É [música] de noite Devil Gentini. [música] [música] [música] [música] Irra, olha, é dia das crianças, é de noite, estamos no ar. Ou em outras palavras, amigo, estamos aqui, como pode ver, hã, [aplausos] eu não virei um cantor sertanejo, não. Não é isso que tá acontecendo, não. Eu tô aqui vestido de UD do Toy Story. Acho que tá na cara, não é? Que tal minha imitação de UD? Tem uma cobra na minha bota. Que que você achou dessa? Nossa, coitada da cobra. Vai morrer com mau cheiro do fungo que você tem na unha. Aliás, eu não
tenho mais fungo na unha. Eu estou curado e peço aplausos. [aplausos] [música] Você também devia curar seus fungos que você tem por aí, tá bom? Aí, como pode ver, o Diguinho tá de buz lighter. Olha como ele tá elegante. [aplausos] Mas eu acho que essa caixa tá te tá escondendo sua fantasia, seu trage de buz. Vem, vem pra frente aqui. Vem pra frente. Olha só como ele ficou legal de buzz o Diguinho. Ó, ficou legal. Minha nave essa aqui. É, você sabe que se fosse um ano atrás ele ia tá parecendo o astronauta do Maurício
de Souza, mas agora tá de B, não é verdade? Tom cuidado, me respeite. E olha só quem é a nossa Jesse. Quem? Eu. [aplausos] Você. Você. Eu achei que eu achei que eu era Wendy. Wendy? Não, você é Jess porque parece um hambúrguer. Wendy. [risadas] A WBG. É verdade. Tava me chamando ali o Jess Fernando. Sou Wendy. Sou [risadas] Wendy. Se você tirar o chapéu parece o índio Jerônimo. Ó lá, ó. O lanche. Ó. Ô Ior, você quiser ir no banheiro. Eu não tô vendo o zíper. Eu fui três vezes mijar na calça porque não
tem um buraco, hein. Tá bom. A vida de brinquedo não é fácil, amigo. Miji aqui. E olha a nossa banda do trage a rigor. São os ETs do Pizza Planet. [aplausos] Eu gostei dessa máscara. É ótimo para saltar um banco, não é? É legal. Ótimo. Vai ser Yoda Klein. [risadas] E hoje nós vamos celebrar o Dia das Crianças em ritmo de Toy Story, viu? Hoje a gente vai comemorar o Dia das Crianças com o elenco brasileiro do Toy Story. Guilherme [música] Pix, Marco Ribeiro, Mabel César e Zé da Viola. E o trago. [música] [música] [música]
[música] Muito bem. Os nossos [aplausos] convidados dão a voz aos personagens e às músicas de Toy Story no Brasil. Estão aqui hoje para contar os bastidores dessa franquia, né, que até hoje encanta crianças de todas as gerações. É a primeira vez que um programa de TV reúne todos eles. Já que é dia das crianças, vamos celebrar com eles. Vai lá. Eu sou o Buzzlia. Eu sou a mulher vermelha. [risadas] A gente brinca mesmo, desculpa. Guilherme Brigs também. Marco Ribeiro, Mabel César e Zé Davi. [música] [música] [música] You got a friend in me. [música] You got
a friend in me. [música] [aplausos] Tudo bem? Um prazer receber vocês aqui nesse dia das crianças. Vamos celebrar com Toy Story. Que legal. Estamos aqui com o elenco brasileiro do Toy Story, todo reío. [aplausos] Ô Brigs, você é a voz do Buzz Lighter desde o desde o primeiro Toy Story. Desculpa. Humor humor. [risadas] [aplausos] Maravilhoso. Ai desculpa. Imagina desde o primeiro você é a voz do do Bans. Desde o primeiro. Desde 95. Você não era a voz do do Tim Allen? Não. E eu tinha 25 anos de idade e foi o meu primeiro papel pra
Disney e acho que foi o primeiro cinema que eu dublei e eu fiquei bem nervoso. Foi o primeiro e eh eh Disney foi o primeiro, acho. Primeira coisa é animação grande e longa foi esse aí. Éí, eu fiz teste com vários dubladores assim clássicos, né? Eh, eu achei que eu não ia passar, que eu era o azarão, mas aí quando eu passei, quando o o Garcia Júnior, olha, foi o Garcia que aprovou. Garcia Disney. Ah, ele trabalhava pra Disney na época. Isso. E tinha o Garcia Neto, que era o pai dele também. E aí ele
falou: "É, você passou, né? Agora vamos ver, né? [risadas] Do Brix, ele imita todos todos os dubladores clássicos. Você imita, né, cara? Vem cá. Eh, mas é engraçado porque quem faz o buz é o é o Team Allen, né? É oen. É o Team Allen. Só que você não era o dublador do Team Allen, né? Não. Então, e a Disney ela é muito criteriosa com isso, porque nós estamos aqui com o Ribeiro dublava o Tom Hanks. É, sim, sim. Você, você era a voz do Tom Hanks? Já fazia, já fazia o Tom Hanks e quem
faz o Wood é o Tom Hanks. Sim. Acho que todo mundo sabe quem faz o Wood é o Tom Hanks, quem faz o o Buzlight é o Team Allen. E e vocês e você a voz do Tom Hanks do Brasil ficou com Ribeiro a partir do segundo filme, né? Sim. É, no segundo filme, no segundo Toy Story, o primeiro foi o Alexandre Lipiani que fez, nosso colega que fez um trabalho magnífico, mas que teve uma fatalidade, um acidente, né? Ele também era voz do Tom Hanks e não, não, ele fazia o Wood, só só o
Wood, só o ele fazia o Superman na do J do J Ken, naquela série Clark, as aventuras do Superman. Sim, sim, sim. Perfeito, perfeito, perfeito. Mas é curioso isso. Não, ele ele era excelente dublador. Sim, sim. Mas quando, mas a voz do Wood é tão característica do Tom Hanks e a sua voz é tão característica do Tom Hanks que por [risadas] que eu não sei porque você não foi logo Tom Hanks de início. É porque teve um teste que foi o foi o Celton Melo, o Nizo e o e o Lipiani. E aí o Lipiani
ganhou. E aí o Lipiane ganhou para fazer e depois teve essa esse acidente, né? E eu assumi a partir do segundo. Aí como eu já fazia, eu até perguntei o Júnior outro dia desse, como é que foi mesmo o negócio? Ele falou: "É, como você já fazia?" Eu acho que eu nem cheguei a fazer teste. Eu já entrei direto e tentando fazer aquele mat voice, né? Tem uma cobra na minha bota. Você é o brinquedo de uma criança. O o meio estressado. Se fosse o o tom melô não ia ficar legal porque o o não
