Na indústria dos ovos, você foi acusado de maus tratou que eu não posso discutir o que você tá colocando que eu não posso discutir assunto porque eu fui indiciado. Isso é uma mentira que ele falou. Ô, você vem só confensa pessoal. Eu vou estudar a tua vida e vou achar um monte de buraco. Se você for me ofender, >> eu levanto e vou embora. Não, não é ciência do Richer. É ciência da maioria das pessoas que discordam de vocês. >> Então, se isso não é sofrimento, o que é sofrimento? >> Vamos melhorar isso, essa condição.
É. Uh. Uh! Se fosse o abatedoro, ele se fosse tão tranquilo, por que que você não posta no seu Instagram como é o abate de um animal? Eu espero que vocês tragam uma discussão melhor do que só acusação. >> Não, calma aí, tô falando ainda. Vai tomar no teu cu. Você me trouxe até aqui. Eu vim da casa do [ __ ] para vir Até aqui. Fui massacrado. O que aconteceu com o cachorro lá, orelha lá, foi uma coisa horrível. >> É muito diferente de um abatedor, horrível. humanizar os animais e tratar de certa forma
os pets de uma maneira excessivamente humanizada. Eh, calz problemas, >> traz problemas concordó como um biólogo que você é que é a favor da vida, né? Que a biologia é isso basicamente. >> Você você tem que escolher quais os Bichinhos que você quer. >> Quantos dias ela passa imobilizada, deitada? Quantos dias ela passa? Isso que você não falo porque você é agressiva. >> Então assim, não, você não, mas não é porque você parte pro pessoal. Se eu descobrisse a sua vida, eu ia ter coisas para falar de você. >> Você já foi numa batedora? >>
Sim. Você conhece como é feito o processo, >> infelizmente. >> Tá, então tá. É na machadada. >> Alguma grande maioria. Não, >> não é a grande maioria não é. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. >> Gente, se eu não puder aqui mechar e falar, eu levanto e vou embora e beleza. E vou e ficamos nesse vácuo e não tem problema. Não, eu tô perguntando para ela. >> Você não senta aqui? >> Ela vai sentar. >> Você não senta. Deixa. Posso falar ou não? Ou só você fala. Eu
quero saber o percentual. Me dá um presentental, já que você tem um número, porque a gente deve ter um número. Não é isso que você acredita. Isso é o que você quer que você falou que não é um cientista, agora você quer rebater dado científico. Você conhece o Pantanal ou não? >> Não. >> Ah, tá. Vocês não foram pra Amazônia, Vocês não foram para não sei o quê, vocês não fizeram não sei o quê. Tudo que vocês fazem é levantar um papel. Só existe o boi porque alguém come o boi. Ou você que tem o
boi como pet na sua casa? >> Você tem alguma base ética para fazer as coisas que você quer, >> né? Por exemplo, você não come cachorro? Não, eu não sei. Talvez na China experimente. Se ninguém comer o boi ou tomar o leite do boi, o boi não existe. Você é um estudado do Sou. Tenho, mas também sou traficado. >> Você não tem alguém melhor para discutir? >> Por favor, por favor, traga alguém melhor. >> Então você viu vídeo, então você não entendeu para você, mas não para mim. Eu tô ótimo. Adoro churrasco, mano. Qual é?
também acho que deveria ser, mas não é a quem interessa. A maior parte dos Deputados na C. >> E o risco que as pessoas estão assumindo hoje é de morrer por doenças coronárias ou câncer. >> Não, o risco que a gente tem hoje é de levar uma bala quando você sai na rua aí. Bom, eu sou Richard Rasmus, eu sou biólogo, eu sou economista, sou jornalista. Eu tô 25 anos na televisão, fazendo programas de meio ambiente e ultimamente com internet nos últimos 7 anos eu abri a o meu leque falando de Outros assuntos. Hoje eu
vim debater sobre vaganismo e pai de pet também no Redcast. Que Deus me ajude. Tratar animais como seres humanos é uma forma de maus tratos. >> Boa noite, Richard. Boa noite, >> eu sou a Paula. Prazer. >> Paula, tudo bem? >> Primeiro, Richard, eu queria entender essa afirmação como problemática, porque acho que a gente não entendeu, a gente Até conversou assim, a gente não não entendeu porque ela é problemática. >> Na verdade, fui sugerida aqui, é uma afirmação que eu já tenho, né, que eu já falei algumas vezes. É, é, não é uma problemática, é
um fato. >> Ou o que que ela tem a ver com o veganismo, por exemplo. >> Não, nada, nada, nada. Mas tem como é pai de pet também, entendeu? Aí acho que trouxeram a baila como não é só veganismo, é veganismo. Pai, você é pai De pet? >> Sim. >> Tá maravilha. Mãe de pet ou pai de pet, não sei. Enfim, mãe de pet. >> Mãe. Uhum. >> Ok. Tudo certo. >> Tudo certo, né? Porque assim, é, >> você discorda do que eu falei? >> Não, porque assim, dep a questão é a primeira batalha. >>
Pois é, a gente começou bem, né? >> Começamos bem. >> Começamos bem. Porque assim, nós que somos veganos, a gente não tem a mínima intenção de de fazer uma grande defesa sobre essa questão de que o animal precisa usar roupa e fazer aniversário, festa de aniversário, né? Eh, existem várias maneiras, inclusive, de humanizar o animal e eu acho que cada um dentro do seu lar vai fazer isso de uma maneira diferente. Eh, a partir do momento que cada pessoa se considera o animal da família, de Alguma forma você tá humanizando um pouquinho. Tem gente que
humaniza um pouquinho, tem gente que humaniza um montinho, né? No nosso caso, o veganismo, intrinsecamente não tem nada a ver com isso, sobre humanizar, humanizar >> o pet. Mas eu, essa pergunta mexeu comigo pela questão da palavra da da expressão maus tratos. E aí inevitavelmente eu como vegana, né, eu vou trazer questões suas, né, que a Gente vê em notícias, não são acusações que eu estou fazendo, mas a gente vê em notícias. >> Vamos para pessoal, é isso? Não é pessoal, não é pessoal, é o seu trabalho. Estamos debatendo o assunto. Você não acha, você
discorda de mim que o fato é não, você já vai começar a virar outra coisa, vai começar a olhar para mim e me atende. É típico do assunto. >> Nós não estamos debatendo assunto. Nós Já estamos debatendo. Não, estamos falando. Desde o começo eu falei pra gente não atacar pessoalmente. Richard, mas é esse é o seu trabalho. É, são acusações baseadas no seu trabalho. Quando a gente vê uma uma notícia falando que você foi lá acordar jacaré e bernando, né, e que você foi acusado de maus tratos por isso, foi liberado. >> Eu acho que
isso é mais maus tratos do que fazer aniversário de pessoa. >> Isso for. Então vamos lá, eu vou Explicar o que aconteceu no Pantanal. Uhum. >> Para o seu deleite. Eu fui ao Pantanal >> e todo mundo preocupado com pintada. Eu fiquei dois anos >> com um projeto chamado Brasil Biomas, onde a gente levava não só um clínica veterinário, porque uma das coisas que eu fiz para estar no meu lugar de fala, porque senão seria muito fácil estar onde eu tô, eu investi no bem-estar. Eu o único hospital veterinário em quatro Rodas do Brasil é
meu. Não é um trailer, não é alguma coisa, não. É um hospital de veterinário de R$ 1 milhãoais que eu e mais quatro patrocinadores construímos para poder atender. Levamos para o fogo. Eu fiquei dois anos no fogo. Você conhece o Pantanal ou não? >> Não. >> Ah, tá. lá vivem, então fica um pouco difícil explicar como é que vive o jacar porque o jacaré ah, eu não não conheçoal, não posso falar de uma Notícia de maus tratos. Por exemplo, a outra notícia também de acusação de tráfico de animais, de você ter levado animais para notícia
animado, levado ilegalmente animais para criador. Você tá levando essa discussão para coisa, você não tem capacidade de discutir o assunto e tá levando para ofensa pessoal. O que que isso tem a ver? Mesmo que eu fosse um traficante, vamos lá. Mesmo que eu fosse um traficante. OK. Vamos dizer que eu sou um traficante. Eu Sou um traficante. Olha, animal sev, por exemplo, vamos falar de mãe e pai de pet. Quanto biólogo que a gente vê, não só biólogo, mas gente que entende tendo mãe e pai de pet silvestre. Ela é mãe e pai de pet
de animal silvestre que é trafão. Vocês não tem alguém melhor para discutir? Por favor, por favor, traga alguém melhor. Traga alguém melhor, porque essa menina não tem condições. >> Essa menina >> é menina. Não é uma menina, uma moça. >> É, não tem condições. Vamos discutir alguém melhor, vai. Vamos levar o nível da discussão. Não, você pode, mas o problema é que você não assume. Eu tô assum. Então vamos dizer que eu f de crime de acusação de crime. Bom, vai lá, filha. Vai lá. Eu não conheço a sua vida. Eu não conheço a sua
vida. >> Caramba. Filho e menino. Caramba, >> eu não conheço a sua vida. Você podia Ter idade para ser minha filha. Só começar o debate. Vamos fazer o debate. >> Começamos bem. Eu espero que vocês tragam uma discussão melhor do que só acusação, porque mesmo que eu fosse o que ela me diz que eu sou o que não fui porque >> deixa posso falar ou não? Ou só você fala? Só ela fala. Não tem alguma regulação. Porque seó ela fala já sentou no banco, tem que ficar quieta. É isso. Não é isso? Pode falar >>
não. Não tem Ministério Público. Eu fui pro já fui. Isso que você falou do Jacaré foi uma denúncia que foi feita. Qualquer um pode denunciar qualquer coisa. Eu posso denunciar você porque você tem cabelo rosa. Eu acho você não sei o quê. Eu posso denunciar de qualquer coisa. Qualquer pessoa pode mover uma denúncia, especialmente para uma pessoa pública. Especialmente para uma pessoa pública. É muito fácil fazer isso. >> Todo mundo você vê muito fácil. Eu tô há 30 anos inteira. >> É, vem. É, então, mas se esse é a tua razão, então não deveria estar
aqui. Então não devia estar no meu lugar de fala. Isso tem que ir embora. >> Então por que que você veio discutir então? Ô, >> o que que você veio discutir? >> Termina a explicação aqui sobre a >> O fato, o fato é o seguinte. Jacaré. >> O jacaré. Eu vi todas as pessoas salvando, preocupadas com a onça pintada. E no caminho paraa onça pintada, eu volto a dizer, a gente tinha, eu eu conheço o Pantanal que eu vou desde os 4 anos de idade lá. A gente construiu um hospital veterinário que foi dois anos
no fogo lá. Eu estive as eu tive tive lá dois anos no meio do fogo gravando as coisas que estavam acontecendo e acontecendo coisas horríveis. fogo. Nunca teve uma época do Pantanal tão seca e com tanto fogo. E a onça pintada sofreu. Tantas onças pintadas foram queimadas, foram levadas a centos de resgate, foram cuidadas e todo mundo esqueceu do jacaré. No caminho para as onças pitadas tinham jacarés morrendo secos. Ninguém se importou com eles. Eu fui lá com a minha equipe, eu tinha um hospital, eu tinha veterinários e tiramos esses jacarés dessa condição, demos soro
e devolvemos para outro lugar. E aí teve exatamente Essa posição. Eu fui eh eh acusado no CRB e o CRB achou que a minha atitude foi condizente com a minha profissão. Tanto que no ano seguinte, no ano seguinte o ISM Bill moveu a maior operação de resgate de jacarés da história do país no Pantanal. Eu acho que eu cquei alguma a onça com a vara curta, literalmente. Então foi isso que aconteceu. Agora eu acho que a gente tem uma pauta. Se vocês quiserem levar sua acusações, vocês Podem ficar atento. Tá aí o jornal tá aí.
Vocês podem levar nisso agora, se vocês quiserem conversar sobre o assunto que a Paula aí Paula que a Paula não conseguiu discutir, a gente não vai chegar em lugar nenhum. Não interessa. Ah, se eu vou dizer que eu seja um traficante, que eu seja não sei o quê, que não é nada disso verdade, mas assim, a discussão é sobre o assunto de maus trato sobre pet. Então eu, você me acusou que eu não posso discutir o que Você tá colocando, que eu não posso discutir o assunto porque eu fui indiciado. Você tem que discutir o
assunto se é maltratos ou não e você não soube responder a pergunta. Eu espero que seja alguém melhor para discutir. Desculpa. A sua foi você foi muito ruim. Você é muito ruim, Paula. Você foi muito ruim. Vamos esperar uma pessoa melhor que você. >> Como é que tá? Tudo bom. Tudo certo. >> Vamos lá. >> Olá, eu sou o Rodrigo. >> Rodrigo Dourado. Prazer. Eh, você é pai de pet? Sou. >> Você é pai de pet? >> Uhum. >> Tá. Eh, porque eu acho que >> O que que é pai de pet? >> É isso
que te perguntar. >> Vamos definir primeiro para entender. >> Eu tenho pet, não sei se isso se significa. Tenho muitos pets. >> Seria a minha mesma pergunta para você, Porque aí fica uma humanização, né? Tratar com respeito, tratar bem um animal não significa humanizar, significa civilização, né? Significa você reconhecer que é senciente, reconhecer que é um animal >> perfeito, >> digno de direito. Então a gente concorda com isso, >> concorda >> tratar bem o animal porque ele é senciente e tudo mais. >> Você é pai de pet. >> Perfeito, concordamos com isso. E aí voltando
assim, rolou um desentendimento aqui, uma desinteligência. Eh, eu acho que aí tem uma desassociação que é importante a gente contar para as pessoas em termos educacionais mesmo, porque se a gente trata animal como objeto, como objetificação, quando não respeita, não sei se foi uma acusação, enfim, eh, o que aconteceu agora recentemente com o cachorro, né, que Adolescentes trataram, como trataram, a gente viu o que aconteceu. Eu acho que isso é uma maneira que a gente tá, quando a gente diz, como você colocou aí, ah, pai de pet, eh, ou trata humanizando de ser maus tratos,
a gente tá passando uma uma mensagem errada, né, pr pras crianças, pra educação. Então você quando, enquanto biólogo, enquanto alguém que tá aí com eu não sabia desse seu projeto, eh você acha que poderia assim eh investir em passar essa Educação pras pras crianças, educar elas de uma maneira antiespecista, algo que seria falei alguma. Vamos voltar pra frase, >> vamos, >> tá? Porque estamos discutindo a frase, né? princípio e não sei se concorda, não sei se tá fora do contexto, porque o veganismo, venho falar de veganismo e a gente tá falando de pet, mas acho
que tem uma relação muito grande, até porque os pets são, né, se é um gato, ele é Estritamente carnívoro, isso não é uma discussão que eu vou colocar aqui, ok? E se é um cachorro, ele é unívoro, com preferência carnívora está descrito isso. E qualquer um Google na inteligência artificial, vai ver isso. Então assim, eles comem carne. Beleza? Então, eh, eu acho que isso é uma questão muito mais relevante com o que vocês fazem, sendo a escolha de vocês, que eu quero dizer, eu não tenho nada contra a escolha de vocês, gente. Se eu Falo
de >> a favor do veganismo, é isso. >> Eu não, eu não sou, veja, eu sou a favor da liberdade. Eu sou um libertário. Você pode fazer o que você quiser da sua vida. Seja feliz. O grande problema do veganismo, o grande problema, vou tentar de responder. O grande problema do veganismo, na minha opinião, é tentar impor, colocar uma medalha no peito de virtuosidade. Por isso que eu brinquei no começo, falei: "A primeira coisa, Quando você conhece um vegano, é ele que vai dizer: "Eu sou vegano você nem sabe quem é o Carl já". Por
quê? Porque isso é um predicado que parece que eles colocam numa um patamar diferente das outras pessoas pela escolha alimentar que ele fez. E tudo bem, nós vamos ter tempo de falar sobre várias escolhas que a gente faz, que é o algodão, é o celular, nós vamos ter tempo falar sobre isso. Eu não tenho nada contra vocês. O problema é quando eu tenho quem eu tenho Contra pessoas que não sabem discutir, que acusam. Eu tenho uma história, cara, que ninguém pode negar. Eu tenho 30 anos que eu trabalho. Eu tenho leis que foram criadas em
cima de trabalhos meus por proteção. E eu não sou nenhum deus e nenhumas coisas, mas é um é o meu trabalho, é o que eu tenho feito dentro. >> Mas acho que o veganismo ajuda seu trabalho que é a favor dos animais. Não, eu acho que o não não atrapalha o veganismo é uma opção sua. Para as Pessoas saberem, porque de repente fica meio uma é a sua a sua opção alimentar. Seja feliz, como o que você quiser, transe com quem você quiser, pinte o cabelo do jeito que você quiser, seja feliz do jeito que
você quiser. Eu sou um libertário. É uma escolha como qualquer outra. Não é uma escolha que é é uma escolha que te coloca no bastião diferente. O problema é que o veganismo ficou mais ou menos como uma coisa, uma uma escolha religiosa ideológica, porque Você tem e se você levar o veganismo a sério mesmo, tem um equívoco, porque o veganismo é justamente é liberdade para todos os seres sencientes, como um biólogo que você é que é a favor da vida, né, que a biologia é isso basicamente. >> Você você tem que escolher quais os bichinhos
que você quer. Isso a frase do Elstone, não vou dizer, mas assim, mas é especím. Claro. Não, mas claro, mas você não pode fugir disso. >> Não pode fugir disso. Você selecionou os animais que são simpáticos não são simpáticos. Se uma aranha entrar na sua casa, você mata ela. >> Eu não mato, >> mas a maioria mata. Se você uma cobra entra na sua casa, você não sabe como lidar com ela, porque você mata? Porque tem medo. Mas você escolheu não comer os animais e tá tudo bem. O problema é que quando vocês colocam num
pedestal e olha pro resto e diz: "Vocês estão em outro Nível porque vocês não são seres humanos". Vocês não são seres humanos de verdade. O que aconteceu com o cachorro lá, orelha lá, foi uma coisa horrível. >> É muito diferente de um abatedor, horrível. Sim. Eu vou te dizer por você ali usou de uma violência que numa Você já foi numa batedora? >> Sim. >> Você conhece como é feito o processo? >> Infelizmente. >> Tá. Então tá. É na machadada. >> Algum maioria não. Não é. A grande maioria não é. E você sabe que você
tá errado. >> Desculpa. Você tá falando, você tá falando por falar e a gente tem Não, tá? Bom, >> é só checar. Por favor, chequem se a maioria dos frigoríficos para você licençar o frigorífico não exito. Se tem um cara no sítio que mata o cacho, o a vaca com a a vaca com a Eu acho que eu acho que você tem que sentar aqui para Falar na minha opinião. Então tá. Então assim, se você se você se você eh eu nem sei onde ele tá, que que é para fazer? Pausar. >> Você vai contar
pro próximo como? >> Ah, tá bom. Então vamos pro próximo. Vamos lá. >> Tudo bem. >> E aí, você é o Henrique? Henrique, >> não pode continuar. Eu acho que assim, eu acho que assim, se fosse o abatedoro, ele se fosse tão tranquilo, por que que Você não posta no seu Instagram como é o abate de um animal? Por que que >> por que você não pode? Eu vi que você já mostrei como é. >> Eu não, eu não vi, eu procurei e não vi. Não, eu sigo, eu sigo. Pode colocar lá. >> Não, eu,
eu, eh, eu, eu mostrei tudo para você. Veja, você sabe quem me levou a fazer entrar no negócio do agro, cara? Foram, na verdade, as pressões, porque eu sempre vim da, eu vim do meio Ambiente e no meio ambiente tem tudo, né? Tem tudo tipo que eu falo, tem tudo, tem todo tipo de pessoa que não necessariamente você tem a pessoa que come carne, tem pessoa que é vegana, tem vegetariana, tem tudo no meio ambiente porque é uma pauta comum a todos nós. Perfeito. >> Eh, eu comecei a depois que eu saí eh entrei na
internet e e eu por enquanto eu era só na televisão, então as pessoas viam somente aquilo da televisão. Quando Começaram a internet mostrou o meu hábito, quem eu sou, o meu dia a dia. Isso deu uma margem para muitas discussões. pessoas começaram a ficar eh pessoas falam assim: "Como que você que ama os animais? Como os animais?" Então eu fui muito questionado. E aí o que a primeira coisa que eu fiz há uns 5 anos atrás foi investigar como os animais são tratados na suinocultura, avicultura e eh bvinocultura. Eu acho que nada é perfeito, entendeu?
