[Música] Entrando nesse capítulo 17, veremos que agora vamos passar das ah duas visões que João teve. visão das igrejas. E agora que terminou agora com a ira de Deus no eh capítulo 16, agora vai ter a terceira visão, como nós percebemos já nesse texto em versículos 3 e 4.
Um dos sete anjos que tinha sete taças aproximou-se e me disse: "Venha, eu mostrarei o julgamento dessa grande prostituta que está sentada sobre muitas águas. Eu creio que nós devemos entender que essas muitas águas é uma referência ao mundo, a todos os povos, nações, tribos, gente que foi oferecido evangelho também, das quais saíram aqueles que vão fazer parte do povo de Deus, essa grande multidão do capítulo 7. Mas agora vemos que essa prostituta está envolvido com esse poder chamado a cidade, no versículo 18, cheia de prostituição.
A prostituição, como já vimos no livro de Apocalipse, está identificado diretamente com blasfêmia. Ela está marcado com blasfêmia, a besta que ela está sentada e carregada também coberto de blasfêmias, porque eles estão desafiando o Deus real, genuíno, como Deus falso, um Deus verdadeiramente satânico. E o resultado é prostituição.
Isto é no sentido de que uma pessoa que vive relacionando-se com uma mulher, que não é sua própria esposa, que não tem legitimidade, nesse caso é prostituição. E esse é o caso dos falsos eh pretensores ao poder e aqueles que forçam a um tipo de adoração que é contrário à palavra de Deus. Então esta a terceira visão, João é levado no espírito para um deserto.
Não sei se tem alguma importância para nós. Ela ali, viu? Essa mulher sentada numa besta vermelha.
Ela estava coberta de nomes de blasfêmia, como já vimos, sete cabeças, 10 chifres, uma referência à besta, a mulher estava vestida de azul e vermelho e adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas. Então, muito luxo, muito luxo, muita riqueza. segurava um cálice de ouro cheio de coisas repugnantes e da impureza de sua prostituição.
Sempre nessa ideia por traz idolatria e a força que empura as pessoas a adorar deuses falsos e buscar o poder demoníaco. Além do mais, nós vemos aqui que um dos sete anjos que nós vemos que levou levou João para ver esta visão da mulher, nós vemos essa aparência da mulher para João era um caso de grande admiração. Os habitantes da terra, cujos nomes não foram escritos no livro da vida, desde a criação do mundo, ficarão admirados quando viram a besta, porque ela era, agora não é, entretanto, virá.
Tudo isso está envolvido com esta mulher que está sentada sobre as muitas águas e também sobre esta besta que nós já conhecemos desde capítulo 13 e que refere-se justamente a esse poder satânico daquele Messias satânico. Esta mulher está embriagada com o sangue dos santos. Mais uma ideia que nós encontramos bastante no livro de Apocalipse, que é embriaguez com sangue, significa martírio dos das testemunhas de Jesus.
aqueles que deram sua vida, seu próprio sangue, por causa maneira absolutamente certa de que Jesus é de fato o filho de Deus, aquele que ama o Senhor Jesus, aquele que morreu, ressuscitou e de fato representa o Deus único da terra. Então, por eles não chegarem a se afastar desta grande verdade, este mistério da mulher, então é para ele caso de admiração, porque é um caso de fé histórica e de outro caso de uma fé que não é histórica. Essa béica se ouv que não era e agora é, já foi, não era e agora é.
três vezes vamos encontrar nesses versículos uma referência esse fato da beste que desaparece e aparece novamente. E nós temos uma ideia que agora vai ser bem explicada para nós, talvez, ou pelo menos uma opinião que vai ser dada para como se pode entender uma declaração dessa nesse texto. Agora em Apocalipse 17, quando nós vemos aí esta Babilônia, a mãe das prostitutas e de todas as práticas repugnantes da terra, essa mulher que aparece embriagada com o sangue dos santos, o texto bíblico vai prosseguir e vai nos dizer que o mistério da mulher e da besta, sobre a qual ela aparece aí e montada.
