Boa noite. Boa noite. Sejam bem-vindos. Nossa aula ao vivo de segunda-feira com força total hoje aqui. Ah, a primeira coisa que eu preciso saber de você é se você tá me ouvindo bem, se o som tá tá bom, se a imagem tá decente tá decente e principalmente de onde você fala. Conta para mim, Maria de Fátima, boa noite. Você de Ratinga, Minas Gerais, aluna da T14. Quem mais? Conta para mim de onde você está assistindo essa aula. Valéria Schmith, obrigado Valéria para me informar aqui de Vila Velha. Muito obrigado, Cíntia. Boa noite, Rodriguez. Boa noite,
meu amigo. Vamos nessa. Vamos começar aqui. Vamos dar início, então, a nossa, o nosso encontro de hoje. A nossa missão aqui hoje é estabelecer para você de que maneira você vai então constituir ah todo o passo a passo, todos os detalhes de formação de uma holding familiar, tá bom? Vamos tentar aqui criar uma espécie de resumão de linha geral. do que você deve fazer para constituir a sua holding familiar, a holding familiar do seu do seu cliente. Beleza? Isso é o que nós vamos ver. Então, Paulinha, bota aí, ó, solta a vinheta e a gente
já começa. [música] [música] [música] Oh. [música] [música] Maravilha, maravilha. Vamos lá, pessoal. Vamos a seguir aqui um passo a passo. E antes desse passo a passo, eu quero dizer o seguinte. Tudo o que a gente produzir aqui, tudo que a gente escrever aqui, eh, eu tô documentando, tô fazendo uma apostila específica dessa aula, tá bom? Então, veja, essa aula de segunda-feira, ela não é um negócio para inglês ver, ela é tão importante, tão importante, que a gente entendeu que ela precisaria, inclusive fazer parte do nosso treinamento, né? do nosso treinamento. Então, o que a gente
produzir aqui, você que é aluno, saiba que a gente vai ter lá dentro do Team Holding Brasil, lá dentro da nossa área de membros, uma eh uma sessão específica das aulas de segunda-feira. Então, você que tá assistindo aqui pelo YouTube, beleza? Tá assistindo ao vivo, vai ter a oportunidade, inclusive, de tirar dúvidas, tá? Ah, se você não tá assistindo a ao vivo, o aluno do Time Holding Brasil vai ter a oportunidade de assistir diretamente na área de membros. Inclusive essa apostila que eu tô me referindo, eu vou tirar o óculos um pouquinho que eu acho
que dá tá dando muito brilho. Tô com vermelhão aqui dia inteiro trabalhando de óculos, mas é o que há. Vamos nessa. Ah, então essa apostila que nós estamos preparando, ah, lá no quem é aluno vai ter lá dentro da área de membros, tá certo? Quem não é aluno, eu vou mandar por e-mail, tá? Eu vou te mandar por e-mail. O e-mail tem um, o e-mail é um problema, né? Às vezes chega, às vezes não chega e tudo mais e tal, mas eu vou mandar para você uma instruçãozinha de como é que você vai fazer para
para receber esse e-mail. Mas eu vou fazer chegar no seu e-mail, então você vai ter que confirmar porque ah, eu não quero mandar não vou fazer spam, OK? Então não vou mandar isso para quem não queira, eu só vou mandar para quem efetivamente me pedir para receber, tá bom? Se você já é membro do Time Rold Brasil, não se preocupe com isso, porque vai chegar direto na sua na sua área de membros para baixar para baixar. Legal. Vamos nessa, então. Vamos seguir aqui. Ah, e as instruções para baixar essa apostila que estão que está sendo
produzida aqui nesse momento, elas estão aqui embaixo na descrição do vídeo, tá? Então, assiste a aula, tal, até o final você faz isso, você clica lá no link e me pede que eu vou te enviar por e-mail, tá bom? paraa gente poder seguir o nosso a nossa conversa aqui de hoje. Aproveita, aproveita que você já vai a a pegar ali essa apostila nesse momento mesmo. Já deixa aqui o seu like já, se você não segue esse canal, siga. E esses são essas são formas que você também tem de participar, de contribuir e de dizer pro
YouTube que o que a gente tá fazendo aqui tem relevância para as nossas vidas. Beleza? Vamos lá. Eu queria perguntar eh perguntar para você e queria que você respondesse no chat o seguinte: você hoje hoje se sente confortável à vontade para criar uma holding familiar, para fazer a holding familiar de algum cliente ou mesmo da sua família? Me responda no chat se no dia de hoje, se no dia de hoje você está confortável para fazer uma holding familiar, para criar uma holding familiar, responda para mim no chat, eu quero ver a sua opinião. E esse
eu não vou compartilhar aqui não, tá? Porque senão fica na tela e eu quero que você seja bem honesto. Eu não quero botar na tela. Ah, o fulano não tá não tá preparado e eu não vou botar na tela. Tem a minha promessa, tá bom? Então vamos lá. Olha só, ah, uma parte grande das pessoas dizendo que não, ainda não. 100% ainda não. Ah, olha só, tem, enfim, tem as mais diversas respostas aqui. Muitas sim, mas a grande maioria dizendo ainda não. O que é natural? OK. Lembra que nós estamos num espaço de aprendizado, mas
esse espaço de aprendizado só vai ter cumprido o seu papel se a gente dentro de pouco tempo ah conseguir mudar esse essa esse cenário, essa ah como é que eu vou dizer, essa essa proporção de sim e não. Eu já falei isso 1 milhão de vezes que eu não me sinto lá dentro do team holding Brasil. Se você não tá ainda se sentindo preparado para fazer, eu sugiro que você faça parcerias. E eu sugiro sempre que você busque parceiros que já estejam preparados. Ah, exemplo de parceiros que já estão preparados são as pessoas que são
do diamante, né? E são só exemplos. Outros membros do time roll Brasil também estão, tá? Mas eh esse é um caminho que eu dou. Mas você não vai viver de fazer parceria, você precisa efetivamente começar a trabalhar e aprender a fazer a holding familiar. Então a maior dificuldade que eu vejo nas pessoas é uma dificuldade de viver o trabalho com holding familiar, é de ter mais vivência, de ter mais experiência, de ter mais bagagem. Pensando nisso, para os, para quem é membro do Team Hold Brasil, a gente criou um evento que vai acontecer no próximo
final de semana, de 14 a 16, tá? Agora de abril, chamado Holding Mais, onde eu vou abrir a o que eu faço no meu escritório e apresentar para vocês. Legal? Agora, para quem é e para quem não é membro do Team Holding Brasil, o cuidado que eu tô tendo aqui é de entregar um pouco para você do panorama geral de como faz uma holding, tá bom? Por eu quero que você entenda por onde começa. É muito difícil a gente pegar um troço que é tão complexo e falar: "Ó, faz aí, faz aí". Então, eu queria
