Olá tudo bem seja muito bem-vindo a mais uma aula do nosso módulo dois de proteínas né dando continuidade ao a a aula que a gente falou sobre digestão e absorção e basicamente Esse é um conteúdo que se estende em relação a a digestão e absorção das proteínas que é o famoso valor biológico das proteínas a gente ouve falar o tempo inteiro a gente ouviu falar na faculdade mas poucas pessoas de fato sabem o que que é o valor biológico de uma proteína como é que ele então o objetivo dessa aula de hoje é a gente abordar né entender esse conceito e principalmente a sua aplicabilidade na prática clínica porque esse é um parâmetro que muitos profissionais utilizam né para prescrever proteínas e para classificar determinadas condutas nutricionais como boas ou como ruins por exemplo muita gente acaba criticando o veganismo o vegetarianismo justamente por o utilizar esse conceito de forma de forma incorreta nessa aula de hoje a gente vai entender um pouco mais como é que funciona né esse conceito e principalmente a sua aplicabilidade vamos lá em primeiro lugar a gente pode classificar as proteínas dietéticas né a partir da sua na verdade a gente D um uma característica de qualidade as proteínas a gente precisa distinguir uma proteína da outra porque são diferentes basicamente toda a proteína que você consome a gente viu lá no mod na aula sobre sobre digestão e absorção que essas proteínas ao final do processo digestivo fornecem aminoácidos certo e esses aminoácidos vão ser utilizados por diferentes vias em nosso organismo Só que tem uma questão a gente falou também que a gente classifica os 20 aminoácidos que formam proteínas né em aminoácidos essenciais não essenciais e condicionalmente essenciais logo né Por ser essencial que a gente viu que aquele aquele que o nosso corpo não produz uma proteína precisa Obrigatoriamente fornecer aminoácidos que o nosso corpo não produz por quê Porque são essenciais ao nosso metabolismo e o nosso corpo não produz então a proteína da dieta Ou seja a dieta deve fornecer quantidades adequadas de aminoácidos essenciais principalmente os essenciais porque o nosso corpo não produz esses aminoácidos então a gente pode classificar uma proteína da dieta a partir da capacidade dela de fornecer esses aminoácidos essenciais né para o funcionamento do nosso organismo entenda uma coisa a síntese de proteínas do nosso organismo a gente vai falar sobre síntese de proteínas Ela depende de uma disponibilidade de todos os aminoácidos necessários para sintetizar uma proteína Então você só produz uma proteína se todos os aminoá essenciais então obviamente eu posso classificar uma proteína como boa ou como ruim a partir da quantidade desses aminoácidos né que ela oferece para meu corpo produzir as proteínas que ele precisa para funcionar só que além de fornecer na verdade quando eu falo fornecer eu falo conter ele a proteí precisa comter né a sua composição precisa ter aminos essenciais e precisa fornecer o nosso metabolismo você precisa digerir e absorver não adianta você pegar uma fonte proteica que tem todos os aminoácidos essenciais em quantidades satisfatórias mas você não consegue digerir e absorver esses aminoácidos certo então não basta apenas ter esses aminoácidos você precisa digerir e absorver ou seja ele precisa ter uma boa disponibilidade por se você considerar hipoteticamente falando um paciente que só faça ingestão de uma proteína que não tem esses aminos essenciais ou que o nosso corpo não consiga digerir e absorver né uma proteína com a qualidade nutricional questionável basicamente o ele não vai oferecer aminoácidos essenciais paraa produção de proteínas então isso vai gerar algum tipo de prejuízo porque não vai ter matéria prima para seu corpo fazer proteínas então em longo prazo Isso vai ser super prejudicial Já que você não vai dar substrato para essas para o seu corpo produzir essas proteínas então ó a gente pode classificar as proteinas da dieta basicamente pelo seu conteúdo de aminoácidos isso é valor