[Música] nesta aula questão habitacional no projeto da cidade é problematizada pelo professor nabil bonduki professor titular na universidade de são paulo há mais de 30 anos na bill também tem uma atuação em programas de habitação social e na elaboração de planos diretores municipais nos anos de 2011 e 2012 assumiu a secretaria nacional de recursos hídricos e ambiente urbano do ministério do meio ambiente e coordenou a implantação da lei nacional de resíduos sólidos ea agenda de sustentabilidade urbana do ministério pesquisador em urbanismo história da arquitetura é autor de livros na área de habitação e gestão urbana
eu vou eu vou começar aqui falando um pouco pra vocês né da maneira como eu depois de muitos e muitos anos aí de experiência na adaptação como eu organizo a política maneira como o estado intervir na questão da habitação no brasil néné basicamente a partir do começo do século 20 é porque comer século 20 porque o começo do século 20 quando as cidades no brasil ganham alguma importância é e o problema da habitação se transforma num problema eu já queria que distinguir duas coisas é um momento que ele é entendido como um problema e depois
um outro momento que ele vai ser entendido como uma questão social é diferente essas duas desses 12 esses dois momentos antes é até o final do século 19 para adaptação não é entendido como um problema né porque porque só de brasileira é uma cidade muito simples né uma colonização colonial não é uma colonização de portugal no brasil que criou duas camadas os senhores dos escravos os escravos eram tratados como um meio de produção netinho 16 alas é um tema importante para ser discutido o tema das senzalas né mas ele não era não era entendida como
um problema pelas elites né mas ele simplesmente né é simplesmente estavam preocupadas naquele momento em que fazer com que aquele dell escravo pudesse produzir o máximo possível e os então o problema adaptação não era tratado com a questão da aplicação não era como um problema ela vai ser tratada com um problema à parte do meado para o final do século 19 é quando ela se transforma num problema principalmente gilista ou seja um problema sanitário é porque ela pensava que é comprovável sanitário porque começaram chegado países levas e levas e levas de imigrantes estrangeiros que vieram
aqui no processo de formação do mercado de trabalho no brasil e é e era o momento de transmissão de doenças epidêmicas nos últimos controles sanitários adequados últimos vacinas e portanto o problema adaptação era visto como um problema aqui é gerava transmissão de doenças e pt e portanto neste momento com essa militar ganha uma dimensão muito grande mas ao mesmo tempo nesse primeiro período que vai até aproximadamente 30 nós vamos ter aí né ô ô ô ritmista pan predominando no processo de produção habitacional que o intimismo é a produção de habitação feita por capitalistas investidores que
querem produzir a adaptação para através da locação quem estabilizar seus capitais portanto a captação é vista como um problema mas ela não é vista como uma política social a partir de 30 nós vamos ter aí o que eu chamo as origens da intervenção do estado na educação é um momento então que e esse é o assunto principal do meu livro origem da habitação social no brasil que é o momento em que a questão da adaptação passa a ser tratada com uma questão social e portanto o estado passa a intervir gerando uma série de controles é
o mais importante deles vai ser o além do inquilinato que vai controlar os valores de locação vai congelar a locação vai proibir despejos e em função disso é vai gerar uma modificação muito grande da próprio mercado nem habitacional e finalmente a intervenção do estado da produção habitacional na produção de conjuntos habitacionais então o período representa os anos 40 50 é o período em que nós vamos ter uma grande produção habitacional grande naquele momento porque nós vimos de nem de um momento que não se fazia nada então o momento que se faz uma produção significativa com
muita qualidade arquitetônica nós vamos falar e mostrar um pouco isso é bom a partir de 64 nós vamos ter um outro momento novo período né eu vou ter um escritor que mais fazendo um resumo depois vou detalhar cada um desses períodos mais pra frente na nossa disposição é porque 64 tem uma mudança importante porque depois é do golpe militar de 64 nem os militar rapidamente operacionalizam uma nova lógica de enfrentar o problema da adaptação principalmente baseado na criação do sistema financeiro da habitação então o que não tinha antes nem que era um sistema de financiamento
habitacional de longo prazo e em massa é criado a partir de 64 com a criação do banco nacional da habitação com a criação do fgts que até hoje é o principal fonte de financiamento habitacional no país com a criação do na época do sistema brasileiro de poupança e empréstimo que a poupança que até hoje é fundamental para o financiamento para a classe média portanto a partir daí se das bases a gente poder entender o que nós temos hoje é claro que com muitas modificações em um momento em que uma produção em massa de habitação que
faz a gente verificar que o período anterior embora não tivesse uma produção de qualidade ela foi do ponto de vista quantitativo um pouco expressivo bom o bnh ele continua ele é extinto índice e 86 mas o sistema financeiro da habitação continua sendo até hoje mas o bnh que era um órgão que pensava de uma certa maneira o problema da habitação a escom uma busca de equilíbrio financeiro ele perde a capacidade de investimento na crise do milagre econômico que sucedeu o regime militar e aí então não vamos ter um momento de aumento da renda realização momento
de grande presença dos movimentos sociais desenvolvidos em habitação é um momento em que também o poder local passa a ter um papel de maior protagonismo na questão habitacional é esse momento é um momento então que nós vamos ter uma crença do sistema nacional do sistema financeiro da habitação por um lado e por outro a construção de soluções alternativas e descentralizadas com participação das prefeituras dos estados e também uma presença importante dos movimentos sociais que buscam lutar então por projetos autogeridas nem que vai ter um impacto importante no trabalho do arquiteto que esse é o momento
