Vá assistir umas três, quatro vezes pro seu coração sentir. Seu coração cantar, tudo bem, mas se não cantar, o outro espaço vai aparecer. Procura primeiro o conhecimento que com estudo a tua espiritualidade vai te mostrar o local certo. E como a alma ela precisa do impacto, você vê as seções de Exu e Pombagira são as que mais lotam quando se abre num num num terreiro. Lota a sessão porque a alma necessita de Contato com a sombra para poder encontrar a luz. Então Exu e Pombageiro são mestres da travessia, são agentes cármicos por natureza. vão fazer
no vão nos ajudar nessa travessia, nessa parte mais umbralina nossa. Quando o tempo tiver tomado, aquele espírito, ele não tem mais conexão com você, ele não consegue, ele tenta até, ele falou: "Put, tenta, eu não consigo mais acoplar porque o campo de eletromagnético desse médio não me permite mais nenhum [música] eu intui-lo direito como eu gostaria. Conseguia 60% com esse médio, não consigo nem 10. Agora outro vai tomar o lugar pela lei da afinidade. Esse vai conseguir os 50% que falta. Talvez o guia vai ficar com 10 tentando tentar tirar ele daquela situação. Só que
o nível de influência é tão grande quando esses vendilhões do templo entram que ele vai ser pego pelo egoísmo, pela vaidade, pela prepotência e aquilo não vai parar mais. Quando o tempover Tomado, aquele espírito, ele não tem mais conexão [música] com você. Ele não consegue, ele tenta até, ele falou: "Putz, tenta, eu não consigo mais acoplar porque o campo de eletromagnético desse médio não me permite mais nenhum intuí-lo direito como eu gostaria. dentro da tua visão e da também de outros sacerdotes, existem amplitudes nessa linha de raciocínio. O que eh até que ponto vai a
caridade, o que deve ser caridade e o que pode ser Monetizado, o que pode ser eh rentabilizado dentro de um trabalho de umbanda. E aí eu falo para quem tá assistindo, dentro de uma amplitude de manter um espaço e de trazer conhecimento e o atendimento em si. Seja muito bem-vinda. Seja muito bem-vindo. Eu sou Farel Molina e você está assistindo aqui ao podcast Filhos do Todo. Hoje nós vamos conversar sobre um universo maravilhoso que é a Umbanda, que é o universalismo, que são as Práticas que estão inseridas, tem todo um universo dentro do cenário que
hoje nós temos aqui no Brasil da espiritualidade, envolvendo caridade, envolvendo mediunidade, envolvendo ritualísticas ancestrais e também o dia a dia da dos médiuns, das pessoas que estão aí dentro de uma espiritualidade. Então, com uma pegada universalista, com uma pegada ampla, hoje nós vamos falar sobre esses assuntos com Ricardo de Nápolis. Seja Muito bem-vindo, meu amigo. >> É um prazer estar aqui, Farrel. É muito bom estar aqui nos filhos do todo. Acompanho vocês, né? eu e minha esposa já vimos vários várias entrevistas e é muito bom tá aqui falando sobre a Umbanda, falando sobre esse tema
universalista que é tão importante de para desmistificar, né, tanta coisa que a gente vê por aí. É um prazer táar aqui. >> Prazer é nosso. Aí mais um convidado da Produções Wagner Borges, né? nosso querido professor Wagner Bard sempre eh faz boas pontes e quero agradecer aí ao Wagner por ter indicado eh esse convidado bacana pra gente poder conversar. >> Ótimo. >> E vamos falar então, vamos entrar nesse assunto da Umbanda, porque assim é muito é é muito querido, né, o o público aqui eh e em relação ao banda, o público gosta muito. Eles eles
têm ali uma às Vezes uma variação para outra vertente, mas sempre tem algo ligado à umbanda. E para você, eh, vamos começar com essa pergunta. Como é que você enxerga esse movimento ou essa religião, essa filosofia ou um pouco de tudo que se chama Umbanda? Porque eu vejo assim, é, eu vejo o gosto da da a pegada da Umbanda, porque é uma pegada de de que tem muito acolhimento envolvido. Acolhimento e também ela traz aquela pluralidade, né, aquela união daquela Diversidade toda rica da nossa cultura, né? Então essa junção toda, ela tá intrínseca no meio
no meio social e no inconsciente coletivo. Então eu acho que isso impacta muito dentro da alma da pessoa, a busca de um de uma proteção, a busca de um aconselhamento, a busca de um guerreiro, a busca de um ancião. Então, constantemente eu vejo pelo pela minha vida dentro da Umbanda as pessoas procurarem muitos centros de umbanda sempre em busca de Algo que lhes faltam. E eu vejo que a como a Umbanda ela é multifacetada, ela tem inúmeras vertentes assim universais de atendimento, é, eu percebo que ela vai se encaixando com um grande uma grande como
se fosse grande peças de quebra-cabeça para cada pessoa. E com isso vai fa da do pessoal buscar a peça que falta. Então, banda, eu acho que é isso, ela ela tem as peças e o ser humano ele vai buscando as peças dentro das suas Vertentes. E é legal você falar sobre isso porque nós temos no nosso cenário brasileiro muita mescla, né, de de várias vertentes e eu acho super legal isso. Benzimento, aquela pessoa que vai na igreja durante a semana, mas vai tomar um passe lá no meio da semana também, vai na Umbanda. Antigamente era
muito comum isso, hoje em dia tá um pouco mais segregado, né? Só que tem pessoas que ainda t uma dificuldade quando o assunto é exu, as Pessoas têm um pé atrás. Às vezes a pessoa até fala assim: "Olha, eu vou lá, eu gosto". Mas é aquela do bem, né? E aí quando você fala exu, a pessoa tem pessoas que ainda espiritualizadas que estudam que ainda tem uma certa dificuldade, uma resistência, né? O que que você acredita? que ainda existe esse preconceito não só com a Umbanda, mas assim dentro do preconceito da Umbanda, existe uma ponte
de um preconceito maior com a figura do Exu, do guardião, né? Por que que você acha que ainda tem tudo isso? Então isso tudo vem de uma demonização que foi feito de Exuiu Pombagira com base numa numa vertente realmente que vem de uma vertente cristã que precisa de um de um céu de um inferno. E como a Umbanda ela ela trouxe o sincretismo muito forte logo no início, né, essa equiparação, essa fusão de religiões, onde houve a fusão da da Igreja Católica, com os santos Católicos, com os orixásis, e aí essa fusão toda, também se
trouxe essa questão de céu e inferno. Então, precisava-se criar também a figura do demônio, né? Então, como a Umbanda não acredita em demônios e nem em diabo, acredita em faixas vibratórias, Exu foi o escolhido de ser assim o o diabo da Umbanda, né, assim como combagir a mulher do diabo. Mas, infelizmente, até hoje nos terreiros de Umbanda, até pros próprios médiuns, por falta de estudo, De conhecimento, eles também trazem esse estigma que é do da própria sociedade de o de o Exu ser algo realmente maléfico. E isso realmente tem que ter muito cuidado mesmo, porque
quando se trabalha com uma linha que trabalha com nossas sombras, que trabalha com a esquerda, ela abre brechas sim para qualquer outro tipo de conexão. Então na Umbanda se trabalha com o que a gente chama de Exu de lei, né? Que é o Exu que respeita a lei de humano, não é? Tem outras Vertentes que trabalham também com Exu, outras bandas, mas que eh vamos vamos supor assim, é uma linha mais livre que aí abre vertente para outros exus que para Umbanda não são exus. E é isso que causa uma confusão enorme e um medo
enorme no meio, eh, vamos assim, um bandista ou kimbanda, que acaba, eh, o pessoal temendo porque vai vendo os vídeos, vai vendo coisas por aí nas redes sociais que não é próprio da Umbanda. Exu não faz maldade. Exu mal. Exu traz a mulher em 24 horas. Não traz o amor ali em 48 horas. Não faz mal por outros. Não mat não faz nada para matar ninguém. Isso são é uma são outros espíritos que comprazem com isso, mas que se dizem, se denominam Exus, mas que para Umbanda não são Exus. Exus na umbanda são guardiões, são
protetores, são aqueles que descem regiões sombrias para tirar o espírito humano da onde ele tá preso, nos coloca de frente paraa nossa sombra. Então ele respeita uma Lei, respeita a a a uma regra pré-determinada. Então são espíritos que eu considero de scol que vem paraa Umbanda para mostrar aquilo que a gente não consegue enxergar, nos coloca de face as nossas sombras para nos levar paraa luz. Então, por isso que o povo tem que estudar. Eu costumo falar assim, cara, fora do conhecimento não há libertação. Tem que estudar, tem que procurar compreender o que são as
entidades. E a Umbanda, ela é muito séria quando ela traz realmente o contexto das entidades. Quando a gente vê essa essa vertente para um lado mais, vamos botar assim, diabólico, demoníaco, né, como o pessoal gosta de falar, é uma vertente que eu que não é um banda, sabe? que não é um banda, é uma outra banda, mas que que porque assim, nós vivemos no mundo do Alfa R, né, onde a gente pode escolher trabalhar numa polaridade positiva, numa polaridade negativa em faixas Vibratórias falando, quando eu escolho pela lei da afinidade e da sintonia trabalhar com
faixas mais negativas, é óbvio que pela lei espiritual eu vou estar conectado com as companhias que são comprasem com isso. E essas companhias podem se se vestir plasmaticamente com qualquer roupagem. Até pode falar que só é Francisco de Assis, que talvez naquele centro lá a pessoa vai acreditar. Então a pessoa tem que ter Cuidado onde pisa, tem que pesquisar muito bem um local muito sério, local que tem estudo, que faz trabalhos realmente pro amor e paraa caridade. Aí realmente vai encontrar o verdadeiro, talvez Exu ali trabalhando. >> É, a gente comentou um pouquinho antes de
de começar que é é complicado a questão da enganação, né? Porque às vezes tu até contribui para aquela pessoa que é leiga e teve um primeiro contato violento, né, como você falou, Às vezes escutou um nome que não era condizente com com a outorga do espiritual, né? E aí leva isso para leva como um trauma, né? Então, eh, se uma pessoa vai dar um golpe em alguém, ela não chega e fala: "Meu CPF é esse, meu nome é esse, meu endereço é esse". você tá aqui com todas as minhas informações, as minhas credenciais, ela vai
fazer isso de uma forma a ter uma falsidade ali no documento, não ser rastreável, né? Então você falou muito bem sobre Isso, mas vamos reforçar paraas pessoas que estão em casa, eh, se ela vai em algum lugar e ela tem ali e duas colunas, né? O que que ela vai colocar na coluna? OK. Isso aqui tá me parecendo uma entidade, um exu mesmo. E na outra coluna X, isso aqui não pode ser um trabalho de um exu de lei. Pro pessoal em casa também poder ter esse critério aí. >> Muito bom. Vou dar um exemplo
que aconteceu comigo. Eu tava trabalhando Com o meu guardião, o nome dele é Veludo, seu Veludo. E nesse momento ele ele me deixa às vezes consciente e semiconsciente. Mas nesse momento ele me deixou semonsciente. E a Cambona que tava do lado, que tava ajudando esse guardião, ela falou: "Ricardo, você não sabe o que aconteceu, você lembra de alguma coisa?" Eu falei: "Não, um momento a minha visão fechou, meu a minha audição fechou. A a moça que Veio na frente do guardião, chegou para ele e falou: "Eu preciso fazer algo para minha sogra". Aí o guardião
falou: "O quê? Nesse momento tudo fechou, eu não vi mais nada". Ela falou: "Eu preciso fazer algo para matar ela". Porque ela tirou o filho dela, que era meu marido de mim. Ela influenciou, ele saiu. Preciso fazer. Me falaram que a que guardião queixu faz isso e eu vim aqui para isso. Ela falou: "Então você tá enganada". Falou assim: "Você procura um local que aqui não se faz isso". Mas aí ela começou, botou o dedo na cara dele e falou: "Você vai fazer sim, porque eu sei que vocês fazem". Olha aí, ele tentou explicar para
ela, ó, essa é uma escolha que tal para você não vai ter volta. E aqui não se faz. Aqui só se trabalha pro amor. O teor da da conversa. E toma cuidado com a escolha que você faz, que você pode achar um local que vá fazer isso e vai te prender e vai criar eh meios com você Que depois você vai ter que responder por isso. Não adiantou, ela começou a bater boca e ele teve que expulsar ela do local. peg chamou duas pessoas, por favor, retira essa pessoa daqui agora porque ela não merece nem
pisar nesse solo sagrado. Então esse foi um exemplo que aconteceu de uma pessoa que buscou algo e chegou lá eh encontrou um exu de lei de frente dela que trabalha pro bem, trabalha pro amor. E vou dar um outro exemplo que Aconteceu comigo que eu fui numa casa visitar e eu cheguei lá de frente de um Exu Marabô. E minha mãe trabalha com Marabô. Eu convivo com ele desde jovem, desde pequeno. E de frente para ele já chegou assim para mim: "Vamos lá, menino, me dá um nome aí para eu queimar aqui no meu caldeirão.