Mas assim, mas muito Longe da violência que eu vejo colocarem esses fórmunos animais e mostram a viol é muito longe daquela violência. Por exemplo, na suinocultura, você tem o que que você acha dessa prática de cortar os dentes e os rabos do porco pra questão do E também tem a questão o dente e o rabo dos porcos. Você mantém os animais em gaiolas, eh, quando elas estão na na gestação, você mantém elas em gaiolas presas. Inclusive, né? Eu até vi um vídeo do seu parceiro que tem uma culino Cultura, eles ficam em gaiolas mínimas, um
animal de não sei quantos quilos é que estão com os filhotes. Eles deitam, né? Então assim, deit filhotes e matam os filhotes. Sim. Aí ela passa quant quantos dias ela passa imobilizada, deitada? >> Quantos dias ela passa? >> Tá, vamos colocar assim >> só, só me explica, por favor, como funciona a questão de quando ela >> exatamente, não sei se são 50 dias, Alguma coisa, porque tem >> 50 dias, elas elas ficam imobilizadas e deitadas por 50 dias, não ficam deitadas, elas podem levantar. Só que ela existe um sistema eh que de de do equipamento
que quando ela deita de cima dos leitões por questão dos leites quando os animais eles estão na criação, eles cortam os dentes dos leitões, eles cortam os rabos dos leitões, os animais eles ficam confinados de forma extrema e Os animais quando eles estão, como o próprio o Richard fala, eles ficam 50 dias totalmente imobilizados, >> não ficam totalmente no fal totalmente imobilizados para que os animais eles eh não para que eles não possam se movimentar. Isso isso isso não é mal, >> isso é isso é uma mentira que ele falou. Isso que ele tá falando,
é nunca dessa maneira no seu vídeo. >> Então você viu meu vídeo, então você não entendeu assim, eu acho que a gente tem Que entender uma coisa. A gente tá tratando do veganismo. >> Pessoal, calma aí. Pode ir, pode ir. Vamos ter tempo, vai ter tempo de discutir. >> Tratar o cachorro eh como um ser humano é maus tratos. >> É bom. Prazer, eu sou Filip, sou biólogo, te vi quando era criança e te vi na televisão, né? Cresci com você na televisão. >> Eh, bom, é só acho que eu gostaria de Concluir esse esse
assunto. Acho que todo mundo que concorda que de fato eh humanizar os animais e tratar de certa forma os pets de uma maneira excessivamente humanizada, eh, calde problemas, >> traz problemas psicológicos. foi um pouco em dúvida em relação ao veganismo. É como que como que essa pauta se relaciona com o veganismo? Porque o problema >> não, mas não foi eu que pus a pauta, é, Eles pegaram uma afirmação minha, essa uma afirmação que eu já fiz e trouxeram pra pauta, já que a pauta é veganismo e pai de pet. Ok, então concordamos com a pauta.
Mas o problema, na verdade, para a nossa luta na verdade tá mais em relação aos animais, não os pets, porque os problemas ambientais e a curieldade animal, ela ocorre em grande escala nos animais produzidos para alimento. >> É, eu acho que conclui. Eu só gostaria realmente de passar porque o problema, Na verdade, não é o não é esse tema. O problema realmente são os animais que são ditos de consumo, né? E aí o que fica, eu fico um pouco preocupado de algumas falas suas, especialmente como biólogo, porque eu acredito que a biologia deveria se apropriar
de uma série de dados que existem sobre como consumo de animais afeta diretamente os animais, o planeta e a nossa saúde. >> Você acha que a maioria dos biólogos é vegana? >> Não, infelizmente isso é uma tristeza. Eu acho muito triste. Porque eles entendam que não é esse o ponto. >> Eu acho que eles não entendem. Existe um animal animal só existe o animal de abate porque tem gente que come. >> E vocês como animalistas que amam os animais e gostam de manter eles ali dentro do chamado santuários que eu acho maravilhoso e lindo. Eu
acho que meu, eu curto, eu acho que vocês têm que viver a vida de vocês. O problema, o problema Não é esse. O problema é você trazer essa pauta e querer que 99% sei lá, eu não quero falar 99, senão seria um cientista estúpido, mas X vocês sabem que vocês são minoria no veganismo. >> Com certeza. Tá, >> 14% da população é vegetariano ou vegano. >> O vegetariano tá longe do vegano, tá? Porque ele escraviza os animais. Beleza. >> É 7% do da população. O veganismo puro. Duvido mais que seja. OK. Vou vou no seu
Número até porque o veganismo puro, se a gente for levar isso, até a gente tá fugindo do tema. Mas enfim, eu vou voltar. Você vamos ter falar sobre crueldade, tá? Eu na minha, no meu caminho, meu amigo, como biólogo, dentro do agro, existe coisa errada? Existe. Você tem carteira de motorista >> já? Não, >> não. Alguém certamente, mas OK, vamos fazer o seguinte. Uma um cara atropela Um monte de gente, bêbado e a gente vai tirar a carteira motorista de todos os seres humanos, porque este cara vagabundo fez uma algo assim. Exato. >> Então, a
crueldade animal que eu tenho percorrido, eu vou falar do fundo do meu coração, cara, não é do jeito que falam, não é? >> Então, mas ó, por exemplo, fato é claro que é um abate. Você cria um animal para comer. Isso não discuteu, isso é o fato. Agora, a forma de dizer que o boi foi Infeliz a vida inteira >> para depois você mat, não é verdade. E o mais importante, não, essa é a sua opinião, é a sua percepção. Desculpa, mas não é. veganismo não eh ajuda em nada com relação às mudanças climáticas. >>
Boa noite, Richard. >> Boa noite, cara. >> Você é o >> E sou o Vittor >> e sou arquiteto urbanista, sou vegano há praticamente 9 anos aqui. >> Eu te acompanho no Instagram. Você foi um dos poucos que eu olhei no Instagram. >> E que que você cara do coelho lá do >> Não, >> não. Teve alguém do coelho. Desculpa. Alguém >> é? Você tava com sapato de couro, mano. >> Era couro vegano. >> Ah, tem coisa bonita. Pensei que ia te pegar no pulo agora. Falei: "Porra, não, mas existe muito isso, tá? Por isso
que eu tô falando no meio de vocês. Eu acho Que o próprio vegano canabaliza o próprio vegano, tá? Eu acho que a pauta de vocês é uma pauta [ __ ] difícil, porque para ser vegano é difícil. Desculpa, tô tomando o seu tempo. Vou dar uma pausa e vou vou dar uma pausa, já que eu sou intervistado, vou fazer do meu jeito aqui. Eu acho que a pauta, que eu acho importante a pauta e parei o tempo, tá? Não, tranquilo. É, tive aí uns 40 segundos. >> Pauta vegana é uma pauta difícil e Complicada. E,
infelizmente muitos adeptos do veganismo são os próprios inimigos do veganismo, na minha opinião, porque acabam dando essa escorregada, acabam levantando bandeiras que depois se contradizem ali. Eu acho que isso é negativo pro am vento. Vento [ __ ] você deixar de realmente para ser vegano de verdade, eu aqui a maioria, eu vou falar a verdade, na totalidade aqui tem veganos, mas vocês não são veganos de verdade, 100%. O veganismo 100% que eu Conheço na na na se você levar isso na raiz, >> na raiz. Não tá gravando isso? Claro que tá gravando. >> Claro que
tá gravando. Tá gravando tudo. Claro, claro. Não, não, não. Viemos aqui para gravar. Mas beleza, nós vamos chegar lá. Não, eu acho, eu acho que realmente uma pauta de vocês não é muito complexa. É difícil, cara. Se fácil concordamos, né? E por isso que a gente estuda, traz dados, a gente tá sempre Buscando se atualizar e tal. E bom, de primeiro ponto aqui, acho que é importante colocar que eu discordo dessa afirmação, né, que o veganismo não ajuda em nada eh em relação às mudanças climáticas. Já de cara discordo. E eu gostaria aqui de da
gente fazer um batebola, né, a gente trocar uma informação. Vamos voltar não, vamos falar sobre aquil, vamos falar sobre mudança climática, porque >> Claro, claro. Não é isso, exatamente Isso que eu quero, não é exatamente isso que eu quero trazer. Então, vou te fazer umas perguntas, você faz outras, tal, a gente consegue eh dialogar em cima do tema. Eh, em primeiro lugar, eh, você como biólogo, cientista, você tem um papel importante na na sociedade brasileira, isso é innegável. Você tem toda sua história aí de viagens, tal, que eu acho que, pelo menos eu pessoalmente ainda
não tenho, quero ter. Mas, eh, em relação à ciência, eu Gostaria de de fazer umas perguntas para você. Você sabe a diferença de um estudo de caso, uma revisão literária, uma revisão sistemática? Eu queria que você comentasse um pouco sobre esse tipo de de diferença. >> Se não. Vamos lá. >> Bom, vamos esclarecer. Então, é um estudo de caso, como o próprio nome diz, né? um estudo de um caso específico e uma revisão sistemática, uma revisão literária, ele busca vários estudos de Caso e costuma ler a conclusão dos artigos, a conclusão das dissertações para ter
uma visão mais ampla sobre aquele tema, ter para trazer dados mais eh relevantes e firmes pra gente ter políticas públicas, pra gente ter leis, pra gente ter eh falas públicas, pra gente fazer divulgação científica com dados que a gente eh consegue ter uma visão mais ampla sobre aquele tema. Então, por exemplo, essa questão de ah, o veganismo não Ajuda as mudanças climáticas, quando a gente vai olhar a literatura e principalmente visões sistemáticas, ele não se sustenta, né? Quando a gente observa, por exemplo, consumo de água para produção de alimentos que são de origem eh animal
e origem vegetal, eles são muito diferentes. Isso é a própria literatura que traz. emissão de gás de efeito estufa também tem uma diferença. Eh, uso de terra também tem uma diferença. Eu acho que, por exemplo, Quando você tem esse papel importante de divulgação científica, você tem seus milhões de seguidores no Instagram, você tem seus milhões de acompanhantes no YouTube, eu acho que é importante você nesse papel, quando você trouxer esses tipos de afirmação e afirmações que são eh similares a essas, em outros vídeos seus, tal, a gente, como você comentou, né, você é uma figura
pública, então a gente consegue acessar a grande parte do que você comenta em podcasts, comenta em Entrevistas e quando a gente observa várias dessas as suas afirmações em relação ao veganismo e a falta de potencial em relação às mudanças climáticas e bate com a literatura. Não é bem assim, né? Posso falar agora? >> Vamos lá. Primeiro, a literatura que você lê tem o red peill e o blue pill. Não sei a literatura que você vê, não. Ciência, se você disser que a sua ciência é correta, eu posso trazer uma outra ciência para cá e dizer
que você Tá incorreto. Hoje a questão, voltando à questão do do aquecimento global, não, gente, ciência, a gente passou por várias ciências aqui, eu não vou entrar no assunto, e a gente errou em várias e é normal, a ciência aponta um caminho e depois ela vira e fala: "Ovo dá colesterol, depois não tem mais colesterol". Meu OK, beleza. OK. Então assim, o que eu quero dizer o seg primeiro é definir o que é mudança. Por que que eu não acho que nem o veganismo Nem nada, na minha opinião, vai mudar a questão climática. A questão
da grande pergunta é existe uma mudança climática? Óbvio que existe. Óbvio. Eu tô junto com vocês. >> Uhum. >> O qual é essa mudança climática? Mais aquecimento. Porque tem gente que diz que é mais aquecimento. Tem gente que diz: "Nós estamos numa época de oluceno". Tá? Então assim, a ciência aponta caminhos diferentes. OK? é que Você absorveu a sua ciência e ok, você pegou a sua, essa é uma verdade que cabe na sua narrativa e você vai puxar essa para você porque é interessante para você defender ela. E tudo bem, eu não tô discutindo isso,
seja a sua verdade, não tem problema. Eu discordo porque eu tenho outra verdade e outra literatura. você vai discutir a minha literatura baseado em literaturas diferentes. A gente não tem hoje uma coisa, >> então, a gente não tem hoje, eu vou te Perguntar, já que você é bem estudado, qual o percentual que o ser humano influi no aquecimento global ou na na mudança climática? Qual percentual você sabe? >> Então, a gente tem eh medições, >> cuidado. >> A gente tem, por exemplo, medições que a >> Eu quero saber o percentual, me dá um percentual, já
que você tem um número, porque a gente deve ter um número pra gente poder mudar o responder. Deixa Responder. Me d um número. >> Não, eu sei. Você pediu a fala, eu te dei a fala. Eu pedi um número. Não pedi fala, eu pedi um número. >> Você é um cara estudado. Eu pedi um número. Você tem esse número ou não? >> Você tem ou não tem? É assim ou não? É fácil? Deixa eu responder. Não, >> não. A pergunta é simples. Não, não quero que você entre num discurso. Não, não vou responder um discurso.
