[Música] fala pessoal tudo bem com vocês sejam bem-vindos a mais um oftc mais um episódio de revisão e dessa vez um grande desafio que é fazer um podcast de revisão de ótica virar algo interessante proveitoso né vai ser um desafio mas a gente vai conseguir entregar aqui em uma hora um resumo uma revisão de ótica para vocês desse que é o tema mais importante da prova do CBO na minha visão foram 15 Questões na prova de 2024 e a gente tem observado uma tendência de mudança de perfil de prova não tá sendo mais aquelas questões
que eram questões que muita gente não curtia muito que era de cálculo de desenho né mas que era receitinha de bolo também se você pegava o jeito era só replicar né os modelos ali agora eles estão sofisticando perguntando questões um pouco mais teóricas conhecimentos um pouco mais específicos a meu ver dificultou um Pouco mas a gente vai tentar aqui dar muitas dicas importantes para vocês aí se a gente conseguir entregar uma revisão de ótica didática você Compartilha esse episódio aí com seus colegas deixa aí um like pra gente bom queria eh dar as boas-vindas paraos
meus colegas Flavinho Pedrinho Iago né que a gente tem feito essas revisões com vocês e sem mais delongas vou passar a palavra pro Flavinho já começar com os conceitos iniciais aí da nossa discussão muito bem Bernardinho bom estar com todo mundo aqui e com você aí em casa que tá nos assistindo pessoal Ótica não tem jeito tem que fazer muita questão mas óbvio que para fazer questão a gente precisa também entender a teoria e quando a gente fala de ótica aqui a gente vai lidar com a luz só que a luz ela não é aquela
coisa que a gente pode confiar tanto porque até tem hora que ela se comporta como onda tem hora que ela se comporta como uma partícula um Corpúsculo digamos assim e aí a a gente tem as diferentes teorias mas não vou falar sobre essas coisas em fades aqui não porque que interessa pra gente aqui nessa nessa nossa conversa de hoje é a gente adotar aquela teoria de que a onda de que a luz é uma onda eletromagnética mas não é qualquer onda eletromagnética Pedrinho é aquela onda aquela luz que é percebida pela nossa retina é aquela
parte da energia que é sensível que é sensibiliza na verdade a nossa retina e Aí como Toda Onda a gente vai ter aquelas características né comprimento de onda frequência e aqui não tem jeito tem umas palavrinhas aves que a gente tem que memorizar e a primeira delas que é uma coisa até um pouco batida é a gente entender que mesmo quando a luz passa de um meio pro outro que eu vou conversar sobre isso em detalhes daqui a pouco ela não vai mudar a sua frequência até a gente combina isso em aula de que a
frequência de uma luz é uma impressão Digital né não varia agora uma coisa que às vezes até a prova pode querer te colocar em Apuros é quando a gente vai falar sobre o conceito de comprimento de onda porque porque você lembra lá né a onda faz aquele trajeto que tem pico tem um vale Às vezes a prova vai querer te confundir dizendo que um comprimento de onda é a distância entre o pico e o vale não é isso é você pegar por exemplo uma onda de forma contínua e fazer a distância entre um vale e
um vale um Pico e o pico isso é o comprimento de onda e pra gente calcular a velocidade dessa onda é só a gente correlacionar em termos de multiplicação o comprimento de onda com a frequência muito bem agora você sabe as cores do arco-íris por exemplo a gente tem o espectro visível que varia desde lado do Violeta até a questão do vermelho agora cada corzinha dessa tem o seu comprimento de onda E aí se te perguntarem por exemplo qual que é aquele comprimento de onda que consegue Sensibilizar a nossa retina você vai responder que ali
ó entre os 380 780 nanômetros e quando a gente converte isso paraa frequência seria ali por volta dos seus 830 a 370 terz olha quão alta é essa frequência e frequência é energia quando a gente tá falando de onda e além da parte visível do espectro da luz que a gente tem né a luz é essa parte visível a gente ainda tem uma outra duas outras partes do espectro que é principalmente a parte Mais ultravioleta e a parte do infravermelho só que no ultravioleta a gente tem tudo bem O va o VB o VC mas
a gente também tem os raios X e o raio Gama todos esses componentes podem causar um dano porque eles podem trazer fototoxicidade E aí você lembra lá você tá lá no pronto socorro da oftalmologia de madrugada porque esses casos adoram chegar de madrugada chega um soldador Aquele que tava trabalhando com solda se Queixando de que tá com olho vermelho tá se queixando de ardência por que é que isso acontece se te perguntarem qual desses componentes do do ultravioleta causa isso É principalmente o uvc porque o Uva tem muita relação ali com envelhecimento câncer de pele
e o VB tem relação ainda também com câncer de pele mas também com queimadura solar já do outro lado do espectro a gente também tem o infra vermelho e que a gente tem e causando também uma fototoxicidade ao Nosso olho tem infravermelho tem micro-ondas e também tem as ondas de rádio e aí eu sei que muitas vezes você já usou por exemplo para apresentar alguma coisa o laser né o apont E aí o que que acontece por exemplo nesse laser vou até falar para vocês o que que é essa sigla é o light amplification by
stimulate emission of radiation pronto gastei meu inglês da semana inteira aqui espero não ter passado vergonha mas o que mais interessante do que a gente Saber o significado da sigla é a gente saber algumas características do laser tem três que eu preciso falar com vocês A primeira é que ele ali é monocromático se é um laser verde é realmente só o comprimento de onda da luz verde agora ainda tem outras duas características que é o coerente e o colimado vamos relembrar o que é isso o coerente é quando você tem Raios com a mesma direção
e eles estão em fase já o colimado é quando você tem aqueles raios Ali mais coaxiais que praticamente não é 100% mas praticamente eles estão se propagando de uma forma mais paralela de da Luz basicamente era isso que a gente precisava saber mais da teoria agora a luz vai interagir com várias coisas vai passar de um meio pro outro vai passar por arestas vai fazer reflexão e é isso que a partir de agora a gente vai começar a revisar começando pessoal por aquela situação em que a onda passa de um meio para o outro meios
diferentes e Aí vai ser importante pra gente aqui conseguir caracterizar esse meio em termos do índice de refração lembra lá da fórmula do ensino médio tinha lá o índice de refração é igual a velocidade da luz dividido pela velocidade do meio e você sabe que não tem nenhuma outra velocidade que é mais alta do que a velocidade da luz então você já tô já tá concluindo aí de casa que você sempre vai ter um índice de refração maior do que um só só para velocidade da luz no Vácuo dividido pela velocidade da luz no meio
né perfeito exatamente E aí a velocidade da luz num outro meio que não vácuo sempre vai ser menor do que essa velocidade da luz no vácuo E aí uma coisa que é interessante agora é a gente entender o seguinte ponto que eu até bato muito isso em aula com você quando a gente tem a passagem da luz de um meio para o out outro não necessariamente você vai ter mudança de direção agora mudança de velocidade se são meios Diferentes aí isso sim você vai ter agora Flávio me fala aí de algumas situações vamos lá pessoal
A primeira é aquela em que você tá passando de um o a luz tá passando de um meio com índice de refração menor para um índice de refração maior por exemplo do ar para água e aí ele a prova sempre pode querer te perguntar vai aproximar ou vai afastar da normal mal então aqui vai uma dica pessoal a gente vai raciocinar da seguinte forma se é um meio mais Refringente vai ficar mais perto da reta normal se você passa para o meio menos refringente vai ficar menos perto da reta normal mais perto da reta normal