em que é a questão da adaptação a questão urbana passa a ser regida pelos métodos participativos pelos processos participativos e finalmente o último momento que aqui eu até reponho 1 3 pontinhos né eu acho um tabu neste caso nem lei do seu interlocutor não tenho nenhum distanciamento histórico para poder identificar claramente onde é que nós estamos e para onde nós vamos mas claramente a partir do começo do século deste século com aprovação do estatuto da cidade 2001 com a criação do ministério das cidades em 2003 com a criação com a população do sistema é nacional
de habitação de interesse social a criação de novos programas nacionais como né ô ô ô pac de urbanização de favela o minha casa minha vida com a criação de uma instituição local para lidar com esses problemas se dá início a uma nova etapa é isso aqui é muito importante pra gente entender o seguinte a dimensão do problema urbano e habitação no brasil a partir dos anos 50 ela é fabulosa né o brasil foi o país que mais cresceu as cidades do brasil foram as que mais cresceram no mundo na segunda metade do século 20 nós
saímos aqui essa gente for olhar que saiu daqui de 20 milhões ele falou à população urbana e vamo vamo ver claro que é o seguinte não quer dizer que toda a população vive em cidades grandes é qualquer zona urbana da cidade muitas cidades serão pequenas vinte milhões de habitantes nem na zona urbana e 50 e vamos chegar lá em 260 e 2010 ou seja é nós vamos ter aí 140 milhões de pessoas certo para garantir a infraestrutura era de adaptação garantir as condições urbanas então não é um desafio fácil de ser vencido às vezes a
gente falasse a não se resolver o problema de saneamento se resolver o problema de adaptação do seu prazer é um desafio que tem uma dimensão grande num país que não é dos mais pobres mas também do ano entre os mais ricos então é um desafio e o que não vou mostrar aqui um pouco como é que esse problema foi sendo equacionado de uma certa maneira para o meio para o mal longo desse tempo porque é de um dia alguma maneira a gente hoje tem essa população toda velocidade de alguma maneira e isso né no domingo
que dá conta de quadra mente você não deve se 9 que eu vou mostrar mais pra frente mas né não temo milhões de pessoas morando na rua né como poderia estar com essa velocidade que nós tivemos ou então é o primeiro período né como já adiantei um pouco pelo da produção rentistas é um momento em que nós temos um economia agroexportadora o estado que intervêm na questão urbana basicamente em função da questão sanitária é e da questão do que na época era chamado embelezamento urbano nem saneamento elemento dois temas principais que se tratavam mas não
tratava a questão habitacional com uma canção social né o momento de muito importante de mudança padrão das cidades estão mudando é da arquitetura tradicional portuguesa para arquitetura eclética né com novas referências estéticas novas referências urbanas também com a criação momento da entrada dos serviços públicos é né como com o serviço de eletricidade serviço de gás e telefone de bonde elétrico etc né o bonde muito importante para a questão agora todos eles são importantes para a questão urbana né e ao mesmo tempo a regulamentação que nós vamos ter por parte do estado vai ser fundamentalmente naquilo
que a gente chamava na época que seu neto o código sanitário então aí a gente percebe bem como a importância da questão sanitária nessa questão o que havia de regulação urbana era em cima de leis que estavam sorriso preocupadas com isso o que é muito importante para nós arquitetos porque é da do código sanitário na cielo o embrião do código de obras inclusive emo algumas cidades ainda o código sanitário utilizado como código de obras e as que não fizeram essa sistematização então esse momento é um momento que nasce um dos instrumentos legais que orientam né
o trabalho do trabalho do arquiteto na aprovação de plantas e e então essa é uma questão fundamental é bom ele não regulou o réu como nós já falamos nem e existe uma produção estatal de captação com algumas exceções que eu vou mostrar aqui porque como eu falei essa priorização ela tem que ser relativizada nós temos uma outra intervenção operacional nesse período do estado e fundamentalmente nós vamos ter uma produção rentistas que o setor privado vai produzir principalmente cortiços na moda para discutir isso todos construídos em vilas que podem ser ou vilas operárias empresa ou vilas
rentistas que a grande maioria que é o conjunto de casas que busca exatamente essa é atender esse mercado o deputado e de certa forma produz de acordo com a renda ea cidade colonial né ela tentava reunir dentro do mesmo casco histórico o escravo o senhor nem até porque o escravo na cidade ele era branco padre palavra escravos que atuavam dentro da do domicílio em que moravam na neves nos porões às vezes nem é de dentro da própria região é da própria região que o que é que onde moravam uso por isso nesse momento vai acontecer
isso nas cidades que crescem são rio de janeiro são paulo salvador recife é porto alegre as cidades que vão crescer e funcionários capitais principais do país vamos vai começar a acontecer então esse é o que eu chamo do 10 construção da sociedade colonial na outra a demolição da cidade colonial ea criação então de uma cidade a cidade contemporânea moderna que a cidade aonde então as classes sociais vão buscar seus lugares né pra quem conhece são paulo isso é muito claro né vai direção à zona sudoeste paulista e janot pois os jardins enquanto que os setores
