Olá, bom dia, boa tarde, boa noite a você que tá sempre acompanhando o podcast Eclésia Cristo. Eu sou Berg Lucena e estamos para produzir mais um episódio para você, tá certo? Lembrando que esse é um podcast católico e o objetivo é evangelizar e catequisar. Convido você a curtir, comentar, compartilhar, se inscrever no canal, ativar as notificações para que você tenha todo o conteúdo do nosso podcast Disponível para você. Compartilha no grupo da família, dos amigos, para que esse podcast possa chegar o mais longe possível. E também falo para você o seguinte: viu um momento importante,
interessante do podcast? Faz o teu corte, compartilha nas suas redes sociais e marca o Instagram do Eclésia Cristo com você, tá certo? Tô aqui com o nosso amigo Franciudes de todos os podcasts para mais um podcast para lá especial, né, Francusildos? É isso aí. Uma alegria mais uma vez estar aqui. Agradeço mais uma vez a sua presença conosco, né? E lembrando sempre, é muito importante, né, o teu compartilhar, o teu curtir e o teu comentar. Isso vai nos dando referência de como tá chegando para você eh o esse encontro a cada a cada semana que
nós nos encontramos aqui. Então, seja muito bem-vindos. Mais uma vez, hoje o tema será muito pertinente para mim, para você, para nós que somos católicos, né? E é uma alegria Estarmos aqui novamente juntos para crescermos cada vez mais na fé. Estamos na CUR em Caruaru, no estúdio Carlos Acuts, não é? E daqui a gente produz esse material para você ter um conhecimento ainda maior da Igreja Católica, da história da Igreja Católica, do que a Igreja Católica defende de fato. Tá bom, Francesos? Temos aqui os nossos apoios, né, que permitem com que esse conteúdo possa chegar
até você. É isso. Nós temos o Apoio da orale odontologia avançada. Olha, eu sempre digo que cuidar bem do sorriso é você cuidar da saúde, né? Porque a saúde começa, né, pel uma boa higiene bucal e para isso você conta com a empresa Orale, odontologia avançada e rádio Orale, que vão cuidar do seu sorriso com todo o amor e com toda dedicação, com equipe altamente profissional. Olha, quando você for a Santa Cruz de Caparibe por procura a carne de sol na nata, tá certo? O melhor Restaurante de Santa Cruz de Caparibe que tem a melhor
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muito bem nesse exato momento, mas está conosco hoje para falar sobre o movimento provida, não é? E a gente vai bater um papo aqui muito bom. Sara Dulce, muito Obrigado por sua presença. Obrigada pelo convite e tô muito feliz da gente poder falar sobre esse assunto, né? Tem um lugarzinho pra gente comentar sobre isso e tirar todas as dúvidas possíveis. Sara, Sara Dce é médica, tá certo? Médica católica e já tem já vem desempenhando esse papel há um bom tempo, eh, pelo movimento Pro Vida. E hoje a gente vai, eh, bater um papo aqui muito
interessante, né? a gente vai contar histórias e falar como é que esse Movimento funciona, como é que ele eh faz o seu trabalho eh mundo afora e também em Pernambuco. É isso aí. Então já vou iniciar com uma pergunta básica, né? O que é o movimento Prova Vida? De onde surgiu, né? Qual a iniciativa poderia dizer pra gente? Olha, eu comecei a participar há há mais ou menos dois anos nesse movimento e na verdade eu não conhecia muito, né? Eu não sabia que existia um movimento pródida. Nunca tinha ouvido falar sobre isso, mas aí e
Eu me juntei a algumas pessoas que a gente queria fazer algum bem e a gente não sabia muito o que fazer. E eu desde sempre pensei muito na questão da adoção, por exemplo, né? Sempre tive um carinho especial por pensar sobre essas crianças. E aí quando foi um dia, eu juntei com uma pessoa que na época eu nem conhecia direito e eu falei: "Olha, por que que a gente não vê a questão da vida, né, do aborto, alguma coisa relacionada?" Ela disse: "Olha, eu tava Pensando a mesma coisa e a gente juntou num grupo do
WhatsApp e quando a gente pensou que não, a gente lançou o link no outro grupo e de repente aquele grupo começou a encher de gente querendo falar sobre o mesmo assunto. E aí a gente disse: "Como é que a gente vai fazer, né? porque a gente não tem ideia para onde ir, o que fazer, como é que a gente vai fazer alguma coisa. a gente tem muita vontade de atuar, mas a gente não sabe como. E aí foi quando a gente Começou a descobrir algumas pessoas que participavam já desses grupos, né, como Endel, que já
esteve aqui com vocês, Débora também, que atua lá em Garanhões. E eles começaram a explicar pra gente, eles disseram: "Olha, vamos nos encontrar virtualmente, Ended Recife e a gente vai conversar um pouquinho." E foi aí que ele começou a explicar para mim o que era o movimento para vida. E aí foi quando eu comecei a me interessar cada vez mais. Então, depois desse encontro Com Endel, a gente se encontrou em Recife e aí a gente começou a entender a gravidade do assunto, que não era apenas ajudar uma mulher em si, mas a gravidade, a potencialidade
disso, né? como que se deu essa questão aqui no Brasil, por exemplo, por que antes nós tínhamos um país onde mais de 97% das pessoas eram contra o aborto e a cada ano que se passa, a gente vai observando que esse número vai caindo? O que que tá acontecendo? Isso não é algo natural. E Aí a gente foi percebendo como é importante a gente realmente tocar nesse assunto e a gente realmente atuar. E é, pode ficar à vontade, Sara. Mas eu estava pensando exatamente aqui, é dentro desse movimento, o conhecimento que eu tenho, né, é
que vocês têm uma rede bem complexa, que trabalha de forma bem interessante, né? São vários profissionais, eh, médicos, jornalistas, eh tem um jurídico também no movimento de vocês. E esse movimento Prova eh trabalha dentro de uma rede mesmo, né? vocês têm o conhecimento de uma mulher que pretende fazer o aborto e vai prestar ali o serviço necessário para que ela não faça, não é isso? Isso. Eh, a gente fala que nós não somos um grupo político, muito menos um grupo religioso, né? qualquer pessoa pode participar disso. Então, nós conhecemos várias pessoas no país e fora
dele. E sempre que há necessidade de ajudar uma mulher, e eu digo que não é só uma Mulher, mas um casal, uma família, a gente tá interessado em todos os envolvidos, a gente vai ajudando um ao outro. Então, nem sempre a gente vai ter em todas as cidades alguém que atue de forma ativa, né? Então, às vezes, a gente precisa ajudar pessoas em várias cidades diferentes. Então, quando a gente sabe, a gente se junta e aí a gente vai observando o que que aquela mulher precisa, o que que tá acontecendo, porque o que que a
gente Vem percebendo? A maioria das pessoas que eh fazem o aborto, elas não sabem o que é o aborto. Elas são realmente enganadas. Então elas procuram ajuda para abortar, tomar uma eh um remédio, por exemplo, uma pílula para abortar e dizem para essa mulher que ela vai tomar o remédio, vai ter uma cólicazinha como uma menstruação normal, vai ter um sangramentozinho e no outro dia tá tudo bem. E a verdade não é bem assim, né? A gente sabe todas as complicações que Envolvem tanto as questões físicas como psicológicas, como espirituais também. Esse não conhecimento do
que é um aborto, né? Quando você fala isso, as mulheres que fazem o aborto, que pretendem fazer o aborto, elas não têm o conhecimento que é de fato uma vida. Elas acreditam é naquele discurso que é um amontoado de células ou que só é vida depois que o coração tá batendo ou alguma coisa desse tipo. Elas acreditam nisso? Sim, porque assim, veja, eh, eu Como médica, a gente não fala sobre isso na faculdade. Então, se tem alguém que deveria saber, é um profissional de saúde, quando é que começa a vida, né? O que é uma
vida, o que é uma pessoa, a gente não estuda sobre isso. Imaginem pessoas que não estão diretamente, né, diretamente relacionadas a isso. Então, algumas mulheres até hoje, se você pergunta para elas e quando é que a vida começa, elas podem te dizer: "Não, quando nasce, quando eu tô vendo a Criança, mas qual é o critério para dizer que é aí, né? Lá atrás não se sabia exatamente quando começava a vida, mas hoje, depois de tanta evolução da própria ciência, hoje já se sabe quando é que começa, né? É quando há o encontro do espermatozóide com
o óvulo. Ali, naquele exato momento, existem várias reações químicas e ali já existe uma pessoa. Por que que eu posso falar isso? Porque veja, o espermatozoide e o óvulo sozinhos, eles não são uma pessoa. O Espermatozoide não é uma pessoa, porque ele precisa de algo para se tornar uma pessoa, né? Mas a partir do momento que eles dois se encontram, eles não precisam de mais nada. Ali já é a vida e ali eles já sabem qual a função de cada célula que vai se multiplicar e vai se formar. E aí assim a gente entra em
várias questões, né? Eh, ah, mas a vida é a partir de tantas semanas. Vocês podem ver por aí as pessoas dizendo assim: "Vamos liberar o aborto até Tantas semanas". De onde veio essa semana? Por que essas semanas? Essa pergunta era mais filosófica do que médica, do que científica? É a questão de do quando começa a vida? Não, científica. Cientí. Mas é, antes ela era mais filosófica. Eu não sei te dizer o exato momento em que não se teve mais dúvida filosófica ou espiritual. Mas o que eu sei é a igreja desde sempre ela defende que
a vida começa na concepção, né? E desde sempre deve-se reconhecer a Dignidade daquela pessoa. Doutora, aqui vocês, vocês que eu digo eh o movimento provida, vocês que atuam diretamente nesse movimento, aqui vocês atribuem esse crescimento, né, do da luta pelo aborto ou esse crescimento do aborto em si. Existe algo a que vocês mais atribuem? ou vocês veem como um conjunto de fatores, né? Por exemplo, financeiro, psicológico, a a mentira, a enganação, tem algo que se destaca ou é um conjunto De de coisas que fazem com que as mulheres hoje vejam o aborto como algo simples?