que você entendesse por onde as coisas começam. Tá? E tudo tudo começa descobrindo o que o cliente quer. Então, se eu tiver que enumerar para você, aliás, eu vou compartilhar a minha tela aqui, então vou botar aqui, ó, número um. Esse é o primeiro passo. Descubra o que o cliente perta, tá certo? Parece óbvio, mas todo mundo acha que as pessoas estão em busca de holding familiar só para evitar o inventário. Não é verdade. Isso não é uma verdade. Por exemplo, ah, é verdade ou não é? Deixa eu botar assim, ó. É verdade ou não
é que tem alguns clientes? Ah, por exemplo, o teu cliente, opa, pera aí, deixa eu fazer assim. Aí, agora sim. Ah, o teu cliente pode, por exemplo, desejar economizar com aluguéis que ele recebe, OK? E sim, é possível economizar a o com imposto, vou botar aqui, melhorar aqui, ó, com imposto [limpando a garganta] de renda sobre os aluguéis que ele recebe. Então, há um número significativo de pessoas que tem que recebe eh valores, deixa eu melhorar isso aqui. Vamos lá. Bom, eu tenho um pouco de toque, gente. Aí eu quero botar um negócio bonitinho. Ah,
agora sim, ó. Não. Legal. Vamos lá. Então, eh, tem clientes que nos buscam para com o intuito, tá? Com o intuito de economizar a valor a valores de imposto de renda que eles recebem alugal. Você acredita? Tem gente que chega até nós não pagando nada de imposto de renda hoje e desejando pagar. Só que ele acha, ele acredita que o que o valor que ele paga, que ele que tá sendo cobrado para ele hoje no imposto de renda é algo exorbitante e até indevido. E a bem da verdade é porque existe um caminho para que
ele possa economizar. Então você imagina, ah, um cliente hoje que tá pagando na faixa aí de R$ 50.000, não vamos botar aqui R$ 50.000 ele recebe de aluguéis. Pode botar menos, vamos botar R.000. R$ 20.000 que ele recebe de aluguel, ele tá pagando, eh, deixa eu botar aqui, ele tá pagando na faixa de 5.500, então ele pode fazer cair. Vamos lá. numa base de 20.000 por mês, 20.000 1000 por mês de aluguéis, por exemplo, ele consegue reduzir de 5500 para vou fazer a conta aqui, 2200, por exemplo, 2200 por mês. O que dá vezes 12,
o que dá 26.000 400 por ano, OK? De aluguel. Não vou botar aqui, vou, na verdade, eu vou botar a a economia. Então nós, ele tinha 5500 - 2200 3300 x 12, o que dá R$ 40.000 de economia por ano. E veja, quase quase R$ 40.000 R$ 1000 de economia por ano, não são raras às vezes e que a holding do sujeito vai custar isso, vai custar 40.000. Às vezes um pouquinho, um cara que tem esse volume de imóveis que tem justifica, tá recebendo 20.000 por mês de aluguéis, esse cara tem uma ba um baita
interesse na economia, OK? E veja, ele pode economizar o valor que ele gastaria [limpando a garganta] para fazer a holding dele. Olha que incrível, a holding dele, na verdade, vai sair de graça. Mas veja, esse é um cliente que não necessariamente o interesse dele é evitar o inventário, mas o interesse dele é obter uma economia e se e ele não consegue obter essa economia pelas vias ordinárias. aquela via da administradora de bens próprios e tudo mais, ela hoje ela é extremamente cara. E ela é extremamente cara por quê? Porque no momento em que você organiza
o sistema dessa maneira, levando para uma administradora de bens próprios para que ela faça a administração, por mais para que ela faça a locação, por mais que eu não concorde, incide TBI. E na hora que incide TBI, você pegar um cliente, por exemplo, que tem 20 imóveis, vai ficar caro para burro, vai ficar muito caro para ele, muito caro. Então, o que que acontece? Esse sujeito, ele, por exemplo, ele pode estar buscando o sistema com a finalidade de reduzir o valor que ele paga de aluguel. Então, você, ao saber disso, você vai utilizar esta informação
paraa etapa seguinte. Então, a sua primeira etapa é saber o que ele pretende, porque, por exemplo, além de economizar alguel, pode ser do interesse dele proteger os bens que ele possui uma determinada atividade econômica. OK? Por exemplo, você tem você tem um cliente e esse cliente exerce uma atividade, OK? Atividade, qual é a atividade econômica que ele tem? Uma empresa. Uma empresa. E esse seu cliente tem patrimônio. OK? Ele tem patrimônio. Veja hoje. Hoje esse cara aqui, esse Ai que droga. Agora vai esse cara. Ah, caramba, não tô conseguindo fazer aqui, rapaz. Pera aí que
eu vou dar um jeito nisso aqui. Já já agora foi. Bom, agora foi. Esse cara aqui não deve nada. Não deve nada. Ele não deve nada hoje. Hoje, amanhã ou depois, ele pode ter. E vamos lá. Aqui tá a pessoa física que é dona disso aqui e é dona disso aqui. Agora imagina que esse cara tem uma ação trabalhista. OK? Ele tem uma ação trabalhista. Essa ação trabalhista, ou seja, ele passa a dever, OK? Ele passou a dever. Essa ação trabalhista vai buscar bens da própria atividade, da própria empresa. Quando não alcança, por mais que
eu também não concorde, esta ação trabalhista vai desconsiderar essa essa relação dele e vai buscar bens diretamente da pessoa física. E por mais que esse cara tenha constituído isso aqui de forma lícita, de forma que ele não antes ele não devia nada e era tudo dele, cara, isso aqui tá o tempo inteiro meio que subjúdice, meio tá o tempo inteiro meio que ã num certo nervosismo. Por quê? Porque a qualquer instante isso aqui pode acontecer e pega o patrimônio da pessoa física. ao passo que ih, caramba, tem tinha um monte de coisa aqui. Deixa eu
botar aqui. Pera aí, deixa eu tirar aqui. Foi aqui. Nossa, quantas folhas aqui das nós fizemos o holding total. Tem todas as minhas anotações aqui. Que legal. Mas isso aqui já foi pra apostila para eles. Vamos lá. São. Nossa, muitas folhas, muitas folhas. Tô chegando, pessoal. Paciência. Legal. Foi, vamos lá, ao passo que imagina só que o seu cliente então constituir um sistema de holding familiar e aquele acervo patrimonial, o acervo patrimonial, ele hoje pertence a uma célula cofre, OK? Ele pertence a uma célula cofre. Célula cofre hoje, cuja titularidade é dos filhos. A titularidade.
