Amigos, eu estive com um grande problema. Basicamente, essa bomba aqui, que eu chamo de computador, parou de funcionar durante o momento que eu estava gravando esse vídeo. Então, para não atrasar vídeo para vocês, eu precisei gravar só na voz.
Eu não pude usar a famosa câmera ali, ó, tá ali instaladinha. Não pude usar ela, infelizmente. Então, esse vídeo aqui vai ter que ser só áudio, né?
Acho eu. Se bem que Minecraft dá para dá para dar uma inventada. Deixa eu ver.
Pera aí. Eu tô com a meta de bater 2 milhões de inscritos esse ano. Eu conto com a tua ajuda.
Uma coisa que eu sempre quis trazer aqui para esse canal era algum ARG dentro do Minecraft. Eu já assisti inúmeros vídeos de args do Minecraft que eram literalmente dentro do jogo. O Argua Ben 2 FR e os inúmeros analogrors de Minecraft.
A verdade é que eu passo tempo demais no Minecraft, principalmente jogando com mods. Não é à toa que mods de Minecraft já viraram tema nos meus dois canais. E isso tirando as gameplays que eu faço lá no seu ip.
Mas um argzinho montado dentro do Minecraft, eu nunca trouxe isso até o dia de hoje. Dentre os diversos args, eu decidi estrear com um ARG que vocês me pediram muito há um tempo atrás. Eu tô falando da infame procura por um mundo que nunca existiu.
M. Imagina que tu é uma pessoa que tem o costume de jogar Minecraft sem mods e sem amigos. Apenas você no survival sentindo o vazio do Minecraft e já deu essa forçação de barra.
Imagina que tu joga Minecraft, mas de repente num dia qualquer tu nota uma coisa diferente no teu mundo e isso em teoria é impossível, afinal só tu tem acesso a ele. É nesse cenário que Every Demil se encontra e gravou pra gente. Every the Mail é o canal que começou tudo isso.
No caso, ele estava jogando no seu mundo normalmente, mas acabou encontrando simplesmente uma mina que foi feita por alguém. Afinal, ela tem escadas, tochas, portas e um baú no seu centro. Não era só um buraco como a gente normalmente espera encontrar.
E o twist dessa informação é que essa mina não foi feita por ele, até porque se fosse não tinha porque estar gravando, né? Isso por si só pode ser estranho, porém o Every cita que esse PC era de outra pessoa antes. Ele não formatou e só começou a jogar.
E essa informação tira bastante do misticismo em torno dessa mina. Enfim, o nome desse vídeo é Livro Estranho que eu não escrevi. E o que que essa mina tem a ver com o título?
Então, no baú que tem no meio dessa mina, tem um livro e uma pena indicando que foi escrito por um player. E se liga só no que que tá escrito: "Faça o que fizer na encruzilhada. Não vira à esquerda.
Não se engane. Ele está te ouvindo. Você não pode ser mais esperto que ele.
Ele está me ouvindo, está me observando. Ele não é desse mundo. Só eu que acho isso uma forma sensacional de se abrir um arg?
Nas páginas seguintes a gente só tem a frase na encruzilhada não vira à esquerda escrito várias vezes. E na última página números e ifens. E não, isso aqui não é ask, não é código binário e nem qualquer tipo de codificação comum.
Então por enquanto, isso vai pra gavetinha de evidências. Olhando pelas portas que tem nesse mundo, a gente só vê perfurações retas, tipo quando tu tá procurando por diamantes e só começa a cavar reto para todos os lados. E pois é, depois de nos mostrar isso, oy pede ajuda para ver se alguém consegue resolver isso e se despede.
Nessa aqui nem esforço houve. Antes do vídeo acabar, Every abriu o baú de novo e no literal último frame do vídeo aparece isso, itens no inventário do personagem. E ok, no que que isso nos ajuda?
É estranho, porque olhando pros itens no inventário do personagem, me corrijam se eu estiver errado, mas tem itens que sequer tem no Minecraft de fato, tipo essas lâmpadas acesas e apagadas. É estranho. O Every pediu ajuda comunidade para resolver esse enigma e a comunidade conseguiu resolver.