o que significa que o ângulo de refração o ângulo de refringência Vai ser menor do que o ângulo de incidência menos perto da reta normal o que é que isso significa que o ângulo de refringência o ângulo de refração vai ser maior do que o ângulo de incidência agora a velocidade da da luz se Propagand nesse meio vai mudar agora uma coisa que não vai mudar é exatamente a frequência da luz por quê mais uma vez aqui a gente tá lidando com uma impressão digital da onda que tem muito mais a ver com a fonte
da luz e não com a passagem da luz de um meio para o outro e aí uma coisa que a gente pode agora aplicar na nossa prática é exatamente uma coisa chamada de reflexão interna total tem muitas coisas no oftalm que a gente usa esse princípio Mas até no dia a dia você que tá assistindo aí a gente se não tiver no wi-fi vai estar com internet de fibra ótica E aí qual que é o conceito Primeiro vou te explicar como que acontece para depois a gente relembrar como é que isso tá no nosso dia
a dia para falar sobre reflexão interna Total pessoal eu preciso antes falar de uma coisa que é chamado exatamente do ângulo de máxima incidência e de máxima refringência Isso vai acontecer no Cenário que você sempre vai precisar ter duas coisas a primeira delas é você passar de 1 meio com o índice de refração menor para o índice de refração maior no caso por exemplo você passar do ar para a água e aí se você faz uma incidência rasante à superfície ou seja um ângulo de incidência de 90º a sua refração esse ângulo de refração vai
ser o que a gente chama de ângulo de máxima refringência agora se a gente inverte a situação você vai partir agora por Exemplo da água para o ar ou seja de um meio de índice de refração maior para o índice de refração menor se você faz a incidência desse raio acima de um ângulo que a gente chama de ângulo crítico aí você não tem refração o que você vai ter é exatamente a reflexão interna total e eu já te falei a gente tem por exemplo como a gente tô mostrando ali para na imagem para você
você aí de casa pode tá vendo na sua tela na imagem à direita você tá vendo exatamente ali ó em Amarelo o que seria o ângulo crítico já em azul você veja que você teve uma incidência com um ângulo maior do que esse ângulo crítico E aí não teve refração teve reflexão interna Total então para finalizar isso aqui são esses dois critérios para você ter reflexão interna Total o N1 maior do que o n2 e você incidi o raio acima do ângulo crítico E aí só para citar para vocês onde é que isso pode aparecer
fibra ótica no nosso scaps que é o fomc cópio Binocular indireto até quando a gente vai fazer a nossa gonioscopia lembra lá o raio de luz que sai do ângulo camerular ele não conseguiria sair do olho porque ele sofre A reflexão interna total agora quando a gente bota por exemplo as lentes que a gente usa para gonioscopia a gente quebra esse mecanismo como a gente tem ali na nossa foto beleza pessoal basicamente era isso que a gente precisava revisar sobre refração vou Passar a bola agora para o Pedrinho Então pessoal um prazer estar aqui com
vocês nós vamos discutir agora alguns conceitos em relação à óptica da relação da Luz seja com a superfície dos materiais seja com arestas e orifícios e é sempre legal a gente justamente falar desses exemplos né então a gonioscopia é uma coisa que a gente faz no dia a dia e aqui nós vamos citar esses conceitos dando vários exemplos e vamos começar com a reflexão pessoal então o que que Acontece a luz quando está em contato com alguma superfície ela pode ter justamente o fenômeno da reflexão então caso a superfície seja irregular a gente tem uma
dispersão da luz e aí faz uma reflexão que não é tão regular né conforme a gente pode até observar ali na na tela né E aí quando a gente tem uma superfície lisa né que a gente consegue observar ali mais a direita da tela esquerda que minha a gente consegue observar que a gente consegue ter uma Reflexão por espelhamento Então a gente tem que fazer justamente essa diferenciação E aí o que que acontece no processo de reflexão essa luz ela não passa pro próximo meio ela incide ali na superfície e retorna pro meio de origem
E aí qual que é uma das principais né Eh aplicações práticas ali do seu dia a dia da reflexão é justamente você entender a coloração dos objetos por qu algun os objetos né eles podem tanto refletir determinada determinada luz determinado Comprimento de onda como bem eles podem também absorver e isso que vai dar cor justamente de cada coisa então pessoal primeiramente que nós temos que ver os dois extremos se você tem um objeto Preto aquele aqu objeto ele consegue absorver toda aquela luz que é refletida nele né e o objeto Branco você consegue ter uma
reflexão de todas as cores caso você ilumine com uma luz branca se você ilumina um objeto branco com uma luz monocromática você tem somente aquela Luz aquele objeto vai se tomar tornar né daquela cor daquela luz então você vê né Aquela camisa né azul do Cruzeiro né camisa mais bonita de todas que é a camisa mais bonita do futebol brasileiro então o que que acontece com essa camisa azul tradicional a camisa azul tradicional a luz branca ela incide ali e a única cor que vai ser refletida é a cor azul e se você tem uma
incidência de uma luz azul a camisa continua sendo azzul porém se tiver uma luz Monocromática por exemplo vermelha time do Flamengo ali do Bernardo o que que vai acontecer a camisa do Cruzeiro né ela vai ser preta o que não é legal a gente não quer né então nada de preto aqui né só uma brincadeira para vocês lembrarem tá pessoal nenhum problema aqui is outro conceito el uma correla muito grande com a reflexão e com a coloração é o da filtração filtro pessoal O que que você tem que ter em mente quando Você pensa em
um filtro o filtro ele permite somente uma passagem de uma parte do espectro luminoso que corresponde ao comprimento de onda daquele filtro Então se o filtro ele é verde somente o comprimento de onda verde vai passar por esse filtro Então você tem tem que saber esse conceito mas existe um filtro pessoal muito utilizado para diminuir fotofobia diminuir o excesso de luz ali no olho do paciente que é o filtro cinza que é um filtro Neutro ou seja ele diminui todos os comprimentos de onda diminui a intensidade então é um bom tratamento pra fotofobia o paciente
ali quando ele tem um filtro neutro um filtro acinzentado ele vai ter uma diminuição dessa luz que chega no seu olho tá pessoal Então a prova coloca lá você tem uma luz vermelha passando por um filtro Amarelo por exemplo o que que o que vai acontecer com o objeto depois não tem nenhuma passagem de luz então esse Objeto vai ficar na cor preta por quê Porque o filtro ele barra toda passagem da Luz perfeito e aí a gente também tem um outro tipo de filtro que é o filtro polaroide que ele é responsável por um
outro fenômeno que é o fenômeno da polarização então o que que o fenômeno da polarização faz o fenômeno filtro polaroide ele impede a passagem de luz em quaisquer planos que não sejam o plano daquele filtro polaroide então se você tem um filtro polaroide horizontal A luz polarizada vai se propagar somente nesse plano nos outros planos a gente não vai ter nenhuma propagação da luz então quando você coloca dois filtros polaroides um horizontal e um vertical por exemplo a gente não tem nenhum tipo de passagem de luz Por conta desses filtros polaroides perfeito então ali muito
bacana ali ó uma coisa que nós vamos observar o filtro paralelo E aí tem uma coisa que é uma coisa ali que é o chamado paradoxo polaroide isso é Uma coisa que pode cair em prova né E aí caiu na Copinha né Caiu na nossa Copa que assim quando você coloca um filtro polaroide oblíquo aí você não sabe explicar muito bem mas tem uma certa passagem da Luz dependendo aí de uma função senoide Então isso é uma coisa que que sempre cai aí que é o famoso paradoxo polaroide perfeito Então pessoal são conceitos aí importantes
