6. Mentira, perdão. 23.
Tá? A partir do verso 23. Primeira Coríntios, capítulo 11, a partir do verso 23.
Quem encontrou, confirme dizendo amém. >> Amém. E diz assim a palavra do Senhor: "Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, tendo dado graças, o partiu e disse: "Isto é o meu corpo que é dado por vós.
Fazei isto em memória de mim". Por semelhante modo, depois de haver seado, tomou também o cálice, dizendo: "Este cálice é a nova aliança no meu sangue. Fazi isto todas as vezes que o beberdes em memória de mim.
Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que ele >> venha. >> Até que ele >> venha. >> Pode se assentar.
Deus abençoe. Eh, quero pedir a você nessa noite que não ande a não vá ao banheiro, não vá beber água agora. Evite se movimentar pela igreja.
Qualquer movimento atrapalha quem tá falando, a menos que você esteja trabalhando, né? Eu peço a sua atenção. Se eu tenho a sua atenção, diga amém.
>> Amém. Queridos, nós estamos no culto de celebração da Santa Ceia, o culto no qual nos reunimos para relembrarmos o sacrifício de Cristo na cruz do Calvário pelos nossos pecados. E o texto bíblico que nós acabamos de fazer a leitura, trata-se de uma carta que foi escrita pelo apóstolo Paulo e que foi direcionada aos crentes da igreja que ficava localizada na cidade de Corinto.
E esse texto, ele é o texto áurrio da Santa Ceia. pelo menos uma vez no mês, nós nos reunimos e fazemos a leitura desse texto que se tornou parte da história da igreja. Agora, deixa eu te falar algo de forma bem direta aqui.
Quem me ouve, diga amém. >> Amém. >> O fato de nós lermos esse texto com tanta frequência não significa que nós entendemos ele com profundidade.
Por quê? Porque existe uma diferença muito grande entre ler uma passagem da Bíblia e discernir o que aquela passagem está dizendo. A gente participa da ceia, a gente se levanta, a gente pega o pão, a gente pega o cálice, só que nem sempre a gente para para pensar no peso do que tá acontecendo naquele momento.
E talvez esse seja o maior perigo, porque quando algo se torna comum, corre o risco de perder o seu significado. E a ceia, ela nunca foi criada para ser comum. Ela não é apenas um momento do culto, ela não é apenas um ritual da igreja.
Ela não é apenas uma tradição que se repete todos os meses, não. A ceia, ela revela o sacrifício de Cristo, mas ela também expõe o coração de quem participa. Vou repetir.
A ceia, ela revela o sacrifício de Cristo, mas ela também expõe o coração daquele que participa. É por isso que antes de a gente entrar no texto, eu queria que você imaginasse uma cena comigo. Quem me ouve diga amém.
>> Amém. >> Imagine comigo uma mesa. Fala comigo: Mesa.
>> Mesa. >> Jesus, ele tá assentado à mesa e ao redor daquela mesa não estão pessoas perfeitas. Fala comigo a mesa.
>> A mesa >> dos imperfeitos. >> Dos imperfeitos. >> Vamos lá de novo.
Fala comigo a mesa. >> A mesa >> dos imperfeitos. >> Dos imperfeitos.
Naquela mesa tem um Pedro que daqui a pouco vai negar. Naquela mesa tem um Judas que já havia decidido trair. Naquela mesa tem um Tomé que mais à frente vai duvidar.
Naquela mesa tem discípulos que quando a situação apertar vão fugir. Só que naquela mesa também tem um João que reclina a sua cabeça sobre o peito do mestre. Perceba isso.
A mesma mesa com pessoas em níveis completamente diferentes. E mesmo sabendo de tudo isso, Jesus partiu o pão. Isso é muito forte.
Por quê? Porque nos ensina algo que a gente precisa entender. A mesa de Jesus, ela acolhe quem erra, mas ela não aceita quem decide continuar no erro.
Jesus. Aleluia. >> Vou repetir.
>> A mesa de Jesus, ela acolhe quem erra, mas ela não aceita quem decide permanecer no erro. Ou seja, não é uma mesa para perfeitos, mas também não é uma mesa para quem não quer mudança. >> E isso muda completamente a forma como a gente se aproxima da ceia.
Porque não se trata de perfeição, se trata de consciência, >> não se trata de nunca ter falhado, se trata de não tratar o sacrifício de Cristo como algo trivial, algo comum. E é exatamente por isso que Paulo ele escreve esse texto num não para ensinar apenas uma cerimônia, mas para ajustar a consciência da igreja, para mostrar que aquilo que eles estavam fazendo não era qualquer coisa, era algo que veio do próprio Senhor. E quando algo vem do Senhor, não pode ser tratado de qualquer maneira.
