Flow. >> Salve salve família, bem-vindos a mais um Flow. Eu sou o Igor e hoje eu vou conversar com Sorocaba. E aí cara, tudo bom? >> Tudo bem irmão? Que honra tá aqui. Feliz de estar aqui de novo. >> Gostou do bonezinho? Pode deixar uma para você. Deixa para mim. Bom, tá bom. [risadas] É, mas eu gostei também do chapéu da chefe Julima. Muito obrigado Por vir aí. >> Mas eu não trouxe um chapéu para você hoje não. [risadas] >> Vou te mandar o tamanho GG que eu sei que, né? >> É um filtro de
barro, né? [risadas] Igor, prazer enorme agradecer demais você estar aqui. Acabei de ouvir assim, gente, this is Flow, eu escuto em casa e tô aqui. Muito legal. >> Obrigado, valeu pela moral. Obrigado por vir aí, pô. Então, hoje a gente dá, a Gente vai conversar sobre eh sertanejo, >> churrasco. Vocês têm tudo a ver com esses dois assuntos, né? E, e, e uns jeitos interessantes de conectar tudo isso. A gente já vai falar, a gente já vai começar. Eh, eu só queria mandar um salve aqui pros nossos patrocinadores e pros nossos membros também. Dá para
você virar membro do Flow aí. O primeiro link tá aqui no na descrição. A gente tá tendo, tá soltando conteúdo todo dia pros membros. Mas um salve aí pra Estela Galice e para pro Airbnb de quem falarei já já. Tá bom? Quiser mandar mensagem pra gente, o tem o Qcode aqui e o link aí na descrição também. Manda aí que a gente vai ouvir aqui no final do programa a mensagem que você mandar. Vai que você tem uma dúvida que é um, sei lá, pedir um salve pro Soroca ou para [ __ ] já tô
amigo do cara. [risadas] Aí pede um salve pro Sorca, meu irmão. >> É assim que se percebe [risadas] >> é a chefe Julima, que quem chamarei de Ju a partir de agoraado. >> Eh, cara, tu é >> a assim, tu tem um fenômeno do churrasco, né? Tu as pessoas te conhecem por, [ __ ] fazer uns churrascos, eh, inclusive sabor energético. >> Não, por isso que me conhece, [risadas] >> não. Ai, meu Deus. É que tem tem agora que já tem um bolo vem surgindo umas cerejinhas, né? Então essa é uma delas. E mas o
que é interessante nisso, para mim chama atenção, eh, você foi estudar Num lugar que eu não sei o que, o quanto que eles ensinam de churrasco lá, né? Você foi dar no Lecordon Blue, né? >> Aham. Chique, né? Chique. Chique. Me conta aqui rapidinho. Primeiro como é que tu foi para lá, se o churrasco foi o vetor para tu ir para lá, tá? ou chegar lá que tu sacou, [ __ ] acho que dá para aplicar essa [ __ ] no churrasco, [risadas] >> Igor. Então, na verdade, vivi minha vida inteira fazendo churrasco, né? Indo
pra Roça final de semana e meus pais sozinam churrasco. Isso tá uma coisa que tá comigo assim, a minha vida inteira. Mas quando eu descobri que eu queria fazer gastronomia, aí eu decidi ir pra Lecnoblow, porque a Lecornoblô é tipo a Harvard pros advogados, é a melhor escola de gastronomia de culinária francesa do mundo. Aí a gente, é, a gente ótimo, né? Eu fui, estudei muito, fui muito dedicada, ao contrário do que eu fui na minha faculdade de Administração. Desculpa, mãe. E aí, eh, [risadas] >> e aí eu quando eu voltei pro Brasil, esse negócio
do churrasco me pegava muito, porque eu voltei sabendo aquela cozinha muito chique, que pro brasileiro ela tá muito distante. Então, até postava uma coisa. >> Você é de onde mesmo? >> Eu sou de Belo Horizonte, mas eu moro em Moeda, Minas Gerais. >> Então, lá acho que o cara come pouco sei Lá, né? É, graças a Deus, né? Ninguém começou a grrar. Não, não, não. Isso. E assim, quando eu voltei, eu não tinha percebido ainda que a leombl era tão distante pros brasileiros. Quando eu comecei a postar, eu percebi que não tá dando certo, tá
faltando alguma coisa. E aí a gente teve essa ideia de ir mais pro churrasco. E quando eu entrei no churrasco e consegui unir o churrasco, a culinária francesa de uma forma didática para ensinar as pessoas também de forma Gratuita no meu Instagram, o negócio, o trem começou a pegar, aí o bicho começou a crescer e eu entendi, tá? Esse talvez seja o meu caminho. >> Mas será que tu aprendeu mesmo alguma coisa para aplicar no churrasco lá na Lecom Blue? >> Eu acho que sim, porque assim, >> todo respeito, todo respeito, >> todo respeito a
Lecordombl. >> É, pô, pelo amor de Deus. >> Não é só minha gente que é isso. Muito Respeito lecordombl aqui, tá? Eu aprendi muito porque o que que acontece? A Lecordomblo, ela ensina técnicas diferentes de coqução de carne. Então, principalmente é cozinhar, grelhar, seja na frigideira, é, e assar. Essas três técnicas te levam a entender tudo que você precisa para estar numa grilha. Então, por exemplo, suvide. Você sabe o que que é suvide? É uma técnica de que você coloca uma uma carne e a vácuo dentro de uma água numa temperatura só e Ela fica
lá por 6 horas, que aí ela chega nessa temperatura interna para depois você grelhar por fora e aí você garante muita maciez. >> OK? >> Uma técnica, >> tá? >> Isso você faz o inverso na churrasqueira. Você aprende que num fogo mais baixo, lá em cima, você mantém por um certo tempo essa carne, que ela vai chegar na temperatura interna e depois Você desce pro fogo forte, grelha dos dois lados. Então, olha como é que a cordombl teve sim um impacto técnico gigantesco no meu churrasco. >> Entendi, entendi. É, já tá lá já o o
o sorô, o [risadas] negócio dele, o negócio dele assim, o cara o bagulho dele é música, mas curte um churrasco também, né, cara? >> Ele é bom, ele é bom de fazer churrasco. >> Tu já comeu um churrasco do >> Eu já vi. E ele ainda não me serviu. Quando eu fui na casa dele, eu fiz pr ele. >> Ah, como é que ela é bem melhor? Não [risadas] tem como. Não tem como. Mas fazendo uma vírgula aqui, eu eu tenho coleção de facas. Ela me deu uma faca de presente que ela que eu acho
que é a faca oficial da Lec, como é que chama? Nem consigo falar. >> É, tem uma faca, cara. Faca da NAS, irmão. >> É, >> cara, pr você fazer os cortes. Então, assim, muitas, muitas coisas. E e dá para ver acompanhando ela e as técnicas que ela usa é muito bacana assim de conectar mundos, né? Essa conexão de sabores, de misturar uma coisa que é muito cheia de frufru lá com algo muito Brasil, o nosso churrascão. >> E assim, poxa, o meu churrascão já é mais rústico, né? já é aquele sistemão, >> não, mas
ele serve no ponto certo, que isso é uma coisa que faz toda a Diferença. Então, por exemplo, e o o Sorocaba, ele pelo menos dos stories que eu já vi, ele ele consegue fazer aquela crostinha do lado de fora, que é muito importante, e deixar a carne vermelhinha dentro. Se você não faz isso com sua carne, você perde muito suco de dentro dela, você perde suculência e ela acaba ficando uma carne dura. Então, é como se você comprasse uma carne ruim. E ele faz isso perfeitamente. Então, ele já tem a técnica mesmo sem saber, entendeu?
>> Ah, experiência traz isso daí. A nossa carne também é muito boa, Igão. Na verdade, o produto é muito bom. Hoje em dia, com carne boa, o cara tem que ser bem fraco para errar num churrasco hoje, né? Porque os a carne, a nossa carne, além, eu tava falando, além dela melhorar muito em maciez e ela tá num nível muito legal de maciez, ela tá começando a ter sabor, que isso é um gado, a gente vem aprendendo com o tempo, né? Mas isso é um gado que pastou Bastante e não só foi confinado, vamos dizer
assim, né? Mas o garoto tem que passar por algumas, algum tipo de alimentação, algum eh uma tocada lá para realmente ter a qualidade no final. Então a carne brasileira, além de tá macia, ela tá muito saborosa, coisa que antes você só encontrava em carne argentina, carne uruguaia. Então assim, o nosso nível, >> a gente tá tomando mais cuidado ou a gente tá começando a a gente já tinha Essa carne, só que não era consumida aqui. O que que aconteceu? Tá dizer. Então eu acho que eu acho que tem uma melhoria genética, principalmente o nosso rebanho
hoje tem muito mais maciez. Então você pega um nelore de hojeum >> que é que é a base da da pecuária no Brasil, ele não é igual o Nelor de antigamente. Então o cara foi manja disso, >> o cara foi selecionando, a gente manja, O cara foi selecionando, foi cruzando animais que no ultrassom lá ele via que tinha mais marmoreio, tal. Então hoje um um um o o gado Nelore já tá em outro nível. Eu tenho também as cruzas que se faz a parte do dianteiro, né, Ju, que era uma carne toda de segundos. Fala,
pô, só peito, isso aí é carne de segundo. Hoje já veio, já e o gado evoluiu de um tanto que a carne de dianteiro é tem partes que é tão boa quanto do traseiro. Então a gente tá num Nível acima. A carne brasileira tá incrível, a carne mundial, essa seleção genética, acho que é um dos pontos, a a forma que você conduz, né, dentro do confinamento, manejo, fugir a palavra, manejo que você tem com o gado, logicamente a forma de abater e enfim, o nível subiu muito. >> Eu acho que a tecnologia, Igor, né, trouxe
muito conhecimento e esse conhecimento foi disseminado por cabeças muito importantes no nosso país. Então Vou dar uma referência aqui que é uma referência para mim um professor que é o Roberto Barcelos. Ele, por exemplo, fala sobre isso. Ele mostra como que a gente conseguiu juntar alimentação, manejo, todas essas práticas para que o nosso gado, no final seja um gado muito melhor do que há 10, 20 anos atrás, >> tá? E carne é muito louco, porque a gente fala quando você vai sumindo o nível de carne, eu não sei se é assim com vinho também, porque
eu não gosto de Vinho, mas quando você vai sumindo, subindo o nível de carne em termos de sabor, de é difícil você voltar para outro, [risadas] não é, companheiro? É difícil você voltar. Eu acho que quase tudo na vida, né, cara? [risadas] É fácil sim acostumar com que é bom, né? Fácil acostumar com que é bom. Isso é, >> mas esse eh eh se a gente for colocar, se eu for pros Estados Unidos, por exemplo, assim, eu não tô falando de um Cara que tá indo ter uma experiência culinária, não, tá? Eu tô indo falando
de um cara que ele foi lá. Eh, quando eu vou lá, eu gosto de ir no Cheesecake Factory comer um rebelí. >> Tá bom? É, sempre perguntar assim: "Mas o que carne é essa, Igor?" Eu fala: "Cara, é uma delícia. [risadas] >> É um rib, >> entendeu? É uma delícia. Eu não sei que car, eu não sei, eu não sei se é só o corte que é diferente. Eu não sei se Vendi outro bicho, eu não sei um monte de coisa. Eu sei que é diferente das paradas que eu encontro aqui. >> É, já começa
pelo nome, né? Porque os nomes e eh é muito louco. Às vezes você tá falando da mesma carne, você tá falando um toma rock, é um é um antio lá com osso maior, daí você fala o praia. Então tem vários nomes que às vezes você tá falando do mesmo corte e esse é um um dos pontos. né? Nos Estados Unidos você tem uma qualidade de carne muito bacana Lá nos restaurantes. Eu já comi lá no no Cheesecake Factory, é muito bom mesmo. Mas é é a carne lá, ela tem uma ela ela o gado lá
quando é criado, eles têm uma eles eles eles têm um hormônio, um chipe que põe no gado lá. >> Então a eu considero que a a nossa carne é mais tem mais qualidade, entendeu? Esse chip acaba dando marmoreio, é um hormônio, né? que acaba >> os cara meio que rouba no jogo, >> precocidade. Por isso quando você vê os Números dos Estados Unidos em termos de quantidade de gado versus versus produção de carne, né, eles eles meio roubam no jogo nesse sentido. Desculpa falar assim, mas é mais ou menos isso. Então >> só para entender
fácil, não é roubar de verdade, ela é permitido permitido e no Brasil não é permitido. Então o garo tem uma precocidade, acaba trazendo uma maciez que é meio que o game deles é outro, entendeu? Mas as carnes são muito Tops lá, muito saborosas. Tem muita coisa alto nível lá também nos Estados Unidos. Eles são referência. >> O RBI é o é a mesma coisa que o que falou que é que o ancho, que a prime Riba Hawk. Aí eles colocam o nome de lá. O nome Reby é o mesmo usado, por exemplo, na França para
entrecô, >> tá? >> Então você já deve ter comido entrecô de parry. É o ancho. Então é aquela que tem o reb cap, que é a parte de fora, que Também pode ser chamado de sobrancelha. Olha só que loucura, né? E tem o miolo do ancho, que seria o então juntando o rebai, entendeu? Na verdade, essa carne existe aqui no Brasil, só que aí a gente usa outros nomes e muitas vezes é isso que o Sorocaba falou, a diferenciação tá muito no gado, então você prova lá e você fica assim, uai, que carne diferente é
essa? Mas tá na forma como o gado é criado, entendeu? >> Entendi, entendi. E a gente não tá Falando necessariamente de outra raça, estamos falando de como o gado, como ele pastou. >> O gado lá é o Angos, né? A gente também tem ângos bastante no Brasil, mas apesar da base serelore, mas é é o é o manejo, é o jeito, é o que ele comeu, se ele pastou, ele o o gado ideal, a o o a mágica seria um gado que pastou até uma certa idade, ele foi finalizado, >> né, Jú no confinamento. Foi
finalizado no confinamento. É, esse seria o melhor Dos mundos pr pra qualidade de carne. Eu sou apaixonado em carne angos, assim, Nelore barra angos. Eu não gosto muito de vag porque eu acho muito, muita gordura entremerada. Não sei até que certo ponto isso virou no Brasil. >> Uhum. >> E enfim, mas eu >> Você acha que a galera gosta de o aguiu ou o negócio é comer o aguiu porque é coisa de rico? Porque se É sério, [risadas] é sério. Sabe o sabe o churrasco com folha de ouro? >> É, é aquela história do do
N aí. Não é? Então não. Eu vou defender o Vagui posso? É o Aguiu ou Vagil? Eu falo vagui eu não sei. Perd >> você que é chefe Julim. Não falo japonês, [risadas] eu acho que é japonê. >> Eu vou defender o vaguil, posso? Porque assim, diferente do ouro que não tem sabor, que não faz não muda em nada a Carne, o aguil ele vem trazendo um sabor diferente, que é esse saborado que o Sorocaba falou. É o que que eu acho que as pessoas enxergam no vaguo, que às vezes elas enxergam da forma errada.
O churrasco ele é para ter uma diversificação de sabores. O ideal é que você comece com uma carne, vai para outra e paraa outra e você no final tenha comido coisas diferentes na o ideal para mim, claro, né? E aí assim, eu acho que o vagu ele vem num churrasco De cinco, seis pessoas, uma peça só, ele é maravilhoso, porque cada um vai pegar um pedaço e provar esse sabor a manteigada, cada comer um churrasco devagar, >> não é? Porque aí primeiro, realmente é caro, além da conta, aí não, eu acho que não vale o
preço. Se for um churrasco de vagueiro não vai, não faz sentido. Você vai ficar com sabor de manteiga o churrasco inteiro, não é isso que a gente quer. A gente quer ter um Saborzinho diferente. Aí volta pro Nelor, aí vai pro Angos. Eu acho que isso é que é o gostoso de você saber fazer churrasco num nível elevado, entendeu? É você saber realmente trazer o a gastronomia para dentro da brasa. >> E qual e para que que serve colocar uma folhinha de ouro em cima do >> frescura, marketing puro? Primeiro que nem é tão caro
quanto parece, né? >> Então, então, então você viu que ele fechou? Não, >> mas não é tão caro quanto parece, não. Pera, per, per, per, peraí, deixa eu, deixa eu, deixa eu. >> Calma [risadas] aí. Ó, se você, se a gente, eh, se a gente for lá no restaurante do Salt Bay, >> você viu que ele fechou um monte de restaurante agora, né? Deu maior boí, porque ele ele puxou tanto para ele o marketing da coisa que só funcionava quando é ele, tipo, ele abriu o restaurante de Nova York, mas ele tá lá, Não tá,
não ia ninguém. Quer dizer, fechou várias casas, né, por por essa errou na estratégia, né? Errou na estratégia. Eu fui quando ele tava láem lá no Qatar na Copa do Mundo, ele tava lá, tanto que ele arrumou aquela merda lá com Messi, que mira bobo, [ __ ] >> Eh, e eu e aí, >> você viu ele fazendo? >> Vi, ele foi, eu tenho um vídeo, eu vou encontrar já, já, eu te mostro. É, é um teatraço. Tu paga pela experiência, não Porque a carne, não que a carne seja ruim, mas tu paga pela experiência.
Tudo é, tudo é engraçado, tudo é divertido, tá? >> É o entretenimento, ah, aquela coisa. É, mas eu tô eu não tô falando exatamente desse. É porque assim, tem como, eu já fui no churrasco na casa de um amigo que ele serviu na casa dele >> lá em Alfaville, é esse churrasco com que tinha uma folha de ouro em cima >> que não realmente tem gosto de nada Acontece nada. E aí eu falei: "Pô, e essa folha aí de ouro aí?" Não, cara, esse daqui é para ficar maneiro. Aí é baratinho essa [ __ ]
aí, cara. >> O Nurst é o papa do marketing, né? Assim, cara, não tem base. A carne era muito boa, inclusive boa parte da carne que ele usava era brasileira. >> Ele comprava de de >> é de produtor brasileiro. Ele tinha uma uma conexão forte. Ele entende bem de Brasil também no sentido da da qualidade De carne, mas ele é assim marketing no talo e errou no calibre >> quando ele quis ficar maior do que o business dele, no sentido de que ele virou uma eu pres era uma empresa que ele era o cara. Se
ele não tá presente, não, não roda. É que nem fazer o show do Fernando Sorocaba sem ou Fernando ou Soroc. Tipo, não é Fernando Sorocaba, >> é chama de outra coisa. >> E ele começou a fazer isso e cara a graça acaba, né? Você vai uma vez, você Se encanta com marketing, você vai duas, você se encanta com o ourinho lá, com solzinho e acabou. Depois é, passa e acabou a história, né? É, pelo que eu percebi aí do mundo que eu vivo e que rodou na internet, foi muito com relação a esse essa questão
do retorno, que a pessoa ela vai uma vez, mas ela não volta, porque primeiro o preço não vale o que ele come, porque a carne é boa, mas não é nada fora daquilo que as pessoas que tm grana para est lá já Estão acostumadas a comer. >> Ó aqui rapidinho, ó. Só. Ó, ó. Aí ele lá ele conversando [risadas] lá. Isso aqui é lá no lá no Qatar. Aí tem alguns momentos aqui deles servindo, contando dinheiro para dar o troco. >> Sério? [risadas] Aí, aí é um outro cara que vem aqui para o trov, ó.
