[Música] [Aplausos] [Música] Senhoras e senhores, doutores e doutoras, mandaram para o jurídico e aqui estamos novamente. Essa manda pro Jurídico Podcast, seu podcast que desjuridica o juridique e também o único podcast jurídico que você consegue ouvir até o fim. Eu sou Rodrigo Ávila e hoje tô aqui muitíssimo me acompanhado de Natália Dias. Como é que você tá? Melhor agora, né, gente? Melhor agora. Sexta-feira, pós- feriadão aqui no na na no estado do Rio de Janeiro. Quase um pré-nacional também. Tivemos um feriado sexta, feriado segunda e feriado quarta-feira no Rio de Janeiro. Gente, o Carioca desaprendeu
a trabalhar, Rodrigo, a realidade é essa, mas a gente não desaprendeu. Estamos aqui seguindo trabalhando e hoje super bem acompanhados, né, Rodrigo? A gente tá Muitíssimo bem acompanhado, na verdade era uma conversa que já tava prometendo h algum tempo acontecer e Claus Rifel veio ao Rio de Janeiro para falar justamente sobre doc e tudo que engloba, né, o ecossistema que a Doc hoje em dia tem na sua na sua atividade. E cara, vamos falar sobre tecnologia, sobre prestação de serviço, sobre Lotex, Legalx. Tem uma notícia que já tá rodando na internet que tá sendo alinhada
aqui, que a gente vai falar Sobre também, uma novidade boa pra Doc, né? Muito boa. E enfim, temos e muitas coisas bacanas a conversar aqui, cara. Obrigado pela participação e obrigado pela presença para bater esse papo. Acho que vai ser muito, muito engrandecedora pra nossa audiência, meu irmão. Eu que agradeço, pessoal. Prazer estar com vocês aqui hoje. Eu sou um fã assim da desburocratização do direito, deixar a coisa mais simples, mais prática. Pior coisa é aquele jurisdiqu ouvir. Então Vocês estão de parabéns. É uma honra estar aqui conversando com vocês hoje. [Música] Poxa, obrigadão. E
assim, a gente vai falar sobre vários temas aqui e um deles é a questão do direito ser uma coisa que ainda tem muito eh tá um ritmo diferente do mercado, né? como eu falo assim no judiciário, acaba muitas vezes sendo o comprometendo as atividades profissionais do mercado privado, da advocacia, dos departamentos jurídicos, Porque tem um ritmo diferente. Claro, o Pedro, inclusive, é um eh que não tá aqui hoje, é um do traz um argumento relevante também sobre o judiciário ter seu próprio tempo. Eh, claro que há excessos, mas a gente também tem que entender desse
lado. E aí o mercado privado tem que ter algumas ah soluções para poder acompanhar o ritmo também do do da sua demanda de pagar seus boletos e suas contas. E aí, né, Natália, a gente tem uma parceira aqui que também é Parceira do Claus lá no no Sul, é que é a Juscast, né, Nati? Sem dúvida, gente. Eh, o Pedro gosta de falar, eu acho que esse é o termo que ele usa, eu gosto, é a liturgia do judiciário, né? O judici o judiciário tem uma liturgia própria. Eh, o que é um tempo que muitas
vezes atende a uma necessidade técnica. inclusive uma necessidade que é que é adequada ao número de colaboradores que existem ali naquele ecossistema. No entanto, eh esse não é o nosso tempo, esse não é o tempo Do nosso cartão de crédito, do nosso aluguel, dos nossos boletos, gente. Os boletos eles sempre vencem. Então é muito importante a gente trazer aqui pro Manda parceiros como a Jusquest que democratizam uma nova forma de recebimento e antecipação de honorários. Sempre lembrando, pessoal, que a gente tá falando de ações que já tenham um trânsito emjulgado, ou seja, não cabe mais
recurso naquela ação. Ações em que o executado ele é uma pessoa jurídica. E Mais importante, relevante, você pode antecipar seus honorários a a partir de R$ 1.000. E com R$ 1000 a gente já paga muita conta, né, Rodrigo? Já paga muita conta. Inclusive fechou meu cartão hoje. É, eu é notícia boa ou notícia ruim, Rodrigo? É uma notícia. Final do mês é sempre complicado, né? É uma notícia. É uma notícia boa, ruim. uma notícia, né? Porque afinal de contas eu sou culpado dos meus pecados também, né? Não tem Como. Som e das nossas vitórias também,
né? Vantagem. Pessoal, em algum lugar da tela vai ter o Qcode para vocês conhecerem a Juscast serem atendidos de forma humana. O atendimento deles é uma referência no mercado e também o link na descrição, caso vocês estejam vindo sem a imagem. Então, com essa Juscast, uma solução interessantíssima e parceira do Manda pro jurídico. E agora, Cláudio, eu vou fazer a pergunta. Você tem formação de advogado, certo? Sou advogado de Formação. Já sofreu muito na mão do judiciário nesse sentido também? Muito, muito, muito. Quando eu comecei assim, a gente tinha, eu era, e responsável pela área
societária e tributária nos maiores escritórios do Brasil. Caramba. E e a minha a minha área era considerada a área boutique, que era, né, área, como disse, societária, tributária, que não tinha massificado ali do trabalhista, do consumirista. E aí lá pelas tantas uma ação começou a Pipocar lá no Rio Grande do Sul que o pessoal comprava ações eh linhas telefônicas da CRT que depois virou Brasil Telecom e oi e vinha ações da companhia, só que ninguém sabia. Aí um belo dia um advogado descobriu e pediu, né, a restituição desses valores corrigidos, sei lá, 30 anos. E
foi uma chuva de ações societárias que acabaram caindo na minha mão. E eu na época tinha meia dúzia de processo, fazia mais consultivo. Aí foi obrigado a entender o Que que era o processo massificado. Aí a gente começa a ver a liturgia, né, e o processo, os processos internos e o tempo mesmo do judiciário. Não só isso. Aí eu comecei também a pesquisar o que que era o parceiro correspondente, porque os processos estavam espalhados pelo Brasil inteiro, na verdade região sul, pelo Dio, né? Exato. E aí eu precisava entender o que tava se passando nos
processos, eh, às vezes fazer uma audiência de menor Complexidade, cópias e eu tinha uma equipe de três, quatro pessoas comigo. Então, era uma dor enorme ter que ligar pro correspondente, contratar ele, pagar. Quando eu vi, eu já tava com 10 pessoas na controladoria do meu escritório e tava branqueando os cabelos, assim, que nem a gente diz lá no sul. Quando eu comecei a falar com alguns amigos advogados, todos tinham o mesmo problema e tinha uma equipe grande de controladoria dentro do dos Escritórios, sendo que isso não é o core business, né? O core business é
é a questão jurídica, né? A interpretação, a o advento de uma solução pro cliente. E aí foi a ideia que a gente teve, porque então se a nossa rede é muito boa, outras pessoas não conseguem usar essa rede? né, de parceiros correspondentes. E aí lá em 2010, 2009 para 10, surgiu a Docn para ser um marketplace, onde os grandes escritórios, ao invés de ter que cada um ter a sua rede de Correspondentes, ele entravam no nosso sistema, a gente unificava, conseguia treinar melhor os nossos parceiros, a gente conseguia estruturar melhor e dar visibilidade pros nossos
clientes de quem eram aqueles parceiros que estavam lá realizando na ponta. até as empresas começaram a se preocupar porque muitas vezes passavam as demandas pros seus escritórios, não sabiam quem era o ponto lá que tava representando o banco, né, a seguradora, enfim. Então Isso foi uma realmente uma revolução e a gente cresceu muito nessa época, né? Eh, empregamos muita tecnologia durante o processo em que pese a tecnologia ainda era um meio né, pra execução do serviço na ponta, não era o fim ainda. E assim foi o nosso modelo de negócio durante anos, assim, né? Depois
