[Música] E aí pessoal, vamos começar mais um episódio do podcast sócios. Quem fala aqui é Bruno Perini, host do podcast. Estou como sempre com uma Lu Perine. Aliás, como sempre não, né? Porque de vez em quando falta, né, boludinha? No último fiz sozinho. >> Foi só um. Foi só um. Como foi >> triste, foi deprimente. Foi muito. >> Mas foi porque a gente estava atrasado na agenda e aí eu não podia prejudicar a TT. Não, motivos de força maior, né? A nossa patroa precisa da gente. É ela que manda. É >> muito mais da Malu
do que de mim. Diga de passagem, ela tá exclusiva no peito. Mas é sempre bom estar com você aqui, amor. >> Que bom. Bom ouvo. >> Muito diferente podcast assim. >> Uhum. >> E sobre qual tema a gente i falar hoje? >> Hoje vamos falar sobre estratégias que realmente funcionam para o marketing digital. É assim que era para falar? >> É sei mesmo. Que o pessoal botou um ano aqui ainda em 2025. Falei, cara, que eu quero saber o que funciona, >> né, para que o pessoal possa, quem tá começando, crescer em rede social, ter
um perfil capaz de gerar monetização. E para quem já está no jogo, e esse é um Ponto que eu acho muito relevante, como não há muita barreira de entrada, é relativamente fácil você começar e alcançar o sucesso. Relativamente fácil, tá? Não tô falando que é super fácil, mas também não acho que é tão difícil. Difícil é ser pedreiro. Isso é difícil para caramba carregar peso. Difícil é você ficar capinando um lote, né? Isso acho difícil. a gente sempre agora >> vai ficar no topo, acho difícil no marketing digital, porque o tempo todo Tem mais concorrência
surgindo, então para quem já tá lá próximo do topo poder se manter relevante. Fal, >> a gente sempre aborda esse tema aqui porque é um tema que todo mundo deveria estar no mínimo interessado porque quem não está trabalhando com o marketing digital de alguma forma tá fora do mercado como um todo, porque você tem que estar exposto a maior avenida do mundo, que é a internet, >> não? Com certeza. Tô pensando num cara Que tem um restaurante, antes da internet ele competia só com o pessoal do bairro dele. Com internet ele compete com todo mundo
que tá no >> Uhum. >> Ou ele tá usando o canal digital ou ele tá ficando para trás e com mais risco de entrar pra estatística de que de cada 10 negócios no Brasil após 5 anos só sobram dois, né? Infelizmente. E para falar desse tema, recebemos duas pessoas aqui novamente, né? Já é de casa, Luana Carolina, ela é fundadora do Caderno Studies, ensino estratégias de comunicação digital. Luana, bem-vinda novamente ao S. Muito obrigada. Tô muito feliz de estar aqui. >> É o melhor podcast da casa quando você é convidada assim, você pensa? >> Deixa,
acho que a diretoria não aprovou da minha opinião aqui me manterem neutra. >> Bom, mas muito bom receber você, Luana. Um prazer e recebemos pela primeira vez Hana Franklin, especialista em conteúdo em storytell e criadora do método formato criativo. Hana, bem-vinda ao podcast sócios. >> Muito obrigada. Queria dizer que eu tô realizando um sonho em estar aqui hoje. Legal. Obrigada. >> Obrigada, gente. >> Um sonho bom, né? É, eu achei de cara quando a pessoa tem esse tipo de sonho. E antes de entrar na pauta do conteúdo, eu tenho um recado para vocês, né? Na
Verdade, dois recados. Um meu e um da Malu. Você quer dar o seu primeiro? Eu queria lembrar a galera que segunda-feira que vem a gente vai abrir o carrinho para o Materialisa, que vai ser a primeira e única turma do ano. Eh, o Materialisa é um programa de hábitos saudáveis que ajuda você a criar um status na sua vida de emagrecimento e saúde. E você faz isso junto comigo e também com outras pessoas num grupo exclusivo. E a gente realmente ajuda as Pessoas a terem hábitos mais saudáveis. Então, segunda-feira vai abrir. É um é um
plano bem diferente do que vocês estão acostumados e que de fato funciona. Você não vai ter só um plano alimentar em casa, onde você foi na nutricionista, engravitou ele depois e não usou. Então fiquem ligados, o preço é ridículo. Então fica o convite para vocês. >> É muito bacana, pessoal. Já fiz várias vezes, né? Porque com a Malu fazendo, Acabo fazendo junto. >> E vários clientes já fizeram também várias vezes, mais de oito vezes a gente encontra pessoas assim, eventos presenciais que a gente faz, no materializa. E é sempre muito bacana porque é mais fácil
fazer quando as pessoas estão juntos, quando o ambiente te leva a fazer esse tipo de coisa. Então você faz dieta, você acaba treinando e melhora até outros aspectos da sua vida. Então para quem quiser, Fica aí o convite. Dia >> dia 13, abre o carrinho. >> Dia 13. E o meu recado é sobre a Black Friday que nós faremos aqui no Grupo Primo. Na verdade, não é uma Black Friday só do grupo Primo, porque a gente se juntou com Leandro Ladeira e Erico Rocha para fazer a maior Black Friday de todos os tempos para bater
record. A gente chamou de ultra Black Friday infinita. Se somar todos os produtos que a gente vai colocar nesse pacote dá mais De 90.000. Só que a gente não vai vender para você por 90.000, vai vender por menos. Eu defendi que era 50.000, tava muito barato, mas o pessoal não quis me ouvir, então vai ser mais barato do que isso. Para quem quiser mais informações sobre os produtos que estão lá, porque tem os meus produtos do Thiago, do Ladeira, do Érico com acesso vitalício, tem um QR code na tela e um link na descrição, mas
vai abrir no dia 27 de outubro numa live. E aí fica um ponto Interessante, assista a live porque tem mais novidades que a gente não vai passar por aqui, exclusivas para quem tiver ao vivo. Então fica o convite, assista a live e depois que você participar da oferta, 27 de outubro, >> 27 de outubro, >> você nunca mais vai precisar comprar nenhum produto de marketing digital, já vai saber ganhar dinheiro pela internet e nem de finanças, porque já vai saber investir esse dinheiro. Então é ganhar Dinheiro e investir para você proteger esse patrimônio e aumentar
ao longo do tempo. Bom, pessoal, eu queria saber, né, já pegando o título aqui do nosso podcast, o que, na opinião de vocês sempre funciona e continuará funcionando independentemente de mudanças no algoritmo? >> Isso é uma coisa que eu me pergunto constantemente e esse é o motivo que eu quando comecei a estudar a criação de conteúdo, não fui atrás do que tá Funcionando agora. Na verdade, eu fui atrás dos princípios que fazem a mente das pessoas quererem engajar, sentirem emoções. Eh, então o que tá funcionando agora e vai continuar funcionando para sempre é a gente
buscar os princípios que se comunicam com a mente das pessoas, porque isso torna o engajamento possível, independente das redes sociais, independente das tendências do momento. Acho que eh dar um passo atrás e estudar como as coisas funcionam no Corpo, na mente, é a melhor coisa. >> E quais são os princípios assim que você encontrou? >> Eu gosto muito de olhar para o que desperta as emoções nas pessoas. As pessoas elas gravam os momentos, elas se emocionam, elas eh choram. Quando eu te pergunto, qual foi o conflito que gerou a maior mudança da sua vida? >>
Tem que pensar um pouco. Tiveram alguns, >> muitos. >> É, mas o principal, eu digo do Bruno, é ele não queria contar moedinhas para para viver, porque ele fez isso por muito tempo na na adolescência. Então, >> eu passei minha adolescência carregando geladeira e fogão pela Tijuca no Rio de Janeiro, mudando de um apartamento pro outro. Porque minha mãe tava sendo despejada >> sempre. É, >> eu e minha irmã, digo esse de passagem, pessoal. Olha pra minha irmã, loura de Olho claro, né? Cara de rica. >> Não foi assim não. >> Aí quando eu entrei
na família, eu também carreguei geladeira. Malu foi chamada pro ritual. A gente via quem era bom assim na mudança, né? Aquela namorada ali não carrega nada. Maluco carregava. >> Eu carregava. >> Eu empurrei, eu empurrei uma pampa antiga que acabou gasolina junto com ele. Então, todo mundo teve os seus Momentos. Pois bem, conflito e mudança é um princípio que faz a mente guardar aquele momento. Então, se você quer despertar a emoção, se você quer fazer o seu público engajar no seu conteúdo, se você quer tornar o seu conteúdo memorável, eh, vai se passar anos desde
quando ele viu um vídeo seu, ele vai continuar se lembrando da emoção que ele viveu. Então, gerar, tornar, contar conflitos e mudanças, fazer o seu roteiro, eh, ter um choque emocional, Isso é criar conteúdo com base em princípios. Não em tendências, não em trends, esse tipo de coisa. Tem mais alguns que eu posso compartilhar. >> Então, ser verdadeiro, na verdade, é o que o que aconte é uma das chaves da do storytelling, >> contar as suas histórias. Nossa, eu acho que quando eu comecei a criar e ir pra internet, eu vi muita gente caindo por
besteira. Eu falei assim: "Eu poderia criar um personagem, mas não seria não Seria duradouro." >> Sim. Então eu decidi desde o início, falei assim, ó, quem gostar de mim vai gostar, porque essa é isso é o que eu tenho para entregar, né? >> Uhum. >> Cara, eh isso que ela falou, princípio fundamental, comportamento humano, porque a lógica por trás é a mesma, são as variáveis que mudam de acordo com o contexto. E para além disso, se você tá querendo despertar a emoção de alguém, Chamar a atenção de alguém, gerar o interesse de alguém, você precisa
saber de quem. >> Uhum. que eu vejo que é o maior erro, ainda mais hoje em dia de quem começa nas redes sociais, é de tá tão focado em criar conteúdo para a internet que ele esquece que ele cria conteúdo para alguém que está na internet. E você precisa conseguir enxergar quem é a outra pessoa, porque uma pessoa vai Ter a mesma situação, gera emoções diferentes. >> Uhum. Porque cada um constrói esse valor emocional de acordo com as experiências que passou. Se eu vejo alguém falando de término, aquilo pode despertar em mim um nível de
alerta, dependendo das minhas experiências anteriores. E quando a gente leva em consideração eh extratos sociais, eh culturais, muda tanto o que importa para cada tipo De pessoa que se eu não tenho definido para quem eu falo, não tem esse domínio de público, eu nunca vou conseguir gerar interesse. Imagina você soltar uma piada às vezes que eu dou muita risada aqui, só que eles dois não estão a paro, não viveram aquilo, ativou emoção em mim, mas neles não. Então, e eu acho que as pessoas elas entendem domínio de público daquele negócio meio ai mulheres, tal idade,
mas elas esquecem que é mais profundo que Isso. >> Tem um, mais um desses princípios que eu gosto de estudar, é qual é quais são as coisas familiares pro seu público. Então, quais elementos, quais palavras? Quais expressões? Eh, eu, uma forma fácil de explicar, familiaridade eh, o que o seu público já viveu, o que que ele tem na memória dele. Então, para dar os exemplos, eu tento pensar no que o meu público já viu, já escutou. Se eu vou citar um livro, eu cito um livro que É familiar pro meu público. Então, se eu vou
contar uma piada, é uma piada familiar para ele também. pensar no universo cognitivo que pertence a ele, que tá na memória dele. >> Como é que vocês segmentaram o público de vocês quando começaram nas redes sociais? >> No começo eu não fiz isso. Eu fui, eu fui descobrindo como fazer vivendo, porque isso é uma coisa também, né? Eh, comecei como a maioria das pessoas, eu Acredito, sem ter certeza das coisas. Então, eu comecei fal criando um conteúdo que eu queria. >> Qual, qual foi o ano que você começou, Ana? Comecei em 2 >> 21. >>
Só que olha que engraçado. Posso contar uma breve história? Sim, >> claro. >> Comecei em 2021. Eh, criei post vídeos todos os dias por mais de 2 anos. Todos os dias. Era muito, muito, muito Constante. >> Pro Instagram, pro YouTube, pro Instagram. >> Instagr. Uhum. Muito constante. Só que quando eu comecei a criar, eu já tinha 15.000 seguidores, porque era blogueirinha ali da minha cidade. Então, já comecei com 15.000. Só que eu fiquei dois anos postando todos os dias e em do anos eu cresci 1000 seguidores. >> Postando todo dia. >> Todos os dias. >>
Já falando de marketing ou não? >> Falando de marketing com as vozes da minha cabeça, >> fazendo tudo errado, sem sem entender direito o que eu tava fazendo. Foram quase 1000 vídeos postados. >> Mas você sabe que no início da minha trajetória também demorou, lembra, amor? Eu eu comecei a ganhar seguidor com uma digamos um montante relevante foi na pandemia. Antes da pandemia eu crescia mais devagar, não foi? Foi. >> Foi porque foi a partir da pandemia que eu comecei a ser eu de verdade. >> Porque não tinha muito o que fazer assim, não tinha
pessoas para copiar, você tinha que ser autêntico, né? E no final das contas as pessoas estavam dentro de casa. E aí, e eu sempre modelei, eu acabava modelando tanto as outras pessoas que eu tinha muito medo de falar qualquer coisa que fosse. Eu tinha medo de ser odiada. E quem tem medo de ser odiado não vai ser amado, Porque as pessoas te odeiam e te amam sempre pelos mesmos motivos. >> É verdade. >> Então, no final das contas, eu ficava me podando e eu podava tudo. Podva o que as pessoas não iam gostar e também
o que elas iam gostar. E foi a partir da ali na pandemia que a gente teoricamente tinha que fazer coisas diferentes, sendo que a gente estava fazendo o home office desde sempre, né? Então a gente não precisava mudar nada. Mas para mim foi Bem revolucionário assim, porque eu falei: "Nossa, preciso fazer alguma coisa diferente para poder entreter, para poder fazer". E isso eu acabei criando vários quadros no meu Instagram e acabei sendo uma pessoa que eu era de verdade, sem podar nada. E isso envolveu muito mais a audiência a ponto de ganhar muitos haters e
muitas pessoas que gostavam de mim de verdade. E foi revolucionário de fato. >> Agora uma curiosidade, então eu fui Entrar no seu perfil, você tem 1373 posts. 1000 foram nessa fase onde você não cresceu nada >> e depois vieram 300 que tiveram chegar ser para ser mais exata, foram 800 e poucos. >> 800 e poucos. >> É. Uhum. Às vezes eu dou uma redond quase 1000, eu falo. >> E aí depois vieram uns 400 posts, quase 500. você cresceu 700.000. >> Depois de 800 e tantos posts sem crescer Nada, crescendo 1000 seguidores, eh, eu continuei
me desenvolvendo. Eu comecei a olhar pros princípios, não pras trends. Gente, eu fazia vídeo assim, ó. Era você do aparece coisinhas, né? Apontar. Nossa, eu nunca fiz isso. Você não preciso me, >> eu tenho esse passado obscuro e tá lá ainda. Se você descer, você vai achar. >> Só que aí eu comecei a me desenvolver, estudar os princípios e sustentar o processo. E aí eu fiz um vídeo que me Trouxe 30.000 seguidores em uma semana. >> Nossa, ob. Eu fiquei, era um vídeo usando um dos princípios que chamam a atenção da mente das pessoas, >>
que foi um vídeo que me apresentou pro mercado digital, que eu começo o vídeo bem assim. O Pedro Sobral copiou o meu vídeo. >> Hum. >> E aí? É só que olha usando Pedro Sobral copiou. Vou mandar WhatsApp a Gon >> as pessoas estavam justamente esperando. Ah, não é o queridinho. Vou esperar aqui para ver o que ele fez. tipo achando que ela ia macetar ele. >> É só que a segunda frase, essa era a primeira frase. Segunda frase do vídeo era: "Mas eu gosto muito do Pedro. Fui aluna da primeira turma dele." Isso é
contraste de emoções. Quando eu começo uma frase e com uma emoção negativa e a frase seguinte é uma é uma emoção positiva. Lembro, >> você lembra? Aham. >> Eh, as pessoas elas vão ficando, elas tipo, achei que eu tava entendendo, mas eu não tô entendendo. E houve uma mudança completa na emoção. Deixa eu entender aondde que isso aqui vai me levar. Então, quando você usa contraste de emoções nos seus roteiros, as pessoas elas vão ficando, eu chamo eles de gatilhos viciantes, que vão fazendo as pessoas reterem a atenção nos seus vídeos. Teve uma moça, não
vou lembrar agora o nome dela, mas eu falei alguma Coisa de a aqui, ela pegou esse esse corte e começava o dela usando o meu corte, falando assim: "É incrível como o pessoal fala besteira na internet, algo assim". E aí depois ela concordava comigo no vídeo, né? Mas como ela começou o gatilho com isso e apareceu na minha foto, eu lembro que teve muito vídeo >> e você assistiu tudo. Você falou: "O que essa mulher vai falar mal de mim?" tá falando aíada, >> mas depois eu vi assim, ela tava concordando, mas essa transição realmente
pega muita gente. Eu também entrei no seu perfil, Luana. Você tem, >> deixa eu ver aqui. Exatamente, são 681 posts. >> Tem muita coisa arquivada também. >> É, deve ter que você tá na internet há muito tempo, né? Desde eu nunca arquivei um eu não arquivo meus posts, sabia? >> Tem. É, >> tá, as vergonhas estão tudo lá expostas. >> Meus vídeos no YouTube nenhum. Eu deixo o meu primeiro coisa, coisa, eu chamo de coisa na internet, foram posts no Blog Spot em 2010. >> Em 2000, em 2012 eu tinha vídeos editando looks da Stardoll.