Estou me dar um nome. Ali eu já percebi." E Kardec, isso deixa muito claro numa no livro dos médiuns, como é Que a gente reconhece o o a fala do espírito, como é que a gente pode reconhecer o teor espírito sutil, né? de um espírito que tá na luz, de um espírito que vivencia essa parte das trevas, é pelo teoragem, pela o teor comunicação. E nesse momento, quando ele falou isso, eu já senti, opa, não, guardião, vim aqui para conhecê-los, vim aqui para tomar uma bênção, porque a gente tem que tratar Com respeito, independente do
local que a gente pisa. e voltei pro meu local e parti, porque eu já identifiquei que o local não trabalha com energética que eu compactuo, mas respeito o local também. Então, a gente tem que entender muito bem o local onde a gente tá pisando. O outro outra coisa que aconteceu comigo, porque eu gosto de dar o exemplo para elucidar o fato, eu estava com eu fui padrinho de casamento de um casal muito amigo e eu fui com eles num centro de Vamos lá, vamos lá visitar o centro, cara. Vamos lá. Cheguei lá, o marido falou
com Exu do lado. Eu tava esperando para falar, tava com ela, que é são são meus padrinhos de casamento, são eu eu fui padrinho deles. E veio, veio um Exu e falou assim: "Ô, vocês dois são um casal perfeito, vocês se vocês se vocês têm que entender que o casal se forma um." Então assim, ele, um espírito, ele vai identificar que não existe grau de afinidade e não vai chegar desse jeito Como chegou, falando que a gente tem que se unir, que a gente se torna um, como se a gente fosse um casal. Eu falei:
"Meu Deus, se o marido tivesse aqui, o que que ele ia pensar?" Tá? Então assim, tem que ter que prestar atenção ali mesmo. Eu já eu já entendi que ali não era mais um processo anímico, talvez do próprio médium ou um processo realmente de espíritos que talvez estavam conduzido por um processo de submissão ou fascinação naquele processo ali. Então, a gente tem que identificar pelo pelo teor conversa, pelo pela forma que se fala, pela se tem muita eh são alguns graus, muita imposição, coisas que não t nada a ver com a realidade dos fatos, uma
um medo excessivo. Se você não fizer isso, sua vida vai, isso são tudos situações, porque eles trabalham realmente com mensagens que tocam a alma para muitas vezes você interpretar e sair dali com algo para reflexão. Teve uma vez que para elucidar essa situação, Ele perguntaram para chu veludo assim: "Uma, o que que eu faço? Minha vida tá do avesso. Isso foi a médium me falando. O Cambono, Ricardo, você vai ver. Ele falou, ele resumiu tudo que o cara falou que for falando para ele uns 3 minutos ele só ouvindo. Ele falou só uma frase e
falou pra pessoa ir embora. Pensou: "Minha vida tá assim, minha vida tá não sei quê, não anda não sei quê". E falou: "Filho, eu vou te falar uma frase, você Vai sair daqui com essa frase. A pedra no caminho é o caminho. Isso que eu tenho para você. Vá e reflita. Esses que dão só uma frase são os bons, viu? [risadas] É isso. >> Eu gosto disso porque é isso. >> Sabe por quê, Ricardo? Normalmente essa frase curta é a que faz a pessoa refletir por muito tempo, né? >> É isso. >> Do que vem
uma redação ali, a pessoa sai Dali e não vai fazer nada daquilo. >> É isso. Não vai fazer. >> Essa quando vem uma frase é essa que mexe com o cara. É essa, é essa, essa toca a alma, ó. Essa faz a a alma refletir, faz o ego recolher, né? Porque o ego ele quer perguntar umas 10 perguntas e e sai de lá não sabendo nada, não querendo nada. Ele quer todas as soluções pra vida dele, o milagre que seja realizado, mas ele não quer refletir, ele não quer mergulhar para Dentro. Exu, cabuco, preto velho,
faz você realmente ir para dentro de você, porque ele faz você se reconectar com a alma para que a alma reverta pro ego, porque o ego é teimoso, o ego ele quer rebater, ele quer prevalecer a vontade dele e a gente não não e a Umbanda, ela vem para exatamente para você fazer favorecer o os ouvidos da alma, né? E até uma história do Chico Xavier uma vez chegou que alguém encomendou lá um trabalho para Derrubá-lo, né? Um um cara que fazia lá. E esse cara peg e o Chico ficou sabendo, né? E aí o
pessoal falou: "E aí, Chico? Não sei o quê." Não, tudo bem, né? Aquele jeito dele. E todo dia ele ia lá nessa casa que o cara foi contratado, batia lá a palma e falava: "Eu vim aqui pro senhor me abençoar". Fiquei sabendo que o Senhor tem muita força, não sei o quê. Então eu vim pedir sua bênção, vim pedir para você fazer uma oração por mim e ia todo dia lá e levava mantimento, Levava as coisas que ele sabia que que precisava. O cara acabou não fazendo mais nada. O cara quebrou o cara e o
cara falou: "Não posso mais fazer nada em relação a isso." O Chico ele conseguiu desarmar o cara de uma forma assim muito inteligente, né? do coração, né, com o coração. Então, é bem isso, né, que você falou. Às vezes vem também um ataque, alguma coisa, depende como a pessoa recebe, né? >> Depende como ela recebe. Parrel, quando eu tava lançando o meu segundo livro, eu eu tenho três livros escritos, tá saindo o quarto agora. O meu segundo livro é o Salve Malandragem. Eu escrevi voltado aos malandros para dar todo a o entendimento. Foi um livro
metade psicografado. Ele aconteceu dentro de uma iniciação da Umbanda comigo. Quando eu lancei esse livro nas redes sociais, o pré-lançamento dele, eh, choveu os donos do seu Zé Pilintra no meu perfil Me destruindo, acabando com a minha raça, falando quem era eu para escrever aquilo, quem era eu, que não sei que. Eu falei: "Meu irmão, nem lançou o livro. Eu te convido para você estar no livro. Eu vou te dar um exemplar para você, para você ter essa nova perspectiva do malandro, de uma parte sagrada, não de uma parte boia, como falam, de uma parte
mais eh profana. Eu vou mostrar uma parte sagrada dele." E começou a escrever mais Coisa. Eu falei: "Meu irmão, estou aqui à sua disposição. Pronto, acabou, parou. Escrever. Eu acredito muito nisso. Quando você vai pela linha do bem e do amor, fazendo o contraponto da polaridade, você quebra. Mas se você entrar na mesma vibração, acabou. É o que eles querem. >> Você tem que quebrar. O que e o que Chico fez foi exatamente isso. Ele quebrou trazendo a polaridade, a a contra o contraponto. Quando você traz o Contraponto, você quebra a situação. É como numa
discussão entre casal, se um dos lados ele quebra, fazendo um contraponto, acabou a situação. Você você mexe no contexto energético. Quem tá junto influenciando não consegue até influenciar mais porque mexeu na alma. >> Uhum. >> É, você falou bem. Hoje em dia tem muitos donos, né, de muitas coisas, donos do Chico Xavier, donos dos malandros, dos cabôclos, >> donos dos orixás, donos de Kardec, né? E normalmente essas pessoas elas não são muito humildes, né, nas falas, né? Então é, a gente tem que ver isso >> quando o conhecimento tá ali, principalmente dentro de um arquétipo,
eu é é algo que é muito plural, né? >> É muito plural. É muito plural. Não, não dá para unificar falando que é só uma coisa. Não tem como. >> E a propósito, né, você até mencionou os malandros, as pessoas têm uma Dificuldade muitas vezes até de identificar eh o que seria um trabalho de esquerda e um trabalho de direita, até a exemplo dos malandos, até dos exus, tal, e até mesmo de entidades de direita, que muitas vezes eles podem fazer algo mais pra esquerda e as pessoas à vezes têm dificuldade de entender a finalidade
da esquerda e da direita e quais linhas que caminham ali, né? >> Ah, muito bom. Ah, então nós temos eh Nós trabalhamos quando segue uma linha emunguiana de entendimento, ele fala muito de luz e sombras e e a Umbanda ela trabalha muito com luz e sombras, que quer dizer o seguinte: eu eu tenho o meu lado minhas fraquezas, eu tenho contra pontos que eu preciso melhorar, mas que na luz eu não consigo enxergar. Eu preciso em eu preciso me ir paraa sombra. Eu preciso, senão não, eu não, eu não tava na erraticidade, eu não tava
nem nesse mundo, eu preciso oscilar para Eu poder enxergar o que eu tenho e melhorar. E na Umbanda, a gente tem vertentes, linhas de trabalho que eu costumo chamar, que são linhas de espíritos que têm especialidades, que se voluntariam para estar em algumas situações que a gente tem a linha da esquerda da Umbanda, que a gente pode considerar Exu e Pombageira. Ah, mas ficar eu vejo a linha de malandros também. Também só, só que os malandros eles têm, por ser espíritos Muito especializados, eles conseguem não tá só na linha da esquerda, mas eles conseguem também
estar na direita. Eles transitam na linha de de caboco, de preto velho. Eles transitam nessas vertentes. Mas especificamente Exu e Pombageira são o foco principal. Eles são aqueles que realmente nos colocam em contato direto com a sombra. vão falar a verdade, são retos, são diretos por eles precisam fazer a gente acordar. Então não exui e Pombageira não é muito assim: "Ah, vem cá, meu amiguinho, senta no meu colinho, eu quero falar contigo, tenho uma coisa para te passar". Não é assim, não é reto, é direto. É direto no ponto. Não, não vem aqui para ficar
lauriano, floriano, não. É assim, porque é assim, desse jeito. Então ele faz, ele dá o impacto. Então, e como a alma ela precisa do impacto, você vê as seções de Exu e Pombagira são as que mais lotam quando se abre num num terreiro. sessão porque a alma necessita de Contato com a sombra para poder encontrar a luz. Então, Exu e Pombageiro são mestres da travessia, são agentes cármicos por natureza. Eles vão fazer, não vão nos ajudar nessa travessia, nessa parte mais umbralina nossa. E aí a gente encontra a linha da direita, que é a linha
dos cabôclos, que faz o cabôclo faz contraponto com Exu, que são, vamos botar assim, são os guardiões da direita que nos nos amparam e nos acendem. E aí vem os pretos velhos, as crianças, os Boiadeiros, né? a linha dos ciganos, que também fazem às vezes polo com com a parte da esquerda, mas que são considerados um povo do Oriente. Aí vem o povo do Oriente também, que é o povo da cura. Marinheiros são povos que realmente envolvem e se aproximam, nos aproximam mais das energias dos orixás, que são as emanações do criador, as emanações divinas.