até a gente teve uma ruptura muito interessante da nossa base de clientes. Itaú, um dos maiores clientes daum começou a ver que a gente tinha esse core audiências de saber quem Vai fazer um back um background check, enfim. E aí eles entenderam que parte da carteira deles seria passada pros escritórios, mas as audiências todas ficariam concentradas nocn. Então a gente começou a atender o banco direto diretamente e aí isso abriu o espaço para outras grandes empresas. também dexou, claro, enfim. Então isso foi um modelo de negócio primeiro com os escritórios grandes e depois com os
setores jurídicos até vir a pandemia, Né? A gente estava com quase 180 colaboradores, quase 750 m² de área utilizada em Porto Alegre e de uma hora paraa outra o bichinho fez os fóruns todos pararem, né, assim, em cascato. E aí vocês imaginam nós com essa estrutura Uhum. enorme e sem poder trabalhar, né, e tudo fechado. Então, nosso faturamento caiu a zero. Eita! Eh, e foi um momento muito complexo, né? Eh, a gente viu uma coisa muito interessante que foi a virtualização efetiva do poder Judiciário, aquela ideia que a gente tinha de que os processos seriam
virtualizados em 10, 8 anos, aconteceu em se meses do dia paraa noite e a gente foi obrigado a rebolar e se reinventar. É verdade. E aí, então, infelizmente a gente teve que demitir uma quantidade enorme de pessoas. Foram 60 num dia, 50 num dia também, assim, como é que foi isso para você? Cara, foi bem complexo, porque eh normalmente quando a gente fazia o desligamento de uma pessoa na Doc, a gente tinha um motivo Uhum. pelo qual nós estávamos desligando e ali, eh, foi muito complicado porque a gente fez a mudança pro home office, ninguém
podia interagir em função do da pandemia. E aí você imagina fazer um desligamento que eu nunca tinha feito no virtual, né, na câmera, 60 pessoas me olhando num dia, 50 no outro, sendo que eu não tinha motivo outro que não a continuidade da empresa. Uhum. Né? E isso foi muito assim impactante. Pessoas que estavam Comigo há 7, 8 anos Sim, tendo que ser demitidas naquele momento. Então foi assim muito difícil. Mas o legal é que a gente criou um uma sensação de que aquelas pessoas que ficaram deveriam lutar pel aquelas que estavam saindo. E a
gente fez um pacto com essas pessoas e depois quando a gente começou a retomar um pouquinho, né, a nossa o nosso faturamento, seja com essa frente, né, de logística que a gente tinha, sendo com outras frentes que eu vou falar mais Para frente aqui de eh tecnologia e e até produtos mais digitais, a gente começou a ir um por um atrás das pessoas para ver se elas já tinham sido relocado, reposicionado, se elas eh queriam retornar. Então, do nosso lado, a gente cumpriu muito o pacto e isso fez assim nascer uma nova cultura assim muito
mais coesa, né? Engaja a turma sentiu assim quanto de fato nós éramos uma empresa que se preocupava com as pessoas. É porque independente, né, do Core do business de qualquer empresa, ao fim e a cabo ela é composta por pessoas e quanto mais engajado é o seu colaborador, quanto maior extensão de pertencimento, melhor ali aquela sua empresa vai rodar. Isso é independente se você seja uma uma startup ali em early stage que tenham 10 colaboradores ou se você seja uma uma empresa que tem 5.000 colaboradores, assim, acho que a essa essa necessidade é incrível. E
legal, Cláus, que você falou que uma Coisa que a gente sempre fala que não manda pro jurídico, a nossa dor também é a dor do outro. Não tem dúvida. Então, quando você tá no contexto emocional e também no contexto profissional, quando você tava ali dentro de um escritório e você começou a vivenciar os entraves que um contencioso de massa gera, você observou, falou: "Se tem uma dor, tem uma solução." Gente, onde tem problema, tem solução. Você tem dois momentos na sua vida, você vai focar no problema, Você vai focar na solução. Tem quem chora e
tem quem venda lenço. Eh, e aí você foi e pegou. Assim, isso é muito, isso é muito interessante. E aí, como é que foi ter que fazer isso de novo? Isso, isso foi bem complexo. Só sobre pessoas, a gente tem um valor muito importante na docn que é pessoas importam, né? E eu tenho um mantra meu, é assim, primeiro quem, depois o quê, né? Porque se a gente tá com as pessoas certas dentro do barco, não importa para Onde o barco vai rumar, ele vai rumar para um lugar legal. Isso é inevitável. O problema é
não ter as pessoas certas nos lugares certos. O importante, o o problema é ter pessoas que contaminam outras pessoas, né? A cultura devora a estratégia no café da manhã. Essa frase é clássica. Verdade. Nunca tinha ouvido. Não. E olha como é convergente a cultura de empresas sólidas. A gente recebeu aqui recentemente o André Driguete que trabalhou na Taqueda, que é uma Farmacêutica muito grande, uma multinacional. e ele falou quais eram os princípios culturais da taqueda. Aí o primeiro tinha relação com era o trust, que era confiança entre as pessoas e para o consumidor final. Então,
ou seja, independente do tamanho da empresa e do que ela faça, eh, a base de fato, sempre são pessoas ainda, né, gente? Eu não sei que inteligência artificial vai nos levar, mas ainda a gente tá lá. Mas diga, Cláudio, como é que foi essa Beirada? O que aconteceu foi que a partir desse momento que a gente estava muito forte, muito coeso, a gente criou na doc, a gente viu assim, pum, a gente tava vendo outras empresas fechando as portas que a coisa não ia pra frente, eh, ficava naquele volta, não volta do judiciário. Então, a
gente pensou assim, pô, temos que fazer alguma coisa, rebolar aqui, porque senão também nós vamos ficar pelo meio do caminho. Então, a gente criou duas squats Multidisciplinares, na verdade três. E até fazendo um paralelo, para quem não sabe, a Jus Casash, né, é parceira que nasceu deste momento dentro da Docnof, mas hoje é uma empresa totalmente apartada, com sócios e equipe. Abraço pro Mancuso, hein? Abraço. Grande Mancuso, grande MX, maravilhoso. É gente finíssima e meu parceiro, né? Foi CFO da Doc muito tempo e hoje é se dentro e da Juscash. Mas então a gente criou
essa primeira eh frente que foi Jusquest, Justamente para ajudar os nossos parceiros que tinham processos, o o judiciário congelado, eles tinham processos, mas ainda não tinham recebido, né, já tinham transitado em julgado. Então a gente começou a ajudar com os valores bem pequenos e dali nasceu a ideia que cresceu e hoje é o que é a Jus Cash aí que tá muito de parabéns. Mas assim, da Docn a gente criou duas squads multidisciplinares que a gente chamou squads de guerra. A Primeira foi para ver o seguinte, puxa, o nosso modelo de negócio é ZIS, como
ele era antes. Como é que ele vai se comportar nesse novo ambiente mais virtual? Por exemplo, uma audiência que acontecia e de forma física, como é que vai ser? Será que vai ter a teleaudiência, audiência, tele presencial? E a gente começou a focar muito nisso, divulgar. A gente viu que com a virtualização as cópias que ainda eram o carro chefe dos nossos produtos Paralegais iam acabar. E resumo da ópera, então a gente criou um ambiente para esse e novos produtos na parte de logística para esse ambiente mais digital. E hoje a gente tem um faturamento
equivalente ao que a gente tinha antes da pandemia em função disso. E aí a segunda squad foi a história mais legal que a gente pensou assim: "Bom, não podemos depender do fórum, dos fóruns abertos do judiciário e por mais que a gente tivesse feito a transição, Os fóruns ainda, né, algumas coisas dependeriam do dos fóruns. Vamos, já que as as empresas nos vêm como uma empresa de tecnologia, quem sabe a gente cria um produto eminentemente tecnológico, onde o core e o fim seja a própria tecnologia. E aí, como é que a gente faz isso? a
