k [Música] [Música] [Música] Olá meus artistas queridos sejam bem-vindos eu sou a professora Gabriela Costa estou acompanhando vocês nesta jornada pelo mundo das Artes Então vamos ver qual é o conteúdo da nossa aula de hoje Esta é a nossa aula de número dois o nosso objeto de conhecimento são é a apreciação das diferentes linguagens e suas semioses em funções de interesses pessoais e coletivos e como detalhamento nós temos a produção e a circulação de narrativas estético expressivas artes visuais dança música e teatro em espaços e épocas distintas então Nesta aula nós vamos conversar um pouco
sobre a produção artística em diferentes lugares e em diferentes momentos da história da [Música] humanidade e Olha onde eu vim parar Estamos dando uma volta um passeio para começar né esse nesse nosso objeto de conhecimento que vai falar pra gente sobre a arte em diferentes momentos em diferentes lugares e a gente só aí um pouco da nossa sala de aula tradicional não é verdade e aí vocês têm alguma referência sobre esse lugar que a gente tá agora hum não sei Professor isso me parece alguma civilização antiga que o negócio tá meio acabadinho meio cansado né
E aí sobre que civilização nós vamos falar agora vamos falar sobre a Grécia certo a Grécia antiga ela formou uma das maiores civilizações da antiguidade ficando marcada por grandes contribuições em áreas do conhecimento como a filosofia a grande marca dos gregos foi o desenvolvimento da polis uma cidade estado sendo que as duas principais foram Atenas e a Esparta então a Grécia ela tinha duas Polis principais que eram como se fossem as cidades estados que era que era Atenas e Esparta né então Eh Eles foram responsáveis né ela foi uma civilização responsável por dar início a
grandes evoluções na humanidade de uma forma geral então a gente vê que foi uma uma civilização que contribuiu muito inclusive para o que nós temos hoje e a gente vai falar mais profundamente sobre a questão da arte na Grécia na Grécia antiga a arte é resultante da percepção sensível do mundo e sua representação é feita por meio da por meio da ideia do que é Belo na concepção cultural da época aí a gente tem até uma imagem decultura grega e a gente precisa reforçar isso a Grécia a arte grega ela é muito voltada para o
que é belo Lembrando que a gente precisa entender que é o que é belo naquela época né Talvez o que é fosse Belo naquela época hoje não seria né Eh caracterizado como Beleza a gente já entende que hoje a beleza é relativa né tanto que muitas pessoas falam né que eh para ti pode ser feio mas para mim não é né então é que nem gosto gosto não se discute cada um tem o seu então esse conceito de beleza naquela época ele tinha uma estrutura muito específica e isso era reproduzido nas obras de arte a
beleza na concepção dos gregos ela pode ser apreciada na escultura que mostra o corpo de um jovem em movimento no momento que arremessa o diso estamos falando da obra de sculo de Miron esta imagem que vocês estão vendo aí e a gente resolveu trazer aqui pra sala de aula o discóbolo de Miron pra gente conseguir perceber um pouco melhor como é essa relação olha só essa concepção que os gregos tinham aí por exemplo na escultura na sua produção artística né então para eles eles tinham esse conceito de Beleza pode ser que vocês estejam olhando essa
escultura e falando hum Professor eu não tô achando isso legal não tá bonito não esse homem Tá esquisito né enfim naquele momento histórico Este era o ideal de beleza da época e a gente percebe Aí eh a representação muito fiel né a gente percebe aí a questão muscular né a o ionamento a gente consegue identificar os membros muito bem colocados então a característica da Beleza daquela época era essa as pinturas e as esculturas eram concebidas a fim de serem belas e assim perfeitas de acordo com os princípios da filosofia grega esta Talvez seja a principal
característica da arte grega eles queriam a perfeição era a beleza ideal né aquela beleza perfeita o ideal dele de beleza olha só a gente tá falando de um ideal de Beleza então as pinturas e as esculturas elas eram concebidas para esse fim elas precisavam ser belas ser perfeitas Então vamos continuar conversando sobre a arte grega a gente falou sobre as pinturas as esculturas vimos aqui uma escultura grega né a gente percebeu como esse ideal de de bereza era idealizado e era representado nessa sociedade e o resto da produção artística como é que era vamos ver