biológico Professor a ainda não a gente classifica né o valor biológico depende disso e da digestão a gente classifica a proteína completa quando ela apresenta todos os aminoácidos essenciais né ao homem a quantidades adequadas ao crescimento e manutenção a gente classifica as proteínas como parcialmente completas que apresentam quantidades suficientes apenas paraa manutenção orgânica e não pro crescimento e tem as proteínas incompletas que não fornecem aminoácidos essenciais em quantidade suficiente nem para manutenção e nem para o crescimento do organismo certo então a gente classifica isso a partir da presença desses aminoácidos da composição e olha só que interessante as proteínas de origem animal são em sua maioria completas elas apresentam quantidades satisfatórias dos aminoácidos essenciais alimentos de origem vegetal as proteínas né de origem vegetal são fontes significativas de proteínas né Eh mas em sua maioria são caracterizadas como parcial ou totalmente incompleta em relação aos aminoácidos né É claro que H Professor mas o colágeno proteína do colágeno é uma proteína de origem animal né e é incompleta sim mas a grande maioria das proteínas é totalmente incompleta proteínas de origem animal apresentam boas quantidades amines essenciais já as vegetais até mesmo aquelas que contribuem com a quantidade adequadas de proteínas na dieta né Por exemplo as leguminosas os cereais apresentam quantidades adequadas de proteínas Mas eles apresentam alguns aminoácidos que são chamados de aminoácidos limitantes são aminoácidos essenciais que estão em quantidades reduzidas quando quando comparada a recomendação existe uma recomendação mínima de aminoácidos essenciais por grama de proteína do alimento ou seja o EMS recomenda quê uma proteína precisa ter cada grama dela x quantidades aminoácidos essenciais a gente vai falar um pouco sobre isso certo mas entenda uma coisa o fato das proteínas vegetais apresentarem aminoácidos limitantes não significa que nós não não não não não podemos ter uma dieta balanceada a partir desses alimentos por quê essas proteínas vegetais né Por mais que apresente o aminoácido limitante considerando a dieta normal de um indivíduo variada que ele consome várias Fontes né vários tipos eh nesse contexto uma proteína pode complementar a outra como é o caso do Arroz do feijão famoso conhecido arroz do feijão né a metionina que é limitante em um é abundante no outro então esses alimentos acabam se complementando sem contar que nos vegetais além de proteína a gente encontra inúmeros nutrientes que são essenciais ao nosso organismo com fibras vitaminas minerais compostos bioativos então não dá para abrir mão desse grupo alimentar por ter porque né eles apresentam um aminoácido limitante porque a gente deve avaliar o contexto da dieta certo então uma proteína classificada como boa ela contém todos os aminos essenciais em quantidades adequadas para manutenção e saúde né E também apresenta uma boa digestibilidade olha só que interessante uma boa proteína aquela que tem um valor biológico bom adequada é aquela que oferece quantidades adequadas de vitaminas de aminoácidos essenciais e também apresentam uma boa disponibilidade então apresentam essas quantidades satisfatórias as proteínas de baixa qualidade apresentam aminoácidos limitantes como é o caso das leguminosas né que tem pouca poucos aminoácidos sulfurados aqueles que apresentam enxofre em sua composição e uma meina e a cisteína e os cereais apresentam pouca Lina aminoácido limitante Tá certo eu coloquei Esse asterisco aqui porque a gente entender como é o que é o aminoácido limitante como ele é encontrado como ele é identificado certo ó embora a composição química na verdade a quantidade de aminoácidos que tem em cada grama de proteína seja um indicador da qualidade nutricional né a gente falou que ainda depende da sua capacidade de digerir e absorver e também da capacidade dessa proteína de de de ser digerível entenda que e a a boa digestibilidade não depende apenas