Se você for naqueles itens que apareceram no último frame e pegar a primeira letra de cada um e o número que tiver em cima e colocar em ordem, você tem o final de uma URL. A comunidade foi testando em vários domínios diferentes até que eles acertaram. Esses números e letras são o final de uma URL pro Google Drve.
E é aqui que a chapa fica quente, meus amigos. Nesse Google Drve, a gente tem três arquivos, sendo dois vídeos e um PDF com uma breve introdução a tudo que a gente tá para ver. minha exploração em um túnel estranho que encontrei no meu mundo de Minecraft.
Jogo nesse mundo há algum tempo e acabei de descobrir isso. Esse é o meu registro da busca. Curiosamente, quando instalei o Minecraft, esse mundo já veio pré-criado.
Eu sempre achei isso um pouco estranho, só não sei o porquê. Ok. Será que o túnel citado tem alguma coisa a ver com a mina que o Every tinha encontrado?
Na verdade tem sim. Olhando a primeira gravação, a gente pode notar que aqui estamos de novo, só que dessa vez com uma hora de vídeo bruto para analisar. Às vezes eu odeio meu trabalho.
Inicialmente a pessoa que tá gravando fica dando uma pequena volta por ali. Olha algumas das portas que tem ali. Ele abre o baú e dá para notar que tem exatamente os mesmos itens que tinha quando o Every abriu no vídeo dele, com a exceção do livro a pena que não tá ali ainda.
O que pode indicar que esse vídeo tá se passando antes do vídeo do Every. Logo eu creio que sejam pessoas diferentes. Não vale lembrar que naquela info que tinha no Google Drve junto desses vídeos, você tava que um player instalou o Minecraft no seu PC e esse mapa já veio.
É esse mapa que a gente tá vendo na gravação. Depois dessa gravação e do que vai acontecer aqui, oy ficou dono desse PC e encontrou essa mina de novo, como a gente viu, o que me faz crer que a gente de fato tá em outro PV. E essa gravação certamente se passa antes da do Every.
Vamos continuar. Depois de um tempo andando por ali, muito do nada o nosso player resolve cavar pra direita de quem tá entrando na caverna ou pra esquerda de quem tá dentro e ele acha uma outra caverna maior ainda. Agora pausa pros detalhes.
Dá para notar que antes de cavar ele estava procurando aquele spot. Ele bota uma tocha, olha um alinhamento com a porta e então quebra um bloco ao lado do que seria onde deveria ter uma porta. E isso é curioso e vai pra gavetinha de evidências.
Conforme o nosso querido Piovi vai andando por lá, a gente nota que esse buraco é extremamente grande. Em certo momento, a vegetação vai começar a aparecer e isso, por algum motivo, caça a atenção do nosso player. E depois dele quebrar alguns blocos de grama, ele abre o inventário e a gente pode ver pela skin que ele tá usando que de fato não estamos na visão do Every.
Nós sim somos outra pessoa. Tava meio óbvio, na real. A gente ainda não sabe quem é essa pessoa e talvez só ao longo das quase duas horas de material a gente acaba descobrindo.
Enfim, eu não sei como tá a geração de cavernas nas novas versões de Minecraft, mas é estranho que conforme ele vai andando pela caverna, ele acha algumas árvores. Aí eu vou jogar pro Júlio Popular se isso aqui é invenção do próprio jogo ou não. É, não, não é.
Alguém fez isso. A gente tem grama com um pedaço de cerca embaixo. O player citou na info que esse mapa veio pré-instalado.
Essa árvore, esse mapa inteiro, pode muito bem ter sido criado pela pessoa antes dele, a que criou esse mapa. É estranho que depois de notar essas coisas, o nosso player parece ficar meio paranóico. Ele quebra blocos como se tivesse procurando por algo e também começa a retirar todas as tochas que ele já tinha colocado.
Nisso eu comecei a pensar, por que que ele tá paranóico? Mas foi só eu ouvir com calma a gravação que eu já entendi. Dá para notar nessa gravação que tem passos atrás dele.