Veja, eh, a gente pode usar essa mesma ideia para várias coisas. Eh, quando a gente quer mostrar algo muito drástico, vamos dizer, um filme de terror, se é a primeira vez que eu vou assistir um filme de terror, eu vou me assustar muito. Então, para que eu consiga assistir aquele filme que todo mundo morre de medo, eu não começo com ele, eu começo com um filminho mais Simples, né? até que eu vou me adaptando, me acostumando com aquela ideia e eu vou ver aquele filme mais tenso e não vou me assustar tanto. A mesma coisa
acontece com o aborto. Então, as pessoas ela ao longo do tempo elas vão se acostumando com algumas ideias e quando elas percebem elas estão se abrindo mais a essa ideia do aborto. Agora, é importante notar que isso não foi de forma natural, isso vem tem uma história por trás disso. A gente Inclusive fala que existem quatro fases onde se deu, né, essa mudança de pensamento. Essas quatro fases, eh, Sara, é uma mudança cultural, de fato, né? do dia para noite, isso leva tempo. Essa mudança cultural onde a mulher deixa de pensar que o aborto é
de fato algo inconcebível e começa a aceitar isso. A primeira fase, qual é a primeira fase? É da aceitação, é mudança de pensamento. Eh, veja, eu acredito que nenhuma mulher Ela pensa já no aborto, né? Ela pensa que um dia uma criancinha, uma menina, ela pensa que um dia ela vai ser mãe, né? Algumas desejam mais, outras desejam menos, mas ela não pensa em abortar, né? Isso vem quando vem a situação e aí ela eh eh alguém mostra para ela essa possibilidade, né? Só que quando a gente vai ver a questão histórica, a gente vê
assim, eu digo quatro fases de uma forma didática, mas a gente vê que lá no final Do século XIX eh as mulheres elas começaram a exigir mais direitos eh sociais, políticos e nesse contexto existia uma mulher chamado Margarete eh Margarete Sand Sander. Isso mesmo. E ela ela veio de uma família bem pobre e que tinha 11 irmãos. E ela tinha muita raiva porque ela percebeu que durante toda a vida dela foi negado é coisas que ela desejava porque a família não tinha condição e ela tinha que dividir com os irmãos. E ela nasce nessa família
com Muita raiva. Então quando ela cresce, ela lança livros e ideias falando que o melhor que uma família pode fazer para um dos seus filhos é matar. Isso. Essa frase, ele escreve assim, ela escreveu em um livro dela: "A melhor coisa que uma família numerosa faz para um de seus filhos é matá-lo." Então, veja, essa ideia absurda começou a ir porar outras pessoas. Outras pessoas começaram a divulgar essa ideia. E não lhe interrompendo, Sara, pode continuar de Onde você parou. Mas é interessante porque se a Margaret Senger escreveu dessa forma, o melhor era matar, né,
um dos filhos. E veja só, hoje eh ninguém fala assim, né? Hoje existe, semântica, é uma semântica muito linda para falar exatamente a mesma coisa, né? Sim. É, é interessante porque as mulheres elas elas foram, não digo nem as mulheres, a sociedade da época foi aceitando aquilo ali, né? Isso ela falou em um livro. E nesse mesmo contexto, veja, essas Pessoas, elas foram aceitando essa ideia. Olha, realmente uma família que tem muitos filhos se torna pobre, né, e não deveria ter esses filhos. E nesse contexto surge a primeira clínica ampla de abortos, que é a
Planet Parenthood, né? E aqui eu trouxe um dado, porque veja, em 2016, essa clínica, que hoje ela existe em vários lugares do mundo, ela tirou a vida de 579.000 crianças. E aqui assim uma observação, não é um número, são Pessoas, 579.000 pessoas que foram tiraram eh que sua vida foi néfada. E eh a receita desse ano de 2016 foi de 1 trilhão237 bilhões 300.000. Então quando você vê uma feminista falando assim: "Ah, é pelo bem da mulher, a mulher tem seu direito, parece assim um conto de fadas, né? Mercado por trás, né? É. E não
é bem assim, né? Existe uma empresa aqui que tá lucrando bastante. Ah, existe hoje Vários tratamentos de célula tronco, embrionária, muita coisa que é utilizada, que se e se faz desses meios, né, de aborto, por exemplo, e que muitas vezes as pessoas desconhecem, né? Mas ainda pegando um pouquinho do gancho da pergunta que Berg fez e da das quatro fases que você falou, a gente entende que e existe um psicólogo, agora me fugiu o nome dele, que ele apresentou a teoria da do estímulo ao contraditório. É aquilo que você disse, doutora. Você Vai levando as
pessoas a pouco a pouco tomar uma dose daquilo que ela a princípio é completamente contrária, veneno em doses homeopáticas, né? E aí ela vai se adaptando aquela realidade, daqui a pouco ela já começa a ver que não é algo tão daquele jeito como ela pensava e vai se trabalhando esse psicológico, coletivo psicológico. E a gente chegou ao ponto de que realmente hoje, infelizmente a gente percebe que o Aborto ele em em certos termos já acontece, né, de forma quase que livre, embora embora não seja. Mas aí vamos lá. você, a gente passou essa, passando dessas
quatro fases, de que maneira você vê a, a, não seria a contribuição, né? Seria o contrário, né? De que maneira você vê ou de o malefício, por exemplo, do feminismo, né, na sociedade, que faz com que a mulher hoje olhe para o corpo da criança que está dentro dela, que é outro corpo, e simplesmente a veja como Algo descartável. É, quando eu converso com algumas mulheres eh sobre o feminismo e eu que sou mulher, né, e elas gostam de que só a mulher fale, né, tenha seu lugar de fala, eu tenho que ter cuidado com
o que eu vou falar, porque só só serve se falar o que elas tá de acordo com o que elas o que tá de acordo com o que elas acham, magia delas. E assim, algumas amigas falam assim: "Não, mas você tá vendo o lado radical do feminismo, né?" E na verdade Não é. Veja, quando a gente fala dessas quatro fases, a gente vai chegar nessa última fase, que é a fase justamente em que eles perceberam que criando vários institutos, eh colocando dinheiro para pesquisa, para produção, distribuição de anticonceptivos, eh instrução de médicos e outros profissionais
de saúde, mesmo fazendo tudo isso, envolvendo tanto dinheiro para isso, eles perceberam no final que mesmo assim as mulheres continuavam tendo filhos, Né? E eles perceberam, olha, e elas continuam tendo filhos. Por quê? Porque elas querem. Então, a gente precisa fazer algo diferente. A gente precisa ensinar essas mulheres a não quererem. E aqui também entra esse feminismo que ele foi produzido. E engraçado porque foi produzido por homens, se a gente for entrar nessa história, né? E aí assim, eh, esse Kings Davis, ele fala a mudança estrutural da sociedade para que as mulheres não queiram mais
Ter filhos. Então, eles vão investir em que as mulheres elas devem eh procurar estudar cada vez mais, procurar uma carreira profissional onde elas sempre querem crescer mais. Começa também aí a questão da ideologia de gênero, porque se eu preciso não ter filhos, então vamos produzir que fazer com que as pessoas não tenham, não tenham, não sejam casais, não tenham filhos, criar conflitos entre a mulher e o homem, procurar disseminar ali sempre que um Queira mais do que o outro, que um esteja ganhando mais do que o outro. Eh, a questão do da educação é assim,
a gente vê isso no nosso dia a dia, né? Terminou a escola, vai pra faculdade, terminou a faculdade, vai pro mestrado, doutorado, vai desvinculando a criança do seio, né? Ali família. Depois é, depois eu preciso fazer um um curso disso, um curso daquilo e nunca para. E já chegou para mim e mulheres dizendo assim: "Olha, eu quero ter filho, mas Antes eu preciso fazer aquele curso, mas antes eu preciso fazer isso porque eu preciso ganhar mais dinheiro." Mas esa aí, a gente tem um tempo limitado para ter filha e o filho fica onde? E assim,
eu percebo que elas dizem isso com coração partido. Elas querem ter filhos ainda, mas a sociedade impôs de uma certa forma que elas precisam desejar outras coisas porque senão elas são inferiores. Porque tá em casa cuidando dos filhos é algo pouco, né? E e isso Foi vendido de tal forma que as mulheres de fato acreditam hoje que ser mãe, que ser esposa, que está em casa é pouco. As mulheres em 90% pelo menos acreditam que isso é pouco, né? Quando não é de forma alguma. Imagina a o dom de lapidar uma pessoa, um filho, uma
alma humana, educar uma pessoa, educar um homem, educar uma mulher. Isso é isso é muito importante. Eh, quando francêsos tocou na questão feminismo, não é? O feminismo foi inventado de fato por homens, não é? Que pegou e como massa militante mesmo as mulheres para defender essa causa. Hoje, Sara Dúcia, eu percebo que mais ou menos, até mesmo em quem não se considera feminista, aqui ali você percebe alguns resquícios, traços, porque isso foi vendido em massa, né, através dos meios de comunicação. Sim. Olha, a questão do estímulo mesmo contraditório, o estímulo contraditório, como você mesmo disse,
