Perdi R$ 2. 300 no day trade de hoje. E o que você pode aprender com isso?
Porque se tem uma coisa que o loss é extremamente eficiente, na verdade pode ser eficiente, depende do que a gente faz com ele, é em trazer aprendizados. Eu postei no meu Instagram esse relatório, vieram algumas perguntas e foram essas as perguntas que me motivaram a fazer esse vídeo. Eu vou compartilhar duas delas com vocês aqui.
A primeira delas, bem simples, né? comenta o que deu errado pra gente aprender também. E essa segunda que me fez falar, eu não vou só trazer isso pro Instagram, eu vou fazer um vídeo no YouTube que foi, opa, faz um vídeo explicando como que esses dias sombrios não te afetam, porque quando acontece comigo eu fico com muita raiva.
Quero ver um exemplo aí, me conta, comenta aqui, tem um exemplo, vou deixar aqui do lado caso vocês queiram ver. Mas por que eu estou trazendo essa mensagem? Porque é extremamente comum a maioria dos traders não saberem lidar com os dias de loss.
E quando eu digo dias de loss, dia de stop diário, dia em que a gente perde muito dinheiro e o muito dinheiro é proporcional para cada um, né? Talvez o meu loja de 2300 hoje seja muito dinheiro para algum de vocês, talvez seja pouco para alguns, seja OK para outros, mas independente. Tem gente que se perder R$ 100 no dia é um loss muito grande.
Tem gente que perde R. 000, 50. 000 e tá tranquilo dentro.
do gerenciamento de cada um. Vamos lá, gente. É normal que a gente demore um pouco, que exija um período de maturação, de maturidade, pra gente aprender a lidar com os dias de LOS.
Mas o que eu quero dizer em primeiríssimo lugar aqui pra vocês, que é o primeiro ponto após um dia de loss, principalmente um dia de stop diário, um dia de quase stop diário, é a gente analisar o que rolou no dia, o que aconteceu para eu chegar neste ponto de um stop diário. E eu sempre começo analisando o relatório de performance, analisando as operações que eu fiz, porque através das operações que eu fiz, eu vou poder ter um diagnóstico do dia, um diagnóstico técnico, um diagnóstico emocional, um diagnóstico de gerenciamento de risco. São os três pontos que precisam ser analisados sempre que você vai olhar pro relatório de performance, a fim de tirar dali um aprendizado, um proveito, não só olhar para ele por olhar.
E aí tô com um roteirinho aqui para eu não esquecer. Então vou olhando pro lado e vocês vão é por causa disso, tá? Primeiro passo, nós vamos começar com as operações de loss.
E não, operações de loss não necessariamente é uma operação errada, é uma operação que deu errado. Existem operações que dão loss, que teoricamente, né, a gente chama de que deu errado, mas na verdade foi uma operação boa, uma operação que você deveria ter feito. E aqui que começa a primeira pergunta que você deve se fazer.
Eu deveria ter feito esta operação. Ela está dentro dos critérios que eu uso para operar. Teve meus gatilhos operacionais, está dentro do meu método.
Caso a resposta seja assim, a segunda pergunta que eu faço é: correto? Eu analisei o momento também, além do critério em si do gatilho. Eu trago timing pro meu tipo de operacional ou o meu operacional é bateu o gatilho, eu tenho que executar.
O meu inclui timing. Eu analiso como que tá o índice, como que tá o dólar, como que tá o fluxo do momento, como que tá a volatilidade do dia, é, se tem alguma notícia, tudo isso para mim é relevante. Então, às vezes, o que eu faço de errado?
Bateu um gatilho, eu clico, mas eu esqueci de analisar alguns desses outros critérios. E a outra pergunta, se foi sim para todas essas respostas, se tava dentro do método, dentro do time, se eu deveria realmente ter feito esta operação. A segunda pergunta que eu faço é sobre o stop.
Eu stopei esta operação correta porque eu posso ter feito uma boa entrada, uma entrada dentro do método, mas ter errado na saída. Será que eu saí antes da hora? Será que eu saí no gerenciamento de risco correto?
Eu perdi mais do que eu deveria nesta operação ou eu estou dentro do meu gerenciamento? Eu fiquei com medo e zerei a operação antes da hora. E talvez se eu não tivesse zerado essa operação teria ido depois no meu álvum.