E é exatamente sobre isso que eu quero refletir com vocês. Quem tá me entendendo até aqui, diga amém. >> Amém.
>> Veja que o texto ele começa dizendo: "Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei. " Veja isso. Paulo, ele não começa falando de pão.
Paulo, ele não começa falando do cálice. Ele não começa falando da mesa. Ele começa falando da origem.
Fala comigo. Origem. >> Origem.
E isso não é detalhe, isso é direção. Porque antes de entender o que tá sendo feito, a gente precisa entender de onde isso veio. E Paulo, ele faz questão de deixar isso muito claro.
Porque eu recebi do Senhor. Fala comigo. Porque eu >> Porque eu >> recebi >> recebi >> do Senhor.
>> Do Senhor. >> Agora deixa eu te fazer uma pergunta aqui. Quem me ouve diga amém.
>> Amém. Paulo, ele não estava naquela mesa, ele não participou da última ceia, ele não estava assentado com os discípulos naquela noite. Então, como é que ele pode dizer, porque eu recebi do Senhor?
Perceba isso. Ele não tá dizendo eu ouvi de alguém. Ele não tá dizendo me contaram.
Ele não tá dizendo eu aprendi com os outros apóstolos. Não, ele tá dizendo, "Eu recebi do Senhor". Ou seja, isso aqui não é tradição transmitida de homem para homem.
Isso aqui é revelação. >> Aleluia! >> A ceia ela não foi construída pela igreja.
A ceia ela foi revelada pelo Senhor. >> Eita! Será que tem pentecostal na casa hoje?
>> Eu vou de novo. A ceia ela não foi construída pela igreja. A ceia ela foi revelada pelo Senhor.
>> E isso muda tudo. Por quê? Porque quando algo nasce do coração do homem, o homem ele pode adaptar.
Agora, quando vem do Senhor, não pode ser alterado. Quando algo é revelado por Deus, não pode ser reduzido pelo homem. Agora, perceba o restante da frase.
Quem tá comigo no culto, diga amém. >> Amém. >> Olha o que ele diz.
Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei. Aqui existe uma ordem espiritual muito clara. Paulo, ele tá dizendo: "Eu recebi e eu entreguei".
Ele não diz: "Eu recebi e adaptei". Ele não diz: "Eu recebi e melhorei". Ele não diz, "Eu recebi e ajustei a realidade de vocês.
" Não, ele recebeu e entregou. >> É Jesus. Fala comigo.
Primeiro recebe. >> Primeiro recebe. >> Depois entrega.
>> Depois entrega. >> Isso nos ensina algo muito sério. Quem recebe de Deus não tem o direito de alterar antes de entregar.
>> Aleluia. Jesus. >> Meu Deus.
>> Vocês estão aqui na igreja hoje? >> Amém. >> Quem recebe de Deus não tem o direito de alterar antes de entregar.
Porque o problema de muita gente hoje não é falta de conteúdo. Tem muita gente que ouve a palavra, tem muita gente que recebe de Deus, tem muita gente que sabe o que é certo. Só que o problema não é a falta de conteúdo, o problema é a falta de fidelidade com aquilo que recebeu.
O problema não é a falta de conteúdo, o problema é a falta de fidelidade com aquilo que recebeu. Recebe, mas não vive. Recebe, mas adapta.
Recebe, mas negocia. Recebe, mas só aplica aquilo que convém. E Paulo, ele tá nos mostrando um um padrão completamente diferente.
Quem tá me ouvindo, diga amém. >> Amém. >> Ele não era dono da mensagem.
Ele era apenas o responsável por transmitir a mensagem. Aleluia, Jesus. Aleluia.
>> Vou repetir. >> Paulo, ele não era o dono da mensagem, ele era o responsável por transmitir a mensagem. Isso precisa mexer com a nossa consciência.
Por quê? Porque a ceia que nós participamos hoje, ela só faz sentido porque alguém foi fiel lá atrás. Se Paulo altera, a igreja se perde.
Se Paulo adapta, a essência se acaba. Se Paulo suaviza, o significado perde o sentido. E talvez aqui esteja uma pergunta que cada um de nós precisa fazer hoje.
O que nós temos feito com aquilo que recebemos de Deus? Porque não basta participar da ceia, é preciso entender o que ela representa. Não basta repetir o gesto.
É preciso discernir o significado. E é por isso que Paulo ele começa por aqui. Porque antes de falar de pão, antes de falar do cálice, antes de falar da mesa, ele nos obriga a olhar pra origem.
Fala comigo de novo. Origem. >> Origem.