ia falar muito muito [risadas] Vem cá. Eu quero falar com a Amabel. A Mabel é dupla. Amabel tá online, [aplausos] ela tá nos vendo. Ela tá bem aqui. Amabel tá nos Estados Unidos, tá na na terra do Toy Story, né, Amabel? Você tá aí que lugar Estados Unidos você tá? Eu tô em Los Angeles. Los Angeles. E você dubla a como chama? A Jessie. É, desde o primeiro filme da Jess, que é o segundo filme. Então, desde a primeira aparição, desde a primeira vez que a gente viu a Jess até hoje, aliás, no último filme
a Jess é a protagonista, é você que dubla. Exatamente. Eu tô com ela desde 99, né, meninos? Meu Deus. 9 99. Meu Deus. Ela entrou junto com o Ribeiro, né, no segundo filme. Ô, Mabel, como é que você foi escolhida para ser a Jess? Na verdade, eu tenho que perguntar isso pro Júnior, porque eu tinha pouco tempo de dublagem e eu fui chamada para fazer o teste e eu era como Guilherme, eu era azarão, entendeu? Porque as meninas que fizeram teste comigo já tinham muito mais tempo de dublagem do que eu. Eu tava começando na
dublagem, então eu já tava muito feliz de estar fazendo teste. Só fazer o teste para mim já tava bom. E mais uma vez foi o Júnior que viu, ele visionário como sempre, entendeu que eu tinha Mat com a Jess. E aí eu passei no teste e eu lembro que eu falei para ele, eu nem sei o que eu fiz no teste e ele falou: "Não se preocupa, não se preocupa, porque eu vou te guiando, porque você é a Jess. Não se preocupa. Sensacional. Quem que é, quem que é a americana que faz a Jess?" Ah,
é aquela atriz que fez a família Adams. Ah, Joan Kusak. A irmã do do do Kusak, né? Do John Kusak. Exatamente. É aquela que faz a diretora da escola do rock com Jack Black. Ela é diretora da escola. Exatamente. Pros três, a pergunta, antes de eu chegar no nosso amigo Zé da Viola. Eh, o que que, qual é o segredo de um bom dublador, Brigs? Ah, é porque as pessoas acham que é voz bonita, né? Que é você ter uma boa oratória, você consegue falar bem. Não é isso. É mais a passar a verdade absoluta.
A pessoa tem que sentir que não tá dublado, que o personagem existe realmente, que ele tá falando em português. E você tem que fazer a tradução não só da do diálogo, mas das emoções também. Elas têm que passar uma verdade pra gente que é do Brasil. Não é só botar caquinho, piadinha, essas coisas, não, mas que pareça que tá respirando, ganhou o sopro de vida ali, realmente, entendeu? E isso é acima de tudo. Passar a verdade é uma coisa muito difícil. E o Ribeiro é o nosso o nosso trabalho, ele é interessante porque ele ele
é bom quando ele não é notado. É, quando você não nota que é dublado é porque ele tá bem dublado com as labiais certinhas, com os p, os bis que a gente tenta modificar eh frases, palavras, para poder colocar os ps e os bis ali e certinho. E essa verdade que o que o que o Guilherme falou de você passar a emoção, por isso que muito mais na dublagem do que voz, do que tudo, é interpretação. Ah, e vai fazer a leitura das expressões faciais das isso é importantíssimo. E a gente às vezes não consegue
porque tá tudo preto só com que tem às vezes microexpressões faciais, né, que se fala, tem umas coisinhas que você pega que se você der ali acentuar ou diminuir, nossa, ganha uma vida atual. Isso faz a diferença. Mas quando não é ator, é um desenho animado, como é que você passa a expressão? Também tem, também tem. Só que agora, Danilo, às vezes a gente dubla em tela preta. Tela preta só com com um buraquinho aqui, né? Para poder É, abre assim, para poder para poder ficar é protegido. Acho que eles pararam com isso agora. Não,
agora eu tô fazendo uma série que tá completamente assim ainda. Ah, por questão de spoiler, segurança. Aí abre uma ilha assim, aí a pessoa fala, depois fecha. Aí fala aqui, depois fecha. que aí você fica sem ver a expressão da, eu tô fazendo uma série assim agora, eu fico louco quando toda vez que eu vou fazer, porque ela é preta e branco e tal, e com aquela boquinha aqui assim, você tem isso pra gente dublar é horrível. Uma vez eu perguntei e tinha um filme que tava esse negócio, né? Acontecia uma coisa, várias frases assim,
eu tava dirigindo o filme, eu não tava entendendo o que que era. Aí [limpando a garganta] eu pedi para falar com com o moço lá do da produção do filme lá na Inglaterra. Aí pedindo para ligar por telefone. Aí quando eu falei com o assistente lá, ele e não sei. O cara também não sabia. Vou ter que falar com o diretor. Você espera alguns dias. Tá bom. Mas tive que esperar. Esperar para falar com o diretor. Mabel, e qual que é o segredo de uma boa dublagem para para você? [limpando a garganta] Complementando o que
os meninos falaram? É tudo isso aí que eles falaram. E eu sempre falo que ator dublador não pode ter assinatura. Então não é aquela coisa, ah, é a voz de sempre. É sempre aquela mesma voz. Eu preciso ser capaz de eu tô dublando a Jess, então eu não sou a Mabel, eu sou a Jess completamente entregue. É como se tivesse um cordão umbilical de mim para ela. E aí depois eu vou dublar um filme de terror. E aí eu sou outra atriz com outras entonações. Eu não preciso e não posso ter nenhuma assinatura, senão não
fica aquilo que o Gui falou. verdadeiro. Que doideira isso tá dizendo, porque quando a gente quando você assiste uma coisa e fica achando que a dublagem tá invisível, como o Marco falou, que é a melhor dublagem do mundo, é a dublagem invisível, você não percebe que tá dublado é porque tem muita verdade. Se você percebe, olha aquela voz, olha não sei que lá, se você começou a perceber demais a dublagem, é porque o ator dublador não conseguiu ser verdadeiro o suficiente para est entregue. Que legal. Muito bom. É que é muita inteligência mesmo, muito preparo.