populares vão em direção às zonas mais pobres né questão junto às fábricas as regiões é portanto a onde é em vão poder estar próximo ao lugar de trabalho é ea os jogadores nem precise operários vão se dirigir para desvendar as baixas da cidade juntos ferrovias onde também vão estar as fábricas então esse processo de segregação espacial também está vinculado a uma idéia né dos territórios adequados para cada tipo de uso enquanto nem as elites sobem direção o espigão a as indústrias vão acompanhar a indústria vão acompanhar a ferrovia ferrovias que no caso de são paulo
todas seguindo a equipe do interior porque porque o aluguel de uma casinha de vila era o que ele na época chamavam e essa reverência uma casa modelar uma a uma casa saudável ea casa saudável é aquela que tinha o banheiro na casa o banheiro individual não tinha banheiro coletivo é isso que diferenciava então a casa da vila a casa saudável que alguns setores de classe média baixa ou de mais qualificados nada' dos trabalhadores conseguiram acessar todas através do aluguel que não havia sistema de financiamento quer dizer a casa é o bem mais caro que uma
família pode querer comprar uma família de classe média de classe baixa pode comprar ao longo da vida é portanto nem ela só consegue comprar se ela tiver um financiamento de longo prazo daí o aluguel o momento é a referência então ela vai alugar isso é por isso que o controle dos aluguéis quando instituído ele visa desestimular esse investimento em casas de aluguel pra estimular o investimento no setor industrial é o setor que têm mais riscos pode ser muito lucrativo mas ele tem mais riscos e ele depende muito dos outros fatores bom os mais pobres vão
para vivendo então nos cortiços é que tem alguns exemplos de cortiços nem ali naquele cantinho relatório da comissão de inspeção e exames pressão dos cursos adaptações operárias e cortiços de santa efigênia é o que é isso é isso é é o primeiro no caso de são paulo de deus tem um anterior um primeiro relatório está só na primeira pesquisa sobre habitação que eu conheço no brasil né é feita em 2000 9893 certo aonde vai fazer o levantamento que esse aqui eu diria identifica os cortiços que existem ea onde tive febre amarela porque foi feita a
pesquisa foi feita para identificar aonde né a havia foco de febre amarela ea relação entre uma coisa e outra e depois da canon pois todos os slides nesse relatório de cada um deles continua a ser analisado vai ter um diagnóstico na ideia a ideia do condor a idéia da relação entre a minha saúde na saúde pública ea e o controle das habitações é muito forte neste momento tanto que o nem a saúde pública vai se organizar com uma espécie de polícia para inspeccionar os cortiços pressionasse tem né focos de doenças se estão adequados em função
disso nós vamos ter ali né a polícia sanitária bom ter um inspetor sanitário né vamos ter o desinfectou são os caras primeiros profissionais que atuam como habitação popular vem aí da área da saúde pública e aqui tem vários tipos ali tv mas também vai aparecer aí aqui no lado direito assim uma coisa que também é muito precursora é que é o que é a planta do tipo curtis urbano é e casinhas do tipo mínimo nessa sessão conseguindo enxergar ali é o primeira é o primeiro modelo de casa que o poder público faz para o trabalhador
nem faz isso com o objetivo de que devem estabelecer um certo padrão que quer o mínimo era ela mas a linha um quarto e um banheiro e uma cozinha dentro da casa era mínimo da época chama casinhas de tipo minho certo mas ela tinha um banheiro individual porque o grande a grande questão que se levantava em relação com isso é a promiscuidade ea convivência nem que levava a três problemas que eram condenados na época nem o programa sanitário falou bastante com o réu bem real o problema é que era é vamos assim importante do ponto
de vista dos costumes e do morais que era as as várias relações vamos assim libidinosos que surgiram quando as pessoas moravam muito amontoados então essas moradias geraram condições de vida precária há longo tempo muito a ver com as pessoas e era o risco então das idéias chamadas alienígenas anarquistas comunistas né poderem se difundir e gerar reações e organizações bom mas ao mesmo tempo também alguns empreendedores alguns industriais sejam por razões de produção seja é puro talvez uma certa visão um pouco mais social nem prenderam as chamadas vilas operárias e carol que os operários era uma
vila como as vilas rentistas muitas delas é enriquecida com equipamentos de uso coletivo como escola como uma biblioteca como uma área de convivência e ao mesmo tempo ali viviam os trabalhadores que trabalhavam na fábrica desse nem de si apesar desse e que esse empresário tinha vantagens óbvias né embora ele tivesse que gastar mais cobrar um aluguel menor do que cobraria se fosse para o mercado porque aqui está a origem de uma idéia de que a habitação não é apenas a unidade a unidade habitacional não é só a casa ou o apartamento captação ela é um
conjunto de serviços públicos coletivos que complementa a adaptação individual neco é uma noção que vai ser porque porque vai ser muito discutida pelo movimento moderno né e que vai inclusive difundir a ideia é dar né da adaptação moderna em conjunto com o urbanismo moderno e isso vai ser a base em nossa legislação recente quando a gente provar o loteamento têm que destinar 15% para a área verde tem que se dar 5% para institucional na verdade não são parte do pressuposto que não basta produzir lote embora boa parte do loteamento clandestino não respeita a legislação tem
que produzir haver tem cara excepcional para o equipamento em suma a adaptação é mais do que só a casa à moradia e para dizer que o estado não interviria e mostrar que duas intervenções do estado na adaptação que são as precursoras essa é a primeira que existe no país que é exatamente nessas obras feitas pelo pereira passo é prefeito do rio de janeiro que abriu a via central foi sozinha à central que lembrou ele uma malha viária de transformação da cidade colonial na cidade mais contemporâneo detido ele vai abrir essa menina chamada salvador diz a