Ele nos obriga a olhar paraa origem e entender que isso não é comum, isso não é leve, isso não é opcional, isso veio do Senhor. Isso veio do Senhor. >> E quando algo vem do Senhor, não pode ser tratado de qualquer maneira.
>> Agora percebe o que o texto diz. Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus na noite em que foi traído, fala comigo, na noite, >> na noite >> em que foi >> em que foi >> traído. >> traído.
>> Veja que Paulo não diz quando foi traído, ele diz na noite em que foi traído. E isso nos leva para uma cena. Isso aqui não é só doutrina, isso aqui é ambiente.
Isso aqui é uma história acontecendo. É uma mesa, é um grupo reunido. É uma noite carregada, irmã deusa, de significado.
E deixa eu te te ajudar a entender melhor o que tava acontecendo aqui. Quem tá me ouvindo diga amém. >> Amém.
>> Aquilo ali não era, irmão Leandro, uma refeição comum. Aquilo ali era a celebração da Páscoa. Fala comigo, Páscoa.
>> Páscoa. >> Naquele tempo, todos os anos, os judeus se reuniam para celebrar a Páscoa. Lembrando, quando Deus os libertou da terra do Egito, eles se reuniam em família, eles se sentavam à mesa e cada elemento daquela mesa tinha significado.
O pão sem fermento representava pureza. O cordeiro representava sacrifício, o sangue representava o o livramento. Então, era uma refeição que contava uma história.
Era uma mesa que fazia o povo se lembrar de onde Deus os tinha tirado. >> Era uma mesa de memória. Fala comigo, memória.
>> Memória. >> Agora perceba o peso disso. Jesus, ele está sentado exatamente nessa mesa.
E isso não é coincidência, não. Porque ele tá prestes a fazer algo maior do que aquilo que a Páscoa representava. >> Aleluia.
>> Aleluia. A Páscoa, Diego, ela apontava para uma libertação do Egito. Só que agora naquela mesa estava acontecendo algo maior, a redenção do pecado.
Eita! >> Meu Deus! Será que tem pentecostal na casa hoje?
>> Jesus, Marlon, ele pega uma mesa que lembrava libertação e ele transforma em uma mesa que aponta para redenção. Jesus! >> Aleluia!
E tem mais um detalhe importante. Naquele tempo, sentar à mesa, irmã Adriana, não era algo superficial, como muitas vezes é hoje. A mesa pro povo judeu, ela era lugar de comunhão, ela era lugar de vínculo, era lugar de relacionamento, era lugar de confiança.
Sentar à mesa com alguém significava: "Eu tenho relacionamento com você, eu tenho aliança com você, existe um vínculo entre nós. " E isso torna o texto, pastora Graziele, ainda mais pesado, porque é exatamente nesse ambiente que acontece a traição. [música] >> Fala comigo, traição.
>> Traição. >> Ou seja, a mesa que era um lugar de comunhão se torna um cenário da traição. >> Meu Deus.
>> Vocês estão aqui na igreja? >> Amém. Vou repetir.
A mesa que representava a comunhão, ela se torna o cenário da traição. E isso é muito forte. Por quê?
Porque Judas não trai alguém distante. Ele trai alguém com quem ele caminhou. Ele trai alguém com quem ele ouviu ensinamentos.
Ele trai alguém com quem ele viveu experiências. Ele trai alguém com quem ele sentava à mesa. E na cultura daquele tempo, isso era gravíssimo, porque trair alguém à mesa era quebrar o nível de confiança mais profundo, era ferir a intimidade, era romper o vínculo.
A traição, ela não veio de fora, a traição veio de dentro da comunhão. >> Vocês estão aqui hoje? >> Amém.
Eu vou repetir, a traição ela não veio de fora, Flávio. A traição ela veio de dentro do cenário da comunhão. >> E o texto diz na noite em que foi traído.
Ou seja, Jesus sabia exatamente o que estava acontecendo. Ele sabia quem era Judas. Ele sabia o que Judas tinha decidido.
Ele sabia que aquela noite não terminaria bem. E mesmo assim ele permaneceu. >> Ele não se levantou da mesa.
Ele não cancelou a ceia. Ele não disse não vou mais pra igreja. Ele não disse não vou tomar Santa Ceia hoje, ele não disse eu não congrego mais aqui.
Ele não disse não tem clima para seiar. Ele continuou. Mesmo sabendo que tinha um Judas na mesa, a Bíblia diz que ele partiu o pão.
>> Vocês estão comigo aqui na igreja hoje? >> Eu vou de novo. Mesmo sabendo, Leandro, que tinha um Judas na mesa, Jesus ele pegou e partiu o pão.