Porém, o seu cliente mantém uma relação de controle, mas não de propriedade. A propriedade está direcionada já aos filhos. E aí veja, se lá naquela empresa dele, se lá naquela empresa ele tem algum problema, por exemplo, um exemplo trabalhista de acessível, tô só dando exemplo, mas ele tem um problema trabalhista. Se isso aqui é rompido e avança sobre esse cara aqui, esse cara não tem essa essa essa ação trabalhista não tem a prerrogativa de fazer isso aqui e muito menos isso aqui. Então essa esse cliente ele não precisa necessariamente chegar a você por causa do
inventário, porque ele quer evitar o inventário, mas ele pode chegar a você porque ele é empresário e quer proteger os bens dele contra alguma intempéria, tá? alguma intempéri, ah, por exemplo, do poder judiciário. Mas não só isso, não só isso. O seu cliente pode ainda ser ai ser intuito dele. Opa, aqui legal. pode ser intuito dele, ah, por exemplo, pagar menos impostos com investimentos financeiros. E isso é possível dentro do sistema de holding familiar, criando ali uma célula operacional de investimentos, OK? ou pode ser interesse desse cliente, por exemplo. Ah, aí sim evitar evitar a
sucessão. E aí você tem muitas razões pelas quais um cliente desejaria evitar a sucessão. Mas a evitar a sucessão e evitar o inventário, ele tem tem muitas razões. Ele pode, por exemplo, querer evitar o inventário com o objetivo de, sei lá, nunca ter que falar em vida, OK? Ah, de do momento depois, entendeu? Vamos botar aqui com todas as letras, né? Nunca ter que falar de morte ou de herança. As pessoas não querem falar disso, OK? que não querem mesmo. E a holding familiar é um baita de um instrumento para ele nunca na vida ter
que falar disso. Por quê? Porque ele não vai ter realizando o planejamento sucessório, ele vai est realizando planejamento patrimonial. Um planejamento patrimonial que jamais passará por uma sucessão. Porque veja, voltando aqui, lembra que no exemplo que eu acabei de dar, nesse exemplo aqui, olha o que que eu acabei de mencionar para você. E isso aqui é um espaço de controle. a o espaço de apropriação, o espaço de propriedade já está designado com os filhos. Então, no momento que esse cara aqui falece, não tem sucessão, porque essa linha já tá constituída. Entenderam? Então esse cara pode
querer fazer o inventário para isso, para nunca ter que falar de morte ou de herança. Ou pode querer evitar o inventário, evitar a sucessão, por exemplo, para não incluir um filho fora do casamento. Gente, é lotado de gente querendo isso. Pessoas que têm filhos de relações anteriores, pessoas que têm filhos cujo cônjuge atual não faz ideia da existência desse filho, ok? Então, são as mais diversas situações que vão chegar para você. E eu tô dizendo, veja, eu não tô dizendo aqui que você vai criar uma holding para dar guarida a isso. Eu tô dizendo que
você precisa enxergar exatamente a razão do cliente estar na tua frente, o por que ele quer. Ele pode, por exemplo, ah, para pacificar relações familiares. Cara, o sujeito tem dois filhos que não se falam. Não se falam. Você acha eh você acha incomum isso? A coisa mais comum que a gente vê. Tem dois filhos que não se falam e ele sabe que o dia que tiver inventário, esse troço todo vai dar bosta. E todo o resultado, não é que ele tá tendo apego com o patrimônio dele para para um dia que ele não tiver mais
aqui, não tem nada a ver com isso. Mas esse cara, ele trabalhou para deixar algo para os filhos depois. E ele sabe que o atrito que existe entre os filhos, ou às vezes atrito que não existe, mas pode vir a existir, ou mesmo atrito que não existe entre os filhos, mas existe algum tipo de animosidade com terceiros. E terceiros são, por exemplo, os cônjuges dos filhos, são noras e genros. Então, as possibilidades de animosidade e atritos são inúmeros atritos que podem levar aquele aquela intenção do seu cliente de ter trabalhado a vida inteira para deixar
algo para os filhos, fazer com que aquilo ali não aconteça. Pode ser, por exemplo, interesse do seu cliente fazer os filhos economizarem com imposto sobre herança. OK? é um grande, talvez esse seja a, essa seja a principal razão que os clientes chegam até nós. Talvez seja essa a principal razão que você tem hoje, fazer com que os seus clientes economizem posto sobre herança. E para quem não sabe do que eu tô falando, você pode muito bem, imagina só, vou colocar aqui de novo, ah, através do sistema de holding familiar, através do sistema de holding familiar,
eu vou pegar números redondos, tá? Uma família que tem um patrimônio de R$ 10 milhões deais, que são os valores que esses esses bens têm no mercado hoje em dia, mas que esses valores, por exemplo, quando você soma um por um, pega lá os valores antigos de aquisição e tudo mais, essa família tem, por exemplo, como valor de aquisição, não sei quê, 2 milhões, por exemplo. OK? você consegue fazer com que o imposto caia. Eu não vou nem falar do Rio de Janeiro, por exemplo, que a base de cálculo chega a 8%. Eu vou falar,
por exemplo, de São Paulo. Você consegue fazer com que esse imposto saia de R$ 400.000? Tem uma possibilidade, tem uma possibilidade dele chegar não a 400.000, mas daí eu vou precisar da ajuda dos da calculadora dos universitários. Mas a R$ 80.000 tem uma possibilidade de utilizar uma técnica mais avançada através do domicílio fiscal mais vantajoso para fazer isso aqui cair para 40.000. Deixa eu só ver se eu tô fazendo conta certa. fazendo conta certinha e tem a possibilidade até de você fazer isso aqui ficar em, por exemplo, R$ 5.000. Então, veja, imagina só uma família
que gastaria R$ 400.000 no inventário, tem uma gama de opções que pode chegar a pagar, por exemplo, R$ 5.000 só de imposto. Imagina R$ 395.000 R$ 1.000 de economia de um sistema para outro. É lógico que isso faz com que esse seja um dos maiores objetivos, ã, que a gente vê eh entre os eh entre os herdeiros, entendeu? De querer ah de entre os nossos clientes, fazer com que os seus filhos não passem, não gastem essa fortuna e consiga fazer isso com um valor infinitamente menor. Beleza? Vamos lá. Então, pode ser que o seu filho,
