Como podemos sair dessa dominação? Como contactar a Deus que é puro amor, sentindo o amor mais puro que a gente puder, mas não é no campo emocional, no campo consciencial. E o que diabos é de a diferença entre o amor emocional e o amor consciencial?
Eis eis a busca que nós humanos precisamos empreender. Eu tenho me esforçado bastante na minha condição humana para descobrir, vivenciar e perceber essa distinção. O espírito que me anima já em vidas passadas, através de outros atores também atrizes, fez, iniciou esse movimento.
Eu sou a mera continuação desse processo na arte dele e no que se refere à minha arte humana, modesta e pequena que seja, a minha insistência o tempo todo. É nesse sentido. E como é que eu descobri que há uma diferença grande entre o amor emocional e o amor consciencial?
Eu vou tentar resumir da forma mais simples. O amor emocional não se preocupa com a questão da dignidade do sentimento. Ele sente, mas na hora que tem uma raiva, às vezes esse amor emocional se transforma em o amor consciencial.
Jamais. Dito isso, eu não vou aqui aprofundar. Espero que a irmã que me fez a pergunta compreenda do que eu estou dizendo, que vocês todos possam compreender.
Mas o amor consciencial não é esse amor de explosão emocional romântica, é tudo isso e mais um monte de outras coisas e traços psíquicos que a gente nem imagina existir. Eu na minha pequenez, que não sou exemplo para mim de porcaria nenhuma, muito menos pretendo ser para quem quer que seja, exemplo de qualquer coisa. Então, não é nesse sentido que falo, tô só dando a pista que eu encontrei.
Então, para mim é útil. Se for útil para você, bem. Se não for, esqueça.
Mas essa questão de exigir de mim dignidade, essência expressões emocionais do que eu sinto tornam o que eu sinto um padrão da minha consciência e não só do meu gostar ou não das coisas. É diferente o amor consciencial, ele só dá e não deixa de amar porque alguém que antes lhe amava, agora lhe acha isso e aquilo, ou porque você mereceu, porque você mereceu. Mas o amor consciencial, aquele incondicional que Jesus falava, é coisa filosófica associada a um profundo de compaixão e de coexistência.
com tudo mais ao seu redor. Claro que a gente particulariza isso no carinho dedicado exclusivamente a uma pessoa, a um animalzinho, a uma árvore. Nós podemos amar no individual, no varejo e no coletivo, no atacado.
Expressão é mesmo. Porém, tem variações. Porém, sem exigências, porém sem negociações, isso vai ferrando.
Então assim, essa é a diferença. Na hora que você começa sintonizar as ondas elétricas que saem da movimentação desse seu cérebro, com as ondas magnéticas que saem desse outro cérebro de 40. 000 células que a gente tem aqui no coração, que a ciência há pouco tempo vem afirmando que existe, se isso aqui é elétrico, isso aqui é magnético, na hora em que o a sua pulsação eletromagnética, a coerência entre o que você pensa, acredita, entre o que você diz, o que você faz, o que você sente.
Quando você se alinha nessa plenitude vibratória, quando o amor se torna consciencial e não só emocional, pula de gaile em galile feito uma vamos assim dizer se divertindo nesse ponto, aquele puro amor que a nossa irmã que fez a pergunta que existe, né, no corpo átmico, no interior do nosso espírito, vinculado a kundaline, vinculado a uma série de coisas que unem através desses demais corpos espirituais, esse corpo átmico a esse corpo animal, mesmo sendo esse corpo animal primitivo, a tal ressonância límbica dos mamíferos foi exprestada à moda humana na direção ou na ressonância com esse amor consciencial, isso aqui cria uma união, uma singularidade entre o seu eu e esse amor profundo desse ser que a gente chama Deus. Mas isso não tem nada a ver com essa crença vagabunda que nós temos e transformamos o Deus da nossa crença no mordomo dos nossos caprichos. Eu não sou exemplo a porcaria nenhuma, mas eu nunca pedi nada a esse Deus aqui.
Preciso sairemos enfim dessa fazenda prisão. A nossa genética está sendo alterada por uma série de fatores. A nossa genética, ela não é nossa, é a do criador carrido.