então nós conversamos que as pinturas e as esculturas eram concebidas a fim de serem belas e assim perfeitas de acordo com os princípios da filosofia grega essa talvez seja a principal característica da arte grega isso a gente já viu agora vamos falar sobre a pintura certo A Arte da pintura é desenvolvida em cerâmicas bem como nas paredes das grandes construções os vasos nem sempre foram peças de decoração eles sendo utilizados no trabalho diário ou para guardar mantimentos tais como vinho e azeite Ou seja a gente tem aí uma função utilitária desses vasos a pintura grega
em grande parte era desenvolvida nos vasos nas cerâmicas e nem sempre ela era apenas para eh eh contemplação digamos assim para ornamentação eles eram utilitários existia uma função nesses vasos muitas vezes eles eram eh necessários para guardar os mantimentos e as pinturas mostravam harmonia e Rigor nos detalhes No que diz respeito às cores seguia-se o seguinte padrão figuras negras sobre o fundo vermelho ou figuras ver e douradas sobre um fundo negro ou um fundo branco as pinturas nos vasos de arte grega retratam quase sempre cenas do cotidiano da religião ou da mitologia Então a gente
tem aí as figuras negras sobre o fundo vermelho né ou as douradas sobre o fundo negro Então a gente vai ver aqui agora algumas imagens de entações dessas cerâmicas gregas vamos dar uma olhada Olha só o fundo o fundo negro com o dourado e a gente percebe aí a representação de cenas do cotidiano representação de Deus então a gente tem que a pintura grega né a referência de pintura na civilização grega a gente tem muito forte nas cerâmicas e um elemento muito importante também da da composi artística grega é a arquitetura os grandes templos erguidos
pelos gregos tinham o propósito de prestar culto aos seus Deuses uma das características é a utilização das colunas e a simetria entre a entrada e os Fundos do templo igualmente as Praças eram importantes dentro da polis grega pois era um local de encontro e de passagem para seus habitantes a gente viu que as Polis eram as cidades então Nessas cidades eles tinham ali as suas praças porque a praça era o local de encontro desses habitantes então eles se encontravam ali nas praças certo e a gente também tinha outras estruturas arquitetônicas que elas tinham eh objetivos
diferentes só que nessa arquitetura existe um elemento muito importante que são as colunas Vamos conversar agora sobre elas as colunas gregas passam por uma organização que chamamos de ordem e a gente vai conhecer cada uma delas a primeira ordem que nós vamos conversar é a ordem dórica a coluna dórica é simples não possui base as colunas dóricas geralmente tinham estátuas de deuses ou heróis no topo aí a gente tá vendo uma imagem de um captel dórico e a gente trouxe aqui pra nossa sala também né uma coluna de ordem dórica para vocês conseguirem visualizar melhor
vamos ver a nossa coluna a ordem dórica ela era mais simples vocês estão conseguindo perceber que ela não tem tantos detalhes certo Justamente porque essa era a intenção dessa ordem a ordem dórica ela tinha uma composição mais simples outra ordem que nós temos também das colunas é a ordem jônica vamos ver dentro da ordem jônica existia uma variante no desenho das colunas as chamadas cariátides que eram colunas em forma de mulheres em homenagem a jovens da região de Cária na Grécia asiática que foram escravizadas como parte de um acordo feito com os persas a gente
tem aí a representação de uma ordem jônica e vocês estão percebendo que ela é mais elaborada e eles falam aí da questão da relação com a forma das mulheres a gente tem aí um formato arredondado Essa é a ordem jônica e a terceira ordem que nós temos é a ordem Coríntia que é uma evolução da ordem jônica no sentido de uma maior valorização da ornamentação é uma tendência marcante entre o final do século V e o início do século vi antes de Cristo aí a gente tem a imagem de um captel Coríntios certo vocês estão
conseguindo ver que ele é mais elaborado Ele conta com mais detalhes Então a gente vai ver agora a relação dessas três ordens nas colunas vamos dar uma olhada a gente trouxe aqui olha só a representação das colunas a gente tem aqui a primeira coluna ó dórica a gente tem uma coluna mais clean né digamos assim mais limpinha aí na ordem jônica a gente já começa a ter uma uma uma coluna mais trabalhada a até chegarmos na ordem da Coríntia né que a gente tem uma uma uma coluna mais elaborada com maiores detalhes certo então essas