né? Eh, essa realidade hoje cultural que eles Conseguiram, é possível eh contornar, é possível conversar com a mulher feminista e fazer com que ela entenda que alguns pensamentos dela estão equivocados? Olha, eu acho que eu sempre penso assim, né? Eu acho que com o amor a gente consegue conversar, a gente consegue dialogar. Então eu acho que não vale a pena a gente simplesmente chegar e bater de frente. Mas se você tem uma amiga e vocês discordam de algo, eu acho que Vale a pena vocês se abrirem, conversar e ali naquela conversa expor as suas razões
e explicar. Porque do mesmo jeito que as mulheres não sabem o que é o aburto, elas também não sabem o que é o feminismo, né? Porque veja, é, você liga aí a TV Globo, né, que que quase todo mundo tá com a televisão ligada na TV Globo e eles falam aquela mesma coisa. Então, como é que você vai falar para uma mulher que tá ouvindo o dia inteiro sobre uma coisa e você vai falar que Aquela coisa tá errada? Quem é você para falar contra o que todas aquelas pessoas naquela televisão falaram? Então, é muito
difícil, né? Mas eh eu acho que a gente não tem que convencer todo mundo. Eu acho que a gente tem que sempre procurar a verdade e procurar ser melhor a cada dia mais. Então fazer a nossa parte, né? Isso. Você falou aí de uma emissora, né? uma grande emissora nacional e internacional também, porque vai além fronteira, mas a gente pode Abrangir isso para toda a realidade, assim, desde a realidade mais próxima de cada pessoa. Por exemplo, a escola hoje, né? Hoje em dia você vê, se você conversar com uma jovem adolescente que tá ali estudando,
ela vai ver o feminismo como algo belo, né? Então você vai para um cinema hoje, eu tenho observado, eu gosto muito de assistir filme e eu tenho observado que 80 90% dos filmes hoje eles abordam a questão do feminismo, eles abordam a questão, Por exemplo, da ideologia de gênero de maneira às vezes mais velada e em alguns casos de maneira bem aberta. E isso vai fazendo essa essa desconstrução, vai desfigurando a pessoa. Porque você falava no início da mulher que ela pensa em ser mãe, porque é algo natural da da da biologia, né? É algo
natural do sexo feminino. Só que isso foi sendo desconstruído. Você falou de Kinglis Davis, que é um dos pais do desconstitucionismo. E a pergunta que Berg fez é uma pergunta que a gente se faz sempre. Outro dia eu perguntava aqui ao Aloío Dantes que teve com a gente, às vezes a gente tem aquela uma impressão de tá batendo dando murro em ponta de faca, né, ou enxugando o gelo. Porque realmente você a gente às vezes sente isso e ao mesmo tempo a gente tem movimentos como esse Provida, que a gente conversava aqui em off, dos
grandes benefícios que vocês fazem. Então a minha pergunta é: existe hoje alguma metodologia que vocês se utilizam para chegar a essas pessoas, essas mulheres que pretendem abortar, por exemplo? Qual o mecanismo que vocês fazem? Como vocês chegam até essas pessoas? Eu acredito que existe uma verdade. E quando a gente trabalha com a verdade, ela toca, ela mexe, ela muda, né? Então, quando a gente vai falar com essas mulheres, eh, a gente não chega para elas dizendo o que elas têm que Fazer, mas a gente chega se colocando à disposição, dizendo: "Olha, por que que você
tá fazendo isso? Por que que eu posso te ajudar?" E só de você fazer isso, elas já se abrem, né? Elas já chegam e contam suas histórias. Nunca é uma história banal, sabe? sempre tem algo triste, sempre tem uma história de de ser deixada de lado ou de uma questão financeira que elas não têm, um medo, né, de ser até questionada porque ela já tem outro filho. E aí quando a gente vai Conversando, a gente vai eh fazendo com que ela se permita também ir entendendo mais, sabe? E e uma coisa que eu acho interessante
é assim, uma vez eu ouvi de um psiquiatra que a gente não precisa e como é que posso dizer? Não é conhecer, mas a gente não precisa ser tudo. Por exemplo, e a gente tá aqui num podcast católico, a igreja casa com isso, porque a igreja católica ela ela coloca na gente um centro. Quando a gente segue o Que ela diz, ainda que a gente não entenda, a gente tem um norte para onde ir. O que que a gente percebe das pessoas em geral? elas não têm esse norte, então tudo é válido, tudo pode e
aí elas se perdem nisso. E quando a gente conversa com essas mulheres, elas vão entendendo um pouquinho, a gente vai direcionando. Não necessariamente, né? Como eu falei, a gente não é um grupo católico. Existem católicos no grupo, assim como existem espíritas, como Existem e evangélicos, mas a gente acaba trazendo ela para o norte, que a gente com enquanto igreja a gente fala de lei natural, ou seja, é a verdade das coisas. aquilo que a gente conversava conversava sobre a dignidade da da pessoa, que a gente não pede, a gente reconhece. Quando vocês abordam essas mulheres,
Sara, eh, é perceptível uma desestrutura familiar, né? Eu pergunto isso porque eu sou de uma comunidade católica e acolhemos pessoas, né? E a Gente vê muito disso. Existe uma desestrutura familiar gigantesca. Às vezes dos pais, dos avós, dos bisavós. Quando você senta para conversar, você vê um histórico de divórcio, de agressão e eh de miséria, de abuso, de miséria, não é? De crimes que aconteceram ali e na família. É perceptivo em que percentual praticamente 100% chega perto disso? Olha, eu acho que sim, viu? chega perto disso. É muito difícil que uma família Que acolhe eh
a pessoa grávida, né, ela não tem essa liberdade de contar com alguém da família para dizer o que tá sentindo, o que tá passando. Realmente assim, são casos extraconjugais, são casos em que a mulher já tem outros filhos, às vezes com já com alguma deficiência, por exemplo, algum problema de saúde, ela não tem condição de estar com outra pessoa. E aí a gente também fala sobre a possibilidade da adoção, né, que é outro Tema que não é tocado, não é falado sobre isso, ninguém fala, né? Ninguém fala. Interessante, né? Eh, existe a recentemente, acho que
mês passado, em Recife, eh fizeram uma lei lá para que fosse mais divulgado a questão da adoção. Então, dentro das maternidades, você falar para aquela mulher que tá sofrida que ela tem essa possibilidade de que não é crime, a adoação em nenhum aspecto é crime, pelo contrário, né? A adoção é uma coisa Muito bonita, é você reconhecer: "Olha, eu não posso cuidar, mas eu sei que alguém vai poder fazer isso por mim. E que bom que alguém vai poder fazer." Doutor, o discurso geralmente é muito bonito, né? Você falou, por exemplo, quando alguém chega para
convencer uma mulher a abortar ou para tentar eh fazer de alguma forma que ela aborte, essas pessoas vão e apresentar o aborto como algo bonito, né? algo belo falando a Questão da adoção, por exemplo, a gente vê hoje em dia muitas eh eh como é que eu posso dizer? Fugiu a palavrinha aqui, né? Mas muito incentivo não é a palavra essa, mas mas é o mesmo significado. Muito incentivo, por exemplo, adote um animal, adote um um gato, adote um cachorro. E a gente vê muito hoje, por isso que eu digo, a questão de trabalhar o
coletivo, a mentalidade das pessoas. Você vê muito assim nos carros, né? aquele adesivo da família e tem lá um Cachorro, um papagaio, um periquito. E entrando nisso, né, sem interromper sua pergunta, não é? Eh, eu tava vendo um pouco a questão mercado PET é um coiso impressionante. É o que mais cresce no Brasil, acho que não só no Brasil, mas no mundo, o mercado PET e é tudo mais caro, um tratamento médico para cachorro é mais car hoje em dia as pessoas pegam um animal e tratam como é meu é meu filho, ah, é é
da família. Então, veja, tá se trocando, tá se perdendo a Dignidade humana. e e e jogando isso para os animais. A gente tá vendo agora uma, não sei se as pessoas, com certeza todo mundo tem acompanhado desses bebês reborn. Gente, que absurdo é esse? Até que até que ponto nós chegamos de desconstrução da humanidade para que as pessoas não consigam mais enxergar essa realidade, tá? E aí a gente, eu quero entrar aqui na questão dos malefícios do aborto, porque se fala muito assim, se apresenta muito como se fosse algo bom, Você vai resolver um problema,
evitar problemas, mas não se fala dos problemas. Você poderia elencar os grandes males do aborto pra mulher e pra família geral? Eh, primeira coisa é dizer, né, que acho que eu falei que elas pensam que vão tomar um remédio, tem uma cólicazinha e vai ter um sangramentozinho ali, no outro dia tá tudo certo. E elas vêm na prática que não é bem assim, né? Muitas delas relataram que jamais imaginariam que ao Abortar a criancinha sairia com coração batendo na mão dela, que ela se soubesse isso, ela jamais teria feito. Já vi relatos desse tipo, né?