>> E isso conecta com aquilo que nós falamos no início. Naquela mesa tinha um Pedrão que daqui a pouco ia negar. Naquela mesa tinha um Judas que ia trair.
Naquela mesa tinha um Tomé que iria duvidar. Naquela mesa tinha discípulos que iriam fugir. E mesmo assim a ceia aconteceu.
Aleluia. Deus. >> Fala comigo.
Mesmo assim, >> Mesmo assim >> a ceia >> a ceia >> aconteceu. >> Aconteceu. >> Sabe por quê?
Porque a mesa de Jesus, ela não é sustentada pela perfeição dos homens. A mesa de Jesus é sustentada pelo propósito de Deus. Não, eu vou repetir porque eu ouvi um glória e dois aleluia.
A mesa de Jesus, ela não é sustentada pela perfeição do homem. A mesa de Jesus, ela é sustentada pelo propósito de Deus. E isso precisa nos confrontar.
Por quê? Porque tem gente que quando é ferida muda, tem gente que quando é traída endurece, tem gente que quando é decepcionada perde o amor. Só que Jesus não.
A traição, ela não interrompeu o propósito de Jesus. A dor daquela noite não fez Jesus recuar daquilo que ele tinha que fazer. E talvez alguém aqui precisa entender isso hoje.
Nem toda dor é motivo para parar. Nem toda decepção é justificativa para desistir. Nem toda traição tem o poder para cancelar aquilo que Deus começou na tua vida.
Eu vou repetir para você adorar. Nem toda traição tem o poder de cancelar aquilo que Deus começou na tua vida. Por que, pastor Rafael?
Porque Jesus na noite da traição, ele não mudou de direção. Ele continuou. E isso prepara para algo ainda mais profundo, porque o texto ele continua dizendo: "Na noite em que foi traído, tomou o pão e tendo dado graças o partiu.
Jesus! Aleluia! Aleluia!
Eu tô sentindo a presença de Deus aqui. [música] >> Fala comigo. Na noite, >> na noite >> da traição, >> da traição, >> Jesus deu graça.
>> Jesus deu graça. Aleluia. >> Ei, >> você consegue perceber o contraste disso aqui?
No versículo anterior, nós entramos naquela cena pesada, uma noite marcada pela traição. Fala comigo, traição. >> Traição.
>> Uma noite carregada de tensão. Uma noite onde Jesus sabia exatamente o que estava para acontecer. E agora, sem mudar o cenário, sem mudar o ambiente, sem mudar as pessoas da mesa, o texto diz: "E tendo dado graças.
" E isso precisa ser digerido com calma. Por quê? Porque não é só informação, isso aqui é revelação.
Na mesma noite em que havia traição, havia também gratidão. Eita, eu vou repetir porque eu ouvi um glória e dois. Aleluia.
Na mesma noite que havia a traição, também havia a gratidão. Na mesma mesa onde tinha falsidade também tinha entrega. [grito] Eu vou repetir para você dar um glória melhor do que esse aí.
Na mesma mesa onde tinha serpente venenosa querendo picar Jesus também tinha entrega. Na mesma atmosfera pesada, Jesus ele decide levantar a mão pro céu e agradecer. Quem pode levantar a mão aíória?
>> Na noite da traição, Gilonei, [grito] a Bíblia diz que ele deu graças. E aqui existe uma diferença que muda tudo. Quem tá me ouvindo diga amém.
Amém. >> Jesus ele não reagiu ao ambiente. Jesus ele respondeu ao propósito.
>> Eita, eu tô sentindo uma graça aqui. Eu vou repetir. Jesus ele não reagiu ao ambiente.
Jesus ele respondeu ao propósito. Por quê? Porque quem reage ao ambiente muda.
Agora, quem responde ao propósito permanece. >> Isso precisa mexer com com a gente. Por quê?
Porque se a gente for honesto, irmão, a nossa tendência é outra. Quando algo sai, não sai do jeito que a gente esperava, a gente muda o humor. Quando alguma coisa nos decepciona, a gente muda o coração.
Quando a situação aperta, a gente perde a gratidão. E isso revela muito sobre nós, porque mostra que muitas vezes a nossa gratidão ela tá ligada ao momento e não ao propósito. Eu vou repetir.
Muitas vezes a nossa gratidão ela tá ligada ao momento e não ao propósito. A gente agradece quando tudo tá bem. A gente agradece quando tudo tá dando certo.
A gente agradece quando não tem pressão. Só que Jesus, ele nos mostra a outro nível. A gratidão de Jesus ela não dependia do momento, ela dependia do propósito.