Stard, >> eu jogava, nossa, eu gastei muito dinheiro com isso. >> Eh, eu pirateava, né? Eu era daquelas que, tipo, descobria como, sabe, como conseguir o recuir dinheiro. Eu era dessas pessoas. Então, quando eu tinha Já 12 anos, eu já sabia o que era eh dep web, porque às vezes você conseguia baixar umas coisas pirateadas de jogos e tal. Eh, Final Cut, eu fiquei por anos com ele craqueado no meu computador. Aí quando eu comecei a ganhar no meu dinheirinho, ganhei $ 1.000. É, era, não, era 100, $, era uma coisa assim, era muito caro
o Final Cut. Aí eu comprei, mas venho dessa dessa área obscura da internet. >> Legal. Eu olhei aqui, não prescreveu o Crime ainda. Legal. >> O Rafael programa aqui talvez se despedir da internet. >> Não, mas eu tô falando faz muito tempo. E o que aconteceu? >> Ela pagou retroativo. Legal. Eu sou, hoje em dia, eu sou a pessoa que tem 20 aplicativos pagando celular, nem sei de onde. Hoje em dia eu sou essa pessoa. Mas aí em 2012, 2014 eu comecei oficialmente através do YouTube. >> Uhum. Então, foram, sempre gostei da internet, da possibilidade
de poder produzir conteúdo, criar coisas que as pessoas iam ver, fazia ideia do que tá fazendo. >> Eu fui olhar o teu aqui, amor, você tem 3847 posts no Instagram. >> É, e eu posto muito pouco hoje em dia, né? Antigamente eu postava muito, porque quando eu comecei, eu comecei falando de alimentação, então não existia vídeo, Não era foto. No Instagram, comecei com foto no, >> foto de prata, gente, na cadeia. Então tem um monte, se você baixar mesmo lá, primeiro o primeiro postelho com roupa de academia e todos os fios do universo atrás. O
Bruno adora essa essa foto porque não sei da onde saía tanto fio, né? >> Era uma foto na nossa casa, nosso apartamento. A gente morava no apartamento do exército, era uma kitnet, Tinha 20 m², 23, para ser mais exato. >> Essa sala aqui vocês não >> e era apartamento de solteiro. A gente morava junto porque a gente tinha união estável. Aí no muda o estado civil. você continua solteiro, a gente poderia morar lá. E a Mal, ela tirou foto onde aparecia todos os fios, assim, porque era uma cama, cozinha, um banheiro aí tinha um monte
de fio passando e como se não bastasse para poder fazer o feng shui, correto, ela botou uma extensão em Cima de uma mesa ainda. Tava lá que não precisava ter aparecido na foto, mas estava. E tá a foto com a câmera com qualidade ruim. Mas tudo isso para dizer que naquela época a gente postava postava os meus pratos de comida, então era uma coisa de postar três vezes ao dia, às vezes, eh, para mostrar sua porque não existia ainda o story, então você tudo era feed >> e aí você postava tudo no feed. Inclusive, hoje
em dia é uma coisa legal Da gente conversar, né? Porque o Instagram ele tá mudando o algoritmo e tal. E para mim, que sou uma pessoa mais velha hoje, o feed do Instagram é algo muito importante. Então eu sóo ali as coisas mais legais que acontecem. E a gente sabe que agora, né, no algoritmo atual, o você colocar várias coisas no feed, então >> acho que agora >> já tem algum tempo. O Bruno, ele faz Isso muito bem, né? Ele posta bastante, ele posta e ele eh não tem nenhuma preocupação com a estética, porque ele
não vem de estética, mas eu até pouco tempo tinha, >> eu já sou muito estético já, então preciso me preocupar com o meu feed. >> Então o feed dele sempre foi feio, ele se sempre foi muito feio >> e não tem uma organização e tal. E o meu feed, como eu faço hoje em dia, eu faço publicidade até pouco tempo atrás, eu Tinha uma marca de moda, então eu me preocupava com a estética e até hoje para mim é muito ruim não me preocupar completamente, mas eu tenho que realmente postar mais. Eu sei disso que
é que é uma falha minha de de crescimento, porque se eu conseguisse traduzir o que eu faço no meus stories para o feed, certamente eu cresceria com muita mais intensidade do que eu cresço hoje. Porque o que interessa hoje em dia para você que tá aí assistindo, é Realmente o feed. É ele que entrega, ele que faz você crescer a audiência se esse foro. >> Mas então eu vou a partir desse ponto que você usou, né? Eu fui olhar minhas postagens, eu postei incríveis 6925 vezes. É muito post. >> E o Bruno começou depois de
mim, só para >> Exatamente. E aí eu pensa todos os seus conteúdos? >> Não, tem uma equipe que me ajuda hoje em dia, né? Eu tenho uma filha, inclusive Tá ali criando um agora com isso. >> Eu eu crio todos os meus conteúdos, por isso que eu crio tão pouco. Então eu tô errada. Tenho gente já para me auxiliar. Só que durante muito tempo era só eu. Eu postava três vezes por dia. >> Uhum. Hum. >> E aí eu trabalhava para [ __ ] usando só o Instagram. Mas o ponto principal é que você falar
hoje funciona assim na minha visão, e é uma coisa que você vê até na história, quem produz mais Provavelmente vai ter mais sucesso. Ah, lógico que tem um cara que vai postar 7.000 vezes e não vai crescer. Tem. E tem um cara que vai fazer um vídeo e vai estourar. Mas se a gente pegar em termos estatísticos, geralmente quem trabalha mais na internet, se dedica mais, faz mais conteúdo, tem uma chance maior de ser visto pelas pessoas. E a gente pode olhar isso até em obras que chegaram até nossos dias. Se você pega a obra
do CECA, ela chegou, não vou falar aqui Completa, mas grande parte do que ele escreveu chegou até a gente. Ele foi muito copiado pelos copistas na Idade Média, porque na visão cristã o que ele falava não era besteira. Então eles copiavam o que o CECa falava. Agora se você tinha um filósofo que era um um ateu, por exemplo, o caso do Demócrito, a gente não tem obras dele, não chegaram até nossos dias. Então, o cara não foi copiado ao longo do tempo. Então, quanto mais você posta, maior a chance das Pessoas verem o que você
faz, né, e entre aspas copiar, né, mandar para uma outra pessoa, divulgar o seu conteúdo. Então, aquela tendência do slow content, por exemplo, que tinha um tempo atrás, >> para mim é aquilo lá era uma visão que eu acho que isso aqui demonstra muito >> em qualquer coisa na vida, o que mais existe por aí é gente disciplinada na coisa burra. disciplina na coisa boa. Então eu sempre falo que a constância é O quê? É você estar exposto a variedades. É isso que as pessoas não entendem. A constância que gera resultado, seja na criação de
conteúdo, seja na própria comunicação com a câmera ou em qualquer habilidade que você esteja querendo desenvolver, não é mágico que ela faz. Se você for destrinchar, é o quê? Quando todas as vezes que você vai fazer algo, seja o conteúdo, a comunicação, o vídeo, eh, ir pra academia, você por acaso encontra Variedades de contextos. vocês aqui eh recebendo convidados no podcast, eu tenho plena convicção que já aconteceu coisa nisso aqui. E essa variedade de contexto eh como na academia, ela exige que você performe de um jeito diferente e que você busque uma solução para contornar
aquela situação. Criação de conteúdo é assim, você tá criando muitas vezes, putz, agora o algoritmo, agora tá o assunto, a audiência mudou, eu mudei, você tem que Exercitar essa mudança. E quando daí ao longo do tempo você vai adquirindo essas microabilidades das var das variedades da habilidade principal, aí é quando você se torna bom, ganha experiência. É o que as pessoas falam: "Pô, fulano dá conta, ele se vira muito bem, porque essa pessoa já teve a malemolência, igual alguém que tá dirigindo o carro pela primeira vez, putz, não sabe nem tem que olhar ali para
trocar a marcha, mas depois de tanto tempo, daí é nas Pequenas coisas que a pessoa vai prestando atenção. E é matemático no sentido de que pensa que existe uma média. Para você ter um conteúdo fora da média, é o que as pessoas querem o tempo todo nas redes sociais, você tem que ter uma grande amostragem. senão você nem tem a oportunidade de descobrir que você é ruim ou bom. A pessoa cria três conteúdos e daí ela fala: "Ah, não, não deu certo, eu sou ruim". Pensa qualquer pesquisa levada a sério, imagina uma Amostra ali de
três. >> Uhum. >> Ah, três vezes. Qual é por? Se eu jogar uma moeda para cima, qual a a porcentagem de cair cara? 50. >> Se você fizer isso durante muito tempo, tenderia a ser algo próximo de 50. >> 50%. Mas é uma verdade que ensinou na escola. 50%, certo? Certo. Aí eu venho aqui com uma moeda e jogo ela 20 vezes e das 20 vezes 17 cai cara. Eu falo que a Matemática tá errada, >> é só mostrar dica que é pequena. >> E eu vejo que na criação de conteúdo é a mesma coisa.
A pessoa ela nem se dá a oportunidade. Teve uma frase que eu ouvi que mexeu muito comigo, que foi a quantidade de vezes que você tentou não supera a quantidade de vezes que eu fracassei e você tá querendo se comparar comigo. >> Uhum. E isso me pegou de jeito, porque eu vejo Que na internet é muito fácil a gente se comparar com um monte de gente, só que a gente não se compara com quantidades. É só ali com a performance em cima do palco do Fire que você tava esses dias. Ah, mas ela tá, mas
eles não fazem ideia de tudo que você fez para chegar lá. >> Eh, é muito sinistro isso, porque as pessoas elas fazem pouco, esperam muito, sendo que é o fazer que vai dar feedback para ela conseguir melhorar. >> Uhum. Então eu falo que as pessoas, Hana, você tá postando muito pouco, de fato estou, mas eu já postei muito. A pessoa tá começando hoje, ela tem lá no post dela, você viu o meu tem 1300, a gente olha no dela tem 20. Eu falo, cara, para quem tá começando, seu negócio não é performar, seu negócio é
bater ponto. Você tem que postar todos os dias, você tem que tá lá batendo sua carteira, cheguei hoje, de hoje tá pago, o post de hoje tá feito. Só que também não é eh a minha meta é postar 7.000 1 Posts de qualquer jeito. Tem uma frasezinha que eu amo, que me guia muito até hoje. É tipo assim, você tá com qualquer dúvida de conteúdo, testa rápido e melhora no próximo. Porque se você tenta e postar muito sempre com a ideia de melhorar no próximo, vai se tornando inevitável mesmo. >> Não é, eu tô pensando
aqui que de fato as pessoas às vezes não não entendem que é um trabalho, né? Então vai, é um trabalho. Então eventualmente de vez em Quando as pessoas, quando você não tá afim de aparecer hoje, Maluperine, pode se dar o luxo de não aparecer um dia ou outro, mas mesmo assim tem dia que eu não quero e eu apareço porque é meu trabalho, eu tenho que performar de alguma forma e eu tenho que bater ponto até às vezes. Então às vezes é eu tenho que criar uma narrativa e e dentro de um eh na hora
que a gente começou aqui, eu falei do materializa, né? Eu eu tenho um cronograma, quando eu tinha uma marca Mais o materializa mais, eu tinha um cronograma ainda mais cheio e aí eu tinha que seguir certas narrativas para que eu pudesse entregar um conteúdo que de fato fizesse sentido pro que eu quero vender e eu quero que as pessoas entendam. Então, no final das contas, eu não tenho escolha, eu tenho que aparecer porque é meu trabalho. E e é isso. Então, eh, agora, né, acabei de ser mãe, vai, a TT fez 5 meses e eu
organizei todo o meu meu agenda de trabalho para Que eu pudesse diminuir o meu ritmo e não tivesse obrigação de falar um monte de coisa. Mas mesmo assim eu tenho uma audiência ali e se eu quero continuar vendendo de alguma forma, eu tenho respeito a essa audiência e eu faço a minha forma de respeitá-las é entregar o que eu sempre entreguei. Então, eh, querendo ou não, parte do meu conteúdo é a minha vida e as pessoas elas estão ali torcendo por mim, torcendo pela minha vida. Então eu entrego e eventualmente Parte da minha vida, porque
eu sei que é o que interessa elas e não dá para eu simplesmente sumir e depois aparecer querendo vender tudo que eu sempre vendi ou vender mais, porque as pessoas vão embora, né? >> Se desconectaram, né? >> Se desconectaram. E sabe que foi logo que você falou no início, a a internet, a barreira de entrada dela quase nula e volta e meia chega para mim que hoje o meu público principal são profissionais Autônomos. Ah, mas então eu vou ter que gravar conteúdo? E eu gosto de falar assim, ó, seguinte, você tem uma baita oportunidade aqui.