Mesmo quando ele para de andar, dá para ouvir os passos. A gente tá sendo seguido, a gente não sabe por quem e nem se essa pessoa vai aparecer, mas o player notou isso também e por isso ele tá paranóico. Outra coisa se analisar é que por algum motivo o player tá estranhando ele só a ver pedras, sendo que não é isso que tu deveria esperar ver nas cavernas do Mine.
Mas eu acho que quando ele fala estranho só ver pedras, ele tava se referindo na verdade a falta de mobes. E claro, quando a gente olha o chat, dá para ver que o seu nome tá censurado, mas quanto a isso, não tem nem o que teorizar. Enfim, ele anda, faz uma fornalha, faz mais tochas.
Conforme ele vai andando, blocos refinados começam a aparecer na caverna, como se tivesse algo construído ou escondido ali. E de fato, tinha. Uma imensa reserva se escondia no meio daquela caverna.
Várias árvores e uma grande caverna aberta à mão. Isso aqui não é normal. Alguém fez isso e a julgar pelo sentimento de descoberta e a vontade de explorar certamente não foi o nosso protagonista.
Ele fica deslumbrado, descendo e toda hora parando para falar o quão insano aquilo tudo é, mas também para ficar olhando o que parece ser uma enorme passagem do outro lado desse local. Ele vai ir lá, mas antes ele vai ficar quebrando aleatoriamente alguns blocos como se tivesse procurando por algo e ficar olhando para pontos estáticos. E pausa, eu quero dar uma crítica para essa arga aqui.
Esse vídeo aqui tem uma hora de duração, mas de conto um do mesmo, ele não tem nem 20 minutos. Eu senti que o criador quis ficar muito tempo só tentando desviar a nossa atenção quebrando grama ou ficando olhando para um canto, tipo para tentar parecer que nós não notamos algo ainda, mas no fim do dia não é nada. Eu achei isso meio paia, mas isso não faz essa arga aqui ruim de forma alguma, só tornou a coisa um pouco lenta.
Enfim, o nosso player entrou naquela entrada e ele vai andando toda hora, olhando para trás. Afinal, a gente ouviu passos atrás dele, né? Nada acontece.
Até que nos 13 minutos e 19 segundos desse vídeo ele nota algo. Lá no começo do corredor umas duas tochas se apagaram e isso não acontece do nada. Alguém ou algo precisa ter apagado elas e o nosso player sabe disso, mas isso não o abala.
E ele continua andando. Só que nisso mais duas tochas se apagam e talvez agora seja um bom momento para se preocupar. Todas as tochas se apagaram.
É engraçado que parece que o game meio que respondeu às provocações do protagonista, tendo em vista que a última coisa que ele falou antes disso acontecer era dando a entender que ele já estava ciente de que não estava só naquela caverna. E ele ainda fala agora que não tem medo de um mero jogo. Que assim seja.
Não tendo muito o que fazer para fugir, ele se joga num buraco com água e indo pra superfície, bum, a gaiola se expandiu mais uma vez. Até aqui já ficou bem claro que alguma coisa tá perseguindo e tentando atormentar o nosso player. A gente só não faz a menor ideia ainda do porquê.
Quando ele alcança a terra firme, ele cita pelo chat que não sabe porque ele pulou. Afinal, ele não estava com medo de um game, como ele mesmo disse. Segundo ele, ele pulou por se sentir coagido a fazer.
Ok, não entendi. Como não tem muito para onde ir, ele pula na água de novo para tentar achar outro caminho. Nadando lá embaixo, dá para notar que o local é bem aberto, então tem que ter uma saída.
Ele até acha um buraco dentro da água, mas esse buraco acaba levando para um lugar fechado. Ele vai ter que procurar outro caminho submerso. E nessa parte rola um dos momentos mais assustadores desse arg, na minha opinião.
Isso porque quando ele volta para baixo d'água, olhando para baixo, ele nota não um, mas diversos caminhos que ele poderia explorar embaixo d'água. E sério, veio isso aqui me deu calafrios, malandro, que horror. Credo, ele vai ter que explorar.