E isso é muito profundo. Por quê? Porque ele sabia exatamente o que vinha na pela frente.
Ele sabia da cruz, ele sabia da dor física, ele sabia da rejeição, ele sabia do abandono, ele sabia da humilhação pública e mesmo assim ele agradeceu. Agora pensa comigo, que tipo de gratidão é essa? Que tipo de amor é esse?
Que tipo de consciência é essa que consegue agradecer mesmo sabendo que o sofrimento tá chegando? Isso não é emocional não, irmão. Isso aqui é espiritual.
Isso é alguém que tá completamente alinhado com o propósito de Deus. A gratidão de Jesus, ela não negava a dor. A gratidão de Jesus, ela colocava o Pai acima dela.
Eu vou repetir para você adorar. A gratidão de Jesus, ela não negava a dor. A gratidão de Jesus colocava o Pai acima dela.
Quem pode levantar a mão pro céu para adorar Jesus? >> Ele não tava dizendo que seria fácil, ele tava mostrando que era necessário. E isso muda tudo.
Sabe por quê? Porque quando você entende o propósito, você suporta o processus. Eita!
Será que tem pentecostal aqui na casa hoje? >> Olha para esse irmão que tá do teu lado e fala para ele: "Quem entende? >> Quem entende >> o propósito, >> o propósito, >> suporta >> suporta >> o processo.
" >> O processo. >> Fala de novo para ele entender. Quem entende >> Quem entende >> o propósito, >> o propósito, >> suporta >> suporta >> o processo.
>> Quem pode levantar a mão pro céu para dar glória? Quando você entende o porquê, você não se perde no que tá sentindo. >> E talvez aqui esteja algo que muita gente precisa ouvir.
Quem tá me ouvindo diga amém. >> Amém. >> Por que, pastor Rafael?
Porque nem tudo que dói tá fora da vontade de Deus. >> Eita, eu tô sentindo Deus aqui. >> Nem tudo que dói tá fora da vontade de Deus.
Sabe por quê? Porque a gente tem a mania de atribuir aquilo que deu certo a Deus e aquilo que deu errado ao diabo. >> Comprei um carro, foi Deus que me deu.
Pneu do carro furou, foi o capeta. Só que eu quero dizer para você que tem muita coisa que tá dando errado na tua vida que tá dentro da vontade de Deus. Eita!
Levanta a tua mão que eu tô sentindo a graça de Deus aqui. Tem muita coisa na tua vida que tá dando errado, que tá dentro da vontade de Deus. Ô glória!
Sabe por que Deus ele te atrasou aquele dia? Porque se ele não tivesse te atrasado, você teria morrido. Sabe por que Deus fez você perder o ônibus aquele dia?
Porque se você tivesse pego aquele ônibus, você seria saltado na parada. Então, nem tudo aquilo que tá dando errado é errado. Às vezes é Deus trabalhando ao teu favor, até no meio daquilo que deu errado.
Quem pode levantar a mão pro céu? Aleluia, >> dá uma chacoalhada nesse irmão que tá do teu lado aí. Dá uma chacoalhada nele e fala assim para ele: "Nem tudo aquilo >> Nem tudo aquilo >> que tá dando errado que >> tá dando errado >> é errado.
>> É errado. >> Fala de novo. Nem tudo aquilo >> Nem tudo aquilo >> que tá dando errado >> que tá dando errado >> é errado.
>> É errado. >> Fala para ele: "Às vezes >> às vezes >> até no meio do erro, >> até no meio do erro, >> Deus tá trabalhando ao teu favor. Deixa eu ver quem crê.
Deixa eu ver quem crê. Deixa eu ver quem crê. Deixa eu ver quem crê.
Aleluia! >> Aleluia! Glória a Deus.
>> Nem tudo aquilo que aperta é sinal que deu errado. >> Nem tudo aquilo que é difícil significa que você saiu do caminho. Por quê?
Porque Jesus, ele tava exatamente no centro da vontade de Deus. Sim ou não? >> Sim.
>> Jesus ele tava no centro da vontade de Deus. Sim ou não? >> Sim.
>> E mesmo assim ele tava indo pra cruz. vai entender. >> Eu tô no centro da vontade de Deus e tô sendo levado para morrer.
>> E mesmo assim, quem me ouve diga amém. >> Amém. >> Ele agradeceu.
Agora, olha o que que o texto diz. >> [música] >> que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, tendo dado graças, o partiu. Fala comigo, o partiu.
>> O parti. >> Fala comigo, o partiu. >> O partiu.
>> Depois de agradecer, ele partiu o pão. Isso aqui, irmão, não pode passar batido. Por quê?
