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Inscreva-se, ative o sininho, compartilhe e comente também a hora e o local em que você ouve a gente. Agora vamos para a história de hoje. [música] Fechem as cortinas, porque trancar as portas não adianta nada quando o pesadelo não vem de fora.
mas sim de dentro, do lugar mais puro que já existiu. [música] Seja muito bem-vindo, bem-vinda, amigo, amiga, a mais um episódio especial do na trilha do terror. Hoje nós não vamos falar sobre casas mal assombradas, espíritos vagando por corredores escuros ovultos, criaturas que espreitam na neblina ou ainda que pulam cerca dos nossos quintais.
Não, nada disso. A viagem de hoje vai muito além do tempo. É muito além da terra que hoje pisamos.
Vamos direto para as profundezas do impossível. Você está preparado? Você está preparada?
Aperte os cintos. >> [música] >> Então, imagine por um instante um abismo de tempo onde o pecado sequer possuí um nome, onde não havia morte, nem gosto amargo do sofrimento, nem o medo rastejando nas sombras. Não havia sombras, não havia mentiras, não tinha traição, nem qualquer tipo de ameaça pairando sobre a imensidão do cosmos.
Ai ai. O céu nessa época era uma sinfonia absoluta de paz. Hum.
Mas muito antes do primeiro homem abrir os olhos sobre o sol da terra, antes que as montanhas fossem esculpidas ou que as estrelas ganhassem luz, algo grandioso e eterno já habitava às alturas. [música] Sim, o Cristo que hoje nós conhecemos por meio do livro sagrado, já existia. Não como uma criação, não como um reflexo passageiro, mas como verbo eterno, indissociável do Pai, desde os albores da eternidade.
É, Jesus [música] não é criatura não. Ele não foi criado, ele é eterno. Ele era e é a glória mais excélcia, o comandante supremo das inteligências celestiais.
Isso. E naquele santuário de luz indescritível, a criação começou a brotar. tronos, dominações, principados e potestades emergiam pelas mãos do filho, preenchendo o universo com seres, é, de beleza e santidade, que a nossa mente limitada mal consegue conceber.
Sim. O que que eram? eram anjos revestidos de armaduras celestes, vivendo em plena harmonia, paz, onde o amor de Deus e o amor a Deus era supremo e o afeto múlto predominava.
>> [música] >> Ninguém conhecia a sombra da inveja ou da competição. Era a perfeição absoluta. [música] E isso durou eras.
Até que bem no centro dessa glória incalculável ergueu-se uma figura de esplendor incomparável. Um ser criado bom, nobre, dotado de sabedoria extraordinária e de um semblante que irradiava uma luz mais intensa do que qualquer outro anjo poderia reluzir. Querubim cobridor, o primeiro em honra, o mais próximo do trono de Deus, intimamente ligado aos segredos e às administração do governo divino.
Seu nome, Lúcifer. [música] Ele conhecia as riquezas eternas. Ele respirava a paz das moradas celestes.
Ele contemplava o brilho do pai e sentia a alegria pura de obedecer. Mas havia um detalhe terrível, uma semente sutil plantada nas leis do livre arbítrio e ele podia escolher. [música] E é aqui, amigo ouvinte, que a história deixa de ser um conto de fadas celestial e começa a se transformar no mais aterrorizante dos mistérios.
Porque o mal não nasceu das trevas de um mundo abandonado. O mal não veio de fora. O mal nasceu dentro do próprio céu, no coração da perfeição, gerado pelo ser mais exaltado que já existiu.
[música] sem ruído, sem guerra declarada, sem avisos prévios. Uma sombra silenciosa começou a se formar na mente daquele que tinha tudo, mas cobiçou aquilo que pertencia só ao Cristo e ao Criador. E o que aconteceu com Lúcifer?
O que aconteceu nos recantos mais íntimos de Lúcifer? Como a admiração por Deus se transformou em uma adulação por si próprio? O que fez o filho da alva desejar o trono que nunca seria dele?
E assim desencadeando a primeira e mais devastadora guerra da história de todo o cosmo. O que deu [música] na cabeça dele? A preparação para o abismo terminou.