E caso tu esteja se perguntando como ele explora esse local sem perder a vida afogado, é simples. Ele faz o famoso glitch da porta, um jogador estudado. Aí a partir daqui vai ser só ele procurando por caminho, sem muita coisa rolando.
Claro, vez que outra a gente ganha uma surpresa, mas no fim não é nada demais. Eu acho que a coisa mais importante que eu tenho para falar desse trecho todo é que em certo momento o player vai escrever algo no chat e a gente finalmente pode ver o seu nome, Dear Lord. Esse é o nome dessa pessoa no game, De Lord.
OK. É curioso que depois que aparece o nome dele aqui, o nome dele vai voltar a aparecer censurado, dando a entender que isso talvez tenha sido um erro, mas enfim. Depois de muito procurar, o Derlord finalmente encontra um caminho que leva ele para algum lugar e depois de nadar para fora daquela água, estamos cercados por uma floresta novamente.
Isso aqui até parece uma espécie de santuário. O Derlord vai nadar até a margem e depois de admirar um pouco tudo aquilo, ele tem uma ideia. Ele volta para dentro d'água e tapa o buraco que ele veio.
Após fazer isso, ele volta pra terra e carra um buraco aonde ele coloca um funil e um baú juntos. Ele enche o funil de coisas e diminui a sua distância de renderização. E meus amigos, aqui ele pensou.
Hora da explicação, ner? Se tu bota um funil ao lado de um baú e coloca itens no funil, o funil vai jogar esses itens para o baú, ok? Porém, o funil só vai passar esses itens se a área que ele tiver no mapa tiver renderizada.
Se o player se afastar daquele local, a área não vai mais estar renderizada. Logo, os itens devem ficar somente no funil. O darlord diminuiu a render, então não vai demorar muito para essa área que o funil tá parar de renderizar.
Logo, se ele voltar aqui e os itens não tiverem no funil, quer dizer que alguém passou aqui e fez a parada renderizar. Outra coisa que também vai denunciar se ele tá sendo seguido ou não é se aquela parede de blocos que ele fez aparecer quebrada. O Derlord foi bem esperto nessa jogada.
Além dessas duas armadilhas, ele ainda fez mais uma. Mas a gente já volta nessa informação. Andando por aquele local, vai parecer que é só um monte de árvore sem nada mesmo.
Tipo, falando sério, esse local aqui é a área onde essas uma hora de vídeo vai fazer o próprio nome, porque meu Deus, ele só fica andando às vezes em primeira pessoa e às vezes em terceira. Provavelmente ele coloca em terceira para conseguir enxergar mais. Se rola alguma coisa aqui nesse momento, desculpa, eu perdi.
A única coisa que eu vi e achei estranha é que no minuto 37:40 a gente pode ver entre as árvores algo voando, um ponto no meio do nada. Vale lembrar que a render distance está bem baixa, então isso pode muito bem ser um bug, uma estrela, não sei. Só sei que o protagonista não dá bola para isso, mas ele vai dar bola para uma placa que ele encontra.
Placa essa que não tem nada escrito, mas não demora muito e ele encontra mais uma. Depois de ver a terceira placa, que inclusive ele e a gente só vê de canto de olho, analisando as três placas, ele vai notar que o que seria à frente delas tá apontando para um lugar. Talvez tenha alguma coisa no lugar aonde esses pontos se colidem.
Mas antes de avançar esse mistério, o Derlord resolve voltar para onde ele apareceu para ver se as suas armadilhas pegaram algo. A do funil não pegou nada, os itens ainda estão lá. Ok.
A barragem na água também tá intacta, porém lembra que eu citei que ele havia feito uma terceira armadilha? Então, a coisa que tá aqui com ele é esperta. Essa coisa sabia da barragem com blocos de pedra e sabia da tática do funil.
A coisa se evadiu dessas duas coisas, porém Darlord é mais esperto. Em certo momento, antes de ir nas árvores e acabar encontrando as placas, Derlord começou a botar blocos de forma aleatória no chão. Talvez para desviar a tensão, fazer parecer que ele estava construindo algo ou então até mesmo se desfazendo.