As espécies surgem apenas para portar esse padrão genético. E cada espécie vive de um jeito, porque exatamente o universo procura os jeitos ou as maneiras possíveis de pôr em movimentação evolutiva numa complexidade esses códigos genéticos. Então, a pergunta que o nosso irmão fez, eu eu tenho uma certa dificuldade de de vincular a invasão do nosso universo, né?
Fez a nossa genética ser alterada. Eu não consigo compreender se peço até o Paulo para, se possível explicar melhor, né? Agora que nós estamos aprisionados nessa matrix mantida por algum tipo de inteligência, super inteligência computadorizada, que a gente chama de artificial, isso quase ninguém dentre os que pensam fora da caixa aqui na terra, ninguém mais duvida.
os principais cientistas na vanguarda quântica, todas as principais mentes já não conseguem ter dúvidas, ainda que ninguém consiga provar ou se prova através de matemática avançada, dizendo, ó, tá aqui, tá feita a matrix, então nós estamos aprisionados. Não tem como sair disso. Porém, quem está aprisionado são os nossos.
O nosso eu humano não. Necessariamente. Os eus de todas as outras espécies estão aprisionadas aqui dentro.
Mas o eu humano é o único que pode se emancipar. E mesmo estando vinculado a esse corpo aqui, o humano é alguém que é não local, ou seja, ele pode agir não localmente, ou seja, ele pode ir até um lugar onde este corpo não está. Essa percepção é aquilo que no mentalma e através de outras classes de yoga ou disciplinas no campo de meditação, que o taoísmo antigo que diversas ciências da antiguidade, ciência que eu chamo no sentido mais amplo, ainda que não usava o método científico da ciência atual.
Mas assim, esse último fim de semana, nós tivemos um evento em Bombinhas, Santa Catarina, promovido pelos amigos que trabalham comigo, o Guilherme, o Gabriel, o Jandas, Luí, a turma toda lá junto com no hotel local e fizemos o chamado evento momento mental em que pela primeira vez eu apresentei um velho sonho que vem desde as desde os tempos de Capilo de Sidarta Galutão, que sonho era esse? e conseguisse criar, entre aspas, uma doutrina da personalidade, uma doutrina da consciência, que depois a gente for chamando isso de ciência da personalidade, de ciência da consciência. E tempos mais recentes, Jordano Bruno falou disso, Espinoza falou disso, Jaque Lacan, seguidor de Freud no campo da psicanálise, foi alguém que também ressaltou a importância do valor do ser humano, o ser humano precisava cuidar de si mesmo.
Então, o mental eu uso para mim mesmo como sendo a ciência da minha consciência, ciência da minha personalidade. Claro que essa expressão aí transcende o uso da ciência no aspecto do método científico, não é isso? Mas é uma ciência mais ampla.
E nessa ciência mais ampla, eu consigo perceber com tranquilidade com vivência pessoal. que o eu humano pode transcender qualquer coisa, inclusive essa matriz, mas é o humano. Ah, tem que ser santo, puro, perfeito, de forma alguma.
Penso que duas moedas existem em torno dessa possibilidade de um ser humano construir nele mesmo um padrão de consciência superior. Para as pessoas que têm fé, se essa fé for decente, digna, ancorada na noção de um Deus ou seja lá o que for, mas que seja algo decente, digno, não? Se Deus mordomo que resolve tudo.
A gratidão, entre aspas, ainda que eu não seja destes que agradecem a esse ser, mas a sensação de gratidão, de respeito, essa união vale como sendo o motor que propulsiona a possibilidade do eu humano ir mais além. Mas para figuras feias como eu, que não são pessoas voltadas para a fé, aí entra a integridade de caráter na medida do possível de cada um, como sendo esse motor que proporciona, ainda que ancorados em natureza imanente que penso existir, do Deus que suponho conhecer e existir. Mas de novo, eu não peço nada a esse ser.
Então, apenas procuro honrá-lo com as coisas que posso fazer, tentando me afastar da ignorância e da feiura estranha. >> Acesse o nosso portal de conhecimento. Conheça o Orbom, a plataforma de streaming da revelação cósmica.
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