A calamidade agora começava a se formar. A calmaria estava prestes a se estilhaçar. [música] Amigo, amiga, acomode-se bem, respire fundo, pegue a sua pipoca, sua bebida, ajeite-se na sua poltrona ou na sua cama, ponha o seu fone de ouvido, porque agora nós vamos atravessar os portões do tempo para encarar de frente a verdadeira origem do mal.
>> [música] >> Essa é a terceira parte da série Origem do Mal. [música] O episódio que você vai ouvir agora está baseado nos escritos de Allen Gold White, no livro A verdade sobre os anjos. E se você tem um conto, uma história, um relato e quer compartilhar conosco, [música] mande agora mesmo a sua história para o e-mail na trilhadoterror@gmail.
com. Na trilhadoterror@gmail. com.
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[música] >> [música] [música] [música] >> Imagine por um instante um tempo em que o mal ainda não existia. Não havia morte, não havia sofrimento, não havia medo, não havia mentira e, acima de tudo, não havia nenhuma sombra ameaçando o universo. O céu era um lugar perfeito de paz.
Antes que existisse a humanidade, antes que existisse a terra, antes que a terra conhecesse os passos do primeiro homem, antes mesmo que os anjos contemplassem o mundo da forma como seria criado, o Cristo já existia. Não como uma criatura, não como alguém que surgiu depois, mas como verbo eterno. O evangelho de João declara que o princípio, ou melhor, no princípio, o verbo estava com Deus e que o verbo era Deus.
E todas essas coisas foram feitas por ele, por intermédio dele, de modo que nada do que foi feito ou do que foi criado existiu sem a sua participação. Perceba. Segundo os relatos de Helen White, Cristo era essencialmente Deus, estando com o Pai desde a eternidade como uma pessoa distinta, mas perfeitamente um com o Pai.
Percebe e consegue entender? Mesmo antes de qualquer criatura contemplar a luz deste mundo, Cristo ocupava a mais elevada posição no céu como a mais excelsa glória e o comandante das inteligências celestiais. >> [música] >> a quem, claro, os anjos prestavam homenagens e adoração.
Sua existência alcançava eras que a mente humana sequer consegue compreender, pois nunca houve em um momento em que ele não estivesse em íntima comunhão com o Deus eterno, porque o Cristo é eterno. [música] Unidos em uma natureza e caráter e propósito, Cristo e o Pai compartilhavam de conselhos exclusivos. Segundo o grande conflito, Cristo era o único ser em todo o universo que podia participar plenamente dos desígnios dos desígnios divino, ou seja, criação e outras coisas mais que só criadores poderiam fazer.
Deus, Pai, Filho e Espírito Santo. Isso significa que o plano para enfrentar o pecado, também enfrentar o mal, já havia sido estabelecido. Deus, Cristo, Espírito Santo já sabiam desde o princípio da possibilidade da apostasia de Lúcifer e também da queda de Adão.
O plano da redenção foi concebido desde os tempos eternos, não sendo uma solução improvisada ou um pensamento às pressas após a queda do homem. Embora Deus não tivesse ordenado a existência do mal, ele havia previsto sua possibilidade e tomado providências para enfrentar tal emergência. [música] E antes de descobrirmos o aconteceu, faça uma pausa rápida.
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Agora, respire fundo e vamos continuar. >> [música] >> Posteriormente, o Pai operou por meio do Filho na criação de todos os seres celestiais, tronos, dominações, principados e potestades, de modo que tudo foi criado para o Cristo e para Cristo criado por Cristo e para o Cristo. Consegue compreender?
Quando os fundamentos da terra foram lançados, o livro de Jó descreve as estrelas da alva cantando juntas e os filhos de Deus rejubilando, provando que o céu já era habitado por seres de natureza superior, criados, belos, gloriosos, santos e revestido de uma armadura celestial com sabedoria concebida por Deus. >> [música] [música] >> Durante eras, antes da entrada do mal, reinava ali a paz e alegria. Tudo estava em perfeita ordem e harmonia.
