Uma [música] coisa muda outra. >> Camila, >> pronto, Renan, olha, você tá trazendo aqui propostas, né, pra segurança pública, que é um dos maiores gargalos que a gente tem hoje no Brasil. E muito dessas propostas, elas dependem da aprovação do Congresso e do Senado.
E aí o Brasil vive hoje em dia em constantes embates entre executivo e legislativo. Muitas das pautas que entram no executivo, elas não são aprovadas no legislativo. Isso dá um problema enorme.
Então, como é que o Renan Santos pretende se articular politicamente desde já para garantir a governabilidade e o apoio parlamentar em um eventual governo aí para 2027? >> De maneira muito clara, eu preciso ganhar explicando quais são minhas propostas. Não, não, mas é onde tá Renão.
Olha o Lula, o Lula, o pessoal já conhecia o Lula, já vinha de dois mandatos, atença, ele já vinha de dois mandatos e os e as pessoas já conheciam o estilo do Lula. Como você sabe qual o estilo do Lula? você vai enfrentar o Lula no segundo turno, hipoteticamente falando.
Então, o Lula vai vir com as propostas dele, que é educação, como fortalece não não, mas ele mas ele vai dizer ele vai dizer o seguinte, que ele vai fortalecer o pé de meia, >> uma das coisas que ele vai incentivar mais, vai dar mais verbas para faculdades, universidades públicas, ele vai entrar nessas nessa zona aí. O Renan, aí o Renan, certo? Tá, o Renan vem e coloca as propostas dele.
>> Mas a diferença, me desculpa, me desculpa de interromper que ficou agoniado. Desculpa, >> eu sei. Não bem.
É que não é uma proposta clara. Ah, eu vou dar uma ajuda aí nesse projeto que eu vou melhorar o que está aí. Cara, isso não é uma proposta clara.
O Glula ganhou com um chavão chamado eu vou fazer você comer picanha e tomar cerveja, que sequer uma proposta. É um chavão. Se você falar, olha, eu vou pegar, eu vou fazer uma revolução na educação brasileira fazendo isso, isso e aquilo ele não veio com isso.
Não foi nem tema de campanha pé de meia dele. Agora ele pode falar: "Eu tenho pé de meia, agora vou fazer mais". É vazio.
O o Bolsonaro também tinha nada. Qual era a proposta do Bolsonaro? Nenhuma.
Qual a hoje a proposta do Lula, ninguém sabe qual é para essa eleição. E a proposta do Flávio Bolsonaro é: "Preciso salvar meu pai". É isso.
É isso. >> Mas como é que você vai se titular com Senado? Só pra gente não desviar o >> Mas não vou desviar isso aqui não desvio de maneira alguma.
Não desvio. É de maneira clara. Se o se eu ganho com uma plataforma uma plataforma bem clara e eu tô deixando claro para todo mundo com a plataforma e explico em todos os lugares.
A eleição é plebiscitária. A eleição será sobre a minha plataforma. O que eu quero dizer é o seguinte.
A eleição de 2026 será uma eleição em que as pessoas vão votar se elas querem ou não querem uma guerra contra o crime organizado. Se eles votarem em mim, é que elas querem uma guerra contra o que organizado. Porque eu só vou falar disso.
Se elas não votarem em mim, elas não querem uma guerra contra o crime organizado. Elas podem votar no Lula, no Flávio. Eu vou chegar lá com essa guerra.
A população inteira vai ter que instituir isso. Eu vou ter eleito uma bancada pelo meu partido. Outros partidos vão eleger bancadas e eles vão ter surfado nisso porque eu ganhei a eleição.
Então vou ter uma base. Com essa base e com os seis primeiros meses em que qualquer presidente da República, isso é histórico, ele conta com o beneplast não só do Congresso, mas da sociedade civil para andar com a sua agenda. Eu vou passar um estado de defesa no dia um do nosso mandato.
Tô sendo super preciso. Eu vou andar com estado de defesa e eu vou passar isso no Congresso. Eu vou compor >> que é uma medida provisória.
>> É uma medida >> só para as pessoas entenderem em casa, é uma medida provisória. É um decreto. Tem validade, tem um tempo de começo, tem um tempo de fim.
>> Exatamente. >> Pronto. Eu vou entrar com isso.
Com isso eu vou começar as operações nas favelas. Eu vou começar as operações no porto de Santos, onde o PCC exporta droga. Eu vou vir aqui pro Ceará e especificamente eu vou atuar.
Eu ia antigamente falava primeiro, trago quem precisa, faço a base que eu precisa e eu passo o que eu preciso. >> Além, desculpa, além da base do próprio missão, quais outros partidos vocês já estão analisando que podem aí se articular com vocês e nessa eleição? >> Eu vou te falar uma coisa, eh, eu já tô há 11 anos fazendo política.
Eu organizei o impeachment de Russef, não só nas ruas, mas no congresso. Esses caras do centrão, eles são, desculpa o termo aqui, eles são as raparigas para falar na terminologia local. Eles, eu não preciso conversar com eles sobre proposta agora, porque agora eles estão roubando e usando as emendas deles para se reeleger.
Esses caras vão conversar com a gente, então logo a gente sobe nas pesquisas. Eu não preciso nem atrás, porque se há poder, há um termo, se há poder, estou aí dentro. Esse é o lema do centrão.
Então, se eles verem que a gente vai chegar ao poder, eles vão se aproximar. E eles querem uma coisa, eles querem espaço para obter isso aqui. Eu vou falar: "Olha, se quiserem ter espaço para andar com programa, haverá espaço para andar com programa.