É sim ou não? Você tem um número ou não tem? >> Tem um número. Ten um número. Posso responder? Qual número >> então, eh, as medições do impacto da dos seres humanos no aquecimento global gira atualmente em torno de 1.5, 1.6º acima da média da temperatura. >> Aí, Richard, >> foi essa pergunta, >> eu te trago uma outra pergunta. Você comentou de ciência, a gente ainda nessa ainda nessa, você já falou, eu tô respondendo, Ciência, a primeira coisa foi >> você cientista, não é? Então, tô te respondendo a primeira não sou, não sou, eu sou
um biólogo e um economista e não sou um cara que tá na academia estudando. Você não tá fazendo, >> você tá fazendo, >> você não faz na sua, na sua página que eu já copiei, você não fala sobre veganismo e põe números. Não, mas no primeiro lugar, você é um profissional Da área, você é um estudado do assunto, mas também sou. >> Então, exato. Por isso que eu quero discutir ciência com você. Mas você pode discutir ciência, mas você tá conversando qual sua profissão. >> Eu sou arquiteto urbanista com mestrado em ciência ambiental. Tá, agora
o mestrado qualquer um pode fazer um mestrado em coisa ambiental. Se o cara, o cara, se o cara fizer um curso de lixeiro, ele pode fazer também Isso não te dá uma capacidade, não te dá uma capacidade. >> Então vamos discutir, vamos voltar pra disação ambiental. Qual a emissão de gás metano? Qual é? Já que estamos preocupados com a vaca, não é? Estamos preocupados com a vaca. Qual é? Porque esse eu tenho uma tem uma gráfico pizza, aliás, de barras estudado sobre isso na internet. Qualquer um pode acessar. Qual é o percentual? >> Cerca de
70%. Já sei qual é a sua Pergunta. >> Qual percentual? Qual percentual? da emissão de gás no Brasil 70%. No Brasil 70% >> é 2% >> não, 70% esse dado tá enganado. >> Ô, ô Richard, vamos voltar dois passos. Que mais limite? 28%. Eu vou vou terminar, vou te dar dados, tá? 20, pode pesquisar, tá, pessoal? Pode pesquisar. é energia, 28% é transporte, 20% é Indústria, 5% comércio e 2%, depois te mandar fonte, 2% é a vaca. E nós resolvemos e nós vou terminar de falar já aí, depois você fala o que você quiser. >>
E nós resolvemos corrigir os problemas do mundo usando os 2%. É como você tem um como você tem um orçamento na sua casa e 28% você gasta com aluguel e você quer resolver os 2% que você dá, sei lá, que você tá gastando em gasolina. Não faz sentido esse trabalho. >> Isso é importante a gente discutir o que é ciência. Você desacreditou número tem que engolir o seu número, companheiro. Desculpa, é consenso científico. Não é consenso. Isso é o que você acredita. Isso é o que você quer que você falou que não é um cientista.
Agora você quer rebater dados. Científico. >> Não, eu só não sou um idiota. Só isso, cara. Eu leio. Não, eu tô dizendo que eu não sou idiota. Eu leio. Não preciso ser cientista. É ciência. Preciso ser um cientista. Você produz cientista? Você produz ciência? >> Sim, eu tenho produção. Tenho produção. Você tem produção? Não, não tenho. Por isso que não sou produado. Você publicou o quê? Qual foi sua publicação? Me mostra uma publicação sua sobre Me dá uma publicação sobre aquecimento global sua. Não, não é ciência do Richer, é ciência da maioria Das pessoas que
discordam de vocês. >> A gente só discorda de vocês com você. Eu não falo porque você é agressiva. >> Então assim, não, você não, mas não é porque você parte pro pessoal. Se eu descobrisse a sua vida, eu ia ter coisas para falar de você. Só pesquisar um pouquinho. É que eu não faço. Você, infelizmente, não tá na internet para isso, né? Muito fácil. Bom, como >> você voltou, criança? >> Voltei, voltei. Tem muito falar sobre esse assunto, especialmente por ser biólogo. Acredito que a gente tem que se apropriar dessa dessa ciência, dessas informações, especialmente
dentro da biologia. Então, se a gente for parar para pensar, ó, na América do Sul, né, 88% dos matamentos que ocorreu na América do Sul é devido a agricultura, só que 71% e desses 88% é devido à pastagem. É devido à pastagem depois do boi. Primeiro entre o boi, e eu concordo Esse número, 80. E eu vou querer dar um um dados para você que é muito importante da Amazônia porque é uma coisa que eu tenho. Já foi pra Amazônia? Não, >> não, mas eu sei que é um dos habilidades mais que maravilhoso que só
tem pessoa pobre com o IDH baixo. Deve ter algo errado na fórmula da riqueza da Amazônia que a gente não soube não soube trabalhar. Mas beleza, vamos lá. Na Amazônia de fato, de fato, eh, a Pecuária ilegal, ilegal, ilegal, legal, não é esse 80% é real, tá? Então assim, é verdade. E 70% desses 80, 70 é feito em área pública. E o que é pior ainda, porque nós temos um problema grave na Amazônia, que a não tem titulação de terras. Então o que acontece? As pessoas, então isso a lei foi feita para culpar aqueles que
têm que ser culpados precisa de fiscalização. E eu não sou a favor disso. Eu acho que tem que ter Porrada mesmo. Isso não é uma razão para acabar. Isso não é uma razão para acabar com o boi, tá? É uma razão para organizar a questão da criação do >> Mas não vai organizar se a gente tem que produzir tantos animais para o consumo humano. Se é consumido, nem podem ser vendidos. Animais que são criados legalmente, que estão em áreas irregulares, elas não podem nem entrar no sistema. A JBS nem compra desse esse gado, entendeu? Não
é isso. Existem Dados que a JBS compra de gado legal. Então existem, veja, existem dados para tudo quanto é lado. Qual o dado que você quer? Bom, você tem seu dado, tenho dado ten comentar sobre dados de de gasos de efeito estufa, inclusive, ó. Então, se vocês quiserem voltar, dados, >> ó, o exem >> em primeiro primeiro local lugar o o que mais emite gases de efeito de estufa é o utilizante de >> Você entendeu o que eu falei do boi dos 80% que eu concordo com você? >> Tenho 70. Exatamente. Você entendeu que isso
é feito ilegalmente doantal% 70 e poucos por é feito em áreas públicas, não é nem em áreas privadas. Isso faz muita diferença. Mas gente, isso faz muita diferença. >> Mas o que faz muita diferença? Porque a maior parte do nosso gado não vem daí. >> Não importa de onde vem. A questão que nós geramos o consumo e essas áreas vão ser destruídas para suprir esse consumo. Se não for plantar, vai ser para plantar, não sei o que você come, mas vai ser para plantar o que você come também, porque você a planta precisa de sol,
cara. O, o boi não é produtor primári. O boi não, o gado não é produtor, os animais não são produtores primários, as plantas são. Então para você suprir o boi, você tem que desmatar e produzir o alimento do boi. E aí alimentar com a gente podia, >> eu como diretamente de uma maneira muito Mais diretamente os vegetais. Então >> e quem planta para você? >> Agricultores. >> Ah, maravilha. Isso é um bom caminho. Ok. Não vou falar mais nada porque vai ter essa temática. Agricultura você não planta nem cria. Não cria que você não gosta.
Mas você não planta. Você não planta nada. O que você come >> você não você não planta, certo? >> Tem algum lugar. Mas eu eu pulo uma cadeia inteira de exploração e de uma Maneira muito mais direta e com muito menos emissão de tá acontecendo no país, inclusive é o seguinte, tem muita área aberta. Veja gente, a gente errou a mão. Existe um processo histórico que a gente tá desconsiderando. Isso tudo tá acontecendo 50 anos para cá. As coisas estão mudando. Não significa que a gente tenha que falar não. A gente precisa organizar e disciplinar
essas coisas. Não tem como organizar. O consumo de animais tem a Tendência de aumentar na verdade. Então quanto mais aumentar mais nenhum comer animal. Não tem problema nenhum comer animal. Tem para você, mas não para mim. Eu tô ótimo. Adoro o churrasco, mano. Qual é o problema? E não problema ambiental nenhum. Para você comer a sua planta, tem que ter um agricultor que vai ter que abrir um espaço pro sol chegar, porque ela come foto. Você sabe, ela come luz. Então, para ter luz, você precisa ter foto. Para fazer fotosínes Você precisa ter luz. E
você precisa ter um espaço pontado também. >> Ex. Você precisa alimentar o, você precisa produzir isso durante anos e alimentar esse gado durante anos. Você poderia comer diretamente as plantas, evitando anos e anos de gás, de emissão de gás de efeito estufa. Aliás, aliás, agropecuária é o segundo maior emissor de gás de efeito estúpa, porque você precisa tomar, você precisa somar na conta o desmatamento e a produção de Soja mais o, mais a liberação de gases, gases como metano e CO2 e pelo pelo gado. Então você precisa somar esses dados. >> Se você pegar todos
toda indústria, mas indústria, eu tenho os números que vocês querem ver os números. Eu tenho, eu tenho, eu vou mandar, vou mandar pro grupo. Aliás, tem como colocar. Eu vou colocar esse gráfico de trabalho científico. >> Vamos colocar então >> 28% é energia e 2% é a vaca. E você quer começar com a vaca? Eu entendo que você tem pena da vaca. Isso é outra questão. Mas não tem a ver com a questão que eu quero discutir agora. Quero escutir o que você trouxe. Então, ó, se você pegar todos os transportes, se você pegar todos
os transportes públicos, isso é o terceiro local em emissão de gases de efeito estufa. A pecuária junto com associada ao desmatamento, é o segundo lugar, a segunda maior maior causa de Liberação de gases de efeito estufa é a pecuária. Isso aí negável, tem muita ciência. A >> produção depois vai ver se ele tá falando a verdade ou não. Eu tenho, eu vou te mandar o mesmo trabalhos científicos que tem fonte, tudo a gente coloca lá. E esses não são os números. São os números. Por favor, vamos colocar. >> Eu entendo que você tem pena da
vaca e tudo bem, eu também. Eu sou um covarde. Eu não teria coragem de matar uma vaca animais mortos de segundo no Brasil. Mas eh o fato é o seguinte, conservação se faz na base da pirâmide. >> Mas qual é o principal motivo pelo qual os animais são extin de perda de biodiversidade? E qual o principal motivo da perda de biodiversidade? Desmatamento. E por que que acontece desmatamento? >> Você você faz o que? Você suplementa com que a sua vida, já que você tá falando Em coisa, >> eu me alimento de vegetais que suprem todas
as vitaminas e nutrientes que eu preciso e B12 o suplemento. Assim como quem come carne também é suplementado, né? Não precisa, depende porque o gado é suplementado. >> É o gado, você recebe da carne, da carne no destruir, destruir grandes áreas, me alimentar de carne >> 6 minutos. >> Não, exatamente fal o próximo para >> Oi, Richard, eu sou a Sofia. Boa noite. >> Sofia. Boa noite. >> Eh, você quiser começar, >> não? Eh, alguns minutos atrás você comentou sobre a questão de que realmente o gado da Amazônia, né, realmente foi aberto uma grande área
para pasto ilegalmente e você comentou que essa essa carne originada desses lugares não vai, por exemplo, paraa JBS, >> tá? Vamos dar só uma pausa rápida que eu Acho que é muito importante ter um contexto histórico, porque às vezes a gente, eu como tenho quase 60 anos, então assim, >> há 40 anos, 50 anos atrás a gente dava, o governo brasileiro dava um motosserra pro cara lá. Você é de que região? Você é de São Paulo? >> Você de São Paulo. >> Pro para o ahã pro que a gente ocupasse o norte do país, porque
a gente tinha muitas poucas pessoas lá. Então, o Governo brasileiro dava uma motosserra para que você abrisse e se você não abrisse você perdia a terra. Então eu quero dizer que era um contexto histórico que aconteceu. Tanto que hoje a gente tem 15% hoje do Brasil aberto para pastagens. Tem as pastagens naturais do sul do país, tem outras pastagens naturais no Pantanal, mas a gente abriu, hoje tem 15% aberto e pastagem. Nós não precisamos abrir uma árvore para Criar mais nenhum boi. Inclusive o que vai acontecer é que a agricultura vai tomar, é muito mais
lucrativo a agricultura do que cria boi, tá? Muito mais lucrativo. A agricultura e e a soja não serve só para alimentar boi, tá? Serve para peixe, serve para pr o para a galinha, serve para todos os animais, além de fazer o seu hambúrguer, não sei, enfim, que você come, desculpa, não sei que você come soja, imagino que você faça proteína animal, porque é uma Proteína boa, né? Assim, dá é alta proteína, né? Eh, então assim, a agricultura vai começar a entrar nesses campos. O que eu tô dizendo é que as coisas estão mudando, mudando. A
gente não precisa condenar o boi. É só o meu posicionamento, depois a gente condena. Só não precisa condenar o boi para evitar este problema que nós estamos passando agora, que você tá dizendo de desmatamento, porque a gente tá associando muito o desmatamento ao boi, Como se todo o desmatamento fosse o boi. E não é exatamente assim. A gente tem um desmatamento, por exemplo, legal no país. Nós temos um Código Florestal que permite abrir de 20 a 80%, é, aliás, de 80 a 20%, depende do bioma que você tá. >> Deixa eu só voltar no ponto
que você anteriormente, senão a gente vai para outro ponto. >> Vamos lá. >> Eh, tudo bem, certo. Eh, houve esse desmatamento em massa, né, há acho que Cerca de 30 anos atrás, né? E ainda tem muitas queimadas ilegais, né, que eh a gente sabe que é em razão do agro normalmente, né, conforme notícias. Porque o agro é coisa boa, tá? É, são pessoas >> a pecuária, tudo bem, mas enfim, conforme a gente lê nas notícias, a gente vê que tem relação, né? Isso não sou eu que tô falando. Pessoas querem lucrar e sim, exatamente. De
todo modo, eh, Eu vou trazer aqui dados que eu vi um documentário, chama, um documentário chamado sobre a pata do boi. Ele tá disponível em uma plata numa plataforma chamada, ã, efalante. Eh, nessa época em que houve esse desmatamento em massa, você tá dizendo que foi o governo que incentivou. Não foi o governo, foram os fazendeiros querendo abrir mais pasto para que eles pudessem >> eh ter mais pasto para eles e Consequentemente ter mais lucro. Tá errada. >> Bom, vejo o documentário. Vejo o documentário e você tira suas próprias conclusões. A audiência tira suas próprias
conclusões vendo documentário. >> Mas de todo modo, além de ser os fazendeiros, a ABPA, que é a Associação Brasileira de Proteína Animal, inclusive eh tem uma fala nesse documentário, tá bom? Tem uma fala de um, de uma pessoa que participou dos Desmatamentos em massa, né? e ela comenta que eh a ABPA precisaria fazer a cobertura, ou seja, a Associação Brasileira de Proteína Animal precisaria acobertar esses essas pessoas que estavam sendo obrigadas inclusive a desmatar. As pessoas foram obrigadas, elas trabalharam forçadamente a desmatar. Tudo bem, mas então só só reforçando que isso esteve esteve está, né,
estritamente ligado à agro e está também, eu digo porque você pode jogar Na internet, você que você vê que tem alguns casos de trabalho análogo à escravidão ou trabalho em em condições muito ruins, >> muito ruins ligadas ao agro, né? Então isso é a própria ABPA incentivou o desmatamento ilegal. É, isso aconteceu há 30 anos e >> imagino, né, que que a >> nós não tínhamos, pera aí, há 30 anos atrás nós não tínhamos o código florestal brasileiro, tá? Então assim, Você tinha liberdade de abrir da uma maneira diferente que você tem hoje. Hoje você
tem uma regra para abrir eh uma propriedade. Quando você compra uma propriedade, você tem que manter um percentual em reserva legal e apps. Independente se é vai plantar soja ou se vai criar um boi, você tem uma regra. Eh, se a gente segue o Código Florestal, tudo certo, tá na lei. As pessoas não seguem, tem gente que não segue e essas pessoas têm que ser judicializadas. >> A fiscalização ela não não funciona muito bem como deveria, né? Concordo plenamente. Não tem fiscalização suficiente. Tem pessoas ruins no meio, tem tem pessoas que só visam o lucro,
tem. Assim como tem na questão do pet, que a gente tem pessoas boas e pessoas ruins, tanto como criadores. A fiscalização já era eh precária, né? Porque tem muitos estabelecimentos e poucos fiscais e agora a situação vai piorar. Por quê? E recentemente foi aprovada uma lei chamada lei, popularmente, né, chamada por lei do autocontrole que flexibilizou essa questão da fiscalização. Então, antes os estabelecimentos já eram pouco fiscalizados e agora a situação vai ser pior ainda, porque eles vão poder pagar por uma fiscalização privada. A gente paga muito imposto nesse país e a gente tem que
ter uma ferramenta para isso. Só mais uma informação. Você disse que isso Não vai pro mercado, né? A carne que vem do do de desmatamento legal não vai pro mercado. Proibido de ser comprado. >> Sim, mas na verdade cerca de 50% da carne que está no mercado é sim de desmatamento legal. >> Eh, um relatório da Animo Equality, uma ONG internacional chamada Animo Equality. Mas por qu por você trou investigadores profissionais fizeram essa pesquisa? for aos estab Tem vídeo de tem investigação sobre os espaços dos abatedouros. Quem quiser pode pesquisar animal abatedouros ileis e é
uma ONG como tantas outras e eu vou dizer algo muito importante a respeito disso, gente, porque a gente a gente >> a gente isso aqui foi >> não, desculpa. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Gente, se eu não puder aqui me expressar e falar, eu levanto e vou embora e Beleza e vou e ficamos nessa vácuo e não tem problema. Eu tô tentando os argumentos explicar coisas de experiências que eu tenho que vocês aqui, se eu posso ver aqui, ninguém teve essa experiência. Eu tô tentando dividir algo.
