Olha, ele já sai. Tá vendo aqui que tá tá molhado aqui, ó? Não, mas ó, se você olhar para cá por baixo da você vai ver que tá bastante escura, garoto.
É, então aí ela escorre. Sabe o que que acha que são as bolhas? Sim, queria tudo que o Maurichão queria era ter uma que o aquário dele se comportasse assim, né?
Quais são o que faz desse aquário ser tão especial, Crito? Cara, os peixes nesses disco aqui para mim é sensacional. Plantado, plantado com disco coisa mais linda.
Aí toda semana troca água, faz uma TPA, aí você mantém essa qualidade de água. Vem um rapaz aqui uma vez por semana, né? O Alex.
É o Alex, não é o É o Alê. Que que é isso aqui? Aqui é é a filtragem.
Chama o quê? Samp. É o filtro.
Então a água sai do aquário, ela desce nesse primeiro, nessa nesse carvão aí. Isso aqui é o que faz o aquário ter vida, né? Entendi.
Tem aqui embaixo? Não tem, cara. Junto com o substrato aqui.
Aqui tá toda a bactéria boa. Toda a vida do aquário tá aqui e aqui. Peixe faz cocô.
O cocô vira nitrito, que vira nitrato, que vira amônia numa num caminho. Vira amônia, nitrito e nitrato. E aí você precisa filtrar.
filtrar ele com as bactérias boas, as bactérias boas. E elas ficam tanto no substrato quanto nessas pedrinhas que tem aí. Então, aí a bactéria se alimenta desse nitrogênio e aí o amônia vira o nitrato e aí depois vira o nitrito.
E aí com o nitrito nada se alimenta do nitrito. E aí você precisa fazer pega, você faz a troca de água. Então a água desce, vem nesse primeiro aqui, então ela decanta aqui embaixo, passa pela essa primeira filtragem mecânica que são as os perlons, que são as esponjas aqui.
E ela passa pelas pelos pela filtragem biológica, que são essas mídias, essas matrix aqui e essas outras mídias aqui de cerâmica porosa, que aí fica as bacté as bactérias ficam aí. E o que que é esse monte de varelinha assim? Que que é isso agora?
São os peixes que se mexeram, o gri mexeu aqui em cima e fica. Mas essa o aquário, a planta ela precisa de um substrato fértil, que é esse substrato aqui. É um substrato que já tem alimento para elas, assim por se dizer.
E CO2 que é injetado também no aquário. E a iluminação que é essas bolinhas. São bolinhas, não essas específic só de oxigenação.
Mas é um outro que tem essa daqui, ó. Tá vendo, ó? Tá saindo bem pouquinho aqui, ó.
E como é que você bem pouquinho ali embaixo. Olha que legal. Agora me fala uma coisa, como é que você controla para que todos os peixes consigam comer e que não haja risco, por exemplo, de um peixe, de uma uma quantidade de peixes com método alimento e os outros morrerem de fome?
Não dá para controlar aqui. No meu caso, eu coloco três alimento três vezes por dia, de manhã, de tarde, de noite e eles virem pr comer. Aí eu tenho certeza que todos se alimentarem.
Ah, tá. Entendi. Você dá uma sobrecarga.
Eu tenho ração. Não, pouquinho, pouquinho que ele coma no máximo em um minuto. No máximo.
E aí e um minuto tem que acabar toda a comida. Por quê? Porque senão senão a comida sobra e ela vai vir amônia.
E entendi. Contamina água. Exato.
A comida contamina água também. Tem os doos outros. Então a ração do fundo é uma ração também.
Não, esse aí não é peixe de fundo. E tem os cascudos. As mocinhas.
Desculpa, tá gente? Deixou totalmente ignorante com relação lá no canto, se você olhar lá atrás, tem as coridóas. Elas ficam todas ali naquele cantinho.
Aquele peixe não vai subir esse não. Aquele que tá dentro da caverninha ali para comer outra outro tipo de ração. Não, porque eles são de fundo, então eles ficam eles ficam com a boquinha.
Tem um cascudo aqui, ó. Você consegue ver ele aqui, ó. Ele fica comendo limo e comendo a ração que fica no fundo.
A ração ela funda a longevidade desses peixes, eles têm a mesma média de longevidade ou não? Cara, não depende do peixe. Esses discos vivem muito.
Ó a ração, Renato. Tá vendo? Lá foi.
Olha isin. É claro, essa ração, ela cai pro fundo e o que sobra pro fundo os cascudos vem e lamb. Ó os cascudos lá embaixo.
Esse daí são mocinhos. Esses pequeninos. Aí tem as coridoras que são um pouquinho maior de tem uma bote yô.
Eu tenho duas palhaços. Não, não palhaço deu não. É palhaço.
É palhaço. Eu tenho duas palhaços. Ah, ela ali, ó.