Não era nada disso. Ele queria fazer a criatura pensar isso, porque essa jogada de blocos aleatória tinha um propósito. Aos 32 minutos e 18, ele colocou um bloco de terra sem grama no chão e depois disso ele continua as coisas dele e somente nos 33 minutos e 34 segundos ele coloca um bloco com grama ao lado.
E esses dois blocos juntos eram a terceira armadilha. Pausa pra explicação. Se tu coloca um bloco sem grama ao lado de um bloco com grama, é questão de tempo pra grama daquele bloco se espalhar pro que tá sem.
Mas isso só ocorre se a área tiver renderizada, exatamente como é com o funil. Quando ele voltou para cá agora, a primeira coisa que a gente pode ver no canto da tela é que o bloco de grama se espalhou. E pode até parecer que não, mas Darlord notou isso.
Algo tá aqui. Eu não sei se ele pode me ouvir, mas eu não vou arriscar. Eu não tenho medo, mas meu instinto diz para continuar me movendo.
Darlord é tão inteligente que ele escreve no chat a seguinte frase: "Parece que ninguém veio". E ele envia ela. Porém, tudo isso que eu li agora para vocês, ele apenas escreveu, mas não enviou.
Eu não sei se ele pode me ouvir, mas não vou arriscar. realmente não tá arriscando. Voltando pr as placas, ele vai para onde todas elas estavam apontando, cava para baixo e bum, outro túnel gigante.
Mas antes de explorar, Derlord vai travar a entrada. Andando por ele, ele vai chegar num lugar que se parece muito com um labirinto. E amigos, ele demora muito, muito tempo aqui.
Mas em algum momento ele acha uma saída. Ele encontra um local aberto com alfabeto enorme lá em cima. As letras que estão ali estão numa ordem bem estranha.
Na frente desse alfabeto, a gente tem três alavancas e embaixo desse alfabeto, tem o que parece ser uma porta gigante. Ah, miserável, enigmas. Depois de analisar todos os itens da sala, o nosso protagonista manda no chat: "Um segundo, vou precisar de papel e caneta para isso.
" Ele volta, trava a entrada e então começa a pensar. E é aqui que o primeiro vídeo acaba e o segundo se inicia. O segundo vídeo tem 52 minutos e 38 segundos de duração.
E por literalmente 17 minutos e 12 segundos, o player fica imóvel olhando para esse alfabeto resolvendo. Muito provavelmente a pessoa que tá gravando tá com papel e caneta trampando para resolver isso aí na mesa dela. E ele consegue mais ou menos.
Segundo o que ele manda no chat, sim, mas ele sequer explica o que de fato ele descobriu. Ele não vai explicar e eu vou dizer o porquê. Pausa pro contexto.
O criador desse ARG, que inclusive fez um vídeo decifrando o próprio ARG, colocou na descrição do vídeo do canal dele que essa cifra na parede foi feita com mais de uma cifra. Ou seja, tu codifica uma vez para ter que decodificar de novo e de novo e de novo. Isso com vários métodos diferentes, o que tornou a resolução desse enigma quase impossível.
Segundo ele, era porque ele queria fazer o personagem De Lord parecer muito mais inteligente do que ele de fato é. Voltando pro vídeo, o Darlord pode até ter codificado isso aí, mas como que ele passa esse resultado pr as tais alavancas, elas que vão abrir a porta na frente dele? Ele faz isso de uma forma muito simples, que no caso é pegar uma picareta e simplesmente abrir um buraco na porta, pulando totalmente esse puzzle.
Perfeito, eu faria o mesmo. Do outro lado desse paredão, ele encontra outro corredor que leva para o que parece ser uma vila dentro de uma caverna. Ele vai achar muitas casas totalmente deterioradas, quebradas e abandonadas, com muitas teias de aranha.