nec vai ter uma série de blogs remanescentes e nesses lotes remanescentes ao menor em preto vai ser bom é construídas as primeiras casas que estão aqui embaixo né as primeiras casas por produzidas para trabalhadores pelo estado que vão ser alugadas para funcionários públicos e joyce iniciando um pouco essa idéia de que o estado produz os seus funcionários assim como depois de durante quarenta os institutos de aposentadoria e pensão vão produzir os seus associados estão ascendendo a das corporações nec bom tá previsão vamos ver se estava uma extensão ainda na ideia da vila operária vila operária
eu trabalho o empresário produziu foi campeão por ser um trabalhador né aqui do estado vai começar a produzir reputação para os seus funcionários bom e aqui então a primeiro conjunto com banho e podemos falar que é um conjunto habitacional produzido pelo governo federal que a vila operária marechal hermes 1 e a12 é por isso que no meu livro eu falo em nem cem anos nem política habitacional no brasil porque aqui 2012 começam seus primeiros e o livro foi finalizado em 2002 2003 e na frente a gente vê não só as adaptações do período no começo
do século como isso essas escolas profissionalizantes que estão aqui nessa praça redonda e se urbanismo monumental meio barroco que fazer parte desse projeto é exatamente aqui na continuação dessa nessa avenida está a estação marechal hermes na estação de trem não é portanto isso é um claro e chuva rocco é que tem como foco nem a estação e esses benefícios cursos envolvendo aqui são as escolas profissionalizantes que fazia parte também dessa visão progressista do marechal era nesse momento em que o estado não estava revoltado a produzir profissionais a origem da habitação social é um momento então
em que a intervenção social do país certo se cura com um projeto de desenvolvimento nacional chamado projeto nacional desenvolvimentista aonde esse trabalho associado à mente a idéia de modernização de modernização do país em desenvolvimento desenvolver significava né superar o modelo agroexportador e dá início a um modelo urbano industrial é isso evidentemente acabou sendo feito a partir de uma ação fundamental do estado em um estado um outro perfil é um estado com um perfil é intervencionista é que vai aplicar recursos da criação de uma infraestrutura para a viabilizar a produção industrial e concomitantemente com isso né
pai surgiu então as políticas sociais é que eu não conheça as políticas sociais de getúlio nem trabalhistas nem a criação da previdência social que vai ser muito importante para o assunto que eu vou trabalhar aqui porque é exatamente a previdência que vai financiar a produção dos primeiros grandes conjuntos habitacionais do país e nesse momento então que vai se dar é o congelamento dos aluguéis é para que é que eu entendo que é na é a face urbana né das das leis trabalhistas ou seja enquanto as leis trabalhistas regulamentar a relação entre o capital eo trabalho
da criança jornada de trabalho ou então já no trabalho criando férias criando depois de tudo mas o frentista terceiro criando regras do trabalho ali recriado grava regras provocação que anteriormente eram regidas pelo pela relação direta entre no seu proprietário que passa a ser regida pela figura do estado além disso se cria insegurança jurídica na venda do lote de apresentação porque até então é o proprietário que vendiam nota à imprensa azam por desistir do negócio no meio do caminho é o comprador pagou r 20 prestações por taiwan não quero mais ser eu que devo seguir pelas
ações que comprou e fico com propriedade certo eu não havia segurança jurídica nem de longe de apresentação e isso vai viabilizar a grande profusão de venda de lote apresentação que como eu falei pra vocês própria uma pessoa de baixa renda e média renda poder ter uma moradia que ela vale muito o lote vale muito só comprando apreensão certo então isso é muito importante para criar ou esse modelo é de exposição periférica das nossas cidades e finalmente a produção estatal da habitação um dos institutos é poder pensão ea fundação da casa popular nos primeiros ian é
congresso internacional de arquitetura moderna eles vão ser focados na questão da habitação nem é e o segundo chan fundamentalmente vai trabalhar e da habitação mínima o que tinha e habitação minho vai fazer toda uma discussão sobre isso para chegar no modelo nem que na verdade naquele momento se buscava se é da mesma maneira como eu tenho que saber nem sei qual é a ração mínima básica é dado de alimento que sustenta o homem qual é a moradia mínima que e isso não era uma questão é secundário dentro do projeto moderno e isso estava vinculado à
ideia de que o arquiteto tinha de intervir na cidade como um todo e retira produzir a adaptação de toda a população e temos que pensar então né como produzir habitação em massa para atender às várias exigências que a cidade tem muitos pensassem cidade como um todo e não pensar a cidade em pedaços infelizmente ainda nós atuamos em pedaços da cidade né nós não atuamos ainda na cidade como um todo né quem são os grandes desafios da arquitetura da lenda na nossa profissão hoje é como conseguir atuar para todos nem é mas essa questão não é
de hoje 100 anos atrás nenhum uso movimento moderno ao trabalhar com a idéia de ser a reação de pé a fabricação utilização da construção né a trabalhei da trabalhar com a idéia de que nós temos que produzir uma habitação em massa ele está preocupado exatamente com esses elementos é bom mas isso vem o brasil de maneira como sempre muito diluída de alterada mas isso não evitou que houvesse um grande crescimento da cidade informal né esse é o momento que se inicia um processo que nunca mais vai acabar que é um processo de que nem a
copa na cidade mesmo quando o estado produz em massa conformei do bnh né ele não consegue atender a todas as necessidades bom é alguns elementos são importantes pra gente pensar esse período um deles é a mudança nas cidades da mobilidade das cidades é a partir dos anos 20 o automóvel passa a ter um papel muito importante o ônibus a introdução do ônibus não docente é fundamental para a idéia da exposição periférica porque só o ônibus consegue chegar em áreas de baixa densidade é o bonde exige um sistema estruturado muito investimento então o bonde e metrô