Roubalheira conosco. " Não. Eu vou dar um exemplo.
O centrão teve uma ministra no governo Bolsonaro que era Teresa Cristina. Foi uma boa ministra. Gente como ela que não foi lá para roubar, foi lá para andar com a agenda do agro.
Bem-vindo. Agora botar o Ciro Nogueira, como colocaram, envolvido em todos os escândalos de corrupção possível. O cara maratona escândalo de corrupção.
Não, no PP. Então, a gente tem a a ministra Teresa Cristina, que foi ou é do PP de um lado e o Ciro Nogueira do outro. Eu quero uma Teresa Cristina, me traga uma Teresa Cristina, não me traga um Ciro Nogueira.
Esse é o jogo, essa é a conversa. No início do mandato será assim. Naturalmente o que o Centrão vai querer conosco é nos desgastar.
Ele vai querer fazer a gente ficar desgastado para ter que pedir favor para ele. Pois bem, eu vou até o fim da nossa agenda. Eu não tenho absolutamente nada a perder.
Nada a perder. Eu nasci pelado. Eu sou um cara de classe média.
Não tenho grana, não tenho envolvimento com nada. Não terei. E se o Congresso resolver transformar meu governo numa roubalheira, eu vou até o fim contra o Congresso.
E se for para tomar impeachman, tomar golpe, que se for, eu tomo. O que eu vou fazer? Eu não vou abaixar pra cabeça para para esses para esses caras.
>> Ó, Renan, você fala, a gente quando tá com a gente pensa assim, sim. Como é que você vai montar montar essa sua bancada? Como é que tá sendo a articulação aqui no estado do Ceará?
Você tá visitando os Ceará, visitou o Rio Grande do Norte, você vai visitar o Nordeste todo, normal, como todo pré-candidato. Mas como é que você vai montar a base? Como é que você vai montar essa bancada para você?
Porque se o Renan chegar lá só sem uma representatividade, o Renan vai ter que de um de uma hora ou de outra, se ele não negociar com o centrão que tá lá, vão tentar no mínimo no mínimo entrar com impeachment, porque esse congresso aí ele ele tem muito dinheiro. São mais de 51 bilhões só para emendas parlamentares. Isso aí é fato e é noticiado em todo canto.
Agora, cada deputado federal hoje ele tá movimentando mais de 40 milhões por ano. >> É uma coisa absurda que ninguém nunca viu na história, mas vamos lá. E é lei, eles aprovaram hoje voga, hoje tá invalia.
>> Aí diante de tudo isso, como é que o Renan vai criar uma bancada de simpatizantes para dizer assim, ó, vou tirar do seu dinheiro e você vai vir pra gente que a gente vai mudar o país com essa câmera que tá aí? Essa é a pergunta. que a outra, organizacionalmente falando, estado do Ceará, tem candidatura majoritária, tem candidatura a governo do estado, a vice.
Quem são os nomes para compor uma chapa para deputado federal aqui no Ceará? Ah, >> excelente pergunta. Ã, primeira coisa, nós estamos rodando todo o Brasil, a gente começou pelo Nordeste e o objetivo nosso é trazer essa discussão que nós estamos trazendo, que é possível fazer tudo de maneira muito diferente no Brasil.
Nós temos um exército de jovens que já estão produzindo conteúdo em redes sociais. Esses jovens nos deu um partido. Nós somos um partido criado de maneira mais rápida e mais barata.
E nós conseguimos usar a tecnologia que a gente fala usar as redes, não é a redes, usa a tecnologia que é vai para além das redes para fazer com que essa diferença de dinheiro que existe entre partidos grandes e a gente diminua. Então a gente consegue usando nossa cabeça, nossa inteligência, suplantar a força da grana dos nossos adversários. Quem quem é inteligente consegue se estabelecer.
Então nós estamos fazendo isso e nós vamos oferecer para pros jovens que vão ser candidatos no nosso partido meios para que eles consigam concorrer, não igual de condição, porque com esses políticos ladrões sempre haverá um dinheiro a mais que eles vão ter, sempre haverá um caixa dois que eles vão usar, mas vamos oferecer meio para que eles possam participar das eleições e nós vamos eleger deputados no plural para federal, estadual, aqui no Ceará, assim como em outros estados importantes do Nordeste. Ponto. Continuando, continuando na tua pergunta, a ideia vocês vão deixar para completa só para complementar.
>> Hum. Quem são os nomes no Ceará? Assim, onde é que tá montado diretórios?
Fortaleza, Sobral, Juazeiro, cidade como Juazeiro do Norte tem já diretório do Missão. É isso que a gente quer saber. Por quê?
Porque assim, se você vai montar, você tem, sabe, até o dia 4 de abril >> para bater o martelo e dizer assim, ó: "Lá no Ceará eu tenho lá um grupo com 22 com 23 pré-candidatos a deputados federais. Quem são? Eu vou dar, vou te falar, a gente não funciona como os outros partidos.
Eh, eu não vou sair pelo estado jogando um monte de diretório para agradar um líder local. Ô, esse aqui é o meu cara aqui em tal cidade. Não funciona assim.
A pessoa que entra no nosso partido, se ela tá entrando, achando que ela vai ter um diretório para fazer coisa, ela tá muito não vai ter nada negociado. >> Nós vamos montar um diretório estadual e nós vamos montar a chapa aqui no estado e ponto. Porque já veio um monte.