A demanda chave que você vai ter tem está diretamente relacionada com você estar na frente de uma câmera falando. OK. OK. E desculpa, nesse jogo aonde a regra maior de performance é aparecer, você estará competindo com pessoas que tm tesão de aparecer e aí você não vai ter chance. Enquanto você Não gosta de fazer aí um criativo, o outro cara lá ele sente tesão de que que eu vou fazer, quero gravar, quero me divertir, quero fazer um negócio diferente. E desculpa, você não vai ter vez a pau. >> É quase como o talento, né? Quando
a pessoa tem talento, você não não dá muito para você competir com ela se ela tiver >> o talento e a vontade de estar lá. Normalmente quem tem talento vai ter Vantagem porque essa pessoa foi ao longo da vida validada para fazer aquilo. Seja uma tia que falou: "Ai, que legal os stories você gravou ou alguém que te encontra falar: "Ah, eu amo teus conteúdos". Uma mínima validação vai empurrar o cara e ajudar. Só que assim, pô, ah, eu não quero gravar, então sai do jogo. Porque todas as pessoas que eu conheço que estão no
topo, que não precisariam estar gravando, entre aspas, que já estão milionárias, são as que Mais gravam. Eu nunca, cara. Olha para vocês aqui. Quantos vídeos você grava pro YouTube? Tem lá também mais de 1000 vídeos, cara. >> Esse lançamento eu gravei 25 eds. >> Só eu. Fora do Thiago do Ladeira, do >> E daí o cara acabou de começar, não fez nem os R$ 50.000 ainda e já não, pô, a COP que tem que fazer. Ah, eu não vou parar aqui para fazer conteúdo, >> não. Sendo que hoje, isso a gente pode Falar que é
uma tendência, né? tem um facilitador, porque você com uma equipe feita por um ano e uma Iá, você faz muita coisa, cara. Muita coisa. E lá atrás a gente começou em 2017 em rede social. Aliás, 2016 eu comecei a Malu já tava, eu tinha começado >> um pouquinho antes e não tinha IA para auxiliar. >> Hoje em dia você tem um hiper trabalhador mega inteligente que entende de, sabe, um pouco de vários assuntos, Talvez um nível de profundidade maior aí ainda dá uma errada ainda, uma alucinada, mas é muito bom, cara. Então, uma pessoa >>
até para organização, né? Às vezes a pessoa fala: "Ah, eu não tenho ideia". Conversa 10 minutos com chat de EPT que você vai ter um monte de ideia do seu assunto, do seu nicho, do que você fazer, né? Do produto que você quer lançar, de como entreter sua audi tudo, absolutamente tudo. Você às vezes eu tô, Ah, eu quero arrumar isso daqui no meu produto, eu jogo lá, me dá 10 ideias que eu não tinha pensado, só porque eu conversei. Aí não pode ter preguiça, né? porque você vai ter que fazer um texto, explicar o
contexto e tudo mais, mas cara é um trabalhador ultra mega eficiente. Não, >> eu queria saber como é que vocês enxergam uso de a em conteúdo, porque na minha visão, numa analogia, para ficar mais claro, a gente tá numa guerra e Quem não tá usando iata chegando com espada de madeira num cavalo, entendeu? Quem tá usando iata chegando com um tanque de guerra assim e uma bomba nuclear recreativa lá dentro, se precisar para usar. Eu assino embaixo. Eu acho que tem que tá usando porque é uma força que a gente não tinha até pouco tempo
e vai eh multiplicar a quantidade, a qualidade das produções. Eh, só um adento com relação a isso é que um ser humano Inteligente faz a IA fazer um trabalho muito melhor. Então, é a união da inteligência artificial com a inteligência real. Por isso a importância de ler livros, a importância de estudar, porque ele vai mandar um texto. Se você não tiver repertório, você vai falar: "Tá ótimo, não tá tão ótimo assim". Então eu uso muito, a gente usa, a gente tá treinando a nossa agente, agente agente chamada Sofia, >> que é sabedoria, e Sofie e
ai, esses trocadilhos são muito bons. >> Mas eh é isso, é a inteligência real que tem seu repertório, tem seus livros, tem as suas histórias, vai conseguir corrigir, ajustar a inteligência artificial. Então eu acredito na união dos dois. >> A minha aqui de atendimento chama Diana, por causa disso também. Aham. Aí da Finclass, acho que botaram Natália. >> Aham. Júlia, >> tudo com Iar tá tá bombando agora para atendimento, >> cara. Mas eu não sei vocês, cara. Eu bato o olho na hora eu sei quando a Ia hoje em dia, tipo uma coisa cru da
IA, sabe aquele negócio, tipo, não é sobre, é sobre, >> eu já fiquei em dúvida, sabia? >> Não, eu tô falando desse que é, cara, a pessoa não se deu ao trabalho, >> né? Porque eu já fiquei em dúvida no Seguinte, eu já, não vou falar o nome da empresa, mas um grande banco, eu entrei no atendimento, eu fui muito bem atendido, mas não era imediatamente, tinha um certo delay. Eu falei: "Cara, esse delay ele tá igual >> uma pessoa, né?" >> Não, não tá igual uma pessoa que eu digo, o intervalo era o mesmo,
era um delay de, por exemplo, 20 segundos. Não era exatamente na hora igual Mayá me responde sempre, mas tinha um certo Delayzinho. E aí quando eu perguntei você é o Maá e deu um delay maior. >> Aí depois a pessoa respondeu: "Não, eu não sou o Maá". Mas eu acho que era o Maá. >> Ah, era? E você >> só que ela tava programada para parecer muito humana, entendeu, né? >> Entendi. É o que >> Mas você gostou? >> Gostei muito. Foi ótima atendimento. >> Eu odeio falar com pessoas com máquinas. Eu acho que talvez
eu ficaria. Eu odeio. Não, em atendimento, gente, quero falar com ninguém. Eu quero apertar os botão e resolver meu problema. Ai, eu não gosto. Mas enfim, >> cada um com seu problema. >> É, você falou algo muito interessante porque é o que eu vejo. O que que a essas conexões, mas no final das contas pensa a quantidade de pensa numa sala muito grande, muito grande, cheia de coisas. Se você não é a pessoa que coloca o ponto de foco e qual a expectativa, então pensa que você tem que colocar o o que a IA vai
buscar de resposta. Então você tem que saber o que você quer, colocar o ponto de foco. Você tem que saber o que ela vai fazer, tipo, qual é a receita de bolo com aquilo que tá lá e qual é a expectativa de output. Então veja que não é como se facilitar seu trabalho, porque o que eu tava falando que às vezes a gente bate o olho, putz, Dá para ver que a I o roteiro dá [ __ ] é muito manjado. >> Ah, tem muito roteiro. >> Justamente porque quando a pessoa só pede um negócio
meio perdido, eles mandam o que eles têm de genérico lá. Mas agora o cara que ele sabe colocar o ponto de busca, o que ele quer cruzar a informação, às vezes ele abastece com coisa dele e ele usa hoje eu uso e para quê? Ela me gera as coisas e eu mando para ela e eu Sempre peço para ela trazer os contrapontos. Então eu é tipo um laboratório cognitivo, ela tem que servir para puxar. Então eu mando, ah, eu acho que essa que é a minha ideia, eu coloco, coloque os contrapontos e o que ficou
faltando. Então, mais como uma ferramenta do que o a o o conteúdo pronto dos meus alunos, quem usa dessa segunda forma é quem performa melhor. Quem usa dessa primeira forma, putz, fica aquele negócio, sabe? chove no Molhado, a pessoa nunca consegue ir pra frente porque ficam mais do mesmo, fica muito genérico o conteúdo. >> Uma isso me lembrou porque eu faço uma variação disso também. Eu gosto de escrever, aí mando e pergunto: "Que que você acha que eu posso melhorar aqui depois de eu ter escrito?" Eh, nem sempre também. Às vezes ela escreve, eu reviso,
às vezes eu a gente troca. E às vezes eu gosto de pegar vídeos muito viralizados na internet, porque é um Parêntese, um dos exercícios que mais me fez evoluir na escrita de roteiros para vídeos foi pegar vídeos muito virais e fazer uma análise do porquê, linha por linha, daquele vídeo viral, que que tinha naquela linha, qual é >> qual gatilho que tinha naquela linha, que eu não vou copiar a linha, eu vou copiar o gatilho. Então, pego vídeos virais, mando na IA e falo linha por linha, me fala quais gatilhos psicológicos, quais princípios ativou, Porque
aí eu consigo copiar os princípios e não o texto do criador. >> É, eu eu sempre fiz isso, essa modelagem e de forma antigamente, né, eu modelava pesso criadores e tal, então eh eu falava: "Por que que eu gosto desse conteúdo? Que que o que que isso tá tá me deixando? que eu acho que tá me deixando ficar aqui e eu volto, por que eu volto? E aí eu eu comecei a fazer esse tipo de de transporte do que a pessoa fazia para o meu conteúdo, dentro Do meu conteúdo. Então, eh eu acho que é
é uma forma muito fácil das pessoas criarem eh gatilhos bons, você fazer o conteúdo que te envolve. Então você vai fazer um conteúdo eh que você gosta de assistir. E isso é muito legal porque muitas pessoas falam: "Não, não tem, você falou, né, quando eu comecei, eu não sabia qual era a minha audiência e eu também não, obviamente. E eu acho que uma forma muito fácil é você criar para você mesma, para uma uma pessoa que é Você, porque no final das contas quem vai se identificar mais são as pessoas que parecem mais com você.
É, acho que você já meio que sabia sua audiência assim. >> Sabia um pouco >> porque você tava no seu nicho, já tinha escolhido, você queria mostrar um lifestyle fitness, né, falando de alimentação, de estilo de vida, de exercício. >> E sabia que naturalmente teria mais Mulheres do que homens. >> Sim, sim. Eu tava pensando aqui no meu, eu tenho uma estatística interessante no meu perfil, porque geralmente perfil de finanças fala com mais homens do que mulheres, mas eu tenho hoje 63% de público feminino. >> Nossa, >> é porque ele é casado e começou com
a minha base. É, isso é isso é real, porque a gente tem um misto, um cruzamento de seguidores bem grande. Hoje em dia não tanto mais. >> É, mas aí você vê, você tá com quase 1 milhão de seguidores, 900 e poucos mil >> por aí, né? Eu tô com mais de 3 milhões, >> né? Então, por mais que eu tenha toda a base dela, não deveria ser a maioria. E eu não sei porque que eu tenho mais mulheres me seguindo do que homens. Se eu vou no YouTube, aí muda radicalmente. É o outro público
lá é 85% homem, 15% mulher. Aí no TikTok já é uma coisa mais parecida com o Instagram, mas não tanto Assim de público feminino. Às vezes você pensa que faz contento para uma pessoa sem olhar dados e quando você olha você se surpreende, cara, na verdade o meu público >> é outro. >> É outro. Uhum. >> E tem um fato que eu acho muito maldoso e curioso. Mulher compra de homem, mas é muito difícil homem comprar de mulher, >> falando de infopruto. >> É, e eu sou uma pessoa que eu eu nunca Fiz conteúdo exclusivamente
para mulheres, mas obviamente eu tenho uma um muito mais mulher e depois dos sócios eu comecei a ter mais homem. E eu tenho alguns homens que compram o materializa, a gente eh no materializa tenho lá treinos, por exemplo. Aí eu comecei a fazer treinos masculinos também, porque as pessoas viam que o Bruno fazia e aí elas queriam fazer também os homens. E aí eu tenho lá alguns homens que já fizeram e que tiveram boas Transformações. É bem legal, mas obviamente a maioria é mulher. >> É curioso isso. Vocês veem isso produto de vocês é muito
mais mulher do que homem comprando, sendo que vocês falam de um assunto que ambos querem saber. marketing. >> Eu acho que meu público ele é bem misto. >> Bem misto. >> Aham. E eu fiz é um pouco questão disso mesmo. Nunca eh nunca me brilhou os olhos focar no público feminino, porque Criar conteúdo todo mundo precisa, então não fazia muito sentido para mim fazer >> mechar. É, realmente não faz. >> Eu tenho bastante homem que me acompanha no YouTube, vários vídeos meus. tem assim 60% de público masculino do que feminino. E é curioso porque são
os vídeos que eu falo de coisas mais, como eu posso falar, eu tenho, sei lá, o vídeo que eu fiz sobre modelos mentais, sobre o mínimo de finanças, sobre sucesso, fracassos Explicados pela matemática, sobre qual mais quando é assuntos mais assim, eu tenho mais homens que assistem. É meio doido isso. Desenvolvimento pessoal aí é mais mulher. Eu não sei explicar, mas eu consigo, eu consigo perceber >> o campo semântico que os homens, por exemplo. >> Eu sei até conteúdo no feed, eu sei o tipo de vídeo, >> porque quando é uma, >> eu acho que
é quando é coisas mais Palpáveis, >> isso >> quando é uma coisa mais eh quando fica muito no plano da ideia, >> quando é mais diagramado, sistemático, processual, é muito masculino. Mas quando é um negócio mais abstração, é >> mais feminino. >> Mais feminino. E eu acredito também como na minha comunicação eu não eu tenho uma comunicação que não é tão soft num Sentido de sabe a pessoa que ela fala em letra cursiva, >> eu não sei explicar, tipo >> cantado assim. >> É, é um negócio meio bom dia, né? mais fofinho. >> É, >>
em outras palavras, é, >> mas você sabe que para criar conteúdo eh ter um uma fala ritmada e você conseguir ter um tom de voz expressivo é de extrema importância, porque ninguém fica Num vídeo morno, >> um tomante fica, é, você fica, ai, deixa passar esse vídeo, essa mulher vai demorar 3 horas para falar sei lá o qu. Então você você vai falando e aí você tem um ritmo, aí a pessoa se interessa. Se você for mole demais, é porque na vida real também é assim. Quando você tá conversando com alguém, a pessoa é, sabe,
sono. Todo mundo tem uma pessoa gente boa, mas que é sono. E daí tem aquele outro amigo que ele é tão Empolgado e nem tá falando nada demais. É tipo, nossa, que eu fui lá e tomei café e não sei quê. A a pessoa ela desperta emoção na gente, porque querendo não, a gente pensa tem alguma coisa interessante aqui. Eu não sei o que é, mas sou dentro. Uhum. E no conteúdo não é diferente, cara. Eu falo pros meus seguidores, cara, pelo amor de Deus, abre a boca para falar, sabe? uma malemolência puxa a pessoa.