Essa besta tem sete cabeças e 10 chifres. E o texto ainda vai dizer, a besta que você viu era já não é. está para subir do abismo e caminha para a perdição.
É importante entender que eh muitas vezes nós temos a intenção de fazer a leitura do apocalipse de modo muito linear e tentando achar personagens exatos em cada uma das descrições que o texto nos apresenta. Ah, muitas pessoas, nós certamente vamos ter que lidar com essa questão. Ao lerem o Apocalipse, entendem que grande parte do que nós encontramos lá já aconteceu completamente na época do primeiro século.
Outros entendem que a maioria do que aparece será um acontecimento futuro. Para que o texto faça sentido, especialmente para a comunidade que leu o texto, que recebeu esta palavra em primeira mão, nós certamente devemos entender que João está falando de realidades que fazem sentido para os seus leitores. E é muito possível que tudo aquilo que está envolvido com o que nós temos aqui, que claramente temos a referência do Império Romano, é possível, ainda que o texto não possa definir isso de maneira clara, conforme alguns estudiosos, que essa ideia de cabeças e chifres, claramente se refere a poderes, alguns entendem como reis ou reinos.
É um pouco complicado definir os detalhes, mas muitos estudiosos entendem que a dinastia dos chamados Flávios, que pega desde começo da época de César Augusto, passando pelos diversos imperadores, chegando ao quinto, que é Nero, ah, e chegando ao sétimo, Tito Domiciano, sendo aí o oitavo, ah, nos dando uma ideia de que 10 imperadores, ah, considerando três deles que nunca assumiram de fato a posição de imperador, que foi o caso de Galba, Oto e Vitélio, nos dando então uma ideia de que possivelmente o sete e o 10 poderiam fazer uma referência a eles e que essa realidade descrita aqui poderia então fazer referência a ao império romano. Apesar disso, se é possível que essa conexão está estabelecida, é necessário lembrar que a linguagem que aparece em Apocalipse 17 evoca, na verdade, o que vamos encontrar em Daniel capítulo 8, quando o texto claramente vai na direção de apresentar um certo chifre bastante claramente identificado com o famoso Antíoco Epifânio, aquele ah imperador Celêucida, que provocou toda a revolta dos Macabeus e que foi aquilo que vai aparecer. E Mateus também lembrado aquilo que é chamado de abominação da desolação, ou seja, o sacrilégio terrível.
Então, o que que nós podemos entender? Que existe uma espécie de padrão daquele comportamento da história que está por trás do cenário, assim como nós temos Egito, Babilônia e temos Roma. Assim, nós temos um antíco epifâneo, um Nero ou um domiciano e uma figura última eh de um anticristo no final que está por trás da descrição desse cenário.
Esse tipo de pensamento aparece na Bíblia de certa forma com uma certa força na profecia, mais intensamente no apocalipse ou na literatura apocalíptica, quando nós vemos uma realidade que faz sentido numa época e ao mesmo tempo aponta para uma época futura. É possível, portanto, que aquilo que está descrito aqui com as sete cabeças, os 10 chifres que envolve essa ideia da besta que temos aqui, envolva realidade descrita no contexto do período aí do Império Romano, sem deixar de, ao mesmo tempo, evocar a realidade futura, quando nós teremos o desfecho história com o surgimento do próprio anticristo. E mais uma vez se percebe que o apocalipse caminha nessa direção final do acirramento, da confrontação entre o bem e o mal, da radicalização clara de que o mal tá associado com todo tipo de imagem perversa e moralmente condenável.
E que a vitória do Cordeiro, do Jesus ressurreto, do Rei dos Reis, se aproxima quando nós estamos chegando ao final deste livro tão impressionante que traz aí o desfecho revelação de Deus na Escritura Sagrada. Você que quer estudar o Apocalipse, está assistindo aqui ao Rota 66, deve saber que quando aparece grande Babilônia, como aqui no capítulo 17 do livro de Apocalipse, a interpretação é que a referência direta à cidade de Roma, antiga cidade de Roma, que era a capital do Império Romano. E aí eu pergunto pro Dr Shed, Dr Será que o e o João aqui em Apocalipse fez a mesma confusão que o apóstolo Pedro identificando Babilônia como a cidade de Roma?