Como é que eles fazem? Todo mundo é assim, ó. Tudo é meio palhaçadinha, tá vendo? >> Entendi. Entendi. >> Aí joga na mesa. >> Quanto é que deu essa continha? >> Ah, caro, >> mas e aí? Valeu. Essa essa é a pergunta. Tu lembra? >> Deu acho que acho que foi $000 o a o a carne, não é? Um negócio assim >> por o o todo, né? A >> todo, a mesa deu 2000. >> É, tinha eu, o Jean e mais dois cara. Não foi isso? Em quatro deu 500 por pessoa. Então >> é mais
ou menos isso aí. É que isso, >> mas a gente foi devagar. A gente foi >> então isso que eu ia falar porque >> escolhendo que perde. A gente foi devagar. A gente não foi na mais cara, a gente foi devagar, entendeu? >> Meu amigo pediu uma cerveja lá, falou que já deu 100 $. >> A gente só pediu aquela carne ali porque o o cara vem cortar a carne e jogar o salzinho a partir daquela [risadas] ali. É sério. Era foi por isso, entendeu? Mas na hora que o cara vai servir o o a
Sobremesa, por exemplo, é um outro cara, mas é a mesma palhaçada, dobra para cá, jora para lá, não sei o quê, coloca no prato, aí corta de um jeito meio teatral, >> gente. E tipo assim, uma você vai nisso uma vez, é legal, a segunda você fala assim: "Não é possível que esse cara vai fazer de novo: "Eu só quero comer uma carne, velho." Bora, moço, corta aí, velho. >> Não dá, não dá recorrência, o cara não Volta. Acabou a graça, não volta mais. >> É, então é uma vezinha mesmo. E eu entendo por que
foi fechando, porque >> não é, não tem recorrência. restaurante precisa de que as pessoas voltem nele, entendeu? >> Esses dias eu perguntei pra Ju, eu falei: "Ju, por que que você não abre um restaurante, tal?" Ela falou: "Deus me livre, porque não tem como". E para e realmente pela questão de de você acaba ficando escravo desse business, no Sentido de tipo as pessoas, imagina Ju com um restaurante, as pessoas iam querer entrar lá para ver ela, para conversar, para ela servir alguma coisa diferente e tal. É difícil, não é que não dá, mas é difícil
fazer, >> mas essa precisaria ser a única coisa da vida dela que ela quer fazer. Exatamente. É, eu eu sou muito fã do Alex Atala, né? E o Alex tem esse restaurante Dom aqui em São Paulo e a gente sabe quando ele não tá lá, as Pessoas que foram lá muitas vezes ficam decepcionadas e eu entendo essas pessoas, mas eu também entendo ele. Imagina a vida do Alex Atala, entendeu? E aí eu falo assim: "Não é o que eu quero para mim, eu não quero estar dentro do restaurante, apesar de que eu ia amar receber
a galera e tal". Só que eu ia virar escrava porque eu sou muito, eu não consigo delegar. >> Ai, como é que eu vou fazer essa carne? Não vai ser eu. E se passar do ponto eu Morro do coração. É melhor deixar quieto. [risadas] >> É sua cara. Nada, nada. É sua cara que tá lá, né? Você exato. >> Qual, qual lugar do mundo que vocês comeram a melhor carne de vocês? Você já, você já me deu um spoilerzinho. >> É, é. Eu fui, eu fui agora recente cá num, num leilão de cavalos nos Estados
Unidos, que era do pessoal da carne lá do, da, da, da turma da JBS e que, enfim, dominam proteína animal mundo Afora. >> Uhum. >> E lá eu acho que eu comi a carne mais top da vida, assim, porque foi um gado que você imagina, são donos da proteína animal do mundo, praticamente, >> eh, principalmente, eh, bovina. E eles eles escolheram um gado específico que veio de uma de um criatório de um Debrasca que eles acompanhar. Tipo assim, antes de abater o gado, o cara já tinha foto que era esse gado. É um Negócio meio
louco assim. E a carne que tava lá, >> somelier mesmo, >> somelier mesmo. A carne que tava dentro desse evento, toda a carne tinha dentro de costela, até os principais cortes. Era assim um nível muito bem feita também, mas a carne em si era muito saborosa e tinha um nível de maciez que surreal que eu não tinha visto ainda. E ó que eu rodo, tá? A gente roda, eu assustei com o que eu vi lá. Mas aí é Aquela coisa, tem a mágica da carne deles que às vezes eles roubam um pouco no game na
questão de hormônio lá nos Estados Unidos. Ah, >> lá pode algumas regras que algumas coisas que aqui não pode. >> Que que era esse evento aí? >> Foi um leilão de cavalo. >> Leilão de cavalo. >> Leilão de cavalo. É um criador de cavalo. Ele fez um evento para brasileiros e para americanos. Então, Foi muito bacana isso. >> Toquei, toquei, toquei. Foi muito massa. E é muito legal porque assim, o cavalo e tá no tá o criatório brasileiro de cavalo tá se equiparando muito ao americano, assim, o nível tá muito alto e a brasileir não
ouve falar disso. >> É muito louco, né, cara? Ouve muito, é, é muito pouco barulho assim, mas o, eh, acho que isso vai, vai vir mais à tona nesses próximos anos. Tem muita gente influente entrando no meio do cavalo, Somente da raça Quarto de Milha, que é a raça que ele cria lá. >> E assim, nível muito alto de animais, surreal, assim, é, e cavalo de, sei lá, tô chutando aqui, cavalo de 2 milhões de dólares, 15 milhão e meio de começa assim. Eh, e esse leilão foi a carne mágica que eu comi lá, que
eu nunca tinha comido assim, nada parecido. Foi um brasileiro fazendo, inclusive um gaúcho. >> Palmas pros gaúchos que eles mandam Muito no churrasco, não tem como. São. >> E foi, foi uma experiência mesmo. Assim, >> eu tô doida para ter um quarto de milha. Vai ser meu próximo. Eu quero ele de próximo. >> Teu próximo. Porque você tem o quê? >> Eu tenho quatro. >> O povo de Minas é tudo manga larga. >> Ah, mas eu tenho manga larga porque os os meus são pangares, tá gente? Tô falando que manga larga é pangaré. Não, eu
tenho pangaré. Pangarezinho é aquele Mais só humilde. Ele é humilde. Pé de pano. É só [risadas] para falar que eu tenho dar uma voltinha que é o que o dinheiro deu na época, entendeu? Aí eu tenho o quarto que é o cavalo que eu montava quando eu fazia pismo, que foi campeão brasileiro comigo. Eu consegui recuperar ele para ele aposentar na minha casa. >> Calma aí. >> Aí ele >> calma. Você foi campeã brasileira de >> Eu fiz pismo por 12 anos e com esse cavalo eu fui campeã brasileira aqui em São Paulo. Foi muito
legal. >> Esse cavalo era seu quando você competiu? Ele era meu. Aí quando eu fui pra França, a gente vendeu ele e quando eu voltei eu consegui recuperar ele. >> Não precisei comprar a ex-dona dele. Tá velinho. >> Tá velinho. Macho. É macho castrado. >> Macho castrado. E ele é maravilhoso. Aí ele fica só vendo por do sol comigo e Curtindo a vida. Legal. Você bicho que já fez por você. Legal demais. >> Nossa. E eu quero aposentar o outro que eu tive, mas ainda tô tentando com o dono. Por favor, me dê o outro
quebranto. >> Muito legal. Muito legal. >> Mas a melhor carne que eu já comi foi aqui no Brasil. Eh, chama Vaca velha. É uma carne que tem pouquíssimo no mercado ainda e é literalmente uma vaca mais velha de 78 anos. Ela teve uma vida Pastando. Então, que que aconteceu com esse e claro geneticamente selecionada, né? Então, o que que aconteceu com esse esse animal depois de abatido? Eh, fizeram um processo com essa carne de dry aged, que é a maturação a seco, para ela ganhar sabor e maciez. E ela ficou >> porque muita gente olha,
eu inclusive olho e fala assim: "Po tem uma cara de podre". Mas daqui a pouco a gente fala do draz. Continua aí, vai. >> Enfim, foi a melhor por quê? Porque ela Virou uma carne com muito sabor. Ela foi maturada por 120 dias nesse draade, então quanto mais tempo, mais sabor daquele queijo maturado que tem, sabe? >> E aí tava simplesmente surreal. Foi num restaurante aqui de São Paulo, inclusive não tem sempre lá, mas eu sei que tem de vez em quando, que chama core gastronomia. >> Legal. >> Foi a segunda melhor foi no Galagers,
em Nova York. Nossa, é muito boa essa >> que gente parecia que eu tava comendo e a carne desmanchando assim e ela tinha, sabor, parecia um, sei lá, não consigo nem explicar direito. Ela ela entrava pra minha aguela sem eu morder, sabe? Ela ia descendo assim, fal: "Uai, escorregou, [risadas] >> carne de banguela". A gente >> meu avô, meu avô chupava [risadas] bife. >> É isso. Juro por >> famosa carne de banguela. >> Gente, era surreal. Eu >> Mas o Gengers é incrível mesmo. >> É incrível. É incrível. Foi lá. Não conheço, não conheço. >>
A melhor foi aqui, foi no Brasil, mas ainda estou em busca. Estou com 31 anos e pretendo viajar o mundo inteiro atrás. >> Essa história da Karne de Vaca velha, ela levou no dia que a gente gravou de sabor é surreal. É surreal assim. Ela ela é incrível porque a história do gado que pastou mais, que teve mais tempo, que teve eh eh que alimentou Um pouco mais ele, a gordurinha amarelinha, assim, as quando você pega um gado confinado, >> você pega uma picanha, por exemplo, você vê a capinha de gordura, ela é muito esbranquiçada,
geralmente é um gado confinado, ela já tem uma capinha amarela que aquilo é beta cararoteno de de pastagem, entendeu? Você vê que é um gado que pastou, então aquele beta cararoteno que que dá essa característica da cor e eh laranjinha, Laranja. E é uma carne muito saborosa, muito saborosa mesmo. Vale a pena experimentar car os caras não gostam muito, os frigoríficos não vão, não gostam muito dessa história, que isso prospere, >> porque existe um mecanismo disso tudo. Por quê? Porque eh, cara, uma coisa é você poder, a indústria abater rápido um gado com 2 anos
e meio, sei lá, com do diferente de você abater um gado com você fale. Oito, então a indústria pede Para que se acelere, né? E nem teria como ficar meio >> é é difícil você produzir isso em escala, mas é mágico. A sensão >> é legal para você ter uma experiência. Eu não acho também que é uma carne para um churrasco inteiro. Por exemplo, eu me no meu churrasco, eu priorizo o Angus e o Nelor, é do nosso dia a dia. Eu prefiro mil vezes comer um churrasco inteiro disso do que um churrasco inteiro de
hidraed ou um churrasco Inteiro de vagu ou um churrasco inteiro de vaca velha. Eu não consigo porque são carnes com tanto sabor, ele é tão específico naquilo que você cansa. Então a nossa carne do dia a dia, que eu quero dizer assim, o ângulos e o nelor de qualidade é muito melhor para um churrasco inteiro, entendeu? Entendi. Faz sentido. Faz muito sentido. Agora, o processo do dry age é pegar uma carne. É, é parecido com carne de sol? >> Ah, podemos dizer que de alguma forma, Sim, né? A a diferença é que no draedit você
tem que ter uma câmara eh com uma temperatura e umidade perfeita para aquilo ali, para não dar bactéria, para dar tudo certo, entendeu? E aí essa maturação a seco, ela tem a ventilação ali na câmera certinho e ela fica só com a crostinha. Então essa crosta que você falou que parece podre, na verdade é a proteção pra carne interna, pra proteína interna ficar perfeita e mais maturada, ou seja, mais macia e com mais sabor. >> Ah, se você tiver o a câmera certa, eu acredito que sim. Eu não imagino a a de frango. Eu nunca
vi frango. >> É, talvez peixe, frango. Qualquer pedaço do bo. >> Suío também dá para você fazer. >> Mas nem todo faz sentido. Tipo assim, não faz sentido você pegar um um a 100 inteiro e colocar ele na câmara para traed, mas faz sentido peças de carnes que com o tempo ganham sabor e faz sentido, entendeu? E vai pra grelha, por Exemplo. Carnes de panela de pressão não tem por você pôr para draade, entendeu? Entendi. >> Aí depende disso. Ach. É, sem dúvida. Sem dúv. >> Carne de grelha, né? >> Carne de grelha. Exatamente. >>
Como é que vocês se encontraram? >> Então, eu conheci a Ju pela internet. Na verdade, a gente se conheceu conversando pela internet porque a gente tá orbitando esse mundo do churrasco. Tempo Tempo. >> Eu conheço ele desde sempre, né? Verdade. >> Não, eu tô falando, eu tô falando. É, >> é, ele é o Sorocaba. I >> não, eu gostava muito dos conteúdos dela que ela tava postando. Achava muito legal, muito criativa a forma que ela conduzia e muito legal as receitas em si, porque elas não é só uma brincadeira, a receita em si é muito
Legal. E aí a gente falou pela internet e tal, fizemos um conteúdo junto que deu uma bombada aí. Aliás, ela tá estourand tá fazendo conteúdo com todo mundo. Ela tá impossível, viu? Fez conteúdo agora com o Flávio Augusto, >> já já ela vai te emparedar para você fazer um conteúdo com ela de churrasco. >> Ele vai assar um porco inteiro comigo. >> Ó aí, tá vendo? A cara, vou gostar de assar um pouco. >> Pessoal que tá escutando o podcast, [risadas] o podem casa. O cara que ele gosta de comer churrasco, mas ele não gosta
de ver o boi morrer. Não adianta. >> É um pouco isso. >> Ele [risadas] falou que ele é fresco, gente, nos bastidores. >> Deixa eu deixa eu explicar o meu nível de frescura e eu acho que vai ficar claro para todo mundo mesmo. Ó, meu nível de de frescura é [risadas] >> e e aí por outro lado tem uma outra. Bom, mas é o seguinte, eu minha avó, os meus avós, eles são, é, do Nordeste, eles já não estão mais aqui, mas os maternos são paraibanos e e o meu avô paterno é cearense. Então, e
quando eles vieram para cá lá, eu vi a minha avó, eles eram da roça, os meus avós, principalmente os maternos, então eu vi eles lidando com com bicho, eles que eles criavam o bicho que eles comiam, então tudo isso. Eh, então eu vi a minha Avó matando galinha, por exemplo, eu via a galinha correndo com com pescoço quebrado, entendeu? É normal. >> É normal. Exato. Então eu vi essas parada aí, eu achava [ __ ] criancinha. Eu olhava, [ __ ] sei lá, hein. >> E aí, e aí eu fui ficando e aí eu fiquei,
eu cresci e virei um cara fresco. Então, meu, meu [risadas] nível de frescura é o seguinte, eu não, eu não gosto de pegar uma faca e passar na Carne, porque eu >> você lembra daquilo? >> Eu acho zoado. Eu, eu não, eu, eu não sei o que que é. Eu não gosto. Acho ruim. Eu pensei que você ia falar de passar, sei lá, no frango. Aí tudo [risadas] bem, mas na carne >> eu não gosto de passar carne. Eu não gosto de passar faca em nada. Tá. >> Eita [risadas] elê. Eu >> passar faca. Eu
não quero. Não quero Passar faca. Não quero passar faca. Então se tiver que cortar um frango >> e aquilo te faz lembrar você volta. >> Não sei que não me dá um negocinho, uma frescura. Eu não tenho explicar. >> É, mas é uma coisa que vi, mas é uma coisa que deve ter vindo da infância. >> Eu não sei explicar. >> Não. Inexplicável. >> É inexplicável. >> Inexplicável. desse tamanho, [risadas] cheio de barba >> e que come a carne, >> nascido e criado lá no Jaca, entendeu? [ __ ] >> hipocrisia nota 1000. >> [
__ ] meu irmão, não, essa daí ia comp assim, por outro lado, eu acho que se eu realmente precisasse disso para viver, eu faria, porque eu quando eu tava no quartel e eu tava no quando os caras me botaram no acampamento lá, a gente se virou, entendeu? >> Mas você matava tipo galinha, >> então tinha uns papos de de comer umas umas coisas estranha, entendeu? os papo de comer as coisas. >> Tu viu tu viu o filme Tropa de Elite quando os caras Então é aquele de comer eh café com terra, a comida que tá
no chão, essas [ __ ] aí, entendeu? Se tiver que se virar, >> eu acho que eu me viro. Mas aí agora em casa, morando em São Paulo, que é só pegar o celular e pedir comida, eu vou comprar carne para passar a faca na Carne, eu não vou, eu vou comprar, entendeu? Pronto, >> só compro, só tem que vender o bife pronto para você tem que cortadinho. >> É, se tiver, se tiver pronto, eu tiver que jogar na na frigideira, é tolerável. Mas posso te falar uma coisa que talvez faça você mudar um pouco
o seu raciocínio, porque assim, as pessoas ela tem essa impressão da da do familiar. O familiar é isso mesmo. A pessoa ela cria no quintal dela, ela abate da forma que Dá. Eh, apesar de que isso isso não é mais a realidade do nosso país, a gente abate da forma mais tranquila e indolor possível. Hoje o animal ele é insensibilizado completamente antes de ser abatido. Então ele literalmente toma um choquinho e ele apaga. Então ele não sente absolutamente nada. Tanto é que não sente que existem estudos, ciência envolvido, porque o nível de cortisol do animal
é ver com a qualidade da carne, inclusive >> indica o estresse, >> né, Soroca? >> É um animal que que é abatido de um jeito, né? Eles usam muito a pistola de ar, né? É um animal que é batido num jeito que ele não tem esse estress e isso influencia também na qualidade final da carne. Então hoje o profissionalismo para fazer isso não é igual. Existe alguns países que tem a história da carne ralal, que o cara quer matar o bicho com a espada. Tem, você Sabe que até hoje ainda ainda temos isso até hoje,
que daí eu acho sacanagem também, né? Mas fora isso, assim, no Brasil é muito é muito, como é que eu vou dizer? É muito certinho assim essa forma, esse processu da melhor maneira até agora de usar é a nossa usar, usar é nos inspeção, por exemplo, veterinária sanitária incrível, muitas coisas não funcionam no nosso país, a gente sabe, mas se tem um trem que funciona, é, por Exemplo, o trabalho desses veterinários, porque o agronegócio representa 1/3 do PIB do nosso país. Você imagina dar um bo, essas carnes não podem ser exportadas, por exemplo, isso, isso
pro Brasil representa muita grana. Então, os caras não estão dispostos a deixar isso acontecer. esse risco aí. Às vezes e o brasileiro ainda tava até conversando com um cara da cadeia mesmo de produção de gado esses tempos atrás, como o brasileiro às vezes deixa muito Vulnerável, meio atira contra o próprio pé. disz que esses dias e passando aí faz uns dois anos atrás, um um maluco lá de um veterinário achou que tava tendo vaca louca numa fazenda, sei lá, lá no Maranhão, lá no lá no no Nordeste. E aí, cara, os chineses automaticamente ficaram tipo
dois ou três meses sem comprar a carne brasileira. >> Eu não sabia disso. >> Por causa de um boato >> que o brasileiro depois foram ver, não Tinha nada a ver com vaca louca, não tinha. Só que ficou três meses essa exportação parada. Eles fazem uns dois ou três anos. >> Imagina, né? >> Imagina o preju que não dá pro Brasil. Então eles deixando isso à parte, realmente o que a Ju falou, eles são muito cuidadosos com tudo que acontece dentro da cadeia, porque qualquer coisa milindra um chinês, já não pode ir a carne pra
França, já não pode a carne Pra Europa. Então é bem minucioso isso, bem minucioso. Bem. >> E vocês vão, tu tem um evento que tem a ver com música e churrasco, >> né? Aliás, você está me devendo, seu safado. >> Nossa, é muito bom. [risadas] Pode ir, pode ir que é muito bom. >> Eu vou, eu vou pegar o meu peguei o meu chapéu. >> Pega o seu chapelão e vamos para lá. Tá muito legal. Churrasco on fire. É um Evento que a gente fez open food, que a gente amplificou o churrasco que a gente
fazia em casa. E assim, e a gente começou a a puxar grandes nomes do churrasco para dentro desse evento para trazer carne com qualidade também, grandes parceiros e virou um evento que tem cidades que a gente tá voltando já pelo sexto ano consecutivo. Então, várias praças estão indo muito bem. Mogimi Londrina, eh, Campinas, Sorocaba, Cuiabá, Goiânia, BH. Então são várias praças que a gente tem feito e esse evento tem voltado. A gente tava falando do N. Quem vai não volta, tá? Tá, acaba, a gente conseguiu criar uma experiência que o cara quer voltar >> e
acabou virando se tornando o evento com gastronomia que mais arrasta durante o ano no Brasil. Ficou muito legal o evento. A gente vai fazer em São Paulo também em breve. Eu quero que você esteja lá com ele. >> Eu vou no próximo. Eu vou o próximo que for aqui pela não tão longe eu vou. Isso. E é um rolê que, tipo assim, não é o churrasco lá, eh, o show aqui, a gente meio que traz o churrasco para cima do palco. A Ju teve lá esses dias, subiu no palco, fizer uma bagunça, a gente tenta
criar uma experiência diferente pro cara passar uma tarde gostosa, uma noite gostosa, curtindo o sertanejo, essa conexão é muito grande. Então, a gente nada mais é o evento do que amplificar Esse churrasco que a gente faz gostoso em casa, às vezes cercado de amigos e o show é bem solto. Então, quando chega na parte da música, a gente meio que olha pra cara do povo, vira um bar assim, a gente toca o que dá na cabeça, se sentir que o negócio é mais, a gente pode tocar um rock, toca um countra americano, é um show
bem dinâmico, é bem gostoso assim, agrada, agrada todo o público, porque a gente meio surfa em várias ondas e as pessoas gostam desse show meio na pegada Das lives, lembra na pegada das lives que eram feitas? É um show bem relaxado, a gente aceita pedido. Show tem hora para acabar, não tem, tem hora para começar, não tem hora para acabar. É uma doideira lá que a gente faz e tá m sucesso, graças a Deus. Eu sou puxa saco a sumida dele, então eu posso puxar aqui. Eu vou falar, foi um dos melhores shows que eu
já fui. Foi muito legal, foi até porque eu subi no palco, né, da hora. Talvez tenha a ver com isso. Mas Além disso, o mais legal foi isso que o Sorocaba falou. Depois que eu fui, aí eu postei na internet, eu sempre vejo que uma coisa dá certo pelas respostas das pessoas. O que eu mais recebi foi, é minha terceira vez. É, sabe? Então, as pessoas estão voltando mesmo num evento. Isso não é tão fácil de fazer, sabe? >> E é muito legal, Igão, porque um evento que quando um evento tem comida, tal, você mexe
com outros sentidos, paladar e tudo mais. É difícil você explicar. Por Mais que eu fique explicando, Igão, cara, é assim, você vai comer isso aqui, depois você vai na outra barraquinha, aí do palco vai descer um escorregador com hambúrguer que você vai, por mais que eu fique explicando, eh, eh, e, se você não tem experiência de pisar lá dentro, eh, não rola. Então é muito de boca a boca, o evento tem crescido a cada ano, a gente tem um limite, porque como é um evento que envolve comida, a gente tem um limite também de pessoas
que rola Estar lá, porque a gente quer atender bem, quer servir bem e mas onde vai volta com com assim esgotando já quando abre vendas assim, é muito bom o evento. >> [ __ ] uma coisa que você falou é é pô explorar um pouco a conexão sertanejo de churrasco, que ela é evidente, né? Eh, mas ela é evidente nos Estados Unidos, lá em Nashville, os caras também pensam assim. >> Então, irmão, isso a gente fez um intercâmbio muito grande com Nashville, Né? A gente fez um álbum que é o Nash, inclusive tá no meu
boné aqui. A gente fez um um movimento muito bacana e trouxe alguns artistas para lá e meio que deu essa ideia para se fazer, não com sertanejo, mas com música country. Meio que a ideia do churrasco Fire. A gente tá namorando isso para acontecer. A gente tá tentando fazer uma experiência lá porque funciona muito. O americano é doente pelo churrasco e o churrasco brasileiro, por causa das Churrascarias rodío que bombaram, né? Você tem exemplos como fogo de chão, várias que viraram, >> né? Que viraram assim, eh, como se fosse franquias boa, né? Ah, você fala
lá, né? a própria ideia do churrasco brasileiro. >> Então, a ideia do churrasco brasileiro é a história do rodízio. O americano não tinha esse contato com a história do espeto corrido. >> Isso para E americano gosta de show, né? Então aquela gaúchada, zanzando para Baixo e para cima, espeto e aquele piseiro. Então isso é mágico na cabeça do americano. E aí o história do churrasco brasileiro, rodízio brasileiro, foi ganhando corpo, corpo, corpo. E assim, você falou em qualquer coisa, os caras lembram do churrasco, você fala da das principais lembranças do Ah, o churrasco brasileiro, né?