Então, podemos falar que a linha da esquerda são linhas retificadoras, regeneradoras, Recuperadoras, eh restauradoras, de redenção. E as linhas da direita são linhas amparadoras e linhas de ascensão e linhas de evolução. >> É legal isso porque às vezes a gente tá conversando às vezes ou tá na frequência até de um cabôco e você fala: "Esse cabôco tá bem bem", né? Ele tá bem firme ali, né? você você percebe que tem um um blend ali, né? >> E aí você mencionou sobre os ciganos >> e é legal a gente falar sobre isso porque eh tem o
tópico do universalismo, né? Existem lugares que ainda não aderem, não colocam ali os ciganos num trabalho e também não estão aderindo. Tem lugares que não vão ter a adesão da linha do Oriente e tem lugares que aderem à linha do Oriente e colocam os ciganos nesse pacote. Tem lugares que já já os ciganos já ganharam uma gira própria, né? Isso. >> Como é que você enxerga eh o Universalismo dentro desse trabalho e essas linhas que, vamos dizer dentro do lado do dos primórdios, né, quando a gente tá falando só de zélio, no caso ali, né?
>> Não, não o que veio antes, mas o que se entende >> como linhas primordiais e hoje a gente tem essa gama de possibilidades. Como é que é a tua visão em relação a isso, >> Farrel? é uma, é, eu, eu digo isso tudo que é uma expansão de consciência. A Partir do momento que a gente vai expandindo a consciência, a própria espiritualidade, ela vai abrindo o leque pra gente, o nível de entendimento. Então, tudo começa de uma forma e a coisa vai se expandindo de acordo com a nossa expansão de consciência. Então, o que
que acontece? Começou com Zéo, foi o marco da Umbanda em 1908, mas a partir dali a Umbanda ela foi fazendo fusões, né? E aí com com as fusões e a expansão da sociedade da consciência foi se Abrindo possibilidade de outros espíritos trabalhar outros polos em nós que precisava se trabalhar. E aí vem, vai surgindo novas vertentes. Vamos botar o exemplo dos cabôlos. se abre oscabôco, mas aí eu preciso de uma vertente que trabalha com uma limpeza mais profunda, indo indo mais profunda no tratamento com os obsessores, com aquelas falanges que vem com cada com cada
consulente. Eu preciso de uma linha dessa. E aí chama-se linha dos Boiadeiros. como ela tá bem nova e e não tem ainda doutrina falando sobre eles, explicando o contexto arquetípico do boiadeiro e dando esse entendimento pro corpo mediúnico, eu preciso então fazer a, espiritualmente falando, eu preciso fazer a chegada desses espíritos dentro da ligeira de cabôlo. E aí começa a servir os boiadeiros dentro da gira de cabôclos. E aí, para quê? para poder fazer esse entendimento. Então, a Umbanda, ela vai trabalhando como se vai trabalhando por fases, ela vai adaptando outras linhas dentro de outras
linhas e dando a oportunidade do terreiro ir buscar. Quando o terreiro não busca, ele estaciona, vai ficar sempre aquela aquela daquela forma. Quando ele abre, ele expande o conhecimento para dentro do corpo mediúnico, ele abre a possibilidade do próprio terreiro criar o seu a sua própria gira. E aí surge a giras do Cigano separado. E aí a gera cigano para muitos centros ainda se trabalha dentro de uma linha da esquerda que eu vejo que ela já tinha que transitar. Eu lembro que Rub Saraceni, quando era aluno dele, ele falava para mim, Ricardo, a linha dos
ciganos é uma linha muito poderosa e de um conhecimento profundo. E aí quando você vai aprofundar na questão do que significa o nômade, o nômade é aquele que transitou por todos os lugares. você pegar o significado da Palavra, você vai ver, pô, transitou na Ásia, transitou ali, começou no Egito, começou ali, transitou. Uma pessoa que transita de uma forma reencarnatória em cada nação absorve um nível de cultura muito grande. Então são são povos muito sábios. Então, quando você individualiza esse povo numa sessão própria sem a estigma de festa, que muitos falam festa, aí festa a
pessoa já acha que é oba oba, carnaval, Não é o sagrado. Gira de cigano, o povo com a força do povo do Oriente. Aí é outro nível. Aí você se conecta com uma egrégora correr realmente com energia cigana, não com brincalhões que querem fanfarra, que querem vaidade, não. Aí, aí realmente você vai trazer os espíritos sábios. E aí dentro dessa falange vai surgir um povo da cura. Se começa a se acoplar um povo da cura que aí vem da vertente de São João Batista. Aí vem trazendo as cirurgias Espirituais, vem trazendo as curas chamâneas, os
chamães, os antigos chamães, vai trazendo os povos de Atlântida Lemurianos, vai trazendo povos com saber, nossa, que tá em outras raças. Quando a gente faz o estudo de outras raças, você vai ver que tem povos muito sábios que passaram por esse planeta. E aí você vai trazendo uma vertente que na Umbanda hoje tá vindo muito forte, que traz o trabalho que a gente vê hoje materializado como Terapias holísticas. Terapia zoolística, ao meu ver, é um chão que tá sendo preparado, que para dentro da Umbanda vai se forjar uma linha específica só voltada paraa cura, que
vai trazer esse povo do Oriente, que, por exemplo, lá no nosso centro, no Rio de Janeiro, já se trabalha com povo do Oriente as quintas-feiras fazendo cirurgias espirituais e trabalhando com cromoterapia. >> É muito legal a gente falar sobre isso Abertamente, né? Porque a gente vê as outras religiões, principalmente as mais antigas, né, que são muito dogmáticas. E você vê que a gente passou vai 200, 300 anos e o molde tá ali, né? >> O molde tá ali. >> E a Umbanda, cara, ela tá sempre dando um upgrade, né? >> E ainda dará muitos, eu
acredito, né? muitos upgrades. Tem é ela, ela é é um é uma religião de mistérios que aos poucos elas vão, esses mistérios vão ser vão Sendo revelados de acordo com o nosso entendimento e aceitação. Não tem como o por isso que eu falo que fora do conhecimento não há libertação. Se o médium hoje em dia, se o centro não se instruir, ele não abre a ele não abre uma, a oportunidade que a espiritualidade quer. Ela quer abrir, ela não quer que o local se estacione, nem o médium fique estacionado. Cada vez mais que ele amplia,
mais espiritualidade o envolve. É uma é uma Universalidade muito grande. São inúmeras vertentes que podem ser abertas dentro de cada centro, dentro de cada polo de luz. >> E até os ciganos, né? Você falou e é legal falar isso porque às vezes as pessoas falam assim: "Ah, nós vamos fazer um trabalho cigano". E uma vez a gente fez até aqui, a Gabi participou, a cerimônia é uma cerimônia muito própria, ela tem um uma característica própria. Eh, assim, tem Uma beleza até até a questão musical é ela é diferente, é muito própria, é uma energia muito
própria. E é legal ela ter, ela tá dentro do pacote da Umbanda, né? Ela tá dentro do do tem um pedaço ali eh dos ciganos na Umbanda, mas tem uma tradição muito grande ali, né? >> Então assim, é uma energia que é, ao meu ver, né, você também falou sobre isso, ela difere e quando você faz um trabalho de cigano, parece que é um outro universo ali, né? É um universo, porque se você entender o povo cigano em si, você vai trazendo realmente essa essa fusão. É um povo de alegria, é um povo de união,
é um povo que sabe viver em comunidade. Isso tudo tem a ver com os aspectos de fraternidade, de irmandade, de igualdade. E isso tudo esse povo traz. E e além de todo um conhecimento ligado a a aos aspectos minerais, aos aspectos magísticos, aos aos aspectos esotéricos que esse povo traz, que vem de milênios De ensinamento, de de de encarnações, encarnações de povos, que os espíritos eles se afinizam em linhas de acordo com o seu saber, né? As linhas de trabalhos na Umbanda, elas se formam pelo nível de conhecimento do espírito. Então, ao ao desencarnarmos, se
a gente quiser trabalhar numa linha de umbanda, isso um espírito já me disse como é que funciona mais ou menos, mas é mais ou menos assim, eles vão ver nosso currículo e se a gente, ó, eu quero Trabalhar como preto velho, mas pera aí, deixa eu ver teu currículo. Não, pera aí, você, opa, você foi um sacerdote lá na época da do Atlântida. Opa, trabalhou também no templo de Oros lá no Egito. Opa, também encarnou como um escrava ali. Você desempenhou um papel. Opa, é, passou. A o outro não, não. Você se enquadra mais numa
linha de cabou. Então eles fala que é assim mais ou menos que funciona. A gente vai se Enquadrando de acordo com o cabedal de conhecimento que o espírito tem e o que que ele pode oferecer dentro da roupagem daquele arquétipo, porque aquele arquétipo é que vai despertar na alma o modelo que eu preciso. >> Então, por trás de um preto velho, com certeza a pessoa é um preto velho, como eu já vi muito espírita falar, você é espírito de baixa vibração, mas não sabe o que tá ali. Edivaldo Franco, num dos livros dele, botou ali
Bezerra de Menezes estava dentro de um centro de umbando, >> né? E houve algumas falas, eu já ouvi falas, é de alguns espíritas na antiguidade que relacionavam mesmo isso, né? É, é também um, acho que é um fator até cultural, né? Porque, por exemplo, a linha de Bezerra, né, de Menezes, ele eles eles atuam a Umbanda, a Umbanda recebe e a de braços abertos, né? E e muitas vezes os clarentes vão em centros Espíritas, vai na apometria, tá vendo o espírito atuando ali, inclusive os exus, né? Porque uma vez o exu falou o seguinte: "Não