de você ter um trato G gastr funcional um trato gastrointestinal funcional Ou seja você pode ter o seu intestino funcionando de forma adequada né o seu trato gastrointestinal funcionando funcionando perfeitamente mas existem características no próprio alimento que podem interferir na digestibilidade dele Certo Então a digestibilidade é um parâmetro que vai influenciar na qualidade das proteínas que é a capacidade do organismo de utilizar esses aminoácidos né a digestibilidade dependerá inicialmente do resultado da ação dessas enzimas digestivas que a gente viu né na cadeia de proteína né isso caracteriza a digestibilidade é a porção de nitrogênio que você comeu que de fato será absorvida e disponibilizada para os seus tecidos isso é classificado como digestibilidade e como a gente falou diversos fatores podem interferir né do ponto de vista da a digestão a gente viu na aula de digestão o que que interfere mas do ponto de vista do alimento entenda que a gente até falou sobre isso né a conformação estrutural da proteína sendo Nativa ou sendo desnaturada interfere proteínas nativas em geral né são hidrolizadas em menor proporção que proteínas desnaturadas tá que faltando do São por quê Porque essa parte interna da cadeia aqui ó as proteases podem ter pouco acesso a essa porção a porção externa sim você tem contato abundante com as enzimas a interna não então quando ela é desnaturada essas ligações que a gente viu as ligações terciárias né ar ternária são desfeitas e a cadeia polipeptídica ela é exposta E aí as proteases podem agir podem agir sobre toda a cadeia e assim digerir a proteína com de forma satisfatória Então essa ideia já comer ovo cru comer carne crua Além Do perigo eh sanitário né da questão da higiene do alimento tem a questão de digestibilidade que vai ser reduzida certo então própria conformação estrutural interfere Além disso existem fatores antinutricionais os alimentos principalmente os de origem vegetal não só são só são eles apresentam compostos naturais do próprio alimento né que interferem de forma negativa na atividade de enzimas digestivas reduzindo obviamente a digestão e consequentemente absorção isso interferindo na qualidade nutricional proteínas vegetais apresentam em sua maioria substâncias né do tipo canit e boma boma umb que esses são os nomes dos autores que descobriram essa essa classe de substâncias descompostos né Elas podem inibir a tripsina e a quimotripsina são enzimas que que digerem as proteínas e as lectinas também podem interferir Então os lectinas inibidores de proteas do tipo canit são eh São termolábeis Ou seja quando você aquece você quebra esse inibidor consequentemente o efeito dela não vai estar acontecendo ao passo que as as os esses compostos né do tipo B bma birk mantém-se estáveis sob condições de processamento térmico olha só que interessante ess compostos que interferem negativamente na ação das proteas e consequentemente prejudicam o processo de digestão e absorção Alguns são termolábeis você destrói ele quando você aquece o alimento Então olha só que interessante cozinhar e aquecer o alimento além de matar bactérias né ou possíveis patógenos microrganismos desnatura as proteínas favorecendo a digestão além de desnaturar compostos né inibidores de proteases que vão diminuir a digestibilidade Então olha só que interessante ao aquecer você ganha melhor controle sanitário desnaturação das proteínas você facilita o acesso das proteases inibe os inibidores das proteasas olha só que interessante proteínas vegetais contém outros fatores antinutricionais também como taninos e Fitá vocês sem falar o tanino da da Uva né do Vinho taninos são e produtos condensados de polifenois conglomerados de polifenóis que reagem né com grupamento Amino de resíduos de lisina olha só que interessante na cadeia polipeptídica na cadeia da proteína tem uma lisina esses compostos de tanino podem reagir e inibe a quebra dessa ligação ou seja na cadeia polipeptídica onde tem uma lisina e esses taninos ligaram a a protease não vai conseguir agir Então não vai conseguir hidrolizar nos resíduos de lisina olha só que interessante em relação às proteínas animais as proteínas animais também apresentam fatores antinutricionais que podem interferir de forma negativa na digestão absorção a gente tem a Albumina do ovo né que apresenta 11% de ovo mucóide que é uma proteína e 0. 