Ficou muito evidente o churrasco deles é totalmente diferente do nosso. Ele, por isso que ele falou, é importantíssimo. Eles gostam do fogo de chão porque eles não fazem churrasco assim. Lá é o T American barbecue que eles chamam, que a pegada eles colocam muito molho, >> eles usam muito a tal da speit, a Pitmoker, que é uma defumadora, e lá eles >> faz os hambúrguer, >> faz os hambúrguer dentro da p, fica tudo meio com gostinho de fumaça, tem a crostinha, tem. Então eles têm uma uma forma de fazer carne. É como você pegar Proteína
animal e fazer um outro rolê. Você pode no você pode no restaurante japonês comer um salmão de um jeito, você pode no Alexa Tala comer um um salmão do outro de outro jeito. Então é meio que você tá com a proteína animal igual, mas você faz rolê diferentes. E o americano quando entrou em contato com a história do fogo de chão, do rodízio, ele ficou encantado. Tanto que é um baita sucesso. Eu falei de fogo de chão, mas tem outras churrascarias que que Bombaram lá. E sabe o que é mais louco disso? Esses dias eu
conversei com o seu Ari, que é que foi o fundador da Fogo de Chão, e ele vendeu para esse fundo americano que bombou. >> É um velinho, >> é um velhinho, é um senhor muito legal esse cara. E daí eu falei assim: "O Ari, que legal, cara. Tem fogo de chão agora em Las Vegas. Que que bacana, pô. Massa, pô. Tem fogo de chão em Miami e tal. É a casa do gaúcho, né? Você entra na fogo De chão, casa do quadro de gaúcho, espora laço. Cara, que legal. Fogo de chão em Falei, cara, e
como é que tá a matriz lá em Porto Alegre? Ele falou: "Soroca, não tem. Fechou". >> Falei: "Como assim, cara? Não tem na base no Rio Grande do Sul." Ele falou: "Não, não tem no Rio Grande do Sul e não tem no sul do Brasil. É muito louco isso, porque é um negócio que deu certo fora. Ele começou a explicar, ele falou: "O grupo americano entrou, não compensa O ticket, como é muito comum pro gaúcho, você tem boas outras boas churrascarias, grandes churrascarias lá, >> acaba não fazendo sentido, eles não pagam o nosso ticket e
tal." Falei: "Cara, mas deixa uma lá para pelo menos ser um símbolo, né? você ter, então é um tipo de é uma churrascaria rodí que tem no mundo inteiro e não tem no Rio Grande do Sul. E é louco isso, né? >> Mas é interessante também que eu eu não sou especialista, mas eh quando eu ouvia Fogo de chão tirando a churrascaria, fogo de chão não tem fogo de chão lá. Fogo de chão, né? >> Tem, tinha no início, tinha no início tinha a costela fogo de chão, que é incrível. Você já comeu costela no
fogo de chão? Então assim, era, eu acho que era, mas aí depois tudo foi encarecendo e aí a fogo de chão foi tirando algumas coisas, entendeu? >> É, foi virando, foi virando com essa história de franquear, de abrir frentes E eu acho que não é nem franquia, é, é, é a, é o próprio grupo que eles fizeram um conglomerado lá e o grupo vai abrindo lotes, filiais do mesmo do mesmo dono, assim, de um grupo, né? >> E assim, bom, deu cerão lá fora, hein? >> Deu certão. Onde vai? que é Las Vegas, é Nova
York, é Miami, é Orlando, deu muito certo. E eles piram nesse negócio, piram na história do rodío. Tem outras que a gente citou essas, mas tem outras que e tem uma história também curiosa que ele Me contou, é muito legal essa história. >> Disse que quando a fogo de chão abriu lá fora e começou a criar um corpo, teve um dia que sentou um árabe eh no canto do restaurante e ficava só observando o rolê. espeto correndo para lá, o negócio zanzando, ele só zanzando, olhando tal. Aí ele começou a estranhar o seu Ari, porque
esse árabe vinha todo dia, ele ficou comendo tipo uma semana todos os dias. Aí um dia, um dos depois de 10 dias comendo lá, ele chegou, eu queria Conversar com o seu Ari e tal, chamou o Ari, botou um tradutor lá, sei lá, para falar com eles. Começou a explicar, ó, eu sou eu sou eu quero, eu era, o cara era muito forte de grana, falou: "Eu quero abrir com vocês mais lojas, tal". E o senhor Ari explicou: "Cara, acabamos de fechar com fundo, acabamos de passar, você tem que tocar com eles, eles vão abrir,
acho que agora não é hora de você entrar, tal", irmão. O cara zanzou, apertou a mão dele, vazou, foi embora e Ele abriu uma que é igual a fogo de chão. Hoje a [risadas] fogo de chama chama Texas de Brasília. O cara clonou a fogo de chão. >> Chama, você não ouviu falar dessa Texas de Brasília? É uma, é uma outra que tem lá em volume, tipo, hoje a fogo de chão tem 70 lojas, o cara tem 65 lojas. fez igual, irmão. Clonoxo, piscou o negócio do cara. Nem brasileiro ele é. [risadas] >> Quando eu
tava lá no Qatar, perto do do do apartamento que a gente tava Hospedado, tinha uma ipanema, Brazilian Grill. >> Aí você vai lá comer, >> é sabor Brasil, entendeu? O feijão não é não é o nosso feijão. O arroz não é o nosso arroz, né? A carne ela é mais ou menos ela é ela é feita de um jeito parecido com o que a gente faz. Então o tempero não é o mesmo, entendeu? Então ele é não é não é >> lá no Qatar, lá em Dorra. >> Mas esses caras são inteligentes porque eles não
abrem isso para brasileiro, entendeu? >> É para enganar o >> É para lá porque aí os caras lá ficam assim, tá bom, deixa eu comer aqui uma comidinha. Eles não t referência, então tá >> referência. Cara, não vai ver aqui no Brasil comer um jurr, vai comer lá em Dorra mesmo. >> Exatamente. >> Desce da Bugatti dele, o Royce, né? Entra ali e a gente pagou caro nesse também, né? [ __ ] que par tudo lá é caro. Fazer o que, né? Fazer o qu? Eh, e mas assim, se a gente for pensar no no
no mundo inteiro, tem além de várias formas de chamar os cortes diferentes, às vezes é mesmo bicho, >> até a gente se atrapalha, tá? É, às vezes eu posso falar um corte aqui porque ah, lá no sul eles chamam do jeito. Aqui eles até quem é do meio do Churrasco, dependendo do do do nome que você fala, é, você tá falando uma mesma. Por exemplo, ela tava falando do Reby Cap, >> aqui no Brasil já chamo de de Sentoia. O outro chama o outro chama sobrancelha. Eh, cara, tem uns 20, o outro cowboy stay. Cada
um fala um nome para um para um mesmo corte >> e é marketing. Falei, vai ainda, vai chegar o dia que eu vou que eu vou chegar no na pedir patinha, o cara vai Falar: "Littunk state, [risadas] cara". Vai. Então tá essa tá essa americ tá tá essa coisa que às vezes o mesmo corte tem diversos nomes também faz parte do mar. >> Mas eu confesso que até o povo do churrasco às vezes >> fica perdido porque num lugar chama de um jeito, em outro chama de outro. É, eí me xingam no, eu me xingam
no Twitter porque eu falo, por exemplo, sei lá, se eu falo toma HWK, ai pr isso tá Encarecendo a minha carne, eu falo: "Uai, mas chama Tomar, o que que eu posso fazer?" Não fui eu que inventei, mas não. Little Duck. Aí Tom Rock Tom Jerry, né? >> Moído. >> O Tomas Rock é aquele do Tomy Jerry tem um osso no meio ou aquele é o Tibone? Eu não sei. >> Eu acho que aquele do osso do meio é o Tibone. >> É. >> É. >> Não é porque >> não. O Tom Rock é tipo
uma vírgula assim. Ass. Você tem a bolinha de qual desenho? >> Tomy Jerry. >> Ah, eu tenho que lembrar. Bolinha aqui. Esse é tomar rock. >> Tomar rock. Exatamente. Ó, aqui aqui é o R cat. >> Uhum. >> Quando você chegar lá e pegar isso aqui, Você começa por aqui, ó. Você for comer com [risadas] que aqui tá a parte para mim é meu, é a minha parte preferida. >> [ __ ] aprendi. >> Vai na capinha da Vai na malícia aqui, ó. Você vem só nessa sobrancelhinha aqui que você vai ter alegrias. >> Entendi.
>> Eu prefiro roer o osso. Onde tem carne no osso ali eu deixo o osso sempre para mim, >> aquelas, né? Tô na churrasqueira mesmo. Eu escondo ele, vou servindo e ele é meu. >> Eu acho que foi foi um desse aí que a gente pediu lá no no no restaurante dos cara lá, não foi? Acho que foi um desse aí mesmo. Tava tava bem gostoso. >> Só que tinha ourinho, né? Tinha ourinho. >> Não, o que tinha ouro era o outro. A gente não tinha dinheiro para pagar o >> Ah, era no sabor. Entendi.
[risadas] >> Esse daí era o mínimo pro cara vir Cortado, entendeu? Era esse daí. O do ouro era outra etapa. Eh, mas assim, esses a gente já entendeu que esses nomes eles variam muitas vezes vendo do a mesmo corte e tal, mas eh tem gente que tem no mundo consumo esquisito do boi. Por exemplo, eh, >> não entendi. >> Lá no lá no no não sei se tu vai lembrar, tinha um tinha um um reality show aqui no Brasil, no limite, que os cara, pô, come aí olho do boi. >> Ah, na China é muito
Na China é muito, eles gostam muito de miúdos. É >> essa parte de que que que o brasileiro não gosta, é o que eles gostam, né? Gostam muito de miúdos. >> É, mas é e verdade total. Mas aqui a gente também não desperdiça nada. É só que a gente não usa tudo para comer. Então, vou te dar um exemplo. Eh, agora em março, eu vou gravar cabeça de porco. Só a cabeça, porque >> uma das partes mais gostosas do porco é A bochecha. >> É a bochecha. >> É sério. Aqu, >> eu sou fresco, pô.
Eu não como, tipo, eu já comi muito, muito, muito, muito, muito língua e rabada. >> Maravilhoso. >> Mas eu não como mais, entendeu? [risadas] >> Por que? É muito bom. >> Não é bom. Não é bom. >> Aquilo ali, aquilo ali é pr tu Sobreviver. [risadas] >> Que isso? Que absurdo. >> Gente, cancela o Igor. >> Tu come língua, na moralzinha. Pera aí, vou ali comer um bife de fígado. >> Não, [risadas] não. Eu não, eu não gosto de fígado, mas tem muita gente que gosta. Vou defender o fígado, mas a língua é sensacional. Rabo
de, como é que você fala? Mão de rabo de boi e >> e bago [risadas] de boi. Bago de boi Você já comeu maluco. >> Que papiencia é isso? [risadas] >> Não cara com vai comer bend eu vou ten que comer. Eu tenho que ingerir x de proteína de de calorias, não sei o [risadas] quê. Vou escolher. Eu, graças a Deus hoje com 41 anos, eu posso escolher. >> Eu posso comer o filé. Eu vou comer a língua. >> Desculpa. [risadas] A, o rabo de boi dá De miléon. >> Olha, >> de 1000 no filéon.
É que você é, >> eu vou respeitar porque tu estudou no ler cordono, entendeu? [risadas] >> Não, que isso é porque talvez seja a forma de preparo, mas tipo assim, o rabo de boi tem muito mais gordura gostosa, o sabor dele é muito mais presente. F é uma carne meio ali, ela é macia, ela é macia, ela da hora, mas ela é uma carninha mais ali no no sal e na pimenta Do reino. >> Uma carne pr preguiçoso. >> Isso. Todo mundo sabe [risadas] fazer, é fácil de fazer e tudo mais. Agora, por exemplo, o
sabor do rabo de boi nunca. Nossa senhora, um dos melhores arroz que eu já fiz na minha vida foi um arroz de rabo de boi com demiglace de doce de leite. É sensação. >> Mas eu acho que o Igor tá falando das coisas que apela. Coisa, tem umas coisas de miúdos que eles pegam lá que que for Realmente falando de coisas que apela, cara. Você não gosta? >> Ah, eu não gosto. >> Eu dei uns exemplos aqui de coisa que eu comia quando era moleque, entendeu? Porque não assim tem quer comer carne, então não é
língua, quer comer carne, então é bife de fígado. Aí sim. Eu junto com o Igor, eu acho que tem coisas, tem níveis de coisas legais para comer. O rabo tá meio. Quer dizer, >> tá, tu acha que o rabo tá com rabo Delícia de sabão. [risadas] >> Opa, cortou. Corta, galera. >> Cara, mas assim, acho que tem níveis de coisas lá para você comer. Vai de gosto. Mas eu sei que os orientais eles gostam muito de umas coisas esquisitas, cara. Tipo, eh, eles usam tipo pé de galinha para fazer umas sopas, tipo eles e e
é muito louco porque são coisas que o povo do ocidente, vamos dizer assim, descartam, cara. Eles amam. Os caras compram contêiner de pé de galinha para Fazer um ensopado porque tem muita queratina, tem muito, sei lá, né? Uma loucura assim. Então eles eles gostam de umas coisas bem peculiares. T uma coisa que não tem nos Estados Unidos e eu acho animal, por exemplo, eles não eles não conicken ou coraçãozinho que a gente come, que é comum pra gente, rola normal, né? Aqui lá eles não não rolam. Então acho que cultural de um lugar para outro,
mas essa história de alguns miúdos, eles cara oriental é eles amam Essas coisas, amam essas doideiras assim que é o que a gente não gosta. E que bom, né? Tu ficou chocada quando ele falou que não gosta de coração >> muito, porque coração é tipo um dos o coraçãozinho é muito. >> Não, não é que eu não gosto, eu até como, mas eu não é uma não é um prato preferido. >> Mas eu nunca escute, é a primeira vez que eu escuto falar de alguém que come coração de boi, tá? >> Não, de boi não.
Eu tava falando de frango. De frango. É boi eu não gosto também não. >> Mas para lá vai coração de boi. Pr lá para fora os caras usam. >> Não vai. Aqui também o pessoal também até consome, mas assim cora eu pensei que você estava falando de coraçãozinho de fr. Você gosta? >> Ah, não. Coraçãozinho de ver. >> Nossa, é bom demais. Não, coração de bom. >> Nossa, minha mulher chega. Você >> acha que eu gosto ou não? >> Eu acho que você odeia. >> Acertou. Sou fresco. [risadas] >> Óbvio. Para mim tudo que você
perguntar agora, vou falar que não, entendeu? Você tá quase um vegano. Você é sabor vegano. >> Você é sabor vegano. >> Respeito, >> cara. [risadas] Do céu, o cara é sabor vegano. >> Não, eu respeito os veganos. Mas você é Sabor vegano. >> Tu respeita os veganos? >> Eu respeito, respeito, juro. >> Mas você não é a primeira pessoa que me fala. Eu tenho um amigo que inclusive ele é diretor de marketing da da Ford. Cara, ele é ele ele não come não. Mateus >> ele não come. >> Conheço o Mateus também. >> Ele ele
era filho de churrasqueir, ele é filho de churrasqueir de de açogueiro. >> A mãe parece que a família toda, tal, Não sei o que ele viu, né, >> cara? que ele, você tem uma noção, ele dá a verba de marketing dele vai pro churrasco on fire, ele ele patrocina evento de churrasco, mas ele não come carne. E o rolê é a mesma coisa, ele come outras coisas dentro do churrasco lá, tal, mas >> eu nunca tinha reparado de carne. Eu fui, eu fui, eu tava com ele no, num evento de carro lá em, lá em
Interlagos. >> Isso é maturidade. O cara patrocina um Evento de churrasco e ele >> tava rolando um churrasco animal lá no stand da Ford. Ele tava com a gente conversando, eu nem reparei que ele não comeu. >> Isso é maturidade. Isso é maturidade, cara. >> Acho isso da hora. Você não tem que ficar falando também tudo que vocêão, pastor do vegano, né? Pô, >> mas é o mesmo rolê que você viveu, assim, você viu coisas talvez na Infância que >> que abriram uma chave aí que você precisa. >> Eu acho que no meu caso não
tem não tem muita, eu não pensei muito, eu só sou fresco, entendeu? Eu não eu não quero nem me defender. Eu sei que eu sou fresco. >> Vamos tirar essa esse madeira. Tá, vamos tentar. Vamos tentar. Vamos tentar. >> Mas e então os caras por aí lá para pro outros lados do mundo, os cara come Coisas partes estranhas do boi. >> Ah, come. E a gente usa muito como subproduto para muitas outras coisas. >> O qu, por exemplo, >> ai nossa, é >> salsicha. >> Não, [risadas] não. >> Verdade. É verdade. >> Não, mas olho
de boi não vai na salsicha, entendeu? >> Tudo bem. Mas bico de pintinho vai no nugget. >> Ah, mas aí eu acho [risadas] não, mano. Eu acho que é mais por ração de cachorro. Tá, >> entendeu? Deus me livre. >> Tu nunca viu os cara fazendo nugget? >> Não, mas aquilo ali é loucura. Aquilo ali tá errado. >> Nossa, é pesado. Aquele é pesado. >> Aquele é exceção, >> tá? >> Entendeu? Entendeu? Não pode ser a regra. >> Tudo que é muito processado, não tem jeito. Que vira aquele caldão lá, o cara, pô, >> não
assiste, galera. Não assiste. >> Aí que tá, aí que tá. O >> Mas mudou muito. Antigamente era a senhora. Falei, eu brinquei com a salsicha, mas antig hoje mudou muito o nível, assim, não tem mais essas loucuras. Lógico que quase tudo é aproveitado do gado. Até o casco eles aproveitam. Meu avô já dizia do gado só Não aproveita o berro, o resto aproveita tudo, né? >> Mas e sabe esses trem de maquiagem que a gente passa assim no rosto de de pincel? É rabo de cavalo, por exemplo, tem 1 milhão de de coisas assim. Rabo
de cavalo nossa, rabo de boi. Então tem 1 milhão de subprodutos que a gente usa que a gente nem sabe. A Ju tá matando até cavalo. >> Não, Deus me livre. Nossa. [risadas] Não, mas tem gente que com >> arrumar briga comigo. Ela arrumar briga comigo. >> Mas tem gente que come cavalo. >> Onde que você come cavalo? na Europa, por exemplo. Aham. E é normal, normal. E aí foi até uma questão no debate que eu fui com com os veganos, porque eu, né, amo cavalo, não comeria carne de cavalo nenhum, mas eu respeito porque
>> não, não comeria mesmo assim. Eu não porque cavalo para mim é pet, entendeu? A mesma coisa de cachorro, é pet, mas é Muito cultural. >> Que carne, qual a carne mais estranha que você já comeu? >> Eu acho que foi de alce na Noruega. Já comi. Você já comi? E eu eu não sei se foi o preparo, mas eu não amei. Eu eu tenho vontade de provar de novo pouca gordura, né? Ela é meio ela é firme, tava meio dura, só que tava mal passada e ainda assim tava dura. Ou seja, eu não sei
se foi o preparo, eu pretendo ainda fazer para eu tentar ver se é Exatamente. É, como ela é muito baixo de gordura, é duro deixar ela macia, né? >> E bod bom? >> Body, eu não sou muito fã. Eu odeio falar isso, mas é que eu não sou muito fã. Ele é é uma carne assim que quem tem costume gosta muito, sabe? Mas eu não fui acostumada. Não é uma coisa cultural para mim também foi chocante quando eu experimentei. Eu achei, cara, eu não consegui comer um bife inteiro. Não é porque eu não gostei do
sabor, >> é só porque eu não consegui comer um bife inteiro. >> Não, não me lembrava nada. É só um, é só um socão, sabe? Ela é parruda, sabe? É, é longe do que eu tô acostumado. >> E é um socão mesmo. É muito sabor, né? E aí é, não é um sabor que eu estou acostumada. Eu acho que se eu tivesse comido desde criança, talvez gostasse, mas infelizmente não é um. >> Eu moro na área rural, isso me fez lembrar uma história muito. Eu moro na Área rural, né, com a minha esposa, com meus
filhos, >> Jaguariu, né? E aí, cara, comecei, um amigo meu me deu uns carneiros para eu criar. >> Hã. E esses carneiros foram criando, foram reproduzindo e tipo assim, era pra gente fazer um churrasco no final de ano, irmão. Aí o meu filho vai lá, tira foto com o carneirinho. Começou aquele >> foi nome do carneiro. >> Foi nome do carneirinho. Esse aqui eu já Botava nome, eu já botava. Esse aqui é o sal grosso, aquele é o churrasco, [risadas] aquele aí foi nome no carneiro. Minha mulher com fotinha. Eu falei: "Cara, isso aqui vai
dar caca, isso aqui vai dar caca". Dito e feito, cara, minha mulher fez o que fez. Eu vendi para outro cara que também deve ter abatido, né? Vendi para outro cara, mas mas não fui eu. >> Você acredita? Não, >> eu acredito. >> Vocês já viram aquele menino da porquinha tía na internet? >> Tem um um menino, eu não sei, eu não conheço muito, mas eu era virou tipo um meme na época. Ele tinha a porquinha tía e ele era uma criancinha, tipo, eu acho que ele tinha 5 se anos e todos os dias ele
mostrava pra gente o manejo da porquinha tía. E porquinha titia para lá e porquinha titia para cá. Do nada surge esse menino fazendo um churrasco. >> Ah não. >> A porquinha titia tava na grelha. Gente, o Brasil que eu lembro acabou nesse dia falando assim: "Não é possível, eu amava a porquinha Tita". [risadas] A porquinha Tita era o próprio é tão para ele é tão normal que ele criava a porquinha dele e comia a porquinha dele, entendeu? Fiquei não dá nome, eu não consigo. >> Eu também acho, cara. Se tiver, se os veganos tiverem assistindo
isso aqui, nós estamos fritos. Ah, mas é >> você tá com carro blindado aí na saída? Aham, [risadas] aham. Falar que sim, né? Grande Deus pai. >> É, >> [ __ ] É mesma esse bagulho. Comer o pet é [ __ ] >> É [risadas] não, não era pet, Igor. Para ele. >> Comeu pet. [risadas] A [ __ ] É muito boa. >> Cara, sou o pet. Fez a pururuca, [ __ ] >> Nossa, ele foi cancelado assim na época. Mas >> nós vamos ser cancelado com essa frase. >> Vamos comida. [risadas] Ô, se você
aí entrando numa de cancelar os outros por causa porque os caras gostam de comer um troço que todo mundo, tipo, que eu gosto de comer bicho, [risadas] >> pô, [ __ ] todo mundo churrasquinho, meu irmão, pô. Nunca comeu um hambúrguer? Nunca comeu. Ah, tenho todo um pensamento sobre o como eu acho que deveria manusear o [ __ ] Beleza, Beleza, irmão. Vai com Deus. >> Vai lá fazer uma perfil na internet lá, né? Deixa nós aqui comendo bicho. >> Comendo minha carninha. É, é. Não mexe com a minha car. >> Você viu que mudou
a pirâmide alimentar agora que a carne veio para baixo? >> É. >> É. Mudou a mudaram mais uma vez dizendo quão importante, né? >> Os Estados Unidos foi >> nos Estados Unidos. Isso. A a sociedade, Enfim, a a a sociedade médica lá colocou na base da pirâmide de volta proteína animal, ovo, a história toda. Ela ficava no segundo degrau ou no terceiro, não lembro. É, não era um absurdo, era inverso praticamente. >> E aí agora voltou para para mostrar que, por exemplo, gordura saturada de carne carne mesmo. >> É tudo bem, entendeu? É claro, tudo
na vida com excesso. >> Tem comer mais, né? A base é isso, tem Que comer mais proteína, mais ovo >> e o industrializado lá em cima, até porque eles fizeram o contrário e tá todo mundo sofrendo com obesidade. Então aí agora eles viram como é que o >> Com certeza, >> né? E aí chegou aqui no Brasil, vários nutrólogos, nutricionistas estão falando sobre isso pra gente se ligar, porque o povo acha que comer margarina é melhor do que comer gordura de picanha, entendeu? Isso não existe. É claro que Tudo em excesso tá errado. Tudo em
excesso. Você faz churrasco todo dia, você come gordura de picanha todo dia, não, né? Mas não é isso. >> Você comearina todo dia também, né? [ __ ] né? >> Exato. Exato. E aí tem muito essa questão, né? De que ai carne dá câncer, por exemplo, nos Estados Unidos, >> [ __ ] Ficar vivo, ó, deixa eu te contar um bagulho, estar vivo dá câncer, tá bom? Se [risadas] você viver, é sério, Se você viver, se você viver tempo suficiente, você terá câncer, tá? É, não é, é, é, é, é biologia, é vida, é vida.
Assim, você, se não era, para, não era para ser humano durar 85 anos, entendeu? Então, é, é natural. O meu avô morreu de câncer, mas ele morreu de câncer com 90 e tanto, então ele morreu de velho, entendeu? Então, mor, você vai ter câncer, você pode tentar >> eh postergar isso eh ou morrer antes. Dá para você morrer sem ter câncer, dá você Morrer com 80 anos sem ter câncer. Mas o que eu tô te falando é que se você vivesse 150 você ia ter câncer, entendeu? [risadas] É porque é como é o corpo, a
gente não tem como escapar disso. E aí tem coisa que acelera, tem coisa que retarda. Estar vivo >> já é caminhar em direção. É caminhar em direção. >> Então eu não vou comer salsicha porque dá câncer, tá? Mas respirar dá câncer. É tomar cigarro dá câncer. Sim, tomar sol Dá câncer. Exato. E não, mas esse é importante falar porque esse é um estudo muito, >> claro que tem coisa que faz mais mal que outras, tá? Pelo amor de Deus, tá? Mas a carne era muito demonizada nisso aí. Que >> é, tem que explicar o óbvio.