Essa aquela laranja al estirada ali, ó. Palhaço. Peixe palhaço.
Então não, bote a palhaço. Peixe palhaço é de água salgada mesmo. É aquele ali.
Palhaço. Esse é um peixe de água doce. É.
Então eu não, eu não, não ouvi. Desculpa. Em média quanto vive um peixinho desse?
Cara, vai durer uns 5 anos. 5 anos. Bastante, cara.
Discos. Os discos vivem mais. Esses discos aqui, ó, eles já desolvaram.
Então, por isso que a gente mudou ele de ambiente para poder não os outros não comer as ovas dele. Então, formou casal esse aqui, ó. Por isso que eles estão num espaço mais reduzido.
E é extremamente difícil fazer eles criarem. Difícil. E eles procriaram.
Esse daqui botaram o ovo, só que a gente mudou isso para cá e aí eles comeram e perderam os ovos. Mas eles vão desovar de novo. Por que dentro de um aquário eles não se reproduzem, né, cara?
Um ecossistema. Eu acho que eles não têm eh privacidade. Chegou aqui, ó.
Ó lá ele varrendo. Olha lá ele varrendo. Ó.
Isso. Ele dorme. E ele varrendo.
Julião. Cara, mas se vocês olhar aí, tem uns cascudos lindo aí. Tem pepita de ouro.
Tem um panaqu. Ô Richard, vem cá. A pergunta mais imbecil que uma pessoa pode fazer para um biólogo para um biólogo é qual o animal preferido dele?
Não é verdade? É. Não, não é.
Não, não é, não é p Qual o seu, qual, qual, vamos dizer o seguinte, qual a qualidade de animal que você tem mais afinidade? Você vai ser decepcionar. Posso chutar?
Pode ser. Ó, eu vou chutar um também, tá bom? Vou chutar eu primeiro.
Eu acredito que a qualidade de animal que você mais goste seja cachorro. Posso vou chutar? Fala.
Cavalo. Cavalo. Cavalo.
O bicho mais [ __ ] que tem no planeta. Por quê? Ah, meu, acho primeiro a força, né?
Não, primeiro é assim, vamos lá. O cavalo, a energia que o cavalo tem spende. Já foi medido isso na na em herz, não sei o quê.
É energia que é classificado. Eu não sou um cara romântico, tá? Não sei se eu sou seu pé no chão, tá?
Para não falar é é diz que é a mesma energia do amor. É sério. Tá, você estudo lá, não sei jeito que você fala frequência.
Frequência. Frequência. Desculpa.
Frequência. Frequência. Isso.
R frequência é a mesma frequência do amor. Caramba. Segundo, o cavalo com a potência é o bicho que é a força que tem.
E bonito, né? Ele primeira plástica a plástica. Aliás, anos que existem.
Quanto que nós vamos gravar no árabe? Porque o cavalo, o árvore é o cavalo mais espetacular desante. Você solta um cavalo no piquete, o cavalo árabe, ele empina a calda, ele tem aquela narina e ele vai assim, ó.
Um jeito que não tem aquilo, ele não anda, ele desfila, ele desfila, ele desfila. te falar que o cavalo tá tá pelos animais mais lindos da natureza de longe. Mais lindo, mais lindo com a crina, aquela cauda.
Toma é o não tem mais terceiro. E os músculos que se dividem, né, Júlio? Quando se movimenta, não você vê tudo maravilhoso.
O cavalo levou o ser humano para mais longe. Sem o cavalo. Nossa, o cavalo foi um impulsionamento que levou o ser humano a conquistar territórios, a descobrir novos locais, a novas terras, guer a vencer guerras.
O cavalo foi um parceiro do ser humano que o cachorro ele é comprado e o cavalo não. O cavalo não é comprado né? Você você compra o cachorro para ele fazer para ele ser o põe comida, né?
Essa foi a nossa relação. E com o cavalo, o cavalo que pode jogar um ser humano. Nós montamos no cavalo.
Nós montamos no cavalo. Como é que foi essa relação? Essa permissão foi uma autorização que um cavalo deu?
Não, não tôando porque se ele não quiser, ele tá doido. Você não monta no caval cavalo. E aqueles cavalos de antigamente da os selvagens lá nos Estados Unidos?
Lembro dos filmes de Bang. Pai ficava louco os caval. Já viu como tá ficando o meu lá?
A gente podia ir lá visitar o Percheron para vocês dar uma olhada como tá ficando o tamanho agora. Caraz maior. Você que são cavalo para caras do tamanho de vocês.
Cara, sabe o que que fica legal também? Você com chifre de nesse ângulo não fica parado aí nesse ângulo aqui, Renato. Exatamente.
Tá perfeito. Ficou perfeito. Ficou perfeito.