Porque quando você traz emoção, você traz Gesto, você dá mais sinais, pontos de informação para que na mente da pessoa ela ela consiga ativar os neurônios em relação à aquilo. E se você depende só do que você está falando, você deixa de lado essas outras moletas que é o tom da sua voz, o timbre da tua voz, a própria expressão corporal, eh, olhos e por aí vai. Ou seja, oratório. >> Tem tem mais sobre isso também que é se algo que acho que vale comentar aqui. As pessoas, se você faz um vídeo muito com Palavras
difíceis, com expressões difíceis, a pessoa precisa ter um repertório para entender. Ela acha que ela tá entendendo, mas ela não tá compreendendo o que você tá falando. Prefira sempre quase como se e à medida que você vai falando, você vai desenhando, porque aí você pega mais canais pra pessoa com certeza entender a mensagem que você quer passar. É, então às vezes, eh, tem um formato de conteúdo que eu chamo de storytelling Visual, que é o que eu estou falando, eu tento expressar visualmente também, porque aí a pessoa é captada, ela entende a mensagem por aqui
e por aqui. Então, aquelas pessoas que também fazem tela dividida e a parte de cima é um vídeo passando o que ela está falando. Eh, é isso um pouco que você falou agora, né? Sim, porque pensa que, por exemplo, eu olho para uma garrafa, eu sei que é uma garrafa, não é porque é uma garrafa. Pensa que cada neurônio, Gente, não tem uma garrafa pendurada dentro de um neurônio. Eu tenho o formato, eu tenho a cor transparente. Talvez se isso aqui fosse laranja líquido, eu não associaria com uma garrafa de água. Tem as proporções. Se
fosse do tamanho de uma pessoa, eu não associaria. Então o que você faz, inclusive isso para gerar autoridade, eu falo, não existe fórmula pronta. O que você tem que fazer é usar de todos os recursos possíveis para que se torne Óbvio para aquela pessoa que, sei lá, isso aqui é uma garrafa. É o que o marketing faz o tempo todo. Ele coloca na propaganda de perfume o cara gostosão com a mulher gostosona se cheirando, não sei quê. É eles acendendo na sua mente sentimentos que eles querem que você associe com aquilo, que ah, esse perfume
é bom, você é atraente, eu vou não sei que é é priming de forma básica, é você tá ativando de forma intencional Cada caminho no cérebro da pessoa e as emoções contam. Então, poxa, eu quero que a pessoa na minha apresenta se sinta feliz. Então eu vou ser agradável, vou estar num lugar agradável, não quero que a pessoa esteja com fome. Então se negociar, vamos falar da parte difícil depois da comida. Tudo isso fala de tudo na nossa vida e no conteúdo também não é diferente. >> Inclusive na música, né? >> Exatamente. >> Muita gente
escolhe uma música pro vídeo. Isso para mim não faz sentido nenhum. Os meus vídeos não sou eu que edito. Hoje eu tenho um time de edição. É, às vezes eles colocam cinco músicas diferentes em um vídeo de um minuto. Por quê? Porque a música acompanha o que o roteiro tá falando. Então, se um parágrafo lembra do contraste. Às vezes eu mudo a emoção completa do roteiro de Uma frase para outra, de um parágrafo pro outro. Então, no parágrafo que eu tô falando, que eu tô amando tal coisa, música para cima. No outro parágrafo, se eu
uso o contraste e eu começo falar mal ou eu mudo para tristeza, a música muda, porque aí a pessoa ela vai sentindo a emoção do que eu tô falando, do que eu tô mostrando, do que ela tá ouvindo. Aí pega de todos os os canais possíveis. >> Bom, mas então pegando aqui, a gente táa falando do que não mudou, né? Que é bom Colocar as emoções das pessoas no vídeo, que deixa mais memorável, que constância é muito importante, falando dos seus mil posts antes de você começar a crescer. variedade de conteúdo, variedade de ambiente. Falamos
sobre a boa comunicação. Mas eu queria saber e a já entra em uma coisa mais moderna, né? Na opinião de vocês, o que mudou desde que vocês começaram a criar conteúdo para agora? >> Quer começar? Nossa, o que funcionava Hoje em dia não funciona mais. Por exemplo, tem uma opinião muito forte disso. Eh, antes, quando a gente começou, você tinha que falar de assuntos interessantes. Isso conecta muito com COP, COP de vendas mesmo. Eh, então o nível de sofisticação do mercado era muito baixo, porque tinha poucos criadores criando conteúdo. Então, você conseguia atingir a pessoa
pelo tema. Qualquer nicho, qualquer área tem o seu Próprio nível de sofisticação desde o e e não só para isso, para vendas, pensando em COP, mas até para criação de conteúdo. Se eu estou falando de algo que ninguém mais fala, naturalmente eu vou ser uma pessoa que posso falar de qualquer jeito, sem muito esforço, que as pessoas vão parar para ouvir. Mas se eu falo de emagrecimento ou se eu falo de investimento, gestão financeira, próprio marketing digital, que já é um mercado em que todo mundo já Tá falando de muitas formas, eu não posso me
dar o luxo de me ancorar no tema. Eu preciso focar principalmente em gerar identificação. Então é o tema para determinada pessoa que se encaixa em determinada situação. E o que a gente mais vê acontecendo é que cada vez tá eh mais pessoas criam conteúdo. Portanto, eh o que faz eu escolher fulano e não belano não é só pelos temas falados, mas é pelo quanto eu me identifico. Porque As pessoas elas têm uma objeção muito grande. Eu falo que é assim a maior objeção de vendas, mas ai no meu caso serve porque todo mundo se acha
muito especial. Você teve neném agora, você deve ter visto isso na prática. Todo mundo se acha muito que ai o jeito que ela sabe ou no contexto dela. E as pessoas têm esse preciosismo de achar que no caso delas não vai funcionar porque elas são especiais, elas têm coisas diferentes e tal. Então, o Criador de conteúdo, cada vez mais, ele tem que pensar para quem ele está criando conteúdo, esse domínio situacional e para quem, falando de emagrecimento. Ah, mas no meu caso eu tenho dinheiro, no meu caso eu não tenho dinheiro. Então eu vejo que
cada vez mais está fortificando isso. A identificação não é mais só o que você fala, é o quanto aquela pessoa consegue olhar para você e falar: "Não, mas beleza, a gente tem a mesma idade". Porque daí chega uma mulher de mais 50 anos, ah putz, mas eu vou ouvir essas menininhas falando aqui, eu não acho que rola para mim. E eu falo que isso dá liberdade, porque muita gente é, putz, na minha área já tem os grandes, só que quem tem público grande, querendo ou não, fura bolha e começa a falar meio que tem um
público específico, mas começa a falar com muita gente. >> Uhum. E é justamente aí que se surge a oportunidade de falar, bom, se o fulano Lá fala fala de investimentos para muitas pessoas, e se eu falar só para quem é CLT e ganha até R$ 10.000? Então isso vai aumentar cada vez mais, vai aumentar, a não ser que a pessoa fale, sei lá, ai de como plantar mandioca, não sei aondde, pô, ninguém tá falando disso aí, tanto faz. Mas eu vejo que essa é a maior tendência que mudou, é esse domínio de público e ter
coragem de limitar para quem chega o seu conteúdo e tá tudo bem. Uma coisa que eu vejo que muda muito e eu não crio o conteúdo há tanto tempo como a Luana, mas na época que eu tava começando a criar conteúdo, eu trabalhei numa agência de publicidade e conteúdo de agência era de agência e da internet naquela época ali, por volta de 2019, 2020. Era um conteúdo muito enrijecido, assim >> ainda. É, >> melhoramos um pouco. >> É, eu tenho uma agência, então, eh, mas o pessoal da eh não, a minha agência não cria conteúdo,
eu gerencio influenciadores, mas quando vem de agência eles sempre querem rodar, entendeu? Hoje em dia, muita agência te dá liberdade. Eu sou influenciadora, então eu trabalho com muitas agências porque além de ter uma agência, eu sou influenciadora e eu crio conteúdo, mas eles ainda são muito engessados. Vira e mexem. >> Mas você não acha que tem um porquê desse engessamento? Tem esse que tem influenciador que é horrível. Hoje em dia, tendo uma agência, eu entendo porque porque a a agência é tão engessada, porque eles eles entendem que jogar no seguro é mais fácil, porque você
não vai botar em risco nada. E se você deixa na mão de um influenciador que não é tão profissional, nossa, tem muita cagada, infelizmente. Eh, e tem muitos Influenciadores que não são profissionais. >> Você tem um porquê das coisas? Tem, mas continua te cortando. >> Eu acho que eu não tem problema. Eu acho que eu me expressei errado. Então, o que eu quero dizer é que é porque por acaso eu estava dentro do ambiente de agência, então era minha realidade ali. Eh, eu via que antes era um conteúdo que você precisava eh fazer para aparecer,
para ter autoridade. Era uma coisa muito Montada assim. Agora, olha, fenômeno Manucite, por exemplo, é uma garota que cria vlogs de uma forma mais eh orgânica. Olha a diferença desses conteúdos. Eu vejo que a construção de comunidade, você ir lá e mostrar e você ser autêntico e você atrair pessoas que compartilham da sua visão de mundo, é uma das grandes mudanças que a gente vem vendo nos últimos anos. E isso vem eh acontecendo com grandes marcas. Exemplo, olha, antes era só Nike e Adidas. Agora A gente tem marcas de esportes, a mesma coisa de Nike
Adida, só que nasceram há pouquíssimos anos, dois anos, com faturamentos bilionários. Então é uma, eu vejo que existe essa mudança de eh criação de comunidade e a comunidade ganha uma força muito maior agora, une as pessoas pelos seus valores, une as pessoas pelo seu lifestyle. Então isso é uma coisa que cada vez mais eu quero estar aplicando e usando. Eu acho que criação de comunidade, ter as suas Pessoas ali, é um futuro mesmo. >> Você sabe que você falou disso, vou aproveitar o gancho e só comentário, não sei se é bem o nosso o nosso
intuito aqui em falar, mas como eu sou influenciadora e eu ainda estudo muito, né, eu tô sempre estudando, vendo o que as pessoas estão fazendo, que tá dando certo, que eu quero fazer também quando eu tenho tempo, quase sempre não. Então eu faço ali o meu arroz com feijão Porque eu acho que dá certo. E agora tá voltando a história do ser autêntico, ser real, porque foi muito louco. A gente teve um movimento onde as influenciadoras passaram a você mais profissional, você mais profissional e tem uma galera fazendo essa esse negócio de ser mais profissional
e a pessoa agora grava como se fosse um comercial de TV. Não, ela pega o shampoo e aí ela vai grava e no final ela faz o pit para você para você comprar o produto. E eu Fico vendo aquilo, falo: "Gente, será que converte? >> É para ter 800 curtidas. A pessoa ficou 5 dias, gastou R$ 10.000 com equipe, >> gastou uma uma o tempo, fez a equipe e tal. E eu eu conheço muita gente que faz esse formato, fica lindo, né? Mas eu particularmente não faço e e eu acho ruim, né? Eu e aí
eu tô vendo que tá um o as pessoas subiram para esse formato de vou fazer um comercial no meus stories e no meu feed e agora elas estão Voltando pro quanto mais natural aí a gente vê que quanto mais natural mais que tá convertendo. Eu nunca cheguei no, não fui, né, para esse car. >> É que eu acho que as pessoas não têm noção de quando a gente vê de fato um comercial na televisão, uma boa campanha, o trabalho que é fazer aquilo, porque não é só ai vou pegar uma câmera muito boa, vou fazer
um cenário muito bom, vou alugar um set. Cara, é um negócio tão Complexo, tão complexo, que o que eu falo pros meus alunos, cara, você que tá começando, não inventa moda. >> É, vai gastar um [ __ ] dinheiro, >> vai, vai. >> A gente sempre fala isso, né? Eu e o Bruno, a gente é muito mão de vaca. Sim, a gente é muito mão de vaca. E obviamente hoje em dia a gente tem recurso, né? Eu eu a minha publicidade eu tenho dinheiro, tenho margem para poder gastar dinheiro para para poder Fazer, mas não
acho que converte, né? E às vezes eu olho e falo: "Caramba, essa pessoa tá gastando uma [ __ ] grana para fazer um negócio que não precisa, ela tá perdendo dinheiro, literalmente já foi empresa grande tem muito dinheiro, hora desperdiçar dinheiro, né? É o que acontece, a gente já foi gravar pra empresa grande. Era um negócio que dava para uma pessoa com celular gravar a gente e tinha 30 pessoas. Ah, não. Aí eu vou contar até uma >> uma equipe gigantesca assim, você olha e fala: "Cara, >> eu vou até contar uma história sobre isso.