importa que não falem da gente ou que não aceitem a gente, a gente tá lá. A gente tava, >> o trabalho tem que ser feito aí, pronto. >> A gente tá, >> exatamente. Eu tava no, eu num antigo centro que eu frequentei, eu tava com seu Exu tranca-rua do embaré vestido de capa, a capa dele vermelha, a cartola e E num outro centro cardecista espírita, eu trabalhava numa mesa aonde a gente cantava, chamava mesa de luz, mesa como se fosse uma mesa branca. E e ele falou assim para mim: "Ô menino, eu nem falei para
médium dele que eu trabalhava nesse local, lá naquele outro local onde você tá, eu tô lá também". Falei: "O senhor tá lá?" Mas assim, não, lá eu tô com uma outra roupagem. Lá eu tô com uma roupa assim, lá eu tenho que mexer com uma roupa um pouco mais Vocês Chamam de roupa social. É uma é uma outra roupa, mas atuo da mesma forma, só passa lá quem eu quero e só entra quem eu quero e eu tô lá protegendo vocês. Então é tudo uma roupagem de acordo com o aspecto vibratório do local e as
regras também espirituais do espaço. >> É. E >> só mudam de roupa. >> O terno, né? Às vezes o trancar-o vem de terno. Às vezes os às vezes eles vêm sem camisa ou com capa. Parece de todos os Tipos, né? Mas é foi o que você falou. Tem até um ponto que fala assim: "Exu no terreiro é rei, mas na cruza ele é doutor." >> É isso. É isso. Exatamente. Porque a encruza, ela ele é ela ela é tão simbólico e o pessoal não entende o o a situação da encruzilhada. cruza como ele realmente ele
é doutor, porque naquele ponto onde encontra duas retas se forma um campo de energia tão poderoso que a gente chama de é o campo da dúvida, é o Campo da insegurança, é o campo que eu não sei e aonde Exu atua, aonde ele é doutor, a é aonde ele dá o caminho, é aonde a gente saber evocar, invocar ele dentro de nós, é onde ele mostra a direção. É onde a gente quando escolhe, ele fala: "Não importa o que você escolheu, eu tô com você". O a encruzilhado é o ponto de aonde todos nós está
sempre estamos, talvez durante todos os dias a gente tá numa encruzilhada que é um ponto de Indecisão. Pera aí, para onde eu vou? Direita, esquerda, eu não sei. Mas aí nesse momento algo desperta, você vai. Então assim, encruzilhada é um ponto que quando ele pede pra gente, vai na encruzilhada, acende um charuto para mim, vai ali, pede para mim, porque com certeza ele tá vendo um ponto de indecisão, um ponto crucial que tá tá que você tá precisando tomar decisão ou ser mais firme, tomar uma postura e é esse o momento que ele entra, a
>> encruzilhar. E às vezes as pessoas as pessoas colocam assim, ai tô numa encruzilhada assim, mas de um jeito eh meio pejorativo. Não fala, não é bom. Agora você tem várias opções. >> Exatamente. >> Tá com o caminho aberto aí, olha para onde tu quer ir. >> Exatamente. Exatamente. Por isso que ele é o doutor. Por isso que ele é o doutor da encruzilhado. Porque assim, ele te dá várias opções. Independente da que sua Escolha, ele vai estar com você. Mas se vai, vou quebrar a cara, mas eu vou eu vou estar ali com você,
porque eu vou fazer você aprender que lá tem uma rua sem saída. Vamos, você vamos voltar de novo e vamos para um outro local, >> né? Muito bacana isso. Até o caboco setin encruzilhado falava assim: "Eu sou o caboco da Sim Cruzada porque para mim não tem caminho fechado." >> Não tem caminho fechado. >> E aí o pessoal eh associa o nome Encruzilhado. Não, não vai na encruzilhada não, né? O pessoal fala: "Ah, tá numa encruzilhada". Não, encruzilhada tem no universo também, tem tudo. >> Exatamente. Todo encontro de energia forma uma encruzilhada, que é o
ponto de de encontro. E agora vamos entrar num tema que gera controvérsia, gera até um pouquinho de polêmica, mas eu acho que é necessário também no no nós estamos no século XX, Nós estamos numa era de modernidade, a gente fala em Umbanda, a gente fala sobre caridade e é caridade para todo mundo. E aí algumas pessoas confundem dentro da tua visão e da também de outros sacerdotes, existem amplitudes nessa linha de raciocínio. O que é até que ponto vai a caridade, o que deve ser caridade e o que pode ser monetizado, o que pode ser
eh rentabilizado dentro de um trabalho de umbanda. E aí eu falo para quem tá Assistindo dentro de uma amplitude de manter um espaço, eh, de trazer conhecimento e o atendimento em si. >> Sim, muito bom, muito boa pergunta. dentro do ambiente de terreiro, que eu considero um ambiente sagrado, aonde as entidades chegam, ao meu ver, e dentro do conceito que eu defendo, nada tem que ser cobrado, a não ser eh entre os médiuns eh uma cota para poder pagar o aluguel, para poder pagar o espaço, comprar o material de higiene, favorecer Alguma coisa. Mas é,
se todo mundo se cotiza, como lá no nosso centro a gente se cotiza, tudo fica equilibrado. E o que que pode ser feito para ajudar a casa? Rifas, pode ser feito bazar, pode ser feito ajuda na cantina, né, na lanchonete do espaço. Isso tudo pode ser feito para poder manter o espaço, né? Mas o que não se pode fazer dentro desse espaço, que eu não concordo, é cobrar para um atendimento de uma entidade mediunizada Ou nem seja mediunidade, qualquer tipo de conselho não tem que ser cobrado dentro de um ambiente. Cobrar por banhos, cobrar por
trabalhos. Se a gente tá ali a serviço, a gente tá ali a serviço, >> tá? Então assim, o que eu concordo assim que seja monetizado externamente é é estudo, curso, como a gente busca, como eu busquei, como eu me formei em teologia, filosofia, administração, tem os estudos externos para eu poder me Aprimorar. Aí sim cada um busca da sua forma, do com que tá sentindo aqui dentro. Mas em ambiente e terreiro, eu sou muito fiel a esses propósitos que eu falei aqui, a não ser só os as coisas para custear o espaço, mas não cobrando
nada do sagrado. Do sagrado lá dentro é sagrado, é free. Tem que ser compartilhado com caridade mesmo e amor e irmandade. É legal você falar porque assim, muitos sacerdotes vem aqui, todos têm terreiros e praticam a caridade e é Quase unânime é a visão, né? E aí algumas pessoas dizem assim: "Olha, mas eh mas aí eu vou fazer um curso". Sim, curso é estudo. Você você faz um quando o sacerdote se forma no sacerdócio, ele precisa pagar o curso de sacerdócio e tem material e tudo mais. Isso é, isso é, isso é estudo. As pessoas
vão estudar. E aí eu vejo que a Umbanda é a única vertente que as pessoas apontam o dedo e fala assim: "Ó, sacerdote de umbanda ali, ele eles apontam como se, Por exemplo, você tá você como professor não pudesse receber". Mas normalmente os sacerdotes das outras religiões têm até um salário, coisa que não tem na Umbanda um salário. >> Opa. Eu nunca vi assim, não sei nem se tem a já hoje alguma lei, alguma coisa do sacerdote poder ter um salário, mas você vai em religiões tradicionais, todos eles têm um salário, recebem lá, ficam tranquilos.
>> O sacerdote de Umbanda, ele precisa às Vezes trabalhar por fora, por fora para ajudar a manter o terreiro. E aí como como professor e profissional do assunto espiritual, ele dá os cursos dele, né? >> Sim, sim. Isso, isso eu concordo porque ele buscou, ele investiu, né? E aí ele trouxe, modulou, fez um sistema, fez um, fez um, um, um passo a passo, né? E aí ele fez uma vertente para isso externamente do terreiro e oferece isso a todos. Isso eu acho muito positivo. Não, não vejo isso porque eh acho que Isso até acrescenta, porque
eh segundo uma lei de Bert Helling, né, que é o dar e o do receber, quando a gente também eh quer as coisas de graça, o universo de alguma forma vai tirar a gente de graça, mas quando tem uma troca justa, né, dessa forma, tudo realmente volta, ainda mais na linha do conhecimento. Quando você ganha às vezes um curso de graça, muitas vezes a pessoa nem vai, mas quando ela ela investe, ela tira da a energia, ela sai dela para ela consegue, Ela se compromete ao estudo. Então para mim, estudo tem que ter investimento. E
Salomão falou isso muito bem claro lá na Bíblia, em Provérbios, quando ele fala que o maior investimento que você faz é em você. Isso ninguém te tira. Pode tirar tudo na vida. Tira tudo que é material, mas conhecimento ninguém te tira. Então eu sempre falo paraos meus méduns, busquem sempre, estudem sempre, porque isso é pra alma, isso fica gravado, Entendeu? Para sempre, eternamente. Isso é imortal. Isso o teu, você morre aqui, mas teu, teu espírito leva para um próximo, para um próximo, uma próxima condição. Mas, por exemplo, lá no nosso centro estudo, eh, pros pro
corpo mediúnico em si, dentro do centro é frio também. Eu digo assim para fora. Quando você quer fazer um estudo fora, abre-se um campo para fora. Aí até um membro da casa que quiser fazer fora, tudo bem, mas você fez algo mais amplo, algo mais Teológico, doutrinário, sistematizado. Isso eu acho muito salutar. >> É legal o ponto também do oraculista, que às vezes o oraculista, ele é oraculista no dia a dia, tem um oráculo lá, um tarô, joga búzios ou tem a mesa radiônica, né? E ali é, e ele também é médium lá no terreiro.
