Boa tarde a todos. Tudo bem? Meu nome é Antônio Lopes. Eu falo aqui do da superintendência de educação profissional superior do SENAI aqui em Brasília. Vem aqui para dar umas boas-vindas a vocês, todos alunos, docentes, coordenações, técnicas, pedagógicas que estão aí na escola. A gente tá aqui numa tarde muito Proveitosa, muito todos estão, estão ansiosos para essa tarde de muito conhecimento, que nós teremos aqui uma convidada especial. Passando para desejar a vocês boas-vindas. Não quero me delongar aqui porque a gente tem muitos assuntos para tratar. Eh, hoje se inicia aí a nossa jornada dentro da
saga SENAI, do nosso Grand Prix. A gente preparou [limpando a garganta] uma programação com muito carinho para vocês de 6 a 10 de abril, essa semana com essa Live de preparação. Então vocês vão receber muitas informações que vão subsidiar vocês na execução do projeto na próxima semana. Aproveitem, curtam esse momento, né? Prestem atenção, anotem suas dúvidas. Caso tenha algumas dúvidas depois vocês podem mandar pra gente no nossos canais de comunicação. Teremos alguns avisos importantes aí com a a Gisele que tá conosco aqui na gestão do projeto. Desejo aí boa sorte, bom aproveito e a Gente
se fala durante a live e amanhã nós temos mais. Até mais, Gisele, fica à vontade. Ei, menino, eu aqui já dei minha primeira gaf. Agora sim com esse negócio do da de mutar o áudio, tira o áudio. Bem-vindos, muito bem-vindos à nossa live. Startamos aqui, pessoal. literalmente não começamos ainda, mas estamos nesse momento de pré-aquecimento aqui, aquecendo os motores para que vocês eh consigam chegar na semana que Vem com muito conteúdo, com já vários conhecimentos que vão apoiar vocês no processo de desenvolvimento eh eh de vocês, do dos desafios. Então, queria dar boasvindas para vocês
de coração. A gente imagino que tem um monte de gente ansiosa, ansiosa por aí, mas vou sem delongas aqui no final eu vou dar um dois avisos importantes. Então, fique até o final, é muito importante. E já vou deixar meu primeiro aviso aqui que essas lives elas são Fundamentais para vocês. Mesmo que você já tenha esse conteúdo na sua escola, no seu colégio. Esse conteúdo é bem importante porque a gente tá trazendo pessoas super importantes do mercado, que tem um profundo conhecimento e isso vai ajudar muito vocês no momento que vocês tiverem ali nos desafios,
que vocês estiverem olhando para os problemas da daquela empresa que você daquele tema que você escolheu. Então é muito importante. E aí não vou me Alongar aqui mais, já vou apresentar a Carlinha. Eu já tenho intimidade, conheço a Carla há um bom tempo. Carla, eu não sei se todo mundo conhece quem é. de tecnologia aí, um pouco mais engajado em tecnologia, principalmente a mulherada, né? Espero que tenha bastante mulheres aqui. A Carla é cofundadora do Reprograma, um programa incrível de apoio a mulheres na tecnologia, que querem se desenvolver na área de tecnologia. Então, e ela
é designer Fera, que eu não posso falar uma palavrão aqui, mas deveria, mas ela é maravilhosa, pessoal. Então, a gente convidou a Carla, que é mestre nesse tema, que hoje nossa live é sobre metodologia design thinking, e ela vai abordar muito esse conceito com esse viés de mercado, entendendo como vocês podem pegar um problema que tá ali na frente de vocês e usar essa metodologia para construir e caminhar, né, apoiar vocês na construção da solução. Então, Carlinha, muito bem-vinda de coração. Obrigada por ter aceitado o nosso convite e manda bala aí que melhor do que
você não tem ninguém para falar sobre esse tema. Obrigada. Boa tarde para todo mundo. Já vou começar então compartilhando a minha tela pra gente poder já começar a falar sobre o mundo, sobre o design thinking, por que que ele entra nesse, porque é tão importante, porque que todo mundo fala disso, né? Então, minha, imagino Que vocês já estão vendo minha tela aqui, certo? Então, a gente vai começar falando sobre, já vou começar de cara, não vou nem começar com capa de apresentação, já quero começar de cara com vocês com uma citação do Peter Diamonds, um
cara que escreveu dois livros muito legais, o nome deles é Abundância e Bold e são livros que foram escritos antes dessa correria que tá acontecendo agora com inteligência artificial, mas já ajuda muito a gente Também a entender que as quem tava lidando com inovação, com o futuro, tava vendo essas mudanças que estão cada vez mais rápidas. Essa é a verdade. Então, basicamente, nós vivemos na era da disrupção e isso é uma coisa boa. As indústrias vão se transformar, as principais empresas vão cair, sistemas antigos entrarão em colapso à medida que os empresários descobrirem como otimizar
e reinventar os negócios, os produtos e os serviços ineficientes para Proporcionar aos consumidores todas as coisas melhores, mais rápidas e baratas. E a gente começa a ver isso acontecendo em diversas frentes, coisas que a gente se relaciona, mudanças que aconteceram, estão acontecendo cada vez mais rápidas por causa de um aparelhinho que a gente usa o tempo inteiro, que ele deixou de ser só um telefone, ele passou a ser uma uma interface que a gente se relaciona com o mundo para diversas coisas. E aí, pegando um pouco o gancho disso, talvez Esse o mais clichê de
todos, quando a gente para para pensar, as pessoas tiravam a, né, 20, 30 anos atrás, as pessoas tiravam fotos com câmeras fotográficas, câmeras analógicas, elas tiravam foto e aí depois vem o digital. Se a gente for parar para pensar simples, ah, daí foi pro digital, não, porque hoje em dia para você tirar foto, você tira com celular. Então, as indústrias, a indústria fotográfica, não, ela não precisava simplesmente se Digitalizar para poder acompanhar a velocidade de mudança do mundo. Ela, na verdade, tinha que mudar de dispositivo. Hoje, provavelmente, nenhum de vocês tem uma câmera fotográfica analógica
ou uma câmera fotográfica digital. ou obviamente pessoas de nicho, como ficou a vitrola, como ficou câmeras fotográficas que são usadas como profissionais de casamento, que fotografam eventos, mas observa que você no seu dia a dia, você não usa uma Câmera fotográfica, uma Cyber Shot para quem tiver memória disso quando a Sony lançou vários tipos desse tipo de câmera. Hoje a gente usa um celular, basicamente o celular agregou essa funcionalidade que ela é muito importante pra gente. Mas uma coisa importante disso, observa que a tecnologia mudou, está mudando cada vez mais rápida, mas a necessidade do
ser humano de registrar a sua imagem, de registrar um momento, De registrar algo que é importante para ele, permanece desde sempre. A gente só foi alterando a tecnologia. Teve uma época que não havia uma tecnologia como um celular, como uma câmera fotográfica, que as pessoas pintavam, desenhavam aquela cena para registrar aquele evento. Aí depois as coisas foram evoluindo, a gente conseguiu chegar na câmera fotográfica e agora a gente tem o celular. Mas observa que existe uma necessidade que elas ela tá no ser Humano, ela é do ser humano de registrar aquele momento de alguma forma.