gente já tinha uma base muito consolidada. E aí o que você acabou de falar assim, em vez de ser apaixonado pela solução, apaixona-se pelo problema, solução, problema, pela dor. Exatamente, Cara. Exatamente. Rodrigo. Então, assim, o que que existia de dor dentro da nossa carteira de clientes que já era consolidada, que nos vem com uma empresa de tecnologia e que a gente ainda não atacou. E aí a gente começou a fazer várias pesquisas e e eu não acredito muito assim, mas como obra do destino, quando a gente acabou de fazer uma pesquisa e e selecionou três
dores importantes, a na época teve um vazamento de informação dentro, e eu Posso falar porque isso foi noticiado. Uhum. Em função do mau uso do certificado digital. A gente falou: "Puxa, aí tem coisa". E aí eles vieram para nós, vocês não têm um gerenciador de certificados digitais? E aí eu falei: "Puxa, isso é uma boa ideia". a gente já tinha visto que essa era uma dor e por que era uma dor nos escritórios. Quando foi feita a transição do processo físico pro digital, esses processos caíram em mais de 130 sistemas operacionais, que No Brasil é
muito complexo, não há uma unificação, não há nada. Então, por exemplo, na Bahia, se o processo trabalhista é num sistema, se é cível é outro, se é primeiro grau, então assim, são 130 sistemas onde os processos podem correr nesses nesse 130 sistemas, imagina agora um escritório que tem 600, 700 pessoas e ter que cadastrar essas 600 pessoas nesses mesmos tribunais, é humanamente impossível. E aí, que que os caras começaram a fazer? Bom, vamos Cadastrar esses processos em nome de uma ou duas pessoas e a gente pega esse certificado desses dois sócios. Normalmente são esses que
que não vão ficar saindo do escritório porque imagina daí uma pessoa sai e tem que mudar a procuração e aí desinstalar o e começaram a passar o certificado de tal dessas duas pessoas na mão de toda a equipe. Sim. E ali começou vários problemas, problema de fraude, problema de mau uso. Se você quiser hoje você Passa a a sua casa, o carro D tá no Detran com certificado. Você pode acessar o Bassen, Jud, o Bassem e dados do Bassem e e fraudar dados financeiros da pessoa, Receita Federal. Então assim, se eu listar aqui, a gente
passa uma hora, mas só listando problemas, fora a questão de não ter uma rastraabilidade, quem tá fazendo o qu, porque às vezes, tudo bem, não tem problema específico de fraude, mas LGPD você precisa saber o que que as pessoas estão fazendo com Aqueles dados sensíveis da empresa. Então também não tinha. E a outra questão é uma questão de compliance mesmo, porque e até mesmo adentrando um pouquinho mais além questões de leitos penais, porque eu não vou num cartólio assim o nome do Rodrigo sem que ele me passe uma procuração, tá certo? Mas quando eu pego
o certificado do Rodrigo, espero a minha máquina e uso em nome do Rodrigo. Uhum. Eu tô comando um crime. Eu e ele estamos comentando crime de Falsidade ideológica, porque eu tô me passando pelo Rodrigo sem ser ele. Sim. Então a gente pensou nisso tudo e aí nasceu o room de a quem para quem em inglês, justamente para os escritórios não terem a dificuldade de ter que cadastrar todo mundo nos processos, mas eles subirem o certificado na nossa nuvem e aí a partir disso a gente consegue passar concessões de uso para cada um dos dos membros
do escritórios. do dos escritórios, claro. E no começo Dos escritórios, depois a gente ampliou para empresas, tanto é que a gente cocriou isso também com a com a MBEV e foi um sucesso. Assim, o Rum hoje ele permite que você com um certificado na nuvem passe concessões, cada concessão vai também uma procuração de uso nos mesmos moldes da Receita Federal. Uhum. É claro que a responsabilidade pelas prerrogativas do uso é da pessoa que está passando a concessão. Então, por exemplo, não posso passar pro Rodrigo se Ele não for advogado, para ele usar o certificado como
advogado fosse, se ele, né? Então, a responsabilidade é minha nesse sentido, mas você tem ali toda uma parte de rastreabilidade para saber o que que ele tá fazendo, deixando de fazer. Você consegue dizer dentro de cada tribunal o que ele pode ou não fazer com o certificado. Você ainda tem toda a parte de gestão e controle para melhorar inclusive a a gestão e a performance da equipe dashboards para Dizer: "Poxa, tem pessoas entrando no mesmo sistema, na mesma hora, no mesmo local, por quê? existe uma sobreposição de trabalho. Então, a gente teve um case muito
legal nossos clientes que eles conseguiram reduzir em 20% a mão de obra só com esse mapeamento de uso dos certificados dentro dos dos tribunais, dados a estratégia, né? Não, total. E e cara, isso você falando assim, né? Hoje em dia eu respiro o mercado jurídico em várias pontas, né? porque eu sou sócia De um escritório, eh sou sócia de um de um produto de entretenimento e educação, que é manda pro jurídico. Tenho tenho esse site jobs que é de palestra e aula, etc. E aí eu comecei a pensar, principalmente depois que eu mandou pro jurídico,
começou a se relacionar muito com as lialx e assim já tinha ido em muitos eventos e eu comecei a notar que o meio jurídico ele é um celeiro muito fértil para você pensar em soluções, porque Como o universo jurídico ele anda de mãos dadas eh com tudo que há de mais burocrático no Brasil, que é a que é a esteira, que é o chão do Brasil, a forma como a gente se organiza, se você não começa a pensar Tá? É em formas de otimizar, garantir segurança, rastreabilidade, usabilidade para existir essa interseção e com isso uma
otimização. É um mercado que fic assim fadada a ao fracasso completo e a impossibilidade de ser um Mercado lucrativo. Eu vou eu vou e aí só para concluir, e isso é tão relevante, mas tão relevante, por isso que eu acho tão relevante que a gente traz aqui, que um dos maiores fundos do mundo, ele o primeiro investimento dele no Brasil, e aí depois vocês pesquisem, foi numa empresa focado no mercado jurídico. É uma empresa de tecnologia focada no mercado jurídico. O Cláudio deve deve saber o que eu tô falando. Vê como isso é relevante, gente.
Então, quando a Gente fala que não manda pro jurídico sobre liga o Elatex, e a gente tá falando isso, mas é uma empresa de tecnologia nichada, mas que brevemente amplia, porque tecnologia é uma tecnologia, você tem que pensar que o mercado jurídico ele é um celeiro e ele ainda é, ele não deixou de ser, ele segue sendo. Ainda não tem muito espaço para você analisar. E não é só a gente aqui de dentro que tá vendo. Muita gente tá olhando pro mercado brasileiro e Fala: "Cara, empresas de tecnologia forcada no mercado jurídico tem um potencial
enorme, porque a gente tem o quê? 80 milhões já são ajuizadas aqui no Brasil. Pensa só no contencioso. 30 novas milhões, eh 30 milhões de novas todos os anos, segundo CNJ. Pois é, isso é uma loucura, né? E aí eu vou puxar um tema que a gente conversou na nossa conversa prévia, que é o o o eu brinquei do storytelling da tecnologia no dentro do nosso mercado, né? E cara, eh, se a Gente falou do marco da pandemia, desde 2020 a gente viveu certas ondas ou talvez até certas cóleras, né, de de fenômenos que com
o passar do tempo acabaram ficando no passado, né? A gente pode falar aqui do metaverso, pode falar aqui do surto das NFTs também, que claro, hoje em dia ainda há certo certo espaço, mas deu uma inchada, não foi aquilo tudo que foi dito. Também tem, falaram que em 5 anos o a moeda corrente acabar e virar tudo crirypto. Não é a Realidade, mas eh a cripto ainda tem o seu espaço. Eh, lembra do Club Housing que teve também que todo mundo falou: "Não, é a nova, é a nova, é o novo hype, durou duas semanas."