trabalha com e deve seguir concentrada esse é o modelo da cidade sob trilhos nem quanto que o ônibus trabalha com identidade diluída então a presença do ônibus é fundamental é pra poder se viabilizar as mudanças grandes alterações e aí então o foco da intervenção do estado nas cidades principal dele passa a ser a questão na mobilidade e da mobilidade parou como e vai se criando então nem cada vez mais esse processo de de diferenciação entre a cidade e aqui a gente vê a importância dos institutos né os institutos e fundos de pensão que quero junto
era simplesmente assim o estado é quase o inverso que está acontecendo hoje o estado assumindo a presidência ou seja até então já tinham previdência privada que nós mútuas né era muito quente aqui o estado cria em institutos instituto para cada categoria profissional então o erro cl é comerciário ea plenários e dos industriários ea pt que trabalham no transporte bancários bancários né e aí ele vai falar em especial do departamento de habitação popular do rio de janeiro ea então o governo vargas vai regulamentar a produção de habitação a construção de habitação é através da carteira e
celestial desses institutos que é uma maneira de inverter se vos os fundos da previdência e ao mesmo tempo então atendem as categorias dos trabalhadores corpo de maneira corporativa ou seja cada corporação tem o seu instituto em aquela revista v é uma visita muito importante revista pode ganhar ia que é é a revista é que foi dirigida né pela casa em portinho que é uma engenheira companheira do affonso eduardo reidy e que vai ser uma grande é podemos dizer pra época uma grande teórica da questão de adaptação e que vai trabalhar com a idéia da educação
como um serviço público nessa ideia que está presente aqui porque serviço público porque as moradias vão vendo aqui para ver todas elas eram de propriedade do instituto no caso da prefeitura do distrito federal têm cooperado da prefeitura e você alugar das para os os funcionários nem para outros associados quem vai cuidar disso é o instituto ou a prefeitura certo que vai fazer a gestão e aquilo entendido como um serviço público ou seja é entendido como um atendimento uma necessidade é concertação fosse a educação a saúde e esse é uma grande né essa é uma grande
questão é que se coloca para nós é até hoje um grande polêmica entre os que pensam habitação habitação com propriedade computação como serviço é hoje praticamente época são propriedade do também depende neste momento então se estruturando uma política isso não estava muito claro pelo contrário à idéia da habitação como serviço estava bem estabelecido falar do primeiro conjunto aqui realengo rio de janeiro é que é o primeiro grande conjunto habitacional produzido no país e ele é produzido mas como uma espécie de teste nós podemos convidar essa é o grande desafio é combinar a ideia da seriação
da produção em série com a idéia de diversidade de qualidade e é o que se conseguiu de alguma maneira neste momento embora numa escala muito menor então nós vamos colocar o outro grande desafio nosso que é combinar qualidade com quantidade é porque ao longo da história não tem momentos de muita qualidade de pouca qualidade e outros vê muita qualidade pouca quantidade e aqui podemos dizer que é de pouca quantidade embora os padrões da época tenha sido produzido bastante aqui a gente vê então os pais as duas tecnologias feitas pelo caso rodrigo ferreira é e ele
vai desenvolver é que a casa nem açúcar essa aqui da casa geminada duas a duas que é bem tradicional podemos dizer é uma casa geminada dos lados muito difundido na época ela não tem de novo nisso é que ele vai fazer uma coisa que também depois retomada mais pra frente mas é que é muito inovadora do momento que primeiro vai trazer uma fábrica de blocos que está trabalhando na na perspectiva do movimento moderno que é o momento de produção em série nem aí pro dução 3 pouco para a fabricação ou industrialização e por isso que
é bastante inovador como né na belo horizonte dos anos 50 só que é começo dos anos 50 quando conjunta vai ficando pronto como isso era um moderno como isso é inovador dentro de um tecido urbano muito tradicional a idéia de valorização do espaço coletivo nas ideias fundamentais é desse desse processo de produção é uma coisa que é muito importante é que nós também que também tem diálogo nosso plano de gestão prevê como as coisas são boa parte dos conjuntos habitacionais fez trilha do rio de janeiro ele estão ao longo da linha da central do brasil
no entorno das estações mec a idéia de que você deve avançar no entorno das estações para produzir habitação que mesmo distante do centro que possa criar uma conexão ela estava presente isso é uma recomendação expressa né é uma irmã foi expressa do néné do do iapi em relação à utilização dos conjuntos a idéia de habitação minas se combinava com a ideia de exportar para fora da moradia uma série de serviços que normalmente aconteciam dentro da moradia a idéia é ter uma uma creche para cuidar das crianças 10 você tem uma lavanderia coletiva a idéia de
ter uma cozinha mecanizada me pequena tudo isso está ligado a uma outra idéia presente aqui que a idéia de liberar a mulher dos afazeres domésticos e permitir que ela possa estar presente no mercado de trabalho é que ao mesmo tempo em que se produziu esses conjuntos nef que cresceu violentamente o processo de ocupação informal da cidade acresce o crescimento a multiplicação das favelas do rio de janeiro de roteamento clandestinas em são paulo nem aí a gente vê é exatamente essa situação é o conjunto e em muitos casos vai acontecer isso é um conjunto moderno né
e ao lado dele né a as favelas que crescem neste momento e ao mesmo tempo né nós vamos ter com as primeiras ações sociais da igreja indo para as favelas né e indo para favelas e começando é bom só velas é uma realidade que não poderá ser eliminada certo então a igreja é o primeiro setor muito preocupada com o avanço do comunismo nos anos 40 é muito prático comunista estava muito forte naquele momento depois da guerra ea igreja vai então começar a fazer ações sociais nas favelas e nem muitas instituições se criam nesse momento que
