fazer microajustes na sua identidade. Sei lá, você fumava e parou de fumar, você não rezava e começou a rezar, você era sedentário e começou a treinar. Só que quando a gente faz microajustes na nossa identidade, os nossos progressos também são microprogressos. E aí você fica com a sensação de
eu até tô avançando, mas não exatamente na velocidade e na direção que eu gostaria. Talvez esses microprogressos que você tenha tido no último ano sejam positivos, mas eles ainda não representam aquilo que você realmente queria se entregar. Porque pensa comigo, gente, a pessoa sedentária, ela não quer microprogresso, ela não quer começar a treinar e aí ela vai treinar duas vezes por semana e aquilo ali não vai gerar nenhum grande impacto na saúde dela, na imagem dela. O que ela realmente quer é se olhar no espelho e se sentir linda, saudável, sarada, com vitalidade, com disposição.
A pessoa desempregada, ela não quer o microprogresso de só arrumar o emprego. O que ela quer de verdade é se sentir realizada, com liberdade financeira para fazer as viagens que ela sonha. O que vai te realizar de verdade não são microavanços. E isso é tão perigoso, porque essas micromudanças na identidade que às vezes você faz sem perceber, no fundo elas servem para que no final do ano, quando seu cérebro abre o seu Instagram e vê lá todo mundo fazendo uma retrospectiva, você tenha também algo para celebrar. E aí você pega os microavanços e celebra e
fica com a falsa sensação de, ah, pelo menos eu avancei, pode até ser, mas foi na direção que você realmente queria, foi na proporção que você se prometeu no início do ano. Quando você olha para trás, você consegue falar: "Nossa, que coisa boa. Eu tô cada dia vivendo mais a vida que eu sonhei para mim". Eu imagino que não, gente, porque a maioria das pessoas sequer sabe responder qual é o sonho delas. A maioria das pessoas não têm nem direção. E as pessoas que têm direção e sabem o que querem, quando tentam avançar, sentem aquela
frustração, porque parece que tem uma força limitadora atuando. E a verdade é que você pode até ter sonhos, só que você não se vê ainda do mesmo tamanho desse sonho. Você pode até olhar pro futuro e pensar exatamente o que você gostaria de ter, só que na sua identidade você não é uma pessoa compatível com essa vida que você gostaria de ter. E eu sei que você deve estar pensando, tá, mas como é que mudar a minha identidade vai mudar a minha vida? Porque atualizar a identidade parece algo abstrato, parece um pouco coisa de livro
de autoajuda. Pense diferente que a sua vida muda. Eu tenho certeza que você já escutou isso muitas vezes e que não funcionou. Só que eu não tô aqui para te dar frases motivacionais. Eu tô aqui para te explicar cientificamente porque é que o pensamento positivo não funciona e porque é que a atualização da identidade destrava a sua vida. A sua identidade, ela é composta por três coisas: como você pensa, como você age e como você se sente. Essas três coisas estão conectadas naquele ciclo que se retroalimenta o tempo todo que eu acabei de te explicar
no quadro. Então você pensa, esse pensamento gera uma emoção, essa emoção gera um sentimento e a partir do que você está sentindo, você reage. E essa ação que você tem no mundo, ela gera, ela provoca um resultado. E aí esse resultado confirma a interpretação e o pensamento original que você tinha. Só que além de você estar tentando atuar no lugar errado, que é eu vou mudar a minha ação, ignorando todo o resto do ciclo, tem mais um ponto que é hiper preocupante. O seu corpo ele vicia no seu padrão emocional. Vício mesmo, tá gente? Químico,
igual droga. Então, toda vez que você tem um pensamento, o seu cérebro, ele vai produzir certas substâncias químicas que o seu corpo recebe. E aí, quando você tem um padrão de pensamento repetido, por exemplo, eu não sou bom o suficiente, seu corpo, ele se acostumou com a química da insegurança. Ele literalmente vicia nessa sensação. E sabe o que que acontece quando você tenta mudar? O seu cérebro, ele entra em abstinência, ele perde aquela dose química e ele te sabota para voltar ao estado químico que ele já conhece. Porque o cérebro ele quer te manter onde
ele já conhece, ele entende que aquilo é mais seguro e que você vai gastar menos energia. Outro dia eu fui fazer um evento, eu faço uma vez por ano um grande evento com as minhas alunas presencial e a vida inteira eu me contei que eu era uma pessoa muito boa de vídeo, muito boa de aulas, muito boa de escrever, mas que eu era uma pessoa que tinha medo de palco. E aí nesse evento, especificamente aconteceu algo curioso comigo. Eu tive essa abstinência que eu tô te explicando agora. Eu estava muito tranquila. Eu não tava com