Eh, enfim, e também tecnologia de trabalho remoto, tudo em realidade virtual, botar aqui um óculo gigantesco. Cara, eh, fato é que todas essas tecnologias, eh, na minha visão, acabaram criando um castelo de cartas que, na verdade, a eficiência de fato, Não trouxe muito, eh, não, na verdade, não havia eficiência, porque se houvesse eficiência acho que teríamos até hoje. Claro, eu não digo nem eficiência, Rodrigo, eh, propósito e usabilidade, né? Porque a eficiência ela pode ser um segundo passo de você, né, melhorar aquilo que você tá fazendo. Mas se você não tem propósito com aquilo, ou
seja, para que que eu tô usando o clube rato? Se você não tem usabilidade, ou seja, é interessante a a Comunidade eh a sociedade quer ficar mandando áudio ou ela ainda tá no momento em que ela quer ver vídeo, postar foto e ver coisa escrita? Qual é a forma como a o público tá querendo consumir e se relacionar? Então eu acho que a eficiência ela teve é um passo depois, mas antes é propósito. Tudo que você faz tem que ter um propósito. Não, mas acho que tem que haver a visão da eficiência também nesse primeiro
assim. É, mas aí na na minha opinião a Eficiência ela ela vem depois porque você precisa ter o propósito básico, o propósito não é eficiência em si. É que confundem muito, eu tava falando antes com o Rodrigo sobre isso, eh inovação com tecnologia. É porque quando a gente fala em inovação, a coisa que o pessoal mais quer é contratar a ferramenta tecnológica. Só que muitas vezes a ferramenta ela não é pensada no propósito, no uso específico. E gente, para inovar não Precisa de uma ferramenta tecnológica, basta fazer algo diferente. Às vezes mudar um processo dentro
da empresa vai fazer mais eh vai trazer mais resultado e vai ter mais eh contundência do que implementar uma ferramenta que às vezes é cara e não serve paracaria nenhuma. E falo isso com experiência. o que a gente já implementou de ferramenta dentro da Docnov, que não serviu para nada, é assim, eu eu eu consigo assim, são dezenas de oportunidades que a gente Teve essa experiência em relação a ferramentas tecnológicas e às vezes eu acho que a gente fica nesse anfã assim, nessa vontade, nesse fo, puxa, tá todo mundo fazendo, eu também quero fazer, mas
o que importa às vezes é fazer o simples, bem feito, o básico, entender para que para que que a gente serve e para que que as ferramentas nos auxiliam naquele nosso core business, no que a gente tá tá oferecendo de valor pro nosso cliente. Um bom exemplo disso é a Tecnologia blockchain, que aí se derivam as criptomoedas versus o NFT. Porque quando você pensa no blockchain, que foi desenvolvido eh acho que em 2008, o objetivo ali era criar um sistema de utilização de dinheiro paralelo a um sistema de banco central. E essa tecnologia existe, ela
obviamente ela tá sendo apurada ao longo dos anos e ela é boa e ela tem e ela tem utilidade, ela tem um propósito específico, ela tem uma usabilidade. Aí você pode pegar as Moedas, entender a aplicação, ah, se a, enfim, as criptomoedas tiveram um momento entre 2024 e 2025, enfim, de perda de valor, independente dessa dessa oscilação do mercado, tem uma utilidade e ela vem se apurando ao longo dos anos. Aí você pega o NFT, por exemplo, não que eu não sou uma grande especialista em NFT, tá gente? Então assim, eu sou uma advogada que
trabalha com empresas. Vamos lembrar. Eh, o NFT, qual era o propósito do NFT? A que A que servia o NFT? Você tem, tá, um token, não fungível, então você tá garantindo uma autenticidade daquilo e aí você tem uma autenticidade de um macaco de boné. falar do macaco de boné. Eu queria falar do macaco de bone porque o macaco de boné ele foi um ícone, cara. Ele virou um ícone, pelo menos era board ape, né? Eu acho que era e assim de fato, é, qual é o propósito? Você já viu a o quanto desvalorizou o macaco
dos boné do Neymar E do Justin Bieber? Não, não. É um negócio surreal assim, a desvalorização que eles tiveram. Não, pena que quem comprou, né? É, é que o o Neymar e o J podiam perder esse dinheiro, mas tem gente que não. Exatamente, cara. Sim. Então eu acho que eu só trace esses dois paralelos, embora mais uma vez eu não seja uma especialista em NFT, apesar de eu eu conheço bastante blockchain e Criptomoas, porque eu tenho alguns clientes eh investão, alguns clientes Que são bancos, né, que fazem esse tipo de transação. Eh, mas aí é
o mercado agora NFT, então, mas eu boto um paralelo ao outro, para mim fica muito claro porque que um ainda obviamente tá num momento de desenvolvimento e amadurecimento tanto de quem usa quanto quem desenvolve a tecnologia. E o outro, assim, é, as coisas só o metaverso a gente falou, cara, para mim o metaverso eh eu até comentei na no nosso papo, n aquele Cara que tava indo seguro para imóvel no metaverso, lembra que a gente viu na na Rnovation Week? Foi eh e assim eh foi uma as pessoas entram nesse que eu chamo de cólera,
uma cólera de mercado, assim que na minha opinião e assim eu tentar, eu juro, cara, eu eu tentei muito, eu li muito, eu estudei muito certas coisas, o metaverso foi uma delas nesse sentido, para ver, cara, o que que eu não tô vendo aqui que as pessoas enxergam o valor, né? E eu ficava assim procurando, Tentando chegar no núcleo do conceito e eu não achava. Mas aí uma pergunta que eu faço para vocês, começando pelo clau, que respira tecnologia. Você acha, clau, que essa questão de realidade virtual é, ou seja, é Klaus. CL, eu falei,
falou claus sem querer. Ah, falei, foi sem querer. Desculpa, mas eu tô acostumada. Já me chamam de Glauber, Cláudio, toda. Desculpa, mas acho que foi uma falha de Mas enfim. Klaus, e você que trabalha imerso em tecnologia, o que é que você Acha sobre realidade virtual? por exemplo, Google Glass e até mesmo a questão do metaverso. Uma das razões do metaverso ter uma barreira de adesão é porque você precisa de instrumentos que não são baratos, que não são acessíveis, que demandam o investimento. Você acha que isso em algum momento vai rolar? E a gente tá
falando antes também, para mim é o The Sims melhorado um pouquinho, tá? Não, porque assim, eh, de novo eu só vou fazer um paralelo com A excelente pergunta para trazer um pouco pro nosso mercado jurídico aqui. Eu entendo que tem muito espaço ainda para coisas básicas que a área jurídica como um todo não faz. Perfeito. A gente tá pensando em metaverso, a gente tá pensando em coisas mirabolantes, quando na verdade eu entendo, e isso é uma coisa que eu luto muito em palestras que eu faço ou em conversas quando eu sou convidado, como aqui, deixar
claro que o jurídico, por mais que tenha avançado Muito e aí mérito paraa B2R, são brasileira de Lotex, legal, outras frentes de desenvolvimento de tecnologias que deram uma chacoalhada no nosso mercado, mas eu entendo que as áreas jurídicas das empresas elas ainda são muito reativas. O que que é ser reativa? Eh, espera o leite derramar e vai pro jurídico e manda pro jurídico, né? Mas o que que eu entendo, eh, e não é só no preventivo, eu acho que a gente Consegue construir uma esteira de obtenção de dados a partir dos dados jurídicos e não
existe país com mais dados jurídicos do do que o Brasil para gerar insumos de melhorias de processos em todas toda parte da empresa. Vamos pegar, por exemplo, a área de relacionamento com cliente CS, quantas informações ricas nós temos e que vem dos processos ou, né, de processos consumiristas ou mesmo de reclamações que são feitas em portais de grandes Empresas ou portais públicos que podem melhorar a forma como a gente conduz, as empresas conduzem o relacionamento com seus clientes. Outra situação importantíssima, questões trabalhistas, eh existe uma análise clara das empresas, dos riscos que elas estão efetivamente