Eu eu quero usar esse espaço aqui para falar que os dois são geniais. S, mas vocês todos são geniais. Eu vou falar aqui na tua cara de novo. [risadas] Mabel é um gênio. Assim, o vocês todos são geniais, sem dúvida alguma. Eu quero continuar falando de dublagem, mas agora eu quero falar [limpando a garganta] um pouco com o Zé da Viola que tá aqui hoje, não porque é um dublador, mas porque é o intérprete do do de uma das principais vozes do Toy Story, que é a [aplausos] música. [aplausos] Porque a a a trilha também
é uma das vozes do filme, não é? A gente vê, sei lá, o Indiana Jones, você tem a voz do do do ator, mas a trilha é uma das vozes e e uma dessas vozes do Toy Story é a música que no Brasil muito conhecida como amigo Estou aqui, né, Zé? Como é que você foi escolhido para fazer essa em inglês? Como é que é? E o e o got a friend. Aliás, seu timbre é muito parecido com foi aí. É, veio daí, veio daí. O Randy Newman. É o Randy Newman. Como é que foi
a história Zé? A história é o seguinte, eu nós, eu tinha um trio com meus irmãos, meus dois irmãos. Você é do Rio? Sou. Aham. Aí nós estávamos gravando, eh, fazendo um um CD, né, lá no estúdio do do onde ele foi gravado Toy Story, mas eu não não sabia de nada, de filme nenhum. Aí acabamos de fazer o CD, nós estamos lá no bar, saímos no bar, tinha acabado de fazer tudo. Aí sentamos no bar, tomar cerveja, daqui a pouco veio o rapaz lá do estúdio e falou assim: "Zé, o o coisa quer falar
contigo, Marcelo quer falar contigo, Marcelo". Eu falei: "Ué, que que os três, né, nós estamos gravando". Não, não é só você. Falei, será que eu deixei de botar alguma voz ali? Tenho que acertar alguma voz. Não, vamos lá. Aí ele chegou, o Marcelo virou para mim e falou assim: "Zé, olha só, nós estamos com filme aí, os dubladores já tá certo, agora tá faltando o músico e queria que você fizesse um teste lá, a gente mandava um negócio láini para ver se eles apoba, brinquei, tem que pagar alguma coisa? [risadas] Tem que pagar alguma coisa?
Não, não é de graça." Falei: "Então tá legal, vamos embora". Aí eu levei para casa a fita para poder aprender a a letra em português, sabe? e aprendi. Fui lá, fiz o teste. Aí foi um negócio maravilhoso. Quando Marcelo me ligou, é você que vai cantar tua história. Eu falei: "Pô, que maravilha, mais, mas não dá para imaginar outra pessoa. A voz, a voz é idêntica. A voz é idêntica. E mas a, mas a versão, a letra não é sua, você só faz a interpretação. A letra é do Marcelo Coutinho, que foi o maestro que
era era dono da empresa e o diretor musical. Ô, Zé, eu posso pedir para você dar uma palinha? Claro. [música] Pera aí. [aplausos] Ah, vocês abordem. Pera aí. Você sai o soldadinho [música] do Toy Story, é isso? Confuso. Você já viu Toy Story? Já? Não, não precisa apontar a arma, irmão. Você já viu Toy Story? Já. Você lembra do soldadinho? Soldadinho que caiu dentro do do vidro. É verdade. Esse soldadinho aqui, ó. O que que acontecia pro soldadinho? Como é que era quando alguém falava que o Andy tava chegando, o soldadinho o que que fazia?
Ei, pessoal, o tá chegando. Pronto, o tá chegando. Graças a Deus. Obrigado, Ribeiro. Pronto, agora você fica aí parado. Você fica paradinho aí. [aplausos] Nós vamos ficar paradinho quando tá chegando. Você tem que ficar parado agora. pedir pro Zé da Viola dar uma palinha para nós. [música] Amigo, estou [música] aqui. Amigo, estou aqui. [música] Se a face é ruim e são [música] tantos problemas que não tem fim. [música] Não se esqueça que houvem, amigo. Estou aqui. [música] Amigo, estou aqui. Amigo, estou aqui. [música] Se seus problemas são meus também. [música] Por isso eu faço por
você e mais ninguém. O que eu quero é ver o seu bem. Amigo, [música] estou aqui. Os outros podem [música] ser até bem melhores do que eu. Bons brinquedos. Porém, porém [música] amigo seu, é coisa séria, pois é opção. [música] Viu, o tempo vai passar, os anos vão [música] confirmar. As três palavras de proferir. Amigo, [música] estou aqui. Amigo, estou aqui. Tem uma cobra na minha. [música] Amigo, estou aqui, [música] amigo. Estou aqui. [música] [aplausos] Obrigado. Obrigado. Obrigado. [aplausos] Olha, essa música é muito legal. E na sua voz, ô Zé, é sensacional, viu? Sempre que
eu ouço arrepia. É uma das é uma das melhores coisas da adaptação brasileira. é o seu trabalho e eh nessa voz, viu, Zé da Viola? Sem alguma, viu? E posso falar uma coisa para vocês? Essa música de amizade me inspira. Se um dia qualquer um de vocês estão aqui precisarem de alguma coisa, vocês têm parente, tem pai, tem mãe, tá? Vai falar dinheiro, vai pedir no banco, não vai falar comigo não. Mas ninguém, quer dizer, mas ninguém espera algo de você, otário. Ah, mas deixa, deixa o o o Zé da Viola, por acaso, é parente
do Paulinho da Viola. Nossa, que bom, [risadas] pô. Tivesse aquele gênio. Tá certo. Ó, deixa eu, eu quero ver o o Marco, Amabel, Guilherme, eh, quero ver o trabalho deles em ação. Põe um trechinho aí. [aplausos] Vocês, a gente acabou de ver uma cena que vocês três estão juntos, mas vocês não estão juntos na hora da dublagem. Não, não. A gente grava, grava separado. Antigamente era todo mundo junto, né? A gente trabalhava às vezes no estúdio com 12 pessoas, 20 pessoas, chegaram a fazer algum Toy Story e todo mundo junto? Não, Toy Story já era
