olha um dia depois da ofensiva da Câmara dos Deputados contra o Supremo Tribunal Federal o presidente da corte defendeu os ministros e criticou o que classificou como interesses políticos circunstanciais a resposta veio no início da sessão desta quinta-feira sem citar a câmara luí Roberto Barroso reagiu não se mexe em instituições que estão funcionando e cumprindo bem a sua missão por interesses polí circunstanciais e dos ciclos eleitorais na quarta deputados da comissão de constituição e justiça aprovaram quatro projetos que restringem os poderes dos ministros e criam novas justificativas para abertura de impeach contra os integrantes do
tribunal para Aliados do governo as aprovações são uma revanche política é uma Retaliação Clara e por uma parte do Parlamento descontente com a decisão do ministro sobre transparência nas emendas parlamentares opositores negam não é possível continuar dessa forma e o Supremo não pode declarar a inconstitucionalidade previamente como uma forma de ameaçar o devido processo legislativo as matérias ganharam força depois que o Ministro do Supremo Flávio Dino suspendeu em agosto o pagamento de recursos do orçamento público que tem o destino indicado por deputados e senadores a escalada de tensão entre os poderes ganhou um novo capítulo
Nesta quinta após a segunda audiência de conciliação entre STF e congresso sobre o cumprimento das ordens de transparência e de prioridade na aplicação das verbas das emendas de relator e de comissões o Ministro Flávio Tino Manteve o bloqueio dos recursos e afirmou que permanece grave e inaceitável o quadro de desrespeito à constituição na execução do orçamento o andamento dos proos depende agora do presidente da Câmara Artur Lira em conversas reservadas com ministros do STF já indicou que não quer embates com a corte a deputados sinalizou que deve caminhar apenas com a proposta que restringe as
decisões individuais dos ministros este jurista mestre e doutor em Direito avalia que o projeto que permite ao congresso derrubar decisões do supremo é o mais grave e inconstitucional mandar no Supremo agora o Supremo tem que ter autocontenção também para saber os limites do tamanho de seu poder