Então, primeira coisa é isso. Antigamente a gente tinha a síndrome pós- aborto e isso foi retirado, né? Só que foi visto que essas mulheres primeiro, né, elas não são enxergadas porque a gente não fala sobre isso, a gente não fala sobre o aborto. Então, algumas mulheres abortam e elas têm vergonha de falar e então elas ficam Sofrendo em casa. E existem estudos que mostram eh todos os danos causados por essas mulheres para elas mesmas e para os futuros filhos que elas vão ter, né? Então, por exemplo, desde uma questão psicológica mesmo, né? Eh, choro incessante,
pesadelos, eh, transtorno depressivo aumenta bastante, a comportamento suicida também. Eu até trouxe dados aqui que eu tô vendo aqui distúrbio do sono. Isso é comportamento suicida aumenta em 155%, né? Eh, distúrbio do sono, tem mulheres que não dormem. O abuso de álcool, abuso de maconha aumenta muito. Abuso de álcool aqui, ó, aumenta em 110%, uso de maconha aumenta em 200%. Então veja, elas acham assim, as, aliás, eu não digo nem elas, as pessoas em geral acham que vão lá abortam e no outro dia tá tudo OK. Não tá tudo OK. Isso fica marcado para sempre
naquele coração e naquele corpo. Existe tudo um processo hormonal que se inicia com a Fecundação do óvalo, né? E esse processo hormonal é exatamente para preparar a mulher, não só para aquele óvulo fecundado ali, mas para todo o processo gestacional e pós-gestacional. Então é um ciclo que é interrompido no meio né? Então veja só eh aquele ciclo se iniciou, mas ele não termina. Exatamente esse ciclo que pode causar tantos danos assim, tanto tanto psicológicos como físicos, não é isso? Sim. Sim. E assim, a gente vai também pr E pra parte física, né? Porque não é
só a forma de causar o aborto não é só com comprimido, né? Existem eh pessoas que fazem várias coisas, inclusive em centros médicos, né? Então a mulher tem maior chance de infecção, eh, de hemorragia, de rasgar o próprio útero, de romper o próprio útero, da perfuração uterina, de gravidez ectópica numa próxima vez. Esse bebê essa gravidez ectópica, eh, o bebê não fica no útero, ele tem a a concepção em outro em outra Parte, pode ser em na tuba, no em outras partes, certo? Então tem uma chance maior disso acontecer e essa gravidez ela não dá
continuidade, né? Em algum momento ela vai ser interrompida até de forma natural mesmo. Isso pode gerar um problema pra mãe também, né? Não dá para nas, o bebê não nasce não, não consegue nascer ele, porque ele precisa estar no útero, né? Tem que fazer uma cirurgia. Isso precisa tirar. Às vezes acontece naturalmente, mas às vezes precisa fazer Uma cirurgia e às vezes a mulher nem sabia que tava grávida e pode gerar um problema maior, né? Eh, e aí quando ela tem um outro filho, esse filho tem uma chance maior de prematuridade, de baixo peso, enfim,
são diversos problemas. E aí eu pergunto, quem tá falando sobre isso? Porque no meio médico não tá se falando sobre isso. Pelo contrário, existe todo um mercado do aborto, né? Existem empresas, é, que lucram muito com isso. Na casa de bilhões, empresas De cosméticos, que lucram absurdos. Exatamente. Na casa de bilhões, como você trouxe agora a pouco, eh, estudando um pouco sobre, né, existe dentro dessas empresas uma campanha, né, do uso de métodos contraceptivos. Na verdade, eles já são estudados e sabem que esses métodos contraceptivos vão falhar em algum momento e que se comece a
vida sexual o mais cedo possível. Então, veja só, um adolescente que começa a vida sexual, ele tem em Média uma a sete vezes relações sexuais por semana. E esse método contraceptivo ou vai falhar ou em determinado momentos que não tiver o método contraceptivo vão ter a relação sexual e vai acabar engravidando. E existe uma previsão, inclusive dessa indústria do aborto, né, que essa jovem adolescente tem até a sua idade adulta madura, entre seis a sete abortos cometidos. a questão adolescente, escola, aquelas aulas de Métodos contraceptivos, aquele medo que se faz em relação a doenças venérias,
OK, tem que fazer meos, tem que falar, mas isso de certa forma não incentiva o jovem a começar o mais cedo possível a sua vida sexual. É porque o anticoncepcional ele veio com uma promessa de liberdade sexual, né? Sim. É quase miraculoso. É, é uma coisa fantástica. Só que o que que acontece hoje? A gente tá vendo que não é bem assim não. As mulheres estão usando o Ano concepcional muito cedo, estão começando logo cedo e elas estão perdendo alibido. Então assim, algo que foi criado com a proposta de olha agora você pode se relacionar
com quem você quiser, quantas vezes você quiser, mas hoje a gente vê que as mulheres não estão se relacionando nem com o próprio cônjuge, porque elas estão usando esse método anticoncepcional, né? E a gente sabe que existe um índice chamado índice de peer, que ele mostra Eh a quantidade de mulheres que vai engravidar usando aquele método anticoncepcional, ou seja, nenhum deles é 100%. E isso a gente vê no dia a dia, né? Porque a faço pré-natal e assim as mulheres que eu vejo lá elas estavam usando algum método anticoncepcional e engravidaram, sabe? É difícil você
receber uma paciente, eu, no caso minha experiência, de que ela realmente tava querendo, desejando aquela gravidez e e Não usa anticoncepcional, engravidou, não, a maioria tava usando e engravidou usando o método anticoncepcional. E assim, eu tô achando interessante porque a gente tá vendo cada vez mais, graças a Deus, que médicos ginecologistas estão percebendo que olha, para tudo a gente usa anticoncepcional. Se tá com acne, anticoncepcional. Se tá com SOP, anticoncepcional. E a gente só tá mascarando o problema. O problema mesmo não tá sendo resolvido. Então vamos Parar de achar que o anticoncepcional é a maior
maravilha do mundo, porque ele tá dando consequências que não estão sendo legais, sabe? Mas doutora, você assim o o leigo, a pessoa que tá lá numa numa ponta, ela não ela não tem esse conhecimento. Mas agora como profissional médica, vocês esses médicos, eles todos eles, porque a prerrogativa é que eles deveriam ter esse conhecimento, mas eles também sabem dos malefícios e eles preferem fingir Que não sabem ou alguns deles realmente acreditam que estão ajudando? Como é que você vê isso? Aí vem a questão da lavagem, eu digo, né, da lavagem cerebral que fizeram, porque pra
eles é ter filho não é uma coisa boa. Ou até é desde que eu escolha quando e quantos. Então veja só, a gente pode falar que isso é um genocídio, né? Porque eu já ouvi de enfermeira dizendo assim: "Olha, ela é pobre, ela é doida, não pode ter filho, não, tá com ano concepcional essa Mulher." Absurdo, né? E e essa lavagem é feita durante os cursos de medicina? Na faculdade dentro da faculdade. Eh, eu lembro que na minha faculdade, lavagem, quando Berg fala, é lavagem cerebral. Cerebral mesmo. Sim. Eh, eu lembro na minha faculdade que
eu nem pensava sobre isso, nem tava nem aí para isso. A gente foi ter uma aula e era uma discussão, né, todo os alunos e uma professora. E ela trouxe o assunto e ela Literalmente jogou assim, né? aborto na mesa, né? E eu já comecei a discutir. Eu tinha um amigo que vivia comigo para cima, para baixo na faculdade e assim, ele a favor do aborto e contra. E olha que eu nunca nem tinha pensado sobre esse tema, mas ele começou a falar de um lado e eu comecei a rebater do outro e ficou aquele
negócio e assim foi um negócio tão tenso a conversa e as pessoas, os hoje médicos sorriam, ficavam rindo, sabe? Só se divertindo Assim como se não fosse nada o tema, sabe? E eu e esse meu amigo, ele tava levando a sério do lado dele e eu levando a sério do meu lado. E as pessoas riam como se não fosse nada, sabe? E assim, eu lembro da imagem da minha professora gargalhando, sabe por quê? Porque ela queria isso mesmo. Eu vejo que hoje quando a gente conversa, eu tenho cuidado com o que eu vou falar. E