Como eu fico fiquei segurando muito tempo contra essa operação, o mercado já tinha me mostrado que era hora de zerar e eu não zerei. Então, as duas primeiras perguntas que vocês vão fazer ao analisar o seu relatório e a gente começa analisando as operações que deram errado e depois a gente vai para as operações que deram certo, é o gatilho de entrada e em segundo lugar o stop, o gerenciamento de risco. Depois de analisar essas duas, que são questões técnicas, você vem pensando nas questões emocionais.
Eu estava bem naquele momento, eu estava desconcentrado, eu estava com raiva, eu estava é nervoso, eu estava brigando com meu filho aqui do lado, fazendo alguma coisa e operando ao mesmo tempo. Traga também os quesitos emocionais e analise o que foi que fez com que você tivesse aqueles loss. E aí a gente parte, eu divido os loss basicamente é em dois, tá?
O primeiro tipo de Ls é o loss que deveria ter acontecido. Que que é o loss que deveria ter acontecido? Aquele loss em que eu fiz tudo certo.
Eu estava emocionalmente bem, eu estupei no lugar certo. Eu fiz uma operação que tava dentro do meu gerenciamento de risco. Eu fiz uma operação que tava dentro do meu plano, dentro do meu método, que aconteceu os gatilhos de entrada.
Estas operações, gente, me incomodam zero. O stop que eu levo nessas operações, mesmo que seja um stop cheio, mesmo que eu tenha perdido o valor máximo que eu podia perder, esse não me incomoda. Por quê?
Porque eu sei que eu fiz tudo certo. Agora, quando eu identifico que eu fiz algo de errado e aí é o loss errado, né? que não deveria ter acontecido.
Esse me incomoda muito, que é aquele que eu saí do plano, que eu saí do método, que eu saí do gerenciamento de risco, que eu agi por impulso, que eu agi por emoção, que eu deixei meus sentimentos controlarem o meu comportamento e não eu controlei eles. E aqui vai algo importante para vocês. Não é deixar de sentir.
Todo trader sente, todo trader profissional com anos de experiência de mercado, eu, por exemplo, já opera há 8 anos. Sim, eu sinto medo, eu sinto raiva, eu sinto ganância, eu fico nervosa. Eh, às vezes me dá aquele fomo, né, o fear of missing out, medo de perder uma operação e eu clico por impulso.
Eu sinto tudo isso. O que difere um trader profissional de um trader amador não é não sentir, mas é o que nós fazemos com estes sentimentos. E aí, o que que a gente vai fazer?
A partir do momento em que eu identifiquei estes erros, que eu identifiquei algumas operações, em que eu saí do plano ou que eu deixei meu sentimento controlar, trazer os aprendizados. O que que aconteceu? Por isso é importante a análise.
E a partir do momento que eu identifico o erro, eu vou traçar um plano de ação, eu vou traçar gatilhos contenção para que aquilo não aconteça de novo. Eu vou ficar vigilante no dia seguinte para não cometer esses mesmos erros. Então isso aqui é muito importante.
E aí em segundo lugar, né, a gente analisou as operações que deram errado, não que deram errado, né, que deram loss. Em segundo lugar, a gente vai analisar as operações que deram certo. Mas antes disso, eu vou falar aqui para vocês sobre o meu dia, tá?
Então eu comecei aqui perdendo uma operação do dólar, tomei um stop aqui no dólar, já perdendo R$ 780, eu cheguei a ficar 800 negativo, voltou aqui, ó. É um pouquinho que não dá nem para ver direito, mas operação de 300 e pouco de game. Aí voltou pro negativo, esperei um pouquinho, fui começar a operar as ações.
E aí vocês podem ver, gente, que foi ladeira abaixo, ladeira abaixo, literalmente. Então assim, vou falar sobre as operações vencedoras também, o que que a gente deve analisar nelas, mas no meu caso em específico deste dia aqui, nem teve operações vencedoras para analisar. Eu literalmente errei todas as operações que eu fiz.
E agora eu vou trazer a minha análise para vocês também, pra gente trocar uma ideia. Aí vocês deixam no comentário nos comentários se isso acontece com vocês também, qual que quais são os principais gatilhos e as questões que fazem vocês tomar decisões erradas. Dentre, analisando o meu relatório e as operações perdedoras, eu identifiquei que, basicamente, metade dessas operações se encaixaram no loss que deveria ter acontecido.