tem uma feição pública muito vinculada à igreja e o surgimento de alguns arquitetos no caso cláudio marinho rego em 63 que vai exatamente falar que a favela no lugar de marginais que a favela é na verdade ela precisa é se ela precisa ser planejada e precisa ser urbanizada na recuperação deveria ser feito através de um menu entender realizado imposto mas sim por um planejamento orgânico longo prazo enquanto a concepção do cd do ride era bom fazer um conjunto habitacional modernos com blocos serpenteantes com os serviços no lugar de novela estava aquela concepção do departamento de
habitação popular do rio de janeiro a concepção que começa a surgir aí já nos anos 60 e que é precursora do bnh é vamos remover pessoas para longe bom desculpe aqui demorei muito densa segundo momento que também é um é a parte mais central da minha pessoa é bom eu não tenho bem legal bnh miragaia é vamos assim é um analisa né ele analisa uma uma experiência anterior que era limitada a participar a partir da produção me massa certo então é produção de 4 mil e 200 mil unidades nelson já pensa em produzir 130 mil
então a gente percebe aí que em 20 anos se produzir uma quantidade enorme porque se montou o sistema financeiro então aquilo que não tinha antes era um sistema financeiro baseado no fgts no e na poupança o que vai permitir então que se faça uma produção em grande escala mas como a idéia é fundamental que a idéia da sustentabilidade econômica todos os recursos são retornáveis oliveira tinha pretensão trabalhador a poupança pertence ao poupador df montou um sistema de financiamento de longo prazo mas que tem que recuperar o que foi investido portanto quem não tem renda para
pagar fica excluído até que o sistema foi relativamente bem montado do ponto de vista de estrutura mas ele tinha um piso não é um título que inicialmente não era não era a classe média só ela citou popular é mas é um ser tão popular aquele que tinha carteira assinada que tinha renda fixa que tinha alguma condição de pagar uma prestação mas é isso vai gerar uma produção muito grande mais uma produção sobretudo de conjunto de pobre arquitetura mal localizados nas cidades que não está articulado um projeto desenvolvimento humano ou grande mobilidade e eu diria que
se perdeu uma grande oportunidade claro que aí também tinha os interesses da indústria da construção civil que era produzir né conjuntos em massa e é esse se coaduna com essa cidade cada vez mais segregada também aquela vez vai voltar para automóvel então nós vamos falando do período do milagre econômico do período do regime militar estamos falando do período pelo menos um automóvel do crescimento do zon fica no brasil aceleradamente mec vai gerar grandes obras viárias porque o investimento nem os recursos que poderiam eventualmente ser ensinados pra financiamento pra subsídio habitacional estavam concentrados em projetos principalmente
de mobilidade como esse que estamos vendo aqui né as grandes rodovias e estradas e energia que é o momento também que o zoneamento ea regulação urbanística ela vai ficar cada vez mais presente nas cidades e então proteção do proteção dos bairros nobres da cidade bem aqueles que claramente onde não pode verticalizar onde pode verticalizar a produção habitacional para a classe média financiada pela poupança e produção habitacional que baixa para baixa renda foi lançada pela dgs em grandes conjuntos habitacionais da periferia mas de qualquer maneira é o que eu queria destacar essa produção a onde então
essa idéia da reprodução em série que eu falei um pouco no período anterior ela bem empobrecida e precisa da arquitetura e sobretudo província no espaço urbano levo os os blocos cada vez mais colado nos outros os espaços entre as cada vez mais espaços residuais - espaço público e mais espaço residual é uma uma absoluta desconexão entre a implantação dos conjuntos e o sistema de mobilidade diz que não quer dizer que nós não tivemos projetos de qualidade no meio bem legais aqui é um projeto do carro barco afundar no rio de janeiro que é um projeto
interessante do ponto de vista da arquitetura e que também foi produzido no período bem agassi o mercado obviamente só produzir um segmento muito pequena da população o restante foi habitação informal na habitação informou que foi produzida e então todo esse período é isso aqui em recife é isso aqui em são paulo né isso aqui não é nosso tema imediato hoje mas é fundamental para que a gente possa pensar diferente perspectiva de intervenção quer dizer essa questão dada no país só informal enorme e que exige intervenção que obviamente não pode ter aquela intervenção ingênua do ride
que achava quer tirar a favela da catacumba e fazer um conjunto 70 antimoderno lugar dela tá certo porque né mas ao mesmo tempo que nós vemos que também tem estratégia porque esse processo aquele quadro de necessidade ele continua crescente que eu vou mostrar um pouquinho mais pra frente a finalizar aqui quando a gente faz o estudo do plano nacional de habitação nós temos um déficit acumulado que são a coabitação moradia precária mantém uma necessidade futura enorme em 15 anos o cálculo foi feito nós vamos precisar 23 milhões de novas unidades habitacionais no brasil certo então
essa questão é uma questão fundamental para que tempo nós arquitetos ele como é que nós vamos montar uma estratégia para atender esses essas necessidades futuras é pra que ele num né não olha para o retrovisor e veja bom a sociedade vai ser entendido dessa maneira com o loteamento precário com favela com moradia em palafita na beira de córrego com depredação ambiental tá certo então esse é o grande desafio que está colocado para nós que montar uma estratégia para poder pensar no futuro nem os treinamentos no problema da moradia porque as necessidades são crescentes e aqui