que o que o seu cliente tenha esse eh interesse, mas vejem, nem se resume a isso. Há clientes que têm, por exemplo, o interesse de pagar menos imposto num divórcio. Olha só isso. Olha essa seguinte situação. O cliente não chega, o cliente não chega no nosso escritório e diz o seguinte: "Olha, ele tem, ele tem dois imóveis". É só isso que ele tem. Ele tem dois imóveis adquiridos junto no durante o casamento dele junto com a esposa. Ele tem o primeiro imóvel que é um é a casa da família, OK? A casa da família. E
essa casa da família hoje vale R$ 4 milhõesais. 4 milhões. E ele tem um outro imóvel. E ele tem um outro imóvel que vale, olha isso, gente, que vale R$ 800.000. Eu não vou nem botar 800, vou botar 1 milhão. Não foi essa. A 800 foi a vida real que chegou pra gente. Eu vou botar 1 milhão pra conta aqui ficar mais fácil. Veja, esse casal tem três filhos. Ah, dois ainda são adolescentes, bem jovenzinhos e tudo. E eles se separam e eles tomam uma decisão que isso aqui ia ficar pra esposa, OK? E isso
aqui pro marido ou ex-esposa e ex-marido. Essa foi a decisão do casal. Só que o patrimônio do casal, o patrimônio do casal é de 5 milhões. 5 milhões. E no divórcio são 25hões para cada. OK? Só que não é essa a a situação que você viu aqui. A situação que você viu foi a esposa ficando com um bem de 4 milhões. Então essa diferença de 4 milhões, pera aí, deixa eu botar aqui, 4 milhões menos 25 milhões ok? Essa diferença de 15 milhão 15 milhão ela corresponde a uma transmissão para essa moça a título gratuito
e por conseguinte incide o mesmo. É o imposto da doação. E aí eu mais uma vez não vou nem complicar de falando de Rio de Janeiro, que foi o nosso caso. No nosso caso, o que aconteceu foi exatamente isso. Ele ele teria que pagar, não vou botar o Rio de Janeiro porque é verdade. Foi exatamente o que aconteceu. Ele teria que pagar 8% disso aqui, o que daria R$ 120.000. Olha isso, gente. Esse cara tá se divorciando. Ele tá se divorciando. Ele que ele que teve que pagar o troço todo, tá? E era justo, tá?
por conta da relação patrimonial de trabalho, de emprego dos dois e tudo. Ahã. Ela o o papel dela naquela unidade familiar foi cuidar da família e o dele gerar eh gerar riquezas paraa família. Beleza? Na hora que fez o divórcio, ele falou quando nos contratou, ele falou: "Cara, [risadas] eu ainda vou ter que pagar, eu vou ficar com um patrimônio de 1 milhão, vou vou abrir mão de um patrimônio de quatro e ainda vou ter que pagar mais 120.000." Eu falei: "Não, a contribuinte é ela, mas se você quiser resolver desse jeito, vai ter que
ser assim". E ele teve que pagar R$ 120.000. Ele só não teve que pagar R$ 120.000 R, porque essa foi a solução que nós entregamos para ele. Nós falamos o seguinte: "Olha, você não precisa fazer isso aqui. A gente consegue colocar esses dois imóveis aqui, ó, dentro de um sistema, dentro de um sistema dividido em duas unidades, dois microssistemas separados, um dele e outro dela." Veja só, sabe como é que saiu a escritura pública de divórcio? Foi escrito o seguinte, olha só, não tem bens a partilhar. O que que ele tem agora? Ele tem uma
empresa, tem uma holding familiar e nessa holding familiar tem uma célula cofre com capital de 1 milhão e ela tem a dela com o capital de 4 milhões. E isso só é possível porque a gente utiliza então regras que são regras de direito empresarial e não regras de direito civil. Então veja, hoje o que a gente observa depois que a gente começou a divulgar o que aconteceu ali naquele caso, é que já apareceram outros clientes. E veja, tudo parte do princípio que você divulga os seus trabalhos. E ao divulgar o nosso trabalho, ao divulgar o
nosso trabalho, divulgar coisas que já aconteceram no ambiente da holding familiar, outras pessoas nos procuram para resolver esse tipo de problema. Também no caso aqui, nós passamos a ter outros clientes que nos procuraram para isso, para montar a holding, para poder realizar o divórcio de forma mais barata, tá? Também chega pra gente pessoas que querem driblar, driblar o regime de bens de casamento. E aí, veja como é que driblar o regime de bens de casamento. Vou te fazer uma pergunta, responda para mim aqui no chat, tá? Responda no chat para mim aqui. Ah, João e
Maria. OK. João e Maria. Deixa eu botar aqui no iPad aqui para você. Vamos lá. João e Maria, eles têm um imóvel, OK? Eles têm um imóvel, eles colocam esse imóvel dentro de uma célula cofre, OK? Célula cofre que só Maria é titular. Só Maria é titular. Pergunta que eu te faço no chat. Maria precisa. Esse móvel agora pertence à célula cofre, da qual apenas Maria é titular. Beleza? Pergunta que eu te faço. Maria pode vender este imóvel sem autorização de João? Sim ou não? Responda no chat, por favor. Tomar um café enquanto isso. Maria
e João são donos de um imóvel. Maria e João são donos de um imóvel. Maria e João pegam este imóvel e colocam dentro da célula cofre. E a célula cofre ela é só de Maria. Maria pode vender este imóvel, OK? vender este imóvel sem vender este imóvel sem a outorga de João. Sim ou não? E não comporta a resposta, depende. Escreva para mim no chat se ela pode ou não vender este imóvel. Vamos lá. pode ou não vender este imóvel? Deixa eu ver você aqui. O que que você tá respondendo? Pode ou não? A maioria
dizendo sim. E eu vou responder para você, pode Maria pode fazer isso? E a quantidade de pessoas que sabe disso, que sabe disso, ela aumenta a cada dia. Então tem gente que vem nos buscar com o intuito de driblar o regime de bens de casamento para ludibriar o seu cônjuge. É, é isso mesmo, para ludibriar o seu cônjuge. E aí é ordem nossa, por exemplo, em todas as nossas holdings, tá? em todas as nossas. E aqui fica o meu recado para você que é um eventual cliente e quer fazer isso, que não nos procure, ok?