Eu tô aprendendo agora. Eu montei um partido que me pareceu de picareta. Ô, eu quero tocar aqui no município e o cara quer vender a legenda que mal surgiu pro prefeito para pegar um apoio, não sei o quê.
Não vai rolar. Então não vou distribuir, não vou ser montando no diretório. O diretório montado será montado no estado e ele montado no estado, eu vou montar a nominata com as chapas nossas para deputado federal e estadual.
E aí nós estamos nesse instante espalhados pelo estado, treinando jovens, moças e rapazes para participar das eleições, especialmente com pautas, um pouco de pauta nacional, que é a pauta que a gente vem tocando aqui, mas com as pautas do estado, pautas locais. Então, um cara que vai estar em Fortaleza vai pegar as dores da região metropolitana de Fortaleza. Outro que tiver no Cariri vai falar: "Isso vai variar de região para região".
Isso eu tô fazendo no Brasil inteiro. O mesmo padrão que eu tô fazendo aqui, eu tô fazendo em São Paulo, tô fazendo no Rio Grande do Sul, tô fazendo em Goiás, porque é o padrão de eu criar políticos reais que falam da vida local e da vida nacional. E as coisas elas têm que fazer sentido de uma ponta a outra.
>> E jovens até que ano? Até que idade? >> Não, não tenho um limite.
Eu posso pegar um jovem de 55 anos. A maior parte é jovem. >> Não é jovem com 41.
Pô, eu sou da geração Z. Eu tenho, eu tenho 41, mas me sinto um rapaz de 25, entendeu? Por quê?
Porque o espírito é jovem. E as pessoas mais velhas que vem pra gente tem espírito jovem. E que que é o espírito jovem que eu tô falando?
Não é que o cara vai pegar, ó, e sair correndo. Eu sou jovem fazer. Não, não é, ele é criativo e aberto ao novo.
A pessoa que é criativa e aberta ao novo é sempre jovem. Olha, os bastidores da política tá conversando com Renan Santos agora, pré-candidato a presidência da República do pelo partido Missão. Ronaldo, vamos falar sobre e universidade, vaga de estágio fácil e a gente retorna aí com bate-papo com Renan Santos.
Isso mesmo. Olha, você que tá aí em Juazeiro do Norte, você que é acadêmico, você que tá com pouco tempo ou tem um tempo disponível de um horário ou outro, você pode agora nesse momento acessar a plataforma, ou seja, o site www. universidadepatativa.
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>> Ó, Renan, tem água lá dentro da Emendimentos. Tranquilo, acabei tomando espaços em qualidade chegou aqui. >> Conheça o bateamento morada dos IPS, >> um projeto pensado para f conforto, segurança e bem-estar a você e sua família.
>> Urbanismo com propósito para você. Ontem eu fiz três rádios, >> mas eu não sei, eu não sei se exatamente no WhatsApp 881. Tu foi na de Iguatu?
Iguatu. Eu fiz duas no Iguatu e fez uma aqui aqui em Juazeiro ontem já >> que eu fiz aquela o duelo na eu fiz o duelo, aquele programa de tarde. >> Qual o nome da da rádio?
Acho que é Iracema. Não é não. Iracema.
Aqui tem o duelo. Programa de 6 da esperando. Acesse ww.
>> Quem ligou para mim foi assessoraliza, eu acho. >> É, deve ser um dos meninos nos. >> Eu tô, eu não tô vendo muito a agenda assim, eu tô só fazendo agenda, tá?
É muito, tá muito trabalho esse tema de pré-campanha. Mas ontem fiz três, uma foi em Joazer, outra, as duas foram em Iguatu. >> E eu não sei se Iguatu tá no Cariri ainda, né?
Mascaria o mascaria o faça sua minutos por semana para limpar o seu pintar. >> É o Pedro Artur o cara que tá tocando aqui na nossa cidade todos contamito. >> Prefeitura do Crato, secretaria nevos Vasconcel acho que é Fortaleza.
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>> Seu celular quebrou? A gente resolve. Na loja do celular você conta com assistência técnica especializada.
Troca de tempo. >> Diminuiu pelo menos já um concorrente, né? Que o Caio PSB com garantia de mes >> aí.
Eu retorno para São Paulo, eu dou uma passada no Rio de Janeiro e aí eu vou fazer Maranhão, Piauí e Alagostas. Por mais que a gosto seja distante, eu quero pegar Maranhã ou Piauí, Alagoa, especificamente porque são os três estados mais problemáticos do Nordeste. E eu quero falar muito sobre analfabetismo, tema central, analfabetismo e coronelismo.
>> Porque aqui em Rio Grande do Norte você vai achar regiões com coisas interessantes. Essa região é interessante. Então eu trago o exemplo positivo e o problema.
Agora, tirando Maranhão, tirando a parte lá do do sul, onde tem imperatriz, que tem o agro, Maranhão tá assim, petição de miséria, tá horrível situação. >> Mas a situação do Mar não tá tão ruim assim não, porque no PIB >> tá bem interessante. Deu, você deu uma checada por outra, >> mas quando você pega uma base muito baixa, o restante é baixo porque tudo ali é puxado pra região sul, que é a região do Matopa.
É igual oeste da Bahia. Olha só, tá melhorando lá. Sim, só região oeste da Bahia.
Eh, é igual falar, por exemplo, que o o sul do Piauí é o sudoeste do Piauí. O Piauí não é o sudoeste do Piauí. Sudoeste do Piauí que tem [música] o lago organizado que pega também o sul do Maranhão.
