alegoricamente é um cão diz o filósofo é um paranóico por excelência porque ele não pára de produzir sentido a respeito do ser a respeito das causas a respeito daquilo que não necessariamente é tangível nós temos quatro tempos emanadas né o primeiro tempo é o tempo de ver o tempo de perguntar o tempo de elaboração de grandes perguntas a respeito daquilo que é falado segundo tempo de bananas é o tempo de entender o que viu o tempo de ensaio de alguma resposta terceiro tempo de bananas é o tempo de concluir aquilo que viu e entendeu e
o quarto tempo de humanas e último tempo da mansão tempo refinadíssimo que é o tempo da voz neutra aqui a voz do jornalista onde no último tempo da nana o impossível é de alguma forma legitimado isso é fundamental num banheiro legitimava que eu possa conviver com uma impossibilidade inerente à condição humana sem fazer disso um sintoma sem fazer disso a base de um sofrimento que é uma operação aparentemente simples mas é uma operação absolutamente nada porque melancólico faz das ausências de sentido na vida humana né um sintoma e não uma condição de saber já que
o sentido se não existe a gente que dá sentido à existência da lacan toda a produção excessiva de conhecimento é o produto de alguém que está na posição isso lógico e não sustentar nenhum não saber aí na base metodológica do conhecimento excessivo humano está a posição paranóico né alguém que não suporta dizer aí eu paro alguém que não suporta dizer algo fundamental e poucas pessoas chegam neste momento da análise não é fácil chegar aí que é eu posso abrir mão de preencher algumas coisas é um dos canais vai tratar dos efeitos do impossível na subjetividade
e não do deciframento impossível sim isso tem relação direta com a direcção clínica que cada na lista nessa nesse estilo lacaniano pode imprimir eu estou falando de um estilo no cânon inscreva-se no canal da casa do saber que é um espaço que discutir muito rigor os saberes clássicos e contemporâneos vale a pena