Às vezes as pessoas confundem, né? >> Fora do terreiro ela, ele tem uma vertente dele lá dentro. Ele tá fazendo a caridade tranquilamente, né? >> Isso. É isso. É uma vertente terapêutica que ele leva para fora do terreiro. É uma é uma atividade externa. Então, a atividade externau, eu eu valido, não tem problema nenhum. E a questão das incorporações, né? Hoje em dia, bom, a internet já é um terreno pértil pra gente ver muitas coisas e a gente vê mensagens, a gente vê incorporações, a gente vê de tudo. E aí isso pode confundir a cabeça
do médium iniciante Que às vezes pode se assustar ou às vezes ele pode idealizar que algo muito grande vai acontecer. Exatamente. >> Como a gente pode se ter uma um cuidado, vamos dizer, como a pessoa pode ter uma precaução para que ela não caia num animismo ou então numa incorporação até falsa, né? >> Muito importante essa pergunta, Fael. A pessoa, ela não pode acreditar em tudo que ela fala, que ela vê, ela tem que buscar. A Umbanda hoje ela é muito, ela não tem base filosófica escrita bem basada sobre mediunidade. E isso é que causa
uma confusão muito grande no corpo mediúnico, principalmente pros neófitos, para as pessoas que estão se aproximando da Umbanda, ela ela não tem material, então ela acredita, ela fica muito na questão do fenômeno. E o fenômeno mais ostensivo da Umbanda é a incorporação, que eu não gosto muito desse nome, eu gosto acoplamento, mas é Um fenômeno muito buscado para todo mundo, todo mundo, as pessoas que, ah, eu quero incorporar, quero incorporar, mas não é assim. Eh, a pessoa deveria falar: "Eu quero estudar, eu quero estudar, eu quero estudar". Para a realmente aí você conseguir assentar sua
mediunidade. Mediunidade é algo muito sério. É um dom que você vai ser o meio pelo qual, mas se a pessoa não se preparar, ela vai sustentar talvez uma mediunidade de um outro polo, entendeu? Então, dentro da dos da obsessão simples, da fascinação e da subjulação, que são os três eh os três caminhos da do processo obsessivo, a pessoa pode verter para um lado desse e não conseguir sair mais, porque quando entra na fascinação, ele acredita que tem que recebe Bezerra de Menezes, vai ficar recebendo Bezerra de Menezes, porque não vai acreditar sempre naquilo. Então existe
locais e por isso que fala, o pessoal tem que ter cuidado com o que Vê, não acreditar no que vê e buscar conhecimento para poder realmente assentar a sua espiritualidade. Eu costumo falar, o pessoal pergunta para mim, Ricardo, o que que eu faço para procurar um bom terreiro? Procura primeiro se o local tem estudo, se oferece estudo. Procura se o local oferece um plano de crescimento seu de médiuns. Porque tem pessoas à vezes que ficam 10, 20 anos inteiro e não sabe nem o que que é, o que que vai acontecer com Ele. Tem que
ter planos iniciáticos dentro do terreno para você saber como é seu crescimento, seus degraus. Outra coisa, observa se mesmo se não tiver esses dois pontos, se o pai de santo, a mãe de santo ou sacerdote autoriza pelo menos você estudar fora. Esse é um outro ponto. Observa também como é que é o corpo mediúnico do espaço. Se o corpo mediúnico ele é conciso, ele é unido, ele conflito. E outra, vá assistir umas três, quatro Vezes pro seu coração sentir. Se o coração cantar, tudo bem, mas se não cantar, o outro espaço vai aparecer. Procura primeiro
conhecimento que com estudo a tua espiritualidade vai te mostrar o local certo. O ponto do estudo, já vi gente questionar o seguinte: para que eu vou precisar estudar se a entidade sabe das coisas? As pessoas falou assim e aí a entidade respondeu: "Só que eu sei das coisas e você não sabe das coisas. Na hora que eu Vou passar informação, você não consegue ligar os pontos. Essa é simples. >> Isso. Isso. Isso vem de uma de um passado do inconsciente. Antigamente os médiuns que hoje tem 70 80 anos, eles vêm de uma vertente de mediunidade
inconsciente. Aí a entidade incorporava, acabou a linha do tempo, ela cessa, pronto. E abre-se lá na frente o que que aconteceu? >> E o médio não aprende quase nada. >> E o médio não aprende nada. Alguém tem Que relatar tudo que aconteceu e mesmo assim talvez o médium nem entenda o que a entidade passou. Então isso vem o os antigos que muitos terreiros ainda falam isso que você falou, Farel, eles estão falando mediante algo ainda do passado. Então não existe mais isso. Hoje em dia, a mediunidade ela é é 90, vamos botar assim, 99% consciente
sem inconsciente. Não tem como você falar que hoje é inconsciente. Então o médium ele tem que entender, ele Ele participa do processo animicamente e se ele não entender sobre animismo, não entender sobre as graduações anímicas, como funciona isso, ele vai ficar sempre naquela, não sei se sou eu, ele vai ficar sempre inseguro. E se o sacerdote ele não buscar esse conhecimento, ele não vai ter como explicar e aí vai pegar nisso. Não, deixa entidade, não precisa buscar a tua entidade ensina. não vai nessa hoje em dia. Se isso não é um bom caminho hoje em
dia. >> É super importante isso, porque é para esclarecer bem o pessoal mesmo. Eh, o conhecimento ele é louvável, né? Então, antigamente precisava cumprir e não tinha essa possibilidade de estudo, esse tanto de livro, era as pessoas tinham que cumprir o papel mediúnico delas e aí de alguma forma ou de outra era inconsciente. >> Beleza? Hoje a responsabilidade tá na mão dos médiuns também. É isso. Até porque precisava naquela época, porque o Nível, o exp, o nível não tinha, não tinha tanta literatura, como você falou, não tinha tanto conhecimento espalhado. Então, precisava que a espiritualidade
realmente ela passasse informação para dar esse embasamento filosófico e consciencial para que chegasse alguma década e expandisse o conhecimento. E aí foi vindo várias linhas, né, de de Mata Silva, Ronaldo Linhares, aí vem Rubi Saraceni, você vai vendo que há um crescimento filosófico e doutrinário Dentro da Umbanda com essas pessoas que vão chegando e tá se mudando, né, dentro da nossa próprio estudo hoje que eu que o ministro já mudou as linhas de Umbanda, já mudou o entendimento de Oxalá, já mudou já se acrescentamos a linha do tempo que não tinha. Então assim, são é
expansão, expansão vai acontecendo e a gente vai se adequando, vai aceitando aquele momento que tá chegando pra gente. Você tô três nomes legais aí, né? Que nem muita gente fala Assim, a Umbanda é você faz a Umbanda do Zélio, né? O pessoal fala: "Você faz a Umbanda do Sara Sên ou é do Mat Silva?" Eu sempre respondo o que vier. É tudo tudo é estudo. Tem, eu sempre respondo, estuda o o Zélio lá, estuda o Ronaldo Linares, estuda o Saraceni, estuda o Mate Silva. São universos diferentes, né, cara? Mas é, >> são universos diferentes. >>
São bem complementares. >> Bem complementares. Quando quando o Rubens era vivo, eu eu vinha para cá direto. Eu vinha e uma vez eu trouxe vários livros. Ele chegou para mim e falou: "Ricardo, vamos ali na minha livraria que pega os que você não tem. Ele me deu três lá que não tem." E ele falou uma coisa para mim, ó: "O que eu tô trazendo através da mediunidade, daqui a pouco isso também vai mudar. Daqui a pouco virão pessoas que vão acrescentar mais." E Kardecou isso bem claro também. Ele falou que eu eu Escrevi lá na
frente, vai vir outros que vão acrescentar assim. Aí a gente tem que tá aberto. Por isso que tem que ter tem que ter cuidado com os dogmas. dentro da Umbanda, porque a Umbanda ela é mutável, ela não é imutável, ela respeita leis naturais, ela é uma religião natural. A religião natural ela é aberta, ela é ela é mutável, ela ela ela se modifica de acordo com o nosso crescimento consciencial. Então, se você não esvaziar o copo, não tem jeito. Você Não vai não vai não vai ter água água nova, não. Vai ficar então naquele terreiro
que é do Zéo, então é do Rens, não é todo mundo junto, um banda já, o próprio N diz, uma banda é uma unificação, é uma, é uma coisa só. >> E acho que foi um papel super importante do Saraceni, do Mat Silva, eles chegaram mesmo com uma missão de expandir isso, né? São muitas obras, assim, o até o Saraceni ele chegou, ele colocou um campo magístico, algo, algo que conecta Com egrégoras. E aí que eu vejo que o a real face da Umbanda, ela é muito plural, ela começa a se mostrar ao longo dos
anos e ainda vai se mostrar muito, muito, >> muito. Vai. Aí pega a linha de Roger Feraldi, que trouxe a parte da Umbanda esotérica, trouxe o entendimento da Atlântida de da Umbandã. E aí você vai ver que que isso é uma é uma infinidade. Se você tá aberto, você começa a a entender que a espiritualidade ela Trabalha unificada, ela não trabalha diversificada, ela não quer setores. A Umbanda ela não quer setores. Uma entidade já falou isso para mim uma vez. Eu falei: "Pô, acho que foi pro foi para algumas, acho que foi tranca a rua."
Falei, eu falei, se eu tranco a rua ou às vezes isso foi uns 20 anos atrás, ô eu tenho uns amigos evangélicos, a gente me perguntam na Bíblia da Umbanda, tem alguma Bíblia da Umbanda? O senhor pode falar alguma vez? Ele falou: "Meu filho, A Bíblia da Umbanda, vou te falar aonde você vai achar, a Bíblia da Umbanda é a natureza. Ela tá escrita na natureza. Ele é o próprio criador, tá? Tá, tá ao seu redor. A bíbia, a Bíblia da Umbanda é o que tá ao seu redor. É grande, hein? >> E é grande.