Professor Dr Chet. Ah, na minha mente não há dúvida nenhuma que capítulo 17 fala da cidade de Roma. Ele menciona as sete colinas sobre qual Roma foi construída.
trata do fato que essa cidade dominava os povos do mundo. O mundo da antiguidade era muito reduzido em comparação ao nosso mundo. E sem dúvida que esse império dominava a bacia do Mediteriano eh totalmente com seu poder.
Portanto, nessa parte, eu acho que não podemos questionar que Roma está em vista quando se usa essa palavra Babilônia. Pois é, professor Saião. E aí ficam algumas dúvidas.
É a Roma antiga da época dos Césares? Tem alguma relação com a cidade de Roma atual 2000 anos depois? Qual que é o papel da cidade de Roma no livro do Apocalipse?
Ah, o que é necessário entender é eh que um livro só pode ser percebido em função do seu contexto, né? O que Apocalipse, na sua maneira assim dualista do conflito entre o bem e o mal, vai deixar bem claro que existe uma referência eh do lado de Cristo, do Cordeiro e do Senhor Deus e dos que se opõem a ele. Nesse momento, o império romano pagão claramente representa o Algoza, a sua referência de oposição aos cristãos.
E aí nós temos uma espécie de apresentação de um de um padrão da história. Essa aparente confusão de Babilônia com Roma não é um problema de geografia, não é falha do IBGE local, né? A questão aí é que você tem um um padrão dos impérios, eh, que são fundamentados no falso paganismo, que são ambientes onde se desenvolve a opressão, né, a maldade.
Por isso, a queda da grande Babilônia que vai aparecer, ela tem todo esse foco. E também no caso do apocalipse, você podia escrever isso de uma maneira um pouco indireta, ah, falando figuradamente, preservando até certo ponto os seus escritores de uma coisa tão explícita que pudesse aparecer. A ideia, portanto, é que Roma representa esse império mundial antideus, onde poder político e religioso se encontram.
Isso de certa forma esteve presente no Egito, esteve presente na Babilônia e com a sua, vamos dizer, matriz mais ampla que inclui a Assíria. E agora o problema é Roma. E todo o império mundial que se organiza em qualquer momento da história na sua relação de ruptura com aquilo que é o ensino e a vida e a prática de Cristo e dos seus discípulos, estará sintonizada com a perversa Roma de Apocalipse.
Bom, eu acho que alguém pode ter ficado confuso, professor Saião, porque afinal de contas, não sei se o Dr pode tirar essa dúvida aqui que paira no ar. Eh, a, estamos falando sobre a cidade de Roma. Ela tem um problema ou na verdade o problema é um sistema, como disse aí o professor Saon, completamente dominado pelo ideal humano de soberania do poder humano sobre outros seres humanos.
Afinal de contas, qual é o problema? O problema, me parece o fato de que quando um poder político como Roma, eh, com seus exércitos tão poderosos, conquistando terras novas, e cria-se também essa imagem de uma deusa que seria a deuse de Roma, criando também a a divinização. dos seus eh dos seus líderes, seus é coisa impressionante verificar que o sistema político, militar e domínio dos imperadores é um poder que de tal modo domina o mundo que dificilmente pode opor-se ela.
os cristãos que se levantaram contra e que mantiveram sua fé intacto, de modo que eles não juraram diante do da imagem do imperador e alguns foram mortos por causa disso. É o tipo de opressão que esse sistema tende a criar. Bom, mas aí eu faço uma outra pergunta, professor Saon, porque nós temos a cidade de Roma lá do século primeiro depois de Cristo.
