E aí [Música] E aí E aí E aí E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí E aí E aí [Música] E aí [Música] o que nós vamos agora o Capítulo 4 intertextualidade uma afirmação importante aqui excitada né Por fécula Estação essa de fucou não pode haver enunciado que de uma maneira ou de outra não realize outros é como se a gente tivesse aqui realizado em um enunciado outros enunciados é consciente tivesse aqui várias vozes presentes em um mesmo anunciado e os
objetivos defeco aqui é tornar esse conceito de intertextualidade na presença de um texto em outro todas conceitos mais concreto usando para analisar textos e em segundo lugar apresentar mais sistematicamente potencial do conceito para análise de discurso como parte do desenvolvimento de um quadro analítico para batting todos os enunciados tanto na forma oral como na escrita sejam esses enunciados produzidos em um dos mais informais né como uma conversa o mesmo em momentos mais específicos comum um artigo científico todos esses enunciados são demarcadas por uma mudança de falante ou de quem escreve esse orientados retrospectivamente para enunciados
de falantes anteriores ou seja esses textos é esse denunciados fazem referência ao passado em fazem referência retrospectivamente a enunciados de falantes anteriores então nós temos que nossa fala é preenchida com palavras de outros kristeva observa que intertextualidade implica a inserção da história em um texto e deixe texto na história porém sessão da história um texto da quer dizer que o texto absorve e é construído de textos do passado a relação entre a intertextualidade EA hegemonia é muito importante o conceito de intertextualidade aponta para a produtividade dos textos para como os a transformar textos anteriores e
reestruturar As convenções existentes para gerar novos textos nós vemos isso na pessoal como nós podemos transformar os textos anteriores ao citar esses textos anteriores isso basicamente pode ser visto em batting né vejo aí as análises que nós fizemos de Marxismo e filosofia da linguagem nós temos aqui a intertextualidade manifesta onde outros textos estão explicitamente presente no texto sobre análise esses outros textos estão manifestamente marcados ou sugeridos por traços na superfície do texto como por exemplo as "expressões como segundo fulano de tal nós podemos ter também a intertextualidade constitutiva de um texto que é configuração de
Convenções expulsivas que entram em sua produção de qualquer forma tanto a intertextualidade manifesta como a intertextualidade constitutiva são abordadas aqui como a textualidade quando essa distinção não estiver em questão e ele prefere que o termo interdiscursividade para fazer referência a intertextualidade constitutiva para falar de representação do discurso floop nos traz aqui uma reportagem de Jornal essa representação do discurso é uma forma de intertextualidade na qual partes de outros textos são incorporados a um texto e explicitamente marcadas como "e orações relatados como por exemplo ela disse ela firmou a representação do discurso é uma parte muito
importante das notícias são representações do que as pessoas disseram e que merecem notícia mas também é importante em outros tipos de texto por exemplo evidência em tribunais na retórica política e na conversação diária nas quais as pessoas infindavelmente relatam o que outros disseram e vejamos a manchete principal convoquem as forças armadas na batalha contra as drogas não tem nenhuma das marcas formais da representação do discurso nenhuma oração relata a dor e nem "Mas é uma oração imperativa em sua forma gramatical e o ponto de exclamação indica que ela deve ser tomada como uma reivindicação Mas
quem está reivindicando na nada formalmente para marcar isso com uma outra voz né então quem está reivindicando isso senão o próprio decisão não é o próprio jornal os artigos de jornal tradicional mente relatam as reivindicações de outros em vez de fazerem suas próprias reivindicações né é muito comum a gente ver isso os jornais não se manifestando mas se manifestando a a voz de outros por outro lado a distinção entre reportagem E opinião na imprensa sensacionalista é menos Clara do que análises e assim talvez essa seja a voz do deste ano mas no parágrafo de abertura
da reportagem a reivindicação na Manchete é atribuída aos membros do Parlamento Estamos diante de uma ambivalência de voz uma manchete cuja forma linguística ambígua a torna com dupla voz de Sam parece estar mesclando a voz documento hms o com a sua própria voz essa conclusão sustentada pelo subtítulo precedente grã-bretanha enfrenta uma guerra para deter os traficantes alertam os membros do Parlamento Aqui nós temos uma oração relatador a né alertam os membros do Parlamento mas ele posta no segundo plano ao ser colocada depois do discurso relatado e faltam também as "ainda que seja discurso direto essas