>> Repertório. É, >> então é uma Bíblia infinita, não tem, não tem como mensurar páginas. Então, São páginas que sempre vão surgir. A gente pode chegar, querer fazer um código da Umbanda, querer finalizar ali, mas não tem como codificar. é algo que é é plural, é multifacetado, ele e ele vai se abrir, tem e tem que se abrir porque conhecimento é isso, conhecimento é expansão, né? A gente tem na umbanda, o orixó, orixó é a energia da expansão da consciência, expansão, busca. Então, se você não tiver dentro dessa busca, você não tá, principalmente dentro dessa
Energia. Até você falou a umbandã, né? Tem uma frase que diz: "O que seria a Umbanda, né? na Umbanda, ele diz que seria a prática original, a religião original, ou seja, >> religião original, >> cara, é a prática dos, é tipo um o shamanismo. Shamanismo é ele não é religião, mas ele tá presente em tudo. >> Tá presente em tudo. >> A Umbanda, eu vejo do mesmo jeito, como algo original, como algo que não tem Assim um eh um manual, né? Não tem um manual prático da Umbanda, >> não tem, não tem. São são energias
que trabalham com a gente, com a humanidade, e sempre trabalharam ao longo do tempo. Elas só mudaram de nome. Isis no Egito era hoje é o Chum. Ares, o deus da guerra é algum. Só mudam de nome dentro do panteão celta, do xintoísmo, do Eu eu eu fui fui buscar todos quando eu fiz teologia. Eu fui estudar um pouco de cada para fazer a concatenação das Energias para você entender. Oa, Rocha tá aqui, Ogum tá aqui. Nossa, achei o aqui no panteão Celta. E aí você vai fazendo, nossa, só muda de nome. Então, por isso
que realmente é algo é algo intrínseco ao ser humano, é algo imutável internamente de energia energérica energicamente falando, mas é mutável para fora. A gente tem que estar aberto para poder adaptar essas energias. Eu entendi, mas estiveram ao longo de vários panteões, né? Grego, Romano, egípcio, celta, xintoísmo, no chinês, qualquer panteão, essas energias estão presentes porque elas estão em nós. >> E é curioso isso, né? Porque as eh entre aspas, né? As culturas não se conversavam aqui no plano material, mas no plano espiritual. Por que que tem um machado numa cultura e na outra? Tem
a espada, tem a arc flecha, né? Tridente. >> Tridente que é tão demonizado. >> É. Aí você vem em Netuno. Aí você vem naquele outro deus do sem Netuno, o >> Poseidon. >> Poseidon. Você vê eles >> usando tridente >> Chiva no hinduísmo >> e o Exu >> aí o Exu é o demônio. >> O Exu que é o ruim. Eu falei, fiz um vídeo sobre isso até. E todo mundo tá errado na hora que chega no Exu, tudo errado, né? um uma vertente conseguiu Colocar o toda a história espiritual do planeta como errada por
causa do do tridente ser demonizado. >> Exatamente. E não e na Umbanda o tridente tem um tem um mistério muito profundo pra Umbanda, pras outras vertentes, cada um traz o seu. Mas cada ponta do tridente na Umbanda tem um sentido. Sentido da direita, a ponta da direita é vitalização, a ponta do meio é neutralização, a ponta da esquerda é a desvitalização. Então, como ele traz os três aspectos, né? Positivo, negativo e o neutro, ele e a linha da esquerda é que consegue neutralizar. A linha da esquerda ela mostra o seguinte: a linha da esquerda neutraliza
e ao mesmo tempo potencializa. Ao mesmo tempo desvitaliza, neutraliza e potencializa e leva pra luz. Então o tridente ele tem significado para humano >> e tem vários eh pontos, né, que o pessoal chama de ponto riscado ou Sigilo, né, que ué são são culturas diferentes. Os nórdicos também, né, tem vários desenhos com vários tridentes, né, >> pô, se pegar então a gente trabalhava com exu lá já tava tudo >> tudo sintonizado, né? >> Tudo sintonizado. >> E por falar em exu, entidades, eh como as pessoas que estão eh hoje numa busca conseguem se proteger? diferenciar,
né? E coloca esse termo para também o pessoal entender o que são os quiumbas, né? E qual é a maneira de uma pessoa eh estar precavida em relação ao kiumba e não levar ele como guia espiritual pro resto da vida, né? E a pessoa ela precisa muito de uma palavra que a gente que usa-se muito no espiritismo, que é reforma íntima. Se realmente ela, o médium, ele não buscar reforma, a sua reforma interior, é porque é tudo pela lei da sintonia e Da afinidade. >> Sintonia é a forma como eu vibro e afinidade é a
forma como eu aproximo. A forma que como eu vibro, eu vou começar a eh a despertar afins. Esses afins por muito tempo acharam em você uma ótima companhia. Então, se o médium ele está no local aonde já pratica uma vertente de maldade, coisas que não são morais, ele já tá dentro da sua sintonia e afinidade a ponto de trabalhar com entidades que se comprazem com esse tipo De trabalho, que querem tipos de trocas mais densas. Aí sim que a gente fala de de um povo de espíritos que denominam-se quiumbas, que são são espíritos que estão
em faixas vibratórias mais densas. que necessitam de trocas carnais ou fluídos mais pesados, que aí não é diferente de fluídos mais morais e de conexões mais morais que espíritos sutis, elevados pedem. Então vai ser tudo de acordo com a reforma íntima dentro do aspecto de sintonia e Afinidade. É isso que vai dar realmente a companhia necessária que ele vai carregar para pra vida dele. E às vezes a gente escuta relatos de pessoas que começaram na Umbanda, tinham lá um guia, dava o nome, né, arquetípico do guia, e a pessoa começou ali, começou bem, tal, tava
com o guia. E aí daqui a pouco ela começa a achar que ela é um pouco superior ao espaço. Ela pega e sai do espaço, mas continua dando o nome dos guias. Daqui a pouco ela é ela é Superior a tudo e ela fica ali sozinha, mas ela mantém o nome dos guias. Só que já rolou uma já >> troca. >> Já rolou uma troca ali. >> Já rolou um um rodízio. O guia real tá fora já. >> Rodí. É isso mesmo. Exatamente. >> O que acontece é exatamente isso. Os guias é o quando a
gente vai desenvolvendo dentro de uma de uma de uma coisa pura, né, de uma coisa Sagrada, eh a própria sintonia e afinidade vai atraindo esses espíritos mais elevados, vão trabalhando com a gente. E o grande problema é no decorrer. É o médium, ele vai se perdendo no decorrer do do processo. Ele deixa de estudar, ele deixa de buscar a reforma, ele começa a aceitar condições que vão despertando a vaidade, porque o o que tá ao redor, que quer tirar você da luz, ele vai oferecendo coisas devagar, Devagarinho, e aquilo vai minando você, você vai aceitando.
É o famosos vendilhões do templo que você vai botando para dentro de você. Tum tum. Quando vê você, o templo tá tomado. Quando o tempo tomado, aquele espírito ele não tem mais conexão com você. Ele não consegue. Ele tenta até. Ele falou: "Putz, não tenta, eu não consigo mais acoplar porque o campo de eletromagnético desse médio não me permite mais nem eu intuí-lo direito Como eu gostaria. Conseguia 60% com esse médio, não consigo nem 10. Agora outro vai tomar o lugar pela lei da afinidade. Esse vai conseguir os 50% que falta. Talvez o guia vai
ficar com 10 tentando tentar tirar ele daquela situação. Só que o nível de influência é tão grande quando esses vendilhões do templo entram que ele vai ser pego pelo egoísmo, pela vaidade, pela prepotência e aquilo não vai parar mais. E aí esse espírito que vai ver, vai ver com a Roupagem do antigo do do guardião que tá e ah, mas Ricardo, mas o guardião não vai fazer nada não. Ele vai ficar assim, tá bom? Vai lá, livre arbítrio, é tua escolha. você escolheu. Vou ficar aqui olhando até a até o ponto onde vai isso. Mas
eu tô aqui. Ele não abandona de fato. Ele fica na área dele observando, esperando a ação que vem de dentro do médium para ele tomar a atitude e sair ou sair daquela situação e se for permanecer fica, né? Nós tivemos um é um Grande exemplo de um médium João de Deus, mas que com certeza ele tinha uma espiritualidade enorme e aquilo que vai acontecendo aos poucos, vou recebendo um presentinho aqui, uma sociedade aqui, um negócio aqui, aquilo vai mexendo no ego. A sustentar uma mediunidade não é fácil, ainda mais quando você começa a ser visado,
vai trabalhar tudo. Você tem que trabalhar muito bem com elogios dentro de você. Você tem que trabalhar muito Bem com o que você recebe. Tem que trabalhar muito bem isso, porque se isso entrar, já era. Muda a polaridade >> sua. O aí o rodiz acontece, como você falou, >> aí vai a rodiz. Eu até acredito que no caso veio com abertura para fazer algo mesmo, né? >> Com certeza. >> Para realinhar alguma coisa. chegou aqui Com certeza e todos esses grandes que deixaram, quantas vezes Chico confirma no nos livros dele, na biografia, quantas vezes ele
foi tentado? Quantas vezes tem uma lá que ele caiu, botou ele de cara no chão, ele levantou para soltar um palavrão, não agradece. Podia ser pior, né? Podia ser pior. Agradece. Mas eu senti um espírito me empurrar. Agradece. Então, se ele se a gente, e o o médium ele tem que ter muito cuidado e tem que Estar constantemente estudando, por isso que eu falo, tem que estar constantemente estudando e praticando a sua reforma, se vendo, se vigiando. Vai cair, vai, mas volta, gira a chave rápido, retorna, entendeu? Senão você pode ser pode se perder por
esse sendo esse meio pelo qual. a gente tá falando de dimensões e de planos e tudo mais, como funciona o trabalho dimensional, né, dentro também dessa dessa egrégora da Umbanda e a Importância dos espíritos que trabalham na Umbanda nos processos de projeção astral, nos processos de amparo, né, fora do corpo. muito a atuação deles é muito grande, principalmente quando a gente tá iniciando, neófito, né, quando a gente tá iniciando e a gente mesmo em desenvolvimento a gente vai percebendo, né? E e mesmo a gente tendo vários anos andando na Umbanda, a gente vê muito amparo
deles, né? ele se mostrando muitas vezes como os guias que a gente Se vê arquetipicamente e às vezes até não, mas nos instruindo, nos nos dando sinais para Eu eu lembro que logo no início eu tive muitos sonhos com as entidades de Umbanda, mas me dando símbolos, não me falando exatamente as coisas, mas me dando simbologias que eram eram eu tinha que buscar. Como assim? eu tinha que buscar, eles não me davam nada escrito, eles me davam eh peças para que eu fosse buscar. Então Isso acontece muito, principalmente pro médio de umbanda que tá começando,
tá desenvolvendo, que já tá muito tempo, a gente vai ser muito amparado eh em outra dimensão, né, no mundo astral, quando a gente dorme, principalmente no momento de dormir, que é onde a projeção acontece, né? O Wagner, muitos, quando começou meu processo mediúnico, eh, acontecia muito, né, na adolescência e era um fenômeno que eu nunca tinha comentado com Ninguém. Então, depois quando conheci o Wagner, comentei, ele deu uma explicação legal, eh, a incorporação fora do corpo. >> Isso, >> porque às vezes eu me via fora do corpo, sabia e a entidade tava lá, mas estava