>> Tecnologia melhorando. [música] >> Agora o restante petição de miséria, você ainda tem, por exemplo, no Piauí mais de 85%. >> O problema não é que durante muitas décadas do Nordeste brasileiro foi desprezado, foi isso?
>> Não, é o contrário. O nordeste brasileiro mais de décadas recebe mais dinheiro no fundo no no fundo de participação nos municípios estados. A gente voltou aqui com os bastidores da política.
Estamos hoje batendo um papo com Renan Santos, pré-candidato aí à presidência da República em 2026 pelo partido Missão. Tenão um dos nossos ouvintes aqui, vou até ver quem é o nome direitinho, o Casimiro falou que gostaria de estar aqui também hoje porque ele está no ele tem 48 anos e é adepto à causa. Olha, Renan, eh, no intervalo sobre o por, na verdade, sobre a sua passagem pela região Nordeste.
Eu quero entender que você, vocês escolheram iniciar a campanha, né, a pré-campanha, perdão, iniciar a pré-campanha, >> eh, vindo primeiro pela região Nordeste. Por quê? >> Porque é uma região que caso resolvida resolve o Brasil.
>> Como assim, Ren? O os problemas brasileiros, eles estão intimamente ligados à falta de uma elite política decente que entende os problemas do Nordeste. E se você resolve o Nordeste, você resolve o Brasil.
>> Quais são os problemas do Nordeste? Vindo de uma pessoa que não é do Nordeste, >> de maneira clara, a o Nordeste é uma região desproporcionalmente mais pobre do que as regiões do centro sul. Ah, o desenvolvimento econômico do Centro-Oeste passou nos últimos anos por conta do agroorganizado, ele não se repetiu aqui, tirando, tirando algumas poucas regiões.
Os municípios do Nordeste em sua grande maioria dependem de envio de recursos federais e por mais que de acordo com o pacto federativo, a região Nordeste receba proporcionalmente mais dinheiro que as outras regiões, ela não teve o desenvolvimento econômico, o crescimento econômico proporcional ao longo dos últimos 20, 30 anos, que deveria ter dado a quantidade de recurso que foi enviado. Portanto, o recurso que é enviado para cá, ele tem um mau uso. E aí esse ma uso se dá em todas as esferas, nas esferas municipais e nas esferas estaduais.
E nós precisamos resolver isso urgentemente. E o governo federal vai ter que participar disso. E nós estamos vivendo um problema que tá começando a ficar, vamos dizer, eh, agravado, porque as regiões estão começando a se odiar.
Já viram aquela coisa, tem o cobertor culto, se puxa para um lado, fica faltando no pé, né? E farinha a pouca meu pirão primeiro, que eu acho que é um ditado bem brasileiro, tá presente em todos os lugares, que é começou a faltar dinheiro e as pessoas começam estão começando a falar, estamos tendo problema no pacto federativo. As pessoas em Santa Catarina estão falando lá em Santa Catarina, eu estou de saco cheio de receber migrantes do Maranhão, tá favelizando minha região que nunca teve favela.
Enquanto que o governador do Maranhão, não, aqui tá uma maravilha e não tá uma maravilha. Pará, mesma, não é nordeste, mas a gente tem que colocar no mesmo complexo, região norte o Pará, >> mesma coisa. O barbário fica celebrando, tá?
80% de aprovação, população toda ir embora. Que aprovação é essa? Que população é essa que vende o voto, que a a infelizmente a regra nos lugares mais pobres do Brasil?
Isso está inserido no contexto da maior parte das cidades do Nordeste. A população vende o voto e as pessoas naturalizam isso. Então a gente vai precisar atacar muito forte os problemas do Nordeste e parte dos problemas do norte, porque o norte nos estados menores já tem um agro desesenvolvido chegando lá e atuando e tornando eles mais independentes do governo federal.
Caso mais óbvio foi a Rondônia. Eh, e fazendo isso alterar a dinâmica política brasileira. Então, boa parte do nosso trabalho, das nossas propostas, é focado na região do Nordeste.
>> É estratégico também, licença, Ronaldo. É estratégico também porque o Nordeste é que tá decidindo as campanhas presidenciais nos últimos anos, né? Então, se você consegue aí apoio de uma grande Norte, nordeste é diferente, né?
Mas se você consegue um grande apoio de eleitores no Nordeste, você pode definir uma campanha, inclusive o que você quer, né, que ter mais de 50% dos votos. Então, querendo ou não, é um pouco estratégico, não é só de proposta e não é estratégia, >> não é não é estratégia. >> A questão então é o seguinte, você tá falando que no pacto federativo o Nordeste tem recebido muito mais recurso do que a sua representatividade >> econômica >> econômica.
É isso você que quero dizer. Ou seja, o Nordeste não tá repassando tanto dinheiro pro pacto federativo como Sul e Sudeste, >> que hoje Centro-Oeste também >> e Centro-Oeste que se que se sentem prejudicado. Mas durante a história brasileira, durante a vida do Brasil todinho, essas regiões foram industrializadas.
Essas regiões é diferente de um semiárido. É regiões que chove, que é boa pra agricultura, sempre foi, tem incentivo de tudo quanto é monta, 700 e poucos bilhões só pro agronegócio, né? E esse agronegócio tá onde?
Tá no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, amigo. Não tá no Nordeste, porque o Nordeste é agricultura de subsistência. O Nordeste falta água, Renan.