nesse período é um período muito interessante que é o que eu chamo às vezes um período de transição entre o bnh e o ministério da cidade mas é um período que é de certa forma ele foi um período muito próprio para experiências inovadoras prefeitos alternativas que lançaram algumas idéias que também passou a fazer parte desse quadro é de hoje não falei de muita coisa que começou lá atrás e que até hoje aí é que são exatamente é a necessidade de pensar projetos alternativos em conjunto com movimentos habitacionais com conjunto com a sociedade organizada com a
participação de arquitetos mas que não é mais o arquiteto que senta na prancheta técnica do projeto de investir mais do que 60 do computador e desenho conjunto mas que participa junto com a comunidade da na elaboração de projetos e de concepções e que possa dessa maneira é que possa dessa maneira encontrar produtos mais apropriados para enfrentar os problemas obrigou então no momento em que a crise social enorme a se pensar alternativas nem os movimentos sociais com a redemocratização cada vez mais a tipos de presentes mudando né por pelos direitos da época constituição vai então trazer
nem a ir à discussão direitos a ideia que a redemocratização e certa maneira a abrir as condições para atender às necessidades populares e se introduz alguns novas alguns novos paradigmas é um deles a participação é que a participação a que as políticas públicas tenham que ser feitas com participação e aqui nós arquitetos começam lentamente o que deve que é bom pensar habitação tem que ser pensado também 13 projetos participativos e não projetos que vêm prontos nós temos que pensar projetos habitacionais que incorporem a participação da comunidades porque porque a comunidade já constrói com nós mostramos
adaptação informal ela constrói ela viabiliza mão de obra lá comprou a brawn só que com uma qualidade sem uma base urbana adequada e sem uma assessoria técnica sem condições de poder enfrentar esse problema de maneira adequada então nesse crime então programas olhando seus participam através de mutirão digestão eo papel dos arquitetos esse processo que foi muito estimulado neste momento era o piloto estar junto pensando alternativas e rompendo aquela uniformidade dos conjuntos habitacionais do bnh outra coisa importante desse programa é a urbanização de favelas é uma organização que não necessariamente é só colocar sua infraestrutura embora
isso fosse essencial a combinação eventual né de construção de conjuntos com uma qualidade arquitetônica diferenciada que vai permitir o desapensamento da favela para abrir as ruas e pra poder dessa maneira é criar as condições para a colocação de infraestrutura e transformar a favela no bairro é isso aqui tudo é entre 89 e 92 da administração livre ondina depois disso vai gerar o favela-bairro no rio de janeiro vai gerar o pac de urbanização de favelas em nível nacional vai gerar vários programas de urbanização de favelas e outras cidades brasileiras e que até tem aí um pouco
um momento importante outra coisa é o direito à habitação no centro ea questão da proximidade do trabalho é com pedro então com esse padrão periférico coordenação da moradia aqui a gente viu outra situação um curtíssimo no âmbito do lote ea então nós vamos entrar aqui nossos desafios néné nosso momento mais atual que é o último período é é é que eu coloco um ponto de partida que o estado dá certo em todos os pontos de partida de períodos som bastante aleatórios né mas tem uma referência importante né estado é uma referência importante porque representa exatamente
a regulamentação da constituição no que diz respeito à função social da propriedade a utilização de novos instrumentos e simultaneamente para ficar no mesmo ano do estado da saúde a constituição brasileira foi modificado incorporou o direito à habitação como um direito que não era bem 88 habitação era direito só vira direito em 2000 então aqui nós é uma outra referência importante se no começo do século habitação passou a ser um problema se no na década de 30 e 40 passou a ser considerada uma questão social nos anos 2000 passou a ser um direito o que significa
uma mudança fundamental de conceito não necessariamente lhe atendido é mas ele ele é um conceito importante que todo cidadão tem direito à habitação então hoje a partir das necessidades de uma população não pode mais ser removida feita sem pensar uma uma alternativa habitacional não quer dizer que não aconteça mas se for levar ao pé da letra a lei né ela precisa ser atendida então é uma mudança fundamental e eu considero que essa é a nossa referência hoje e é a referência do que foi né a nova política adaptação que buscou exatamente é trabalhar com a
idéia de que um certo prazo nós temos que zerar o déficit habitacional do país e tudo isso tem que fazer dentro de uma perspectiva está lá em cima que é incorporar essas experiências alternativas e articular a habitação com política fundiária urbana saneamento e transporte ou seja pensar em política urbana não só a política habitacional é e aí foi né e pode ser que nós passamos aqui por um processo bastante importante disse a organização com a criação do ministério das cidades do conselho da cidade do sistema fundação adaptação os planos o plano nacional de habitação que
eu coordenei a assessoria técnica o parque de assentamento precário e depois minha casa minha vida que é onde nós estamos e estamos mal né porque o minha casa minha vida não incorporou integralmente as estratégias pensadas no plano nacional de habitação e essa política que nós pensamos havia atrás e os municípios acabaram reduzindo a tradicional localização periférica é na verdade uma produção aí de quase 4 milhões de unidades que foram contratar o baque de urbanização de favelas daquela gente vê algumas favelas urbanizadas a em são paulo aqui no rio de janeiro um plano inclinado da favela