tomando com cada ação, porque assim, a gente tem, claro, algumas exceções, pega mercado Lífrica, nosso cliente que tem uma base reduzidíssima de processos trabalhistas, Mas é uma exceção, né? O que que precisa ser feito, o o que que o o mercado, o setor jurídico precisa ilustrar para outras áreas da empresa para ser mais ativo e menos reativo? Porque a parte de condução de processo, a parte de estruturação de defesas, a parte mais jurídica e burocrática da coisa em e em termos processuais, ela tá fadada, né, a ao seu encerramento a partir da inteligência artificial. É
claro que nós temos casos específicos, mais eh Profundos e subjetivos que ainda vai demorar muito tempo, mas eu entendo que é uma questão de tempo, né, para que uma parcela enorme do contencioso seja absorvido por inteligência artificial ou por outras ferramentas que vão reduzir muito esse escopo. E o que que vai sobrar pra advocacia? Experiência. Entender a realidade do cliente, se colocar empatia, entender o que que o cliente precisa. eh quando for eh eh passar uma solução ou gerar uma solução Pro cliente, gerar uma solução com os olhos desse mesmo cliente, com todos os aspectos
que envolvem o dia a dia daquela pessoa, o advogado, ele não vai mais se limitar a uma interpretação legal e aplicabilidade no dia a dia. Isso vai est à disposição com clique pro cliente, né? o advogado ele vai precisar dar mais experiência e aí a nossa área vai começar obrigatoriamente a ter que ser mais ativa e menos reativa. Então eu falei tudo isso porque eu acho que tem Um caminho longo para ser percorrido antes da gente pensar em metaverso, em coisas mirabolantes que, como a gente falou antes, não tem um propósito claro, né? E não
tem uma forma também objetiva de ajudar na nossa profissional. Muitas vezes eu acho que a as motivações dessas dessas eh tendências que que entram no mercado é puramente estético. E o porqu estético, né? Que a pessoa quer ter a virtude, atrair para si a virtude do da pessoa alinhada à tecnologia, a pessoa Tecnológica, mas mas assim, eh não seria mais interessante a pessoa tá aliada a a a um ao valor da inovação, né? E aí sendo a tecnologia uma das ferramentas que a inovação eh eh traz. Então assim, na minha na minha concepção é é
exatamente isso e a gente tem que ficar bastante observando, observando esses novos passos. E o o novo passo, nem tão novo assim, é a questão da inteligência artificial, né, Cláuso? Eh, eu acho que todo mundo nessa mesa que já já usou IA, Né, seja GPT, Deep Search, etc. Eh, Gemini. E como você vê assim nesse nesses nesse nesse processo aí, esse médio prazo de 5 anos, digamos assim, eh o o a transformação do nosso mercado a partir da inteligência artificial, que de fato é uma tecnologia que traz a inovação, né? Cara, eu vou responder essa
pergunta fazendo uma avaliação sobre a própria EAI. Eh, se eu acho que a gente já vivia num ambiente volátil, eu acho que essa Volatilidade vai exponencializar nos próximos anos. Exemplo, nós tínhamos várias empresas que cresceram absurdamente com um nicho específico de EI. Então, pega um EI para apresentação de PowerPoint, pega o EI específica para, sei lá, tatuagem que a pessoa queira fazer ou imagem. Hoje o chat tá fazendo tudo isso. Essa mesma empresa que começou, ela vai encerrar as atividades e provavelmente em um mês, porque o pessoal não vai querer, não tem Mais a necessidade
de passar para outra outro fornecedor para fazer o que ela já faz de uma forma completa dentro do chat GPT. E por isso essa corrida maluca das grandes dos grandes lems de fazer uma solução robusta que a pessoa não precise buscar outras uma central. Exato. Então eu dou um exemplo de assim empresas que captaram às vezes milhões, bilhões e tão fadadas a encerrar suas atividades. Então olha como tá volátil e é muito pouco tempo, né? E é muito pouco tempo, Né? Então assim, eu acho que a inteligência artificial é uma coisa que, diferentemente de outros
hypes, eh, por óbvio que ela veio para ficar, ela vai mudar a forma como a gente tá eh se relacionando. Eu entendo que uma coisa que ela não vai fazer é ganhar da humanização, né? Hoje, até esses dias, eu tava lendo um artigo de que a tendência é as pessoas se sentirem ainda mais sozinhas em função da conexão que elas vão ter com uma linguagem e uma Inteligência artificial. Pega o chat GPT, né? Tem muita gente. Eh, e e nesse estudo até a Open AI abriu um pouco, né, dessa situação de que tem muita gente
eh se aconselhando com chat de BT. Olha que dado mega relevante. Achei tão relevante que até compartilhei no meu Instagram, que é uma coisa que eu não faço tanto assim. Eh, eu tava, eu tenho hábito de ler os artigos da Harvest Business Review, porque eu acho uma fonte boa e a gente tá com problema De de fontes de credibilidade de informação. Verdade. E aí eu olhei um artigo que elencava quais eram, ele fez um paralelo entre 24 e 25, qu o como as pessoas mais utilizavam as LLMs. E ele tava focando ali em chat apt
que era o o instrumento de pesquisa dele ali. O primeiro disparado é terapia e aconselhamento pessoal. É, é muito doido isso. O primeiro, a primeira coisa que as pessoas usam não é assim, é melhorar o seu ambiente profissional, te dar Outras ideias, é, não, é justamente, né? É justamente ela tá lá terapia, gente, joga no entra no Harvest Business Review porque eu vi sexta-feira, então vai est no Trending Topics ali ainda de artigos recém-scritos. Isso, enfim, é extremamente relevante. Não, e a gente pega às vezes alguns filmes que a gente pensava ser pensava ser utopia,
pega o her aquele com É, exatamente, cara. ele se apaixona pela inteligência. Exatamente. E eu acho que traduz, claro, Né, de uma forma escraasda o filme, mas assim, a gente se encaminha, e eu dizia isso, por um para um ambiente que o relacionamento com a EAI vai ser tão forte que provavelmente vai impactar na forma como a gente se comunica e se relaciona. E aí que eu acho que eh ao mesmo tempo que é uma ameaça, é uma oportunidade, porque as pessoas vão estar mais carentes de um relacionamento humanizado, de olho no olho, eh, de
conversar, porque assim, eh, grande Parte da nossa evolução, ela depende do feedback das pessoas. E o feedback às vezes não é só dado pela palavra, é um gesto, é uma forma, né, de se comunicar, a criação do rapor, né, que rapor, exatamente, essas conexões que que prendem a a pessoa e se conectam. O Pedro, o Pedro que segunda vez a gente fala do Pedro hoje, né? O Pedro ele fala que quando ele vai despachar, ele é um advogado assim raiz, né, como a gente fala, ainda muito atuante no contencioso E tal. Sim. Eh, ele fala
que quando ele vai despachar para uma segunda instância para falar com uma turma, ele faz tudo pessoalmente. Ele não ele não busca o o balcão virtual, que é uma tecnologia, né, que veio no pós-pandemia, que é muito útil de fato, mas tem certos eh serviços, né, certas atuações da certas atividades na rotina dele que ele não abre mão do do olho no olho. Olha como corrobora com a minha tese experiência, entendeu? É, e isso inteligência Artificial não faz, né? Ir lá no magistrado, conversar, eh, olhar no olho, explicar as razões, eh, num ambiente tão carente,
cada vez mais carente disso, isso vai fazer todo o impacto ali. Então, por isso que eu eu divido eh essa questão da inteligência artificial eh muito em coisas que eu entendo que ela não vai conseguir proporcionar ali na frente, né? E eu acho que essa é uma dor que vai ser gerada e que também vai eh oportunizar Grandes soluções para resolver essa questão, né, eh, da falta de experiência e da conectividade entre pessoas. Inclusive, a gente na Doc e tá lançando uma inteligência artificial eh chamada Wit, né? Lá é tudo assim, R, né? Tudo depois
que lançou o room, aí agora agora o pessoal quer lançar o Wonder lá. Mas o IT ele vem para ser realmente uma uma inteligência artificial muito completa do ponto de vista de análises jurídicas. Eh, a gente pegou toda a a Inteligência eh de várias de vários motores de inteligência artificial e nós vamos conectar com a base de dados dos nossos clientes para gerar informações, peças e respostas do chat muito mais personalizadas e mais seguras. Porque isso é uma outra coisa que não se fala muito sobre inteligência artificial, que é o risco de vazamento de informação.