Porque isso aqui não é só um gesto simbólico, não. Isso aqui é uma revelação. O pão sendo partido, ele apontava pro corpo que seria entregue.
Agora, perceba com atenção, ninguém tomou o pão das mãos de Jesus. Ele mesmo tomou, ele mesmo agradeceu, ele mesmo partiu. E isso revela algo muito forte.
Jesus, ele não foi levado pra cruz como alguém sem controle. Ele não foi empurrado pra cruz. Ele não foi surpreendido pela cruz.
Ele se entregou. Antes que alguém tocasse no corpo de Jesus lá na cruz, ele já tava se entregando ali naquela mesa. Eu vou repetir.
Antes que alguém tocasse no corpo de Jesus, ele já tava se entregando ali naquela mesa. Antes do cravo, antes da coroa, antes da multidão, antes da dor visível, a decisão ela já tava tomada, a entrega já tava definida, o coração já tava rendido. Isso nos ensina algo muito sério.
A cruz ela não começa no Calvário. Eu vou repetir. A cruz ela não começa no Calvário.
A cruz ela começa na decisão. Ela começa no coração, ela começa na rendição. E isso nos confronta.
Por quê? Porque muitas vezes nós queremos viver com Deus sem entrega. Nós queremos participar sem nos render.
Nós queremos lembrar da cruz sem assumir o compromisso. Nós queremos o benefício sem viver responsabilidade. Eu vou repetir, a gente quer benefício sem viver responsabilidade.
Só que a ceia ela aponta para um Cristo que se entregou completamente. E toda vez que nós aproximamos dessa mesa, nós precisamos parar para pensar: Como será que tá a minha entrega? Até onde eu tô disposto a ir com Deus?
Eu só, eu só sigo a Deus quando é confortável ou eu continuo mesmo quando tá difícil? Porque não faz sentido, irmão, lembrar de um Cristo que se entregou vivendo uma vida sem rendição. Eu vou repetir.
Não faz sentido se lembrar de um Cristo que se entregou vivendo uma vida sem rendição. E talvez essa seja uma das maiores lições desse texto. Na noite da traição, ele não murmurou.
Na noite da dor, ele não recuou. Na noite da pressão, ele não desistiu, ele deu graças, ele se entregou. E isso prepara para algo ainda mais profundo, porque o texto continua dizendo que Jesus disse: "Isto é o meu corpo que é dado por vós.
Fazei isto em memória de mim". Agora o texto ele sai da cena, Samuel e ele entra no significado. Jesus agora ele pega o pão e ele aponta para si mesmo, Darlã.
Ele diz: "Isto é o meu corpo". Ou seja, isso aqui não é um símbolo vazio, não. Isso aqui aponta diretamente para ele.
Aponta pro sacrifício, aponta pra cruz, aponta pra entrega. A ceia não é sobre pão, não. A ceia é sobre Cristo.
Eu vou repetir. A ceia não é sobre pão. A ceia é sobre Jesus.
Isto é o meu corpo. Aí ele diz que é dado por vós. >> Aleluia.
Glória. >> Fala comigo que é dado >> que é dado. >> Não tá fraco.
Fala comigo que é dado. >> Que é dado >> por vós. >> Por vós.
>> Ele não diz. Ele não diz, presta atenção nisso aqui, que será tirado. Ele não diz que será perdido.
Ele diz que será dado. Fala comigo. Dado.
>> Sabe o que que é isso aqui? Isso é entrega. [música] Isso é decisão.
Isso aqui é amor. Agora entra algo que muda tudo. Ele diz: "Isso é o meu corpo que é dado por vós.
" Fala comigo: "Por vós >> por vós". >> Fala direito, irmão. Por vós.
>> Por vós. >> Isso torna tudo pessoal. Isso aqui nos inclui, isso nos envolve.
Isso nos alcança. Ele não morreu por algo distante. Ele se entregou por nós.
Eu vou repetir para você adorar. Ele não se entregou por algo distante. Ele se entregou por nós.
E perceba o que ele diz. Fazei isto. Fala comigo.
Fazei isto. >> Isso aqui não é sugestão, não. Isso aqui é instrução.
Isso aqui é algo que precisa ser praticado. Só que não de qualquer forma ele diz, fazer isto em memória de mim. Fala comigo.
Em memória, >> em memória >> de mim. >> De mim. >> Vamos lá de novo.
Em memória, >> em memória >> de mim. >> E aqui tá a chave. Isso aqui não é apenas lembrar.
Isso aqui é trazer consciência. Isso aqui não é, isso aqui não é permitir que aquilo que Cristo fez se torne algo comum dentro de nós. Por quê?