escapou os nomes de alguns lugares mas da favela alienou atrás do de copacabana é favela do cantagalo na favela do cantagalo então aqui novamente a mesma idéia e nós lá atrás que eu mostrei de são paulo aqui alguns prédios de a aprendizagem está a favela eo acessibilidade é para chegar nas áreas altas que é absurda jogo é absolutamente fundamental porque né pode ser muito bonitinhas favelas assim no morro mas é chegar lá e levar uma compra é ter que subir com as acessibilidades então são intervenções importantes que foram feitas em relação algumas intervenções mas esse
tipo de nerd projeto conjunto habitacional né acabou sendo produzido minha casa minha vida eu não vou aqui falar toda a estratégia pensada no plano de habitação que seria uma outra palestra é mais exatamente isso que o plano a sua aplicação não propunha fazer ou seja consumo de casinha desse tipo isolada feita pela empreiteira tá certo com lugares em transportes em uma acessibilidade e evidentemente esse tipo de situação não é o que se pensou ou seja se construiu muito se conseguiu recursos para poder dar o subsídio mais se produzir de maneira adequada é um plano de
habitação que estava com o leque de programas por exemplo em lugares onde onde tem terra para fazer casa ao invés de fazer uma casa por empreiteira deveria trabalhar com a idéia do assessoria técnica eo lote urbanizado e financiamento de material de construção e poder ter projetos diferenciados e poder ter um custo mais baixo inclusive que pudesse atender mais gente né então esse tipo de coisas que são interessantes mas elas geraram uma arquitetura de péssima qualidade e aqui é uma outra situação que aí pra gente ver como também o município poderia ter um papel importante no
caso de osasco é esse também o conjunto do minha casa minha vida né que tem uma qualidade porque o município ou pensar o projeto foi uma iniciativa do município não foi parte de uma estratégia de uma política nacional aqui a gente vê um outro conjunto também tem aquela mesma primeiro explodia que nasceu aqui em são paulo aqui a gente vê um exemplo municipal de articulação de política urbana e política habitacional que a criação das leis das zonas especiais de interesse social é muitas delas localizadas aqui no centro da cidade é o que permite a ele
uma é uma localização adequada é da moradia mas isso aqui também obviamente depende de iniciativas dos municípios então pra finalizar né quais são os grandes desafios que nós temos agora já falei eu já falei de todos eles mas de qualquer maneira é o desafio que estamos aqui colocado para nós é quantidade e qualidade quer dizer como é que nós podemos trabalhar com qualidade quando se produzem em quantidade certo minha casa minha vida foi um exemplo disso mal feito e nós já tínhamos uma experiência que permitirá pensar isso diferente né se lá em porto alegre nos
anos 40 se fez um conjunto habitacional de duas mil e 500 unidades com que com 25 tecnologias diferentes porque não podemos fazer um conjuntos habitacionais com tipologias diferenciadas é é absolutamente sem sentido né quer dizer não ter se conseguido trabalhar nessa perspectiva se trabalha naquela idéia do da casa modelo reproduzida ao infinito até com um plano de intervenção na intervenção amboim do inteira a segunda questão fundamental é que a valorização do espaço público que está dentro de uma questão mais ampla que é a relação com a cidade acordou com sua habitação do construindo cidade enquanto
o conteúdo cidade de construir um espaço público é isso dialoga com uma visão de cidade a projetos habitacionais não podem não dialogar com o projeto de cidade e eles estão construindo cidades a gente considerar que a maior parte da cidade é constituído de habitação não é evidentemente é nós temos que conduzir habitação um espaço público em equipamentos sociais com mobilidade e evidentemente isso né também remonta a uma outra discussão que hoje é muito mais pequeno anos 70 captação das áreas consolidadas porque hoje é mais pertinente que não pretende conversar de cresceu muito mas queremos expandir
horizontalmente tenho certeza que em bauru é possível obrigar o dobro da população sem crescer 1 metro quadrado para a periferia das cidades então isso significa fica a pensar produção habitacional dentro sabe se eu vou ter um 23 milhões de novas moradias eu preciso disso no brasil nos próximos 15 anos nem o plano de habitação fez nesses cálculos nem eu posso a abrigar essa população dentro né dos dos espaços urbanos já constituídos né e não é isso exige também um projeto muito mais né a importância do projeto cresce com isso é a questão da participação e
da autogestão ela é fundamental porque ela também vai ser um elemento é de economia no custo da participação nem autogestão o outro empreendimento da casa própria no caso do caso individual né é um elemento que permitisse ponto de concluir melhor por menos e esse é um desafio para atender uma produção em massa é ter um produzir por menos com qualidade que a população consegue sem apoio nenhum do estado viabilizar bem ou mal marcado tinha acerto com o apoio do estado uma base urbana adequada né um apoio dos arquitetos é uma assessoria técnica nós vamos ter
uma produção de muito mais qualidade e finalmente enfrentar a questão da terra a terra na época eu vou falar assim a cidade dá para produzir o dobro da população de bauru dentro do tecido urbano dela só que eu tenho que enfrentar o problema da terra tem que ter uma política fundiária tem que inventar os vazios urbanos eu tenho que enfrentar o valor da terra exagerado né então é esse é um desafio fundamental para a gente poder enfrentar o problema é claro que sim muito mais desafios do que vestir mas eu acho que se resume um
pouco alguns dos dilemas que nós temos hoje na questão habitacional brasil mas há também pressão nenhuma outra coisa que é né compor um poder público que priorize isso que dê prioridade para esse tema é e principalmente poder por brasil não deu importância para quem fuma urbana não só para a questão habitacional para a questão urbana acho que foi bom para poder caminhar durante 100 anos nesta adaptação no brasil obrigado [Aplausos] [Música] [Música]