Antes ainda de a gente conseguir registrar a imagem, a gente registrava isso contando uma história de um pro outro. Então, peguem esse gancho, porque talvez a primeira dica para vocês sobre design thinking é a gente vai olhar paraa necessidade das pessoas. A tecnologia muda cada vez mais rápido. A necessidade das pessoas, ela tem uma perenidade um pouco maior. Talvez a gente resolva de Um jeito diferente aquela necessidade, mas a necessidade ela tá ali, ela tá dentro da do movimento e do como as pessoas se relacionam. pegando esse gancho, eh, a gente tava acostumado e a
gente ainda tem no nosso mundo ainda muitos carros que as pessoas têm que dirigir, mas a gente também já vê um movimento grande, a gente já começa a ver vídeos, principalmente em países em países que isso já tá mais estruturado, como Estados Unidos, a gente começa a Ver carros inteligentes em que não precisa que não precisa de um motorista, né, que na verdade aqui nesse exemplo aqui que é um case da Google, que é o Wio, eh tem uma pessoa com deficiência visual no, né, tipo seguindo e fazendo o trajeto que ela precisa fazer sem
nesse necessariamente ela precisar dirigir. E a gente começa a observar também o movimento das pessoas. Na minha época, quando eu fiz 18 anos, eu tinha uma necessa, o sonho da galera era tirar a Carteira de motorista. Talvez a próxima geração das do juventude não seja uma coisa que, nossa, eu preciso fazer isso, porque talvez não seja mais uma questão, uma necessidade de se resolver, porque tá sendo resolvido de outra forma o deslocamento das pessoas, porque eu aprendo a dirigir para eu ter mais autonomia para eu me deslocar de um lugar ao outro. Se eu tiver
um carro para ser mais rápido, para não usar transporte público, mas observa que a Necessidade em si é a necessidade de se deslocar. E aí quando eu resolvo isso de outra forma em que a pessoa não precisa ficar dirigindo, ela pode ficar ocupando aquele tempo, lendo, usando o celular, conversando com um amigo, ocupando o tempo de uma outra forma. E aí ela vai criando outras relações. E aí eu vou trazer mais exemplos. No mercado, por exemplo, a gente tá acostumado a, principalmente aqui no Brasil, a quando a gente vai no mercado, tem a pessoa que
Fica colocando as coisas dentro da sacola pra gente, a pessoa que passa o os itens do mercado que a gente tá comprando e a gente já vê experimentos de mercado em que você simplesmente entra com o seu aplicativo, você escolhe as coisas, você passa, tudo é cobrado automaticamente pelo seu celular. A Amazon fez isso nos Estados Unidos de um outro jeito, tirando eh mudando o jeito que você se relaciona com a própria a própria experiência do mercado, né? E aí A gente pode ir para outros exemplos também. Aqui eu vou pegar um exemplo do Black
Mirror, uma série que sempre tenta trazer um um questionamento sobre um futuro distópico, né? Eh, olhando pra necessidade das pessoas. Nesse exemplo aqui, ah, né, nesse episódio especificamente, essa personagem, ela tenta, ela precisa comprar, ela tem dinheiro para comprar um apartamento, um local, só que ela não tem a nota suficiente para morar naquele bairro e Aí ela fica o episódio inteiro tentando alcançar essa nota, que se eu não me engano, é 4.5 cinco e, né? E a nota máxima é cinco e as pessoas vão avaliando ela. E aí lá como eles usam lentes, você tem
essa noção na hora, né? uson lente com tecnologia, mas parece uma coisa um pouco, talvez um pouco distante, mas a gente já vê índice social na China sendo usado. Na nossa sociedade a gente já tem, por exemplo, não tão explícito o nosso o nosso score, Que é usado pra gente poder eh receber financiamento, ser um bom pagador ou não. Inclusive, eu só posso usar esse slide em sala e com vocês, porque o meu score tá bom, porque se tivesse ruim, talvez eu não pudesse usar este exemplo, né? Mas percebe que as coisas estão mudando muito
rápido e tem várias coisas que às vezes já estão acontecendo, às vezes não de forma tão explícita ou implícita. Quero mostrar isso para vocês porque talvez se as coisas estão mudando Tão rápidas e a gente não tá conseguindo acompanhar essa velocidade com inteligência artificial mesmo, cada vez mais rápido. Eh, pensa aqui quando eu falo do celular e eu gosto de trazer o celular lá nos meus primeiros slides, porque o celular foi lançado em 2010, a gente tá em 2026, faz as contas, é muito pouco tempo para 2007, na verdade, para ser bem exata, 2007 para
2026 é muito pouco tempo. vida inteira do mundo mudou completamente. Inclusive as interações Que a gente fazem para namorar, para conversar, para comprar, para trabalhar, para fazer 1000 coisas num curto espaço de tempo. Não dá 20 anos. Se der, dá uns 20, 20 e pouquinhos anos. Observa como tá tudo mudando muito rápido. Nesse exemplo aqui, né, já que eu tava falando em inteligência artificial, a gente vê hoje o trabalho sendo muito mais rápido, um trabalho de análise, por exemplo, quando você tem que analisar imagens, né? E não só aqui, se a gente vê Inteligência artificial
em várias camadas. Isso aqui é um exemplo de como a gente pode usar a inteligência artificial para otimizar e para melhorar a nossa entrega em relação ao nosso trabalho. Então tudo tá mais rápido, cada vez mais rápido. É mais difícil de a gente acompanhar se a gente olhar só pra tecnologia, porque enquanto a gente tá falando, alguém tá elaborando um novo aplicativo, uma nova inteligência artificial, um novo produto que vai Fazer com que as coisas fiquem mais rápidas. O fato é que o mundo como a gente conhece tá acabando. E parece um pouco a meio
apocalíptico falar isso, mas assim, o que a gente tá querendo dizer nisso não é que o mundo vai acabar, é que do jeito que a gente tá acostumado, do jeito que eu conhecia, eu, por exemplo, pegando o meu exemplo aqui, eh, eu, por exemplo, meu primeiro contato com o computador foi quando eu tive 14 anos. Então, aquele mundo sem Internet, sem computador, não existe mais, é outra coisa. E a partir e o primeiro contato com o com o smartphone foi quando ele foi lançado, né? Se ele foi lançado em 2007, provavelmente eu tive um primeiro
smartphone em 2010. Então observa como tem marcas que faz com que o meu mundo esteja acabando a cada quase 10 anos eu tenho um novo mundo para lidar. E aí quando a gente fala isso, talvez a coisa mais importante é que começa a entrar o Design thinking, tá tudo mudando muito rápido. Que que eu faço então para conseguir projetar isso? Porque eu posso construir novas experiências. Se o mundo, né, este mundo está acabando do jeito que a gente vivia as experiências, significa que eu posso projetar essas experiências baseado no que tá acontecendo. Só que tá
