bom agora a gente vai fazer uma demonstração sobre a passagem o uso das fitas de carga né como a gente pode chamar que são as fitas de poliéster encerado ou não são fitas de carga comuns ali e e nós vamos mostrar alguns tipos de passagem que podem ser utilizados tanto pro arrasto do animal na horizontal ou seja o manejo do animal eu tenho que tirar ele de uma área mais crítica trazê-lo para uma área mais segura eu vou fazer esse arrasto eu posso utilizar essas fitas sendo dispostas aqui em diferentes pontos anatômicos do cavalo o
membro pode ser utilizado nós vamos falar sobre isso também mas é importante que a gente amplie um pouco do nosso conhecimento Estenda para práticas que sejam mais efetivas pra gente porque lógico quando eu utilizo o membro que é o ponto tradicionalmente usado há muito tempo né eu vou obviamente fazer uma tração e o animal naturalmente pelo instinto ele vai brigar comigo isso gera um desgaste para os profissionais de salvamento quanto mais pro animal que vai ficar se batendo né então eu tenho pontos de ancoragem na região do tórax e do abdômen que me permitem fazer
obviamente a movimentação dessa carga viva né nos pontos mais pesados que são os pontos mais críticos então eu utilizo essas fitas de carga em diferentes técnicas para poder fazer esse tipo de procedimento o que vale lembrar só tá tá é é que nós vamos Demonstrar com o animal na posição quadrupedal para ficar mais didático no vídeo Mas é interessante que quem esteja assistindo o vídeo transponha isso depois pro animal deitado nós até vamos fazer demonstração no manequim mas é importante que entenda que isso aqui é com animal né que está deitado ou caído por exemplo
num buraco e aí nós vamos objetivar tanto uma movimentação horizontal quanto propriamente uma ve vertical a gente vai fazer as considerações essa primeira técnica que a gente vai demonstrar tanto para torácico quanto para pélvico ou seja para uma tração dianteira quanto para uma tração posterior é uma passagem simples não recomenda-se o uso dela na vertical justamente porque ela não tem nenhum sistema de trava mas eu consigo no plano ou em leves aclives e declives fazer um sistema ali de ancoragem básico para poder obviamente ir ã trabalhando com esse cavalo ou com esse bovino a medida
que eu precisar então nós sempre trabalhamos em dois operadores né eu vou fazer a passagem da fita pro colega que tá lá do outro lado e a primeira referência anatômica que eu uso é essa região aqui que é a região no cavalo da cernelha que seria equivalente ao cupim do bovino então no bovino nós vamos colocar atrás do Cupim e do cavalo nós vamos colocar atrás da cernelha Então nós vamos colocar essa fita obviamente na metade dela nós vamos passar a alça da fita aqui por dentro do membro tá passando ali onde seria a região
da axila pode puxar as duas tá enquanto um vai fazendo a tração né vai pesando o sistema e vai equalizar o sistema o outro vem posicionando essa fita aqui perceba a reação do cavalo né então agora nós estamos equalizando aqui o sistema pode puxar as duas ali mas essa isso legal deixar elas equivalentes a fita não pode estar dobrada aqui em cima e ó e a partir desse momento se for preciso essa aqui é uma fita de carga de 10 m Ela poderia ser um pouco mais curta mas se eu precisar fazer qualquer arrasto com
ele na horizontal pela parte frontal pela parte dianteira eu consigo trabalhar e ela vai estar ancorada aqui na parte de cima passando pelas axilas quanto mais força eu fizer aqui é uma região é que e anatomicamente falando ela é bem resistente quanto mais força eu fizer mais travada ela fica lembrando que eu não devo utilizar isso aqui para uma carga vertical pois facilmente ela pode obviamente se soltar Ali pela axila mas para um manejo básico e rápido acaba sendo efetivo e o mesmo eu vou transpor depois pra parte traseira e Nós já vamos mostrar na
sequência é uma outra técnica importante que não tem muita novidade mas de fato é importante colocar aí a sua aplicação é fazer uma boca de lobo Então a primeira técnica era uma passagem simples mas por algum motivo eu preciso fazer com que essa corda cause uma certa constrição nessa fita faça uma constrição tem uma segurança maior quer seja para vencer ali um aclive ou até nesse caso a boca de lobo pode ser utilizada né até para uma condição vertical que que eu penso aqui ó eu vou passar uma fita pela outra né faço essa puxada
pode puxar daí ó Isso pode puxar puxando puxando que eu vou regular então a passagem os pontos são os mesmos com a diferença de que eu faço ali uma boca de lobo importante só destacar que a saída da boca de lobo não deve ser por cima por conta da cabeça do pescoço ela deve sair aqui por baixo do membro vamos tensionar aí o sistema isso Ó então a gente tensiona perfeito e eu posso utilizar essa técnica de novo para uma situação né onde quanto mais tração eu fizer mais constrição eu tenho então eu consigo trabalhar