É tão, é difícil às vezes. Mais >> tô falando para você fumar, tá? Pelo amor. Não tô falando você beber, tá? Não faça isso. É, é zoa, piora. Mas ah, não vou fumar porque dá câncer. Você pode Não querer fumar porque vai [ __ ] teu pulmão. É porque você vai tcir, vai ser uma merda. Pode não querer beber porque, [ __ ] eu não gosto de ficar agora. >> Você vai acelerar o rolê ou não, mas lá no fim da linha você tá indo em direção aqui. >> Para ser chato. >> Essa é é
[risadas] desculpa. É só o importante falar que esse é um estudo muito tendencioso, assim, que colocou, por exemplo, carne Ultra processada no mesmo grupo de quem fuma e falou que assim, tá no mesmo grupo. E aí o brasileiro, ao invés de ler o negócio, entender realmente o que quer dizer, tá, tá no mesmo grupo, então carne >> não, não é esse o caso. Existem um, existe o percentual relativo que o da carne é 18%, o da, o do cigarro é 2000. Aham. >> Então, num grupo de 100 pessoas, quatro já teriam câncer, naturalmente, igual Você
falou, se ela comer 50 g de carne ultra processada todos os dias, vai para 4.9, ou seja, não aumenta nenhuma. E no cigarro é 2000 a mais, entendeu? Então, olha carne processada, embutidos, algumas coisas que é que isso é carne processada e realmente é outro >> carne processada, mas ele fuma toma. >> Então, exatamente, [risadas] exatamente, entendeu? Eu acho que eles tentam enquadrar no negócio e demonizar o que agora os Estados Unidos com essa Nova pirâmide chegou falando assim: "Gente, então descobrimos que não é bem assim. Eles já sabem disso há muitos anos, já se
discuti isso há muitos anos, mas eles vieram publicando isso agora recentemente". Entendeu? >> Bem legal. >> É o lance da gente aproveitar tudo tudo mesmo. É verdade. Que outro dia eu tava eu tava conversando com um cara, perguntei para ele o que que era a carne mecanicamente separada. Aí ele falou Assim: "Ô, se tu puder, não vai nessa não, porque o que que é a carne mecanicamente separada?" E aqui o cara tirou tudo que dava do osso, mas ficou um pouquinho. >> Aí ele pega essa essa sobrinha para fazer >> aí ele dá um jeito
de fazer uma máquina, tirar aquela sobrinha da sobrinha da sobrinha >> e daí vira uma coisa tipo, você falou um nugget lá, alguma coisa assim, >> daí vira um espetinho barato, entendeu? Eh, mas aí é tudo questão do que que dá pra gente fazer, porque assim, tu vai falar pro cara não comer isso e se o cara só tem R$ 10? >> Não é de repente é não. Então isso aí, [ __ ] não tem. É melhor ele comer isso, >> claro, do que >> do que comer só feijão e arroz. >> Exato. É isso
que é isso aqui a questão. Para mim, o que mais me pega na questão do veganismo não é o vegano em si, Porque igual eu te falei, eu respeito mesmo. Se a pessoa não quer comer carne, gente, tá igual você falou, para de ser chato, vamos parar de ser chato, deixa a pessoa escolher o que ela quer da vida dela, tá tudo certo. O negócio é quando a pessoa, por exemplo, ela quer que a pessoa mais humilde, mais pobre, que não tem dinheiro para nada nesse país, que tudo é caro, >> seja vegana, sendo que
ela não tem conhecimento. Conhecimento é super caro Nesse país. A gente sabe que as pessoas não conhecem. E o seu Zé lá que trabalha dia e noite igual um condenado, ele sabe que se ele comer arroz, feijão, uma carninha, uma salada, ele tá bem. Seu Zé tá bem. Agora imagina o quebra-cabeça vegano para seu Zé ficar bem sem suplementação, porque 90% dos veganos suplementam porque eles têm acesso a médicos, porque eles estão em São Paulo, né? essa modificada da pirâmide afunila mais um pouco pros veganos, porque Qualidade de vida e tá conectada com isso e
lógico deve ter suplementos, algumas coisas que você faz paralelos, mas tá provado mais uma vez pela medicina que aquilo é importante e tem que estar na base. >> Não adianta você comer planta, não adianta você comer hambúrguer de Não, é a base do negócio. Então afunila pros caras, afunila. É, até tem, eu entendo que você tá falando e eu concordo o que vocês estão falando e eu concordo total, Que é até tem, tu até consegue ser vegano, tu consegue viver 120 anos sendo vegano, mas é porque tu, [ __ ] tu mora aqui, tu tem
um emprego legal, entendeu? Tua esposa também trabalha, teus filhos trabalham, tá todo mundo suave, então tu consegue ser vegano. >> Exato. Você tem um acesso, né? >> Agora tu tá lá no Jaca, meu irmão, tu vai comer a [ __ ] do contrafilé, não tem jeito, né? Cebolado. Gostosinho. >> Aquela feijoada ali. >> Feijoada >> que aqui os caras comem feijoada quarta, né? Lá no Rio, mano, mais longe. Tem gente que cria a própria galinha porque ela dá uva a vida inteira e depois mata e come para sobreviver. Eu acho que essa pessoa aí, essa
pessoa é escolha dela, tá tudo certo. Agora quem não tem escolha, como assim é muito >> ficar apertando o crânio do cara, enchendo saco. >> É, não é muito difícil. Por isso que eu Acho que assim, o fato deles não respeitarem o outro me dá uma agonia que eu fico pensando agonia agonia coisa, é o que a gente tá falando, essa intolerância, essa coisa de você querer forçar a sua, uma coisa gente debater, você ter uma cabeça ou ter outra e a gente eh conversar aqui a a cara, outra coisa é intolerância, né, que isso
acontece também com no meio da proteína animal, >> porque virou esse fight. Eh, e meu avô Dizia: "Pô, não vamos discutir de futebol, não vamos discutir de política, não vamos". Agora entrou também esse item, né? Não vamos discutir veganos e é muito louco isso. Tem que acabar cada um tem a sua cabeça e pô, não quer comer, beleza, deixa. Tá bom. >> Só que respeita quem quer comer. Exatamente. >> É bom. A gente tá falando um pouco de música, mas eu quero falar só mais um pouquinho de comida. É, >> eh, que é o seguinte,
eh, vocês mencionaram aí sobre o o lance de coisas que eh acabou de mudar e de novos estudos, estamos reposicionando ali a proteína animal como mais, um troço mais basal e tudo mais. Eh, ao longo do tempo a gente escutou eh muitas coisas mudaram em relação à percepção do consumo da comida. Por exemplo, e o ovo faz comer muito, tem que comer no máximo dois ovos por dia, né? Quando eu era menorzão, minha mãe ficava assim, ó, [ __ ] não Ten que vou fazer um ovo frito aqui para tu. O outro é daqui a
dois dias. E não é, era nesse caso, porque senão eu ia morrer, entendeu? Por causa do de de colesterol. Exatamente. >> Corta para gracios ovos. >> Corta para graci [risadas] oos. Corta para gracios. Então assim, essas coisas elas vão mudando o tempo inteiro. De acordo. Eu eu nem acredito que esse papo do ovo tenha sido maldade. Eu acredito que pode ter um sensacionalismo aqui, Ali, não sei o quê. Mas no fim houve mesmo, muito provavelmente um estudo que disse aquilo ali, mas as coisas elas mudam, né? E a gente tem que ficar estudando o tempo
inteiro, né? Eh, teve alguma dessas coisas, especialmente tu que é chefe Ju, eh, eh, alguma dessas coisas aí que que mais te chamou atenção na mudança da percepção, porque o ovo para mim é uma um bom exemplo, mas eu não sou estud estudioso, então é o ovo para mim É, caraca, não podia, depois podia, depois não podia, agora pode muito, >> né? Então, eh, como é que é? Não, eu eu acho que tem muito, mas eu discordo de você de que não tem uma certa maldade no meio disso. Eu acho que sempre teve de algum
de algum interesse. Eu acho que essas mentiras que são repetidas muitas vezes para se tornarem, alguém tem interesse nisso? Porque não é possível, Igor, ovo, por exemplo, hoje é visto como algo super saudável. pessoas Consomem, sei lá, quatro, seis, isso é normal, ovos por dia. E é sabido que isso não é um problema, por exemplo, pro colesterol, como era falado antes. Aí eu vou te dar um outro exemplo. O leite, essa questão da intolerância à lactose, que não sei o quê, só que assim, depende muito. Tem muita gente que sente mais inchado, aí começa a
falar que é a culpa do leite, que leite tem conservante. Por exemplo, o leite não tem conservante. Isso é uma mentira que contada. 1 vezes Hoje as pessoas realmente acham que o leite de caixinha, aquele HT tem conservante, não tem conservante, tem um processo de temperatura lá, ultra high temperature. Coloca ele numa temperatura insana por um curto período de tempo. >> É. E aí vou te dar mais um insight, por exemplo, a grande maioria das pessoas, isso depois eu vão ao médico, eu não sou médica, tá? Estou só contando uma informação. A grande maioria das
pessoas que tm intolerância a lactose, na Verdade elas têm uma intolerância a proteína A1 da vaquinha, do leite da vaquinha. E aí hoje tem uma uma vaca que é leiteira que é feita com a proteína A2, A2, ela não tem a proteína A1 um. Essa vaca, por exemplo, esse esse produto dessa vaca muitas vezes funciona pra pessoa que tem intolerância a lactose não sentir mais nada. Então essa pessoa pode ir ao médico ver se a intolerância dela é a um ou se realmente ela tem intolerância a as duas proteínas E passar a consumir tranquilamente. Então
tem várias empresas hoje que já t esses produtos de vaca a dois a dois, entendeu? Só que as pessoas, não sei, alguém não tá interessado em contar a verdade para todo mundo. >> É, mas eu eh concordo com a Ju, mas eu acho que lá atrás também a medicina evolui, né? Se conectava, na verdade tinha um pouco, tem um pouco de interesse, mas também a medicina lá atrás ela, ela entendia que realmente o Colesterol vinha dali, tava olhando errado. Acontece também. Eu acho que existe uma evolução, né? Isso aconteceu também com gordura, da demonização da
gordura, da história da da gordura. >> Mas é sempre animal, >> saturado. É sempre animal. Sempre animal. >> Entendeu? É sempre o vilão, é sempre o animal de alguma forma. E às vezes eu acho que as pessoas que tentam vilanizar muito essa questão do agro, sabe? Um País que é alimentado por uma cultura dessa, inclusive a grande maioria agricultura familiar. >> Existe um lobby, você sabe disso, gigantesco, né? Na Europa contra o agro brasileiro, né? Agora lá em Barcelona, >> cara. Eles eles misturam muitas coisas. Por exemplo, o Macron lá, ele bate na mesa e
fala: "Cara, a carne brasileira tá acabando com a Amazônia, tá quebrando árvore para não sei o quê, tá?" E assim, e não tem nada disso às vezes. E ele e Ele coloca o Brasil todo dentro de um saco só. Que que tem a ver a carne talvez que seja produzida lá no Rio Grande do Sul com esse rolê? Eles misturam muitas coisas justamente para defender o agricultor deles lá, porque tem um rolê rolando lá com queijos, com carne. Então, os países fazem isso e o Brasil celeiro do mundo e se tornando o supermercado do mundo,
porque agora a agroindústria tá crescendo demais, as coisas estão saindo mais processadas, Né? Eh, as carnes estão saindo mais processadas, >> mais valor agregado, >> mais valor agregado ainda hoje ainda vai muita quantos navios de soja sa Isso é totalmente antustentável. Os navios de soja saem e essa soja é usada lá na China para gerar proteína animal. Por que que a proteína não pode sair pronta daqui? O anlatado ou a carne no vácuo ou tal. Então existem muit muitas coisas que deixam Esse rolê todo insustentáveis, muitas vezes por causa dessa história de defender o agricultor
local lá na Europa, lá na China. Eh, a China agora travou a carne. Você viu? É uma notícia recente que travou para um volume X a carne brasileira, porque tá agradando politicamente um rolê lá da da área dele, sabe? isocolocamente que o nosso código florestal é um dos mais >> rigorosos do mundo inteiro. Tanto é que as nossas terras são as mais preservadas. Aí eles ficam falando isso porque ele tá querendo proteger o país dele, mas ele conta essa mentira 1 milhão de vezes e todo mundo começa a abraçar isso como se fosse uma verdade.
Quando a gente sabe, é sabido quem vive isso, quem vive o agro sabe que não é, entendeu? O pecuarista hoje, né? O o agricultor ele tem que preservar muita terra, dependendo às vezes até 70%, que É o caso da Amazônia. >> Imagina, Igor, você tem uma terra >> que você tem que preservar 70% dela. É muito, certo? >> Muito. >> É aqui eu tô confiando que o cara preserva mesmo. >> Sim. >> Quem não preserva é criminoso. Aí tá cometendo um crime, entendeu? Aí tá for >> hoje dia é muito rigoroso, ão. Se o cara
quer abrir, ele pode abrir 20%. Tem tem Lugares, a maioria lá na Amazônia que é 20%. O cara pode abrir de área e ele tem que defender depois 80% que ele tem que cuidar com unhas e dentes, >> porque se quebrar o pau vai em cima daquele agricultor, sabe? Se se quebrar mato lá, o pau vai em cima dele. Então, >> por que será que é vantajoso? Não era melhor ele sair de lá e para outro lugar? Porque isso aí aparece dor de cabeça, né? >> Aí vai depender do negócio dele. >> É, tem que
fazer sentido, tem que ter um um cálculo ali que faz sentido mesmo. >> Nem todas as regiões o código é é florestal, é o mesmo percentual, entendeu? Mas existe uma tendência no Brasil, principalmente pelo custo das terras, as terras são limitadas, existe uma tendência cada vez maior de se produzir mais no mesmo espaço. A história dos confinamentos, até menos espaços. Então, a história dos confinados, dos animais que são Confinados, que são terminados. Então tem tem uma tendência pra gente viver mais isso aqui. >> E isso esse essa tendência ela na tua opinião leva a gente
para uma qualidade de carne reduzida ou dá para manter a qualidade da carne legal mesmo? >> Não, dá para manter, dá para manter. Dá para manter. Eu acho que pelo pelo contrário vai ganhar, porque geneticamente o animal vai evoluindo, as fazendas vão evoluindo, vão produzindo Carnes com mais qualidade. A alimentação é muito importante, principalmente nesse término, nesse término, né? Então você pode produzir feno para colocar nessa área e feno como um volumoso. Você pode produzir alimentação para esses animais que ficam mais reclusos em áreas não tão grandes e a produtividade vai lá em cima. Tem
muita solução legal, muita solução legal para se produzir com mais qualidade no mesmo espaço. >> Isso daí tu tu é envolvido Empresarialmente ou tu é amigo deuns caras? Sou doido nisso. Sou doido. Eu fechei uma parceria agora com o churrasco Fire com uma marca X de carne. Eles têm frigoríficos fora do Brasil. Tipo, meu dia de princesa é rolar. [risadas] Falei, cara, o contrato tá fechado, mas meu dia de princesa vai ser rolar os rodar os frigoríficos e entrar e acompanhar e ver e ver os confinamentos da onde eu gosto desse rolê todo assim, essa
dessa indústria da Carne assim, é um negócio que eu que eu sou apaixonado. >> Tu gosta do churrasco antes de exatamente de >> churrasco. Eu também, mas quem é envolvido empresarialmente é o meu marido, tá? >> Aí eu tenho mais envolvimento mesmo com essa questão do digital. Eu tento trazer conhecimento dessa área para dentro do digital, juntar com churrasco, juntar com vídeos virais que realmente Reverberem, entendeu? Pra gente poder espalhar essa a informação. Então é o meu o meu business é mais esse. >> Como será que não vocês não têm medo de um dia de
correr o risco de olhar para um boizinho e achar ele tão bonitinho? [risadas] Não tem não. >> Não tem esse risco para mim, Sorocca? Porque eu já provei, eu sei que não dá. Não tem. >> Tem para você? >> Não tem, [risadas] não tem, não tem, não tem. Lembra que a gente começou falando o papo que uma vez que eu provei aquilo ali, nunca mais eu volto mais. >> É, não volta mais. Não, >> tem jeito. >> Aqui é irreversível. [risadas] >> É que nem o vampiro que já provou sangue, né? Entendi. >> Detalhe que
o líquido da carne não é sangue, então nó não somos vampiros. >> Mesmo mioglobina. >> É mioglobina. >> Mioglobina. É. Nossa. É. Nossa. Tá vivo, hein? Olha aí como tá cheio de sangue. [risadas] >> Meu Deus. >> Qual que é a maior mentira? churrasqueira que tu já que vocês já ouviram. >> Eu acho que é essa, né? Não, porque, ó, esse vídeo que eu fiz, Deus, >> a do sangue é bem é bem falada mesmo, a História do que eles chamam mioglobina de sangue >> e a gente sem querer a gente fala assim, até eu
mesmo falo assim, i a tá sangrando, não sei o quê, mas essa mentira é muito grande e eu sei disso porque foi o meu vídeo mais visto. Esse vídeo meu tem 50 milhões de visualizações e sou eu falando isso. Não é sangue, isso não é sangue, isso não é sangue. Eu não aguento nem >> quarto do Brasil. Então não, então, mas Aí alguém deve ter repetido, né, muitas vezes, porque não é possível. [risadas] E assim, alguém assistiu mais de uma vez. >> É. E é uma mentira sem querer, sabe? Aí a pessoa fala assim: "Ai,
não vou comer, tá sangrando". E eu quis meio que falar com essa moça que fala assim: "Ai, tá sangrando >> você gost de carne como?" >> Eu gosto ao ponto. Eu gosto como o churrasqueiro achar que deve, >> tá? >> Ô, então é o ponto para mal você. >> Olha, eu estou ficando, ó. Vamos lá, deixa eu, [risadas] ó. Eu eu eu acho que eu sou fresco e eu não gosto de ser fresco, tá? Eh, eu eu tenho vários defeitos sobre mim que eu sou consciente sobre eles e eu não queria que eles fossem assim,
mas eles e daí eu tento dar uma mexida. Minha esposa gosta de carne mal passada, ela gosta de mal passada. Mal passada para Mim é muito, tá? Eh, eu eu estou me tornando o cara que aceita o que o cara que tá fazendo tá me propondo. >> Porque se você tá me propondo desse jeito, provavelmente você estudou, você fez vários testes, já chegou à conclusão que ela ali é a melhor maneira >> e eu tô aí para experimentar. Vamos lá, tá? Eh, >> mas até então você era o cara do bem passado, era o cara
do era o cara do ponto para mais. >> Nossa, que ponto para mais. >> Bo, o é o cara do boi morreu à toa, Ju. Mais achamos mais um. O boi morreu à toa. [risadas] >> Pois é. Tá vendo aí? Aí eu acho uma >> Mas eu tô tentando mudar assim. Eu não, eu não. Quando, quando o cara quando eu vou no restaurante, qual o ponto da carne? A o ponto. >> Entendi. >> É como, como como o chefe quiser. Esse é o ponto da carne. >> Gostei muito disso que você falou. Eu também tento
ser assim, tipo, os meus defeitos eu tento corrigir também, mas isso é uma coisa que dá pr você. >> Olha, meus defeitos. >> É, uai. É, mas é defeito. Deus me perdoe. É técnica, entendeu? Ciência. [ __ ] a mulher foi lá no Le Cordão Blue estudar [ __ ] de como é que faz a carne. E eu vou falar para ela que e e assim e e isso isso aqui é é um pouco debat como eu enxergo, mas eu já ouvi de um chefe Renomado do Jacan, por exemplo, porque se liga então deixa eu
te contar uma história. >> Eu fui no Leprosid uma vez, né? >> Eh, e aí eu não sabia o que que era um steak tartar, >> mas eu achava legal esse nome, ó. Um steak tartar. Steak, deve ser um bifão. Vem aí um steak tartar. Aí, aí eu tô olhando a cozinha lá é meio aberta. Aí eu eu tava sentada aqui, eu olhei assim, eu adoro >> tava o cara ali fazendo steak tartar lá o filé minão, não sei qu >> aí e eu tô olhando. Tem não tem a frigideira. Cadê cadê a chaminha que
vai >> aí? [risadas] É. Aí daqui a pouco o cara serviu. Sak tartar lind assim gostoso. Eu comi é com a batatinha frita lá que tu coloca em cima, come não sei o quê. Mas a eu sou fresco, daí não é racional. A textura me pega aí. Cara, isso aqui eu sei que tá cru, sabe? É, tá uma delícia, Mas eu sei que tá cru, entendeu? É, é a frescura, ela é entranhada. >> O que que eu fiz, garçon? O seguinte, cara, ó. Tô com medo de, quando eu pedi o prato principal não conseguir comer.
Se você puder, eu queria levar esse steak tartar pra casa. Aí o cara me olhou estranho assim, pô. >> O steak tá tá desse tamanho. >> É, ele me olhou estranho. Tá legal. Tá legal. Aí ele colocou num negocinho, eu pedi lá um outro lance, aí almoçamos Mesmo, fui embora. Chegou em casa, eu friso o hambúrguer com steak tartá, eu fritei ele. >> Ai meu Deus. >> Do jacan. O steak tartará do >> tipo chegar com um temaque em casa e fazer um hambúrguer de de de salmão na pizza, né? >> A juntar assim, sabe?
Fazer uma massa. >> Nossa, velho, que vergonha. Ah, você tinha que ter vergonha [risadas] de falar isso ao vivo. >> Aí o Jacan veio aqui e eu e eu falei: "O Jacan, pô te contar um negócio, você vai ficar puto". >> Nossa, ele quis te matar, >> ele não quis. Olha que foi legal que ele falou assim para mim: "Maravilhoso, o importante da culinária é você ter prazer ao comer." Então são duas formas de enxergar, que é, >> eu não sou tão fofa. >> É, eu percebi. Eu também não. Eu, eu tô, eu, eu, eu
prefiro, eu Eu sei lá. Eu acho que eu tô tentando ir na ir pro caminho de Deixa eu ver o que você hambúrguer com esse tapa. >> Sabe por o tamanho não é pr É assim, eu entendo. >> Então você tem que ser estudado. A NASA tem que [risadas] estudar, >> imagina o sabor. Não deve ser ruim, né? Vai >> ruim. Eu não eu não lembro não. Não é não ficou. Eu lembro dele crudo. Não era muito marcante não. >> Mas é porque o steak tartar é tão bom. >> Exato. Acho que eu eu estraguei
ele. Com certeza, entendeu? [risadas] estraguei ele. >> Mas assim, honesta, assim, às vezes eu fico falando essas coisas, mas é porque tem um lado meu que é muito técnico mesmo, mas tem outro que eu realmente, por exemplo, sirvo todo mundo. Às vezes as pessoas ficam com medo de me pedir uma carne ao ponto para bem, por exemplo, porque eu fico falando essas Coisas na internet. Mas não precisa ter medo não, porque a gente que é cozinheiro, igual o Jacan falou, no fundo, no fundo, o que a gente gosta é de agradar os outros. Isso é
uma coisa que todo cozinheiro que ama a profissão de verdade tem, entendeu? Claro que tem uns aos outros que não servem porque eles entendem que aquilo ali é o nome deles e eles estariam servindo algo errado porque é tecnicamente errado. Então tem restaurante que eu conheço que Você, se você pedir um hambúrguer ao ponto, o cara já não te serve não. Então olha, desculpa, tem lugares que os caras são, que eu acho até chato isso, porque tem uns, o jeito que eu queria o Jaca falou, é o jeito que você gosta de comer, você gosta
de comer car. >> Ele me disse que se eu tivesse pedido pros caras, os cara tinha passado. >> Com certeza >> que tinha. É assim, é o que você gosta de que jeito, né? E mas tem uns caras Que bate duro. Ah, não quer, levanta e vai para outro lugar. Aqui é assim. >> Exato. >> Eu não faço isso porque eu acho que a cozinha é para todo mundo. >> Qual que é o nome de um restaurante muitíssimo famoso lá em Nova York que virou um restaurante vegano? >> Tu m >> que pena. Não, >>
vê aí, Vitão. Vê aí, vê, vê, vem, [risadas] vê, vê aí. Eu não lembro. >> Meus sentimentos. Era, é um restaurante, se eu não me engano, ele era de culinária francesa, renomadíssimo. É que é [ __ ] Mas aí [ __ ] também que se não estão por dentro, não dá pra gente conversar muito. Eh, >> não, mas eu quero saber para eu meu sentimento. >> Eu eu onde é que eu vi isso? Eu vi num documentário. >> Quer saber para não pisar lá? [risadas] >> É um um restaurante muito famoso lá, Hein. Eu vou
lembrar. Eu >> aí, ó. Não sei. >> Nossa, e esse chefe é muito bom. >> Eu acho que é esse aí mesmo. Passar. >> Aí ele começou. É isso aí mesmo. Aí o cara começou a os pratos dele, ele começou a fazer com umas coisas assim fresquíssima, só que com com beringjela, entendeu? >> Aham. >> E eu achei muito ousado. >> Muito ousado. >> Eu acho que tem que ter chefe para tudo. Eu acho que tem que ter gente faz. >> Tem chefe para vegano. Lógico. Acho que essa essa pluralidade que é legal assim. Eu
acho que a gente a gente brinca, eu e a Ju, mas cara é gosto. Cada um tem o seu. Enche o saco do outro. Assim, eu já fui, para não dizer que eu nunca fui, eu já fui, eu fui fazer uma reunião com um cara assim meio eh, pra Frentex e aí a gente foi num, num lugar vegano e não Era ruim não, maluco. Só não, só era vegano, mas não é ruim. >> É que não é não dá para ser melhor que o outro. É que é na minha opinião é veja, um churrasco é
é é a comida A, o o fe a feijoada é a comida B, o sorvete vegano é a comida C, tá ali, é uma possibilidade, entendeu? Não é não é na minha opinião, eu eu nem eu não lembro que ela existe, é verdade. Mas, mas eu não eu não evitaria muito porque porque é é preconceito imaginar que tudo que é Vegano é uma merda. Não é verdade? Que coisa gostosa pr [ __ ] Só que >> não, não é minha comida do dia a dia. >> É, tem muita coisa ruim. Eu já provei algumas coisas.