mudando tudo muito rápido. Então, para onde que eu vou olhar? Paraa necessidade do ser humano. E aí, se eu posso projetar Qualquer coisa, talvez a gente também tenha que ter em mente que se eu projetar algo ruim, se o design for para um lugar ruim, eu posso gerar falhas. E essas falhas às vezes elas podem ser catastróficas. às vezes apenas ruins, às vezes constrangedores. Um exemplo de uma interface mal projetada que gerou um burburinho, e tudo bem, não foi um problema, mas gerou um, né, gerou uma questão naquele momento para se pensar sobre aquilo. É,
teve um case alguns Anos atrás que as pessoas no Havaí eles têm, assim como a gente tem alerta de incêndio para terminar, né, com alerta de esse tipo de coisa, lá no Avaí, como eles são muito próximos de uma região, eles têm alerta de míssel que pode cair no Havaí. E aí eles têm uma uma um estratégia para testarem as pessoas do tipo assim, ó, isso é um alerta, a gente tem que fazer, tem que saber onde é que vai, etc e tal. Nesse dia específico, eles receberam um alerta, só que esse Alerta tava dizendo
assim, ó: "Isso não é um teste, isso isso está acontecendo de verdade." Tá aqui no final dizendo, ó: "Isso não é um teste". Tipo, isso está acontecendo de verdade. Está vindo um míssel para cá, se proteja. Só que não era verdade. Isso aconteceu porque uma interface foi mal projetada. Um técnico que tinha que apertar num botão, apertou no botão errado e disparou mensagens instantâneas para todas as pessoas da ilha ao mesmo tempo, gerando Um caos na cidade, né? Um caos na na ilha como um todo, gerando as pessoas começaram a receber essas placas, né? Porque
não só nos seus celulares, as pessoas começaram a receber eh mensagens, né? Jornal falando, igual a gente tem aqui, quando tem uma notícia importante acontecendo, até que eles perceberam que foi um erro. Aqui eles estão comentando já que foi um erro. E foi um erro porque este técnico que esta interface que foi projetada, então ela Foi mal projetada porque ela não olhou para necessidade do usuário porque provavelmente ele recebeu uma demanda e aí ele tinha que apertar um botão, a interface não era clara porque ele tinha que escolher entre esses botões aqui e neste botão
ele tinha que apertar o botão que fosse só uma simulação. E aí sem querer ele ele apertou no botão que era como se fosse de verdade. Que bom que não aconteceu nada. Mas você entende como gerou uma comoção, gerou um caos, Gerou uma bagunça, porque eu projetei uma experiência que não era adequada para aquele usuário que ia interfacear com aquilo. E aí quando a gente e aí de novo, talvez uma das grandes coisas do design thinking, que é o que eu vou falar, ele é centrado nas pessoas. Então eu parto das pessoas, eu parto de
entender as pessoas para daí eu projetar coisas, para daí eu entender as tecnologias disponíveis que estão tendo e que estão mudando e como essas Tecnologias podem resolver o problema das pessoas. Nesse exemplo aqui, como vocês podem ver, a correção deles é péssima, tá? Mas assim, basicamente ele tinha que ter clicado neste botão aqui, ó, que tem o drill, que quer dizer que é uma, né, tipo, é uma simulação. Ele clicou neste botão, que esse botão é o botão oficial e realmente está vendo míssil. Corram, se protejam. E aí, para eles corrigirem essa interface do jeito
mais tosco, eu diria, eh, eles colocaram Isso aqui, ó. Esse aqui é o é o é o é o botão de alarme falso de simulação pra pessoa não rear. Mas você entende como essa interface continua ruim? Porque ela não tá pensando no usuário, porque ela não tá pensando naquela pessoa que de repente na hora vai receber. Se for um, imagina o cenário real, está vindo o míssil mesmo. Aí vem alguém, manda um alerta, liga, avisa e tal, e a pessoa abre essa tela e na correria, entendeu? Ela tá lá pensando na família dela, onde É
que tá a família dela, o que ela vai ter que falar, se ela vai chegar na família, se ela vai se ela, ela tá com mil coisas na cabeça dela, é um ser humano. E para além disso, ela tem que ler todos esses botões e tomar a decisão certa de apertar o botão certo, de apertar o botão que é um míssil de verdade vindo. Observa como a gente pode projetar coisas muito legais com toda essa tecnologia disponível que a gente tem ou coisas muito ruins. E aí talvez o Desempen pode ajudar a gente a lidar
com esse monte de incerteza, lidar com esse monte de velocidade que tá acontecendo e com esse monte de tecnologia. E aí, por que que ele pode fazer isso? Simplesmente porque no design thinking, ao invés de a gente fazer as pessoas quererem as coisas, a gente vai entender as necessidades das pessoas, o que que elas precisam, o que que elas querem e a partir daí a gente vai construir soluções. E aí a partir daí a gente vai Construir experiências para que essa pessoa consiga lidar melhor com aquela experiência que ela tá tendo. E aí quando eu
falo do design thinking, nada mais é que o é o jeito que os designers pensam. E aí basicamente o que que as pessoas observaram? Vamos encachotar esse negócio chamado design thinking e vamos levar para outras áreas, porque aparentemente, pelo menos quando a gente pensa num designer, numa pessoa dessa área, a Gente normalmente atrela essa pessoa a criatividade. Poxa, então quer dizer que todo designer é criativo? Me parece que eles aprenderam isso, porque eles não nasceram designers e foram e por causa disso eles foram os escolhidos da criatividade, foram fazer faculdade de design e por isso
eles são grandes criativos. Não, provavelmente durante a faculdade eles foram aprendendo um jeito de usar essa criatividade, de mostrar Essa criatividade, de aplicar ela em diversos cenários. Então significa que eu posso pegar este jeito que esses designers que estão fazendo faculdade lá 4, 5 anos e estão sendo criativos, as pessoas reconhecem, eu posso formatar isso e jogar em outras áreas que tão demandando pensar fora da caixa, pensar diferente, pensar a solução para além do óbvio. E aí, basicamente, o que aconteceu, que que é o que o Tim Brown, que é um dos caras que promove
o design Thinking, ele falou: "Pensar como um designer pode transformar o jeito que você desenvolve produtos, serviços, processos e até estratégia." E é tão forte isso, principalmente na área de tecnologia que grandes empresas que provavelmente vocês usam, vocês conhecem, Netflix, Google, Facebook, Dropbox, Mayimp, Pursa, Airbnb, Spotify, Twitter, né, ou Ex. Eh, essas empresas todas el por mais que elas sejam empresas de tecnologia, elas têm o Design como centro da estratégia delas. E por que que elas têm isso? Porque elas entendem que a tecnologia quando ela vem ela é uma disrupção. Tem um momento que a
corrida é por quem acessa aquela tecnologia primeiro. Depois que isso se estabiliza e isso sempre acontece, parem para pensar que vocês vão ver que a tecnologia chega uma hora que ela se estabiliza e meio que ela passa a ser um pouco acessível para todo mundo ou, né? Tipo, se a gente não entrar em questões Socioeconômicas aqui, ela passa a ser mais acessível e mais fácil de acessar e fica mais barata e chega em grande escala. Nesse momento, o diferencial já não é mais a tecnologia. passa a ser a experiência que você promove com essa tecnologia.