tanto numa situação horizontal de aclive ou declive em que eu preciso fazer a sustentação bem como se eu precisar jogar ele pra vertical o que nós utilizamos muito na rotina dentre as técnicas de amarrações é utilizar essa boca de lobo como um backup Ou seja é uma segunda Alternativa de segurança caso o meu sistema principal ele colapse por algum motivo então é a constrição que ele vai causar aqui na parte torácica na parte parte da frente nós podemos utilizar justamente por eu tenho uma eu tenho costelas muito largas e grossas o gradil costal né Ou
seja a o ponto aqui do tórax o arcabouço ele é muito resistente e mesmo fazendo uma tração aqui estrangulante né que nós falamos ou seja ela vai forçar quanto mais carga tiver eu não tenho força capaz de fraturar uma costela ou mesmo fraturar os ossos da cernelha então é uma técnica segura justamente porque é uma região anatômica robusta e que suporta bastante carga e bastante peso então eu posso lançar mão dessa técnica Lembrando que não é recomendado utilizá-la na região do abdômen justamente porque o abdômen ele é flácido e a partir do momento que eu
coloco uma constrição no abdômen pensando que eu talvez faria uma tração no sentido contrário da cabeça eu posso projetar essas alças né do intestino essas vísceras esses órgãos para o diafragma eu vou gerar uma obviamente insuficiência respiratória nesse indivíduo então evita-se utilizar a boca de lobo no abdomen Mas eu posso utilizá-la aqui no tórax casos extremos em que o cavalo ou a vaca cai de cabeça né Eh pra parte de baixo do poço Essa é apesar de não ser um local tão indicado mas nós sabemos que muitas das vezes a dinâmica da ocorrência ela Exige
uma decisão rápida né e efetiva eu posso nesses casos extremos utilizar essa boca de Lobo aqui na parte de trás fazendo com que ela saia por aqui nós também Vamos demonstrar né com uma finalidade emergencial e última alternativa para tentada de retirada desse indivíduo em segurança dessa situação bom essa outra técnica ela também parte do pressuposto frontal e ela pode ser utilizada tanto na horizontal quanto a Clive mas principalmente para vertical justamente porque ela é um pouquinho mais complexa de se fazer ela exige um pouco mais de manobra de passagem de fita pensando num animal
ali em que muitas vezes eu preciso fazer algo simples e rápido né ela pode ser um pouco desafiadora no entanto para os resgates na vertical se apresenta como uma boa alternativa para evitar a ancoragem nos membros desde que haja o mínimo de um espaço e familiarização do operador com a técnica lembrando sempre que nós utilizamos essa técnica como base pro içamento vertical via peitoral e colocamos um backup como boca de lobo como mostramos anteriormente Então essa técnica ao invés de começarmos por cima nós começaremos pela parte peitoral que a gente chama aqui anatomicamente de maçã
do peito do cavalo Então nós vamos pegar essa fita até a metade dela vou abrir ela toda aqui então nós vamos colocar essa fita na sua metade aqui na região peitoral do cavalo pode segurar isso então Nós faremos a o posicionamento no meio do peito do cavalo importante que essa fita não esteja aqui porque aqui já é a traqué do cavalo né então aqui eu tenho o final da traqueia se a corda subir para cá ela pode causar uma asfixia no cavalo Então ela tem que começar aqui ó região onde eu tenho musculatura osso e
articulação então eu começo com a passagem aqui eu vou passar eu vou cruzar a pont aqui na parte de cima daí vocês vão ver aqui já de pertinho ó não deixar a fita enrolar né então eu faço a passagem aqui para trás da cernelha e esse é o grande macete né atrás da cernelha eu cruzo as fitas e eu vou finalizar voltando por dentro aqui por baixo das axilas ó e vindo por cima da fita para travar ela passou aí pode [Música] puxar só Desenrola Ela ali ó Isso perfeito Pode vamos equalizar o sistema agora
aí isso Ó então dessa maneira eu tenho as fitas de carga travadas aqui na região da cernelha travadas aqui na região peitoral e quanto mais eu fizer constrição né as regiões anatômicas que serão obviamente constritos elas não apresentam nenhuma limitação então praticamente impossível de você causar uma fratura alguma lesão por quê basicamente aqui é a região da escápula ou da paleta como alguns conhecem ela é equivalente a nossa clavícula é uma região de um osso Largo bem grosso e plano portanto e e recoberto por uma musculatura muito avantajada que é a a musculatura Supra E
subscapular então é muito densa muito forte então toda a carga que for colocada aqui ela vai causar uma compressão porém em estruturas anatômicas seguras e aqui da mesma maneira né que a boca de lobo na região aqui muito próxima ali do tórax onde as costelas são grossas e largas quase um ponto indestrutível ali do cavalo do ponto de vista de constrição e essa técnica basicamente eu utilizo ela na vertical então eu posso trazer um cavalo a 90º eu consigo tirá-lo aqui né numa posição vertical lembrando sempre do backup seguindo toda a premissa aí do salvamento