Porque o perigo não é deixar de participar. O perigo é participar sem entender. >> Meu Deus.
>> Meu Deus. Vocês estão aqui na igreja hoje? >> O perigo não é deixar de participar.
O perigo é você participar sem você entender. Por quê? Porque aquilo que se torna comum demais deixa de nos impactar como deveria.
E a ceia nunca foi criada para ser comum. Ela foi criada para nos lembrar de forma viva do que Cristo fez por nós. Agora, perceba que Paulo ele encerra dizendo: "Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, note essa expressão: as vezes.
" Fala comigo, todas as vezes. >> Todas as vezes. >> Não, não, não.
Tá fraco. Fala: "Todas vezes. " >> Todas as vezes.
>> Ou seja, isso não foi algo para um momento específico, não. Isso aqui não foi algo para uma noite só, não. Isso aqui não foi algo para um grupo restrito, não.
Isso aqui atravessava o tempo. Isso aqui atravessa gerações. E chegou até nós.
Tá hoje na quadra dois do Parano aqui aqui no culto de Santa Ceia. Toda vez que a igreja participa da ceia, ela tá entrando em algo que começou lá atrás e continua até o dia de hoje. Só que Paulo, ele diz algo ainda mais forte.
Ele diz: "Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor. " Ele não diz que a gente lembra, ele não diz que a gente participa. Ele diz: "Anunciais".
Fala comigo, anunciais. Fala de novo. Anunciais.
[grito] >> Por que que ele diz anunciais? Porque a Santa Ceia é uma pregação. Não vou repetir para você adorar.
A Santa Ceia é uma pregação. >> Fala comigo. A Santa Ceia, >> Santa Ceia >> é pregação.
>> É pregação. >> Mesmo sem palavras. >> Mesmo sem palavras.
>> Fala de novo. A Santa Ceia. >> A Santa Ceia >> é pregação.
>> É pregação >> mesmo sem palavras. >> Mesmo sem palavras. >> A Santa Ceia é pregação mesmo sem palavras.
A Santa Ceia, ela é pregação de ego, mesmo sem microfone, mesmo sem púlpito. Toda vez que a igreja participa da ceia, ela tá pregando a cruz, o pão sendo partido, o cálice sendo tomado. É como se a igreja tivesse dizendo: "Ele morreu, ele se entregou, ele pagou o preço.
A ceia é a mensagem da cruz transformada em gesto. " Só que Paulo, ele não para por aí, pastor Agraziele. diz: "Anunciais a morte do Senhor até que ele >> venha".
Anunciais a morte do Senhor até que ele >> venha. E aqui tá o ponto mais forte. Por que, pastor Rafael?
Porque a ceia ela não aponta só para trás, aia ela aponta pra frente. A ceia ela não fala só da morte, a ceia fala da volta. Eita!
Eu vou repetir porque era para você ter dado glória. A ceia não fala só da morte. A ceia ela também fala da volta.
Ela não só fala do sacrifício, ela também fala de esperança. Ela não fala só do que aconteceu, não. A ceia fala daquilo que vai acontecer.
A ceia ela olha pra [grito] cruz, mas ela aponta pra volta de Jesus. Eu vou [grito] repetir, a ceia ela aponta pra cruz, mas [risadas] ela também aponta pra volta de Jesus. Quem pode levantar a mão para adorar?
Aleluia! >> Glória a Deus! >> Tem muita gente preocupada, tem muita gente dizendo: "A gasolina tá cara, a bolsa de valor o dólar tá não sei quanto, irmão, eu lá sei de dólar, eu gasto em real.
Eu não sei de dólar, eu não fico fazendo cotação de dólar todo dia. Eu não sei, eu não entendo de dólar, eu não entendo de bolsa de valor. Mas tem gente preocupada.
O que que vai ser da bolsa? O que que vai ser do dólar? Olha o preço da gasolina.
Olha as coisas dentro da prateleira dos mercados, tanto que tá cara. O que que vai ser das eleição? Quem será que vai ganhar?
Qual partido que vai dominar o Brasil nos próximos 4 anos? Eu não quero saber quem vai ganhar. Eu só sei que a qualquer momento a trombeta toca.
Eu vou repetir para você da glória. Eu não sei quem vai ganhar, mas eu só sei que a qualquer momento JCA trombeta de [grito] Jeová vai tocar. E quando a trombeta tocar, não tem STF que segura a igreja na terra.
Quando a trombeta tocar, não tem Alexandre de Morais que segura a [grito] igreja na terra. Quando a igreja tocar, a igreja vai ser arrancada. Deixa eu ver quem veio aqui.