Por nós temos, por regra geral, colocar os dois como administradores da célula cofre e garantir que qualquer bem só possa ser vendido com a participação dos dois. Dessa forma você consegue preservar a mesma coisa que você tinha antes, a mesma situação que você tinha antes, quando os dois eram eram preciso para poder vender o imóvel que fosse do casal. Contudo, contudo, veja, eu não tô aqui fazendo uma aula específica sobre o tema. Eu tô dizendo que tem cliente que não chega para driblar o regime de bens de casamento. E pasm, acredite, existem casos em que
isso chega não como uma mecânica de safadeza, OK? Mas como uma preservação legítima do casal. Olha só isso, Joãozinho. Joãozinho. João. João tem um imóvel. Olha só, tem um imóvel de R$ 5 milhões deais. João tem um imóvel de R$ 5 milhões deais. Aí João casa com Maria no regime da comunhão parcial de bens, OK? Regime da comunhão parcial de bens. Vende esse imóvel. Vende esse imóvel. Pega o dinheiro. Pega o dinheiro. OK. Pera aí. Tá entrando numa ligação. Ele pega o dinheiro e vai lá e compra um outro imóvel, por exemplo, de R$ 4
milhõesa. OK? de R$ 4 milhõesais. E aí o que que acontece? O que que acontece? O João, o João ele se divorcia, ele se ele se divorcia, não, ele tá com medo de, no caso, de divorciar isso aqui que foi adquirido na constância da relação, tá? Eh, se comunicar com o regime de bens de casamento dele. E eu te digo, não, não se comunica. Esta é a regra de direito. Não se comunica porque não se comunicam os bens subrogados no lugar daqueles que já existiam anteriormente ao casamento. Beleza? Não se comunica. Isso é o que
o estudante de direito vai falar pro João. Agora, o advogado com 10, 15, 20 anos de militância e em vara de família vai dizer pro João assim: "João ferrou". Isso vai dar bosta. Sabe por quê? Porque o próprio João nem precisa do advogado militante. O próprio João vai já vai ter visto uns 10 casos no mínimo na vida dele. No mínimo na vida dele em que isso aqui deu bosta. E qual é a melhor bosta que isso aqui pode dar? 10 anos de discussão em em justiça, em vara de família para decidir que João então
poderia vender o imóvel. Só que 10 anos, meu irmão, o cara perde tudo quanto é tipo de eh de oportunidade na vida. Então, o João nos busca para driblar esse regime de casamento em acordo com Maria. em acordo com Maria, porque enquanto estão casados tá tudo de boa, beleza? Em acordo com Maria. E a gente sim dá para dá para montar o sistema e garantir que o João consiga controlar a empresa dele, a célula cofre dele, sem necessitar de nenhuma participação de Maria. Entenderam? A a esses são só são só algumas alguns dos motivos pelos
quais os clientes nos procuram. E aí eu vê, eu te falo uma coisa, nós estamos aqui, preste atenção numa coisa, nós estamos aqui reunidos nessa segunda-feira numa aula para conversar especificamente sobre o passo a passo de constituição de rol familiar. Note, nós estamos aqui há exatos 45 minutos. 45 minutos e a gente não começou o primeiro passo de mão na massa, mas veja, o professor tá enrolando, o cara tá, sei lá, quer reter a atenção da gente, sei lá pro quê. E não, não é enrolação, é assim que se começa uma holding familiar. Então, para
você, para você entender como é que monta a holding familiar, esse é o primeiro passo. O primeiro passo então é entender perfeitamente, perfeitamente o que o cliente deseja. E eu não sei se você tá habituado ou não. Habituado ou não. O nome, o nome, deixa eu botar aqui na tela. O nome disso é sessão de viabilidade. A sessão de viabilidade, quando a gente reúne com os nossos clientes, a gente costuma dizer para eles que esse é o mais importante momento que a gente tem. Por quê? É o momento que a gente tem contato com o
cliente para que o cliente diga exatamente qual é o interesse dele. E se você não entender qual é o interesse do cliente, você vai querer constituir hold familiar como se fosse formuleta, como se fosse uma um um eh hoje em dia tem aí na internet, né? Faça eh tivendo o modelo de roldar em 40 cláusulas, blá blá blá. Cara, sério mesmo, não vai, não vai, porque a holding familiar, ela tem que tá intrinsecamente vinculada a uma impressão digital do cliente, que é o desejo dele. E veja, o desejo dele não é não é o limite
da lei. Não é o limite da lei, é só o desejo dele. E ele precisa te contar o desejo dele, exatamente qual é exatamente o que ele quer, sem julgamento, sem o seu julgamento. Agora, depois, depois que ele disse o que ele quer, é hora de você dar o segundo passo na constituição da holding familiar dele, OK? E o segundo passo, deixa eu colocar aqui na tela já. Aliás, antes de eu falar do segundo passo, eu quero dizer o seguinte: você tá me vendo escrevendo aqui, você não precisa anotar nada. Ah, eu tô mencionando aqui,
tem alguns dispositivos de lei. Tudo isso eu vou trazer para você aqui, tá? Eu vou trazer para você aqui numa apostila. Se você é membro do Team Holding Brasil, não se preocupa com essa apostila, porque essa apostila vai pra área de membros, tá? Mas inclusive eu vou direcionar você já pra aula certinha da área de membros. Se você não é nosso aluno, se você não é membro do Team Rad Brasil também você pode ter acesso a essa apostila. Não vou te cobrar nada por isso. Eu vou te mandar por e-mail. Então aqui embaixo na descrição
desse vídeo, tá? Tem detalhado lá um link para você poder obter essa essa apostila, tá bom? Essa apostila vai ficar pronta provavelmente amanhã por vol meio-dia, tá? Porque eu tô esboçando aqui, minha equipe, o pessoal vai arrumar e o pessoal dá aquela ajeitadinha para ficar bonitinho e pronto. Pronto, chega para você. Se você é membro. E aqui é o mesmo link, tá? Vai ter dois botões. Sou aluno, não sou aluno. Se você não é aluno e tentar clicar no link de aluno, você não vai ter acesso à área de membros. Só quem é aluno vai
ter. Agora, se você não é aluno, você também vai ganhar essa mesma apostila. Fica tranquilo que eu vou mandar pro seu e-mail, tá bom? Vamos lá. Vamos falar então do segundo passo. O segundo passo, tá, para você poder montar a holding familiar, ainda preparatório é esclarecer os limites da lei ao cliente. OK? Então, o cliente chegando a você, chegando a você com todas a todo o rall, todo o rall de informação que ele tem, ah, você vai precisar apresentar para ele os limites da lei. Eu vou fazer o seguinte, ah, o link da apostila, Artur,
tá aqui embaixo na descrição do vídeo, mas fica tranquilo, tá? E não é ebook, não, uma apostila, tá? uma apostila mesmo, vai chegar para você. Vou mandar por e-mail, se você não é aluno, tá? Se você é aluno, lá na área de vai ter o link da aula que vai tá isso aqui pendurado, beleza? Ah, pessoal, antes de eu avançar, ô Alexandre aí, Alexandre aí, ó. Alexandre Mendes, membro do diamante. Nossa, manda muito. Vamos lá. Ah, gente, antes de eu avançar, coloca, tem dúvida? Escreve aqui no chat a sua dúvida para mim. Deixa eu ver.