Vocês não foram pra Amazônia, vocês não foram para não sei o quê, vocês não fizeram não sei o quê. Tudo o que vocês fazem é levantar um papel que vocês estudaram. Desculpa. Tudo que vocês estão trazendo aqui são números Que eu não tenho que concordar. Ela falou tirou um número. Ela tirou um número de 50%. Quando vocês tiverem aqui, vocês vão falar, >> mas quem vai produzir dados sobre abatedouros ilegais? Você trouxe, mas isso deveria ser. Deveria seria. Eu também acho que deveria ser, mas não é. A quem interessa, a maior parte dos deputados na
câmara são do agro. Eles não não vão apoiar um estudo. O agro não vai se sujar pelos ilegais. Vocês estão loucos. É uma, é um negócio, é um negócio que movimenta muito dinheiro para se queimar com os ilegais. Os ilegais. Existe uma lei, tem que ter fiscalização e tem que ser culpados. Isso não justifica acabar com o boi. É que nem tirar a carteira do motorista porque alguém atropelou e a gente não consegue fiscalizar as pessoas que matam e atropel. Então a gente tira car 50% da carne é um número muito alto. Você não Acha?
>> Não. 50% é um número que você veio. Você podia ser 20, 10 ou uma cartela de uma ONG internacional que tem o maior interesse que a gente não produza. Por quê? Porque os países lá fora, nós temos três safras, gente. A gente vai ter que falar de agricultura, vamos ter essa tema da agronegócio. A gente vai falar sobre isso. Então vou deixar para reservar, para falar do agronegócio brasileiro nesse momento, porque há uma Confusão, porque aqui ninguém planta, cria, não faz nada, se nutre do agro e tá aí cagando regra, vestindo algodão. Vestindo algodão.
É, vamos falar de algodão. Nós chegaremos lá. Chegaremos lá. Não, não. Mata muito bicho. Sabe quanto nós vamos falar sobre isso. Vamos ter chance. É, mas é que vocês selecionaram aqueles bichinhos fofos. Mas vamos em frente. Se é para falar de morte de animais, insetos, cobras e o cara e tudo que é morto tatu que é Morto. Não, desculpa. O algodão leva 15 a 20 defenses defensivo por safra. E você tá usando algodão, todo mundo aqui e todo mundo na maior hipocrisia, mano. Velho, é isso. Eu também, mas eu não tô sendo contra o algodão.
Você que tá sendo, você que tá vindo com uma falta vegana, eu não sou vegano, eu como boi, como churrasco em casa, entendeu? Eu não tenho problema nenhum. Durmo à noite porque eu sei que existe bem-estar animal. Eu durmo à noite tranquilo, Cara. Vixe, >> essa é a pauta. >> Essa é a pauta. O veganismo essencialmente se preocupa com os animais fofos e esquece dos outros. >> Tudo bem? Prazer. >> Olá. >> Olá. Eu sou a Mariá. Eh, eu faço mestrado, sou formada em gestão de políticas públicas, sou vegana há 9 anos e pesquiso o
tema veganismo há bastante tempo. É o meu tema de estudo e por isso Queria entender melhor da onde veio a sua afirmação, porque na minha definição de veganismo, que eu não sei qual que é a sua, a gente não tem nada que se relacione com a sua fala. Então, se você puder explicar um pouco melhor sobre a sua afirmação, agradeço pra gente poder começar essa conversa. >> Muito bem. Eh, o que é venganismo? O que que é o que quais quais são os pré-requisitos para uma pessoa? É só na alimentação? É isso? É só não
comer Carne? Aí é vegano, é isso? O que que é o vegano? Imagina. Eh, eu posso trazer inclusive para eh falar com o público para as pessoas entenderem. >> Sim. Até pra gente alinhar aqui a nossa conversa. O veganismo ele é um princípio, tá? Um princípio ético. Ele vem de uma motivação filosófica que a nos primórdios, né, quando a gente teve a definição da palavra em 1951, a ideia é acabar com a exploração de animais, tá? Então, veganiza um Movimento, um princípio que, veja, ele vai visar eh erradicar a exploração de animais por humanos e
também erradicar a objetificação desses animais, tá? Então, era uma motivação ética que a partir dessa motivação a gente começa a ter desdobramentos práticos, né? Quando eu paro de ver um animal com objeto, a minha ideia então vai ser entender que é um ser sinciente, que é um ser que tem sentimentos, que é um ser que merece respeito e, portanto, eu não vou Explorá-lo, não vou objetificá-lo. Se eu entendo isso, se eu parto desse princípio, eu vou modificar alguns hábitos meus dentro do possível do praticável, porque a gente sabe que a gente vive numa sociedade que
não é vegana, então tem coisas que a gente não vai conseguir alinhar 100% a esse princípio, mas os veganos buscam ao máximo, ao máximo, tentar fazer com que a gente não tenha exploração animal e tenta lutar para que a gente consiga Alcançar algum espaço, algum mundo onde os animais não sejam objetificados, onde os sentimentos deles, as personalidades, os indivíduos sejam considerados. Então, como eu parto desse princípio e todo mundo imagino aqui também, a gente não se alimenta de carne, a gente eh não frequenta certos espaços, né, espaços que têm uso de animal, não usam animais
para atração, a gente não vai a circo, não vai no se, coisas do tipo. >> Acende a luz só, isso também não tem Problema nenhum, né? >> É, >> você usa luz em casa, carrega seu seu computador em casa, não é uma pergunta válida, gente. Porque >> porque a nosso porque a nossa matriz energética chama-se hidroelétrica. Então, >> alguém já foi para um resgate de fauna alguma vez aqui? Alguém já sei >> o que que é um resgate de fauna? Não, você já falou, agora vou falar eu, Porque é um diálogo. Então, quando você acende
essa luz aqui, você tá matando milhares de animais porque a nossa matriz é energética, que significa o quê? Você inunda toda uma área onde estingam diversos animais, tenta resgatar aqueles coitados daqueles animais que estão ali para colocar em outro lugar onde eles vão morrer, porque o equilíbrio já existe. Então, então assim, cada vez que a gente acende a luz, >> a gente tá matando animais e você está confortável. Vi que você só não come animais, mas você não tá preocupada realmente seus animais morrem para que você possa ter o seu dia a dia. >> Você
está preocupada só que se não quero comer os animais. >> Não, eu acabei de falar que não é sobre alimentação somente. Eu estou muito preocupada. Inclusive, é, é o veganismo ele traz outras pautas, inclusive a gente tava discutindo o meio ambiente, Tá? A questão é, a gente vive, eu não consigo na minha escolha individual controlar como é feito a energia elétrica, tá? Então eu tô aqui, ué, é verdade, você consegue a matriz energética. >> Então, trata-se exatamente somente de comer os animais fofinhos, >> porque já que você não consegue trabalhar as outras coisas do veganismo
clássico, veganismo clássico, >> né? Sim, né? Nós estamos é um diálogo, Então eu não sei se se eu deixar você terminar, vai 20 minutos e você não terminou. Então vamos lá. >> Então o veg eu tô reafirmando aquilo que eu disse, vocês estão preocupados com o animal que vocês comem, entendeu? Abelha, você come mel de abelha? Não. Você você tem velhinha de aniversário que você bate? Não, porque tem vi fotos, eu tenho foto de alguém. >> Gente, eu tô perguntando, ela tá respondendo. Acho que é uma troca. Não é Que é que vocês querem só
escutar o lado dela, porque eu sei que vocês estão muito inflamados com a coisa e querem, mas é, mas eu tô tentando justificar porque ela disse, porque o veganismo clássico até agora que você me falou é preocupar com o sofrimento animal, >> não é contra exploração e objetificação de animais. Isso é uma pauta que é um norte, tá? É um movimento que se norteia nessa direção. >> Seja feliz no seu movimento. >> Beleza. E a gente tá, >> a gente tá tentandoent >> posso responder a questão da hidroelétrica e as outras questões do algodão que
você trouxe também em paralelo? Vamos fala da hidrelétrica do goldão. Do algodão, quero escutar. Boa ideia. >> Então, beleza. Essas duas atividades, a hidraelétrica e a algodão, elas não são pautadas na exploração de animal por si. Correto? A questão, uma é focada em Energia elétrica, a outra >> Então, a preocupação não é o animal, é só se a gente vai criar o animal. Não, eu tô perguntando para ela. >> Não, não é. A questão é que é uma um princípio que a gente >> Por que você não senta aqui? >> Ela vai sentar. >> Você
não senta aqui. Você não senta aqui. >> Ah, então quando você tiver sua vez, você vai poder falar. >> Bom, vamos lá. É um princípio. A gente tá tentando se movimentar para que os animais não sejam explorados nem objetificados, certo? Só que a gente tá numa >> mortos. Pode ser só não pode ser explorado. >> Não, é óbvio que a gente tá querendo reduzir a que a gente se importa com a exploração de edificação, porque a gente não quer que os animais sofram. Que você sugere pra gente usar de roupa, já que a Gente não
quer matar os vários animais que morrem, >> como que que você sugere? Vamos plantar maconha. É isso. >> Ah, boa. Bom, >> bom, você quer só discutir indústria da moda? Eu quero saber se eu quero entender. O que eu entendi é que você não tá preocupado se os animais morrem para que você possa viver. Você tá preocupada com os animais que você pode optar em não comer. E ok, Fique feliz com a sua opção. Ninguém tá discutindo isso. >> Não, beleza. Ó, OK. Tem, quem animais assim, a vida sempre vai ter morte, a gente sempre
vai ter isso é parte da vida. Eu não tô aqui adocando a favor de redução e erradicar o sofrimento do mundo, é erradicar as mortes do mundo. A gente como veganos, a gente tá trabalhando para uma sociedade que se importe mais com esses animais, considere a vida deles, considere assim Ciência deles, considere os sentimentos deles. E coletivamente a gente tá tentando, ok, existem práticas agrícolas, sempre vai ter morte. A gente sabe que na prática agrícola tem morte de animais. A gente tá tentando pensar coletivamente, se mais pessoas aderir a esse princípio, porque na minha opinião,
sinceramente, não vejo porque não, pelo que eu entendi também, você acha um princípio é legal, é legal respeitar os outros vontade, não, fique à vontade. Eu Tô dizendo que eu, por exemplo, não é a minha opção, porque o que você tá tentando me empurrar na minha goela é que a sua opção é melhor que a minha e eu tô dizendo que a minha é melhor que a sua. E tudo bem. >> A sua seria melhor que a minha. >> Você vê como você não porque eu não tenho que concordar com você. >> A questão é
que >> siga sua vida e seja feliz. Você tá tentando justificar a sua como se você Fosse num altar que você vai salvar todos os animais e que tud. E se a gente não tiver não consumir, gente, uma coisa que é muito importante saber que se a gente não consumir o boi, o boi não vai existir. Não vai ter nem santuário para manter boi, porque não vai existir mais boi, cara. É simples assim. O animalismo dá um tiro no próprio pé, porque só existe o boi, senhores e senhoras. Só existe o boi porque alguém come
o boi. Ou você que tem o boi como pet na sua Casa? >> Não tem o boi como pet. não tem a menor intenção de ter um boi como petão >> então você não quer que tenha boi no planeta mais é isso, >> ó. Sinceramente, >> por que que a gente vai criar um boi se a gente não vai comer? Me explica ou tirar leite, diz para mim. Para quê? Em nome do com você não vai você não vem porque você não, não quero nem falar com você. Tô bravo com você. Quero nem falar Com
você. Vou falar de outra coisa. Ô, >> você vem só confiança pessoal. Eu vou estudar a tua vida e vou achar um monte de buraco bonito na sua vida para falar. Você se prepara ainda. >> Ai, ai, vou achar um monte de coisa. Fácil. O que o que eu entendia é isso do veganismo é o que a gente come e não o que a gente mata. Depende. Se a gente se a gente mata para comer, aí não pode. Mas se a gente mata para viver tá tudo Bem. Para ter energia, para ter combustível no carro,
para ter tudo isso, porque o combustível é vem de onde? Da cana, vem do milho. Tem que plantar isso. E tem grandes extensões e aí tem que não sei o qu. Enfim, ali. Não, realmente eu acho que vocês não souberam explicar. Então, tio, >> não souberam explicar. >> Olá, Richard. Meu nome é Rafael. Eu acho que você não entendeu a proposta de verdade, de verdade. Acho que você não Entendeu. Não, não é uma provocação essa de agir dentro do possível e do praticável. É isso. Eu consigo deixar de viver, tipo, é melhor eu me matar,
então, tipo, >> tá longe, >> eu preciso, como que eu vou? Eu sou contra a exploração dos animais, >> tá? E dentro do possível do praticável, eu vou agir para que eles sejam menos explorados possíveis e sejam menos mortos possíveis também. Eu vou, como que eu vou deixar de consumir energia elétrica? Vou deixar de vir aqui no podcast, vou deixar de trazer esse assunto à tona. Eu sei que só nessa conversa que a gente teve aqui, centenas, milhares de animais são foram abatidos. E eu entendo isso como uma como uma injustiça com eles e tô
trazendo esse assunto à tona. E eu vou deixar de vir aqui porque a gente tá consumindo uma luz de uma hidrelétrica que eu sei que Dizimou dezenas, centenas, milhares de animais. Eu vou deixar de fazer isso por causa disso. Isso é agir dentro do possível do praticável. A gente sabe que infelizmente a gente não consegue ser o 100% vegano, 100%. >> Então trata-se só de da comida. É isso. >> Não é como comida >> não. Vocês não estão me dando o argumento. Por enquanto ficou na comida. Você não se importa com a luz, você com
o combustível. Você não se importa com a Festa que você vai que tem sei lá o que tem. Você não se importa com nada. Você se importa na verdade, o que tô entendendo, só com a opção que você tem de poder não comer carne, que é o seu direito total. Ninguém vai tirar isso de você. É o seu direito. >> Leite, ovos, >> maravilha, mel, exploração e tudo mais. puder fazer como, por exemplo, o nosso amigo que você foi lá, visitou a rede social dele e falou: "Nossa, ele tá Usando sapato de coco, será que
eu vou >> pegar esse vegano?" É, não peguei ele. Mas se eu se Mas eu É, esse eu não peguei. Mas se eu olhar a vida de vocês, eu tenho certeza que eu vou achar que eu vou achar alguns ganchos e eu não tô aqui para para desmerecer o que vocês estão fazendo. Eu acho que essa sua opção. O grande problema da discussão que a gente tá tendo é não é você deixar fazer a sua opção, é você não permitir que eu faça a minha. Porque você acha Que você tem informações produzidas pela ONG What
the fuck que veio fez um trabalho científico nos Estados Unidos e que não quer uma produção aqui porque a gente tem muita ONG que não quer produção no Brasil, não porque eles estão preocupados com a vaca. E esse é o grande problema. Tem gente que vive do problema. Eu, infelizmente, >> eu não sou inimigo de vocês. Vocês são meus inimigos, mas eu não sou inimigo de vocês. Eu não, eu eu não, eu não, eu não Discordo da opção. E já diz que é uma opção difícil de ser feita na sua raiz. Porque para ser um
vegano assim condizente com aquilo que o veganismo que é, né, é quase, >> a gente faz tudo que dá dentro, mas não é, mas você não vai anular, você não vai anular, mas você fez uma escolha. Você fez uma escolha, você fez uma escolha e tudo bem, você fez essa escolha. Você tá feliz com a sua escolha? >> Não importa. >> Você tá feliz com a sua escolha? Eu tô feliz com a minha. Eu não acho. >> Assistam o domínio. >> É. >> Oi, Richard. >> Tô te esperando, viu? Não foge não, viu? Meu nome
é Carol. Tudo bem? >> Bora, Carol. Bom, >> sou ex-atleta de alto rendimento. É >> Vitor, o teu Instagram tá lá, foi uma das poucas que eu consegui ver porque alguns anos que é fechados Você tava aberto. >> É, eu sou ativista vegana e sempre na luta pela libertação animal. >> Perfeito. >> É isso. Você se diz uma pessoa que é libertário, né? >> Sou. >> Então, explica para nós o conceito de libertarianismo, por favor. Faça aquilo que você quiser da sua vida, contando que você não afete a vida dos Outros. Boa, >> boa, boa.