e existe ali. É interessante porque eu já passei por isso na sala de aula Também em relação a um professor ateu, não é, que dividiu a sala em dois grupos. E assim, independente da fé dos dois grupos, né, a a valendo nota inclusive, né, e um lado da sala defenderia a existência de Deus e a outra lado da sala defenderia a não existência de Deus. Independente, né, você acredita em Deus, mas você vai estudar para defender que Deus não existe, né? você é atu, mas você vai lutar, estudar para defender que Deus Existe. Uhum. E
automaticamente ele conduziu a sala a estudar o que a sala não queria estudar. Ele como professor de história não não tinha o porquê fazer isso na sala dela, mas fez. E a autoridade do professor, não é? Eh, conduz a isso. Com certeza. professora conduziu a isso e a a sua professora de medicina e ela tinha já o seu pensamento e deu gargalhadas porque ela e ela encerrou a conversa porque para ela já era suficiente. Opinião dela, ela deu Opinião dela? Não deu porque ficou meu amigo me batendo, né? Mas assim, eh, ficou claro que não
houve o respeito de assim, olha, eu quero ouvir a opinião de vocês, não existiu isso, sabe? A intenção era realmente, ó, o aborto é é legal. Sabe? E aí acabou a aula. Você entrou, quando você entrou na faculdade, desde sempre, você já era católica ou houve um momento em que você, opa, como a gente a gente entrevistou aqui a doutora Raquel Araújo, Raquel, e no caso dela foi um pouco, eu não sei se foi o seu caso, mas no caso dela ela era a favor, ela colocava dil nas mulheres e era bem a favor da
questão dos anticoncepcionais. No teu caso também foi assim ou não? Você já era católica, já entrou na na faculdade com essa linha de pensamento? Não, assim, eu sempre fui católica, eh, de best católico, né? Minha mãe era daquelas que eu me obrigava a ir pra missa no domingo, né? Só que era só Isso, era um catolicismo de ir pra missa no domingo. E aí quando eu fiquei, acho que no final da escola, no ensino médio, minhas amigas, eu sempre fui muito curiosa pela questão espiritual. Eu sempre achei que olha, se se existe uma verdade, eu
preciso estar por dentro dela e eu preciso me ajeitar dentro dessa verdade, porque eu não quero ter surpresas depois da minha morte, né? Então eu sempre queria saber mais. E aí minhas amigas e a maioria era ou Evangélica ou espírita. E eu comecei a me interessar pelo espiritismo. E eu disse: "Você espírita?" Aí eu disse: "Pera aí, para eu chegar em casa dizendo que eu vou ser espírita, o negócio vai ser complicado, né? porque minha família toda é católica. E aí eu disse: "Não, então pera aí, antes de sair eu tenho que ter uma justificativa
para sair". E coincidentemente era a época de inscrição de crisma. E aí eu disse: "Pronto, tá bom, vou fazer a crisma". E Aí eu encontrei Alisson, não sei se vocês conhecem, que é da Manaim. Que ele, assim, eu digo, eu até hoje eu digo a ele, foi você que mudou minha vida. Porque aí ele tinha que me aguentar, porque tudo eu perguntava, mas por quê? Mas por qu por qu, por qu, por quê? E aí ele foi me orientando nisso. E aí foi quando eu conheci a comunidade Manaim. E lá eu comecei a entender algumas
coisas, comecei a me aprofundar realmente o que era o Catolicismo. E aí pronto. Aí foi quando eu disse assim: "Não, eu sou católica, ninguém me tira disso aqui, né? Eu sou realmente católica." Quando eu fui pra faculdade, foi na época que eu saí de Caruaru e eu fui morar em Recife para estudar, depois eu fui para João Pessoa e aí nesse meio termo eu só estudava. Então eu praticamente assim eh comecei a ficar um pouco mais afastada. O meu coração não, meu coração queria Deus, estava ali com Deus, mas o dia a dia não Me
permitia tanto. Na faculdade era a mesma coisa. Eu tinha convicção do que eu era, mas eh eu não tinha como ir pra missa e tudo mais, mas eu não tinha muito essa questão de eu não conhecia muito o que realmente defender dentro da igreja, sabe? É uma realidade. Muitas muitos eh eh eh universitários têm essa dificuldade, passam essa realidade, né? E às vezes se torna aquele aspiral do silêncio. Você pensa de um jeito, a gente até Conversava no último, não sei se foi no último, mas às vezes você pensa de uma forma e acha que
só você pensa desse jeito, fica ali naquele aspiral de silêncio. Uhum. E quando você expõe o teu pensamento, muitas vezes você começa a perceber que existem várias outras pessoas que pensam da mesma maneira, né, Isso Berg. Vamos falar um pouquios, tá certo? Que permite com que esse conteúdo chegue para você. Falando Em conteúdo, novamente vou repetir, tá certo? Curte, comenta, compartilha, te inscreve no canal, ativa as notificações para que você possa acompanhar todos os conteúdos aí da sua casa, tá certo? do teu celular, do teu computador. Muito obrigado a você que compartilha, muito obrigado a
você que faz um corte, marca o Instagram Eclésia Cristo, através desse conteúdo, tá certo? Olha, quero falar para você do Santa Cruz Charme Hotel, fica na Avenida 29 de dezembro, lá em Santa Cruz do Capibaribe. Vai a Santa Cruz de Caparib, vai fazer tuas compras de roupas, fica lá no Santa Cruz Charme Hotel. Maria Zita, moda feminina, masculina, infantil, acessório, tudo que você precisa de excelência e qualidade, você vai encontrar aí na Maria Zita, né? Como é que eu faço para conhecer um pouquinho mais? A Maria Zita, né? Você vai encontrar aí no centro, né,
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da Degusto Bolos e Tortas aí em Santa Cruz. E olha, eu posso dizer que para mim, na minha opinião, é, eu sou suspeito a falar, mas o bolo que tem Santa Cruz, né? Bolo de queijo dele. É o nosso amigo Irail tá devendo porque no último podcast eu disse que nesse a promessa foi sua, não foi dele. É realmente. Então ele não tá devendo. Quem tá devendo eu vou ter que comprar um bolo e trazer da próxima vez Porque o cara não trouxe, velho. Mas olha, é um bolo delicioso. Então quando você bate aquela aquele
finalzinho de tarde, dá vontade de tomar um cafezinho, a doutor já tá ficando com água na boca já. né? Então lembra aí, vai lá e deguste, né? Sabore realmente um bolo gostoso aí da Deguste Bolos e torta. Tá ouvindo, né? Seu Irail, olha, você que é católico, tá aí do outro lado, tá certo? Com certeza acompanhando. Olha, família arteira, tá Certo? Artigos religiosos e personalizados é com a família arteira. Quer fazer encomenda de imagens, artigos religiosos, pesquisa lá nas redes sociais @família_linearte. C kids, moda infantil, né? Então, você quer vestir seu filho bem, você vai
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quê sabe por você gaguejou nesse Instagram? Porque você pulou Magda moda íntima aqui. Eu sei. Eu sei. Você não tinha feito não Magda Moda íntima na Não, faltou aqui porque é muito difícil. Eu me enrolei. Eu no último eu me enrolei de um jeito. Olha, Magda moda ítima vai sair dessa vez, viu? Modelagem que te abraça em Santa Cruz. Instagram @magdfitnessofíica, tá certo? Pesquisa aí, tá certo? No Instagram e você vai ver todo o catálogo, tá certo? Da moda Magda na na Magna moda ítima, tá bom? Olha, o negócio é difícil aqui, viu? É um
trava língua, rapaz. Olha, continuando aqui a nossa conversa com a doutora médica Sara Dulce. Sara Dulce, eh, esse trabalho que você vem fazendo, né, de defesa da vida junto com parceiros, com a rede de pessoas que que Sempre tá fazendo isso, você poderia, nesse exato momento trazer uma história que marcou você de uma mulher que pretendia realizar o aborto, mas que vocês conseguiram conseguiram mudar o pensamento dela e ela teve o seu filho, hoje cria o seu filho? Olha, a gente tem algumas histórias, né? Eh, eu não tenho assim, acompanhei do começo ao fim da