Renan só sabe o que é abrir um pote e não ter uma gota d'água e o caba tem que andar duas, três láguas para pegar um balde d'água. Quem passou sede, Renan, só sabe o que é não ter o que comer. Quem passou fome.
Quem não passou não sabe. Aí às vezes o cara chega lá do sul, não tô falando que é você jamais. Perdão.
Aí diz assim: "O povo nordeste não sabe escolher. O Nordeste, amigo, o povo sabe, o povo sabe onde é que tá chegando no maravilhoso. Então não é isso.
Então acho que a gente precisa deixar como tá >> a tendência é para melhorar o que que a gente quer. A gente quer melhorar. >> Não é >> Renan.
>> Não é se se fosse isso, desculpa, se fosse isso. Relativamente a região Nordeste tinha aumentado a participação dela no PIB e não aumentou. Deixa eu explicar para todo mundo que tá assistindo.
Se eu seguisse essa lógica, que é uma lógica vitimista que o senhor tá colocando, é vitimista porque olha só, você tá tirando mérito. >> O Nordeste tá sendo industrializado. >> Não, não tá sendo industrializado.
Não tá. As estatísticas não vão nessa linha, infelizmente não vão nessa linha. Isso, isso.
O senhor só tá comprando uma espécie de um orgulho que é orgulho não. Olha só, nós fomos prejudicados no passado. Não foram prejudicados no passado.
E se houve, olha só, e se houve eh prejuízo no Nordeste no passado, houve prejuízos pontuais, mas historicamente, vou pegar da República do Café com Leite para cá, o Brasil é um país em que as oligarquias mandam e as oligarquias tocam o seu poder e as oligas tocam seus projetos. A gente já teve Minas Gerais mandando, a gente já teve São Paulo mandando. São Paulo foi muito importante dentro do pacto federativo na República do Café com Leite.
Depois São Paulo foi prejudicado pelo Pacto pelo pela República do Vargas em diante. São Paulo teve interventor em São Paulo tocando. Teve a revolta de 32 por conta disso >> e nunca mais voltou à presidência.
>> E nunca mais voltou à presidência. E São Paulo mesmo assim se desenvolveu muito mais do que os outros. Porque você aí tá tirando o mérito das pessoas de São Paulo, das pessoas da região sul que chegaram pobres imigrantes no começo do século XX e se construíram.
E aí esse discurso parece assim que ah, essa galera lá do sul foi ajudada e cresceu, o que é mentira. O que é muito mentira. Isso é injusto inclusive com os nordestinos que saíram daqui e migraram para lá.
Eu acho isso muit é um discurso, senhor me desculpa, coitadista e um discurso que diz respeito às outras pessoas. A questão é o arranjo político, social e econômico da do centro sul fez deu mais certo do que o daqui. Ponto.
E deu mais certo ao longo do tempo do que daqui. E muito dinheiro veio para cá. Ah, eu vou colocar, vou dar um exemplo.
Quando o Lula entrou, o Lula botou mais dinheiro em Pernambuco, em Goiás ou Santa Catarina? >> Eu vou lhe perguntar o seguinte. >> Não, não, pera, per uma pergunta, mas então não, então já vou responder pro senhor.
>> Eu vou só lhe dizer uma coisa aqui. Hoje, quais foram os três estados que mais receberam dinheiro do PAC? Você se lembra >> do dinheiro do PAC?
Não, não sei. Agora o P não foi. Sabe qual foi?
>> Foi, manda. >> São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Qual está que mais deve?
>> Agora vamos lá. Mas muda. Quais são os estados em termos proporcional que receberam mais dinheiro do pacto federativo?
Proporcional porque São Paulo tem a maior população e o São Paulo tem maior PIB. Então naturalmente ele vai receber. Por exemplo, quem tem qual a cidade tem mais então proporcionalment, >> mas a gente tá numa federação e a federação tem que as coisas proporcionais.
Não, mas não vai ser proporcional. Mas, mas assim, eu não, olha só, eu nem acho vai ser proporcional, porque se for proporcional não é, não vai ter equilíbrio. >> Mas meu, pelo amor de Deus, que você tá dizendo o seguinte, você tá vindo pro Nordeste de volta pro nordestino para tirar o dinheiro do nordeste, mandar pro Sul.
>> Não é isso que eu tô falando. Não é isso não. Não, pera, pera, pera, pera.
Vocês não estão deixando responder assim. Deixa eu falar. Eu ia pedir inclusive pro Ronaldo deixar o Renan terminar de falar e aí a gente termina de falar.
Renan, você pode falar? >> Sim, sim, sim, sim. Eu vou assim, primeira coisa, existe uma confusão, então, perfeito.
Existe uma confusão conceitual aqui. >> Proporcionalmente, como o São Paulo tem uma economia maior e um PIB maior, naturalmente ele vai ter números absolutos maiores. Por exemplo, São Paulo capital, existe uma coisa chama razão e proporção.
Então, São Paulo capital tem mais gente, números absolutos recebendo Bolsa Família, mas proporcionalmente menos, entendeu? Porque é uma cidade muito grande. Então, as razões e proporções contam.
Dito isso, eu nem acho que deveria ser o estado a receber mais PAC. Não é que eu tenho concordância com isso. Agora, os números do pacto federativo e os números de investimento do governo federal, especialmente nos anos do governo Lula 1 e dois, vão nessa linha.
O governo Lula investiu muito mais em Pernambuco do que em Santa Catarina e em Goiás. Quem cresceu mais? Quem cresceu mais?