Algumas já passaram aqui. Vamos lá. O Nelson perguntou lá atrás. Eh, não. Al, ah, não. Isso aqui foi o Alexandre eh, explicando. Alexandre Fera. Vamos lá. Deixa eu ver aqui. Deixa eu ver se tem pergunta. Se você tem dúvida, coloca aqui. Eu tento responder. Cara, o Alexandre mandou a pau. Ele respondeu um monte de gente aqui. Show, Alexandre. Valeu, meu amigo. Cara, e ó, o que o Alexandre respondeu aqui, eu assino embaixo, porque o cara o cara manja muito do assunto, é membro do Diamante, sabe que tá falando, tem muito, muita bagagem. Legal. Vamos lá.
Ah, coloca sua dúvida aqui para mim. Deixa eu ver se apareceu aqui. Show, Márcio, deixa eu ver. Envia essa apostila pro meu e-mail, por favor. Maria de Fátima, com certeza. tá aqui na descrição do vídeo aqui embaixo, você vai ter um caminho para poder receber. Mando com você com prazer, tá bom, minha querida? Ah, gostaria de um exemplo de como fazer essa aula cofre. É nesse exemplo aqui que nós estamos dando. Ah, gostaria de um modelo. Para você ter ideia, lá dentro do Team Holding Brasil, a gente tem modelo, mas o modelo a gente ensina
que esse modelo não deve ser usado ao Deus dará. é muito mais importante a aula que a gente tem lá ensinando a construir o modelo, porque justamente por causa dessa impressão digital. Mas segura comigo, Andreia, que nós já vamos falar um pouquinho mais sobre isso, tá? Ah, deixa eu ver aqui. Vamos lá. O bem mais barato está em holding diferente do holding mais caro. Não entendi. Maria Teresa, me ajuda. Explica como fica no caso de separação total de bens. O Edmundo colocando Edmundo não tem. Ah, no caso da separação total de bens, ah, esse casal
poderia sim ter um debate em vara de família depois sobre se teve participação dela ou dele na valorização do imóvel e os imóveis mudam de preço e valorizam. E valorizam por quê? Porque só porque valorizou o mercado, porque o imóvel tá melhor, foi reformado, porque o outro pagou todos os condomínios. Cara, esse tipo de debate faz com que as pessoas saiam numa discussão em juízo de família com direitos que não teriam, porque normalmente aquele que não tem direito faz o debate estender a ponto de prejudicar o patrimônio do outro. Porque, cara, a coisa mais simples
de conseguir num juízo de família é um arrolamento, entendeu? Um arrolamento e trava bem das pessoas. E quando esses bens são investimentos, cara, é uma lambuja danada, danada, danada. Então eu sugiro fortemente que a pessoa opte por esse sistema, opte. E veja, na medida que a gente começa a sugerir isso pros casais, mais casais tendem a nos procurar. Na medida que a gente começa, e aí veja, Edmundo, na medida que você vai começar a utilizar as suas redes sociais para falar disso paraas pessoas, as pessoas começam a fazer, o brasileiro começa a fazer assim, ó,
paraas possibilidades de holding familiar. Então, o cara que hoje só tá interessado no testamento, no inventário, não sei que e tudo mais e tal, no futuro as pessoas vão começar a enxergar aplicações porque elas podem resolver através de um sistema de familiar que amplia muito o nosso leque, muito, muito, muito, muito. Eu digo que toda pessoa proprietária de um bem imóvel, por natureza, ela já é interessada em ter uma holding. Então, são 26 milhões de possíveis interessados em em ter uma holding familiar. Hoje eu digo mais, eu digo o seguinte, que todo brasileiro casado é
interessado em ter uma hold familiar. Ah, mas ele não tem patrimônio ainda. Na hora que vier o primeiro já vai para onde? Vai para dentro do sistema. Já com tudo pré-definido. Muito melhor. Como colocar investimentos na holding? Pergunta Ktia. Kátia, investimento é diferente de imóvel. Imóvel é o quê? É um bem. Um bem. Investimento não é espécie, não é espécie de patrimônio, tá? Vamos lá. O patrimônio é uma, é um gênero, OK? Que comporta várias espécies de bens, OK? E até de direitos. Alguns direitos constituem o patrimônio da pessoa, né? Mas veja, investimentos ele é
um gênero. Então você tem, por exemplo, ações. Ações é um é a a ação de uma empresa é um bem, é um título de propriedade daquela daqu de sociedade daquela empresa. É um bem da pessoa, OK? A pessoa tem propriedade sobre aquelas ações. Uma LCI, por exemplo, uma LCI, não, a LCI, a pessoa, por exemplo, ela é uma um credor do banco, então ela não tem um patrimônio, ela não tem um bem, quer dizer, ela ela tem um crédito com o banco. Então, os investimentos eles precisam ser analisados um a um. E esse é o
debate e o próximo debate que a gente faz agora dentro do time Brasil, inclusive, tá? Deixa eu ver aqui se tem mais alguma pergunta que a gente precisa. Deixa eu ver aqui. Ah, o pessoal mesmo, eu tô vendo que vocês estão tirando dúvida e vocês me esclarecendo. Isso tá lindo, lindo, lindo, lindo. Eu vou seguir aqui então porque eu tô vendo que muita gente tá se esclarecendo. E aqui na medida que eu não consegui responder, e quando é comunhão parcial, aqui ó, a Daisy pergunta: "E quando é comunhão parcial é um dos cônjuges sobre a
holding? Ah, e dia as cotas e doa, quer dizer, as cotas para o filho, que é de outro casamento. O que acontece? Caramba, aí eu eu precisaria entender o exemplo concreto pra gente poder chegar na análise aqui. Agora veja, o é um filho de outro casamento. Se ele doou, agora a titularidade é daquele filho. Ele pode até exercer uma cláusula de call para poder ah retomar, para poder refazer o sistema. Tudo pode, tá? Mas se foi feita a doação agora, esse filho tá guarnecido. Tá bom. Deixa eu ver mais alguém aqui que não foi ainda.