assim, ó, fazendo trabalho junto. >> Opa. E aí eu acho que deve, muitos médiuns devem passar por isso e devem, no começo deve gerar uma estranheza, né? >> Estranheza total. Uma vez e eu eu tive um desdobramento desse e eu tava numa rua, numa ladeira. Aí eu tava trabalhando com o meu preto velho, eu tava incorporado no banquinho do preto velho com pai Joaquim trabalhando, pai Joaquim de Aruando. Eu tava trabalhando e eu atrás dele é o inverso. Parecia que era o inverso. Aqui a gente tá trabalhando físico, a gente sente a presença do preto
velho. Lá era o inverso, era ele sentado e eu atrás no Meu plano, no meu plano astral. E eu ouvia perfeitamente, via, via perfeitamente aqu o o arquétipo, o arquétipo do preto e várias pessoas, uma fila para falar com ele. Aí eu vi que realmente a gente estava num processo de acoplamento, mas parece assim numa versão trocada. Então, foi tão interessante isso. Eu tô até para falar com Wagner sobre isso, mas foi várias coisas que aconteceu assim com preto velho, aconteceu com Exu, com criança, Em visitar em o Exu te levar no no reino dele,
te mostrar o reino dele, sabe? Mostrar assim, aqui é o meu reino, aqui é meu castelo, aqui não sei quê, te levar as zonas umbralinas que é sinistro, entendeu? Para você ver os resgates, essas coisas. Então acontece >> essa daí da zona um ombralinhas é que dá vontade de correr, né? Uh, teve uma que eu só falava assim, quero acordar, não quero. Parecia Hell Razer, aquele filme Do Hell. >> Às vezes não dá sua vontade, não vou falar por mim. Às vezes não dá só a vontade. Você realmente sai correndo, >> pô. Sai correndo várias
vezes. [risadas] Eu eu a minha eu tive uma que assim, eu tava sentado, tava numa eu lembro que tava num prédio, uma mesa assim em reunião. A gente tava traçando um plano para tinha que tirar as pessoas de no de algum lugar. Só sei que a gente descia, o clima era de penumbra, Pessoas vestindo roupas de da década de 50, 60 e daqui a pouco tocava um alarme, mas um alarme gritante e começava todo mundo correr e começava a escurecer, era parecia um estilo do filme. Depois eu tinha vi o filme, eu vi, caramba, parecia
Silent R, parecia aquele filme. Começou a escurecer, escurecer, os becos escuros, as pessoas entravam no escuro, eu falei: "Não entrem no escuro". e entrava no escolh e tinha umas umas entidades com as mãos, parecia garfos e Falei: "É, as pessoas gritavam lá dentro e aí eu pegava umas não entre aí, peg, não entre aí". Eu falei: "Vem comigo, vem comigo." Eu corria junto, eu não queria nem saber. Eu só sei que de 30 que eu tava reban eu eu só sei que eu cheguei numa ponte com seis e eu correndo junto. [risadas] E eu correndo
junto. >> Acontece, né? nem sei o que aconteceu com os outros, mas só sei que eu corri muito. >> É um negócio que e até as entidades elas ensinam, né? Você falou uma vez aconteceu de corri várias vezes também, principalmente no começo, sai correndo, gritando, eles têm paciência e já tá lá o o novato, né? Aí depois de um tempo você vai pegando mais maturidade. Daí uma uma vez aconteceu comigo de viram uma entidade lá que ela tinha uma um aspecto meio animalesco, tal, para trabalhar. Aí você já se dá conta depois de um tempo,
não tô aqui para ajudar, né? E tinham outras pessoas, só que essas outras pessoas saíram correndo. Daí o Exu que tava junto falou: "Tá vendo? Eles também estão começando. É, vai acontecer. Fica aí que a gente já vai buscar eles lá para explicar. Todo mundo no começo tem esse impacto, né? Sim. >> E é legal você falar para que porque a gente atrai muitas pessoas que estão Começando. >> Sim. >> E e muitas pessoas que estão começando muitas vezes são desestimuladas por conta disso, né? >> Isso. >> Então, explica um pouco pro pessoal eh a
importância disso num processo, né? E também acho que algo muito importante, a importância de um desenvolvimento mediúnico, ao seu ver, eh, de forma organizada, como você costuma, eh, Conduzir isso quando as pessoas te procuram, né? E quais são as recomendações para um médium que está começando a perceber que há algo diferente dele na sociedade, né? que ele tem comportamentos e sensações diferentes na sociedade. >> Ah, muito importante. Pegando a primeira, é muito importante a pessoa anotar os sonhos, registra os sonhos, anote tudo. Isso foi uma orientação que eu tive lá atrás e eu tenho cadernos
e Cadernos e faz todo sentido quando você anota, porque quando você escreve você dá forma e aquilo começa, você começa a entender o contexto dimensional. Então eu eu quando eu te relatei essa história, mas essa história eu escrevi umas 12 páginas desse mundo dimensional explicando como é que era o resgate, porque na hora veio tudo. Então escreva mesmo que for aterrador, né? For parece filme de terror, mas escreva, porque nós somos, nós ao dormir nós Estamos estaremos resgatando pessoas. A caridade ela continua. estaremos ali continuando ajudando a quem deve. Então, eh, agora pegando o contexto
de desenvolvimento, eu acho muito importante a pessoa sempre buscar um desenvolvimento mediúnico que e e se o seu centro oferece, melhor ainda. E se não, busca mesmo, busca um desenvolvimento mediúnico. Foi isso que eu procurei fazer. Eu desenvolvi, eu desenvolvi ao longo de mais ou menos 20 Anos um método, né, de aonde a pessoa ela vai passar por um estudo da base da mediunidade e depois que eu começo a fazer entender dos arquétipos, dos orixais e dos fundamentos de umbando para entender como é que o uso do fumo, da bebida, que isso é tão controverso,
o que tá por trás da ectoplasmia que envolve tudo isso. Então eu eu desenvolvi um método bem básico, por exemplo, de 110 horas de estudo, né? São são 50 são 44 aulas para Dar esse embasamento, essa essa sustentabilidade que muitas vezes o médium não encontra no terreiro, mas que é muito importante pro desenvolvimento mediúnico dele. Então o desenvolvimento mediúnico ele é muito importante. Não dá para você só vestir o branco e vamos lá, vamos ver o que que acontece. Não dá para ser assim hoje em dia, que aí você pode ser um fantoche lá na
frente, tá? >> É. E o, a terceira foi do desenvolvimento, você falou do >> o desenvolvimento do trabalho mediúnico e o que o médium sente no dia a dia, que ele se se sente diferente muitas vezes do amigo ali que não tem as mesmas percepções. O o que desperta muito inicialmente, eh, eu costumo falar, é a sensibilidade, o nível de sensibilidade do médium, ele ele se eh a pessoa começa a identificar diferença. Quando ele entra no ambiente, ele sente um ambiente pesado, ele tem contato com as pessoas, ele ele sente um descarrego de energia, O
levar de energia que aquele efeito esponja, ele fica descarregado e ele ou ele acumula muita energia do ambiente. que são próprios de médiuns sensitivos, que sentem muitas coisas do ambiente e que acumulam também. O outro ligado à mediunidade de cura que todos têm é as mãos esquentarem constantemente, as mãos entrarem em sudorese, principalmente quando aproximam-se pessoas que precisam de energia. Então são pessoas que têm um conseguem acumular muita energia e Também entregar muita energia. são médiuns que têm esse essa situação ligada à mediunidade de cura e todos temos, porque ao momento que você leva a
mão a um ponto de dor, você tá trazendo alento para aquele ponto de dor. Então você já tem um o fenômeno aí da autocura. A outra coisa é você ter sonhos, desdobramentos constantes, como a gente tá falando aqui, que começa a mostrar situações do mundo astral que tá ao seu redor, que vai levar conta a você Estudar. A outra coisa também é a é o despertar interno que a pessoa sente em buscar. Muitas vezes ela não sabe explicar, mas ela fala assim: "Nossa, mas eu tenho que entender sobre isso, eu tenho que me matricular nesse
curso, eu tenho que fazer isso." Eu sinto que é a hora. Isso é é porque a alma tá te colocando essa impressão, tipo assim, vai lá estuda, vai lá buscar. Ah, mas não fez muito sentido. Mas vai, pode ter certeza, vai fazer sentido lá na frente. São algumas situações que acontecem logo no início que que é um despertar da pessoa, é o é o é o interesse em querer buscar, é esse nível alto de sensibilidade, é algo fisiológico que aconteça, que às vezes a pessoa não sabe explicar. Por muitas vezes a claridência, a vidência que
pode abrir, né? né? Clarvidência acontece muito no desdobramento, a vidência aqui num momento mais consciente. São esses fenômenos que às vezes a pessoa também Escrever, ela pega pelo fenômeno da psicografia, ela começa a escrever. Então tudo isso que for acontecendo, que não é muito explicado para ele que tá começando, são é um despertar mediúnico, despertar da mediunidade que carece de estudo, não entendeu? Aí tem que procurar um centro, realmente >> um centro sério para poder você se enquadrar nisso. Não vai buscando qualquer livro, sabe? Porque tem livros falando de várias coisas, até ensinando Receitinha para
fazer em casa para você com E não é legal. É melhor você procurar um centro sério ou alguém que você possa seguir, que que faça sentido no seu coração e que fale seriamente aquilo que você precisa ouvir. >> E até tem gente às vezes que fala assim: "Ai, não leia tal livro". Eu falo: "Não, nem fale pra pessoa não ler que a pessoa vai querer buscar para ver o qual que é". >> A gente às vezes sabe qual que é um Livro que tem um assunto que vai zoar a cabeça da pessoa. >> Eu falo,
nem vou falar não. Fica aí no deixa as pessoas eh terem o crio delas. É muito importante isso. Aí você falou de sinais fisiológicos, né? Muitas pessoas relatam até, lógico, existem coisas que são mapeáveis e coisas que de repente uma pessoa vai ter e ela vai trabalhar mediunicamente. E isso é legal porque cessa, >> cessaos, Dores musculares, >> dores de cabeça, pesos nos ombros. Ela vai notando que tudo vai soltando, vai liberando, porque ela precisa. Tem tinha médiuns, por exemplo, Ricardo, euô eu sinto um acúmulo de energia as minhas mãos, eu pegava na mão da
pessoa suando, um suando. Falei: "Você é médium de cura, você é médio de doação, você tem que doar energia". Eh, já era muito ectoplasma, você tem que liberar, senão isso fica desse jeito. E aí quando ela Começou a dar passe, tô bem, tô melhor. É isso. >> Às vezes a pessoa come muito também para compensar essa essa doação que ela não tá conseguindo canalizar, né? É exatamente, porque a metabolização é muito grande e acontece muito nessa área. E aí é o que acontece, precisa precisa repor, ela precisa repor energia. E para repor energia, repor ectoplasma