em altura né que é o empregado pros humanos o mesmo se pensa nessas nos grandes animais que são cargas aí né e grandes cargas ainda mais com comportamento né de Mane manira ativa Então essa é uma técnica né que a gente chama é uma é uma uma técnica frontal né peitoral com trava e ela não causará constrição lembrando que quando eu for utilizar a tração na vertical Nós também Vamos considerar isso em módulos na frente eu sempre devo Manter a cabeça orientada no mesmo sentido das fitas bem como os membros eu não faço tração em
cabeça e membro mas eu oriento para que o cavalo ele venha obviamente numa posição mais cilíndrica possível para que ele possa evitar qualquer tipo de lesão ali do espaço confinado bom Só lembrando né Essa parte de novo parao animal ser predado essa parte do abdômen virilha ela é muito sensível como nós falamos na abordagem a gente nunca deve abordar o animal por trás justamente por conta desse ímpeto né a gente percebe até na expressão dele que ele já tá um pouco desgostoso ali dessa demonstração mas faz parte até para mostrar esse desafio então sempre muita
a cautela ao mexer na parte de trás do animal justamente por conta do coice isso tanto no bovino quanto no Equino bovino com uma ressalva de que quanto mais pressão eu dou aqui mas ele se entrega inclusive Esse é um método de contenção física de bovinos O cavalo é diferente quanto mais eu apertar aqui mais reativo ele vai ficar e isso vai trazer um maior risco para nós a mesma passagem que nós fizemos simplificada pela frente nós também podemos fazer pela parte de trás Lembrando que essa fita ela vem aqui por cima deve passar entre
os membros pélvicos e vai ser feita ali aação para aquela direção importante só entender que essa fita Qual é o ponto em que ela deve ficar presa Qual é o ponto de ancoragem que a gente chama aqui que é a ponta do que seria a bacia do cavalo nós chamamos Tecnicamente de tuberosidade ilíaca ou asa do Ilo é puramente a extremidade equivalente à nossa da Bacia do cavalo é onde essa corda Ela acaba ficando presa Ok lembrando que também né É essa técnica ela não deve ser utilizada para trações na vertical puramente para eu tirar
o cavalo obviamente de um local de risco para uma zona mais segura né numa horizontal ou num leve aclive lembrando como sistemática que é assim como é uma premissa para o resgate de pessoas o ideal é que 100% das vezes nós façamos a tração via o sentido da cabeça da vítima para evitar a constrição do diafragma obviamente e o aumento da pressão ali na cabeça do indivíduo mas em algumas situações em que não é possível eu posso lançar mão inicialmente dessa situação Lembrando que o uso da boca de lobo aqui em casos extremos Principalmente aqueles
em que o animal cai de frente no poço eu não tenho acesso à parte torácica eu posso fazer uma boca de lobo ela vai ser ancorar da mesma maneira aqui na asa do Ilo e assim eu consigo pago por esse abdômen estar constrito então devo ponderar muito bem e uma última consideração interessante é que quanto mais grossa a fita de carga a fita de resgate né é quanto mais grossa quanto mais larga ela for mais contato com a pele ela tem quanto maior a superfície de contato maior conforto pro animal quanto mais fina maior constrição
maior incômodos ele vai gerar essa aqui é uma sistemática pessoal que tende a a ser o mais ideal o mais anatômico e confortável possível para os grandes animais de maneira geral eh de novo nós sabemos que muitos dos cenários nós não conseguiremos remover o animal dessa maneira justamente porque é um espaço confinado há uma restrição então ele vai ter que sair provavelmente né com os membros torácicos né com a parte dianteira né apontada para cima numa questão vertical ou de aclive né ou com os posteriores menos comum agora grande parte dos buracos ou ou dos
cenários que a gente enfrenta exemplo um cavalo caído numa ribanceira o cavalo caído dentro de um leito de rio eu vou utilizar por exemplo munk do as ou vou utilizar algum tipo de maquinário ou monto algum sistema de tripé de vantagem é quando possível islo dessa maneira com uma fita na região torácica e uma fita na região abdominal dessa maneira eu consigo num movimento de tração vertical por Exemplo né ou mesmo num aclive bem ah ah e com com uma angulação bem considerável eu consigo isalo numa posição mais confortável por qu essa aqui basicamente é
um é uma demonstração né uma posição anatômica da posição quadrupedal do que é natural para ele então mesmo que ele tenha que ser isado ou arrastado nessa posição gera mais segurança e conforto do que se ele for De Frente ou de Costas Claro quando não houver método nós vamos empregar os outros que nós comentamos mas sempre que for possível preconizar esse tipo de tração né recente recentemente ou há um tempo atrás houve uma ocorrência em Franco da Rocha em que o helicóptero o pessoal do bombeiro junto com o do Águia fez a remoção de uma