>> Eu acho que Santa Catarina. E por quê? >> Goiás.
Por quê? >> Porque já tinha todo um aço, já tinha toda uma infraestrutura, já tinha as condições geográficas. Deixa eu explicar, por favor, pelo amor de Deus.
Santa Santa Catarina, Santa não tem Santa Catarina não tem rodovia. >> Santa Catarina tem saneamento básico baixíssimo. Santa Catarina não tem rodovia.
Você sabia que se for escoar a produção industrial lá de Blumenau lá pro Vale do Tajá, tem uma estrada de uma mão só. Mas, pois é, mas eu tenho que saber que eu sou candidato a presidente de um país inteiro. E o que eu tô falando é o seguinte, eu se deixando, vou vou deixar muito claro para não vir o maldito discurso coitadista que tem daqui.
Eu quero tem tem porque se conversa é coitadista. O o que eu tô falando é eu quero o nordeste rico e desenvolvido. Só que não vai ser dando grana na mão de oligarca vagabundo que tem aqui no Nordeste para eles fazerem mal versação desse dinheiro que vou resolver porque não tá funcionando.
Eu tô falando que não tá funcionando. E sabe quem também acha que não tá funcionando? As pessoas estão indo embora do Nordeste para os outros lugares do Brasil.
O único lugar que recebe imigrante do Nordeste é a Paraíba, maiormente João Pessoa. Os outros lugares o pessoal tá indo embora. Então, se tivesse funcionando isso, as pessoas estavam ficando.
Esse é o é o exemplo mais óbvio. E o dinheiro, o Maranhão propor proporcionalmente recebe, é o segundo estado mais receber dinheiro da federação no pacto federativo. As pessoas estão ficando indo embora do Maranhão.
Elas estão indo embora do Maranhão. E as pessoas saindo do Nordeste, indo pro Pará, estão indo embora do Pará. Então, o dinheiro na mão dessa classe política corrupta tá fazendo mal para as pessoas do Nordeste.
Os prefeitos das cidades aqui, eu vou vou dar um exemplo pro senhor, a mais de 80% das cidades no Nordeste, 70 80%, eu não eu vou ter que vou talvez o spec per imprecisão aqui, mas é um número nesse nesse espaço. Eles vivem, os municípios vivem de dinheiro do pacto federativo. Eles vivem de dinheiro que é repasse federal.
A o IDH dos municípios não melhora. Ou seja, a cidade continua uma droga, só que o dinheiro continua fluindo. Tem que manter como tá.
Ah, não, porque um dia a gente pode ter sido, vamos pegar, se o argumento do nosso amigo fosse verdadeiro, se um dia houve, né, ah, vamos deixar o Nordeste para trás, Danis Nordeste e vamos só investir no em São Paulo para deixar paulista rico, o método alternativo que nós estamos vivendo com o novo pacto federativo do de 88 para cá não funcionou, porque o Nordeste não tá recuperando a diferença. Então, tem que fazer outra coisa. O que eu tô propondo é fazer outra coisa e eu quero discutir fazer outra coisa.
Agora, fazer o que tá fazendo agora tá muito ruim pro Nordeste e tá muito ruim pros outros estados e a gente vai precisar resolver isso. >> Olha, inclusive você tá falando sobre suas propostas. Isso aqui são suas propostas.
Eh, o senhor inclusive afirmou que caso seja eleito, pretende, estamos falando sobre municípios, cidades, pretende fundir municípios pequenos que não conseguem se sustentar e até nomear interventores federais nos casos que considerar problemático. Mas ao mesmo tempo a gente percebe inclusive um levantamento recente, né, que há um movimento no sentido eh oposto de fundir os municípios. Um levantamento recente mostrou que centenas, mais de 700 distritos no Brasil querem se emancipar, alegando que arrecadam e não recebem investimentos proporcionais dos municípios a quais pertencem, caso o RENAN eh ele seja, né, eleito futuramente, justifica eh defender a redução da autonomia municipal, confusões e possíveis intervenções federais, tendo em vista que no momento atual a população ela tá reivindicando justamente mais autonomia local.
E aí eu queria que você explicasse inicialmente essa proposta de fundir município, difundir municípios >> e esse contrapartido desse levantamento que eu trouxe aqui. >> É assim, eu já vi esse movimento que existe de quererem abrir municípios novos. Isso é uma loucura.
As pessoas estão chapadas, as pessoas estão malucas. E não exatamente o povo, porque o povo não tá quer um município, o povo quer resolução dos seus problemas. Só que quem quer novos municípios são as elites políticas locais.
Existe uma coisa que é a elite política majoritária, elite política de acidente. Isso existe classicamente em ciências políticas. >> A elite política de acidente ou ela derrota a elite de uma cidade e ela chega ao poder, que é a famosa oposição ver situação, ou ela se emancipa e vira a elite, por exemplo, de um determinado bairro, de uma região que vira uma cidade.
Pois bem, eu não sou contra uma emancipação quando dois critérios são obedecidos. Um, claramente aquela comunidade que tá se emancipando, ela é autossustentável. Ou seja, aquele município tem dinheiro para se bancar, tem arrecadação e tal.
Portanto, eles têm dinheiro para brincar de jogo democrático. E dois, quando culturalmente eles têm uma diferença, eles têm características geográficas ou culturais que façam a ver esse apartamento. Onde acontece isso com muita facilidade são nos Estados Unidos da América.