que vão cair na sua prova sempre lembrem desses conceitos relacionados aos o seu Dia a dia e sempre eh São conceitos ali que você consegue garantir uma questão na prova de ótica mas ali com um pouco mais de facilidade quando dos próximos temas aí que nós vamos citar e para fechar pessoal agora nós vamos falar da interação da luz com arestas E orifícios então a gente falou ali da interação da luz com a superfície questão dos Filtros E aí o Flavinho justamente citou a natureza Dual da luz e aí o que que acontece o fenômeno
da difração ele é um Fenômeno muito bacana porque que que os cientistas observaram eles observam obam Justamente que se a gente tivesse ali a passagem da luz por uma aresta a luz a partir daquela aresta apresentava um um comprimento um comportamento desculpa de onda como se ela tivesse uma origem naquela aresta Então essa imagem ela justamente vai nos mostrar como que funciona a difração Então a gente tem ali uma uma uma luz né e ao passar por uma aresta A partir dessa aresta ali a Partir desse orifício a gente tem uma onda nova ali formada
a partir daquele ponto a frequência não muda a velocidade não muda o comprimento de onda não muda isso é fundamental E aí pessoal baseado nesse fenômeno da difração a gente tem o fenômeno da interferência construtiva e da interferência destrutiva conforme a gente pode observar ali nas imagens quando a gente tem uma soma de duas cristas da onda ou seja Vamos colocar ali que a gente tem duas ondas né que Formadas em duas arestas E essas duas ondas elas se juntam as cristas se juntam Então a gente tem a interferência construtiva ou seja elas se somam
e a gente tem interferência destrutiva que ocorre quando uma crista se encontra com vale ou seja elas se anulam E aí você não tem mais uma onda ali naquele naquele orifício sendo formada isso é fundamental pessoal por qu a interferência destrutiva ela é utilizada no óculos de todos os pacientes que você Vê é utilizada no coaching antireflexo em que você coloca uma película ali na na lente do seu óculos para justamente ter um fenômeno de interferência destrutiva e diminuir a quantidade de luz que chega no seu olho Então ali a gente tem ali justamente os
dois principais materiais que são os constituintes do Coach antirreflexo você tem que saber o floreto de cálcio e o floreto de magnésio E aí por quê Porque eles são mais ou menos ali a raiz Quadrada do índice de refração dos principais materiais de lentes que nós temos então ali isso é uma coisa bem teórica Mas você tem que saber o quê que a interferência dest tia responsável pelo coaching antireflexo perfeito e aonde na nossa no nosso corpo no nosso olho tem o fenômeno da difração na pupila que é o quê justamente um orifício pequeno que
a gente consegue controlar essa passagem de luz então lembre-se que a gente tem um fenômeno de Difração ali na nossa pupila perfeito então lembre-se desses conceitos vou passar a bola aqui pro Iago seguir aqui com o ponto que eu considero mais importante da aula tanto a parte do Iago quanto a parte do Bernardo que são agora lentes e a questão dos espelhos é interessante só para complementar que essa parte também de de fração né vai ser aplicado nas lios de rativas né a gente tem um fenômeno de interferência nos degraus da Liu refrativa que vai
Fazer essa divisão da energia luminosa e criar mais de um ponto focal Aumentou a audiência aí é o pessoal gosta de falar de lente né Vamos falar de Lio e as lios de rativas por conta dessa divisão da energia luminosa vai gerar multifocalidade mas também vai gerar perda de contraste né então é aquela aquele tradeoff clássico aí da lios de FR rativas E também o próprio pinhole né que a gente utiliza para avaliar a cuidade visual do paciente também se Baseia num princípio né de difração e aumento da profundidade de foco bom vamos deixar o
Iago falar agora sobre lentes e vergência e depois eu vou falar de espelhos e prismas pra gente finalizar vamos lá para essa tarefa difícil mas importante né porque é o que a gente conversou No começo é difícil a gente passar para vocês só falando a ideia mas eu vou falar com bastante calma e vocês vão imaginando junto comigo aqui o que que eu tô querendo Passar para vocês mostar as imagens também aqui a gente fala de lentes a gente tem que entender os elementos principais que compõem uma lente Então a gente tem que começar pensando
no foco primário e no foco secundário o foco primário é o ponto de onde os raios vão sair passar pela lente e eles vão sair Paralelos o foco secundário é o contrário os raios Paralelos estão vindo do infinito que a gente considera normalmente a partir de 6 m vão passar Pela lente e eles vão todos se encontrar em um ponto esse ponto a gente vai chamar de foco secundário aqui pessoal é importante isso mesmo Olha só na lente convergente os raios Paralelos convergem pro foco secundário como vocês estão vendo o foco secundário fica à direita
da lente já na lente divergente os raios Paralelos saem da lente divergindo e os prolongamentos vão se direcionar aqui pro foco secundário que fica à esquerda da lente já no no caso do foco primário Como o Iago falou os raios que incidem passando no foco primário vão sair Paralelos aqui no caso da lente convergente no caso da lente divergente os raios que TM a direção do foco primário que contra aqui à direita da lente saem Paralelos tá então é bem importante realmente entender esses conceitos e aí mais uma coisa importante que vem agora e eu
me arrisco a dizer que é a fórmula mais importante da prova é saber calcular o poder da lente e para Calcular o poder da lente a gente vai calcular esse poder em dioptrias e ele vai ser o inverso do foco da distância focal da lente em metros isso é muito importante a gente saber tela bem grande aí ó para vocês Não esque a gente tava aqui nos Bastidores brincando que tá fazendo ali a prova na dúvida coloca um sobre o valor que ele te der e marca essa resposta porque tem muita coisa que a gente
calcula dessa forma questão aí aluno de rua eles põem isso de propósito Para aluno de rua errar mas nas questões de divergência por exemplo só se for perguntando aopa da lente o foco eudo mas justamente Essa questão aí do sistema de metragem de 100 m pessoal isso é fundamental então também fiquem espertos E aí isso é uma coisa que vai depois quando Bernardo for falar de prisma também vai mudar um pouquinho então prestem muita atenção a maior parte das vezes a gente vai estar falando de metros e aí um outro ponto Muito importante o outro
elemento muito importante que compõe uma lente é o centro ótico que vai ser onde o raio vai passar e não vai sofrer desvio E além disso né tem uma outra fórmula que eu não vou falar da Fórmula em si para vocês mas da informação que ela traz que é a correlação do poder de uma lente com o índice de refração e com a curvatura da lente quanto maior o índice de refração e maior a curvatura da lente Maior vai ser o poder da lente isso existe uma fórmula que consegue calcular mas em geral só essa
informação que eu tô trazendo para vocês já vai ser suficiente para vocês responder as questões e aí para definir se uma lente é divergente ou se uma lente é convergente a gente precisa primeiro entender o que é a vergência e a vergência é o poder da frente de onda Luminosa e vai vão ter três coisas que a gente precisa saber de vergência a gente Tem aquela vergência que é zero os raios não estão nem convergindo nem divergindo eles estão Paralelos a gente tem a vergência positiva na vergência positiva os raios vão estar vindo e eles