medo do pau e aquilo ali tava esquisito. Eu tava, gente, que horas que eu vou ficar tensa, que horas que eu vou ficar desesperada, porque na minha identidade eu era uma pessoa que tinha medo de palco. E eu viciei o meu cérebro a ficar dependente daquela química de tensão e apreensão antes de entrar no palco. Só que não tava vindo. Eu não tava sentindo nada daquilo. E aí eu comecei a ficar estranha. Até que o meu cérebro me fez quatro dias antes do evento. Era uma quarta-feira, o evento seria no sábado. Eu acordei e falei:
"Ufa, agora eu tô tensa." A tensão é algo positivo? Não, ficar ansiosa e tensa, preocupada, é positivo. Não, mas sabe o que que eu senti quando veio a atenção? Eu senti alívio, sendo muito sincera com vocês. Por quê? Porque eu estava viciada naquela sensação. É claro que depois desse dia eu fiz exatamente o que eu vou te ensinar. Eu atualizei a minha identidade de modo que ela ficasse compatível com a nova Carol, porque a velha Carol morria de medo de palco. Mas essa aqui, se você quiser me contratar para uma palestra, me manda uma mensagem,
tô disponível. Quer me dar um microfone e um palco? Tô dentro. Eu precisei atualizar a minha identidade da mesma forma que eu vou te ensinar a fazer, porque eu estava viciada na parte química que a tensão pré-palco trazia pro meu corpo. E eu tô te contando isso sobre mim para você observar isso em você. Porque pode ser que você também já tenha tentado ser mais confiante e segura em algum aspecto da sua vida, mas talvez você também esteja viciada na química ou da ansiedade ou da insegurança, ou da tensão. Quando está carimbado na sua identidade,
vai aparecer na sua realidade. O primeiro lugar da sua realidade que isso aparece é no seu corpo. Então, se na sua identidade tá carimbado que você é medrosa, seu corpo vai disparar todos os sinais químicos disso. Se na sua identidade tá carimbado que você é insegura, seu corpo vai te viciar na dose química de insegurança. Se na sua identidade tá carimbado que você não é disciplinada, seu corpo vai dar o comando químico da falta de disciplina. Só que a parte boa disso é que o seu cérebro ele consegue ser reprogramado. Tem gente que vai passar
a vida inteira com uma identidade congelada, cristalizada, e que vai viver aquela vida mais ou menos. E tem gente que vai ganhar consciência disso tudo que eu tô te contando e que vai tomar a decisão de atualizar a própria identidade. E eu posso te garantir uma coisa. Não caia nesse papo de que você vai se olhar no espelho, vai bater no peito, vai repetir afirmações positivas sobre você e a sua identidade magicamente será transformada. Gente, isso é mentira. Não adianta você repetir afirmações que souam falsas. Você vai olhar no espelho e vai falar: "Eu sou
incrível". Mas lá na sua identidade tá carimbado, eu sou inferior. No máximo que você vai conseguir é uma síndrome do impostor, que você fala coisas sobre você que na verdade você não sente que você é. Então, anota isso de uma vez por todas. Atualizar a sua identidade não é sobre repetir frases motivacionais na frente do espelho, é sobre mudar o padrão químico do seu cérebro e do seu corpo. Reprogramar a sua identidade é literalmente reprogramar, dar um reset no seu padrão emocional. E aí, com a identidade diferente, o seu cérebro que opera pelo viés de
confirmação, que eu já te contei o que é, que que ele vai fazer? o que ele sempre faz. Ele vai começar a filtrar a realidade para corresponder à sua identidade atualizada. Aquele viés de confirmação continua funcionando, só que agora ele confirma a sua nova identidade e não a velha. E aí, mesmo que nada mude do lado de fora, você começa a interpretar tudo diferente. Você começa a enxergar oportunidades que sempre estiveram ali, mas que seu cérebro antigo ignorava, porque não eram condizentes com a pessoa que você acreditava ser. Você começa a agir de formas que
antes pareciam impossíveis para você, mas que de repente se tornam naturais. Porque tudo que tiver na sua identidade será praticado por você de uma maneira muito natural, sem muito esforço. E até metafisicamente falando, você começa a atrair pessoas e situações diferentes, porque você começa a emitir uma frequência diferente. A sua identidade, anota isso, também determina o seu padrão vibracional. Muitas vezes eu vejo as pessoas dizendo: "Você atrai o que você vibra". Legal, verdade. Mas aí você se pergunta: "Como é que eu vibro diferente?" E aí você faz força para ser diferente. Só que o que
você sente por dentro ainda é escassez, ainda é medo, ainda é complexo de inferioridade, ainda é insegurança. Não adianta você falar: "Eu quero vibrar diferente", porque a sua vibração é uma consequência do seu padrão emocional. Depende da qualidade das emoções que moram aí dentro de você. E a qualidade dessas emoções depende da sua identidade. O seu cérebro, ele é uma máquina de criar realidade. O problema é que até agora ele tá operando no piloto automático e criando mais do mesmo. É por isso que entra ano e sai ano e você tem microprogressos, mas você não