Tá ótimo. É outra coisa que o cavalo tem, o cavalo sai sua, sua, sua. Aí você vai sentir o cheiro dele.
É cheiroso, cara. Isso é de molhar, de pingar, velho. Igual a gente.
Isso. Só que cheiroso. Cheiroso.
Cheiros igual de pingar, velho. Mai barato o cavalo. E não tem sor forte.
Cheiro forte, cheiroso demais. É um bicho [ __ ] Nem a forma com que ele trota, né, cara? Vamos dizer assim no termo corporal, a forma com que ele caminha, né, cara?
Muito bonito. É verdade, gente. O bicho parece que sabe que ele é.
E muito forte, né, meu? Muito forte. No vídeo que a gente vai fazer hoje, podia visitar o Não, a gente vai conhecer o Mis Olímpia dos cavalos árabes.
É campeão mundial. Campeão mundial. Nós vamos lá, vamos contar com a gente.
Só precisa ver um dia que a Luciana tiver legal lá pra gente que ela não tava muito legal. Campeão mundial. Não sei se você já viu um árabe campeão mundial, mas não.
Ela tem um campeão mundial. É, Renato quer experimentar a medicina da Ah, isso você tempo todo escolhe. Sabe que isso aqui o Maurício já me provocou umas três vezes falando, Renato, isso aqui na garrafa você sabe o que que é?
Só que uma garrafa dessa R$ 1000, viu? Pode guaranar. Essa daí é R$ 1.
000. Pode guaranar isso aí. Esse esse verde poar não parece verde de lá.
Esse esse verde só trago do Acre que lá é realmente é dos índios mesmo, tiozão. Aqui é de verdade de verdade. Nossa, cheiro diferente.
Pera aí. Isso, cada etnia tem a sua formulação. Tem forte cinzas, casca de árvore, folhas.
Tem uma Cada um faz a sua própria formulação, cara. Ele não tem cheiro de folha. Tô tentando reconhecer o cheiro disso aqui.
É um cheiro único. É único. É único.
Sei lá, cara. E esse não tem nada a ver com o rapé que você compra. Ah, não, não.
Rapé. Isso aqui é rapé. Rapé.
Você falou que era pó de guaraná, Maurício. O Maurício falou para mim, Renato, isso aqui é pó de guaraná lá da região norte, desgramado. E tem você tem um rapé que você compra.
Isso tem um cheiro diferente em qualquer lugar que é de É aquele de latinha. Tem nada caminhoneiro que caminhoneiro gosta. Mas tabac tira sono.
Oi. Tira sono. Tabaco dá uma, dá uma acordada.
É, se tem nicotina, né? Tabaco. Nicotina, né?
De falando sério que o coiso não é, ele põe aqui. É, põe ele já chega direto. Ele peg ele põe no dedo aqui e faz isso.
Esse daqui tem um cheiro diferente. Ele tem um cheiro mais leve. Achou.
Calma, gente, fazer um Ele já veio. Nariz muito perto. Esse aqui tem um cheiro mais forte.
Você conseguiu sentir a madeira no fundo? Você sentiu a madeirada no fundo? [risadas] Ju meio amadeirado, né?
J sentiu aquele fundo amadeirado madeadeirada, né? Sentiado? Você sentiu o fundo amadeirado?
Sentiu a madeira no fundo? Julião sentiu aquela madeirada no fundo. Eu acho que o titio vai gostar.
Qual a diferença entre esses dois, cara? É o modo de preparo. É.
É. E cada quinho é diferente, mais forte, mano. Eu eu acho o Iuan mais forte.
É isso que nós usamos. Io não, Júlio, nunca usei isso aqui não. Tá louco.
Tem um podcast fazer hoje ainda. Tiozão, você é raiz ou é Nutella? Tiozão?
Não, não é questão de ser raiz, nunca provei. Caramba. É, não é desse jeito bagunçado.
É bagunçado isso aí, cara. Você me conhece, Julão. Você me conhece de outros carnavais.
É desse jeito. É. É.
Richard. Você sabe yaá. Yaanaá.
É yaá. Yaua. Naa.
Naa significa povo. Ia significa queixada. O povo do queixada.
Iaua na região norte. Esse aqui é do Acre. Por causa do porco.
Tem a ver com porco. É. É.
Quando passando passa o porco dentro das aldeias mulher pegando pedaço. Caxi mulateiro. O que que é cach mulateiro?
Caxi. Caxi é porque é outra. É caxi naá.
É povo caxi. Não lembro o que, mas é na. É povo cai.
Nauá. Povo Caxi. Então, povo IA e o povo Caxi.
Acre também. Acre também é de lá que sai os melhores. Pô, eu já viajei pro Brasil inteiro.
Eu não conheço. Eh, fazendo eventos, as coisas tal. O único, o único estado que eu nunca fui foi o Acre, [ __ ] E é o do, do Ramon, né?