1% de ovo inibidores ambos como atividades anti tríptica que são atividades antiproteases ou seja inibe as proteases né só que o leite também tem vários tipos de inibidores de protease né só que assim como o ovo são inativados pelo calor a gente viu o que esses esses fatores antinutricionais tanto em proteínas vegetais como em animais podem ser inativados pelo calor mas alguns são resistentes ao calor ó os inibidores do tipo BK né mantém-se estáveis sobre e processamento térmico Então os possíveis inibidores que estariam em proteínas animais são inativados Quando essas proteínas são aquecidas e é por isso que o pessoal fala que o pessoal fala não né Parece que é disse me disse a literatura mostra que as proteínas de origem animal apresentam uma qualidade nutricional melhor do ponto de vista da proteína por apresentam boas quantidades de aminoácidos né e digestibilidade certo então não basta apenas ter uma composição de aminoácidos boa tem que ter uma boa digestibilidade e aí tem também proteínas que s a complexação né com outros nutrientes durante o aquecimento né Podem ocorrer alterações químicas significativas envolvendo as proteínas os aminoácidos as proteínas né a gente tem tratamento térmico exposição temperatura e ph alcalino a reação de mailar né o escurecimento é não enzimático quando você aça uma carne é decorrente disso né é decorrente dessa reação de mailar que é uma interação entre um carboidrato e uma proteína isso afeta obviamente a digestibilidade das proteínas além de quando você aquece em excesso você torra uma carne você destrói o aminoácido também impede a sua digestão e absorção a gente pergunta ah aquecer desnatura e prejudica a absorção aquecer facilita a absorção porque você vai desnaturar as proteínas e destruir os possíveis inibidores né mas também tem Em contrapartida vocês podem isso pode complexar com outros nutrientes como é o caso da do amí do resíduo de glicose pela reação de mailar mas ainda assim o aquecimento é facilita traz mais benefícios do ponto de vista digestão e absorção do que o não aquecimento sem contar nos Riscos sanitários certo mas isso pode acontecer também então entenda Quando você vai avaliar uma proteína do ponto de vista da composição de aminoácidos é fácil você manda para laboratório el analisa o que que tem ali quantifica para você beleza mas isso não é suficiente para caracterizar uma proteína como boa como ruim né a qualidade não depende não depende apenas da composição depende da biodisponibilidade sim ali tem muita leucina mas será que o meu corpo consegue dirir absorver em forma satisfatória aí é outra outra história né E essa biodisponibilidade essa avaliação da da biodisponibilidade é um parâmetro relativamente complicado de ser avaliado em vivo né e é por isso que existem muitos métodos para avaliação da qualidade nutricional baseada na metodologia de avaliar a digestibilidade de uma proteína por exemplo o próprio valor biológico de uma proteína como método né ele se caracteriza basicamente nessa fórmula aqui ó o nitrogênio que foi ingerido e o nitrogênio Na verdade o nitrogênio que foi absorvido que você absorveu na dieta né teste em laboratório com o que foi retido né o nitrogênio que foi incorporado no entanto entenda uma coisa esse nitrogênio que foi incorporado incorporado que a gente diz o nitrogênio que você absorveu e foi incorporado as proteínas avaliar essa incorporação é impossível então basicamente o que a gente avalia é o quanto de nitrogênio entrou o quanto de nitrogênio saiu na urina né em forma de ureia o que ficou foi incorporado Então o que ficou do que não saiu né Entrou 10 saiu cinco na