Foram operações que era para ter feito. Eu fiz dois leilões de abertura que tava nos gatilhos que eu que eu faço. Eu fiz algumas operações de escora, de rompimento, que estavam dentro dos gatilhos.
Mas teve uma outra metade que dava para ter evitado. Então, neste dia que eu perdi, por exemplo, R$ 2. 300, eu poderia, na verdade, ter saído perdendo 1000 mais ou menos nas contas que eu fiz e não ter atingido e ter ficado ali na metade do meu stop de áho.
E o principal gatilho, tá, no meu ponto, os principais erros que eu cometi foi como fear of missing out, medo de ficar de fora. Às vezes acontece um erro de leitura, às vezes acontece é da gente tá com muita raiva, com vingança do mercado. Eu não tava com nada disso.
Eu estava com medo de ficar de fora. E eu venho de uma semana, de um mês, na verdade, tá? Eu tô gravando esse vídeo hoje aqui, dia 19 de fevereiro.
E sendo muito sincera e honesta com vocês, eu sempre estou. Quem me acompanha mais lá no Instagram, inclusive, tá gente? Meu Instagram, Letícia B Golveia.
É, eu mostrei algumas alguns directs aqui para vocês. Eu troco ideia com vocês por lá. Eu respondo todo mundo, eu leio todos os directs.
Então, se você ainda não acompanha por lá, fica à vontade. Vou deixar o link aqui na descrição, mas é Letícia Begolveia, tá? Quem me acompanha lá que a gente conversa mais sabe o quanto eu sou.
Honesta, sincera, mostra os dias de game, mostra os dias de loss, mostra os dias de dificuldades e eu venho em um mês muito difícil. Esse mês de fevereiro tava sendo, até ontem, que foi o dia desse los aqui, tava sendo um mês de zero a zero, um mês empacado, um mês que eu terminava ali perdendo R$ 100, R$ 200, ganhando 100. Eu não tive nenhum dia muito bom de bater meta, de fazer excelentes operações e eu também não tinha tido nenhum dia muito ruim.
Só que a gente já estava no dia 18, ou seja, metade do mês já passou mais da metade do mês, ainda mais que o mês de fevereiro é mais curto e o mês travado, mês sem resultado. E aí, que que aconteceu ontem? Foi um dia que tava tendo oportunidades, foi um dia de mercado movimentado, foi um dia de fluxo interessante, o mercado tava dando ali chance de fazer operações.
Que que eu fiz? Eu não queria ficar de fora. Falei: "É hoje, é hoje que eu vou fazer uma operação boa.
É hoje que eu vou botar meu mês para cima. É hoje que eu vou terminar o dia no game, bater meta". E aí eu acabei fazendo algumas operações em pontos errados, entrando com ansiedade, uma operação que não tava tão bonita dentro de todos os critérios, mas eu falei: "Opa, não tem os três critérios, mas tem dois, vamos fazer".
Ignorei, negligenciei um pouco, é a operação perfeita, né? Então, por medo de ficar de fora, por achar que era um dia que eu ia conseguir e fazer boas operações, eu acabei clicando em algumas operações que não deveria. Então, trazendo um pouquinho da da minha análise para vocês, até para vocês pensarem, analisarem aí no caso de vocês, foi isso que aconteceu, tá?
E aí vamos entrar aqui nas operações vencedoras também, que toda vez que a gente vai olhar o relatório, nós precisamos analisar as perdedoras e as vencedoras. Dentre as operações vencedoras, é muito importante vocês analisarem os gatilhos de entrada, claro, mas a gente vai analisar principalmente a saída. Você saiu, certo?
Você carregou essa operação até o alvo, até alguém, ou você saiu antes da hora? Você tava com medo do dinheiro voltar? Você tava ansioso?
Você tava nervoso? Por que que você saiu antes? Se essa operação, se você tivesse segurado ela, ela teria ido no alvo, ela teria ido na meta?
E aí, sabe o que que vocês fazem para deixar cada vez mais forte o seguir o plano, o seguir o gerenciamento? Você vai fazer conta, você vai falar: "Olha, essas três operações aqui que eu saí antes da hora, que em vez de eu sair ganhando R$ 1. 000, eu saí ganhando 300, porque o mercado começou a voltar e eu fiquei com medo e eu fiquei ansiosa.
" Essas três, se tivesse ido no alvo, eu tava com R$ 3. 000. Só que em vez de estar com R$ 3.