história. A gente participa em partes porque cada um vai ajudando de uma forma específica. Mas você pediu para eu Contar uma história interessante assim que marcou. Eu posso contar uma história de uma adoção? Sim, porque realmente me marcou. Era uma mulher que onde eu trabalhava, eu vou ter cuidado só para não contar o santo, né? Mas assim, onde eu trabalhava existem três equipes, né? E cada equipe atende uma uma determinada população. Então, um dia eu fui chamada para avaliar uma bebezinha. E no que eu fui avaliar essa bebezinha, eu percebi que ela tava com Lesões
que possivelmente poderiam ser de uma DST. E aí a primeira coisa que veio na minha cabeça foi: "Estão abusando sexualmente dessa criança". E aí eu disse: "OK, vamos lá chamar a mãe". E a criança nem tava com a mãe, tava com a outra pessoa, uma vizinha. Chama a mãe, chama o Conselho Tutelar, chama a enfermeira para avaliar. E essa essa paciente, ela nem era minha. E tudo bem. E aí chama o conselho, vamos pro conselho e vamos resolver a história. E No final dessa história, essa criança faleceu, depois descobriu que ela tinha DST. A mãe
e até hoje, infelizmente, ela é envolvida eh com drogas, só para ficar mais de ter doenças sexualmente transmissível, seja uma bebezinha que tava sendo abusada. Ela ela tava com HIV, só que quando a gente chamou a mãe para conversar e eu perguntar: "Olha, você tem alguma doença, né, e tudo". E ela não me dizia nada. E ela sempre se Mostrando muito revoltada. Eh, depois a gente foi descobrir que é porque ela já tinha uma história de bater num outro filho e o conselho já conhecia a história dela. Enfim, uma história bem complicada. E observação, ela
não era minha paciente, só que o médico que atendia ela não tava, tava de férias. E aí ela caiu nas minhas mãos, né? Eu digo que não é por acaso as coisas. E aí a gente foi acompanhar e o final dessa história foi que algum mês, acho Que dois meses depois, essa menininha que tinha acho que 8, 10 meses, faleceu. A gente descobriu que ela realmente tinha e HIV e faleceu. E a mãe era envolvida com tráfico e tudo mais. Então história bem pesada, bem complicada. E essa mulher, ela tinha outros filhos também, era eh
se mexia com prostituição, né? E aí tudo bem, passou a história me marcou demais porque eu fiquei cuidando dessa criança enquanto o conselho ficava com Ela, com a mãe, né? E aí eu já ficava: "Meu Deus, essa criancinha provavelmente vai ser tirada da mãe para ir para adoção". E todo aquele envolvimento, né, de cuidar da bebê e tudo mais. Passou-se o tempo, eu saí dessa unidade, fui pra outra, depois com anos depois eu voltei para essa unidade e eis que chega essa mesma mulher grávida. E aí eu, meu Deus do céu, de novo essa mulher
para mim, eu tenho que fazer alguma coisa. Eu Deus me botou na vida Dela para fazer alguma. Não posso passar, né, passando de qualquer jeito na vida dela. Como é que eu vou abordar? Porque como a gente falou antes, né, eh, eu não posso chegar e simplesmente jogar para ela tudo que eu penso, tudo que eu acredito, tudo que eu que eu poderia fazer, vamos dizer assim. Eu tenho que ver o lado dela, o que que eu posso te ajudar dentro das tuas circunstâncias. E aí eu conversando com ela sobre essa nova gravidez e assim
ela tinha mais de Um parceiro, né? E aí eu coloquei para ela a possibilidade da adoção e na hora ela disse: "Eu quero", né? E assim, eh, pode ser até uma uma questão controversa, mas ela disse: "Eu quero". Eu deixei ela muito à vontade. Eu expliquei para ela todos os caminhos para ser feita essa adoção. E todas as vezes que ela vinha fazer o pré-natal comigo, a gente conversava: "Realmente, você quer isso, é isso que você quer, você não quer mudar de vida, você, né?" E a gente ia conversando, então eu pude entrar um pouco
na vida dessa mulher. E no final da história a gente entrou em contato com o pessoal da adoção e assim ela pariu e foi um parto tranquilo, foi bom para ela, foi bom pra criança e até o pessoal que trabalhava com a adoção entrou em contato comigo, falou comigo tudo direitinho e a criança de fato foi adotada. Então eu digo assim que eh não houve, a gente não tirou a criança, as pessoas acham assim, né? Ah, vai porque É pobre e vai chegar lá e vai tirar a criança para colocar pra adoção. Não, não é
assim que funciona, né? É toda uma conversa para saber a situação daquela família. Mas dentro daquela realidade, de uma realidade que a mãe se envolvia com prostituição, era usuária de droga, vendia droga, batia no filho, a o conselho já tava cansado de ver situações em que o filho era agredido, eu pude ajudar uma criança a ter uma outra outra história, perspectiva de Vida, né? Então essa história com certeza, sim, foi uma história que me marcou muito. É, a gente falava aqui em off sobre essa rede de apoio, né, da do Provida, do movimento Pro Vida,
não só no Brasil, mas no mundo. Mas você disse algo que me chamou atenção, que vocês se preocupam com todas as necessidades da da da pessoa, né? como você acabou de dar esse exemplo dessa dessa doação, dessa adoção, eh você falou também off a respeito assim, não, se a pessoa, se o Problema é financeiro, a gente arruma uma forma de ajudar. Não, se paraa mulher não abortar, ela precisa de uma casa porque ela não tem, a gente se articula, né, para conseguir uma casa para essa pessoa. Então ficou bem claro que é algo assim muito
bem estruturado, muito bem organizado e que é feito com muito com muito amor, né, independente da da religião de cada pessoa que está atuando. dentro dessa dessa organização de vocês, Existe alguns pontos que vocês elencam para chegar essas pessoas e transformar essas realidades ou e como é que se dá, né? Como por exemplo, você falou de uma casa, eu achei algo assim bem porque você conseguiu uma casa, né? Como é que é? Alugel de uma casa é o aluguel ou vocês conseguem o recurso? Vocês têm o o contato de pessoas que como é que vocês
atuam dessa forma? É, é porque assim, né? É dentro do movimento Prova Vida, que é uma rede, ou seja, são pessoas que Se conhecem no país inteiro, existe todo tipo de pessoas, né? Não precisa ser médico para participar do movimento. É simplesmente qualquer qualquer profissão, qualquer ajuda. Eu eu não faço parte do movimento, mas já fui acionado pelo movimento, né, para para acolher uma mulher que necessitava. Então assim, eu achei interessante isso, né? Porque tem um conhecimento, alguém do Recife, de outro lugar, tem um conhecimento de uma mulher em Santa Cruz De Caparib, em Caruaru,
e entra em contato com alguém ali para dar a primeira assistência. Sim. E e o grupo fica ali sempre perguntando o que é que precisa, eh, como é que está aquela mulher, se ela resolveu de fato eh não tirar mais a criança, se mudou de ideia. Então assim, existe, a mulher se sente muito sozinha, geralmente ela se sente muito sozinha quando quer cometer o aborto, fazer o aborto. Existe uma rede que não deixa essa mulher sozinha, né? E Tenta dar tudo necessário para para que isso não aconteça. Sim, existe um acolhimento, né? E você falou
a palavra que define assim, é amor. Então a gente ama reconhecer, como eu falei, até tô repetitiva, mas assim, a gente ama reconhecer a dignidade de cada pessoa. Então, às vezes não é a mulher, é, são as duas vidas. Existe uma mulher, talvez dentro ali daquela barriga, né? Existe um pai que também tá preocupado. Existe uma avó, existe um irmão, então a gente Tá preocupado com toda a família. É só o bebê. Ah, a mulher disse que não vai abortar. Então a gente disse: "Tá bom, obrigado, tchau". Não, a gente continua acompanhando. Eh, teve um
caso em Recife de uma mulher que ela era do Rio de Janeiro. Ela quis abortar lá no Rio de Janeiro e aí o pessoal do Rio conseguiu fazer com que ela não abortasse. Depois de alguns anos, ela veio com essa criança para Recife, começou a morar lá e engravidou novamente. E aí ela entrou Em contato com o pessoal e disse: "Olha, eu queria ajuda de vocês porque eu não tenho condição financeira, não, não, não tenho parceiro. Foi um um caso que eu não queria ter. E eu sei como vocês são, e sei como vocês ajudam.