vão se encontrar num ponto eles vão V convergir para um ponto na vergência negativa os raios vão estar divergindo e essa é a vergência que é muito mais comum no nosso dia a dia porque os objetos e as fontes de luz naturais Elas têm essa característica divergência negativa ou Seja elas divergem os raios luminosos a gente enxerga um objeto Porque a luz sai dele divergindo e chega no nosso olho aqui que o Iago falou raios convergentes tem vergência positiva os divergentes vergência negativa e os Paralelos ver Z perfeito e aí a gente quando vai calcular
a vergência tem que saber também que o valor da vergência vai ser um sobre a distância da fonte luminosa em metros não esqueçam disso E aí juntando essas duas informações que eu Trouxe fica mais fácil da gente entender como vai ser a correlação de uma fonte luminosa que vai trazer uma determinada vergência com uma lente que tem o seu poder porque se por exemplo eu tenho algum objeto que tá emitindo uma luz com uma vergência negativa de men-1 Ou seja a luz tá vindo divergindo e interagir com uma lente que tem uma vergência positiva de
mais dois quando eu junto essa informação eu faço a soma aritmética eu vou ter a conclusão de que A luz a partir da lente vai sair com uma vergência positiva de um isso é muito importante de saber e aí a gente vem naquelas questões que já começam a ficar mais difíceis quando ela quando a gente começam a associar várias lentes para para localizar o objeto não Sim mas só só para complementar o que você tá falando então assim eh como Iago disse então por exemplo uma lente de mais do pensamento muito errático pensar Ah uma
lente de mais 2 vai formar uma Imagem a 50 cm porque 50 cm é a distância focal da lente de mais 2 Cara isso é muito errado isso aí é o que o aluno de rua pensa porque o objeto só forma uma imagem no foco se esses raios chegarem na lente Paralelos exatamente falou né os raios Paralelos convergem pro foco secundário qualquer outra posição que o objeto se encontra ele vai formar a imagem em infinitas possibilidades de posição né e por isso é importante saber a vergência dos raios Que deixam esse objeto e chegam à
lente e a dioptria da lente tem essa formulinhas vão sair desse objeto chega na lente com uma vergência de men1 dioptria aí pegou essa lente de mais do eles vão sair dessa lente com vergência de mais 1 e vão focalizar a 1 m e não a 50 cm Então isso é muito importante para nas questões que vão te pedir para localizar a formação da imagem a partir do objeto e aí na letra A ele vai colocar a lente De mais 2 50 cm aí você vai e erra né então tem que saber e aí como
Iago falou se tiver duas ou mais lentes eu acho que é muito Improvável de cair hoje em dia já caiu umas duas vezes na prova de CBO Mas se tiver duas ou mais lentes a gente primeiro acha a imagem da primeira lente essa imagem da primeira lente serve de objeto da segunda aí você acha a imagem da segunda vai repetindo esse processo mas agora eu acho pouco provável né CBO pode estar ouvindo essa Live e vai Cobrar só porque eu falei mas assim tô brincando mas assim não tem caído tantas questões de cálculos mirabolantes nos
últimos 2 TR anos praticamente não caiu mais antes essa fórmula da v = u + d eram pelo menos três por ano então assim vamos saber ela Porque é importante cair ISO aqui cair de forma mais simples cair uma lente pra gente determinar essa Associação de lente que começou a ficar um pouco mais raro porque fica difícil da gente guardar na mente onde ela tá Sendo formada mas é do jeito que o Bernardo falou faz uma de cada vez faz uma encontrou a imagem faz da outra encontrou a imagem faz out esse tipo de questão
aqui caía era o cão chupando manga duas lentes não sei o que agora T tem C até para quem não ainda não teve o contato com a prova do CBO são 4 minutos para você responder a questão e você não pode voltar nessa questão s e tem uma ferramenta para você fazer conta online mas mesmo assim 4 minutos ali você não Consegue voltar o CBO preferiu por nos últimos do anos não colocar mas quem sabe esse ano né a prova tá cada vez mais difícil é essa essa questão é mais difícil porque a gente tem
que ter uma noção espacial muito boa a às vezes é difícil a gente guardar onde que a imagem tá se formando daquela lente Mas é isso que a gente conversou agora e aí um outro ponto muito importante que a gente precisa lembrar antes de falar da formação da imagem em si é lembrar da Definição de um um uma imagem de um objeto real ou virtual o real é aquele que vai est do mesmo lado em relação à lente dos seus raios o virtual vai ser formado do prolongamento ou seja ele vai est do lado oposto
a lente do que o seus raios ele vai est no prolongamento dos raios e aí agora quando a gente parte pra formação das imagens em si eu recomendo fortemente que vocês desenhem pelo menos uma vez porque depois que a gente deixa isso mais visual a imagem se Aproximando e a o objeto se aproximando a imagem se afastando eh o tamanho da imagem aumentando fica muito mais fácil da gente entender o que que acontece E aí aqui eu já começo com um ponto que não pode deixar passar que é da formação das imagens de lentes divergentes
não pode deixar isso passar porque essa é a questão que como Pedrinho falou dos 4 minutos é a questão que tem que ser resolvida muito rápido papum assim a gente resolve ela muito rápido porque Todas as lentes divergentes e depois o Bernardo vai conversar também sobre os deselhos convexos vão formar lentes que vão formar imagens que são diretas virtuais e menores sempre sempre independente da posição ele pode Daí já deve ter caído umas 300 vezes na prova dá lá uma lente de menos dois dioptrias forma qual tipo de imgem virtual direta menor a e de
men 50 virtual direta menor a E se o objeto tiver a 100 cm da lente virtual direta e Menor Então essa daí Não dá para errar se falou lente divergente a imagem virtual direta e Menor não importa qualquer outra informação da questão e ele vai encher de informação para te fazer gastar tempo para tentar gastar tempo eu eu decorava também que ela era o dvp porque era direta virtual e pequena eu eu guardava isso dvp é um negócio que a gente guarda ali no dia a dia e aí eu sempre ia para prova já com
isso na cabeça não pode perder tempo com esse tipo de questão E Aí e já pensando nas lentes que são convergentes ou seja elas TM vergência positiva o negócio já começa a ficar um pouco mais complexo porque vai depender da posição que a gente coloca a lente mas eu vou comear com vocês com o resumo porque aí fica mais visual depois então medida que o objeto está se aproximando da lente E como eu disse para vocês a partir de agora eu vou falar as coisas um pouquinho mais devagar tem uma imagem aí para ajudar também
a medida que o Objeto vai se aproximando da lente a imagem vai ficando maior e vai se afastando da lente Assim que ele chegar em cima do foco a gente já explicou a definição para vocês de foco os raios vão sair Paralelos então eles não vão se cruzar essa imagem vai ser uma imagem imprópria porque ela vai estar se formando no infinito e a outra coisa que tem que prestar atenção é que a partir do momento que eu passar do foco eu vou Mudar tudo que eu tô falando para vocês em relação a algumas características
da imagem mas mantém essa característica de que ela vai ficando maior e vai se afastando da lente agora vamos falar um de cada vez tem um outro ponto importante um elemento importante da lente que é o centro de curvatura O centro de curvatura ele corresponde a duas vezes o raio da lente ele também pode vezes a distância focal isso desculpa também duas vezes o raio duas Vezes o raio duas vezes a distância focal é que raio é mais para espelho né mas é o conceito análogo é duas vezes a distância focal da lente o centro