Você tem os condados, você tem as cidades, você consegue fazer uma separação para ter uma cidade de 1000 habitantes lá, mas ela se banca. Ela se banca. os os ciricalcios que tem lá nos Estados Unidos, que são os conselhos que aqui são as câmaras de vereadores, os caras nem recebem dinheiro.
É um encontro que acontece num conselhinho, aí tem o cara lá, o xerife local com o carrinho dele de polícia, tudo bancado. Aqui uma emancipação é assim: a cidade não se banca para porcaria nenhuma. É uma elite política que quer ter um poder relativo maior sobre aquele espaço e o resto da federação, todo mundo pagando a conta.
Não, isso é maloquice, isso é loucura, isso são essas elites políticas [ __ ] que nós temos no Brasil atuando para tornar a vida no Brasil uma porcaria. E nós temos que reduzir esses mais de 5. 000 e poucos municípios para no máximo 3.
000. A gente vai ter que fundir os municípios em unidades administrativas maiores, ter só um prefeito e só uma Câmara de Vereadores com esse número mínimo de nove. Acabou.
Vamos fundir, vamos diminuir essa essa confusão administrativa. Os programas sociais eles têm que ser parametrizados e os prefeitos têm que trabalhar com indicadores, que é isso que eu tava falando sobre o Nordeste. O Nordeste os repasses vem para cá e o repasse vem para cá.
O vereador e o prefeito não tem obrigação nenhuma de melhorar a vida das pessoas. Então o dinheiro atacado aqui e o prefeito recebe, vem um monte de emenda, os prefeitos, os deputados atuam com essa emenda. A vida não melhora, o IDH não melhora, ou seja, o desenvolvimento humano não melhora.
A dependência do governo federal continua alta e eles se reelegem. Como? Como é que é a reeleição numa cidade pequena no interior?
Vocês sabem como é que é? É compra de voto durante o mandato e é compra de voto durante as eleições. A compra de voto é a base da eleição no Brasil.
A cidade que os meus pais moram que é Vinhedo, que é no interior de São Paulo, com IDH altíssimo. Mesmo lá tem compra de voto. >> Em todo canto tem compra de voto.
>> Tem compra de voto. Agora aqui a compra de voto ela é a regra, ela é muito presente. Não existe eleição sem compra de voto para cá.
E é muito alta a taxa de pessoas que acabam participando desse jogo. Esse jogo tem que ser quebrado. Aí as pessoas não cobram o político por aumentar a cobertura de esgoto.
Portanto, a cobertura de esgoto em toda a região Nordeste é baixíssima. Não cobram ele para ter emprego e e vamos dizer, uma atividade econômica real na cidade. Não cobram para ter escola boa com SA melhor ou um um ranking no IDEB melhor.
Não há cobrança. O cara faz um show do Wesley Safadão, distribui uma emenda, usa a emenda desviada para comprar uma parte da população com os cabos ah, os cabos eleitorais e com as pessoas apaniguadas, colocadas dentro da prefeitura e a vida das pessoas vão melhor. Essa é a dinâmica da cidade pequena.
Essa dinâmica tem que ser destruída, porque aí se você for falar o que faz com que viver no interior do Nordeste e no interior da região norte, no norte de Minas, parte do interior de São Paulo, parte do interior do Rio, parte o interior do Espírito Santo, parte quase grande parte do Tocantins, viver nesses lugares se torna ruim, é porque a vida na cidade é ruim. Então nós temos que fazer a vida na cidade ser melhor, porque a gente não vive na União, a gente vive na cidade. Portanto, o lugar onde os prefeitos têm que ter, o lugar onde o político tem que ter muito indicador e muita pressão para integrar de estado é na cidade.
Portanto, a nossa reforma administrativa que envolve fundir municípios, não é só fundir o município, é fundir o município, obrigar os prefeitos a entregarem indicadores. E se o prefeito não entregar o indicador, ou seja, tinha 20% de esgoto na cidade, agora tem 40, ah, ele não entregou, então esse prefeito vai ser afastado, eu vou botar um interventor e ele vai entregar esses índices. Não, Renan, só Camila, só assim.
Você dizer assim, eu faria assim, eu faço assim. Sim, amigo, mas a lei não permite isso. >> A lei não, você não.
Você tem que entender o seguinte. >> Você tá jogando, você entrou num jogo que já tem as regras claras, pré-estabelecidas, que é da nossa república. Que você concorde ou não, que o Ronaldo Campos concorde ou não, as regras já estão postas.
Inclusive você tá com na pré-campanha e você tem que seguir as regras que já estão pré-estabelecidas. Não dá para você ou qualquer um outro pré-candidato mesmo Ronaldo Camp chegar assim: "Eu sou pré-candidato e eu vou fazer isso se eu não tiver, irmão, como mudar a lei que tá em vigência? E só muda a lei, Renan, se o Congresso Nacional autorizar.
Agora, como é que você vai conseguir mudar se a gente tem políticos no Congresso Nacional, na Câmara e no Senado, que são políticos tradicionais, políticos que estão lá há décadas e que você com toda a sorte do mundo que se viiner, você não vai conseguir ter dentro do parlamento, no seu partido mais de 30%. Só um exemplo, porque se brincar o PT não tem, que hoje é o maior hegemonia política em disputa de presidências da República, em candidaturas majoritárias, que você acabou de falar, que eles estão nesse jogo há muito tempo. E tanto qualquer um outro presidente tem que ali tem que dialogar, tem que conversar.