O pessoal do Rio de Janeiro entrou em contato com a gente e olha essa mãe, ela tá sozinha, ela tem uma filha, ela não tem mais ninguém, tem uma avó na história que também não tem condição de ajudar muito e ela vai parir e aí ela tá muito Ansiosa, tá muito preocupada, porque não tem ninguém que fique com ela. Resultado, a gente se mexeu e aí uma pessoa foi levar ela lá pro pro hospital, outra pessoa ficou com ela. A mulher tava parindo, chegou uma outra pessoa desconhecida e disse: "Oi, tudo bem, fulana? Eu vim
ficar com você. Eu vim lhe acompanhar, lhe ajudar a tomar um banho, a trocar a fralda, a ajudar sua bebê, a chamar o enfermeiro se for preciso." E a mulher, a gestante disse: "Meu Deus, como assim?" Inclusive, quando a gente entrou em contato novamente com ela, eh, para perguntar, né? "E aí, deu tudo certo? Parte foi tudo tranquilo?" Isso assim, eu aqui em Caruaru, ela lá em Recife, eu nunca cheguei a vê-la pessoalmente, mas falando com ela pelo WhatsApp, tudo tá tudo certo, tá tudo bem, precisando de alguma coisa, ela disse assim: "Tá tudo bem".
Fulana que que não precisou falar o nome, já mandou Seus anjos para cá. E assim, essa mulher, ela era evangélica e a gente chegou a mandar uma freira para lá porque não tinha ninguém para ir. E aí a gente disse: "Ó, freira, vai ter que ser a senhora. Dê um jeito aí, se organize aí para ir. E aí a gente tem uma foto linda da freira, é, cuidando, passou o dia lá cuidando da bebezinha. Já que você entrou aqui, né, como você disse no começo do nosso podcast, você disse o seguinte, né? Não é um
grupo político, Não é um grupo religioso. Eh, tem evangélicos, espíritas católicos, mas você é católica, não é? E agora você falou de um testemunho onde uma freira também esteve presente. A importância da Igreja Católica para você dentro do movimento para vida, não é? O daquilo que a Igreja Católica diz referente ao aborto e é a instituição que mais firmemente se coloca contra o aborto. Qual a importância da igreja, da doutrina da igreja, da fé que você tem? Olha, se não fosse eh a eu estar inserida na Igreja Católica, eu nem estaria no grupo provida, não
que eu não seria provida, mas eu não estaria ativamente trabalhando para isso, né? Porque assim, eh, eh, é muito complicado a gente pensar assim, o que que a gente poderia fazer para mais pessoas descobrirem o que é de fato o aborto, para que as pessoas eh fossem ativamente contra o aborto. A gente tá inserido numa cultura muito complicada e se a Gente for pensar só por a gente, a gente não faz nada porque é praticamente assim muito difícil, né? Então, quando a gente faz qualquer coisa dessas, a gente faz pensando que Deus está nos olhando,
que Deus quer ver a nossa ação, que ele quer ver a gente lutando por aquilo, que que a gente precisa divulgar aquela verdade das pessoas, né, da importância da vida. Então eu acho que a importância da igreja na minha vida é isso. Se eu não tivesse nela, talvez eu simplesmente Pensaria: "Ah, tá bom, eu sou contra o aborto e quem quiser seja o que é, sabe? Quem quiser pensar diferente que pense e tá tudo bem. E não, não é assim, não funciona dessa forma, não tá tudo bem. Se uma pessoa tá no erro, cabe a
nós. Isso é muito católico, né? Cabe a nós chegar lá e exortar. Olha, tu tá errado. Vamos procurar aqui vir pro para o que tá certo. Olha aqui essa verdade, né? E eu até trouxe aqui o o catecismo que fala o seguinte: a vida Humana deve ser respeitada. E para quem não sabe, né, o catecismo é a lei da igreja, né? Tudo que a igreja diz, ela tá aqui, que é uma coisa interessante, porque às vezes a gente acha que a igreja pensa de uma determinada forma e não é. Então, se a gente tem dúvida
do que ela realmente considera, a gente tem que vir para cá, né? um dicionário. Então aqui ele deixa bem claro, a vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento Da concepção. Então veja aquela tá usando de ciência a partir da concepção, porque quando a gente vai ver o Código Civil, a ONU, eles dizem que a criança deve ser protegida fora e dentro da barriga, mas eles não, eles deixam meio dúbio dentro da barriga, desde quando? Até quando? Desde quando? É, e o catecismo não. Catecismo diz desde a concepção. Exatamente.
É por isso que o catecismo também a Igreja Católica defende a vida e é contra eutanásia Inclusive, né? É do começo, desde a concepção até o suspiro final. E é é um respeito muito grande que a Igreja Católica tem referente à vida humana, né? Esse dom de Deus tão precioso que nós temos. E como é bom ver grupos, né, que estão defendendo a vida, né? Quantas eh crianças que nasceram por movimentos como esse, provida, né, por redes de apoio como esse, que chegaram para mulheres e convenceram essas mulheres a terem seus filhos, a doarem seus
filhos, Né, a colocarem paraa adoção seus filhos. Isso é muito muito importante, né? Que esse trabalho continue, que esse trabalho permaneça. Franco, doutora, eh, muitas pessoas acompanham o podcast, né? vão acompanhar porque fica lá sempre salvo. Eh, e geralmente a gente faz essa pergunta no final, mas acho que a gente já tá se aproximando aqui do fim. Eh, de que maneira a você que está nos acompanhando agora, pode, de repente, pode ser que tenha alguém passando por Essa realidade, tá vai abortar, tá, tá prestes a abortar, a vida dela tá totalmente conturbada. Como é que
essa pessoa faz para chegar a esse movimento? provida, porque a gente escuta falar do movimento provida, mas muitas vezes a gente não sabe por que meio eu vou me utilizar para chegar. Então, tem um Instagram específico ou como é que a pessoa pode chegar até vocês? De repente essa pessoa que está nos acompanhando agora? Eh, eu suponho que as pessoas que Estão assistindo são católicas, né? Então, eu quero dizer que a igreja ela é mãe e ela acolhe. Nós temos, por exemplo, o projeto Raquel, que nasceu no coração da igreja, que é um projeto que
acolhe de forma especial as mulheres que já abortaram. Eu eu posso fazer só uma colocação porque é muito forte isso que você tá falando e eu tô falando para aquela câmera ali porque é a a nossa câmera, né? Mas a sua câmera é essa. Eu vou pedir para você falar para essa essa Pessoa que está agora ouvindo você. que já cometeu que já cometeu aborto. Isso é muito importante. Eu conheço uma uma mulher, Francis, é muito importante você tocado nisso, que ela, eu conheço há uns 10 anos e é um sofrimento interminável porque cometeu aborto,
né? Ela não consegue se perdoar. Esse projeto Arcan é exatamente para acolher essas mulheres que já cometeram aborto, para que elas se perdoem, acreditem na misericórdia de Deus, não é isso, doutora? pode ficar à vontade. Eh, como eu falava, né, a igreja a gente não tem que ter medo dela. Ela sempre tá à disposição para te ouvir, para te acolher. E nós temos o sacramento da confissão, que nada mais é do que o perdão por aquilo que foi feito. E não importa muito o que o que aconteceu naquela época, sabe? Eh, se você já cometeu
o aborto, não fica com isso só para você. Procura um sacerdote. Se você tá aqui em Caruaru e tem acesso a mim, eu tô à disposição para conversar, para lhe ouvir. Não vou ficar insistindo para você me contar por, como você fez. Isso também é desnecessário, mas eu sei que você sofre e que você precisa de um apoio e que você precisa desse perdão. Então, para você que é católica, que cometeu, não perca tempo, procure um sacerdote para pedir esse perdão à igreja que a igreja te concede, que é o Perdão de Deus. E eu
tenho certeza que o peso que você carrega sozinha vai diminuir, vai diminuir e você vai aprender como você vai poder transformar essa dor, né? Eh, a gente tem Zezé Luz, que se você não conhece, procura ela no Instagram, é mais fácil você encontrar ela, que ela é a presidente da Rede Colaborativa Brasil, que é a o grupo nacional, ela que nos move, vamos dizer assim. E essa história começou com ela abortando e ela se percebeu assim no fim Do poço. E aí ela disse: "Eu preciso fazer alguma coisa e eu não vou deixar". nenhuma criança
mais ser abortada. E desde então foi que ela começou a fazer todo o movimento no país. Então hoje Zézé Luiz ela corre o Brasil inteiro, o mundo inteiro para falar para essas mulheres o que é o aborto, para falar para elas que acolhe, que entende e que pode ser diferente. Então, sua vida não acabou por isso. Você ainda está viva. Deus Ainda lhe concede esse momento. Então, aproveite o seu momento para transformar essa dor e ajudar. outras mulheres que estão igualmente perdidas em algum momento e que precisam desse dessa dessa troca do que aconteceu também.