urina cinco foram incorporados então normalmente é medido de forma indireta a partir da excreção desse nitrogênio Só que essa análise é um pouco complicada pra gente caracterizar um alimento como bom ou como ruim né porque ela não leva em consideração posição l lóg comoação a as os os possíveis destinos desses aminoácidos que podem estar sendo utilizados desviados geração de energia ou qualquer outro mecanismo em 91 em 1991 a fa MS definiu um parâmetro novo né para caracterizar a proteína como boa ou como ruim que é basicamente O pdcaas que é um escore de aminoácidos né corrigido pela digestibilidade essa sigla é digestibility correct Amino acid score significa score de aminoácidos corrigido pela digestibilidade que considera a capacidade da proteína né de fornecer os aminoácidos essenciais nas quantidades necessárias ao organismo corrigido pela digestibilidade do alimento olha só que interessante o PDCA é um parâmetro que a gente obtém com a relação entre o conteúdo né do primeiro aminoácido limitante na proteína e o conteúdo daquele aminoácido é uma proteína referência multiplicado pela digestibilidade vamos lá entenda uma coisa o o o score do da proteína por exemplo aquela proteína tem um score qual uma pontuação x a pontuação da proteína a gente vai entender como é que essa pontuação é feita ela é dada pela pelo aminoácido limitante é o menor aminoácido dos essenciais Como assim profess menor em tamanho não menor em quantidade vamos supor que você tem os nove aminoácidos essenciais sei lá nessa proteína aqui ó essa proteína que eu avaliei mandei pro laboratório o laboratório me deu o laudo essa aqui aí ele me deu as nove os nove aminoácidos essenciais o que tem menor quantidade em relação à recomendação vai ser utilizado para cálculo do aminoácido limitante consequentemente a qualidade nutricional dessa dessa proteína certo a gente vai falar um pouco mais sobre isso mas como é que o PDCA é utilizado a gente tem a miligrama de aminoácidos essenciais em 1 g de proteína da proteína que eu quero testar vamos supor que eu peguei essa xícara vamos supor que ela seja uma proteína E aí eu descobri que o menor o aminoácido tem menor quantidade em comparação com a recomendação é a leucina pronto aí eu vou pegar quanto de leucina tem em 1 g de proteína sei lá 20 MG de leucina em 1 g de proteína Pronto quanto é que a MS recomenda de referência vamos suor que a MS recomenda 20 MG uma proteína boa tem que ter pelo menos 20 MG de proteína ou de leucina cada grama de proteína a minha tem 20 a OMS tem 20 a OMS recomenda 20 certo aí eu divido um pelo outro 20 por 20 é 1 né se eu dividir 20 para 20 vai ficar um para cada só que eu tenho que multiplicar isso pela digestibilidade esse TD aqui é true digestibility é digestibilidade real que é basicamente o nitrogênio ingerido né menos o nitrogênio fecal o nitrogênio que saiu né Considerando o nitrogênio que sai que vem do seu corpo Como assim professor quando você tá digerindo além da da proteína da dieta certo além da proteína que você ingere o seu trata o gastro intestinal joga a proteína no Luma intestinal para digerir as proteases a quimotripsina a amase né as lipases tudo isso são proteínas E essas proteínas que são lançadas na corrente sanguínea são são digeridas e algumas são perdidas a gente pede o nitrogênio nas fezes Tá certo então você tem que contabilizar o nitrogênio que sai que veio da dieta e o que sai que veio do seu corpo então testes em laboratório já trazem uma média desse valor e aí você tem ó a digestibilidade real vamos supor que a digestibilidade dessa xícara um estudo foi feito e mostrou que de 100 proteínas que entram 70 São absorvidos então tem uma digestibilidade de 70% né 0. 7 aí eu vou multiplicar essa conta né 1 20 eu vou fazer essa conta né a gente viu que de dado exemplo 20 MG de leucina por grama dividido por 20 dá 1 xes 0.