sente que de verdade a vida mudou. Atualizar a sua identidade é literalmente assumir o controle. É escolher de forma consciente e intencional quem você quer ser e a vida que você quer ter. E eu quero te mostrar como é que eu fiz isso na minha vida e como é que eu fiz isso por mais de 40.000 1 alunas. Só que eu vou te ensinar isso de graça. No dia 4 de janeiro, às 10 da manhã, eu vou fazer um treinamento chamado Nova Você, que é literalmente para você enterrar a sua identidade antiga e atualizar a
sua identidade de forma que ela corresponda à vida que você decidiu ter. Um dia antes da primeira semana útil do ano começar, eu vou estar ao vivo para entregar um treinamento para você de atualização de identidade. E aí você tem duas opções: ignorar tudo isso que eu te falei e continuar a vida desperdiçando o portal neuropsicológico que acontece na primeira semana de janeiro. Ou aproveitar o portal neuropsicológico, aprender como é que você atualiza a sua identidade e garantir que o próximo ciclo será de verdade mais condizente com a vida que você quer se entregar. Se
você quiser falar que domingo é o seu dia de descanso, que nem pensar, tá tudo certo. Eu vou estar de férias com a minha família e eu vou parar o meu descanso para te ensinar isso. Sabe por que eu vou fazer isso? Eu poderia deixar esse treinamento pro final de janeiro, poderia. Poderia deixar para depois do carnaval, poderia. Só que aí, gente, a gente perderia o portal neuropsicológico que favorece essa atualização de identidade. É o momento mais propício do ano inteiro para você fazer esse movimento de atualizar a sua identidade. E eu posso falar, se
você não fizer isso agora, lá no meio do ano, quando você constatar por uma, duas, 3, 4, 5, 10 vezes que a sua identidade está assim travando seus resultados, você vai lembrar de mim. Você pode até decidir fazer essa atualização depois, mas você terá perdido a melhor janela, que é algo que acontece dentro do seu cérebro, que torna ele mais favorável para mudanças. Então, basicamente, você tem duas opções: não vir e esperar a vida puxar o seu tapete, porque aí diante de um grande sofrimento, finalmente você decide mudar. E aí, fazendo isso, você vai ficar
presa no modo defesa. O modo defesa é quando você espera o choque para tirar o seu dedo. É quando você espera o leão chegar. Você espera a dor chegar porque você só age quando você está em situações de dor aguda. E o problema disso é que você sobrevive, só que você não sai do lugar. você não consegue de verdade avançar quando você tá sempre se defendendo. E a segunda opção, que aliás é muito melhor, que é aproveitar o momento mais favorável para sair do modo defesa e ativar o modo prosperidade. Só que tem uma coisa
que eu preciso que você faça antes desse treinamento, que é o seu diagnóstico de identidade. Eu criei esse diagnóstico originalmente pras minhas alunas, tá? aquelas que pagam para estar comigo e para aprender comigo. Gente, mas ele ficou tão bom, ele ficou tão assertivo, tão revelador, que eu decidi que eu liberaria de presente para você que tá aqui comigo. Você vai gastar menos de 5 minutos para responder algumas perguntas e você vai receber literalmente um raio X da sua identidade atual. Esse diagnóstico vai te mostrar o que é que tá carimbado na sua identidade, que pode
estar travando a sua vida sem você perceber, qual área da sua vida está mais travada, então em qual área a sua identidade tá mais desatualizada e qual é o primeiro passo prático para começar essa atualização. Não é um quiz genérico de internet, tá? Eu sou nerd. Eu gastei dias e dias criando isso e eu criei baseado em 11 anos de estudo e em milhares de alunas que eu já acompanhei. É um teste profundo, com base neurocientífica e cirúrgico. E eu quero que você faça ele antes do nosso treinamento, porque no dia 4 de janeiro eu
vou falar diretamente com os resultados do seu diagnóstico. Se você vier sem ele, vai ser como ir no médico, na consulta do médico, sem ter feito os exames. Você até aproveita, mas não aproveita com a mesma profundidade que poderia. E tem mais. Tudo isso que eu te falei aqui será impossível de ser ignorado. Você já viu, não tem mais como desver. É por isso que eu não quero daqui até o treinamento que você se sinta desamparada ou angustiada. Meu Deus, eu tenho que esperar alguns dias, algumas semanas para começar a atualizar a minha identidade. Não,
senhora, a gente vai começar a fazer isso hoje. O diagnóstico é só o começo. Eu criei um grupo exclusivo para quem vai participar do treinamento. E dentro desse grupo até o dia do treinamento, eu vou te mandar todo santo dia um presente. A gente já vai começar o seu processo de atualização da identidade. De novo, não é conteúdo genérico, não é conteúdo que você vai encontrar no Instagram, não é frase motivacional, porque isso não combina comigo, é preparação real. Eu vou te mandar coisas que vão fazer você já ir destravando antes mesmo do treinamento começar.