Por que que a gente pode falar isso? O Google, por exemplo, não foi o primeiro grande buscador que apareceu no mundo. Na verdade, o Google foi uma resposta a um buscador que já existia no mundo, que Era o Yahoo na época, o América, o da Wall, o America online. E aí o Google disse: "Olha, eu posso fazer um buscador melhor". E aí ele constrói uma experiência de busca mais interessante, melhor. E a partir daí vocês conhecem uma empresa Megalomania, que é o Google hoje em dia, que começou com buscador, não foi o primeiro, mas ele
começou falando: "Eu posso criar uma disrupção neste mercado que já está estabelecido". E o que a Gente vê acontecendo é esse esse movimento constante de entender aquela tecnologia que já tá consolidada, né? Tipo, ah, já existia cadê, já existia vários buscadores, né? Tanto que depois que o Google, a Bing, que é do Microsoft, tenta ganhar esse mercado e não consegue, ela faz um buscador, melhora hoje, agora com o com a com a internet, com a inteligência artificial, conseguiu dar uma mexida nos números, mas a grande dominância até então é do Google. Obviamente que agora o
Google tá correndo um pouco atrás, um pouco com Gimini, porque veio o chat EPT, isso não era uma coisa. E aí observa que a te, tem a corrida da tecnologia, quando estabiliza, passa a ser a diferen a experiência que você entrega pro seu usuário. E essas empresas entendem isso, tanto que eu tô citando elas como exemplo, porque existe um documentário chamado Design Disruptors, que basicamente mostra como essas empresas De tecnologia entendem o design como disrupção e estratégia de negócio. O que sustenta? O que sustenta o negócio depois que a tecnologia tá estabelecida. Pensem no GPS,
uma tecnologia que lá atrás foi uma disrupção e hoje em dia a gente entende que só tem que funcionar. Tipo, eu abro o celular e eu espero que o meu GPS esteja funcionando, conectado com o mapa que me mostre o caminho. Eu nem consigo imaginar como seria o mundo sem eu ter um GPS para me deslocar para Certos lugares, porque pra gente já está consolidado, não tô mais fazendo a corrida da tecnologia. Então o Design Think entra nesse lugar de promover experiência. E aí quando a gente fala isso, Team Brow, esse mesmo carinha que eu
mostrei para vocês, ele fala: "O design think é uma abordagem inovadora que se baseia em processos de design para integrar as necessidades das pessoas, as possibilidades da tecnologia e os requisitos pro sucesso empresarial. Basicamente o design thinking não é um método, ele é uma abordagem que tenta lidar com você tem esse mindset consolidado, você consegue olhar pros problemas de uma outra forma para que você saia da questão tipo, tá, eu vou resolver desse jeito, quase um bate pronto, na verdade você vai ampliar a sua visão para que você tente criar uma solução mais inovadora. Então,
design thinking não é o que vai resolver todos os problemas de vocês, mas se você Precisar numa situação inovar, pensar algo diferente, pensar algo que seja mais criativo, algo que não seja o óbvio que todo mundo enxerga, desental seja uma das melhores abordagens para você ter a oportunidade de gerar alguma coisa super inovadora. E aí, quais são os elementos chaves que vão estar sempre em todas as etapas que você em todas as etapas, ferramentas e que você você quando for aplicar design thinking deveria ter isso primeiro super Consolidado, centrado nas pessoas. Foi uma das primeiras
coisas que eu fal falei aqui, a gente partidar as pessoas de entender o comportamento, as necessidades, as aspirações, as experiências, o que que elas querem, o que que elas não querem, o que que elas gostam para daí a gente projetar alguma coisa usando tal tecnologia ou não. Altamente criativo, o meu foco no design thinking é explorar coisas que não foram pensadas até então. O meu foco é tentar Sair daquele lugar comum, é tentar. E é por isso que em todas as etapas do Z think a gente sempre tenta ampliar um pouquinho mais, ir pro absurdo,
pensar umas coisas meio tipo, nossa, mas não, isso aqui não vai funcionar, talvez não funcione agora. Talvez do jeito que a gente tá olhando, da simplificando, talvez não funcione, mas se a gente for parar para pensar, o futuro que a gente, o futuro não, o presente que a gente vive aqui é o futuro do passado. lá na Lá em 1900, né, tipo 100 anos atrás ou até mais, se a gente falasse para uma pessoa lá do passado que as pessoas elas iam interagir por um aparelhinho, ia ter uma telinha e tal, elas iam até namorar
por esse aparelho, aquelas pessoas iam falar: "Vocês estão delirando, vocês estão vi, não existe a possibilidade isso dar certo." Você entende que pensa num carro, por exemplo, a gente tá falando de carros autônomos agora lá em início de 1900, a gente tinha pessoas Criando um carro para substituir o cavalo que fazia o deslocamento. Imagina que você vai lá falar paraas pessoas que agora vai ter um carro que não vai ter ninguém guiando, as pessoas fala: "Imagina, você tá delirando, volta no passado". Então, quando a gente tá falando de altamente criativo e desse lugar de tentar
o absurdo, tentar se arriscar, no fundo, é porque você pode projetar o futuro. E aí você tem que ter uma responsabilidade com isso, mas você Pode projetar o futuro pro bem ou pro mal. Hand zone no sentido de a gente tá sempre colocando a mão na massa no sentido de criar, de tentar, de se arriscar. Às vezes não é nem tipo de desenhar alguma coisa mais, não é simplesmente, ah, vai sempre material, então não, não é isso. Às vezes você tá, vai estar trabalhando só com postite, mas é no sentido de manipular o pensamento, de
não aceitar de primeiro que, ah, é desse jeito porque sempre foi Feito assim, não, né? Tipo assim, a gente a gente tá aqui num processo de de criação, a gente pode experimentar. Normalmente as pessoas criativas elas estão nesse lugar de risco, tá tudo bem, a gente não vai para lá projetar de cara, mas vamos aqui, né, nessa sala com esse monte de postite colorido, vamos tentar fazer essa ideia absurda que as pessoas vão sair voando porque elas vão usar uma jaqueta que vai ter um um negócio que faz com que elas voar, tal, Mas não
tem esse negócio, tal, mas o que que a gente pode fazer para ter ser parecido? E a partir daí eu começo a me arriscar. É um pouco esse lugar interativo no sentido de que para você, isso é muito importante, para você ser inovador, você precisa entender que erro faz parte do processo. Se você achou, acha que no primeira ideia que você tiver brilhante, né, tipo, você vai assim, ó, acertar de primeira, isso não existe. Num processo De inovação, erro faz parte do processo. faz parte do processo você criar uma hipótese que você acha que ela
é possível, você ir testar esse hipót porque é interativa, é hand zone, e você dá com os mos na água e falar: "Ixe, não funcionou". Você voltar pro início, revisitar, pegar os aprendizados que você teve e falar: "Tá, não deu para ir por aqui, mas os aprendizados que eu tive podem fazer com que eu vá por aqui e aí eu acho que eu posso fazer alguma Coisa". Esse processo de ir e vir num processo de inovação, ele é muito importante. Você não vai conseguir ser inovador se você só ficar assim, ó, tá? Agora eu vou
ter uma ideia super inovadora, que maravilhosa. Vai, vai, vai acontecer, vai, não há, não existe isso. Inovação envolve você colocar a mão na massa, ir lá testar, voltar e falar: "Tá, aqui não deu certo, mas isso aqui foi bom que a gente testou, deu um negocinho certo aqui, vamos, vamos Aguardar esse aprendizado e vamos tentar aplicar em outro jeito daquela outra ideia que a gente tinha. Aí você tá começando a fazer inovação. Então esses quatro elementos em todas as etapas do Zink elas têm que estar presente o tempo inteiro. E aí quando a gente fala
disso, a gente para entrar um pouquinho mais no detalhe e mostrar para na prática para vocês, centrado nas pessoas, eu vou estar olhando para essas motivações e os problemas. E aí do ponto de vista Prático, a empatia é a chave. Não é sobre mim. Eu tenho que olhar para quem eu tô projetando e entender e me colocar naquele lugar, tentar compreender quais são os sentimentos que essa pessoa tá vivenciando, o que que ela experiencia, quais são as dores que ela tem, o que que ela enxerga, por que que ela fica incomodada com aquela caneta, com