todo mundo separado. Já era todo mundo separado. Mas é, a gente chegou a fazer muito filme. Por exemplo, teve um filme clássico Platon, que tinham 20 pessoas dentro do estúdio fazendo. Que que você faz no no Platon, Charlie Team? Não, né? Platon não. Eu fiz o Charlie Tin muitas vezes depois. Mas não, não é você, Half. É você, é você, é você. Eu fiz o primeiro ano, o segundo eu acho. E depois eu, eu tive que sair. Era da casa, né? Jogar a gente no meio dos cobrões ali, os caras mais antigos, né? Eles ficavam
olhando a gente assim, a gente marcando o texto com a mão tremendo, né? Era mais ou menos assim. Palava de fogo. Aliás, assim, o o Guilherme já teve aqui algumas vezes e o o Marco tem que voltar porque hoje nós estamos falando de Toy Story, viu, Marco, mas eu queria que você voltasse para nós falar da sua carreira que tem muita dublagem legal. Homem de Ferro. gênio bilionário que entrou. É, [risadas] em breve vou pedir para você voltar, mas deixa eu falar agora. Põe o personagem e o dublador do lado. Eu vou pedir para vocês
fazerem uma algumas frases que o público quando vê vocês na rua pede para repetir. Vamos lá. O brigs primeiro. Ah, ah, sim. Tá, tá, tá. Ah, bom. Eh, teve uma vez que eu tava no banheiro. Posso contar essa história? Pode, pode. É, eu tava no banheiro, eh, do Por que eu tô falando isso? [risadas] Eh, no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, eu tava fazendo xixi. Isso também não é importante, não é relevante. E aí quando eu saí do banheiro, um cara me reconheceu, né? Aí falei: "Ó, Guilherme Brigos, dubador do bus, você pode
falar assim: "Ao infinito e além, todos aqui no banheiro estão, estamos indo ao infinito e além". Eu falei: "Mas aqui dentro do banheiro não, a gente pode sair. Deixa eu lavar a mão primeiro, porque se eu falar aqui, as pessoas vão perder a concentração lá dentro da casinha. V [risadas] vamos sair." Aí eu falei, "Estamos aqui no banheiro indo ao infinito e além". [risadas] [aplausos] Acontece o infinito. O infinito e além é a grande frase do Buzz. É. E também o afirmativo metrossexual de plástico. Mas essa daí não tá no original, não. Essa aí eu
não sei. Foi um espírito que falou comigo na hora. Eu olhei pro Garcia Júnior. Garcia Júnior tava conversando ali, isso aqui tava dirigindo. Eh, e aí não sei, um espírito falou assim: "Metro sexual de plástico". Porque ele tá falando com o Ken e no original era assim: "Ah, boneco de plástico, uma coisa assim". Eu acho que eu vou falar. Eu olhei pro Júnior, acho que ele tá de bom humor hoje. Afirmativo metrossexual de plástico. Quando olhei o Júnior tava assim, achou legal, cara. Só tem bandido aqui, meu Deus. [risadas] Eu vou pedir agora pro Marco
Ribeiro. Vamos lá. Eu vou pedir pro Marco falar a as principais frases do Wood e o pessoal pede na rua para você falar elas. Ah, sim. Eh, tem uma cobra na minha bota. Você é um brinquedo de uma criança. Você é um brinquedo. [risadas] Bem legal. [aplausos] Se param muito na na rua. Ô, ô, Marcos, ficam enchendo o seu saco. Ô, fala, tem um brinquedo que que mais pedem para você falar. Não, eu acho engraçado. E o dublador ama isso, viu, gente? Vocês, se vocês encontrarem um dublador, faça isso que o dublador ama. Imita aí,
imita aí. Você faz o [risadas] Imita aí, imita aí o Wood. O dublador ama isso. Não é brincadeira. Mas, mas o pessoal pede muito pra gente fazer, né, assim, em festa nos reconhecem já, eh, crianças e tal. E é isso. Tem uma cobra na minha bota. Dependendo do ambiente onde você tá, fica meio esquisito, né? No ambiente aconteceu comigo no banheiro também, mas eu tava saindo do banheiro. A pessoa pelo menos ficou na porta esperando. [risadas] Saindo, mais educada. Por que que eles queria que você fal tem uma cobra na minha bota? É isso no
aeroporto também. Assim, tem uma cobra na minha bota aí fica estranho. E a Mabel põe aí, Mabel. Qual que são as principais frases da Jess que que pedem para você repetir? Eh, irra, é você? É você, é você, Lud. Nossa, a a Amabel, [aplausos] posso posso interpretar, então, por favor? Irra, e você é um Nossa, mas é igualzinho. Cuidado, [aplausos] bom. Cuidado, Mabel. Cuidado que no próximo Toy Story, no Toy Story 7, já seis, no Toy Story 6 pode ser que você perca seu lugar pro Igor oura. Tô de olho, tô de olho, tô de
olho. Ô, Júnior, quê? É, eu pro Marco, ele ele faz um personagem que é um dos meus desenhos preferidos, Yusuk Uramche. Eu gostaria que você me desse um leigan. Eu tô pronto para receber esse golpe. Vamos lá. Então, você fala, seu idiota. Liga é rapadura doce, mas não é mole não para o bonde que Isabel caiu. Liga. [risadas] [aplausos] Obrigado. Obrigado. Ô Mabel, você tá mais você, você você tá você tá um pouquinho mais ferrada que o Brigs e o e o Ribeiro, porque num dia que eles estão de mau humor, o o Ribeiro pode
falar: "Ah, tem a cobra no meu sapato". Você tem que, você tem que se empolgar, não tem como você falar isso. Ah, hoje eu tô chateada. Hã, eu não tenho a menor chance de est mal humorada, até porque a Jess ela é sempre tão positiva, ela é sempre tão para cima, ela resolve tudo, ela faz tudo, ela anima todo mundo. Então eu não tenho chance de estar de mau humor. É igual o Igor quando tem que trocar de roupa, de figurino, não é, Igor? Sempre de bom humor, não é verdade? sempre rindo. Ô, [risadas] ô,