Porque quando você coloca os seus dados dentro de um motor desse, você não sabe onde é que eles vão parar. Eles estão Treinando, né? inteligência artificial para gerar mais a curacidade, machine learning. Exatamente. Então, quando você eh tem uma base onde a sua informação específica, que muitas vezes é um diferencial e uma estratégia eh que às vezes é só sua noção, isso é uma questão super delicada pro direito que a gente trata de casos, né, totalmente sigilosos e etc. Então você correr um risco de uma uma IA genérica, digamos assim, a gente tá podendo comprometer
não só o caso, Mas também com até de certa forma a vida pessoal ou financeira do do cliente. Total, não? E sem dúvidas. Por exemplo, a gente tem e genéricas que elas leem documentos, PDFs, e eu tenho certeza que muita gente coloca documentos não anonimizados ali para fazer uma análise. Então você pega um contrato que tem muito que tem um que tem um um nível de não necessariamente até não necessariamente um sigilo, mas que tem uma sensibilidade, né? entrada de uma Relação entre partes e você coloca para um para um notebook Elma, inclusive, que eu
acho uma ferramenta fantástica, mas que você está sujeito de alguma forma a ter aqueles dados que deveriam ser anônimos, não são mais anônimos, né? Você imputou ali dentro já não é esses, né? Contratualmente anônimos, né? Que é uma responsabilidade, né? Sim. Enorme. E aí o E aí o WiT nesse caso traz essa segurança, né? No caso de de informação, porque ele mescla o quê? a base, o le Dados do cliente com o le geral. Então assim, a gente costuma dizer que o que é do cliente não sai e o que é do resto entra. É,
e aí cria essa inteligência que vai ser muito mais e já é muito mais personalizada, com uma estrutura específica do cliente. Eh, o que é legal também que a gente começa a congregar outras soluções dentro do IT para ser uma solução mesmo completa na parte de estruturação de documentos. A gente tá agora com projeto de visual lot dentro, Né, do IT também. respostas muito mais personalizadas e complexas podem ser eh escoadas ali. Então, a gente tá muito animado. A gente fez uma pesquisa assim muito profunda com outros players e a gente entende que eh não
só eu acho que o IT, mas outras ferramentas têm o condomão de mudar bastante o cenário da advocacia, aquela mais básica mesmo e e ajudar bastante não só o advogado, mas também, né, as pessoas de uma forma geral. Isso é uma outra um propósito Muito legal com o IT, com a Docov, é democratizar mais o direito, né? Porque hoje a gente vê que muitas pessoas eh principalmente empreendedores, eu eu foco muito no empreendedorismo porque eu acho que o empreendedorismo tem o condomão de mudar o nosso país, né? E quando a gente tem empreendedores eh conhecendo
mais as leis, entendendo mais o que que eles podem ou não fazer, com uma capacidade estruturação melhor dos seus negócios, a tendência é que eles Não sejam pegos de surpresas, de surpresa e que eles consigam e evoluir melhor, né, eh nas suas ideias. Então, a gente também quer atingir esse público para que eles consigam, a partir das nossas ferramentas, ter uma capacidade de análise jurídica melhor e até mais basilar, que hoje eles não têm, né? Muitas vezes eu achei esse esse esse produto que vocês estão desenvolvendo. E aí, Claus, eu falo pessoalmente, eu tô muito
curiosa para utilizá-lo, porque o Que acontece muito, eu posso falar dentro de empresa e escritório, passei 10 anos em empresa e agora sou sócia de um escritório há um ano. Muitas vezes você não tá uns três já. Ah, é porque é muito trabalho. Aí passa rápido, é muita informação que é da cabeça. É verdade. Tem pouco tempo mesmo. Você eh muitas vezes você tem que sugerir a não utilização de determinadas inteligos de LLM, justamente porque você tem questões de privacidade, de Restrições. Eu dentro do meu escritório ten uma área de privacidade de inteligência artificial. Então
eu tenho que ter muito cuidado com o que eu coloco ali. Então quando só que a gente sabe que o seu trabalho fica melhor, a apuração de dados é mais clara, então você vê a necessidade, mas você tem alguns entraves, inclusive éticos, né? Você não é não, você tem entraves práticos, claro, mas éticos também. Então, quando você vem com uma solução Dessa, para mim, eu ainda eu ainda tô muito curiosa para ver como é que é a aplicação, mas assim, para mim é um cenário perfeito, não tem como ser um cenário ruim, de verdade, não.
E a gente tem casos no Brasil de eh juízes impugnando algumas petições que foram feitas através de EAIS mais genéricas e ficaram muito claras que foram feitas por por inteligentes artifiais, não por humanos. E aí tem uma questão eh de discussão até mais filosófica e teórica De que e até nesse caso prática de que a inteligência artificial não tem capacidade postulatória como advogado. Ela não tem uma OAB para poder fazer um peticionamento. Você pega o que a o que ela fez e assina, tá simplesmente endossando o que a inteligência artificial fez. Então assim, você contar
quando erra também, né? Já teve até jurisprudência que não existia, que colocar alucina quando elas alucinam. Ex alucinam. Então assim, eh, por mais que Seja uma coisa que tá transformando demais, é importante que a gente tenha esse cuidado no ponto de vista de usar da melhor forma e muitas vezes saber como não utilizar, né, alguma ferramenta que possa trazer um prejuízo maior do que a aquele benefício de automação e de melhoria de processos internos, né? Não, incrível. E aí, você falou de empreendedorismo, eu vou trazer uma uma novidade aqui que já tá aí na nas
redes sociais, todo mundo já sabe quem segue é A Doc 9. Eh, vocês conseguiram agora uma um deal interessante de rodada de investimento, cara. Primeiramente, parabéns. Obrigado. Eh, e aí eu queria que você compartilhasse aí um pouco como foi essa trajetória, porque todo mundo que empreende como você e você fala que foca muito nisso, né? Não fala, né? se foca muito nisso, na verdade. Eh, eh, pode se interessar nessa trajetória com nessa se nesse compartilhamento dessa sua experiência aí com a com a rodada de Investimento que vocês estão que vocês conseguiram closing agora? Legal. Rodrigo,
sabe que tem uma coisa curiosa que quando a Docnov sofreu, né, aquele BAC em função do coronavírus, a gente foi a mercado captar. Porque que que a gente pensou? Pô, a gente tem uma história bonita. A gente foi 100% Bootstrap, a gente sempre caminhou com as próprias pernas, criou uma empresa com faturamento bem expressivo, com 180 colaboradores, com Uma cultura forte. Na época a gente já tinha eh recebido o prêmio de Great Play Stor, que é a melhor pequena empresa para se trabalhar em todo o Rio Grânio do Sul, 13ª de tecnologia do Brasil. Nossa,
caramba, que irado. Então, a gente tinha já uma história muito bonita para ser contada e aí a gente foi e até entendendo nos fundos. Puxa, um modelo de negócio que tava se transformando. A gente tinha a ideia do room e tal, mas era muito incipiente. E o que mais a Gente ouviu foi não, né, de tudo que é lado. E a gente baixou a cabeça, conseguiu e desenvolver o room. E a gente teve o investidor, nesse caso, foi bem anjo mesmo, que acreditou na doc em três dias. O José Turmina mandou um abraço pro Kiko
aí, tá nos ouvindo, eh, com certeza. E ele eh entendeu a Docn, é aquele cara que tem o faro também, o empreendedor falando com o empreendedor em três dias olho no olho no olho. Exatamente. Me manda as planilhas, eu Quero olhar para um três dias fechou o cheque com a gente para uma rodada eh de menor valor em que a gente usou o recurso para crescer e acelerar o room, né? A gente queria chegar em 100 clientes em do anos. A gente fez isso em quro meses, caramb. E foi só possível porque a gente teve
recurso para contratar a empresa, a equipe na frente, ferramentas, ou seja, a gente conseguiu acelerar. E é assim que eu acredito na captação de recursos, né? Não eh para Que a empresa fique dependente de um capital externo e muitas vezes não saiba do modelo de negócio que para de pé. E a gente vê, e a gente viu isso aos montes numa época em que o juros estava baixo, o que mais tinha no mercado era capital para startup. E tem teve conhecidos meus que com PowerPoint conseguiram levantar milhões e e acabaram fechando em poucos meses. H
e a gente recebeu esse não, né? Então, voltando pra nossa história e aí quando a gente retoma com esse capital é Anjo ou breed que a gente chamou, porque a gente já tinha um certo tamanho, ah, o pessoal começa a ver o LinkedIn bombar, as redes sociais, a quantidade de colaboradores subindo e aí foi um movimento contrário, vários fundos começaram a nos procurar. Puxa, eu queria conversar e tal. Tem um impacto de rede social sobre investidores. Então tem, tem com certeza, porque eles começam a ver uma presença de marca maior, eles conseguem entender se a
Empresa tá se crescendo, se desenvolvendo. Às vezes a gente nas redes sociais coloca alguns números que fazem sentido pros indicadores deles. Sim, claro. Ã, de novo, assim, alguns dados são importantíssimos. Pô, a pessoa, a, a empresa sai de 60 para 120 para 150 colaboradores em pouco tempo. Pou, com curso mais de tempo, claro. E aí, então, a gente começou a ser procurado e como a gente já estava gerando caixa, não era uma coisa que me Preocupava muito, né? Mas eh a gente viu, assim como viu na época que a gente captou o recurso com o
o turmina, uma janela de oportunidades neste momento, que é eh nós termos duas soluções, tanto na parte de logística quanto no Rum, que são líderes de mercado, uma na parte de esteira de conflitos, ali as audiências e a parte eh de rotinas jurídicas com o Rum. Ou seja, no mercado jurídico a gente já tá atendendo quase 1000 eh escritórios de Advocacia. Imagina, todos os escritórios precisam usar o R para acessar os tribunais e tal. Então ele é um produto que tá no dia a dia das pessoas. A gente viu então a oportunidade de conectar outras
soluções, né, nessas ferramentas e gerar uma solução mais completa pros nossos clientes, né? E e hoje a gente vê também no mercado, tanto no radar da B2L e e de outros eistemas, que tem muita empresa pequena fazendo uma olhando para uma pequena parte do todo, né, em termos De captura de dados, jurimetria. E essas pequenas empresas, elas podem e devem, a gente já começou a fazer esse trabalho, a a se conectar nesse hub que a gente tá chamando para poder então crescer e começar a consolidar e a gente evoluir mais como mercado de tecnologia jurídica.