No centro da vila a gente tem o que parece ser uma fonte que fisga a atenção do Derlord, mas ele já olha melhor isso. Darlord vai ficar um bom tempo pela vila catando coisas, entrando nas casas, abrindo baús, mas em certo momento ele finalmente resolve dar atenção pra fonte com a estátua no meio da vila. Ele vai se elevar com blocos para poder olhar melhor.
E quando ele olha, fica claro que a gente tá olhando algo que lembra vagamente um anjo. Darlord vai ficar um tempo olhando para aquela estátua. Em certo momento ele a quebra e entra dentro, inclusive.
E é até de certa forma decepcionante ver que não tem nada lá dentro. Por algum motivo, parece que essa construção fascina demais Derlord. E como sua última tentativa de achar algo para fazer com ela, Derlord cata algumas madeiras e resolve subir no topo dela para ter uma visão mais aberta na vila como um todo.
E lá de cima ele encontra algo, quer dizer, enxerga. Bem ao longe ele vê uma construção diferente, uma casa de telhado ponte aguda, toda escura, quase lembrando um castelo. E eu não sei como ele enxergou isso.
Conforme ele chega mais perto da casa, dá para notar que ela é bem menor do que de fato parecia. E bom, quando ele entra na casa, a gente nota que ela também tá abandonada, com teas de aranha e blocos faltando, como se já tivessem ruínas. Mas essa casa esconde um segredo.
Ao longo do vídeo, a gente poôde notar que o Darlord tem a mania de sair quebrando tudo. E nessa casa aqui não é diferente. Ele abre tudo que é baú e em certo momento quebra alguns blocos, coisa que ele sempre teve fazendo.
Porém, numa dessas ele acabar achando algo, uma passagem secreta abaixo de um meio bloco. E descendo nesse local, a gente encontra o que parece ser um pequeno altar com mais um livro, mas dessa vez a gente vai ter um pouco mais de contexto. Nesse livro, basicamente tem alguém insatisfeito com alguma crença.
Ao que dá a entender, em todo esse local vivia um povo. Povo esse que aguardava a chegada de algum rei. E essa pessoa que tá escrevendo tá indignada porque ela sabe que esse rei não vai vir.
Essa carta não é uma afronta. A pessoa que tá escrevendo sabe que esse tal rei existe. Ela só acha que ele não vem mesmo.
E ela tá bem desapontada com isso, porque essa pessoa queria ir embora dessa vila submersa. O rei tá para chegar uma ova, se é que há alguma coisa. Eu aposto que o rei deles já tá aqui, tá me olhando enquanto eu escrevo isso.
Não me importo particularmente, só quero acabar com isso. Quanto mais cedo eu puder ir embora, melhor. E bom, um tempo se passa até a pessoa escrever de novo.
E em algum momento, esse rei de fato veio e isso assustou algumas pessoas. Ele chegou. Não sei por que razão alguém fica surpreendido a descobrir isso.
Era exatamente isso que eles esperavam. Vou embora. Vou deixar isso aqui.
Para o caso raro de alguém encontrar esse livro, imploro-te, volte para trás. Esqueça, esse mundo, não é para ti. Aparentemente, algo de ruim aconteceu quando esse rei chegou.
Sabem essas vilas que a gente viu ao longo de todo esse caminho até aqui? Aparentemente, isso tudo foi feito por um povo que esperava a chegada de um rei. Talvez aquela estátua no meio da vila seja desse próprio rei.
Ele era como um deus para essas pessoas que esperavam pela vinda dele. E essa pessoa que escreveu queria só ir embora pra superfície, mas aparentemente o rei veio como a gente viu e a pessoa terminou esse diário escrevendo isso. Se vieste até aqui, deves estar curioso.
Sei que deves querer continuar. Sei que é um pedido difícil, mas por favor não vá mais longe. É para teu próprio bem.
A partir daqui, o nosso protagonista do vídeo vai ficar cada vez mais paranoico. De imediato, ele vai voltar pra superfície da casa, talvez ponderando ir embora, mas então, ele para e volta para dentro. Quando ele desce a escada, ele destrói a entrada.