colunas elas foram os elementos principais digamos assim né os mais reconhecidos digamos dentro da estrutura arquitetônica grega outro elemento da arte grega que nós vamos conversar é sobre as esculturas as esculturas gregas elas são feitas a imagem e semelhança dos homens tentando chegar o mais próximo possível da perfeição lembra que a gente conversou sobre a perfeição deles a perfeição deles era aquilo que eles tentavam se aproximar mais eh o máximo possível da da da Beleza dessa beleza idealizada que eles tinham o antropomorfismo que são esculturas em formas humanas retrata as veias os nervos os músculos
humanos nas figuras esculpidas aí a gente tem uma imagem de uma escultura grega e as culturas viraram símbolos da arte grega representando a sua religião e a sua mitologia porque ó a questão da representação olha essa imagem com mais atenção a gente vê aí a musculatura né a gente consegue perceber até uns músculos contraindo então a gente consegue identificar que o ideal de beleza dessa civilização era esse certo e a gente trouxe aqui algumas imagens de escultura que nós vamos ver juntos aqui a gente tem o discóbolo já tá num outro material né então a
gente tem a Vênus de de Milo aqui a gente já tem a Estátua de Zeus então a gente consegue perceber que as características eram diferentes então reforçando qual era a intenção da arte grega da escultura grega era se aproximar dessa realidade e dessa perfeição perdão dessa perfeição idealizada eles tinham um ideal de Beleza então eles tentavam trazer para sua composição esse ideal isso a gente falou da civilização grega certo e agora a gente vai falar um pouco sobre outra civilização que foi de extrema importância também para a história da sociedade de uma forma geral pra
história da humanidade e com uma produção artística bem importante vamos falar sobre a arte romana a arte romana teve sua maior expressão na arquitetura através de edificação grandiosas os romanos preocupavam-se intensamente com os aspectos voltados para a utilidade a funcionalidade e a praticidade de suas obras artísticas ela tinha que ser útil ela tinha que ser funcional ela tinha que ser prática e pra gente falar de Roma vamos lá em Roma rapidinho ó chegar eu gosto assim que a gente é dinâmico né Chegamos em Roma estamos aqui pegando um ventinho olhando essa paisagem maravilhosa porque aqui
a gente vai conversar um pouco sobre como fazer artístico dos Romanos ele se diferencia um pouco dos gregos né eles eram mais funcionais eles eram mais práticos Então a gente vai perceber que essa a produção artística deles vai ser diferente Roma foi um dos principais centros culturais os romanos construíram inúmeras obras públicas como estradas aquedutos e pontes interligando cidades que caracterizava uma arquitetura expressiva de um estado com notável poder político e econômico olha só a referência que a gente tá tendo de Roma um dos principais centros culturais Roma ela ficou muito conhecida por conta das
suas obras públicas que a gente vai ver que essas obras foram de grande influência pro que a gente encontra hoje a arquitetura humana ela desenvolveu um estilo próprio com a utilização do cimento o aprimoramento das técnicas do uso de arcos e a construção com tijolos foi na arquitetura que a arte humana apresentou maior expressividade com construções monumentais que refletiam a riqueza e o apogeu da civilização Romana muito forte a questão arquitetônica né que a arte romana ela foi trazendo pra gente a utilização dos Arcos Por quê a eles pegam a questão das colunas dos gregos
com a influência dos Arcos dos etruscos eles conseguem estruturar as suas obras arquitetônicas ganhando mais espaço interno por tinha que ter muita coluna para poder sustentar certo a parte de cima com a utilização dos eles conseguem e deixar mais espaço livre sem Aquele monte de coluna dentro Então ele ganha uma amplitude dentro dos seus edifícios as as edificações romanas elas possuíam uma função utilitária elas tinham uma função era útil lembra que a gente falou ainda agora ela era útil ela era prática Então ela tinha uma função religiosa os templos foram construções destinadas para o povo
cultuar e oferecer oferendas aos Deuses essas construções valorizavam os espaços internos a gente vai ver aí agora uma imagem que é um dos mais bem preservados templos Romanos é o Maison carr em nimes na França e a gente tem aí a questão das colunas né um templo que ele era feito né para pros Deuses né a gente viu que tinha aí uma relação religiosa também eu vou trazer aqui uma outra edificação Romana que é o Panteão vamos dar uma olhada aqui a gente já tem a parte de da frente certo do Panteão Olha só as