de curvatura perfeito isso mesmo duas vezes a distância focal e aí a gente vai poder chamar ele de centro de curvatura a gente vai poder chamar ele também do ponto an principal objeto e o do outro lado vai ser o ponto ante principal imagem a gente tem que ter isso na cabeça esses vão ser os nossos dois Pontos de referência só na imagem aqui ó essa esse ponto A é o ponto nesse esse ponto tonte principal objeto ou o centro de curvatura da lente que corresponde a duas vezes a distância focal perfeito e esses são
asos dois pontos que a gente tem que ter na cabeça a distância focal e depois de ter mais uma distância focal o dobro da distância focal a gente tem o centro de curvatura se eu tenho um objeto que eu coloco depois do centro de curvatura os raios vão chegar na lente e Vão formar uma imagem que vai ser formada entre o foco do outro lado e o centro de curvatura do outro lado essa imagem vai ter a característica de ser real ela vai ser invertida e ela vai ser menor Beleza vou aproximar um pouco mais
esse meu objeto e vou colocar ele em cima do centro de curvatura meu objeto chegou em cima do centro de curvatura do outro lado ele vai formar uma imagem que tem o mesmo tamanho e ela também vai tá Na mesma posição ela vai est sobre o centro de curva E mais uma vez ela é direta não real invertida real e invertida real invertida E do mesmo tamanho agora eu vou aproximar um pouco mais esse meu objeto eu vou colocar ele entre o centro de curvatura e o foco Se eu colocar esse meu objeto entre o
centro de curvatura e o foco essa minha imagem vai ser formada do outro lado depois do centro de curvatura ela vai Ser maior percebam que a o objeto tá se aproximando a imagem tá se e tá aumentando de tamanho ela vai ser real ela vai ser invertida e vai ser maior Finalmente eu cheguei em cima do foco quando eu chegar em cima do foco a gente já falou dessa definição os raios vão sair Paralelos a imagem vai ser em própria E aí a partir de agora quando eu passar do foco essa minha imagem vai começar
a mudar um pouco de característica porque ela vai chegar com Uma vergência que vai ser maior do que a capacidade de convergência da minha lente então Então a partir de agora eu vou formar imagens que vão ser imagens virtuais elas vão ser imagens diretas só que diferente das lentes divergentes as minhas imagens vão ser maiores Então o dvp que a gente conversou com vocês direta virtual e pequena é para as lentes divergentes aqui eu tenho direto virtual mas a imagem é maior Esses são os pontos Principais que vocês estão tem que saber em relação ao
posicionamento do objeto em relação à lente e a formação da Imagem e aí o outro ponto que tem que saber também que é muito importante eu achava muito interessante é o fato de que se eu pego uma lente que tem uma característica e eu coloco ela no meio que tem um índice de refração maior do que o da lente ela inverte a característica dela então se eu tinha uma lente convergente botei ela no meio De refração com índice de refração maior do que o dela eu passo a ela vai passar a funcionar como uma lente
divergente se for se Se eu fizer isso com uma lente divergente ela vai passar a ter característica convergente é basicamente isso que a gente tem que saber de lente isso é muito importante como eu disse para vocês desenhem façam questões que isso vai ficando depois mais visual e mais fácil da gente acertar a questão rapidinho e essa situação ali que é a Última que o Iago falou da lente da do objeto entre o centro entre o foco e o e entre o foco e o centro óptico da lente é convergente é o que adora cair
né vai formar imagem virtual direto e maior como a exceção né a única situação em que a lente convergente forma imagem virtual gosta muito de cair perceba que é uma imagem formada pelo prolongamento dos raios e só uma coisa aqui que o Iago não falou mas que eu vou reforçar é como que a gente calcula o tamanho da imagem Então se eu tenho aqui um objeto e eu sei né então onde tá o objeto e eu sei a distância que ele tá da lente eu consigo calcular então a posição da imagem não é isso que
eu expliquei para vocês pela aquela formulinhas uma vez que eu tenho posição do objeto e posição da imagem e eu sei a altura do objeto eu consigo também calcular a altura da imagem de uma forma muito simples porque formam-se triângulos semelhantes como vocês estão Vendo nessa imagem então eu posso dizer que a altura do objeto dividido pela altura da imagem é igual a distância do objeto dividido pela distância da imagem tá então o sobre i é igual a a sobre b então a altura do objeto sobre a altura da imagem é igual a distância do
objeto pela distância da imagem eu não preciso calcular nenhuma fórmula mirabolante é só eu fazer essa regrinha de três aqui para encontrar a altura da imagem a gente vai falar um pouquinho agora de Espelhos pessoal eh eu vou abrir aqui um slide para ficar mais fácil de da gente mostrar algumas imagens para vocês po e só para dar o exemplo também é até por isso que quando a imagem Chega no centro de curvatura e tá se formando no outro centro de curvatura ela é do mesmo tamanho porque ela tá em distâncias iguais em relação à
lente boa em relação ao espelho os espelhos pessoal a gente tem os espelhos planos e os espelhos esféricos né até Caiu uma questão mirabolante lá dos espelhos de de Arquimedes que provocou um incêndio lá que era um espelho plano enfim achei muito viagem essa questão mas perceba que no espelho plano o raio incidente a reta normal e o raio refletido Eles estão no mesmo plano o ângulo de incidência que o raio incidente forma com a normal é igual ao ângulo de reflexão que o raio refletido forma com a normal e esses espelhos planos não acrescentam
vergência aos Raios eles têm vergência igual a zero é diferente dos espelhos esféricos que eles vão mudar a vergência dos raios e o que a gente tem que saber dos espelhos planos pessoal eles formam um único tipo de imagem virtual direta e igual ou seja virtual porque a gente forma essa imagem pelo prolongamento dos raios é uma imagem que tá atrás do espelho direta porque não tá invertida né não tá de cabeça para baixo e igual porque é do mesmo tamanho do objeto e outro detalhe Muito importante nos espelhos planos a distância do objeto ao
espelho é igual a distância da imagem ao espelho tá então um conceito muito importante também que permite a gente resolver algumas questões de prova uma questãozinha de prova que gosta de cair já caiu umas duas vezes a gente saber qual a altura mínima do espelho para você observar o objeto por completo E aí você pode decorar que é no mínimo a metade da altura do objeto então se eu tenho lá um Objeto de 1 m para você conseguir ver ele inteiro no espelho o espelho tem que ter pelo menos 50 cm tá então um detalhe
importante e sobre espelho plano só mais um detalhe quando um espelho plano tá em movimento pessoal a velocidade do deslocamento da imagem é o dobro da velocidade do deslocamento do espelho tá então então isso já caiu em prova também então se eu tenho um espelho é plano num carro se mexendo a 100 km/h a imagem dele vai se Mover a 200 km/h tá então o dobro da velocidade do espelho mas o que mais gosta de cair são os espelhos esféricos os espelhos esféricos eles gostam de cair porque eles têm uma uma proximidade muito grande com
as lentes né eles são primos e irmãos aí das lentes antes antes de 3 anos para atrás cara espelho era o tema que mais caía na prova de ótica não sei porque tinha uma predileção muito grande por esse tema caia duas três questões de espelho tem Diminuído um pouco isso nos últimos anos os espelhos esféricos como vocês estão vendo nessa imagem eles tem aqui Um vértice o foco e o centro de curvatura O centro de curvatura corresponde a duas vezes a distância focal e a distância do centro de curvatura ao vértice A gente chama de