aquele com aquele objeto, para daí eu começar a projetar efetivamente algo que faça sentido para aquela experiência e para Aquela pessoa. Um exemplo para vocês muito legal, eh, lá na Índia, o Embrace, é um projeto muito legal, Design Think, que é um grande case. Eh, lá na Índia, né, em comunidades mais vulneráveis, eles não tinham condições de colocar uma incubadora para quando os bebês nascessem antes, né, nas 39 semanas, normalmente os bebês precisam ficar na incubadora para poder ganhar ganhar, né, tempo, ganhar peso, esse tipo de coisa. incubador. E incubador é um negócio Caro, existe
existe manutenção, é um negócio complexo. Não era simplesmente eu pegar, ah tá, vou comprar uma incubadora, eu vou colocar lá numa comunidade geral, vai dar tudo certo. E quando precisar de manutenção, lembra que eu tenho que pensar nas pessoas, eu tenho que olhar para aquela, para aquela comunidade, para aquele para aquele monte de gente. Que que eles vão fazer com o negócio quando estragar? Ah, mas não vai ter para, não vai como chegar Técnico. Ah, não tem como deslocar. Daí não resolveu o problema, né? E aí o que é muito legal nesse case aqui, que
olhando pro contexto, eles foram conversar com mães, com médicos, e eles perceberam que as mães, os médicos, né, eles usavam eh de uma forma muito precária garrafas com água quente para simular uma incubadora. E aí pegando este insite, eles foram pro, né, foram pro ambiente de estudos, de técnicas e tal, descobriram uma cera que você Consegue aquecer e aí ela não aquece mais do que aquilo. Então era uma uma quantidade ideal, né, para também não queimar o bebê. Enfim, eles criaram um modelo, né, tipo quase como se você colocasse, então você aquece essa cera, você
coloca dentro deste plástico que você pode deixar sempre limpo, né, higienizado de acordo para outros bebês usarem. E aí ele simulavam uma incubadora por um preço muito mais barato e obviamente sem necessidade de Uma manutenção técnica. Por exemplo, observa como essa tecnologia parece simples, mas pro contexto onde eles estavam olhando com unidades vulneráveis, difícil acesso à tecnologia, manutenção, eles entendem aquele contexto das pessoas. A partir do que eles conhecem de tecnologias, eles vão além do óbvio. Não é só simplesmente colocar uma incubadora lá, vou pagar. Vou colocar um negócio lá. Não é só isso. Isso
não resolve o problema. Aparentemente, de um jeito simples, parece que sim. Primeira quebra já não tem mais problema resolvido. Então eles vão, eles se aprofundam naquilo, pensam fora da caixa, olham para aquilo que eles estão vendo, como as pessoas já resolvem o problema de forma arcaica, mas resolvem. E eles entregam uma solução super inovadora, super barata e super simples quando a gente para para pensar. E aí volta lá pro meu primeiro slide, quando eu falei que é a era da Disrupção, que o que o Peter fala e que ele diz que é era da disrupção
e que as empresas vão procurar soluções mais rápidas, mais eficientes e que consiga resolver os problemas das pessoas. Esse é um exemplo de design thinking. Eu olho pra necessidade dessas pessoas, entendo como elas resolvem. A partir daí eu entendo as tecnologias disponíveis e eu construo uma solução que resolve aquele problema e ao mesmo tempo é economicamente viável. Lembra quando eu Disse que o design thinking ele tenta olhar para essas três coisas? Sucesso empresarial, tecnologias disponíveis e as necessidades das pessoas. Eu olho, eu parto das necessidades e faço essas três coisas interagir. Quando eu falo que
é altamente criativo, que é o pensamento integrado, que é essa coisa de eu juntar essas três coisas, um outro exemplo muito legal era o Airbnb. Quando eu penso no Airbnb, que um exemplo, um case muito bacana, o Airbnb ele foi lançado Aqui em 2008. Vocês observam que não tem usuário. Isso aqui é um gráfico de usuários, tá? Vocês observam que não tem nada de usuário aqui, só tem teste. Basicamente aqui, aqui, aqui eles vão chegar, ó, em 2011, passando 2011, aqui entre 2011, 2012, eles vão chegar no primeiro milhão de usuários. Mas observa que essa
curva cresce muito rápido. A partir daqui, ó, mais ou menos, ó, ela cresce muito rápido. E ali, ó, final de 2012, início de 2013, eles já vão estar Com 10 milhões de usuários. Que que eles fizeram de especial aqui? que qual foi o segredo que que que eles mudaram, que que eles olharam naquilo, naquela, nessa tríade deles aqui, ó, na tecnologia, no negócio, nos valores humanos e que de repente deu um gancho para eles importante. Naquele momento, né, voltando aqui para esse gráfico, o Airbnb tava sendo testado só em Nova York, ainda era um piloto,
era um protótipo pequeno, né, não era essa Coisa megalomaniaca que é hoje em dia. É, e aí eles observaram porque era uma primeira, era uma coisa nova, as pessoas tinham um pouco de receio, elas estavam mais acostumadas a ficar em hotel, elas não conheciam de Airbnb ainda, né? E aí elas eles perceberam o que que eles perceberam. Basicamente eles tinham uma plataforma que funcionava, você subia lá as fotos, as pessoas se cadastravam, lindo, maravilhoso. Eles tinham um negócio viável do ponto de vista que se As pessoas alugassem uma porcentagem ia ficar pro Airbnb, etc e
tal, que é o negócio do Airbnb até hoje. Só que as pessoas não estavam alugando porque as pessoas nem não conheciam a plataforma, não conheciam, olhavam aquelas fotos e ficavam meio desconfiad ficar na casa de uma pessoa, nem conheço. E se não for? E aí eles perceberam que basicamente as fotos, como elas estavam sendo tiradas pelas pessoas que moravam nas casas, enfim, né, que iam alugar o espaço, eram Fotos não profissionais e que não demonstravam como era aquele ambiente. E aí fazia com que as pessoas ficassem mais receas, porque elas estavam acostumadas a experiências de
sites de hotel. Quando eles colocam fotógrafos profissionais, inclusive a BMB oferece serviço gratuito até hoje, eh, basicamente você chama lá a pessoa para ele tirar fotógrafos, o ambiente começa a explodir. Basicamente, ó, aqui tá o site falando fotografia profissional do BMB, você chama pessoa, a pessoa tira as fotos, não para enganar, mas para mostrar como aquele ambiente é favorável e é adequado. uma foto, né, uma foto mal iluminada e tal, uma foto com ângulo ruim, às vezes desfavorece e observa que foi só uma mudança, olhando pra necessidade das pessoas que faz com que o negócio
deles decolem. Óbvio que tem outras coisas de estratégias, mas aqui é uma estratégia importante. Tanto que o quinto andar quando entra no mercado Brasileiro, né, quando se coloca, é uma das interfaces que eles usam até hoje para justamente eh fazer com que a pessoa inclusive tome decisão mais rápida de ela olhar as fotos e falar: "Tá, eu quero ficar nesse lugar mesmo", né? Óbvio. Por isso que as fotos também não podem ser mentirosas. porque senão eu não vou est atendendo a necessidade das pessoas. Mas se as fotos forem mal feitas, eu que tô aqui do
outro lado da tela, eu vou olhar para aquilo de forma, Hum, isso não tá seguro, não, isso tá mais ou menos. Não vou ficar nesse lugar. Então observa uma lógica um detalhe que pode fazer com que, né, ajude a explodir a quantidade de usuários de pessoas, porque as pessoas começam a entender aquele serviço e confiar nele. Quando eu falo do hand zone, de pôr a mão na massa, né, tem um pouco a ver com aprender fazendo. E aí uma coisa muito legal que foi feita no mundo, eh, várias pessoas precisam eh Ter essa usar esse
tipo de esse tipo de material, só que tem necessidades diferentes. E aí eles construíram eh uma e e principalmente, né, a gente tá vendo esses aqui modelos aqui que são mais adultos, né, mas mas crianças às vezes que tm necessidade de usar eh às vezes não queria usar por n motivos e eles como observa que eles fizeram customizados com relacionados a coisas de criança, cores, personagens, etc e tal. E aí o que eles fizeram foi liberar Esses projetos open source para que as pessoas pudessem modificá-los, alterar, customizar, sabe, o hand zone, testar, imprimir e tal.