Afinal, caso vocês não lembram, ainda tem alguém perseguindo ele nesse local lá dentro do altar. Ele começa de novo a quebrar as coisas e nessa ele de novo encontra mais uma passagem secreta, uma porta para uma escadaria que descendo ela de novo a gente chega naqueles túneis enormes. Ele caminha por esse túnel e quando ele chega no final dele, ele encontra simplesmente uma encruzilhada aonde ele pode ir tanto pra direita quanto pra esquerda.
E justamente o caminho da esquerda é o que acaba sendo escolhido pelo nosso personagem. É estranho que conforme ele vai andando por esse caminho, diversos blocos estranhamente apagados aparecem quase como glitches. Isso chama atenção de Der Lord, que até tenta quebrar um deles, mas sem sucesso.
Ele continua mesmo assim, sempre olhando para trás para ver se não tá sendo seguido. Vai chegar um momento que aqueles blocos escuros vão ter tomado conta de toda a visão dele, o restando somente uma linha reta para seguir, até que eventualmente ele se depara com isso. Uma grande porta amarela meio aberta.
Isso aqui é até assustador em meio a essa escuridão. E a curiosidade é o gato, mas Derlord ainda tá vivo, então ele resolve entrar na porta. Tinha algo esperando ele do outro lado, algo que foi censurado.
E seja lá o que era, essa coisa deixou o Darlord assustado, que simplesmente sai correndo de lá. Quando ele volta na encruzilhada, ele passa ela e vai pro caminho da direita, que ao longo dele dá para notar que não tem saída. Mas élord pega sua picareta e quebra a parede, revelando que ele tá naquele lugar aonde tudo começou, a tal mina que Every tinha encontrado e o mesmo baú estava ali.
Derlord pega o livro e escreve a exata coisa que Every leu lá no vídeo dele que começou tudo isso. Quem deu o aviso de não virar pra esquerda na encruzilhada foi o próprio Derlord. E quem escreveu aqueles números que a gente não sabia para que serviam também foi ele.
Porém, dá para notar que ele usa os itens que tinha no inventário dele como referência para escrever esse código. E usando os itens dele de guia com aquela numeração, a gente encontra a seguinte frase: "Corra, every! Está aqui!
Derlord coloca o livro no baú e então o vídeo acaba. E caramba, isso acabou nos deixando com mais perguntas. Como é que Derlord sabia o nome do Every?
Na descrição do vídeo do Every, ele cita que ele encontrou um notebook abandonado e desde então tem usado ele. Ele cita que quando ele foi usar o computador já estava com o Mine instalado e com esse mundo nele. Agora a gente sabe que tanto mundo quanto computador eram do Derlord.
Só que o Darlord também cita que esse mapa já estava pré-crie instalou o Minecraft. E tá, essa é a hora que eu boto aquela música épica no meu Spotify enquanto eu escrevo para conseguir me inspirar e explicar para vocês um dos args mais geniais já criados no Minecraft. Meus amigos, o que vocês acabaram de ver foi a degradação mental de Derlord.
A primeira coisa que eu preciso explicar para vocês é que esse arg todo foi criado por um youtuber chamado Wifes. Ele criou esse argil e depois explicou no seu canal como se fosse um vídeo que ele achou. O vídeo em questão tem o nome de a procura de um mundo que não existe.
O que eu quero falar com tudo isso é que Wifes, o criador de tudo isso, é um grande fã da literatura. O que ele fez nesse Arg foi uma releitura de uma das histórias de O rei de amarelo. O que que é isso?
Pois bem, o rei de amarelo conta a história de uma entidade que se chama o rei de amarelo ou então Rastur. O rei de amarelo, na sua história, gosta de induzir as pessoas ao erro. Ele faz uma pessoa enlouquecer e ele faz isso por meio de uma peça teatral.
Qualquer pessoa que tiver o mínimo de contato com a peça ou então com o símbolo do rei de amarelo enlouquece. Essas pessoas perdem a sanidade e quando isso acontece, você tá pronto para ir para Carcoza, um reino macabro de danação e desastre comandado pelo rei de amarelo. O rei leva as pessoas para lá para transformar carcosa num parasita multidimensional, se expandindo cada vez mais a cada pessoa que cai lá dentro.