Do Ramon. Nunca fui. Estado Ramon.
Roraima, Rondônia. Rondônia umas três vezes, né, Júlio? Nós já fomos três vezes.
Roraima, Rondônia, Maná, Amazonas várias vezes, Pará várias vezes, no Nordeste, todos os todos os estados do Nordeste, até Sergipe, Piauí, são estados estado maravilhoso. Para mim, o seu melhor estado nordestino, assim que tá mais tranquilo hoje, como era o antigo Nordeste, que ainda ia muita família pra praia, não sei o quê. Piauí, Sergipe, Sergipe.
Sergipe tá [ __ ] cara. Aracaju é maravilhosa. É melhor cap Aracaju.
Eu tenho, eu tenho um evento em Aracaju mês que vem. Uma palestra em Aracaju mês que vem. Bom demais.
E aí, vamos testar esse? Eu acho que você tem que tem que O certo é você sentar, tá? Tá bom.
Então vamos sentar. Eu vou pegar então zarabatana. Tem certeza?
Isso ele tem. Eu vou acompanhar, né? Você tá ligado, né, papai?
Que que é isso aqui? Para usar isso daí quando você mergulha no rio. Essa é chibata.
Chibata. Essa é chibada. É uma honra eu poder aplicar você, porque você também quando a energia de quem aplica também faz parte da do ritual.
Do ritual. Você vai deixar alguém Existia uma explicação, por exemplo, pro índio? O que representa o rapé para ele?
Para ele é uma medicina da floresta que ele usa diariamente. Diariamente. Diariamente.
Ele usa de manhã, de manhã até à noite ele faz uso do rapé. Usando. De manhã até a noite faz uso do rapé, tá?
E aí quando ele usa o rapé é para aguçar os sentidos dele ou tem alguma coisa de cunho espiritual com ligação com os deus? Tem tem ligação espiritual, mas não tanto quanto aáscar. É uma coisa de uso mais diário.
É um tabaco deles, vamos dizer assim. Isso. Entendi.
Ou seja, faz parte, é um hábito do É que, por exemplo, se você vai nas culturas, por exemplo, eh, ou do Nordeste brasileiro, né, eh, que eles eles fumam muito cachimbo, né? Os os guaranis caim fumam muito cachimbo, muita coisa com tabaco. Tanto que o tabaco, tabaco vem do a herança dos indígenas, né, que a gente aqui usa, né?
Eh, então, mas ele é como os indígenas norte-americanos, eles fazem uso do tabaco e do da fumaça espiritualmente, mas é coisa que é coisa do hábito deles diário, vamos dizer assim, né? A mesma coisa aqui. Aqui eles fazem o uso do Aí o ASCA não é algo diário.
Não, não, não, não, não. Pode ser numa época determinada, eh, mas normalmente não é diário. Não, não é não é não é porque ela é muito em grupo.
O efeito é muito é o efeito é muito longo, né? É, deve ser o telefone da da [música] Cleusinha. Creusinha é especialista.
Uma dica. tá prensivo, você vai aplicar em você, né? Ele vai te passar as dicas.
Eu quando eu fui aplicar com o pessoal chamando a dica para quem nunca fez o rpé, é deixar a língua mais na boca e quando ele soprar no seu nariz espera no outro nariz. Aí você respira com boca. Assim que foi assim que eu aprendi com você falou, mas às vezes as pessoas já puxa com tudo, já desce pra garganta e fica um muco aqui, né?
Esperar com a boca. O bicho vai pegar. Júlio aí, Maurício.
Ó. Nossa, já fez isso, Maurício? Não, não fez, [ __ ] Maurício vai fazer junto comigo aqui.
História do Gilberto não tem vontade. Gilberto falou que te falei telefone 4 horas. Você me quebra cada hora aumentando as conversas.
Não, ele sabe que eu contei a história para você. Não conta. Qual história?
do conta a história do amigo nosso aí, Júlio. Tinha uma história do cara que dançava com a gente. Você lembra Júlio?
[ __ ] ele não conhece não. Não é ele não, ele não, ele não fazia esse o que tinha os dragão que dançava lá. Ele dan não, ele era o principal.
Não, eu falei o Richard não. Richard trabalhou lá tio. Você conhecia esse cara?
Mais um ano ele dançou tio. Ô saquinho. [risadas] Quê?
Não lembro. Era o índiozão. Parecia um índio.
Ah, acho que sei. Sei, sei quem é. Sei que sei quem é isso.
Ele. Ele fazia o quê? Ele fazia, ele usava o rapé.
Tá dizendo ele foi casou uma rapé. Dei rapé para ele lá. Ah, ficou 4 horas.
Você já fez? Nunca fiz isso na minha vida. Você vai fazer peia uma peia.