Vou te mandar áudios que eu nunca publiquei. Vou te mandar coisas que eu só mostro pras minhas alunas que pagam para estar perto de mim. E tudo isso porque eu quero garantir que você já vai chegar no dia 4ro pronta para aproveitar o portal neuropsicológico e fazer com que realmente esse próximo ciclo seja diferente. Eu posso te garantir que quem fizer o diagnóstico e estiver comigo no grupo exclusivo vai chegar no treinamento 10 vezes mais preparada do que quem só aparecer no dia. Então faz o seguinte, clica aqui, faz o seu diagnóstico agora, menos de
5 minutos, você vai ficar chocada com o resultado. Entra no grupo do treinamento e pega o seu presente no grupo todo santo dia. E aí você coloca o treinamento na sua agenda e o resto deixa comigo que eu tô aqui e o meu papel é te conduzir. E é como eu te falei, você já viu tudo que eu te mostrei hoje. Não tem como desver. A partir de agora, toda vez que você se sabotar, a minha voz vai aparecer aí na sua cabeça e vai dizer assim: "É a sua identidade desatualizada". Toda vez que você
travar, você vai saber: "Putz, meu software interno está desatualizado". O curioso é que você atualize o software do seu telefone cinco, seis vezes por ano, mas você nunca parou para fazer isso com você mesma. Então, na próxima vez que você se sabotar, a partir de agora, ao invés de acreditar nas histórias que o seu cérebro cria para te manter estagnada, você vai falar: "Putz, tá aqui mais uma justificativa que o meu cérebro criou para corresponder à forma limitada como eu ainda me enxergo." Daqui pra frente, você vai perceber na prática que o seu cérebro, ele
é muito melhor em criar histórias que te mantém estagnada do que em criar caminhos para te fazer avançar. E a boa notícia é que quando você aprende a atualizar a sua identidade, você não faz isso uma vez. Você começa a fazer isso sempre. É como se você tivesse aprendido a hackear a sua mente para que ela passe a jogar no seu time e finalmente comece a sair da sensação frustrante de que a vida está indo e você está ficando. Porque olha, eu não sei qual é o seu sonho. Eu não te conheço. Eu não sei
o que pulsa aí no seu coração, eu não sei o que você planejou para você mesma no próximo ciclo, mas eu te garanto que não existe um sonho sequer no seu coração à toa. Eu costumo dizer que Deus não coloca no nosso coração sonhos que a gente não tenha potencial para realizar. Cada sonho, no fundo, é um chamado pra gente usar o potencial que ele nos deu. Só que entre o seu potencial e a sua potência está a sua identidade desatualizada. Então, guarda isso que eu te falei. Qualquer coisa que esteja impressa na sua identidade
se tornará a sua realidade. E tudo que tá na sua identidade você faz sem esforço, porque corresponde a quem você acredita ser. Quando você atualiza essa identidade para aquilo que pulsa no seu coração, o seu cérebro, ao invés de te travar, te empurra. Na verdade, ele tá sempre te empurrando em alguma direção. O que a gente vai fazer a partir de agora é reprogramar esse funcionamento para que ele passe a te empurrar na direção certa. Portanto, faça o seu quiz, entre no grupo e coloque o nosso treinamento na agenda. Lembra que a vida que você
quer ter, ela depende da pessoa que você decidiu ser.