E aí eles criaram um site, uma plataforma que mostra todas as pessoas que fazem esse tipo de de impressão e que testam. Então, por exemplo, eu tenho um problema desse, eu tenho uma criança, um filho próximo de mim e eu quero ajudar, eu vou lá, baixo o projeto ou peço uma alteração, falo com alguém desses voluntários, são todos Voluntários, explico para eles a necessidade, eles alteram o projeto original, eles imprimem esse projeto, mandam pra minha casa, eu testo com minha criança, minha criança começa a ter uma experiência de vida melhor, porque a gente estava nesse
processo de testar e mudar e adaptar pra experiência única daquela criança ou daquele adulto que tava com uma necessidade em si. E aí quando a gente fala de interativo, né, não é uma linha reta, é um caminho de a Gente ficar sempre nessa bagunça até a gente efetivamente chegar na resposta clara, é só a gente pensar na evolução do mouse também, sabe? Imagina se tipo assim, ah, tá bom, fizemos o mouse aqui, pronto, não precisa mais evoluir isso aqui, vamos deixar não, na verdade, as pessoas começam a testar, começam a ter experiência, eles começam a
verificar, nossa, mas essa, se tivesse uma curvinha aqui, isso ia ser ergonomicamente mais adequado. Ah, talvez o botão ele não Precisa ser para cima, fica mais difícil de apertar. faz com que o meu dedo fique com um ângulo um pouquinho mais forte. Ah, então eu vou deixer. Observa que é observando a experiência do usuário, eu lanço aquilo, eu não fico travado, então eu tenho que lançar o mouse ideal do mundo. Não, eu lanço o produto, a observo como o meu usuário está interagindo com aquilo, o quanto eu consegui resolver o problema, o quanto eu fui
assertivo, onde eu posso Melhorar. A partir desses aprendizados, eu volto, modifico o meu projeto, adeco ele, lanço uma nova versão e aí nesse processo eu fazendo ficar cada vez mais inovador e mais adequado ao meu usuário. E aí aqui é um exemplo básico, mas a gente pode pensar isso em vários momentos, né? Então eu não vou ficar sempre tentando agora vou ter a ideia genial, iluminada, na verdade eu vou construir um protótipo, testar esse protótipo, voltar ele até eu poder Lançar novos produtos e seguir em frente. E aí, beleza? Então tá, são quatro elementos. Já
falei para vocês que esses quatro elementos tem que estar presente o máximo de tempo possível quando eu tiver implementando design thinking, tenho que tá ser centrado nas pessoas, eu tenho que estar aberto à criatividade, tenho que tá aberto ao erro, tenho que tá aberto a ficar colocando a mão na massa, ir lá fazer, testar, alterar e falar: "Nossa, não Funcionou". Mas como é que isso funciona na prática? Como é que eu pego esses quatro elementos e eu coloco o tempo inteiro? E aí assim para você entender como é que essa abordagem e como qualquer designer,
independente se é um designer de joia, se é um designer digital, um designer de sapato, um designer de roupa, de alguma forma, mesmo que ele não explique desse jeito, ele enxerga o jeito que ele pensa, que é esse jeito criativo, mais ou menos dessa Forma. Então, basicamente, o jeito mais simples de explicar isso para vocês é o que a gente chama de duplo diamante. Basicamente, a gente vai ter dois grandes cenários. Eu vou ter o primeiro cenário do problema e o cenário da solução. E eu vou ter dois movimentos que eu vou fazer quase o
tempo inteiro. Eu vou divergir, eu vou abrir o máximo possível, porque eu quero ter muito repertório, eu quero ser muito criativo, eu quero gerar coisas fora da caixa. Então eu preciso abrir a minha mente e eu vou convergir, eu vou fazer análise crítica sempre depois. Na prática, o que que eu quero dizer com isso? Eu quero dizer que funciona assim, ó. Sempre que você receber um desafio, o seu foco não vai ser a solução, pô. Tem que dar uma resposta. O seu foco vai ser entender o problema. Então, esse é o contexto do desafio, contexto
do problema. E aí eu recebo esse desafio. Tô nem aí pro que eu vou resolver em Termos de solução, porque eu confio que o processo vai me entregar uma solução e se eu conseguir fazer esse movimento de expandir e convergir, eu vou conseguir soluções mais inovadoras. E aí o meu primeiro movimento é fazer descobertas, é expandir o máximo possível. Quanto mais eu expandi aqui, maior a minha chance de sair do óbvio, de sair daquilo que eu já acho que eu sei sobre aquele problema. minha maior a minha chance de ser inovador quando eu for pensar
a Solução, porque eu tô saindo do meu repertório, eu tô abrindo. Por isso que normalmente quando a gente fala de time, de design thinking, a gente tenta trazer pessoas com repertórios diferentes, porque quanto maior o repertório, maior a minha chance de expandir as descobertas, as perspectivas de mundo, a visão e quanto mais repertório, melhor para eu ser criativo. Depois disso, eu vou pegar essas descobertas que eu fiz e eu vou começar a fazer umas definições. Olha, isso aqui é muito bom, isso aqui eu não tinha pensado ou isso aqui a gente não pode perder. A
partir daí, eu vou entendendo dentro daquele desafio que eu recebi para onde o meu time, o meu, os requisitos que eu tenho, as a questão de dinheiro, prazo, para onde que eu vou ir e eu vou fechando algumas coisas. E aí eu eu defino, na verdade, a perspectiva que eu vou adotar dentro desse desafio. Quando eu faço isso, aí eu vou pensar na solução, porque agora Eu já sei para onde eu vou em termos de em termos de de perspectiva. De novo, eu vou abrir a minha mente porque eu não vou eu não vou assim,
ó, eu não sou ninguém é genial desse jeito que na primeira ideia vai tá lindo e maravilhoso. É o momento de eu gerar um monte de ideias, ideias absurdas, ideias muito simples, ideias muito difíceis, ideias mais ou menos. escreve. É só um, principalmente nessa fase, é uma fase de esboço, é uma fase de desenhar ou de Escrever mesmo. Se arrisca, se tudo tiver errado, amassa esse papel, joga fora, deleta um postite digital depois, sabe? Tipo, escreve sem medo. Não tem, não é um momento de eu ficar, hum, mas isso aqui é muito ruim. Depois você
faz isso. Lembra que o convergir vem depois? Primeiro eu abro a minha mente. Abri a minha mente, expandi, joguei para fora. Aí sim eu vou começar a falar: "Ah, depois que você fez um monte de ideia, todas essas ideias estão ali muito Malucas, aí você olha: "Nossa, mas essa ideia é muito ruim, hein?" Aí depois você olha para outra ideia e fala: "Não, mas isso olha, essa ideia é ruim, mas esse negocinho aqui é bom, deixa eu guardar isso aqui". Aí você olha para outra ideia e fala: "Tá, essa ideia aqui junto com essa daqui,