Tem muita coisa ruim, principalmente os industrializados ali, eles tentam, eles tentam chegar no gosto das coisas que >> para chegar coloca um monte de artifício, né? >> É. E fica ruim real. Assim, eu já tentei, por exemplo, o hambúrguer de Feijão. Meu Deus do céu. Assim, >> mas você viu o que? Eu eu vi uma matéria eu vi uma matéria agora recente que os caras estão conseguindo mimetizar a carne. Eu não sei como é que é. pegaram células, não sei se você viu isso, tá apurando de um jeito que eles estão conseguindo mimetizar a carne
de forma carne orgânica, bonitinha lá, só que no laboratório, tipo, isso não vai dar escala tão fácil, tal, mas já é um começo, eles estão tentando fazer isso. Aí você tem a proteína animal lá, eu não sei o que acontece com as células lá, depois a gente pode pesquisar sobre isso, mas então tá rolando um rolezinho já assim já. Então acho que tem um caminho talvez para ir para esse lado, mas hoje fica muito longe do >> É. E é o que o Igor falou, né, Soroca? Tipo, nunca vai ser uma comida com carne. Eu
só acho que assim, não se não tem comparação de sabor. Eu tô falando e explorar. Agora, um chefe como esse daí, Esse cara consegue fazer loucuras com comida vegana. Ele, >> você, Ju, se você parar um ano, anos para estudar profundamente a culinária vegana, cara, você vai fazer um troço [ __ ] Você tem toda a base necessária para fazer. >> É, eu acho que sim. Acho que sim. >> É, só que você não quer mesmo, né? >> Não, de jeito nenhum. [risadas] né? Deixando bem claro assim que não existe essa possibilidade. Os caras estão
querendo forçar a galera aí, ó. [risadas] Eu eu não, eu prefiro que você do jeitinho que você tá. Tá bom. Ah, >> obrigada. Obrigada. Eu fico muito feliz. Vou sair daqui, vou no vou comer um uma carninha. Então, >> inclusive, se a gente for numa churrascaria aqui em São Paulo, é pra gente ir no barbacoa, né? >> Ah, eu amo barbacoa. Sou muito fã. Jefinim, beijo. >> Ah, tu também conhece o Jefferson. Salve Jeferson, você é [ __ ] Era dele que eu tava falando antes aqui. >> Ele ajeita a mesa lá quando >> ele
ajeita a mesa. Eu, qual que [risadas] qual que é a minha relação com a Jefers? [ __ ] tô aqui com a minha família aqui, queria ir aí. Aí sempre tá cheio para [ __ ] Aí ele, [ __ ] tá, chega tal horário que vai ter uma mesinha aqui para tu, vou colocar um cara ali. E é sempre incrível, >> sempre. Nossa, é impressionante. Padrão ali, é coisa de outro mundo. E é difícil, hein? >> É, tem boas casas de carne em São Paulo, tem boas steak houses em São Paulo, mas eles são fora
da curva. Isso é quando a gente tá falando dos rodízios de Esse é é o é um estamos pensando num rodíio de churrasco, como o brasileiro lembra dele, >> é com excelência. Esse é o barbacoa. Aí tem outras formas de comer churrasco, Outras formas de comer carne. Isso. Por exemplo, eu recomendo muito Nice to Meu, que é um lugar para você ir ter uma experiência mesmo. Eles vão te servir cortes de raças diferentes. É incrível. Eh, e esse o core gastronomia que eu falei com você, tem o Debet, que é muito famoso com o dry
dele, um dos melhores dryads de São Paulo, Brasil hoje. Eh, mas o barbacol é o churrascão eh da churrascaria original brasileira que a gente do espeto que a gente conhece. Então lá é muito top. E quando você entra num nível de carne assim como a Ju tá de de degustar, não tem o melhor e o pior. Às vezes ela pode comer um dryade que para aquele momento talvez é o mesmo, é a mesma proteína, mas ela foi preparada de um jeito diferente, dá uma experiência muito legal, daqui a pouco você pega um outro corte, dá
uma outra vibe. Então é isso, é muito legal, assim, não tem uma regra, né? Depois que você evolui dentro da gastronomia, Imagino eu, >> você vai pro você vai surfando aí, né, Ju? É exatamente isso. Não tem um churrasco preferido mais eu na segunda, na terça, na quarta já fico assim querendo, entendeu? >> Eu e eu, por exemplo, o pessoal não sabe, mas eu amo frango. Eu amo comer frango. E frango é uma carne que se você sabe fazer direito, porque o pessoal tem mania de esturricar frango até ele ficar assim, sem um líquido dentro
dele, Frigideira e aí eu fico, nossa, que dó do frango. Também morre em vão quando você faz isso, entendeu? >> Mas não tem frango mal passado, >> não. Mal não, mas ao ponto sim. Frango é para ser servido ao ponto. Agora, carne de porco, por exemplo, pode ser servida até como steak, tartar crua. >> Sério? >> Seríssimo. >> Tem um monte de muito grande. É um Preconceito ridículo que quem tá assistindo, por favor, perca isso. Lá atrás caía no vestibular, né? Aquela história que caía realmente no vestibular. A história do da da larc >> existe
cercose. Lemb >> isso é o que? Isso daí é o negocinho que dá no cérebro. É, mas era uma coisa de quando o porco era tratado, não granja, era uma comia lavagem e daí tinha estrumes. Cara, é um negócio que, gente, tira isso Da cabeça, não existe mais. Como a Ju falou, se quiser fazer um steak tartar suino, incrível. >> Mas assim, vamos deixar claro uma coisa da Não existe mesmo em São Paulo, no Rio de Janeiro, nas grandes centros, né? É, provavelmente se tu for para uns lugar assim mais escondido, tu vai ver ainda
os cara e aí tu não vai comer os skate steak tartar lá no interior de não sei onde que tua avó mora, né, do >> não, né? E é muito importante deixar Claro, Igor, carnes com CF, o selo de certificação federal, porque o CF é aquilo que a gente tava falando, inspeção veterinária, que é muito bem feita no nosso país. E aí é o seguinte, sempre consumir carnes com CF, se for fazer, se for fazer carnes cruas, como carpate, steak, tartar, >> vou dar um exemplo até você ver como é que é o preconceito que
tem quebrando. A gente tinha, a gente tem um um parceiro de, de hambúrguer e tem um hambúrguer Suíno muito gostoso no churrasco on fire, eu falei hambúrguer suío. >> Aham. mudou e o cara apresenta o hambúrguer como um hambúrguer de linguiça toscana. Ele pega na hora. >> Na hora. >> Olha como é que Não que os outros não pegassem o suino, é, mas pegava menos do que se apresentar como hambúrguer de linguiça toscana. Às vezes é o jeito de falar o cara, o brasileiro tá comendo do Mesmo jeito, mas se apresentou, ah, não, hambúrguer de
linguiça toscana, quero provar. Hambúrguer suino. Ah, talvez, né? >> Que loucura, né? Esse é uma delícia, inclusive. >> Que loucura. Incrível. E então acho que isso tem que vai são aquelas prosas que vão passando de pai para filho, de de vô, para neto e, e ficam ma atravessadas >> e acabam ficando paradas no tempo, né, cara? 20 anos atrás que eu ouvi essa [ __ ] >> E a carne suína em muitos pontos ela é muito mais saudável do que a carne bovina, né? Ela ela é muito saudável. Tu tem cortes lá que de cara
menos gordura e muda assim a >> o seu dia a dia é mais barato. >> No mundo inteiro, principalmente na Europa, a carne a carne suína é bem acima da bovina em termos de volume e tudo mais, mas no Brasil tem esse preconceito que veio lá de trás numa História que realmente acontecia, mas já morreu, gente. Tira isso da cabeça. Carne suina é super saudável, >> super. Uma coisa legal, desculpa te interrompi, uma coisa legal de ser falado aqui, por exemplo, muitas pessoas hoje em dia me por conta do preço me perguntou assim: "Ju, mas
qual carne você recomenda que tem um custo benefício melhor pro meu churrasco?" Porque eu não consigo comprar picanha. Aí eu sempre falo o seguinte, tem cortes Sim que bovino, que são legais, tal. O pessoal costuma até falar da bananinha, por exemplo, mas eu pessoalmente não sou fã da bananinha. Que que eu prefiro fazer? Muitas vezes uma picanha suína, Igor, >> é surreal. Só que assim, não é para vocêurricar ela, ela tem que ser servida ao ponto para mal, entendeu? Porque aí ela vai entregar o melhor dela, sabor, suculência é muito bom. Eu prefiro mil vezes.
>> Você gosta de carne swine? >> Gosto. >> Gosta? Prefiro mil vezes uma costelinha assada do que ficar comendo carne e bovina só por ser carne bovina, entendeu? >> Ah, só por ser carne bovina. Então essa tem que mudar um pouquinho isso no brasileiro, porque tem coisas muito saborosas, mas ele fica muito conectado só com a bovina. Só com a bovina. Então essa mágica também acho que é um é uma Coisa meio educativa que tem que ir entrando, né? Porque é uma carne muito saborosa e muito saudável. >> É. E perdeu o medo. Perdeu o
medo de entender que se ela te tá comprando uma carne com CF S e F, ela tá comprando uma carne 100% segura que ela pode servir da forma. E só deixando aqui a casa do porco aqui em São Paulo, que é um restaurante renomadiço no mundo inteiro, é onde é servido esse steak tartar suíno e ai maravilhoso. Amo. >> É realmente assim, >> eles eles têm o torres com acho que é um tipo num torresminho com goiabada, né? Bom também demais incrível. >> Isso é gostoso mesmo. >> Que combinação é massa, né? >> Agora bochecha
não faz muito sentido. Nem tem músculo na bochecha, pô. >> Mas tem uma carninha. Ai, que carninha [risadas] deliciosa. >> Carninha. Como é? É um bife? Como é que come Bochecha de porco? >> Não, então eu vou assar essa cabeça de porco com o Jeffim Rueda, que é o dono dessa casa do porco. E a gente vai fazer para mostrar que nada nesse país se joga fora. Então isso é muito importante porque as pessoas tm essa mania de falar assim: "Ah, descartou, não descarta nada". Então a gente vai fazer só a cabeça mesmo pro pessoal
entender, porque uma das melhores partes é essa é a bochecha que na verdade ao longo de Uma coxão em uma temperatura mais baixa, ela desmancha e aí dá para você enrolar tipo um macarrão no garfo assim, é uma delícia. E aí a gente vai servir tipo num num pão de sal com um vinagretezinho e tal e vai ficar muito legal. Então é como se fosse um taco brasileiro. >> É caro, né? Porque é pouco que vem num porco da bochecha, não é? Então, na verdade, aí é mais para quem tem acesso ao animal em si,
né? Eu nunca vi vender bochecha de porco, já viu? >> Eu já vi, eu já vi restaurante vender papada vende muito, né? Mas que aqui é muito gostoso também. Mas a bochecha eu não lembro. É, eu já eu já fui no restaurante que servia, entendeu? >> Isso aí. Sim. É porque essa pessoa com certeza tem um criador parceiro. >> Ele tem acesso ao criador lá, porque não é comum isso, né? >> Entendi. Nossa, mas eh desculpa, Ju, mas é que eu preciso de uns detalhes aqui. [risadas] Tá bom. Vamos lá. >> Orelhinha. Orelhinha de porco
é bom, hein? O focinho já comeu? >> Mas o que que tem dentro da cabeça? Você esvaziou a cabeça antes? [risadas] >> Claro, né? Claro. >> Quem esvaziou? >> Ah, eu deixo pro moço lá. [risadas] Mas é aqui, posso falar? Eu deixo pro moço porque eu não sei fazer. Eu não tenho também não teria problema nenhum, tá? Ah, não teria não. Não tenho essa, não tenho. >> Tu limpa legal o que tiver que limpar. >> É porque eu não sei. Eu até tenho muita limpar, >> faria. Faria. Eu tenho muita vontade de aprender essa parte
mais do a assim. muito. Eu quero, eu quero conseguir tirar pelo menos uns tr meses para estudar isso nos Estados Unidos, porque eu tenho muita vontade de aprender, mas como hoje eu não sei, eu não faço. Agora assim, eles limpam tudo, tira essa parte do cérebro para entregar pra gente só a Parte que realmente interessa da cabeça, entendeu? >> Tá? Então tem olho, não tem dente, não tem >> Ah, o não tem o a >> o o o olho mesmo, né? >> É, não tem, não tem, mas tá tudo ali. O resto tá tudo ali.
>> O dente tá ali. >> Dentezinho fica. Mas eu não como dente de >> Claro que não. >> Ela escova o dente antes. [risadas] >> Bota >> só a cabeça. Que [risadas] bed trip, né? É só fecha. >> Mas aí come feijoadinha, né? Que bed trip. Mas come feijoadinha. Eu não. >> É que nem minha mulher, minha mulher, a minha esposa, ela, ela, ela fala: "Eu não como porco, mas come bacon para caramba. [risadas] Bquinho frito fala: "Não, a dela fala assim: "Bacon não é Porco?" >> Bacon não é porco, >> cara. Ela come todas
as carnes, mas ela fala isso. Ela ela come ela fal por isso aqui. Eu acho que guancha guancha não é bochecha. >> Não sei. >> Eu eu tô nada olha para mim, por favor, porque eu posso estar falando a maior besteira aqui. >> É, mas guanchali é o bacon dos italianos que fazem carbonara. Já viu que Carbonara no no na Itália é guantchali com queijo pecorino e não é bacon com queijo parmesão, igual a gente faz aqui, entendeu? Aham. E se eu não me engano, gantiale é >> bochecha. >> Bochecha >> ou da papada. >>
Ou da papada. Mas eles fazem uma defumação diferente da que a gente faz aqui pro bacon, entendeu? Então, na verdade, muita gente Já comeu bochecha de porco sem saber que tá comendo. >> A papada é incrível, né? Assim, dá um sabor muito, é bem gostoso. >> Vocês já comeram bacon bovino? >> Já. >> Beef bacon. É, é porque eu sei que isso existe, porque lá no Qatar os caras não comem porco. >> É. É, tá vendo que todas as experiências esquisitas com comida que eu tive foi lá no catar, né? Porque eu sou eu sou
Chato, cuidadoso, então eu não vou no que eu não conheço, por isso que toda vez eu como rey, manda um zap antes, >> por três vezes por dia vai ser três rebai, entendeu? Que é, >> não, vamos explorar isso daí. E aí, eh, eh, tá, a gente tá falando >> aí lá no Qatar, tu vai no Outback, por exemplo, pede um hambúrguer, vem um um bacon, mas é um bacon de boi. É diferente. Vai com a linguiça, é de boi. É, é, é, não é que é ruim, é estranho, Sabe? >> Ah, eu acho delícia.
>> É, é. Eu gosto, mas eu prefiro a suína para essas coisas, né? Carne suína para fazer o bo. É, é, mas, mas eles têm isso mesmo. Tem isso mesmo. É, funciona bem. Algumas receitas funcionam bem. É. E na Índia os caras não comem boi também. >> Isso, exatamente. Então, cada cultura tem, >> aliás, eu vou pra Índia semana que vem. >> Ah, é? >> Nossa. >> Eu vou fazer um rolê junto com uma parceira do agro que eu vou na indústria que é na que é na Índia e depois eu vou para pro Japão.
Eu vou ver essas comidas que vocês estão porque a Índia é louco, cara. Tava vendo um vídeo na Índia, os caras pegam, tipo, o moleque tá fazendo lá uma galinhada lá, sei lá, numa panela com arroz, aquele piseiro, ele mete a mão em tudo. Daqui a pouco o cara pega, >> cara, bota no >> Não, não. O cara joga o dinheiro em cima da comida. Você viu esse vídeo? >> O cara joga, tipo assim, é dó, o cara joga é 10, sei lá. E que que é joga em cima da comida o negócio. Nossa, >>
que loucura. Aí o cara pega, põe no bolso, a mesma mão que ele pegou no dinheiro, ele vai. Ah, não. Mas aí, mas você vai você vai comer comida raiz indiana. >> Dizem que tem. Então, vou ter que mostrar isso, mas vai ser difícil, hein? Dizem que tem uma eu não sei porque eu não fui ainda paraa índia, mas dizem que tem algumas coisas na água, não sei se é bactéria, o que que é que o indiano ele já é preparado para aquilo. >> Então, tipo, o DNA do cara, a a >> não fica de
barriga roxa, >> não fica porque já já existe aquilo desde criança. Ele come. Agora a gente, se a gente vai lá, >> erra numa água, vai dar uma. >> Eu conheço várias pessoas que já foram e Passaram muito mal, mas principalmente nessa comida de rua assim, sabe? >> Vou tomar um mãojar antes de ir. Me irmã, só tu, [risadas] só tu não comer, só tu não comer o grilo, não come o grilo, [ __ ] >> Grilo nem é o problema. >> São essas panelas que às vezes são muito usadas para fazer várias vezes, sabe?
Pensa era uma coisa nojenta. O cara jogava o dinheiro em cima da comida, o cara pegava, >> não existe isso, né, gente? >> Tá, tá. Que isso, cara? Porque para mim, ó, eu lembro de um dia muito claramente que eu tava quando eu era moleque, tinha quando eu tava no ensino médio, eh, era muito comum lá no que eu saí do Rio em 2016, então não sei mais, mas era muito comum e uns umas lanchonetes de chineses que eles vendiam salgado, que que a gente salgado, eu acho que vocês chamam de salgado também. Aí tinha
uns enroladinhos de queijo presunto que a Gente chamava de que a gente chama de joelho. Tinha uns pastel pastel chinês que chamava que era tipo um risol só que maior. Sim. >> Aí e esses salgados lá, né? E aí nessa eu lembro de uma vez na escola que eu saí, a gente foi fazer algum evento lá no sábado, eu saí, fui lá no China, que a gente chamava de vou lá no China, entendeu? Não tinha nenhum, ninguém tava pensando em nada politicamente correto nem nada. A gente só tava, só ia lá no China comer, entendeu?
Lá no China. Aí chega aí eu nesse dia específico que eu nunca mais vou esquecer porque você falou de pegar no dinheiro, eh, R$ 1 custava R$ 1, era o salgado e o e o suco. >> Saudades, hein? >> [ __ ] saudade. >> Para quem tá para quem tá ligado, em frente colégio militar, lá na no na Tijuca. Aí eu eu chegava com com R$, meu irmão, [ __ ] me dá um chinês de frango Aí com com e um suco de caju. Aí o maluco pegou o meu R$ 1, pegou o salgado que
tava fechando, ele tava de saco cheio já, entendeu? pegou meu R, pegou o salgado aqui assim, >> colocou no numa numa [ __ ] de um de um de um de um pratinho. Aí o suco ele já tava fechando, então ele já tinha tirado o suco da máquina, tava dentro de um balde, ele pegou o copo, enfiou a mão dentro do balde, pegou o suco, botou [risadas] esses R. [ __ ] R$, cara. Rio uma dose de infecção intestinal. >> Mas a gente fazia isso daí era era dia, não dava nada que a gente tava
Isso aí todo dia a gente gastava para comer, irmão. Aqui na história de você já tava acostumado com a com a bactéria lá. Já tava >> não tem eu não tinha eu não tinha como eu ficar de barriga roxa nunca. Então, tava acostumado a comer lá no no disputar e a batata frita do cachorro quente com pombo, entendeu? É, tem Acostumado com essa [ __ ] Então, o indiano pulou no rio Ganges. >> Tu acha que é o Tu acha que é a panelinha ali que vai dar zquira no >> Ó, na Índia eu não
sei, viu, Soroca, mas no Japão você tem que comer as melhores carnes. Não tem, sou doida para ir não. Japão, aguilo, né, tem essa história toda. É bem, é bem alto nível lá, né? Rezalenda que a comida japonesa no Japão é diferente da comida japonesa no Japão. >> Não tem nada a ver com a brasileira. O Japonês aqui, tipo, se botar um japonês para comer a nossa culinária japonesa não tem, é outro rolê. >> Tem sushi, mas não é o sushi de com creme cheese e doritos. >> Creme cheitos. Aí põe abacate para dentro. Aí
põe manga. Eles não tm esse rolê lá não. >> Não é diferentão. Eu tenho, sou doida para ir para provar. Doida para ir. >> Eu tô super curioso nesse rolê. >> Agora na índia eu quero ver sua Curiosidade na Índia. >> Então na Índia eu vou te mandar uns vídeos lá. [risadas] Mas Ju, eh, tu a gente já sabe que existe uma conexão óbvia do churrasco com a música sertaneja, né? Esse esse teu chapeuzinho, o fato de tu gostar de cavalo, tudo, não sei o quê, já me indica que tu curte uma música sertaneja. >>
Muito, muito, muito. >> Então, para tu esse elo também é natural E fácil. >> Ah, total. É aquela mesma coisa do churrasco que tava na minha infância no final de semana, era a música sertaneja, né? E eu tenho uma história legal com Fernando Sorocaba, porque eh Madrid é a minha música com meu marido. Então, eh é assim, o sertanejo, na verdade, ele envolve todos os âmbitos da minha vida, mas além de tudo isso, ainda tem a ver com Natã, porque na época que eu estudei na França, eh, a gente mudou a letra, a Gente fez
volta logo pra Moeda ou eu vou para Paris. Então, a gente fica cantando assim, sabe? E aí o o Sorocaba, o Fernando Sorocaba cantaram essa música no Caldeirão do Mon para mim e pro Natã. E aí eu sei lá, eu acho que o sertanejo faz muito parte de quem eu sou. Eu não consigo imaginar um churrasquinho sem um sertanejo. Fala sério. E aí eu acho engraçado porque, por exemplo, no Rio é um churrasquinho com pagode, né? >> Isso é um raça negra que não >> é boto muita fé. Maravilhoso. Mas o sertanejo é a minha.