7 vai dar 0. 7 ou seja o PDC dessa proteí na 0. 7 vou trazer mais exemplos aqui para vocês eh entenderem né expliquei lá de forma por cima a gente vai entrar aqui agora vamos lá o primeiro passo que você tem que fazer para classificar para encontrar o PDCA de uma proteína que é o parâmetro o o a a o método recomendado pela OMS é o seguinte a fa OMS recomenda né o PDCA desde 91 isso foi alterado em 2003 mas ainda não é Método mais utilizado mas a gente vai entender porquê a MS recomenda o PDCA para você encontrar o PDCA você tem você tem que encontrar primeiro o aminoácido limitante Professor como é que eu encontro o aminoácido limitante você vai você vai realizar outro parâmetro que é o score químico o score de aminoácidos como é que o que que para que que serve o score químico ele mede o conteúdo de aminoácidos presentes em uma fonte de proteína e compara os valores com uma proteína tidda como referência para crianças de 2 a 5 anos de idade crianças de 2 a 5 anos de idade estão em fase de crescimento né em crescimento desenvolvimento então a proteína referência é baseado para essa população Olha só que coisa interessante vamos lá cada um dos aminoácidos essenciais precisam ter uma quantidade mínima em gramas de proteína então por exemplo se eu quiser saber se essa proteína é boa eu vou quantificar todos os aminoácidos essenciais que tem aqui depois vou comparar cada aminoácido com a recomendação se aqui eu tenho 20 MG de istidina que eu tenho quantifique mandei pro laboratório o laboratório me passou tem 20 MG de istidina a para cada grama de proteína a OMS recomenda que tenha 19 então a istidina tá adequada só que quando eu avaliei de isoleucina só tem 15 a MS recomenda que seja 28 ou seja a isoleucina já é um possível aminoácido limitante por quê impossível porque eu vou fazer isso de todos os aminoácidos o que tiver em menor quantidade Esse vai ser o aminoácido limitante então eu vou pegar a minha proteína teste e comparar com a a recomendação do AMS né aí eu vou descobrir o escor químico de cada aminoácido da proteína vamos supor o aminoácido que estiver com score químico mais baixo né será o aminoácido limitante da proteína né esse método ele não leva em consideração digestibilidade a só a composição para saber se antes de gerir e absorver se tem ali a quantidade recomendada certo vamos lá vamos supor aqui ó coloquei um exemplo aqui tá certo vamos pegar a soja eu não não não coloquei um valor fictício aqui a soja tem 30 mg de istidina para a cada grama de proteína da soja a gente tem 30 mg de istidina a OMS recomenda que uma proteína boa ela tem pelo menos 19 MG de istidina por Gama de proteína seguindo a fórmula da OMS o que que eu recomendo 30 que é 1 MG de aminoácidos essenciais por grama de proteína teste de dividido por 19 que é o miligramas de aminoácidos a grama de proteína padrão que é essa tabela aqui da OMS na istidina a soja né na soja a istidina apresenta um score químico de 1.
58 O que que significa dizer professor que atende a recomendação de istidina o escor da soja é maior do que um Então atende a recomendação Então ela tem boa quantidade de istidina se o score der um significa dizer que ela tem exatamente a quantidade de istidina recomendada pela OMS se o score for menor do que um significa que ela tem menos istidina do que a OMS recomenda certo então isso é um aminoácido limitante aí você vai fazer isso de todos os aminoácidos se ela tiver três aminoácidos limitantes ou seja três aminoácidos com score químico abaixo de um você vai escolher na verdade não não são três aminoácidos limitantes se ela tiver três aminoácidos com score químico abaixo de um o que tiver em menor quantidade em relação à recomendação o menor o scor o aminoácido com menor scor será o aminoácido limitante dessa proteína por mais que ela tenha três menor será o aminoácido limitante certo então entenda como o score químico ele avalia apenas o aminoácido limitante não avalia digestibilidade a gente ainda tem que pegar esse aminoácido limitante que a gente descobriu com score químico e aplicar a digestibilidade dele que é basicamente o PD a entenda a digestibilidade como a gente viu