Essa cidade de Roma, esse poder, esse império, do jeito como nós conhecemos, teve a primeira queda lá no no século e ele foi eliminado totalmente, sobrou, digamos, o Império Romano do Oriente. Ele foi eliminado no eh definitivamente no século XV, século X. Aí a pergunta que fica é o esse Império Romano vai voltar no final dos tempos?
Por que que ele aparece aqui? Por que ele permaneceu no Apocalipse nessa revelação a respeito dos últimos dias? Vá haver uma nova centralização do poder na cidade de Roma?
Olha, André, para falar do apocalipse do Novo Testamento, vamos lá atrás pro apocalipse do Antigo Testamento. Uma grande crise acontece na época da destruição do templo, da destruição de Jerusalém, quando os babilônios vão dominar a cidade. E aí, aparentemente, temos um problema teológico.
Como é que Deus parece ter perdido, né? O seu povo foi conquistado, o templo tá destruído. E como assim a Babilônia domina o mundo?
Aí Daniel tem eh no seu livro os dois as duas visões interessantes dos animais e da estátua que mostram que esse domínio humano não está fora do controle da soberania divina. E aí não vamos gastar detalhes aqui de tempo, mas o desfecho dos animais e da estátua tem a ver com o animal terrível e com as pernas de ferro que depois se tornam aí eh pés com ferro e barro. Isso é uma referência a Roma.
É um poderio incrível. Nunca houve nada como Roma na história humana que surgiu em 753 aes de. Cristo, dominou o mundo no segundo século antes de Cristo, atingiu o Apogu na época de Adriano, caiu o império do Ocidente aí em 476, mas do Oriente foi até 1453 com a queda da Nova Roma, Constantinopla.
Mas o impressionante é que Roma tá viva hoje, porque a nossa civilização ocidental, o nosso direito, a nossa língua, estamos falando um latim um pouco diferenciado aqui, né? A nossa maneira de ser como cidade, assim, o jeito de ser do mundo ainda é fortemente romano, eu diria até com a lógica romana. E parece muito claramente que essa Roma misturada com barro, ou seja, a Roma antiga com a mistura de outros povos e criando esse momento de fusão de cultura sob a égede de romana.
Então, nesse sentido, a questão não é tão geográfica, pode até passar pela geografia, mas o espírito da Roma ante Deus está em São Paulo, está em Nova York, está em Moscou, está em Beijim, está no Oriente Médio, está em Londres, está em Roma, está em toda parte. Então, é assim que esse império se unir contra Deus, eu diria eh que esse caminho é a volta da Roma antiga na sua rejeição do Messias, do rei único e verdadeiro e soberano para sempre. Mas vai haver um novo ápice.
Nós, professor S falou que nós vivemos Roma hoje. Então, o que vai ser derrubado? é esse sistema que nós vivemos hoje, um sistema antideus, ou vai haver um novo auge, um novo retorno a ideais mais romanos, digamos, mais paganizados ou simplesmente um auge da nossa civilização?
É muito difícil responder essa pergunta, porque Deus sabe o que que vai acontecer ainda no futuro. O que estamos vendo no mundo de hoje é o surgimento do islamismo como grande inimigo do cristianismo. E eh Roma fica para trás.
se Roma voltará ou se haverá uma uma combinação de povos ocidentais que vão lutar contra ela e que vão levantar de novo essa posição que Roma tinha naquela época. A gente tem que esperar para ver. Mas com certeza há dois grandes inimigos de Deus no mundo.
Uma delas já foi mencionado esse sistema que o Roma representa, o que resta dessa lei romana e assim mais e também o sistema religioso muçulmana e esse oposição que tem para o cristianismo. Vamos ver como que Deus vai tratar essa situação no mundo. Bom, como o Dr Ched disse, teremos aí, já temos vislumbres deste grande império que vai ter o seu ápice aí, provavelmente no fim.
E esse islamismo militante que batalha contra o cristianismo, que tem sido responsável por grandes perseguições contra os cristãos, continue ligado acompanhando Rota 66 aqui no estudo do livro de Apocalipse. Yeah.