E o country também. Eu amo country. Amo, amo, amo. Eu fico falei que ela tem que ir pra N. É, eu fiz uma viagem maravilhosa paraos Estados Unidos ano passado, mas eu fui pra mais pro velho oeste americano assim, né, pr pr entender essa história e tudo mais, mas eu sou muito apaixonada com sertanejo. Sertanejo, >> eu já fui uma dupla sertaneja com meu irmão. >> É, você já fez? >> Já fiz, já fiz, mas aí deu tão errado que aí e no o único cachê que eu ganhei, a gente bebeu mais do que era
o cachê, aí não deu para pagar e teve que pagar [risadas] o bar. Juro, foi a única vez que eu fui contratada, a gente bebeu tanto que eu paguei pro homem do bar. Falei assim: "Ah, Diego, vamos desistir dessa vida. É melhor não." [risadas] >> Mas a gente, >> ainda bem que hoje a gente tem uma chefe top, porque >> deixa a música com Sorocaba. >> Não, eu sou péssima. Não é melhor de por favor Sorocaba. [risadas] >> Mas aí aí tu vai tu no nesse circuito de churrasco on fire aí, qual que é a
tua participação? >> Eu eu fui de convidar, >> eu convidei ela para algum para alguns eventos e de vez em quando ela tá lá, pode aparecer, pode brotar. Tu não vai Trabalhar não, né? Tu vai curtir, >> não? Vai curtir. >> Graças a Deus. Curtia, eu trabalho demais, Igor tá doida. Foi muito bom ir lá. >> Mas foi muito legal porque eu pedi pra Ju, a última vez que ela foi agora no de São Paulo, eu pedi para ela, porque como ela já rodou muito os outros eventos, ela tem essa bagagem toda, é muito legal
ela ela ela mostrar o ponto de vista dela do evento. Aí a gente sempre tem Coisas para anotar, para melhorar, porque como um evento que envolve essa parte de alimentação toda, então a gente a gente vai evoluindo também, né? E a Ju tá me ajudando nisso aí, viu? Devagarzinho ela tá me dando umas dicas aí. Difícil tirar a dica dela, viu? Mas ela tá >> nada. Eu falo tudo [risadas] as coisas. Não, não. Mas se o Sorocaba precisar, eu eu >> é só te contrata ela para uma coisa. >> Não, não, ele não precisa não.
Não, [risadas] de jeito nenhum. Não, eu faço questão, sério mesmo. É muito legal, tá? Tá perto de uma pessoa, por exemplo, ele me chamou para estar aqui hoje, eu não precisava. Concorda? Então eu acho isso de uma humildade gigantesca. Pode cortar uma >> desenvolveu. A gente desenvolveu uma amizade muito legal, ela, o Natã, que é o marido dela. Acho que o e a Ju é uma pessoa muito leve. Assim, e você conhece Ela, você bate um papo com ela que nem a gente tá batendo aqui agora. >> Eh, parece que você já conhece ela há
muito tempo. Existe algumas pessoas que são assim, né? Eu sinto que é o oposto. >> Exatamente. O oposto. Eu sinto quando a gente sentou aqui a primeira vez, tipo, você fica leve, feio, você, >> cara, parece você já conhece. E a Juru, ela tem muito disso e ela ela consegue passar isso digitalmente. >> Entendi. >> Então é é algo muito natural dela. Ela tem um storytelling, ela sabe falar bem, ela sabe contar uma história, tocar as pessoas. Então eu acho que ela tem essa missão. Ela tem essa missão e a gente desenvolveu essa amizade. Então
agora quando eu preciso dela ela conto com ela e vice-versa a gente se ajuda. Isso é muito massa. Sim, sim. Vou contar só uma coisa rápida no Isso é churrasco. Eu conheci o pai do Sorocaba. Aí eu fui falar com ele: "Olha, parabéns pelo seu Filho, ele é uma pessoa muito humilde, gostei demais de conhecer ele." Aí o pai, eu eu choro, tá, quando eu falo de pais, mas rapidão. Aí ele virou para mim e falou assim: "Antes de ser cantor e o melhor compositor do Brasil, meu filho é um bom filho. Aí eu só
fico pensando assim, é o que eu quero ser pro meu pai também, sabe? Isso é maravilhoso." Então eu me jun, eu conheci essa família e ainda tive a oportunidade de ouvir isso de um pai. e enche meu >> que para mim é uai. Aí eu falei, pronto, é não é com esse com esse esse tipo de pessoa que eu quero me juntar, que eu quero sentar aqui no flow, entendeu? >> Legal, né? >> Aliás, meu pai queria ter vindo aqui, ele ia sentar aí para não conseguiu ver um beijo para ele. Mas é, é, eu
acho que, >> como é que o nome do teu pai? >> Meu pai é José Carlos. >> Um beijo aí, seu José Carlos. Obrigado [risadas] pela moral. >> José Carlos. Seu Assis é o apelido dele, é por causa do sobrenome. >> Um beijo, seu Assis. Obrigado aí. E ele é um cara, poxa, é muito legal, porque ele ele tá com uma idade já avançada e tipo, um dos prazeres dele é est junto, curtindo e ele fala para todo mundo com todo com todo orgulho que sim, né? Sem querer me gabar, mas ele fala: "Antes do
meu filho ser cantor, compositor >> ou empresário, ele sempre foi um bom filho e tem essa conexão." Então eu acho que é muito isso, né? Essa conexão de família. E meu pai foi um cara sempre que semeou muito na vida de outras pessoas. Isso é um pouco bíblico, né? Você ajudar outras pessoas, semear. E eu tento fazer isso na música quando a gente desenvolveu o escritório que ajuda outros artistas e tudo mais. Ele sempre me ensinou muito isso. Quando você semeia na vida das outras pessoas, no Meu caso, a minha missão de vida é semear
na vida de outros artistas. Você cresce, você se engrandece e ajuda, né? Eu acho que é uma missão. E eu eu tenho muito disso e meu pai foi quem me deu esse ensinamento assim. tem uma e sobre isso, Sorocaba. Eh, cara, você é um você é cantor, compositor, você tem você é tem uma dupla sertaneja, você é um empresário de um monte de artista, você descobre os artistas, parte da tua vida >> eh encontrar artistas, não é? >> Dúvida, dúvida. É, aí você aí tu gosta de de carro, tu aí tu gosta de churrasco, aí
tu faz um evento, aí tu tu ainda tu ainda assiste coisa na internet que me contou que foi assim que você descobriu a Ju, né? Eh, [ __ ] [risadas] Eh, dá tempo de ter show, dá tempo de escrever música? Como é? Sou muito privilegiado. Primeiro porque eu amo muito o que eu faço. A música sempre teve no meu DNA e parece que eu tinha Que trabalhar com arte porque eu comecei compondo para outras pessoas. Eu tinha vergonha de cantar e mandava música pras outras pessoas. E quando eu mandava o CD para outra pessoa, por
exemplo, mandei pro Edson e Udson lá, ele ouvia, ele falava: "Sorocaba, é incrível, mas cara, ele, se eu cantar não vai ficar tão legal quanto tá essa guia que eu tô ouvindo. Eu não sabia se aquilo era um não, tá uma merda, fica para você." >> [risadas] >> Mas eu acreditei naquilo. Eu acreditei nessa história de eu ter que cantar as minhas músicas. E aí veio o projeto do Fernando Sorocaba, as coisas foram acontecendo sempre degrauzinho por degrauzinho. E uma das coisas que eu que eu me gabo muito, eu tenho muito prazer, eu amo muito
o que eu faço, eu amo muito e eh subir no palco, levar alegria, eh cantar para as pessoas, mexer com o sentimento, fazer sorrir, fazer chorar, ter um momento legal em cima do palco, Compor. Eu tive a honra de compor grandes músicas. Acho que por três anos eu fui o compositor mais eh ouvido do Brasil em termos de volume de música. Aquele primeiro álbum do Luan, era todo meu. os álbuns do Fernando de Sorocaba, tive música com Chitãozinho Chororó, com Taem Thiago, com eh Léo, vários artistas gravaram músicas minhas, mas eu acho que o que
fica, se eu pudesse descrever a minha vida, eu acho que essa história de plantar na vida de outras pessoas foi o Que mais me moveu, assim, é o que, se eu pudesse fazer um resumão da história do Sorocaba, essa história de de ajudar, eu fiz parte da vida de muitos artistas, mesmo que um pedacinho, o Luan, por exemplo, foi desde o comecinho, a história dele sair lá de Campo Grande, daí mudou paraa Londrina, aí a gente começou a galgar, >> tá lá no no Arábia Saú tocando na casa do Cristiano Ronaldo. >> É, então >>
aí foi voando, amigo, meu amigo, até hoje a gente teve uma parceria comercial por 10 anos, mas desenvolveu uma amizade. Às vezes eu fico meses sem falar com Lua, mas quando a gente se fala parece que foi ontem que a gente falou, é muita prosa boa que a gente tem. Então a gente desenvolveu muita amizade com esses artigos. Ele fez para deixar de ser vesgo. [risadas] >> Pula essa. Depois tu me conta no >> Não responde, não responde. [risadas] >> Daqui a pouco ele me liga aqui, ó. Filha da mãe. Ele não, cara. Ele fica
bravo, cara. Quer deixar o L irritado e falar que ele é [risadas] >> cara. Não sei. >> Deixa eu te contar então uma parada. Eh, ele participou do Flow uma vez faz muito tempo. Ainda tinha eu e o Monarque. >> Eu lembro disso. Assistia. >> É. Aí no quando vai chegando ali pro final, eh, o Monark vira para ele e fala assim: "Aí, [ __ ] ele olha, ele Monarque assim, ele olha assim, [ __ ] aí tu não, tu não era vesgo, eu [risadas] lembro disso". Não, o cara ia achar que eu não, eu
assisti esse podcast, aliás, foi, eu falo para todo mundo, foi o melhor podcast do Luan da vida. Falei: "Cara, você tem que ir mais. Olha que legal, você mostrou um lado." Ô >> Luan. [ __ ] eu tô tentando trazer o Luan de volta aqui. Eu eu juro para você, ele saiu desse podcast, eu mandei Mensagem para ele, eu liguei, falei: "Luan, que porque o Luan tinha essa resistência, né? Até tá caludde aqui." Falei: "Cara, você fez um negócio de animal porque você mostra um lado, né, que que as pessoas não conhecem de você. Não
adianta, você não consegue fazer isso cara, um papo livre, cara. O Luan falou palavrão, ele falou trapalhada que ele não falaria, foi animal, po." >> E aí? E aí, por mais que o marqueteiro eh ou o assessor ele fica: "Nossa, isso Aqui vai [ __ ] foder." Quanto mais humano é o artista, >> claro, mais ele mais ele se conecta. Vou, eu falei para ele até hoje, foi um dos melhores podcasts, aliás, o podcast foi incrível, mas foi a foi surreal que ele apresentou ali. Foi muito legal, deu vários cortes, foi muito legal. >> Mas
é que ele facilita que ele é gente boa, galera. >> Ele é gente boa para [ __ ] E e as pessoas não conhecem esse lado do Luan. O Luan, cara, tem pros aqui pra gente, cara. É engraçado demais. Ele é rusticão, ele é pescador. >> Eu tenho que trazer ele junto com o Lucas Luco, porque tem aquela história deles terem se pegado. [risadas] >> Nossa, >> eu queria saber qual foi a resposta que ele deu pro Monar. >> O o Luan agora, o Luan casou, mas cara, o moleque é antes de casar e tudo
mais, era ninja, né? Ficava com menino aqui, Outra lá, pô. O cara que estourar na idade que ele estourou, cara. Fala sério, vai. Eu acho que >> cabuloso, cabuloso. >> Eu acho que a distância para ele ser o que isso, isso que você tava ficar, cara, tava longe, né? E ele é, ele é muito gente boa, não é? >> Muito gente boa. A, a conclusão, >> eu não conheço ele, mas acredito. >> A conclusão >> é que o Luan, eu vou contar uma história Do Luan, só para para fechar. Quando a gente começou a levar
ele pro show, ele era bem diferente, cabelão, né? Ele era o gurizinho, ele tinha 16 anos ainda. Começava a levar pro show, ele se apresentava dentro do nosso show. E o nosso show é mais rusticão, mais brutão. Eu lembro, eu eu conto essa história e eh eh elogiando o Luan, né? Não, não, eh, eh, de outra forma. E começava o show, quando entrava o Luan, ele era muito chocante a história de ser solo, De cantar de tênis, de cabelinho arrepiado, tal. Algumas pessoas, tipo, as meninas já piravam, a mulherada já, ai lindo, pequinho, mas a
mulherada, os homens ficava puto. Aí que vem essas prosas. Aham. >> Tinha, tinha cara que mostrava o dedo. Tira isso aí não é sertanejo. Tira isso aí não tem nada a ver com sertanejo. Mostrava dedo. E assim, isso isso foi uma coisa que me marcou muito, porque ali já mostrou de cara que, tipo, Era um cara que mexia com as menininhas, com as com a com a gurizada, tal, e o namoradinho eu não gostava porque, cara, virou o ídolo, tal. É. Então, o Luan sofreu muito disso, esse esse bullying, vamos dizer assim. Depois ele quebrou,
ele soube, ele soube transformar, pivotar a carreira dele para um, para um público mais maduro e tudo mais. E tem tudo para ser o nosso Roberto Carlos aí do futuro. Ele tem tudo para isso, porque ele canta muito bem, compõe muito Bem, ele tem muita facilidade para, ele é artista mesmo em cima do palco assim >> e tá dentro de tá dentro do sertanejo, ele é muito bem recebido pelo brasileiro, né? >> Ele é muito querido por todo, por toda a galera assim, ele é muito bem recebido até hoje. O show dele já vai para
18. Se a gente tem 18, ele deve estar com 17, 18 anos também. E assim, o menino ganhou corpo, aceitou muito o show dele até hoje nas grandes festas e tudo mais e Virou o que virou. Mas no começo tinha esse ciuminho que eu vi assim o a a a garotinha já pirava o namoradinho, pá, tá olhando pro cara, isso [risadas] era internet, [ __ ] Era isso aí. Mas ele respondeu assim: "Não, nunca fui vesgo, não é que quando eu tiro foto aqui assim, as bolicas do meu olho parece que eu sou vesgo." >>
Entendi. Entendi. Mas ele ficou de boa, então >> ficou. É, ficou porque bom, né? Não dava para fazer outra coisa, né? [risadas] >> Ele ficou encurralado, na verdade. >> Eu ia levantar, ia embora. Tchau, mor. Tchau. >> Até porque por tu não era [risadas] >> não. E foi muito bom onde ele soltou porque tipo assim, os caras falam: "Meu, ele vai soltar um popo sério, né? Vai soltar." [risadas] Eu lembro que eu fiquei cara, todo mundo ficou olhando assim, deu um silencio. Mas não porque É, mas não porque não jamais rolaria de perguntar isso no
fou. Não, não foi isso. Era só que foi do nada. A gente tava falando de sei lá que nem tava falando de churrasco e música aqui, pô. Mas tu não era, [ __ ] não era [risadas] [ __ ] entendeu? Do nada eu fiquei [ __ ] tomei, tomei, tomei também. Eu fiquei que nem o Luan tomou do nada. Eu também tomei do nada. On monarque era, o monarca era era [risadas] o bicho, ele era bispo, >> [ __ ] Entendi. É, mas [ __ ] mas eu acho que o o brasileiro ele o sertanejo,
a música sertaneja ela é ela é a mais escutada do Brasil, >> né? Então, eh, >> é ali o gospel, né? Então o gosto também é rola muito. >> Por que que o por que que o sertanejo você acha que o sertanejo é muito é muito escutado, muito muito ah respeitado no Brasil e por isso os shows são como são ou os shows são como são e Portanto despertam o respeito? Eu quero dizer eh quando você entende o que eu quero dizer são shows pergunt >> [ __ ] meu irmão é >> né palco é
diferente. Os caras pensaram no é outra o cara vai lá no meio, sobe um negócio, não sei o quê, tem um monte de coisinha, né? >> Eu acho que o sertanejo, o primeiro ele é muito organizado, apesar de ter concorrência entre artistas e tudo mais, ele ele age como um ecossistema. Então, E ele ele é organizado comparando com samba, comparado com eletrônico, com outros gênos musicais. Então esse é um ponto positivo. O Brasil é um país agrícola. O interior do nosso Brasil é um país agrícola, então isso dá cancha para grandes festas que a gente
pode fazer Brasil afora. A música, as letras se conectam com as pessoas porque são músicas ao mesmo tempo que a gente fala da natureza, da chuva, da cachoeira. São músicas simples de amor. A gente fala de Amor, a gente fala das relações nas cidades e sabe, a gente tem uma conexão muito verdadeira também nessas prosas. E cara, é isso foi foi essa união foi criando corpo, sabe? A gente tem um respeito pelos artistas mais velhos. Então, por exemplo, nós Fernando Sorocaba, a gente tem uma gratidão incrível pelo Zezé, pelo pelo Chitãozinho Chororó, pelo Tião Carreira
e Par, sabe? A gente tem essa conexão que é muito verdadeira também. Poucos Gêneros t essa coisa de saudar quem veio antes. A música country também faz isso muito bem lá fora, de saudar o artista que é que é o lá de trás, o Sérgio Reis, o Então o sertanejo faz isso muito bem >> e é uma música que conectou assim, que que tem muita verdade por trás. Eu acho que o sertanejo tá passando por uma crisinha criativa de que muita coisa tá dando certo igual e aí estimula mais pessoas a fazerem igual. Falo isso
do jeito de se vestir, do jeito de cantar. Quando chega no flow aqui tem uma prosa diferente porque todo mundo parece que vem com a mesma com as mesmas histórias. Acho que tá faltando. O sertanejo tá vivendo uma crisezinha nesse sentido, sabe? Deu certo aqui, todo mundo, ah, a moda agora é o chapeuzinho aqui, todo mundo vai com o chapéu. Ah, a pr agora é é essa, todo mundo conta as mesmas histórias. Ah, o repertório vai nos mesmos compositores. E acaba ficando uma coisa muito engessada. Mas eu acho que Isso é passageiro, assim, a as
mentes, principalmente os compositores, trabalham para que isso saia, mas às vezes é um pouco de uma falta do artista acreditar. Não adianta o compositor criar coisas novas se os artistas não acreditam, sabe? >> Então, mas eu acho que isso é passageiro no sertanejo. E os shows se conectam muito com as pessoas, shows arrastam multidão, shows e eh e tem investimento nos shows, né? Um cara com bico de luz, Pô, tem um painel de LED, tem um conteúdo animal. O Luan aparece lá na frente, faz uma [ __ ] de gente, soroca. Ô, porque assim, o
show do L Santana é [ __ ] é [ __ ] falar do Lantana. >> Tem artistas, é um, só terminando, é um tripé a carreira de um artista. >> Tem artistas que eles vão muito bem com imagem, Michel Tóje. É um cara muito bem de imagem, assim, as campanhas querem estar com ele, é um cara que tá, talvez ele não tá investindo tanto nos shows, Ela faz grandes shows e tudo mais. Eh, e não tem nada de errado nisso. Ele ele achou a âncora dele lá. Tô dando um exemplo. Com todo respeito, Michel, mas
é visão que eu tenho de fora. >> Daí você tem, por exemplo, o Henrique Juliano, talvez a imagem dele não é tão forte, mas a marca é muito forte, cara. E as músicas tocam demais. Aí você tem artistas que talvez são mais equilibrados, tipo Luan, você vê na rua, você sabe quem é o Luan, ele tem música Na rádio e ele tem show. Existem características diferentes que o artista pode surfar em qualquer dessas ondas e não tem nada errado nisso. Não tem nada errado. >> O Fernando Sorocaba sempre foi um artista que surfou muito a
onda do show de entregar muito em cima do palco, entregar muito. Então os nossos shows criaram recorrência. A gente volta, teve feiras que eu voltei 10 vezes nesses 18 anos de carreira. Se você voltar numa Mesma feira 11, 10 vezes, se eu não me engano, >> é, é, é, é muito louco assim, porque você tem que tá entregando algo diferente, senão o povo enche o saco, cara, né? Você tem que surpreender o cara diferente. Então, durante o show já teve situações da gente andar dentro de uma bolha plástica que o povo ia segurando, aparecia no
meio da galera, daqui a pouco vem o evento de churrasco, que é uma outra experiência pro cara, Então vai gerando essas recorrências. E o Fernando Sorocabo é um artista que e a gente sempre abriu muito campo para jogar. Então a história do churrasco, do evento gastronômico/úsica, poxa, a gente não fica refém só do rodeio, só da festa de Barretos, não que a gente não vá, ano passado a gente teve retrasado em Jaguariuna, Barretos, a gente faz essa, esse circuito também de festas, mas a gente cria novos campos para jogar. É, é, >> você vai abrindo
novas frentes. Então, acho que e a história agora, a mágica não é tirar um pedacinho do vizinho na pizza da música sertaneja, mas fazer com que a pizza cresça mais, que o bolo cresça mais. E a gente sempre tentou fazer isso, né? É, >> é um jeito inteligente de fazer a coisa crescendo, eu acho. >> Em vez de tudo, em vez de tudo, >> mas é, mas é raro essa história de pensar no ecossistema. Os artistas Sempre foram muito egoístas. Então, tipo assim, o flow é fodástico. Eu acho incrível que você toca aqui, cara. Quanto
mais podcasts que tenham que que às vezes pilotam de formas diferentes, tem outras abordagens, Dane, cara, você tem que deitar a cabeça sua no travesseiro. E saber que você faz um rolê muito legal, tem o poder de trazer gente muito massa. Eh, e >> tem de uns amigos que manda o salve falando que quer vir aí e trazer uma Amiga, né? Isso. [risadas] >> Você tem um rol, você tem o poder disso tudo, cara. Então eu fico muito feliz de poder eh eh você ama o que você faz, isso é muito verdadeiro. E você é
um cara que você pensa, tanto que você tem o flow game, você tem você tem várias frentes aqui dentro, porque você entendeu que >> orbitando, essa galera toda orbitando, criando força, cria um movimento, cria um hábito nas pessoas. Hoje chega 6, 7 Horas da noite, todo mundo liga para ver o que tá tolando ao vivo no flow. >> Algum podcast vai ter, é algum podcast, cara. Você vai ver um assunto que eu quero, cara, que eu gosto. Pô, legal, mas não tá. passa pra frente, eu vejo depois. >> Então, cara, e eu sinto muito isso
assim de você pensar no ecossistema e você sabe disso. E na música a gente sempre fez assim, >> mas é que tu vai, eu, eu considero que Tu vai de uma forma bem mais abrangente, talvez porque tu conseguiu fazer o teu, falando empresarial ex, o teu core muito forte, muito fodão, que aí você já é, vocês já são Fernando Sorocaban. Então, Sim. Então assim, e isso habilita várias outras coisas, >> vários outros braços. Exatamente. E E você fica mesmo quando você tem esse tripé, tipo, tanto a imagem como música, como shows equilibrado, quando vem uma
pandemia, por exemplo, você dá os pulos, Porque daí a imagem trabalha, você faz live, as nossas lives na pandemia foram super bem. >> Pô, você não tem tanta, você não tá acertando a música, mas cara, o show é show é incrível, pô. Eu vou lá para ver, porque os caras vão entregar muito no show, vão trazer uma experiência diferente, então você fica refém. Volto a dizer, não tô dizendo que tem formato certo ou errado. Tem, volto a dizer, tem caras que tocam a carreira muito em cima Da imagem, tem caras que nem querem ser conhecido
na rua, mas o show é incrível, arrasta. Eu eu o Fernando de Sorocaba optou por ter uma carreira equilibrada. A gente sabe o nosso tamanho, a gente sabe o nosso Brasil, porque o Brasil tem muitos Brasis aqui dentro. Então é, é são eh as nossas frentes são muito agro. Então se eu tiver na Bahia em Luís Eduardo Magalhães, funciona demais o Fernando Sorocaba, que é uma região agrícola, tal. Se eu for para Salvador, Talvez não tanto porque lá com banana, >> é outro rolê, é outro rolê. As as músicas de vaquejado, um chiclete com B,
é outro rolê. Então, a gente entende qual o nosso Brasil, até para não ficar eh eh eh eh indo para lugares errados, que realmente a gente eh não que não seja legal, faço às vezes eventos em Salvador, mas geralmente é corporativo, outras coisas lá, mas a gente entendeu qual qual o nosso Brasil, com quem a gente tem que falar >> e tem funcionado. A gente vai agora para o ano que vem a gente vai para 20 anos de carreira, cara, entregando o que a gente pode, assim, a gente gosta muito do que faz. É >>