ô, Zé, você já amigo estou aqui, não é a única música do Toy Story que você emplacou? Qual que foi a outra? A outra tem a a coisas estranhas, né? E quando ele chega, você pode fazer a parinha para nós quando o Buz chega, né? Quando ele chega no no quarto do Wood, né? Canta também. Aliás, é, quando você tá por aí, o pessoal te reconhece muito, fica pedindo para você cantar por aí. Olha, e às vezes sim, às vezes eu tô no bar tomando adoro uma cerveja. Claro. Aí tô lá no bar e o
cara já sabe que eu canto tua história, ele bota música lá no bar, mano. Sabe aqui aí pessoal tá olha o cantor aí do do do Toy Story. É esse aí que tá sentado do Toy Story. Tinha um barzinho que eu tocava lá no na Vista Alegre Story. Aí a dona do bar chegava falou assim: Zé, o bar tá cheio, fala que você gravou tua história. Eu falei não, não vou falar. É isso. Não, parece que eu tô querendo aparecer. É, não é verdade? Ah, não, não, pô. Fala. Não, não, não, não vou, não vou
falar não. Tá bom. Aí tô lá tocando e o bar é embaixo e um prédio em cima. Ela pega o microfone. Quando eu tô no intervalo, deixei o telefone, o microfone ligado. Ela, gente, olha só, eu quero fazer um comunicado aqui. Esse meu cantor aí é o próprio que canta a música do Toy Story e Vida de inseto. Pronto. Meu Deus, acabou sua paz. Acabou minha paz. Aí, vai cantar tua história aí. Tá bom. Lá vou eu aí que cantei a música. Desce [limpando a garganta] um cara do do morador no prédio. Cara, você fez
minha infância. Eu tava tomando banho. Eu falei: "Mãe, ele tá aqui [risadas] com roupa de roupa saber. Eu não vi o cara. Olha só, tem uma missão pro nosso pelotão. Certo. Quem que é o capitão aí do pelotão confuso? É você. Você é o capitão. [risadas] Você é o capitão do pelotão. Certo. Eu tenho uma missão. Eu tenho uma missão agora. Vocês querem uma missão, tá? A missão é a seguinte, meu. Posso chamar como? Capitão. Capitão. Capitão o quê? Chão sujo. Capitão porcão. Capitão porcão. Eu queria que você [risadas] missão agora é que o Zé
da Viola vai cantar. Qual é? É qual que é a música, Zé? Coisas estranhas. Coisas estranhas. Eu quero que o nosso pelotão faça a melhor dança possível para essa música. Essa é a missão. Combinado. Combinado. Manda bala, Zé. [música] Eu era o maioral para mim esticava [música] e com meu velho [música] chapéu eu mantinha a ordem fim. Mas aí [música] lá do céu, esse cara despencou um foguete dizendo [música] umas coisas estranha demais para mim. [música] Estranhas demais para mim. estranhas [música] estranhas e mais [música] para mim as que eu me vim. Vejam só, amigos
meus [música] sumiram num piscar. Eu penso o que é melhor [música] para me afumar. Eu [música] era líder, tinha poder, mas tudo acabou. [música] E então o seu mim desmoronou. [música] Eram coisas tão estranhas [música] e mais para mim [música] estranha. estranhas [música] e mais para mim as que eu me vi [música] estranhas. [música] Estranha. [música] Uh! Obrigado. [aplausos] Obrigado. Queria pedir pro nosso batalhão. Nós estamos aqui com o elenco. Isso é coisa estranha mesmo. Esse batalhão é coisa. Estamos aqui com o Fica quieto, soldado. Tá obrigado. Ó, nós estamos aqui com o elenco brasileiro
do Toy Story, uma das das principais animações da nossa época da humanidade. Você tá se reportando ao capitão porcão. É capitão porcão. Você ou o soldado Negas, o soldado Elvis Porteiro. Ah, você é sargento. Desculpe. Sargento Elvis Porteiro. E o o Tom é o quê? Eu sou o capitão da rima. Capitão da rima. Algum de vocês tem alguma pergunta pros dubladores do Toy Story? Manda mais uma música para nós. Isso não é a pergunta. Isso não é a pergunta. Ô Danilo, faz um exercício de dicção com eles. Fala é sargento chão sujo. Três vezes. Vai
lá. Sargento chão sujo. Ordem. Batalhão em ordem. Somos judados. Batalhão confuso. Fala capitão. Não, sargento. Sargento. Sargento. Chão. Comanda sua tropa aí. Sargento. Comanda sua tropa. Vai lá. Comandando agora. Respeita. Vocês não entenderam nada. Vocês não entenderam completamente. Olha, juntando aqui não dá um cérebro, pelo amor de chegar. Algum de vocês chegaram a conhecer a a a o criador do Toy Story? Alguém vocês? Ai, essa é uma longa história. É uma longa história. Não conta. Você manda. Teve lá a pré-estreia, né? Dois. Foi do dois, eu acho. É. Aí eu eu soube agora no camarim
também porque para mim o brig tinha ido. Mas você não foi, né? Não, você não foi. Eu fui, mas eu saí aqui no Brasil. Isso, aqui no Brasil. Aí foi o Ler, o John Lester tava o criador. E aí eu eu saí, acabou a sessão, acabou, eu fui embora. Aí o Garcia Júnior ficou danado. Cara, como assim? Como é que vocês vão embora? Vocês como pai que ele fala? Como é que vocês Ele vai brigar comigo, ele vai brigar com a gente. Ô, como é que vocês vão embora? Com John Lester ali fazendo igualzinho Garcia,
bicho. Não igual não, cara. É igualzinho. Ele vai brigar comigo. E aí ele ficou danado porque eu fui embora, o Brigs não tinha. Vocês saíram no mundo, vocês saíram, foram embora. Aí só sobrouel. Ó o infinito é além do banheiro, cara. [risadas] A Mabel ficou. Mabel ficou e encarou o homem. Vocês não sabem, mas vocês sabiam que ele ia? Eu lembro. A gente até sabia, mas não, eu não sabia, cara. Eu não lembro porque que eu não fui. É, eu não me lembro porque eu f Não, mas eu eu eu já sou um cara assim.