>> Tá. Então, se o princípio é a não violência, né, você não fazer mal para alguma pessoa, >> não existe isso não. >> Então, o qu explica, explica novamente, por favor. Tá? >> E e se a gente for entrar >> historicamente clássica, surge o Libertarianismo clássico, surge no século X ligado a anarquismo. >> Isso. >> Que defendia liberdade individual, antiautoritarismo e antixploração. Certo? >> É. >> Então, se o princípio, a não violência, por que só vale para humanos? >> Porque eu não acho que tá sendo explorado o animal. É isso. >> Não acho. Desculpa, é
um conceito meu, Gente. Vocês vão, certo? Vocês querem dizer que eu tenho que concordar com você? Não, não concordo. Eu não acho que o animal tá sendo explorado. O animal só existe porque ele tem uma demanda para ele. É isso que vocês não tô entendendo, gente. Se não sei, você acha que o animal industrial não é? Perguntar. Se ninguém comer o boi ou tomar o leite do boi, o boi não existe. Eu vou dar um exemplo de vocês que vocês deram um tiro no pé chamado jumentos. >> Vocês deram um tiro no pé. No jumentos
deram um tiro no pé. >> Todo mundo começou com a história de jumentos. Não pode fazer isso. Giro com a Aquáa levar uma malinha para cá. Levar. O o Nordeste foi criado, foi surgiu em cima do lombo do do de um jumento e tinham, sei lá, acho que era 1.200.000 jumentos, enfim, em tempos altos. Agora tem isso, acho que 70.000 jumentos. E eu vi o Fora Animal que vocês todos devem ser seguidores árdos Falando: "Nossa, que absurdo a veterinária que é vegana porque não tem uso". E esse é o grande uso. Ele tá sendo extinto
porque tá vivendo, exportando pra China para retirar o colégio. E se eu tô indo pra China para ver isso, tá? Eu tô indo até a China, senhores e senhoras, agora em março para ver o que tá acontecendo, para ver se tem sofrimento. A minha pauta é o sofrimento animal. Eu não vejo o sofrimento animal. Não. Você tá vendo Que você mata um animal para te servir e isso te incomoda. Eu vejo o cara vivendo. Termina onde começa, onde começou a violência. O bicho vive a vida toda. >> Você é libertário. >> Ele vive a vida
toda boa até o dia que ele morre. Então eu vou te dizer o seguinte. Vamos lá. Você fala que as galinhas que ficam presas em ganholas t uma vida boa, que as porcas que estão numa baia digestacional é ter uma vida Boa, >> que os bicos dos pintinhos triturado, o rabo dos porcos cortado, a orelha do porco cortado, é uma vida boa. Mas isso você acha que é uma vida boa? Os animais são sencientes, eles sofrem, eles sentem dor. >> Uhum. Claro que sim. >> Sim. A sem ciência. E você acha que isso ter uma
vida boa? Vida boa é os animais no santuário de lugar de de exploração animal que são resgatados. Isso tem uma Vida boa >> esses animais você reproduz virou ativismo >> não qu Sim, mas sempre é ativismo. Quem puder visitar um santuário vai visitar não, não pode visitar santuário, gente. >> Só pode. Mande um Pix >> Vale da Rainha, abraça animal, vai portas abertas para eu acho ótimo. Fature. É um faturamento. Só tem que pagar imposto, tem que declarar, tem que abrir as portas para as pessoas poderem Investigar o que acontece. lá dentro tem que dar
satisfação sobre o dinheiro que entra, como todo ser humano tem que fazer aqui, como eu tenho que fazer e você tem que fazer. Então não adianta pegar Pix, juntar um monte de dinheiro. Eu quero saber para onde esse dinheiro vai, porque mexe com o sentimento das pessoas. Ixi, eu deixa eu falar o seguinte, eu tenho um ônibus voltando >> que eu fiz algo que eu não sei o que você faz pelos animais, além de Levantar, o que é ativista? É trabalho em ONG, lutar pela libertação animal, trazer o mínimo de bens para Não, porque eu
trabalho com outra coisa. Então você é voluntária? >> Não, eu sou voluntária, mas provavelmente no futuro eu quero trabalhar com isso. Só que no momento eu não tô trabalhando a sua que você trabalha >> sinergia animal, embaixadora que a gente luta pelo mínimo de bem-estar, não é? Pelos animais mais negligenciados da indústria. A gente luta pelo mínimo de bem-estar animal. >> Eu acho que assim, >> tirar as porcas de baias gestacionais que elas, >> você entra nas baias, você entra dentro do sistema produtivo, pega os porcos e leva lá para dentro. É isso que você
faz? Não, a gente pede o mínimo de bem-estar para as empresas grandes. E >> eu concordo com você plenamente. Eu acho Que a galinha pode ser melhor tratada. Eu também. Ei, gente, a gente tem um monte de gente que eu penso igual a vocês. Tem um monte de coisas que eu penso igual a vocês, >> tá? Eu também acho que tem certas coisas que podem ser muito melhores, mas isso não vai me fazer, eu vou melhorar a vida desses caras. Mas assim, vamos lá. Eu vou te fazer uma pergunta. Você é contra caça? >> Sim.
>> Perfeito. Você é contra caça do javali? >> Sim. Gente, vocês, você biólogo falar isso me surpreende já que o javali, vocês querem fazer o quê? Adote um javali. Vamos levar uma quem criou na >> quem criou problema do javali? Quem criou problema do javali? Foi no nosso país já veio da Uruguai e da Argentina problema, mas foi >> Mas nós temos que resolver, não importa. E eu vou dizer uma coisa para você. Entre o porco que você humana >> entre o porco que você não é era campos de caça mesmo no Uruguai e na
Argentina que saíram fora de controle. Era esse o grande o grande processo natural, tá? Isso foi de a invasão veio daí. >> A violência não é uma solução ética. >> Mas não sei que você tá falando, mas então nós não devemos matar o javal, devemos tomar conta. >> Eu acho que tem métodos controle Reprodutivo, barreiras ecológicas prevenção. Conso que você não tem ideia, você não tem ideia do tamanho do buraco. Você tá falando algo que você não tem a mínima ideia do que você tá falando. Você não tem ideia do que você tá falando. Não
é criação comercial. O javali está solto por aí. E vou dizer uma coisa para você. A a melhor coisa que faz quando você chorava. É melhor se você comparar ele com o porco que fica dentro da >> liberdade de escolha não inclui liberdade de violência terceiras. São frases. Qualquer um pode pôr uma frase, você põe uma frase bonita e não é abraçando uma árvore que você salva uma árvore. Às vezes é cortando uma árvore que você salva uma árvore. Claro. Isso que nós vamos falar hoje e vamos aprender exatamente. Às vezes cortando uma árvore você
salva uma floresta. Enquanto que abraçando você não produz nada. Você só produz amor que não não Resolve nenhum problema desse país. E nem >> invadia resolve amor. >> Não resolve. Não resolve. Esse amor todo eu respeito, mas você não vai resolver problema nenhum. Você não tem nenhuma proposta concreta. Nem que empatia. O javali tem que ser morto, ele não tem que tá aqui. É isso. Sinto muito você sonhadores. Então vai lá no Irã, então defender as mulheres. Então vai lá fazer isso. As Mulheres estão morrendo lá. Eu não vejo nenhum de vocês levantar essas pautas.
>> Levante as pautas. Tá todo mundo preocupado com o cachorro caramelo. Vamos falar sobre Irã, pessoal. >> Vamos falar sobre o pessoal sobre Irã. Hã, pode ir. Eu sou mar feminista que existe. Sou casado oito vezes. >> Richard, você afirmou que os animais industriais eles não sofrem. Foi isso que você disse. >> Eu tô dizendo que a a o processo Produtivo hoje visa o bem-estar animal. O produtor entendeu que um bicho feliz dá mais leite, um bicho feliz engorda mais. Esse é o sistema. Todo ser vivo, ele vai ter um momento que ele nasce, ele
vai ter um momento que ele morre. O que nós fazemos no caso dos animais, nós abreviamos a vida deles porque a gente se alimenta deles. O que a minha preocupação sempre a minha foi quando eu comecei essas matérias e ir dentro nos lugares que vocês normalmente não vão Porque não querem ver, eu comecei a pesquisar e existe que tem crueldade animal, existe em todo lugar, existe crueldade em todo lugar do mundo, mas o sistema produtivo hoje, na sua grande maioria visa criar uma a melhor condição. Tem coisas para mudar e melhorar? sempre tem, mas essa
não é a razão porque eu vou comer um animal. A o grande ponto do veganismo que eu tô aqui, vocês estão batendo de verdade que eu tô vendo. E nossa, gente, às vezes eu Já me perguntei também, porque se eu tivesse que matar um animal para comer, eu tava [ __ ] eu não teria coragem. Eu sou um covarde que terceirizo, beleza? OK. >> OK. Sou um covarde que terceirizo isso para uma pessoa fazer. Graças a Deus faz. Mas eu não, eu me durmo na noite tranquilo, sabendo que aquele animal ele viveu, ele só existe
porque eu tô comendo ele, tá? >> Ele só existe porque eu tô comendo. >> Antes que acabe o tempo. Muito bem. Tudo bem. Eh, mas você disse então os os animais não educado. >> Tá. >> Muito obrigado. Tá. >> Eh, você diz que os animais então não sofrem, né? Eh, uma pergunta, eh, se eu cortasse o seu dedo fora sem anestesia, você ia sentir dor? >> Ia. >> Ia. Se eu raspasse o seu dente sem anestesia, você iria sentir dor? >> Não, quando sou bebê, não. Quando o bebê nasce, né? Quando o bebê eu, bebê
judeu, eles cordam o pinto do cara e não sofrem. Você já ouviu os grit Você já ouviu você já viu alguma investigação e viu os gritos dos porcos bebê passando por você pegar um porco bebê e der carinho nele aqui, ele vai gritar do mesmo jeito. Se já pegou algum porco, >> eu sugiro que você veja alguma investigação para ver melhor sobre isso. Mas não é só sobre os porcos também na Indústria dos ovos. Você você acha que é sofrimento? Você acha que é sofrimento um animal, uma galinha passar a vida inteira dela em um
espaço menor do que uma folha de papel? >> Pode melhorar? Eu acho que pode melhorar. >> Então, pronto. Mais de 90% da produção de ovos no Brasil, as galinhas estão em espaço menor do que uma folha de papel. Esse é o ovo que você consome. A vida Toda dela, ela está sofrendo e sequer recebe luz do sol. Então, se isso não é sofrimento, o que é sofrimento? >> Vamos melhorar isso, essa condição. É. Uh, uh, uh. Vixe, agora pegou fogo. >> Ah, o veganismo faz mal a saúde do vegano. >> Oi, gente. >> Olá. >>
É, eu sou o Lars, uso pronomes masculinos, tá? >> Tá. Eh, então, eh, eu vou te dar um Contexto da da onde que eu tô vindo também para fazer sentido. Eu não sou nutricionista, então também não sou profissional da saúde, como você falou, mas eu sou uma pessoa transferia, eh, uma pessoa racializada e eu venho de um contexto aonde a o que eu gostava de comer quando era criança era eh cresci comendo purê de batata e salsicha, entendeu? Então, tipo, acaba que falar sobre a alimentação vegana ser a mais ideal, a mais saudável ou não,
também Tem que entrar no contexto da onde que entra a alimentação eh à base de produto animal, né? Porque acaba que na realidade de periferia, né? Eu morei, a maior parte da minha vida em periferia de São Paulo, sou daqui de São Paulo e hoje em dia eu moro numa ocupação e a maioria das pessoas eh não tem acesso a alimentos em natura, alimentos naturais, né? Então, o que que a gente come, né, na periferia normalmente, né? Eh, hambúrguer, eh, tudo aqueles, eh, Congelados de de origem animal. E e aí, se você for ver, eh,
eu não lembro se é o presunto a mortadela que tá ligado com os maiores, eh, altos níveis de câncer, de estômago. >> Agora apareceu, agora essa pesquisa apareceu >> todos os ultraspados, é, eh, câncer de estômago e câncer de reto, né? Então, acaba que eh bom, você também falou em alguns momentos sobre, eu eu lembro de ver um corte seu, onde você fala que Veganos são basicamente pessoas que, você falou isso também aqui, que se acham superiores por, sei lá, poder ter esse poder de escolha. OK. Sim. >> Só que falando eh do veganismo que
eu sigo, deixando claro que o veganismo ele tem vertentes, a gente também tem discordâncias entre a gente e eu sigo o veganismo popular. E o que eu defendo é, eu não quero obrigar ninguém a nada, eu quero levantar reflexão. Aí se você é uma pessoa que vive comendo Industrializado, você desenvolve um monte de problema de saúde, aí a gente entra sobre também eh a sindia global, se eu não me engano esse termo. Isso eh que é basicamente tipo todos os problemas que são causados por isso. Tem as questões ambientais, que já foi falado, né? Eh,
e tem e a desnutrição das pessoas de periferia que não tem acesso a alimentos em natura. E também a obesidade, que é você come muita coisa ultraprocessada, você engorda, não se Nutre e se causa um monte de problema de saúde por causa disso. E o SUS tá lotado de pessoas com essas eh questões de saúde por causa da alimentação industrializada, incluindo a os alimentos industrializados eh de origem animal. >> Concordo. >> E eh o que eu defendo é que as pessoas, no geral tenham acesso à escolha de de alimentação que elas queiram. Então não vou
obrigar você a ser vegano, mas você Tem que ter a escolha de você tem que ter a escolha de poder comer um alimento natural, de poder que seja um alimento orgânico, que seja você não precisa comer um presunto. Eu não como presunto. Eu como um bife feito de de alcatra, mas eu não como presunto. Não. Sim. Mais ou menos. Quer dizer, o você veja o hambúrguer que você falou, né? São opções também, mas você tem, você pode comer outras caras, você pode comer miúdos de boi. Você não tô falando Assim, eu preciso comer uma picanha
porque hoje tá difícil comer picanha, mas você pode comer miúdos de boi. Isso é, isso é saudável. É mais saudável, tô dizendo. É porque é natural. Então, quando a gente fala natural, eu também, eu sou ultraprocessados, eu concordo completamente, completamente com você. Eles são veneno, eh, o presunto, os os, infelizmente, né, até o salame que é maravilhoso, que eu adoro. Então, assim, eh, tem pesquisa saindo, eu concordo com Você, com os outros processados, mas eh a alimentação, o o você veio num lugar que o arroz, o feijão e a carne, o cara acorda de manhã,
tem que pegar 3 horas de ônibus e mais três para voltar. Ele não tem esse requinte. >> Exatamente. Esse é o problema. O problema é não ser acessível. E inclusive a carne natura também tá ligada a câncer também, mas não como os ultras processados, mas também tem eh problemas de saúde, inúmeros que a carne Natura também genética. É difícil dizer que é aquilo, aquilo. É claro, vocês vão defender o que vocês dá carne, que ela é péssima, mas assim, a carne é uma fonte de proteína maravilhosa. >> Mas a proteína vem da soja que o
gado come. >> Se acho que você que tinha falado que se você comer diretamente a soja, você vai est come então? Desculpa, deixa eu entender. Qual é tua, como que você acorda de manhã, você come o quê? Eu Normalmente tento ao máximo evitar ultraprocessados. Então normalmente no meu dia a dia eu sempre como frutas vegetais, eu como salada de fruta e eu tento preparar. >> Isso também é ruim, né? Tem uma menina, eu eu não queria trazer ela à mesa porque eu não acho justo trazer aquela rusta. Não, não acho justo trazer. Não acho justo.