O amor por Deus era supremo. O amor entre os próprios seres celestiais era imparcial. Não havia competição, não tinha inveja, orgulho ou desejo de ocupar um o lugar do outro.
E isso não existia. [música] [música] >> [música] >> E é nesse cenário de perfeita perfeição que se destaca uma figura, uma figura impressionante, criada e boa, sem nenhum traço de maldade. Figura formosa, agraciada com ricos dons e alta responsabilidade.
Seu nome, Lúcifer. Antes da rebelião, ele era o anjo mais elevado e exaltado. O primeiro em honra depois do amado filho de Deus.
É claro, sua forma era perfeita e seu porte nobre era majestoso. Sua testa era alta e larga, refletindo grande inteligência. Seu semblante era suave, feliz, resplandecia como uma luz especial e mais intensa do que a dos demais anjos.
Como primeiro dos querubins cobridores, ele era o mais próximo do trono de Deus e estava intimamente ligado à administração do governo divino, recebendo uma parcela extraordinária da glória, da majestade e do poder que Deus lhe concedera. Apesar de toda essa glória, Cristo permanecia acima de todo o exército angelical como filho divino, enquanto Lúcifer não passava de mais uma criatura. Perceba mais uma vez, Cristo eterno, Deus eterno, Espírito Santo eterno, Lúcifer e demais anjos e demais seres divinos criados.
Contudo, cercado pelos insensantes raios de glória do Senhor Deus, o eterno e chamado de filho da alva, Lúcifer conhecia as riquezas eternas, a felicidade das moradas celestes, a paz, a provação divina e a alegria de servir ao criador. Houve um tempo em que executar as ordens divinas para ele era motivo de imensa satisfação, alegria e júbilo. Mas algo começou a acontecer.
A sombra da escolha. Lúcifer tinha honra, beleza, sabedoria, responsabilidade, glória e a plena confiança de Deus. Contudo, ele não havia sido colocado fora do alcance da escolha.
Deus havia criado Lúcifer, um ser nobre, poderoso, mas não havia criado incapaz de escolher entre permanecer fiel ou seguir outro caminho. Lúcifer não era um robô. Lúcifer não era um boneco.
Lúcifer não era uma marionete. Ele tinha poder de decisão. Ele poderia escolher o caminho a seguir.
O mal ainda não havia aparecido como uma forma rival ou invasor externo. Tudo ao redor era perfeito, mas é aqui que precisamos parar por um instante, porque existe algo profundamente perturbador nessa história. O mal não surgiu de um lugar de sofrimento, de um ser abandonado ou de alguém que desconhecia o amor e todo o poder de Deus.
O mal surgiu no próprio céu em meio à perfeição, à beleza e à glória. [música] Mas o que aconteceu para que esse mal pudesse vir a surgir? Enquanto o céu continuava em paz e Lúcifer mantinha sua posição diante do trono, santo, puro, honrado e resplandescente, a possibilidade da escolha abria espaço para o impensável.
Uma sombra silenciosa começava a nascer. E quanto mais elevada era a sua posição, maior seria a queda. Como um ser perfeito chegou ao ponto de desejar aquilo que não lhe pertencia?
O que aconteceu dentro de Lúcifer para que a perfeição desse lugar à rebelião? O que houve no coração desse anjo perfeito para que ele deixasse entrar em suas entranhas algo que não pertencia à sua origem natural. Querido amigo, querida amiga, na quarta parte da verdade sobre os anjos, a origem do mal vai revelar exatamente o momento em que essa paz começa a ser ameaçada.
>> [música] >> E os pensamentos de Lúcifer tomam outro rumo, mostrando como o ser mais próximo do divino começou a revelar o que escondia verdadeiramente em seu coração. A Primeira Guerra do universo está prestes a começar e talvez depois de conhecê-la, você nunca mais enxergue a origem do mal da mesma maneira que enxergue agora. Fique atento aos próximos episódios.
Obrigado por chegar até o final. Comenta aí o que que você achou dessa história. Aproveite para ouvir a parte um, a parte dois, que está anexo a esse conteúdo.
Até a próxima.