Bom, deixa eu avançar aqui, depois eu volto nas perguntas aqui, tá? Ah, voltando, eu falei, ó, o nome disso é sessão de viabilidade. E agora o próximo passo é esclarecer os limites da lei pro cliente, tá? E quais são os limites da lei pro cliente? Ora, são vários e totalmente vinculados, são totalmente vinculados ao interesse do cliente. Então, por exemplo, deixa eu botar aqui, ó, por exemplo, a o limite da lei pode ser a legítima. Então, o cliente pode estar interessado em excluir um filho que tá fora do casamento. E eu vou precisar explicar para
ele e a legítima. E veja, talvez eu não consiga excluir esse filho de ter alguma coisa. Sen não consigo mesmo. Porque veja, gente, eu não tenho nenhum pudor em falar sobre isso. Por quê? Porque eu sou contra a legítima. Eu sou contra. Agora é só minha opinião. É só a minha opinião. Mas a minha opinião é: eu sou contra e legítima. Se o bem é do indivíduo, ele faz com ele o que ele quiser. OK? Se chama autonomia patrimonial, tá bom? Ah, e ah, mas o filho vai ser largado, a míngua tudo, pô. Ele vai
lá. Hoje em dia, o poder judiciário, o que não falta são ações lá eh indenizatórias por abandono material, por abandono moral. OK? Então não falta, procura os seus direitos. Agora, a legítima eu sou radicalmente contra. Mas então eu não tenho nenhum pudor para falar da legítima. Eu não tenho nenhum pudor para defender um um um pai que quer eh organizar o patrimônio de outro jeito que não seja por dentro legítima. Mas ela ela ela existe, ela tá na lei, goste ou não. E me cabe só obedecer porque eu sou advogado. OK? Então eu tenho que
obedecer a legítima. Agora, os limites da legítima é que eu vou tratar aqui. Quando a gente lida com cotas do capital social de empresas, quando a gente cria eh lida com o que a gente chama de institucionalização do patrimônio, a maleabilidade que a gente tem para tratar com com a legítima é muito maior, porque a gente pega o bem pelo valor que ele tá escriturado. Ah, quanto é o valor de mercado? Não foi transacionado, OK? não foi transacionado. Quando a gente fala de modelos mais avançados, por exemplo, com como de três células, que você tem
aquisições, por exemplo, a título de compra e venda de forma legítima, lícita, isso então fica mais difícil ainda, tá? hã, de ser de ser derrubado ou haver uma tentativa de derrubar, nada disso. A orientação geral que a gente vai dar pro cliente ainda dentro da sessão de viabilidade é falar o seguinte: "Olha, eu no teu lugar não tentaria nada que fosse contrário ao legítima". O máximo que a gente pode fazer é isolar quantidade de patrimônio suficiente para que este filho seja a atendido e ele não se não não tenha a sua legítima ofendida. Porque se
você tentar fazer isso, o risco é que aquele filho que ou aqueles filhos que você quer beneficiar, eles se lascam em contro todo ah no futuro, né, quando um herdeiro ah que teve a sua legítima ofendida reivindicar o que é dele. Outra outro limite da lei é o próprio regime de bens no casamento. Então, a gente vai ter que esclarecer pro cliente como funciona a lei e explicar o que que é possível fazer, o que não é, tá? Nós precisamos explicar pro cliente os problemas judiciais já existentes. Você lembra que eu falei aqui no começo
da aula que se esse sujeito tiver em busca de resol de a proteger o seu patrimônio de atividades econômicas que ele realiza, por exemplo, de uma empresa que ele tem, se essa empresa, eu sou errado ali, por quê? Não sei se essa empresa ela já tinha problema anterior, se já tinha penhora, se já tinha ação contra ele antes, mesmo ação, OK? Ou execução contra ele antes, não é esse sistema que vai proteger. Pode até vir a proteger, OK? Mas não é garantido. Por que que não é garantido? Porque na verdade ele vai tá praticando uma
fraude contra credores. É isso que ele vai tá fazendo, OK? ele vai tá praticando uma fralda, uma fraude de contra credores, porque se ele já existe o crédito, se já existe o crédito e existe o débito, qualquer rearranjo que ele faça no sentido de se tornar insolvente é fraude contra credores, se não for fraude execução. Beleza? Então isso precisa ser esclarecido pro cliente. Também é preciso esclarecer pro cliente os estados em que a lei do imposto sobre a herança e a doação atrapalham. Na hora de conversar com o cliente que tá buscando uma sessão de
viabilidade, hum, é muito importante clientes que são, por exemplo, do próprio Rio de Janeiro, Minas Gerais, eh, ã, mais o quê? Paraná. Ah, Rio Grande do Sul. São estados que a Pernambuco que a lei do estado atrapalha a montagem do sistema através de uma via ordinária, de uma via, por exemplo, com uma célula só. Atrapalha? Em Minas, por exemplo, é completamente impossível fazer, quer dizer, não é impossível, é totalmente possível, mas o custo fica muito alto. Então, é, é necessário esclarecer tudo isso ao cliente nessa fase, nesse momento. Assim como também é importante nesse momento
esclarecer os clientes a respeito das cidades em que há mais ou menos dificuldades em relação ao ITBI. Então veja, tem cidades que a cidade cobra diferença sobre TBI, ah, entre, por exemplo, o valor de mercado do bem, eh, e o valor que tá na declaração de imposto e renda, quando você utiliza essa mecânica. Ah, o que fazer nesses casos? Tem cidade, ah, que que cria determinados embargos, ah, para, para te conceder à imunidade de TBI. Tem cidade que vai te pedir, por exemplo, uma declaração de destinação do imóvel. Tem cidade que vai te te pedir
uma declaração do que o imóvel tá sendo empregado hoje e vai ser empregado no futuro. Então tudo isso você precisa esclarecer pro cliente. Ah, mas mas eu não sei o que que a cidade exige. Beleza? Se você não sabe não sabe, você não precisa ainda dizer pro cliente, mas você precisa ter isso no foco, porque isso você vai utilizar na etapa seguinte. E qual é a etapa seguinte? A etapa seguinte [roncando] é aquela que você vai esboçar e orçar o sistema de holding familiar para o cliente em todos os modelos. possíveis que sejam viáveis ao
cliente, OK? Bem como aquelas chamar de célula. Vamos botar, por enquanto eu vou chamar de aqueles acréscimos de interesse do cliente. Então, veja, nesse momento, nesse momento o que que você vai fazer? Você vai mostrar pro cliente, Paulinho, até agora eu tava, eu apertei o botão, agora, eu tava compartilhando a tela ou não tava, né? Beleza? Ah, então vocês estão me acompanhando. Então, nesse momento agora nessa fase que é a terceira fase de constituição da holding familiar, é a hora que você finalmente vai apresentar pro cliente dizer o seguinte: "Olha, pera aí, ó. Entendi tudo
que você quer, esclarec seus limites da lei. Você tem alguma dúvida?" "Ah, beleza, eu tenho dúvida, então traz a dúvida". "Ah, não, não tenho dúvida. E agora? Agora é hora da gente esboçar. A gente precisa montar algo que o cliente consiga enxergar numa mesa o seguinte: "Ah, modelo um, quanto custa? Qual é a complexidade de fazer? Modelo dois, quanto custa? Qual é a complexidade de fazer modelo três? Ah, e se o cara quer exercer locação, como é que faz? Ah, e se o cara tem atividade econômica, como é que faz? O que que tem mais?