Fui gravar, fui contratada para uma grande marca e aí eu fui gravar uma essa e foi tipo um, foi tipo um podcast fake que a gente tava fazendo e tal. E aí fui até lá, né? Fizeram, olha, vai ter a diária e tal, não sei o qu." Cheguei lá, um negócio ultra complexo, maquiador para fazer aí o maquiador, o cenário, o acho que tinha umas 30 Pessoas assim. E eu lembro, né, no meu contrato tava lá, era um minuto de vídeo que eu ia fazer, era sei lá, 15, não, não era 1 minuto, era 5
minutos, era um troço um pouco maior. E aí eu, beleza, né? tava só olhando. Aí fui eu e minha assessora e a gente tava lá a gente assim, né, se olhando. E aí na hora sentei lá no no cenário, aí me passaram o o airo, >> o roteiro que eu tinha que falar e tal, Mas ó, você não precisa seguir o roteiro, você pode ser mais natural, do jeito que você gosta e tal. Tinha uma pessoa que ia gravar comigo, eu beleza. Aí eu falei, pode fazer umas piadinhas e tal, porque era tipo um podcast,
né? E eu, beleza. Aí rodou não sei o quê. Aí, a primeira coisa que aconteceu, eu contei pro Bruno, cheguei em casa contando que eu achei demais. Eh, aí eu rodou, vamos fazer agora a entrada. Aí fizeram a entrada, ela me apresentou e Aí >> a mulher falou: "Corta, >> agora a gente vai fazer com o corte". Eu pensei: "Uai, como assim? Por que que não corta, né? A gente aqui, a gente grava o podcast aqui, a gente faz a gravação. Se a gente quiser fazer botar uma uma vinheta no meio, a gente faz a
gravação, corta, bota a vinheta. Já começou por aí. Beleza. Aí fizemos de novo a mesma coisa sem o corte. Aí gravamos a entrevista que durou, sei lá, Uns 15 minutos, porque ela deu algumas pausas algumas vezes, porque ela queria que eu falasse alguma coisa específica e tal, não sei o quê. Não, não era nem meu, era só para mudar um pouco. Em 15 minutos eu fiz, eu tipo, eu tinha uma diária para fazer tudo isso. >> É. Aí, aí ela corta, não sei o quê. Nossa, ficou ótimo. Aí eu, beleza, ficou ótimo, já gravamos, vamos
embora, né? Vou ficar fazendo o que aqui, né? >> Agora ficou tão bom. Vamos fazer de Novo. >> Não, eu eu sou contra isso. Eu sou contrai assim, é tudo da ela. É tudo da eu. Mas eu eu perguntei, né? Mas não ficou bom. Não ficou ótimo. A gente vai fazer de novo só para ter certeza que vai ficar bom. >> Não, mas o negócio é que botaram tanto dinheiro, >> gravou, justificar aquilo, >> é, tinha que justificar. Não dá para gravar em 30 minutos. >> Aí eu fiz o negócio. Aí eu fiz o negócio
de novo. Aí eu falei, vou contar as mesmas piadas, vocês riem, tá? Daí fiz, fiz a mesma piada e tal. Eu mudei uma piada porque eu sou, né? tem um repertório de piadas e aí fizemos e o primeiro ficou melhor do que o segundo e aí acabou e mesmo assim ela ainda queria enrolar. Era uma galera. Aí eu cheguei em casa contando pro Bruno, eu falei: "Amor, tinha umas 35 pessoas atrás das câmeras para fazer Um negócio que vai ao 5 minutos e que a gente faria lá no grupo ou eu faria em casa, provavelmente
com uma pessoa, entendeu? Ou duas, talvez, porque eu sou uma pessoa econômica e tudo mais. Então tem essa questão aí que às vezes a gente a gente extrapola e acha que precisa disso tudo, mas não precisa. E eu não acho que tem a ver com ser econômico, cara. Eu acho que é é >> ser eficiente. Na verdade, >> é que as pessoas não estão acostumadas a Ser. Elas são tão apegadas que o bom tem que dar trabalho, tem que ser complexo, que quando elas descobrem que dá para fazer de forma simples, aquilo parece tem que
não tá certo. Então, eh, só para exemplificar aqui no grupo, a gente grava o podcast, tem uma pessoa que tá atrás da câmera que fica >> que logo logo nem vai estar aqui, vai ser uma >> que isso, meu? Mas eh eh e eles e eles cortam, fazem os cortes já em tempo Real, então teoricamente nem precisa de edição. Geralmente a gente faz ao vivo, então não precisa da edição. Quando a gente grava, que é o caso desse podcast que está sendo gravado, ele vai ter uma edição ou outra, alguma coisa às vezes tem, mas
é, pode ter, às vezes não tem, no banheiro, aí vai ter um corte. >> É, mas é raro. E uma pessoa a gente faz um podcast que tem alcance nacional e é um dos maiores podcasts do Brasil. hoje. Então >> é que empresa também, empresa grande, eles têm uma particularidade que a gente briga bastante para que não venha acontecer aqui no grupo primo, né? Você define orçamentos para cada área e aí principalmente quando tá chegando no final do ano, se apressam para gastar, porque se você não gasta no outro ano, fala: "Cara, teu orçamento era
1 milhão, você gastou 600.000, então você não precisa >> agora é 600.000, não é mais 1 milhão, Entendeu?" Então já teve gente que fechou contrato conosco assim no bater do sa do final do ano porque falou cara se eu não fechar >> vou perder verba pra gente quer ir >> mas falando disso até a própria criação de conteúdo, eu ao longo da minha jornada eu já conheci muitos influenciadores da parte mais de influência não vou nem levar em consideração a gente >> de gente que nem tem infoproduto, é só Influ >> isso. tem é o
Rafa, ele já viu comigo e tal de ter pessoas que tem tipo equipes de diretor de fotografia e e é assim, ó, eu entendo, tem pessoas que gostam da coisa, querem fazer um negócio bem feito, só que também eu vejo que tem muita pessoa que cai na na ilusão de que por ter uma equipe vai conseguir gerar mais resultado. ou até quem tá começando, ai se eu não conseguir contratar três, quatro pessoas Diferentes, eh, não vai dar certo, sabe? Essa visão de grandeza, não sei. Até na nossa própria empresa, eu com o Rafa, a gente
tenta ser o máximo enxuto, não precisa colocar para cumprir tabela. É, é uma função que existe ou vou contratar alguém para cavar buraco outra pessoa para tapar aquele buraco? >> É, eu deixa saber, eu queria pegar esse ponto. Como é que a equipe de vocês hoje, porque no marketing digital tem empresas de uma pessoa só e a pessoa Fatura milhão. Uhum. >> Né? Mas vocês estão mais estruturadas, mas mesmo assim às vezes a equipe é inxuta. Só pro pessoal ter noção de quantas pessoas precisam para tocar uma empresa que faz milhão em marketing digital. >>
Quantas pessoas fixas a gente tem? >> 12. >> 12 >> 12 pessoas. >> 12 pessoas, >> tá? Eh, até pouquíssimos meses atrás eu tinha 23 pessoas. Caramba. >> Aí eu fui na casa da Luana e perguntei para ela quantas pessoas por acaso tem. E na época a gente tinha duas duas ou três a menos, porque eu não tinha mentoria ainda. É, >> quando ela me respondeu oito, eu eu voltei pra minha casa lá em Brasília, eu falei: "Tem todo mundo, tá Tudo errado, a gente tem que começar do zero." Foi um leve surto. Então, hoje
a gente tem 10, >> olha só, foi metade >> porque tava muito, porque tava muito inflado mesmo. Então, hoje são 10 pessoas. É, eu tenho uma amiga que tinha também, ela tinha tipo umas 30 pessoas e aí ela percebeu que ela não precisava nem de cinco, >> não. Quando eu cheguei no grupo primo, a Minha equipe era de cinco pessoas, todo mundo home office. Aqui no grupo, quando eu cheguei tinha 30 pessoas, eu virei pro Thago, eu falei: "Não tão trabalhando, cara". A gente vira de costas, estão jogando Counter Strike, fazendo alguma coisa. Só que
no caso já tinha muitas plataformas no grupo, né? Hoje a gente tem só aqui na sede Alfaville, contando o pessoal que tem alguns que ficam de home office, vem é, em alguns dias da semana, mas são 200 Pessoas, só que o grupo tem nove empresas, >> é diferente. >> Então realmente é bastante gente. Só que agora com Iá para contratar alguém novo, cara, é muito difícil. >> É, eu tenho são três empresas e acho que são cinco pessoas no total. >> Só que esse é o ponto. A gente demorou muito para montar a equipe. Acho
até que a gente demorou demais. >> A gente demorou demais. Só que durante Um tempão era só nós dois já tava faturando milhão, cara. >> Então tem gente que fala: "Ah, precisa ter uma equipe grande, né, 10, oito pessoas". Não, com o tempo você vai poder contratar, porque sobrou dinheiro para isso e o pessoal vai te fazer faturar mais, porque vai te dar liberdade de você ter mais tempo para criar o seu conteúdo, pensar de maneira estratégica, >> depende do tipo de pessoa que você Coloca para dentro, né? Que tem gente, você vai ter que
colocar, a pessoa vai ter que pedir mais gente de tão incompetente que é. >> É, acontece. Eh, eu acho que nas minhas empresas eu tinha que contratar mais, mas eu tenho dificuldade de contratação porque às vezes você tem que ensinar, às vezes a gente acaba perdendo mais tempo e aí como a gente tá, eu tive, né, neném e tudo mais, aí teve, enfim, a gente não tá, não contratou tanta gente, mas eu Tenho espaço para contratar, eu só preguiça. >> Eu queria saber, fala aí, Rana. >> Queria só falar um ponto do tópico anterior ainda.
>> Sim, por favor. Eh, a questão de influenciadoras, criadoras de conteúdo, que fazem vídeos super elaborados e dá 800 likes, igual você falou, é porque pode ser elaborado e pode ser extremamente simples e nativo. O que vai fazer funcionar ou não é estar na Linguagem da plataforma, linguagem das redes sociais. Porque antes de criar conteúdo, eu e ele, a gente trabalhava com audiovisual de festas de música eletrônica. Então, a gente entrou no mercado já tendo noção de audiovisual. A gente já tinha câmeras, a gente já tinha eh tudo. Só que a gente via os nossos
colegas ali de audiovisual criando para as redes sociais. O vídeo era só bonito, >> eram vídeos com drones e coisas plá Explosões, só que não era na linguagem da rede social. E a gente chega eh no TikTok principalmente e vê criadores de conteúdo que criam da forma mais nativa possível, editam pelo TikTok. Só que como tá na linguagem das redes sociais, funciona muito mais do que um vídeo bonito com drone que você gastou R$ 50.000 para fazer. Então, acho que é importante você observar sempre o que tá funcionando, qual é o ritmo de fala das
pessoas dos vídeos que funcionam, como Que elas eh colocam as imagens ali dentro, vai entendendo a linguagem que a pessoa gosta de assistir enquanto ela tá ali, ó. Não tem que ser só bonito, tem que primeiro funcionar. Eh, e também fazendo meia culpa das influenciadoras, né, que estão fazendo isso, é porque muitas eh hoje em dia, muitas empresas elas pagam pelo conteúdo para fazerem publicidade em cima daquele conteúdo. Então, o meu conteúdo Descabelado é ruim para pra publicidade, para eles, sei lá, colocarem lá para uma pessoa que não me conhece, entendeu? Então, fazer anúncio em
cima disso. Por isso que as elas estão fazendo essa coisa mais elaborada. Cois que eu vejo, principalmente dessas influenciadoras High Soci um um negócio de stato. Eu alguém muito eu vejo, sabe um negócio tipo ai do nada a pessoa posta no feed uma foto tipo nada a ver daí ela coloca uma lista de Tipo quem produziu tipo cabeleiro, maquiagem, não sei quê. >> Eu não, eu como consumidor eu nunca entendo essas campanha. Eu não entendo mesmo. >> É, mas não é muito entendível. É mais para o o nicho, nicho específico, a pessoa que da mesma
classe social dela está vendo e está conversando. É tipo uma bolsa de marca que não tem o logo e que é muito cara, eh, que eu não conheço, mas a pessoa que quer aquela Marca vai ver e vai falar: "Nossa, essa coisa" aquilo que você falou de você saber com quem você fala, né? É, nicho, mas eu queria saber também, bom, >> mas aproveitando o a história do TikTok que ela entrou ali, a gente poderia falar sobre o TikTok específico, como que tá, o que que vocês estão vendo no TikTok, as novidades do hater de
TikTok? >> Não, eu não sou hater, esse já foi cancelada, >> mas eu já fui cancelada no TikTok e vocês não podem mais me cancelar no TikTok porque eu agora eu na naquele vídeo eu falo é porque o corte obviamente não tá aquilo, né? Mas eu falo, em breve o TikTok vai dar, vai ser um muito bom assim para todo mundo vender e tudo mais, mas eu ainda acho que não vende, só que eu eu tava errada obviamente e tá tudo certo e aí eu fui cancelada. O que que vocês acham do TikTok? Eu queria
ter tempo. Tenho uma Opinião muito boa sobre isso. Porque eu em uma aula dos meus cursos, >> eu falei, vocês não vão me ver no TikTok, porque lá é uma rede social onde as pessoas, onde o conteúdo é o conteúdo, mas também ele tem um braço que é o comentário do conteúdo, que >> é uma logística diferente do YouTube completamente, um pouco parecida com o Instagram depois que eles deram um like nos comentários, porque daí a pessoa se torna um criador de conteúdo peltra Conteúdo por um comentário engraçadinho e tal. E eu sempre fui contra,
sempre fui contra. Aí no casamento, quando a gente casou, aí eu, ah, sei lá, postei um uma umas coisas lá, nada a ver com nada. Eu criei um perfil com o nome lonacarolina. Hilg, que é do sobrenome que eu peguei do Rafa. E lá no TikTok sempre teve muita conta minha que não era eu. Falei: "Bom, ninguém vai saber que sou eu. Vou criar umas contas para ver no que não. Eles postam muito mais Coisas lá. >> Eles reproduzem seu conteúdo. >> Muito, muito. Eles postam vídeo inteiro do meu YouTube no TikTok, tipo vídeo de
20 minutos. >> É porque tem conta minha que não é minha. O pessoal prometendo rentabilidade de >> Ah, não, mas isso também aconteceu. Os em pique de pobre fica para daqui a pouco essa conversa. Mas enfim. E da daí eu comecei a criar alguns conteúdos só Para ver no que dava, né? Ah, vou ver esse negócio aqui. Mas eu não divulguei. E eu e quando as pessoas comentavam a ela mesmo, eu deixava tipo eles que descubram, >> sabe? Não afirmei que era eu que tava lá. E daí eu comecei a criar uns conteúdos e todos
eles, tipo, viralizavam muito mesmo. E os comentários eram comentários legais. Teve um vídeo que eu fiz de 8 minutos, 6 Minutos, falando sobre, sei lá, alguma coisa de marketing. Eu falei, aula gratuita na N. Achei que ia dar em nada. Ele tá com mais de 1 milhão de views, >> muitos comentários bacanas, as pessoas realmente interessadas em entender aquilo. E o primeiro comentário com mais curtidas é uma pessoa comentando: "Meu Deus, que explicação boa, imagina o curso". Aí o comentário de baixo com mais visualização é: "Eu fiz o curso, é muito bom, comprem". >> E
a gente vendeu horrores >> pelo TikTok. >> A galera foi no meu Instagram daí. >> Uhum. >> E esse foi o vídeo para eu quebrar todas as crenças que eu tinha de TikTok. Primeira, só vídeo curto estoura. Cara, eu tenho muito vídeo com 5, 6 minutos lá, com mais de 1 2 milhão de views. Dois, cara, a galera tá metendo louco nos comentários, só querem falar besteira e dar rate, não é? Uma tipo, Você vê que as pessoas realmente, ah, viu, no meu caso, eu me formei em tal. E terceiro, que o TikTok modelar você,