Mas para cair lá dentro, você não precisa só ter enlouquecido, você precisa ter enlouquecido pelas mãos do rei de amarelo. E ok, o que que isso tem a ver com Minecraft? Então, cronologicamente falando, Derlord foi a primeira vítima do rei de amarelo.
Esse mundo que ele se encontra estava pré-crie fez com que ele fosse explorando. Ele acreditava que estava sendo seguido, mas na verdade ele estava era sendo guiado. No livro O Rei de Amarelo é citado que apenas de ler a peça do rei tu já enlouquecia.
Derlord não leu a peça. Como foi que ele enlouqueceu então? Ele não leu, ele passou pela peça.
A peça do rei de amarelo mostra como seria a cidade fictícia de Carcoza. Contexto dentro do contexto. Na história do livro, Carcoza não existe de fato.
Ela é descrita como uma cidade mítica e espectral. Ok? Aqueles locais que Darlord passou, as matas, a água, os túneis, as casas, tudo aquilo provavelmente é a tal descrição de como é Carcosa.
E nisso, por est passando por lá, ele estava tendo contato com a obra do rei de amarelo. Ele tava enlouquecendo cada vez mais, sem nem notar. Até que em certo momento ele se encontrou na tão temida encruzilhada e infelizmente ninguém avisou ele que não podia virar à esquerda.
Ele virou e depois de passar por aquela área escura, a sua passagem estava pronta. Ele estava pronto para de fato ir pra Carcosa. Darlord ficou louco, bem como o rei de amarelo queria.
Ele viu os portões pra carcosa e do outro lado, algo censurado para nós o esperava. Essa coisa muito provavelmente era o próprio rei de amarelo aguardando Lord em Carcosa. Quando Derlord notou o que estava acontecendo, ele saiu correndo de lá e volta para onde tudo começou, avisando Every the Maale que certamente será o próximo a cair nas garras da insanidade de Astur, o rei de amarelo.
É por isso que o nome do vídeo do Wifes, o criador de todo esse ARG, é a procura de um mundo que não existe, porque Carcosa não existe. Ela um local irreal e mítico para onde todos vão quando se cruzam com o rei de amarelo. Eu sei que a explicação foi bem épica e mucho louca, mas ainda tem coisa em aberta para se debater.
Como que Derlord sabia que era o Every que entraria nesse mundo depois dele? E tem uma explicação. É dito que quem chega em Carcosa ou então enlouquece com o rei de amarelo, essa pessoa vai receber como maldição a resposta de tudo no universo.
E parte desse conhecimento que Derlord recebeu pode muito bem ser saber qual a próxima pessoa que iria encontrar esse mundo, o Every. Por isso que ele já sabia o caminho para voltar e por isso que ele já sabia quem era a pessoa que ia se deparar com Rede Amarelo de novo, porque ele recebeu todo o conhecimento do mundo como punição. É isso que te traz a insanidade.
Ele só tentou salvar o Every antes de cair no mundo de danação, mas isso é só uma teoria. Obrigado por assistir. Meu Deus, eu simplesmente amei esse ARG.
Vocês me pediram ele há um tempo atrás e eu simplesmente não me atinei a fazer, mas ainda bem que eu vi brilho nele depois de um tempo. Eu nunca tinha feito vídeos de arg de Minecraft aqui no canal e eu acho bem difícil que alguma outra arg do Mine consiga bater a admiração que eu tenho por essa. Agora amigos, comentem alguma ideia de vídeo que eu tô real, bem escasso.
E claro, se inscreva aqui no canal pra gente bater os 2 milhões de inscritos aqui. Eu conto muito com a tua ajuda. Valeu demais o apoio que vocês têm dado nos vídeos e no Insta.
Inclusive estão com quase 400. 000 lá. vocês realmente estão fazendo o meu 2016 começar com pé direito.
E no mais, é isso, meus amigos. Eu espero que tu tenha gostado desse vídeo aqui e a gente se vê na semana que vem. O meu nome é IP e tchau.