Levanta a tua mão aí. levanta a tua mão. [risadas] [grito] Talvez o teu filho nem entre faculdade.
Talvez o teu filho, graças a Deus, nem ingresse na [grito] UnB. Talvez o teu filho seja levado para glória ainda esse ano. >> Eu vou dizer uma coisa aqui, que se você for pentecostal, você vai dar glória.
Talvez não tenha ceia do mês de junho. Eu vou repetir. Talvez não tenha Santa Ceia no mês de junho.
Talvez a trombeta toque no mês de maio. [grito] Deixa eu ver quem vai morar no céu. Levante essa mão.
>> [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> Jesus [música] [música] Você já me ouviu dizer isso? Mas eu não tô nem aí, irmão. Eu não tô nem aí porque eu gosto de falar da volta de Jesus.
A qualquer momento você vai vir pra igreja da quadra dois e a porta da igreja vai estar fechada. Você vai procurar o diácono da igreja, ele não vai estar mais aqui. Você vai procurar as obreiras da intercessão, elas não vão estar mais aqui.
Você vai procurar a sonoplastia da igreja, eles não vão estar mais aqui. Você vai procurar o ministério ágape, eles não vão estar mais aqui para louvar. Você vai procurar os músicos da igreja, o baterista, o tecladista, o guitarrista.
[grito] Eles não vão estar mais aqui. O contrabatischista também não vai est. A líder da CB não vai est, o líder de jovens não vai tá.
[grito] O Alberto não vai tá. A Thaíse não vai tá. A pastora Graziele não tá, o [grito] Marlon não tá, a Luane não tá, o Michael não tá.
Cadê a Jenny? Ele também sumiu. E quem sabe você [música] vai ligar a sua tele.
Eitaúia. Eu tô sentindo uma graça de Deus aqui. [música] Quem sabe você vai ligar a sua televisão.
Eu não sei quem é que vai ter que dar essa notícia, irmão a Adilson. Eu não sei se é o Sérgio Chapelim, se é o Juca Kifuri, se é a Ana Paula Padrão, se é a Lília Vfibe, [música] se é a Miriam Leitão, se é William Bommer, se é a Fátima Bernardes, se é o Boris Casoi, eu não sei se é o Marcão do Povo, eu não sei se é o Fred Linhares, eu não sei se é o Henrique Chaves, mas alguém vai ter falar: "Atenção, atenção Brasil, notícia de última hora. [grito] O povo sumiu.
Quem tem glória dá glória. Quem tem [grito] aleluia. >> [música] >> Ô glória.
Nas empresas a máquina tá funcionando sozinha porque o operário desapareceu nos órgãos [grito] públicos. Irmão Adilson, o vigilante abandonou o posto, ele desapareceu nas creches. As cuidadoras, cuidadora tão desesperada, porque as crianças desapareceram do bersário nas universidades [música] federais de Brasília.
O aluno deixou o material na carteira e aquela feminista do sovaco cabeludo, [grito] ela não sabe o que aconteceu. O povo sumiu. O povo sumiu.
[grito] Uraba [música] urabandaba. [grito] Levanta a tua mão aí. [música] Eu [música] [música] [música] [grito] não tô falando de Buda, eu não tô falando de Maumé, eu não tô falando do Lula, [grito] eu não tô falando do Bolsonaro, eu tô falando daquele que vem.
Eu tô falando daquele [grito] que vem. [música] >> [música] [música] [música] >> Aleluia! Glória a Deus!
Deus todo poderoso, Espírito Santo de [música][canto] Deus, >> eu tô sentindo uma graça aqui. [música] >> És adorado entre nós. [música] tão desejado aqui.
Deus, >> mais nada, >> mais nada [canto] [música] >> com a glória que há de vir. [canto] >> Fica de pé. Eu não sou daqui, [música] só sou da >> Ele vem me buscar.
[música] >> Eu não sou daqui [música] casa. [canto] Ele vem me buscar e com ele eu irei. [canto] [música] >> Yesu [música] [canto] o Messias agora.
[música][canto] >> [música] [canto] >> O Messias aguardado, [música] ele vem me buscar. Cadê o povo da glória? [música] >> [música] >> És adorado.
[música] És adorado entre nós, [canto] tão desejado [música] aqui, mas nada, [grito] [música] mas nada se comparará. >> [canto] >> Ador, [música] [canto] >> eu não sou [música] daqui. [canto] >> Aponta para cima.
Ele vem [música] >> e com ele eu irei. Eu não [música] sou aqui na casa. Ele vem, chama ele [música] e com ele eu irei.
Yesua, só igreja. Yesu [música] [canto] >> o Messias aguardado, ele vem me buscar. Ah.