Bora. Não põe terror. Tá tudo.
Ó, esse aqui, ó. Esse aqui disse que eu vou ficar 4 horas. Não, eu não, eu não sei de base.
Que aconteceu com você? Não, eu fiz uma vez só. E que aconteceu?
Nada. É porque eu tenho remite. Minha remite.
Uma coisa que eu sei que ele tinha uma namorada seu nariz. Vai arder seu nariz. É, mas tá sim.
Tinha. E quem é sua namorada? Ele tinha uma namorada que fazia o uso house porque tem todo um negócio.
É essa foi absorvido. O grande problema que eu vejo assim, tem que tomar muito cuidado quando a gente traz pra nossa cultura, né? Eh, coisas que são indígenas, que é legal.
Eu fiz isso, mas a gente vai buscando a gente para tomar cuado para não virar uma tipo assim, uh, vamos fazer uma rapesada, você não viu? Tanto que eu me preocupei para entender qual é a postura, que eles usam, qual a ligação espiritual. Não é brincadeira, não.
Não é, é uma experiência, é uma experiência que envolve, acima de tudo, a cultura milenar de um povo que respeita muito isso. E é muito mais ligado a isso do que tudo, eu acho. Pelo menos essa é a minha visão.
Eu tenho uma visão muito madura em relação a isso. Só que o Ô Júlio, o Gilberto Palma quando você fez, ele ficou 4 horas mal, vomitou umas cinco vezes. É, tem gente que passa mal e mas é um cara que aprontou demais na vida, né, tio?
Quem é? Tem isso também. É quem que fez isso?
[risadas] É um cagando. Mais que nós não vem mais que nós, tio. Não dá para querer mesmo.
[risadas] Passou mal. Os olos passou mal para car que ele aplicou, eu apliquei ao vivo uma vez no podcast dele. O podcast durou 30 minutos.
Aí ele acabou o podcast. Acabou o podcast. Mandou cada um para casa.
É. O que eu você o que que eu sei que você vai sentir? Uma queimação no nariz que isso vai dar.
Tá. É, vai crmejar. Vai coisa.
Aí o que você tem que fazer? Tem que fazer assim, você tem que manter a respiração na metade para nem muito nem pouco. Quando eu aplicar para que você é nem bote tudo para fora, se tiver muito cheio você botar fora e nem que você fique equilibrado e não respira de uma vez.
Deixa ele naturalmente ele incorporar da [ __ ] Vai, vai parecer na hora que ele joga. Eu você Mas você é louco. J noia do [ __ ] Eu não, [ __ ] Noia.
O Júlio é noia. Noia. Noia do [ __ ] Falando de você.
Vamos. Estão falando de você, [risadas] tá? Vamos falar de você.
Podem falar de você. Contra o mal lavado aqui, ó. Eu sujo contra mal lavado.
Vamos falar de você. Vamos falar de você. Sujo quanto mal lavada.
Pega uma tampa dessa e fala de mim. É, estamos falando de você. Vamos falar de você.
Porque isso aqui é muita coisa. Aqui você coloca. Não, ainda bem que sou eu.
Eu falei pro Maurício, todo mundo me botando pânico. Eu falei, vocês não entenderem uma coisa, cara. Eu tô com Richard de Rasmusen.
Tudo que o Richard de Rasmus falar para mim, Renato, tá no meu comando. Ó, todos os animais que você me apresentou, tudo acabou. Não, vai na desconda desse cara aqui.
Não, não vai não. Mas é verdade. Não, na onda do velho aqui.
O pai, o pai de família. Lembra dele dirigindo lá na transamação. Meu Deus do céu, cara.
[risadas] Tranquilo. Música clássica. Música clássica de tão tranquilo que tava.
Os caras queavam comigo dormiram de tão tranquilo que tava. Dormiram. Então quer dizer, viajaram tranquilo, com segurança, com viajou com o pai, né Maurício, né Julião?
Todo mundo pro play. Quando eu tô dirigindo, eles dormem. Pode entrar qualquer outro que tá.
A mulher do Richard não dorme com mais ninguém, ninguém no carro. A filha do Richard é outra. Pior que você tem uma coisa que eu gosto de dormir na cadeira do dentista e no carro na hora ali, ó, de boa, dirigindo, parando para passar nos buracos.
Você mudava o canal Richard de não teve tourando 25. 000 pessoas ao vivo vendo um velho doido dirigindo e você ultrapassando, velho. Os caminhão ultrapassar porque na chuva mano a pista uma uma pista uma um sabão e ele sentando o aço, velho.
Até quarta-feira. Te amo. Tá v aí.
Tá. Tá. Como é que funciona a minha?
O que que eu tenho que fazer? Porque do que eu vi já na TV, nada. A aplicação da Iwasca não sou eu que vou inalar, é você que vai soprar.