raio do espelho então a gente diz aqui que o raio é duas vezes a distância focal e como eles têm eh vergência né como eles mudam a vergência dos raios a gente pode dizer que os Espelhos esféricos T um poder né E para eu calcular o poder do espelho esférico é a mesma formulinhas vezes a distância focal eu posso usar também o raio para dizer qual que é o poder eu substitui assim o f por e raio sobre do e vou dizer aqui que o poder é 2 dividido pelo raio em metros formulinhas aí pra
gente gravar Beleza agora o detalhe mais importante é o seguinte Pessoal é uma regra de ouro aqui muito importante lente convexa ou lente convergente é igual a espelho côncavo é o contrário tá então grava isso lente convexa é igual a espelho côncavo e lente côncava é igual a espelho convexo Por que que eles são iguais porque a lente convexa ou convergente não tinha vergência positiva como Iago falou mesma coisa do espelho côncavo o espelho côncavo vai acrescentar vergência positiva aos raios A lente côncava não tinha vergência negativa é a mesma coisa pro espelho convexo espelho
convexo vai agregar aqui vergência negativa aos raios então quando eu penso em espelho côncavo eu tenho que lembrar sempre dos conceitos de lente convexa E quando eu penso em espelho convexo eu tenho que lembrar dos conceitos de lente côncava isso vai se valer também paraa formação das imagens que a gente vai mostrar daqui a pouquinho que é a mesma coisa que o Iago Falou então olha aqui ó aqui é um espelho côncavo percebam que ele pega os raios paralelos e converge os raios pro foco então ele agrega vergência positiva já que um espelho convexo ele
pega os raios par paralelos e Diverge os raios ele comporta-se como se fosse uma lente côncava Beleza quanto a propriedade dos raios aqui nos espelhos também muito importante a gente conhecer eu já falei uma parte para vocês né os raios que incidem paralelo no espelho vão se Direcionar pro foco tá ou o prolongamento deles vai ter a direção do foco aqui no caso dos espelhos convexos os raios que incidem na direção do vértice do espelho que é essa parte aqui né em que o o eixo principal do espelho é faz interseção com o próprio espelho
eles vão refletir-se simetricamente em relação ao eixo principal e quando o raio incide na direção do centro de curvatura ele é refletido sobre si mesmo então a gente tem que conhecer também Esses princípios de formação da imagem nos espelhos agora a gente vai falar da parte mais importante que é a parte de formação das imagens eu vou começar pelo mais fácil que é aquela regrinha do Iago dvp Gostei do dvp então lente côncava não era dvp só formava imagem direta virtual e pequena ou direta virtual e Menor isso é a mesma coisa para os espelhos
convexos porque os espelhos convexos pessoal são primos e irmãos das lentes côncavas então eles sem sempre Vão formar imagens virtuais diretas e menores virtual por quê Porque é forma pelo prolongamento dos raios direta por quê Porque não tá invertida e Menor porque é menor do que o objeto qual que é o grande exemplo prático espelho retrovisor espelho retrovisor é um espelho convexo forma imagem virtual direta e Menor ó o tamanhozinho do poste você acha que o poste tá do tamanho real que ele é não tá menorzinho para caber ali no espelho convexo Então essa é
a Que eu gosto quando cai perguntou elá sobre espelho convexo ou lente côncava é imagem virtual direta e Menor e aí a gente vem pros pros espelhos côncavos que são como as lentes convexas a gente tem várias possibilidades né Então a primeira mas só que é muito é igual na verdade a que o Iago falou mas a gente vai repetir para você fixar situação um é o objeto além do centro de curvatura do espelho né Então tá mais distante do que o centro de curvatura do espelho o Tipo de imagem formada é uma imagem real
invertida e Menor que tá localizada entre o centro de curvatura e o foco se eu aproximar o objeto que que vai acontecer Eu afasto a imagem e a imagem aumenta de tamanho então A segunda situação é o objeto bem em cima do centro de curvatura o tipo de imagem formada é uma imagem real invertida e igual do mesmo tamanho e localizada bem em cima do centro de curvatura aproximei um pouco mais o objeto o que que vai Acontecer imagem vai afastar um pouco mais e vai aumentar ainda mais de tamanho então é a terceira situação
do objeto entre o centro de curvatura e o f o tipo de imagem formada passa a ser real invertida e maior e localizado além do centro de curvatura por fim quando o objeto tá sob o foco a mesma coisa imagem imprópria localizada no infinito porque os raios saem Paralelos então ele vai formar uma imagem imprópria no infinito e o último caso que adora cair Em prova é o objeto entre o foco e o vértice do espelho que aí a imagem passa para trás do espelho passa a se tornar uma imagem virtual direta e maior que
é o espelho do dentista espelho da maquiadora aquele espelho de fazer barba também tá isso cai demais na prova né Toda hora né então assim posso colocar n questões que cobraram isso então assim colocam várias situações dependendo da posição lá em espelho Pará para lá côncavo que usa uma fonte Luminosa paran Pará então assim toda hora vai cair esse tipo de questão para você né então por exemplo aqui ó para umti conseguir enxergar a imagem ampliada de um dente com auxílio de um espelho côncavo o dente deve estar você vai lembrar espelho do dentista é
o espelho côncavo com objeto entre o foco e o vértice do espelho né essa outra questão que é uma questão muito bonita que caiu em 2018 que ele deu várias situações e Perguntou qual qual desses espelhos formav formavam eh imagens eh cadê imagem será virtual quais situações formarão imagens virtuais ass essa questão é muito bonita o um sim porque espelho só forma imagem virtual todas os espelhos convexos também só formam imagens virtuais então o espelho convexo seria essa situação 4 e o 2 3 e 5 que a gente tem espelhos côncavos qual que seria a
situação o número cinco que é com o objeto entre o foco e o vértice Então questão muito interessante também da prova de 2018 é aí que você vê que a questão ela é sofisticada ela é difícil ela não envolve cálculo né ela envolve puramente raciocino que a gente discutiu hoje e é aquilo do dvp né lembrando do dvp respondi a questão rapidão É isso aí e outro outro tipo de questão interessante que vai cair ele vai falar assim ah Um objeto está um um centro de curvatura eh está por exemplo o raio de um espelho
É é tá é 40 cm o objeto foi colocado a 20 cm do espelho qual tipo de imagem vai ser formada aí você vai ter que entender centro de e raio 40 metade do raio é o foco foco é 20 então tá bem sobre o foco imagem no infinito Então esse tipo de questão cai bastante pessoal beleza sobre espelhos era isso para finalizar um temazos gostoso que me deram prismas vamos falar um pouquinho de prismas aqui beleza o prisma pessoal conceitualmente ele vai ter ele é formado por né por Dois dioptros planos que formam um
ângulo entre si que é o ângulo apical ele vai ter o ápice vai ter a base a superfície de incidência e a superfície de emergência o prisma Diferentemente da lente Diferentemente dos espelhos esféricos ele não vai modificar a vergência dos raios não o que que ele vai fazer ele vai pegar o raio luminoso e vai direcionar pra base do Prisma Então esse é o conceito Inicial importantíssimo o raio luminoso Ele toma A direção da base do Prisma como a gente tá vendo aqui nesta imagem outro conceito muito importante pessoal se eu tenho um prisma e
eu tô observando um objeto real através desse Prisma esse objeto vai formar uma imagem virtual direcionada deslocada pro Ápice do Prisma Então é isso a luz vai pra Base os objetos reais formam imagens virtuais direcionadas pro Ápice do Prisma tem uma outra situação que pode aparecer na sua prova que é um prisma não observando um Objeto real mas sim uma imagem real Olha só então eu tenho aqui uma fonte de luz passou numa lente convergente formou aqui uma imagem real e eu peguei essa imagem real e interpos um prisma antes dela aí pessoal a imagem