Não acho justo, tá? Não acho justo. Beleza. Não acho justo. Mas ela ficou falou de frutas e castanhas até Sei lá que frutas. Eu queria entender o teu café. De manhã almoço e janta. O que que uma pessoa vegana come? Uma curiosidade minha. Depende de cada pessoa, mas eu defendo que eh os industrializados não comeu hoje? >> Eu comi várias coisas hoje, mas eu acho que isso não é a questão. Normalmente, >> [ __ ] é totalmente a questão. Nós estamos falando de veganismo e você não quer falar do que você come, então estamos falando
do quê? como frutas e Vegetais e grãos, na grande maioria das vezes. Hoje, especificamente, eu fui para uma festa de aniversário, as pessoas sabiam que eu era vegano, eu comi coisas específicas que não é normalmente que eu como no meu dia a dia, mas a minha questão agora pessoal não vem ao caso, porque eu estava falando de uma questão das pessoas e de periferia que não tem acesso a isso. E legal, você pode escolher, você falando de comida, de alternativas, mas você não Quer falar das comidas que são alternativas. >> Acabei de falar, eu já
falei. >> Esse é o teu. Então, no dia a dia você come o quê? Então é, hoje foi frutas, >> eu não vou ser redundante. >> Frutas de cereais, é isso. Tá bom. OK. Frutas de cereais. >> E aí, J, tudo bom? >> Opa, perdão. Desculpa. Desculpa, cara. Oi. >> Tudo bom? >> E aí, mano? Beleza. Eu vi que você tava lá louco para vir, cara. >> Ah, torcendo, né? Qual que é a afirmação mesmo, Richard? Por gentileza. >> Veganismo faz malos veganos. >> É, não é, eu não, eu, eu nunca disse isso, tá? Queria
deixar claro, tá? >> Não, tudo bem. Mas é, é o que tem que ser defender. >> Agora quiser defender esse ponto, defenda e eu vou concordar com você. Bem, pessoal, é o seguinte. A Alimentação vegana, ela é literalmente a melhor escolha pro ser humano. E eu tenho bastante material aqui e eu não vou só falar, tá gente? Eu tenho link, eu vou deixar comentário aqui no no episódio postado com os links, com a bibliografia de tudo que eu tô que eu tô defendendo aqui, tá bom? Não é da minha cabeça. Richard, você reconhece o o
Inca como órgão responsável? Sério? >> Quem? >> O Inca. >> O Inca >> é o Instituto Nacional do Câncer. Inca. Ah, eu não conheço o suficiente para falar. Eu tive meu pai que morreu de câncer e minha mãe de ataque cardíaco. É isso. As duas principais causas de morte no mundo, né? >> Mas não é justo. Até porque a gente não tem um levantamento. Veja, vocês começaram com essa coisa de veganismo ontem. A gente não tem um histórico de vocês de veganismo para dizer estudo Científico, dizer de população de longo prazo. Porque o que a
gente faz hoje é ecoa daqui 30 anos. Daqui 30 anos nós vamos olhar para trás e ver quem realmente tava certo ou não. >> Eu concordo contigo. Realmente ontem era colesterol muito também essa história do ovo. Eu eu comi carne 29 anos da minha vida. Eu sou vegano há 11. Então eu não tô aqui para negar a realidade. Eu eu aceito a realidade como ela 5 minutos muda alguma coisa nova. Descobrem a >> Sim. Toda hora sai um novo estudo, uma nova perspectiva. Mudaram recentemente a pirâmide alimentícia, né? Mas enfim. Eh, você tá tá com
óculos aí? Você poderia ler pra gente essa frase? Essa matéria tá é completa, tá? Não é um recorte. Se quiser ler o que tá em [ __ ] pra gente, por gentileza. >> Consumo de carne vermelha recomendado até 500 g de carne cozida por semana. >> Isso dá mais ou menos 70 g de carne cozida por dia. E qual seria a Penalidade? Não >> ver ferro zinco, vitamina B12. Isso. >> Sobre o risco de é nessa primeira página mesmo, né? O risco de desenvolvimento de câncer. >> Então eu vou eu vou eu eu entendo que
você tem pesquisas assim e eu concordo que tem não é minha do Inca, né? é do estado, é do governo, >> tá? Uhum. A gente tem eh não quero ser um negacionista com isso, quero que você entenda bem. A gente tem um, a gente não Sei porque no Brasil a gente começou a apontar para é que vamos, vamos ficar na carne, tá? Eu vou vou vou vou levar, vou depois porque o próximo assunto é de agricultura, eu vou deixar para lá, não vou antecipar. >> Arroz mais feijão, proteína completa. É isso. Come arroz, feijão. O
que que você come, meu jovem? >> Cara, minha principal fonte de proteína é soja. Soja mesmo. Soja. Café da manhã foi o quê? >> Ah, o café da manhã um pouquinho de café mesmo, né? O tradicional, um leite vegetal aí pode ser de amêndoa, pode ser de soja também, não sem problema nenhum. E carne de soja com pão. >> A base da sua alimentação é soja. >> Soja principal. A soja, que a propósito, pessoal, a gente tá falando de a cada 100 g de grão de soja, tem aquela que é a processada, tem a processada
que é a PTS, que é a carne moída, mas eu como grão até porque é bem mais barato, né? A Gente tá falando aí de 1 kg por R$ 7, vai trazer 37 g de proteína e é uma proteína completa e funciona muito bem, integral ali e de preferência sempre orgânico, mas a realidade do de novo, eu não tô aqui para negar a realidade, é difícil achar e é também mais caro. É, é difícil achar e ter certeza em primeiro lugar que é >> Mas assim, o que que a gente come hoje, Richard, em larga
escala no Brasil que não é transgênico, é muito difícil, Cara. A maioria, eu eu diria, eu não sou especialista nesse cidade, mas mais de 95% dos produtos que estão no super mercado são transgênicos. Então você tá dizendo que o boi, o boi, o problema do boi do câncer, ele não tem nada a ver tão com a soja que ele come. >> Não, eu não tô dizendo isso. Eu tô dizendo que >> não, tô te perguntando, porque você come soja, a soja que o boi come, você come. Aí você é o que você come. Então o
boi Vai lá, come a soja e ele, a carne dele é cancerígena. É isso? >> Não, não tô dizendo que a carne dele é cancerígena. O que tá sendo dito aqui pelo Inca, o Instituto Nacional do Câncer, é que você deveria consumir até o que eles indicam 500 g de carne cozida por semana, o que daria 70 g de carne por dia, que ninguém come. Recomendação pode ser, >> não é? O limite que eles estão dando de de eh sugestão pra segurança, né? >> Que seja de 70 g que ninguém come. Então podia sacar. Não,
>> não. Eu acho que você, eu acho que como você disse, a gente pode fazer tudo, mas a gente vai assumir um risco. E o risco que as pessoas estão assumindo hoje é de morrer por doenças coronárias ou câncer. >> Não, o risco que a gente tem hoje é de levar uma bala quando você sai na rua. Esse é o maior livro para insegurança. Então, se for risco por risco não. Mas eu se A gente tá falando que tá sob controle. Você não escolhe de onde vai vir a bala que vai te pegar. Mas o
que você coloca na boca? O que você coloca na Não, mas de novo, eu não tô sendo idealista aqui, eu não tô trazendo um mundo imaginário, eu vivo no mundo real, vivo no Brasil, país que tem maior carga tributária do mundo. Por exemplo, todas as todas as fazendas do Brasil pagam menos IPTU do que a cidade de São Paulo. Todas. Perfeito, porque nós somos os maiores Poluidores, porque a poluição é feita na cidade, não lá no campo. >> Então você tá me dizendo que 224 milhões de cabeças de Pera aí, pera aí. Deixa eu >>
Todesses milhões de pessoas que vivem cagando na cidade num lugar que não tem saneamento básico e grande parte do nosso Brasil não tem, eu acho que tem que pagar imposto mesmo. >> Não, eu concordo que tem que pagar imposto. >> Mas você tá dizendo que 224 milhões de Cabeças de gado tem mais boi no Brasil do que ser humano. Não gera dejetos e não gera poluição. >> Não, mas mas é fértil. É diferente do teu cocô. Teu cocô é ruim. Ah, não, você é vegano. Teu cocô é bom. Dá para usar como fertilizante. >> É,
você tá numa coisa agora. A maioria das Mas a maioria das pessoas o que tem Não, o que tem impacto é o nosso cocô que não país que não tem saneamento. Isso sim. >> O, a merda do vaca, a merda do da vaca, ela é um ótimo esterco. Como a sua merda é uma excelente esterco, porque você só come coisas que são fibras. >> Ué, mas é isso, tem razão. E o e o Inca, como chama aqui? Inca, Instituto da Sal. >> Ele recomendou comer até 70 500 g. Então podemos comer carne. Tá autorizado pelo
Inca. Eu acho excelente. >> Eu acho que é fundamental. E a a afirmação é que comer eh comer pode repetir a afirmação, por favor? >> E eu nem me lembro também, cara. >> Bom, é ser vegano faz mal pra saúde dos veganos. É isso. Eu concordo completamente, discordo completamente dessa frase, porque ser vegano é fundamental pra saúde das pessoas. Vejam só, segundo a FA, é um órgão associado à OMS, 70% de todas as doenças que surgiram nos últimos 50 anos vieram dos animais. Isso incluíbola H, HIV, eh, sarscov, COVID. Nós vivenciamos isso durante uma pandemia.
50 70% das doenças Vieram de animais. Escopeta tava na África quando estourou e bola bola vi diretamente da casa de animais. Consumo de animais selvagens. É um vírus selvagem. são. Então, deixa falar, aliás, deixa eu comentar uma coisa que é interessante que tinha esquecido, já que a gente tá falando de bola. E bola veio do macaco, certo? Veio de primata, certo? Assim como HIV se sujeita. >> Você sabia que os primatas comem carne, né? >> É novidade para você? Não. Com bioma >> chimpanzés são majoritanzés e são majoritariamente vegetario. Macaco prego, >> comem insetos. >>
E os nossos parentes mais próximos, vamos pegar os nossos parentes mais próximos que são que nós temos mais repart que eles comem. >> Maior parte da comida deles é é vegetal. Sim, mas ele come carne. Carne. Concordo. Inclusive de outras outros Primatas. Então vamos seguir a coisa do Inca e vamos comer menos carne. Eu também acho que tem que comer menos carne. Eu só não quero que abolie comer carne. Eu acho que não faz sentido para mim. É porque olha só, segundo também segundo a MS a é segundo um estudo na verdade de que acompanha
5.000 pessoas no Reino Unido ao longo ao longo de um longo período, é com detectou que comer carne pouca quantidade, tá associada 50 g por dia, já aumenta em 18% a Quantidade de você desenvolver doenças como câncer colorretal, principalmente de ultraprocessados, então linguiça, bacon. >> Exato. Mas amplamente consumid salsicha, bacon linguiça. >> Belo bife, suc. >> Carne vermelha também está associada, mas ainda não diretamente, mas carne vermelha está associada. Segundo esse estudo acompanha mais de 5000 pessoas. Hoje nós estamos hoje quando você abre Uma lata de ervilha, companheiro, você come ervilha? Você come ervilha? >>
Como com certeza. >> É, você abre de uma lata ervilha. >> Abro. >> Tá beleza. Então tá até respondido. >> É, mas não tem nenhum estudo que comprava que ervilha cause alguma doença. Tem vários estudos que mantilha bonitinha para você comer ali. Cara, desculpa. Quantos e conservantes tem dentro daquela porcaria, meu irmão? E Você selecionou porque você falha causa câncer. vocês todos continuam se eles fazendo as seleções de vocês em cima de um de uma de uma plataforma que eu respeito é a sua opinião e você tá tentando juscar essa opinião que você não quer
ver comer um bicho sofrer e você comer ele, ok, eu respeito isso. E você tenta justicar com toda essa coisa de saúde, quando você abre uma lata de ervilha e come uma lata de ervilha com aquele suco nojento que Tá lá dentro, irmão, aí você acha que tá tudo bem porque não tem pesquisa sobre ervilha. Ah, não precisa nem pesquisar, companheiro. Eu, vamos falar a verdade. Abre um precisa pesquisar. Vamos, vamos procurar, vamos procurar artigos científicos que falam mal da arvilha. Vamos procurar artigos científicos que falam mal do consumo de animais. >> Conservantes. Os conservantes,
tio. >> Vamos procurar geral ervilha. É água água e ervilha ultimamente, na verdade, Até porque eu lei bastante embalagem do que eu consumo. >> Aliás, até gostaria de responder porque se perguntou o que que a gente come, né? Eu gosto de dizer que eu como de tudo, menos carne. Então, minha alimentação é muito mais saudável do que quando eu comia carne >> anteriormente. Muito bom. Muito bom. Melhor assim. Eu não, eu sinto melhor comendo bife. Eu me sinto melhor, com mais energia Comendo um bife. Eu não consigo e vou não. Já experimentei. Sério? >> Não,
mas por uma questão social minha, tá? Sem levantar a bandeira, sem levantar a bandeira que a Anita fez e que depois comeu churrasco. Beleza. Então assim, é essa a hipocrisia que assim, infelizmente vocês pagam preço também nisso aí. Eu concordo. Não é fácil ser vegano. Nunca diz que é. E o respeito respeito a opinião de vocês. O problema é que você tenta justificar Toda a sua opção de não comer carne, porque tudo se resume na pena que você tem de matar o animal. Por isso que você não mata o javali, por isso que os búfalos
estão destruindo reservas biológicas aqui e a gente não mata porque deveria matar, mas tem alguém que fala: "Ô, coitadinho do coiso", né? E quando na conservação, veja gente, eu venho da biologia da conservação e você devia saber como funciona a biologia da conservação. Você sabe porque o o Pirarucu saiu da lista de extinção de animais? Entrou na lista. Por que ele entrou na lisção? Caça. Caça é excessiva do >> Claro. Caça excessiva. A gente regulou a caça e hoje todo mundo comear do cu e nunca vai faltar. Sabe por quê? Porque ele saiu de uma
conservação emocional que a maioria das pautas de vocês está para uma conservação econômica. A gente só consegue conservar quando vale dinheiro alguma coisa. Gente, parem de Sonhar. >> É isso. >> Não, isso por outras razões que estão tirando e colocando em outros lugares. Mas não é não é uma praga. Não é uma praga. Não. Não >> é? Então dar uma >> tá com você. >> Ah, não, com você. Se você for me ofender, >> eu levanto e vou embora. É outra coisa. >> Beleza. Vamos lá. >> Na verdade, eu vim aqui porque eu acho importante
a gente frisar, já que colocaram o tema mesmo, eh, que veganismo não é dieta. Isso é uma coisa muito importante da gente, principalmente quem tá assistindo a gente, saber que é veganismo na dieta. Esse não é o ponto principal de ser vegano, né? Não é o ponto principal o que que a gente come. Tem vegano que come salgadinho de manhã. Pode comer. Você pode comer salgadinho de manhã, Porcaria que não tenha, não seja de origem animal. Tem vegano que vai ter uma alimentação super saudável, baseada em orgânicos. E tem exatamente o que o Lars tinha
falado, né? A questão do acesso. Então tem várias formas de acesso a uma alimentação saudável, não saudável. Então eu acho que é importante a gente voltar a frisar isso. E você e uma outra coisa é em relação ao gosto. Eu já ouvi você falando várias vezes. É porque eu gosto de um bife? Porque eu Gosto de um bife. Sabe quem gostava de bife? Eu gostava muito de bife, gostava de todas as as coisas de origem animal, laticínio. Eu acho que não só eu, como muitos veganos antes de serem veganos adoravam bife, às vezes até sangrando.