Se alguém falar assim: "Meu, você tem que ficar aqui porque o chefão tal cara vai tá aqui, é aí que eu vou embora mesmo, velho. Tamos junto". Então, talvez tenha sido isso. É aí que eu vou embora. Eu só quero, eu quero trabalhar, ir pra casa. Eu quero trabalhar, ir pra casa. Aqui Silvio Santos, Silvio Santos tá lá e tal. Falei: "Então vou por aqui, eu não quero, ele é o chefe dono de tudo. Eu não quero ir lá puxar saco também. Vai, o cara me manda embora. Sabia que eu emitiu o Silvio Santos no
Fricasoide e saiu acho que no portal do SBT assim dublador e imita Silvio Santos? Eu tive quase uma parada cardíaca que eu achei que ele ia me processar. [risadas] Se Santos processasse quem imita ele? Não, eu li rápido assim, falei: [risadas] "Ah, tá, ele gostou. Ah, ele gostou. Ô, Mabel, mas você conheceu o criador do Toy Story? Como é que foi esse encontro? Eu conheci, mas eu lembro que eu fiquei muito estatelada e era muita coisa, como eu falei, eu era muito nova, tinha tava começando na dublagem e aí alguém me apresentou a ele e
eu lembro que ele pegou no meu ombro e falou assim: "A sua Jess é extraordinária". Falou em inglês e eu fiquei meio tonta. Eu falei: "Ah, e tá thank you, thank you." Porque sabe que umaada, thank you. Mas é, thank you. E aí ele riu assim, alguém tirou uma foto, nossa, aquela coisa veio no susto e já foi embora. E eu não tinha noção, eu não tive muita, sabe, noção da do que tudo aquilo representava, sabe, naquela época. Vocês fazem muitos eh eh nos Estados Unidos isso é muito comum, né? os talentos envolvidos em propriedades
assim, eh eh viajam bastante em eventos para fãs, vocês fazem muitas coisas relacionadas ao Toy Story aqui. Nossa, bastante também, né? Toy Story também a gente fala eh da nossa carreira assim, é pr para evento específico do Toy Story, mas para evento a gente vai direto é de dublagem fácil, né? É. E o o o o Zet requisitam muito por causa do Toy Story. Sim, já fiz muita viagem já. São Paulo foi mais de seis vezes que eu vim para São Paulo fazer show aqui, entendeu? E Brasília e eh eh e Paraná, né? Paraná, muitos
lugares. Minas te chamam muito para aniversário temático, Zé. Ah, [risadas] ele fez o aniversário do meu filho. Meu aniversário de de um ano do meu filho. Eu fui de de UD. Eu tava de UD, ele também de UD e eu chamei o Zé, convidei o Zé para est lá conosco. Foi muito bom. Foi muito bom. Você me pagou. Ele me pagou. Ele não te pagou ainda, Zé. Denúncia. Denúncia. Capitão porcão. Foi sem querer. Capitão porcão. O Marco Ribeiro tá devendo o cachê do Zé da Viola. Como que a gente resolve? Proceder. Para dever para ele
tem que dar um tiro. Não, não é porcão. Calma, calma, calma. Nãocão, não faça isso, por favor. Brinquedo. Chama B. Chama B. Você é um brinquedo. [risadas] Brinquedo. Tá devendo seu máximo é R$ 5.000. Vem cá. Ô, vocês e recentemente, agora não tem poucos meses atrás, dois meses atrás foi o Toy Story 5 que saiu. É, é um pouco mais. Um, dois meses, dois, três, três meses. Agora no meio do ano, no verão americano, né? Vocês compareceram no na na pré-estreia. Préreia. É, mas aconteceu um negócio, foi uma pré-estreia porque tinha chovido muito em São
Paulo, desabou o mundo em São Paulo, a luz piscou umas três, quatro vezes e teve uma hora que que acabou mesmo tudo na hora que tava passando o filme e tava passando o filme, chegou a passar a cena uns 10 minutos. É. E aí a a a o pessoal do marketing da Disney falou: "Olha, vamos esperar uns 15 minutos aí para ver se a luz volta". E eu tava doido para para, né, falar, introduzir o Zé, apresentar o Zé. Falei: "É agora?" Aí eu levantei a mão, falei: "E será que ele pode cantar pra gente
enquanto isso?" E aí pegou o microfone e ele cantou na sessão. Foi um vídeo que estourou a internet. Ele cantou e mais nada. O filme não voltava. Você foi a grande atração. Foi o filme o filme não era um link, né? Segurou a noite. No fim. Quem salvou aquela noite não foi o Wood, nem a Jess, nem o Buzz. Foi o Zé da Viola. O Zé da viola. [aplausos] Manda. E a gente foi no banheiro. Pera aí, deixa eu explicar. A gente foi, você tem muita história no banheiro, né? [risadas] Bor que eu tava pior
que eu tava nessa. A gente foi no banheiro, né? E aí o Marco tava fazendo xixi lá. Eu tava fazendo xixi aqui no escuro, né? E tinha alguns fãs ali também. E aí eu falei: "Marco, eu faço a voz do Mickey, né?" Aí eu falei: "Marco, a gente tá no [risadas] quem é que tá?" Aí a gente falou assim: "Marco, a gente tá no mito". [risadas] Aí um fã começou a rir e falou: "Posso tirar uma foto com você?" Falou: "Deixa a gente lavar a mão primeiro, sair do banheiro". Depois fã os fã adora te
ver no banheiro. Você faz a voz do Mickey. A Mabel faz a da Minnie. Isso é é isso aí. Como é que você foi escolhida pra voz da da Minnie? Na verdade, eu fiz teste pra Margarida. Ah, sim. E aí quando eu encontrei o diretor no corredor, algum tempo depois, eu perguntei se eu tinha passado, ele falou: "Não, não." Aí eu falei: "Poxa, tá, obrigada". Aí numa semana depois ele me encontrou novamente, falou: "Passa na sala da produção para dar sua disponibilidade, porque a gente vai começar a gravar o Mickey." Aí eu falei: "Não, mas
eu não passei, menina. Eu não te falei, você não me falou". Aí ele, ah não, você não ficou pra Margarida, você ficou pra Minnie [risadas] e o Guilherme pro M. Aí eu falei, tá, então tá bem. [risadas] A minha história, eu lembro que mais uma vez eu cheguei no estúdio. Não, não é ban, eu tenho uma história. Eu cheguei no estúdio e eu não sabia que voz eu tinha feito. E aí, porque eu tinha feito uma voz pra Margarida e aí eles tiveram que achar o meu teste para poder encaixar, para eu me lembrar, para