real desloca pra base do Prisma assim como a luz então a luz e as imagens reais o prisma desloca pra Base mas se eu tô observando um objeto real ele forma uma imagem virtual deslocada pro as é um quem não é quem não é rev tem um pouquinho complexo Eu concordo mas cai em prova outro conceito importante dos prismas que a gente precisa entender e que já caiu várias vezes também na prova dispersão cromática porque quando a luz branca atinge o prisma cada comprimento de onda vai sofrer ali sua própria refração dentro do Prisma e
vai ter o fenômeno da dispersão cromática clássico lá do do The Dark Side of the mund Pink Floyd aquela imagem clássica que da dispersão cromática e já caiu em prova perguntando Por exemplo ah qual qual qual que é o comprimento de onda que é visto mais inferiormente qual o comprimento de onda que é visto mais superiormente e aí eu vou dar uma bronca no professor era professor Daniel agora Professor Flá na aula eles colocam um prisma que tá com a base cima e aí o aluno fica todo confuso porque realmente né a luz vai direcionar
pra base do Prisma como como a gente fala mas o clássico é é perceber ess essa luz indo Para baixo né então el fal mas a aula do professor Daniel tá diferente agora o professor flav dando essa aula é só porque lá a base tá para cima pessoal mas o conceito é o mesmo vamos lá não me demite como a gente falou na aula de refração como a gente falou na de refração vamos voltar nesse conceito que é importante quando a luz passa de um meio com índice de refração menor para o meio com ind
fração maior ele vai se aproximar da normal não é isso e todos Os comprimentos de onda vão se aproximar da normal todos eles só que as cores que TM menor comprimento de onda vão se aproximar mais no caso é o Violeta e as cores com maior comprimento de onda se aproximam também mas se aproximam menos pensa assim tem comprimento de onda muito grande é mais di ele aproximar mais pesado pensa de alguma forma desse jeito vai se aproximar menos no caso vermelho beleza isso acontece na interface ar Prisma Beleza agora quando A luz vai sair
do Prisma ela vai sair de um meio com índice de refração maior para um meio com ind fração menor e aí vai ser afastar da normal todas as cores vão se afastar da normal e é o raciocínio é o mesmo as cores com menor comprimento de onda no caso Violeta se afasta para caramba da normal por issso que o Violeta que você vê lá embaixo porque você vê mais distante da normal se afastou mais e as cores com maior comprimento de onda no caso vermelho Também se afasta normal mas se afastam menos por isso são
vistas superiormente E aí já acaba na prova perguntando qual cor é vista inferiormente e qual cor é vista superiormente já caiu as duas até coloco em aula pra galera não confundir perguntou cor em questão de prisma o cara já quer marcar Violeta porque ele vai pensar asse lá é é violeta Que pergunta nesse nesse tipo de questão por exemplo aqui em 2012 perguntou qual cor era vista inferiormente percebam que ele Colocou que o prisma tinha base inferior tá por isso que é inferiormente se fosse base superior seria superiormente tá pessoal e aqui em 2019 foi
até a prova que eu fiz né eu que fiz a prova de 2019 lá quando eu era tinha saído da residência ele falou qual cor sofre o menor desvio aí sofre o menor desvio é o que tem o maior comprimento de onda no caso o vermelho pessoal beleza Essa é aquela questão que tem que olhar dar uma oxigenada e aí vai respond essa esse Tipo de questão que parece muito simples não vai na emoção que pode ter pegadinha né porque el fala questão de prisma Que pergunta cor é sempre Violeta aqui não que ele perguntou
o menor desvio vamos lá sobre prismas ainda posicionamento isso pode aparecer na prova também já caiu umas questões teóricas disso os prismas podem ser de cristal ou de vidro ou podem ser de plástico tá ou acrílico se o prisma for de vidro também chamado de cristal a gente vai posicionar ele Diante do olho na chamada posição de prenes na posição de prenes pessoal percebam que a superfície posterior do Prisma ela está perpendicular ao olho desviado tá Então olha só superfície posterior do Prisma perpendicular ao olho que tá desviado a linha de visão do olho desviado
Essa é a posição de pren tá quando a gente tá usando um prisma de vidro a gente posiciona Ele nesta posição mas sempre um ápice apontando pro desvio Isso é uma Regra de prisma o ápice aponta pro desvio beleza Tá vendo que o ápice tá apontando pro desvio o olho tá desviado para fora o ápis tá para fora só que com a superfície posterior perpendicular à linha de visão do olho desviado posição de prenes é quando a gente tá usando prismas de vdro no caso dos prismas de plástico ou de acrílico é diferente a gente
também coloca o ápice apontando pro desvio perceba aqui ó olho desviado para fora a Ápice para fora mas nesse caso a superfície posterior do Prisma tá perpendicular à linha de visão do olho fixador que é esse olho aqui que não tá desviado ó superfície posterior do Prisma perpendicular ao olho fixador Essa é a posição frontal Por que que ela é a posição frontal porque esse Prisma tá perpendicular à Fronte tá tá paralelo à Fronte perdão tá a superfície né posterior está no plano frontal paralela à Fronte e perpendicular à linha de Visão do olho fixador
essa posição frontal a gente utiliza ela numa aproximação da chamada posição do mínimo ângulo de desvio porque a posição do mínimo ângulo de desvio é a posição que a gente gostaria de utilizar os prismas de plástico ou de acrílico mas imagina não tem como você estimar isso é uma posição em que o ângulo o raio incidente forma o mesmo ângulo com a normal em relação ao raio emergente na prática é uma posição mais teórica né mas a Posição frontal ela é uma aproximação dessa posição do mínimo ângulo de desvio que é a posição que a
gente vai utilizar nos prismas de plástico beleza sobre posicion superposição de prismas muito rápido né a gente não deve fazer esse tipo de superposição aqui eh prismas de mesma base sobre o mesmo olho porque você vai ter uma soma totalmente errática aqui quando a gente tem um desvio muito grande que a gente precisa de dois prismas a gente faz essa divisão Dos prismas entre os dois olhos tá esse é o jeito correto de fazer dividindo os prismas entre os dois olhos aqui agora se eu tiver quer colocar quiser colocar um prisma de base nasal ou
base temporal e base superior eu posso aí eu posso quando as bases são um é na horizontal e outro na vertical não tem problema fazer esse tipo aqui de superposição é e até mesmo colocando em olhos diferentes Você não vai falar que o desvio é 50 mais 40 tá pessoal isso é Fundal tem tabela lá é o jeito certo de fazer mas você não pode realmente considerar Ah vamos supor você anulou esse desvio com um prisma de 50 no olho e de 40 no olho Então é 90 não você tem que olhar na tabela para
fazer a a a conversão mas é é é muito bem observado Pedrinho O desvio ele é maior do que a soma aritmética geralmente mas esse é o jeito certo de fazer beleza vamos agora sair da teoria e vi para questões um pouco de cunho mais prático primeiro Para calcular o poder prismático que que significa um prisma de uma dioptria prismática é um prisma que desvia a luz em direção à base e provoca um desvio de 1 cm quando medido a 100 cm isso é um prisma de uma dioptria prismática E aí vai aquela dica do
Iago falo falou de lente falou de espelho é metros falou de prisma é centímetros tá então sempre em Prisma é centímetros essa dica é importante Se esse Prisma provoca um desvio de 20 cm que que significa que Ele tem 20 dioptrias prismáticas se ele provoca um desvio de 50 cm 50 dioptrias prismáticas Então esse tipo de raciocínio a gente vai fazer para calcular questões desse tipo aqui ó ele fala ah o prisma provoca um desvio é de 20 cm da luz a 100 cm qual é o desvio a 50 cm é x e aí você