Ah, se o cara tem, por exemplo, ah, ah, sei lá, investimentos financeiros, o que que faz? Então tudo isso você vai precisar colocar numa numa mesa para que ele possa enxergar de forma ampliada todos os modelos, a complexidade de cada modelo. E veja só, ouça bem essa palavra. Complexidade não é risco. Se você trabalha com alguma modalidade que entrega risco pro cliente, beleza, segue você do seu jeito. Eu não tenho nada para te ensinar. Por quê? Porque eu me recuso a trabalhar com qualquer modalidade que apresente risco pro cliente. Esse papo de, ó, o cliente
precisa ter conhecimento do risco que ele tá correndo e tudo mais. Comigo, viu? Não, violão, eu não, eu não quero, não topo, não topo apresentar pro cliente nenhum tipo de modelo que seja de risco. Ah, mas mas que tipo de modelo que você considera de risco? Por exemplo, modelos em que o cara simula uma compra e venda de cotas. Ao invés de doar, doação de cotas vai ficar caro. Eu tenho lá R 10 milhõesa. Eu crio uma empresa e eh vendo as cotas dessa empresa, então, pros meus filhos. Só que o cara nunca recebe nenhum
valor, nenhum centavo. Ou então um sistema em que ele cria uma empresa só para vender um imóvel. E eu acho que e eu não acho que isso seja simulação, mas eu sei eu sei que os municípios perseguem esse tipo de de construção. Então esse tipo de situação eh eh de modelo eu prefiro não apresentar pros clientes. Então, o que eu quero apresentar pros clientes é um os modelos que não tem nenhum tipo de risco para ele, que ele continua ex, aliás, que supera os riscos que ele tem hoje de manter do jeito que está, OK?
que não coloca o patrimônio dele em risco, mas tem modelos com complexidades maiores ou menores. E é ele que precisa se decidir. É ele que precisa se decidir se ele topa ter uma célula só duas ou três ou 10 ou várias. É ele que precisa se decidir. Mas para ele decidir, ele precisa ter tudo muito claro. Claro e orçado. Orçado para instituir e orçada a manutenção mensal daquilo ali. Mensal ou anual, seja lá como for. Então, precisa ter isso muito orçado. E eu quero conversar com você detalhadamente sobre essa que é a terceira fase e
depois também sobre a quarta fase que é a mão na massa. Então eu vou fazer o seguinte, eu vou cindir esta aula que nós estamos agora 1:10. Eu vou cindir essa aula em duas, tá? Em duas. Então nós vamos fazer o seguinte, parte um, vim até aqui e a segunda-feira que vem eu faço a parte dois do nosso passo a passo paraa criação da holding familiar. Beleza? Se você tá aqui até agora, preste atenção, na descrição desse vídeo tem um link para você ter acesso à apostila que está sendo produzida e eu vou fazer chegar
até a você. Ela tá sendo produzida agora baseado nisso tudo que eu anotei aqui, OK? tudo que eu anotei aqui, mas um monte de dispositivo que a gente acabou de mencionar, tá bom? Ã, todo toda essa anotação, tudo a gente vai criar uma apostila, vai chegar um PDF para você. Se você é membro do Team Holding Brasil, se você já é nosso aluno, aqui embaixo, na descrição desse vídeo, na no mesmo é o mesmo link, o mesmo link, vai ter um botãozinho para dizer assim: "Sou o aluno". Aí aquilo ali, pumba, já vai clicar na
tua área de menos. Você vai botar login, senha lá da ODMart, vai entrar, já vai cair na aula certinha que tá isso. Inclusive, dizendo: "Ó, essa apostila chega amanhã, sei lá, meio-dia". Se você não é aluno, eu vou te dar também um direcionamento, umas instruções para eu poder enviar essa apostila pro seu e-mail, tá? Então, mand bota lá eh o e-mail para qual o e-mail que você quiser, o que ficar mais fácil para você, vai garantindo que você vai receber, tá bom? Então, eh, vou mandar por e-mail para você que não é aluno. Vou encerrando
por aqui. Vou te pedir um favor. Vou te pedir um favor. Agora eu vou botar aqui no meu lugar, eu vou deixar uma vinhetinha, uma coisa assim. Enquanto ela toca, eu vou falar para você, deixe a sua dúvida aqui nesse chat. Por que deixa a sua dúvida aqui nesse chat? Porque se você deixar a dúvida, enquanto a a live tá rolando, eu consigo capturar isso aqui e responder num próximo momento, beleza? Então, deixa a sua dúvida aqui no chat. Se você tem qualquer dúvida, escreve a sua dúvida aqui no chat agora. Sem pressa, só escreve
aí, tranquilo, que você consegue fazer numa boa, tá bom? Me despeço a você, um de você, um beijo no seu coração. Fique com Deus. Eu te encontro na segunda-feira na continuação dessa aula e aqui embaixo tá o caminho para você baixar a apostila da aula de hoje. Até mais.