Então, a gente viu essa porta se abrindo e aí a partir disso que eu fui começar a buscar investimento. Conversamos com vários fundos e como a nossa cultura é uma coisa muito forte na Doc, a gente entendeu que não valeria a pena a gente fechar com o fundo mesmo que avaliasse a doc mais que tivesse mais recurso, mas que não tivesse fit cultural com a nossa empresa. Então, conversei com vários fundos, a gente desses vários fundos, a gente continuou a conversa com quatro. E a gente fechou com a headline, que é capitaneada pelo Romero Rodrigues,
exbuscapé, né? Eh, o Gabriel Alves também, que é uma pessoa que tem uma passagem incrível pelo Mercado financeiro. E eles junto com a gente tão nessa, agora estão dentro do barco, nos ajudando a desenvolver o nosso trabalho com essa perspectiva de crescimento acelerado dentro dessa tese de algumas consolidações, desenvolvimento de novos portfólios, como é o caso do IT e outras ferramentas que cumprem o nosso propósito de transformar a relação das pessoas melhorando, né, eh, o as relações jurídicas. Afinal de contas, assim, vou Até eu ia falar isso no começo, acabei me passando. A gente vive
numa a nossa vida, ela é constantemente influenciada por rotinas e dispositivos legais jurídicos. A nossa relação hoje aqui, querendo ou não, ela é jurídica. A relação com a nossa família é jurídica. A relação entre pessoas na que você conversa, questões comerciais, tudo são relacionamentos jurídicos. É impossível. a gente tá, a gente não se dá conta, Parece que eu vou falar o óbvio, mas a gente tá aqui conversando e aqui em cima já estão incendidos várias leis que às vezes a gente não entende e que elas podem de alguma forma melhorar a nossa relação e melhorar
a nossa vida. Então eu entendo que o o a o relacionamento jurídico e os dispositivos legais, eles têm um impacto de transformar a vida das pessoas. Então, é isso que a gente quer a partir dessa consolidação e cada vez mais eh atuar de forma incisiva para que A nossa sociedade eh seja uma sociedade melhor a partir da estruturação e da remodelação de algumas rotinas jurídicas, não? Perfeito, cara. E aí acho que a gente já tá, infelizmente, se encaminhando pro fim, mas a gente tem que falar de um evento que vai acontecer, que a gente já
até comentou aqui recentemente, né, nas nossas que já estão convidados. Estaremos lá. Certamente, certamente tomarei um bom vinho da Serra Gaúcha no Rio Grande do Sul para ficar bem e um churrasco também, né? Churrasco. Mas ó, isso aí tem isso a gente tem que conversar porque dizem que lá a carne é mais bem passada que no Rio de Janeiro. Não, não, não. A minha você não vai comer uma carne bem passada. Ah, então beleza. Gente, vocês falaram as duas coisas que eu acho que eu mais gosto do mundo, que é churrasco e vinho. Realmente se
botasse um cafezinho depois fechou. Eu saí daqui, aí eu pegava o avião com Clus. Agora eu fiquei preocupadíssimo quando eu vi esse boato, mas se você tá me garantindo, então tá tudo certo. Mas aí cara, vai ter o Doc no Summit 22 de maio aqui. Hoje são 20 25, né? E a gente tá super empolgado porque de fato a gente, você falou a palavra hub, né? A expressão hub. E eu acho que a gente precisa eh trazer justamente o propósito que você falou agora, vindo juntamente com a sua com o novo com o novo investimento
do do headline, eh vem Muito a congregar, né, com que o propósito que o o Doc Docnov Summit tá trazendo, né? Exato. Ah, o que que a gente quer com o nosso evento, né? Primeira coisa, alguns diferenciais, né? E aqui não é nenhum momento propaganda, é só o que eu acredito mesmo em termos de eventos jurídicos. Quando a gente, eu vou e eu frequento muitos eventos jurídicos, eu vejo que a pauta dos eventos, ela é norteada pelos patrocinadores. E o que que isso e nada Contra, acho que cada um e eventos que dão muito certo
e às vezes as pautas calham de ser boas pautas. Só que o que que a gente viu, puxa, não adianta a gente atrelar isso porque várias vezes vamos, a gente vai sentir que há um viés comercial, um conflito de interesses, coisas nesse sentido. Então, a gente fez o quê? os nossos patrocinadores, eles vão ter um tempo entre as palestras para falar sobre as suas soluções, mas as palestras ela elas são um conteúdo que Eh teve uma curadoria nossa e que são questões práticas conectando jurídico com outras áreas, porque aí a gente fala tanto em que
o que o jurídico deve transcender a a sua área, eh, né, os escritórios e os departamentos jurídicos, que a gente não podia fazer um evento que não fosse isso. Então, por exemplo, a gente vai falar com o Zé Gal, né, enquanto Reiner e também vamos trazer o R de pessoas, né, do iFood para falar sobre transformação cultural. Pô, Isso influencia todas as áreas, inclusive a área jurídica. É claro que vai ter muito conteúdo voltado paraa inteligência artificial, por exemplo, para área jurídica, questões relacionadas a inclusive a fundos de investimento. Nós vamos levar headline, vamos levar
pessoal eh da IBS Ventures, né, Maromar para fazer falar sobre um pouquinho sobre media for equity. São coisas que a gente quer congregar a área jurídica e questões específicas, mas Também questões de cultura, de transformação, de empreendedorismo, para que a gente consiga não só atingir o público jurídico, mas um público mais amplo que se interesse por essa conexão entre o nosso mercado e o mercado de uma forma geral. Bem cara incrível, Cláudio, porque quando a gente falou um pouco antes, brevemente sobre tecnologias ou formas de eh inovação através da tecnologia que floparam, a gente Atribuiu
isso a uma falta de propósito, né? Se você desenvolve qualquer coisa sem propósito, ela tende a não ir pra frente. E eu achei legal porque você conecta a Docn como um todo e ela extrapolando o seu propósito e criando um evento em que é é um é a ideia sim é gerar um hub de conexões de pessoas, mas ela é mais do que isso, né? tem um um objetivo geral de ecossistema, uma coisa meio todo o ecossistema jurídico e tudo que orbita, tudo é jurídico. Eu também Sou, eu só fiz direito porque tudo é jurídico,
gente. Eu não sou boba nem nada. Eu sei que eu ia ter muita coisa para fazer de fome, eu não ia morrer. Mas isso eu achei super legal, assim, os temas que você traz, por exemplo, quando você vai trazer o o R, é o R de RH, de cultura do iFood, cara, o iFood é uma empresa referência dentro do Brasil, então o quanto todo o universo jurídico ou não tem para aprender assim, eu achei fantástico. Quero muito estar lá. Espero Que a gente consiga organizar esse tabuleiro de E o painel de vocês que a gente
tá montando também muito importante, que fala um pouco do conteúdo de vocês, que eu já parabenizo aqui, né? Obada, porque é um conteúdo mais prático e lá a gente vai tratar o seguinte, o que que as pessoas como um todo querem ver em um podcast ou um conteúdo jurídico que não fique maçante assim até para nitificar para pros escritórios, eh, pros operadores de Direito. OK, mas como é que a gente cria eh conteúdos que transcendam o aquela pessoa que de alguma forma opera o direito e impacta positivamente a sociedade? A forma como vocês tratam o
direito de uma forma muito mais leve, é o que eu venho batendo há muito tempo, inclusive do ponto de vista de ensino, né? Eu acho que hoje assim, várias pessoas junto comigo já bateram tanto nessa tecla que a gente começa a ver alguma mudança. Se a gente pegar as Universidades ainda é muita questão de processo 1 2 3 4 5 bl e cadê a cadeira de empreendedorismo? E cadê aquela cadeira de gestão de pessoas, de cultura? Porque são muitos advogados que vão sair dali e vão abrir os seus escritórios ou vão trabalhar em empresas ou