E esse congresso que sequer quer mudar a leis da segurança pública, que sequer quer rever algumas coisas para facilitar a maneira de se punir infratores ou criminosos, aí é onde eu quero saber como é que o Renan vai fazer para dizer assim, ó, eu vou fazer isso sim, mas como? >> Ã, vamos lá. Existe uma coisa chamado Congresso Nacional, Câmara dos Deputados, eh, Senado, e você >> hã >> o tempo, ali agora, Renan.
Infelizmente nosso tempo tá chegando. Vou te dar aqui dois minutos para tu fazer tuas considerações. Perfeito.
Tá, eu vou eu vou responder aqui e eu já faço conção. Maravilhoso. De maneira clara, existe Congresso, Senado e aí você muda as leis lá.
A lei ela não é a damântica. A lei você altera. Por exemplo, o artigo 34, 35, 36 da Constituição, eles versam também sobre as intervenções nos Estados e nos municípios.
Eu alteraria esses artigos da Constituição para permitir que eh entes federativos brasileiros que estiverem não estiverem cumprido com seus desígnios básicos que envolvem IDH, mantenhação da segurança, eles sejam alvos de uma intervenção. Você altera, chama-se PEC, projeto de emenda constituição. É isso.
Eu vou fazer alterações nela. Ah, mas os políticos podem não querer, cara. Eles estão lá, você falou no começo muito bem, eles estão lá para achacar o presidente e o presidente tem que entender que eles estão lá para isso.
Ele vai ter que ter um porrete na mão e argumentos convincentes do outro lado. Você vai ter que ter um porrete na mão e argumentos convincado. Eu vou fazer as duas coisas com o Congresso.
Eu vou ter um porrete na mão e vou seduzir. Quem quiser ser seduzido, venha. Quem não é seduzido, eu vou porretar, porque a maior parte dos caras são ladrões.
Eu vou botar a Polícia Federal em cima deles. A E sabe quem tá fazendo isso? Só para te falar, ó.
O Lula. O Flávio Dino, que foi colocado pelo Lula, está indo atrás desses deputados do centrão, envolvidos em escândalos com orçamento secreto. Eu vou trazer pra Rádio Progresso uma informação.
Tem mais de 60 deputados que estão aguardando vir a operação da Polícia Federal contra eles envolvendo orçamento secreto. Eu vou fazer isso, eu vou para cima. E houve já no passado governos que conseguiram mexer no interesse desses caras para melhorar a questão das cidades.
Eu vou dar um exemplo. Lei de responsabilidade fiscal que pode prender prefeito. >> Passou no governo Fred Henrique com os casos entram votando.
>> Que que era a ele foi muito persuasivo, não usou muito porrete, eu vou usar as duas coisas. >> Tá certo, Renan, fique à vontade para suas considerações finais. Um minuto.
>> Ah, de maneira clara. Obrigado. Obrigado pela participação na rádio.
Muito bom. Bate-papo quente. Muito bom.
Tem que ser assim mesmo. Ã, tem que questionar e tem que falar: "Pô, não, não gostei isso e aquilo, mas adorei o bate-papo. Ã, po trazer minhas ideias.
Quem gostou, me siga nas redes sociais e siga nossa aventura. A gente tá ao vivo e quase todo o tempo rodando aqui pela região. Vamos subindo, vamos pra Fortaleza e aguardem, vamos mudar a história e a história brasileira será mudada a partir do Nordeste.
Esse é o nosso plano. >> Camila, >> muito obrigado, Renan, pela sua participação. Manda um abraço para todo mundo que interagiu com a gente.
Infelizmente não deu tempo de ler os comentários, mas eh muita gente interagindo, colocando suas opiniões políticas também, refletindo sobre a entrevista. essencial pra democracia brasileira, que a população esteja sempre à frente também do discurso e das eleições, entendendo o que tá acontecendo. Então, muito obrigado, Renan, pela participação.
Desejo boa sorte aí na sua trajetória e rumo às pré-candidaturas e à eleição de 2026. E é isso, mandar um abraço para todo mundo, bom dia pro Ronaldo, um bom dia pro Cero Nei, para todos que estão aqui no estúdio e, é claro, pro pessoal aqui, para o pessoal aí de casa. Fiquem agora pro melhor de todas as manhãs.
O rei da charadinha, quem é Ronaldo Campos? Iraques Ramalho, é claro. De segunda a sexta a partir das 8 horas da manhã, você fica sabendo de tudo o que acontece na [música] política do >> Caribe Instagram [música] atenção aqui que Você tá saindo tal.
Vamos, vamos pegar suas hotel. Sim, senhor. >> Maravilhoso.
>> Pessoal, pessoal. Bom dia. Bom dia.
Bom dia. Oi. >> E aí?
O Artur comprou que eu fosse mais pauleta. >> Você foi o que o Artur queria que você fosse ontem, mas o Artur está dormindo agora. Então, uma pena, Artur, você perdeu.
Mas >> assim, ontem eu não ia ser isso. Eu acho que eu acho que eu tava certo ontem. Não tava certo hoje?
>> Tava não. Você foi. Eu acho que foi assim.
O tom tava perfeito tudo. O cara quis vender que eu era xenofóbico no fundo. Tipo, ah, estão ferrando o nosso Nordeste, me manten o pacto federativo.
Chat, dei nota para esse para essa entrevista aí. Entra aí. >> Tá comigo isso aquiin ou não?
Beleza, bora agora. Deixa eu ver como é que tá isso aqui. Deixa eu virar essa telinha para nós.