Bife sangrando, churrasco. E eu era a última sobrevivente do churrasco antes de ser vegana. Então não é uma questão de gosto também é outra coisa para ser frisada que a questão de comer bife que você fala que você é libertário, cada um Faz o que quer e tudo mais. Legal, cada um faz o que quer, mas a gente tem bases para fazer o que quer, né? Por exemplo, você tem alguma base ética para fazer as coisas que você quer, >> né? Por exemplo, você não come cachorro? >> Não, come. Eu não sei. Talvez na China
experimente. >> Talvez você experimente. >> Sabe por que eu não vou comer cachorro? Porque o cachorro como é feito lá é desumano. É só isso. >> Veja, é desumano. É desumano a forma com que eles eles levam pras feiras. Não sei quem já foi pra China, mas assim, >> eh, eu não gosto da forma que eu eu isso faço, eu tento fazer as minhas escolhas da forma que eu posso também, tá? Discordando que eu não vou deixar de comer carne, porque todas as rações de sustentabilidade, de natureza e de saúde que vocês deram para mim,
eu refuto todas. E tudo bem. Como você vive com a Sua realidade, eu vivo com a minha. E a sua liberdade vai até onde vai a minha. Então assim, você não pode invadir a minha liberdade e dizer você deve porque eu acho ou porque eu invadir a liberdade dos animais. >> Você posso posso? >> Então quem se acha superior é você, não são os veganos. Você diz que os veganos se acham superiores, que eles estão num pedestal. O ser humano que acha que pode invadir a liberdade dos animais se acha Que acima de todo mund
só existem. A gente só cria os animais. Só existe o boi. Só existe. Você só conhece o boi. Você vou terminar. Vou terminar. Só existe o boi porque a gente come ou tira leite. Se a gente não comesse o boi, ele não teria essa dispersão que a gente tem, porque não teria razão do boi existir. Assim como não tem doento. Ótimo. Eles ocupam 1 terço da terra. >> Deixa de existir o boi. Deixa de existir o boalinha, Todos os animais. Vamos deixar de >> papel ecológico. Eles não tm papel ecológico. Tá bom. Não é questão
de papel. Ué, até aí você e eu também não temos papel. Nessa questão de não existir nessa nessa questão. >> O agronegócio sustenta o Brasil e faz bem pra sociedade. Essa frase não é minha, não, não é minha. Mas o agronegócio ele não é uma questão econômica. O agro O agronegócio alimenta todos os seres que estão dentro dessa sala, sem nenhuma exceção, porque o agronegócio vai do pequeno ao grande. Ponto. Eu sou um cara que trabalho com biologia da conservação. Isso. Ninguém aqui vai tirar isso de mim. E o que eu tenho andado e visto
nesse sentido é que o social não bate com ambiental. Eu prefiro ter uma grande propriedade, com uma grande reserva legal, com as apps em ordem do que ter naquela mesma área 50 Pequenas propriedades. Não bate o social com o ambiental. Então a gente precisa do agronegócio, porque aqui a soja de vocês vem, não cai do céu, alguém tem que plantar e ninguém aqui, inclusive eu, não planto e não crio o que eu como. Como eu falei, sou um covarde no caso de da porteina animal, porque eu não teria coragem de matar um animal para comer.
Ainda bem que alguém faz serviço e não tem problema. Tem um cara que é astronauta, tem um cara que é açogueiro, Tem outro cara que não sei quê, enfim, tem desprofissão para tudo. Mas o o agronegócio ele é hoje no Brasil eh ali é uma potência isso em, né? E porque nós somos um país que temos três safras, diferente dos outros países que t somente uma safra. Então nós podemos produzir muito mais no mesmo espaço de terra e nós fazemos isso muito eficientemente. É isso uma pauta que eu dou. E o cara do agronegócio, eu
vou fazer essa Colocação para vocês terem argumento, tá? para depois me bater. Pode depois pode me bater. O agronegócio hoje metade das florestas são dados científicos que vocês podem buscar. 60% do Brasil, segundo a ONU e o a BRAPA, segundo e existe, está preservado em floresta 60%. Metade disso, 30% são dados, vocês podem pesquisar, não tem problema nenhum. 30% que é metade é terra indígena e unidade de conservação. E a outra metade está dentro das de eh terras produtivas, tá? Isso é um dado científico, fica à vontade. Tá na ONU. Isso pessoal também pensar aí,
a ONU deveria ser isenta, né, nessas nesse tipo de levantamento. Então assim, como não ser amigo na conservação, eu que tô preocupado com o objeto, que é o animal que tá lá silvestre, selvagem, como não trazer pra mesa o cara do agronegócio como um colaborador da conservação? Pronto. Dito isso, podem vir agora e meter porrada e rodem. Falarinho aqui, tentar fazer meus colegas falarem depois. Eh, eu concordo num certo ponto quando você fala o agronegócio, de fato, ele é importante, né? A gente vive do agronegócio no sentido dos vegetais que a gente come, né? A
gente come a soja, o milho, etc., que vem do do dos vegetais. O problema é com a pecuária, né? Eu acredito que o eh a pecuária, o agronegócio, eu eu eu acredito que ele seja eh ele é importante. O que eu acho importante Também é abrir os olhos pro agronegócio, pro potencial que a gente tem para uma exploração econômica muito mais eficiente do que a gente tem hoje. Hoje a gente exporta commodity, a gente exporta soja, a gente exporta carne, a gente exporta ovo, a gente exporta tudo. Isso não é eficiente. a gente a gente
tem um potencial enorme, por exemplo, para fazer eh alimentos eh processar alimentos, processar essa soja e esses vegetais para o nosso alimento próprio, Né? Em vez de um de destinar toda essa riqueza vegetal eh pro alimento do dos animais. >> Qual o problema? Qual o problema que a gente não teu ponto de vista porque você não come bicho. Eu não, eu não vejo assim como eu como animais. Eu eu como animais. Voltando sempre na questão ética, eu, na minha ética está tudo bem, na sua não está. E beleza, nós voltamos tudo a resumir a nossa
discussão em não é legal matar um animal pra gente se Alimentar, porque isso é exploração. Essa é a base de todos vocês até agora que eu entendi. >> É, não é assim, o que eu eu gostaria só de fazer um minutinho aqui é a a questão do do veganismo, ele ele se expande para outra coisas além do animal, como por exemplo, a gente não usa eh produtos testados em animais, etc. Mas eu acho que não é não é esse o ponto. Mas eu quero saber assim hoje e isso aqui com uma curiosidade legítima, né? Como
os Meus colegas falam, a gente tem 240 milhões de animais, a gente tem bilhões de de galinhas, né? Bilhões de porcos. Não seria mais eficiente a gente usar os grãos que a gente alimenta? E aqui eu não tô falando nem 100%. >> Não. >> Você pode desenvolver um pouco, por gentileza? >> Não, não é mais eficiente. É muito mais eficiente você trabalhar. Eu vou dizer, eu vou dizer o por quê? Conversar. Não, A conversão falar em conversão, beleza? Eh, você primeiro tem que partir de uma plataforma eh do do que você toda a tua base
é que você não faz o que quer não dar saúde ou não é bom para meio ambiente. Não é bom para meio ambiente que eu entendi. Bom pro meu ambiente. Meu ambiente, tá beleza? Eu acho que a verdade o que eu gostaria que nenhum de nós plantasse e nem criasse. Eu recomendo a gente cada um pegar uma Ferramenta, ir pro próprio espaço, buscar na terra e buscar o seu próprio alimento. É uma coisa é impossível você viver num mundo como esse. Vocês mesmos falaram que as escolhas não podem ser, >> mas você não consa, isso
não seria um uma redu um, né, um um argumento no sentido que você tá reduzindo ao absurdo, né? A gente sabe que a gente não consegue viver sem energia elétrica, mas assim a nossa questão é reduzir o nosso impacto e na exploração animal a Gente não vai conseguir aqui, por exemplo, vamos falar do milho. Vamos falar do milho. Uma das grandes fontes de alimentação animal é o milho. Mas você sabe que o milho é somente tirar do DDG que vai paraa alimentação animal, não é a prioridade do milho. Você sabe que a prioridade do milho
no Brasil é biocombustível absoluta? É o que dá dinheiro. Dá muito mais dinheiro o biocombustível do que dá o DDG. O DDG é um resto que sobra e é aproveitado para Alimentar o gado. A gente não planta o milho para alimentar o gado. >> Então, entende o que eu quero dizer? Então, assim, a gente planta hoje milho para biocombustível. Hoje o milho é bi é um biocombustível é tão importante quanto a cana de açúcar hoje no Brasil. Ela tá hoje superando quase a cana de açúcar. Então hoje a gente tira inclusive a alimenta, tudo que
a gente gera com a cana que é açúcar ou a gente pode gerar biocombustível, é o resto é Que é usado. O que sobra, o bagaço é que vai pra alimentação. O o que sobra do milho é que é utilizado na alimentação animal. Cara, >> eu vou dar vou pedir licença porque isso é uma coisa que não não tá muito dentro do meu. Eu vou pedir para um outro colega vir para falar, tá? Perfeito. >> Eu só só queria a adicionar argumentos que que você lançou aqui, Richard, que eu achei até interessantes. Eh, você falou
que dá mais dinheiro Eh agricultura do que a pecuária em algum momento aqui. >> Agricultura ela ela tá dando assim as as áreas, o que que vai acontecer no Brasil? as áreas de nós temos hoje 8% do Brasil que está dedicado aberto para agricultura e 15% para pecuária. Fora as áreas que já estão abertas naturalmente porque lá no sul os pantas já são pantanã. A gente entendeu que tem uma discordância ética, porque sua ética é uma e a nossa é outra. E eu acho que Acredito que a ética não deveria ser elástica, mas beleza. Vamos
tirar dessa equação dos animais. Ela tem que ser, ela tem que ser, ela tem que ser. Se ela não for, então então eu tenho que concordar com você. Então vale só a sua ética? A sua ética é boa? A minha não. >> Vamos, vamos passar essa parte. Você quer falar de economia? de ética e eu tô rebatendo isso. Vale a sua ética e não a minha. Não, vale a sua ética e na minha. Não, desculpa, você tá errado. Aí você Vai falar: "Não, eu tô certo". Então tudo bem. Vale a sua pauta econômica que você
falou. Agricultura dá mais dinheiro do que a pecuária. >> Depois disso você falou que tem áreas onde tem grandes agros e são áreas pouco desenvolvidas ou pessoas muito pobres. Então agro não, não, não, não, não, não. É o que eu tô dizendo. >> Onde tem o agro tem mais pessoas pobres. Não, ao contrário. Tem um agro tem mais Pessoas pobres. A gente falou disso e você falou tá gravado. O agro não, eu falei, não falei isso. Eu falei que o agro ele leva a riqueza, tá? Se você pega o dono da terra, não pros trabalhadores,
não para todo mundo. Mas gente, a gente separou aqui, pera um pouco. Vem cá. >> Toda pessoa pobre quer ficar rica >> ou não? Quer continuar a pobreza? Não. Toda pessoa pobre quer evoluir, quer Conseguir crescer na vida ou quer continuar [ __ ] Vamos dizer, vamos fazer ou não? Não é uma pergunta. Ou a gente quer ficar pobre? Porque a gente criou no Brasil uma guerra entre pobre e rico que não existe, tá? Não existe isso. Um cara que leva emprego, alguém precisa trabalhar. Se você não é, não tem condições empreendedor, você tem que
agradecer que tem alguém que é empreendedor e que contrata você para trabalhar. Meu, >> ninguém tá falando que tem exploração. Você transforma isso em exploração. Não tem. Os caras precisam trabalhar, >> precisam trabalhar e leva riqueza. As cidades hoje que tem as cidades po seguir é as cidades hoje onde o agro chegou. Você vai olhar pro Mato Grosso. Que que era o Mato Grosso? Tô preocupado porque a gente falou muito sobre dados e você é um cara que tem muita expertise. São mais de 30 anos, né, de profissão, então >> tem muito conhecimento. >> Já
pensei muito diferente do que eu penso hoje. >> E aí o que eu tô pensando é assim, como é que a gente consegue trazer um exemplo mais prático e fácil sobre a questão da da energia mesmo, né, de você ter um modelo mais eficiente. Bem, vamos lá. >> Você não vai gostar se eu dev falar. >> Vamos lá, vamos ver. Vamos ver. >> Não, calma. Não, não tô falando de energia elétrica, tô falando de energia De alimento. Caloria. Eu tô falando de caloria. Tá bom. De caloria. É, um boi tem uma necessidade biológica muito diferente
da nossa, é água, proteína, carboidrato, gordura. É algo muito diferente, não, né? Tanto que eles até suplementam a vitamina B12 na ração e por injeção, certo? >> Então não é que a carne tem B12, isso é suplementado. Então todo mundo literalmente direto, indiretamente tá suplementando B2. Não é, não é porque é Não, não, não. Isso é uma afirmação que você tá fazendo que você não tem base científica. Você tá falando que o B12 da carne, escutem bem que ele falou que o B12 da carne Não, eu tô dizendo que sim, mas você disse que o
B12 que põe na carne é o que a gente tá tomando. Isso é uma mentira que você tá falando. Dis não não foi isso que eu disse. Eu disse, >> eu posso posso ter me expressado mal. O que eu quis dizer é que todo mundo que Come hoje, seja carne ou vegetal, está >> a carne tem naturalmente B12, tá? É, porque não estamos falando o frango, o frango tem B12, o peixe tem B12, a carne tem B2, tem tudo. Mas enfim, pessoal, só para seguir, hoje a gente tem quantos cidadãos, quantos brasileiros aí? Mais ou
menos 203 milhões, tá? >> E a gente tem 224 milhões de cabeça de gado. >> O boi ou a vaca, ele vai consumir mais água e mais grãos do que a gente para se Alimentar diariamente. Certo? O boi e a e a >> Eu não tô nem falando de peixe, de frango, de porco. Eu tô falando só do boi 224 milhões. Ele tem uma necessidade calórica maior do que a sua, do que a minha. Um boi não dá pra gente comparar. >> Uma agricultura aí. >> Não, eu tô falando, mas eu estou falando sobre o
boizinho, quanto ele come, porque é uma questão de bebe e come. Claro. É um bicho de uma tonelada, meia tonelada. Exato. Ou seja, pessoal, o que nós tentamos, estamos tentando dizer é que se você fizer um bypass, você tirar o boi e a vaca da equação e você consumir diretamente os produtos que ele se alimenta, você vai ter mais riqueza alimentar, você vai ter mais saúde, como diversos estudos que eu trouxe aqui. Eu tenho um estudo aqui mostrando redução de idade biológica em 2 anos após apenas ito semanas de alimentação vegetal. Isso Não é uma
piada, gente. Tem o link aqui, tem o endereço completo. Isso é um fato. Isso é um fato que a alimentação vegetal ela é superior. Então alguns estudos e outros diversos estudos. Tanto que as zonas azuis Richard, as zonas azuis estão estudo dizendo que a carne nunca viu que a carne é necessária falimentação. Vamos dier nasceu uma criança, vamos pegar um filho. Você tem filho? Tenho >> você. Ele é vegano. >> Ele é vegano desde que nasceu. >> 937. >> Essa foi a opção de você meter um um filho desde o começo. >> Todos nós somos
reféns da nossa cultura. Você comeu carne porque era a cultura dos seus pais. >> Eu comi carne porque nós somos onívoros desde a nossa formação. >> Richard, eu não estou negando a biologia. Você vai comparar o seu o seu canino com de um animal carnívoro. Você Mexe maxilar. Pera aí. Mas, ó, não precisamos entrar nesse ponto porque a questão aqui é eficiência energética. Do ponto de vista de eficiência energética, a alimentação vegetal é superior. OK. Fatos, ó. >> OK. Tudo bem. Nem por isso eu vou mudar então de comer a carne. Você não me deu