propriedades formais novamente contribuem para uma ambivalência de voz Vejam Só o original o Governo deveria considerar o uso da Marinha real e da força aérea real para missões de radar e de vigilância aérea ou marítima recomendamos portanto que devem ser identificadas sanções legais contra traficantes de drogas pela alfândega de Sua Majestade polícia serviços de segurança e possivelmente pelas Forças Armadas ao mesclar a voz do documento com a sua própria voz de Sam está também traduzido a primeira nos termos da última e reprodução nós podemos ver pessoal é no próprio léxico utilizado convoquem batalha repelir maciça
invasão vendedores de drogas e traficantes não são usados no documento decisão está utilizando aqui uma metáfora tratando de traficantes de drogas como se estivesse travando uma guerra o que de fato é usado em um ponto de documento já já contém uma elaboração dessa metáfora que é totalmente ausente um documento a mídia de Notícias estão no negócio competitivo de recrutar leitores telespectadores e ouvintes em um contexto de mercado no qual suas vendas os seus índices são decisivos para sobrevivência nós podemos ver isso bastante na pessoa nos telejornais E daí que surgem principalmente pessoal os programas sensacionalistas
os eventos dignos de se tornar notícia se originam de grupo limitado de pessoas que tenham acesso privilegiado a mídia que são tratadas pelos jornalistas como Fontes confiáveis E cujas vozes são aquelas que são mais largamente representadas no discurso da mídia pode-se considerar que a mídia de Notícias efetivo o trabalho ideológico de transmitir as vozes do poder em uma forma disfarçada e oculta pois bem perco uso o termo representação de discurso em lugar de o discurso relatado porque esse termo de representação discurso capta melhor a idade quando se relata o discurso né sinceramente escolhe representá-lo de
um modo em vez de outro o que está representado o pessoal não é apenas a fala mas também é escrita e não somente seus aspectos gramaticais mas também sua organização discursiva Então pessoal esse representação de discurso é como se um discurso estiver sendo apresentado novamente considerando também outros aspectos do evento discursivo como circunstâncias o Tom no qual as coisas foram ditas os tipos de discurso diferem não somente no modo como eles representam discurso mas também nos tipos de discurso que eles representam e nas funções do discurso no texto representador a intertextualidade tem importantes implicações para
uma questão a central neste livro a Constituição de sujeitos nos textos EA contribuição de práticas discursivas em processo de transformação para as mudanças na identidade social para que os textos façam sentido os intérpretes tende a achar modos de combinar os diversos elementos do texto em um todo coerente embora não necessariamente unitário determinado ou não ambivalente o conceito de coerência ao centro de muitas explicações sobre a interpretação a carência não é uma propriedade dos textos nós já vimos isso era uma propriedade que os intérpretes impõe aos textos e diferentes intérpretes incluída que o produtor do texto
Possivelmente geram diferentes leituras coerente do mesmo texto a coerência que ela não deve ser entendida em sentido absoluto lógico um texto coerente está ligado suficientemente bem para os propósitos presentes no que concerne aos intérpretes o quê e ainda terminações e ambivalência Então pessoal a coerência né ela está mais ligada ao processo né essa relação do texto com o seu leitor agora não se deve entender aqui que os intérpretes sempre resolvem plenamente as contradições dos textos os intérpretes podem gerar interpretações resistentes e é possível para eles chegar a uma reconciliação parcial ou uma resolução das contradições
que seja adequada para seus propósitos imediatos são os intérpretes que encontram formas aceitáveis de unir esses diversos significados relacionais os intérpretes né aqueles que interpretam textos nós quando lemos um texto somos mais do que sujeitos do discurso em processos de discurso particulares somos sujeitos sociais com experiências sociais particulares acumuladas e com recursos orientados variavelmente para múltiplas dimensões a vida social as interpretações resistentes são modo de luta hegemônica em relação a articulação dos elementos intertextuais e nós ficamos por aqui na próxima aula nós vamos abordar o capítulo 5 analise textual a construção das relações sociais e
do eu Bons estudos a todos e até a próxima tchau [Música]