Aproveitando, foi muito forte que a doutora Sara acabou de falar nesse exato momento, né? Acredite na misericórdia de Deus, né? Seu pecado não é nada diante da misericórdia de Deus. E e há poucos dias eu testemunhei junto com minha Esposa, meu filho, minha mãe e meu tio, minha avó, 97 anos e 9 meses. 97 anos e 9 meses. Há pouco tempo ela tem momentos de lucidez e momentos que não está mais lúcida. Em um momento de lucidez, ela começou a falar o seguinte, né? Meu pai me criou, minha mãe me criou, me educou, eu tive
seis filhos, eduquei os seis. estão todos criados, são o meu tesouro, 97 anos e 9 meses. E por que que eu tô dizendo isso, né? Eh, eu tenho Certeza que essa cultura, tem muitas mulheres que vão acompanhar aqui, estão muito preocupadas com a carreira, estudar, ter sua profissão, ter as suas posses, não é? Terade, sua liberdade, não é? Mas o que vai contar no finalzinho da sua vida? Ou ou talvez nem tão no finalzinho assim. É de fato você perceber, sou mãe, eu sou avó, tenho filhos, criei bem, são o meu tesouro, eh estão cuidando
de mim, ela precisa de todos os cuidados hoje e tem Os filhos para est cuidando dela nesse exato momento. E esse é o valor maior da vida, é a gente de fato ter uma rede eh de esposo, esposa, filhos, netos, pessoas que são nossas de fato e que tem um vínculo de amor eh eh que vai fazer até o último suspiro da nossa vida não ser sozinho. Então, você que tá passando por um momento difícil, tá se sentindo sozinha, é, procura essa área dulce, procura o movimento para vida, procura a Igreja Católica que pode ter
certeza que Alguém vai te dar um direcionamento e vai ter alguém para estar com você nesse momento difícil. Só uma colocação que eu achei muito interessante e muito forte. Eh, a doutora falou aqui, né? Mas você que é católica, você que é católica e de repente pode ser que tenha alguém que não é católico, pode ser que temha alguém que não tem religião e que talvez possa ter se sentido excluído, mas não é isso, tá? A igreja está aberta para você, né? Quando ela fala que não é Também, principalmente para você que não é, né?
Principalmente para você que não é, para que você venha, para que você se achegue, para que você descubra-se filha de Deus, amada por Deus, né? Então, olha, eh, eu achei belíssimo hoje conversando um pouco mais sobre e esse movimento, porque realmente estão aberto para acolher todo de qualquer realidade, mas sinta-se você também incluída, né, nesse chamado a se perdoar, né, porque você precisa se Perdoar se você já cometeu. Se você tá pensando em cometer, não faça isso, renuncie, né? Tire isso da sua cabeça, né? De repente, se agora vai até entrar em contato, depois doutora
vai deixar aí sua suas redes sociais, se for possível, para que você chegue até ela ou até outras pessoas, como Berg disse, até um sacerdote. Ah, não sou católico, o que que eu faço? Procure um sacerdote, né? Ele vai te orientar, ele vai te ajudar, porque a igreja, né, é a extensão do Próprio Cristo aqui na terra. Então, olha, não sinta-se excluído ou excluída de forma alguma. Eu posso até dizer excluído também, porque de repente você que é homem, que engravidou e que levou a mulher a cometer o aborto por uma pressão que você impôs
e talvez você hoje tá se sentindo culpado também assim, né? E tem homens eh que tentaram impedir que suas parceiras cometessem um aborto e não conseguiram e sofrem muito. Né? Eh, você homem também, né? Não se Sinta só. Procure ajuda, procure alguém. Eh, eh se de fato você participou desse processo abortivo, se confesse e e retorne, né? Retorne a a à sua humanidade, né? Porque o pecado vai tirando a humanidade de nós, mas volte à sua humanidade e refaça sua vida. Eu vou pedir as considerações finais a Sara Dulce, não é? Muito obrigado por sua
presença. Vai ser a primeira de muitas, com certeza. Certo? Gostei muito do, acho que a gente Poderia ter mais outros encontros que a gente ainda falaria bastante aqui, né? Mas foi interessante. Eh, e assim, você falando, né, quando a gente fala da igreja, eh, realmente não é intenção de excluir ninguém. E uma coisa que eu acho muito bonito da igreja é que uma vez eu vi algumas pessoas que se converteram recentemente e elas eram de igrejas eh protestantes, né? E elas diziam assim: "Olha, se eu falasse qualquer coisa da Igreja Católica na minha igreja Protestante,
eu era rechaçada, né? Mas quando, por algum motivo, eu tive que ir na Igreja Católica, eu fui muito bem acolhida. Então eu tenho certeza que qualquer pessoa, homem, mulher, qualquer religião, chegue numa igreja e diga assim: "Ô, padre, o senhor é o responsável aqui, eu quero falar com o senhor. Eu tenho certeza que ele vai lhe escutar e vai lhe lhe lhe atender, né, e lhe encaminhar para essa ajuda. Então, vale muito a pena você não ficar Sozinha, não optar por ficar sozinha, mas procurar essa ajuda. Muito obrigado mais uma vez e vou pedir para
você novamente, tá certo? Curte, comenta, compartilha, te inscreve no canal, ativa as notificações, faz o teu corte ou faz um corte da Dra. Sara Dulce, dessa mensagem que ela fez agora a pouco, tá certo? Faz esse corte, publica nas tuas redes sociais, marca o Instagram, Eclésia Cristi Berg 88, Francos Lira, o Instagram também da Sara Dce, tá certo? Marca para que a gente possa ver a evangelização acontecendo. Ela trouxe aqui pra gente uma camisa, né, Franc? Agora não sei como é que vai fazer essa camisa aqui, porque eu tô achando que vai ficar grande em
Berg, né? Eu sei que a caméu rus, a camisa é linda, gente. Muito bonita, muito bonita. Já tem dono, viu? Vem ver, não tá certo. Tudo bem, não tem problema não. Mas eu fiz questão de mostrar aqui porque realmente é muito bonito, muito bonito. Olha, muito Obrigado por sua participação. Olha, ó, Ir tá falando, ó, tá dizendo dá para ele. Eu queria só indicar esses dois livros aqui. Pode ficar à vontade. S. Eh, esse livro aqui, ele resume bem muitas questões pra gente começar a entender o que é o aborto. É o que você precisa
saber sobre o aborto, literalmente, né, George Maa, não é mesmo? Isso. Ele é um cearense. Então é um livro que você vai começar a entender bem o que é toda a história do aborto. E Esse livrinho aqui que é a encíclica de do Papa Paulo VI, que é o Manivit, que ela ele aborda desde o matrimônio. Essa encíclica da Um podcast é que ele fala, é bem pequenininho, né? E ele fala desde a o que é o matrimônio, né? que não é obra do acaso, mas do próprio coração do Senhor. E ele fala o que
é que ele aceita, né? O que é lícito, o que não é sobre a dignidade humana. Então, vale a pena ler. Você lê bem rapidinho esse livro. Esse humanit foi feito exatamente No período do bum dos contraceptivos, né? E vale a pena. Acho que é um tema para contam. Exatamente. Muito, muito boa indicação da Cara Dúcia, agradecendo a você. Tá certo. Muito obrigado. Muito obrigado mesmo, Francos. Muito bom. Olha, foi muito emotivo, né? Foi realmente o B se emocionou bastante aqui, mas realmente é um assunto muito forte, né? É um assunto que pouco se fala,
mas é necessário estar falando sempre sobre isso, sobre a Dignidade da vida, né, humana. Então, desejo a você toda a felicidade do mundo, né, que esse programa chegue até você e mude a sua realidade, né? que você que foi tocado, foi tocada, mude essa realidade. E da minha parte, que Deus te abençoe, sinta-se amado, filho, filha amada de Deus e um beijo no coração, como eu sempre digo. Tchau, tchau, até a próxima.