faz x so 20 é = 50 so 100 regrinha de TR esse tipo de questão aqui que tá na tela vai cair toda hora na prova dando sequência agora pessoal então sabemos como calcular o Poder prismático então só para eh mostrar mais um tipo de questão aqui ó ele fala Indique a alternativa que representa em dioptrias prismáticas um valor de um prisma que desvia 20 cm à direção da incidência de um raio luminoso sobre um anteparo a 5 m Então é isso se o prisma provoca um desvio de 20 cm a 5 m o tanto
que ele provoca de desvio a 100 cm é a dioptria dele tá então é regrinha de três pessoal x so 20 = 100 sobre 500 né só para mostrar para Vocês como é que a gente resolve esse tipo de questão e agora a parte mais importante da aula os efeitos prismáticos das lentes Olha só pessoal as lentes convergentes elas funcionam como se fossem dois prismas Unidos pela base a gente tem que ter isso em mente olha só a imagem tá ilustrando muito bem então quando o raio luminoso ou o nosso eixo visual passa no centro
óptico da lente não há qualquer desvio como vocês estão vendo aqui agora se o nosso eixo Visual ou né os raios luminosos passam fora do centro óptico da lente vai ter desvio prismático porque elas têm vai vai ter um prisma sendo induzido ali como vocês estão vendo nessa imagem um prisma de base inferior quando o raio luminoso Passa superiormente ao centro óptico da lente Mas eu não quero que você decore porque senão é um cch Pan no manga você tem que entender que funciona como prismas Unidos Pela a base as lentes convergentes E aí você
vai Imaginar a situação que o examinador te colocar já nas lentes divergentes são prismas Unidos pelo Ápice então a mesma coisa raio passou pelo Centro óptico não sofreu desvio passou fora do centro óptico vai ter um prisma sendo induzido vai haver desvio prismático lembrando sempre que o raio vai ter a direção da base Então olha aqui ó tem um prisma de base superior sendo induzido aqui o raio luminoso passou superiormente ao centro óptico a luz desviou pra base por isso Ela ela né adquiriu essa trajetória superior essa eu sempre desenhava eu usava o BL de
notas ali porque me conf e isso cai demais e esse efeito prismático pessoal essa talvez seja a fórmula que eu posso CBO não me ouça porque eu vou falar aqui Aí depois ele não vai cair mas cara essa daqui eu tenho certeza que que vai cair nunca vi uma prova que não caiu você calcular esse efeito prismático quando a luz passa fora do centro óptico da lente que é a famosa Regra de printes né que vai dizer que esse efeito prismático é igual a desão vezes dezin que que é o pessoal é a dioptria da
lente e o que que é o desin é a descentração em centímetros Então essa situação aqui ó nosso eixo visual passou fora do centro óptico da lente calcula qual vai ser o efeito prismático induzido pela regra de PR desão vezes dezin desão a dioptria da lente e dezin justamente essa descentração entre o centro óptico da lente e onde tá Passando nosso eixo visual em centímetros isso cai todos os anos mais de uma questão e mais uma vez destacar centímetros e metros porque isso é o que Normalmente eles querem confundir na questão porque coloca E aí
coloca a resposta calculando com metro coloca a resposta calculando com centímetro eles sempre fazem isso é isso é isso isso muito importante é centímetro sempre que for Prisma ele bota em milímetros às vezes né E aí você Vai é adora confundir com isso E aí isso aqui ó eu acho que é o creme Dea creme que é a questão de descentração entre DIP e distância entre os centros ópticos né é o tipo de questão de todas eu acho que mais caem que ele fala assim ah o indivíduo tem uma DIP de 60 e o óculos
foi montado com a distância 200 ópticos de 70 MM qual vai ser o efeito prismático induzido então isso vai cair todos os anos tá e a gente vai usar esse raciocínio de regra de prints Isso eu não quero que vocês decorem Pessoal vocês tem que isso aqui se você for decorar você não vai conseguir lembrar de mais nada na sua prova mas você tem que saber como raciocinar tem que desenhar igual o Iago falou na prova pessoal prendo aquela ferramenta de desenho des vou falar negócio bobo aqui também quando eu não queria desenhar e eu
precisava pensar em como eu tava fazendo eu fazia o prisma se unindo pela base e o prisma se unindo pelo Ápice e Isso me ajudava também porque eu conseguia movimentar mais rapidinho do que tem que desenhar examinador na prova e deixava fazer isso não mas é porque assim a pessoa eu pelo menos precisava ter só uma noção eu não precisava ficar olhando Então assim tá aqui para baixo consegue pelo menos terha uma noção de se tá unido pela base tá Unido Pelo á juro PR você esse método não é seguro na prova do você não
é um método recomendado pela equipe do of review é Responsabilidade Professor Iago viu sabe disoo não e aí olha só ele vai aí você tem várias situações possíveis por exemplo aqui lentes convergentes com a DIP menor do que a distância entre os centros ópticos Qual que é o efeito prismático que tá sendo induzido Aí você faz lá a DIP menor do que a distância 200 óticos efeito prismático de base temporal a lente convergente com a DIP maior do que a distância de 200 V efeito prismático de base nasal não dá para Ficar decorando isso pessoal
você tem que realmente eh na hora da prova ou imaginar ou fazer o desenho nas lentes negativas o contrário DIP maior do que a distância entre 200 óticos base temporal efeito prismático DIP menor do que a distância 200 óticos base nasal e o efeito prismático induzido E aí eu não vou entrar em briga com os strabos na aula esse ano eu coloquei a explicação ó eu fui cara eu fui atrás fiz vários esqueminhas para explicar mas no podcast Eu não vou explicar você vai só decorar o seguinte que quando eu tenho uma descentração entre DIP
e distância ent centos óticos a base puxa o olho decora assim então se eu tenho efeito prismático de base nasal eu vou induzir uma esoforia se eu tenho um efeito prismático de base temporal eu vou induzir uma exoforia e é isso na hora da prova é isso a explicação é Ultra complexa não dá para falar sobre isso aqui mas é isso A base puxa o olho no caso nesses nesses casos exclusivamente nesses casos entre descentração entre DIP de sent centos óticos o efeito prismático induzido é em direção à base então se eu tenho efeito de
base nasal é exoforia de base temporal fica o convite de ir lá na nossa aula e assistir isso aí né Bernardo é isso e para corrigir o desvio ao contrário o ápice aponta pro desvio como a gente já falou então se eu tenho uma exoforia eu vou botar um prisma de Base nasal se eu tenho uma exoforia um prisma de base temporal era isso pessoal eh Com certeza né a gente deu o nosso melhor alguns temas pode ser que tenha ficado um pouco mais abstrato mas em muitos temas eu acho que a gente conseguiu ser
didático eh Espero que tenha ajudado vocês a a a absolver um pouco mais esse assunto E aquela coisa Ótica É treinar treinar ter resiliência sempre tá fazendo questões não dá para fazer agora e esquecer esse assunto tem Que estar sempre revisando com as nossas revisões passadas com os nossos simulados a gente vai conseguir ajudar bastante vocês até uma coisa que vocês sempre falavam e agora a minha vez de falar questão de ótica toda semana pessoal tentem se reservar um espaço ali umas CCO 10 questões para você não esquecer esse tema porque não é um tema
do seu dia a dia então fica essa dica faz sentido isso daí mesmo pessoal sempre tá fazendo ali nem que seja cinco Questões abre o app faz umas cinco questões No final a gente vai recomendar isso sempre com certeza mas é uma boa dica desde já o tempo todo tá fazendo então é isso pessoal obrigado meus colegas pela participação um abraço até a próxima Esse foi o oftc [Música]