olha é essa questão do da junta de conciliação é algo muito recente e para que nós colocamos a cor a questão no contexto é maior ah eu devo salientar a atuação do conselho nacional de justiça o cnj tem hoje 12 anos de existência é uma instituição muito recente certo mas é uma instituição de de entulho federativo é uma instituição que abrange todo o país o cnj é mais alto mais alta posição administrativa no tribunal e também pode editar resoluções induzir políticas públicas para o poder judiciário como por exemplo as famosas metas do poder judiciário a
mas no que diz respeito à conciliação o cnj desde seu início percebendo a questão dos números ea dificuldade que o sistema de justiça como um todo tinha para dar conta de uma demanda tão alta o cnj começou a investir muito na política de solução alternativa de conflitos assim era chamada na época e autorizando os juízes há realmente levarem as partes mas uma solução autocompositivos o que nós chamamos porque nós utilizamos a expressão autocomposição porque a própria pessoa que resolve o seu problema na certa um certo auxílio do poder judiciário e com o tempo nós percebemos
que é muito mais importante que as pessoas também pensem e reflitam seriamente na busca de seus problemas sem o acesso necessário poder judiciário eu costumo dizer que existem causas que o juiz algum resolve porque um conflito tão tão importante entre duas pessoas que às vezes a decisão judicial foi simplesmente aumentar o conflito perfeito né uma marcante vizinhos por exemplo que os dois se entendem ter razão uma decisão judicial pode ser que dê razão à mãe é mais aquele conflito seguramente não se encerrará o que existe é uma decisão judicial verdade então o que nós estamos
incentivando muito e vejo isso inclusive na na academia eu digo para os meus alunos aqui na universidade estadual de ponta grossa vocês da geração que chega são os grandes responsáveis por levar essa mensagem adiante por carregar e essa não o ônus não fardo da conciliação mas a oportunidade apenas de levar uma ação judicial mas de solucionar e ajudar as pessoas a solucionarem os seus próprios problemas pois é porque é hoje em dia a gente vê qualquer coisa ea vomitar na justiça que vai entrar na justiça para abrir um processo criativo então e realmente acaba o
senhor bem frisou repente uma briga entre vizinhos acaba dando um conflito enorme que a justiça tem que resolver essas coisas que poderiam já no primeiro momento ser resolvidas né sem dúvida alguma e as próprias questões familiares questão envolve muita emoção envolve muito sentimento muita mágoa muita esse tipo de situação realmente faz com que nós acreditemos que quando as pessoas se aproximam existe uma harmonia muito maior e existe a busca de humanização não apenas naquele ponto que é levado à justiça um problema pontual eu me lembro uma vez numa ação de danos morais em que eu
como juiz a marcar uma audiência de conciliação e ouvida uma senhora que a autora ela tinha sido ela tinha deixado as jóias delas dela empenhados na no banco um determinado banco eo banco assaltar agência foi assaltado as jóias foram roubadas e ela tinha movido uma ação de danos morais e chega um momento em que se pergunta qual o valor que para ela seria adequado para recompor os danos morais e ela me respondeu o seguinte dinheiro algum no mundo vai resolver o meu problema porque é um jovem de família que foram herança de várias gerações enfim
e eu aqui só queria ser ouvida eu estou muito satisfeita pelo funcionamento do sistema justiça pelas pessoas do banco está em aqui prestando atenção no meu problema e para mim é isso que eu precisava eu gostaria apenas de ser ouvido então são circunstâncias muito ricas que acontece numa numa audiência de conciliação