Não, a Iasca não, do Iasca não, perdão. Do rapé não sou eu que vou inalar, é você que vai soprar. Eu vou soprar.
A minha a minha visão é eu eu eu mantenho essa respiração ou mantenho a respiração? Não, senão você porque você vai engolir ela amarga, não é? Não vai morrer disso.
Mas assim, vai torcer, vai torcer muito. Por que você não veio primeiro aplicando nele? Pr você entender.
Ótima ideia. Mas ele é bruto, cara. Ô, Richa, papai.
Eu sou beira disso. Avante. Não, não.
Sim, sim. Pro alto e avante, papai. Você tá ligado que pro alto e avante.
O bicho quer uma tonelada do rolê, velho. Ele quer uma tonelada do negócio. Tá gravando aqui, moço.
Vem ver, mostra aqui. Ele preparando. É na moral, né, papai?
Ó o namoral dele para não é você você aguenta não. Você aguenta que eu sei que você [risadas] foi cinco dedos profissional com essa narigoda gigante que você tem aí. Nariz de 12.
É. Ó, parece um calibre 12. Hã?
Você tá pronto para mim? Só pôr a vara. Caramba.
Só pôr a vara. Nossa senhora. Meu Deus do céu.
Vho. [risadas] Pesado esse, hein? Não dá para levar séries, cara.
Não sei como vocês conseguem trabalhar com ele, mano. Vamos ver. Vai.
Você sa pegando as duas poções dos dois aí. Isso. Eu conheço o Júlio ali na l, né?
Na hora que ele tá preparado puxando. Hum. Aí vai na outra narina agora.
É, tem que fazer os dois. Não sei por é tradicional. É tradição, né, cara?
Tem que fazer isso. Os caras estão falando a primeira vez que agora outro. Que que você sentiu agora?
É o que eu te falei, a primeira a sensaçãozinha da queimação. Mas na harina, né? Lacrimejar.
Pronto. Vou pra próxima agora. Olha isso.
Nossa. Pergunta se o Júlio reclamou. Acho que eu vou pra próxima.
Que que você acha, Mauricio? Não, não, não. Aí não tem podcast, [ __ ] Não, tá de boa não, não.
Muita coisa boa. Ah, pode bom. Tem bastante é no [ __ ] Os caras são nó demais.
Foi mais um pouquinho. Foi mais um pouquinho. Ó o time.
Ó o time que eu tô. Interessante, cara, porque no alto dos meus 49 anos de idade nunca tive essa experiência, apesar de conhecer e ter lido e estudado muito sobre isso. Então, para mim vai ser algo totalmente novo.
Você tinha já tinha pensado em fazer uma vez ou não? Não, Júlio, Maurício, existem coisas que você não acorda dizendo tipo assim: "Nossa, que vontade de provar um rapé". Não, eu sei, mas eu tô Mas existem coisas que você olha, por exemplo, e tá com a pessoa certa, como Richard e fala assim: "Cara, eu não não é nem só isso.
Eu quero contar um dia como é que foi minha experiência sobre isso. " É, mas aí é a confiança que você tem numa pessoa, entendeu? É mais a confiança, a confiança num velho com tubinho de bombum preso com durepox, fazendo umas curvinha ali.
A confiança é uma mulher ingrata que te beijo e te amassa, te rouba e te mata. Já tá fazendo isso. Faz parte lá até faz parte.
Vai, papai. Poi metade para fora. Não, não.
Falei, pô, se você viu sair porque entrou foi lindo. [risadas] Se jorrou para fora, meu irmão. É porque foi foi de litro.
O que entrou foi? Foi de litro. Vai ser mais suave com você.
Não vou, não vou. Que delícia. Eu gosto, né?
Julião, velho. Esquece. Para mim, eu tô num momento mágico.
Isso daqui seria a introdução para eu geralmente a gente faz antes. Ah, entendi. Então esse daqui é como se fosse o prato de entrada.
Tá. Mas sua cabeça agora, que que você Agora eu eu sinto uma breve euforia. Não sente as pernas, os braços.
Só uma breve uma breve euforia. Tudo sob controle. Nada de alucinação, não tem nada de Não, não, não tem alucinação.
Não tem nada de alucinação. É um tabaco. O problema é isso.
Baixa pressão. Não, eu não ten problema com isso. Eu acho que é mais a questão mesmo.
Eu só não quero eh sair do ponto pro que a gente vai fazer. Não, mas do jeito que ele tá aplicando é sensação. Vai persegir.
E aí? Ah, quem diria? Quem diria?
Eu não tô acreditando nisso. Renato Cari, medicinas da natureza. Usando a medicina da floresta.
usando a medicina da floresta. Mostra aqui a quantidade, ó. 1/3 do que foi do Júlio.