muito chique. Muito chique. Olhando vocês dois conversando, eu fiquei pensando num trem. Vocês, na verdade, os dois têm uma visão comercial do negócio de cada um de vocês muito grande. Isso é uma coisa que eu tento aprender com caras como vocês dentro do meu negócio. Porque eu vi você falando, por exemplo, no Danilo Gentil na época que você foi, que você tinha intenção, por exemplo, de ter o Flow News e hoje o Flow News já existe. Então, na verdade, você entendeu que o um formato de jorn jornalístico dentro do Flow seria uma nova abertura? Se
der certo, maravilhoso. Vamos embora. senão a gente pode mudar da >> quer que eu te fale, eu vou te falar qual que é a estratégia nesse caso aí. >> Eh, eu acho importante ter um um alguma Coisa que vai falar de news, de notícia na internet, de forma independente do mais ou menos do jeito que eu acredito dia, toda hora que >> tem a ver com que parecido com a a ideia que a gente tenta fazer aqui no Flow, que é cara, aqui é Suíça, eu quero ouvir o que você tá falando. Você foi uma
grande merda. A gente vai debater a grande merda que você tá falando aqui, >> né? Porque porque assim, pode ser que tenha algum alguma pérola, né? ou sei Lá, Às vezes às vezes é só no flow, às vezes é só divertido, às vezes é só eh às vezes é só ciência, às vezes é cabeçudo, às vezes não é, mas o flow news e news, eu achava importante que houvesse alguma coisa com esse nosso q, sabe? Eh, e aí, >> mas com certeza é, e a parte dele, por exemplo, desse show que ele entrega, que é
totalmente fora do normal, para mim é a mesma coisa. Na verdade, ele não é só um artista. Ele tem uma visão comercial De ser artista muito gigante. Eu acho que muitas vezes quem mexe com arte, e aí falando de arte em todos os sentidos, assim, às vezes não entende que a visão comercial daquilo ali talvez seja a mais importante. E por que que eu falo isso? Por exemplo, tudo que um dia foi hoje, hoje é tradicional é fazer churrasco no espeto, mas um dia não foi. >> Um dia alguém enfiou o espeto e alguém falou
assim: "Não, é isso, é muito estranho." Então vocês colocam o novo Que de um jeito não tão tradicional e vocês testam isso dá muito certo. Entendeu? >> Exatamente. Mas é isso que isso tocar de vocês do flow do time, vocês também sabem recuar quando precisam. >> Tem que recuar. Já teve, já teve passo, vocês deram pra frente e deram e tiveram que dar dois para trás para depois dar quatro pra frente. E assim, irmão, >> o rolê é esse. É, é. A gente às vezes arrisca, volta, a pandemia ensinou muito Isso pra gente, né? Para
todo mundo, né? Para todos. Namarra, mas ensinou. Namarra, mas ensinou. Então isso isso é uma é uma é uma é uma uma característica que eu vejo muito legal assim em você. Você tem essa essa coisa de tipo abre novas frentes, mas também eu sei recuar onde eu preciso recuar. Isso é, isso é muito inteligente. Não é todo mundo que sabe disso. Tem cara que vai pro caminho errado forçando um rolê que não rola, que não é para andar. >> Tem mesmo, >> né? >> É, né? É que tem coisa na vida que tu só aprende
apanhando, eu acho. Me parece, tá? Teve, teve assim, porque eu errei em lugares, vagabundo me avisou, tá? >> Eh, mas >> não tem hora que não tem, porque, cara, olha, veja, olha a minha vida, ó. Todo mundo falou que o flow não ia dar certo, tá bom? Então eu fiquei dois anos e meio pagando para existir, >> não, não é que reinvestindo, não dava dinheiro, eu pagava para existir, >> tirava dinheiro, >> nós pagávamos >> de outros lugares para existir. >> Então, eh, e todo eu ouvi a vida inteira, quer dizer, 2 anos e meio,
que não tinha como isso dar certo. >> Daí deu certo. Aí >> chegou uma hora que eu falei: "Ué, pau no cu de quem falou que não vai dar certo, >> por que que tu tá falando que isso aqui não vai dar certo?" Eu fiz o flow e deu certo. Eu vou tentar essa [ __ ] É, no cu. >> Então, mas tem que tomar cuidado com isso porque é um erro muito, porque quando dá certo uma coisa, >> não quer dizer que a segunda vai dar. >> Com certeza. [risadas] >> Não quer dizer que
a segunda vai dar. Isso acontece com muita gente. E eu falo, tem empresários, amigos, tal, que Falam: "Cara, não é porque você acertou." E o cara e o que o que pode acontecer talvez de pior pro empresário, ele dar ele acertar muito bem na primeira. Exatamente. >> Teve um cara que ele começou, vou dizer por Fernando Sorocaba, teve um cara muito bacana que ele deu uma acertada muito grande, trouxe um grande patrocínio, ele foi comissionado por isso, mas muito rápido, foi muito fácil e deu certo e virou tal. Ele já pegou Aquela grana que ele
era um cara simples, ele pegou aquela grana e já carro e lá lá lá o cara. Falei: "Calma, irmão, não é porque o primeiro deu certo >> que você vai bater na segunda porta que vai ser mole. Você deu muita sorte no primeiro e foi o pior que podia ter acontecido na vida dele, essa história de dar dar certo muito fácil, >> cara. Daí ele foi errando, errando, errando, errando. Vendeu o carro e foi errando e não conseguia levar o Patrocínio lá pro outro. Aí a daqui a pouco ele acertou de novo. Mas foi uma
baita lição, porque é o que a gente falou, não é porque o primeiro deu certo que tudo vai dar certo, tem que ter esse pezinho no chão. >> É. E tem várias, tem várias e as pessoas assumem um monte de coisa. Eh, e usando o flow como exemplo, sobre o flow, que elas não fazem ideia de como é que é de verdade, que nem as coisas assumem, as pessoas assumem uma porrada de coisa Sobre o churrasco Fire, que é que não é exatamente daquele jeito ali, entendeu? Eu provavel, eu não sei, mas eu chutaria que
aquilo ali é muito mais legal de fazer e e qualquer coisa do que dar dinheiro. Eu >> chutaria. É verdade. É verdade. É um evento que que envolve alimentos. Se a gente, a gente tem patrocínio, tem várias coisas, mas é um evento muito justo ali. Se você errar qualquer coisa, >> você perde dinheiro, realmente. >> Então tá fazendo que curte, que é legal, tem a chance de ficar maior e lá lá lá, né? Mas o cara que não, o Sorocaba isso é suave, cara. Car, >> é, não faz. Já tentaram fazer, não consegue fazer tão
fácil. Você tem que ralar e dar passos para trás quando tem que dar. E e e não é fácil, não é fácil, não é fácil. Tem um evento gigante esses dias. Eu tava falando com, você lembra da churrascada, do evento churrascada? Bem, inclusive >> eu conversei com um dos, >> eu não sei do que se trata, me conta aí. >> É um evento gastronômico muito legal que existia e parou. >> É, >> eu perguntei, cara, era muito, sempre foi muito legal, tal, depois me volo. >> Parou de fazer com volume. Eu não sei o que
aconteceu, mas eles tiraram o pé. Tinham, tinham aberto várias frentes, tal, mas eles tiraram o pé e até venderam. >> Venderam, >> venderam, passaram. Por quê? Porque eles falavam: "Senor, cab um evento muito caro." Eu conversei com dos donos das antigas, falou: "Cara, um evento muito caro que qualquer rinho a margem ajustava um evento que envolve alimento, você entrava dentro, tem vagu". Então é muito e mexer com evento que tem alimento é milindroso e eh e são milímetros ali. Graças a Deus a gente passou um tempo e aprendeu o mecanismo e A coisa tá rodando
redondíssimo. A gente não pode se queixar porque agora a gente tá colhendo muitos frutos. >> Mas é um evento que não é fácil copiar >> não não querendo me gabar. Não é fácil fazer igual, >> porque a estrutura é super difícil, >> é muito milindrosa, é muito mexer com alimento é complicado. É a história do show que não é o churrasco lá, é o show aqui, as coisas se conectam. >> Te falar, pode fazer, mas difícil. >> Sei que foi lá para você foi incrível que tu >> não ai é muito bom chegar e comer,
né? Nossa, agora mais fazer já é outro be. Eu participei da churrascada e eu levei um menu degustação pra churrascada. Eh, na no na vez que eu fui, Igor, eu passei 7 dias porque eu servi 2.000 pessoas, né? Imagina isso. Eu passei 7 dias dentro de uma cozinha, 10 horas por dia, só para conseguir montar um menu degustação para 2.000 pessoas. Parei de Trabalhar, tipo, porque o meu trabalho não é fazer, né? Hoje, tipo, servir, eu não trabalho com eventos, mas como eu me propus aí, então assim, é outra. Nossa senhora, o buraco é muito
mais baixo. >> Quer ver uma coisa que é gostado que você faz, por exemplo, o evento e é e o churrasco on fire, ele é um evento que ele é open food. >> Uhum. >> Mas ele não é open drink. Se a gente fizesse open drink, talvez a gente Conseguia valor agregado maior. Só que os pau que sai. >> [ __ ] tu é muito de cabeça. >> P a gente tem, a gente teve 110 edições, irmão. Não tem histórico de briga. Eu até porque esse ano foi o tema foi a fábrica do churrasco. Eu
eu montei um negócio lá que que a gente fala, sabe? As indústrias quando você entra, fala, estamos a 100 dias sem acidentes [risadas] >> quando começa uma discussão, falo: "Cara, nós estamos a 110 shows sem briga, você não vai começar a brigar." Mas, cara, por não ter essa bebida liberada já, isso é um evento de tarde e tal, mas família, cara, não tem, não tem histórico de fight. Também vi zer >> não tem histórico de Isso é pensar no evento e não na grana. Hã, você pensar na qualidade também. O o o patrocinador ele não
quer ver a proteína animal, que é algo caro, jogado, a cerveja, a estrela galícia meio bebida, o resto Jogado fora. >> Não é legal isso. Então, e isso são coisas que você vai aprendendo, sabe, com com o passar do tempo, que às vezes você criar algo para sempre, né, para durar, não dá para você ficar pensando no dinheiro imediato. Então, empreender vai fazendo isso na nossa cabeça, né? Vai fazendo você filtrar. >> É, é. E, e respeito, tendo a respeitar, eu admiro os eventos que dão muito certo e que arrebanham muita gente, que leva Muito
dinheiro. E esse é o objetivo mesmo, levar muito dinheiro. Eu admiro porque o cara pensou num jeito maneiro de ganhar dinheiro. Muitas vezes são jeitos novos que produzem dinheiro e não e não remanejam o dinheiro, sabe? Eh, mas eu admiro mais ainda quando o cara tá fazendo com com uma preocupação, porque assim, a preocupação com dinheiro, ela é fácil, ela é a primeira, ela é muito óbvia, né? Então assim, que que você quer? Dinheiro. Se jogar Língua, o que que você quer? Dinheiro. Dier dinheiro, dinheiro, dinheiro. O cara que fala assim: "Eu quero fazer um
evento [ __ ] é mais raro". Entendeu? >> Então o cara que tá fazendo um evento [ __ ] que ele cuida, ó, por que que não vai ter cachaça à vontade? Porque vai atrapalhar o meu evento. >> E ele falou, né? um evento familiar demais. Você chega lá, você vê. É muito legal de participar. Exatamente. Por esse lado, >> a gente que tá em cima do palco, às vezes a gente toca em evento bebida liberada, sem querer falar, porque isso também é uma estratégia de alguns contratantes, tal. Existe uma facilidade de se atender um
bar quando a bebida é liberada. Você não precisa pegar comanda tal, você vai servindo tal, >> mas muda toda a dinâmica do evento. Muda dependendo do evento, muito mais brigas, muito mais confusão. Aí são escolhas, né, meu irmão? Tu vai encher de Segurança o teu trê, é beber. Eu já, a gente já fez evento bebida liberada com, com alimento. Tinha cara que comia um hambúrguer. Tipo, você imagina, tinha uma experiência gastronômica toda. O cara comia um hambúrguer, ia pro bar >> e aí pau, bebia meia, joga fora. Bebia mais meia, joga fora. Desperdício. Sadaí voltava
para pegar no sabe, não mistura isso. Então isso é ter carinho, né? E o cara pensa, tô pagando, pagando o pior jeito de pensar, viu? Ô seu babaca, esse É o pior jeito de pensar. Tô pagando, [ __ ] Como assim? >> É, vou jogar >> metade tá quente, entendeu? É assim, evento open baré >> buraco mais embaixo [risadas] >> caindo, né? Tem mensagem pra gente aí, Vitor? Tem, né? Obviamente antes da gente par as mensagens, no entanto, deixa eu falar para vocês aqui dos parceiros que estão com a gente hoje. Começando pela Estrela Galícia,
cara, que olha aqui, eu não sei se vocês sabem, mas 22 anos depois tá rolando o Moto GP aqui no Brasil de novo. E a e a segunda etapa vai acontecer lá no Autódromo Internacional Irton Sena em Goiânia, sabia? Patrocinado pela Estrela Galícia. E sabe o que que tem de legal? Não é, não é só não apenas tá patrocinado pela estregalícia, não. Tá rolando uma promoção, cara. Tá, você pode ter uma experiência VIP com acompanhante lá Nessa etapa do Moto GP em Goiânia, tá no no Autódromo Internacional Atirton Sena. E é facinho de você participar,
cara. É, é o seguinte, ó. Deixa eu ler aqui para você o que que você pode pegar de prêmio. Ó, tem que ter um monte de coisa, cara. Ó, eh, tem boné, copo, shoulder bag, jaqueta exclusiva. É uma experiência e essa daqui é o grande prêmio, uma experiência VIP com acompanhante, incluindo traslado, hospedagem, alimentação, acesso ao Padoc, visita aos box e encontro com o piloto. Se tu gosta de Moto GP e vai ficar fora dessa aqui, tu tá de sacanagem. Nem faz sentido, né? Vai gostar de outra coisa, não é? Porque é só você, é
só assim, a promoção acontece do dia 10 de janeiro, ou seja, já tá rolando até o dia 27 de março ou enquanto durarem os os estoques. E o prêmio VIP é válido até o dia 6/03/2026, tá bom? Então, eh, se eu fosse você, eu dava uma olhada nesse QRcode aqui, nesse Link na descrição. Vai lá saber um pouco mais sobre essa promoção. E, pô, imagina, você pode morar em qualquer lugar do Brasil que a Estrela Galícia vai te levar para curtir o MotoGP lá em Goiânia. Tá? Então tu não vai dar esse mole, né? Então
saiba mais no QR Code, no link na descrição aí. E além de tudo, a Estela Galícia é a minha cerveja de escolha. Na sexta-feira aqui vem a galera aqui em cima aqui tomar uma cervejinha enquanto a gente troca uma Ideia. Às vezes toca uma musiquinha. É, >> é o barzinho tá bombando ali, hein? Legal, legal, legal. >> Você la galícia comendo é espanhola, né? A cerveja >> espanhola. Espanhola. >> Bate a cerveja. >> Se tu não conhece, tá perdendo tempo. Vai lá. E uma uma outra mensagem aqui é que eu não sei o que que
você vai fazer no carnaval aí, mas se você for viajar, cara, eu recomendaria você experimentar O Airbnb, especialmente se tu vai viajar com os teus amigos e com a tua família. Se for viajar em galera, eu recomendaria você experimentar o Airbnb. Não tô dizendo para você que é melhor do que ficar no hotel, é só que é outra experiência, tá? Então imagina que você vai para uma cidade que você que tem praia ou você vai curtir o carnaval do Rio, tá? E aí você pode escolher aí pro bloco cordão de bola preta lá no centro
do Rio. Você pode escolher ir pra praia, Todo mundo ficando mais ou menos no mesmo lugar, compartilhando as experiências e e a própria, né, parceria. Então, pô, ficar com a família numa casa não é muito mais legal do ficar dentro de um quarto ou com os amigos, todo mundo numa casa ali. É, é, não sei se é melhor, mas é uma experiência diferente. Essa que é verdade, porque tem gente que gosta de ficar e eu entendo, né? >> Ah, eu uso muito Airb. >> Eu também uso bastante. Eu eu prefiro, tá? Eh, especial quando eu
tô sozinho, nem tanto, mas quando eu tô com a minha família, com os meus amigos, quer fazer alguma coisa, eu prefiro. E você aí, cara, se você talvez esteja um pouco em cima da hora para você se resolver pro carnaval, mas dá uma olhada nos preferidos dos hóspedes, tá? Que a galera que já se hospedou e já curtiu e e deu boas avaliações e e o o host gente boa, tem um, sabe, dá uma olhada lá nos Preferidos dos hóspedes, dá para você pagar com Pix, dá para você pagar parcelar o cartão de crédito, cara.
Vai lá conhecer o Airbnb que não tem como você ficar, não é? Eh, não tem como você perder, tá? É, é sensacional uma experiência que ela é é um jeito de viajar diferente, tá? Vai lá e e conheça um pouquinho mais também do Airbnb. Deixa eu ouvir as mensagens que tem pra gente aí, Vitão, por favor. El Games mandou uma mensagem pelo Pix. Desde que comecei a acompanhar VCS, comecei a incluir mais miúdos na dieta. Olha, >> saúde é tudo. >> Saúde é tudo, né? Miúdos na dieta. Isso aí tu tu >> é é muito
saudável, cara. Isso aí >> tu come. [risadas] >> É, não deixa de ser coraçãozinho. >> É verdade. >> De frango. Amoela. Tu comeela. >> É. Não, eu não, eu não sei quem quem que ele tá acompanhando, porque ele não come. Eu também não. Não como muito assim. Eu, por exemplo, não, eu, >> eu não, eu também não. [risadas] Não mete essa, meu irmão. >> Eu tô com eu tô pensando aqui, miúdos, eu como coraçãozinho, moela, que mais? Sei lá. >> Acabou. Come. É bife de fígado. >> Não, não gosto. Você gosta? Eu não gosto, gente.
Já tentei de tudo, hein. >> Ô, tinha um amigo, eu lembro de na casa dele lá, o moleque, a gente tava jogando alguma coisa no PlayStation, o moleque, ô, vamos na rua fazendo não sei o quê. Gente, levantou, foi saindo na na pia da da cozinha da a avó dele tava fazendo, tinha um balde com um montão de bife de fígado assim, o moleque passou, pegou um e comeu. >> É, aquele cara que >> ah, mas aí eu com Se eu gostasse hábito. >> Então, para mim eu fi, eu lembro, eu, eu Lembro como se
fosse hoje. Era uma bacia azul, uma, a pedra da pia, por mim foi incrivelmente chocante. Eu não gosto aquilo de jeito nenhum. Quanto mais cru, sabe? É servido mal passado na França. >> É mal passado mesmo. É igual carne bovina. É, é a forma que eles servem lá. E é tipo carne. É, pode em alguns restaurantes carne nobre. >> Agora em termos de saudável é muito, sa muito saudável. Moela, né? >> É B12. Aquela vitamina que normalmente falta nos veganos. No no fígado tem muito, >> muito, muito. >> Tem qual carne esquisita? Qual qual? Não,
carne, mas qual alimento te chamou? Teve algum alimento que te chamou atenção lá na escola? >> Porque, caraca, isso aqui, hein, pô, ninguém come isso, pô. Que esquisito. >> Eu acho que é a carne de É aquele pombo, >> pombo, >> pombo, porque assim, lá é iguaria e eu tenho pavor, gente. Eu acho tão ruim. E aí eu ficava, eles ensinaram 17 formas de fazer carne de pombo e eu tinha que comer, né? Você tem que comer o que você tá fazendo, [risadas] porque se você vai, é, imagina você entregar pro seu chefe que é
meio masterchefe, você entrega pro chefe no final e ele te dá notas em cima de higiene, organização, sabor, apresentação e tinha outra coisa, Mas eu esqueci. Mas enfim, são essas coisas. E aí assim, eu tive te ficar provando pombo e eu ai odiava. E aí tinha tudo de pombo que você imaginasse. E também é servido mal passado. Peito de pombo. Eu não sei se alguém aí gosta, mas [risadas] >> mas eu não gosto nem um pouco assim. >> Os amigos lá que mora, que mora os amigos que estão [risadas] situação complicada lá no centro do
>> Não, aí é criadouro bonitinho, pombo criado igual as nossas galinhas de granja, por exemplo. >> Mas eu fico vendo os pombos. Eu ficava vendo pombo na rua lá na França, os bichinhos sem um pé, velho. Aí, aí cortava para eu fazer um pombo lá dentro. Aí eles cagavam na gente também. Lá eles cagam na gente, né? [risadas] É porque é muito pombo lá. Aí ele caga mesmo ser. Nossa, eu ficava muito louca. Falava assim: "Agora eu vou ter que Fazer o pombo que cagou em mim". Eu ficava, [risadas] essa era a minha impressão, apesar
de ser falsa. [risadas] >> É o filho da [ __ ] Caga em mim agora. Aí, ó. Filho da [ __ ] Toma aqui, ó. C aí, ó. C agora. [risadas] >> Foi ele que falou, gente, mas foi perfeito. >> Pô, comer pomba é hardcore, man. >> Passei mal. >> Ai, cara, eu vi essa cena na minha mente agora. [risadas] Caga aí, cara. >> Estranho. Pombo mesmo. É pombo. Tem piadas com pombo, né? Os cara azul. >> Tem tanta coisa massa para comer. Tem gente que >> não é ruim. É ruim. É ruim. Ah, eu
fiz em guia. que é aquele peixe meio cob, mas eu não gostei. Você gosta? Acho carne meio dura. É claro que a conqução melhor e Tudo mais, mas eu vou falar, >> mas tem, mas tem jacaré. Rolou jacaré >> eu não como nada do mar. Um porque eh eu eu sou fresco. Dois que eu sou que eu sou altamente alérgico a camarão e eu quase me fodi uma vez por causa disso. E eu fiquei cagão. Eu Mas quando eu era menos, minha mãe fala, quando eu era moleque eu me amarrava em sardinha, comia pr [
__ ] É pescadinha, comia pr [ __ ] >> Ah, um peixinho frito tem seu lugar, né? >> Ah, tem o seu lugar. >> Mas aí eu >> nada nem Mas de rio, tilapia, essas coisas você corre. Eu já tentei depois de velho, mas eu acho que o trauma de quase ir pro quase pro saco por causa do camarão, eu lembro do dia, eu tava na casa de um amigo do meu pai, uma piscininha aqui assim e tava e eu comia. Por isso que eu tô te falando, os cara tava comendo lá, eu veio um
Camarãozinho, eu comia, eu dia ter, eu era molequinho, era uma criança. >> Você descobriu nesse dia. >> E aí eu fiquei com a cara deste tamanho, tive que comer uma, tomar ir pro hospital, tomar remédio, tudo [ __ ] Aí aí >> Mas será que alergiu ou você pegou um premiado lá? >> Não era depois eu tive outras pequenas experiências. Eu quase morri, mas depois eu é porque a alergia ela ela >> desenvolve, né? Aham. >> Então não tem muito o que fazer. Você tá ali, não tem nada, de repente ela é. >> É. >>
Então, >> mas eu eh isso, podem me xingar por falar isso, mas assim, eu acho que o fruto do mar, ele é muito bom. Ele tem seu lugar demais, mas ele também nunca será. Eu acho que a carne bovina, a carne bovina ela rebenta com ele. Não tem jeito, gente. É, é muit, por Exemplo, eu gosto de frutos do mar com carne bovina, surf and tough que chama. >> É surf and t. >> Eu amo tipo um anchão, o rebike. Você gosta com camarãozão assim? Ah, e sim. >> Outro dia tinha um cara falando isso
aqui na minha frente. Eu foi a primeira vez que eu ouvi. Agora tô ouvindo pela segunda vez. Prato muito comum lá nos Estados Unidos. Muito. >> Eu amo muito. É só que eu acho que ele não ele não tem o mesmo, a mesma entrega De sabor que o >> que a carne bovina, a suína tem, entendeu? >> E o que que vocês acham eh eh de um de certas, vou chamar de heresias culinárias? Que que que eu quero dizer com isso? Isso daqui são coisas que não fazem nenhum sentido, tá? Por exemplo, eu não gosto
de comer frango, um prato que tenha frango e ovo, por eu tô comendo a mãe e o filho. >> Meu Deus, Igor. [risadas] Nossa, que pensamento, >> cara. O Igão tem um nível de criatividade vegana. Eu acho que ele é vegano. >> Isso. Ele é vegano. Certeza, >> cara. Ele é um, ele é um carnívoro enrustido. >> Mãe e o filho [risadas] não. E ele levou mãe e filho ainda. Eu prefiro comer o frango, depois eu como ovo. >> Ô Gal, você tem uma amiga aqui, esse cara é um é um vegano enrustido. [risadas] Éora.