é isso daqui ó essa fórmula aqui ó quantidade de aminoácido ingerido né de nitrogênio menos a quantidade de aminoácido excretado considerando também as perdas endógenas do do nosso organismo certo e aí Entenda você descobriu escor químico para identificar o PDCA O que que você tem que fazer você vai pegar o aminoácido com menor score né E multiplicar pela digestibilidade Vamos fazer um exemplo aqui ó eu fiz lá uma um alimento né nessa xícara Vamos botar a xícara como exemplo e nessa xícara aqui eu descobri que o aminoácido limitante é o triptofano ele é que tá em menor quantidade eu fiz de todos lá e aquele com menor score é o triptofano né o triptofano tem nove n nessa xícara eu tenho 9 MG por g de triptofano só que o ms recomenda 11 então Eu dividi 11 por 9 deu z0 82 Então esse é o SC atende em tripofano não atende então essa xícara não atende em Trip Fan e era o menor dos três para para encontrar o PDCA o que é que eu falo o que é que eu faço eu vou pegar esse score químico aqui ó ó olha que coisa interessante essa é a conta do PDCA tá vendo basicamente essa divisão aqui ó que o meu mouse Tá circulando é o é o score químico isso daqui é o score químico então PDC é o score do do aminoácido limitante multiplicado pela digestibilidade vamos voltar aqui então essa minha xícara né o aminoácido limitante é o triptofano que tem um score de 0. 82 só que para encontrar o PDCA eu tenho que multiplicar o score do dominó limitante pela digestibilidade que Vamos considerar que é 0. 7 ou seja seja os estudos foram realizados lá e perceberam que de 100 g de aminoácidos dessa proteína dessa 100 g de proteína Total bruta somente 70% é digerida então 30 a gente escreta então essa proteína tem uma digestibilidade de 70 professor de onde foi que o senhor tirou esse valor de 70 isso foi estudo que foi publicado existem já referências para calcular olha só que interessante para calcular o PDC qualquer alimento você precisa primeiro da composição química desse alimento recomposição em relação aminoácidos essenciais e segundo da digestibilidade real você faz digestibilidade real no seu consultório não um estudo precisou ser feito elaborado publicado do alimento e avaliado digestibilidade se você não tem esse dado científico não tem como fazer o PDCA certo então esse na verdade vai ser um dos fatores limitantes da nova metodologia que o ms recomenda Mas vamos vamos voltar aqui pro PDCA então uma vez que você multiplicou o score pela filidade você tem aqui ó o PDCA dessa xícara é 0.
57 é o score químico ou seja quantidade de aminoá essenciais o menor tem um aminoácido limitante multiplicado pela digestibilidade só para você tem uma ideia eu posso dizer o seguinte ó que essa proteína ela tem 82% da recomendação de estid não tem 100% da recomendação de estid ela tem 82% né 9 é 82% de 11 0. 82 significa 82% mas entendo só que você não vai absorver esses 82% porque ela você ainda não digere tudo você vai ter que corrigir ess essa digestão essa essa composição de aminoácidos pela digestibilidade então entenda que o valor que você vai absorver Vai ser menor ainda então entenda se for maior do que um você tem uma uma boa digestibilidade isso significa dizer o seguinte ó se o PDCA for maior do que um significa dizer que essa proteína tem uma quantidade de aminoácidos adequada e que vai ser digerida vai fornecer uma quantidade adequada de aminoácidos para você né essencial para manutenção e pro crescimento se for menor do que um significa dizer que ela não vai fornecer uma quantidade adequad de aminoácidos essenciais certo então o valor biológico é o scor desse é o scor aminoacídico né do aminoácido limitante corrigido pela digestibilidade eu sei que é um é um cálculo um pouco complicado na verdade cálculo para nutrição eh na verdade cálculo assusta muitos nutricionistas mas cálculo para nutrição basicamente regra de três a gente precisa entender o que que é o que que significa dizer cada coisa certo então entenda que essa proteína tem um valor biológico baixo 0.