poder fazer para Minnie. E a gente já faz há quanto tempo, Gui? 20 anos. 20 anos. É, é difícil. Eu tô te colocando em fria. Se eu pedir para você como que seria a voz da Margarida e como que é da Minnie? Você lembra? A Margarida ela não é tão aguda a Minnie. E a Margarida ela não é, desculpa os fãs da Margarida, ela não é tão doce quanto a Minnie. É, não é para menos, porque ela namora o Patal, que é um grosseirão. [risadas] Como que é a Margarida? Exatamente. E ela é meio e
ela é meio atrapalhada também. A Margarida ela vem até vim ficando cada vez mais atrapalhada nos últimos tempos. Então eu lembro que era uma coisa um pouco mais assim, um pouco nem tão doce, um pouco mais colocando a voz mais aqui assim. Aham. E a min? E a Minnie eu coloco toda na cabeça, bem fininha, e penso sempre que ela é um coração em pessoa. E como f Então ela é Aham. Você tá divertido. [risadas] Vamos fazer outra é outra voz demais demais demais. É outra voz. É outra [aplausos] pessoa. A escola do foi através
de padrinhos mágicos. É um outro desenho. Eu não sei porque a Disney tava checando os desenhos do Padrinhos Mágicos e tem um episódio que o Mickey eh tá no, o Mickey, o cosmo do Padrinho Mágico tá nos anos 20, aí fica meio preto e branco. E aí eu falei: "Acho que eu vou botar a voz do Mickey para brincar, né? Eu fiz a voz do Mickey ali, né? Fiz a vozinha do Mickey. Aí o Júnior falou: "Ô maluco, você botou a voz do Mickey no Padrinhos Mágicos?" Eu falei: "Não, desculpa, ele vai me processar, vai
te processar." Mas Júnior, desculpa. Não, ficou legal uma cara, pô, tu botou o mick ali. Não, tudo bem, tá bom. Aí passou um tempo e aí vagou o Mickey, né? Eh, precisaram de um novo dublador. E aí ele falou: "Ô, maluco, bota a voz do Padrinho Mágico no Mick para você ver se você passa no teste". Aí aí eu passei no teste do Mick demais. Ô Zé, tem uma outra. Quantas músicas no Toy Story você colocou? Quantas músicas? Quatro. Quatro. Quatro. Dá uma palinha de mais uma. Essa aqui vou fazer no na capela. Na capela.
Na capela. Vou pedir pro nosso batalhão fazer uma outra dança. Capela. Tudo bem. Essa música é quando Buzz Light ele vê na televisão lá no acho que é no shopping, né, que ele não é mais o Buz Laiti, ele é um brinquedo. Aí eu começo a cantar numa nave [canto] espacial, navegando voo no espaço se dera, o meu sonho se desmanchou. Descobri agora quem eu sou eu. Vim em paz. Voar eu não vou nunca mais. Tudo que eu quis enfrentar, tudo que eu pensei ser um al fumaça no ar. Eu fiz desaparecer. Nunca mais voar
até onde ninguém foi. Jamais voar. Eu não vou nunca mais. [aplausos] Não pode ser. Vou voar. É só eu querer. Tal qual ave não abasta crer e voar. É voar. É voar. Eu não vou nunca mais. [canto] [aplausos] Essa música, essa música ela tem uma peculiaridade porque ela começa num tom e termina no outro. É total. Começa num som, ela termina no outro. Isso aí tem que tem que ser alguém que sabe o que tá fazendo para cantar. tem que saber o que tá fazendo vocês. Já porque o dublador não é alguém que faz vozes,
é um ator, é um é trabalho de atuação, não é? E quando você atua, você se envolve com a história, com os personagens. Vocês conseguem se se envolver como espectador antes de se envolver como dublador? Então, vocês primeiro assistem o filme inteiro ou vocês vão assistindo conforme vão dublando? É assim, os trechinhos, né? É, a gente vê só os trechos que a gente tá dublando, né? Mesmo assim você é vocês. Sim, sim. Por exemplo, eu fiz, eu fiz o o bota casaco, tira casaco, que era o o senor, o cara tem kidco, tira casaco. Tem
uma cena lá muito específica que ele diz é como ele se acidentou e que perdeu o filho e a mulher no acidente. E eu fiz aquela cena toda chorando. Então a a diretora e a supervisora tiveram a sensibilidade de deixar eu fazer a cena e depois consertar uma coisa ali. Mas eu fiz aquela cena literalmente chorando. Ó, o filme do Brandon Fraser, A Baleia. Eh, eu eu fiquei doente, a minha imunidade caiu porque o filme é tão pesado, é tão denso, tão triste, que eu eu tive um pouquinho de crise de choro e aí depois
eu fiquei mal e fiquei com febre. O príncipe do Egito, Moisés, eh, até hoje, se eu assisto o príncipe do Egito, eu choro sempre, sempre, todas as vezes. E quando eu fiz a que eu dublei o Moisés e dublei a voz de Deus, quando eu fui dublar a voz de Deus, eu comecei a tremer e comecei a chorar e eu decorei as falas de Deus. Do nada eu comecei a falar e dublar com os olhos fechados e depois eu tive uma crise, tive que sentar no chão do estúdio. O americano que era o supervisor, ele
falou: "Ah, você tá bem? Tá com algum problema?" Eu falei: "Não, por favor, me deixa sozinho." Aí comecei a chorar, chorar, chorar, fui e eu não tenho religião definida em nada. Acredito em Deus, em Jesus, claro. Eh, amo, né, a história de Jesus e fui tomado de uma força assim, de uma uma coisa muito comovente. Aí sempre quando eu vejo o príncipe do Egito, eu choro, me comovo muito. É uma história bonita, mas vocês têm bonequinhos do T Story, vocês colecionam, vocês ganham de fã, vocês guardam tudo. Tenho o escritório, todo o estúdio é cheio