>> Que isso, >> cara? Tô comendo a mãe e o filho. É que que ele falou que você chama de vegana, eles chamam de [ __ ] [risadas] Gente do céu, tô impressionada, gente. >> Porque porque a gente tá falando que não são mesmas coisas, são coisas diferentes, entendeu? No meu caso é [ __ ] mesmo. [risadas] Não tem nada a ver com você vegana. >> Eu sou a pior pessoa para falar disso Porque eu amo explorar sabores e loucuras. Me chamam, >> muita gente me chama de louca e me julga por várias misturas que
eu faço. Então eu acho que talvez você tenha uma heresia mais fácil do que eu na gastronomia. >> Ah, eu assim não consigo lembrar, >> pô. Por exemplo, um hambúrguer. Você, vocês mencionaram o surf and turf. Dá para >> her. Heresia é queimar carne, torrar Carne. Isso aí é heresia. >> Isso. Boa, boa, boa. >> Agora um hambúrguer que é metade costela de porco e embaixo é um é um smash burger de angos. Pode ser >> de boaça a outro mais ou menos. Mas eu para mim vai tudo. Eu fiz no Danilo Gentille um hambúrguer
de frango frito com sorvete e mel e o povo comig uns doidos lá. >> Tu gosta desse lance de misturar o doce e o salgado? Ela gosta. >> Eu amo. Eu sou louca disso aí. Ela fez um que que você foi um foi um antio com com l de leite >> com foi o seu com o chocolate meio amargo, eu acho. >> Foi no caldeirão >> surreal. Você fica, você fica, é surreal ass >> Mas o melhor que eu já fiz, eu acho que foi no meu é coisa, é, tem que entender, porque assim, fala,
você falando, Ju, parece um absurdo, pô. Com doce de Leite. Seu, mas eu tenho certeza que se você servir vai ser incrível. É, vai ser >> não. Eu eu fico feliz porque assim, eu eu fui muito julgada por conta disso no início, muito muito mesmo. Eu acho que esse é o meu grande hater assim, porque é o hater que acha que isso é uma heresia culinária, entendeu? Igual você brincou. Mas eu é igual eu falei, gente, o inovador hoje já vai ser vai est na casa das pessoas, desde que ele seja verdadeiramente bom e não
esteja Buscando apenas likes. Eu acho que se eu tivesse fazendo isso só pelos likes, aí beleza, aí as pessoas realmente poderiam. Só que as pessoas estão testando em casa. Isso tá acontecendo. Eu fui chamada para vários programas importantes, inclusive por conta disso. E aí as pessoas começaram a testar e aí eu comecei a ter um feedback muito bom. E hoje em dia tem vários influenciadores fazendo carne mergulhada em alguma coisa ou doce ou outras experiências. Então o Negócio é você ser verdadeiro. Igor, eu fiz, por exemplo, no café e não gostei. No final eu cheguei
e falei: "Não gostei". Mas eu fiz na goiabada com queijo canastre e eu amei. >> É que aí não tem como ficar ruim. >> É, não tem >> não. Então, mas é uma carne maturada na goiabada por sete dias. Depois você tira o excesso de goiabada, grelha a carne. >> Tá legal? Tem como ficar ruim? Porque você, eu preciso te, eu preciso te Crescer, né? Tem como ficar ruim se errado. [risadas] >> Mas que, pô, goiabada, queijo, canast aí. Que carne que tu usou? >> Eu usei uma picanha nesse caso. >> Aí, vamos lá. Tu
já viu Friends, né? Já, >> já. >> Então, aí tem um episódio lá que o que a Rachel vai fazer uma comida lá e as páginas estão coladas, aí sai um frango com, sei lá, com creme de sorvete, um bagulho assim que aí tá todo mundo Achando uma merda, mas tá o Joy. Pô, como assim uma merda? Frango é bom. Como é que é? É, é bife é bom, sorvete é bom, é pão é bom, tudo é mistura é bom. >> Eu sou meio dessas, mas muitos cozinheiros me julgou muito por isso. É uma coisa
assim, eu entendo, mas eu não tô nem aí. Eu respeito, mas não tô nem aí, sabe? Porque eu continuo entendendo que o seguinte, desde que seja verdadeiramente bom, eu falo que é bom porque eu realmente acho, tá tudo certo. Se eu virar e falar por qualquer motivo que algo que é ruim é bom aí não. Aí >> é, existe um bom relativo também. coisas que é bom para ela, que não é legal para você, mas eu acho que a Ju, ela tem um dom >> que a gastronomia deu para ela, que ela já nasceu com
isso, que ela consegue buscar sabores que são muito difícil comer alguma coisa ruim dela, assim, pode ser de diversas. Ela, ela é dom, cara, dom, como compor uma música é arte Ali, o jeito que ela junta as coisas, ela entende disso e chega num tudo que que eu acompanho dela, teve algumas coisas que eu já fiz em casa, fica muito legal. Acho que com ela fazendo ficaria melhor. >> Fic melhor. [risadas] >> Mas essa história do das coisas que ela junta com agri doce é uma sacada dela muito com a história do doce com a
carne. É uma baita sacada. >> Muito. Eu chamo de wet aged, na verdade É uma coisa que já acontece nos Estados Unidos. Eles já fazem com maple syrup. Já vi, já vi no whisky. E aí eu só quis abrasileirar. Então eu fiz com doce de leite, com goiabada. Eu já testei no mel, no café, no Aí o pistache não é tão brasileirado, né? No pistache. Eh, >> quando faz no pistache na hora aparece um cachicó enrolado no teu pescoço, um negocinho de gominho. [risadas] É que mais aparece um um Bob goods, um um um morango
do amor. >> Aí eu fiz a picanha do amor. >> Você tem muito gringo que fica louco nesses vídeos? Deve ser, né? >> Eles costumam gostar. Tanto é que eu saí no ranking australiano ano passado como uma das churrasqueiras mais seguidas do mundo. É, eu eu falei, gente, até surpresa assim porque eu achei que eles iam me xingar, que eram dois homão raiz assim, aí eles no da hora inglês, né? Da horaem inglês. Aí aí eu fiquei maior feliz. [risadas] Aí eu fiquei maior Feliz. Eles colocaram lá assim, eu acho que eu acho que tô
no caminho e vejo que o o hater mostra isso para mim. Às vezes, às vezes o hater ele mostra que assim, Ju, vai dar certo, segue aí, entendeu? Só seja honesta. Ah, o café ficou ruim, gente. Vou testar depois no café de um outro jeito. E eu quero muito escrever um livro sobre o Aid, porque eu acho que tem muita química envolvida. Eu acho que o negócio, por exemplo, esses sete dias maturando que deixa a carne Com sabor daquilo que eu coloquei, por e explicar pras pessoas mais profundamente para elas entenderem que não, não é
só pra visualização, não é só por like, eu realmente quero colocar o meu nome em algo legal que eu acredito, entendeu? [ __ ] só faz esse livro. Acho [ __ ] >> Legal, né? Eu tô pretendo, eu tô me juntando com pessoas que podem me ajudar a escrever ele com perfeição, entendeu? >> Legal, legal, legal mesmo. É, você é a mãe dessa técnica de certa forma. Não Porque você criou ela, mas porque você divulgou. É, mas é. E e o brasileiro acha muito estranho. E eu quero que o brasileiro entenda que, na verdade, ele
pode só dar uma diversificada com muita facilidade no churrasco dele. >> Dá pra minha mulher fazer na minha casa, dá para eu fazer >> total 100%. 100% 100%. >> Eu não sei. Só se já tiver cortada. [risadas] O do doce de leite, o chefe Oto fez Comigo na frigideira, ficou incrível, tipo, não precisa ser só no churrasco, entendeu? >> O do doce de leite, eu tenho o corte do Danilo Gentile falando: "A melhor carne no doce de leite do mundo." Eu também só provou a minha, né? [ __ ] [risadas] >> É, o importante é
que não é ruim. >> Eu tenho o corte dele no caldeirão do Mon. Aí eu pego, vou mostrando pras pessoas, olha, fulano provou, ciclano provou, eles não iam mentir para você, Não é à toa e tal, e a gente vai fazendo assim, entendeu? Ah, deixa eu falar. >> Não, ela é fora da caixa. Ela é diferenciada. Muito legal. Assim, >> eu me amarro nessas nessa nessa coisa de que a gastronomia permite, que é o experimentar. >> Muito legal. É muito legal. >> novas coisas, novas combinações, novas. Eu sou fresco, cara. E eu e mas assim,
>> coitado, ele passou o podcast todo falando isso. Eu duvido que você é tão Fresco assim. >> Mas ó, é um fresco que assim, eu como eu disse, né, cara, eu venho de um lugar que a gente não sabia muito bem o que que era possível, sabe? É, é feijão, arroz, batata frita e carne. É isso. Eu não sei nem que carne que é, entendeu? Então é, é desse lugar aqui. Aí começa a um amigo fala assim: "Aí como esse pastelzinho de queijo brico com da máscara não é nada demais, só nunca esteve no meu
na minha vida, entendeu? Mas não é nada demais, queijo bri da máscara". E aí >> a bom, >> é bom. Mas veja de novo, para mim não faz é o meu pastel era um pastel de queijo no máximo queijo presunto, né? E e na maioria das vezes era queijo minas. Então, eh, é, é, eu descobrir essas paradas aí é sempre [ __ ] sabe? Eu tento, o lance de eu falar aí é como o chefe quiser, é porque eu penso, é porque eu tô tentando ir por aí, Entendeu? >> Ele sabe o que ele tá
fazendo, né? Se eu empatar ele, então era melhor eu não ter pedido para ele, né? É por isso que a gente tava brincando. Ah, não, a cozinha é para todos e tal. Ass. >> Agora eu não vou pedir um troço que eu sei que eu não quero, tá bom? Eu vou, eu quero comer uma, eu como carne. Então, faz aí do teu jeito a carne aí. Tá, agora eu não vou te pedir peixe, entendeu? >> Entendi. Entendi. Não, mas quando você quando eu vou fazer churrasco por você, eu vou fazer uns trem diferentes para você
provar e entender como é que a gente pode elevar o nível sem nutelagem. É porque o pessoal acha que é nutelagem, mas por exemplo, um frango assado inteiro numa temperatura ideal, Igor, parece outra carne. É a melhor carne de frango, sabe? Tem essas coisas porque as pessoas não estão acostumadas, elas acham que literalmente ela põe, vira, Põe, vira. Aí quando ele tiver bem seco, tô >> sentindo o cheiro de um flow gorm já. vai ter um podes flow. >> Vou fazer um de culinário. Vou lá na Só que a gente vai ter que fazer lá
na tua casa que eu não tenho cozinha. >> Na minha casa no velho oeste >> é >> super tem. Como assim? É a melhor do mundo. >> Mas tem lá cozinha. >> É. Não, que é isso? >> O velho oeste >> você conhece meu velho oeste? >> Ah, então você vai ter que ir lá em Mocer o teu velho oeste. É. >> Aí você grava um flow lá bem legal e a gente faz um esquema bem gastronômico assim, só de coisas diferentes para você falar sim. Não, sim, não. >> Eu quero ir para nem aparecer.
Eu quero só ir para comer. [risadas] Quero só comer. >> Tem que aparecer que ajuda a dar uns cliques. >> Rolle. >> É. Leva ele. Leva ele. Ele tobote. No rebote. >> Bota ele para tocar enquanto a gente pr outra para tocar. Senão nós vamos ter que ligar pra gravadora dele para pedir não come. A viola velão não come. Não vou nem vou comer meu. Vou [risadas] >> aí. Não quer trabalhar. Tá vendo? Tá igual eu no isso é churrasco. Eu quero Ir só para tomar uma e comer bem e ouvir música. Justo. Justo. Às
vezes tem amigo. É para isso mesmo. [risadas] Só bota os amigos para trabalhar. Dá a próxima aí Vitão, por favor. Pineteiro mandou uma mensagem pelo Pix. Boa noite, lordes. Há um tempo fui até a China e lá comi carne de anão. Já ouviram falar? >> Com qual tempero fica bom na churrasqueira? A raça do anão faz diferença. >> A carne de anão mendigo é mais forte? >> Meu Deus. >> Meu Deus. >> Responde aí, Soroca. Eu não, eu, eu, cara, >> deixa eu dar um contexto. É, semana passada, semana passada, semana passada teve um episódio
aqui que veio o Lord Vineteiro e o e o Igor, >> aliás, o Lord Vinheteiro, eu vi um vídeo dele falando mal de todos os artistas, inclusive de mim, Lord Vinhetiro, ele >> falava, não sei o Alock, lixo, Fernando Sorocaba, Feses, sei o que lá, Feses, Sorocaba, Feses, ele foi falando todos, Roberto Carlos Fes, ele falou cara, >> mas ele gosta de tunica no ele gosta de mulher, pegou assim cascatinha e esse É, esse é incrível. Nem ele nem conhece isso ainda. Fala, vai para lá >> aí. Tá. Ô vinhetiro, agora eu quero [risadas] ver
tu falar essas merdas aí. Quero ver falar Fernando Sorocaba na frente do soroca que é feeses. [risadas] Duvido. Não é homem. >> Duvido também. >> Exato. Eu tô com equipamento de churrasco aqui. Tem faca, tem [risadas] tudo. Precisar. >> É porque ele aí eles vieram aqui e o e o vinhetiro, ele fala mais atrocidade que ele disse que ele foi que que lá na China lá foi no restaurante comeu carne de anão. Mas era piada. [risadas] Graças. Aí ele controla umas merdas bizarr. >> Você sabe que você sabe que existe, tem uma tendência, eu vi
falar principalmente do gado do leiteiro, >> que eles estão criando mini vacas. >> Ai senhora que eu pensei que você ia falar. >> Mini vaquinhas. >> Meu Deus. [risadas] >> Mini. Que que você pensou? >> Que tá tá começando a criarão do anão. [risadas] >> Uh. Até sua, hein? [risadas] Falei, alguém tira ele >> e os caras estão criando essas [risadas] >> as vaquinhas. >> As vaquinhas. Lembrando, >> eles estão criando esses essas mini vacas que elas produzem, tipo, uma vaca produz, sei lá, tem vacas que pode produzir até 60 L. Eles estão fazendo com
que essa vaquinha pequena come menos, ocupa menos espaço, >> produza tipo, não sei falar, mas tipo 35, 40 L de leite. >> Aí duas dessas ocupa menos espaço, dá menos gasto que uma de grandona e mais leite. >> Olha que doideira, cara. Interessante. >> Você falou do anão, eu lembrei desse rolê aí. Os cara tá querendo os mini, as mini vaquinhas. [ __ ] só toca a próxima aí. [risadas] Não vou ficar nesse papo de anão aqui. Aliás, gente, deixa eu falar. Mor mandou uma >> pera segura pro Lord Vinheteiro. >> Esses dias os caras
estavam com a equipe técnica lá e reclamando porque a gente tem que fazer uns shows dobra e daí tem o deslocamento, tal. Ó, que maldade, cara. Os cara [risadas] >> os caras não. Vamos fazer uma banda. A primeira banda de anão. Que lugar que vai seis vai 12. A gente coloca no colinho do outro car. [risadas] >> Meu Deus. >> Baterist. Ué, dá para fazer. Imagina o Um o um ling park. Ia ser um [risadas] link park de anão ia ia ser muito mais barato. >> Muito mais barato para levar aviãozinho que cabe seis. Leva
12 13 14. Vai um no colinho do outro. [risadas] >> Meu Deus do céu. >> Tem como só um link park mini link park da Play [risadas] na ú. >> Solta aí, pelo amor de Deus. >> G Morais mandou uma mensagem pelo Pix. [risadas] Fui num show do Fernando e Sorocaba em BC há mais de 10 anos na época que ele distribuía CD. >> Nossa. >> Ano passado fui no Onfire em Campos Novos. Melhor evento que já fui. Passei duas horas comendo e o show pra festa. >> Que legal. >> Muito maneiro. Que é um
cara que gosta de Fernando Sorocabá muito tempo. Foi lá ter experiência do churrasco com Fire. >> Nossa, cara. E curtiu, curtiu. É, as pessoas que vão ficam doidas assim. >> Eu volto a dizer, é difícil explicar o que é o evento. Quando a pessoa pisa lá, ela saca e acaba voltando sempre. É muito bacana. Quem não gosta, né? Comer bem, >> moda boa, um show bem leve. E bem relax assim, é bem o pessoal pira, pira. Obrigado, irmão, obrigado. Tá sempre convidado. >> No próximo a gente pode se esbarrar lá porque eu tô querendo ir
no tá todo mundo falando que é incrível, [ __ ] >> Né? Então eu vou. Bom, Soroca, Ju, muito obrigado pela moral, obrigado por virem aí. Obrigado pelo tempo de vocês, pelo papo. Foi isso, além de aprender me divertir. >> Incrível. Foi incrível. Incrível. Obrigado, irmão. Sempre, é sempre uma honra estar aqui. >> E deixa eu só falar dos churrascos. Por favor, esse é o seu momento. Fala. >> Posso mandar? Ó, a Ju mandou aqui para mim. Obrigado, Ju. Cadê você, Ju? Aqui, Aqui. Achei, ó. Churrasco on fire agora vai ter em eh Porto Rico,
que é um balneário no Paraná. Vai ter Bauru, Cuiabá, Belo Horizonte, Araçatuba, Cia Norte, Mogimirim, Blumenau, Londrina, Foz do Iguaçu, Cascavel e Goiânia. Esses são os shows do primeiro semestre. E daí o pessoal pode procurar lá no @churrasconfire@sorocaba, pesquisa lá >> e o pau vai torar. Mais uma vez, obrigado, irmão. Que honra você abrir Esse espaço e conversar de churrasco é sempre massa. Foi uma honra estar com a Ju. A Ju é uma pessoa maravilhosa que eu conheci agora recentemente, mas parece que a gente já se conhece há muito tempo. É muito massa ela, Natã,
que é o marido dela, o irmão dela é um crânio para fazer conteúdo. O irmão dela é uma, >> é um ETzinho. Você, se você vê esse, você vai querer roubar ele pro Flow, cara. É [risadas] o ner moeda também. >> Mora lá, mora lá, vocês vão querer Puxar. >> Ô, meu irmão, você Ô, Diego, é videomaker assim, a profissão, você tem que morar em São Paulo. >> Não, deixa ele lá comigo. [risadas] Sai fora, sai fora, Diego, eu te compro. Com amor e e dinheiro não dá. Com amorco, >> com é churrasco. Tá vendo?
Ele não vai ter isso aqui no em São Paulo. >> Mas eu também queria agradecer demais, muito pelo convite. Tô muito feliz. É, sabe aquela sensação assim, você tá indo Pro caminho certo, você tá no flow, >> legal, obrigado pela parte que me toca. >> Não, muito. Igor, sou muito fã sua. É, você arrasa. Parabéns pelo que você faz. Muito obrigada pelo espaço poder falar um pouquinho do meu trabalho. Tá aqui do Olha, posso te falar uma coisa? Se eu tivesse sido convidada para vir pro Flow sozinha, não teria sido tão especial. Então, graças a
Deus, eu tô aqui do lado do Sorocaba. Tô muito feliz, muito feliz mesmo. >> Parabéns para todo o seu time, cara. Dia zero, a turma toda pesada para trabalhar, são diferente. >> As meninas aqui, parabéns, cara. Massa tá aqui. >> Vou dormir tranquilão hoje. >> Fazendo um troço legal. Obrigado, Soroca. Obrigado, Ju. Obrigado vocês que assistiram aí. Segue os dois. A gente vai deixar tudo facinho aqui no comentário fixado. Se você tiver no YouTube com clique só você alcança eles, Tá bom? Aí vai lá no perfil do do do Instagram do Sorocaba para ver quando
é que vai ter os churrascos on fire perto da sua cidade aí para você aí também. agora quer aprender a cozinhar uma carne na moralzinha, inclusive com as coisas às vezes inusitadas. Tem lá o perfil da chefe Ju também que ela faz a carne sabor energético. A J >> não sai fora. Sabor carne verdadeira. >> Não, então [risadas] não é sabor, então é carne verdadeira. É. Então entra lá, tá bom? Tá tudo aqui no comentário fixado aqui na na na descrição. Primeiro link para você virar membro que tá tendo conteúdo todo dia. O Jan tava
gravando aqui agora mesmo. Eh, e tem também o Discord para você sugerir novos convidados e novos episódios. No mais, distribui esse episódio aí, especialmente se você gostou. Manda no grupo da igreja, manda no grupo da, manda no grupo da do do dos teus familiares aí que, sei lá, não gosta de Os veganos. Manda no grupo dos veganos. [risadas] e comenta aí, carne é uma delícia pra gente saber que você chegou até aqui, tá bom? Mais uma vez, obrigado e um beijo para vocês também. Tchau.