Ah, terç. Eu sou um beiner. O Júlio.
Júlio, você sabe quantas vezes você fez a Iasca? Já perdeu as contas já umas 25. Então para 30 rapé.
Então, vixe, 100. A gente tava na Amazônia lá saindo da saindo da aldeia. Jo, achei aqui não sei o que o ritmo só lá quantas vezes são umas 10 só lá, mas só nessa viagenzinha curta.
Mantenho a minha respiração na metade. Nem muito vazio, nem muito cheio. Na metade.
Ele falou para manter a língua no palato. É quando eu fui num pessoal chamando ele que falava falava que manter a língua aqui e depois da aplicação puxar pelo nariz direto. Ele devagar acabou.
Ah, você não vai ter, como é que faz? É muita coordenação isso, cara. Você não vai conseguir pensar muito depois que receber.
[risadas] vai conseguir coordenar a língua cominha sem graça. Então vamos lá tipo fodeu. É mais ou menos foi essa, Julião.
Foi essa risadinha. Vamos lá. Agora tem que ter que tá bem assim de boas.
Tá aqui. Vamos lá. Queima.
Desceu na garganta. Não. Aham.
Vai, vai, vai, vai pegar um pouco na garganta. Garganta já pegou. Ela controla a respiração.
Não respira demais. É, respira um pouco pela boca. Pode respirar pela boca.
O olho lacrimeja na hora, né? Na moral, respirar. Tá emocionado.
As pessoas precisam entender que o rapé é realmente é considerado uma medicina floresta curativa, é utilizado pelos povos, não tem nada de drogas. Não sei o quê. As pessoas prec posso falar.
A sensação é que é de remédio mesmo. É como se fosse um remédio. Ele tem uma ação, uma ação aguda e um efeito invasivo.
Apesar que dá para perceber, deu para perceber bem que o Richad foi muito controlado na quantidade. Foi bem. Ah, não.
Sim. Primeira vez. A primeira não.
Sen não. Pronto. Sim.
[ __ ] de boa. Os cara que joga Zarabatana. [ __ ] A última sua.
Julião. Julião, desculpa. O seu, eu acho que o que vazou foi o que eu inalei.
[risadas] Foi que vazou foi o que eu inalei. É sério? Que vazou foi que na lei e você não vai passar mal.
Já vi que você não vai passar mal. Só para te avisar, Renato. Eles pegaram daquele que é mais forte, cara.
Agora que já posso era o mais gostoso. Posso falar? Mas posso falar?
Tô me sentindo bem, de boa assim. Bem de boa mesmo. Ele limpa parece que limpa a brinca.
Não. E depois você vai pro banheiro, você pega embaixo na água, dá uma limpada. Nem is parece fica lindo a respiração.
Mas como eu não tenho problema de renite, sinusite, essas coisas, não tenho nada problema disso. O Júlio já tem um pouco de renite, né, Julião? Eu não.
Já volto. O lance é o seguinte, né? O lance é é tá controlado.
É que, mano, [risadas] controlado, não tá controlado na respiração. [risadas] Só tá controlando. Mas sabe que respiração é tudo em qualquer momento, né?
Eu falo para porque se eu começar a aumentar minha respiração, aumenta a minha euforia, aumenta a tensão. Aí todas as sensações que eu tiver elas serão super dimensionadas. Ele falou até inclusive da da do mergulho, você vai mergulhar, olha aqui, você não consegue nadar, não sei o quê.
Respiração é o que controla tudo. É, quando eu fui mergulhar, por exemplo, eh, eu comecei a entrar em pânico com o respirador porque dentro da água, psicologicamente você acha que você não consegue respirar. Aí eu falei: "Para, você tá com respirador".
Exato. É, foi o que ele sentiu lá. Você acelera, começou dá um pânico.
Você olha aquela coluna d'água e tá presta atenção que tá o seu comecei a olhar pelos os corais. É exato. É, aí foi acab porque se você começa aí você levanta, você sai.
É isso. Controlar a mente. É isso aí.
Controlar a mente. Eu sou bom em controlar a mente. Bom, né?
A gente sabe disso. Você sabe, né? As porrada, né?
Sabe disso quê? Foi isso. Um lado agora.
Vamos pro outro agora. Beleza. Mas o vídeo vai até colocando um pouquinho.
Pouquinho. Sim. Mas mesmo assim só apresentação.
Apresentação. Mantém na metade. Não, não respira quando eu colocar.
Não, tá. Manto. Respirar.
Não é só inspira, né? Paradinho. Agora segura.
Essa foi melhor já foi um pouquinho mais foi mais. Caprichei um pouquinho só. Para perceber devagar trazer.
Ah, eu não vou ficar fora dessa, né? Tem moral. Olha, olha de [risadas] ele nem mostrou debaixo da mesa.