mentira, que eu não tenho paciência para fazer o TikTok ainda. Eu vou ter. E e terceiro das pessoas tipo realmente se interessarem em querer comprar de você e entender de você. Então antes não era assim. Eu não sei se é porque muita gente foi pro TikTok, mas aí eu crio esses conteúdos lá e o mais engraçado é que sabe esses vídeos Do YouTube que eu falei que colocam meus, cara, tá com tipo assim 1 milhão de views, 60.000 curtidas, 80.000 curtidas. Vi 20 minutos das pessoas, nossa, gostei muito do vídeo, vi tudo. E foi um
negócio que eu não acreditava que acontecia no TikTok. E foi no último um mês que aconteceu isso. Nos últimos um, dois meses. Não, Bruno, tá vendo seu? Você tem pouco hate mesmo no TikTok. >> Que maravilha. É isso que é curioso, Porque eu tenho várias amigas que foram pro TikTok e elas têm muito hater. Mas é que eu acho que tem pessoa também que não tem um pouco de sabedoria para falar das coisas. É comentários assim, você mostra num negócio lento. Tem uma amiga que faz, ela é arquiteta, ela bosta coisa, ela fala: "Meu Deus,
o pessoal só critica, tava melhor antes, não sei o qu". Tipo, >> então, mas é um público que, tipo assim, ele não é mais o que existia antes de, Ah, eu sou a audiência e eu não vou falar alguma coisa que tipo as pessoas elas falam. >> É, não é audiência parece aleatório para ela, né? Não, mas até a própria audiência ela ela eu sinto que lá ela sente muito mais de querer colaborar e de querer falar e de tipo assim, tem como eh muitos vídeos tipo da Maju que é de saúde feminina e gente
é molerada, >> tipo assim, >> agregando, né? Não, tipo assim, Totalmente pai, gente, minha calcinha tava assim, não sei quê, tipo, e pessoas grandes com perfil, tipo assim, fala abertamente >> muito e para todas as áreas, tipo, nossa, é meu ex-marido, não sei quê, lá. Então eu sinto que mudou isso. Você falou do que mudou nas redes sociais, eu sinto que as pessoas, tipo, >> não tem filtro assim, >> não. Elas conversam que a gente conversaria só entre amigos muitos Íntimos aqui, tipo, pô, aconteceu tal coisa e tal. >> No TikTok elas se sentem mais
à vontade. É uma conversa entre amigos. Tik. >> Isso >> mais que o Instagram na sua opinião? >> Muito mais. Sendo que no TikTok aquilo aparece para muito mais gente que não é só daquele nicho, né? Porque lá o conteúdo é que eu não entro muito também. Então me é muito aleatório. Talvez se eu curtisse mais conteúdos ele começaria a entregar mais. Mas eu só produzo. Eu entro, eu produzo. Eu eu eu acho que eu nunca fiquei rolando lá. Eu entro, produzo e saio. >> O que eu entendo hoje do TikTok, né? Depois que eu
fui cancelada lá, eu fui estudar o TikTok um pouquinho. Eu sigo não sendo uma pessoa nativa do TikTok. Eu não gosto de consumir o conteúdo de lá, mas o que eu entendo do de quem consome e dá certo é a pessoa contando Uma história trivial da sua vida. Então ela sempre, para mim, ela tá trazendo alguma, ou algum conhecimento ou ela simplesmente tá contando uma história. Ah, aconteceu isso, isso e aquilo. Que que vocês acham? Tipo isso, entendeu? Então, isso que eu ia falar, o negócio do TikTok é você em algum momento o conteúdo abrir
espaço pra pessoa contar uma uma situação dela. >> Entendi. Quando, ó, uma nossa, muitos comentários. >> Eh, eu acho que a questão do TikTok criar uma comunidade, >> você produz conteúdo lá no TikTok? Eu produzo mais pro Instagram, que eu tenho muito mais resultado no Instagram depois. Mas olha que curioso, eh, no TikTok eu vejo sim que tem esse tom de conversa, como você falou, uma coisa trivial, o formato que a Luana grava, tipo, gravei, levantei o celular, gravei e acabou. Só que eu não acho que isso é uma regra. >> Uhum. os meus vídeos.
Eu gosto muito de ter super orgulho dos meus vídeos, no sentido de eh olhar e falar: "Caraca, tive um trabalhão e ficou muito bonito". Eu sou essa pessoa, eu gosto disso, uma edição mais trabalhada e tudo mais. >> E muita gente fala: "Isso não funciona no TikTok". Porque o que funciona no TikTok, na verdade é lowfy. >> Basicão. Uhum. >> Só que não é. Funciona muito, só que não É uma regra absoluta. >> Não, jamais. Só que muita gente fala que é que o que funciona faz só pro pessoal entendia a câmera aqui agora, ó.
Agora aqui, ó, edição, né? >> Oi, gente. Olha aqui que legal o podcastão. Uhum. >> Você gostaria de participar? >> Pronto. Isso é um vídeo que pode bater 500.000 views no TikTok. >> Sim. E eu vejo que ele vem crescendo Muito. Por que que as pessoas acham que é o o conteúdo do momento? Eu vejo que nos últimos anos, principalmente com TikTok, muit muitas pessoas começaram a criar conteúdo. Muitas pessoas que às vezes não tem os equipamentos que eu tenho, não tenho o conhecimento de conteúdo que eu tenho. Então, como uma grande massa de pessoas
começou a criar de uma vez, logo é natural que mais pessoas com conteúdo lowf tenham muito resultado. Então as pessoas elas é isso Que funciona agora. Mas não é só isso. E porque as pessoas fugiam do Instagram, tipo, ai os parentes seguem no Instagram, então eu crio no TikTok. >> Sim. >> Só que eh eu sou uma pessoa que até gosto um pouquinho de conteúdo LFI, mas eu gosto muito mais do conteúdo bem trabalhado. E aí eu fiquei no começo com um receio, será que eu levo meus conteúdos do Instagram pro TikTok? Não vai funcionar.
E eles funcionam. Eles Funcionam muito. Eles dão 200.000, 300.000, 500.000. em conteúdo super bem trabalhado numa plataforma que só funciona lowfum >> e quando eu posto lowfi, tudo bem que eu posto pouco, então eu não tenho muito repertório, mas quando eu posto conteúdo lowfi, nada, mas quando eu posto os meus conteúdos, que inclusive são repostados do Instagram no TikTok, eles dão muito certo. Então eu acho que a gente é, Pessoas no geral tem que tomar um pouco de cuidado com as crenças, que são só crenças. Então elas deixam de fazer, deixam de testar, porque ela
tá insistindo numa coisa que não é uma verdade. >> É o próprio conteúdo do Bruno no TikTok. O Bruno nunca fez um conteúdo pro TikTok e ele tem acho que milhão de seguidores lá porque reposta os cortes do podcast. Eu também tenho alguns 1.4, eu nem sei quanto eu tenho, mas eu tenho alguns Meus e também é tudo repost do do daqui, né, do >> Mas a minha entrega média no TikTok é bem menor do que do Instagram, assim, se eu vejo a a entrega do conteúdo, só que não é uma rede também que eu
acho ruim, né? Se eu fosse pensar assim, sabe, uma rede para não ter perfil, se tivesse que escolher abrir mão de uma, dispara do Twitter. >> Nossa, eu nem Twitter, sim, tem muita gente babaca, eu lembro. É um episódio Bem bem marcante na minha vida. Era dia dos pais, isso é bastante tempo. Eu fui lá e só escrevi feliz dia dos pais. Primeiro comentário: "Eu não tenho pai, seu filho da puta." >> O usuário mais fraco do >> Sinto muito, cara, mas eu sou do feliz dos pais. Fica quieto, [ __ ] Entendeu? Olhei aquilo,
comecei a rir. Eu falei: "Caralho, cara, Twitter é demais, né? Não dá. Sim. >> E aí? E acho que a gente nem faz venda Pelo Twitter. >> Deve deve fazer. Só uso, talvez alguma coisa que o cara me conheceu lá e foi para outra rede, entendeu? Mas eu uso Twitter para printar e botar no Instagram. É >> isso. >> E TikTok, só para finalizar esse assunto, eu acho que dá para vender muito. Teve até um caso que viralizou e muita gente falou que é real, aquele Ricardo Martins que vende casas, vende casas de 40 milhões
pelo TikTok. >> Olha só. >> É de muitos milhões. Sei se é 40, mas casas muito milionárias. E eu já fechei turmas inteiras de mentorias só com vídeos no TikTok. Então com certeza as pessoas aquilo que o TikTok não tinha o pessoal com renda para consumir na sua opinião é mentira. Ou já foi verdade, hoje em dia não é mais. >> É, a foi por isso que eu fui cancelado. >> E aí eu queria eu queria saber na opinião de vocês, né, na hierarquia das redes sociais, o que que seria mais importante para quem tá
começando e pensa: "Pô, não consigo dar atenção para todas. Qual é a mais importante? A segunda, a terceira? como é que vocês eh colocam na ordem >> se uma pessoa não consegue dar atenção para para todas? Se uma consegue, eu acho que o YouTube, como a Luana faz, ele é de extrema importância, mas eu Tiraria ele se ela não consegue dar atenção para outras, como Instagram ou TikTok. Eu fico nas minhas dúvidas, sabe, entre Instagram e TikTok, mas eu acho que eu iria pro Instagram, porque eu vejo que as pessoas no Instagram elas estão mais
eh ela posso posso é só percepção minha isso aqui, mas eu vejo que o Instagram ainda é uma rede social mais de eh ai que saco, é difícil trazer para palavras coisas que você você só sente Percepções. Eu vejo que o Instagram as pessoas estão mais acostumadas a ir lá e aprender e comprar e gastar dinheiro, mas não é uma verdade também absoluta, porque o TikTok tem, então eu fico na dúvida entre as duas, mas eu começaria no Instagram. >> E você, Luana, qual que é a sua começar? >> Eu gosto de sempre diminuir o
máximo de barreiras de entrada possível. É, eu gosto muito do Instagram por causa dos stories, porque o story é o lugar mais Fácil pra pessoa criar o conteúdo. >> Some em 24 horas, eh, não tem espaço para saber o que os outros estão falando daquele conteúdo, então evita que a pessoa já comece recebendo rate, já sabe, se assuste um pouco. É, então eu acredito que no Instagram pensando em story pra pessoa desenvolver uma malemolência de conteúdo, aí salva story, joga pro feed e reaproveita no TikTok. Mas para mim hoje, com a experiência que eu tenho,
é impossível Uma pessoa conseguir construir uma carreira sem algum contato, algum ponto com a audiência de de longa tela, de time viw, de tempo de tela. >> Para mim não se constrói a audiência sem tempo de tela. É, faz sentido longo prazo. Muito bom. Eu concordo com isso. >> Eu cliquei aqui agora no TikTok. Tempo de tela seria YouTube, por exemplo. >> É a primeira vez que eu clico na câmera do TikTok, pr vocês terem uma ideia. >> Tá te ensinando como usar. >> Ele tá me ensinando como usar o ele já mete um monte
de filtro. >> Ah, é. Nunca entrei. Depois eu vou estudar, ó. Porque eu nunca produzi um. Eu pensei, será que eh produziria conteúdo pelo próprio TikTok? A louca. >> Mas aí você chama tempo de tela o quê? O canal no YouTube seria importante para isso? um Spotify, um um áudio, a a pessoa ela precisa te ouvir por longo tempo sem ser interrompida pelo próximo reals. >> E ela precisa de um ponto contato para escutar as suas opiniões do começo ao fim, para descobrir quem é você articulando uma ideia por completo. Ela precisa ter você por
inteiro. É o que eu falo pra Hanana, você tem que aparecer muito nos stories, porque as pessoas você é muito carismática e elas precisam ter a oportunidade de descobrir mais ainda. Então esse tempo de tela, ela te entrega por inteiro pra audiência. O cara ele consegue ter, Cara, realmente não é só a pessoa que, pô, tem uns vídeos legais e tal, mas quanta ideia legal, quantas opiniões interessantes. Eu acho que >> é, eu sou muito defensora do tempo de tela, muito defensora. É, de fato, o tempo de tela foi uma coisa que a gente aqui,
eu não faço YouTube, mas é ridículo eu falar que eu não faço YouTube. Estamos aqui, né? Então, eu estou no YouTube, eu tenho tempo de tela e o YouTube e o canal no o podcast me Deu muita audiência porque, querendo ou não, eu ganhei tempo de tela >> 1 hora e meia, >> 1 hora e meia com as pessoas. Obviamente o podcast, eu sou cohost, né? Eu não sou a host do podcast, então eventualmente eu não falo tanto porque é um assunto que não faz muito sentido eu entrar tanto e tal. Eh, mas mesmo assim
eu ganho um [ __ ] tempo de tela. >> É, pensando nisso, né? O podcast lógico que é importante, mas uma pessoa que tá Começando é difícil fazer podcast, né? Você não tem network para trazer convidado, >> é mais complexo. >> Canal no YouTube. >> O canal no YouTube eu acho muito bom, porque se você pensa em tempo de tela, vamos pegar o filme do Batman, ele se chama Batman porque o Batman é o personagem que tem mais tempo de tela. Se fosse o Coringa, o filme era o Coringa, como já tivemos. Então, para Você
realmente ter um papel central na vida do seu seguidor, a ponto de quando ele pensar, cara, eu quero um curso de finanças, ele provavelmente vai comprar do cara que ele mais assiste. >> Frequência gera familiaridade, que gera. Se ele me assiste no YouTube, ele assiste o podcast, ele acompanha o Instagram e no final eu tenho por semana 6 horas do tempo dele. Então é difícil ele comprar de um outro cara que só tem uma hora do tempo dele. Então quanto Mais tempo você tem na vida do seu seguidor, quanto mais hábito ele tem te assistir,
mais fácil você converter ele num cliente. >> Mas é igual restaurante, quantas vezes pass, putz, podia ter almoçado lá, a gente esqueceu que existia. a gente toma decisão com base nas informações que estão mais disponíveis ali pra gente. Então, se eu estou aqui em Alfavil, São Paulo, eu não conheço restaurantes, aonde que a gente vai Almoçar? Ah, onde eu almocei outra vez e foi bom algum lugar que eu vi que existia, porque tem que estar disponível. E daí que a gente volta naquilo que eu falei, o cara que ele quer entrar na internet e ele,
ah, mas pô, vou ter que gravar. Ele tá literalmente não querendo desenvolver o hábito mais fundamental para pro resultado dele nas redes sociais, que é estar presente. >> Eu vejo que com eu acho que é uma ideia complementar, não é contra eh o tempo de tela ser visto muito, nossa, vai te amadurecer como criador de conteúdo, vai te aproximar das pessoas. E tem um plus ainda, só tipo algo que faz ficar ainda mais forte. Eu vejo que algo que faz, ah, preciso de um comprar um curso de finanças, quem eu vou comprar? A pessoa que
eu mais me lembro e também a pessoa que é impacta na minha rotina, que impacta nas minhas ações. Então, contar E criar histórias para você viver junto com a audiência também é de extrema importância. Eh, exemplo, um exemplo prático que eu faço, uma vez por ano, eu faço um desafio de conteúdo. Eu fico 30 dias, pelo menos 16 dias com as pessoas todos os dias criando conteúdo junto com elas. Então, é uma história que eu entro na vida da pessoa durante um período específico. E aí quando ela pensa, preciso comprar, aprender conteúdo, quem eu vou?