que vão fazer outras coisas. Então essa luta pra gente não se restringir a caixinha do direito é algo que eu já vejo. E eu te digo mais, cara, acho que acredita, você vão Concordar comigo. A gente tá batendo nessas teclas aqui, manda pro jurídico a nossa iniciativa, a doc, o o o próprio Doc Summit, etc. a gente bate nessas teclas porque a gente a gente tem a a certeza de que são os remédios para as doenças hoje em dia que existem no mercado jurídico. A gente tá, por exemplo, cultura, a gente tá cansado de ver
assim, infelizmente, a gente vê no noticiário aí saindo em migalhas, em em outras outros portais, notícias de Escritórios, departamentos jurídicos, aonde, enfim, tem eh eventos eh desagradáveis, né, por falta de cultura ou ou talvez negócios indo a a a falência ou ou fechando porque por uma falta de talvez de gestão de de gestão do da empresa, eh, com formação de cultura, contratação de pessoal e várias vários elementos além do próprio direito, né, que são fundamentais paraa manutenção do negócio jurídico, que é a experiência de novo, Assim, né, eh, o nosso evento, ele quer mostrar outras
matérias que são muito importantes pro operador do direito e que muitas vezes passam batidas e que vão gerar esse algo a mais na entrega da experiência quando o cliente mais precisar. E é isso que vai diferenciar as pessoas que vão ter sucesso, na minha visão, né, nesse mercado, no nosso mercado jurídico em poucos anos, daquelas que não vão ter a capacidade de ter empatia com a dor do cliente, Entender o que que precisa ser feito e não entregar uma solução meramente jurídica, mas uma uma solução muito mais robusta, completa e eficiente. E isso vai fazer
toda a diferença. A gente pode pedir o o que é recorde pra Patrícia para botar Patrícia pr pra letar aqui na tela para pessoal pessoal conhecer. a gente coloca enquanto durante o durante o episódio pro pessoal conhecer, se inscrever, enfim, vai ser lá em Porto Alegre, né, no Barra Shopping, no Barra Shopping Sul, correto? Correto. E vai ter uma uma assim, a gente espera 700 pessoas lá de forma presencial, caramba, mas a gente espera mais de 2500 de forma online. Então as pessoas, claro, que não conseguirem ir para Porto Alegre, eh, estão super convidadas a
entrarem, se inscreverem e acompanharem de forma online esse evento que vai est fantástico. Serão três painéis, né, com eh que vão andar de forma eh concomitante. Esses painéis Eles vão ter assuntos diferentes e aí claro, claro, a pessoa pode escolher qual painel que ela vai assistir e nós vamos ter alguns painéis que aí eles são dos três juntos, dado a a relevância, dos três das três áreas juntos, dada a relevância. Então, vai ser muito legal, vai ter muito conteúdo e a gente espera eh trazer às vezes conteúdo mais prático que a pessoa consiga de fato
utilizar no seu dia a dia e com isso melhorar, né, essa condição, eh, inclusive e evoluir Enquanto profissional, enquanto operador do direito ou não. Sabe uma coisa que é muito legal que eu observo assim, quando o manda pro jurídico surgiu? Ele não surgiu com um propósito muito claro, ele surgiu com perfis profissionais convergentes que tinham propósitos individuais. Tinha mais vontade que propósito. E os e aí essa esse propósito individual ele desenvolveu um produto. Então o produto em si não era o propósito, ele existia dentro das Carreiras individuais. E aí quando você fala de, e é
o que a gente, né, todos nós temos falado muito de juridical juridique, todas as aulas e palestras que eu dou, eu faço questão de colocar um slide que comunica muito com o que você falou, que é sobre eduta que é educação através do entretenimento, o objetivo do manda. E aí você vê como empresas sinérgicas se unem algum momento. O Manda começou a se conectar muito eh com empresas de tecnologia. Por Quê? Porque o objetivo é o mesmo. O manda na ponta do entotainment, que é através da educação, através de tecnologia, que tanto está dando certo,
que ontem eu tive um call com uma pessoa que tá desenvolvendo um grupo de estudos de uma faculdade muito renomada, talvez da de uma da segunda faculdade mais renomada de do Brasil, me perguntando, Natália, você que trabalha com curadoria de informação jurídica todos os dias, que que você acha que que a gente pode Estudar no grupo de estudos? Falei: "Gente, mas aí eu falei: "Caramba, nem eu tinha me tocado que a gente tava realmente fazendo essa curadoria". Mas eu tô enchendo essa linguiça promanda, mas para dizer que isso faz com que a gente se conecte
com empresas como a Docov, que também tem esse propósito, que é um propósito de melhorar o ecossistema, cada um, óbvio, dentro das suas competências, sem dúvida, mas que é de melhorar. E assim, eu tenho certeza Que o o Doc no Somente vai ser incrível. Eh, e nossa, agora então essa notícia, você podendo assistir remoto, eu não perderia por nada. Exatamente. Vai ser uma boa oportunidade para justamente pegar esses insites, enfim, tudo que tá sendo de vanguarda agora dentro do universo jurídico, né, cara? Dúvida. Exato. E aí o bom também é que o bom e o
ruim, infelizmente a gente tá encerrando o nosso programa hoje, mas o bom também é que vai ter o Doc 900 para todo mundo Ter acesso e na na nas aí na no na plataforma digital para poder e ter acesso também e conhecer um pouquinho mais das iniciativas e e da mente do Claus, assim, né, que acho que o evento vai materializar muito do que você pensa, né? Ah, não, não tem dúvida. E eu queria dizer o seguinte, né? Eh, a gente fala, falou muito em sinergia. Eu acho que as sinergias orgânicas são as melhores. Eu
eu queria dar os parabéns porque eu vim para cá achando que a Gente ia fazer algo mais eh formalzão e tal e o papo foi tão bom que eu conversaria com vocês por horas fora das câ. Exente, cara. Muito obrigado pelo feedback. que é melhor coisa. E passa tão rápido aqui que às vezes eu já participei de entrevistas tão maçantes assim e hoje o papo com vocês é tão fluído porque justamente eu, vocês têm essa cabeça que eu entendo muito de eh estar mais aberto para novas situações, né? E e nessa luta, eu acho que
junto Comigo para que a gente possa de alguma forma contribuir e impactar pro mercado jurídico, ser mais do que ele é hoje. Não, pô. Perfeito. É, exatamente, cara. Obrigado pela participação. Eh, Claus, se quiser deixar alguma rede social aí, LinkedIn, Instagram, fica à vontade. É, eu até tenho alguns conteúdos na minha rede social, que é o @clausrifel, eh, tanto no, eu faço hoje TikTok, Instagram e eu tento falar muito sobre liderança, não tanto mercado jurídico, mas é outra Coisa que eu acho que no Brasil se fala muito pouco sobre técnicas de liderança, né? Na próxima
semana eu fiz um material rico sobre os principais pontos que eu vejo de gaps de líderes de empresas nos últimos anos e eu vou eh disponibilizar ali nas minhas redes sociais. Então, quem quiser também ver um pouco o conteúdo que eu falo, o que eu penso, eh, maior prazer ali de receber dentro das redes sociais. A gente já tem pauta para um segundo episódio, porque esse é Um tema que o Manda gosta muito, que é sobre liderança e gestão. Perfeito, cara. Muito obrigado pela participação. Foi um episódio sensacional. Tenho certeza que a galera adorou. E
para você que tá nos ouvindo, eh, fica aí o o esse conteúdo incrível. Se vocês gostaram, se vocês eh compartilharam, querem gerar um debate, cara, os comentários estão sempre abertos. Curta, comenta, compartilha, nos siga nas redes sociais. Não vou muito encher muito mais o saco De vocês com relação a isso não. Natália, muito obrigado pela tua presença. Episódio incrível, né? Maravilhoso. O Klaus encerrou brilhantemente. Eu vou ficar aqui até aguardando o conteúdo dele sobre liderança que eu que eu gosto, metodologias. 22 de maio estaremos lá no eh Docn Summit. Vai ser incrível. Obrigado, meu irmão.
Obrigado, gente. Muito obrigado aí pela conversa. Então, pessoal, eh para qualquer outra dúvida Vocês já sabem, né? Manda pro jurídico. Valeu. Eita. É para ele voltar. É para ele voltar. É, vamos de novo. Para qualquer outra dúvida vocês já sabem, né? E manda pro jurídico, tá bom? Um grande abraço e até semana que vem. Tchau, pessoal. [Música]