pô, tem alguma coisa boa aqui". Não, e se eu fizer isso de outro jeito? você percebe que eu tô começando a pegar um negócio aqui, descartando o negócio aqui, juntando Outro negócio aqui. Eu tô fazendo aquele processo de hand zone que eu falei para vocês. E aí eu tô começando a falar: "Olha, essa ideia tá ganhando aí eu vou lá e construo esse protótipo, essa solução, construo um um jeito de eu poder testar se essa minha ideia realmente dá esse caldo. Aí eu vou lá, coloco na mão do usuário de uma forma, posso fazer um
uma se for um aplicativo, eu posso desenhar esse aplicativo no papel, cortar os papéis e colocar na Frente do usuário. Que que você entende aqui? que se fosse para você fazer tal coisa nessa tela, o que que você faria? Aí você começa a ver o usuário errando no papel mesmo. Você nem precisou ir lá fazer um aplicativo, você já começa a aprender com protótipo bobinho, simples de papel. Você pode fazer uma coisa um pouco mais elaborada no computador, pode, mas você entende que o seu objetivo é aprender o mais rápido possível em cima daquilo que
você já Entende que é uma boa hipótese e a partir daí você ir melhorando e criando os inquimentos para que realmente você chegue numa solução robusta. E aí depois você chega efetivamente na solução. Por que que eu tô dizendo que qualquer designer passa por isso? Vou dar um exemplo muito simples para vocês. Imagina um designer de moda. Um designer de moda, normalmente o desafio que vai ele vai receber é criar uma coleção de roupas. Que que ele faz? Ele sai Desenhando a coleção de roupa. Opa, coleção de roupa do inverno do ano que vem. ele
sai desenhando. Não. Primeira coisa que ele faz é entender quais são as tendências, quais são os comportamentos das pessoas, quais são as cores que tão na moda, quais são. E ele começa a olhar, as pessoas estão usando mais couro, não. As pessoas agora elas estão, elas estão elas estão usando menos couro. As pessoas estão elas, ele começa a entender para onde o mundo tá Indo, o que que as pessoas estão precisando. Ah, as pessoas estão preocupadas em tomar muito sol, poxa. Então, isso é um mesmo no mesmo no inverno. Então, tipo assim, observa que elas
começam a entender quais são os comportamentos das pessoas, necessidades. Aí ele faz esse monte descoberto. Aí depois que ele faz esse monte descoberto, faz pesquisa, né, para usar uma palavra, faz muita pesquisa, ele olha para esse monte de pesquisa e Começa a analisar, entender padrões, aglomerar aqui, falando: "Olha, isso aqui tem uma tendência, mesmo sendo inverno, que a gente acha que é roupas mais escuras", a gente tá vendo uma tendência, por exemplo, de roupas mais claras, sabe? uma coisa desse estilo. Ele começa a entender isso e ele começa a fazer definições sobre como vai ser
essa tal dessa coleção que ele recebeu o desafio. Quando ele faz essas definições, aí sim ele pega lá o Canetinha dele, o papel, o lápis dele e começa a desenhar. Ah, vai ser uma calça assim, vai ser uma calça. Mas ele não desenha uma única calça, fala aqui, ó, ideia brilhante, não. Ele faz vários esboços, ele desenha várias calças. Depois que ele desenhou várias calças, desenhou vários casacos, testou várias coisas, ele deixa um pouco descansar aquele monte de desenho. Aí ele vai olhar para que ele expandiu, ele gerou um monte de ideia. Maioria daquelas Ideias
não vão ser não vão ser usadas, mas ele experimentou porque era o momento de ele fazer isso, de ele expandir o máximo. Ele ainda não precisou costurar, ele não tá rasgando dinheiro, consturando todos os roupas, não. Ele fez um monte de papel, aí ele olhou, falou: "Olha, essa calça aqui ficou boa? Não, essa daqui acho que tem alguma coisa que não funciona". Aí ele vai começar a descartar, vai refinar alguns desenhos. Ele vai começar, vai Colher feedback de outras pessoas, vai mostrar para alguém importante, alguém do processo, vai de repente fazer uma validação com o
usuário falando assim: "Olha, o que que você acha desse né?" A pessoa vai dizer: "Ah, eu não usaria uma calça desse tipo: "Ah, eu usaria não, não sei aqui. Ah, isso aqui é legal, mas se tivesse um bolso, ah, ele vai começar pegar isso, melhorar o projeto até que ele chegue na solução dele, ele defina qual é essa coleção de roupas de inverno E daí sim ele mande para produzir em escala. E se a gente for pensar numa logomarca, né, numa logo, se a gente for pensar num site, o processo vai ser o mesmo. Eu
vou pesquisar, eu vou entender, eu vou definir as coisas, vou gerar várias ideias, depois eu vou colher feedbacks, vou entender o que que dá, o que que não funciona para daí sim eu entregar a solução. Basicamente, design é isso aqui. E o segredo de um processo inovador é expansão. Quanto Mais você conseguir expandir num primeiro momento no desafio, quanto mais você conseguir expandir num primeiro momento, se arriscar, ter ideias absurdas, coisas que parecem que não dá nem para fazer, maior a sua chance de inovar. Quanto menos você abrir, menos inovação você pode entregar. Quanto mais
você abrir, maior a oportunidade de você entregar inovação. E aí nosso amiguinho Albert Einstein fala que se ele tivesse que resolver um Problema, ele ficaria muito mais tempo aqui para ele entender aquilo com profundidade, para daí ele ter um ins fala: "Poxa, é isso", entendeu? para daí sim ele entregar uma solução. Então a nossa lógica no design thinking é: eu tenho dois contextos, problema, solução, eu vou me eu vou fazer uma imersão profunda no problema para que aí sim eu possa entregar uma solução que faça sentido para esse contexto complexo que eu recebi. E aí
pra gente fechar, lembre Que design thinking não é um método, é uma abordagem. Eu não preciso, talvez, né, eu mostrei para vocês aqui, aí vocês vão começar a pensar assim: "Nossa, então é quatro etapas do design que é uma, duas, três, quatro". Não é verdade? Esse aqui é um jeito bem fácil e didático e visual de mostrar como que funciona essa abordagem, mas existem diversos métodos de design thinking. Aqui tem alguns exemplos. Essas são as maiores consultorias de design thinking No mundo. Eh, e tem consultorias que só atuam no primeiro diamante. Por exemplo, a Conifer,
ela só faz a primeira parte, a primeira a parte de entender o problema. Aqui ela faz uma pesquisa, ela cria um catálogo dessas pesquisas, ela sintetiza o que ela fez de pesquisa e ela gera as insightes. Ela tem, tá vendo que ela não entrega solução. Eh, a ideola, tem, ela chama de inspiração, que é o primeiro diamante. A ideação, que é, a ideiação, implementação, que é O segundo diamante. Então, eu vou criar ideias e depois eu vou implementar essa solução. Então, observa que cada uma pensa diferente. Tem umas com três etapas, quatro etapas, cinco etapas.