de de bonecos do Toy Story, do Homem de Ferro, do Máscara e em casa também todo um um painel de de Toy Story. Faz muito parte da, aliás, você falou de máscara, mas estamos com dois J Carries aqui. O Brig, os Brigs já dublou o Jin Carry. Ah, ele que é o principal, mas eu eu quando ele tá de fé. Dou J Carry em qual? Eu dublei no Grind Venturas em série, Green. Cinajestic. [limpando a garganta] É, os fantasmas de Scrooge. Os fantasmas de Scrude. É, é [roncando] quando o Marco tá viajando, [risadas] quando infelizmente
ele não passa no teste, aí eu passo, eu falo: "Marco, desculpe, não tira". Mas é engraçado porque tirando o cine, o Cine Majestic, eh, todas vezes que você dublou o J Carry era o J Carry num registro fazendo uma coisa que não é o J Carry, é com máscara, é o grint, é o, é, é uma outra coisa que o Jane Carry tá fazendo, mas quando tá o Jry mesmo, a maior a maior vez é o Ribeiro. É, eu fiz, fiz piz bastante coisa dele e esse esse o fantasma de escud foi engraçado que eu
fiz todos os trailers, né? Ah, o que que aconteceu? É, eu viajei para, eu tava na Disney. Aí o Júnior falou: "Ó, vai, vai, meu Júnior falando, vai dublar, dia tal, né?" Aí eu falei: "Mas eu já tenho uma viagem para Disney que eu comprei há um ano já". Ele: "Porra, agora você vai me ferrar, pô". [risadas] E aí eu fui. Aí quando eu cheguei na Disney, cartaz para todo lado dos fantasmas de SCW e não sei o quê. E aí o E a gente é muito fã um do outro, entendeu? Não tem problema nenhum,
com certeza. Falei: "Marco, vou fazer o Jfi, tem problema. Vem cá, quando vocês vão paraa Disney, vocês furam a fila do brinquedo do Toy Story, vocês têm um crachá falando: "Ó, eu sou o Bus, eu sou o, eu sou o eu sou a Jess". Deixa eu passar diria. Eh, [risadas] você sabe que uma vez eu tive na Disney, eu falei: "Eu sou do SBT", a emissora que passava o Disney Crush. Eu tenho um talk show no SBT e falaram para mim: "Então, a gente quer que você saia do parque agora". [risadas] Meu Deus, não gra.
Amigo, sai daqui. [risadas] Amigo, sai daqui. Canta aí. Canta aqui. Amigo, sai daqui. Amigo, sai daqui. [aplausos] Problema. Ô, ô, ô, Ribeiro, gostei do seu tênis. A hora da primeira vez você cruzou a perna, eu notei um detalhe na sola do seu tênis. Queria que você mostrasse pra gente. Ah, aqui. Qual é a câmera? Aquela ali. É, olha aqui, ó. Qual câmera? Aqui tem aqui Andy. Andy de um lado e Marco Ribeiro do outro. E mas o Andy vem? O Marco Ribeiro. Isso vem no tênis. Você que pôs? Não, eles eles fizeram esse tênis para
mim. Que demais. A Nike fez. Personalizaram. É, não posso falar quem é a marca, né? Posso falar que não pode falar que é Nike. A Nike, a Nike não está pagando a gente não. Mas não foi a Nike, foi uma outra empresa que Mas uma pessoa personalizou um tênis dessa empresa que parece a Nike. Sim. Não é um tênis da Nike personalizado por essa empresa. Ah, uma empresa personalizou. É, não posso falar o nome da empresa? Posso? Pode. TN TN TND Sneakers. Pode. TNT TN TN Day Sneakers. TN Day Sneakers. Personalizou esse Nike para você.
Esse aqui um do Homem de Ferro. Que legal. Do Homem de Ferro voa? Eu ponho eles demais. Quando eu tô atrasado, eu ponho ele. Que legal. Olha, eh, eu quero agradecer todos vocês por estarem aqui hoje nesse Dia das Crianças com a gente. [aplausos] Quero dizer o seguinte, Marvel, quando você vier pro Brasil, passa aqui, você tem muito trabalho legal. Eu vou pedir pro Marco voltar em breve também para só falar do seu trabalho, porque hoje nós estamos focado e o Brigs já teve volta também, Brigs. E o Zé da Viola também é e convidado
para voltar depois sozinho. Hoje foi focado mais um Toy Story, é dia das crianças. a gente quis fazer essa coisa legal, porque sabe que Toy Story fala com crianças de várias gerações, não é? Muito obrigado a todos vocês por terem vindo aqui. Foi um prazer passar esse Dia das Crianças com vocês, tá bom? Contem sempre com a gente, Zé. [aplausos] [aplausos] Vamos encerrar com o amigo. Estou aqui. Vamos. Atenção soldados para a dança. É o grande encerramento do Dia das Crianças. Confuso. Qual foi a cena do Toy Story que mais te emocionou? Ah, qualquer um
emocional que você nem lembra, né, irmão? É, eu estou acostumado com o Iudi e com e com o B lá. Iud, o Yud, o Iudi é do Bom Dia e Companhia, meu amigo. Aí era meu amigo a se brincava quando tá bom. E o Negas já viu Toy Story já. Qual cena você mais gosta? Brincar. Eu eu gosto da da Mick da Mickey. Da Mickey. Essa cena que você gosta do Toy Story. Uhum. Obrigado. O Elvis já viu o Toy Story, Elvis? Sim, mestre, conheço tua história agora. Mestre, é o soldado que fala sim, mestre.
Ô, Mabel, sabe que você lembra dos anos 80? A secretária dos caça fantasma, a Janine. A Janine. Tá bem. E é isso que você queria falar, que você tava aí um tempão e o Tom, já viu Toy Story? Não, eu não tinha tempo para assistir. Legal. Vamos então agora encerrar com amigo estou aqui. [música] Amigo, estou aqui. Amigo, [música] estou aqui. Se a face é ruim e são tantos problemas [música] que não tem vim. Não se esqueça que [música] eu vi de mim, amigo. Estou aqui, [música] amigo. Estou aqui. Amigo, estou [música] aqui e seus
problemas são meus também. [música] Por isso eu faço por você e mais ninguém. O que eu quero ver o seu bem amigo, [música] estou aqui. Os outros podem ser até bem melhores do que eu, [música] com os brinquedos são. Porém, amigo seu é coisa [música] séria, pois é opção do coração, meu. O tempo vai [música] passar, os anos vão firmar as três palavras [música] e proferir. [música] Amigo, estou aqui, amigo. Estou aqui, [música] amigo. Estou aqui, [música] amigou. Obrigado pessoal, muito obrigado. Esse foi o noite. Feliz dia das crianças. Continuem no SBT. Valeu, [aplausos]