colunas Olha o capitel das colunas que a gente já conversou sobre essas colunas aí a gente percebe a relação com eh a Grécia né Gente olha só a parte interna vocês estão percebendo que a gente ganha um espaço aqui dentro justamente por conta do estudo que eles tiveram a relação que eles tiveram com os etruscos conseguiram identificar que eles conseguiam ganhar esse espaço se eles utilizassem alguns Arcos né é que eles conseguiam ganhar um pouco mais de espaço certo Então essa é uma das estruturas vamos falar sobre outra estrutura arquitetônica que são os banhos coletivos
que que são os banhos coletivos são as Termas gente é um outro elemento muito conhecido eh da arquitetura romana as Termas foram construções arquitetônicas originais dos Romanos ela serviam de banhos coletivos no centro de Roma por isso eram considerados espaços de reuniões sociais da capital do império Olha aí a gente tem uma imagem que seriam de banhos Romanos os nossos banhos que nós temos né que às vezes a gente se reúne no fim de semana e vai para aqueles banhos tomar um banho de Garapé era mais Pensa nessa ideia aí gente então eram uns banhos
coletivos e nesses lugares eles eram considerados eh espaços de ição eles faziam reuniões sociais eles se encontravam para socializar certo então a gente tem aí os banhos coletivos outro elemento arquitetônico importante de ROM e uma estrutura arquitetônica muito importante que a gente vai ver agora são os aquedutos tá professora o que que são aquedutos aquedutos e sistemas de captação de esgotos Olha só vocês Já pensaram se a gente não tivesse um sistema de transmissão de água de captação do esgoto Hoje os aquedutos eram grandiosos exemplos de utilidade pública eles forneciam Água Limpa das fontes distantes
até as cidades as Termas as minerações e para as atividades agrícolas era a forma como eles conseguiam fazer o transporte eles conseguiam fornecer água para locais mais distantes a partir desses aquedutos vamos dar uma olhada como eles eram olha só os aquedutos como eles eram eles faziam o transporte das águas para lugares mais distantes Então essa esse sistema de transporte de água ele até hoje ele é utilizado assim como o nosso sistema de esgoto né então dentro dessas estruturas a gente vai ver aí o corte dessas estruturas a água par passava por dentro dessas estruturas
até chegar nos locais onde elas tinham que chegar Então esse sistema de transporte de água ele foi fundamental pra gente ter o nosso sistema de água de esgoto que nós temos é que nós utilizamos hoje outra estrutura muito interessante Romana são os arcos do Triunfo tá o que que eram os arcos do Triunfo os arcos dos triunfos eram construídos para homenagear os imperadores e Generais vitoriosos o arco Triunfal de Orange na França é um dos mais antigos Arcos Romanos uma estrutura arquitetônica que ela foi feita para homenagear é uma estrutura era um homenagem digamos assim
né para homen ar Os imperadores e Generais vitoriosos a gente vai ver agora um um uma imagem de um arco que é o arco de Tito olha só a estrutura dele de arco por isso que ele leva o nome de Arco do Triunfo por que de Triunfo professora justamente porque eles faziam para homenagear né as ações que triunfaram né que foram vitoriosas então eles construíam esses Arcos para homenagear outra estrutura arquitetônica que nós vamos ver é a moradia Romana ou domos que são as residências mais sofisticadas dos centros urbanos do Império Romano pertenciam à nobreza
Romana e eram chamadas de domos cada domos possuía várias divisões internas como a ortos que a área para os banhos com um pequeno Jardim e a tablinum que que era tablinum era um cômodo principal onde o chefe de família tratava de negócios Olha só como era bem estruturada né tinha área dos banhos o hortos que tinha um pequeno Jardim e um cômodo onde o chefe da família ele entrava lá para tratar de negócios vamos ver uma imagem que representa como era essa estrutura de moradia vamos lá a gente viu que ela era dividida né a
gente tem aqui uma representação vamos ver por dentro como é que acontecia Olha só lembra que a gente falou da do local do banho olha aqui o local do banho a gente tem aqui o Jardim certo e na parte interna nós vamos ter o local onde onde o chefe da família fazia as suas reuniões de negócio certo então a gente já percebe aí uma estrutura bem organizada da residência né E hoje a gente já pode encontrar aí até uma relação como hoje normalmente nas moradias a gente tem a sala o quarto a cozinha o banheiro