Se vocês escrever agora no Google design think etapas, vocês vão ver vários métodos. Mais importante do que, nossa, eu vou tenho que usar esse método ou esse é o método perfeito. Mais importante que isso é entender que sempre são dois contextos, problema, Solução. Primeiro eu vou focar no problema. sempre antes de, né, abrir um desses um desses contextos, eu vou abrir a minha mente. Sempre eu vou partir da necessidade das pessoas, de olhar para as pessoas, de validar com elas, de entender as necessidades dela para daí sim eu poder ser criativo. Eu vou colocar a
mão na massa, eu vou me arriscar fazendo desenhos, esboços de um jeito que obviamente não consuma dinheiro do projeto, mas que eu possa Arriscar para eu ter esse espaço de inovação. Mais importante do decorar design thinking é ter isso na prática. Para eu ser uma pessoa criativa, eu preciso expandir a minha visão, seja ela no momento que eu tô entendendo o problema, seja no momento que eu estou criando soluções. E aí lembrar que não é um método, é um mindset. Diversos processos, diversas ferramentas pra gente poder atender as necessidades das pessoas. E os elementos chaves
são esses Aqui, é centrada nas pessoas, altamente criativo, é rendão de colocar a mão na massa e é iterativo. O erro faz parte do processo de inovação. Eu não consigo inovar se eu não entender que eu preciso de um espaço de experimentação. Se erro é uma palavra muito pesada, vamos pra palavra da experimentação. Eu preciso construir um espaço para que haja experimentação, para que aí sim eu saia das respostas óbvias. E aí lembre do duplo diamante porque ele ajuda a gente A deixar isso muito claro. Contexto do desafio, contexto da solução, abrir e fechar, abrir
e fechar. E quando que o design think pode ser útil? Quando que ele é útil? Quando eu quero gerar inovação, quando eu tenho que lendar lidar com o que a gente chama de vulca, né? Que são é a volatilidade, a incerteza, a complexidade e a ambiguidade. Quando eu tenho que lidar um termo inglês também, o que a gente chama de wicked problems, que são Problemas incompletos, contraditórios e com requisitos mutáveis. E a solução normalmente é uma solução complexa, difícil, e não dá pra gente responder de bate pronto. A gente tem que entender a complexidade daquilo
para dar uma resposta. Ou quando a gente quer projetar o futuro, a gente quer, a gente a gente não quer mais, a gente não quer ser só reativo, a gente quer, na verdade, criar um futuro que seja desejável, que faça sentido e que a Gente prefira em relação ao que a gente tá vivendo, que a gente tá construindo. E era isso que eu tinha contado para vocês, gente. Muito obrigada, viu? É isto. Hum. Maravilha. Cadê? Voltem a câmera para mim. Aí, maravilha. Muito Carlinha. queria fazer aqueles aquela sinoplastia subir coisas aqui, mas muito obrigada de
coração. Acho que vai ser super importante pros alunos, eh, para eles poderem ter mais, né, força para Entender muito que isso. Eu brinco que é a gente é mãe, a gente sabe você, né? Mas a gente se, tipo assim, é meu filho, meu bebê, ninguém pode falar mal. [risadas] Eh, então a gente tem a tendência de se agarrar na primeira ideia, naquela primeira coisa que a gente acha que vai mudar o universo, mas nem sempre é aquilo. E o bom do método é justamente isso, né? O bom do design thinking é just ex justamente isso,
porque ideias vão surgindo, você pode Coconstruir com o time ali e pode a em cima de uma primeira, né, de uma primeira ideia, criar elementos em cima daquele, entender se faz sentido, se não faz, né, como você falou, rasgar ali o o post digital e partir pra próxima até você realmente estruturar aquilo que você consegue seguir. Então, muito obrigada, de verdade. Eh, valeu mesmo, pessoal. Deixa aqui a câmera comigo agora que eu vou avisos importantes para vocês, tá? Eh, coisa, eu vou Compartilhar minha tela. Vamos ver aqui se eu não, eu mesmo não vou me
sabotar. Pera aí, deixa eu fechar um tempo. Pera aí, pera aí, galera, que eu vou mostrar uma parada para vocês aqui que eu quero que vocês eh acessem pra gente aqui, ó. Boa. Certinho. Agora deixa eu só colocar em modo de apresentação duas coisas, tá pessoal? Vê se tá carregando aí para aparecer. Girando, girando, girando. Aqui não tá ap Ah, foi agora. Foi. Duas coisas importantes, pessoal. A gente vai ter um canal oficial, que na verdade são dois canais oficiais, né? A gente manda várias comunicações. Já começou a mandar as comunicações inclusive das lives aqui,
né? dessas lives com o link para vocês. Então, muitos de vocês estão recebendo. Fique atento aos e-mails. Ah, Gisele, não recebi. Dá uma olhada a caixa de spam, promoção, aquela coisa toda. Ai, não recebi. Confere seu e-mail Que você se cadastrou na plataforma, tá? O que tá acontecendo muito é a pessoa se cadastra com e-mail, aí sabe aquela coisa, esquece qual email ela se cadastrou e depois acha que tá, mandou, tá num outro e-mail, mas não tá. Então confere direitinho qual que é o e-mail que você se cadastrou lá na plataforma, que é por ele
que a gente vai mandar essas comunicações. Fora isso, a gente também criou um canal no Discord. Então, pessoal, acessem aqui. Depois a gente Vai mandar um e-mail. Eu vou disparar um e-mail para vocês com esse Qcode bonitinho aqui para vocês poderem acessar. Esse Qcode aqui tem direitinho eh tudo que, né, o que vocês vão precisar de de conteúdo. Então, a gente vai ter lá alguns canais. Então, um canal de formações gerais, um canal eh tem alguns canais, canais de networking para vocês trocarem, conhecerem. Afinal tem gente de todo o Brasil e eu não sei se
vocês sabem, mas eu vou contar essa Novidade. Eu não sei se eu tô jogando o spoiler, mas eu depois o Antônio briga comigo. A gente tem mais de 24.000 inscritos. A gente literalmente bateu recorde do recorde do recorde do recorde que eu nem sei. Então a gente tá geral, arrasamos muito nas inscrições, muito bom ter a presença de todos vocês. E aí é isso, então a gente vai ter esse canal do Discord aqui. Ah, Gisele, mas eu tenho dúvida. Ai, você precisa falar com você, tipo, ai, tá acontecendo de agora Que a gente tá nesse
momento do porta-vos meter a escuderia ali, deu algum problema, que que eu faço? Socorro, como é que eu falo com você? A gente tem, e deu ruim aqui. Ah, foi, a gente tem esse outro canal aqui, que é um canal somente para alunos. Então, a gente fez um saque eh serviço de atendimento a vocês, queridos alunos. Não é para vocês passarem para mais ninguém. Esse é um canal para vocês tirarem dúvidas. Deu Algum problema, não tá conseguindo alguma coisa, não entendeu, manda por aqui, tá? Esse canal cai direto aqui com o nosso time e a
gente vai conseguir apoiar vocês nesses dois, certo? Então, vou deixar aqui mais uns minutinhos na tela para vocês printarem, tirarem QRcode. Mas calma que eu vou mandar para vocês também no e-mail, tudo bonitinho. Vai ter ali tanto esse do saque como o do o do o do Discord também, tá? Vão entrando lá, a gente vai começando Soltando as comunicações. Essa semana é uma semana de pré, então a gente ainda tá aquecendo os motores. Fiquem tranquilos. Todas as dúvidas a gente vai tirando aos poucos com vocês, tá bom, queridos? Era esses avisos que eu tinha. Muito
obrigada, Carlinha, mais uma vez. Muito obrigada a vocês. Amanhã tem live de novo, então amanhã, só que a nossa live amanhã não é às 3, amanhã às 10 da manhã vocês vão estar na escola, provavelmente, mas quem não tá na escola Acorda. Não é nem cedo, né, galera? 10 horas acho que tá bom, né? Tá OK pra gente já. E aí eu já vou dar esse spoiler. A live de amanhã é sobre pensamento analítico. Então vocês vão entender que todas as nossas lives elas têm conexões, tá? Então, a gente começou com Z Pink, a gente
vai pensando nas ideias ali, depois a gente estrutura esse pensamento, depois a gente prototipa, olha o spoiler aí, e depois a gente já segue para eh as outras etapas Ali, tá? Aí tem Linkanvas, enfim, depois tem eh exatamente o o pit ali, que é onde vocês vão contar aquilo que vocês construíram, tá? E isso também é uma fase muito importante. Então, amanhã espero vocês 10 horas da manhã, não é neste mesmo canal, vamos mandar o link do canal de amanhã, tá bom? Então, fiquem atentos ao e-mail de vocês. Um beijo, muito obrigada e até amanhã.
M.