égua com o helicóptero né e a técnica utilizada foi exatamente essa o que nós devemos considerar sempre é que nós precisamos nessas situações ter uma trava na região né frontal na região aqui torácica e uma trava na região posterior justamente para que essas fitas e o sistema não faça com que as as fitas venham para o meio e esse animal obviamente deambule e caia pra frente ou para trás Então dessa maneira eu mantenho travado o meu sistema E aí são várias técnicas eu posso utilizar lingas que são passadas diretamente por aqui eu posso amarrar a
corda de um lado pro outro desde que eu faço e confeccion essa trava posterior e essa trava anterior essa trava ela tem que est aqui numa região mais superior sem que pegue o pescoço vocês percebem a reatividade do animal aqui né Então essa trava ela vai impedir com que essa fita vá para trás e o mesmo acontece aqui impedindo com que essa fita vá pra frente Lembrando que aí eu tenho os pontos de ancoragem ali no meu sistema Então sempre que possível preconize esse tipo de extração esse tipo de fita né do que os outros
métodos havendo a possibilidade é o mais confortável seguro para animal vocês percebem que acaba caindo aqui o sistema né Porque aqui nós estamos só demonstrando trando um pouquinho mais nós estamos demonstrando né Mas de fato é um sistema Mais ergonômico e Mais tranquilo pro animal bom e para poder finalizar essa primeira parte né Lembrando que nós demos muita ênfase nas amarrações e utilizações de fita na região peitoral e abdominal mas devemos lembrar da questão dos membros muitas das situações vão demandar com que os membros sejam utilizados como pontos de ancoragem importante lembrar que isso não
é proibido e não é efetivamente errado mas eu preciso tomar alguns cuidados quanto o ponto onde eu vou ancorar esse material no membro Qual é o material que eu ancoro e quais são as consequências pelo seguinte muitas das situações de problemáticas que são vistas como lesões pós o resgate nos grandes animais tanto por compressão quanto por constrição de cordas elas vão aparecer cerca de dois A TR dias depois do Resgate e esses animais que evoluem para alguma complicação mais grave T evoluir a óbito a partir de 72 horas pós o resgate até uma semana dependendo
casos 10 15 dias então nós percebemos que são lesões de repercussão a médio e longo prazo portanto é é é extremamente importante que nós adotemos as boas práticas porque muitas das vezes o bombeiro não vai ver e não vai ter conhecimento se aquele caso se aquele animal ficou bem no final ou não é feita ocorrência resolveu ali no local vamos tocar paraa outra faz parte do serviço do bombeiro a dinâmica do serviço mas nós que temos a oportunidade de estar no hospital e receber Esses animais no pós Resgate e acompanhar toda essa evolução né Eh
vale a pena considerar porque existe uma taxa considerável de complicações no fisiologia né sensibilidade mas também que podem estar relacionadas com algumas práticas que podem não ser as melhores ali para aquela opção Então o que a gente tem que considerar em primeiro ponto é a condição anatômica a parte mais baixa do membro que nós chamamos de parte distal que seria abaixo dessa articulação e dessa é uma parte do organismo do corpo do animal que puramente eu tenho pele osso e tendão eu não tenho nenhuma musculatura então nessa região aqui na parte que nós chamamos de
Palmar ou plantar que é a parte de trás do membro eu tenho pele dois tendões e um ligamento que são inclusive palpáveis aqui tá E que são altamente sensíveis qualquer constrição nessa região bem como em outros dois tendões que nós temos aqui na parte da frente ela pode causar uma lesão grave Ness tendões ligamentos e que podem incapacitar esse indivíduo inclusive pra manutenção da vida dele né outra situação importante é que além da pele do osso e dos tendões ligamentos eu tenho logo abaixo da pele vasos eu tenho artéria e tenho eu tenho as veias
e artérias né que são os responsáveis por irrigar o casco são responsáveis pela vascularização do casco e nós sabemos que por exemplo nós bípedes podemos compensar muito melhor alguma alguma sensibilidade alguma dor no alguma dor no pé por exemplo o cavalo e o bovino não conseguem eles ficam basicamente todo o tempo em cima dessa estrutura Então eu preciso preservá-la o que que muitas das vezes acontece se eu utilizo algum material que possa causar uma constrição muito forte no local eu posso acabar comprimindo e causando uma obliteração o que que é isso um esmagamento e um
fechamento movimento do fluxo sanguíneo parcial ou total pro casco e ele pode evoluir para uma condição de necrose e perda do casco e obviamente isso é a sentença de morte para esse tipo de animal