para poder continuar a doação. >> Que nem o Wagner fala, fica um tonel de ectoplasma na >> tonel de ectoplasma. É, então o médium mesmo ele tem um metabolismo muito acelerado. Normalmente, por exemplo, eu tenho um metabolismo muito acelerado. Às vezes eu como a digestão acontece muito rápida, porque ela a energia ela é gerada muito rápido. Então a minha esposa às vezes fala: "Nossa, você parece um troglodita, come muito". [risadas] Mas dessa forma consum e até o que você falou lá da da polêmica da das velas, das bebidas, dos charutos, tal, né? Eh, é um
combustível, né? >> É um combustível. Ali, ali, por exemplo, eu eu sempre falo de um fato que ocorreu sobre bebida comigo. Eu tava numa sessão de Exu, meu guardião não tava bebendo, bebendo. Naquela época trabalhava com o seu Zé Pilintra. E aí ele bebendo, bebeu a cerveja dele, bebeu, desincorporei, tava no desenvolvimento ainda, tem uns 20 e poucos anos atrás ou mais. E aí eu desincorporei, tinha os outros exuér foram me oferecendo a bebida dele. Toma, toma, toma, toma, toma. Bebendo, bebendo. Daqui a pouco sessão de pombageira. Pombad. Toma, toma, toma. Eu falei: "Nossa, se
eu sair daqui e parar numa lei seca, >> tô ferrado." >> Que que aconteceu? Saindo, indo para casa, virei a avenida lei seca. Eu falei: "Por favor, Eu só tava fazendo bem. Me ajude a passar, guardinha. Eu já saí do carro, sabe? Falei assim, ó: "Tá com vocês, soprei zero." >> É. tinha nem uma hora de término da sessão, soprei zero. Aconteceu duas vezes isso comigo. >> Então depois lá naquele naquele tempo, eu não tinha toda a explicação que eu tenho hoje. Mas o que que aconteceu? Eh, como a gente exuda ectoplasma, normal, a entidade
ela pega o líquido, o líquido é Absorvido, é volatizado, é transmutado em álcool e vai pro éter. Então ele teriria tudo aquilo e vai limpando o ambiente. Às vezes no próprio baforar no elemento ar, ele já vai limpando, né, sutilmente todo o e não vai ficando nada dentro de você. Então eu eu ficava pasmo quando a nossa a nossa antiga mãe de santo, ela bebia, trabalhava com a dona Maria Molambo, bebia três garrafas de pitu inteira, acabava a sessão, ela não tinha um bafo de de álcool e ainda dava Uma meditação pra gente ir embora
Zen. Então assim, são coisas que realmente, por isso que eu falo, tem que estudar para entender como é que funciona o mecanismo da da ectoplasmia, como é que funciona o mecanismo da volatilização, da transmutação de elementos, porque eles sabem trabalhar isso muito bem. E aí eles trabalharam com os elementos da natureza, trabalham com os elementais, trabalham com os ectoplasmos, com a energia do centro, com a energia da Natureza ao seu redor. Tudo isso favorece para que a essa magia aconteça. >> Você falou dos médiuns antigos, né, que antigamente também os os mais inconscientes também tinham
uma quantidade maior ali, né, também porque ficavam muitas horas prolongadas ali, né, >> e consumia mais. Hoje em dia, como os médiuns também vão aprendendo melhor a lidar com as energias, você vê que diminui, né, a quantidade. >> Diminui, diminui. Por exemplo, na eu vou falar da minha medidade. Quando eu se quando parece assim, ele vai fazendo o uso da bebida dele, seu veludo, chega um momento que ele não faz mais, não faz mais, ele entrega a garrafa e acabou, porque ele já entende que como eu tô naquele processo e e participando, o que eu
estou vendo a partir dali pode afetar o processo. Se ele me apagasse, ele poderia ficar a hora que ele quisesse. Mas como ele me deixa participando e Aprendendo junto, vendo os campos, vendo as energias, quando me permite ver o trabalho de desfazimento energético, essas coisas todas, quando ele me permite ver, naquele momento ali, ele tá vendo, tá vendo tipo assim, chegou agora é o limite por do que você está vendo, a partir daí você pode me atrapalhar. Então é melhor a partir de agora cessar o uso, porque o que eu tinha que usar já foi
necessário. Você falou >> pelo do do da lei seca, eu vi ontem um standup, o cara da Umbanda que ele falou que aconteceu com ele, né? E aí ele falou: "Putza, agora que eu vou fazer, né?" Na hora que ele, o o policial perguntou: "Você bebeu?" Ele falou: "Eu não." [risadas] Ele já deixou claro. Daí também não acusou. >> Então ele falou: "Obrigado", né? Éava num trabalho espiritual, >> não. E eu saí daquele dia assim, ó, sabe como é o milagre, né? Milagre é algo inexplicável. Vamos botar assim de uma forma cristã falando. Mas eu
saí daquele dia, eu falei: "Que isso, cara? Isso aqui é é magia por inacreditável. Não tinha nenhuma hora. O álcool demora mais de 8 horas de sair do corpo. >> Mas sua mão, você pegar um listeirinho ali, né? Um bombom de licor já acusa. Já >> já acusa. É, é. >> Eu falei isso pro Wagner. O Wagner até Falou: "Pô, Ricardo, quero que depois fala para eles te ensinar isso porque eu quero aprender também". [risadas] >> É algo é algo esotérico. >> Esotérico. Não tem explicação. Isso é com eles, né? A gente é só ali
um instrumento, o canal, né? >> Só instrumento. E por falar nisso, fala um pouco do teu trabalho, do eh das tuas iniciativas, né? Você tem o teu canal, inclusive, pessoal. Eh, deixem o teu like aqui, coloquem seus comentários, Compartilhem para um grande número de pessoas. Nós temos aqui um um colab. O canal dele também tá aqui. Se inscreva no canal dele também, que ele também tem lives lá e vídeos muito bacanas. Então, vale a pena a gente fazer essa troca. O pessoal que veio de lá se inscreve aqui. O pessoal que tá aqui se inscreve
lá no canal dele que é muito bacana. E passa aí então essas possibilidades pro pessoal aí. >> Ai, que bom. Eu nós nós temos uma casa Lá no Rio de Janeiro que é o Centro de Estudo eh Espiritualista Universal. É uma casa que foi fundada dia 4 de abril de 2017 com o objetivo de unir as religiões, né, de trazer conceitos filosóficos, doutrinários para estudo e ao mesmo tempo acontece as terapias. Então, é uma casa que hoje se localiza no Recreio dos Bandeirantes, na rua Ismael Silva, número 87, do Recreio dos Bandeirantes, no Rio de
Janeiro. É uma casa que hoje atende 1000 pessoas Semanalmente, tem um corpo mediúnico de 130 médiuns. É uma casa que assim eu eu eu tenho muito amor por aquela casa e os méduns também um grupo mediúdico muito bom porque eu acredito assim quando tem base de estudo e base filosófica e doutrinária envolvida se forge médiuns bons e isso aí é algo que a gente preza muito lá naquela casa e a gente também tem nosso centro de umbanda que fica localizado em Santo Aleixaonde tem realmente as práticas de Umbanda, os Atendimentos de caridade que é o
centro da que hoje administrado pela minha mãe. Ela é mãe, também é sordis, é mãe de santo e é onde o nosso grupo ele se reúne também para poder fazer a sua caridade. E sou escritor também, tenho alguns livros escritos, né? Dois dois voltados para pra linha de umbanda. O meu primeiro livro é o Consciência Crística, que traz a visão universalista. Depois escrevi o Salve a Malandragem, Que traz o arquétipo do malandro de uma visão mais sagrada. Escrevi recentemente Sete Malágrimas do Preto Velho, que traz uma a força do preto velho, uma é um romance
de uma época baseada no poema Sétima Lágrimas pro Velho. Tá vindo agora o Luzes da Sabedoria, vai lançar no que vem, já tá, já tá editado, já tá pronto, que é um encontro de Buda, Cristo, Buda, Jesus, Lautissé, Confúsio, Maomé e Guru Nanac, que são vertentes, né, do siquismo com chinês com Fúsio, do Lautissé, e Maomé, Cristo, Buda. é o encontro de grandes mestres que eles se encontram para discutir assuntos da humanidade >> bem universalista. >> Bem universalista. E é um livro de 444 páginas que vai trazer aí uma uma vertente e um abraçar dessas
religiões aí. >> Quando tiver pronto, vem aí pra gente falar dele. >> Com certeza. >> E esse pessoal que gostou da do eles conseguem encontrar os seus livros em algum site? >> A pessoa consegue encontrar no www.aranduademy.com.b. br encontra tudo lá, até os nossos cursos de teologia de Umbanda, nossos cursos de heik que a gente oferece lá, que eu sou mestre heik também, e os livros também e vários outros cursos. Encontra tudo lá, >> deixar na descrição o pessoal, então jun O canal já tá junto aqui, você já vai poder se inscrever, então entra lá
nas redes sociais. O Instagram é Ricardo de Napoli, né? >> Ricardo de Napoli. >> Bem legal. O Instagram dele tem vários vídeos bacanas lá, explicativos. Sigam ele também lá no no Instagram. A gente também tem um colab lá que provavelmente você vai ver Filhos do Todo e Ricardo de Napoli. Então pessoal, deixa o like, compartilha, coloque os Seus comentários, assista novamente essa entrevista, marque pontos importantes, porque a gente falou sobre assuntos muito relevantes hoje. E eu quero agradecer tua presença, viu? Tua disposição, a com o compartilhamento de bons conhecimentos com o nosso público e as
portas estão abertas para quando você lançar esse livro vir aqui pra gente falar. Não, eu vou sim, eu vou sim. Inclusive, a gente também tem uma vertente lá no no canal de Ancestralidade, que é onde eu e minha esposa a gente traz isso muito forte, a questão da ancestralidade, da parte sistêmica. Então é algo também que também fundamental que a gente acha que é um tripé, faz parte do tripé, desse tripé da espiritualidade que dá uma força e você entender a força dos seus ancestrais, né, >> que tá por trás. Mas queria agradecer a Farrel
a possibilidade de estar aqui com vocês aberta para uma para novas para Trazer outras outros papos para bater. Tem a gente tem muitas histórias aí, mas queria agradecer de coração a oportunidade de estar aqui feliz do todo. >> Gratidão é nossa. E eu vou abrir aqui para você dar uma mensagem final pro nosso público aí que acompanhou. Ah, agradecer a todos vocês que estiveram aqui presente e dizer para vocês que eh o homem ele busca eh não é a mediunidade que engrandece o homem, é o homem Que ele na sua busca do seu estudo e
do conhecimento que ele engrandece a sua mediunidade. É aí que faz ele crescer. É aí que faz ele evoluir. Estudem, busquem. Fora do conhecimento não há libertação. Mediunidade é algo muito sério. É um dom que sem estudo só te leva a caminhos funestos, a caminhos que não são bons. E o que você tem hoje e todo mundo tem aí você pode fazer o diferencial nesse mundo. E a gente tá nesse mundo Realmente para deixar a nossa marca um legado, né? ajudar o próximo e deixar a nossa história pros que virão. Um beijo a todos, um
beijo no coração, como a gente fala na Umbanda.