Ele tá enchendo igual uma espingarda, tá ligado? [risadas] Mas eu segurei bem, ó. Ó, ele tentando respirar.
Eu também. Eu continuei com a respiração bem leve. Ele não sabe qual era a minha preocupação?
Não espelhi. Então eu deixei o nariz quieto. Senão você acaba espelindo sem perceber.
Boa, papai. Cara, posso falar? Eu gostei.
E dá e você vai ver que você vai dar um Não, não, não melhora, agusça a sua mente. Tem gente que faz isso todo dia pela manhã. Salv na floresta.
É outra outra parada. Tudo que é feito na floresta é diferente. Isso foi feito para ser usado na floresta.
Posso falar qual foi o ponto mais alto da expedição Transamazônica? Na hora que você entrou no Rio, velho. É.
Ou eu arrepiei. Eu tava assistindo na hora que você entrou no Rio. Eu falei, a Tati tava lendo, eu falei: "Tati, eu não acredito que ele vai entrar no rio, que eu vi o corte.
Você entrou no rio? " E aí aquele ao redor ali, eu falei assim, cara, é muito [ __ ] Nosso era no bitizal, cara. Sensacional.
Vai no outro. Tô de boa. Falta agora a segunda.
Ó, é especial. [risadas] Esse, esse aqui é especial. Agora o próximo vai ser o Mauricião.
Mauricião, tô de boa. Mas é da hora. Não, experiência não é mentira.
uma coisa para você falar assim, cara, só para entender, eu sei qual é a sensação, qual é a percepção, que eu não posso falar porque eu sou suspeito, eu sou super a favor, então não, eu não tava aqui esperando nada, tava entendendo para dizer, eu sei como é que é uma experiência. Sopra bem pouquinho. Soprar muito forte, acaba entrando muito forte na garganta, né?
Continuo, contínuo. Dizem que você troca conhecimento, pessoal. [ __ ] Aí bonito, hein?
Nossa. A partir de agora você vai ser outro cara no treino. Troca dinheiro também.
Não, [risadas] bota meio kg. Pega esse pote. Eu quero esse conhecimento também.
Ai, que legal. Ô, muito obrigado. Gratidão.
Gratidão aí compil obrigado, irmão. De verdade. Obrigado por me proporcionar essa experiência e acima de tudo máximo respeito pela cultura de quem criou isso.
Nós estamos falando de algo milenário, tá gente? Algo milenário. Isso aqui não é brincadeira e ninguém tá aqui para ficar doidão.
Pelo amor de Deus. Aqui o objetivo é entender um pouco daquilo que fez parte da nossa história antes da comunidade europeia chegar aqui. Não, e muito importante dizer porque eu eu sem dúvida fui o primeiro cara que levou isso a nível de televisão, né?
Porque eu apliquei no Porchá, apliquei no Danilo Gentille, apliquei no os grandes apresentadores. Aí eu apliquei para que eles tivessem e e também uma preocupação minha aqui do banalizasse isso. Tem muita gente que me tem muita gente que falou muito obrigado e tem alguns caras, porque a gente sempre tem gente que fala assim pó, não é um uso recreativo, não é não é um uso recreativo, né?
Sim, mas é importante. Eu acho que isso é o mais importante, é o maior respeito pela tradição indígena, cara. Respeito, entendeu?
Às vezes eu vejo muitas vezes as pessoas falando eh você usar coisas indígenas, é você não tá no seu lugar de fala, apropriação cultural, isso é uma tremenda bobagem. A a o bom de cada cultura é você fazer essa troca e de entendimentos, você entendeu? E o meu nariz ficou zerado.
Nem veio. É porque eu não tenho problema respiratório, né? É.
E se tivesse ia botar para fora, ia já ia ajudar, ia criar aquele mucão e já eliminava, eliminava tudo, né? Não é feito para m falar: "Ah, é feito para quem tem cor". Não, mas ele ele dá uma liberdade, ele tem uma assim que ajuda.
Legal. Ô, comunhão aquiarna, povo antigo da floresta. Top demais.
Abraço, pegar aquela garrafinha. Agora é hora de abraçar o cavalo. Vamos ver o cavalo.
Ah, vamos dar umá, vamos dar um cheiro no cavalo lá. Vamos lá. Vamos lá.
Vamos dar uma um cheiro no cavalo cheiroso. E agora é hora de pegar o cogomelo pro Renato experimentar. [ __ ] isso.
Vamos, vamos dar tudo para ele numa vez só mesmo é acho que podia ter um cavalo lá em Campos, hein, mano. Nossa, esse cavalo. Por que ele não tem cheiro na época do inverno, que no inverno fica uma bosta, cara.
É muito amoroso. Brutão. Quer brutar?
O negóci quando fala que vai é muita comida na frente com isso aqui comet das casas de palha. Ah.