Pode ser que ela veja mais outra Criadora de conteúdo que poste muito mais que eu, mas eu entrei na rotina dela. Às vezes tem um livro na casa dela, às vezes tem, eu falei para ela grudar um moodboard na porta dela para ela, ela passa na frente da porta, ela vê o negócio que ela fez, porque eu foi uma indicação minha. Então é tempo de tela de extrema importância e se você conseguir linkar com entrar na rotina, no dia a dia, pra pessoa lembrar de você ali no mundo real, é muito bom também, Né? É,
eu sinto que o criador de conteúdo ele tem que entrar na camada de decisão, no na camada de repertório de decisão do seguidor. Se ele consegue fazer isso, aí a gente pode falar de influência, que putz, eu vou comer tal coisa porque a Malu diz que é bom. Quando você entra na camada de decisão, a hora que ele vai decidir algo e ele toma a decisão lembrando de você, >> não tem competição. >> Então vamos a outro exemplo, a outro exemplo real que aconteceu recentemente na com a minha audiência e a minha comunidade. Eu acho
que a gente tem duas coisas, não foi intencional, tá gente? Foi, não foi. Poderia ter sido. Deveria ter sido, talvez, mas não foi. Eu cheguei lá, eu tava comendo muito açúcar, pô, eu sou a pessoa da dieta, eu sou a pessoa, né, da da alimentação saudável e eu tava comendo muito açúcar. Tô amamentando, Usando isso de desculpa, etc. Aí cheguei lá, gente, eu vou fazer 10 dias sem açúcar. Aí todo dia eu aparecia: "Oi, meu nome é Maria Luía, estou há um dia sem açúcar". Aí no outro dia, "Oi, meu nome é Maria Luía, estou
há dois dias sem açúcar". E aí foi indo e daqui a pouco um monte de gente, nossa, eu vou fazer também. Oi, meu nome é fulano. E começaram me a repostar. E eu tive uma uma eu fiz as pessoas se conectarem comigo porque é difícil ficar sem Açúcar, né? Ah, aí as pessoas se conectaram comigo em dobro porque putz, ela também tá tentando e putz, a Maluca é a pessoa que da dieta também tá tá tá difícil para ela. E elas fizeram junto comigo. Então, eh, toda hora que elas olhavam lá um docinho, ela pensava:
"Putz, a Malu tá três dias sem açúcar, eu também vou ficar três dias sem açúcar". E tem gente que tava lá, nossa, eu fiquei tentando, Malu, você tá 10 dias sem açúcar e faz 10 dias que eu tô Falando que vou começar e não comecei. >> Então, de fato, eu entrei na cabeça dela de alguma forma e aconteceu isso de forma involuntária, mas eh poderia ter sido intencional, obviamente. >> Pegou isso do Alcoólicos Anônimos, que ela vai já há 10 anos, identifica assim, ela falou: "Cara, vou usar pro açúcar". >> Exatamente, porque é quase a
mesma coisa no fim das contas. Eu defendo muito a comunicação situacional, que eu falo bem assim, ó. Qual é a frequência? Vamos Supor, cada pessoa tem um nicho e tem o seu público. Qual é a frequência que o teu público ele sente e ele sente o problema daquele nicho e ele lembra que ele tem que resolver? E ele passa por uma situação que aquela sua área de atuação vem na cabeça dele e pensa literalmente evitar o açúcar. Olha o valor emocional disso. Eu fiz um vídeo brincando no TikTok falando m assim: "Cara, se tem comida
na geladeira, comeizar Teu dinheiro, valorizar tua dietinia, não vai ficar pedindo delivery." >> Alguém falou disso esses dias, cara? Quem foi? >> Isso mudou minha vida. Cara, falei uma vez brincando. O tanto de pessoa que eu encontro a >> falando assim: "Porra, Luna, você me fodeu. Eu tô em casa, eu vou pedir iood, vem a tua voz na minha cabeça. Se tem comida geladeira, come comida geladeira". E eu até brinquei com o Rafa Porque lá em casa às vezes eu tô com vontade de pedir um iFood, alguma coisa deu, putz, mas né? logo eu, a
pessoa que fala assim comer na geladeira e vira e sem você perceber esses rituais, >> é, >> viram uma coisa realmente que você entra na camada de tomada de decisão da audiência. >> O Food no último mês, que é o 10% de faturamento. >> E eu pensei nisso ontem, sabia? Ontem Era domingo, né? É, ontem era domingo. E aí eu falei, eu eu vi que o Bruno tava meio assim, ah, vamos pedir alguma coisa diferente, mas aí o o Bruno falou: "Ah, não, eu como peixe". Eu pensei: "Nossa, tem carne pra caramba lá pronta, vamos
comer a carne". Aí eu comi porque eu lembrei da Luana. >> Não, um dia lá em casa, do nada o al >> e eu não assisti seu vídeo. Olha que loucura. >> Uma amiga minha falou, eu vi o vídeo da Luana falando se tem comida na geladeira, tem que come porque eu não assisto TikTok. >> Comida. >> Horário fim de tarde, horário padrão de pedir iFood. Aí o Alif passa pela cozinha, aí ele volta assim: "Você tá fazendo omelete?" Aí eu tinha ovo na geladeira. >> Mas sabe que loucura? Por qu? E até já dando
a dica para quem tá assistindo, por que essa frase funcionou tanto? Porque vem daquele princípio que você falou no início da conversa. Quantas pessoas já não falaram isso? Já existia na cabeça das pessoas a frad comida na geladeira? >> Tem até o tom, né? >> É tua mãe fala. Mãe fala: >> "Tem comida, pô". Então, se tem comida na geladeira, come a comida geladeira. Então, já é algo que não foi a Luana que fez existir, já existia, >> existia, resgatou na memória das Pessoas. Dei um significado maior depois, tá, que o negócio deu certo. Aí
eu comecei me postar meus vídeos abrindo a geladeira com o meu áudio de fundo. Eu sou minha fã número um. >> Sim. Muito bom. No TikTok ou no Instagram? >> Em todo lugar, nos stories. E daí agora eu saio para comer. Esses dias fui comer japonês. Deu gente comida geladeira. >> Deu, deu. Esses dias eu sei. Deu. Gente, hoje a comida da geladeira tá um pouco Diferente. Aí o Rafael lá em casa falou bem assim: "Ô, amor, e se eu pedir o iFood, você não vê e eu colocar na geladeira?" Virou um negócio com tanta,
sabe, versatilidade, >> ramificações >> e pegou. >> Adorei. >> Bom, pessoal, e aí pensando em ganhar dinheiro pela internet, né? Já que muita gente começa a criar conteúdo, faz um conteúdo até legal, mas para, porque tem Que trabalhar com outra coisa, já que não conseguiu vingar. Como é que vocês ganhariam dinheiro se tivessem começando agora assim, pensando num num roteirinho? Ó, primeiro eu faria tal coisa, outro vai ser publicidade, vai ser com infoproduto? Nossa, tem muitos caminhos, né? Hoje em dia, eh, eu partiria do princípio de eu sei alguma coisa ou eu não sei nada
de nada, eu tenho uma um mínimo de audiência. Eh, se eu não tenho audiência Nenhuma, se meu perfil, sei lá, é fechado, eu ia buscar aprender minimamente alguma habilidade do digital e vender essa habilidade do digital. Então, usar a internet como eh ferramenta, não, ferramenta sempre é, mas não no sentido de vou vender para minha audiência, caso eu não tenha, eu ia me tornar um profissional eh que presta serviços. Se eu tivesse audiência, por outro lado, eu buscaria eh vender a minha imagem, Criar os meus produtos, criar a minha comunidade. Mas eu acho que eu
começaria como eu comecei mesmo, que foi prestando serviço. Na época eu comecei como social mídia, só que social mídia a gente sabe, é aquele negócio que faz de tudo e querem te cobrar tudo, só que foi um profissional que cresceu não sendo tão valorizado assim. Uhum. >> Então é muito difícil, tirando grandes empresas que caixa para isso, é uma Pessoa achar de boas, pagar R$ 3.000 pro social mídia e quer cobrar tudo para essa pessoa. Então eu começaria com uma especialidade. Vamos supor, eu eu não faço post, eu faço vídeos, então eu me especializaria em
prestar serviços digitais se eu tivesse começando. >> Faz sentido? É, tem isso que a Hana acabou de falar, basicamente assim, tá? Eu tô na internet, fazer dinheiro com a internet, gente, é tanta coisa. Prestação de serviço, trabalhar o meio De atuação seu, o digital no sentido que é a ferramenta. E tem inúmeras possibilidades, desde suporte, edição de vídeo, COP, enfim, as infinitas profissões do digital. A gente vai para uma área de vender sem aparecer. Eu não entendo nada disso, infelizmente. Não posso ajudar vocês com esses tremend de afiliado. Eu não, não é minha praia, não
entendo. E quando a gente fala de influência de vendas, Eu estive dos dois lados. Eu, o meu primeiro grande dinheiro foi com a venda de publicidade. Foi inclusive por isso que eu entrei no marketing digital, porque as minhas amigas, elas não entendiam como eu conseguia fazer tanto dinheiro com pouco seguidor. Primeiro porque eu fechava contratos muito grandes, com mais de seis dígitos, não tendo tanta audiência, e eu vendia muito, eu esgotava o estoque das marcas. Então elas me perguntavam e eu aprendi a Vender porque eu cresci na casa de pais vendedores. Então eu eu fui
uma influencer que não tinham medo de vender, que o influenciador tem medo de vender, né? Ai meu Deus, eu achava legal negociar, vender. É, qual é a minha? E eu tenho hoje a Studs, que é uma marca que contrata influenciadores. Qual é a minha visão que eu tenho? Se você tá aí na internet, você tem uma influência, o caminho que eu, Luana, defendo é Assim: Se você for fazer publicidades e parcerias, você não vai ser vendedor. Você vai fazer publicidades e parcerias com marcas que elas te agreguem na mesma proporção. Não só você pega o
teu cliente, joga pra marca, ela fica gerando renda com aquele cliente, dá equity para aquela empresa e os, sei lá, R$ 5.000 R que você ganhou há 5 anos atrás, a inflação veio e você não conseguiu fazer muita coisa. Pensando tipo numa visão maior, em Contrapartida, você ter alguma coisa sua e não só ser outdoor de outras empresas, porque foi o que eu fiz. Eu me frustrei muito com a publicidade, porque primeiro eu tive uma marca que eu gerava uma quantidade obsena de dinheiro e eles e eles eram muito folgados. Essa que é a palavra.
