Olá meu nome é Isabela bu manta eu sou editora de cardiologia do portal E hoje vamos falar sobre tave ou cirurgia para tratamento da estenose [Música] aórtica os pacientes com estenose aórtica importantes são aqueles que T Gradiente transvalvar aórtico médio maior ou igual a 40 mm de mercúrio ou velocidade do jato aórtico maior ou igual a 4 m/s e costumam ter a área valvar menor que 1 cm qu em quadros muito importantes eles podem ter Gradiente médio maior ainda alcançando valores maiores que 60 MM de mercúrio esses pacientes têm indicação de intervenção sempre que apresentarem
sintomas sendo a apresentação clássica adineia angina ou síncope nos pacientes assintomáticos Existem algumas características de alto risco que podem ser consideradas como indicação de intervenção fração de in gão menor que 50% indicação de cirurgia cardíaca por outro motivo ente transvalvar aórtico muito alto com baixo risco de complicações de intervenção baixa tolerância ao exercício ou queda da pressão arterial no esforço ou ainda rápida progressão da doença quando ocorre aumento na velocidade do jato aórtico de 03 ou mais por ano atualmente Existem duas modalidades de tratamento a cirurgia cardíaca na qual se faz a troca valvar por
prótese biológica ou mecânica e o implante valvar aórtico transcateter conhecido como tave A cirurgia é um tratamento já bastante consolidado realizado há muitos anos e com bons resultados no curto e longo prazo porém Existem algumas complicações associados ao procedimento tanto no intra quanto no pós-operatório e alguns pacientes que TM risco alto de morbe e mortalidade podem não ser candidatos a esse tipo de procedimento esses pacientes são os que apresentam alto risco cirúrgico pelo scor STS ou por outros critérios como a presença de fragilidade outras comorbidades relevantes a ortem porcelana ou alterações torácicas como as decorrentes
de radiação ou cirurgias prévias então há alguns anos para os pacientes com contraindicação a cirurgia surgiu aave um procedimento bem menos invasivo realizado geralmente pela via transfemoral que coloca uma prótese Auto expansível ou expansível por balão o tipo de prótese a ser escolhido Depende de algumas características do paciente e do centro onde será realizado o procedimento já que o sucesso também depende da disponibilidade de material experiência do centro e treinamento do operador os estudos iniciais mostraram bons resultados com melhora de sobrevida e de sintomas no longo prazo além de no curto prazo levar a menor
ocorrência de fibrilação atrial menos sangramento e insuficiência renal quando comparado à cirurgia então passou-se a avaliar tav em pacientes de risco cirúrgico intermediário e mais recentemente de baixo risco porém Este não é um procedimento isento de riscos já que pode ter complicações como arritmias com necessidade de marca-passo definitivo regurgitação para valvar com insuficiência Ótica existem alguns pré-requisitos para sua realização como a ausência de características anatômicas de alto risco como as alterações de raiz aórtica óstio da coronária muito baixa válvula bicúspide muito calcificada e calcificação grave da via de saída do ventrículo esquerdo Além disso algumas
contraindicações relativas são a expectativa de vida menor que 12 meses baixa probabilidade de melhora da qualidade de vida após o procedimento por conta de outras comorbidades presentes presença de outras doenças valvares importantes endocardite ativa e alto risco de obstrução do ósseo da coronária Então como optar por um procedimento ou outro a decisão deve ser sempre individualizada de acordo com as características da instituição que fará o tratamento e das características do paciente alguns fatores que favorecem a cirurgia são a idade menor que 75 anos outra indicação de cirurgia cardíaca preferência por prótese mecânica e alteração anatômica
que torna a tave de alto risco já os fatores que favorecem a tave São idade de 75 anos ou mais possibilidade de acesso transfemoral risco cirúrgico aumentado e Sexo feminino na prática caso o paciente apresente contraindicação à cirurgia ou tenha risco cirúrgico extremo com mais de 50% de chance de morte ou complicações graves ele deve ser avaliado paraa possibilidade de TVE transfemoral do ponto de vista atômico caso não seja possível deve-se avaliar o risco e o benefício do acesso alternativo para tave que tem maior chance de complicações caso o risco seja muito alto esses casos
devem ser mantidos em tratamento Clínico ou paliativo caso o risco cirúrgico seja alto o paciente deve ser avaliado para tave e se possível esse procedimento deve ser realizado caso não seja possível deve-se avaliar o risco e o benefício da cirurgia de troca valvar versus TVE por acesso alternativo já quando o risco cirúrgico é intermediário deve-se avaliar se a TVE transfemoral é possível e se a ausência de características anatômicas de alto risco como as alterações da raiz da horta altura do óo da coronária válvula bicúspide muito calcificada e calcificação grave da via de saída do ventrículo
esquerdo caso não haja essas alterações recomenda-se a t transfemural Caso haja recomenda-se a cirurgia de troca valvar aórtica e se houver contraindicação relativa à cirurgia deve-se avaliar a possibilidade de via alternativa PR T por fim em casos com risco cirúrgico baixo a escolha ideal é incerta e Geralmente avalia-se os seguintes critérios se presentes idade maior ou igual a 65 anos se TVE transfemoral é possível válvula Ótica com três folhetos e se a ausência de características anatômicas de alto risco caso esses quatro critérios estejam presentes recomenda-se TVE transfemoral caso não recomenda-se cirurgia de troca valvar no
caso dos pacientes assintomáticos com car características de alto risco o tratamento deve ser indicado de forma individualizada mas de maneira geral caso o risco seja intermediário ou alto favorecemos a t e caso o risco seja baixo a cirurgia Porém isso ainda não é definitivo já que a maioria dos estudos excluiu esses pacientes por hoje ficamos por aqui até a próxima [Música]