000, eu estou com 500, porque eu saí com 300 numa, 200 na outra e um zer a zer na outra. Mas não tinha motivo para sair. Eu deveria ter segurado eu saí por outros motivos que não estavam dentro do meu plano.
Então eu sempre, sempre faço conta, pego as operações que deram errado também e falo: "Olha, foi o que eu fiz. Se eu não tivesse feito aquelas operações fora do plano, eu estaria com R$ 1. 000 a mais.
Em vez de ter perdido R$ 2. 300, eu teria perdido R. 300, 300, 100, que foi a conta que eu fiz.
Façam conta para ficar nítido, para ficar claro o quanto você está perdendo ou deixando de ganhar por sair do plano. Isso é algo que me ajuda muito. Eu lembro que muitos anos atrás, lá no meu começo, eu tinha muito, muita dificuldade de segurar a operação até o alvo.
Eu quase sempre saía antes do alvo. Eu cheguei no final do mês uma vez e contabilizei. Peguei o gráfico, peguei minhas entradas, peguei onde eu saí e tracei onde seria o alvo.
Peguei todas as operações e somei. Se tivesse carregado até o alvo, se tivesse carregado até o álvo, as que foram, né, quanto a mais eu teria no final do mês. E o resultado me assustou muito.
Depois disso, depois de fazer a conta daquele mês, e eu lembro que era algo próximo de uns R$ 10. 000 R$ 1. 000 que eu deixei de ganhar.
Falei: "Eu vou seguir o plano. Eu vou ficar cada vez mais forte em deixar as operações ir até o álbum. Que por conta de uma indisciplina minha, que por conta de um medo de deixar o dinheiro voltar, eu deixei de ganhar R$ 10.
000. Então fazer conta ajuda muito, muito. E aí me deixem aí nos comentários até para eu saber se vocês fazem isso e vocês já sabiam desta técnica.
é algo que ajuda muito ou o que que vocês fazem também para ajudar vocês ali a se manterem firmes no plano. E aí eu queria passar um recado final aqui para vocês também que é o seguinte, dos mesmos criadores de nem tudo que reluz é ouro. Gente, eu falo que no day trade nem tudo que é stop é errado e nem tudo que dá meta tá certo, porque às vezes a gente toma stop fazendo o certo e às vezes a gente ganha dinheiro fazendo o que está errado, numa operação errada, num stop que eu segurei a operação.
Por sorte, tá? Por sorte andou a meu favor, mas poderia ter dado muito ruim. Então, onde está o foco de todo o trader?
O meu foco e o seu foco nos gatilhos. No plano. É isso que você precisa seguir.
Independente de ter dado certo ou ter dado errado. O que você precisa fazer é seguir o seu plano. Tenha um plano bem definido.
Tenha gatilhos de entrada. Tenha um processo decisório bem definido. Saiba, você vai sentar na frente do computador todos os dias sabendo o que deve ser feito.
A partir do momento que você sabe o que deve ser feito, aí começa a batalha de seguir aquele plano. Agora, se você nem sabe o que deve ser feito, se você nem tem um plano, se você nem tem um processo decisório, uma tomada de decisão, processo que te faça analisar e clicar, dê três passos atrás. Volte três casas, como se diz, e traça esse plano.
Porque todo, não vou nem chamar de trader, tá? Se você não tem isso, você não é trader. Você é um apostador, você é um jogador, você tá aqui brincando.
E day trade não é brincadeira, day trade é profissão. Day trade é fazer renda de maneira certa, de maneira profissional. Então, todo trader tem um plano e um processo decisório.
Se você não tem, volte e planeje. E é isso, tá? é o foco no plano, o foco em executar o planejado, que vai te fazer um trader consistente e lucrativo.
Eu espero que esse vídeo tenha ajudado. Coloca aí nos comentários para mim, para eu saber se esse tema é relevante, se vocês gostariam que eu trouxesse mais análises de relatório por aqui. Hoje eu trouxe uma um pouquinho mais ampla, né, já falando diretamente sobre o loss e sobre o que você pode fazer, mas se vocês curtirem isso, eu posso trazer outras vezes até mais detalhado, analisando operação por operação, trazendo algo mais nesse sentido junto com vocês.
Um abraço. Espero que esse vídeo tenha realmente sido útil e que contribua no seu processo de consistência e, claro, de fazer dinheiro e viver do mercado.