É difícil achar marcas bacanas e quando acha é uma delícia. E segundo eu via que aquele meu seguidor que conheceu a marca por causa de mim, passou os anos, ele continuou sendo Cliente e eu só ganhei daquela primeira compra, eu só ganhei daquela publicidade primeira de aquisição e foi daí que nasceu a studies. Mas é complexo empreender com um negócio físico, logística, margem menor, escala limitada, é muito mais complexo. Aí vem o infoproduto, que se você tem uma habilidade, uma especialidade, não tem o por você não testar, não tem o Porque você não se dar
essa oportunidade de se descobrir, seja por uma mentoria pequena, seja por um perpétuo, que é o que no caso vende todos os dias de um valor menor, seja por um e-book. E o que eu defendo é, se você tem uma mínima audiência, faça o processo, que é o que eu ensino execução digital, que é o processo inverso. Descubra o que aquelas pessoas querem e façam um produto que você que tenha a menor quantidade de esforço para você ter que Explicar ou convencer alguém que aquilo é bom. Então, vai para uma negócio que as pessoas meio
que já falam que querem, que elas já gostam, que elas já se interessam. Foi o que aconteceu com o método SPE. As pessoas já me perguntavam: "Luana, como você se comunica tão bem? Por que seus stories são tão interessantes de ver?" E daí eu fui pelo caminho que já tava validado. Eu sou a pessoa que sempre escolho o caminho de primeiro é uma área que eu Entendo que eu domino. Segundo, as pessoas têm interesse, porque criar interesse é uma grande ilusão, querer convencer a pessoa de alguma coisa. E terceiro, perguntar o que as pessoas querem
daquilo lá, porque na nossa cabeça às vezes a gente quer entregar um mundo e a pessoa quer algo muito mais simples. >> Uhum. Então eu >> eh >> tanta coisa para falar. >> Uhum. Eu vejo que você, no seu caso, você foi desde sempre especialista no sentido de era você na frente das câmeras por muito tempo. Inclusive antes de eu eh me tornar o rosto da coisa, eu era muito bastidor. Então eu era a pessoa que criava pros especialistas. E foi assim que eu comecei, como eu falei, tinha começado como social mídia, mas não não
era sustentável, não tava valendo a pena financeiramente. E aí foi o momento que eu comecei a perceber que Cada vez mais empresas e influenciadores, especialistas, todo mundo precisava ir cada vez mais de vídeos. Então, por que que serei um um prestador de serviço que entrega tudo, sendo que, ah, vou generalizar, não é não é uma verdade, modo de dizer aqui. Por que que eu vou entregar tudo se a única coisa que eles valorizam mesmo é vídeo? Então, eu vou me especializar em criar vídeo, só que eu não preciso nem ser o rosto da coisa. Eu
fico boa em Criar vídeos e eu começo a vender vídeos para influenciadores, para especialistas, para marcas, para qualquer pessoa que está na rua precisa estar no digital. Mas ela valoriza o vídeo. Então eu acho que eu iria por esse caminho, eh, criar vídeos e vender vídeos como eu não faço tudo, mas eu sou muito boa nisso. É isso que eu faria. >> Focar. >> O Erico Rocha me falou muito bem de Você, sabia? Acho que fez um trabalho para ele lá atrás, não foi? >> A gente gravou o vídeo do ano passado da Black, era
o casamento dele com ladeira. >> Ah, foi isso mesmo. Brasília. Aham. Sim. A gente tava discutindo quem seria a noiva esse ano para fazer esse ano. Eu votei no Thiago, o Thiago não gostou muito. >> Eu não tenho problema não. >> Eu encaro na boa, né? O Thigo, ele ele encara não encara tão na boa. Por isso Que eu quero que seja ele. >> Vocês vão gravar lá em Brasília? >> Eles vão vir para cá pra gente gravar. >> Ah, sim. >> Vim para cá. >> Quem sabe a gente que grava. >> Pode ser, né?
Vamos ver. Bom, e você, Bolinha, o que que você faria para ganhar dinheiro na internet? Começando do zero. >> Do zero. Nossa, >> vocês meio que falaram que vocês fizeram, né? >> É, >> eu posso só, desculpa, só trazer um último fechamento assim? Sa >> não, R já passou sozinho, por favor. Pode. Claro. >> Sabe o que é muito legal em você que tá num perfil fechado, começa eh se especializando em fazer, exemplo, vídeo. Você vai vendendo vídeo, a gente sempre acha que não tá pronto para começar. Só Que a pessoa que a gente vai
prestar esse serviço sabe muito menos do que a gente. Então a gente vai vendendo, fazendo dinheiro enquanto vai aprendendo a fazer. E aí vai chegar um momento que você vai olhar para si mesmo falar: "Caraca, eu já sei tanto isso aqui. Agora para você se posicionar vai ser muito mais fácil do que antes." Então ainda tem essa vantagem de ir se especializando, fazendo e vendendo pras outras pessoas até que você se torne Muito bom e aí você assume seus palcos. Eu eu gosto muito disso, lembrei agora, desculpa. Não, eu acho que as pessoas elas, eu
vou ser clichê, né? Entender o que você gosta de fazer para que você consiga vender aquilo que você gosta, o que as pessoas já perguntam para você sobre o seu conhecimento, né? E aí você envelopa isso e entrega de alguma forma, seja num produto ou num serviço, enfim, porque no geral tem alguma coisa que você faz bem, né? Tem Alguma coisa que você gosta de fazer e eu acho que ir por aí é o caminho sempre mais fácil do que você aprender uma nova habilidade para que você se torne bom o suficiente para que você
se sinta confortável de vender aquilo. Então o que que você é bom? Acho que seria por aí. >> É, eu vejo que é aquele ditado que fala que um general está sempre pronto para lutar sua última guerra, né? Eu também, quando eu penso que eu faria, eu não Consigo fugir daquilo que eu fiz. Só que antes de aparecer em frente à câmera e falar de finanças, eu tava quase no caminho de ser uma agência. A gente lançou produtos diferentes, tinha nutrição, tinha um que a gente lançou de culinária, de yoga. O de finanças era um
nessa grade. Só que ele ficou tão grande que eu comecei a ver que não fazia sentido ter os outros. Mas eu seria uma pessoa de bastidor. Inicialmente eu não pretendi estar em frente a uma câmera, Só que as câmeras me amam. >> Ah, claro. >> Aconteceu. Não foi amor à primeira vista, né? Mas não era. Eu estaria atrás. coordenando o conteúdo das pessoas, porque como eu disse, tem muita gente no digital >> que é uma empresa de uma pessoa só e o cara tá faturando milhão e ele não contrata ninguém, não traz ninguém, precisa de
uma pessoa só para montar esse time para ele. Eu seria essa pessoa Para alguém, cara. A gente teve contato com criadores de conteúdo que faziam tr, 4, 5 milhões e ainda era o cara que respondia o e-mail quando o cliente perdia a senha. >> É, >> meu Deus do céu, contrata alguém. Ah, mas eu não consigo contratar. Então eu vou ser o teu executivo e vou montar o time para você. Acho que eu faria isso, porque começar uma agência, eu não acho que é tão complexo assim quando você Pensa em lançamentos. Tanto que eu já
conheci muita gente que começou a agência, pegava lá os experts para lançar e depois eles tinham um problema que era um expert ficava muito grande e falava: "Cara, vou embora, vou montar minha própria equipe". Mas esse problema aparecia porque o cara tinha milhões já na conta dele e tava com a vida resolvida. Então, acho que seria um caminho muito bom assim, aprender como é que funciona o jogo, como é que funciona O lançamento, como é que funciona a venda de produto perpétuo e encontrar os clientes que às vezes já tem muito potencial e não fazem
isso. É o caso de um influenciador que tem muito público, ele é experto em algum assunto e não vende por algum motivo. Existem diversos, tem gente que faz isso. Ou você encontra aquele cara que é especialista, não tem audiência e ajuda ele a construir audiência para que você possa vender um produto. Mas é o que Vocês falaram, tem tanta maneira hoje, é muita coisa. O pessoal fala: "É difícil". Novamente eu falo: "Difícil é ser pedreiro." >> É, >> Thiago me falou isso, achei genial, cara. Falou: "Não, cara, é ganhar dinheiro na internet é fácil". Daí
eu pensei, vai ser cancelado. Thiago falou: "Difícil é ser pedreiro, difícil é ficar 5 anos na faculdade e você sair para ganhar o salário mínimo." Isso é Complicado, né? Isso aqui não. Você vai lá e senta a bunda na cadeira durante um ano e estuda, você vai aprender. Não tem mistério. E aí, novamente, eu lembro até da Black Friday. Lá a gente tem tudo para que você possa começar a ganhar dinheiro na internet, depois investir esse dinheiro para proteger aumentar o seu patrimônio ao longo do tempo. Tá >> muito bom. >> Acho que é isso,
né, boludinha? >> Sim. >> Tá dando área do mamada Maria. Preciso amamentar. >> Vamos embora. Infelizmente agora todos os podcasts eles são limitados a partir da TT. >> Tem duração limitada por conta disso. >> Vocês tm algum recado final paraa audiência que gostariam de passar? Você primeiro. >> Nunca desista de um sonho por não ter uma habilidade que te faz atingir esse sonho, porque a Habilidade você desenvolve e, ah, eu não sou bom suficiente, o bom você se torna. >> Que você fala isso, Lana? >> É o slogan dela. Deixa ela slim, mas é muito
bom, pô. É >> tipo, ah, cara, porque as pessoas vão travar de criar conteúdo na internet, porque vai gravar o vídeo, vai est uma porcaria, vai embolar a boca, vai falar igual robô, vai est travado, vai tá ruim, porque a pessoa nunca fez. Então, >> bom você se torna. Não tem, é, tudo culmina para isso, cara. Tipo, ah, não sou bom, não é mesmo porque não fez >> tantas vezes quanto seria necessário. >> É verdade. >> É, tá, eu não poderia finalizar sem falar isso. É um, é um pouco é uma variação do que você
falou. Não, não acha que o que você tá sonhando é grande demais, sabe? Você é um criador do seu futuro. Esse é meu maior, minha maior missão é lembrar as pessoas que Elas criam a realidade delas e que tinham 6 anos que eu sonhava em estar aqui. >> E eu tô aqui hoje. Então, eh, os seus sonhos eles se tornam realidade. Você precisa ir atrás. Você precisa só ir fechando o círculo, tornando ele inevitável. Então eu preciso chegar lá, aquela pessoa que chegou lá, que que ela estudou, o que que ela faz, quais são os
assuntos que ela estuda, que ela conversa, quem são os amigos? Então, Foca onde você quer ir e vai fechando o círculo que é inevitável você chegar lá. >> Muito bom, >> bacana. >> Tem que tomar cuidado sua rana, porque você chegou no ápice agora, entendeu? Não se acomodar, >> ver que não dá para chegar mais não. A gente sabe que não. Tô brincando, né? Mas eu já te segui há algum tempo e eu quis te convidar porque o Eric falou muito bem de você. Depois você dá o Agradecimento para ele lá, porque foi vital, né?
É muito bacana quando você tem indicação de pessoas que você admira e confia. Sim. >> Aí você sabe, pô, se o tá falando bem de uma pessoa a truco de nada porque não precisava, é porque essa pessoa tem que estar aqui no podcast, né? É isso que eu penso. >> E como é que quem tá te assistindo, ass a gente aqui pode encontrar o conteúdo de vocês, perfis? >> Meu Instagram é Hann Franklin, TikTok Hana.Ffranklin e YouTube em breve. >> Luanacarolina.s S no Instagram ponhg no TikTok ponto hilg no TikTok. Eu acho aquelas, né? Eu
acho, >> mas acho que se botar Luana Carolina acha não tem tipo 70 perfis Luana Carolina. >> Como é que é o Star Dozenique de pobre, >> cara? Estava num evento. >> Ah, é R, mas eu botei só Luana Carolina E e apareceu >> aí apareceu Luana do céu, você viu isso? Aí era uma linking page escrita bem assim, é os pique de pobre. Aí era um vídeo meu com e mentira. >> Porque você não viu? Eles fizeram uma iam minha tipo bem gorda assim. >> Gente, vocês não viram isso >> o que era bem
assim. É, é. Oi, meu nome é Jéssica. Foi daí que vi. Oi, meu nome é Jéssica. E eu sei que você fica tentando comer salada, fica tentando Evitar o doce, mas tudo isso é coisa do passado, porque na realidade e existe outra coisa que me fez sair disso aqui. Aí é uma foto minha da academia que eles me deixaram tipo assim muito. Eu vou mostrar, eu chorava de rir. Agora não precisa dear porque ela tá falando >> eles já vão cortar. >> É, eles vão cortar. Aí eles falaram bem assim: "Não, porque serão 5 kg
de gordura derretido da noite pro dia, o seu marido vai finalmente Chegar no seu ouvido, ele nunca mais vai virar de costa para você na cama". Era uma cópia assim, cagado e cuspido, aquela bariátrica natural que tem nos Estados Unidos que hypou muito. Só que a parte engraçada é que eu tenho um amigo que ele tem uns amigos. Aí, cara, eu mandei o fulano seguinte, eu conheço você, eu conheço de onde você veio, cara. Quem fez essa porcaria aqui? Ele me dá 20 minutos, cara. >> Aí descobriu que era. >> Deu, deu 20 minutos, mandou
CPF, número, nome, >> quero ser amigo desse amigo. Esse é o bom contato. >> Eu não quero ser amigo desse cara, não. >> Aí >> só não quero ser inimigo. >> Então, aí ele pegou >> um pi, um pi de 17 anos, eu acho que fez isso. Sempre alguém assim. >> Aí mandou um um áudio. A mãe dele mandou um áudio porque esse meu amigo entrou em Contato com a mãe dele. Ela falou: "Porque fulano é louco? Aqui em casa a gente é crente. A gente da igreja, quando ele chegar em casa, ele vai ver
o que é bom. Não acredito que ele tava fazendo isso. Lá deu meia-noite, ele mandou um texto gigante. Senhora Luana, me perdoe. Eu vi, eu vi um vídeo que mandaram eu fazer isso para ganhar dinheiro com a internet. >> Só para finalizar, sabia que fizeram isso com a Opra? >> Colocaram a Opra vendendo sei lá o que, vendeu milhões. Gente, estamos no fim dos tempos. >> É, tem que tomar cuidado. Tem que tomar cuidado. >> Enfim. Vocês encontram a gente aqui semanalmente no canal dos sócios. Eh, sempre com um episódio para agregar a sua vida.
E também me encontram no @maluperini lá no Instagram, lembrando que abriremos o carrinho, as inscrições do materializa na segunda-feira. >> Vocês me encontram no Instagram, Bruno_line Perini, no YouTube, você Mais rico. E novamente eu lembro da Black Friday, pessoal. Entra no link da descrição, veja o QR code na tela, porque a oferta ela vai est sensacional, é imperdível, nunca aconteceu antes da gente se juntar com Éco lá a primeira vez, talvez seja a única. Então aproveita porque acesso vitalí também é um negócio que não aparece sempre aqui no grupo primo. Para quem assistiu nosso Muito
obrigado pela audiência, os nossos convidados obrigado pela presença, espero que voltem mais vezes. E é isso, pessoal. Um grande abraço e até a próxima. >> Beijos. [Música]