um elemento que fizesse eu realmente querer mudar para isso. >> Trouxe matérias científica. >> Sim, eu vou te trazer outras. Existem, Existem muitas matérias. É, não, não, beleza. É, essa, esse é esse é um trabalho. Esse é um trabalho, beleza? >> Igual esse trabalho do outro lado, tem outros trabalhos que recomendo você comer carne. Então, assim, hã, gente, é só abrir a internet. Dá um Google aí, Googleas majoritariamente menor índice de consumo de carne. Inclusive, eu não queria dizer, mas os nutricionistas dizem que quem quem faz Com que uma criança opte por uma tá tem
coisas, não sou eu, tá? Não sou eu. Se você opta em dar uma dieta vegana para um filho, você tira a oportunidade dele da escolha, tá? >> Sobre isso. >> Tem sobre isso. Não, você empurrou o que você quisembaixo na goela dele. Água o negócio. >> Pode ir, >> pode. >> Você não veio nenhuma vez, >> só agitou o pedaço. Tô esperando você. Tô esperando. >> Agronegócio. >> É agronegócio >> de quem? >> Sustento o Brasil. sustenta o Brasil, tá? É, sustenta. >> Bom, eh, é complicado debater porque, né, ciência freestyle e o Richard, vamos
tomar cuidado com isso. É um rapidíssimo que você trouxe, você apontou o canino. Qual é o maior canino da natureza? >> Em qual animal ele tá? Responde 10 segundos. >> Não, o felino prova urso >> não. Ele tá no hipopótomo que é majoritariamente herbívoro. Então essa relação de carnívoro com canino não tem nada a verada a verão. Tem nada a ver. Não tem nada a ver. Bom, vamos voltar pra pauta do Vamos voltar pra pauta da da agricultura. Bom, vamos lá. >> Então, elefante também é tem os caninos. >> Não, aquilo não é canino. Aquilo
não é canino. E o que que sai ali da boca do >> são são presas do elefante. São presas. >> São feitos de que material? >> Marfim, né? >> Marfim. É. Marfim. É porque era >> os que saem daqui da frente do do hipopótamo são, mas os outros >> não tava falando do elefante. Tava respondendo do elefante. >> Elefante Martim. >> Eh, bom, vamos lá. Eh, o agro ele é Responsável por c aproximadamente 5% do que os primatas comem então >> mas vamos voltar pro agro >> tá voltar pro ágro, né? Que você puxou presa
uma coisa de 10 segundos. Era uma coisa de 10 segundos. 10 segundos de 10 segundos. Então que bom, feliz. Então deixa eu ficar insatisfeito. O agro ele é responsável por 5% do PIB do Brasil. Concordo ou não? >> Não. >> Qual que é o dado? >> Não, não, não, não conheço. Mas >> Mas você não concorda e você não conhece? Não, não concordo. Eu duvido que você esse número. Duvido que é ciência freestyle, Richard. Não é assim que funciona. É dado de BGE. DW de BGE é aproximadamente 5%, 5.3%. Bom, eh, a gente vai colocar
os links, né, de todo tudo que a gente, >> Bom, vamos perder um tempo aqui, então, procurando o dado de 5% do PIB. Ah, vamos lá. Vamos lá. Aqui. Aí eu te perguntei qual que é o dado. Você você é então, mas você já partiu do pressuposto que eu tô errado. Você parti do pressuposto que tô errado. Não é 5%. Vamos lá. É 5.4%. O setor industrial 25.5 e o setor de serviço 52.4. Isso é dado do IBGE, >> tá? >> E essa afirmação que o Agroustenta o Brasil vem de onde? Vem de onde? E
acho Que é legal isso. Eu vou até eh levar para você. Vamos separar o grande agro. O grande agro e o pequeno agro. Tem muita diferença. Existe. Vamos lá. Eh, plano safra tem diferença. Vamos lá. Cita a diferença do plano safra do grande agro e do pequeno agro. Você tá querendo levar para um lado >> daultura. Você trouxe? Vamos debater os dados. Vamos debater a ciência que não seja ciência freestyle. Qual que é a diferença do plano safra? Você deve Saber. Isso tem a diferença. O que que isso afeta a questão da agricultura? >> Afeta
muito. Afeta muito porque você tem o plano safra. Vamos lá. De o plano safra 25 26, se não me engano, a R 527 bilhões deais. Tá, >> isso é no ano e o plano Safa para pequena produção chega a 87 bilhões. A pequena produção tem cerca de 75% da mão de obra e 25% da área. Então assim, é muita discrepância quando a gente traz todo o agro junto >> e você fazer essa afirmação que o ag, mas o agro é um só. Pequeno, grande não é quando você tem o acesso à verba muito diferente, as
políticas públicas são muito diferentes do pequeno e do grande agro. Mas vamos lá. complementa >> ambientalmente, ambientalmente, tá? Grandes propriedades são melhores do que pequenas propriedades e você pode discordar o quanto você quiser. Isso é a prática de trabalhos que mostram instonça pintada, instrutada. Não, se Tudo que eu disser, você trouxe um papel. Deixa eu ver esse teu papel. Deixa eu ver. Vamos ver o papel teu papel aqui. Não, divirta fontes disso aqui. >> É o IPCC que é um grande referencial científico mundial. O IPCC ele ele ele junta milhares de estudos científicos e traz
apontamentos aquilo que eu tava querendo e que assim você imprimiu um monte de coisa aqui e eu não tô discordando com Você. Discordando. Mas o que você faz, o que que isso faz você ser vegano anticiência? Puxa, isso aqui tem muito argumento da posso uma coisa? Se a indústria parar, se a indústria parar, você vai continuar a viver. Se o agro vai parar, você tá morto. >> Você também. >> Claro. >> Por isso que eu prezo o agro. Eu não tô Falando mal do sensacional. Eu acho que o agro é sensacional. >> E você concorda
com a afirmação que o agro sustenta o Brasil? >> Você concorda com essa? Todos nós >> 5% do PIB. >> Mas não é questão do PIB. Se o agro parar, >> se o agro parar, você não tá falando agroindústria. Sabe o que é agroindústria? >> Richard está usando ciência freestyle. Você usa ciência freestyle? >> Você veio com com um lado, usa acadêmico, imprimindo um monte de coisa e a gente estuda, a gente estuda para trazer dados. E o amigo aqui a ciência freestyle não justifica absolutamente nada do que você tá falando. Ok. Você trouxe dados
que provam o quê? Você trouxe dados que provam o quê? >> Que você tá errado. >> Prova o quê? Que >> você tá errado, Richard? Vamos estudar. Que a agricultura não é importante no nosso país. Não falei que não é importante seu pontoção de 5%. >> E daí é cinco e é de cinco. E daí o que muda? >> Eu que te perguntei você falar o Brasil 100% não sustenta o Brasil, >> gente. Ah, você veio finalmente. >> O agro, eu não disse que o agro é o mais agro. Sem o agro a gente tá
morto aqui, tá? Sem o seu celular você vive, tá? O celular tem 17% de plástico, já que você Estudou para [ __ ] 17% de plástico, 45 de minérios que são explorados, alguns desses minérios da forma pior possível, mas você usa o teu celular porque você não consegue ver. E a gente tá discutindo sobre o agro e quando a gente tem mineração, a gente tem algotão. Então, e que tal esse agro? E que tal esse agro que estiveste todo dia? Esse não é problema unir com você? >> Não, mas sem defensivos, eu não chamo de
agrotóxicos, chamo defensivos. Sem os Defensivos, é lógico, mas sem os defensivos a gente vai ter que ter mais terra para plantar. É simples assim, cara. >> É você, minha filha. >> Oi. >> Tudo bem? >> Tudo bem. Tentando sobrever. Vamos lá. >> Vamos lá. >> Dá o play aí. >> Dá o play, >> por favor. Se já, já que você é a Última. >> Então, vamos lá. >> Eu queria parar com essa polêmica toda agora. Queria voltar pro pro assunto que a gente tava falando de pet e a gente tá falando de veganismo. E eu
acho que aqui eu não queria trazer meio ambiente neste momento, não queria trazer questão de saúde, eu queria trazer principalmente o que faz as pessoas se transformarem em veganas. >> Posso perguntar uma coisa antes? >> Eu perguntei que tá as pessoas aqui não, >> as pessoas a maioria tem cachorro, né? E gato aqui tem também. >> Que [ __ ] vocês vão dar para esses bichos comer? Não, mas eu queria falar outra coisa. >> Feita do quê? >> Feita do quê? >> Feita do quê? >> Não, só só quero concluir assim, só quero concluir o
que eu acho que Normalmente faz as pessoas se tornarem veganas. Tô discutindo a alimentação dos pets, nada disso. >> Perfeito. >> Eh, eu tenho bicho, você, enfim, toda a sua história com os animais e eu sinto uma conexão muito forte com eles. É um amor muito grande. E aí quando eu vejo um gato ou um cachorro e eu comparo com o boi, com o porco, para mim é a mesma coisa. E quando eu comia esses esses animais, eu me sentia muito contraditória, porque na verdade se tivesse um porco aqui, eu estaria fazendo carinho nele. Eu
não estaria pensando nele como uma comida. Então, foi isso que me fez eh querer me tornar vegana. E eu acho que é você falou, né, que você não teria coragem de matar um animal. Eu não teria coragem também e eu não gostaria de continuar financiando as pessoas que Estão matando esses animais. Então, por isso que eu quis me tornar vegana. >> E eu acho que é uma escolha da pessoa eh a partir do momento, >> cuidado da medalha, hein? Cuidado com a medalha. Não, eu tô falando a partir do momento que ela pode, é, ela
pode mesmo optar se ela vai comer ou não o animal, sendo que você consegue viver muito bem, não se alimentando deles. >> Perfeito. >> Eu acho que essa mensagem só que eu Queria trazer, >> acho, eu eu respeito totalmente. >> Uhum. >> Eu respeito totalmente a sua opção eh diante da do da tua experiência de vida, do teu conhecimento e das tuas disposições pessoais. >> Eu entendo perfeitamente isso. >> Maravilha. Com tanto que você não passe a julgar o próximo que pense diferente, tá tudo bem. E aqui acaba sendo a, eu sei que todo mundo
fica exaltado Definindo seu ponto de vista e vai trazer os pontos de saúde, vai trazer um monte de coisa. E cara, se eu for trazer um monte de coisa, trazer especialistas, vou falar a verdade, se eu trouxer um especialista em na nutrição, você vai ser arrebentado aqui. Mas beleza, eu não sou, eu não sou espalista nisso e nem sou especialista, mas eu posso trazer um monte de dados aqui. Você trouxe dados aqui e tudo bem, mas isso tudo é baseado não. Ok, mas para circunstanciar a a Decisão de vocês de não comer carne. E eu
respeito isso demais. Eu já me questionei. Eu já me questionei. Eu falei: "Será que eu posso dormir tranquilo e comendo um pedaço daquela daquele daquele bife maravilhoso e suculento, será que eu vou dormir tranquilo a noite depois?" E eu durmo porque eu passei a entender diferente que a ética que você coloca não é minha ética. Tem gente que tem éticas completamente diferentes religiosas. Porque se a gente for pensar, se você só acreditar em Maomé e eu em Jesus Cristo, nós dois vamos nos matar. você acredita. Eu nem gostaria de trazer, eu nem gostaria de trazer
a palavra ética por causa disso, porque eu acho que a ética ela é entendida de diferentes maneiras. >> Exatamente. >> É o que eu digo assim, eu trouxe minha experiência pessoal >> e eu acho que a a questão do veganismo é muito cultural. É cultural. E eu Respeito você, eu respeito minha família, eu respeito meus pais, eu respeito todas as pessoas. Eu acho que os veganos, ninguém tá com uma arma na cabeça dos não veganos falando vocês têm que parar. Eu não, eu não, pelo menos eu não conheço veganos que falam: "Você deve parar". >>
Não. Você sabe como um cara que não é vegano se sente agora, já que vocês são veganos, a gente sente como se vocês eh condenassem as nossas escolhas, porque a Sua escolha é tão visceral. >> Uhum. >> Que ela é, eu entendo que é tão visceral que é difícil você admitir que uma pessoa, você vai olhar para um cara que come carne e fala: "Como é que ele pode fazer isso? Isso é um julgamento e um preconceito. Preconceito não é só sexo e corpo. Preconceito é é de pensar, pensar diferente do que uma pessoa pensa.
Eu tenho viajado o mundo inteiro. Se você for preconceituoso, com tantos estilos De vida diferente que eu vejo por aí, a gente não, eu, eu vou ser preconceituoso. Eu eu abri minha mente para isso. Mas eu acho que a gente não tem esse no Óbvio que tem veganos e veganos, >> mas eu acho que no geral os veganos eles, a maioria comia carne. E eu já falei uma vez, eu nunca conseguiria deixar de comer carne. Eu já falei, eu nunca deixaria de comer queijo, eu já fui essa pessoa. Então eu tenho essa Empatia. >> Eu
não tô mais eu, eu como muitas pessoas, não, tem muitas pessoas que ho não pensam sobre assunto. Eu já pensei muito sobre assunto. E uma das das grandes posicionamentos que eu falei que para justificar a minha questão, porque eu me sentia muito mal se a gente matasse, coisasse os animais aqui >> de uma forma que eu não me sentisse >> tranquilo. Eu >> Uhum. Se eu pudesse fazer uma escolha, Eu gostaria de me alimentar de luz solar. É impossível, tá? Seria ótimo. Porque a pegada nossa, independente se o que você come, você tem uma pegada.
Se você é vegano, vegetariano, ou se você é unívoro, você tem uma pegada. Todos nós temos uma pegada ambiental. As nossas escolhas de saúde, eu conheço ele, é um cara, tá? Vejo que é um cara forte, né? Dele falar: "Tá vendo? Eu consegui tá aqui, eu vou mostrar." Vai lá no Julião, tal. Julião, toma muita bomba. Beleza, Mas você vai no carro, tem um monte de cara ali que é montado e que fala sem carne é preciso da proteína animal e só come e a dieta dos caras é proteína. Então assim, eu acho que é
muito de escolha e eu eu respeito >> e é visceral. É viseral sua escolha. >> É viseral. Oi. Não, calma aí. Tô falando ainda. Vai tomar no teu cu. Você me trouxe até aqui. >> Eu vim da casa do [ __ ] para vir até aqui. Fui massacrado por 20 pessoas que Me odeiam e agora eu não posso me expressar. Eu também tenho sentimentos, >> entendeu? E e o maior sentimento pra gente encerrar e eu só queria saber por que na festa, porque na minha festa de de churrasco, eu convido os veganos e tem um
prato especial pro vegano, faço até em outro lugar para eles. Por que que vocês não me convidam na festa de vocês e me dão um pedaço deca? >> É isso que eu quero saber. Então você tá convidado, >> ô Richard, eu acho que todos >> um dia a gente vai conversar e você vai ser vegano, você vai. É >> prazer, viu? >> Eu ia, eu ia fazer. Olha, eu vou tá gravando ainda? Não, tá gravando não. >> Tá gravando, tá gravando. Eu ia até trouxe isso aqui, gente. >> Calma, calma. Oi. >> Aê. >> Ah,
Não. >> Isso é isso segunda saúde. Saúde. Alguma coisa. >> Senhores, >> a gente não precisa disso para viver. >> Viva e seja feliz. Tem gente que vai viver só com isso aqui e tem gente que prefere viver com isso aqui. >> Cancerígeno. >> Seja feliz com a sua escolha. >> Seja feliz com a escolha. Uma coisa é Certa, pode ser que eles tenham razão em saúde, pode ser que é outra, a gente vai, não vai, não sabe. A gente não é dono da razão e sabe tudo 100%. Se alguém disser para você, siga naquele
caminho porque eu tenho certeza que isso tá certo, esse cara tá errado. Não existe o 100% certo. A nossa, a ciência muda o tempo todo. E não adianta, pode rir quando você quiser, fique à vontade. A ciência muda o tempo todo. E tem ciência para todos os lados. Essa Ciência que você trouxe, eu trago um outro cara com calhamaço assim que vai rebater você com certeza. E vocês vão entrar naquela, você usa ciência que é boa para você, o cara vai usar ciência. O que eu acho o seguinte, diante das suas escolhas que você fizer,
seja feliz com a sua escolha e não encha o saco dos outros. Se você não der um like, você vai comer uma cenoura o resto da sua vida ou senão um troço desse aqui, ó. O que que você prefere? Isso aqui ou isso Aqui, mano? Hã? Só isso que eu vou falar. Vai lá. Tem, mas tem isso vegano