Então foi aí o início dessa organização da residência eh familiar que começou lá em Roma e a gente vai falar de um elemento importante íssimo conhecidíssimo que é o anfiteatro o povo romano apreciava muito as lutas dos gladiadores essas lutas compõem um espetáculo que poderia ser apreciados de qualquer ângulo pois a palavra anfiteatro significa teatro de um e de outro lado assim o era o Coliseu certamente mais belo dos anfiteatros Romanos externamente o edifício era ornamentado por esculturas que ficavam dentro dos Arcos a gente vai ver agora uma imagem do Coliseu que é uma estrutura
arquitetônica belíssima carregada de história e um anfiteatro que a gente consegue ver a ação cênica de um lado ou de outro lado vamos ver a gente tá vendo agora o Coliseu e assim o que eu quero mostrar para vocês é como a Olha só ação cênica acontecia aí no meio e a gente percebe que a a plateia né as pessoas que ficavam observando o que estava acontecendo Elas ficavam ao redor certo a gente tem aqui a vista de corte como ela é por dentro né onde as pessoas ficavam e olha a questão da das das
esculturas que ficavam pelo lado de fora dos Arcos a gente tem aí os arcos e dentro desses Arcos ficavam as esculturas deixa eu ampliar mais um pouquinho aqui pra gente ver com mais detalhe Olha só as esculturas que ficavam dentro dos Arcos Essa é uma das obras arquitetônicas mais conhecidas romanas o Coliseu o formato como acontecia o formato de anfiteatro inclusive aqui em Manaus nós contamos no na Praia da Ponta Negra com um teatro um anfiteatro justamente para dar essa possibilidade de as pessoas conseguirem observar o que tá acontecendo ali de vários lados existem hoje
alguns teatros que fazem referência ao anfiteatro Romano por justamente por permitir essa visualização hoje a gente sabe que muitos teatros eles precisam daquela estrutura mais reta né para ter as entradas e saídas dos atores nesse nesse sistema de anfiteatro ação cênica ela tá acontecendo ali e todo mundo tá vendo o que tá acontecendo ao mesmo tempo e a gente vai falar agora sobre A escultura romana vamos falar um pouco delas A escultura romana ela representava os traços da face e a estrutura física muito parecidos com o dos imperadores e dos homens nobres essa característica de
Realismo presente nas obras se distanciou da concepção de adotada na arte grega Olha aí lembrem do que a gente falou lá na Grécia vamos lembrar Ah lá na Grécia eles tinham um ideal de beleza né tinha que ser aquilo muito lindo muito belo muito perfeito já os romanos eles eram mais realistas eles tentavam transmitir exatamente como as pessoas eram vamos ver aqui um exemplo de umas esculturas romanas e olha só aqui a gente tem Eh aí vou ampliar para vocês verem aqui a estátua de Augusto que é essa daqui pronto aqui então a gente já
percebe que não tem tanta aquela preocupação com a musculatura né com a representação das veias né não eles tentam ele tenta passar aqui na na esta de agusto Olha só exatamente os traços que estavam que eram daquela pessoa da representação do Augusto ele tava fazendo ali uma representação o mais próximo possível da realidade A gente não tinha aí um ideal de beleza representado e como é que era o modo de vida na sociedade romana o modo de vida na sociedade romana as personalidades religiosas e mitológicas e a natureza elas foram representadas na pintura romana com
Realismo mais uma vez voltando Aí a questão do realismo e tridimensionalidade nos afresco que são as pinturas nos muros das cidades nas ornamentações dos palácios nas decorações das residências e nos mosaicos os pintores Romanos utilizaram-se das técnicas em relevo da profundidade e da perspectiva de técnicas que foram utilizadas por pintores Romanos para dar uma profundidade para dar uma uma perspectiva a gente já começa a perceber aí uma evolução né nas técnicas de pintura que a gente viu que lá na Grécia era diferente eram aquelas cerâmicas né a representação de cenas do cotidiano dos Deuses eh
de acordo com o que aquela sociedade tinha necessidade certo então a gente conversou sobre dois momentos importantes da história da humanidade e como essa produção artística ela influenciou aquilo que nós vivemos hoje em dia r [Música] [Música] [Música]